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  • ryou Rodrigo Santos
    2021-07-19 11:10:55 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p>Comecei o Zeldinha dos passarinho!</p><p>#img#[7
    The Legend of Zelda: Skyward Sword HD

    Platform: Nintendo Switch
    24 Players
    3 Check-ins

    Comecei o Zeldinha dos passarinho!

    Jogando novamente depois de 9 anos. A todos que odeiam esse jogo só porque não possuem coordenação motora suficiente pra ser capaz de sacudir um controle da maneira correta, dessa vez ele aceita o uso de botões, onde você move o analógico direito na direção do golpe.

    E aos que odeiam esse jogo por ele ser mais cartunesco que o Twilight Princess... well, isso continua hehe.

    ...e a cara de bocó do Link não ajuda muito:

    Oh céus, como adoro esse jogo! Cansei de recarregar as baterias do wiimote na época, e pelo menos agora não preciso mais ouvir toda hora a Fi dizendo "mestre, a bateria ta acabando", pois o joycon dura muito mais.

    A cada ano a cor da túnica dos guerreiros de Skyloft muda, e convenientemente no ano em que o Link se gradua, a cor é verde. O poderoso chefão até diz que cai bem nele e que parece que ele nasceu pra vestir isso. Ora ora.

    O quão radical o cabra tem que ser pra se jogar de um passarinho em queda livre, querendo atravessar as nuvens até então inexploradas, tendo consigo apenas um paninho pra frear a queda? Não é à toa que Link representa a coragem.

    E... er... ele passaria por essas barras se quisesse, poxa!

    Primeiro templo concluído! Bora pegar mais um tablete!

    Já avancei pra essa segunda área, de fogo. Ainda bem que troquei de escudo antes e agora uso aquele de metal que é fraco contra eletricidade.

    Parei logo na entrada do segundo templo e já vou chutar umas bundas por lá também.

    19
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      topogigio999 · 9 days ago · 1 ponto

      Acho que chegou a hora de conhecer esse jogo =)

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      fonsaca · 9 days ago · 1 ponto

      "todos que odeiam esse jogo só porque não possuem coordenação motora suficiente pra ser capaz de sacudir um controle da maneira correta, "
      O ódio deve ser daí mesmo. Esse é um ótimo Zelda.

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  • ryou Rodrigo Santos
    2021-07-16 11:41:38 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p><strong>FINALIZADO E PLATINADO!</strong> 🏆</p><p
    Final Fantasy XV

    Platform: Playstation 4
    2427 Players
    606 Check-ins

    FINALIZADO E PLATINADO! 🏆

    Tem spoilers abaixo, incluindo Episode Ardyn e Kingsglaive.

    Até agora esse foi o Final Fantasy mais fácil de platinar, pois alguns dos troféus mais chatos são de DLC. Até a luta contra o Adamantoise aqui não chegou nem aos pés do seu equivalente de FFXIII e seus 16 milhões de HP. Até descobri um cheese sem querer, ao spammar o anel de Lucii nele, e ao acabar o MP usava uma translocação pro topo de uma rocha e isso enchia a barra completamente, daí dá-lhe spam novamente.

    E apesar de seus momentos leves e fofinhos, como quando a Iris está com o grupo, achei esse o jogo mais sombrio e pesado da franquia, justamente por seu desfecho e o que a linhagem de Lucii representa.

    Joguei todos os DLCs, inclusive o Episode Ardyn, que é o único não incluso no Pacote Real, e com toda certeza só pude aproveitar BEM o jogo porque tive acesso ao seu conteúdo quase completo. É, quase, pois me recuso a comprar aqueles livros que contam a história da Aranea, Lunafreya e Noctis, histórias que seriam os Episodes de cada um deles e foram cancelados.

    Episode Gladiolus foi interessante por mostrar o que o cara fez durante o capítulo 7 e como conseguiu aquela cicatriz no tórax e no meio da fuça. A batalha contra Gilgamesh foi legal, mas ter um personagem tão icônico da série disponível apenas num DLC é meio meh.

    Episode Prompto foi... estranho. Pra começar, é um Dirge of Cerberus wannabe, e taca na sua cara um passado do fotógrafo que pareceu forçado demais. Se em nenhum momento tanto do jogo quanto do DLC fosse mencionado que o Prompto é parte daquelas criações de laboratório, isso afetaria NADA no jogo. Isso é revelado com um certo impacto, e 10 minutos depois já não importa. O que é isso? É apenas pra forçar novas versões de clones de Sephiroth? Me poupe!

    Episode Ignis foi o mais impactante, incluindo até mesmo um final alternativo. Also, ele ser digno o suficiente pra ser capaz de usar o anel de Lucii foi legal, apesar de que agora já são duas pessoas fora da linhagem real que conseguiram fazer isso, sendo ele e o Nyx no filme.

    Episode Ardyn deu o background que eu gostaria de ver do personagem. Não exatamente pelo que foi mostrado, mas simplesmente por mostrar. Além disso, esse DLC altera completamente o ponto de vista sobre a linhagem lucense. Pelo jogo base, a linhagem de Noctis parece ser ok, mas a história do Ardyn mostra que Somnus, o primeiro rei, foi na verdade um usurpador, e que ele era um babaca.

    Ao menos essa é a impressão passada nas primeiras cenas do Episode Ardyn, pois mais pra frente Bahamut revela que isso tudo já estava determinado e todo mundo já tinha seu papel a cumprir. É aquele lenga lenga de destino tão usado nos jogos.

    Anyway, apesar de todos os contras, os prós superaram e gostei do jogo. O resultado foi satisfatório, ainda mais levando em conta os problemas durante todos os anos de desenvolvimento.

    Não está entre os melhores jogos da franquia, mas também já vi coisa pior. E por falar nisso, oh céus, esse papo sobre a Square cogitar fazer FFX-3 me assusta.

    Agora é esperar que o desenvolvimento de FFXVI ande bem.

    24
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      fraga · 12 days ago · 3 pontos

      Tenho um puta carinho por esse jogo! Comprei junto com meu PS4 e tudo nele me cativou bastante, mesmo sabendo que tem (muitos) defeitos. A trilha sonora é maravilhosa (Yoko sagrada), ver os 4 juntos é muito satisfatório e "leve", além do final extremamente sombrio.

      Não joguei a DLC do Ardyn, mas concordo com tudo sobre as outras. Dá até vontade rejogar!

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      augus · 11 days ago · 2 pontos

      FFXV foi um daqueles jogos que me acertou em cheio mesmo com todos os defeitos. A irmandade é realmente a melhor coisa dele e esse final... ah, esse final, eu tava derretendo em lágrimas ao ouvir aquele último momento no acampamento, definitivamente uma daquelas experiências únicas.

      Sobre as dlcs que sairam na novel, elas são em um universo paralelo. Ao final da DLC do Ardyn, o jogador tem aquela escolha e as dlcs seriam consequências do Ardyn se recusando ao que foi pedido, logo não é canônico, tá de boa. Deu até vontade de rejogar.

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      xonas_kun · 12 days ago · 1 ponto

      FF XV está entre os meus favoritos da franquia, mesmo com todos os seus poréns. Se tem um theme que mexe com minhas emoções é Somnus e o final do jogo me fez chorar, literalmente. Tal como o final alternativo do Ignis.
      O FF XV é um projeto multimidias pq sinto que aproveitei o jogo como um todo por ter visto o filme, o anime, as DLC e os jogos base. O probema da Multimidias é que parece 'complicado demais' para que não é fã da franquia.
      Eu, particularmente, vejo FFXV como uma das mais belas histórias de FF... E, alias, estou escrevendo ouvindo Somnus...
      E com os olhos marejados.

      1 reply
  • ryou Rodrigo Santos
    2021-06-29 10:16:00 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p>Comecei o jogo que vendeu muitos PS3s quando ain
    Final Fantasy XV

    Platform: Playstation 4
    2427 Players
    606 Check-ins

    Comecei o jogo que vendeu muitos PS3s quando ainda era Versus XIII. E devo dizer que é realmente confuso se deparar com tanto conteúdo sobre esse mundinho espalhado em tantas mídias diferentes. O decepcionante é que tudo deveria (e poderia) estar dentro do jogo.

    Joguei A King's Tale e achei um joguinho bem legal, apesar de simples. Também assisti o filme Kingsglaive e o anime Brotherhood. São histórias que embora não sejam incríveis, ao menos complementam a lore do jogo. O triste é que se alguém apenas jogar FFXV, vai perder muito do background.

    Após até mesmo ler um texto de três páginas sobre um dia antes da partida de Noctis de Insomnia, enfim comecei o jogo.

    Oh boy, que ambientação! Estou no capítulo 5 e ainda acho cedo pra falar sobre o jogo de modo geral, mas é bem prazeroso explorar o mundinho, exceto quando a câmera fica biruta ao batalhar perto de árvores.

    Nas lojinhas espalhadas pelo mapa, comprei a trilha sonora de quase todos os jogos, incluindo até mesmo os dois online e o Dissidia. E é claro que passo a maior parte do tempo ouvindo a OST de FFVI, o melhor da série, e tudo bem se você discorda, pois todo mundo tem o direito de estar errado.

    Estou jogando a edição Pacote Real, que inclui todos os DLCs, exceto o Episode Ardyn, mas ok, se achar que vale a pena pego esse que falta. Interesse já existe, pois Ardyn tem se mostrado um personagem no mínimo curioso e que eu gostaria de saber um pouco mais sobre.

    Pouco antes de concluir o capítulo 4, acumulei 75 mil XP e dormi naquele resort que custa 5 mil gil e dá o dobro de XP. O resultado foi que avancei pro level 45 de uma vez. Apesar disso, demora muito acumular AP.

    O sistema de batalha me agrada. A princípio achei que demoraria pra me acostumar, mas a curva de aprendizado foi bem suave. O único problema no momento é enfrentar criaturas voadoras, além é claro de sempre buscar batalhas em uma área aberta pra não ter a câmera como inimiga também.

    Não gostei muito de tudo relacionado a magia, desde a coleta de materiais elementais, até a criação de "armas" com catalisadores e principalmente seu uso em batalha. No geral, magia acaba sendo apenas um item consumível e adquirido no cenário, exatamente como em FFVIII, o que não é um bom sinal.

    Só comecei a dar bola pros chocobos no capítulo 5, pois fui obrigado. Quem jogou sabe o motivo. Antes disso até tinha andando um pouco nesses bichos, mas nunca por longos trajetos. No geral tem sido agradável, principalmente por poder explorar áreas onde o carro não chega e sem precisar correr com o fôlego de sedentário do Noctis.

    Enfim, estou curtindo o jogo, e até agora o maior ponto negativo é ter seu conteúdo espalhado em diversas mídias. Independente desse conteúdo ser bom ou não, tudo deveria estar incluso. Espero que em FFXVI seja diferente.

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      fonsaca · 29 days ago · 1 ponto

      "O decepcionante é que tudo deveria (e poderia) estar dentro do jogo.
      O triste é que se alguém apenas jogar FFXV, vai perder muito do background."
      Bem isso. O jogo é bonzinho até, mas a história picotada é estranho demais. Mesmo consumindo todo esse material extra, sempre acaba ficando a sensação de que "faltou algo". Não a toa que as DLCs complementam maaaaais ainda, mas ainda assim recortaram coisas. Vários elementos (da história) que víamos nos trailers dos Versus, por exemplo, desapareceram. =/

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  • ryou Rodrigo Santos
    2021-06-24 11:34:38 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p><strong>PLATINADO!</strong> 🏆</p><p>#img#[780332
    Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout

    Platform: Playstation 4
    9 Players
    5 Check-ins

    PLATINADO! 🏆

    Por que raios todos os troféus são ocultos? ATÉ MESMO A PLATINA! QUAL O SENTIDO DE OCULTAR A PLATINA? Troféu oculto deveria ser pra evitar spoiler, não pra te impedir de ver o troféu "atinja o level 50".

    Após finalizar, a tela de título mudou uma última vez, e agora é sempre um personagem diferente que narra o nome do jogo. Quando é a Ryza, ela fala bem mais animada do que falava antes.

    Com a conclusão, a trilha sonora completa foi liberada, junto com todas aquelas ilustrações que aparecem aqui e ali durante o game, mas o que mais gostei foi um menu com um áudio gravado por cada um dos dubladores contando como foi pra eles a experiência de participar desse negócio. O áudio obviamente é em japonês, mas tem um texto em inglês pra acompanhar. É interessante ouvir a voz da Ryza falando como uma mulher normal e não uma adolescente chata pra cacete LOL.

    Com esses áudios descobri que alguns dubladores já trabalharam em jogos anteriores da série, como a que dá a voz à Lila, por exemplo. Até mesmo o Tao, que também participou antes, mas agora teve o desafio de dublar uma criança.

    Na imagem abaixo, Ryza e Klaudia vão pra cima da Lila pra aprender como ela faz pra ser tão bonita mesmo sendo uma guerreira. Er... okay.

    Como assim se a Ryza vai, a Klaudia também vai? Puxa saco!

    Ó o Tao dando uma cantada na Lila! Que isso, pivete!

    Anyway, joguinho divertido na parte da alquimia e no dinamismo durante o combate, mas fraquíssimo na história, além de parecer um jogo da geração anterior.

    Os jogos da série são caros e não acho que valem o preço. E como mesmo em promoção ainda são caros, não me vejo jogando Atelier Ryza 2. Esse aqui foi minha porta de entrada pra série, e pelo visto vou ficar por aqui mesmo.

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      emphighwind · about 1 month ago · 1 ponto

      único caso que faz sentido ocultar troféu é por progressão da história.

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  • ryou Rodrigo Santos
    2021-06-14 11:24:47 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p><strong>FINALIZADO!</strong> 🎮</p><p>Expectativa
    Assassin's Creed Rogue Remastered

    Platform: Playstation 4
    43 Players
    5 Check-ins

    FINALIZADO! 🎮

    Expectativa é parte fundamental da nossa experiência ao consumir qualquer mídia, e afeta diretamente a opinião final, podendo variar de um "odiei, que lixo" pra um "jamais existiu algo tão incrível".

    Muito se fala (principalmente sobre filmes) que o ideal é consumirmos o conteúdo com expectativas baixas, e fazer isso com Rogue foi fundamental pra eu apreciar o jogo.

    Comecei poucos dias depois de jogar o horrível Black Flag (opinião também definida com ajuda da expetativa), e o que esperava do jogo era que fosse tão ruim quanto, sendo o mesmo jogo com outros bonecos. Até pensei em apenas rushar a main quest por achar que não veria nada demais. Que belo engano.

    Assassino Cleber Rogue é, na minha opinião, um dos melhores (não joguei do Unity em diante), perdendo apenas pra trilogia do Ezio. E é até injusto comparar um único jogo que por si só já é menor do que os outros, com uma trilogia inteira.

    Todos os problemas que tanto critiquei no Black Flag foram melhorados, exceto as cenas do presente. Aquilo lá é totalmente descartável e me pergunto porque raios a Ubi continua insistindo nisso.

    Rogue tem, na minha opinião, uma história muito melhor que a dos piratas. Isso talvez porque nunca fui entusiasta do período do Barba Negra e sempre preferi outros períodos históricos, e ter uma pequena noção in-game da guerra dos 7 anos foi muito legal.

    Um exemplo de adaptação que encaixou bem no game é sobre o terremoto de Lisboa de 1755. Mesmo adorando história, eu nem sabia que esse evento aconteceu, e aprendi no jogo. Logo depois fui atrás de informações sobre o terremoto real e foi incrível aprender sobre o impacto que isso teve em Portugal desde então. Além disso, a maneira como a cena acontece no jogo (e o motivo) também fica muito bem no plot.

    Já sobre melhorias nas mecânicas do jogo em relação ao Black Flag, esse aqui não ficou com enrolação no tutorial, levando um tempão pra ensinar os comandos básicos. Tudo foi passado num pequeno punhado de missões, e bora pra main quest!

    E aquelas missões de seguir alguém sem ser detectado e a pessoa inconvenientemente ficar virando pra trás de maneira nada realista e entrando em áreas convenientemente inapropriadas pro protagonista? Foram pouquíssimas no Rogue, ao contrário do Black Flag, que quase sempre tinha uma, sempre igual.

    Sobre o enredo, achei que foi um belo elo entre AC III e Black Flag, mostrando personagens do IV agora mais velhos e personagens do III mais novos, além de dar um contexto pros acontecimentos do jogo do Connor.

    A princípio achei que seria estranho jogar com um templário numa série em que eles sempre foram os antagonistas, mas novamente a expectativa apenas ajudou a ver o jogo com bons olhos. Os templários aqui não são tão terríveis como os assassinos dizem e nos mostra que toda história tem dois lados (pelo menos). Alguns templários, inclusive, são mais bondosos do que certos mestres assassinos.

    Quanto às mecânicas de gameplay, passei a usar muito mais o dardo que deixa o alvo em modo berserker. Isso já existia antes, mas aqui usei mais que qualquer outra ferramenta. Isso facilita horrores ao ser stealth.

    O jogo que pensei que fosse apenas o Black Flag com outros bonecos acabou se mostrando uma boa despedida da série à sétima geração, apesar de eu ter jogado o remaster. Resta ver como AC seguiu nos jogos seguintes, começando pelo evento histórico que mais me interesso, a revolução francesa!

    Mas antes de conhecer a história do Arno e seus eletrodomésticos, estou sofrendo um pouco com um jogo que consegue ser pior que Black Flag, mas parte dos motivos é por ter sido lançado pra uma certa plataforma portátil abandonada pelo próprio fabricante anos depois...

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      kratos1998 · about 1 month ago · 1 ponto

      Eu ainda n joguei o Black flag, mas esse aí tá no meu coração! Jogo bom demais!! Quero até rejogar, joguei no PS3 ainda na época.

      2 replies
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 1 ponto

      Rogue é espetacular. Uma grata surpresa pra mim...

      1 reply
  • ryou Rodrigo Santos
    2021-05-18 10:19:27 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p>Continuando Atelier Chitchat...</p><p>Meu, que j
    Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout

    Platform: Playstation 4
    9 Players
    5 Check-ins

    Continuando Atelier Chitchat...

    Meu, que jogo leeeeeeeeeeeeeeeeento!

    No começo eu alternava bastante entre seguir a main quest e ficar explorando, coletando recursos, fazendo algumas side quests e etc, mas chegou uma hora que senti que ia ficar nisso até o fim dos tempos, então só rushei.

    Até que após eu me sentir num limbo temporal onde relógios são inúteis, a Klaudia FINALMENTE entra na party. Pra minha surpresa, a tela de título mudou pra essa de baixo:

    E ainda rushando, senti que a Lila não demorou tanto pra entrar no grupo, mas aposto que demoraria muito se ainda estivesse na mesma pegada. A tela de título mudou de novo:

    Após passar mais alguns instantes perto do horizonte de eventos de um buraco negro, vendo toda a história do universo acontecendo enquanto eu continuo nisso aqui, Empel entra no grupo e a tela muda mais uma vez:

    Anyway, o jogo tem se mostrado muito mais um visual novel do que pensei que fosse. Nada contra, até gosto de alguns do estilo, mas não acho legal perceber isso no meio da playthrough.

    Quando a humanidade já havia descoberto a penicilina e eu ainda estava fazendo desenhos rupestres, o mapa foi liberado e achei bem bonitinho. A partir desse ponto ficou simples rushar, pois o fast travel é quase imediato.

    E aí vem Empel passando seu conhecimento.

    O motivo da treta da turminha com o Bos é tão quinta série. Ao menos isso se resolve mais à frente.

    ( ͡° ͜ʖ ͡°)

    No trecho da imagem abaixo o enredo FINALMENTE começou a engrenar. Agora acabou aquele bullshit de "vou seguir numa aventura que nem sei qual é e trazer junto meus amigos que nem queriam participar".

    Cheguei na bendita torre que tanto falam desde o começo. As mecânicas de alquimia estão se complementando e me permitindo criar e aperfeiçoar muita coisa boa. Passei horas ontem só nisso e sem me incomodar em momento algum.

    Ainda esperando pra ver quando vou poder customizar o ateliê. As opções estão lá desde que ele foi construído, mas não posso alterar nada. Quem sabe isso é liberado quando a humanidade começar a colonizar outros planetas e eu estiver começando a usar papiro?

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      noblenexus · 2 months ago · 1 ponto

      então resumindo, rusha na história até chegar na torre que fica mais dahora?

      1 reply
  • ryou Rodrigo Santos
    2021-05-12 10:51:53 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p><strong>FINALIZADO!</strong> 🎮</p><p>Tinha até e
    Assassin's Creed IV: Black Flag

    Platform: Playstation 4
    1220 Players
    85 Check-ins

    FINALIZADO! 🎮

    Tinha até esquecido o quanto AC é repetitivo. Espero que seja só efeito daquela época em que todo ano tinha um "novo".

    É legal ter trajes de outros jogos, mas o Edward fica muito estranho com a roupa espalhafatosa do Ezio, além de fazer a animação de colocar o capuz com ele já na cabeça.

    Ele se destaca com essa roupa lavada com Vanish.

    O ponto forte do jogo são as batalhas navais, um grande upgrade em relação ao III.

    Mas em todo o resto... jogo fraco demais! Enredo boring, envolvimento com a irmandade praticamente nulo, mini game de navio inútil e dispensável, cenas no presente piores do que as do Desmond e mapa artificialmente gigante, pois as áreas verdadeiramente exploráveis são poucas.

    E quem diria que antes dos famosos bugs de AC Unity, Black Flag também teria os seus equivalentes? Em menor escala, claro, mas ainda assim dignos de nota.

    Um close no nosso querido galês bugado.

    Barba Negra fez algo parecido, mas pelo menos foi de propósito.

    Sério mesmo que a melhor roupa do jogo é um traje templário? Não tem uma única roupa lendária de assassino, já que aqueles trajes do Altair, Ezio e Connor não contam, pois são disponibilizados através do Animus, não pelas explorações do pirata.

    Pra finalizar, fiquem com a imagem desse porquinho simpático.

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  • ryou Rodrigo Santos
    2021-05-03 09:47:40 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p><strong>PLATINADO!</strong> 🏆</p><p>#img#[773162
    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    894 Players
    299 Check-ins

    PLATINADO! 🏆

    Só precisava fazer os upgrades de personagem e os de armas, mas isso significa ter que rejogar mais da metade do jogo só pra poder chegar na parte da Abby.

    Alguém perdeu o ursinho de pelúcia :/

    E também um sutiã.

    O legal de rejogar é que percebo coisas que não havia percebido na primeira playthrough.

    Como por exemplo o que o @andre_andricopoulos falou sobre o doguinho.

    Prestei mais atenção e notei que ele realmente parece se importar mais com a Mel.

    E nesse momento da imagem abaixo ele sentou, mas no modo foto ficou parecendo uma estátua.

    🐶

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  • ryou Rodrigo Santos
    2021-04-22 12:10:49 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p>Bora pra um jogo japoronga sem japoronguices bor
    Shin Megami Tensei: Persona

    Platform: PSP
    517 Players
    143 Check-ins

    Bora pra um jogo japoronga sem japoronguices boring de anime.

    NANI??

    Acho esse jogo muito injustiçado. Ele pode não ser tão grandioso quanto outros de sua época, mas porcaria não é.

    Ok, talvez a versão de PS1 seja responsável por isso, já que o cabra da imagem abaixo nem sequer foi dublado e até virou meme.

    Pelo menos no PSP ele fala.

    Sujeito simpático.

    I am thou...

    E lá vem cena de feelings com um personagem que surgiu 2 minutos atrás.

    Coisas estranhas começaram a acontecer, e o pessoal rapidamente bolou uma senha pra entrar na escola. Ok, prioridades...

    Já vi uma galera reclamando que o jogo tem random battles demais, mas isso é só se sair correndo desembestado. Se simplesmente andar, tem menos. O que acho realmente ruim é que toda vez que carrego um save tem uma ambushed battle em alguns passos, já scriptada pra acontecer.

    Anyway, party por volta do level 14/15 e acabei de chegar na Velvet Room e conheci o narigudo.

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    • Micro picture
      jcelove · 3 months ago · 3 pontos

      O jogo não era ruim na época, apesar de mecânicas que ja não agradavam o publico ocidental como a exploração em primeira pessoa, os gráficos fraquinhos e a dificuldade, mas o que matou foi a localizaçção, um dos casos mais bizarros de jogo alterado na versão americana ja feitos. Trocaram os nomes dos personagens, mudaram as artworks (pra pior), trocaram a Etinia do Mark pra negro descolado e cortaram a rota alternativa inteira da Snow Queen quest por causa do sprite com o aluno fusionado com o demonio mara (um penis gigante)

      Esse port do PSP conserta tudo isso, tem o conteúd original na íntegra, rebalanceia o drop de dinheiro e taxa de random batles, melhora alguns aspectos visuais e refez as CGs e dublagem, muito mais confortável de jogar.

      9 replies
  • ryou Rodrigo Santos
    2021-04-13 13:36:22 -0300 Thumb picture
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    Post by ryou: <p><strong>FINALIZADO!</strong> 🎮</p><p>Vai ter spo
    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    894 Players
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    FINALIZADO! 🎮

    Vai ter spoiler mais pra baixo, do ponto de vista de alguém que não é um dos haters do jogo e nem um dos que idolatram cegamente.

    Demorei um bocado, pois antes da metade comecei a jogar apenas em live pra que a @mandy pudesse acompanhar, e como eram sempre lives entre 2 e 3 horas, e não todo dia, levou um tempo.

    SIC PARVIS MAGNA! Gostei da referência, embora não faça muito sentido o anel do Drake estar ali.

    No geral gostei bastante do jogo, mas achei que os combates da Abby são mais voltados pra ação como um bom e velho Uncharted, o que acaba sendo um problema, já que lá os recursos são abundantes e aqui nem tanto. Não são poucos os momentos em que o combate sem stealth é forçado. Em contrapartida, nas partes da Ellie consigo ir muito mais sorrateiro na maior parte das vezes.

    Quanto à profundidade dos personagens, aquela turminha da Abby soou pra mim com o mesmo impacto dos NPCs de Horizon Zero Dawn: quase todos desinteressantes, e eu simplesmente não me sentia ligado à história deles. Além disso, sinto que o jogo com o ponto de vista da Abby é só pra que não tenhamos a visão de que ela é uma vilã, o que certamente aconteceria se tivéssemos apenas a visão da Ellie. Permitir que o jogo tenha os dois pontos de vista foi muito bom pra mostrar que as pessoas não são totalmente boas ou totalmente más, e é tudo dependente de contexto.

    Quando cheguei na mesa de RPG da imagem abaixo tive que tirar essa screenshot. Ok que o jogo tem uns PS3s espalhados por aí, uns quadrinhos e até o anel do Drake, mas uma mesa de RPG? Por essa eu não esperava. E tudo está muito bem preservado pra ser uma mesa abandonada no apocalipse em 2013. Ta com cara de que foi usada por sobreviventes recentemente.

    E aqui abaixo, que bela vista pra um momento de assassinato, não? E isso porque a Abby tem que fazer tudo nessa birosca! O pivete arqueiro é míope e não atira uma flecha sequer.

    Outros personagens que acompanham a nossa marombeira também são igualmente inúteis e mais atrapalham do que ajudam, ficando na frente nos locais onde tento usar o cover. No primeiro jogo o auxílio de NPC era mais inteligente, então o que houve aqui?

    No começo eu até achava que eles eram assim só porque eu tentava muito jogar em stealth, mas notei que até em momentos de tiroteio eles ficam apenas zanzando de lá pra cá.

    Na imagem abaixo não dá pra ver direito, mas a Abby está desafiando a gravidade se mantendo em pé além da borda do penhasco. Ela não tem apenas um baita braço, tem também um equilíbrio absurdo!

    "O mundo parece ter virado de cabeça pra baixo."

    Jogo bonito, jogo formoso, jogo bem feito, mas não um jogo perfeito, assim como nenhum é. Gostei bastante da história e o conflito entre as personagens, e gostei até mesmo da Ellie ter perdido dois dedos no final. Isso só mostra que não jogamos com um boneco invencível e nos faz perceber que qualquer combate pode ser decisivo, não necessariamente causando a morte (pois a protagonista vai até o final), mas possivelmente deixando alguma sequela.

    Jogar com um personagem invencível é chato, monótono, tedioso. Saber que na sala a seguir você pode ficar aleijado dá mais profundidade não só pra personagem, mas também pro contexto geral ao qual ela está inserida.

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      kratos1998 · 4 months ago · 1 ponto

      Ai sim!! A parte da Abby é bem mais ação mesmo, o q deixa menos estratégico q jogar com Ellie.
      E sobre a Ellie perder os dois dedos: é foda pq ela podia ter ouvido a Dina e ter ficado na porra da casa kkkk, e o engraçado q na minha primeira run o q eu mais queria ela q ela fosse atrás da Abby, mas depois, só bate o arrependimento mesmo. Perdeu tudo o q Joel ensinou pra ela sobre violão...

      1 reply
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