speedhunter

Entusiasta de JRPG e fanático por Final Fantasy.

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  • 2021-05-03 09:09:38 -0300 Thumb picture
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    #335 - Guilty Gear [PlayStation] 1998

     Num mercado dominado pela Capcom e SNK, a Arc System Works encarou o desafio de criar um jogo de luta 2D frenético. A história do jogo se passa no futuro, onde um torneio é criado para reunir os lutadores mais fortes do mundo para impedir Testament de ressuscitar o demônio selado Justice. O jogo apresenta um total de 10 personagens e mais 3 desbloqueáveis. O jogo apresenta uma barra de tensão que vai enchendo conforme o lutador bate ou apanha que depois de totalmente preenchida, permite ao jogador disparar o especial Ataque do Caos. Uma novidade para o sistema de luta é o Instant Kill, um movimento especial que acaba com a partida imediatamente, independente de quantos rounds cada lutador venceu.

     - Um jogo de luta 2D simplesmente foda. Tudo nele é radical e muito bem feito. Os gráficos 2D nas animações e cenário são bem caprichados, com personagens bem únicos e golpes especiais muito bem animados em tela. A trilha sonora é incrível, com um heavy metal bem da hora e efeitos sonoros explosivos que tornam a experiência bem única. O jogo é bem frenético, com lutas rápidas e muitas possibilidades. Todos os personagens têm poderes fáceis de executar, especiais incríveis, pulo duplo, defesa aérea, corrida aérea e todos os movimentos para deixar o combate bem dinâmico. Uma falha do jogo é o Instant Kill, não pela proposta, mas não há nenhum requisito para soltar o especial e o resultado da luta pode mudar do nada com ele.

    Nota pessoal: ★★★★★

    @andre_andricopoulos, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @volstag, @manoelnsn, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @fredson, @hyuga, @wcleyton, @bobramber, @carlosneto, @thiagobrugnolo, @rensan, @eduardo_wrzecionek, @christciamn, @warconnor, @dobkeratops_king [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Guilty Gear

    Platform: Playstation
    707 Players
    13 Check-ins

    48
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      thiagobrugnolo · 3 days ago · 2 pontos

      Guilty Gear é muito massa e com um visual belíssimo.

      1 reply
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      armkng · 3 days ago · 2 pontos

      esse é um game que nunca aprendi a jogar e acabei largando ele sempre...jogava mais por jogar e achava quebrado ahuehueaheuehuaehu
      hj é uma enorme franquia da AKSYS e tem um visual lindo até hj

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 3 days ago · 2 pontos

      Curtia bastante jogá-lo...💪

      1 reply
  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-25 17:17:48 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>AS PRIMEIRAS 10 HORAS.</strong></p><p>De
    Terranigma

    Platform: SNES
    521 Players
    59 Check-ins

    AS PRIMEIRAS 10 HORAS.

    Depois de fechar Beyond Oasis no Mega Drive, bateu a vontade de continuar um jogo com a mesma pegada e estilo. Terranigma é outra gema escondida do SNES, que nunca foi lançado oficialmente nas Américas, apenas na Europa e Japão, o que por si só já torna o título da enigmática Quintet/Enix extremamente obscuro por esses bandas.

    Eu já tinha visto vários reviews sem spoilers e me convenci que era algo que eu precisava conferir. Excelente pixel arte, enredo intrigante, mecânicas de jogabilidade interessantes e um exemplo de como extrair ao máximo do hardware do Super Nintendo no final de sua vida (1996). Assim como aconteceu com o Beyond, eu demorei muito até criar a coragem necessária para desbravar o Terranigma, pois o excesso de puzzles era o ponto mais negativo das análises  nas primeiras horas.

    (Essa introdução lembra Chrono Trigger).

    A premissa principal é restaurar a vida e o bioma do planeta Terra, controlando o atrapalhado e jovem Ark, onde sua comunidade vive dentro do próprio planeta (sim, você não leu errado, por algum motivo ainda não revelado, uma pequeníssima fração da humanidade foi colocada no interior). O protagonista entra em uma sala proibida de sua aldeia e acaba descobrindo parte da verdade através do ancião da vila, onde o mesmo, conta para Ark que agora ele terá que encarar as consequências e isso significa ir para a superfície inóspita e restaurar o mundo usando os "aliados da natureza".

    Até o momento, a lore ainda é um mistério. Não se sabe exatamente o que destruiu a Terra e como esse povo foi parar no núcleo do planeta.  Como jogo explorando tudo o que me parece suspeito, presumo que estou bem no início. No próximo check-in irei explicar como funciona o sistema de evolução, que na verdade é bem simplificado.

    (Após subir a superfície, a primeira área é na Amazônia. Um parasita sugou a energia vital da árvore anciã Ra, ocasionando a morte de toda a vegetação do mundo).


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      the_muriel · 10 days ago · 1 ponto

      Eu to jogando Soul Blazer, não vejo a hora chegar nesse ai e ver como as coisas mudaram para esse, no soul vc tem o mesmo esquema de liberar o mundo e uma criatura do caos

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      santz · 10 days ago · 1 ponto

      1995 na verdade. Mas esse jogo é top demais. Legal que já começa logo no Brasil quando vem pra Terra XD

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      mastershadow · 10 days ago · 1 ponto

      Esse ta na lista,parece bem diferentao mesmo!

  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-23 22:10:05 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>PROBLEMA SOLUCIONADO E MAIS ALGUMAS COIS
    Heart of Darkness

    Platform: Playstation
    467 Players
    12 Check-ins

    PROBLEMA SOLUCIONADO E MAIS ALGUMAS COISAS!

    Alguns dias atrás postei sobre o problema que meu PS1 slim apresentou. Ele não estava arrancando o disco dois do Heart of Darkness. Eu sabia que o problema não era relacionado ao disco por onta da mídia ser original, então, 0% possibilidade. Estranhei totalmente o fato que mesmo com a tampa aberta, o disco rodava (e como sabem, existe um mecanismo que detecta quando a tampa está aberta impedindo do disco rodar. Gostaria de agradecer o @mastershadow que acertou na mosca o defeito e o @jcelove que também deduziu que fosse algo relacionado a trava do mecânica do aparelho! Era realmente o bendito sensor que estava danificado, fazendo com que o console pensasse que a tampa estivesse o tempo todo fechada, impossibilitando o arranque do disco 2.

    Outra notícia boa foi a chegada do meu leitor novo para o PS1 FAT que comprei no Shopee. Graças a dios ele veio calibrado, então foi só abrir tirar e recolocar os flats e partir pro abraço, ficou lendo tudo perfeitamente.

    (Levei em uma assistência técnica especializada em retrô aqui em Fortaleza, o técnico me enviou a foto do botão do sensor sendo reposto por um novo e sanando o problema).

    (Leitor novo do PS1 FAT, demorou 1 mês pra chegar, mas veio tudo ok)

    (Aproveitei e enviei meu GBA  que estava há 11 anos paradas por falta de película polarizadora para consertar a tela e meu N64 que precisava fazer um full recap, visto que estava congelando com qualquer cartucho. Tudo consertado!)

    (Eu mesmo fiz a substituição de ótica do FAT, bem simples, pois a mesma veio bem alinhada).

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      jcelove · 13 days ago · 2 pontos

      Po Show, que bom que tirou a duvida e deu um up no PS1.
      O meu ta num estado lastimável, pena que não tenho lja de confiança aqui pra mandar U_U

      7 replies
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      fonsaca · 13 days ago · 2 pontos

      Olha aí! Arrumando as paradas tbm como disse! Hehehe!

      4 replies
  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-19 21:48:27 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p>#img#[771112]</p><p><strong>Finalizado!</strong>
    Beyond Oasis

    Platform: Genesis
    381 Players
    21 Check-ins

    Finalizado!


     Beyond Oasis é o típico de jogo que você espera muito pouco, mas se surpreende bastante com o que ver. Inicialmente, eu só tomei conhecimento desse título, quando comprei meu Mega Drive 2017 e um amigo próximo falou:

    - "Se você gosta de JRPG, vai adorar esse."

    Como qualquer dica de jogo, eu nunca confiro imediatamente após receber a referência. Depois de 3 anos pesquisando alguns clássicos do nosso saudoso Megão, lá estava de novo Beyond Oasis performando o top 10 das principais listas de preferência da galera em relação a biblioteca do Mega Drive.

    Depois de tantas referências, resolvi e criei coragem e sem criar muitas expectativas, me surpreendi com a criatividade e interação com os elementos dos cenários. Por se tratar de um Action RPG, a pegada de comandos e o sistema de combate é bem diferente do convencional, existem inputs que geram combinações de ataques e as invocações elementais são vitais para o avanço da jornada. Se essas mecânicas não são dominadas pelo jogador já no inicio, certamente o perrengue será certo.

    (As invocações são cruciais)

    Felizmente, não sou "retardado/fanático" por apenas JRPGs de turnos, o que por si só já é uma vantagem. Se já experimentou esse subgênero, apenas é necessário aprender conceitos básicos de RPG de ação e usar as mecânicas que o jogo te oferece, principalmente:

    Combate simples e gerenciamento da barra de magia do príncipe Ali (protagonista da aventura).

    Os puzzles são de dificuldade mediana, caso o jogador preste atenção nas interações do cenário e a invocação ideal para o ambiente. Ao contrário disso, as dungeons vão se tornar um inferno, chegando ser frustrante (o que felizmente não aconteceu comigo).

    (Dungeons se tornam desafiadores, se o jogador for descuidado com os detalhes nos cenários).


    Uma sacada genial por parte do time de desenvolvimento, foi usar a fada elemental de água para conter o fogo e abrir passagem, porém, para que o jogador consiga invocar, é necessário ter água por perto, nesse cenário em específico, tinha apenas uma goteira bem escondida, justamente para fazer o jogador prestar atenção no ambiente e usar ao seu favor. Isso dentre outros exemplos que também precisa ficar bem atento, como invocar o Efreet (elemental de fogo) usando uma tocha ou fogueira por perto.

    Em resumo geral, achei a experiência incrível e louvável (apesar do enredo ser extremamente simples). É um clássico e sem dúvidas nenhuma, IMPERDÍVEL! E a trilha sonora de Yuzo Koshiro, dispensa qualquer comentário.

    MASTERPIECE 10/10

    (sprites maravilhosos!!!!)

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      jcelove · 17 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Nunca terminei ele.hehe Dei rage depois de um boss que vc enfrenta em plataformas, as partes de pulo são muito ruins XD

      4 replies
  • 2021-02-17 18:43:20 -0200 Thumb picture
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    Significado dos Logos de Final Fantasy

    Medium 3852615 featured image

    Trabalhei como designer de logo por cerca de 3 anos. Não fui o designer por si só, eu cuidava da parte comercial e estratégica, mas isso me permitiu ver além da estética dos logotipos e entender seus significados.

    Conversando sobre RPG com um amigo - algo que faço durante um terço do meu dia - ele mencionou nunca ter entendido o significado de alguns logos de Final Fantasy. Em sua dúvida, vi uma oportunidade. Porque embora alguns sejam óbvios (para quem jogou), outros não.

    Para fingir que sou um bom amigo, decidi escrever essa matéria para falar sobre os significados dos logos de Final Fantasy. Existem muitos spin-offs, então vou me reservar apenas aos principais da série e algumas sequências.

    Aviso: Galera, infelizmente acho que o servidor do Alvanista não consegue hospedar todas as imagens (confesso que abusei), portanto a partir do Final Fantasy X, só temos o link para os logos.

    Ilustrador dos Logos

    O ilustrador dos logos da franquia é Yoshitaka Amano. Ele ilustrou quase todos, salvo com exceções dos que são ruins e ele possui um processo bastante peculiar e interpretativo. Enquanto o jogo ainda está em desenvolvimento, Amano recebe um punhado de informações sobre ele, como um resumo da trama, e deve ilustrar algo a partir do que ele absorve da leitura. Isto resulta em um logo muitas vezes conceitual, mas que caracteriza a essência do jogo - ou descreve o final dele, em alguns casos. Curiosidade técnica: a fonte utilizada em todos os títulos é a Runic MT Condensed.

    Final Fantasy I

    O primeiro Final Fantasy não teve aquela versão familiar aos fãs inicialmente. O primeiro logo era todo escrito em katakana com um azul brilhante e translucente, semelhante aos cristais do jogo. O encarte do jogo era apresentado junto de uma artwork feito por Amano que trazia um personagem até então desconhecido. Para o lançamento americano, o logo usou o alfabeto latino clássico, e Final Fantasy veio escrito em vermelho. Quando o jogo foi relançado em 2000 para WonderSwan Color (caraca, você lembra desse portátil?), o logo assumiu a identidade padrão da franquia com um elemento central e a fonte Runic.

    O logo mostra um dos quatro Warriors of Light, heróis do primeiro jogo, e é o mesmo personagem do artwork de Amano. Especificamente, esse Warrior of Light representava a classe Warrior, mas transformou-se num personagem próprio. Desde então, o Warrior of Light, ou WoL para os íntimos, é a personificação de Final Fantasy I, fazendo aparições em diversas outras mídias e crossovers como um galante e justiceiro cavaleiro.

    Para o lançamento comemorando 20 anos do jogo, o WoL (eu sou íntimo com ele) alterou sua posição no logo, olhando diretamente para nós enquanto segura sua espada mostrando que sabe e não tem medo de utilizá-la. Depois, lançaram outra versão onde o WoL abandonou totalmente a foto perfil de modelo da Dior e para assumir uma posição frontal.

    Final Fantasy II

    Por ser um jogo antigo, ele também teve variações no logo. A primeira versão tinha um estilo próprio estilizado e escrita em inglês. O logo apresentava características dracônicas, evidentes na letra F, que parecia ser um olho. A box art japonesa trazia outra arte de Amano. Dessa vez, era Firion, o protagonista do segundo game. Em suas mãos, uma espada que lembra a Blood Sword. Quando teve seu relançamento também para o WonderSwan Color, o logo recebeu sua primeira revisão. Ele inovou ao trazer um vilão, O Imperador de Palamecia.

    Para comemorar seus 20 anos de lançamento, criaram outra versão do logo, que mostrava o Imperador mais vilanesco e com cara de quem está pronto para te fazer gastar Phoenix Down. Amano criou uma versão alternativa do Imperador, onde ele está sentado por toda a extensão da tipografia.

    Final Fantasy III

    Em time que está ganhando não se mexe. Square manteve o mesmo design do primeiro logo com pontas afiadas de FFII, alterando a cor para o dourado. O jogo era acompanhado de outra peça de artwork de Amano, representando outro Warrior of Light. Depois do seu relançamento em 2006, adivinha o que aconteceu? Exato, o artwork foi incorporado no logo. Porém, as coisas ficaram um pouco confusas.

    Embora os personagens do Final Fantasy III de NES não tivessem nomes, eles foram nomeados no relançamento para Nintendo DS. O suposto protagonista Luneth teve sua aparência moldada à imagem do Warrior of Light do logo. Porém, isso não significa que seja ele no título. Afinal, em crossovers, o personagem que representa Final Fantasy III é o Onion Knight, a classe inicial dos órfãos na versão de NES e uma classe secreta na de DS.

    Final Fantasy IV

    Foi o primogênito dos logos que hoje conhecemos e amamos. A tipografia usava a fonte icônica da série e um elemento-chave da trama acompanhava o título. Em FFIV, o personagem era Kain Highwind e embora não seja o protagonista, Kain é responsável por uma parte da carga dramática da história, por isso o dragoon mereceu seu lugar no sol.

    Após o relançamento para DS, o logo ganhou uma segunda versão. A tipografia se manteve a mesma, mas Kain foi substituído pela soberania de Golbez, um dos principais e mais conhecidos antagonistas da série. Embora o logo com o vilão não tenha sido criado por Amano, o designer que o criou se inspirou na arte do ilustrador, adicionando uma matiz vermelha à arte.

    Final Fantasy IV: The After Years

    A continuação direta de Final Fantasy IV, (temos o Interlude, mas como é considerado um bônus ele não passou da triagem), traz um logo mostrando um elemento recorrente do jogo: luas. Uma das luas você já conheceu no jogo anterior, a segunda, que surge nesse jogo, é o principal mistério da trama.

    Além de serem cruciais para a história do jogo, as fases da lua alteram a mecânica do jogo. Dependendo de qual fase ela estiver, seu dano físico aumenta e o dano mágico diminui, e vice-versa. Com tanta relevância lunar, podemos entender porque os asteroides foram destacados.

    Final Fantasy V

    No logo de FFV temos um dragão, mais especificamente, o wind drake. A criatura é recorrente no decorrer da aventura. No início do jogo, vemos Lenna sobrevoando em um quando sente problemas com o cristal do vento e Krile também possui um como pet. Pelo jeito wind drakes gostam de princesas. Dentro da mecânica do game, ele serve como a movimentação aérea pelo mapa do mundo. É um logo bem simples e direto representando o que há de melhor na franquia: dragões.

    Final Fantasy VI

    Para explicar esse, um aviso antes: alerta de spoiler. Se eu disser que vemos a Terra montada em um Magitek, eu estaria correto. Mas isso é óbvio, certo? Você quer o significado e a representação dele, e esse vem acompanhado de spoilers.

    No universo de FFVI, Espers se refugiaram em seu próprio mundo e como eles eram os principais condutores da magia, a magia desapareceu. Sem apoio do misticismo, as pessoas começaram a aprimorar a tecnologia e ela cresceu muito, principalmente no Império. Mas como a ganância vilanesca é sem limite, na busca de mais poder, o Império tentou extrair magia de Espers remanescentes para seu uso próprio. Na busca pelo mundo das invocações, o Império encontra Terra, uma garota que possui magia inata. Ela é capturada e passa a ser manipulada por um dispositivo de controle mental.

    Como dito, é Terra no logo montada em um Magitek, que é uma tecnologia alimentada pela energia extraída dos Espers. Terra tem habilidade natural de conjurar magia pois ela é uma meia-Esper, ou seja, o logo apresenta Terra sob controle mental andando em uma tecnologia abastecida pelos seus falecidos familiares. Bizarro.

    Final Fantasy VII

    Um dos mais - se não o mais - famoso Final Fantasy. Se você jogou, você sabe do que trata o logo. Se você não jogou, pare de ler esse artigo e vá jogar. Ok, jogaste? Então vamos lá. O logo representa Meteor, a magia que Sephiroth invoca com a Black Materia para tentar machucar o planeta e usar esse tempo de recuperação para absorver o Lifestream, se tornar um deus e assumir de vez sua neura de "Eu e mamãe somos os verdadeiros donos do mundo!"

    Próximo à cauda do meteoro, vemos uma pequena esfera verde, que muito provavelmente deve representar as matérias, elementos cruciais não só na mecânica do jogo como também na estória. O logo em Final Fantasy VII Remake se manteve o mesmo, apenas modificando sua estilização para uma perspectiva 3D e um verde mais escuro.

    Final Fantasy VIII

    Bem romântico e parece quentinho, né? Embora outros jogos da franquia tivessem sua dose de romance, foi em FFVIII que a galera perdeu a mão e derrubou o copo inteiro na fórmula. A história de amor entre Squall e Rinoa é muitas vezes o gatilho (aperte R1 para ativar) que o protagonista precisa para prosseguir sua jornada e dar continuidade à trama.

    Amano não teve seu processo rotineiro na criação desse logo, pois o próprio time solicitou que ele ilustrasse essa cena específica, acreditando que seria um dos momentos marcantes do jogo e um desenvolvimento importante para Squall, que habilmente tinha recusado inúmeros abraços e investidas de Rinoa. Ponto para o time feminino!

    Final Fantasy IX

    Confesso que esse foi um dos que não entendi nada. Eu era muito novo quando joguei FFIX pela primeira vez e devo não ter me atentado aos minuciosos detalhes sobre a formação do mundo. Para o meu azar, já que é exatamente isso que o logo representa.

    O cristal dourado foi escolhido, pois no jogo é do cristal que toda vida se origina e toda vida retorna ao acabar. Mais precisamente, nossas almas, como uma reciclagem de KitKats, só que com pessoas. O cristal foi um um dos resgate emocionais que a Square fez com o nono jogo da série. No marketing da época, FFIX era anunciado com o slogan "The Crystal Comes Back". Outro resgate importante foi ao universo de alta fantasia, que explora o fantástico sem dar muito espaço à ficção científica ou aparatos altamente tecnológicos.

    Final Fantasy X

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Já aconteceu de você estar despreocupadamente cuidando da sua vida e ser alvejado por algum objeto voador ou outra forma material que te agrida levemente? Acontecia muito na época da escola com bolinhas de papéis e trajetórias tortas.

    Por mais que tenha sido sem querer, você fica um pouco emburrado, né? Agora imagina se isso acontece, mas você morre. Você ficaria MUITO emburrado, a ponto de não aceitar seu destino. É isso que acontece em FFX quando inocentes espectadores são mortos pelo Sin. A alma se recusa a ir ao Farplane (uma espécie de limbo) e uma summoner precisa fazer o Sending, uma cerimônia que guia os espíritos dos mortos através de um ritual de dança.

    O logo representa Yuna fazendo o Sending em Kilika Port, depois que o vilarejo é atacado e devastado por Sin, a cria malvada do jogo. Eu também ficaria puto se eu morresse enquanto tentava pescar um tucunaré.

    Final Fantasy X-2

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)Vou tentar ser breve para não ser apedrejado, já que esse jogo é detestado por vários. O logo representa as três Sphere Hunters que controlamos durante a busca por mais esferas, Yuna, Rikku e Paine. Sem muitos segredos, certo?

    Final Fantasy XI

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)O primeiro MMORPG da franquia e que recebe atualizações há quase 20 anos deve estar fazendo algo muito certo. Seu logo é representado por uma multidão, e existem duas especulações sobre seu significado. A primeira, e mais óbvia, a multidão no logo simboliza a quantidade massiva de jogadores, cada um em um job. A segunda especulação diz que o logo faz menção à Crystal War, um evento que antecede a trama original do jogo (temos uma expansão que viajamos até o passado!) e os guerreiros altivos são membros das Forças Aliadas de Altana.

    O jogo teve cinco expansões e seis add-on scenarios, cada um representado por um subtítulo. Vários logos diferentes foram criados para cada atualização, mas limitando sua diversificação apenas à tipografia.

    Final Fantasy XII

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)Final Fantasy XII nos leva para Ivalice, o mundo da série Tactics. Final Fantasy Tactics Advance teve a inclusão dos juízes e esses malditos agentes da lei (trauma por ter sido preso inúmeras vezes) são elementos essenciais na trama de Vaan e companhia. Eles pregam as leis do Ministro da Lei do Império Archadian e são os comandantes do exército militar.

    No logo do jogo, podemos ver o juiz Gabranth em sua imponência vertical, o primeiro da série nesse eixo. Gabranth não é o principal antagonista da trama, suas ações geraram repercussões que definiram a história de Dalmasca e a do império. Em uma trama digna de Ivalice, com traições, envolvimento e motivações políticas e uma moral cinzenta bem borrada, se Gabranth não tinha um camarote Vip no espetáculo, era ele quem estava dando o show.

    Não vou incluir o Revenant Wings porque diferente de After Years e FFX-2, o jogo não é considerado uma sequência pelos desenvolvedores, mas um spin-off. Mas se você está curioso sobre o logo, ele representa o Galbana, o navio que Vaan e Penelo usam para piratear o céu.

    Final Fantasy XIII

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)A primeira vez que vi esse logo, eu não entendi nada. Como também na segunda, terceira e décima. Só depois de ter terminado o jogo que eu comecei a ter um pouco mais de clareza, porque o logo é nada mais do que um spoiler do final. Então se você tem spoilerfobia, não leia o parágrafo a seguir.

    Grande parte do logo representa Cocoon, o continente voador de Gran Pulse. Acima dele, podemos ver duas figuras femininas, representações de Fang e Vanille. Um pouco abaixo à direita, um dragão de ponta cabeça abraçando Cocoon (lembre-se, spoilers) e na parte debaixo, o pilar de cristal no formato do pingente da Serah.

    O que significa essa mistura do Brasil com Egito? No fim do jogo, depois de você ter matado o suposto deus que sustenta Cocoon, a bolota voadora começa a cair em direção à Gran Pulse e caso isso aconteça, vai dar merda e milhões de vidas se tornariam mortas. Antes da desgraça, Fang e Vanille se transformam em Ragnarok, um deus dragão que, até então, deveria ser a causa do fim do mundo. Como o poder da amizade mudou a motivação delas, elas resolvem salvar todos, se enlaçando em Cocoon, cristalizando e formando um pilar que o impede de colidir com Gran Pulse.

    Final Fantasy XIII-2

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)A continuação direta do jogo nos introduz aos protagonistas Serah e Noel, mas como de praxe, o logo nos dá outros personagens da história. Temos Caius e Lightning, a protagonista do primeiro FFXIII. Eternos rivais, Caius aparece constantemente enquanto viajamos por diferentes linhas temporais e Lightning fica protegendo sua deusa enquanto sua irmã mais nova faz todo o trabalho duro remendando o tempo.

    Um destaque nesse logo são as colorações dos personagens. Lightning é rosa por conta da cor de seu cabelo e de sua irmã, características proeminentes das personagens. Caius foi colorizado de roxo também por conta do seu cabelo, alguns detalhes da sua armadura e sua transformação, o Chaos Bahamut, que é um fenomenal dragão violeta. Esse logo foi o primeiro logo a ter tanto uma protagonista (coadjuvante, cof cof) e um antagonista.

    Lightning Returns: Final Fantasy XIII

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    A ovelha negra dos logos. Lightning Returns foi o primeiro que não usou uma arte de Amano e fugiu da boa e velha tipografia. Tem um ícone que lembra um cristal fragmentado como um raio, uma alusão à heroína Lightning. Dentro do jogo, o emblema é o emblema da savior.

    O produtor explicou que o logo de Lightning Returns foi reformulado porque a equipe queria refletir a diferença do estilo do jogo em relação aos anteriores. O jogo mudou muito, principalmente a jogabilidade. Ao invés de uma party, controlamos apenas Lightning em uma batalha com um mix entre turno, ação e mudança de equipamentos. Para quem esperava uma jogabilidade tradicional por turnos, talvez tenha sido um choque, como foi para mim. Mas vale a pena encarar o jogo para concluir a saga de Lightning e o arco de FFXIII.

    Final Fantasy XIV

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)Depois do sucesso de Final Fantasy XI, Square resolveu apostar novamente na modalidade de MMORPG e lançou seu segundo Final Fantasy online. O logo apresenta um grupo de guerreiros, cada um com sua coloração e arma distinta, representando a grande variedade de classes e jobs do jogo.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Porém, se você não ficou sabendo, o jogo caiu em desgraça por conta de inúmeros problemas. Com a mudança de diretor, o novo sugeriu queimar virtualmente o jogo e reestruturá-lo por inteiro para um relançamento. A segunda versão lançada trouxe o mesmo logo, mas com o subtítulo A Realm Reborn. A letra O de Reborn fazia menção ao meteoro (Dalamud para os entendidos) que explodiu o antigo jogo e ascendeu o MMO ao sucesso de hoje. Como diz meu avô: há males que vêm para o bem.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    O jogo teve três expansões até hoje e a quarta foi anunciada, cada uma com seu próprio logo. Heavensward mostra um dragão, pois a expansão foca na Dragonsong War, uma guerra entre dragões e a população de Ishgard. No canto esquerdo há um dragoon, o job de destaque de Heavensward e dos militares do reino nevado.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Stormblood tem como trama central a liberação de Ala-Mhigo, uma das cidades-estados que foi conquistada pelo Império Garlean. Seu logo destaca personagens importantes e essenciais para o desenvolvimento da expansão que ajudam na liberdade da cidade, como Lyse e Raubahn. O protagonista aparece como um Monk, um dos jobs de destaques da expansão, junto de Samurai.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Shadowbringers, considerado a melhor expansão do jogo por muitos e até mesmo o melhor Final Fantasy, mostra um imponente Dark Knight acima do título. O jogo expandiu a história para outros mundos e mostrou que o Warrior of Light teria que assumir o manto da escuridão caso quisesse enfrentar os inimigos nascidos da luz. Para isso, ele precisaria se tornar o Warrior of Darkness. Embora não seja necessário utilizar o job Dark Knight para avançar, ele foi o destaque dessa majestosa e bem esclarecida (até você trazer a noite de volta) expansão.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Por fim, Endwalker, a quarta expansão foi anunciada e pelas informações fornecidas em seu anúncio, posso afirmar precisamente que a lua é o elemento chave do logo. Ao seu lado, parece uma nave, o provável meio de transporte que vai nos levar até o asteroide. A expansão prometeu encerrar a história que começou na versão 2.0, A Realm Reborn, mas garante que não é a última de FFXIV. Ainda bem, porque eu já estava entrando em crise depois de ter investido milhares de horas e dinheiros nesse jogo sugador de força vital.

    Final Fantasy XV

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)De longe, um dos que eu menos gosto. Mas como devemos manter o profissionalismo no trabalho, preciso falar sobre. O logo mostra a Oracle, uma curandeira que mantém o equilíbrio de Eos, o mundo de FFXV. Ela parece estar tirando uma soneca deliciosa. Conforme progredimos no jogo, descobrimos que a Oracle atual é Luna, princesa de Tenebrae e noiva de Noctis, nosso protagonista taciturno.

    Porém, poderia ser apenas uma representação da Oracle e não exatamente Luna, certo? Até o fim do jogo, essa suposição estaria correta. Porém, após finalizar o game, o logo é atualizado e adiciona um novo personagem no título, Noctis. O herdeiro de Lucis está sentado regiamente enquanto Luna dorme apoiada no trono. O principal desenvolvedor disse que essa mudança no logo simboliza a Fantasia Final de Noctis.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Final Fantasy XVI

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)Por fim, um dos jogos mais esperados pelos amantes da franquia, jRPG, RPGs em geral e Devil May Cry. Final Fantasy XVI foi anunciado ano passado. O jogo promete reforçar o Fantasy do título, retornando ao gênero da alta fantasia e fugindo de ficção científica ou elementos tecnológicos. Yoshi-P, diretor de FFXIV, é o produtor do décimo-sexto jogo e podemos ver suas influências logo no primeiro trailer do jogo.

    No mundo de Valisthea existem as summons, chamadas de Eikons (o Império de FFXIV também as chamam assim, veja só Yoshi-P botando seu dedinho nas denominações). Eikons residem dentro de Dominants, uma pessoa, que podem invocar o poder dessas criaturas à bel-prazer. Existe apenas um Eikon de cada elemento e Joshua, irmão do protagonista Clive, é o Dominant da Phoenix, um de fogo. Porém, quando Ifrit surge, outro Eikon de fogo, o monstro perturba a frágil paz entre reinos e a trama começa a se desenvolver.

    Quanto ao logo, ele mostra os dois eikons de fogo, Phoenix e Ifrit, se encarando numa disputa de quem pisca antes. Como eles foram a faísca que acendeu o destino do nosso protagonista, faz sentido eles ilustrarem a capa do jogo. Encerro o artigo com uma súplica: por favor, Square, não faça um jogo solo e inclua membros da party. O trailer me assustou, mas eu sei que foi só para reduzir a régua da expectativa e me surpreender no próximo. Beijos de luz.

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      jcelove · 3 months ago · 3 pontos

      Muito nostalgico rever os logos. Uma coisa bacana do ff4 é ver o kain fazendo um 4 com as pernas.hehe
      Qto as imagens, tem um limite de 10 por post mesmo.

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      kess · about 2 months ago · 3 pontos

      Excelente trabalho. E apesar de alguns serem fáceis de saber o motivo dos logos (a grande maioria basta jogar), eu não concordo com todas as escolhas feitas. Tipo o do VII, que não é ruim, e na realidade, até icônico, mas talvez focado em algum personagem, como praticamente todos os anteriores, pudesse ser ainda melhor.

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      manoelnsn · 3 months ago · 2 pontos

      Artigo interessante, pena que o Alva só aceite 10 imagens por post, daí a formatação ficou estranha...

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  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-09 10:20:56 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>&nbsp;Com uma dúvida aqui e um mistério
    Heart of Darkness

    Platform: Playstation
    467 Players
    12 Check-ins

     Com uma dúvida aqui e um mistério ao mesmo tempo...

    Comprei recentemente um heart of darkness original pro ps1. Esse jogo ele possui dois discos, em uma a determinada parte do jogo, ele pede para você trocar o disco 1 e colocar o 2.

    O problema é que quando faço isso, o disco 2 não arranca. Eu já averiguei que o problema não é o disco 2, pois quando coloco ele pra rodar no console, ele ler normalmente, se colocado primeiro, porém, como o save está ainda em cenários do disco 1, ele pede pra vc colocar o disco um. Se eu tento fazer isso, acontece a mesma coisa com o disco 1.

    Uma coisa estranha, é que eu percebi que ele até tenta ler, mas para com 2 segundos depois (quando o jogo pede pra trocar). Outra coisa que achei estranho nesse ps1slim é que ele roda os jogos com a tampa aberta (será que pode ser algo relacionado a isso)?

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      jcelove · 27 days ago · 3 pontos

      Rapaz, ta parecendo problema de leitura, ja que ACHO que a area lida iniciando o disco é diferente da area lida no save e como provavelmente ja deve começar num cg talvez force mais.
      Ai pode ser q o leitor nao esteja pegando esse ponto ou o disco tenha algum problema.
      O meu do parasite eve tica a cg de abertura perfeito e quando a Aya entra no buraco teatro trava.

      O ps1 slim nao le de tampa aberta nao, tem uma travinha pra impedir isso, pode ta travada ai.

      O ideal seria testar em outro console . tem ps2 ai pra tirar a duvida?

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      mastershadow · 27 days ago · 3 pontos

      O problema é o sensor de disco amigo.Se esta rodando com a tampa aberta, é isso.Ele precisa parar de ler disco 1 e começar a nova leitura do disco 2, se esta lendo com a tampa aberta, o sistema nao entende a troca.Arruma esse sensor.

      2 replies
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      speedhunter · 27 days ago · 2 pontos

      Fiz o teste, no PS2 funcionou. Então creio que seja o bendito sensor. Mais um pra assistência :x

  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-07 01:45:19 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p>Uma breve observação.</p><p>Eu já tinha falado s
    Crisis Beat

    Platform: Playstation
    381 Players
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    Uma breve observação.

    Eu já tinha falado sobre esse jogo há muito tempo atrás. Ele foi muito importante na minha trajetória, pois joguei muito na locadora e na época achava algo awesome. Claro que vamos amadurecendo e percebendo que muitos jogos antigos que tínhamos boas lembranças, podem não ser tão bons assim olhando pelo lado mais crítico.

    Pela primeira vez, resolvi coloca-lo no meu Psclassic e usar o excelente filtro HD que deixam jogos tridimensionais lindíssimos e esse em específico ficou muito bonito. Interessante que a emulação permite algumas maravilhas que às vezes não damos o "braço a torcer" ou demoramos para aceita-las. 

    Outro ponto interessante: a versão Européia roda em 50hz nativamente, ficando com a taxa de FPS um pouco abaixo da versão JAP que vai até 60hz pelo padrão de frequência das TVs CRTs da época. O Psclassic permite que você rode jogos padrão PAL (europeu) em NTSC que possui a melhor taxa de Hz.

    A experiência foi bem mais agradável do que no PS1 original ou no próprio PSP! Mesmo sendo um beat'n'up curtinho, ainda é um dos poucos que se salvam no PS1, que é bem carente desse gênero.

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      jcelove · 29 days ago · 2 pontos

      Dos beatem ups 3d do ps1 ele é o que mais se segura bem ainda hoje, quase o dinamite deka do console, mas se levando um pouco mais a serio.hehe

      1 reply
  • raiden Raiden
    2021-04-06 15:12:27 -0300 Thumb picture
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    Sony sendo Sony....

    Eu já tive um PS vita por muitos anos, vendi pro @juniorcomix porque sei que vai cuidar bem, mas é uma pena. Tinha a faca e o queijo na mão pois o portátil é poderosíssimo e muito bom. 

    FONTE

    Soul Sacrifice

    Platform: Playstation Vita
    710 Players
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      juniorcomix · 30 days ago · 2 pontos

      Triste o potencial perdido

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      santosmurilo · 30 days ago · 2 pontos

      Comprei um Vita em 2014 e me diverti demais! Revendo logo q a Sony começou a deixar o console de lado. Faltou vontade da Sony. Aliás, p@u no cool da Sony!

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      danilodlaker · 30 days ago · 2 pontos

      nada de novo sobre o sol

  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-04 20:29:05 -0300 Thumb picture
    speedhunter checked-in to:
    Post by speedhunter: <p><strong>Finalizado com o Scott (E pela segunda v
    Scott Pilgrim vs. The World: The Game

    Platform: Playstation 3
    2408 Players
    101 Check-ins

    Finalizado com o Scott (E pela segunda vez meu PS3 deu pau...)


    Muito fiel a obra original e um show de pixel art, Scott Pilgrim Vs. The World é além de tudo isso um ótimo Beat'n'up com uma discreta pegada  de elementos de RPG. É divertidíssimo ver o universo do do Scott tão bem representado em um jogo. Fico feliz por ter recebido um remaster para o PS4 (eu joguei a versão pirateada do PS3 kkkk). Possuí uma dificuldade um tanto quanto injusta no começo, que foi feita propositalmente pelos devs para incentivar o grinding de fases anteriores. Com um pouquinho de paciência, vc desce o cacete sem pena nos Ex Evils boyfriends da Ramona Flowers e zera sem grandes problemas com os devidos upgrades.

    A notícia triste é que mais uma vez, depois de dois anos, meu PS3 Super Slim morreu enquanto eu descansava assistindo YouTube nele. Curiosamente, a primeira vez que deu defeito, eu também estava assistindo YT. Eu queria ver o final com a Ramona, mas pelo visto vou ter que esperar a analise técnica e mais uma facada de leve no valor do conserto.  :(

    (A campanha é curtinha, mas o grinding infelizmente é necessário, ainda que na dificuldade mais baixa).


     

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  • speedhunter Renan Loiola
    2021-04-04 18:35:57 -0300 Thumb picture
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    Post by speedhunter: <p><strong>Zerado na raça (pela primeira vez).</str
    Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories

    Platform: Playstation
    8050 Players
    85 Check-ins

    Zerado na raça (pela primeira vez).

    Quase todas as pessoas que viveram no auge do PS1, teve algum contato ou jogou YGO FMR. É bem divertido e até mesmo viciante. Infelizmente o excesso de grinding para conseguir cartas boas torna uma campanha curta, em longas horas de farming, que dependendo da sua sorte, pode se tornar entediante.

    Para facilitar o processo, criei o meta padrão desse jogo que é o Thunder Dragon deck. A demora maior foi dropar o Meteor B. Dragon com o drop baixíssimo de 0.98% (essencial para enfrentar Heishin e Darknite no final).

    (Mundo salvo pelo Atemos, agora temos um Egito governado por alguém justo e sem a influência dos magos de Heishin).

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      gigahertz · about 1 month ago · 2 pontos

      Joguei demais esse, bons tempos do PS1!

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Tai um que não sei pra que lado vai. Nunca entendi card games.hehe

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      fonsaca · about 1 month ago · 2 pontos

      Muito bom e muito viciante mesmo! Ah, o grinding é bem infeliz mesmo, hahahaha!

      2 replies
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