niltondeoliveira

Um gamer fajuto - Jogando no momento Mad Max, Injustice 2 e Fifa 14

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  • 2021-06-17 04:04:56 -0300 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in to:
    Post by niltondeoliveira: <p>Jogo mais focado no público infantil, né?!</p><p
    Ratchet & Clank

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    Jogo mais focado no público infantil, né?!

    Há pouco tempo nem sabia que já existia uma franquia desde a época do play 2, com até filme e tudo com o passar dos anos. A dublagem brasileira é muito competente, basicamente segue o padrão de outras animações de cinema.

    Na maior dificuldade não é tão facinho quanto aparenta. Até pode te prender em algumas situações. Mas nada de absurdo também.

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Eu sou um infantil...de 40 anos 😁

      Adoro RATCHET e games aventura / plataforma em geral

      3 replies
  • 2021-06-16 00:17:03 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Finalizado e platinado.</p><p>Não costumo dar no
    Days Gone

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    Finalizado e platinado.

    Não costumo dar notas para jogos, mas de 0 a 10 acho que daria um 7 ou 7,5 para Days Gone. No geral ele te entretém de maneira bastante aceitável, te obriga a fazer várias tarefas, coletar muitas coisas para facilitar a vida na campanha. O problema fica por conta da estória que não segue um ritmo constante, alterna demais e geralmente fica mais para baixo do que para cima em termos de qualidade; ainda assim tem seus momentos interessantes e até curiosos, mas acabam sendo ilhas em um oceano de tramas e subtramas medianas.

    O game começa a ficar interessante de fato no finzinho da parte norte do mapa para o início da sul. Acho que não trabalharam bem o chefe final; ele é apresentado e dão algum tempo para entender qual é a dele, mas daí a trama avança de forma mais acelerada e se esquece de explorar melhor o personagem. Julgo ser até compreensível em certo ponto, tendo em vista que o verdadeiro vilão de Days Gone só é citado mas jamais aparece, que é nada mais nada menos que a NERO, a companhia/laboratório/organização terrorista/nova Umbrella Corporation que tem a idéia genial que dá razão ao jogo. O grande foco da trajetória do Deek é sobrevivência e a busca pela amada Sarah; todo o resto (incluindo a NERO) tem sua importância mas é secundário. Uma vez que o final chega (principalmente depois do "final extra"), abre-se um leque de oportunidades para uma sequência, que apesar de todas as declarações eu duvido muito que um dia não vá sair. Pode demorar mas vai acontecer. E pelo que é revelado no final bônus, a sequência provavelmente ganharia uma pegada diferente, pois já não seria mais um jogo sobre um bando de gente deixada para trás tentando sobreviver; agora o buraco seria mais embaixo  (ou em cima) e hordas de zumbis famintos deixariam de ser a grande ameaça para dar espaço a um exército chefiado por uma multinacional obscura que sabe-se lá como exatamente está agindo no restante do mundo e de onde opera sua base central. Com isto, as possibilidades que surgem de tramas para serem desenvolvidas são inúmeras e abre uma porta muito grande para se estabelecer não apenas uma sequência mas como uma franquia com um número bem expressivo de jogos. Creio (e espero) que os responsáveis reflitam com carinho sobre isto, ao mesmo tempo que pensam sobre como corrigir os erros anteriores. 

    Days Gone pode não ter começado acertando em cheio no que se propôs e nem sendo um sucesso avassalador, mas possui um potencial de franquia muito grande para ser jogado para debaixo do tapete. Diferente do que parece, eu duvido muito que a Sony tenha engavetado o projeto; no máximo até colocou na gaveta mas a deixou aberta e exposta a constantes olhadas, como se fosse um livro cuja leitura você deixou de lado e o colocou a vista em um canto da casa; apesar de ignorar por algum tempo, não se pode deixar de nota-lo e mais cedo ou mais tarde você sabe que terá de terminar o que começou. Por esses motivos acredito que Days Gone não morreu. Mas a sequência terá de ser muito bem planejada, pois ela sim, uma vez que ganhe vida, terá poder de ceifar para sempre qualquer chance da franquia em caso de resultado semelhante ao do primeiro game.

    Para finalizar: para mim o protagonista parece ser o CJ do apocalipse zumbi. É cada tarefa maluca e sem noção que o colocam para fazer e ele sempre aceita.

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  • 2021-06-13 13:15:45 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>As pumas são umas fdps; atacam, saem correndo e
    Days Gone

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    As pumas são umas fdps; atacam, saem correndo e ficam zanzando até voltar. Os ursos demoram demais para matar, mas se o cara conseguir apertar o triângulo  (o botão, não o instrumento musical) dentro daquela agulha mínima, é fim de combate.

    Recentemente parei no meio da estrada para abastecer e veio duas pumas quase ao mesmo tempo. Matei as safadas; antes mesmo de conseguir pegar suas carnes apareceu um urso zumbi cheio de arame e com uma lâmina encravada. O puto até não demorou tanto para morrer, muito por conta de eu ter conseguido acertar o ponteiro na segunda vez que me pegou, mas daí só fiquei com o xp ganho mesmo, já que a carne, por motivos óbvios, não dá para pegar. Os ursos desse jogo - normais ou zumbis - são mais resistentes que os de Red Dead Redemption, e olha que lá eles também são chatos de matar.

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Sim...esse ataque (que se não me engano você adquire upando o personagem) é uma mão na roda...

      2 replies
  • 2021-06-12 05:41:43 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Confesso que fiquei tocado com a surpresinha que
    Days Gone

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    Confesso que fiquei tocado com a surpresinha que o Deecon acabou de ter no acampamento dos milicos. Ok, eu já até esperava que isso fosse mesmo ocorrer, mas mesmo assim neste momento o jogo me deu uma sensação muito forte que até agora não havia chegado nem perto de conseguir, nem em momentos de conflito ou tensão na gameplay.

    To com a sensação de que alguma coisa a mais ocorreu durante todo esse tempo. Acho que há algo oculto ainda. E caso tenha mesmo, não creio que seja do agrado do Deecon. Vamos ver.

    6
  • 2021-06-10 16:31:57 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Beleza, aí fui lá fazer a missão da coroa de caç
    Days Gone

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    Beleza, aí fui lá fazer a missão da coroa de caçar o carinha que abandonou o acampamento  (ou campo de concentração), chego lá, to enfrentando o bando e tudo mais, quando de repente o sujeito LEVANTA VOO, faz umas curvas no ar e depois volta para trás de onde estava atirando escondido.

    Um pássaro? Um avião? O Superman do apocalipse zumbi? Não. Só um bug muito doido.

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  • 2021-06-04 22:27:57 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Início bem mais ou menos por enquanto. O mapa va
    Days Gone

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    Início bem mais ou menos por enquanto. O mapa vai sendo aberto aos poucos, "reinicia" se você sai dos limites; tem lado positivo e negativo nisso.

    Zumbis (muitos, sempre), motoqueiros tatuados, gangues e acampamentos de gangues, comunidades de resistência, veados, lobos, possibilidade de atrair zumbis para os acampamentos que você precisa eliminar e deixar que eles façam todo o trabalho por você (isso é bem legal). Vamos ver o que mais nos espera.

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 3 pontos

      O início não empolga mesmo...

      E curiosamente ao longo da jogatina...vai "crescendo em você" e mostrando o quão maravilhoso esse game é.

      Os criadores comentaram que é proposital isso...

      Tive a mesma sensação:

      ✓ Intro...sem graça

      ✓ O primeiro momento dentro do túnel... não empolgou

      ✓ Aquele momento investigação andando na floresta..."boring"

      Dae na primeira grande missão, no posto de gasolina, queimando os "NESTS" (ninhos), já fui me empolgando.

      No instante que nos liberam o OPEN WORLD, pronto... já era (vira paixão). Conta mais depois ae...

      5 replies
  • 2021-06-01 00:32:27 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Fecha com chave de ouro uma franquia grandiosa q
    Batman: Arkham Knight

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    Fecha com chave de ouro uma franquia grandiosa que entrou para a história dos games.

    (Spoilers)

    Batman: Arkham Knight brinca com suas percepções e conjecturas antecipadas sobre os rumos da estória mesmo se antes de joga-lo você já teve acesso a alguns spoilers.

    Não vou perder tempo com a premissa (pois todos sabem), mas a sensação de ato final permanece durante a campanha inteira, mesmo que o jogador nada saiba de antemão; uma cidade evacuada em questão de horas, onde restam somente um aglomerado de bandidos, poucos policiais e o comissário, milicianos com treinamento militar de altíssimo nível e armas de última geração liderados e aliados dos maiores inimigos de Batman - além do próprio e de outras figuras mais peculiares.

    Acontece é que a partir do momento em que Batman tem um pouco de contato com a toxina do medo e as alucinações com o Coringa se iniciam, nunca se sabe ao certo o que é real e o que não é nos eventos que o morcego presencia (não contando, claro, as aparições do próprio palhaço). Com o avançar do jogo a coisa piora quando se descobre que, diferente do que se pensava ao final de Arkham City, Batman não estava curado da mutação entre o sangue do Coringa e o composto Titan; você junta uma infecção encubada com uma mais sensível e imediata e então nós temos aí essa situação interessante dentro da mente do protagonista.

    O (falso) suicídio da Barbara Gordon escurece definitivamente a cena. Se o Espantalho e seu aliado conseguem detectar, capturar e matar uma aliada do morcego desconhecida por qualquer um fora do limitadissimo círculo de Bruce Wayne, até onde não serão capazes de ir?

    A identidade do aliado do vilão não é difícil de se supor para os mais aficionados pelas grandes histórias dos quadrinhos do herói: não poderia ser ninguém além de Jason Todd, originalmente assassinado com um pé da cabra pelo Coringa na famosa e controversa 'Morte em Família' dos anos 80, quando o segundo sidekick de Batman investigava o paradeiro de sua mãe biológica; a história é controversa não só pela cena e o conteúdo em si, mas também por um boato forte surgido tempos depois de que a decisão pela morte de Robin teria sido adulterada. E aqui se faz necessária a explicação: A DC Comics na época deixou aos leitores dois números de telefone para escolherem entre sim e não pelo destino de Jason Todd; a personalidade daquele Robin dividia opiniões entre os fãs e a editora viu ali a oportunidade de jogar a decisão para o povo e deixar que a escolha da maioria (qualquer que fosse) pelo menos diminuísse o ruído do lado perdedor e desse maior tranquilidade para que seus roteiristas seguissem formulando novas edições. O 'sim' a morte de Robin ganhou por uma margem pequena e então coube ao Coringa as honras de pôr em prática os desejos da suposta maioria. O problema é que, pouco tempo depois, rumores vindos de dentro da DC davam conta de uma fraude, não apenas na computação dos votos, mas na maneira com que teria sido feita. Boatos muito fortes afirmavam que um pequeno grupo de pessoas na editora decidiu inverter a quantidade de votos para cada escolha - motivados por alguns roteiristas que também não gostavam do personagem - e transformando assim a verdadeira decisão final em um sim a favor da morte. O que se sabe de fato é que essa lenda circula com força no meio dos quadrinhos até hoje, mesmo que nunca confirmada oficialmente por ninguém (mas já com declarações suspeitas), e a DC resolveu matar Jason para ressuscita-lo cerca de 20 anos depois - seria isso uma reparação, um pedido de desculpas velado?

    Voltando ao jogo, o comportamento, o linguajar, o sentimento de rancor e o conhecimento do Cavaleiro do Arkham para com o Batman é quase impossível de não ser reconhecido por alguém que é ou já foi leitor de quadrinhos do Cavaleiro das Trevas. Todos os indicativos estão ali, e eu creio até que o game "entrega o ouro" antes mesmo de Jason retirar o capacete; que é quando o Batman tem duas ou três visões sobre a tortura que o garoto sofreu nas mãos do Coringa nos porões do Asilo; difícil continuar especulando, depois dessas cenas, que o agora vilão seja outro que não o antigo Robin. Aquilo não brotaria do nada na trama, sem propósito. Um adendo: a tortura e a "morte" dele sofre alteração considerável dentro da franquia de jogos; na série Arkham ele é capturado, preso e torturado dentro do próprio Asilo, depois dado como morto após não ter o corpo encontrado; nos quadrinhos ele chega a morrer de verdade (em um armazém no Irã, se não me engano), após ser preso e torturado ao lado da mãe biológica (que o traiu) pelo Coringa; Batman o carrega morto em seus braços (uma das cenas mais icônicas das HQs), o leva de volta a Gotham e o enterra; sua ressurreição se dá pelos socos que uma versão alternativa do Superman desfere em camadas do espaço-tempo (sim, sim, maluquice, não vou me aprofundar nisso aqui), e após sair da cova recebe a ajuda de Talia Al Ghul e do famigerado Poço de Lázaro para voltar a perfeita forma, não mais "zumbificada"; culpa Batman por uma displicência deste que teria permitido sua morte (o que não está totalmente errado), assume a identidade de Capuz Vermelho e passa a matar criminosos. Outra alteração ao cânon original é sobre o relacionamento de Bárbara com Tim Drake, que aqui é mostrado como um casal; na verdade, ela durante e após atuar como Batgirl sempre foi par romântico de Dick Grayson, o primeiro Robin e que se tornou Asa Noturna. Já o Tim, sendo o terceiro Robin, é de uma época mais a frente. Isso não é uma crítica minha, acho que, em mídias diferentes dentro de universos diferentes, alterações assim que não chegam ao ponto do absurdo são válidas.

    Arkham Knight nos coloca pela primeira vez dentro de uma guerra no território urbano mais aberto de Gotham (e que continuo achando que devia ser maior), não limitado mais por uma pequena área sitiada ou uma ilha. E contando com o grande chamariz tecnológico do jogo, o super Batmovel que é um verdadeiro tanque blindado quase indestrutível. Arisco de guiar sim no início, mas poderoso e incrível. Em Arkham Asylum você fica imerso a uma atmosfera de loucura e bizarrice no que talvez seja o manicômio mais pavoroso já criado na ficção sem elementos preternaturais; em Arkham City nos vemos em um território esquecido de Gotham transformado em presídio a céu aberto, enfrentando não só vilões como jogos de interesse e uma conspiração de uma organização com propósitos e chefia ocultas; Origins é um prequel de mapa bastante semelhante ao do anterior, apresentando Batman a Gotham. Mas aqui em Knight você tem um pouco de tudo em meio a um conflito armado sem precedentes, enfrentando algumas dificuldades inéditas, motivadas por desejos distintos de vingança, mas que tem o mesmo alvo na mira - e com as diretas perturbações do Coringa na mente do herói, que confronta a si e aos vilões ao mesmo tempo. Este capítulo final é nos games - pelo menos até o presente momento - o equivalente ao que foi TDKR nos cinemas e O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller nos quadrinhos; o encerramento de uma jornada grandiosa e dolorosa do homem morcego. Para mim, é o melhor jogo do Batman já feito, estando pouca coisa a frente, em uma média geral, a Arkham City.

    Mas então, o jogo é perfeito? Ou está próximo disso? A resposta para ambas é: definitivamente NÃO. Na verdade, esse titulo também serve para mostrar como os limites para um game ainda melhor foram drasticamente diminuídos. Algumas ponderações necessitam ser feitas para explicar o porquê:

    MAPA

    Poderia ser maior. É uma questão de poucos segundos para chegar de uma extremidade a outra do mapa, seja por Batmovel ou via aérea (ainda mais depois de upgrades). Por mais que estejamos falando de videogame, não é crível que uma cidade de mais de 6 milhões de habitantes tenha um território tão limitado assim. Gotham precisa ser maior. Isso nos leva ao próximo ponto.

    TAMANHO DA ESTÓRIA

    Também precisava ser maior. Ainda que aqui se tenha um foco diferente, inédito, e pareça enjoativo enfrentar os mesmos vilões de sempre, nós estamos falando de Batman em Gotham City, não de novos arcos de Dragon Ball. A constante presença de Espantalho e Cavaleiro do Arkham e suas missões são imersivas, intrigantes e seus movimentos geram expectativa, mas outros vilões não podem ficar tão em segundo plano, mesmo que alguns também estejam se despedindo.

    PINGUIM, DUAS CARAS, OUTROS VILÕES E A DLC ÉPOCA DA INFÂMIA

    Não há dúvidas de que a Hera teve destaque bastante respeitoso nessa saga. Apesar da ausência em Origins e da quase ausência em City, já havia sido muito importante no primeiro título, e neste aqui ela acaba cumprindo um papel até inesperado.

    Vagalume, parando para analisar os 4 jogos, teve uma relevância maior do que geralmente tem nos quadrinhos, apesar de o confronto com ele em Origins ser mais interessante.

    Bane, como se diz por aí, "largou essa vida". O que é bastante coerente com a proposta do jogo, uma vez que naturalmente haveria um conflito de interesses entre a turma dele e a do Espantalho e Arkham Knight, por se tratar de um vilão igualmente estratégico apesar da montanha de músculos não fazer parecer. Esse provável conflito poderia ser interessante, mas tenderia a tirar o foco dos dois principais ou escantear o bombadao da trama de maneira pouco trabalhada, quase abrupta.

    Zsasz tem aquela micro aparição em uma das câmeras de vigilância que Batman analisa para encontrar pistas do paradeiro da Barbara. Pode até passar despercebido para muitos. Eu creio que teve seu espaço como vilão-serial killer trocado pelo Professor Piggy, que é um vilão relativamente recente, criado nos anos 2000 ainda. Não vi essa adição com maus olhos, mas caberia um espacinho maior para o Zsasz.

    Arlequina teve sua participação na medida, uma vez que a causa de sua existência é um vilão já morto.

    No caso do Morcego Humano, será que não dava para elaborar uma lutinha não?

    Fazer a Mulher-Gato de refém do Charada foi uma atitude respeitosa para não deixa-la fora do game, pois aquilo tudo lá que tava rolando era areia demais para o caminhãozinho felino dela. E acho que nem é certo coloca-la aqui, pois deixou de ser vilã de fato há décadas nas mais diversas mídias. Mas enfim...

    A luta com o Exterminador é broxante, ainda que ele nunca tenha sido vilão específico do Morcego. Não precisava ser uma batalha de tanques cansativa e difícil como a do Jason, mas podia ser algo mais elaborado. Mesmo assim acabou por ter maior relevância que Pinguim e Duas-Caras, o que não pode acontecer.

    Pinguim e Duas-Caras aparecendo em três ou quatro missões genéricas, rápidas, e acabou? Não, não. Penso que os roteiristas erraram feio aqui. Havia meios de dar mais destaque aos dois sem interferir no protagonismo da outra dupla. Por favor, ne?

    A DLC Época da Infâmia foi ofertada para tentar diminuir um pouco as reclamações em torno da duração do game? Para mim não adiantou muita coisa. A gente tem aquelas paradas basiconas padrão Chapeleiro Louco, uma invasão rápida e um confronto pouco desafiador com o Crocodilo, um fim para o tormento do casal Fries que serve apenas para mostrar mais um final de vilão, pois desafio não existe, e uma questão envolvendo Ras Al Ghul cuja conclusão depende de sua escolha, mas que segue a linha muito mais de mostrar do que obrigar a jogar; aliás, acho até que perderam uma ótima oportunidade de incluírem a Lady Shiva nessa parte da dlc, afinal, em Origins ela aparece como aliada fiel do Ras. Nessa briga pela liderança da Liga dos Assassinos a Shiva poderia muito bem ter aparecido para dar um pouco de emoção a coisa.

    Você tem uma série de 4 grandes jogos do Batman e em nenhum usa (apesar de referências) vilões como Ventríloquo & Scarface, Homem-Calendário, KGBesta? Aí é complicado. É uma crítica que faço à franquia. Será que não tinha espaço para nenhum em nenhum jogo? Homem-Calendário até aparece, mas nunca para confronto. Se não me falha a memória existem referências à Ventriloquo e Scarface em todos, mas se limita a isso. KGBesta é um vilão que cairia COMO UMA LUVA como um dos tenentes das milícias do Cavaleiro do Arkham.

    CHARADA

    Em toda a franquia eu coletei todos os itens/troféus do Charada. Mas agora que Arkham chegou ao fim, por favor parem com essa idéia de quantidades absurdas deles em futuras franquias. Por favor. Só não é mais cansativo que ler essa análise.

    QUESTÕES TÉCNICAS DE BATMAN: ARKHAM KNIGHT

    Não há nada que impeça a jogabilidade, mas dá para notar que a Rocksteady teve alguns problemas dessa vez. Comigo o jogo crashou três vezes, vez ou outra deu uma engasgada. Existem bugs de demora para aparecer ou de número errado de feitos para conquistar alguns poucos troféus - como no caso dos veículos blindados, onde o jogo pede a derrota de 5 mas o troféu só vem se derrotar 6. Me deparei 3 vezes com textos exibindo o código de fonte do texto. Lembro que o game teve problemas técnicos sérios em PC na época em que foi lançado, e apesar de terem consertado ainda há relatos de desempenho um pouco abaixo. Não sei como é a situação no Xbox.

    Sobre algumas teorias que rolam por aí 

    • Não acho que exista possibilidade de o Coringa estar vivo. O Coringa que abre a cela do Batman nada mais é como uma representação do conhecimento do próprio Batman em como sair dela, sendo que, se analisarmos com mais atenção, vemos que ele jamais entrou nela.

    • Também não acho que Batman e Alfred tenham se suicidado. Historicamente é algo que não faz o perfil deles. Acho que antes da porta fechar (não fica claro na imagem embaçada e distante que Alfred a está segurando até o fim, e não largando) os dois tenham ido rapidamente, através de alguma cápsula ou algo do gênero, pelo piso até a Batcaverna. E a partir dali, sair para viverem anonimamente o restante de suas vidas. Ou até mesmo auxiliar em logística ou treinamento outros vigilantes. São duas possibilidades apresentadas em finais de outras mídias.

    • Também não creio em uma aparição real do Batman aos bandidos assaltantes do beco. Entendo a cena final como uma representação da figura do vigilante de Gotham que causa medo no coração dos criminosos e que lá permanece viva

    Para encerrar esse loooongo texto (te agradeço se você teve saco para chegar até aqui), reitero que coloco como o melhor game do Morcego, estando em uma análise como um todo pouca coisa a frente de Arkham City. Arkham Knight é de uma tensão, dramaticidade, angústia e mistérios do início ao fim. Não lembro, por exemplo, de momentos engraçadinhos ou que pegam mais leve para aliviar um pouco o clima. Não há espaço para esperança, apesar das coisas no final terem revelado-se bem melhores do que pareciam se configurar durante a jornada inteira. Uma campanha que apesar de contar com muitos tiros e força bruta, consegue ser mais intimista na mente e nos temores de Batman (que quase permitiu que seu pior pesadelo se realizasse, o de não conseguir salvar Gotham), e põe o Coringa como ameaça grave mesmo depois de morto, ao mesmo tempo que não precisa dele como principal antagonista, diferente dos títulos anteriores, permitindo que o Espantalho cresça muito mais do que se esperava após a derrota no Asilo.

    A franquia Arkham (que se tornou a única até hoje cujos jogos todos estão em minha lista de favoritos) parece ter acabado. O que pode sair no máximo são spin-offs, entretanto não apostaria muito. A Warner Games deve estar pensando nos próximos passos para iniciar uma nova; esse Gotham Knights tem toda cara de experimento, e acho até que vai fracassar. Mas lições podem ser tiradas. O fato é que todo mundo quer controlar o Batman de novo, com novas melhorias, variedades e maior mapa. Por isso, tenho para mim que esse pessoal vai estudar e analisar muito tudo antes de nos permitir entrar na pele do Morcego novamente. Que venha coisa melhor sempre, demore o tempo que for.

    Meu ranking final:

    1° Arkham Knight

    2° Arkham City

    3° Arkham Asylum

    4° Arkham Origins

    5
  • 2021-05-27 17:43:44 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>O troféu de destruir 5 tanques seguidos com ataq
    Batman: Arkham Knight

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    O troféu de destruir 5 tanques seguidos com ataques críticos sem sofrer danos é bugado. Diz que é 5 mas você só consegue com 6.

    To gostando muito do jogo, e na minha opinião em termos de qualidade da estória, dramaticidade e ar sombrio, já superou Arkham Asylum, Origins e tá em empate técnico com Arkham City. Tenho a impressão que após finalizar vou soltar um polêmico 'melhor game do Batman já feito'. Tudo está levando a isso por enquanto.

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Tô contigo: " 'melhor game do Batman já feito'.
      (sim sim...eu entendi... TALVEZ você dirá isso após finalizar. Minha cognição não é tão ruim assim...carai )

  • 2021-05-26 14:10:33 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Eu não acredito no que o infeliz do Espantalho a
    Batman: Arkham Knight

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    Eu não acredito no que o infeliz do Espantalho acabou de fazer o Batman presenciar. Eu fiquei um tempo parado olhando sem acreditar.

    Os vilões não estão para brincadeira. Gotham está ruindo e não me parece que haverá espaço para redenção de nada e nem de ninguém.

    2
  • 2021-05-25 13:47:58 -0300 Thumb picture
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    Post by niltondeoliveira: <p>Alguns troféus são bugados pra caramba. Fui atrá
    Batman: Arkham Knight

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    Alguns troféus são bugados pra caramba. Fui atrás de pesquisar no google/youtube e confirmei isso. O troféu da planagem contínua por 400 metros sem tocar o chão demorou quase um minuto para aparecer. Não é com todos, mas já aconteceu uma demora incomum com outros.

    E po, esse troféu de atravessar 100 metros no ar no Batmovel é outra sacanagem. Além de você não ter como ter certeza se fez da maneira que o game exige, completa-se a bagaça e nada de troféu  (parece que no play 5 colocaram um mecanismo que ajuda a saber quantas tarefas faltam para chegar a conquista). Fiquei injuriado e larguei de mão esse troféu. Não sei exatamente de quais troféus se precisa para poder no fim acionar o protocolo knightfall completo  (quem puder ajudar agradeço, pois até agora só me deparei com informações imprecisas), mas se precisar desse também, azar.

    S P O I L E R   A SEGUIR

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    Eu já tinha visto uma vez, próximo a porta de entrada do GCPD, aquele policial com aura verde conversando de boa no meio dos outros dois. Achei muito estranho mas passei direto, pois nem me passou pela cabeça tentar algo logo ali dentro. Só que agora, após prender Crocodilo e cia, eu tava saindo, vi o cara de novo e decidi testar me aproximando e pressionando o triângulo como normalmente se faz com informantes do Charada e... PIMBA; o cara era informante mesmo, hahaha. Já foi para a jaula direto.

    Esse jogo tá com umas surpresas legais.

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