• 2021-01-02 20:12:25 -0200 Thumb picture

    Live de River City Girls hoje às 19:30 no Twitch!

    Medium 753959 3309110367

    Hoje eu vou vencer o último Boss, e tentar lembrar como eu faço pra lutar com o boss secreto...

    Assistam em: https://twitch.tv/bardoinsano

    Para novidades e discussões não deixem de entrar no Grupo do Discord!
    https://discord.gg/t63njhhu

    River City Girls

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    9
  • 2021-01-02 09:41:28 -0200 Thumb picture

    Gravação da live de ontem!

    Como falei ontem a gravação da live de River City Girls.

    Não deixem de seguir lá no Twitch, estou tentando chegar na meta de 50: https://twitch.tv/bardoinsano

    Entrem na comunidade do Discord: https://discord.gg/t63njhhu

    Valeu pela participação pessoal, até a próxima o/

    River City Girls

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    9
  • 2021-01-02 01:26:23 -0200 Thumb picture

    Lembrei que não tinha postado lol

    A segunda live com River City Girls encerrou agora pouco, e a gravação está sendo processada no YouTube... Mas lembrei que não postei a gravação da primeira live por aqui. Então está aí!

    River City Girls

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    8
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-02 20:56:14 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Johnny Turbo's Arcade: Night Slashers

    Zerado dia 01/11/2020

    Eu tô sempre de olho nas ofertas de jogos do Nintendo Switch. Toda semana tem uma penca de jogos bem baratos e, assim como na Steam, se você caçar bem quase sempre acaba achando algo bom no meio da bagunça, como indies subestimados (ou não) e jogos de Arcade.

    Sempre dou uma pesquisada naqueles títulos que me parecem mais interessantes e, volta e meia, compro um deles. Foi mais ou menos assim com Night Slashers, um jogo que eu nunca nem tinha ouvido falar. Acho que parte da culpa desse nome nunca ter chegado ao meu ouvido foi o nome Data East, a sua produtora que sempre me pareceu bem desinteressante. Os jogos simplesmente não chegam às bocas das pessoas.

    Se você pesquisar, deve conhecer um ou outro produto deles, como Bad Dudes e Caveman Warriors. Side Pocket, talvez. Não faço questão de nenhum deles na minha vida.

    Três reais no Switch é sempre um preço interessante, e se tratando de multiplayer, não tinha como eu recusar. Vi uns segundos de algum video aleatório no Youtube só para saber se não se tratava de algo tosco, e curti muito o que vi. Para três jogadores, bem curioso. Definitivamente uma experiência para situações bem específicas.

    Depois de uns meses, fui visitar um amigo que está morando sozinho e seu namorado. Depois de jogar Donkey Kong Country 2 e testar uns jogos baratos que eu tinha comprado para o console, percebi que era o momento certo para Night Slashers. Sabia que iríamos terminá-lo rapidamente, ainda mais porque jogos de Arcade envelheceram mal com suas mecânicas de fichas. Basta inserir quantas quiser e morrer a vontade que uma hora a campanha termina.

    Abri o menu de opções e fui dar uma olhada no que poderia fazer. O mais interessante foi mudar os filtros de imagem. Se nada o jogo fica esquisito e até feio, algo que nunca havia sentido com nenhum outro título antigo. Depois de olhar bem, chegamos à conclusão que o de CRT ou algo assim era o melhor, sem bordas arredondadas que imitam TVs antigas.

    Depois de adicionar 99 fichas e entrar na partida, cada um escolheu um personagem (infelizmente só são três). Um deles ficou com o loiro estilo anos 90 de braços robóticos, o outro o cara super normal que parece mais um garçom e eu fiquei com a menina chinesa.

    No início da primeira fase eu já expliquei que Night Slashers, como o próprio nome indica, tem temática que remete aos filmes de terror de décadas atrás e muito populares nos anos 80.

    Ao invés de bater em bandidos, alienígenas ou robôs, aqui os inimigos são monstros clássicos do cinema, como zumbis, lobisomens, frankensteins, vampiros, Jasons e afins. Acho que podemos dizer que é parecido com a proposta de Darkstalkers, mas bem menos carismático.

    A primeira coisa que você vai fazer na hora de bater é apertar o botão referente à posição do quadrado do controle do Playstation (Y no Switch). Bizarramente esse é o botão do golpe especial, aqueles que você paga com parte da sua vida para ser usado.

    O botão de ataque normal é o A (bola no Playstation). B é usado para pular (no ar seus golpes são diferentes, inclusive o especial. Há ainda a possibilidade de correr e atacar e segurar o botão de soco para deferir um ataque forte, mas que demora para poder ser usado e se você mantiver o botão pressionado por muito tempo faz com que seu personagem fique tonto. Nós só descobrimos isso ao acaso bem no final da aventura.

    São apenas 7 estágios curtos e repetitivos, sendo muito parecidos esteticamente e enfrentando sempre os mesmos monstros, o que é uma grande decepção. Quer dizer, quando você joga Castlevania cada fase é única, com mecânicas diferentes e temáticas diferentes em cada parte do castelo. Aqui a liberdade de criação era bem maior, visto que os cenários podem ser qualquer lugar, mas acabaram vacilando um bocado nisso.

    No final de cada fase há um chefe, e eles são bacanas e bem diferentes, o mínimo que espero de um beat'em up. Por outro lado, com exceção do último e da Morte, eu enfrentei todos da mesmíssima forma e eles deixam você dar agarrões tranquilamente. Super esquisito.

    Pior que isso só o fato de todos serem chamados "Enemy1".

    Há até um enredo que sempre é conversado com eles ou por cenas entre as fases, mas é tudo superficial.

    Agora, se você acha que o jogo é fácil, está enganado. O nível de desafio é bem artificial e logo você vai morrer sem nem perceber que tomou dano.

    Eu tenho que dar ênfase nisso pois realmente acontecia de eu estar jogando bem e do nada tomar um soco e morrer pois estava sem vida. Não há indicadores de dano, praticamente. Inclusive mesmo nos inimigos que você bate e nem tem certeza se estão tomando dando.

    No final das contas eu estava achando bem fácil progredir em Night Slashers, mas nosso contador mostrou que perdemos cerca de 20 fichas, jogando em três, para chegar aos créditos do beat'em up.

    Mas foi definitivamente um alivio chegar ao final de um jogo tão pouco recompensador, repetitivo e sem graça. Isso resume a experiência toda: sem graça.

    O jogo não é bonito, não é interessante, a temática foi mal utilizada, não tem graça nem de bater nos inimigos ou progredir pro próximo cenário.

    Resumindo: Night Slashers é um jogo muito fraco. Não há motivos para jogá-lo. Bom, pelo menos não foi frustrante de chato como Brawl Brothers. Entre os piores do gênero, esses dois travam uma luta acirrada nas minhas experiências. Não me arrependo de tê-lo comprado pelo preço baixíssimo (e agora acho justo), mas foi o tipo de jogo que eu pensei enquanto jogava: "onde é que eu meto meus amigos?"

    De bom: preço baixo (pelo menos em promoção). Comandos simples e responsivos. Temática diferente em relação a outros do gênero.

    De ruim: genérico como um todo. Não lembro de nada da trilha sonora. O clima do jogo falha tanto na parte terror quanto ação. Bater em inimigos é sem graça, no braço ou com armas. Personagens morrer bem fácil sem você nem perceber. Achei que poderia ter mais um personagem para que o último jogador pudesse ter ao menos duas escolhas.

    No geral, eu não recomendo esse título sabendo que há tantos jogos melhores do gênero inclusive no Switch e há coisas melhores a se fazer mesmo com R$3 e mesmo no Switch também. Fraquíssimo.

    Johnny Turbo's Arcade: Night Slashers

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

    14
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-08-23 22:24:19 -0300 Thumb picture

    Bully Beatdown (PC)

    Um jogo de beat'em up com estereótipos de escolas estadunidenses.

    Você controla um gordinho chamado "Fat Guy" que tá de saco cheio de ser bulinado no colégio, então resolve criar coragem para meter porrada em todo mundo e convidar a "Skool Girl" para o baile.

    Análise completa: https://nerdtrash.com.br/bully-beatdown-pc/

    10
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-06-27 01:20:58 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Castle Crashers

    Zerado dia 26/06/20

    Castle Crashers era, até hoje, um daqueles jogos que eu tinha até vergonha de dizer que nunca havia jogado. O título é um dos indies mais famosos que tenho conhecimento, adorado por muitos conhecidos.

    Quando comprei meu Xbox 360 atual de um amigo, o console veio com a conta dele e alguns jogos, inclusive CC (isso lá pra 2015 ou 2016). Achei legal a oportunidade e o deixei lá pra depois, só que algo aconteceu e eu perdi a conta dele.

    Mais tarde, vi que o jogo foi lançado pro Switch, e isso me deixou muito contente. Demorou, mas o dia finalmente chegou, mas o preço não era muito convidativo. Como tenho muito jogo e compro a grande maioria bem barato, não me vejo gastando tanto com experiências mais antigas sendo que tenho mais o que jogar.

    Quem me acompanha, sabe que venho jogando bastante usando um programa chamado Parsec no PC. Ele permite que as pessoas transmitam as suas partidas de qualquer jogo e as outras se juntem como se estivessem jogando localmente com o host.

    Recentemente temos jogado algumas coisas pelo Parsec principalmente porque a maior parte dos jogos não tem suporte online. Além disso, emuladores, jogos piratas, jogos originais (evitando que ambos tenham que os comprar) e entrando nas salas disponíveis por lá.

    A escolha da vez,das poucas opções que estamos tendo foi justamente CC. Meu amigo ama o jogo. Eu era doido para experimentar.

    A primeira jogatina foi bem curiosa: eu e ele pelo Parsec, como se estivéssemos juntos na sala de estar, numa sala hospedada online pelo jogo, onde as irmãs dele jogaram de outros cômodos de sua casa.

    No segundo e terceiro dia fomos só nós dois mesmo.

    Pra quem não o conhece, Castle Crashers é um beat'em up com aquele visual bem flash e muito bem humorado para até 4 pessoas. A fórmula é bem similar àquela dos jogos de Arcade tão conhecidos, como Golden Axe ou Turtles in Time, mas com um toque mais moderno e despojado.

    A jogatina conta ainda com certos elementos de RPG, como um sistema de level up, alocação de pontos em diferentes atributos, diferentes armas com diferentes especialidades e bons motivos para voltar e explorar as fases da relativamente longa campanha.

    Começando a campanha, é possível escolher entre 4 diferentes personagens. Cada um deles com uma cor e especializado em um diferente elemento. Azul = gelo e laranja = fogo, são as cores que usamos.

    Testando os comandos, você pode se mover livremente, pular e atacar de duas formas: usando a sua espada ou com a magia relativa ao seu personagem (custa mana, mas ela se regenera). Meu personagem foi focado em força e defesa, então magias ficaram bem fracas.

    Há um tutorial e a possibilidade de fazer lutas PvP desde o início, que foi onde aprendi a jogar, mas a primeira fase acho que já ensina bem, já que não tem muito segredo. Quer dizer, há um botão de defesa, por exemplo, mas ele basicamente não fez falta, mesmo depois de notarmos a sua existência.

    O jogo inteiro se resume a andar pelo cenário, derrotar onde de inimigos apertando os ataques forte e fraco continuamente, andar para a próxima tela e assim por diante. Sabe como é a fórmula beat'em up, né? E enquanto você não ganha experiência o bastante pro próximo nível, aproveite para perceber tudo o que rola pelas fases, que são super vivas, animadas e cheias de piadinhas bestas, mas engraçadas ao mesmo tempo.

    Aproveite também para andar e explorar por trás de objetos, como pedras e arbustos, por exemplo. Sempre há itens aqui e acolá, como cura, espadas e pets.

    As armas variam bastante em bônus de atributos (além da parte visual) e podem ser a melhor escolha de acordo com o personagem que você estiver montando. Como eu disse, foquei em força e defesa, então não trocava armas que davam bônus nessas categorias por outras que dessem para magia, por exemplo.

    Em alguns casos é mais difícil escolher. Deveria ficar com essa de +5 de ataque e +2 de agilidade ou essa que é +2 de ataque, +2 de defesa e -1 de agilidade?

    Seja lá qual for a sua escolha, o negócio é ao menos pegar a arma uma vez, pois é possível acessar um acampamento no mapa do mundo do jogo e lá selecionar qualquer arma que tenha sido encontrada e equipá-la.

    O mesmo vai pros pets, que dão uma forcinha legal nas batalhas, atacando inimigos, coletando itens próximos sem que você tem que andar até eles ou mesmo dando bônus em atributos seus. No mesmo acampamento das armas é possível ver o que cada um faz.

    Além de experiência, os inimigos podem derrubar outras coisas, como alimentos que te curam, as armas que estiverem usando e dinheiro.

    Jogando em grupo eu tive um pouco de trabalho com essa divisão de bens, pois é normal que as pessoas queiram pegar tudo o mais rápido possível e até sem precisar. Sabe quando você tá morrendo e acha cura mas seu amigo, de HP quase cheio, vai lá e a pega antes de você sem ver quem precisava de verdade? Cliché no gênero. Outras vezes eu pegava sem querer pelo inimigo morrer e o item ser arremessado pra mim.

    As riquezas, como dinheiros e gemas, estão entre os mais disputados. A ponto de cada um estar num lado da tela batendo em diferentes amigos e as pessoas irem pra junto de você só para enriquecer um pouco às custas do seu trabalho. Exija respeito!

    Com o dinheiro acumulado é possível acessar diversas lojas pelo mapa e comprar itens, como armas bacanas, pets exclusivos e até bombas ou poções de cura, que ficam num slot para itens desse tipo.

    Uma das coisas que mais gostei na aventura foi o fato de como o mundo é construído e a continuidade lógica de fase a fase. Ao invés de apenas ter um cenário e um bocado de caras para bater e um chefe no final, cada estágio é único! Há mecânicas exclusivas, cenários diferentes e até inimigos nunca vistos antes aqui e ali.

    Além disso, ao invés de ser apenas uma linha de fases linear, há diversos caminhos pelo mapa, sendo que alguns você só pode acessar depois de achar algum item em outra fase e sempre há um motivo pra fazer esses desvios, que nos levam para tantas terras diferentes, como lugares gelados, desérticos ou inundados por lava.

    E é legal voltar mais forte nas fases e ir atrás de coisas que não foram achadas também. Ou mesmo pela grana ou experiência.

    Que tal parar na Arena e sair nos tapas com os amigos? Inclusive você é obrigado a fazer isso sempre que salva uma donzela das garras de chefes, pois só um herói pode ficar com a coração dela!

    Resumindo: Castle Crashers é um beat'em up mais light/piedoso que o normal, mas de uma forma que talvez até supere outros clássicos do gênero. É gostoso ver seu personagem evoluir e achar armas tão legais. Rejogar a campanha nunca foi tão legal em jogos de porradaria em grupo. Há um lado party game, mas o lado RPG e até uma dificuldade são os fatores que realmente brilham aqui. Um prato cheio pra quem curte jogos do tipo e, sobretudo, se puderem compartilhar a experiência com mais pessoas. Sobre o jogo em si e como ele é, não há muita novidade ou surpresa. Gostei da experiência e jogaria novamente com meu personagem fortalecido, mas não espere o melhor jogo do mundo.

    De bom: visual bacana. Bastante conteúdo e a possibilidade de fazer personagens bem diferentes. Muitos desbloqueáveis. Jogatinas de 1 a 4 pessoas com um feeling Arcade. Jogabilidade simples. Dificuldade no ponto, incluindo checkpoints pra evitar que o jogo fique maçante. Humor bacana. Chefes muito maneiros! Modos diferentes de jogo. Opção de jogar online.

    De ruim: jogabilidade repetitiva, ainda mais conforme você se aproxima do final e os estágios são cheio de inimigos que tomam muito dano pra morrer e em caso de morte sua, é capaz de você ter que rejogar algumas partes várias vezes. Preferiria que o dinheiro dos inimigos fossem automaticamente para quem os derrotou, para diminuir a competição por ele, o que pode dificultar compras desejadas em lojas em grupos de amigos que jogam mais sério.

    No geral, curti a experiência e recomendo sobretudo para fãs do gênero de briga de rua, mas também para quem quer um jogo legal pra jogar em grupo. Gostaria de tê-lo no Switch, mas não pagaria o preço pedido. Minha recomendação nas builds é focar bastante em defesa, além de um tipo de ataque, físico ou por magia. Meu amigo priorizou agilidade, atributo que achei basicamente desnecessário, e morri incrivelmente fácil a todo momento, ainda me fazendo ter que revivê-lo em meio à confusão!

    Castle Crashers

    Platform: PC
    3645 Players
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    18
    • Micro picture
      gennosuke6 · about 1 year ago · 2 pontos

      Esse jogo é divertido demais!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-05-02 02:50:47 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Streets of Rage 4

    Zerado dia 01/05/20

    Lembro de quando anunciaram o retorno da série Streets of Rage aos video games lá em meados de 2018. Uns amigos piraram e o assunto ficou sendo discutido pela internet por um bom tempo. O tempo passou e eu, pelo menos, meio que acabei esquecendo.

    Por outro lado, eu nunca fui lá o fã número um desses jogos pela experiência que tinha. Sendo que joguei muito o 1 na infância, mas não via muita graça nem achava carismático em relação ao padrão Mario que eu acompanhava do 3 e World. Talvez não fosse um jogo muito chamativo para crianças.

    Há cerca de um ano atrás resolvi ir trás de todos os Street of Rage e terminá-los. É a coisa de sempre: por um lado é um jogo para aquela época e eu não curtir como criança/adolescente, mas por outro, não fico cego pela nostalgia. Além do mais, Acho os jogos bonitos ou feios pelo o que eles são, independente da época, seja do NES, SNES, PS1 ou o que for.

    Fechando o 1, percebi que o conhecia melhor do que imaginava. O 2 foi ainda melhor e o 3, que só joguei recentemente, foi uma experiência bem dispensável. Dispensável ao ponto de eu pensar em jogar SoR 4 mais pra frente.

    O fato é que esse é um lançamento muito aguardado e tá todo mundo jogando. TODO MUNDO! Eu não quera ficar por fora e vendo o povo zerar tão rápido em seu lançamento, resolvi ir atrás mesmo e de quebra testar um controle USB de PC antigão que nem sequer tem alavancas analógicas.

    Começando o jogo, o mais bacana foi perceber que ele rodava tão bem no meu notebook, que é uma batata. Mexi um pouco nas configurações e inclui um medidor de quadros por segundo no cantinho da tela que estava oscilando um pouco. Resolvi jogar tudo no mínimo do mínimo e, olha, ficou 60 fps travado e continuou lindo! Depois aumentei de volta as coisas e deixei umas no médio porque quanto mais eu puder usar, mais eu usarei.

    Na tela título toca uma música muito bacana que tem até umas partes que lembram um pouco Turtles in Time e além da imagem bacana usada, há opções como jogar a campanha, escolher fases, batalha (o modo Versus) e a opção de jogar online.

    Selecionei o modo Campanha e há a opção de jogar sozinho ou com até mais 3 amigos. Streets of Rage de 4 pessoas! Que sensacional! Já quero chamar os amigos e jogar de novo.

    Há quatro personagens para selecionar no começo:

    -Axel, que está mais velho, barbudo e não tão gordo quanto eu imaginava. Eu podia jurar que ele tinha um barrigão, mas ele só está mais "largo". Como de costume, comecei com ele;

    -Blaze, que está mais bonita do que nunca;

    -Cherry, que é descrita como filha de um amigo e que combate usando uma guitarra;

    -Floyd, um aprendiz de Zan, grandão e fortão com braços cibernético.

    Jogando a campanha você chega a desbloquear outro personagem automaticamente depois de alguns estágios e acredito que outros possam ser abertos meio que como no 3, pois os vi pelos cenários, tentei interagir, mas sem sucesso. Pelo que vi na internet, tem um bocado de gente para liberar!

    Houve ainda a opção de selecionar entre diversas dificuldades, como Fácil, Médio (que eu escolhi), Difícil e mais outras ainda mais tensas.

    A primeira fase, de 12, eu joguei no teclado mesmo (ainda não tinha lembrado de usar o controle). Dei uma fuçada nos controles e eles se resumem a andar, soco pra frente, soco pra trás do personagem, ataque especial (ao custo de seu HP, mesmo sem acertar ninguém, mas que pode ser curado de volta de você bater nos inimigos até recuperar, antes de tomar qualquer dano), coletar itens do chão e pulo.

    Procurei comandos como botão de chute e afins mas eles não existem mais. Ficou bem simples e jogável no teclado, mesmo pra mim que odeia jogar assim. O botão de socar atrás do personagem mesmo pode ser substituído apenas usando o soco normal + direção oposta.

    Logo você aprende que há ainda especiais de estrela, que são golpes que só podem ser usados se você coletar determinados itens dos cenários e apertando dois botões específicos simultaneamente. Esses especiais funcionam como o chamado da polícia de Streets of Rage (1) e causam dano em todos os oponentes na tela (além de serem super legais de se ver).

    Na segunda fase conectei o controle e fiquei muito feliz em não ter que fechar o programa para o fazer ser reconhecido nem ter que configurar teclas.

    A primeira coisa que chama atenção é o visual. É muito bonito o trabalho da equipe que trouxe o remake do Wonder Boy: Dragon's Trap! E eu digo isso sendo uma das pessoas que meio que torceu o nariz pro estilo meio indie DeviantArt que a garotada vem praticando em cursos de desenho digital depois de se inspirar por videoclipes dos Gorillaz.

    Pois é, o jogo é bonito e muito bem cuidado e animado. E quando você acha que vai poder apreciar ainda mais essa arte, SoR 4 te traz uma jogabilidade maravilhosa e um prazer muito grande de controlar aqueles personagens e bater nos capangas nas ruas. Os efeitos são incríveis, a tela treme e você sente o impacto. É uma delícia, uma evolução pro gênero que eu precisava. Eu lamento um pouco não ter pego no Switch pra sentir os golpes com o HD Rumble.

    Sabe, Streets of Rage 3 me desanimou um bocado e me fez questionar se o gênero que eu tanto amava anos atrás não era mais pra mim, mas foi uma péssima ilusão e o 4 está aqui para nos lembrar o quanto um jogo de briga de rua pode ser divertido, envolvente, viciante e muito recompensador.

    Nessa primeira fase, você relembra um pouco os jogos anteriores. Vê versões atualizadas de bandidos clássicos, faz uns 'Bare Knuckle' na galera, quebra barris, acha comida pra recuperar a vida, coleta itens e os usa como armas. Você vai se sentir familiarizado.

    No final, como em todas as fases, há um chefe, que derrotei na primeira tentativa. Em resumo: terminei essa primeira parte sem perder nenhuma vida e achando que os capangas davam muita abertura em relação à outros do gênero.

    Já no segundo estágio, morri pela primeira vez e dei Game Over no chefe! Sim, eu perdi, sei lá, umas 3 vidas nessa fase. O bom é que você não perde seu progresso completamente, mas tem que refazer a fase do começo, o que pra mim é uma penalidade justa, pois eu já não curto ter que repetir isso, imagina o jogo do início.

    Na tela de Game Over o jogo ainda te dá opções como simplesmente tentar novamente, tentar novamente com uma vida a mais, com duas vidas e mais estrela extras (pra fazer mais especiais) e afins. Quanto melhor a oferta, maior será o número que seu score será dividido. Ou seja, tentar novamente sem nada não tem efeito nenhum adicional, mas com uma vida extra seu score será dividido por 2 e por aí vai.

    Logo novos personagens foram sendo apresentados e eu tive que aprender padrões de ataque e movimentação novos.

    Um dos mais chatos, na minha opinião, é o policial com escudo. Você tem que bater várias vezes no escudo até que ele quebre e você possa socar a cara do dito cujo. Porém, depois de poucos golpes eles te atacam e a janela de oportunidade para sair da frente é pequena e ao tomar um golpe de seus cassetetes, você é lançado pra trás e com pouco tempo sem ser atacado o escudo deles se regenera.

    Outro caso tenso, que inclusive não curti muito, foram uns policiais com arma taser que brilha vermelho e no segundo seguinte já pulam e te agarram e atacam, arrancando bastante HP e sendo quase impossível de prever (chegou a acontecer só de os caras entrarem na tela várias vezes, sem a menor chance de reação) O negócio é matar todo mundo o mais rápido possível antes que inventem de atacar.

    Uma mecânica bastante interessante dos inimigos é que alguns deles, geralmente depois de ataques que os derrubam, brilham branco e, nesse momento, podem tomar dano, mas não "stagger" e geralmente estarão fazendo algum contra-ataque. Isso te faz ser mais cuidado e ter mais timing para atacar os caras ao invés de apenas sair apertar soco, soco, soco.

    Mas há muitas coisas bacanas pro jogador também.

    Curti demais como a pontuação é importante e te dá vidas e inclusive o jogo te avisa o quanto falta para conseguir a próxima. Nunca num jogo eu me empenhei tanto em conseguir pontos e fiquei feliz em achar itens como sacos e maletas de dinheiro para me deixar mais próximo dessas conquistas. Inclusive aconteceram algumas boas vezes de eu vencer o chefe da fase sem mais nenhuma vida e com HP quase zerado e a um fio de dar Game Over, mesmo quando eu já tinha praticamente me dado como vencido e considerado a situação impossível.

    Isso faz seu coração saltar do peito!

    Bacana também são os combos! É praticamente o mais perto do sonho de ter comandos similares à jogos de luta num beat'em up. Tem combinações bacanas e muita exigência de timing, inclusive de bater num oponente antes de ele cair no chão ou depois de quicar em alguma coisa por ter sido jogado lá. Combos maiores bem planejados ou com um pouco de sorte são super legais e tem até um Quê de Tekken, fazendo seus oponentes morrerem mais rápido e gerando mais pontos pra conseguir aquela tão desejada vida extra!

    Resumindo: Streets of Rage 4 não é apenas o que eu desejo quando inicio um beat'em up, é o que eu espero que qualquer jogo seja e isso é: divertido. Os desenvolvedores conseguiram criar um título que é SoR, mas de uma forma modernizadas de um jeito bacana e carismático. Definitivamente melhor do que eu jamais imaginaria. O jogo é caprichado e oferece muito conteúdo em diversas formas de jogar, com um fator replay sem precedentes no gênero. Uma ótima revitalização depois de SoR 3 e 99 Vidas, por exemplo

    De bom: visuais carismáticos. Mecânicas bacanas. Jogabilidade excelente e que representam não só o aperfeiçoamento da clássica fórmula, mas a tão desejada (e merecida) evolução. Campanha de aproximadamente 2 horas que faz valer cada centavo, fora os motivos pra continuar jogando, desbloqueáveis, diferentes níveis e modos. Possibilidade de jogar de 1 a 4 jogadores. Muitas referências aos jogos anteriores, incluindo a possibilidade de abrir os personagens antigos (e pixelados) para controlar. Roda em PCs fracos e continua lindo mesmo no low.

    De ruim: achei alguns inimigos confusos ou injustos de abordar, como os que dei exemplo no texto. Acho que joguei muito com o Axel e até meio que vi esquiva e corrida com outros personagens, mas ao menos com ele achei que faltou um jeito de evitar golpes inimigos, como esquiva ou defesa, principalmente porque os oponentes meio que tem e as vezes parece que você só pode aceitar os combos que leva.

    No geral, tenho certeza que esse foi um dos melhores jogos que joguei ultimamente e deve estar na lista dos 10 melhores do ano. Curte o gênero? Pode se entregar à essa incrível experiência, seja sozinho, com o/a parceiro/a, online ou casualmente num fim de semana com os amigos. Pra mim não sei se vale mesmo os 100 reais pois estou muito pão duro com jogos, mas depois de zerar, fiquei pendendo pra "vale cada centavo".

    Streets of Rage 4

    Platform: PC
    109 Players
    71 Check-ins

    18
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-05-01 15:19:52 -0300 Thumb picture

    Streets of Rage 4 (Xbox One)

    (sei que todo mundo tá jogando e cada um teve sua própria opinião... mas deixo aqui a minha para quem tiver curiosidade de ler)

    Dando sequência depois de mais de 20 anos desde o último lançamento da franquia, Streets of Rage 4 nos traz de volta Blaze, Axel e dois novos protagonistas (Cherry e Floyd) para uma nova aventura cheia de pancadaria, buracos e comidas encontradas no meio da rua.

    Um jogo de beat’em up com uma arte fantástica e com alto fator nostálgico.

    Análise completa: https://bit.ly/2KSfnsg

    Streets of Rage 4

    Platform: Xbox One
    86 Players
    41 Check-ins

    11
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-04-27 18:45:19 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Streets of Rage 3

    Zerado dia 27/04/20

    Olha aí eu finalmente terminando a série Streets of Rage com o 3, depois de mais de um ano que terminei o 2. A verdade é que eu tava querendo zerar logo esse último desde então, mas descobri que não ele não estava incluído na coleção "3D" do 3DS como os seus antecessores, e fiquei com preguiça de emular no PSP. Outra coisa é que SoR 3 é meio que conhecido por ser o pior dos três e levando em conta que nem sou muito fã daqueles que a galera ama, imagine esse aqui (por um lado fiquei curioso em saber se eu não acabaria gostando mais dele por ser "diferente").

    Hoje eu tava de bobeira e dando um tempo pros outros jogos mais tensos que estou jogando, então resolvi procurar um "filler" pra passar o tempo e diminuir o espaço entre as postagens no Alvanista.

    E eu estava com tanta vontade de pular direto pra ação que procurei um site que tivesse o jogo pra se jogar pelo browser e nem sequer conectei controle!

    O jogo se abre com uma cutscene contando o início da estória e apresenta os personagens. Nada de novo até então, mas foi bom ver uns pixels da época depois de tempos!

    Fui dar uma olhada nas opções e vi que haviam diferentes dificuldades, mas deixei na Normal como jogo todo jogo. Havia ainda como aumentar ou diminuir o número de vidas por Continue, sendo 3 por padrão. Deixei o máximo, 5.

    Começando a aventura, SoR 3 me fez escolher entre 4 personagens: Axel, Blaze, Skate e Zan. Com a minha experiência com a série, fui de Axel mesmo (até pra começar a experimentar), por ser o mais padrão. Achei a foto dele meio esquisita, diga-se de passagem.

    Já na primeira fase, testei um pouco os botões com o teclado. Soco, chute, ataque especial. Ok. Espera aí! E o pulo? Ouch! Foi aí que eu percebi que esse era um daqueles jogos do controle de seis botões do Mega Drive. Além dos comando mencionados, haviam ainda pulo e ataque para atrás do personagem, no maior estilo Double Dragon.

    Eu não lembro como eram os anteriores ou como era no 3DS, mas sabia que apanharia em não só jogar no teclado, mas ainda ter que me preocupar com as teclas A, S, D, Z, X e C para comandos básicos.

    Andei pelo cenário, briguei com uns caras que são basicamente iguais os dos jogos anteriores. Anda, soca, chuta, pula e chuta, usa o ataque especial sem querer (e perde vida). Encosta no cara pra dar grab. Bate no gordinho, bate nos oponentes pra que derrubem suas armas.

    Esse jogo não tem nada de novo! NADA!

    Pra piorar, não tem carisma nenhum, não tem nem graça bater nos caras. Os cenários são genéricos. Cadê as cores e a estética? Quem fez esse jogo e por quê ele existe? Quer dizer, se você tem ou jogou bastante o 2, qual a motivação pra ir pro 3? No máximo a continuação do enredo que é tão importante quanto o episódio de amanhã de Super Choque em relação ao de hoje.

    Agora, o mais bizarro de SoR 3 é a trilha sonora. É feia. É ruim. É uma bagunça! Aguentei na primeira fase, mas na segunda eu cheguei a ir conferir no Youtube se era aquilo mesmo ou se era problema da emulação. Cogitei ainda silenciar o jogo e colocar outra trilha sonora de fundo.

    Bom, foquei no gameplay e ir até o final. São apenas 7 estágios, mas cada um é bem longo e dividido em várias partes, com um miniboss aqui e ali e um chefe de verdade no final.

    Tava tudo muito fácil e cada vida durava um século e eu comecei a perceber que poderia focar apenas em 3 botões: soco, pulo e golpe especial (já que você pode usá-lo sem gastar vida toda vez que sua barrinha estiver cheia e serve ainda para se livrar de agarrões inimigos). Se correr e atacar você ainda solta um golpe bacana (tipo o Bare Knuckle do Axel, que é um gancho em chamas) e se pular e atacar, você dá uma voadora.

    Apesar dessa facilidade toda, no final da segunda fase eu já estava começando a cansar do jogo, sobretudo por cada estágio se arrastar demais e sem quase inovação nenhuma! Eu não aguentava mais enfrentar ondas e mais ondas de inimigos sem sequer mover a tela, para então mover e enfrentar mais ondas e ondas. E aquela trilha sonoraaaaa?

    Lá pela metade da aventura, as coisas começaram a ficar mais difíceis, o que eu realmente não estava esperando. As vidas começaram a acabar e logo eu gastei meu primeiro Continue. Eu estava com medo de o jogo acabar, mas fiquei contente em saber que ganharia mais 5 vidas e que ainda haviam mais uns dois Continues. 

    Por outro lado, SoR 3 foi inserindo armadilhas e mecânicas mortais aqui e ali e em algumas delas, eu chegava a gastar todas as 5 vidas super rápido! Percebi ainda que as fases são mais difíceis que os chefes, que podem até demorar pra morrer, mas mal chegam a causar dano à você em diversas ocasiões (o último mesmo eu nem tomei dano, fiquei socando o canto da tela e ele foi morrendo).

    Perdendo Continues, cheguei a testar os outros personagens. O Axel é bacana e forte, mas meio lento e tem o alcance muito curto. A Blaze é veloz se movimentando e atacando, mas um pouco mais fraca e ainda mantém o pouco alcance. Skate é veloz e fraco em todos os sentidos. Zan acabou se tornando o meu favorito por ser forte, ter muito alcance e ataque velozes (como quando você corre e ataca).

    Chegando no final, parece que a força dos inimigos aumenta e há muito mais deles. Cheguei a dar meu primeiro Game Over por lá.

    Como estava totalmente indisposto a jogar tudo novamente e sozinho, procurei códigos e achei um de seleção de fases e só tive que repetir aquela que eu morri. Foi graças a essa busca que ainda descobri que há personagens  secretos desbloqueáveis ao usar comandos específicos em partes específicas do jogo. Além disso, tem como aumentar ainda mais o número de vidas máxima e o jogo tem diversos finais diferentes (por conta disso e o código de seleção de fases, fiz dois: o que saiu naturalmente e o verdadeiro).

    Bem perto do fim ainda cheguei a dar Game Over novamente, pois os inimigos estavam devorando meu HP, mas como não estava salvando nem nada, pensei que teria que me torturar novamente pela última fase, mas testei uma cosia que deu certo: apertei Start no controle 2 e continuei o jogo, com todas as vidas e Continues novinhos do segundo jogador.

    Resumindo: Streets of Rage 3 está longe de ser o pior jogo do mundo, mas também não chega nem perto de ser o melhor. Esse é um jogo completamente sem originalidade e que não tem motivo nenhum pra existir, mas dá pra passar o tempo se for a única opção.

    De bom: vários personagens pra escolher. Pode ser uma experiência bacana de 2 jogadores. Opções que facilitam o término do jogo, que não sei se vale a pena o esforço de recomeçar completamente depois de um Game Over.

    De ruim: a trilha sonora é uma aberração. Visuais desinteressantes. Não traz nada de novo pro gênero, nem sequer tem identidade própria. Longo e repetitivo. Dificuldade meio zoada perto do final (talvez melhor de 2 jogadores). Não é um jogo divertido. Tem muito cara de coisa falsificada usando elementos dos jogos anteriores.

    No geral, deu pra entender o porquê de SoR 3 ser meio que ignorado por fãs e lançamentos da SEGA. Não vou nem dizer que é um jogo pra passar longe, mas é um daqueles que nem parecem existir de tão passáveis.

    Streets of Rage 3

    Platform: Genesis
    2461 Players
    48 Check-ins

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      santz · over 1 year ago · 3 pontos

      O terceiro jogo é o que mai apresenta novidades. Dá o poder de correr para todo mundo, inclusive com uma arma na mão. Tem a barrinha que permite usar o golpe especial sem gastar HP. Tem também a esquiva vertical. É da hora. Mas as músicas não tem como defender.

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      jcelove · over 1 year ago · 2 pontos

      Não jogou muitos beatem ups né man? pq a a base e essa mesma pra todos os de 16bit (exceto talvez os do Kunio, que tbm ficam bem repetitivos)

      O 3 tem vários problemas principalmente na versão US e definitivamente não supera o 2, mas tem algumas inovações legais pra série incluindo novos movimentos como a corrida e alguns ataques, os personagens secretos incluindo Shiva, o guarda costas iconico do vilão da série e a narrativa bem mais trabalhada com rotas que mudavam o final mas que infelizmente ficou ZOADA na versão americana.

      Mesmo assim eu gosto bastante dele, os grandes defeitos ficam pra OST, que realmnete não tem como defender, Yuzo Koshiro experimentou demais e não chegou nem perto das duas anteriores e a paleta de cores que da uma ar bem esquisito pro jogo, de resto da pra se divertir principalment ena versao japa.
      a trilogia original eu colocaria ele acima do primeirão que tbm acho awesome.

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      xch_choram · over 1 year ago · 2 pontos

      Eu nunca joguei sozinho, e sinceramente a maioria dos beat'n ups parece só meio chato sozinho mesmo, repetitivos e muito punitivos.
      Mas cara, eu particularmente gosto muito do SoR3, ele é o que mais apresenta novidades e o melhor dos 3 em jogabilidade e fluidez, e a trilha mesmo não sendo musicas que eu colocaria pra ouvir fora do jogo acho que contribuem em muito na atmosfera do jogo, vc fica com o sentimento que algo errado esta acontecendo as coisas parecem mais sérias, eu gosto muito de como isso é feito.
      Os personagens desbloqueáveis é bem legal tbm, em especial o kanguru, que vc desbloquea no meio do jogo caso vc não mate ele (que por sinal se não tiver no 4 eu vo ficar muito triste) desbloqeuava ele, e então morria só pra pegar ele kkk

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-03-09 03:47:55 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Ninjin: Clash of Carrots

    Zerado dia 09/03/20

    Eu tenho um "amigo virtual" muito maneiro e que faz parte do meu grupo de Fortnite. O cara é bacana e engraçado a beça, mas o mais curioso é que, mesmo jogando quase todo os dias por vários horas juntos, eu nunca vi o cara! Nem eu nem nenhum dos meus outros amigos do meio! 

    O nome desse amigo é Arnold (ou pelo menos como ele se denomina) e nós nos conhecemos no Rocket League na época que lançou pro Switch. Geralmente eu não adiciono ninguém que não conheço online (senão a lista de amigos fica muito bagunçada e eu não sei quem é quem), mas por algum motivo eu aceitei o convite de amizade desse cara. Talvez tivemos uma partida sensacional!

    Lá em meados de 2018, enquanto meus amigos não haviam demonstrado interesse no Fortnite ou de sair da "bolha Nintendo" (Splatoon, Smash e Mario Kart), joguei um bocado do Battle Royale da Epic Games sozinho até que o Arnold se juntou a mim e fizemos dupla inúmeras vezes. Ele até falava pelo microfone (mas infelizmente eu me esqueci como era a voz dele).

    Hoje em dia ele não fala senão pelo chat de texto do jogo, usa um mii zoado na foto do perfil do Switch, não tem perfis em redes sociais ou passa seu número de whatsapp para o adicionarmos ao nosso grupo de 4 membros em que avisamos quando jogaremos e tal. Ele sempre se diz ser "full anônimo".

    Apesar de isso parecer meio estranho, ele é muito gente boa. Quando terminamos as nossas jogatinas diárias e todo mundo começa a sair do jogo, eu sempre o espero dizer alguma coisa no chat e isso as vezes rende bastante tempo de conversa. Eu pelo microfone, ele digitando mil coisas. Geralmente falamos sobre jogos, trocamos dicas de bons títulos baratos no Switch e tal.

    Foi num dia desses que ele recomendou comprar o jogo Ninjin: Clash of Carrots, um indie brasileiro multiplataforma. Na época de seu lançamento na plataforma Nintendo, ele estava saindo por apenas R$3! Eu tinha visto alguém comentar sobre ele no grupo do Facebook, mas foi o Arnold que me convenceu a comprá-lo ao mencionar o modo co-op online e que poderíamos jogar.

    Eras se passaram e pensamos em marcar a jogatina de Ninjin, mas eu sempre esquecia e nunca concretizamos. Isso pelo menos até ontem!

    A jogatina do dia do Fortnite acabou meio frustrada (um dos nossos amigos sempre dá rage quit no final de algumas horas de jogo) e o Arnold mandou um "bora Ninjinzar"? Eu sabia que não era um jogo muito longo, então topei.

    Abri o jogo, deletei um save que já tinha por ter jogado o tutorial algum dia e recomecei a aventura. Ele tinha dito que abriria a sala e que eu deveria entrar. Fiz o tutorial novamente e reaprendi os básicos.

    Esse jogo funciona da seguinte maneira: é um sidescroller em que os personagens correm constantemente na temática ninja (surpresa!). Você pode mover os personagens livremente pelo caminho, seja pra cima e baixo, seja horizontalmente. Ao apertar Y, você corta com a sua espada mas, apenas pra frente. Ou seja, você só ataca pra direita, que é a direção que os personagens correm

    Mas e aqueles que aparecem por trás? Basicamente você deve os evitar ou usar o B para esquivar para trás deles quando houver espaço, deixando-os a sua direita e atacando-os.

    Logo você aprende que além de usar Y e B, você pode apertar os dois ao mesmo tempo para usar um ataque que ao mesmo tempo é uma esquiva. Tanto esse ataque quanto apenas esquivar gastam da sua stamina, então não há muito motivo para usar apenas o B. Esse ataque com os dois botões, se usado enquanto segura para trás, servem como um ataque pro lado esquerdo. Muito útil, apesar de stamina ser algo que acaba muito rápido com tanta esquiva que você dá aqui e ali.

    Vale saber que, embora o ataque de corte normal não gaste stamina, ele impede que ela se regenere sempre que você ataca.

    Já manjando bem dos simples comandos, fui em busca de jogar com o Arnold. Apertei tudo quando era botão na tela do mapa e não achei nenhuma opção pra isso. Voltei pra tela título, de seleção de Saves e tudo e só havia a opção de parear mais um controle e jogar localmente.

    Aaaargh! E o pior é que não tem como falar com o cara. Joguei na internet e felizmente tiveram a mesma dúvida em outra plataforma. Pra jogar online você deve escolher uma fase e ao tentar acessá-la, o jogo dá a opção "Play Online". Fiz isso, procurei na opção de buscar uma partida privada (havia aleatória também) e lá estava o nome dele (só havia essa).

    Eu não sabia nada de Ninjin, mas o Arnold já tinha uns equipamentos legais. Escolhi a segunda fase e lá fomos nós.

    Esse começo foi bem simples e com uma quantidade de enredo bacana (visto que estávamos jogando online). Ele não tava fazendo anda nas primeiras fases senão se esquivar de ataques inimigos. Imaginei que estivesse super forte, então fui jogando na boa até as fases começarem a ficar mais tensas.

    Conforme você derrota as ondas de inimigos, ganha dinheiro (cenouras) e o jogo te recompensa bem por fazer combos altos e não tomar dano com mais cenouras e um pouco de cura, respectivamente.

    Logo a loja foi desbloqueada e eu fui atrás de armas mais interessantes pro meu personagem, o coelho Ninjin. Comprei uma espada gigante em forma de cenoura pra enfrentar fases mais difíceis.

    Eu tava me achando com o cenourão e aqueles estágios simples, mas eu não era nada perto do Arnold, que infelizmente não começou um save novo.

    Logo as coisas começaram a dificultar e o que eu imaginava que eram todas as armas do jogo se mostrou ser apenas uma pequena porcentagem. Eu comprei e desbloqueei dezenas delas e ainda faltaram MUITAS. Mas é bem bacana como existem tipos de armas (como espadas, lanças, martelos etc) e variações que incluem seus alcances de ataque, velocidade de uso e até mesmos efeitos passivos, fora diferentes danos. No começo as armas variam de 6 a 10 de ataque, mas no final eu usava uma de 36. Nesse jogo as armas disponíveis nas lojas sobem lentamente de força, ou seja, você fica um tempão com uma de 10 enquanto outras similares dão o mesmo dano ou 11, mas pecam de alguma forma.

    Além das armas, a lojinha do corgi oferece ainda habilidades passivas esquipáveis e armas a distância. No caso das habilidades, elas te ajudam a vencer as fases, com coisas como stamina se regenera mais rápido, HP máximo maior, se curar a cada tantos inimigos mortos etc. Já as armas a distâncias são coisas como shurikens ou kunais que você lança ao mirar com o analógico direito e o soltar (gastam stamina). Essas armas também variam em dano, tamanho, efeitos e afins.

    Conforme fomos jogando, mais e mais itens foram ficando disponíveis pra compra. Muita coisa é obviamente inspirada em armas japonesas, mas há também um bocado de referências à video games, como uma espada que é basicamente uma Piranha Plant lançando a língua, outra era a Master Sword de Zelda e outra era a Buster Sword do Cloud do Final Fantasy VII. Nesse momento eu lamentei um pouco estar jogando em português, pois queria ver os nomes em inglês. Mas, bem, o jogo é brasileiro.

    Foi desbloqueada também mais tarde outra loja, que vende máscaras pro seu personagem. Elas são puramente estética, mas eu curti muito um bocado delas, como uma que deixava a minha cabeça toda coberta de esparadrapos (sem olhos nem nada), outra que deixou o Ninjin parecendo um Shadow do Kingdom Hearts e por aí vai.

    Conforme você avança ainda vai desbloqueando umas pedras que esquipa num slot próprio e que liberam um ataque especial caso você encha a barrinha roxa ao atacar e combar continuamente nos inimigos. O jogo quer mesmo que você bata, e bata bem!

    É engraçado ver como esse jogo passou de "Genérico" da primeira vez que o vi e joguei para "Joguinho fácil e tedioso" nas primeiras fases depois "Jogo bacana", "Tenho que pensar na melhor estratégia pra esse personagem", "Caraca, que fase tensa!" e finalmente "Que jogo bom! Como eu só paguei 3 reais nisso?".

    Chegamos a perder em alguns estágios e mexer nos equipamentos pra ficar mais a favor, trocar armas que comprei por pura experimentação e me adequar direitinho. Isso se mostrou ainda mais no último mundo quando perdemos várias vezes em um estágio que constantemente bloqueava uma, duas ou as três das nossas habilidades básicas contra vários inimigos: atacar, usar a esquiva e usar projéteis.

    Como já era começo de madrugada e estávamos perdendo nessa fase de 10 minutos com frequência, o lance de não poder me comunicar com o Arnold tava me deixando louco! Bom, preferi acreditar que ele sairia caso precisasse.

    No final, depois de quase 4 horas de jogo, muitos equipamentos, diversas piadinhas engraçadas do jogo, muitos novos monstros sendo apresentados, muitas cenouras gastas, chefes derrotadas, um mapão desbravado, o desfecho do jogo chegou e foi muito satisfatório. Eu não esperava um jogo tão bom assim! Me diverti demais!

    Resumindo: Ninjin: Clash of Carrots é um beat'em up muito surpreendente. Eu não esperava nada dele e de sua primeira fase que já havia jogado, mas logo ele cresce de uma forma muito positiva e demonstra seu verdadeiro potencial: que é um jogo muito bem cuidado e atento aos seus detalhes. Esperava algo no nível shovelware de celular e recebi um título semelhante a Full Metal Furies. Ótima surpresa que chego a me sentir mal de ter pago apenas R$3.

    De bom: jogabilidade simples. Humor no ponto certo. Palete de cores muito bonita. Temática japonesa/anime muito bem colocada. Muita variedade de customização desde armas, habilidade até estética. Jogo em português. Possibilidade de jogar co-op local ou online. Há tanta coisa pra desbloquear e uma fase infinita que dão bons motivos pra continuar a jogatina, mesmo que casualmente.

    De ruim: a jogabilidade me confundiu constantemente, sobretudo pelo fato de não poder atacar pra trás (eu meio que não comprei o lance de eles estarem sempre correndo). Em algumas situações de muita confusão é difícil visualizar cada detalhe e é frustrante você tomar dano sem saber de onde foi (e perder bônus por não ter saído ileso). Se um morre, a fase acaba. Algumas fases se estendem um pouco demais, talvez. Tive problemas com a jogatina online pois parecia que meu amigo não estava exatamente onde mostrava e como os personagens se empurram/bloqueiam ao se encostarem, isso rendeu momentos irritantes.

    No geral, amei a experiência e recomendo demais, principalmente se você tem alguém pra jogar junto. Se você busca mais uma opção de dois jogadores de sofá, definitivamente dê uma chance ao precinho de Ninjin. Jogo muito competente e viciante!

    Ninjin: Clash of Carrots

    Platform: Nintendo Switch
    8 Players
    2 Check-ins

    20
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      xch_choram · over 1 year ago · 2 pontos

      Tava querendo muito saber se esse jogo é bom, ele ficou varias vezes baratinho assim, vlw.

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