• fredson Fredson Ricelli
    2022-03-15 11:27:53 -0300 Thumb picture
    Post by fredson: <p>#img#[814128]</p><p>#img#[814129]</p><p>.</p><p>

    .

    No primeiro trailer do primeiro filme, mostrou um Sonic com uma cara horrível, e a pressão de fãs na internet fez com que os responsáveis mudassem e deixassem mais fiel aos games. No fim das contas lançaram um excelente filme, mesmo com as devidas liberdades criativas.

    Mês que vem sai essa continuação. Achei sensacional esse cartaz fazendo referência à capa do segundo jogo!

    Sonic the Hedgehog 2

    Platform: Genesis
    7353 Players
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      rafaelssn · 7 months ago · 1 ponto

      Tá bem superior ao 1 pelo trailer.

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      katsuragi · 7 months ago · 1 ponto

      Cara esse cartaz me ganhou. Eu não vi nem o primeiro filme ainda mas já me ganhou, vou pegar pra ver ele logo e CORRER pro cinema quando esse sair!

      1 reply
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      santz · 7 months ago · 0 pontos

      Acho que sou só eu acho o filme do Sonic bem merda.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-10-26 09:41:32 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Azure Striker Gunvolt 2

    Zerado dia 25/10/21

    Eu nunca fui com a cara do Azure Striker Gunvolt por algum motivo. O nome, os visuais, nada nunca me convenceu, mas eu joguei o primeiro em 2015, bem depois de seu lançamento, e achei bem mais ou menos.

    Bizarramente ainda me lembro bem da experiência mas o pior é ver aqui que o Gunvolt 2 foi lançado um ano depois daquilo, em 2016. Já fazem 6 anos, meu deus! Enrolei demais.

    Nesse meio tempo saíram outros jogos da franquia, como aquele Luminous Avenger IX e os Mighty Gunvolt, que gostei bastante.

    Resolvi jogar o 2 logo por lembrar que o primeiro era curto, fácil e rápido, além do fato de que o 3 será lançado em breve.

    A próxima dificuldade foi rodar o jogo. Eu uso um New 3DS XL desbloqueado e nenhum arquivo de nenhum site funcionava por qualquer motivo. O problema se intensifica nessa versão do portátil pois sempre que você precisar tirar o (mini) SD, tem que desparafusar a parte traseira para isso. Um saco!

    Depois de  muitas tentativas de fontes diferentes...ainda não funcionou! Nunca tinha visto isso e até me lembrou a época do DS, quando jogos saíam com medidas anti-pirataria e restava rezar para que um patch que os removesse fosse lançado em breve.

    Cogitei então jogar a versão de PC, mas resolvi dar uma última chance ao jogo já que lembrei que existia uma coletânea com ambos os títulos. Jogo pesado, mas foi aí que ter liberado bastante espaço nos últimos tempos ajudou, e dessa vez funcionou!

    Desenvolvido pela Inti Creates, criadores de Mega Man Zero e muitos outros, Azure Striker Gunvolt 2 é como um sucessor espiritual das sagas do Blue Bomber. Mas diferentemente do clássico da Capcom, seu intuito parece ser mais o de terminar os estágios o mais rápido possível e uma ambientação mais anime "edgy". Sei que um público mais otaku moderno curte esse tipo de coisa e valoriza os visuais acima da própria diversão, mas pessoalmente sinto uma certa vergonha em jogar esse jogo, e vou explicar o porquê em breve.

    Ao começar a aventura me foi dada a opção de jogar com o protagonista da franquia, Gunvolt, ou Copen, um moleque de cabelo branco, roupas vermelho e preto (não me lembro se o personagem havia aparecido no jogo anterior). Fui com aquele que eu já conhecia e tinha alguma afinidade de gameplay.

    Logo tive que jogar um estágio como tutorial, e em seguida outro, como o personagem oposto.

    Os comandos do Gunvolt são pra mim um misto de divertido e superficial. Você pode segurar o botão de tiro e ele continuamente atira com sua pistola. Há ainda um comando de dash que pode ser ativado ao apertar duas vezes para um lado ou com o botão A. Combine dash e pulo e você se locomove bem rápido!

    Para completar, seus ataques elétricos são o grande diferencial: onde você atirar com a pistola, fica marcado com uma mira. Agora segure R e você continuamente atacará tudo o que estiver marcado com um ataque elétrico forte (acaba que a pistola serve mais para marcar mesmo os pontos de interesse).

    Em resumo: você sai como louco nos estágios, atacando com a pistola e segurando o golpe elétrico, destruindo tudo rápido até chegar no chefe.

    É aí que o jogo peca mais do que tudo para mim. Todas as fases você joga igual! São os mesmos inimigos, poucas partes de plataforma ou mecânicas novas. É tudo igual!

    Mesmo os cenários não são importantes pois na bagunça você mal os enxerga. E bem, é sempre um monte de máquinas e tecnologias sem graça (com alguma exceções). As fases são muito genéricas e se você gosta de jogar numa boa sem o lance de speedrun e ignorando o relógio na tela de baixo, mal vai encontrar desafio.

    O que salva são os chefes e sub-chefes. Tem uns sub-chefes legais e geralmente são robôs grandões e tal, mas eles morrem bem rápido e tem 2 ou três ataques. Já os chefes principais, membros da organização do mal, são mais difíceis e originais, com barras de HP maiores e batalhas extremamente bagunçadas e cheias de elementos de anime. Pior que ainda são o ponto alto do jogo...

    Derrote o chefe e você ganha uma nova habilidade, além de poder escolher a próxima fase (quando possível, pois na maioria das vezes só há uma mesmo). Apesar de toda a estilização dessas batalhas, ainda achei bem fácil (com exceção de uma ou outra no final que acabei pegando o jeito depois). Se você espera um bom desafio e estratégia, lamento dizer que você vai receber atirar para marcar e jogar eletricidade de longe até acabar o confronto.

    As habilidades variam de personagem para personagem, meio que como variam do X pro Zero nos Megamans. O Gunvolt mesmo ganha novos tipos de tiro, como um em diagonal, outro que atravessa os inimigos etc, e cada um desses tiros tem um "especial" diferente, que é o ataque elétrico que mencionei anteriormente. No caso do Copen ele recebe ataques no mesmo estilo, mas podendo suar livremente desde que você tenha barra. Reparei que os chefes podem ter fraqueza a certos especiais, mas pode ser impressão.

    Nenhum equipamento muda a sua aparência.

    O jogo ainda tem um sistema de level up, que não sei exatamente se fazia diferença ou se me fortalecia. Se você quer ficar mais forte e customizar sue personagem deve o fazer através das partes que coletamos e usá-las para criar equipamentos para habilidades passivas (que parecem fazer pouca diferença). No caso do Gunvolt é importante configurar habilidades para a tela de toque, como ataques fortes e bonitos, ótimos contra chefes, apesar dos usos limitados, e cura!

    Outro ponto que me irritou bastante nesse jogo e sua incansável busca de estilo é a poluição visual aumentada pelos constantes diálogos na tela, multiplicadores, pontos, mil e uma habilidades sendo usadas ao mesmo tempo juntos com a poluição sonora dos barulhos dos tiros, danos, personagens dublados, gritos. Argh!

    Resumindo: Azure Striker Gunvolt 2 é mais do mesmo do que eu me lembro de seu antecessor e continua sendo uma experiência muito superficial, voltada à estilização de personagens otakus, apelo sexual e um enredo que só não e mais genérico que as fases, cenários e todo o restante do jogo.

    De bom: visuais bonitos que lembram muitos outros da fase do DS. Gameplay fluído e comandos em sua maioria bem responsivos. Efeito 3D excelente. Duas campanhas de perspectivas diferentes. Protagonistas diferentes inclusive de jogabilidade, menus, customização.

    De ruim: otaku, "edgy" e apelativo com Gunvolt e seu harém. Fases todas iguais e com os mesmos inimigos. Desafio muito baixo e nada satisfatório. Muita poluição visual nas fases. Dublagem irritante. Level design sem graça demais. Alcançar o chefe final verdadeiro vai te obrigar a jogar a última fase e seus muitos chefes duas vezes em seguida. Parte de ter que cantar no microfone do portátil sem noção. Músicas cantadas totalmente cringy.

    No geral, um jogo ok e que não faz diferença nenhuma. Sinceramente me divirto muito mais com os spin-offs Mighty Gunvolt, mas vou ficar de olho no Luminous Avenger IX e mesmo o Gunvolt 3. Jogo passável.

    Azure Striker Gunvolt 2

    Platform: Nintendo 3DS
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      xch_choram · 11 months ago · 2 pontos

      Eu adoro :D Gosto muito dessa abordagem mais speedrun, e acho muito legal esse visual anime, que nem ta muito longe de Megaman na real. Adoro a mecânica da Musa deixa essa 2° vida bem ais emocionante por causa da musica e dos efeitos e tal.

      Isso de jogo não funcionar no 3DS já aconteceu comigo, lembro de pesquisar na epoca mas agora não lembro mais, no caso foi o Rythm Heaven na versão Americana e um jogo de Kunio-Kun

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      manoelnsn · 11 months ago · 2 pontos

      Eu adoro Gunvolt desde o primeiro game. Como Might nº9 flopou, esse é o único sucessor do Megaman decente que temos atualmente.

      Quanto aos pontos negativos que tu apontou, ele é bem japa mesmo, com borboletas idols seminuas te revivendo, empregadas e molecas peitudas que não servem pra nada, mas como é um plataformer e não um jogo onde isso pesaria mais negativamente, nem me incomodo.

      Realmente ele é muito fácil, a parte mais complicadinha é o true final boss (o do Gunvolt, que é o Copen, é mais complicado por ter um especial hitkill se tu não desviar). A parte de cantar com o GV é HORRÍVEL, e felizmente removeram isso da versão de Switch/PC, o lvl design e dublagem não me incomodou (e acho que, no caso da dublagem, dá pra desativar). As músicas são jpop total, mas eu gostei bastante da que toca no true final boss: https://youtu.be/QZSwukhc3BY

      O Luminous Avenger iX é a continuação do bad ending dddo GV1 (onde o Asimov mata o GV), daí tu joga só com o Copen. Ele é mais fácil e não tem true final boss, porém tem uma forma alternativa da Lola, Darkness Trigger, onde tu tem que continuar batendo nos inimigos caso contrário o Copen leva dano, que talvez tu curta...

      4 replies
  • fredson Fredson Ricelli
    2020-03-04 08:12:32 -0300 Thumb picture
    Post by fredson: <p>#img#[691153]</p><p>.&nbsp;</p><p>Hoje é o Plays

    Hoje é o Playstation 2 que completa 20 anos de idade. Esse guerreiro está comigo há 18 anos, teve 2 mod-chips soldados na placa mãe, e nunca deu defeito, nunca estragou nem os controles e nem os memory cards. A modificação na BIOS do console + compra de cópias piratas dos jogos era a solução que o brasileiro médio (pobre, hehe) tinha pra jogar. Dos videogames que tenho, este é o único que não comprei sozinho. Eu e o meu irmão rachamos a compra dele em 2002, pra depois perceber que ele não rodava em cores na TV da nossa casa (no interior, Carmópolis). Eu estava sofrendo com faculdade e trabalho miserável nos meus primeiros anos aqui em BH, enquanto meu irmão estava trabalhando em um posto de gasolina lá em Carmópolis, e ele nos salvou comprando uma TV nova, a Sony Wega de 29 polegadas. E eu comprei a maioria dos jogos piratas que tivemos nos primeiros anos. Como ele era dono da TV, era melhor o videogame ficar por lá mesmo, então eu viajava praticamente todo fim de semana pra lá, e jogava o máximo possível em cada fim de semana. Quase 1 ano e meio depois, ele se mudou pra pra BH e obviamente trouxe o console e a TV junto. Eu já havia saído da faculdade nessa época, por falta de grana, e trabalhava em uma lan-house de madrugada, o que me fazia ter um tempo considerável para jogar mais. Meu irmão acabou se mudando do Brasil depois de algum tempo, e eu fiquei com o console por aqui ainda jogando por muitos e muitos anos, e jogo até hoje. O meu jogo preferido nessa plataforma foi o Kingdom Hearts 2. Me digam aí um, apenas UM jogo, de PS2 que você é capaz de nomear como o seu preferido.

    Kingdom Hearts II

    Platform: Playstation 2
    7146 Players
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      lukenakama · over 2 years ago · 2 pontos

      No Ps2 eu gostava bastante do Naruto Ultimate Ninja 5, se não for o meu favorito do Ps2 é o Guitar Hero 3 mesmo.

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      jcelove · over 2 years ago · 2 pontos

      Po, que massa. O meu é um slim do ultimo modelo, mas que deu defeito depois de 3 anos, só usando original pq eu era pobre, porém metido e peguei no fim da era numa época em que os jogos estavam a preços bem bacanas.

      Escolher um jogo só é perversidade mas de cabeça vai God Hand que infelizmente continua exclusivo do console até hj

      2 replies
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      onai_onai · over 2 years ago · 2 pontos

      Apesar de eu ter tido um Playstation II não cheguei a jogar tanto quanto eu planejava pois logo após adquiri-lo eu comprei um PC. Creio que o jogo que mais passei horas jogando foi o Final Fantasy X. Na verdade comprei um Playstation II basicamente para jogá-lo. Hehe...

      1 reply
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2020-01-20 22:06:14 -0200 Thumb picture

    DESTRAVADO #1 e #2

    Olá, gamers!

    Não sei se vocês sabem, mas o The Enemy BR fez uma série contando a história dos videogames no Brasil. A série é em formato de documentário com entrevistas contando como Brasil se virou pra fazer esse mercado emergir por aqui. 

    Até agora foram dois episódios, que estão sendo lançados no YouTube aos domingos. Tô achando legal, então resolvi compartilhar aqui, porque quanto mais gente assistir, mais motivação vamos dar para que criem mais conteúdos interessantes pra nós! Deixo abaixo os dois primeiros episódios.

    DESTRAVADO #1 

    A História do Super Nintendo no Brasil: Do Não ao Allejo

    DESTRAVADO #2

    A História do Phantom System: O Brasil Surpreende a Nintendo

    Um Abraço a Todos!

    26
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2018-12-24 11:12:30 -0200 Thumb picture

    🎮 Rastan Saga II (PC Engine) Complete Gameplay.

    🎮 Rastan Saga II (PC Engine) Complete Gameplay.

    #Viciogame #Rastan #PcEngine #Gameplay #ラスタンサーガ2 #Taito #TurboGrafx16 #PCエンジン #Nastar #LetsPlay

    Rastan Saga II

    Platform: TurboGrafx-16
    2 Players
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-02-16 13:36:26 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Velocity Ultra

    Zerado dia 16/02/18

    Comecei esse jogo ontem a noite por imaginar que seria uma experiência como a do Resogun (fora que eu já zerei Velocity Ultra 2), mas acabei terminando só no início da madrugada. Sempre fico na dúvida de qual dia dizer que terminei haha.

    Velocity Ultra é um shmup moderno em que você mesmo move a tela na velocidade desejada (e pode inclusive voltar a pontos anteriores nesses estágios onde você colocar um aparelho de teletransporte).

    Diferente de outros jogos do gênero, o foco não é apenas destruir inimigos e sobreviver até o final da fase finalmente chegar.

    Pra ser sincero, você pode até acelerar direto para a saída, mas isso geraria péssimas avaliações.

    Destruir naves inimigas e desviar de tiros são mecânicas chaves para se alcançar principalmente um objetivo: salvar cápsulas humanas. Essas cápsulas estão por todo o cenário, desde voando paradas em qualquer lugar, atrás de inimigos ou dentro de escudos que devem ser desativados.

    Um contador no canto da tela indica quantas dessas cápsulas já foram coletadas e quantas faltam. Junte isso ao vício de ficar acelerando pra terminar a fase perfeitamente em pouco tempo e aí que a coisa complica.

    O jogo avalia o número de inocentes salvos, tempo de fase e score por inimigos destruídos. 

    Em meio a tanta velocidade, é comum confundir comandos no início ou sair se jogando em inimigos e se destruindo. Cada fase te dá 3 vidas antes que você tenha que refazê-la do começo.

    Os comandos são os seguintes:

    -Analógico esquerdo pra se mover. A nave deixa uma feixe de luz pelo caminho pra te ajudar a não se perder;

    -X atira. Eu achei esse comando pouco útil durante o jogo, pois mesmo com os upgrades, ele se mantém fraco;

    -R faz com que o auto-scroll vá ainda mais rápido;

    -Quadrado põe uma mira na tela e onde você mirar e soltar, a nave se teletransportará. Essa é uma das mecânicas mais importantes do jogo, pois caminhos sem saída são comuns, e basta você se transportar para outro próximo;

    -Analógico direito joga bombas nas direções cima, baixo, esquerda e direita. Como basicamente não tem cooldown para uso e as bombas explodem em área, eu usei muito mais esse ataque;

    -Triângulo marca dispositivos no mapa e o L abre um mapa pra você escolher um deles para voltar. Isso é muito importante no último 1/3 do jogo, que você fica indo e vindo nas fases sem parar.

    O jogo começa a mostrar sua identidade lá pela metade, onde fases com pouco tempo são comuns e exigem aceleração máxima, esquiva e muito teleporte (uso da mira preciso) sem parar.

    Além disso, aparecerão barreiras de cores diferentes que devem ser desativadas para liberarem passagem ou coleta de itens. Para desativá-las, devemos destruir os botões da mesma cor, mas em ordem específica. E é nessas fases que o teletransporte fica tão importante, pois as vezes a fase começa com um botão de número 9, enquanto o 1 está no meio do caminho e o 3 no final. Você fica indo e voltando como um bobo, ainda mais quando temos várias cores e números espalhados em vários lugares, onde um abre pro outro e por aí vai.

    Os estágios tem um teletransporte fixo no começo, e mesmo se você esquecer de por mais, não ficará preso no final da fase, mas definitivamente vai perder um tempo acelerando de lá até onde desejar chegar.

    Boas avaliações rendem maiores números de experiência, fator obrigatório para abrir as próximas fases.

    Resumindo: Velocity Ultra é um jogo frenético de tiro de naves, mas com uma pegada de exploração de fases e domínio de seus controles. Você vai querer jogar como speedrunner, acelerando, destruindo tudo e a todos e coletando todas as cápsulas humanas. Pra quem curte uma disputa, rankings farão você treinar e jogar sem parar e mesmo após zerar, tenho vontade de fazer PERFECT em todas as fases.

    De bom: bonito e fluído, com ótima trilha sonora. Desafio no ponto certo. Cutscenes bacanas. Mecânicas originais muito divertidas. Fator replay muito bom. Jogo super carismático.

    De ruim: queria mais enredo. As vezes é difícil mirar o teletransporte em corredores apertados, e eu acho que o jogo poderia ajudar um pouco nisso. Tiro principal meio inútil. Faltaram chefes, e cenários um pouco mais diferentes.

    No geral, amei o jogo. Fiquei com medo de sentir falta das partes sidescroller do 2, mas acho que prefiro assim, sem as pausas para descer e subir na nave. Mais um excelente jogo do gênero. Recomendadíssimo (se é que mais alguém ainda não jogou nenhum Velocity hoje em dia).

    Velocity Ultra

    Platform: Playstation Vita
    206 Players
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    12
  • fredson Fredson Ricelli
    2018-01-22 07:28:17 -0200 Thumb picture

    Resident Evil 2 - 20 anos

    Hoje faz 20 anos que um dos melhores jogos do PS1 foi lançado. E com a batata esquentando a cada dia que passa, espero o anúncio de um remake hoje.  Don't disappoint me, Capcom. 

    E aí vai uma pergunta séria : Alguém conseguiu finalizar com o Tofu? Hehehe. 

    Resident Evil 2

    Platform: Playstation
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      marcusmatheus · over 4 years ago · 3 pontos

      Eu finalizei com Tofu brother, umas dezenas de vezes kkkk. Tanto no Playstation quanto no Nintendo 64. Mas esse jogo é o meu preferido né, ou seja, não sou um jogador normal de RE2: Jogo e ja joguei tanto isso ai que a RPD esta mais na minha mente do que minha propria casa kkkk.
      La uma vez ou outra esqueço onde ficam guardados os garfos ou alguns outros utensilios domésticos, mas sei de localização de cada file e munição do jogo kkkk.

      7 replies
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      pauloaquino [Account Suspended] · over 4 years ago · 2 pontos

      Eu teria uma outra questão:
      Em qual outro tipo de game a ridícula da Ashley seria muito melhor aproveitada?
      Onde a Ashley teria muito mais utilidade?

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      rafaelgens · over 4 years ago · 2 pontos

      o remake ja foi anunciado tem 2 anos,so queremos trailer!!!!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-03-14 14:33:04 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Uncharted 2: Among Thieves

    Zerado dia 14/03/17

    Por algum motivo eu estou numa onda de jogar PS3, mas que deve acabar hoje que planejo voltar pro XONE e começar a zerar os últimos jogos que me interessam nele e trocá-lo num PS4.

    Olhando lá a minha pequena coleção de jogos físicos, Uncharted 2: Among Thieves foi a escolha da vez. Primeiro porque Uncharted é um dos jogos que vem bastante a tona nas conversas do trabalho, segundo porque eu o tenho há muito tempo e na época corri atrás da trilogia como louco e acabei só jogando o 1.

    O famoso segundo jogo de Nathan Drake é conhecido por ter dado um grande salto de qualidade em relação aos eu anterior, além de que muitos o consideram o melhor da série, mesmo depois da saída do 4.

    Tudo isso sempre me deixou muito curioso em relação ao jogo e logo no início da aventura muitas dessas "reviews" já fazem sentido. Among Thieves é lindíssimo! O primeiro tinha gráficos legais, mas meio genéricos, enquanto esse aqui é coisa estilo fim de vida d Playstation 3. Lindo demais! Me lembrou bastante The Last of Us!

    Dizem que o 3 é o melhor em visual da trilogia, veremos...

    O jogo ainda segue toda a linha de experiência que tive com o 1, mas com várias correções em suas mecânicas e jogabilidades.

    Enquanto no anterior os checkpoints eram uma vez na vida e outra na morte, esse Uncharted incluiu vários, geralmente entre desafios e ondas de inimigos. Com isso, a aventura fica sempre bem contínua e raramente frustrante.

    Notei que os inimigos morrem um pouco mais fácil também, já que antes nós descarregávamos pentes de metralhadoras em um único alvo e ele não morria. Já o Drake me pareceu levemente mais resistente também. Among Thieves é mais fácil que seu antecessor, mas chega a ser desafiante em várias partes.

    O enredo e os cenários, sempre diferentes, são bem mais legais também. Enquanto no 1 era floresta, ruínas e uma parte ou outra diferente, aqui a maioria dos 26 capítulos é bem diferente entre si, contando com as famigeradas florestas e ruínas, mas adicionando estágios em trens em movimento, cidades, montanhas de gelo e mais um bocado.

    Por outro lado, esperava cenários em que dirigimos, usamos barcos e veículos em geral e não teve nada disso! Houve uma fase de atirar de uma metralhadora em helicópteros e outra de atirar de cima de carros em movimento, mas ficou praticamente só nisso.

    Toda a expectativa de fases com mecânicas bem diferentes foi por bem pouco, já que o jogo ainda mantém muito do "se esconder e atirar" de sempre.

    O espirito de filme americano dos anos 80/90 ainda foi mantido, mas esse é um dos raros casos que tenho que assumir que é algo bom, pois funciona muito bem! O Drake é um baita personagem, que nos faz rir e acaba explicando bem o andar do enredo, sem parecer artificial.

    Among Thieves, além de trazer de volta caras conhecidas da série, como o Sully e a Elena, ainda adiciona novos personagens importantes, incluindo o vilão principal, que além de clichê, possui planos mais clichês ainda.

    Mas todos esses clichês são bem legais!

    Uma característica aparentemente comum de Uncharted, e que me fez sofrer mais aqui do que nos outros que joguei, é que mesmo sendo um jogo relativamente linear, cheguei a me perder em várias partes, que não deixa claro como alcançar seus objetivos. Muitas vezes você sabe onde deve chegar, mas não vem nenhum caminho e fica tentando escalar ou passar por obstáculos que não dão certeza se podem ser usados ou não.

    Na verdade acho isso bem legal! Morri várias vezes em partes com muitos inimigos ou sendo perseguido por um tanque porque corria pra algum lugar e encontrava um caminho aparentemente sem saída e ficava voltando pra ver se aquele era mesmo o caminho errado ou se não vi alguma coisa.

    Resumindo: Uncharted 2: Among Thieves é um ótimo jogo, mas esperava mais da obra como um todo. Acredito que deveria tê-lo jogado antes dos Tomb Raiders mais novos e do Golden Abyss, isso porque acredito que o gênero já tenha se desgastado um bocado pra mim. Ainda assim, me diverti pacas e acabei jogando muito mais rápido do que eu achava, pois não conseguia largar.

    De bom: visualmente muito bonito. Enredo e personagens super interessantes. Fases bem diferentes. Grande variedade de armas. Inimigos e Drake morrem com uma quantidade justa de dano, diferentemente do jogo anterior. Possibilidade de usar stealth. Muitas cutscenes que se complementam com a ação super bacana dos estágios. Coletáveis muito bem escondidos que incentivam a exploração dos cenários.

    De ruim: repetitivo e meio lento em muitas partes, já que o jogo ainda se baseia muito em se esconder atrás de obstáculos, atirar, recarregar e esperar sua vida se encher novamente. Inimigos que as vezes parecem sair do nada e te matam com um tiro de .12 por trás (bizarramente comum e que te deixa paranoico olhando pra trás em várias partes). Algumas fases tem partes que não especificam o que fazer, como em uma que você está num prédio que está caindo. Morri várias vezes e não sabia o que fazer. Daí pensei, vou pular e entrar pelo vidro no outro prédio! Não deu certo. Ai percebi que o Drake gritava "jump!" como se fosse pra fazer isso mesmo. Não deu certo. Aí numa terceira tentativa o jogo resolveu que iria dar certo, sei lá porquê. No final, inimigos super fortes e bem armados em grandes grupos fez o jogo cair um pouco no meu humilde conceito.

    No geral, valeu muito a pena jogar Among Thieves, mas ao mesmo tempo a série não se inovou tanto e nãos ei se correspondeu ao que eu esperava.  Foi uma experiência legal, apesar de várias coisinhas ainda me incomodarem. Pra ser sincero, até o momento eu diria que você só precisa jogar esse mesmo haha.

    Uncharted 2: Among Thieves

    Platform: Playstation 3
    11076 Players
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      jonatasbermudes · over 5 years ago · 2 pontos

      Bacana! Zerei o 1 ontem mesmo. Só estou esperando minha TV nova chegar pra começar o 2, porque acho que seria um desperdício jogar numa tela pequena. xD

      3 replies
  • ssa
    2016-11-22 23:27:43 -0200 Thumb picture

    Você já jogou algum jogo da série Splatterhouse?

    Medium 368411 3309110367

    Sangue, demônios, monstros, sangue, diversão  e sangue... isso resume o jogo, eu falei que é difícil d++++?

    Siga também: @kemihnt @elionazio @luidao @hazuisdead @mur1lo

    -Dá série Você já jogou #2-

    Splatterhouse 2

    Platform: Genesis
    324 Players
    15 Check-ins

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-10-30 14:52:26 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Halo 2

    Zerado dia 30/10/16

    Como acabei pegando um Xone meio que sem querer, aproveitei pra mandar bala em tudo quanto era exclusivo antes de trocá-lo num PS4 e Halo 5 foi top 3 must play do console, mas acabei nem jogando ainda pois não conseguia esquecer que outros jogos da franquia ainda não haviam sido jogados, principalmente o 2 e Reach (além do Wars, mas esse não pesou muito). Fui atrás do 2 e lembrei que já tentei jogá-lo na época do Windows 7 mas nunca funcionava (até porquê só achava versões pro Vista (wtf?). Pensei em emular o primeiro Xbox ou ver se conseguia uma Master Chief Collection emprestada, mas logo desanimei e fui procurar seriamente um método de joga-lo no Windows 10, que parece mais amigável em relação a compatibilidade e afins. Bom, o jogo rodou depois de instalar, baixar uns arquivos necessários pra funcionar, baixar outros pra parada de Games for Windows não ficar pedindo pra logar e mais outras pro jogo continuar sem pedir pra inserir CD no final do capítulo 1 (não era Crack).

    Por conta de o jogo já ter um tempo e ter sido meio que deixado de lado pra jogarmos de boas quando quisermos, duvidei muito de sua qualidade e esperava um jogo bem tosco, até porquê não curti muito Halo Combat Evolved (o 1).

    10 minutos de jogo e a minha cabeça estava explodindo. QUE JOGO FODA É ESSE?! Caraca, Halo 2 já bate de frente com o meu predileto, o 3, e me faz indagar porque não falamos tanto dele como de outros. O jogo é lindão, com gráficos estilo Half-Life 2, com cenários bacanas e bem detalhados, personagens bem dublados e animados, física que já estamos acostumados, texturas que são uma belezura só (efeitos de couro das luvas e armadura do Master Chief comprovam) e uns efeitos de iluminação e brilhos de armas e afins que não envelheceram em nada!

    Eu não lembro muito da minha aventura no 1, mas lembro que o achei chato e genérico. Já o segundo, destrói com uma narrativa digna da qualidade que a série tem hoje em dia. O jogo tem ainda várias cutscenes muito bem dirigidas entre os capítulos que até enganam que estou jogando um jogo bem mais moderno com texturas em menor qualidade.

    Já existe uma grande quantidade de armas, tanto das mais humanas quanto alienígenas, assim como inimigos e personagens em geral.

    A minha maior surpresa foi o uso de ghosts, banshees, spectres e tals. Sabe o que é poder usar esses veículos de forma livre como usamos no 3? Tem missões que você pega um veículo, voa a vontade pelo mapa, pouca em lugares, desce e entra em algum lugar, coisa estilo alguns Star Wars, mas sem nenhum corte ou loading. Isso só mostra como cada estágio é feito em grande escala e bem detalhado. Aliás, olhar para o céu ou horizonte sempre resulta em lindas visões, ainda mais durante chuva ou neve.

    Muito legal também o trabalho com detalhes como o jogo ficar em widescreen e aparecer o nome do subcapítulo durante as missões. Coisas assim, assim como muitos outros detalhes foram claramente a fonte de inspiração de Halo 3 (e outros jogos).

    Eu sempre boiei um pouco no início do terceiro Halo porque as coisas meio que acontecem do nada, mas nunca me atentei que as coisas pudessem estar continuando H2. Eu sou bem burro as vezes. Sabe o Árbitro? Pois é, o enredo deste jogo foca bastante nele, incluindo missões que jogamos com ele no lado do mal e como ele se juntou aos humanos.

    O jogo tem cerca de 13 missões, divididas em várias pequenas partes com títulos, checkpoints e cutscenes e que contam tudo sobre vários eventos que levaram ao jogo seguinte (incluindo personagens inesperados). Cada missão é bem distinta, algumas voltadas mais pra atirar, outras para proteger, voar, andar de jipe e por aí vai.

    Resumindo: Halo 2 é um FPS quase sem igual, bem parecido com o 3 (com exceção dos gráficos), contando com um enredo fantástico e uma aventura super animada e nada chata e sem aquele jeito americano que a maior parte dos jogos do gênero inclui. Não esperava um jogo tão bom assim, que pra mim já é melhor que o 1 e 4. Vi um pouquinho do 2 Anniversary da MCC e eles fizeram um trabalho estupendo!

    De bom: enredo, cutscenes, trilha sonora típica da série. Personagens interessantes, dublagem nota 10, humor tranquilo e gameplay diferenciado em certas missões. Não tem como ficar chato. Texturas muito boas, sobretudo de personagens mais importantes. Várias armas e veículos, várias facções e um jogo não muito difícil no Normal, nada frustrante. Jogabilidade um pouco diferenciada do que eu pensei, mas ainda bem fácil de se controlar. Rodou liso (li que muita gente tem problema por ser um jogo mais antigo). O jogo não se arrasta e acaba sendo rápido. Inteligência artificial que dificilmente deixa a desejar. Alguns aliens pareciam até pessoas jogando online, se escondendo e esperando oportunidades. Jogo veloz: você morre e já volta e só tem um rápido loading entre as missões.

    De ruim: frescuras pra conseguir rodar isso num PC mais moderno (não muitas). Um jogo tão bonito, de qualidade e importante ser tão inacessível pro público. Algumas partes confusas de tiroteio que os inimigos te matam super rápido. Os checkpoints são quase aleatórios e as vezes parecem que esquecem de vir, resultando em você voltando pra bem antes depois de uma morte e as vezes até pra um subcapítulo anterior.

    No geral eu amei o jogo, de verdade. Versátil demais! Algumas missões são memoráveis, como a da aranha robótica gigante na cidade que você pula em cima e mata os tripulantes. Gostaria de testar o multiplayer e talvez tente local com os amigos. Não imaginava que Halo 2 me surpreenderia tanto e que seria definitivamente um daqueles que te fazer falar: "É por isso que eu amo videogames!"

    Halo 2

    Platform: PC
    375 Players
    10 Check-ins

    6
    • Micro picture
      lordsearj · over 5 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto. Parabéns. Só uma correção amigo. Nas referências está 343 industries mas na verdade quem desenvolveu foi a Bungie. Vou terminá-lo este fim de semana e tb achei sensacional. E tb tentei jogá-lo várias vezes, até achar uma ROM em espanhol com um passo a passo que funcionou de boa. Abs

      1 reply

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