• anduzerandu Anderson Alves
    2022-11-14 09:43:33 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Dark Souls 2 - Scholar of the First Sin

    Zerado dia 13/11/22

    Olha aí que jogo bacana de se tirar do backlog: Dark Souls 2: Scholar of the First Sin! Isso é muito importante para mim pois a ideia era terminar todos os jogos Soulslike da FromSoftware jogando um por ano. E assim foi o primeiro Dark Souls em 2019, que eu simplesmente adorei, Demon's Souls (PS3) em 2020 e... Eu me esqueci de ir para o próximo ano passado! Fazendo os cálculos aqui, o que deveria ser 1 ano de intervalo entre cada um deles acabou sem querer se tornando 2 anos e meio, já que joguei o anterior no início daquele ano.

    Basicamente era para eu estar zerando Bloodborne agora e me preparando para Dark Souls 3 ano que vem, mas tudo bem. O Bloodborne mesmo eu nem tenho (apenas na PS Plus). Também fico muito feliz pelo fato de que esses jogos da FromSoft até então tem sido muito bons! O pessoal fala da dificuldade e tal, mas acabam sendo na verdade jogos com algum desafio, coisa rara hoje em dia, e muito recompensadores a cada avançada que damos, como nos jogos antigos. Fora que são títulos muito caprichados!

    O problema atualmente é mais a questão do tempo. Mesmo gostando demais desses jogos, quando o tempo chega nas 20 horas já aconteceu tanta coisa que eu começo a cansar. E só de saber que a campanha dura umas 40, fica difícil animar com o tempo tão corrido da vida adulta. Eu  mesmo não faço ideia de como vou encarar Persona 5 Royal, jogo de 100 horas!

    Além de tudo isso, quando acabei DS2 eu já imaginei que teria que dar um tempo mesmo da franquia, aquele um ano. Acho que fiquei completamente vidrado nesse jogo por uma semana (que pareceu bem mais) e eu não consigo imaginar como alguém já tem o ânimo de ir para um New Game+ ou para o próximo da série. É muita informação para absorver e são campanhas longas! Um amigo meu gosta tanta desse jogo que já o terminou 5 ou 6 vezes. Carácoles!

    O mais curioso é que eu tenho uma história com DS2. Na verdade eu o joguei no lançamento lá em 2013 no meu antigo Xbox 360. Vazou o jogo na internet, gravei no disco e joguei.

    Nessa época eu estava, na verdade, dando uma segunda chance para a franquia Souls. Inclusive foi bem quando comecei a usar a Alvanista!

    Lembro que o hype sobre DS2 era gigante e todos os sites só falavam dele. Era tão bom assim? Quer dizer, eu tentei jogar o primeiro naquele mesmo Xbox 360 pela fama da dificuldade, mas não entendi muito bem como funcionava e depois de muitas tentativas frustradas contra o Taurus Demon, voltando para a fogueira e depois andando um tempo e matando os zumbis mil e uma vezes, eu tinha deixado de lado.

    Na minha primeira jogatina do 2, eu explorei o início, morri um bocado para uns bichos opcionais achando que eram inimigos comuns e acho que cheguei na primeira cidade, Majula, mas realmente não estava animado. Deixei de lado também.

    Os anos passaram, a franquia lançou mais vários títulos e a curiosidade continuava me comendo. Como eu queria saber jogar isso! Cheguei a pesquisar e pedir opiniões (inclusive aqui) para tentar entender as coisas e entrar de cabeça mas foi somente jogando outras coisas que eu finalmente ganhei a confiança necessária: Monster Hunter 4 Ultimate e Zelda: Breath of the Wild!

    O primeiro Dark Souls acabou sendo bem fácil no final das contas e Demon Souls me deu uns trabalhinhos aqui e ali. Eu já tinha comprado DS2 para o Playstation 3 mas um amigo me convenceu a pegar a versão de PS4. Fiz isso porque o cara manja desses jogos, a versão atualizada rodava a lindos 60fps (contra 30 no PS3) e eu gosto do ambiente do console que todo mundo tem pois todos estão sempre reunidos online. Também foi quase de graça na Ps Store.

    Fui de cabeça então. Já tinha noção de que muita gente torce o nariz para esse jogo e queria saber o porquê. Seria apenas pelo fato de não ter a mente brilhante por trás da série em sua criação?

    Comecei fazendo um personagem zoado como sempre. No primeiro DS eu nem lembro quem era, mas no Demon Souls eu criei o Liquid Snake como protagonista. Dessa vez eu criei algo bem mais específico, o Eustass Kid do One Piece (mangá que mucho me gusta) pelo simples fato de que ele tem cabelos vermelhos e lábios pretos, o que ficaria chamativo no meu personagem. Ah, sua classe foi a de Cavaleiro, especialista em atacar com as duas mãos usando armas grandes.

    E, caramba, como eu demorei para pegar o jeito desse jogo! Tive que usar o índice de um detonado para ter noção de onde ir (tipo qual era a próxima área) pois são muitas possibilidades no início. O jogo anterior também tinha disso, mas aqui eu realmente me sentia jogando Zelda: Twilight Princess com um mapa aberto e cheio de áreas disponíveis, com poucas barreiras. Mas logo me deu preguiça também daquele índice de detonado e fui na louca também.

    DS2 foi nas primeiras horas bem mais difícil do que seus antecessores. Eu apanhei muuuuito. Morri diversas vezes e comecei a entender a fama da série em quesito dificuldade. 

    O maior problema é que a antiga rolagem na hora certa, que antes evitava dano, agora não evita quase nada! Dependendo dos golpes inimigos você tem que rola de forma que seus movimentos passem longe de você, seja para o lado ou para trás. Os hitboxes também são tensos e os caras batem há uma boa distância mas você ainda toma o dano. 

    Senti que a fama de jogo difícil subiu à cabeça dos desenvolvedores e eles exageraram de sacanagem, mas poxa, antes era desafiador, porém justo, agora tava um exercício de paciência. Não vou mentir que também cometi o erro de aceitar um pacto no início que deixava os inimigos mais difíceis e quando descobri essa função dele, felizmente consegui sair e deixar a dificuldade normal umas horinhas depois.

    Outras coisas que também não ajudam em nada é que as poções não curam mais instantaneamente, mas sim vão enchendo a sua barra de vida em alguns segundos. Ainda tive a impressão de que a animação de se curar dura mais tempos. 

    Acha que acabou? Toda vez que você morre o seu HP máximo diminui um pouco e logo não sobra quase nada! Você pode reverter todo o processo usando um item e depois que eu me fortaleci isso não foi mais problema, mas, cara, essas primeiras horas não foram nada fáceis.

    Já do lado que te ajuda, temos cenários bem mais claros do que nunca. Inclusive DS2 parece ter uma temática quase que tribal, com cenários mais naturais e verdes e muito pôr-do-sol (mas também tem cenários escuros).

    Outra coisa é que conforme você mata os inimigos, eles começam a desaparecer. Imagine que você está numa parte morrendo para um chefe sem parar e no caminho sempre tem que ficar matando uns Zés. Depois de fazer isso algumas vezes esses inimigos não reaparecem mais e os mapas vão ficando vazios e de deixam ir direto ao ponto. Isso eu curti bastante (inclusive é um meio do jogo limitar o seu ganho de almas também).

    Agora se tem uma coisa que nem facilita nem dificulta mas irrita é o sistema de level up. Anteriormente você podia pagar almas em qualquer fogueira e se fortalecer, mas agora há um NPC só para isso na cidade inicial. Isso quer dizer que agora você tem que ficar voltando lá a todo momento para fazer isso. Uma forma do jogo te fazer... Ver telas de loading?!

    Pelo menos as fogueiras agora te teleportam entre elas desde o início da campanha.

    Irritante também é a necessidade de DS2 incluir pessoas petrificadas bloqueando passagens em diversos lugares por toda a campanha. Para livrar essas pessoas e acessar suas passagens, muitas vezes obrigatórias, você precisa de um item relativamente raro e isso muitas vezes vai impedir seu progresso e até me fez procurar na internet onde encontrar mais desses itens. E quando você até tem, encontra uma estátua, usa nela, acessa o lugar e encontra apenas um baú com algo tosco? É tenso ter que administrar isso e ainda poder desperdiçar com coisas assim!

    Com o passar do tempo eu fui ficando bem forte, e é aqui que esses jogos começam a brilhar para mim. O medo da morte se esvai e você só quer explorar e detonar a todos, incluindo os chefes (e continua morrendo em buracos e afins). O fato de DS2 tem muitas emboscadas com muitos inimigos de uma vez também não te permite ter tanta confiança.

    Mais cenários foram se abrindo e gostei bastante da temática de muitos deles. Senti muito a sensação da infância/adolescência de explorar lugares mais tribais/alienígenas de jogos como Shadow Man e afins daquela época. Eu realmente gosto como o jogo deixou um pouco aquela coisa medieval britânica de lado e se aventurou por algo mais rústico em diversas partes.

    Pois é, eu fiquei completamente viciando no jogo! Devia estar estudando ou saindo de casa, mas sempre tem aquele sentimento de "vou só matar esse chefe", "deixa eu pegar minhas almas de volta" ou "espera aí, agora eu posso voltar naquela portinha esquecida no meio do nada e ver o que tinha lá". Ainda assim eu cheguei ao ponto de começar a achar que o jogo poderia acabar logo pois mais e mais áreas vinham com mais e mais chefes. Alongoooooooooooooooooooou até não poder mais. Mas ainda terminei com uma boa sensação de dever cumprido e sem enjoar. Na verdade já até bateu a saudade.

    Resumindo: Dark Souls 2: Scholar of the First Sin é um baita jogo bom e possivelmente um dos 10 melhores do ano. Eu esperava uma experiência ruim em relação ao seu antecessor, mas me surpreendi muito ao evoluir meu personagem, ficar forte para matar os chefões, explorar seus mapas e sempre ir além. É muito legal ver como os níveis que subimos fazem diferença e o desafio está sempre incluso mesmo assim. Ainda prefiro o primeiro, que tem um level design melhor e uma atmosfera estupenda, mas DS2 tem sim seus méritos. No final das contas foi uma experiência de 36 horas (e nível 157) divertida pra caramba, muito embora não seja necessariamente perfeita. Tenha em mente também que eu não conheci quase nada do DS2 original.

    De bom: divertido e desafiante na medida certa. Sempre legal explorar e se fortalecer e ver como os inimigos vão ficando fracos. Gostei de como os inimigos param de dar respawn depois de tanto matá-los. Fogueiras permitem teletransporte desde o início. Legal também ver a sua cidade sendo povoada com os NPCs que conhecemos na aventura. Jogo em Pt-Br. Bastante conteúdo e o seu save pode ser continuado da última fogueira e ir atrás do que tiver faltado ao invés de se transformar em New Game+ (isso no primeiro DS fez com que eu não jogasse a DLC pois o jogo voltou para o início). Gosto das referência ao jogo anterior.

    De ruim: hitboxes zoados. O jogo tem um número grande de invasões de bots vermelhos e difíceis que simulam invasões de jogadores reais. Achei que algumas partes do jogo não adicionavam muito à experiência e só o alongaram artificialmente. A mecânica de seu HP ficar menor enche o saco nas primeiras horas. Ter que voltar para Majula a cada level up é irritante. Odeio que muitas vezes você tem que enfrentar grupos grande de inimigos. Poções curam sua vida gradualmente. Muitas passagens bloqueadas por pessoas petrificadas exigem que você encontre itens para acessá-las.

    No geral, gostei muito da experiência e o povo fala tão bem de Bloodborne e até o consideram o melhor do PS4 que até me deixa curioso, mas vou ter que recarregar a bateria dos Soulslike por um tempo. A quem conhecer o jogo e tiver curiosidade, os chefes que mais me deram trabalho foram: Smelter Demon, Looking Glass Knight e Pursuer (morri algumas vezes para eles até pegar o jeito enquanto os outros geralmente matava na primeira tentativa). Vi que ainda haviam mais chefes opcionais e da DLC que não enfrentei. Sobre Dark Souls 2, jogão!

    Dark Souls II: Scholar of the First Sin

    Platform: Playstation 4
    512 Players
    238 Check-ins

    18
    • Micro picture
      bobramber · 14 days ago · 2 pontos

      Mais um pra turma que curtiu ds2 e não entende o porquê de tanto hate

    • Micro picture
      santz · 14 days ago · 2 pontos

      Eu também estou nossa onda de Dark Souls em sequência e só joguei o primeiro e o Demon. Esse 2 aí eu devo jogar muito em breve. Vou ver se compro ele nessa promoção de final de ano da Steam.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-09-24 11:20:22 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: We Love Katamari

    Zerado dia 24/09/22

    Assim que finalmente terminei de jogar Killer7, tirei o pendrive plugado no PS2 em que o jogo se encontrava com o OPL, desbloqueio que roda os jogos direto do USB, e pluguei o outro que eu comprei recentemente apenas para deixar nesse console, com mais espaço e jogos. A verdade é que eu estava LOUCO para jogar um em específico, ignorando meu "dever" de terminar os jogos restantes no Switch e tudo: We Love Katamari!

    Eu AMO Katamari, de verdade desde que resolvi experimentar o tão famoso primeiro jogo no PS2 e desde então tenho jogado a franquia com alguma frequência desde 2014 ou por aí. Lembro que fui procurar mais títulos do mesmo criador/estúdio e descobri que haviam mais Katamaris. Até então eu acreditava que era só um!

    Curiosamente havia um jogo no Xbox 360, no PS3, PSP, PS Vita e outro ainda no Playstation 2. Ué!? Joguei os outros com o tempo e sobrou só esse daqui.

    Eu sempre falo que tenho alguma dificuldade em jogar cosias daquela geração e é verdade. Bate uma preguiça pois os visuais deram uma envelhecida, não tem muitas franquias que gosto (e as que gosto nem sempre ganharam versões tão interessantes nessas plataformas) e o fato de eu não ter como jogar portátil, o que facilitaria muito (detesto jogar no celular). Sendo assim, acabo jogando na plataforma original, dependendo de um TV e de muitas horas pois os jogos da época pareciam ser bem mais enrolados e demandavam mais tempo para terminar.

    Foi também uma geração que eu deixei de lado na época, que perdi vontade de jogar qualquer coisa e até larguei os consoles. Voltei anos depois e nem tudo desce muito fácil e um exemplo disso é o Mario Kart: Double Dash, que a galera ama mas depois de tanto jogar os mais recentes, eu simplesmente não consigo ver graça nele.

    Mas as vezes penso que é uma impressão meio aleatória que ficou na minha cabeça, talvez por ter me dedicado muito aos consoles em HD seguintes, pois há sim jogos que eu gosto para caramba, como o próprio Katamari Damacy!

    Tudo isso mudou com a aquisição do meu próprio PS2 depois de tanto depender dos consoles emprestados ou jogatinas nas casas dos outros. Agora eu poderia pegar um jogo e me dedicar "24/7" a ele, imersão completa. Finalmente poderia jogar Xenosaga, God Hand, Shin Megami Tensei: Nocturne (ainda não joguei nenhum deles). E com o desbloqueio que não dependo de gravação de DVDs fica melhor ainda!

    Mas mesmo no caso de voltar para uma franquia que eu gosto como esta, o buraco era mais embaixo: a franquia me cansou um pouco. Isso porque todos os jogos Katamari são muito parecidos e alguns ainda são um pouco abaixo da média. Eu estava mesmo preso na experiência original como favorita para sempre. O jogo do Xbox 360 adicionava uns desafios chatos que me faziam vencer ou perder a fase em segundos e eram irritantes. Já no PS3 não tinha nada de novo além do visual que ficou mais feio. O jogo do PS Vita foi super curto e mais aprece uma demo esquisita e no PSP curiosamente funcionou muito bem, mas realmente eu estava meio cheio de fazer o mesmo.

    O hype que sobrou foi o de que We Love Katamari (WLK) é o predileto de muitos fãs. De qualquer forma sabia que seria divertido e breve, então não tinha erro.

    Abrindo o jogo, ele é bem parecido com o seu antecessor e mesmo tendo menus e o próprio hub diferentes do Damacy, é um pouco difícil diferenciar qual é qual visto que o estilo é o mesmo. Sendo sincero, tendo jogado toda a franquia é bem difícil diferenciar cada um deles ou onde tem isso ou aquilo até porque os jogos mais recentes reciclam muitos desafios e estágios.

    Eu gostaria de dizer que WLK está para Damacy como Super Mario Galaxy 2 está para o 1, e é por aí mesmo, mas eu até consigo separar os jogos do bigodudo melhor nesse caso. Talvez se existissem DLCs no PS2 poderia ser um do primeiro Katamari.

    O jogo começa com o clássico tutorial. Muita gente acha a jogabilidade estranha, mas nunca tive dificuldades e com a minha experiência nem preciso mais ler os comandos, só fazer o que é pedido. Basicamente tudo acontece com os dois analógicos ao mesmo tempo, como se os seus polegares emulassem os braços do personagem na bola: os dois pra frente empurram para frente, os dois pro lado fazem você andar de lado, os dois para trás fazem você dar marcha ré. Um para frente e outro para trás fazem você girar em torno da bola e fazer curvas e apertar os botões L3 e R3 simultaneamente fazem você mudar para a direção oposta instantaneamente.

    O hub agora é uma tela com várias seções similares adjacentes. Você vê pessoas e casas e afins e pode andar até o limite direito ou esquerdo para ir para a próxima. São umas cinco no total.

    Quando uma pessoa aparece com um balão de fala é porque ela tem uma missão (e provavelmente é uma pessoa nova no mapa). A parte estranha é que não tem muita lógica sobre onde encontrar exatamente novas missões e as vezes você tem que ficar andando de seção a seção até achar alguém precisando de uma ajuda. Mais tarde esses mapas vão se enchendo de pessoas e algumas delas vão te pedir, opcionalmente, que repita os desafios na tentativa de melhor seu score (e dar aquela sensação de ter sempre muito conteúdo disponível). Cheguei a cair nessa umas vezes e refazer estágios ao invés de focar nos novos e que progridem a campanha. Enfim...

    As vezes você termina uns estágios e aparece uma tela de novo capítulo e uma historinha em cutscene. Tudo ok.

    O jogo em si é o clássico rola-bosta de sempre: você rola uma bolinha e tudo o que for menor que ela gruda nela ao contato. Conforme você coleta itens, seu katamari vai crescendo e você pode pegar coisas cada vez maiores. Há estágios que você inicia coletando clipes, borrachas, peças de mahjong e tal e termina coletando casas, aviões, prédios, países, continentes, entidades colossais!

    É uma maravilha de satisfação ir crescendo e e finalmente pegar aquelas coisas que tanto demoramos para conseguir, fora que é uma delícia limpar os cenário da quantidade gigantesca de itens que o jogo possui. Sério, é coisa demais pelos cenários!

    Nem preciso dizer que é uma experiência mega japonesa, com muito humor de lá, muito visual de lá. Eu amo esse tipo de coisa maluca de asiático. WLK ainda possui uma cara de que facilmente seria um jogo de consoles Nintendo, mas prova que há muita coisa de excelência na concorrência. Ótimo para todas as idades e o tipo de experiência que você não pode morrer sem conhecer (existe um remaster nos consoles atuais).

    WLK realmente segue a mesma premissa do primeiro Katamari, mas adiciona algo interessante: variedade nas missões, coisa que os demais jogos da franquia também tentaram fazer e chegaram a falhar.

    Basicamente o primeiro jogo consistia apenas em fases diferentes com tempos limites diferentes e tamanhos diferentes a serem alcançados dentro daquele período. Enfim, o jogo inteiro era apenas rolar e rolar e ficar maior e maior. Aqui há fases, volta e meia, em que seus objetivos são mais específicos como coletar a maior quantidade de vaga-lumes possível, ficar o maior possível com um limite de itens coletados e cenários que se encerram caso você colete algo em especial. E aqui tudo funciona bem.

    Mesmo em algumas missões mais chatinhas o jogo permite que você prossiga com a campanha, caso deseje, e o replay fica muito por conta de melhorar seus resultados. Isso é bem legal.

    Eu achei que WLK pecou um pouco no enredo e continuidade da campanha. Parece que as fases estão lá largadas de qualquer forma e isso ficou mais óbvio no final, que simplesmente aconteceu e foi isso. E reclamar disso num jogo com tanto nonsense é realmente algo a se pontuar.

    Mas ele acerta em tantos outros tópicos que nem dá para reclamar. Há um modo para dois jogadores (não lembro se o primeiro tinha), muitas coisinhas para te manter jogando, como desbloquear todos os personagens jogáveis e, mais uma vez, uma trilha sonora original e muito bem bolada!

    Quer dizer, a OST do primeiro jogo é insuperável e este daqui tem uma faixa ou outra bizarra, mas no geral são músicas sensacionais, incluindo uma da vocalista do Pizzicato Five, uma das minhas bandas prediletas dos anos 90 em diante e que sempre achei que poderia ter alguma canção nessa franquia. Que felicidade! Você talvez conheça a faixa Twiggy Twiggy ou alguma outra deles (vê aí no youTube hehe).

    Resumindo: We Love Katamari é realmente um jogaço e dá para entender o amor dos fãs por ele e muitos o considerarem seu predileto. O primeiro ainda é meu predileto por ter sido novidade e pela trilha sonora, mas esse daqui evoluiu sim e deixou a franquia mais completa. Para não ter erro, eu possuiria ambos em minha coleção e para ser sincero, são os melhores de toda a série, da mesma forma que na minha experiência os dois primeiros Yakuzas, de PS2, continuam sendo os melhores.

    De bom: mantém os lindos visuais, jogabilidade, humor e trilha sonora divertidos da franquia. Uma ótima pedida para quem queria mais na época, sem dúvidas. Bastante motivo para continuar jogando, incluindo desbloqueáveis e medalhas para quem conseguir scores mínimos em cada missão. Inclui modo multiplayer. Muito carismático e colorido, o tipo de jogo que merecia ter saído no Gamecube.

    De ruim: é mais do mesmo e age mais como fases extras do primeiro jogo mesmo. Continuidade meio estranha e ficar procurando fases para prosseguir é meio chato.

    No geral, gostei demais mesmo com um certo "burnout" da franquia depois de tantos títulos e mesmo os jogando com grande intervalos entre eles.Foi ainda um bom refresco depois do morno Wattam. Uma boa pedida para conhecer a série, embora atualmente deva valer muito mais a pena jogar o remaster Katamari Reroll em HD na plataforma que você desejar. Bom demais!

    We ♥ Katamari

    Platform: Playstation 2
    286 Players
    8 Check-ins

    13
  • 2022-04-30 18:03:22 -0300 Thumb picture

    Parabéns para Tales of Arise!

    Medium 820752 3309110367

    Recentemente o perfil oficial de Tales of Arise no Twitter comemorou a marca de 2 milhões de cópias vendidas. Esse foi o primeiro Tales of desenvolvido na Unreal Engine 4 e por tudo que apresentou desde seu anúncio, além de mais bonito, também parece ser um capítulo com mais liberdade de exploração e que traz uma ação ainda mais frenética à série. 

    Quem já jogou aí, gostou?

    Tales of Arise

    Platform: Playstation 4
    22 Players
    24 Check-ins

    3
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-04-05 09:58:53 -0300 Thumb picture

    SCARLET NEXUS Demo Edition - Yuito Sumeragi - LEG PT-BT - PS4

    Assuma o papel de Yuito Sumeragi, um novo recruta da OSF com o objetivo de se tornar um psiônico de elite, como aquele que o salvou quando criança. Armado com um talento em psicocinesia, explore a futurista New Himuka e descubra os mistérios de um futuro Brain Punk preso entre tecnologia e habilidades psíquicas em SCARLET NEXUS. #ScarletNexus #BandaiNamco #PS4 #demo 

    Scarlet Nexus

    Platform: Playstation 4
    17 Players
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    0
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-02-27 13:17:32 -0300 Thumb picture
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-10-05 10:50:59 -0300 Thumb picture

    Censura em Resident Evil 4 VR e Diversidade na Bandai Namco

    A CAPCOM atual tem MUITO medo de entrar em polêmicas, eles não usam qualquer símbolo religioso mais nos jogos, vide Street Fighter V que não tem o Cristo Redentor na arena do RJ. Ainda em SF eles censuraram as novas versões de SF2, tirando aquele sol que simbolizava o Japão Imperial do estágio do E. Honda, pra não ofender os chineses. Fora o balanço dos seios e roupas provocantes também censuradas no SF5. Agora isso teve essa censura com RE4 VR ridícula ai. Já era meu sonho de ter um God Hand remasterizado, lá o protagonista senta a porrada em gay com visual estereotipado, e mete tapa na bunda das meninas durante a gameplay sem qualquer distinção ou preconceito, ahahaha!!!!!!!!!!!

    Quanto a Bandai Namco, eu vi a matéria falando que eles iriam mudar o logo por conta da nova posição da empresa em relação a diversidade. Eu até agora não vi lacração nos jogos deles, e olha que eu gosto de muitas franquias deles (e da CAPCOM também), mas vamos ver no futuro. Infelizmente a agenda é global, nunca que o ocidente iria deixar barato ver as pessoas consumindo mais mangás, jogos e animes por conta da liberdade criativa que o Japão ainda tem. Obvio que ia rolar pressão dos governos e empresas ocidentais por "adequação aos padrões do ocidente", infelizmente aos poucos eles vão ceder, começando pelas grandes produtoras e se estendendo para as menores.

    É bom lembrar que a SONY dona do Playstation, já censura vários jogos japoneses que entram na plataforma, e muitas desenvolvedoras orientais, já estão tendo que modificar seus jogos antes do lançamento para poder colocar lá (vamos ver como isso vai refletir nas demais). A SONY que muitos tanto pagam pal, está sendo um dos pivôs dessa censura aos jogos orientais, principalmente a garotas sexys e tudo mais.

    Resident Evil 4 HD

    Platform: PC
    407 Players
    96 Check-ins

    0
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-04-25 02:57:18 -0300 Thumb picture
    Post by luchta: <p><a href="https://www.facebook.com/BandaiNamcoBra

    Sword Art Online deve ser um dos animes mais zoados que eu já vi fazer sucesso, serio, não entendo a popularidade dessa bagaça até hoje, é muito ruim na moral. E bota mais esse meme cringe e gay pra cacete também na conta do página da Bandai Namco no Facebook.

    Sword Art Online: Alicization Lycoris

    Platform: PC
    3 Players

    12
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      sweet_lorelei · over 1 year ago · 2 pontos

      é o amor rsrsrs , sao terceira temporada kirito chamando o nome do loirinho a cada 5 segundos

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      ersatzgott · over 1 year ago · 1 ponto

      Achei fofo

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      reasel · over 1 year ago · 1 ponto

      e olha que alicization foi a melhor temporada

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-02-04 14:11:50 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Esse pessoal da <strong>Bandai Namco Brasil</str

    Esse pessoal da Bandai Namco Brasil é engraçado...

    Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi

    Platform: Playstation 2
    1195 Players
    10 Check-ins

    10
    • Micro picture
      santz · almost 2 years ago · 2 pontos

      Ninguém quer saber como você vai, queremos DBZ dublado!

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-11-28 09:07:16 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Perceberam que a&nbsp;<strong>Bandai Namco</stro

    Perceberam que a Bandai Namco só capricha nos jogos de anime quando são IPs originais, vide Code VeinNi no Kuni, a série Tales of... e até mesmo o Scarlet Nexus que vai sair. Isso tanto em qualidade visual quando de gameplay. Já quando o jogo é baseado em uma franquia famosa de animes, os jogos são feitos com a bunda, como por exemplo, Sword Art Online, One Punch ManMy Hero Academia, até mesmo Naruto, One Piece e alguns jogos de Dragon Ball. Já que eles sabem que não precisam fazer um jogo de alta qualidade, pois essas franquias já tem uma fanbase estabelecida e qualquer merda com o nome deles vai vender muito.

    Code Vein

    Platform: PC
    67 Players
    71 Check-ins

    9
  • 2020-04-28 11:26:17 -0300 Thumb picture

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