• jimmyramalho Jimmy
    2019-12-02 23:36:12 -0200 Thumb picture

    Eu Queria Ser a Lua

    Jogo finalizado n° 26

    I Wish I Were the Moon é um jogo indie de arte em Flash de Daniel Benmergui e foi lançado em 2008. O game pode ser jogado direto no navegador.

    Enredo e Jogabilidade

    I Wish I Were the Moon é um jogo bastante simples. A cena em que o jogo acontece inclui vários objetos e personagens. Há uma garota em um barco olhando para um garoto sentado serenamente em uma lua grande e flutuante, pela qual ele parece estar apaixonado. Em resumo, parece haver um estranho triângulo amoroso entre o menino, a menina e a lua. Estrelas cadentes e uma gaivota voam regularmente acima. Os jogadores podem selecionar a maioria dos objetos e transportá-los para qualquer outra parte da tela. Dependendo do que o jogador faz, um dos cinco finais é possível.

    Gráficos

    Como muitos jogos de arte, o game usa um estilo altamente pixelado. No entanto, há uma quantidade razoável de detalhes. Por exemplo, os sprites dos personagens mudarão com base em onde eles estão em comparação com o objeto de seu desejo.

    Som

    A maior parte do jogo não tem som. No entanto, "Lamento di Tristano-La Rotta" toca durante um dos finais.

    I Wish I Were The Moon

    Platform: PC
    10 Players
    1 Check-in

    17
  • 2015-04-24 20:24:14 -0300 Thumb picture
    14
    • Micro picture
      vaguener2 · almost 6 years ago · 2 pontos

      Eu ia com tudo, mesmo sendo trap ><

    • Micro picture
      lucas_carlos · about 6 years ago · 1 ponto

      Me sentindo confuso.

    • Micro picture
      wex · over 1 year ago · 1 ponto

      Bem boazuda seja lá o que for eu também ia com tudo.

  • 2015-02-11 19:42:11 -0200 Thumb picture

    [Flash] The Company of Myself

    Medium 2993797 featured image

    Ah, flash games! Sempre subestimados, tidos como apenas um passatempo para fugir do tédio. Mas, assim como os indie games, a partir deles é que muitos desenvolvedores podem liberar sua criatividade e imaginar os títulos mais curiosos possíveis. Não só isso, mas muitos artistas usam do seu fácil acesso e simplicidade para passar mensagens e fazer coisas menos comerciais, por assim dizer. Porém, muitos desses art games focam muito na experiência e pouco na jogabilidade, sendo praticamente vídeos interativos. Esse não é o caso de The Company of Myself, jogo de plataforma bem interessante e sensível.

    The Company of Myself fala sobre um homem que vive como um eremita, sozinho e sem ter a necessidade de outras pessoas. À medida que vamos jogando, frases em primeira pessoa surgem na tela e vão explicando mais esse misterioso personagem, contando seus pensamentos e o porquê dele ser assim.

    A jogabilidade é aparentemente típica de um jogo desse gênero: seu objetivo é guiar o personagem até uma porta verde localizada no outro lado da tela, sendo 20 no total. O diferencial do jogo está no que deve ser feito para alcançar a porta verde. Apertando a tecla espaço, seu personagem volta ao local original mas acompanhado de uma sombra que refaz tudo que ele tinha feito anteriormente. Essas sombras podem ser utilizadas como superfícies para alcançar pontos mais distantes, usar alavancas, atravessar portais e etc. Ou seja, você terá que usar da imaginação para realizar todos os movimentos a serem repetidos pelas sombras.

    A parte artística do jogo está no seu enredo, bem profundo e inesperado. Se você é um introvertido (assim como eu), é muito provável que você sinta alguma conexão com o game (ou, pelo menos, com sua parte inicial). Afinal, a natureza da própria introspecção é algo que instiga quem sente isso. Porém, esse diálogo é um tanto perdido próximo ao final do jogo. Não que ele seja ruim, só que ele busca uma justificativa para a solidão do protagonista que vai além da própria personalidade. Não posso comentar muito por causa dos spoilers, mas o final ainda foi satisfatório, bem psicológico e mind fuck.

    Se você quer algo para passar o tempo, mas sem deixar de ter profundidade, The Company of Myself é uma boa escolha com sua jogabilidade criativa e seu enredo instigante. Você pode jogá-lo aqui.

    Por Pedro Melo

    Acesse: Games com Limão

    The Company of Myself

    Platform: PC
    12 Players

    1
  • jorditimon Jordi Timón
    2015-02-01 05:52:10 -0200 Thumb picture
    Post by jorditimon: <p><a href="https://www.facebook.com/projetogameart

    Projeto Game & Arte é um espaço no Facebook para debate sobre a relação entre os jogos digitais e as Artes visuais. 

    Todos são convidados a dar uma passada na página e conferir nosso material, assim como deixar seus comentários, dúvidas e idéias, afinal de contas nossa página também é um espaço para compartilhar e conversar sobre games (e arte).

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    Projeto Game e Arte é uma iniciativa dos bolsistas de iniciação cientifica do projeto coordenado pelo Prof. Dr. Antônio Vargas do CEART/UDESC.

    Braid

    Platform: PC
    3141 Players
    143 Check-ins

    0
  • jonatasbermudes Jonatas Bermudes
    2014-01-15 10:47:12 -0200 Thumb picture

    A Ride Into the Montains

    Pra quem ainda não conhece, recomendo fortemente esse Pixel/Art Game pra Android. Custa US$ 0,99 na Google Play. O visual do game é muito bonito e a jogabilidade é muito divertida. A história, a narrativa, o desafio... Galera, é um jogasso! Sem falar que há vários achievements e itens pra coletar, o que garante um grande fator replay.

    A Ride Into the Montains

    Platform: Android
    3 Players

    3

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