sergiosamsa

GAYmer, confeiteiro, Profº Dr. de Literatura e com mania de organização.

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  • 2021-04-08 11:18:14 -0300 Thumb picture

    Ora, vejam só...

    Reportagem curiosa, não apenas pela questão racial, mas também em relação à diferença de poder aquisitivo de quem consome games em celular, em PC e em consoles, e por fazer a gente pensar sobre aquela questão clássica: jogador de celular, é gamer? A forma como alguns jogos atuais para smartphone estão sendo desenvolvidos nos permitem considerar o jogador de mobile um gamer? Ou sempre foi?

    E olhem esse comentário!!! É tanto problema nele, de racismo, a associação de gamer ser uma pessoa sem educação, que não estuda, ou um desocupado...nem sei por onde começar...

    A reportagem completa vocês encontram aqui: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2021/04/ne...

    ou: https://www.folhape.com.br/noticias/negros-sao-mai...

    Reprodução:

    Num domingo de março, há dois anos, no Capão Redondo, bairro periférico de São Paulo, a exceção à regra aconteceu.
    O prédio da Fábrica de Cultura se tornou um lugar onde o personagem Link, do jogo "Zelda", era uma menina negra de olhos escuros. Foi na PerifaCon, evento que se propõe a levar cultura nerd para mais perto da periferia.

    O cosplay do herói loiro de olhos claros acena para um problema no universo dos games -não são tantos os personagens negros, e os que existem nem sempre passam uma imagem boa. Em compensação, os que jogam videogame no Brasil, em sua maioria, têm a pele mais escura do que a de Link.

    Num país em que renda e cor estão intimamente interligados, mais da metade dos gamers são pretos ou pardos. São 50,3%, segundo a Pesquisa Game Brasil, a PGB 2021, espécie de censo do ecossistema gamer nacional.

    No Brasil de 2021, não dá para dizer que videogame é coisa só de rico. Quase metade dos que consomem jogos, 49,7%, são das classes C, D e E. Cerca de um terço dos que jogam videogame vem de famílias de renda de até R$ 2.090. Outro terço tem renda familiar de até R$ 4.180. Os dados são da PGB.

    Mas como explicar isso num momento em que um console novo pode custar R$ 7.000? É que a plataforma preferida dos entrevistados pela pesquisa é o celular -41,6% afirmaram preferir jogar no smartphone, enquanto só 25,8% preferem consoles.

    Segundo a pesquisa, 60,8% dos que jogam em celulares são das classes C, D e E. Dos que jogam em console, 59% são das classes A e B. Entre os que jogam no computador, 57,4% são das classes A e B –para aguentar os jogos que fazem sucesso atualmente, a máquina precisa ser potente, não adianta tentar jogar em computador capenga.

    "A galera não consegue ter acesso aos consoles justamente pelo preço. E aí as alternativas tendem a crescer. Cada vez mais os jogos mobile vão tomar a periferia. Quem tende a perder são essas marcas [de console], porque a galera até chega a consumir esses videogames, mas são os consoles mais antigos", diz Andreza Delgado, uma das criadoras da PerifaCon e do PerifaGamer, iniciativa que busca dar visibilidade à comunidade gamer nas periferias do Brasil.

    Segundo a PGB, 72% dos brasileiros têm costume de jogar games, sendo que mais da metade são mulheres. Desses, quase metade, 45,4%, afirma que só faz download de jogos gratuitos, e 44,9% dizem que só compram games de vez em quando. Só um em cada dez afirma comprar jogos frequentemente.

    Hoje vivemos um surto mundial de jogos "battle royale", que são games multiplayer de sobrevivência –no esquema "Jogos Vorazes", todos tentam derrubar um ao outro, e ganha a partida o último sobrevivente. "Fortnite" e "PUBG" são alguns dos títulos mais famosos.

    Um game que vem crescendo nos últimos tempos é o "Free Fire", que é exclusivo para dispositivos móveis. De gráficos mais simples que os de "Fortinite", costuma rodar tranquilamente em celulares intermediários.

    Cerca de 80% dos brasileiros com mais de dez anos de idade têm um celular, segundo o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia, o IBGE, em pesquisa do ano passado. Não por acaso, o "Free Fire" tomou conta das periferias brasileiras.

    O jogo lançado em dezembro de 2017 já tem campeonatos dedicados a jogadores vindos das periferias do Brasil, como a Copa das Favelas Free Fire e a Taça das Favelas Free Fire. Virou um fenômeno de cultura pop. O DJ Alok ganhou um personagem jogável e até Mano Brown já lançou música sobre o jogo, com direito a clipe do Kondzilla.

    Só que nem sempre essas pessoas se veem representadas nos games que jogam. Em "Free Fire", a maioria dos personagens é branca.

    "Tem esse problema muito grande de representatividade, mas eu acho que isso é só um reflexo da nossa sociedade", diz Andreza Delgado. "Eu sinto uma grande mudança, que vem de um esforço coletivo. Um pack novo com personagens negros geralmente vem depois de muita luta, da galera falando [na internet] sobre representatividade.

    Um dos carros-chefe do lançamento do PlayStation 5 foi "Spider-Man: Miles Morales", que traz um protagonista negro e latino. Morales tem um perfil bem distinto de outro famoso personagem negro dos games, o protagonista de "GTA: San Andreas", o CJ, um criminoso.

    "A indústria de games há muitos anos representa pessoas negras de forma sexualizada ou marginalizada", afirma a desenvolvedora Raquel Motta, do estúdio Sue The Real, especializado em jogos com temáticas afro-brasileiras.

    "Mas isso está mudando, principalmente porque o consumidor cobra. Hoje a internet tem um impacto muito grande e as pessoas têm um acesso muito mais fácil às empresas." Segundo Motta, a tendência é que uma nova geração de personagens não estereotipados passe a habitar mais os jogos. "Não tem jeito, se não veio antes vai vir agora", diz.

    "A gente tem que cobrar essa mudança ou parar de consumir esse tipo de conteúdo. Não faz sentido a gente consumir um produto que é agressivo com o negro."

    Alimentam essa tendência as crescentes pressões por diversidade nos estúdios de games, inclusive nos que fazem AAA, que são os jogos de grande abrangência. Mas são os produtores independentes –mais livres de amarras corporativas e de pressões de grandes investidores por retorno financeiro– que demonstram se aventurar mais em narrativas ligadas às periferias e com personagens não brancos.

    "Miles Morales" fez barulho com seu Homem-Aranha negro, mas não se pode ignorar que se trata de um spin-off de uma franquia já muito bem estabelecida, que tem um branco como protagonista original.

    No Brasil, o estúdio Aoca Game Lab ambientou o jogo "Árida" no sertão baiano do século 19, com acenos ao contexto da Guerra de Canudos. "Dandara" é um jogo que traz uma versão moderninha da companheira de Zumbi dos Palmares e entrou na lista da revista Time dos melhores jogos de 2018, ao lado de títulos como "God of War" e "Red Dead Redemption 2". Sue The Real, o estúdio de Raquel Motta, tem em seu portfólio jogos como "Angola Janga", inspirado na HQ de mesmo nome, sobre o quilombo dos Palmares, e "One Beat Min", que simula batalhas de beat box.

    Também nas competições de esports, pretos são minoria. "Eu acompanho o Campeonato Brasileiro de League of Legends e quando eu vejo que só tem pessoas brancas eu até perco a vontade de assistir", diz a streamer Sher Machado, que faz parte do Wakanda Streamers, iniciativa que promove e impulsiona a comunidade gamer negra.

    "Quando 'Wild Rift' [versão mobile de 'League of Legends' recém-lançada] saiu, eu pensei que estavam lançando um jogo para ser mais acessível para as pessoas, como o 'Free Fire'. Mas quando eles lançam o material de divulgação e só põem ali pessoas brancas e cis, não me sinto representada. Põem um negro no fim, como se estivessem falando 'olha, temos uma pessoa negra aqui'."

    "Não acho que a representatividade tem que ser uma esmola, um personagem, um jogador. A gente não quer ser incluído, o espaço já pertence a nós. Então eu não quero esmola, isso é meu por direito."

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      kratos1998 · about 1 month ago · 2 pontos

      Nos comentários do Twitter é só gente falando bosta tbm. Me dá muita raiva do racismo velado das pessoas!

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      fagnerale · about 1 month ago · 2 pontos

      Em todo lugar tem ignorante falando merda e realmente tem poucos personagens negros nos games, lembro do CJ no Gta, Miles Morales, Eddy Gordo, Sheva do RE5, Aveline do AC3 liberation, Jax do MK, Markus do Detroit become human, Dandara, Marcus do Watch dogs 2, tem no Crysis também e outros que não lembro, muito pouco comparando

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      kingsysiphos · about 1 month ago · 1 ponto

      Bom, papo complicado. Eu ainda não entendo bem a discussão sobre representatividade na mídia de filmes e jogos, ficção e afins, como é o caso.
      Racismo é um problema real, e a formação da sociedade brasileira criou uma divisão econômica que tem as diferenças intensificadas pelo próprio sistema econômico que concentra renda.
      Porém... a abordagem dessa matéria foi questionável em alguns pontos, começando por usar exemplos como Zelda, criados por japoneses em 86.
      Depois aparece uma Andreza Delgado, figurinha marcada do twitter por suas opiniões *incrivelmente fundamentadas* e interessantes, tão terrível que até eu que mal uso a plataforma reconheci pelo nome.
      Comentam sobre Freefire, criado no sudeste asiático... Vietnã. Estranho que um dos personagens base gratuitos é um homem negro, e a única característica que eu percebi que identificasse outro como alguém da região dos criadores era ser lutador de Muay Thai,
      Depois exaltam e em seguida diminuem o Miles Morales porque é um spin-off de um personagem originalmente branco????????
      Mas eu admito que o elemento que mais me surpreendeu negativamente foi a moça dizendo que fica desestimulada de assistir um torneio brasileiro de lol pelo fenótipo dos atletas. ????????
      Uma última observação curiosa é que a visão da militância ocidental reduz a questão étnica a seus problemas locais, e eu nunca vi mencionada a diversidade asiática e no leste europeu - eslava ou não-, que também gera muitos conflitos. E isso é evidente quando certos elementos apontam asiáticos como brancos e reduzem a Eurásia a uma coisa só, uma visão bem preconceituosa pro sinal.
      Se alguém entendeu, por favor me explique.

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  • 2021-03-30 20:10:46 -0300 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Finalizado com 100% das conquistas</stro
    Abzû

    Platform: Playstation 4
    312 Players
    42 Check-ins

    Finalizado com 100% das conquistas

    Jogo lindo demais! 

    O irmão desse jogo, o Journey, consegue ser graficamente mais bonito, mas esse Abzû eu achei lindo também e muito mais relaxante do que o Journey, que já é muito relaxante. Eu durmo vendo documentários marinhos no National Geographic Channel então...rsrs

    Na verdade, eu comecei a jogar sem saber que esse game era irmão do Journey. Só fui perceber isso quando eu estava jogando e reparava em muitas semelhanças entre os dois games, como fases, estruturas, trilha sonora e algumas mecânicas. De repente me peguei pensando "péra aí, isso é tipo Journey debaixo d'água." E quando fui pesquisar no google, era isso mesmo. 

    Uma grande surpresa, eu estava precisando de um jogo desse, veio em boa hora. Uma pena que não tem platina, pois merecia. Mesmo assim, fiz os 100% do game sem grandes esforços. 

    Alguém aí sabe de teorias que conectam as duas histórias (Journey e Abzû)? Elas são bem abstratas, dá apenas para supor possíveis narrativas, mas sempre tem alguém que inventa teorias pra conectar tudo.

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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      É o jogo que mais me deu paz jogando...

      THE LAST GUARDIAN e RIME também...❤️

  • 2021-03-24 16:49:39 -0300 Thumb picture

    Lá vou eu testar o Crash Bandicoot: On The Run! no Android também

    Detalhe: é o primeiro jogo do Crash que jogo na vida. (O minigame que tem no Uncharted 4 não conta né)

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  • gennosuke6 Francis
    2021-03-22 16:32:50 -0300 Thumb picture
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  • 2021-03-20 00:02:31 -0300 Thumb picture

    Preciso de opiniões

    Alguém aí trabalha com Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão da Tecnologia da Informação, ou áreas afins? O que acham da área e o que diriam para alguém que já passou dos 30, tem uma carreira de 10 anos em outra área, mas tem interesse em estudar e entrar nesse mercado de T.I.? 

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      rshadowss · about 2 months ago · 3 pontos

      Eu tenho 27, formado técnico em Desenvolvimento de Sistemas, me formei ano passado e ainda não consegui trabalho, apesar da minha dificuldade de arrumar emprego por conta da falta de experiência, acho que vale a pena entrar na área, eu curto estudar e programar, se você conseguir estudar e ainda arrumar um estágio então vai ser uma maravilha!

      1 reply
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      kipocalia · about 2 months ago · 3 pontos

      De acordo com o Ruan que é formado em TI, tem que estar sempre estudando e gostar disso, porque as linguagens de programação estão sempre se atualizando, e depende muito da cidade em que vai trabalhar, aqui por exemplo tem faculdade de TI perto e os salários são mais baixos porque eles preferem pagar estagiários. Vale mais CLT em São Paulo ou PJ no resto do país.

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      tiagotrigger · about 2 months ago · 2 pontos

      Aqui na minha cidade, Uberlândia, trabalho nessa área não falta. Mas, pra sua cidade teria que conversar com alguém da área ai. Hoje está mais comum trabalho remoto, mesmo no Brasil, e se sabe inglês fluente dá pra pegar trabalhos remotos que pagam em dólar. Só que como em todo serviço, vão pedir experiência, como você vai começar a estudar agora demoraria um tempo até pegar experiência, provavelmente vai começar ganhando pouco em estágio.

      1 reply
  • 2021-03-15 21:03:10 -0300 Thumb picture

    LISTA: O MELHOR JOGO QUE JÁ TERMINEI EM UM CONSOLE OU PC:

    Olha lá eu voltando a fazer um @desafio !

    Vi alguns de vocês fazendo, resolvi entrar na onda, mas a minha lista vai ser curta porque eu não joguei em muitas plataformas, eu acho...nem mesmo em emuladores, mas vamos lá...

    SNES: Super Mario World

    Mega Drive: Ultimate Mortal Kombat 3

    Master System: California Games

    N64: Super Mario 64

    PS1: Tomb Raider 4: The Last Revelation

    PS2: Silent Hill: The Room

    PS3: The Last of Us

    PS4: The Evil Within 2 / The Witcher 3 / Horizon Zero Dawn (não dá pra escolher um, desculpaê)

    Sega Saturn: Virtua Fighter 2

    Nintendo Wii: Tomb Raider Anniversary

    PC: Hexen II e Myst (joguei pouco em PC, não gosto muito, e quase tudo na adolescência) 

    Android: Distraint

    Virtua Fighter 2

    Platform: Sega Saturn
    344 Players
    2 Check-ins

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      hyuga · about 2 months ago · 2 pontos

      joguei muito Virtua fighter 2

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      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Super Mario World é perfeito.

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      gennosuke6 · about 2 months ago · 2 pontos

      Aeee, meu Silent Hill favorito na lista. *¬*

      5 replies
  • 2021-03-12 12:41:59 -0300 Thumb picture

    Maratona de jogos da EA Play - o fim

    Peguei lá a EA Play no mês passado por 6 reais no PS4 e joguei mesmo apenas o Sea of Solitude (que gostei muito) e Unravel 2 (que gostei médio)...de resto peguei em um e outro, mas nunca senti vontade de ir até o final. Se tivesse pelo menos todos os Dead Space no PS4 ficaria feliz, amo a franquia, mas o que tem disponível para o PS4 na EA Play não me agradou muito não. Só faltou jogar o Dragon Age, mas não tive tempo.

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  • 2021-02-14 19:40:24 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Comecei e larguei... (mais um da maraton
    Fe

    Platform: Playstation 4
    22 Players
    3 Check-ins

    Comecei e larguei... (mais um da maratona EA Play)

    Eu sei que o jogo tem sua beleza, mas viver nesse mundo roxo/lilás neon me deixou aflito e enjoado rsrs... também não gostei da mecânica do game, do sistema de progressão, do mapa, enfim, não foi pra mim, passei...

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    • Micro picture
      allanwerghi · about 2 months ago · 2 pontos

      Estou jogando agora e também não gostei muito não. Gameplay é meio cagado, as vezes você cai de algum lugar e perde um tempão pra voltar.

      5 replies
  • 2021-02-14 19:36:15 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>FINALIZADO E PLATINADO!!!</strong></p><p
    Sea of Solitude

    Platform: Playstation 4
    28 Players
    10 Check-ins

    FINALIZADO E PLATINADO!!!

    Terminei mais esse da minha maratona de games na EA Play, e a platina veio quase naturalmente, ela é bem fácil e tranquila. Se você é do tipo que gosta de explorar o ambiente antes de seguir adiante, a platina vai pipocar na sua frente, 80% de certeza. 

    Só tem que tomar cuidado com o troféu de espantar gaivotas, tem uma que é muito ruim de fazer, parece até que tá bugado. É numa parte que aparecem umas criança parecendo uns erês, falando e pulando alegres atrás de você...

    A temática, como comentei, é um tanto pesada, depressão, negligência, violência, não se salva um personagem sequer nesse jogo, o que pode parecer um pouco chato depois de um tempo. Mas isso reflete bem como é a depressão, a pessoa entra num espiral que pra sair é complicado. 

    O mais interessante é a resolução (spoiler)....tecnicamente a Kay, protagonista, não se livra do mal, mas aprende a conviver com ele e como as coisas na vida são e se transformam. 

    E é isso, foi uma bela experiência estética, narrativa e de aventura, muito simples e efetiva. Recomendo. 

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  • 2021-02-14 12:41:27 -0200 Thumb picture
    sergiosamsa checked-in to:
    Post by sergiosamsa: <p><strong>Iniciando</strong></p><p>Comecei esse co
    Sea of Solitude

    Platform: Playstation 4
    28 Players
    10 Check-ins

    Iniciando

    Comecei esse como quem não quer nada e acaba que estou gostando bastante...

    O jogo é bonito e bem simples....tem uma história meio pesada, envolvendo temas como depressão, negligência, tem cenas que simulam espancamento infantil, é bem tenso...claro que os desenvolvedores colocaram um aviso no começo do game sobre os temas e indicando tratamento com especialistas, caso o jogador se identifique com alguma coisa...

    Tem cara de ser bem curtinho também...tenho a sensação de já estar na metade ou ter acabado de passar por ela...

    Não há grandes dificuldades no game, só a parte de nadar com o monstro na água que tem que tomar mais cuidado, dá muita aflição, mas é perceptível que é um game mais voltado para experiências sensoriais e narrativas do que para puzzles ou coisas do tipo...

    Tem momentos que realmente dá um medo desses monstros, as representações da depressão e tudo, e a utilização das metáforas do mar para o tema é muito bem feita.

    Vou seguindo...

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