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  • 2021-01-01 21:10:44 -0200 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Como zerei Far Cry 5 e não estou com vontade de
    Yu-Gi-Oh! DUEL LINKS

    Platform: Android
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    Como zerei Far Cry 5 e não estou com vontade de jogar nada nos consoles, resolvi baixar de novo o Duel Links e estou completamente viciado no game.

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  • 2021-01-01 13:32:30 -0200 Thumb picture

    Meus jogos favoritos da 8ª geração de consoles

    Com a chegada de um novo ano e de uma nova geração de consoles, decidi fazer uma lista dos meus games favoritos da 8ª geração.

    Em 10º lugar eu coloco Metal Gear Solid V. Fiquei extremamente empolgado quando joguei o prólogo Ground Zeroes, e quando coloquei as mãos no Phanton Pain, fiquei horas jogando, admirando os gráficos e as expressões faciais dos personagens, a trilha sonora que sempre foi o ponto forte da franquia, além da melhor jogabilidade da serie Metal Gear. Achei o Phanton Pain inferior ao seu prólogo, mas ainda é um grande jogo que me marcou nessa geração.

    Em 9º lugar eu coloco Red Dead Redemption 2. Quando joguei pela primeira vez, terminei o primeiro capítulo do game e depois fiquei um mês inteiro sem jogar. O jogo era bem arrastado e cansativo, principalmente pelo excesso de realismo. Depois desse tempo, resolvi pegar o jogo de novo e ir até o final, e foi aí que me surpreendi. Apesar de não gostar do realismo exagerado, da jogabilidade ultrapassada e da linearidade das missões principais que lembram jogos de ps2, o jogo tem muitas qualidades, como os gráficos impressionantes, expressões faciais dos personagens, uma narrativa que te prende do começo ao fim e um dos melhores desenvolvimentos de personagens que já vi em um jogo. Rockstar Games mais uma vez ensinando a como fazer um game de mundo aberto.

    Em 8º lugar eu coloco o jogo que é favorito de muitas pessoas: The Witcher 3. Quando vi esse jogo pela primeira vez, nunca tinha ouvido falar dessa franquia e nem da CD Project Red. A edição física é uma das melhores edições que já vi, mas o jogo é melhor ainda. The Witcher 3 apesar dos bugs mesmo com todas as atualizações disponíveis, é um jogo completamente viciante, com ótimos gráficos, um mundo muito interessante, além das melhores missões secundárias que já vi em um jogo. As Dlc's são tão impressionantes quando o jogo base, aliás, a história principal da Dlc consegue ser até melhor que a do jogo original. Mesmo com uma jogabilidade completamente ultrapassada e uma IA ruim, The Witcher 3 é considerado um dos melhores games da geração, um jogo que colocou a CD Project no mapa e um jogo que me deu muitas horas de diversão.

    Em 7º lugar eu coloco o primeiro jogo de Hideo Kojima fora da Konami: Death Stranding. Fiquei completamente empolgado quando esse jogo foi anunciado, pois até o momento eu tinha gostado de todos os jogos que Hideo Kojima tinha feito. Eu costumo dizer que esse game é um triple A com cara de jogo indie, pois a maioria dos jogos de grande orçamento costumam seguir um certo "padrão", enquanto os jogos indie de menor orçamento acabam se arriscando mais. Death Stranding é um jogo de grande orçamento, mas que não seguiu a fórmula padrão desses jogos, e resolveu apresentar uma proposta diferente de gameplay, onde você controla um personagem solitário, que tem que fazer entregas, e é isso que se trata o jogo: fazer entregas. Pode parecer estranho, mas quando joguei, tive uma excelente experiência com o game, que tem uma ótima narrativa, personagens carismáticos, gráficos incríveis, uma boa jogabilidade, uma trilha sonora maravilhosa e uma das melhores expressões faciais que eu já vi. Death Stranding certamente é um dos meus jogos favoritos dessa geração.

    Em 6º lugar eu coloco o jogo que muitas pessoas acharam que nunca iria ser lançado: The Last Guardian. Esse game foi prometido a muitos anos atrás para o PS3, mas teve vários problemas no desenvolvimento, até que em 2016, finalmente foi lançado, mas apenas para o PS4. Apesar dos problemas de desempenho, bugs, e uma jogabilidade um pouco estranha, The Last Guardian é um dos jogos mais emocionantes dos últimos anos. Apesar de não ter gráficos de um jogo de 2016, ainda sim é muito bonito, com uma ótima direção de arte, e uma bela trilha sonora. A IA é outro ponto forte do jogo, pois o Trico se comporta como um animal de verdade, quando mais você dá atenção a ele, mais fácil vai ser para ele te obedecer. Entendo que muita gente não gostou desse realismo na IA dele, mas ainda sim é bem impressionante. A história desse jogo também é muito bem feita, que acaba mexendo com as emoções do jogador. The Last Guardian fechou a trilogia da Team Ico de uma maneira fantástica e para mim, é um dos meus jogos favoritos da geração.

    Em 5º lugar eu coloco The Evil Within 1. Shinji Mikami conseguiu fazer um dos melhores jogos da carreira dele, fiquei muito animado quando ele foi anunciado, pois finalmente teríamos um jogo de terror em terceira pessoa, pois tem tantos jogos desse tipo em primeira pessoa que eu acabei ficando saturado. Apesar de problemas com bugs, jogabilidade e a câmera, ele contém uma história muito interessante e confusa, como se fosse um quebra cabeças, onde você vai pegando as peças e juntando para entender melhor. O visual dos monstros e dos cenários é um dos pontos fortes do jogo, além de um excelente vilão. The Evil WIthin 1 tem uma dificuldade elevada em comparação a outros jogos lançados nessa geração, além de conter ótimas Dlc's. Infelizmente não gostei da sua sequência, The Evil Within 2, mas esse primeiro jogo foi um dos que mais finalizei nessa geração e um dos meus jogos de terror que eu mais gosto.

    Em 4º lugar eu coloco a última aventura de Nathan Drake: Uncharted 4. Para mim, esse é um game que me fez querer um PS4 e coloco ele como o melhor da franquia ao lado do segundo jogo da serie. Uncharted 4 tem a melhor jogabilidade da serie e um dos gráficos e expressões faciais mais bonitos da geração, além de ter personagens carismáticos e a melhor narrativa da franquia. Uncharted 4 é um game indispensável para qualquer dono de PS4 e me diverti muito jogando ele, Naughty Dog mostrando como ser um dos melhores estúdios dos últimos anos. Só não entendi uma coisa: Como ele perdeu o prêmio de melhor jogo do ano?

    Em 3º lugar eu coloco a nova aventura de Kratos: God Of War. Cory Barlog foi extremamente corajoso ao desenvolver esse game, pois ele mudou a jogabilidade que todos estavam acostumados a jogar, mudou a câmera, a mitologia e até mesmo um pouco na personalidade de Kratos, e mesmo assim, conseguiu fazer um dos melhores jogos da serie, se não for o melhor. Os gráficos desse game são incríveis, temos personagens carismáticos, um Kratos que amadureceu ao longo dos anos, além de um ótimo sistema de combate e uma dublagem muito bem feita, tanto a americana quanto a brasileira. O jogo tem uma boa variedade de diálogos, onde você pode aprender mais sobre o novo mundo em que Kratos vive, além de ver o relacionamento dele com seu filho Atreus. Apesar de ter inimigos repetitivos e poucas lutas contra chefes, ainda sim God of War é um dos melhores games da geração.

    Em 2º lugar eu coloco o melhor rpg dos últimos anos: Persona 5 Royal. Conheci a franquia Persona através desse game, que acabou se tornando um dos meus jogos favoritos de todos os tempos. O jogo tem um ótimo combate por turnos, dinâmico e completamente viciante, além de ter uma ótima direção de arte e uma ótima trilha sonora. A história é fantástica, abordando temas como abuso, suicídio e até mesmo depressão, isso sem contar com personagens muito carismáticos que o nosso protagonista acaba conhecendo. Persona 5 não é apenas um dos melhores jogos da geração, mas um dos melhores jogos já feito nos últimos anos, mostrando que rpg de turno ainda está vivo.

    E em 1º lugar, um dos jogos mais polêmicos dessa geração: The Last of Us parte 2. Esse jogo mexeu completamente com minhas emoções, fiquei triste, com raiva, alegre, os mesmos sentimentos que tinham os personagens principais, tanto que cheguei no final do jogo completamente acabado, igual os protagonistas. A história ela é bem divisiva, mostrando que Neil Druckmann foi bem corajoso, pois ele poderia fazer uma história cheia de fan-service para agradar os fãs, mas decidiu fazer uma história onde ele sabia que muitos fãs não iriam gostar. The Last of Us parte 2 é um jogo depressivo, que como eu disse antes, mexe com as emoções do jogador; personagens como Joel e Elie acabaram mudando de personalidade, pois acabou passando 4 anos do final do primeiro jogo, e as pessoas mudam, mesmo tendo pessoas que não gostaram dessas mudanças. Os gráficos são um dos mais bonitos da geração, e expressões faciais desse jogo são fantásticas; a trilha sonora é muito boa e tem uma das melhores IA que já vi em um jogo. O maior problema que tive com esse jogo foi os inimigos com rostos iguais, um problema que a Naughty Dog tem desde o primeiro Uncharted, além do game ser mais longo do que deveria, outro problema dos jogos desse estúdio. Mas ainda sim, é um dos melhores jogos que joguei e acabou se tornando o meu jogo favorito dessa 8ª geração de consoles.

    Provavelmente vocês perceberam que minha lista de jogos favoritos tem mais exclusivos do que multiplataforma, isso é porque fiquei bem decepcionando com os jogos multi dessa geração. Franquias que nasceram na 7ª geração, tiveram continuações inferiores na 8ª,  e as franquias que surgiram na 8 geração, apesar de bons jogos, não me causaram o mesmo impacto que eu tive na geração PS3/360.

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    997 Players
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    7
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      brunothebigboss · over 1 year ago · 2 pontos

      Gostei da lista. Pretendo fazer uma lista parecida assim que pegar um PS5, mas isso ainda deve levar uns anos...

  • 2020-12-31 13:08:17 -0200 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Consegui completar duas áreas (John e Faith), e
    Far Cry 5

    Platform: Playstation 4
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    Consegui completar duas áreas (John e Faith), e estou me surpreendendo com o game. Gostei do mapa ser dividido em áreas, acaba não ficando cansativo a exploração, o número de coletáveis é menor em comparação a outros jogos da Ubisoft, o que é uma coisa boa e tem uma boa variedade de missões( Apesar de que chega um momento em que elas começam a se repetir), gostei bastante daqueles diamantes que ficam no mapa, pois cada um é uma espécie de puzzle, onde você tem que descobrir como entrar (Ou chegar) naquele determinado local para conseguir sua recompensa. Estou gostando da história e dos vilões do game, além da boa variedade de animais e veículos que tem no game, mas algumas coisas ainda me incomodam, como por exemplo, os "sequestros" que acontecem com seu personagem durante o game, onde do nada você é sequestrado e acaba sendo obrigado a fazer uma missão principal, fora alguns bugs, mas nada tão grave. Está difícil decidir qual é o melhor jogo da franquia,pra mim é o 3, mas se o 5 continuar desse jeito até o final, posso acabar mudando de opinião.

    5
  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-12-31 05:02:59 -0200 Thumb picture
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    Post by darleysantos676: <p><strong>SIREN BLOOD CURSE</strong></p><p>FINALIZ
    Siren: Blood Curse

    Platform: Playstation 3
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    SIREN BLOOD CURSE

    FINALIZADO (01.10.2020)

    Siren: Blood Curse foi lançado no ano de 2008 para Playtation 3. É sucessor dos japoneses Siren 1 e Siren 2, que foram desenvolvidos e publicados pela Sony nos anos de 2003 e 2006, respectivamente, ambos para Playstation 2. Os jogos são definidos como sendo uma mescla de survival horror e estratégia. Se tem uma palavra que pode definir bem esse jogo é excentricidade. Fiquei surpreso quando descobri que o jogo é da Sony rsrsrs.

    Conheci a série Siren no PS2, jogando o primeiro e depois o segundo, não terminando nenhum deles. O primeiro Siren joguei até certo ponto, e quando começou a ficar repetindo a mesma missão, por eu não estar completando alguma coisa lá, acabei abandonando e jogando outra coisa, visto a quantidade de jogos que eu tinha pra jogar. O Siren 2 joguei pouco tempo depois, mas como o jogo foi gravado pela metade na mídia física (sim, baixando da internet e gravando no DVD), não pude continua-lo até terminar, mas posso dizer que essa sequência possui aspectos do game anterior bem mais compreensíveis e aprimorados – a jogabilidade, os gráficos mais diversificados, mapa cronológico dos eventos, a habilidade de sightjack mais fluída, o combate... Só depois fiquei sabendo do terceiro jogo, o Siren Blood Curse, que pra minha surpresa é bem mais fiel, até nos defeitos, ao primeiro Siren. Na verdade, ele seria como que uma releitura ou remake mesmo (dizem que seria um remake americano do primeiro com as melhorias do segundo, mas pelo menos quanto à jogabilidade não senti isso, é um remake do 1 sem tirar os defeitos), só que assumindo a galhofa de uma obra thrash, no sentido do bizarro e terror raso, pois tenho pra mim que os dois primeiros jogos se assumiam como jogos sérios. Nesse sentido também, Siren Blood Curse chegou a me lembrar de “Obscure”, outro jogo de survival horror pra PS2 que talvez muitos gamers não conhecem. Interessante que por trás do jogo tem uma parte da galera que produziu o Silent Hill original.

    Os jogos da série são bem diferentes de tudo que existe, parecendo perseguir obsessivamente o critério de originalidade, contando com uma jogabilidade, mecânicas, funcionalidades e gráficos bem peculiares, a um nível até de excentricidade. Sabemos que games em geral costumam compartilhar, em alguma medida, configurações de controle ou menu e etc., o que não é o caso aqui, então se o gamer se dispor a mergulhar nesse bizarro universo terá que se adaptar à jogabilidade própria.

    Uma característica marcante e comum a todos os Siren’s é modo de progresso nos jogos, que se dá num mapa cronológico de datas e horários, semelhante a uma planilha, onde a linha do tempo é flexível e algo caótica, que ora avança, ora retrocede no tempo. E outra característica marcante também é a quantidade de personagens que o jogador deve controlar para, com as ações respectivas de cada personagem, compor toda a cronologia de eventos do enredo; por exemplo, em Siren 1 controlamos até 10 personagens ao longo do jogo, em Siren 2 controlamos 12, e em Blood Curse 8. E as missões costumam ter uma curta duração, como se fossem tijolinhos que o jogador vai colocando para preencher o mural dos eventos do plot. Ah, e os rostos dos personagens são imagens de rostos humanos reais.

    Na gameplay, uma característica que também é marcante de toda a saga é função de sightjack (“visão alheia”), que é a capacidade de enxergar através dos olhos dos outros, seja personagens humanos, seja “Shibitos”, os inimigos básicos dos jogos – é uma habilidade bem útil, pois, através da visão dos outros, o jogador poderá analisar o ambiente da perspectiva alheia, conseguindo enxergar itens ou pontos de interesse, traçar caminhos e planejar estratégias para ultrapassar obstáculos e progredir (em stealth ou não). A forma de utilização do sightjack é semelhante à sintonização de uma estação de rádio ou televisão, onde o jogador pode sintonizar várias “estações” ou inimigos, podendo a partir daquela “estação” alcançar “estações” mais longínquas ou escondidas.

    A história dos jogos da série Siren se trata basicamente de eventos supernaturais que acometem uma vila rural remota nas montanhas do Japão (com todos aqueles ares tradicionalistas), chamada Hanuda, e que são causados por um ritual secreto do culto/religião local. Devido a esse ritual, a vila passa por transformações ambientais, como as águas vermelhas, a escuridão e luzes estranhas que envolvem as montanhas, bosques e ruas existentes. O culto tem o objetivo de ressuscitar uma espécie de deus ou ser extraterrestre. Uma pegada ufológica parece se incorporar perfeitamente à saga, mas não sei ao certo se é isso, ou se realmente se trata de uma divindade, se bem que um deus por definição é um extraterrestre... A sirene que dá nome ao jogo é a chamada da tal deidade invocando os moradores da vila para mergulhar na água vermelha, criando um exército de subordinados chamados "Shibito", que se comportam como servos-operários-soldados em nome desse “deus”. Durante essas manifestações, é como se a vila ficasse estagnada em um limbo dimensional, com as dimensões de tempo e espaço transtornadas. Aliás, o plot envolve mesmo o tema da viagem no tempo, bem como seus paradoxos, dessa forma os personagens são meros agentes miseráveis do caos irreversível, encenando futilmente uma suposta possibilidade de mudança dos inexoráveis fatos, inclusive o frustrado desejo da tal divindade.

    Durante a gameplay, o jogador não só pode como deve agir em modo furtivo, andando silenciosamente, se escondendo, alternando o uso da lanterna (visto que a luz da lanterna alerta os inimigos, mas ao mesmo tempo sem a lanterna chega a ser impossível se locomover pelos ambientes extremamente escuros, considerando que a ambientação de Hanuda são ruas, bosques e estradas de chão enevoadas ou escuras, no caso de missões noturnas), ou criando distrações (que não duram muito tempo) para os Shibitos, liberando o caminho. As armas podem ser de mão (que notadamente são objetos de uso cotidiano como pedaços de madeira, canos de ferro, guarda-chuvas, martelos e ferramentas de trabalho manual rural/operário, e armas brancas como facas de cozinha e até espadas) ou de fogo (como espingardas e pistolas). Os Shibitos não podem ser mortos, no máximo podem ser nocauteados, estado de inconsciência que também durará apenas algum momento. E os personagens controláveis não são muito resistentes.

    Siren Blood Curse poderia ser uma versão definitiva da série, mas acho que o jogo parece um remake com deliberada incorporação dos elementos do primeiro jogo, incluindo os defeitos. Na verdade, Blood Curse é propositalmente thrash, com cenas de baixa qualidade, dramatizações de quinta categoria e um enredo escrachado. Mas realmente temos em SBC uma mitologia própria, e a julgar pela lista de files, áudios, vídeos e ícones das armas presentes no game (a inclusão destas é algo curioso, visto que se tratam, em sua maioria, apenas de ferramentas de serviço), percebe-se uma dedicação dos produtores do jogo em contar uma história, por mais bizarra que seja.

    Na mitologia do jogo, temos a religião Mana, que possui como símbolo o Ouroboros ("o que devora sua própria cauda"), ilustrado como uma cobra ou dragão comendo a própria cauda, representando um ciclo sem fim de criação e aniquilação. Mana Cross... No tempo presente do jogo, a linha espaço-temporal foi rompida e entrelaçou os anos de 1976 e 2007. Temos vários personagens, alguns emocionalmente conectados, como a família. Há uma equipe de um programa de TV chamada Encounters (um desses programas televisivos de quinta que exploram a credulidade das pessoas, da qual fazem parte os personagens Sol e Jackson) que querem gravar um episódio sobre um culto falso (exemplo de sincretismo?) de uma vila perdida em 1976: "Hanuda Lost - a tale of human sacrifice". Há uma cientista convidada do tal programa, a Melissa Gale. O colegial Howard Wright, estudante de ensino médio de uma escola internacional, que é quem interrompe a cerimônia de um sacrifício que por pouco não se concretizou. Sam Monroe, ex da Melissa e pai da Bella, um antropólogo cultural. Bella Monroe, filha de Sam e Melissa. Há o drama familiar envolvendo o casal e a filha, e mais uma paixonite do colega de profissão Sol por Melissa. Outros personagens: Amana, Dr. Seigo Saga (pais mortos em 1952), enfermeira Yukie Kobe, Kaiko (objetivo da Mana Worship), Miyako. Bella encarna a Amana da lendária vila. Informações soltas, ok.

    O jogo tem 100 desbloqueáveis, 50 imagens de armas mais 50 arquivos de jogo: estes ajudam a entender a história em seu background religioso e o contexto dos personagens (dá para entender melhor a relação entre eles), e que abrangem desde imagens, escritos, áudios e vídeos, estes gravados com atores reais, na linha do fotorrealismo das faces dos personagens. As armas não trazem muita informação, mas são significativas no sentido de serem o empoderamento contra os Shibitos, isto é, os habitantes transformados em monstros, agindo como formigas ou abelhas, seguindo ordens dos céus. Me faltaram 22 desbloqueáveis, e tem bastante informação para ler e entender a história, mas teria que jogar novamente, o que sinceramente considero masoquismo.

    Mas fica aí a sugestão pra quem quiser conhecer os jogos da série Siren, é diferente, algo original, e que pode ser uma experiência interessante.

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      kratos1998 · over 1 year ago · 2 pontos

      Olha só! Eu n sabia nada desses jogos. Vou ver se pego as versões de PS2 e depois jogo essa de PS3! Gostei desse sistema de ver através dos olhos dos outros

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      myers · over 1 year ago · 2 pontos

      Gosto muito da franquia, comprei faz mais de um ano a versão New Translation, que é a versão sem censura. Como não joguei a Blood Curse, não sei qual a diferença entre as duas versões, mas é um grande jogo.

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      gennosuke6 · over 1 year ago · 2 pontos

      Ainda tenho que jogar esse. Curto bastante os dois de PS2.

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-12-29 23:58:50 -0200 Thumb picture
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    Desvendando os Segredos de Forbidden Memories

    O melhor vídeo que já vi falando do jogo Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories, falando das ideias empregadas nesse game que veio antes do anime e do mangá ser terminado, ou seja, muitos personagens não existem no anime, outros aparecem em versão "BETA" aqui. Além disso o vídeo fala da jogabilidade toda diferenciada nesse titulo, e por que ela é assim. O cara conseguiu até explicar como as fusões fazem sentido aqui, sem falar do alinhamento dos planetas que eu nunca fiz ideia, do por que da existência.

    "Acho que poucos jogos são tão divididos entre AMOR e ÓDIO pelos fãs como Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories..."

    Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories

    Platform: Playstation
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      xch_choram · over 1 year ago · 1 ponto

      Nossa como eu queria jogos mais diferentões de YGO de novo, é uma pena...

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      santz · over 1 year ago · 1 ponto

      Um dos jogos mais quebrados da história. Mas era tão bom :3

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      myers · over 1 year ago · 1 ponto

      Pena que a Konami cagou pra história nos outros jogos do Yugioh, os últimos que gostei foi da franquia Tag Force. O Forbidden Memories foi muito bom pro Kazuki Takahashi, pois ele meio que fez um experimento do que seria o último arco do mangá, pois na época do desenvolvimento do jogo, o mangá ainda estava no primeiro arco.

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  • 2020-12-28 09:49:07 -0200 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Começando o dia jogando Far Cry 5, ainda estou n
    Far Cry 5

    Platform: Playstation 4
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    Começando o dia jogando Far Cry 5, ainda estou no começo, mas por enquanto está melhor que o 4, que pra mim também é um bom jogo. O único problema é que sou péssimo para dirigir ou pilotar qualquer coisa em primeira pessoa, mas estou indo bem. A Ubisoft finalmente melhorou o rosto dos npc's, que sempre achei estranho em outros jogos dela, como Far Cry 3, Assassin's Creed Odyssey e jogos mais antigos da franquia. A dublagem está excelente, e a jogabilidade usa a mesma base dos jogos anteriores, então é bem fácil se acostumar. 

    A trilha sonora até o momento é a melhor da franquia, aliás, a música "Help me Faith" não sai da minha cabeça, e os vilões são bem carismáticos, acabei de matar o John e agora estou no mapa da Faith. Os únicos problemas que tive foram alguns bugs, como o cachorro ficar parado sem conseguir se mexer e o personagem principal ser mudo, coisa que me incomoda bastante na maioria dos jogos em primeira pessoa: Não desenvolver o personagem principal. Do resto, estou tendo uma grata surpresa com esse jogo.

    4
  • darlanfagundes Darlã Fagundes
    2020-12-06 02:05:55 -0200 Thumb picture
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    OFF! Foto do perfil do canal!

    E aí? Gostaram? Treta política todo dia na twitch! kkkkk

    https://www.twitch.tv/coroaoldgamer

    23
  • 2020-12-06 09:29:48 -0200 Thumb picture

    SERÁ QUE OS SERES HUMANOS AINDA TEM SALVAÇÃO?

    Medium 3840927 featured image

    Nos últimos dias fiquei pensando: "Quando as pessoas irão parar de agir como animais na internet e começarão agir como pessoas civilizadas?" Jogo vídeo-games desde muito tempo e sempre vi discussões sobre vários jogos, principalmente aqueles que dividem opiniões, como é o caso de Metal Gear Solid 2, um jogo que as pessoas ficaram muito divididas em relação a história na época, mas que nos últimos anos começou a ter uma aceitação maior por parte do público. E também já vi desenvolvedores serem ofendidos ou ameaçados por pessoas que não gostaram de determinado jogo, principalmente com a chegada da internet, onde as pessoas podem falar o que quiser atrás de um perfil, mas foi a primeira vez que vejo um ódio tão grande em relação a uma pessoa como Neil Druckmann. 

    Neil já se provou ser um ótimo roteirista e recentemente chegou ao cargo de co-presidente da Naughty Dog por méritos próprios, o que é ótimo, pois todo funcionário gosta de ser promovido pelos seus esforços, mas não é isso que muitas pessoas pensam. Voltando um pouco no tempo, lá em junho desse ano de 2020 quando ele lançou The Last of Us part II, que foi um dos jogos mais aguardados dos últimos anos, às pessoas ficaram divididas em relação a história, tanto que o próprio Neil já tinha avisado que nem todo mundo iria gostar, o que é normal, pois The Last of Us não é o primeiro jogo da história a dividir opiniões.

    Mas o grande problema foi a atitude dos jogadores, pois eles passaram a raiva que tinham pelo enredo do game para o próprio Neil Druckmann, através de ofensas, ameaças e até espalhando mentiras, transformando ele no Anti-Cristo. Como já disse antes, sei que ele não é a primeira pessoa a sofrer com ameaças e ofensas, mas nunca vi um ódio tão grande em relação a uma pessoa , as vezes acho que nem bandido recebe tanto hate quanto o Neil recebe por causa do enredo de um jogo. Tem gente que esquece que ele tem família e se esforça em seu trabalho assim como todo mundo, então antes de apontar o dedo para alguém, se coloquem no lugar dessa pessoa primeiro.

    Eu sempre imaginei que com o passar dos anos, os humanos se tornariam seres mais civilizados, principalmente na internet, mas parece que eu estava enganado. Ao invés de terem discussões sobre determinado assunto e respeitando a opinião alheia, infelizmente agem como se fosse um bando de animais primitivos, ofendendo, ameaçando e espalhando mentiras sobre a vida de uma pessoa, e pra quê? Por causa de apenas um jogo de vídeo-game.

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
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      reasel · over 1 year ago · 3 pontos

      meu amigo a gente vive numa selva, mas com um look de modernidade

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      fagnerale · over 1 year ago · 3 pontos

      É tanta coisa ruim, que é melhor pegar só as coisas boas, tem todo tipo de gente na internet, usando a rede é muito fácil mentir, xingar, mas pessoalmente a coisa é diferente.

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      rshadowss · over 1 year ago · 2 pontos

      Neil Druckmann merece ser dono da Sony, fanboy mesmo, tô nem ai

  • 2020-10-25 11:52:04 -0200 Thumb picture
    myers checked-in to:
    Post by myers: <p>Voltando a jogar depois de um tempo. Tinha esque
    Silent Hill Homecoming

    Platform: Playstation 3
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    Voltando a jogar depois de um tempo. Tinha esquecido que a jogabilidade era tão ruim, o primeiro SH consegue ter uma jogabilidade muito mais confortável do que o Homecoming de 2008, mas ainda é um jogo bacana. A história é boa, mesmo sendo inferior em comparação aos primeiros jogos da franquia, a ambientação é interessante, lembrando que tiveram inspiração no primeiro filme de Silent Hill na hora da mudança de "mundo, e a trilha sonora está muito bem feita, aliás, esse é o último trabalho do Akira Yamaoka na franquia. Senti falta daquele "terror japonês" dos primeiros jogos, mas como é um game feito por um estúdio Ocidental, era lógico que por mais que eles tentassem "imitar" os jogos originais, não iriam conseguir, até porque são culturas completamente diferentes. No geral, acho um jogo bacana, apesar de ser um dos mais fracos da franquia, e mesmo com uma jogabilidade ruim, ainda sim estou me divertindo com o game. 

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      andre_andricopoulos · over 1 year ago · 2 pontos

      Eu adoro HOMECOMING...a trama macabra (sacrifício de crianças), os fatalities (finalizações nos inimigos variando de acordo com a arma e inimigos), chefes...

  • 2020-10-17 22:03:24 -0300 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Voltando a jogar depois de algum tempo. Estou be
    Fairy Tail

    Platform: Playstation 4
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    Voltando a jogar depois de algum tempo. Estou bem longe no jogo, e apesar de alguns problemas, como falta de polimento em determinadas partes,  missões secundárias repetitivas e de ter adaptado uma parte não muito boa do mangá, é um game bem bacana pra quem gosta de turno. As magias tem boas animações, tem uma boa dublagem, vários personagens com diferentes habilidades para se escolher ( Um número maior de personagens do que a maioria dos rpg's de turno), ambientação e trilha sonora fiel a obra original. Pelo que vi a platina não é tão difícil, e apesar de não ser um grande fã de Fairy Tail, estou gostando do game, pelo menos está me agradando mais que o Tsubasa da Bandai.

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      reasel · over 1 year ago · 2 pontos

      preciso jogar mais jogos da gust, blue reflection e nights of azure me marcaram

      2 replies
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