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  • 2020-08-17 13:56:01 -0300 Thumb picture
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    Post by grindingcast: <p>Em comemoração ao aniversário de 20 anos do lanç

    Em comemoração ao aniversário de 20 anos do lançamento de Chrono Cross, falaremos hoje deste jogo, que também é conhecido por nós e pelos nossos ouvintes pelo meme de "Aquele que não deve ser nomeado".

    Chrono Cross é um RPG de turno desenvolvido e publicado pela SquareSoft no Japão(1999) e pela Square Eletronic Arts nos EUA, em 2000, para o Playstation.

    A história de Chrono Cross é focada em um jovem chamado Serge e na temática de mundos paralelos. Logo no começo do jogo, Serge vai parar em uma realidade alternativa na qual ele morreu afogado, 10 anos antes do tempo atual, quando ainda era criança. Serge então parte em busca da verdade em torno da divergência entre os dois mundos.

    Ao longo do caminho, Serge encontra a carismática ladra Kid, junto com outros quarenta e três personagens o ajudam na sua jornada através do arquipélago tropical de El Nido.

    Na luta por revelar seu passado e encontrar a misteriosa Frozen Flame, Serge é várias vezes confrontado por Lynx, um antagonista sombrio trabalhando para capturá-lo. Os destinos de Serge e Kid são finalmente revelados ao encontrar suas raízes nos eventos acontecidos em Chrono Trigger.

    Chrono Cross traz um sistema de combos que permite o jogador escolher entre três níveis de ataques, que juntando-os, produzirá um conjunto de golpes efetivos.

    Essas opções de ataque são: 1 (bater mais fraco, mas com mais chances de acertar); 2 (ataque equilibrado) e 3 (bate mais forte mas com menos chances de acertar)

    Conforme os personagens aumentam suas habilidades, novas técnicas surgem, deixando ao jogador a opção de juntar forças de dois ou mais personagens em poderosas combinações.

    O jogo não possui batalhas aleatórias, ao invés disso, a maioria dos monstros podem ser vistos, deixando ao jogador opção de evitar ou não as batalhas.

    Assim como o sistema de batalha, o sistema de magias de Chrono Cross introduz novas estratégias ao jogo, mudando a visão dos ataques especiais.

    No mundo de Chrono Cross, a magia é controlada pelo uso dos Elements, feitiços que têm suas posições designadas em um Element Grid. Dependendo de sua posição, magias fracas podem ter seus efeitos fortalecidos ao custo de mais tempo para execução, enquanto magias fortes podem ser lançadas rapidamente, perdendo parte de seu poder.

    Cada ataque físico, dependendo do nível de força, acrescenta um valor respectivo no seu Grid, consumindo stamina ao ser usado mas, em contrapartida, liberando Elements mais poderosos.

    Além disso, cada Element e cada personagem tem um cor específica, influenciando a eficácia de feitiços quando executadas por personagens de cores iguais ou opostas ou contra certas cores de oponentes

    Chrono Cross

    Platform: Playstation
    5488 Players
    169 Check-ins

    36
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      thecriticgames · over 2 years ago · 3 pontos

      Como seus erros e acertos ainda um dos jRPGs que mais curti da geração Playstation.

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      santz · over 2 years ago · 3 pontos

      Estou doido para ouvir o podcast falando desse jogo.

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      guilhermemartinez · over 2 years ago · 2 pontos

      Meu jogo favorito ever!

  • sander_felipe Sander Felipe Gomes Basilio
    2020-08-14 14:18:16 -0300 Thumb picture

    ​O enigma do detonado: usar ou não usar?

    Medium 3820615 featured image

    É muito comum termos aquelas dúvidas enquanto estamos jogando um jogo, ou até mesmo ficamos empacados em alguma parte. E agora? Algumas pessoas, irão buscar respostas na internet, através de fóruns, wikis, entre outros aspectos. Mas e quanto àqueles conhecidos walkthroughs? Há algum problema em consulta-los? Isso diminui a experiência do jogo ou a competência do jogador?

    Walkthroughs (ou detonados, no português) são escritos que contém informações, dicas e explicações sobre jogos. Existem de vários tipos: alguns oficiais, outros escritos por jogadores, alguns que são sobre o jogo inteiro ou sobre alguma mecânica do jogo (como subir de nível mais rápido, como conseguir todos os itens do jogo, etc.). Mas então, vale a pena usar de tais ferramentas?

    Primeiramente, creio que as pessoas que escrevem esses detonados deveriam ganhar um prêmio. Eles (e aqui eu cito os bem escritos) são tão completos e organizados, demonstrando um exímio trabalho de pesquisa e de inúmeras horas de jogo gastas para que a criação dele fosse possível.

    Segundo, creio que, antes de pesquisar qualquer tipo de detonado, todo jogador deveria experimentar o game por conta própria, tendo a sua experiência e testando suas habilidades. Isso significa que é proibido pesquisar por alguma ajuda? De maneira alguma. Significa que, em minha opinião, todo jogador deve colocar, primeiramente, suas habilidades em teste, de modo que a experiência de jogar (sendo ela de um jogo fácil ou difícil) seja única. Caso realmente se precise procurar por algo mais específico ou por alguma mecânica de jogo, o que impede de dar aquela velha olhadinha?

    Uma experiência que tenho para compartilhar é com o jogo Valkyrie Profile, para o Playstation 1. É um jogo maravilhoso, com uma jogabilidade incrível, um trabalho de voz impecável, entre outros variados aspectos. Lembro que tentei jogar o jogo pela primeira vez e não me importei em desvendar o que os personagens falavam (meu inglês não era tão bom naquela época). Isso acarretou em eu conseguir o final C do jogo (o pior de todos) que é quando você não envia nenhum guerreiro para ajudar na guerra (eu nem sabia que tinha que mandar!). Freya vem e diz que você está fazendo um trabalho terrível e decide exterminá-lo. Sim, esse é o final. Não tem como ganhar dela.

    Joguei o jogo novamente, tendo mais atenção aos diálogos e fazendo o requisitado por Odin. Dessa forma, consegui fazer o final B, no qual você vai até a luta principal contra os Vanir. Fiquei bastante satisfeito comigo mesmo por conseguir fazer tal façanha.

    Porém, descubro que há outro final a ser feito. Como fazê-lo? O jogador deve fazer uma série de ações que acarretarão na luta final contra Loki. Porém, são atos bastante específicos e, sinceramente, eu não me lembro de o jogo dar qualquer dica sobre fazer os mesmos. Além disso, Valkyrie Profile tem uma dinâmica de jogo que torna isso ainda mais difícil: você gasta uma espécie de tempo para entrar nos locais e, quando acaba esse tempo, você prossegue para o capítulo seguinte, fazendo com que o jogador pense muito bem antes de entrar em certos locais que parecem não haver nada.

    Qual foi a solução para fazer o bendito final A? Um bom e velho detonado, que usei muito satisfatoriamente e que guardava com muito carinho.

    A conclusão é que os walkthroughs enriquecem o mundo dos games e os tornam mais acessíveis, além de revelar verdadeiros pesquisadores do mundo dos jogos. Por isso, antes de falar mal dos detonados, pensemos em todo o esforço que o indivíduo teve para fazê-lo. 

    Valkyrie Profile

    Platform: Playstation
    2329 Players
    84 Check-ins

    50
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      darlanfagundes · over 2 years ago · 3 pontos

      Isso me deu uma saudade do cacete das revistas... mais especificamente de uma revista que tive. A lendária Gamers Book com o detonado de Final Fantasy VII... Eu amava demais aquela revista...e nem sei onde ela foi parar...acho que me roubaram...rsrs.
      Eu sempre fui a favor de detonados, mas sempre tento pelo menos a primeira vez de qualquer jogo na dificuldade mais difícil(quando possivel) e só então vou pro detonado...

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      denis_lisboadosreis · over 2 years ago · 2 pontos

      Detonado bem escrito dá até mais vontade pra jogar jogos que seriam no máximo medianos. Por anos, com a falta de acesso no país à toda forma de conhecimento, não só de idiomas estrangeiros, limitavam muito a experiência com os jogos. Detonados bem escritos são raros e preciosos, não à toa que hoje se pirateia versão digital de revistas antigas de videogame.

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      artigos · over 2 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • sander_felipe Sander Felipe Gomes Basilio
    2020-06-03 13:07:00 -0300 Thumb picture
  • sander_felipe Sander Felipe Gomes Basilio
    2020-05-30 23:44:38 -0300 Thumb picture

    Por que jogar RPG?

    Medium 3802354 featured image

    Por que jogar RPG?

    RPG é a sigla para a nomenclatura em inglês Role-Playing Game, que traduzindo seria um Jogo de Interpretação de Papéis. Trata-se de um jogo onde pessoas se reúnem e criam personagens nos quais eles irão atuar através deles em um mundo de acordo com alguma temática desejada (medieval, cyberpunk, futurista, mundo atual, etc.). Através de um sistema de regras escolhido antes da aventura começar (existem diversos manuais que tratam sobre as regras desses sistemas, que podem ser D&D, Gurps, 3D&T, Vampiro, entre outros), os jogadores tomam a pele desses personagens e interpretam suas ações através deles, culminando em diversas consequências para o desenrolar de uma aventura.

    Além disso, existe a figura do mestre, que é o narrador da estória em que os jogadores estão situados. É ele quem decide quais situações ocorrerão, quais tipos de desafios os jogadores terão que enfrentar, entre outros fatores. Ao mestre, cabe o papel de ser o criador enquanto os jogadores são os exploradores.

    Outra maneira de se jogar é através dos RPGs eletrônicos. Os jogos para consoles são bastante conhecidos por oferecer jogos variados e de universos incríveis , explorados através da perspectiva do jogador. Neles, o player encarna certos personagens pré-definidos ou cria o seu próprio avatar, onde irão percorrer um mundo e viver a história presente nele através da jornada principal ou de outras possíveis atividades.

    Fica então a pergunta no ar: por que jogar algo que parece tão complicado e maluco? Por que jogar RPG poderia ser algo interessante?

    Algumas respostas podem ser providas para essas indagações. Jogar RPG se mostra como uma prática complexa de relações entre pessoas, visto que há a relação entre jogadores através de suas personagens, personagens essas que vivem em um mundo com suas próprias regras sociais. Isso gera um exercício de se colocar em diferentes situações e em diferentes pontos de vista, visto que essas personagens, muitas vezes, têm características totalmente diferentes dos jogadores que as interpretam.

    Além disso, a atividade dá aos jogadores e mestre a oportunidade de treinar habilidades artísticas que muitas vezes não são possíveis em contextos diários ou até mesmo escolar. O fato de o jogador treinar sua capacidade de atuação, ou de poder criar personagens tal como em um conto ou romance, mostra algumas das possibilidades de prática envolvendo o RPG. Posso dar como exemplo uma personagem que era um bardo, ou seja, um aventureiro que vivia da música e da arte, cantando suas aventuras através de canções. Para dar mais substância à personagem, criei poemas e canções que narrassem as aventuras do grupo ou que adicionassem camadas de personalidade a ele. (Retirei a ideia de uma personagem apresentada no livro Dados e Homens: a história de Dungeons & Dragons e de seus jogadores, escrito por David M. Ewalt. Recomendo bastante para o leitor que deseja conhecer mais sobre RPG e a sua construção).

    Como exemplos de jogos eletrônicos, poderíamos citar as inúmeras possibilidades de aprendizado, afinal, para que o jogador consiga prosseguir no jogo, é necessário aprender uma série de comandos e estratégias para que possa passar por todos os desafios propostos. Além disso, todo RPG gira em torno do seu próprio universo, que deve ser apropriado pelo jogador e apreendido por ele, gerando um imenso aprendizado sobre o mundo vivido (jogado).

    Tomando como base as possibilidades citadas anteriormente, podemos ver que o RPG tem um cunho pedagógico bastante grande. São inúmeras as possibilidades de aprendizado presentes nas partidas jogadas. Ao mestre, por exemplo, aprender a prática do planejamento e da aplicação das regras de um sistema é de extrema importância para que o mundo criado seja verossímil e criativo. Além disso, ele deve praticar sua capacidade de criação frente aos caminhos escolhidos pelos jogadores, visto que muitas vezes foge do planejado. Já os jogadores devem pensar em resoluções lógicas e diversificadas para os problemas apresentados, além de terem que trabalhar em grupo para resolver desafios que só poderiam ser resolvidos de forma cooperativa. Saber táticas e como falar perante as diversas situações que, por muitas vezes, envolvem a diplomacia exige que o jogador organize seus argumentos de maneira a conseguir o resultado desejado.

    Outras maneiras pedagógicas que poderiam ser utilizadas é o estudo de disciplinas escolares através do jogo de atuação. Por que não aprender inglês através de uma narração inteiramente em inglês? Ou através de um jogo eletrônico totalmente em inglês? Ou aprender geografia através da análise de um mapa para se determinar a melhor forma de se chegar a algum ponto, analisando aspectos como clima, relevo, distância, escala entre outros? Ou jogar um RPG ambientado na segunda guerra mundial e aprender história de uma maneira lúdica e interativa?

    As possibilidades são vastas. Mas o objetivo maior do RPG sempre será a diversão. Jogamos porque nos divertimos com aquilo. Jogamos porque vivemos diferentes vidas através da atuação, o que contribui para sermos seres mais empáticos. É por esses e mais inúmeros motivos que RPG é uma atividade de diversão, aprendizado e cooperação.

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      thraphik · over 2 years ago · 3 pontos

      Texto fantástico!

      Para o pessoal que curte D&D, e tem domínio da língua inglesa (pelo menos ler legendas em inglês), procurem por Critical Role no youtube.
      São voice-actors (dubladores americanos), que jogam semanalmente partidas de dungeons and dragons, e consegue explorar bastante a parte de atuação do RPG de mesa, e também o Mestre, é um monstro em criar universos mega detalhados.
      Um incentivo pra galera dos games são justamente os dubladores, a maioria já trabalhou em grandes games.
      Temos Matthew Mercer (DM), Ashley Johnson, Laura Bayley, todos são sensacionais!

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      artigos · over 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      docrow · over 2 years ago · 2 pontos

      Se joga rpg por escapismo. Num rpg você pode ser alguém que voce nao conseguiu ser na vida real, dá pra esquecer por um momento a vida ruim e sem graça da realidade, para imergir numa idealização imaginaria.

      1 reply
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