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  • 2022-11-23 08:50:43 -0200 Thumb picture
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    MLB The Show 22

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    Começo de temporada no AA, e por incrível que pareça eu sou o melhor do time. E pra mim ser o melhor do time, é porque tem algo muito errado acontecendo. Escolhi ser arremessador, pois descobri que era melhor arremessando do que rebatendo, só que eu não posso fazer tudo sozinho, por exemplo: Eu sou o jogador da divisão que mais fez eliminações por strike, só que os rebatedores estão com dificuldade de fazer corridas, então não adianta nada eu fazer tantas eliminações se o ataque não funciona direito. Pelo menos acho que vou pra algum time bom no futuro, pois mesmo com o meu time em último lugar, estou bem nas partidas que eu entro. 

    3
  • 2022-11-22 09:11:03 -0200 Thumb picture
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    MLB The Show 22

    Platform: Playstation 4
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    Comprei o The Show 22 por 50 reais na psn, um preço bacana pra um jogo meio chato de abaixar o preço. O único problema é que é um esporte meio complicado pra quem não sabe o básico das regras, diferente de NBA 2K, MADDEN ou NHL, que mesmo pra quem não sabe as regras, consegue aprender jogando, mesmo os games sendo em inglês. Já o baseball é um pouco mais complicado, quando fui jogar pela primeira vez um jogo da franquia, eu não sabia as regras, então não consegui aproveitar direito o game. Só fui voltar a jogar quando eu aprendi o básico das regras, o que fez eu ter uma experiência melhor com a franquia. Recomendo pelo preço, mas é bom darem uma olhada no canal " Baseball 101", que apesar de estar muitos anos sem postar vídeos, os que tem lá já ajudam a entender o básico do esporte.

    5
  • 2022-11-21 10:40:36 -0200 Thumb picture

    MINHA EXPERIÊNCIA COM GOD OF WAR RAGNAROK: CONTÉM SPOILERS

    Medium 3943396 featured image

    Sou fã da franquia desde o Playstation 2 e acompanhei toda a jornada do Kratos desde a mitologia grega até a nórdica e ouvia sempre o seguinte comentário: " Kratos era um personagem vazio e ruim nos jogos antigos e virou um bom personagem a partir do jogo de 2018". Esse tipo de comentário nunca fez sentido para mim, pois nunca vi ele como um personagem vazio, mas sim alguém sem esperança e cego pela vingança. Nos primeiros jogos, vemos um Kratos desesperado pedindo ajuda de Ares para salvar sua própria vida e isso acaba trazendo uma consequência que mudaria a vida dele completamente, quando foi enganado pelo mesmo deus que o salvou, fazendo o próprio Kratos matar sua esposa e filha sem perceber, o que fez com que ele recebesse uma maldição da oraculo do vilarejo, tendo as cinzas de sua filha e esposa presas ao seu corpo, o que o deixou conhecido como "Fantasma de Esparta". 

    O fato de ser manipulado e traído o tempo todo por outros deuses é um outro fator que aumenta ainda mais o ódio de Kratos, ficando cada vez mais cego pela vingança, mas não significa que a humanidade desapareceu de dentro dele. Em certos momentos da franquia, vemos Kratos um pouco mais sentimental, principalmente quando ele vê sua filha e esposa, ou quando ele conhece a Pandora e começa a se importar com ela como se fosse sua própria filha. Então dizer que ele era um personagem vazio e que só sabia gritar e matar, não é verdade, assim como não descaracterizaram o personagem no game de 2018, apenas evoluiram ele, em uma construção que começou lá no primeiro jogo de 2005 até a redenção dele no Ragnarok.

    No jogo de 2018, vemos uma mudança enorme na franquia: Nova mitologia, alteração de câmera ( que é sem cortes) e como eu disse antes, uma mudança na personalidade do Kratos, trazendo um personagem mais sábio, que aprendeu com os erros do passado e que iniciou uma jornada com seu filho, para levar as cinzas de sua segunda esposa ao lugar mais alto dos 9 reinos. No fim desta jornada, é descoberto que a Faye, sua segunda e falecida esposa, tinha feito uma profecia sobre a jornada de Kratos e Atreus, onde descobrem também que seu filho tinha sido apresentado aos gigantes como " Loki", meio gigante e meio deus.

    Enfim, chegamos ao Ragnarok, o mais novo jogo da Santa Monica, e devo dizer que tive uma experiência fantástica com o game. São poucos os jogos que me prendem a atenção do começo ao fim, sem parar e God of War Ragnarok é um deles. O jogo tem um começo frenético, com a Freya tentando nos matar e depois com Thor e Odin batendo na porta de nossa casa, terminando com uma luta épica contra o deus do trovão. Descobrimos também que Fenrir, um dos lobos de Atreus, estava doente e acaba "morrendo", mas que ao longo da campanha ele iria ter uma participação importante na história. Nossa jornada nos leva em busca de Tyr, o deus da guerra nórdico, que apesar do Odin ter dito que tinha morrido, conseguimos achar e salvar a vida dele dentro de uma mina, e assim que começa nossa jornada. 

    Apesar de um começo frenético, a história principal acaba diminuindo o ritmo depois, com o jogador explorando o reino dos anões para fortalecer nosso personagem e fazendo sidequests, que estão melhores em comparação ao seu antecessor, temos a nossa base, que seria a casa do Sindri, um lugar seguro para os personagens planejarem seus planos e conforme o jogo avança, vamos liberando novos reinos para explorar. Em nenhum momento eu me senti jogando o mesmo jogo que o God of War 2018, pois apesar de manter a base do jogo anterior, temos novas mecânicas e cenários, com áreas maiores para explorar e até mesmo os reinos que visitamos no jogo passado, estão diferentes no Ragnarok, com coisas novas para se fazer.

    A única parte do jogo inteiro que me senti cansado, foi a da Angrboda. Nessa parte nós jogamos com Atreus, que tem movimentos diferentes do Kratos em relação ao combate, mas é uma parte extremamente longa e cansativa, com partes que poderiam ter sido cortadas, que só colocaram pra aumentar a duração do game, mas pelo menos, foi a única parte do jogo inteiro que achei arrastado, o resto eu não tenho o que reclamar. O jogo aborda muito o tema de pai e filho, não apenas com Kratos e Atreus, mas com outros personagens também. Vemos Thor como um pai alcoólatra, que prometeu a sua esposa e filha que não iria beber mais, só que em determinada parte do jogo encontramos ele bebado, e Atreus e a filha de Thor tiveram que carregar o mesmo pra fora, onde conseguimos ver um olhar de decepção nos olhos de sua filha, enquanto Thor completamente alcoolizado, admitindo seu próprio erro ao quebrar a promessa que fez. Também vemos através de fantasmas que nos passam sidequets, histórias de pai e filho, mostrando que cada família se relaciona de uma maneira diferente, além de vermos Odin como um pai, tratando Thor da pior maneira possível, sem demonstrar nenhum tipo de amor.

    Tive uma grande surpresa neste jogo, quando descobrimos que o Tyr na verdade era Odin disfarçado, e quem acaba desconfiando dele é o próprio Brok, que infelizmente acaba morrendo pelas mãos do pai de todos. Este alías, que estava usando o Atreus para montar uma máscara, que poderia dar a ele conhecimento ilimitado, mas que só o filho de Kratos conseguia ler. Odin fugiu da casa de Sindri, mas infelizmente Brok não sobreviveu, morrendo nas mãos do próprio irmão, que o perdoou, pois há muitos anos Brok tinha morrido e o Sindri deu um jeito de trazer seu irmão de volta a vida, mas sem um pedaço de sua alma, algo que escondeu durante anos e que o Brok só foi descobrir tempos depois. Ele é outro personagem que passou por uma mudança enorme, que me lembrou o Tommy de The Last of Us parte 2: Alguém com esperanças, alegre, de personalidade amigável, mas que com a morte de seu irmão, acabou virando alguém com rancor, culpando seus próprios aliados.

    A partir desse momento, começa a guerra. Recrutando aliados de todos os reinos, até mesmo das Valquírias que derrotamos no jogo passado, Kratos é escolhido como general, que vai comandar todos na guerra contra Asgard. Vemos elfos de luz e escuros lutando lado a lado, personagens que entendemos um pouco melhor os motivos da guerra entre eles, mas que o irmão da Freya conseguiu unir para lutar contra um mal maior (Que alías acabou me lembrando um pouco da guerra entre Israel e Palestina), mas os anões se recusaram a ir, apenas o Sindri apareceu. Kratos tem outro confronto épico contra o Thor e que no final, ao invés de matá-lo como fez com outros deuses durante sua vida toda, consegue convencer o Thor de que aquilo não valia a pena, mas infelizmente Odin mata o próprio filho, onde temos a batalha final entre Kratos e o pai de todos. Algumas pessoas não gostaram do final, querendo algo mais épico, até mais trágico como em God of War 3, mas eu gostei. Finalmente Kratos teve um final feliz, onde descobre outra profecia da Faye, que mostra ele sendo adorado por todos dos 9 reinos, como um deus bom, um deus que salvou todos das mãos de Odin. Atreus se separa de seu pai, pois precisa ir em uma jornada sozinho, em busca de outros gigantes que não estão naqueles reinos, ou seja, novas mitologias.

    Achei a história fantástica, melhor de todos os games da franquia. Acredito que alguns vão se identificar com algumas histórias, seja de pais que perderam seus filhos, pais violentos ou filhos que tenham pais com vício em alcool, que sempre falam que vão parar mas nunca cumprem sua promessa, ou até mesmo se identificar com a relação de Kratos e Atreus, um pai que tenta evitar demonstrar sentimentos e que as vezes é duro com seu filho, mas fazendo tudo para que seja melhor do que ele. É uma história que mostra a redenção de Kratos e acima de tudo, sobre família e sobre como cada um lida com aquilo, seja com amor, ódio, perdão ou tristeza. Tive uma incrível experiência com esse jogo, 56 horas de gameplay para conseguir a platina, a melhor exploração que a franquia já teve, com puzzles que fazem o jogador pensar para resolver, muito mais variedade de inimigos, assim como muitas batalhas contra sub-chefes e chefes, com destaque a Nidhogg e Heimdall da campanha principal e a nova rainha Valquíria e os Berserk, incluindo o Rei, que são opcionais, mas obrigatórios pra quem quiser a platina do game. Temos muitas lutas opcionais contra dragões, que dependendo do seu nível, pode dar muito trabalho, além de conhecer melhor a história de personagens e locais através de Mimir, que deixa o universo de God of War ainda mais rico em detalhes. Infelizmente não podemos usar o Mjolnir, o que pra mim foi um ponto negativo da Santa Monica, desperdiçaram a oportunidade de ver o Kratos usando a arma mais popular na mitologia nórdica, que todos os jogadores estavam ansiosos pra jogar, mas, apesar disso, ganhamos uma lança, que é muito útil para resolver certos puzzles e atravessar determinados lugares, mas também muito boa em batalha.

    Os corvos de Odin voltaram, mas não estão lá apenas para conseguir troféu, tem também uma história por trás e recompensas. Eles estão mais fáceis de pegar, consegui quase todos jogando a campanha principal, o que incentiva o jogador a querer pegar todos, até porque temos uma batalha contra chefe depois disso. Os desafios de Muspelheim voltaram, e apesar de eu não curtir muito de fazer esses desafios, estão melhores em comparação ao jogo anterior. Existe uma cena secreta no jogo, onde achamos a prisão que o verdadeiro Tyr está, e depois disso, ele vai aparecendo em lugares diferentes dos 9 reinos, para entender melhor o que aconteceu. Como eu disse lá atrás, Fenrir também tem uma participação importante, com Atreus pegando sua alma e transferindo para Garm, o lobo gigante de Hel. 

    No reino dos Vanir, temos como alterar entre dia e noite, sendo que alguns lugares só podemos atravessar em determinado horário. Estátuas de pedra de trolls e de um dragão podem ser encontradas durante o jogo e precisam de uma relíquia específica para acordar eles e começar uma batalha. Tem um problema que eu tive com o jogo que foi a questão da vegetação. Muitas vezes, quando o Kratos encosta em uma folha, ela não se mexe, como se fosse de pedra, já em outras, tem um movimento não muito natural, diferente de outros jogos da Sony que fazem um trabalho melhor nesse sentido. Pra finalizar: Adorei o jogo e tive uma ótima experiência com ele, que conseguiu melhorar quase tudo em relação ao jogo anterior, não considero o meu jogo favorito do PS4, que por sinal rodou o jogo muito bem, mas foi algo bem marcante, que pretendo jogar novamente quando lançarem o New Game Plus. Espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei, pois é esse tipo de experiência que gosto jogando vídeo-game, mas que acontece poucas vezes comigo, um sentimento de satisfação por ter terminado e a vontade de querer começar tudo novamente.

    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 4
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      myers · 18 days ago · 1 ponto

      Não deu tempo pra falar de outros personagens, mas são bem carismáticos.

  • 2022-11-18 19:43:19 -0200 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Zerei God of War Ragnarok com 38 horas e que jog
    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 4
    40 Players
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    Zerei God of War Ragnarok com 38 horas e que jogo fantástico. Pretendo começar a escrever artigos com o título "Minha Experiência com..." para falar de cada jogo que joguei ou rejoguei e dizer minha experiência com determinado jogo. Vou começar com o Ragnarok, mas nesse caso, estou tentando platinar o jogo primeiro, mas assim que terminar, vou começar essa "série" aqui no Alvanista. 

    7
  • 2022-11-13 22:14:30 -0200 Thumb picture

    É OBRIGATÓRIO TODO JOGO SER INOVADOR?

    Medium 3942263 featured image

    Desde o começo do ano vi discussões sobre inovações em jogos. Existem pessoas como BRKSEDU que exigem que todo jogo tenha inovação, mas será que isso é algo obrigatório? Será que não ter inovação transforma o jogo em uma dlc ou em algo ruim? Peguem o exemplo de Elden Ring: Um ótimo jogo, um dos melhores do ano, mas não é inovador e não tem problema nenhum nisso (Desculpem fanboys da From Software, mas Elden Ring não é algo revolucionário). Apesar do jogo reciclar algumas coisas de jogos anteriores do estúdio, a From faz isso de uma maneira tão boa, que o jogo acaba não sendo "mais do mesmo" e não transforma Elden Ring em uma "dlc" de Dark Souls, mas em uma ótima experiência.

    Horizon Forbidden West e God of War Ragnarok passaram pela mesma coisa: "Ah, é uma dlc" "É ruim porque não inova" e outras besteiras... Realmente, não são inovadores, mas não deixam de ser obras de boa qualidade. No caso de Horizon, ele pega erros do Zero Dawn e corrigem isso no Forbidden West, como combate corpo a corpo, exploração e missões secundárias, que eram pontos fracos do primeiro jogo e que melhoraram muito no segundo. É algo inovador? Não. Existem mecânicas novas dentro do game, mas isso não faz dele um jogo revolucionário e não tem problema nenhum nisso. O mesmo vale pro God of War Ragnarok, que lançou a pouco tempo atrás.

    O jogo de 2018 trouxe uma inovação dentro da própria saga, deixando de ser um hack and slash de câmera fixa para ser um jogo de ação com câmera nos ombros do personagem, novas mecânicas de gameplay, uma nova mitologia e uma evolução na personalidade do Kratos, além disso, uma câmera sem cortes, que acompanha o personagem praticamente o tempo todo, algo que não lembro de ter visto em nenhum jogo. Quando saiu o Ragnarok poucos dias atrás, deu pra ver que eles mantiveram a base do seu antecessor, até porque não faria sentido mudar tudo de novo, já que o game de 2018 já tinha feito isso, então eles mantiveram a base do jogo anterior e adicionaram mecãnicas novas de gameplay e novos cenários, assim como Horizon e Elden Ring fizeram.

    Muitas  pessoas exigem inovações como se fosse algo fácil, sendo que não é. Boa parte dos jogos que inovaram no mercado de games são da década de 80/90, como Super Mario, Metroid, Metal Gear, Donkey Kong, Silent Hill, Gran Turismo,entre outros... conforme os anos foram passando, continuaram a aparecer jogos inovadores, mas com uma frequência menor, como é o caso de Resident Evil 4 ou até mesmo Demon's Souls, só que a maioria usam a base de mecânicas já existentes, sem a preocupação de tentar inovar no mercado. Hoje em dia, se você quiser ver um jogo diferente, normalmente às pessoas vão atrás dos games indie de baixo orçamento, pois costumam usar a criatividade para compensar a falta de recursos, mas nem todos esses jogos podem ser considerados inovadores, apenas diferentes dos AAA que costumam usar uma única fórmula como base. Para mim, um jogo tem que ser bem feito, mesmo sem inovar, pois como eu disse, não é algo fácil nos dias de hoje. 

    As desenvolvedoras devem aprender com seus próprios erros e tentar fazer melhor no futuro, coisa que a Santa Monica, Guerrilla e a Sucker Punch fizeram, pois na minha opinião, é melhor reconhecer seus erros e aprender com eles ao invés de fechar os olhos e repetir os mesmos problemas, como é o caso da Ubisoft ou até mesmo a própria From Software, que apesar dessa última fazer ótimos jogos, eles costumam vir com problemas na parte técnica, mesmo com o crescimento do estúdio nesses últimos anos.Enfim, é só minha opinião sobre o assunto, algo que vi muita gente brigando nesse ano, com muitas opiniões extremistas sobre os jogos que citei aqui, mas que para mim, o mais importante para um jogo deveria ser sua qualidade como um todo e não desmerecer por falta de inovação.

    Elden Ring

    Platform: Playstation 4
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    33
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      santz · 25 days ago · 7 pontos

      Errado é levar a opinião de BRKSEDU a sério.

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      seufi · 25 days ago · 3 pontos

      Não sou sempre a favor de inovações não. Às vezes melhor comer um arroz com feijão bem feito do que tentar um risoto e não gostar.

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      igor_park · 26 days ago · 2 pontos

      Eu ia escrever sobre isso kkkk. Realmente é foda. Se os desenvolvedores mudam dizem que a essência foi perdida, se atualizações pontuais ocorrem dizem que não inovou.
      Aliás inovação em análises de jogos é algo que as vezes cria situações bizarras em notas dentro de uma franquia.
      Eu lembro dos God of War do PSP a maioria prefere o Ghost of Sparta, porém as notas do Chains of Olympus são maiores pois o Ghost não inovou kkkk complicado

      1 reply
  • 2022-11-10 09:21:22 -0200 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Ontem joguei 1 hora e 40 do Ragnarok e gostei mu
    God of War: Ragnarok

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    Ontem joguei 1 hora e 40 do Ragnarok e gostei muito. O jogo tem um começo bem frenético e senti que a movimentação do Kratos está bem mais rápida, principalmente na hora de fazer os combos. Visualmente está bem bonito, mas ainda não vi as outras áreas, pois estou bem no começo ainda. Ontem na folga eu fui na loja do meu amigo 1 hora e saí de lá só as 5, quando o jogo chegou; estava uma galera lá dentro esperando o jogo chegar e quando o telefone da loja tocava, as únicas perguntas que faziam era: "Chegou o Ragnarok?" e "Ainda tem pra vender o Ragnarok?" Nunca vi tanta ansiedade por um jogo ali na loja como foi com o God of War Ragnarok.

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      bobramber · 29 days ago · 2 pontos

      O primeiro foi sensacional, então o hype se justifica para a sequência

  • 2022-11-07 10:18:16 -0200 Thumb picture
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    Post by myers: <p>Depois de anos estou voltando a jogar MLB The Sh
    MLB 18: The Show

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    Depois de anos estou voltando a jogar MLB The Show, e digo uma coisa: Quando se aprende as regras e as mecânicas de gameplay, o jogo realmente fica mais divertido. Só tá faltando eu ser melhor no game, pois comecei um modo carreira criando meu jogador e só tô levando bronca do treinador kkkkkk...  Meu time está em último lugar, com 20 vitórias e 25 derrotas, mas a culpa não é só minha, o resto do time também é uma desgraça. Estou na categoria AA, mas nessas condições, acho que vai ser meio complicado chegar no AAA ou na MLB. Um dos motivos que voltei a jogar foi por causa do anime Ace of the Diamond, ele é bem viciante, e com a Crunchyroll a 15 reais, tá dando pra maratonar de boa.

    5
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-11-03 13:24:01 -0200 Thumb picture
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    Post by andre_andricopoulos: Um game incrível com uma REVIEW mais incrível ainda

    Um game incrível com uma REVIEW mais incrível ainda. Eu em particular tenho um carinho maior pelo 1, mas também adoro o 2. Mas sou suspeito, pois também amo HOMECOMING, DOWNPOUR...

    Crime, Castigo, Monstros e Névoa.

    Review by: @thecriticgames

    Como se começa a falar de um dos jogos mais importantes e relevantes da história? Como se começa um texto sobre um dos jogos ma...

    Keep Reading →
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      thecriticgames · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu também sou mais o primeiro Kkkkkk toca aqui. Mas falando sério eu ainda não vou voltar a todo vapor com as críticas, mas decidi que assim que voltar vou maratonar todos os SHs, até o Play Novel pra mandar críticas aqui.

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      eikesaur · about 1 month ago · 2 pontos

      Essa review me deu uma vontade de jogar, mas sou tão cagão T.T

      6 replies
  • solidrenan Renan Do Prado
    2022-11-01 05:03:37 -0200 Thumb picture
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    Alguns desenhos do Inktober

    Vou colocar aqui os desenhos que fiz pro inktober desde ano que tem a ver com video games, que acabaram sendo 15 desenhos, praticamente metade dos desenhos do mês. Fiz também alguns de Star Wars, Critical Role, Dragon Ball e One Piece, mas vou só colocar os desenhos baseados em games.

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      raiden · about 1 month ago · 1 ponto

      Sensacionais!

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      manoelnsn · about 1 month ago · 1 ponto

      Incrível!

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      msvalle · about 1 month ago · 1 ponto

      Fantásticos! Parabéns!

  • 2022-10-23 19:24:03 -0200 Thumb picture

    EXISTEM JOGOS QUE NÃO SÃO PARA TODO MUNDO?

    Medium 3939035 featured image

    Uma coisa que sempre ouvi às pessoas falarem é a seguinte frase: "Esse jogo não é pra todo mundo". Já vi gente concordando e outros discordando, mas realmente existe isso? Existem jogos que não são para todos ou é apenas uma desculpa esfarrapada?

    Bom, eu penso da seguinte forma: Nem todos os jogos são feitos para todas as pessoas, principalmente nos dias atuais, onde a grande massa está cada vez mais preferindo às grandes produções que seguem a famosa receita de bolo, ao invés de se arriscar em algo que tenta ser diferente, não apenas nos vídeo games, mas em outras mídias também, como cinema, televisão e até mesmo livros.

     

    Não estou dizendo que às obras que seguem a mesma fórmula são horríveis, existem obras boas e ruins, independente se são algo mais popular ou mais nichado, o que eu quero dizer é que as pessoas tem muito a mente fechada, com um preconceito pelo que é diferente, preferindo falar mal sem ao menos testar e eu já fui uma pessoa assim. 

    Quando eu era pequeno, tinha certos estilos que eu detestava, como Jrpg, principalmente em turno, eu jogava por uns 5 minutos e desistia, e ia jogar games que me agradavam, games voltados ao grande público, mais populares, que seguiam a receita de sucesso. Só fui parar com o meu preconceito quando ganhei do meu tio um jogo chamado "Legend of Legaia", e ao jogar, percebi que era o tipo de jogo que não gostava, mas como era um presente, eu decidi insistir nele e aprender a jogar.

     

    No começo não estava gostando, mas conforme fui progredindo, comecei aprender as mecânicas do game, e conforme fui aprendendo, mais eu gostava do jogo, me fazendo dar uma chance ao gênero.  Mas o que eu quero dizer com tudo isso? Gostaria que os jogadores tivessem mais a mente aberta, pra qualquer obra em qualquer tipo de mídia, não quero obrigar ninguém a gostar, mas para experimentar, aprender as mecânicas do game, entender a proposta da obra, seja um filme, jogo, ou o que quer que seja, pois todo mundo tem direito de gostar ou não gostar, mas o ser humano tem o costume de julgar antes de testar, prefere ficar naquilo que ele conhece, naquela mesma fórmula, pois está mais acostumado com isso, o cenário musical é um grande exemplo: As obras "enlatadas" com destaque na mídia e muitas obras diferente do que é popular ficando escondidas, tendo que procurar muito para encontrar, a febre do cinema blockbuster também entra nisso, com obras como Hereditário eThe Blackcoat Daughter sendo esnobados pelo público, que prefere apenas consumir o conteúdo mais simples, que não precisa raciocinar muito ou refletir para entender.

    Esse meu artigo é para as pessoas refletirem, darem mais uma chance para aquilo que elas não gostam, seja jogos de terror psicológico, Jrpg, ou qualquer outro gênero que não te agrade, e assim como eu disse antes, isso serve também para outras mídias, pois seguir a mesma "receita de bolo" é legal, mas às vezes é bom ter novas experiências, explorar e aprender aquilo que você não conhece, porém, ninguém é obrigado a gostar de nada, mas nunca julgue algo sem ao menos tentar.

    One Piece Odyssey

    Platform: Playstation 4
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      artigos · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      felipe_turesso · about 2 months ago · 2 pontos

      Certamente um tema interessante e concordo com você.
      Antigamente eu tinha um receio com jogos em primeira pessoa, por exemplo. Depois de jogar BioShock 2, isto mudou totalmente.
      Aliás, tenho um amigo que também tem este receio e depois de Resident Evil 7, ele ficou mais tentado em jogar FPS.

      De fato, é como você argumentou: às vezes é necessário que a pessoa pelo menos experimente o jogo, filme, livro, etc., para descobrir se realmente gosta ou não daquele estilo, daquela abordagem.

      Parabéns! Realmente um assunto para se refletir :D
      Muito ôxi!!

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      anonimpixel · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu não sei se eu tenho um jogo que não é para mim

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