• marcel_reis_777 Marcel Reis
    2022-07-21 19:59:34 -0300 Thumb picture

    Dia 30 e fim do desafio.

    Boa noite pessoas, é galera hoje postei de alguns dias que estava atrasado e também o ultimo dia, foi muito divertido participar desse desafio, o primeiro que fiz aqui no Alva e que venha os próximos kkkkk 

    Dia 30: Um jogo que mudou minha vida: Bom antes de falar o nome do jogo, vou explicar o porque. Raramente eu jogo um jogo varias vezes, eu costumo jogar até terminar, platinar ou eu paro no meio, caso o jogo não me divirta mais. Esse jogo eu joguei umas duas vezes, e pretendo jogar no PS4 e platinar. O game é o primeiro Watch Dogs, porque esse game "mudou minha vida", porque foi o primeiro jogo que joguei dublado pt-br. Além do jogo ser divertido, ter o esquema de hackers, mundo aberto, ele é dublado, e quando eu joguei e vi que era dublado, porr@, achei um máximo, nem sabia que existia jogo dublado, comecei a procurar outros jogos dublados e devido a ter a dublagem em pt-br me fez ter uma visão diferentes do game. 

    @goraku 

    Watch Dogs

    Platform: PC
    1492 Players
    173 Check-ins

    10
    • Micro picture
      goraku · 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns por completar o desafio =)

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-06-28 22:29:12 -0300 Thumb picture

    GÊMEOS INGLESES ASSASSINOS 👫

    Seguindo com as aventuras de JACOB e FRYE...

    Quem foi que disse que naquela época não havia trânsito?

    Bora "tomar umas"...

    🍻🍹

    Foram tantas cervejas que precisei ser carregado 

    Caminhando por ae e observando...

    Eu vi o casal combinando uma putaria a 3...

    Será que eu posso participar também? 😬

    Antes de explorar mais nesse belo OPEN WORLD

    ...vamos às compras! 💸💵🤑

    Mais um game mundo aberto da incrível série ASSASSIN'S CREED, com melhorias de jogabilidade perante seu antecessor e novidades como dois personagens jogáveis com características e atributos distintos. Outro destaque refere-se ao gancho que auxilia no transporte pela bela cidade de Londres (bem ao estilo BATMAN 🦇). A diferença gráfica (para pior) é forte se comparado à bela França de UNITY. Mas a trama empolga mais e não deixa de ser um game divertido. As Guerras de Gangues e também os atributos de sua gangue são boas distrações in game. Vale a pena essa viagem, principalmente com a possibilidade de usar a carruagem para passear (ou devo dizer atropelar? 😁) pelas largas ruas da cidade👍🏻.

    Sinopse: " Londres no século XIX: uma época de revolução industrial, mudanças rápidas e opressão sombria das classes operárias. Reviva as memórias dos gêmeos Assassinos Jacob e Evie Frye, conforme constroem a gangue dos Rooks para acabar com os Blighters, derrubar os templários e salvar as pessoas de Londres."

    Assassin's Creed Syndicate

    Platform: Playstation 4
    634 Players
    278 Check-ins

    21
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-06-26 10:52:30 -0300 Thumb picture

    RESIDÊNCIA MALIGNA 3 REMAKE SEM A TORRE DO RELÓGIO 🏫

    Bora praquela partida divertida contra essas coisas fofas ae?

    E aconselho não gritar...

    Pois pode despertar mais ...

    Desistir é para os covardes! Cedo ou tarde sempre temos que enfrentar nossos problemas...

    Se tem algo que sou imensamente grato nessa vida são os cães: que seres incríveis, leais e repletos de compaixão. Infelizmente esses infectados temos que matar

    Não precisa se preocupar, nós te protegemos. UMBRELLA COMPANY

    Sei, sei...

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: PRECISANDO DE UMA FORÇA?

    Eu...acho que vou aceitar 😬

    Bora falar bem do joguinho? RACOON CITY está muito melhor que no original... MUITO MESMO.👍🏻

    Li e ouvi relatos de que RE3 REMAKE foi uma grande decepção. Será? Posso começar dizendo o quão JILL VALENTINE está espetacular...assim como RACOON CITY, mais parecida com uma cidade do que a "favela" do original. . A linearidade aqui permanece mas com áreas muito maiores e um mapa "mais lógico" (mais uma vez, que remete a uma cidade). Eu não senti falta alguma da TORRE DO RELÓGIO, pois temos um combate muito foda com NEMESIS no pátio da TORRE. Por falar em NEMESIS, aqui está muito mais assustador com suas variadas mutações transformações. Concordo com a REVIEW abaixo e também apreciei bastante a experiência single player.

    Finalizo dizendo que é um game que merece ser jogado e que certamente diverte. Curiosamente joguei e rejoguei mais o RE3 REMAKE do que o RE2 REMAKE (sendo o RE1 REMAKE o que eu mais joguei). As críticas negativas (apesar de válidas) achei extremamente exageradas ("coisinhas" tarjadas como pecado). Pra quem reclama que o game é curto, o original nunca foi extenso:

    Há muitos colecionáveis para procurar e muitos desafios a concluir que lhe concedem pontos a serem gastos "na loja". E é muita coisa bacana para comprar: roupas, armas, itens bônus... além do game em si ser extremamente divertido. Concordo que poderíamos ter as escolhas existentes no original, mas isso atrapalha para uma experiência divertida? Não!

    Resident Evil 3 Remake

    Platform: Playstation 4
    211 Players
    80 Check-ins

    29
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      rafael_mingato · 3 months ago · 3 pontos

      Infelizmente esse game foi muito criticado pelos gamers.
      Mas eu achei ele incrível, preciso rejoga-lo um dia. 🎮🧟🔫

      1 reply
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      thiones · 3 months ago · 1 ponto

      Deuzolivre.

      3 replies
  • 2022-05-16 14:34:27 -0300 Thumb picture

    Franquia Ys: Por onde começar?

    Medium 3913973 featured image

    Existem inúmeras franquias de jogos formidáveis apenas esperando para serem encontradas e descobertas e, a franquia Ys é um desses casos, por isso, nós preparamos esse guia para você iniciar de forma incrível numa das melhores franquias de RPG esquecida por aqui.

    A série Ys é um marco no Japão há décadas e é quase tão popular quanto a franquia Zelda por lá...Mas por aqui, as coisas não são bem assim. A série realmente atingiu algum sucesso no ocidente com o lançamento de Ys Seven pela XSEED no final de 2010 e a popularidade da saga vem crescendo aos trancos e barrancos desde então. 

    A franquia Ys gira em grande parte em torno de um único personagem principal chamado Adol, que é um aventureiro lendário que escreveu seus contos na velhice em formas de diários, que são descobertos mais tarde e cada jogo é considerado uma “leitura” de um novo capítulo dessas recordações. 

    O jogo é conhecido por sua narrativa envolvente, seus puzzles no estilo plataforma e o seu combate de ação, algo diferente para os J-RPG's (que normalmente são de combates por turno, ainda mais na época em que Ys surgiu).

    Esse "guia" tem como objetivo introduzir os recém-chegados a essa franquia apresentando os jogos de forma sequencial, que no caso seria a forma correta de ser jogado para aproveitar o máximo a história, no entanto, nem todos os jogadores irão se dar bem logo de cara com a franquia e seu estilo diferenciado por algumas questões, mas tendo isso em mente, existem outros jogos mais "amigáveis" aos jogadores de primeira viagem e que podem ser um pontapé inicial para conhecer a serie, que são eles: Ys VIII: Lacrimosa of Dana , Ys Origin e Ys IV: Memories of Celceta, além do mais recente Ys IX: Monstrum Nox. Mas para aqueles que querem seguir a ordem cronológica, basta seguir o texto.

    Os primeiros jogos usavam o que é comumente chamado de “Bump Combat”,  isso quer dizer que para atacar o inimigo ou ser atacado, devemos empurrar o inimigo enquanto caminhamos. Dependendo da forma que tocamos no inimigo, podemos tomar ou dar dano, é meio difícil explicar mas na hora de fazer é bem intuitivo e esse logo de cara é um dos motivos que podem afastar jogadores a primeira vista. Apesar disso, os jogos posteriores evoluíram para sistemas de combate de ação mais completos, repletos de habilidades especiais, mecânica de esquiva e outros recursos ao qual estamos mais acostumados.

    Ys Origin (2006)

    Disponível em: PC (Steam), PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox One, Nintendo Switch

    Embora o Ys Origin não tenha feito tecnicamente sua estreia como o primeiro jogo da franquia, em termos de cronologia e acessibilidade, ele pode ser listado primeiro. Ele é um dos únicos jogos da série em que o jogador assume o papel de alguém que não seja o aventureiro Adol.

    Se passando 700 anos antes do nascimento do nosso herói ruivo, a história de Ys Origin é contada a partir de três perspectivas distintas, com cada personagem usando um estilo de combate diferente. Combinando o estilo plataforma com seus combates cheios de ação, o game tem várias opções de dificuldade para permitir que jogadores de todos os níveis de habilidade entrem na história. 

    Aqui, os jogadores têm a tarefa de subir pelos vinte e cinco andares de uma torre misteriosa com um dos três personagens e descobrir os eventos que eventualmente levaram a uma série de aventuras com nosso protagonista Adol. Como uma prequel, a história é naturalmente limitada, mas faz um excelente trabalho por ter um ótimo fator replay graças a diferença entre seus personagens jogáveis. 

    Para os jogadores que querem ter um gostinho do "Action Combat" da série, Ys Origin é uma escolha barata e de fácil acesso para qualquer novato e é uma viagem na memória para aqueles que começaram com Ys I e II .

    Originalmente localizado pela XSEED Games, seu script foi comprado pela DotEmu, que desde então o publicou em vários consoles modernos.

    Ys  I e II

    Ys I & II Chronicles+ (2013)
    Disponível em: PC (Steam/GoG)


    Ys I e II (1989)

    Disponível em: TurboGrafx-CD, PC, PlayStation 2, Nintendo DS, PlayStation Portable, iOS, Android


    Ys I: Ancient Ys Vanished (1987)
    Disponível em: Nintendo Famicom, Sega Master System, MS-DOS


    Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter (1988)
    Disponível em: Nintendo Famicom, MS-DOS

    Embora originalmente lançados em 1987 e 1988 respectivamente, os dois primeiros jogos da franquia são normalmente vistos como um título único interligado atualmente e tendem a serem vendidos juntos, com a versão mais atualizada dos dois jogos sendo Ys I e II Chronicles +,  disponível exclusivamente no PC.

    O jogo começa com Adol chegando às terras de Esteria completamente sem memória. Sua busca para reunir os seis livros de Ys o leva numa jornada cheia de altos e baixos. O segundo jogo começa imediatamente após a conclusão do primeiro, onde Adol se encontra em Ys, a ilha flutuante acima do mundo (e a casa dos heróis apresentados em Ys Origin).  A história de Adol rapidamente se entrelaça com personagens vistos em Origin, incluindo as Deusas gêmeas e descendentes dos sacerdotes de Ys que serviram a dupla.

    A característica mais memorável sobre esses primeiros títulos é o sistema de batalha, que foi citado anteriormente). Ao contrário de seu primo distante, Legend of Zelda , Ys abandona os movimentos do combate de ação para adotar o “Bump”, onde Adol precisa esbarrar em um inimigo para causar dano. Embora pareça simples a primeira vista, o combate pode ser complicado de dominar. Os jogadores se encontrarão em um turbilhão sem fim com os inimigos, tentando aprender os padrões de ataque e encontrando a oportunidade certa para dar o "bump". 

    O jogo também dá ao jogador várias ferramentas para compensar a curva de aprendizado. Enquanto estiver do lado de fora de dugeons e outros ambientes, Adol lentamente regenera a saúde quando está parado, permitindo que os jogadores se recuperem de tentativas equivocadas de bater com um pouco de paciência. Mais tarde, os jogadores receberão um anel que também recupera a saúde dentro de casa, além de acelerar o processo de cura anterior fora de locais. Adol também ganha experiência ao derrotar inimigos, o que por sua vez significa armas mais fortes à medida que o jogo avança, como todo bom RPG. No final do jogo, os inimigos regulares explodem no segundo em que Adol os toca, uma sensação que é sempre satisfatória e nos transmite toda aquela sensação de poder que adquirimos ao conseguir nossos níveis mais altos.

    Para os jogadores que querem começar onde a série começou e não se intimidam com o combate de ação no estilo bump, Ys I & II é o ponto perfeito para começar uma jornada na franquia Ys .

    Ys (III): The Oath in Felghana

    Ys: The Oath in Felghana (2005)

    Disponível em: PSP, PC (Steam/GoG)


    Ys III: Wanderers de Ys (1989)

    Disponível em: TurboGrafx-CD, Famicom, Super Nintendo, Sega Genesis, PlayStation 2

    Três anos se passaram desde que Adol libertou o continente flutuante das garras do mal quando sua aventura em Oath in Felghana começa. Junto com seu companheiro fiel Dogi, Adol é rapidamente encarregado de recuperar várias estátuas para libertar o amigo de infância de Dogi de um antigo demônio despertado quando as estátuas foram perturbadas. O jogo original termina com uma nota bastante azeda, mas promete mais aventuras para Dogi e Adol. Foi-se o combate de colisão dos dois primeiros jogos; agora os jogadores devem escolher atacar pressionando um botão em um estilo de jogo de rolagem lateral que lembra Zelda II . Quase todo o resto do jogo, incluindo a interface do usuário, permanece o mesmo dos dois primeiros títulos.

    As diferenças entre o Ys III original e o remake de Oath in Felghana são como a noite e o dia. O jogo original de 16 bits sofre de controles desajeitados e picos de dificuldade brutais. Os jogadores podem se esforçar para ganhar experiência matando insetos nas minas apenas para passar pelas áreas de abertura. Como sua inspiração, Zelda II , o combate de rolagem lateral de Ys III faz parecer que o esmagamento de botões realiza mais do que habilidade. Isso é especialmente verdadeiro para algumas das lutas contra chefes. Embora os jogadores possam facilmente conseguir uma cópia da versão SNES por um preço baixo, eles enfrentam um desafio frustrante que ainda não vale o preço baixo.

    O remake de Oath in Felghana resolve todos esses problemas. Ele oferece uma dificuldade selecionável desde o início, tornando-o acolhedor para quem não está acostumado a RPGs de ação. Mesmo que um jogador selecione a dificuldade normal, os encontros com inimigos e as lutas contra chefes são bem equilibrados. Itens de cura também caem de inimigos abatidos, ao contrário de Ys III , onde os jogadores estavam limitados a uma erva de cura em seu inventário. The Oath in Felghana também expandiu bastante a história básica do jogo original, tornando-se a versão definitiva para quem acompanha a jornada de Adol. A versão original de 16 bits só vale a pena caso você queira passar bastante raiva e sair bem frustrado de sua experiência com YS...Sério, nem mesmo como curiosidade vale a pena.

    Ys (IV): Memeories of Celceta

    Ys: Memories of Celceta (2012)
    Disponível em: PlayStation 4, PlayStation Vita, PC (Steam)

    Apesar de ser o quarto jogo da série, Memories of Celceta se passa um ano após Ys II , e um ano antes de Ys III e é um reboot do Ys IV original. Ok, meio confuso? Eu sei...Mas vai fazer sentido.

    Previsivelmente, Adol chega a uma nova cidade chamada Casnan, que é uma cidade à beira de uma floresta desconhecida chamada Celceta. Um homem chamado Duren encontra Adol que está completamente esquecido de suas memórias, e afirma conhecê-lo e o arrasta até o governante de Casnan. É lá que a Governadora-Geral Griselda contrata Adol e Duren para explorarem a grande floresta de Celceta e desvendar seus segredos. Ao longo do caminho, os jogadores encontrarão uma infinidade de cidades, masmorras e missões secundárias para enfrentar. O jogo também inclui um sistema de criação robusto, dando aos jogadores a oportunidade de criar novos equipamentos e personalizar armas, algo muito bem vindo na franquia.

    Adol consegue trazer outras duas pessoas em suas aventuras, embora o sistema de parties seja introduzido pela primeira vez em Ys Seven, Celceta aprimora esse recurso para brilhar. Continuando a tendência dos Ys modernos, os jogadores podem apreciar a ação em ritmo acelerado, com os inimigos sendo fracos para um dos três tipos de armas em que cada personagem é especializado, seja perfurar, cortar ou bater, por isso é crucial saber qual personagem usar no momento e trocá-los conforme necessário. Ao longo do jogo, os personagens vêm e vão e, no final, um total de seis personagens completam o grupo. 

    Adol e seu grupo recebem um ataque padrão e ataques especiais que permitem aos jogadores encadear combos perfeitamente para destruir a população de monstros de Celceta. Esses ataques especiais aumentam de nível à medida que cada um é usado e desbloqueiam habilidades adicionais à medida que o jogo avança. Tudo isso mantém a ação a todo instante, permitindo que o jogador combine habilmente seus movimentos favoritos para derrotar inimigos difíceis. Cada personagem também recebe um ataque especial capaz de "limpar a tela", matando tudo ao seu redor.

    Como muitos  Ys modernos , o Celceta permite que os jogadores selecionem a dificuldade no início do jogo, o que o torna perfeito para os recém-chegados à série. Sua ação em ritmo acelerado também o torna uma venda fácil para os fãs de outros RPGs de ação como Kingdom Hearts ou que estão acostumados com RPG's ocidentais. Com uma versão para PC e uma port para o PS4,  Celceta também é de fácil acesso.

    Para aqueles que preferem jogar em movimento, uma versão no PSVita também está disponível, embora infelizmente os salvamentos não sejam transferidos entre as versões Vita e PS4. Cada versão do jogo é idêntica, então os jogadores podem simplesmente escolher a plataforma preferida sem se preocupar em perder um ou outro detalhe.

    Ys VI: The Ark of Napishtim (2003)

    Disponível em: PlayStation 2, PlayStation Portable, PC (Steam)

    Após um hiato de quatorze anos no ocidente após o lançamento de Ys III, já que todas as versões de Ys IV e V ficaram no Japão, a Konami trouxe Ys VI: The Ark of Napishtim para o PlayStation 2 em 2005, além de um lançamento para PSP anos depois. A XSEED Games deu aos jogadores de PC a chance de jogar The Ark of Napishtim em 2015, mas valeu a pena esperar tanto?

    Mais uma vez, Adol aparece na costa de uma praia depois que um ataque de uma frota de navios Romun levou seu barco a uma tempestade. Ele é resgatado por duas garotas da ilha, que o acompanham quando ele parte em uma aventura para desvendar os mistérios das Ilhas Canaã. Embora Napishtim inclua muitos rostos e personagens familiares da série principal de Ys, ainda é considerado um título independente, para que os jogadores ainda possam seguir a história sem se perder. The Ark of Napishtim usa o mesmo mecanismo visto mais tarde em Origin e The Oath in Felghana, fazendo com que o combate pareça semelhante a esses dois jogos. Os movimentos de Adol e os balanços de espada parecem mais lentos, e as partes em plataforma passam uma sensação estranha, tornando saltos mais precisos uma tarefa árdua.

    Em vez de magia, Adol pode escolher entre diferentes espadas elementais para atacarem Napishtim . Uma espada de vento rápida permite que os jogadores cortem e dilacerem seus inimigos em um redemoinho. Já a pesada espada de fogo pode ser carregada para liberar uma bola de fogo devastadora, derrubando tudo em seu caminho. Finalmente, a elegante espada relâmpago acumula estática, liberando uma bola relâmpago que quica várias vezes, derrubando inimigos em todos os lugares. Além das vantagens de combate, cada espada desempenha um papel fundamental na resolução dos quebra-cabeças das Ilhas Canaã.

    A versão definitiva de The Ark of Napishtim é sem dúvida a versão para PC. Não só oferece mais polimento, mas também dá aos jogadores uma vantagem significativa sobre as versões de console com a Asa de Alma Aprimorada, permitindo o teletransporte para qualquer save point visitado anteriormente. Dada a quantidade de idas e voltas que existem nos jogos Ys , este item por si só torna a versão PC uma escolha fácil, já que as versões de PS2 e PSP só permitem o teletransporte para fora das masmorras.

    Embora não seja um jogo terrível, os recém-chegados à série seriam mais bem servidos experimentando Origin ou Oath antes de encararem Napishtim . As espadas elementares fazem com que ele se destaque dos outros dois títulos, mas está bem claro que esse foi um primeiro rascunho para a Falcom. A versão PSP, disponível apenas via UMD, também possui telas de carregamento espetacularmente ruins, demorando bastante para concluírem. Pegue a versão para PC em uma promoção se qualquer curiosidade por Napishtim precisar ser saciada ou se você quer ter o prazer de jogar toda a franquia.

    Ys Seven (2009)

    Disponível em: PSP, PC (Steam)

    Embora o combate em grupo parecesse uma blasfêmia em um Ys no final dos anos 2000, isso claramente teve um impacto, pois a Falcom continuou a tendência para cada lançamento e remasterização de Ys desde então. Ys Seven marca a estreia deste sistema de parties, tendo sido lançado em 2009 no PSP no Japão, o jogo estreou no ocidente em agosto de 2010 como parte de um acordo de localização de seis jogos entre a Falcom e a XSEED Games para localizar os jogos das franquias Ys e Trails .

    Este conto começa com Adol e Dogi chegando à cidade de Altago, embora a dupla rapidamente caia na prisão após uma briga com os Cavaleiros do Dragão locais. O Rei de Altago, impressionado com a reputação da dupla, libera-os para investigar os misteriosos terremotos que assolam o continente. Como essa história ocorre no final da linha do tempo oficial de Ys, ela se destaca do resto, tornando-a facilmente acessível para os recém-chegados.

    Os fãs de longa data da série vão gostar de ter Dogi como um personagem jogável pela primeira vez, completo com uma habilidade chamada “Crusher”, homenageando seu legado de destruidor de paredes. O sistema de party oferece a ação em ritmo acelerado que os fãs modernos de Ys esperam. Como este foi o primeiro jogo a implementá-lo, falta o polimento de títulos posteriores como Memories of Celceta ou Lacrimosa of Dana .

    Mesmo que Ys Seven seja um ponto de entrada viável para recém-chegados, a escolha de plataforma para este jogo é extremamente limitada. Originalmente exclusivo para o PSP, uma versão para PC chegou em 2017 com gráficos atualizados, otimizações incluindo tempos de carregamento significativamente reduzidos e novas conquistas do Steam. 

    Ys VIII: Lacrimosa de Dana (2016)

    Disponível em: PC (Steam), PlayStation 4, PlayStation Vita, Nintendo Switch

    Marcando sua entrada no mundo HD, Ys VIII oferece aos jogadores a maior aventura de Adol até hoje. Este jogo reformula bem a série, trazendo um estilo de gameplay muito mais atual, sendo totalmente 3D e em terceira pessoa, algo muito mais similar aos demais RPG's que estão sendo lançados. Anteriormente os títulos da série tinham um ângulo de câmera fixo, o que podia incomodar alguns jogadores, mas agora, tudo está diferente. Ele usa um sistema de combate semelhante ao Memories of Celceta e Ys Seven , com três membros do grupo e uma série de movimentos especiais para desbloquear.

    Lacrimosa of Dana começa com Adol em um navio. Sem surpresa, este navio afunda e Adol é levado para uma ilha aparentemente deserta, com sua memória aparentemente intacta. O grupo encharcado parte para encontrar o resto dos sobreviventes do naufrágio e uma maneira de sair da ilha. Procurar os sobreviventes não apenas aumenta a vila central, mas desbloqueia novas áreas, além de ter vínculo direto com o final do jogo. Cada nova pessoa aumenta a emoção do jogo e cada indivíduo tem uma personalidade que brilha à medida que o jogo avança e os sobreviventes se unem em uma comunidade.

    A exploração é uma parte fundamental do charme de Ys VIII , o que é bom, já que Adol passará bastante tempo explorando a Ilha de Seiren. O mapa do mundo é enorme, com muitos segredos para descobrir. À medida que novos poderes são desbloqueados, o grupo vai querer voltar para as muitas áreas ocultas inacessíveis na primeira vez. Cada aldeão também tem várias missões para completar, aumentando seus pontos de reputação e preenchendo seu background. Adicione a pesca, o mini-jogo de ataque e as missões da história de Dana ambientadas em um passado distante, e isso se soma a um jogo Ys cheio de conteúdo,

    Ys VIII foi lançado originalmente no PlayStation Vita, embora esta versão não tenha todos os recursos listados acima. Um port aprimorado com conteúdo adicional logo chegou ao PS4, com lançamentos posteriores para Switch e PC. A versão inicialmente ideal é a de PS4 por ter adições em relação ao PSVita, e uma vez que a versão do Switch tem alguns problemas de desempenho e o lançamento original da versão para PC foi atormentado por problemas, embora muitos tenham sido corrigidos. Logo, fica a cargo do jogador escolher onde jogar (ainda que a versão de PS4 ou PC seja a mais recomendada. Vale dizer ainda que a versão para PC, é a única que possui multiplayer local, para quem quer jogar lado a lado com um amigo.

    Em termos de jogabilidade, Ys VIII é provavelmente a escolha definitiva para os recém-chegados. Com combate rápido, uma história independente e uma enxurrada de conteúdo, é um jogo obrigatório para qualquer jogador de RPG que queira entrar na série, ou que ainda queira apenas jogar um RPG cheio de conteúdo, mesmo que não queira se aprofundar na série (já que ele funciona muito bem como jogo solo também, ainda que conhecer todo o background e aventuras de Adol torne tudo melhor).

    Ys IX: Monstrum Nox (2019)

    Disponível em: PlayStation 4, Switch, PC (Steam) 

    Ys IX: Monstrum Nox se passa na “cidade-prisão” de Balduq, onde Adol se vê incapaz de escapar. Enquanto está lá, uma misteriosa mulher chamada Aprilis o transforma em um Monstrum, um ser com Dons sobrenaturais e o poder de exorcizar monstros. Adol se une a outros Monstrums para lutar contra as criaturas que emergem de uma dimensão chamada Grimwald Nox e investigar a maldição de Monstrum e sua relação com Balduq.

    O último capítulo da franquia lançado até então mantém a incrível fórmula de sucesso de Lacrimosa of Dana, com poucas alterações e até mesmo com poucas melhorias gráficas, mas ainda assim fica abaixo do título anterior e não ocupa o posto de melhor jogo da franquia. O que não significa que seja um jogo ruim, muito pelo contrário, pois o jogo é um excelente RPG, seja para pessoas que apenas buscam um jogo divertido sem necessariamente terem que conhecer todo o passado de Adol e seus jogos, ou ainda para pessoas que jogaram todos os jogos em sequência.

    Outros títulos 

    Ys Strategy (2006)

    Disponível em: Nintendo DS

    Strategy é, sem surpresa, um título de estratégia, em tempo real desenvolvido e publicado fora da Nihon Falcom. Semelhante à série Heroes of Might & Magic , os jogadores devem utilizar heróis, gerenciar seus recursos, construir estruturas e recrutar unidades. Apesar de ser traduzido para o inglês, o jogo teve um lançamento limitado em territórios fora do Japão. O game não é considerado cânone, ou seja, não faz parte da história principal de Ys, podendo ser completamente ignorado pelos fãs...Ainda que o mesmo seja bem divertido e possa agradar fãs de jogos de estratégia em geral. 

    Ys Online - The Call of Solum (2007)
    Não está mais disponível

    Originalmente lançado na Coreia do Sul no final de 2007, o jogo estava disponível em coreano, chinês, japonês e inglês, embora o último estivesse limitado à Europa. Ys Online apresentou as três raças de jogadores (Eresians, Afrocans e Kimoans), cada uma com suas próprias escolhas de classe, embora todas as raças incluíssem o triângulo Tank-Healer-DPS. Por exemplo, os eresianos podem se tornar clérigos, cavaleiros ou magos, enquanto os afrocans podem ser guardiões, wiccas ou feiticeiros, e os quimoanos podem se tornar arqueiros, protetores ou xamãs. Como a maioria dos MMORPGs, o loop principal de jogabilidade incluía missões, criação, masmorras, bem como um sistema de aprimoramento baseado em cartas que os jogadores podiam usar para fortalecer equipamentos, aprender habilidades e convocar animais de estimação. Além disso, o jogo ofereceu vários modos PvP, incluindo guilda versus guilda. Os assinantes da região européia também receberam a trilha sonora completa do jogo como um download gratuito.

    Infelizmente, todas as versões do Ys Online foram fechadas em outubro de 2012, porém, o jogo não acrescenta em nada a história principal de Adol e servia mais como curiosidade  aos fãs da franquia.

    Títulos exclusivos do Japão

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    Ys IV: Mask of the Sun (1993)

    Disponível em: Super Famicom


    Ys IV: Mask of the Sun – A New Theory (2005)
    Disponível em: PlayStation 2, telefones celulares


    Ys IV: The Dawn of Ys (1993)
    Disponível em: TurboGrafx-16


    Impulsionada pelo sucesso dos três primeiros títulos Ys , a Nihon Falcom optou por licenciar dois títulos da série Ys . Mask of the Sun foi desenvolvido pela Tonkin House, uma desenvolvedora e editora agora extinta de títulos licenciados. O título retorna à perspectiva da visão isométrica e ao combate de colisão dos dois primeiros títulos da série, com uma nova adição: espadas elementares, que permitem que Adol conjure magia do mesmo elemento que sua arma. The Dawn of Ys , desenvolvido pela HudsonSoft, também anuncia um retorno ao sistema de combate de Bump, mas usa o sistema mágico de Ys II em vez de criar um novo sistema. Ambos os jogos acontecem em Celceta, embora cada um tenha diferenças sutis na história.

    Nenhuma versão desses Ys chegou de forma oficial ao ocidente, portanto, adquiri-los e jogá-los pode ser um pouco desafiador, mas provavelmente você encontra alguma versão feita pelo Fandom por aí. A Nihon Falcom afirmou que esses jogos não são mais considerados parte do cânone principal da série, tendo sido substituídos pelo remake moderno, Memories of Celceta, então você não precisa ficar tão preocupado assim em encontrar esse jogo por aí.


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    Ys V: Lost Kefin, Kingdom of Sand (1995)

    Disponível em: Super Famicom, PlayStation 2


    A quinta entrada da série Ys continua sendo a ovelha negra da família Ys como o único jogo principal que não possui uma tradução em inglês ou um remake moderno. Também marca uma lacuna notável na série, já que a Falcom pulou completamente a quinta geração de console, esperando até o PlayStation 2 para lançar The Ark of Napishtim em 2003. Então, o que torna Ys V um título tão obscuro?

    O jogo abandona o sistema de combate que marcou o início único da série, embora isso possa parecer um benefício para aqueles que preferem empunhar uma espada, não foi uma melhoria. Adol balança sua espada como se estivesse bêbado, tornando o combate frustrante. O jogo também possui um sistema de magia que permite aos jogadores misturar elementos para criar novos feitiços. Depois que um feitiço é carregado, ele pode ser desencadeado balançando a espada de Adol. Embora isso pareça legal em teoria, feitiços nunca causam dano adequado em comparação com apenas bater em coisas sem nenhuma carga mágica. Enquanto uma excelente história pode compensar um sistema de batalha medíocre, a história de Ys V é tão emocionante quanto um pedaço de madeira. Na verdade, é tão sem graça que a linha do tempo oficial nem reconhece este jogo, atualmente criando uma lacuna entre o tempo de Adol em Felghana e Canaan.

    Ys V é um jogo medíocre na melhor das hipóteses, então some isso ao fato da dificuldade de encontrar uma versão oficial e a barreira ainda maior imposta pelo idioma e localização, aliado ao fato de não ser mais um canon da série, você tem um jogo completamente esquecível até para os maiores fãs da franquia.

    https://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/2...(img)

    Ys vs. Sora no Kiseki: Alternative Saga (2010)

    Disponível em: PSP


    Ys vs. Sora no Kiseki é um jogo de luta 3D no formato ARENA,  que mistura personagens dos jogos Ys com a série Sora no Kiseki (mais conhecido por aqui como Trails in the Sky). Existem dois modos diferentes para jogar: modo história e multiplayer local. O multiplayer local usa a conexão ad-hoc do PSP para permitir que dois ou quatro jogadores lutem um contra o outro. No modo história, existem vários personagens diferentes para escolher - como Adol de Ys e Estelle de Trails– e cada personagem acorda em um mundo misterioso e continua encontrando personagens de sua respectiva franquia que estão agindo de forma estranha. O personagem escolhido resolve esse problema literalmente batendo nesses personagens conhecidos e trazendo seus sentidos de volta. Após cada batalha, há segmentos de histórias curtas que se ligam a uma história geral do jogo, embora não seja surpresa que não seja considerado cânone para nenhuma das franquias.

    A jogabilidade se parece com os outros jogos da franquia Ys para o PSP  - ele usa a mesma engine em que Ys Seven foi feito - por isso é rápido e divertido. Além disso, como esperado de um jogo da Falcom, a trilha sonora é fantástica, entrelaçando as séries de ambas as franquias, além de fornecer muitos novos remixes. Apesar de nunca ter sido localizado para o ocidente, por causa do conceito simples e menor quantidade de história em um jogo de luta, é uma experiência acessível para os fãs que querem se divertir um pouco e pode ser encontrado traduzido por fãs, podendo até valer a experiência para os fãs mais apaixonados da franquia.

    _______________________________________________________________________________

    E aí, curtiu esse guia? Ficou ansioso para conhecer ainda mais dessa franquia simplesmente espetacular, que não possui o devido valor aqui no ocidente? Espero que sim!

    Pra você que já conhece, diga aí qual é o seu game preferido da franquia e o por que! 

    Comente também, qual próxima franquia você gostaria de um guia de por onde começar a jogar!

    Ys III: Wanderers from Ys

    Platform: Playstation 2
    47 Players

    49
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-04-23 20:53:53 -0300 Thumb picture

    LUZ MORIBUNDA 🕯️🧟‍♂️😈⚰️💀

    Sobrevivendo em HARRAN...

    O segredo é explodir tudo...💥💣💥🧨

    ...e todos para...

    para evoluir o personagem e suas habilidades...

    Divertido demais a inserção de PARKOUR no game, como quando pulamos do alto dum telhado em entulhos de lixo fugindo "dos coisa ruim" 

    Bora seguir com a violência. Estourar a cabeça dos zumbis... não tem preço 💓

    Aqui deu um panicozinho ficar preso com tanto zumbi entrando querendo me comer (EPA...ficou gay isso🌈)

    Não sobrou um pra contar história🏋️

    Só sobraram... pedaços mesmo 😎

    Vou ficando por aqui... ajudando quem precisa.

    Game survival horror em primeira pessoa. Descubra os motivos da cidade de HARAN ter iniciado uma epidemia misteriosa transformando os infectados em perigosos infectados sedentos por carne humana.

    Há muitas armas para usar e também criar, ambientação espetacular, muito "gore", sidequests muito mais interessante se comparado ao antigo DEAD ISLAND. Os elementos de PARKOUR agregam muita diversão e variedade à gameplay, inclusive para os combates. Matar "zumbis" não se torna massante, mas sim viciante.

    RECOMENDO! Uma experiência incrível.

    🌟🌟🌟🌟🌟

    Dying Light

    Platform: Playstation 4
    709 Players
    149 Check-ins

    26
    • Micro picture
      thiones · 5 months ago · 3 pontos

      Cê não tinha terminado esse jogo, não, pô?

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-03-07 20:11:03 -0300 Thumb picture

    WALLPAPER EVIL 3 😈

    Joguinho novo...wallpaper novo também.

    Li muitas críticas negativas perante RESIDENT EVIL 3, mas sinceramente? Estou curtindo demais. E essa JILL mais linda do que nunca ?😘

    E eu não achava possível o game ser mais bonito do que RESIDENT EVIL 2 REMAKE mas... está! 👍🏻👌🏻

    Além dos gráficos, a diversão aqui é garantida. Ouvi relatos que o NEMESIS não assusta. Tô achando ele mais assustador do que nunca...

    "E os russos, como sempre, causando problemas" 🇷🇺

    Resident Evil 3 Remake

    Platform: Playstation 4
    211 Players
    80 Check-ins

    29
    • Micro picture
      ralfrisi · 7 months ago · 2 pontos

      Na minha opinião esse remake ficou melhor que o original assim como o do 2....

      1 reply
    • Micro picture
      santz · 7 months ago · 2 pontos

      Quando o doguinho quer lamber sua cara de felicidade.

      1 reply
    • Micro picture
      ryou · 7 months ago · 2 pontos

      Se desse pra ver a cara dela no wallpaper, ela estaria com a expressão da segunda imagem.

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-01-02 12:43:17 -0200 Thumb picture

    BEST OF...do ano que se foi!

    Entrando na onda de posts acerca os melhores jogados e zerados em 2021. Foram poucos jogos, mas os apreciei bastante. Do pior ao melhor (screenshots de minhas próprias jogatinas)....

    10.  MAN OF MEDAN 

    Após ter me surpreendido positivamente com UNTIL DAWN, esperava algo do mesmo nível ou melhor. Pelos trailers, parecia bom, mas acabou sendo uma experiência mediana single player: câmeras fixas incomodaram (a sequência tem liberdade de câmera), linearidade extrema, pouco terror... A trama é boa porém previsível se você encontrar os arquivos espalhados. Talvez eu tenha jogado errado, tendo em vista que o trailer anuncia: DON'T PLAY ALONE... De repente a experiência pode ser melhor. O problema é que jogadores mundo afora foram me chamar pra jogar junto após meses de já ter zerado e até ter desfeito do game...

    09. ACORDA, ALAN (ALAN WAKE 😎)

    Lembro de querer um 360 no instante que esse game foi anunciado. E sofreu tanto durante a produção, demorou tanto pra lançar, que o motivo de minha compra do 360 acabou sendo DEAD RISING. O videogame estragou, e nunca sequer consegui jogá-lo... até sair esse REMASTER. Há muita coisa que me incomoda nesse game: o foco não é muito terror, e se torna algo mais "sci fi misterioso fantasioso thriller policial" (o que quero dizer é que ALAN WAKE é tudo menos terror). Curiosamente ele me lembra, de alguma forma, o maluco DEADLY PREMONITION.  Sua gameplay é desastrosa, o pulo do personagem é ridículo e sequer consegue escalar uma cerca de meio metro. Fiquei preso em alguns cantos do cenário e também chegou a sumir uma rampa de madeira que eu precisava pra pular uma cerca pequena. Mas nada que um RESTART não resolva. O fôlego do personagem também é risivel, pra não dizer ridículo: não consegue correr 15s sem antes ofegar. Outra coisa deplorável é a forma que alguns inimigos chegam: em bando. Todos atacam e por mais que você tente atirar ou fugir... não consegue. Então se prepare para repetir muitas vezes certos momento do game. O que me leva para outra crítica: os checkpoints voltam bastante. É muito mais prático aqueles games que constantemente salvam automaticamente toda vez que você sucede na coleta de itens ou eliminação de inimigos (evitando assim a repetição). Deve ter mais coisas ruins pra falar do game, mas finalizo dizendo sobre a "cara de bunda" do personagem. Pqp, que personagem mais sem graça.

    Pra não escrachar por completo o game, e não me entenda errado, "dá pra jogar". há momentos que realmente empolgam. Os momentos insanos nessa clínica de repouso / reabilitação é uma delas (foto acima)...

    8. ESPERANCINHA (LITTLE HOPE)

    Uma evolução de MAN OF MEDAN. O clima saudosista de SILENT HILL é saciado ligeiramente com a trama de 04 estudantes e um professor num ônibus tendo que pegar um atalho na estrada e indo parar na cidade fantasma de LITTLE HOPE. Há um prólogo estranho duma família nos anos 60 enfrentando um trágico incêndio. No presente, a neblina parece liderar o destino dos 05 personagens. E no decorrer do presente, há visões do passado acerca acusações de bruxaria. A trama empolga, a câmera agora é livre e há mais exploração. Muitos relatam que a cada conto de terror, o game melhora. Então estou com altas expectativas para HOUSE OF ASHES...

    7. LEGO NINJA 

    É LEGO, então não há muito o que dizer senão que é diversão garantida com alto nível de exploração. Perfeito para jogar em 2P. Temos 05 incríveis personagens, cada um com seu respectivo poder, além do "MESTRE". 

    06. NHACK NHACK (KNACK II)

    O primeiro, apesar de criticado e notas medianas, curti bastante. O segundo simplesmente consegue aprimorar em todos os aspectos, e inclusive teve uma receptividade muito melhor. As áreas das fases estão grandes, ação dinâmica (sem parar) e uma história gostosa de acompanhar. 

    Os personagens também são encantadores e acho esse aspecto do personagem em tornar-se pequeno / grande + capacidade de absorver poder simplesmente sensacional. Assim como a posição número 7, diverte e dá para curtir em 2P...

    5. O CHAMADO DO TUTURU (CALL OF CHUTLHU)

    Gostei desse conto "LOVECRAFTIANO"(advém de inspirações do escritor H.P LOVECRAFT) . Um game 1st person, com muito mistério, exploração e diálogos que podem variar de acordo com suas habilidades / upagem nos seguintes quesitos: INVESTIGAÇÃO - ELOQUÊNCIA - FORÇA - MEDICINA - OCULTISMO - PSICOLOGIA - ITENS ESCONDIDOS - INVESTIGAÇÃO - ELOQUÊNCIA. Suas decisões influenciam na conclusão da trama. Gostaria de jogar e zerar o SINKING CITY para poder compará-los entre quais dessas inspirações LOVECRAFT é melhor, mas não tive tempo (tá na lista).

    04. WATCH DOGS 2.

    É uma diferença grande entre a cinzenta CHICAGO e a colorida SAN FRANCISCO. Com o tempo você acaba curtindo a mudança. A cidade está mais viva (muita coisa acontece em cada canto da cidade) e nesse aspecto é muito mais primoroso do que qualquer GTA... O game diverte e tende a melhorar à medida que suas habilidades vão ganhando força. Um game bonito e divertido. 

    No próximo post finalizo sobre meus 10+ do ano que se foi....

    Top Run

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players

    32
    • Micro picture
      igor_park · 9 months ago · 2 pontos

      Aprendo com a square, ubisoft e 2k.
      Divindo o top de 10 em dois pedaços para render mais 😂😂😂

      1 reply
    • Micro picture
      igor_park · 9 months ago · 2 pontos

      Knack 2 é bom d+ em coop melhor ainda

      1 reply
    • Micro picture
      mateusfv · 9 months ago · 2 pontos

      Eu jurava que na tua lista só ia ter jogo de terror André 😂, fiquei surpreso quando vi o LEGO.

      Todos esses jogos ai do Dark Pictures eu quero jogar ainda, mas o preço da mídia física não abaixa como eu quero que abaixe kk

      Isso ai do Alan não conseguir correr meio metro sem cansar, é um dos clichês mais chato em jogo com a temática de terror, e não faz muito sentido, já que em situações de perigo o teu corpo literalmente faz um overclok que nem PC kk

      A galera que fala que o GTA V tem um mundo vido é pq nunca jogou o WD2, até agora é o mundo mais vivo que vi em um jogo, o gameplay no geral da uma boa melhorada do primeiro jogo, vc tem bem mais possibilidades nele, mas a trama eu não consigo gostar, a ideia e os assuntos dela são interessantes, mas o cast e como é tratado os ditos assuntos é muito ruim XD

      1 reply
  • jimmyramalho Jimmy
    2021-12-14 18:37:53 -0200 Thumb picture
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2021-10-31 16:53:12 -0200 Thumb picture

    GÊMEOS INGLESES ASSASSINOS 👫

    A beleza de uma rua molhada após uma chuva ...

    As sombras dos galhos das árvores...

    A vida matinal de uma feira (e como sempre, com um chato tocando música) 😎🎻🎶🎵🎼

    A beleza do comércio e transporte marítimo...

    Um gato no muro dividindo espaço com uma criança e outros animais... um nível de detalhes sem igual 👌🏻

    E assim sigo em ASSASSINS CREED UNITY: só observando essas belezas do game (igual esse casal atrás de mim)...

    Às vezes parto pra ação...💪🏻

    Mas vou ficando por aqui no meu cochilo no telhado... Quem nunca? 😎

    Mais um game mundo aberto da incrível série ASSASSIN'S CREED, com melhorias de jogabilidade perante seu antecessor e novidades como dois personagens jogáveis com características e atributos distintos. Outro destaque refere-se ao gancho que auxilia no transporte pela bela cidade de Londres (bem ao estilo BATMAN 🦇). A diferença gráfica (para pior) é forte se comparado à bela França de UNITY. Mas a trama empolga mais e não deixa de ser um game divertido. As Guerras de Gangues e também os atributos de sua gangue são boas distrações in game. Vale a pena essa viagem, principalmente com a possibilidade de usar a carruagem para passear (ou devo dizer atropelar? 😁) pelas largas ruas da cidade 👍🏻

    Sinopse: " Londres no século XIX: uma época de revolução industrial, mudanças rápidas e opressão sombria das classes operárias. Reviva as memórias dos gêmeos Assassinos Jacob e Evie Frye, conforme constroem a gangue dos Rooks para acabar com os Blighters, derrubar os templários e salvar as pessoas de Londres."

    Assassin's Creed Syndicate

    Platform: Playstation 4
    634 Players
    278 Check-ins

    19
  • marcel_reis_777 Marcel Reis
    2021-05-18 17:22:16 -0300 Thumb picture

    Gameplay de Resident Evil 7

    Boa tarde pessoas tudo bem ?   =)

    Vídeos novos todos os dias até zerar o game !!!

    #1

    #2 

    abraçosss até :) 

    Resident Evil 7 biohazard

    Platform: PC
    462 Players
    150 Check-ins

    3

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