santz

Meu registro histórico de jogos zerados. Personas: @historia_dos_games @goty @evolucao_dos_games

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  • santz Santz
    2021-07-31 19:16:13 -0300 Thumb picture

    Torneio de Screenshots

    Também vou fazer minha contribuição para o @torneioscreenshots. Eu escolhi postar screenshots que joguei para a minha persona de @historia_dos_games, então serão apenas de jogos dos 90.

    1 - Geo Storm (1994-Arcade)

    2 - Riven: The Sequel to Myst (1997-PC)

    3 - Freespace 2 (1999-PC)

    Apesar de serem jogos meio obscuros, acho que são as screenshots que mais acho bonitas das que eu tenho aqui guardada.

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  • santz Santz
    2021-07-23 08:58:42 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 432 - O mais fraco dos clássicos

     Depois de um tempão sem jogar nada da franquia, voltei para continuar minha saga de zerar todos os jogos em ordem. O quinto jogo da série mostra que os jogos clássicos do robozinho já não conseguem ter mais o mesmo brilho que tinha no começo. Ele traz exatamente a mesma fórmula usada nos jogos anteriores e só adiciona uma única novidade, que é bem boba. Ao coletar todas as letras, a gente ganha a ajuda de um passarinho. -_-

     O jogo não é ruim, pois Mega Man é sempre gostoso de jogar, mas esse aqui é o mais fraco da franquia disparado. Mesmo sendo o quinto título, ele é totalmente esquecível. Os chefes são bem qualquer coisa, os poderes, mas fases, a história, os gráficos, tudo é mais do mesmo. A trilha sonora é boa, como sempre, mas não tão marcante. Foi legal, e só.

    Minhas conquistas:

    *Todas as letras especiais coletas;

    Mega Man 5

    Platform: NES
    1576 Players
    39 Check-ins

    28
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      tiagotrigger · 10 days ago · 3 pontos

      Esse MM tem a melhor arma de todas, o cotonete.

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      thiagobrugnolo · 10 days ago · 2 pontos

      Estou jogando o MM 2, e achei que ele evoluiu bem em relação ao primeiro, os controles estão bem mais precisos e tal. Logo devo chegar no 5, mas após ler seu post vou jogá-lo sem muita expectativa.

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  • santz Santz
    2021-07-17 21:28:31 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 431 - Não tão impactante quanto o primeiro

     Eu tenho mania de acompanhar uma série de jogos em sequência e com Call of Duty não foi diferente. O primeiro eu experimentei a uns anos e foi uma baita surpresa. Estava com altas expectativas para o segundo, mas é aquilo. Sempre que tenho expectativa de algo, acabo me decepcionando. Não que o jogo seja ruim, pelo contrário, é muito bem feito, divertido e intenso, mas tem uma carinha de jogo de tiro genérico.

     No jogo, você joga a campanha de vários soldados de diferentes exércitos, seja dos aliados, ou os próprios nazistas, mas confesso que nem percebi com quem estava jogando. Uma coisa que curti do jogo é a variedade do cenário. Neve, ruinas, deserto, tudo muito bem representado. Todas as missões são em grupo e é tudo muito frenético. Talvez, se eles conseguissem dosar um pouco essa ação desenfreada, as partes intensas teriam mais impacto. Enfim, gostei do jogo, mas ainda prefiro mil vezes o primeiro.

    Call of Duty 2

    Platform: PC
    1695 Players
    19 Check-ins

    29
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      manoelnsn · 15 days ago · 2 pontos

      Também joguei um desses no n-gage, era bem legal até

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      ryou · 15 days ago · 2 pontos

      Acompanhar franquias em sequência é prazeroso por poder pegar todas as referências possíveis e imagináveis, além de acompanhar a evolução da série e até da empresa, mas por outro lado faz você passar por cada tranqueira! Apesar disso, concordo com a ideia e também faço assim.

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      mateusfv · 15 days ago · 2 pontos

      Tenho que jogar de volta os 3 primeiros CODs, me lembro de eles serem bem legais, mas a franquia só começou de verdade mesmo no primeiro MW, lá que ela virou oque é hoje, e hoje em dia ela já perdeu bastante holofote que ela tinha na 7º geração, principalmente por conta de um pequeno jogo indie chamado de Fornite kk

      A ápice da popularidade foi do primeiro MW ao BO2 mesmo, o Ghosts já n foi tão bem recebido, e do AW pra frente começaram com aquela história de futurismo que ai matou boa parte do interesse da galera, só foram se recuperar com o reboot do MW, mas hj em dia sobrevivem mais do Warzone que qualquer coisa.

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  • santz Santz
    2021-07-10 20:36:41 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 430 - O primeiro sucesso do camundongo

     O Mickey Mouse já tentava emplacar um jogo desde a época do Atari 2600, mas foi só na mão da Sega que o camundongo realmente brilhou pela primeira vez. Jogo muito elogiado por todos os amantes do Mega Drive e é sempre apontado como um dos melhores jogos do Mickey. O jogo é realmente bem divertido. Os gráficos são incríveis, a melhor coisa do jogo. Tudo muito colorido e caprichado, considerando a época que ele foi lançado. A trilha sonora é meio chatinha, não curti muito.

     A jogabilidade é bem simples e funcional e level design de cada fase é bem na média. Tirando a fase do brinquedo, que tudo fica de cabeça pra baixo, não tem nada muito espetacular. As fases são bem curtas e o jogo é um tanto fácil. O jogo não tem power-ups, com exceção da maçã, que não serve de muita coisa, pois a bundada resolve a maioria dos problemas. É um joguinho rápido, legal e simples de zerar.

    Castle of Illusion Starring Mickey Mouse

    Platform: Genesis
    3043 Players
    60 Check-ins

    29
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      neilson1984 · 22 days ago · 3 pontos

      Porra 6 castle of Ilusion kkkkk só você mesmo!

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      thiagobrugnolo · 22 days ago · 3 pontos

      Ta aí um jogo do Mickey pro Mega que ainda não joguei, esse jogo é de uma época onde talvez tenham saído os melhores jogos com personagens Disney.

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      raiden · 22 days ago · 2 pontos

      Saudades dessa pérola, Quack Shot entre outros do Megão...

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  • santz Santz
    2021-07-03 17:26:11 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 429 - O próximo passo para navinha horizontal

     A Konami criou um jogo que seria uma das maiores influências do gênero que ela mesmo tinha inventado em Scramble. Esse não é apenas um jogo de navinha horizontal que apresenta algumas coisas novas, ele realmente inova em muitos sentidos e trabalha muito bem a parte artística. Os gráficos do jogo são até simples, mas bastante caprichado para a época. Ele não tem muita variedade de cenário, mas ok. A trilha sonora é sensacional. Músicas bem marcantes e empolgante. Você vai ficar cantarolando os temas na cabeça por dias.

     A grande novidade do jogo é o sistema de power-up, que dá ao jogador a possibilidade de escolher que tipo de poder vai querer. Como qualquer jogo de navinha, quando você morre, perde tudo e geralmente fica bem complicado prosseguir na parte que você morreu com sua nave mais fraca, só que Gradius possui uma dificuldade dinâmica. Quanto mais power-up apelão nossa nave tem, mas difícil são os inimigos. Ainda sim, jogar com a nave inicial é bastante complicado, especialmente a partir da terceira fase. Tive que usar save state para conseguir vencer as últimas fases, mas me diverti bastante com o jogo.

    Gradius

    Platform: Arcade
    31 Players

    24
  • santz Santz
    2021-06-25 12:00:03 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 428 - Concertando as falhas de Demon's Souls

     Então essa é tal dificuldade Dark Souls que todo mundo fala? Galerinha, cês tão de brincadeira comigo. É um jogo normal e que você morre se der mole, não tem nada de ultra difícil. Como joguei Demon's Souls antes, tenho várias coisas para comparar e de fato, Dark Souls resolve todos as falhas e problemas do jogo antecessor, tornando o jogo muito mais justo. A ideia dos frascos Estus recarregar a cada bonfire é ótima e dá para fazer upgrade nessas poções, excelente. Outra coisa que facilitou bastante é que andar como um sem alma e não ter desvantagem, a parada é acumular humanidade para garantir coisas boas. Outro lance que melhorou muito foi a quantidade de bonfire, especialmente antes dos chefes, além de vários atalhos. A forma como as áreas se interconectam é simplesmente genial.

     Eu gostei demais de toda a experiência do jogo. O combate é maravilhoso, os desafios, o level design de cada fase, os inimigos, equipamentos, tudo, mas acho que minha expectativa estava muito alta e algumas coisas passaram batido. A começar pela história. Bem qualquer coisa, nada com nada e nem me esforcei para entender. Se tem uma coisa que o Demon's Souls é mais marcante são os chefes. No Dark Souls, a maioria dos chefes são bem esquecíveis. E o outro detalhe é na questão de armas. No começo, você experimenta várias armas e armaduras e é muito show, mas quando os inimigos começam a ficar fortes e você faz um upgrade numa arma específica, nenhuma outra arma presta. Enfim, curti demais e já estou ansioso para ver como é a sequência.

    Dark Souls: Prepare to Die Edition

    Platform: PC
    2018 Players
    821 Check-ins

    43
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      raiden · about 1 month ago · 3 pontos

      Na época ele era tido e havido como difícil mesmo e tanto que moldou a indústria desse gênero Soulslike. Mas de fato, hoje, o jogo não tem nada de ultra difícil. É questão de se adaptar a ele. Morrer e aprender com essa morte. Persistência. Paciência. O problema de muitas mortes também se deve a hitbox zuada demais. Num corredor estreito se der um golpe sua espada bate na parede impossibilitando a continuidade do golpe. Mas o inimigo não, o que é ridículo. A espada do inimigo atravessa a parede. Entre outras coisas...

      1 reply
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      raiden · about 1 month ago · 3 pontos

      "A começar pela história. Bem qualquer coisa, nada com nada e nem me esforcei para entender. Se tem uma coisa que o Demon's Souls é mais marcante são os chefes. No Dark Souls, a maioria dos chefes são bem esquecíveis."

      Isso aí acima discordo em gênero número e grau. A lore desse jogo é espetacular. É que você não foi atrás mesmo e o jogo faz questão de não lhe dar de bandeja. Quanto a chefes esquecíveis.... Você verá o que isso ao jogar um dia Dark Souls 2. Kkkkk.... O 1 só tem chefes épicos. Sif, Artorias, Ornstein e Smough, Seath, Manus, Kalameet, entre outros... Esquecíveis? Jamais.

      1 reply
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      thiagobrugnolo · about 1 month ago · 3 pontos

      Praticamente todos que jogam esse jogo falam da alta dificuldade, seria essa dificuldade superestimada?

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  • santz Santz
    2021-06-12 21:14:08 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 427 - Snake, Snake, Snaaaaaaake

     Eu não tive contato com a série na época e venho zerando cada jogo em sequência. Depois de finalizar os dois primeiros jogos de MSX da série, estava bastante ansioso para jogar o lendário jogo do Kojima. Comparado com os jogos da época, ele realmente apresenta um puta avanço técnico. A forma como ele trabalha o ambiente 3D e a liberdade que ele oferece em termos de exploração é algo bastante inovador. O que mais destaca no jogo, pra mim, é a forma como a narrativa se desenvolve, cheio de com cenas com efeitos de câmera cinematográficos e sequências de ação de tirar o fôlego. No entanto, a trama e os temas filosóficos de guerra, achei bobo.

     Outra coisa que achei curiosa foi a jogabilidade. As mecânicas presentes no jogo, nada mais é que as mesmas ideias de Metal Gear 2 aplicados a um universo 3D poligonal. As armas, os itens, o puzzles, os chefes, tudo isso eu já tinha visto nos jogos anteriores, então não me surpreendeu. Uma coisa que curti bastante foi o uso daquele rádio, acho que é decoder o nome. Sempre que me via numa situação sem saída, o pessoal lá me oferecia uma baita ajuda através das dicas. Mas eu morri muitas e muitas vezes. A cada parada nova que acontecia, era morte. Cai em todas as armadilhas e fui visto por praticamente todos os soldados, resultando sempre em mortes, pois o combate desse jogo é terrível. Essa mecânica de morrer para aprender achei meio chato para esse estilo de jogo. No geral, curti demais a experiência, me diverti muito, mas confesso que esperava mais.

    Metal Gear Solid

    Platform: Playstation
    6976 Players
    285 Check-ins

    38
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      tiagotrigger · about 2 months ago · 4 pontos

      O que mais me impressiona nos MG eram as possibilidades, pode fazer muita coisa de forma diferente, caminhos diferentes etc.

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      fredson · about 2 months ago · 4 pontos

      Masterpiece. Esse pra mim é nota 10.

      2 replies
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      jcelove · about 2 months ago · 3 pontos

      Pensei que já tivesse terminado essa masterpiece, mas nunca é tarde pra apreciar um clássico.

      É isso mesmo, o Solid é o que Kojima queria ter feito no MG 1 e 2 e não conseguiu pro causa das limitações da época, vários eventos do Solid são recriações de aventos dos originais como a parte das paredes ocas pra explodir, as traps, o chão eletrificado, o uso do missil teleguiado, até o plot twist é na mesma pegada.

      Mas a jogabilidade é beeeem mais refinada e cheia de possibilidades. Acho o codec um recurso de ajuda sensacional pq ele ta lá pra falar com o jogador quando ele empaca e sempre se tem várias formas de resolver as situações e boss fights.

      O combate horrivel que vc falar é no mano a mano ou nos tiros? Na real a ideia é não combater, exceto nos bosses onde os combates funcionam bem quando vc entende. Diferente de Splinter cell por exemplo, ou tenchu onde se fosse sair na mão ava ferrado pq realmente era ruim e feito pra te fazer desistir e tenter d enovo no stealth.

      Os tiros facilitam muito se usar a mira automática (quadrado+x) com a socom e famas.

      6 replies
  • santz Santz
    2021-06-11 08:52:58 -0300 Thumb picture

    Evolução dos Games - Ano 1984 concluído

     E aí galera. A versão em vídeo da minha persona @historia_dos_games está avançando. Esse final de semana, upei o último vídeo do ano de 1984 e está começando a ter jogos mais complexos e elaborados, mas a maioria dos jogos ainda eram bem simples. Segue a lista dos jogos que joguei:

    Clique na lista para ser direcionada para a planilha com informações mais detalhadas

     1984 foi o ano mais diverso até então. Exploramos 7 plataformas diferentes e deu para notar como os computadores pessoais ganharam força durante o Crash dos Videogames. Para o destaque do ano, eu escolhi King's Quest, que não apenas trouxe gráficos belíssimos, mas criou a base do que seria o futuro dos jogos de adventure. Tivemos também o fim do clássico Atari 2600 e dois novos estreantes. O computador PC-88 da NEC, o computador japonês mais popular de todos, e o lendário NES, ainda restrito ao Japão com o nome de Famicom.

    Clique na imagem para ser direcionado para o canal

     Show demais. O canal está começando a crescer, não em inscritos, mas em visualizações. Antes, cada vídeo tinha 2 ou 4 views, hoje, está em torno de 10. São números modestos, mas fico contente que tenha mais pessoas interessadas em maratonar os vídeos. A persona @historia_dos_games está fazendo uma baita diferença. Já me alonguei demais, falow meu povo o/

    King's Quest: Quest for the Crown

    Platform: PC
    12 Players

    27
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      raniejogos · about 2 months ago · 2 pontos

      me inscrevi lá no canal, oloko vai varrer todos os anos ? vai dar um trabalho, mas vai ficar bacana, sucesso!

      3 replies
    • Micro picture
      bobramber · about 2 months ago · 2 pontos

      Ae, parabéns!!
      Desses, joguei muito os três de NES. O da pistola foi o primeiro e fiquei maravilhado com a tecnologia.

      1 reply
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      thiagobrugnolo · about 2 months ago · 2 pontos

      Devagar e sempre, tudo na vida é trabalho de formiguinha, aos poucos o canal vai crescendo. Parabéns!!

      1 reply
  • santz Santz
    2021-05-23 09:56:18 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 426 - Só com fichas infinitas

     O clássico jogo ultra difícil do cavaleiro de cueca. Conheci a série através do jogo do SNES ainda quando criança e até meu irmão chegava longe, mas estava longe de zerar. Quando desci e descobri os outros jogos da série, achei fantástico. Esse primeiro foi lançado em 1985 e foi um dos jogos que mais chamaram atenção na parte de Arcade. Depois de gravar o vídeo sobre o jogo para o meu canal, me deu vontade de zerar, especialmente com fichas infinitas e a possibilidade de continuar a aventura na fase que deu Game Over. Os gráficos do jogo são fantástico e a trilha sonora também é bastante rica e envolvente.

     A jogabilidade é fantástica para um jogo de 1985, tudo funciona muito bem, é rápido e temos vários tipos de armas para usar. Experimentei todas, mas prefiro jogar com a lança mesmo. O que deixa o jogo difícil realmente são os inimigos surgindo do nada e a coisa complica quando aparece vários de uma vez. O Fire Brand, aquele demônio que ganhou sua própria série mais tarde, é o inimigo mais complicado. Ele tem uma movimentação difícil de prever. Joguei o game quase todo na moral, mas usei save state nas duas últimas fases pois estava muito complicado avançar. Claro que não zerei duas vezes para ver o final verdadeiro. Foda-se o final verdadeiro, matei o capetão e tá tudo certo.

    Ghosts 'N Goblins

    Platform: Arcade
    116 Players
    4 Check-ins

    35
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      mateusfv · 2 months ago · 3 pontos

      "Só com ficha infinita" é o resumo de muito jogo de Arcade, Metal Slug que o diga kk

      3 replies
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      tiagotrigger · 2 months ago · 2 pontos

      Esse negócio de terminar duas vezes pra ver o final verdadeiro é sacanagem demais. Ainda mais no de SNES que tem que terminar com uma arma específica que só aparece na segunda vez e é bem ruim (tem muito pouco alcance).

      2 replies
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      thiagobrugnolo · 2 months ago · 2 pontos

      Boa, ainda quero pegar pra jogar essa franquia, joguei poucas vezes o do Snes e desanimei um pouco por conta da dificuldade.

      1 reply
  • santz Santz
    2021-05-15 19:34:11 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 425 - Potencial desperdiçado

     Depois de zerar Cuphead no Parsec, meu irmão caçou outro jogo coop pra jogar comigo. Esse jogo teve uma excelente primeira impressão. O visual dele é fantástico, tudo feito com muito carinho e com bastante detalhe. Tudo nele dá a entender que era um jogo estilo Zelda, só que com a possibilidade de jogar de 2. Porém, o jogo, na verdade, é um roguelike e isso estragou completamente tudo que ele podia oferecer. Não é que eu não goste de roguelike, mas esse jogo é mediano em todos os sentidos (exceto no visual). A história é boba, a trilha sonora é horrível e o design é a pior parte do jogo.

     Como é roguelike, o elemento de aleatoriedade impera, então isso tira completamente a vontade de explorar os ambientes. A gente encontrava segredos e cavernas, para no final, ganhar um item bosta que dá para pegar em qualquer outro lugar. O design das dungeons é uma palhaçada, com puzzles que beiram o ridículo de tão óbvios. As armas extras e o sistema de equipamentos é bem fraco também. A ideia do jogo é você jogar e zerar várias vezes para que a aventura se torne mais desafiadora e os chefes mais difíceis, mas o jogo é tão bobo, que fizemos só a primeira rota mesmo e não animei de jogar de novo.

    The Swords of Ditto

    Platform: PC
    37 Players
    6 Check-ins

    24
    • Micro picture
      fred_alves_54 · 3 months ago · 2 pontos

      Ah cara, esse genero roguelike junto com jogos de craft são o mal dessa década, duas coisas que eu odeio nos jogos atuais e que tornam bem genéricos, principalmente em jogos indie.

      1 reply
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