• onai_onai Cristiano Santos
    2022-06-17 23:02:45 -0300 Thumb picture

    FINALIZADO!!!

    Yeah! "Adquiri" esse jogo ontem a noite e hoje tirei o dia pra jogar com minha filha e acabou que já finalizamos no normal! Hoho...

    Achei incrível o fato de o jogo permitir até seis jogadores! Eu fui de Leonardo e ela de April.

    Praticamente o jogo foi a mesma emoção de Street of Rage IV, apesar do estilo gráfico ser bem diferente. De qualquer forma é pancadaria direto.

    O jogo tem também umas missões de coleta bem simples porém legais, tanto que fizemos 100%, que ajudam na evolução dos personagens.

    Há também um minimapa onde você percorre as fases, além dos esgotos onde se vê as estatísticas do jogo e outras coisinhas.

    Os golpes até que são variados contando também com uns especiais legais que felizmente não gastam vida quando utilizados.

    Trilha sonora e desenhos entre as fases bem interessantes também, apesar de ser muito curioso ver a April lutando.

    O desafio continua sendo o Destruidor, mas com alguns bônus a mais. Acho que não acrescentaram nenhum personagem novo, se me lembro bem do desenho.

    Eu achei o jogo até fácil, jogando no normal em nenhuma vez chegamos a perder todas as vidas e muito menos vimos um Game Over.

    E ao terminar o jogo liberamos um personagem. Será que existem outros? Me deu vontade de jogar com os Sapos Punk!

    Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge

    Platform: PC
    39 Players
    23 Check-ins

    27
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-17 14:00:01 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Teenage Mutant Ninja Turtles

    Zerado dia 17/06/22

    Ontem um amigo me chamou para ir jogar o nome jogo das Tartarugas Ninjas, Shredder's Revenge, na casa dele, mas acabei recusando de forma dolorosa o convite por um motivo: eu queria jogar alguns outros títulos da franquia anteriormente! Até então a minha experiência se resumia ao grandioso Turtles in Time (SNES), o primeirão do NES e Tournament Fighters (SNES).

    Recentemente baixei um bocado de jogos TMNT, inclusive alguns que nunca pensei em jogar, como os de GBA e talvez do DS e por aí vai. Depois de fechar a primeira aventura no NES, cheguei a dar uma conferida em sua sequência, na mesma plataforma, chamado de The Arcade Game, que também é o primeiro beat'em up das Tartarugas (acho), mas deixei de lado por enquanto por tê-lo achado meio limitado.

    Meu amigo questionou a recusa visto que são jogos independentes e criados por diferentes desenvolvedoras ao longo dos anos, e faz sentido, mas ele sabe como sou. Gosto de ver a evolução desses jogos, como as coisas foram sendo reaproveitadas, melhoradas. Imagina só jogar Shredder's Revenge, todo bonitão e caprichado, e depois voltar para jogos de NES! Isso poderia me desmotivar muito a os terminar pelo fator envelhecimento. Ou não! Quem sabe?

    Mas poxa, o novo jogo aí é cheio de referências também, inclusive aos clássicos, que fizeram muito sucesso na época. Além do mais, eu aprendi a lidar com o "hype" de jogar um jogo pelo simples fato de ele ser novo. Esse conceito não me engana mais e, claro, sair um novo título de uma série que eu amo e espero sequência a anos me desperta muito mais interesse do que um novo jogo de uma franquia que pouco conheço.

    O meu amigo ficou meio decepcionado/com raiva, mas não julgo a quem joga apenas lançamentos. Inclusive recomendei que ele jogasse logo e não esperasse por mim. Isso se ele não já tivesse feito isso. Eu também não queria experimentar um título lançamento como esse pela primeira vez com ele já ter até zerado e não me contado. Queria jogar com alguém que definitivamente estaria vendo tudo pela primeira vez e aprendendo junto comigo!

    Depois de muita conversa, acabei cedendo aos pedidos dele. Já tínhamos combinado de passar a sexta-feira juntos jogando (um jogo indie multiplayer de Switch que não estou conseguindo avançar sozinho) e provavelmente terminaríamos rápido, então pelo favor eu jogaria o Shredder's Revenge pois, afinal, qual seria o problema?

    Com essa decisão em mente, decidi ainda que terminaria dois títulos fundamentais antes da jogatina multiplayer: The Arcade Game e Hyperstone Heist (talvez o The Manhattan Project), mas ele ficou frustrado e resolveu que era melhor não jogarmos. Não é fácil ser meu amigo, amigos!

    Mesmo assim fui em frente com o plano de avançar nos TMNT pois parece que uma eventual jogatina de Shredder's Revenge a qualquer momento é inevitável na casa de qualquer pessoa. Só se fala nisso! E só se joga isso nas plataformas aqui!

    Hoje de manhã me bateu uma curiosidade: será que The Arcade Game, o segundo jogo dos TMNT, tem esse nome por ser originalmente de Arcade? Como não pensei nisso? 

    Verifiquei e era isso mesmo, mas lá ele se chama apenas Teenage Mutant Ninja Turtles. Duração: 40 minutinhos! Ótimo! 

    De início os visuais são muito bacanas e reconheci a primeira fase que joguei no NES, um prédio em chamas. É bem legal também a dublagem e animações e tudo envelheceu bem, como de costume nos jogos de Arcade. É ainda possível jogar de 4 pessoas, o que infelizmente não foi possível hoje!

    Taquei 50 fichas no emulador online para nem me preocupar com isso e resultou em 100 vidas pois cada uma te dá dois 1-ups.

    Uma coisa que estranhei de cara é que não é possível escolher uma tartaruga e cada uma fica trancada a um jogador, sendo assim o Player 1 sempre será o Leonardo, o azul das katanas. Eu queria jogar como o roxo do bastão mas ele fica para o jogador 3. Se não me engano era assim também com outro jogo da Konami, o dos Simpsons (ou não?).

    A forma que os estágios são apresentados, os sprites, cores, combate e inimigos obviamente são muito parecidos com o que viria a se tornar o Turtles in Time que conheço e isso é muito legal! De cara sabia que gostaria do jogo e o terminaria com gosto!

    Mas também vários detalhes ainda seriam melhorados apenas depois, pois The Arcade Game peca bastante em diversos quesitos que só deixam a cosia toda mais frustrante mas bem, é Arcade, né?

    A primeira reclamação que eu teria seria o combate em si. Parece muito familiar e é simples já que só há um botão para isso (o outro é para pular) mas você não sente que seus golpes tem efeito, não há gosto em bater nos ninjas. Fora isso, é comum que você esteja surrando um inimigo e do nada ele comece a te surrar, ignorando o final do seu combo.

    O problema aumenta exponencialmente quando há vários inimigos e pelo fato de você basicamente não ter frames de invencibilidade. As vezes os caras te jogam de um lado pro outro, interrompem seus golpes com tiros ou ataques de longa distância de armas como lanças e rapidamente você perde uma vida.

    Você também pode agarrar os oponentes e os jogar, mas não contra a tela e nem contra outros inimigos. Isso é estranho pois estamos acostumados a derrubar os outros quando lançamos os caras contra eles. Lembra daquele lance de jogar um jogo antes dos anteriores, muita coisa que só evoluiu depois acabou me confundindo bastante.

    Nos chefes é que o bicho pega. Há uma mistura estranha de justiça e injustiça. As vezes seus "socos" e voadoras causam stagger e fazem um combo simples, legal e funcional e as vezes o chefe contra-ataca depois de 3, 2 ou 1 hit. A sensação é de que ainda não haviam descoberto ainda como fazer esse tipo de gênero de jogo corretamente. Também fiquei com a sensação de que não é um jogo para apenas um jogador.

    Mas é aquilo: vidas infinitas, saber que é um jogo de Arcade e os visuais e até a jogabilidade convencem tão bem. Eu não conseguia odiar o jogo e sabia que a fórmula seria melhorada nos títulos seguintes. Fora que comparado com o primeiro jogo de NES, isso daqui é uma maravilha em muitos sentidos!

    Conforme você avança, conhece novas fases, novos inimigos, obstáculos e o enredo avança. É legal!

    Logicamente as coisas vão ficando mais difíceis também e lá se vão muitas fichas. Comprovei também que muitas ideias foram reformuladas para o futuro da franquia

    São apenas 5 estágios, mas alguns são meio longos ou com diferentes seções que mais parecem fases diferentes, mas também é como se tudo fosse baseado num "arco" do desenho animado em que você tem que resolver algum problema grande em cada mas tem que passar por contratempos até chegar ao final de cada. Com certeza um prato cheio para quem acompanhava a super cultura das TMNT na época!

    É bacana ver alguma diversidade nas fases, mas é estranho ver chefes repetindo ou inimigos fortes que mudam um pouco o visual. O final da aventura também é meio estranho e até súbito, mas tenho certeza que pela dificuldade poucos chegariam lá, e só depois de muitas tentativas dispersas por muitos meses da vida.

    O final da minha campanha me custou 54 vidas. Ou seja, 27 fichas a cerca de 25 centavos de dólar daria uns 7 dólares. Bastante coisa para se gastar em Arcade na época!

    Resumindo: Teenage Mutant Ninja Turtles (The Arcade Game) é muito bacana e divertido, mas sofre da maldição comum de muitos jogos de fliperama, tendo uma dificuldade meio apelativa e a dependência de por mais fichas na máquina. Achei muito melhor que o primeiro jogo de NES, mas aquém do que a franquia se tornou em seguida, como um título de transição e quase que como um protótipo. Vi ainda que aquele port de NES dele deva ser melhor no final das contas, apesar dos visuais, já que tem sistema de vidas normal e até estágios a mais (fora que é um port muito caprichado).

    De bom: lindos visuais como a Konami costumava fazer em seus jogos. Boa trilha sonora. Multiplayer para até 4 pessoas. Cinemáticas bacanas. Jogo dublado. Boa continuidade nas fases.

    De ruim: combate esquisito e meio injusto pois inimigos são se paralisam com os golpes enquanto você é jogado de um lado pro outro a qualquer dano. Muitos e muitos inimigos na tela deixam a experiência meio cansativa e repetitiva e reforçam que TMNT foi feito para ser jogado com o maior número de pessoas possível.

    No geral, gostei bastante do jogo. De início eu imaginei que ele fosse ser melhor, mas não chegou a ser ruim e só me deu vontade de jogar os próximos! Rejogaria com amigos ou mesmo se alguém animasse com a versão de NES, que se duvidar pode até ser melhor! Jogo legal!

    Teenage Mutant Ninja Turtles

    Platform: Arcade
    353 Players
    16 Check-ins

    11
  • bruce_watterson Bruce S. Watterson
    2022-06-16 21:44:20 -0300 Thumb picture
  • 2022-06-14 23:13:04 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-01 12:52:56 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shock Troopers

    Zerado dia 01/06/22

    Dia primeiro de Junho, o dia em que Diablo Immortal foi liberado e Knockout City finalmente virou Free-to-Play, mas também o dia em que terminei Shock Troopers, um clássico de Arcade da Saurus/SNK.

    Na verdade eu conheci primeiro o segundo ST graças à internet. Achei o jogo bem legal e o comprei no Switch, pois imaginei que seria bacana ater mais multiplayers no console. O terminei rapidamente numa tarde com meu primo lá para 2017 ou 2018 e achei o jogo bem bom, mas logo descobri que muita gente torce o nariz pro coitado e que o primeiro seria muito superior.

    Eu mesmo não tem muita mentalidade de ir atrás de jogos de fliperama, mas acabo jogando casualmente essas coisas. Por exemplo, mesmo curtindo o segundo ST, eu não via motivo para jogar o primeiro  até que alguém me convencesse. E assim aconteceu!

    Atualmente tenho jogado umas coisas um pouco complicadas ou que ainda estou tentando entender/não fazem meu meu estilo, mas são as últimas da lista de pendências. Com isso, tenho me aventurado nesses títulos de Arcade pelo navegador por serem rápido e dependentes apenas de fichas, que no caso acabam sendo infinitas.

    Para ferrar as coisas mais ainda ainda iniciei uma jogatina de Fallout Shelter e devo voltar para o Knockout City com os amigos agora.

    De volta ao Shock Troopers, ao iniciar a campanha me foi dada a opção de escolher entre 8 personagens. Oito! Curioso.

    Resolvi ir com o primeiro da lista depois de conferir os demais e ele até parece um pouco o Axel do Streets of Rage! O jogo ainda me deu a opção de jogar nos modos "Lonely Wolf" (Lobo Solitário) ou "Team Battle" (Batalha de Time). Eu imaginei que faria mais sentido jogar no primeiro visto que estou sozinho.

    O segundo ST era uma espécie de Metal Slug top-down. Você andava, atirava e até pulava e os personagens, gráficos (mesmo os projéteis) e desafios muito lembravam o grande clássico da SNK.

    Já esse primeiro nem tanto. Aqui você é colado ao chão e só anda, atira, rola e joga bombas. Se mantiver o botão de tiro pressionado e mover o personagem, ele firmará a arma naquela direção enquanto você anda e se esquiva das balas inimigas.

    No meu limitado conhecimento eu diria que ST está bem mais para Ikari Warriors ou Gun Smoke. Me lembra também bastante aqueles estágios alternativos de Super Contra (NES) em que a câmera era de cima e você se movia em oito direções.

    Enquanto você segue para o fim do estágio, há muitos tipos de inimigo para derrotar antes de prosseguir, incluindo soldados, tanques  e obstáculos como pedras e barreiras, todos destrutíveis.

    Ninguém morre como dano de um único projétil! Nem você nem os inimigos. Então se vir um soldado, certifique-se de ver sua animação de morte ou ouvir seu grito. Soldados mais fortes resistem mais e até rolar para longe de suas balas.

    Já você tem a vantagem da barra de HP grande (embora não dure muito) e a possibilidade de coletar itens de cura. Mas vale lembrar que, embora não seja lá o jogo mais difícil ou complicado do mundo, há sim momentos tensos e não deixa de ser um jogo de Arcade ou seja, feito para arrancar dinheiro de você.

    Entretanto, os coletáveis mais importantes, comuns e legais são as armas: metralhadora giratória, lança-chamas, metralhadora pesada etc. Essas armas tem ataques muito mais fortes e de maior alcance e acabam com os oponentes, mas em compensação tem munição bem limitada e logo logo você estará de volta com sua arma inicial.

    Outro fator que ajuda a acabar com essa arma é que é comum (ou foi para mim) andar com o botão de tiro segurado, principalmente para manter a direção da mira travada e nessa mania acabava perdendo valiosa munição das armas especiais até enquanto andava por aí sem um único inimigo.

    As bombas também são legais e muito fortes, além de variar de personagem para personagem (alguns jogam granadas, mísseis, bombas de fogo etc etc etc). Como eu morri bastante, deu para escolher um por um e testar seus poderes. Ainda cheguei a descobrir que o modo "Team Battle" na verdade faz com que o jogador escolha três personagens e possa trocar entre eles a qualquer momento, mas a barra de HP é compartilhada (só as bombas que não, então deixa a campanha um pouco mais fácil).

    Cada fase conta com diversos mini-chefes e um outro principal no final, mas nada é apelativo ou exagerado. Porém, juntando todas as pequenas dificuldades até chegar lá, o desafio é até alto, sobretudo se depender de fichas. Eu mesmo gastei 19 para fechar a aventura.

    Por outro lado saiba que joguei 100% no teclado, modo que detesto jogar e acabei nem focando em usar a rolagem por conta disso. Basicamente fiquei apenas no tiro e bomba e mesmo assim foi um pouco desconfortável. Mas não duvido que teria morrido um bocado de qualquer forma.

    Também acredito que jogando de dois jogadores seria bem mais fácil caso o jogo não eleve a dificuldade nesse caso (o que eu duvido).

    Para fechar, a campanha tem três caminhos distintos (cada uma com 5 fases diferentes que convertem no mesmo estágio final). Inicialmente a ideia era jogar tudo, mas no final da primeira playthrough fiquei inclinado a jogar apenas aquele caminho. Iniciei o segundo e a primeira fase era nova, mas nada de mais e o chefe era o mesmo que tinha visto em algum estágio do outro caminho. A segunda fase era mais diferente, mas a ideia toda ainda era a mesma. Cheguei a conclusão de que era melhor deixar para lá e que seria uma boa ideia ver os demais caminhos com os amigos já que curti bastante Shock Troopers e isso manteria a sensação de novidade para mim nas próximas vezes.

    Resumindo: Shock Troopers é um jogo muito legal e que envelheceu super bem, apesar dos típicos problemas em jogos à base de fichas. Diria que é um bom mesclado entre oldschool com títulos mais modernos (mesmo ele sendo antigo) já que a jogabilidade é ok e os sprites são bonitos. Por muito tempo achei que ele era na verdade inferior ao segundo ST, mas a coisa foi melhorando e agora o acho mais interessante (embora o 2 seja mais carismático e tenha a mecânica de pulo).

    De bom: belos visuais. Jogabilidade de poucos botões mas mantendo o nível de desafio alto. Diversas rotas que rendem ao menos três jogatinas distintas. 8 personagens jogáveis e com diferenças entre eles. Há momentos com jogabilidade ou mecânicas diferentes, como a fase na moto.

    De ruim: armas secundárias de pouquíssima duração. Muitos elementos que contribuem para a sua morte fácil. Muitos momentos é só repetição da mesma coisa sem parar. Personagens poderiam sim ser ainda mais diferentes ou ter habilidade passivas. Todos os personagens são meio "soldado genérico", incluindo os seus, sendo que no 2 acaba sendo tudo mais carismático. Final ruim. Papa-fichas, como tudo de Arcade.

    No geral, gostei bastante da experiência com ajuda das fichas infinitas e gostaria de saber se outras versões do jogo tem dificuldade mais justa e sistema de vidas para um desafio melhor. Jogo legal!

    Shock Troopers

    Platform: Arcade
    70 Players
    4 Check-ins

    12
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-30 21:22:08 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: King of the Monsters 2 - The Next Thing

    Zerado dia 30/05/22

    Estava pensando em jogar alguma coisa online de Arcade e resolvi dar uma conferida no King of the Monsters 2 já que terminei o 1 há poucos dias. A verdade é que a intenção era comprá-lo, mas achei o primeiro tão ruim que resolvi jogar o 2 de qualquer forma mesmo.

    Eu conheci esse jogo através do canal do Angry Video Game Nerd, mas numa outra série que eles mantinham lá até um tempo atrás: James & Mike Mondays. Essa série era bem mais simples e simplesmente envolvia o James (o próprio AVGN fora do personagem) e seu amigo de longa data sentados no sofá e jogando alguma coisa e ia ao ar todas as segundas-feiras.

    Era definitivamente uma ótima motivação para começar e começar a semana, mas infelizmente depois de alguns anos o J&MM foi cancelado pois eles estavam ocupados e queriam focar na atração principal do canal, que são os vídeos do AVGN.

    Em um desses episódios eu conheci King of the Monsters (2) e achei o jogo muito legal! Uma espécie de beat'em up ao estilo de Final Fight mas ao invés de brigar nas ruas, jogamos com monstros gigantes clássicos da cultura pop, destruindo as ameaças e a própria cidade e uma espécie de primo de Rampage (o de N64 é minha única referência). Que ideia genial!

    Como mencionei no meu post do primeiro KotM, corri para a eshop do Switch já imaginando as jogatinas com os amigos mas acabei comprando o jogo errado! De quebra eu odiei o 1, mas não jogaria o 2 até o terminar agora que já tinha comprado.

    Resolvi dar uma olhadinha agora no 2, mas não ia muito longe pois o plano era jogar com os amigos! Mas, eu achei o jogo fraco também e acabei indo até o final logo.

    A aventura se abre com um enredo meio aleatório contando que o planeta foi invadido e só sobraram 3 monstros daqueles 6 originais: o Godzilla, o Herói Gigante e o King Kong. Logo tive que escolher um deles para jogar e a minha escolha foi a mesma do jogo anterior: o macacão. Isso porque queria ver o quão diferente esse KotM 2 era.

    Já na tela de escolha você vai perceber os redesigns. O macacão mesmo agora é uma espécie de "Cyber-King Kong". O visual do jogo é muito mais bonito e apelativo aos olhos e lembra mesmo um jogo da Capcom com um tico de Konami. Dá para imaginar que muitos copiavam os estilos dos títulos de sucesso da época.

    Uma coisa que me assustou de cara é que a primeira fase era chamada de "Battle 1". Hummm, estranho. Vai ser só uma batalha? E o beat'em up?

    A primeira fase infelizmente é isso mesmo: uma batalha ao estilo do primeiro KotM. Decepção e medo me consumiram. Que jogo era aquele que eu tinha visto e gostado tanto?

    Bom, pelo menos a jogabilidade era um pouco mais fluída e os visuais realmente eram interessantes. Fui dando continuidade.

    O segundo estágio te deixa mais livre pela fase e aparecem umas naves e tanques para destruir e...outra batalha contra o chefe. Caraca, eu mal fiz alguma coisa e já estou no chefe! Fiquei na esperança que o derrotando continuaria o estágio mas não! Acabou mesmo!

    Em seguida houve um estágio bônus em que dois monstros ficam em cima de uma montanha e quem empurrar o outro para fora ao apertar como louco os botões, vence e ganha pontos. Uau.

    Fase 3 e foi meio que o mesmo: andar um pouco, bater nuns monstrengos voadores, evitar umas armadilhas do cenário e lá vem o chefe. Foi aqui que tive certeza que KotM 2 não era mesmo um beat'em up e que eu não queria voltar para ele nunca mais! Em parte pela decepção, parte por ser mesmo um jogo fraco!

    Assim como seu antecessor, o jogo é difícil e muito roubado para a CPU e as batalhas são esquisitas sendo que você tem um botão de pulo (que nem usava), um de soco e outro de chute. O dano também continua sendo baixo para o lado do oponente e o macete continua sendo dar agarrões, mas quando você consegue o fazer, muitas vezes o oponente simplesmente inverte as coisas e é você quem se dá mal.

    Poucos hits e você já era. Bote mais fichas!

    E os chefes foram ficando cada vez mais apelões! Tipo, já eram tensos, mas ficaram roubados de uma forma clássica para te fazer gastar no fliperama. Por isso não sou muito fã dessas máquinas e entendo porque os jogos de luta dominavam.

    Lá pela terceira ou quarta fase o chefe é uma espécie de marisco numa concha que te congela e tal. Normalmente quando você derruba os oponentes, é possível ficar batendo neles no chão para tirar um HP extra, mas não nesse safado! Ele entra na concha e é isso!

    Para piorar, o malandro tem diversos golpes que envolvem entrar na concha e girar. Em resumo: bata um pouco e mantenha a paciência até ele resolver te deixar bater mais um tiquinho. ô saco!

    Para ser justo, todos os combates de chefes são um verdadeiro pé no saco. Você dá soco, chute, sem parar, o inimigo quebra seu "combo" e te ferra e logo você perdeu uma vida.

    Uma mecânica que voltou foi a evolução do personagem mas aqui você consegue fazer isso derrotando inimigos regulares nos cenários ao invés dos bosses. Alguns derrubam uma letra P gigante que te fazem mudar de cor ao coletá-la. Pegue mais uma para mais uma mudança de cor e upgrade.

    Mas, também assim como no primeiro KotM, eu nem sei que diferença isso faz. Talvez você cause um pouco mais de dano ou sofra menos. Não dá para saber. Sei, porém, que há um "P" invertido que basta um ser coletado para te voltar à cor e forma básicas/iniciais. Cuidado para não pegá-los!

    Inimigos ainda derrubam blocos de pontos e bombas que explodem caso você encoste nelas.

    Outra forma de coletar essas coisas é através de minigames que rolam de vez em nunca durante as fases, como quando você está caindo do céu e deve evitar armadilhas. Mas volto a reiterar que as fases normalmente duram uns 30 segundos e se há uma seção dessas no meio, ela dura uma pequena parte desse tempo.

    Quando eu achava que só tinha que aguentar essa experiência monótona mais um pouco, as coisas pioraram ainda mais.

    Os chefes eram chatos. Ok. De repente vieram chefes que se dividem e são o dobro da chatice. Ok. Chefe que só toma dano em determinados momentos. Tá valendo mesmo sendo muito mal executado. Agora vieram estágios que nem tinha mais aquela coisa de andar e simplesmente era um chefe (estágio 6, penúltima fase). O chefe mal te deixa reagir e vive te agarrando/revertendo seus agarrões.

    A última fase então, um Boss Rush contra cada um dos chefes do jogo, inclusive o pé no saco que você matou agorinha na fase anterior! Haja ficha, tempo e paciência! O último chefão foi ainda pior do que tudo e uma verdadeira esponja de dano.

    Resumindo: King of the Monsters 2 não é nada do que eu imaginava. Ele tenta enganar um beat'em up curtinho aqui e ali mas o foco ainda são as batalhas bizarras contra os chefes. Desenganado, até voltei naquele vídeo do canal do AVGN para me certificar e era isso aqui mesmo, mas o video foi editado de uma forma tão bacana e com tanto foco nas conversas dos jogadores (além de que eles morreram antes da metade da aventura no Neo Geo) que realmente faz, sem querer, o jogo parecer muito melhor.

    De bom: visuais bacanas. Jogo para até duas pessoas simultâneas e isso provavelmente deixa a experiência mais bacana. Fichas infinitas na versão de Arcade o deixaram "terminável".

    De ruim: repetitivo. Combate frustrante. Injusto em diversos momentos. Vários personagens jogáveis de seu antecessor foram cortados. Sistema de evolução duvidoso. Tudo conspira para o seu fracasso e exige muita paciência para ir até o fim.

    No geral, não curti o jogo. Ele é uma versão melhorada do anterior, mas não quer dizer que ele seja bom. Diria até que ambos são ruins de maneiras distintas. Uma pena visto que a ideia é muito boa e os gráficos são um colírio para os olhos. Fico imaginando como serão as versões de consoles no quesito "jogo justo" visto que não há fichas. Pior do que comprar KotM 2 só eu que comprei o primeiro KotM. Jogo ruim.

    King of the Monsters 2

    Platform: Arcade
    14 Players
    2 Check-ins

    13
  • anikabonny Anika Bonny
    2022-05-30 00:17:14 -0300 Thumb picture

    Astro Ace (PC)

    Astro Ace é uma releitura do clássico Asteroids, que foi lançado para arcade em 1979.

    Destrua naves e meteoritos, mantenha-se vivo o máximo de tempo possível e acumule pontos!

    Análise: https://nerdtrash.com.br/astro-ace-pc/

    7
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-28 11:16:48 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: King of the Monsters

    Zerado dia 27/05/22

    Há uns bons meses atrás eu vi um cara jogando um beat'em up muito bacana em que os personagens eram os monstros gigantes clássicos do cinema, brigando por cima das cidades e destruindo tudo pelo caminho. Que jogo massa! Como eu não conhecia aquilo? Descobri então que se tratava de King of the Monsters e inclusive estava disponível no Nintendo Switch nesses ports ACA Neo Geo e pouco tempo depois acabei comprando para jogar com os amigos.

    Feliz da vida avisei um deles sobre a existência desse KotM e como era o jogo. Ele, por sua vez, procurou no Youtube mas não pareceu muito entusiasmado e ainda questionou se seria mesmo um beat'em up. Eu tinha certeza que era e resolvi jogar o comecinho e putsssssss...comprei o jogo errado.

    O porquê do erro é bem simples: o jogo que eu queria era na verdade o King of the Monsters 2! O 2! Eu realmente deixei esse pequeno detalhe escapar e sequer imaginava que existiam mais de um título desses.

    Para terminar de ferrar, esse primeiro jogo é na verdade um jogo de luta ao estilo "Wrestling". Quem já jogou algum desses WWF da vida das antigas pode ter uma noção do que seja e não que seja um gênero ruim, mas eu realmente queria aquele promissor beat'em up. Agora o jeito era jogar e esperar uma promoção do 2.

    E eu tentei, viu? Esse jogo é fraco, lento e sem graça. Talvez funcione melhor jogando em co-op. Deixei de lado por muitos meses até descobrir que ele duraria em média 1 horinha. O fato de poder colocar fichas infinitas também ajuda demais a digerir. Resolvi o jogar de verdade (também estou dando um gás no Switch para ver se o desbloqueio em breve).

    Começando a campanha, me foi dado a opção de escolher entre 6 personagens:

    -Godzilla;

    -King Kong;

    -Típico herói gigante;

    -Monstro besouro;

    -Monstro de pedra;

    -Monstro de lama.

    Baseado nos designs, não me interesse por nenhum, haha, mas fui de King Kong por ter alguma afinidade e imaginar que ele teria alguma agilidade e muitos socos e chutes.

    O gameplay é simples: há botões para soco e para chute. Acho que é isso. Apertava um e ele socava, no outro chutava, no outro nada, no outro nada também, no outro soco também e no último chute também, mesma animação e tudo. 

    Quer dizer, na loucura eu pressiona alguns botões simultaneamente e ele pulava ou dava uma bundada enquanto corria. Eu não sabia fazer nada exatamente, mas meio que pressionava os botões de uma forma específica e saía o que eu queria na sorte.

    Vi ainda os adversários usando golpes especiais uma vez ou outra mas nunca consegui nada do tipo.

    O bizarro dos combates é que esses chutes e socos praticamente não causam dano, então não vi muito motivo para usá-los. O esquema mesmo é sair dando agarrão e jogando o oponente no chão (ou para longe). Aí sim sua barra de HP desce!

    Mesmo os agarrões são complicados pois é comum que o oponente simplesmente inverta as coisas e do nada é você quem toma o golpe.

    Sério, esse jogo é muito irritante. Você não causa dano direito, você se dá mal quando tenta alguma coisa, muitos golpes parecem inúteis, há barras elétricas que limitam o campo de luta que não causam dano e só enchem o saco e os inimigos começam os confrontos  com barras de HP de cores diferentes, indicando que tem muito mais HP até chegarem no amarelo comum.

    E os combos que você leva? O oponente te agarra e te joga para longe, você fica no chão sem poder fazer nada por vários segundos, ele vai até você na maior calma, te dá outro agarrão e assim por diante. Sabe aquela sensação de não ter poder nenhum?

    Seu objetivo é mais do que reduzir a barra do oponente à zero: você deve fazer o clássico "pin", que consiste em derrubar seu oponente e depois o imobilizar. Aqui no jogo um contador de 3 segundos é iniciado assim que você interage com um oponente caído sem HP e o mesmo vale para você.

    Em resumo, a luta é: o inimigo destrói seu HP e começa a te dar agarrão e te jogar no chão, te imobilizando em seguida. Você aperta os botões loucamente para se levantar e isso acontece por algumas vezes até você ficar sem força e perder sua vida/ficha. Tendo outra ficha é possível continuar a luta, quando um raio cai em você e seu HP se regenera completamente.

    Já do meu lado era bem mais complicado: eu dando bundada nos outros até eles ficarem sem HP para então dar o agarrão e depois o pin. Alguns monstros se levantam várias vezes do pin e você terá que reiniciar o processo desde o agarrão. É comum perder 2 ou 3 fichas mesmo indo bem (nas duas últimas batalhas eu devo ter perdido umas 5 em cada).

    (Não joguei no modo para 2 jogadores).

    Conforme você avança na campanha, pior a experiência fica. As batalhas ficam mais difíceis e longas e a IA mais zoada. A todo momento há aquela sensação de estar jogando aqueles primeiros jogos de luta já criados e não há equilíbrio, estratégia ou habilidades envolvidas. É uma verdadeira bagunça. E a sensação de estar jogando um título bootleg chinês? Sensação gigante!

    Quando você termina uma fase e avança para a próxima, é mostrado um mapa indicando o próximo cenário. É possível notar que existem 7 pontos neste mapa e eu imaginei que enfrentaria os 6 personagens mais um chefe final especial, mas depois da sexta luta, o indicador me voltou para uma cidade anterior para enfrentar uma versão mais forte do Godzilla (inclusive esqueci de mencionar que você se fortalece conforme coleta esferas que os inimigos derrubam quando você dá agarrões - encha a barrinha e você sobe de nível e troca de cor e no total cada monstro tem 3 cores).

    Super cansado da mega repetitiva e sem graça campanha, fui ao Youtube ver um Longplay para saber quantos estágios seriam. No caso acabei vendo um vídeo do port de SNES e eram 8 fases. Eu estava na sete e fiz uma forcinha para continuar.

    Passei da sétima fase, da oitava, da nona, da décima e o jogo continuava. Comecei a achar que seria infinito enquanto você e suas fichas aguentassem no fliperama, mas como todos os oponentes estavam se repetindo em suas versões de cores mais fortes, resolvi ver se seria enfrentar a todos duas vezes. 

    Na décima segunda fase finalmente o indicador mostrou o pontinho mais distante e chamativo. Será que seria um personagem diferente? Que nada! Foi só a segunda batalha contra a minha contraparte King Kong. Venci, veio um encerramento bem meia boca e acabou. Obrigado a deus pelas fichas infinitas, mas esse deve ter sido o pior dinheiro gasto com jogos da minha vida. Que jogo horrível!

    Resumindo: King of the Monsters é um jogo de luta wrestling bem meia boca e repetitivo e simplesmente não consigo imaginar um motivo para o jogar sendo que existem tantas coisas disponíveis aí hoje em dia. Pediria um reembolso se pudesse, mas ainda assim estou de olho na diferentíssima sequência beat'em up.

    De bom: visuais legais. Opção multiplayer. Vários personagens temáticos.

    De ruim: jogabilidade travada. Golpes e movimentos que não surtem efeitos. Muito repetitivo. A campanha consiste em derrotar todos os participantes duas vezes e é super genérica. As fases são muito parecidas. Difícil entender os controles. Punitivo como quase tudo de Arcade. Jogo todo em japonês (ou chinês, não me atentei a isso).

    No geral, fraquíssima experiência e não só recomendo passar longe como ainda correr em caso de contato visual. Talvez o pior jogo que já registrei no Alvanista.

    King of the Monsters

    Platform: Arcade
    15 Players

    17
    • Micro picture
      jcelove · 28 days ago · 2 pontos

      Parabéns pela perseverança. O primeiro KoM e muito ruim. Nem com ficha infinita compensa pra mim.hehe

      1 reply
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      bobramber · 28 days ago · 2 pontos

      Era melhor ter ido ver o filme do Pelé... Ou jogado Rampage
      Kkk

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 28 days ago · 1 ponto

      É tudo muito simples mesmo mas...de alguma forma...eu me divertia.

      2 replies
  • cyberwoo Diogo Batista
    2022-05-18 12:00:37 -0300 Thumb picture

    Double Dragon | Live de Aniversário

    Ontem foi meu aniversário e decidi encerrar o dia com uma jogatina de Double Dragon do Neo Geo. Passei uma raiva danada, mas foi divertido.

    Double Dragon

    Platform: Neo Geo
    311 Players
    3 Check-ins

    5
  • 2022-04-26 23:27:23 -0300 Thumb picture

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