mateusmaster

Jogando há duas décadas, jogo qualquer tipo de jogo independente da plataforma. Games 4 Life

You aren't following mateusmaster.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-01-28 22:21:37 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #275 – Detroit: Become Human (PS4)

    #2º em 2021

    O que nos faz seres humanos? O que distingue nossa consciência natural da digital? Detroit busca discutir essas questões e muitas outras em uma complexa trama repartida em três perspectivas interessantes que eventualmente acabam se entrelaçando. Jogo engenhoso, cheio de escolhas que levam a caminhos completamente diferentes, coloca outros produtos do gênero – como os títulos da Telltale e da Dontnod – no bolso.

    Gostei bastante da minha primeira jornada nessa história levemente futurista. Creio que meu final foi muito satisfatório, sendo por pouco bom em completude. A jogabilidade talvez seja meio robótica (olha só o que eu fiz) e me dá certo nervo não poder andar mais rápido ou correr em determinadas partes, mas é compreensível: ninguém na vida real fica correndo o tempo todo e o jogo preza demais pelo realismo. Outra coisa que me tira um pouco do sério são os QTEs com movimentos do controle e do touchpad, sei lá, dá o maior erro de errar e é pouco intuitivo... Porém a maioria é feita com botões convencionais e o analógico então beleza. Nisso eu fiquei surpreendido: o jogo entrega MUITA tensão, porque não queria perder nenhum personagem e tendo morte permanente (tirando o Connor), a mão até sua kkk

    Os gráficos são bem bonitos, mesmo jogando no PS4 base – porém aqui certos detalhes de fundo ficam embaçados. A modelagem dos personagens e a animações de tudo praticamente são execpionais. Trilha sonora é bem competente, apesar de não ter uma música tão marcante assim. Gostei bem mais desse jogo do que de Beyond Two Souls, também da Quantic Dream, mas acho Heavy Rain melhor.

    A história então, nem se fala, junta momentos fortes como um pai abusivo maltratando sua filha, campos de concentração terríveis, seres humanos sendo ótimos em segregar àquilo que não entende, etc. Um dia rejogarei para buscar a platina e ver outras ramificações da história, jogando nessa primeira jornada fiz conforme agiria na vida real, e fiquei satisfeito com meu final (com exceção de um ponto que falarei mais abaixo). Tem fortes alusões a acontecimentos marcantes da humanidade do século XX e XXI, como o antissemitismo, a segregação racial nos EUA, a guerra fria, discussões sobre inteligência artificial e muito mais. Porém alguns desenvolvimentos são levemente clichês, e achei a história da Kara um pouco apequenada em relação à narrativa dos outros dois protagonstas.

    Agora vale um aviso de SPOILERS:

    Minhas escolhas levaram a um final em que os androides são reconhecidos como seres pensantes, mas não sem antes sofrer muito nas mãos dos humanos. No geral, ficou assim:

    - Guiei meu Markus para ser o líder do grupo Jericho agindo sempre de forma pacífica, desde o princípio optando por manifestações não violentas, focando no discurso, jargões e passeatas. O símbolo escolhido por mim foi um punho robótico erguido, e a multidão clamava por liberdade, igualdade e reconhecimento de seus direitos civis. Todos os principais integrantes do grupo ficaram vivos ao final, sendo Josh e Simon como seus companheiros e North sua amante. No momento derradeiro, após Jericho ser atacada, Markus fez uma caminhada pacifica até o local do infame campo de concentração em que os androides estavam aprisionados e resolvi fazê-los sentar como protesto. Alguns androides foram mortos pelo exército, mas devido a atenção da mídia e a boa opinião pública sobre a revolta dos androides, foram obrigados a parar. Após a negociação do agente do FBI com Markus – que claramente não traiu seu povo – os militares atacaram e matar grande parte dos robôs que estavam protestando ali, porém no momento final, escolhi para que Markus beijasse North, o que fez os guardas recuarem e até mesmo a presidente dos EUA empatiza com a situação e cancelar o ataque. Foi com essa demonstração de humanidade que os androides conseguiram sua liberdade, e a presidente Warren fez um discurso reconhecendo-os como seres de inteligência e deixando-os livres. Essa parte da narrativa acabou com Markus dando um vitorioso discurso para uma multidão de androides que recuperaram dos campos de concentração somados aos androides que Connor trouxe da central da Cyberlife. Agora eram livre, o sacrifício de centenas serviram para o bem de milhares. Markus é o líder desse povo.

    - Já Connor foi uma curiosa jornada de autoconhecimento. Durante o decorrer de sua história eu tentei sempre cumprir sua tão comentada missão, porém também quis que Hank virasse seu parceiro, e isso foi posto em prova quando Connor teve que escolher matar ou não a belíssima android Chloe. Escolhi não matar, o que fez Hank reconhecer o engomadinho como um ser passível de empatia e humanidade. Isso se encaminhou para Connor virar um deviante quando fica face a face com Markus dentro do navio Jericho. Portanto, meu Connor ajudou a revolução dos androides e foi até a base da Cyberlife para libertar milhares de novos androides. Porém foi nesse ponto que o pior me aconteceu: quando aparece o outro Connor e faz Hank de refém, eu escolhi salvá-lo, porém na hora de efetuar a ação escolhi o botão errado oque levou à trágica morte de Hank. Por apertar um botão errado! Fazer o que, nem tudo foi perfeito no meu final...

    - Com Kara creio que segui um direcionamento bem diferente da maioria das pessoas ao chegar na reta final. Durante toda a jogatina fiz o máximo que pude para proteger Alice e fui bem sucedido nisso. Matei o “pai” dela SIM, tentei roubar o mercadinho SIM, acabei dormindo em casa de indigente SIM, mas tudo corria bem. A fuga delas de Connor foi excepcional, consegui fugir pela autoestrada sem danos quaisquer. A cena na casa do maluco que traficava deviantes foi tensa, pelo menos Luther ajudou Kara e Alice e assim prosseguiram juntos para fugir dessa situação. Ficaram refugiados no parque de diversão, onde teve a bela cena com Alice no carrossel, e depois na casa de Rose, mulher que ajuda androides a chegar na fronteira dos EUA e Canadá. Chegando em Jericho, foi surpreende saber que Alice na realidade é uma androide, e Luther é preciso em dizer que o amor que ambas tinham entre si fazia a vida ter sentido. Porém durante a invasão desse navio, Kara e Alice são capturadas (outro erro de botão meu, fez elas se renderem) e são levadas para um campo de concentração em que milhares de robôs estavam sendo destruídos. Pude ver que menos de 10% das pessoas que jogaram foram por esse caminho com Kara. Achando que tudo estava perdido, me surpreendi que no campo pude me reunir com Luther e Alice, além de contar com a ajuda de Ralph e os Jerry para distrair os guardas e possibilitar a fuga desse campo! Os três fugiram dentro de um caminhão que levava vários “corpos” de androides para o lixão. Meu jogo acabou com a cena final de Kara, Alice e Luther se abraçando, sem pele, no lixão. SIM, é possível acabar com um final feliz que não seja com os três indo embora para o Canadá! Aliás, foi uma opção bem rara, a porcentagem mundial era bem baixa, se não me engano 4% das pessoas tiveram esse final.

    Enfim, achei meu final bom, só faltou mesmo o Hank sobreviver para viver em parceria com o Connor :/ mais triste ainda saber que deixei morrer por errar o botão a ser apertado kkkk Aliás, com ele vivo eu ganharia o troféu de terminar com todos personagens vivos u.u

    Experiência cinematográfica incrível. Fator replay estratosférico. Visualmente impecável. Movimentação levemente ultrapassada. História forte, mas levemente clichê.

    4,5/5 estrelas

    Detroit: Become Human

    Platform: Playstation 4
    842 Players
    213 Check-ins

    9
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-01-02 02:18:24 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #274 - Astro's Playroom (PS5)

    #1º em 2021

    O ano mal começou e já tive a oportunidade repentina de ter acesso ao Playstation 5 e a essa belezinha de jogo! 2021 começou bem, viu! kkk

    Este é um game que serve de demonstração das funções do Controle, mas ao mesmo tempo é uma homenagem pra quem joga em PlayStation, é uma experiência realmente next-gen, são 4 mundos para explorar e sentir toda a potência do DualSense,  controle do novo console da Sony. Tudo isso lotado de referências a games do Play, consoles passados, acessórios e afins! Amei É uma experiência incrível, minha mão tá até dormente de tanto que vibrou!

     Levei 3 horas de gameplay  para terminar o jogo base, mas peguei apenas 30% dos coletáveis e segredos, pretendo aumentar isso em breve, quem sabe até platinar na minha conta, que está em PS5 alheio kkk 

    Considero um game e não uma mera tech demo porque poxa, tem 4 mundinhos, subdivididos em 4 fases, com 4 itens para coletar + 2 segredos, sendo que cada seção é lotada de referência e easter egg a diversos games da própria Sony (Uncharted, TLOU, inFamous, Killzone.. sério, TODOS) e de games de terceiros que marcaram época no Playstations (como Resident Evil, Silent Hill e outros). Além disso, tem também a hub central, dividida em duas partes - também com áreas de gameplay, além do chefão final e uma fase bônus após os créditos rolarem. Até a parte dos créditos do game é jogável... Ahhh e aos poucos são liberadas 8 fases de corrida, todas divertidas e desafiadoras - inclusive peguei 48 segundos na fase com tema espacial e fiquei orgulhosinho kkk

    Imagino que platinar e fazer 100% leve umas 6-8 hrs

    Sério, pra um jogo grátis que vem instalado no console, tá excelente

    4,5/5 estrelas

    Astro´s Playroom

    Platform: Playstation 5
    48 Players
    9 Check-ins

    9
    • Micro picture
      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      É de longe o jogo do ps5 que eu mais queria jogar. Melhor tech demo/homenagem a marca ever.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-12-27 15:48:33 -0200 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong>Jogo finalizado #273 - Star Wars Jedi: F

    Medium 752696 3309110367

    Jogo finalizado #273 - Star Wars Jedi: Fallen Order (XBOX ONE)

    #41º em 2020

    Fico me perguntando porque não comprei esse game antes?! Esperei ele ser adicionado no EA Play e joguei assim que o serviço foi disponibilizado no Game Pass, mas caramba, se eu soubesse que esse game etstava realmente tão bom teria feito ma forcinha para ter na coleção, ainda mais que sou bastante fã da franquia!

    Jedi: Fallen Order é um ótimo game de ação e aventura no estilo Soulsborne, uma mistura perfeita entre o universo de Star Wars, a dinâmica toda de Dark Souls e momentos de escalada, deslizadas e grandes setpieces de Uncharted! Gosto de TUDO isso, então AMEI esse jogo! Claro que é uma experiência mais receptiva do que os games da From, porém está calibrado em um nível certo que consegue ser desafiador e divertido ao mesmo tempo.

    O game tem um level desing inteligente, sabendo intercalar bem as várias seções do mapa, sempre com novos atalhos sendo desbloqeuados (cordas aqui, portas que abrem de um lado ali, elevadores, etc), que se dividem em cinco planetas disponíveis para exploração (Bogano, Zeffo, Dathomir, Kashyyyk e Ilum) além de outros três que aparecem em uma única missão (Brakka, Ordo Eris e Nur). Cada mapa, ou melhor, planeta é recheado de coletáveis e segredos, em que somos recompensados com itens cosméticos (como novas peças de personalização do lightsaber, novos ponchos para Cal usar, cores para BD-1 e cores para a nave Mantis), itens de leitura que contribuem para a lore do game, além de caixas com pontos de upgrade e afins. Muitos desses segredos estão localizados em pontos que exigem que o jogador retorne mais tarde para acessar mediante nova habilidade – o famoso backtracking! Sou feliz em dizer que fiz 100% em todos os planetas, coletando tudo que o jogo tinha para oferecer e upando ao máximo meu Cal Kestis!

    Uma coisa que me surpreendeu bastante nesse game é o constante desbloqueio de novas habildiades e poderes para Cal! Do começo ao fim do game vamos ganhando novos movimentos para progredir no mapa, novos poderes na força para derrotar inimigos, além de novos tipos de lightsaber, o que achei sensacional! A exploração começa xoxa, mas quando nem percebemos já estamos correndo, dando um pulo duplo para fazer corridinha na parede, pular e puxar uma corda no ar e chegar até outra parede para dar outra corridinha e por fim chegar em algum ponto do mapa! Ah, e o combate é fluido e vai ficando cada vez mais divertido ao passo que é liberado novos poderes, como empurrar inimigos com a força, puxá-los até si, aremessar o lightsaber, fazre combinações entre lightsaber normal e duplo, usá-los como bastão e muito mais.

    Graficamente o jogo é maravilhoso, sério, porém joguei no Xbox One base, então sofri com performance instável. Em alguns mapas a resolução cai, em algumas partes a framerate cai bizonhamente, além de bastante delay de render e eventuais stuttering (congeladinha) na imagem. Mas de boa, no fim acaba acostumando após tantas horas. Ah e no final do game os mapas são mais contidos e tem bem menos problemas, ficando em resolução boa e sem tantos problemas! Por ser “de graça” vale a pena aturar os defeitos.

    Agora sobre a história e personagens: TUDO é muito bem feito e agrada demais fãs da franquia! O jogo se passa após os eventos do Episódio III – A Vingança dos Sith, e controlamos Cal Kestis, que é um padawan refugiado devido a temida Ordem 66. Após demonstrar suas habildiades com a força para salvar seu colega no planeta sucateiro de Brakka, Cal é descoberto pela inquisição do império, responsáveis por caçar sensitivos da Força, pelas inquisidoras Segunda e Nona Irmãs – treinadas pelo próprio Vader. Porém é salvo por Cere Junda e Greez Ditus. Nesse passo, Cere, ex-Cavaleira Jedi, diz a Cal que ela tem o desejo de restaurar a ordem Jedi, porém para isso é necessário encontrar um dispositivo chamado Holocron, que guarda a localização de dezenas de crianças sensitivas. Esse dispositivo foi severamente escondido por Eno Cordova, antigo mestre de Cere e estudioso do antigo povo de Zeffo. E para auxiliá-lo nessa busca, o droid BD-1 se junta a Cal – que robozinho carismático!

    Agora vale um aviso de SPOILERS:

    A história é bem construída, exploramos os planetas em busca do conhecimento de Eno Cordova, confrontamos memórias de Cal e seu saudoso mestre, Jaro Tapal, auxiliamos Saw Guerrea a ajudar livrar os Wookie das forças malíginas do império, descobrimos o triste destino das irmãs da noite de Merrin e seu envolvimento com outro ex Mestre Jedi Taron Malicos e muito mais. A trama também utiliza de diversos temas da franquia, como a inevitável sucumbência ao lado negro da força. A segunda irmã da inquisição, Trilla Suduri, é revelada como a antiga Padawan de Cere, que foi torturada pelo império para se tornar o que é – uma pena que no final do game tenha sido morta pelo próprio Darth Vader no momento em que iria se reconciliar com sua antiga mestra.

    Agora bastante interessante no final do jogo é o momento em que Cal Kestis adentra a câmara em que está contido o Holocron e encontra uma superfície espelhada totalmente sombria em que ele vê o possível futuro sombrio que lhe aguardava se realmente utilizasse aquele dispositivo para encontrar as crianças e as treiná-las como padawan. Na visão Kestis entende que o império os encontraria eventualmente, mataria as crianças e as capturaria, além de o capturar, torturá-lo e fazê-lo sucumbir ao lado negro, tornado-se ele mesmo um inquisidor. Primeiro que esse espelho lembra e muito aquele que aparece no Episódio VIII – Os Últimos Jedi e faz Rey enxergar diversas outras Reys em sua frente na busca de saber quem são seus pais. Referências a parte, essa cena é importante pois futuramente, no finalzinho do game, Cal decide não ir procurar as crianças e destrói o Holocron, garantindo que a vida dessas pessoas seja resgaurdada. Assim o game acaba com Kestis perguntando qual seria a próxima aventura xD

    4,5/5 estrelas

    Star Wars Jedi: Fallen Order

    Platform: Xbox One
    54 Players
    48 Check-ins

    10
    • Micro picture
      myers · 7 months ago · 2 pontos

      Curiosidade: O diretor desse jogo é o mesmo do God of War 3, espero ver ele em futuros projetos.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-11-25 18:45:14 -0200 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 747684 3309110367

    Jogo finalizado #272 - Doom Eternal (XBOX ONE)

    #40º em 2020

    Rip and tear, until it is done!

    Doom Eternal é a brilhante continuação do soft reboot de 2016, melhorando ainda mais a experiência, deixando ainda mais dinâmico e brutal os combates, ao mesmo tempo que traz fases com level desing primoroso que instigam a exploração. É uma delícia de se jogar!

    É impressionante o quanto os desenvolvedores aproveitaram os botões dos controles e preencheram de funções nesse game, ainda mais combinado com diversas especificidades de gameplay que tornam a jogatina quase que um xadrez mental de destruição demoníaca. Explico: cada demônio ou criatura que abatemos no shooter tem seus pontos fracos que são provenientes de cada tipo específico de arma (são mais de 8 armas), sendo que cada um desses monstros tem seu move set único e diferenciado, que exige que o jogador se adapte ao combate a todo momento. Nesse game o jogador não pode ficar parado, para se manter vivo temos  que colocar o Doom Slayer para correr pelas arenas de batalha e ir matando qualquer coisa que se mover em sua frente kkk 

    A dinâmica do combate é essa: se movimente muito pelas fases, mate inimigos com motosserra para ganhar munição, finalize inimigos atordoados para ganhar vida, bote fogo neles para ganhar escudo, atire feito um Slayer - repita! E vicia... Após isso, temos setores de exploração, em que temos que encontrar discos de vinil com músicas de diversos games da Id Software, miniaturas engraçadinhas de demônios do game, cartuchos de trapaça, documentos para ler e diversos tipos de pontos de upgrade (seja de armadura, de armas e afins). O bom é que em toda fase é possível encontrar um mapa que coloca pontos de interrogação nos revelando onde estão os coletáveis, restando ao jogador apenas descobrir como chegar ao dito cujo.

    O jogo é até que longo, e se estende ainda mais se formos procurar fazer todos os combates opcionais ou as arenas secretas de combate (algumas são excruciantes de se passar!). Na real, acho que é uma das campanhas de FPS mais longas que eu já joguei - mas também, fiz quase que tudo... quase xD Ah e maldito seja o Marauder, malditoooo kkk depois que aprendi que um tiro de super escopeta o atordoava foi mais fácil de derrotar esse diabo!

    A história é interessante, e mais profunda do que aparenta, cheia de documentos e entradas para ler - porém admito que não me aprofundei nela, por ter poucas lembranças do game anterior que joguei há 4 anos. Porém é legal acompanhar a história do Doom Slayer, todo o mito ao redor dele, e até flashbacks que remetem aos games antigos kkk

    Doom Eternal realmente merece estar entre os games do ano de 2020, é uma baita FPS, todas as fases são criativas e infernais. É um jogo consistente e recheado de conteúdo - é parrudão mesmo. Divertido até dizer chega!

    4,5/5 estrelas

    Doom Eternal

    Platform: Xbox One
    41 Players
    14 Check-ins

    3
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-11-15 01:26:30 -0200 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 746315 3309110367

    Jogo finalizado #271 - Super Mario Sunshine (GCN)

    #39º em 2020

    Mario está de férias, ou pelo menos tentou estar!

    Primeiro game de GameCube que eu jogo na vida (poisé), e um dos jogos do Mario mais diferentes também. Confesso que foi difícil o jogo "clickar" comigo, mas depois que bateu eu joguei incessantemente ao longo da semana até espremer a última gota (desculpa kkk). Toda a ambientação, música e gameplay da uma sensação de calor e de que o bigodudo e sua princesa realmente estão de férias numa ilha paradisíaca!

    Legal que esse game do Mario adicionou cutscenes para dar um contexto maior para o enredo do game. A proposta é a de que Mario, Peach e alguns Toads vão passar um tempo de descanso e calmaria em uma ilha, porém chegando lá são surpreendidos com um problema de pichação de uma figura que lembra e muito o encanador: o Shadow Mario. Por esse motivo os nativos da ilha, os esquisitaços Pianta, acusam o Mario de ser o responsável pelo ocorrido e os levam à julgamento. Bizzaro.... mais ainda de ver a Peache apelando em corte kkk Porém no fim fica decidido que Mario terá que limpar as várias localidades da ilha, além de juntar as shine sprites, tipo uns pequenos sóis, para restaurar o clima de verão da cidade central da ilha. Então com a ajuda de F.L.U.D.D (Flash Liquidizer Ultra Dousing Device), uma espécie de mochila que dispara diferentes modalidades de jato d'água, Mario parte por sete localidades da ilha para cumprir seu objetivo - e claro que eventualmente Peach seria capturada kkk

    O jogo em si é, à princípio, burocrático. Dá uma preguiça danada ter que ficar espirrando água nas pichações e nas poças de tinta que os inimigos jogam no cenário, mas depois que percebo que o jogo não se trata de apenas isso, o jogo flui que é uma beleza. No decorrer da gameplay vamos adquirindo novas formas de usar o F.L.U.D.D, podendo, além de fazer jorrar água, usar como um planador, como um foguete ou para impulsionar Mario. Só é chato que temos que procurar as caixas de cada uma dessas opções para trocar o mecanismo. O jogo possui 8 áreas principais, sendo a vila central da ilha a hub, em que entramos nas pinturas das paredes em cada uma das outras 7 fases (como os quadros em Mario 64). Em cada uma dessas 7 fases temos 8 capítulos, que consistem em procurar pela shine sprite respectiva. Nesses capítulos ocorrem mudanças significativas no mapa, a fim de possibilitar objetivos e desafios diferentes para a busca incessante do bigodudo. 

    Alguns desses capítulos são um pouco protocolar, como as corridas contra um personagem zuadin, as corridas para molhar o Shadow Mario e a caça às 8 moedas vermelhas. Além disso, toda fase também conta com uma entrada secreta, em que entramos em um nível sem o F.L.U.D.D, contando apenas com a movimentação do Mario. Essas fases dão uma raiva danada e exigem bastante destreza do jogador - algumas suei de nervoso e espumei de raiva kkk. 

    A trilha sonora é muita boa e marcante, os gráficos são bem bonitos para o console, principalmente os efeitos de água (por que será, né? xD). Mas sério, o mar do game deve ter impressionado muita gente lá atrás quando lançou. Ahh um ponto bastante elogiável também são os bosses e mini bosses do game, tiveram bastante criatividade na hora de fazê-los e as possibilidades de derrotá-los (Mario é um psicótico quando estripa um polvo tentáculo por tentáculo kkkk)... 

    Peguei todas as 8 shine sprites de cada fase mais uma cacetada da vila principal, porém não tive investimento psicológico para correr atrás das 2 secretas que cada fase tem kkk, mas ta bom, pelo menos terminei todos os capítulos do game antes do derradeiro encontro com o chefão final (quem será?!?!)

    No final, fico com o pensamento de que é um bom jogo sim, apesar de ser bem diferente dos outros, a proposta é divertida depois de um tempo para digestão. Tem várias coisinhas irritantes nesse jogo, mas dá para revelar e continuar se divertindo. Recomendo para quem gosta de jogo de plataforma e curte uma diversão rápida em pílulas.

     3,5/5 estrelas

    Super Mario Sunshine

    Platform: Gamecube
    2341 Players
    101 Check-ins

    10
    • Micro picture
      santz · 9 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é maravilhoso. Quando o jogo clicou comigo também, espremi eele até a última gora. Coletei uma porrada de shines, mas não todas, pois tem umas de coletar moedas pelas fases e depois que já um algumas, perde o controle de qual está faltando na hora de recorrer a um guia.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-10-30 12:51:53 -0200 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 743825 3309110367

    Jogo finalizado #270 - Super Mario 64 (N64)

    #38º em 2020

    Olha aí mais uma antiga pendência que eu finalmente concluí! Terminei esse game que é um dos mais prestigiados de todos os tempos no mundo gamer. Impressionante como a jogabilidade de um game de 24 anos atrás envelheceu  tão bem! 

    Não preciso e nem tenho como tentar explicar Mario 64 pra ninguém, todos sabem que este é o marco inicial para games com exploração 3D e foi algo enlouquecedor na época em que saiu. Um tio meu contou que quando lançou o Nintendo 64 e Mario 64 ele e seus amigos ficaram insanos de ver essa obra rodando, era algo inconcebível para eles um jogo com perspectiva em três dimensões e ainda mais do encanador bigodudo! 

    Jogando hoje em dia (mediante a coleção que lançaram no Switch - port bem modesto, por sinal) a princípio eu me irritava bastante com a câmera do game e não entendia direito sua jogabilidade, mas com o tempo fui me acostumando e consegui me divertir demais com o game! Mesmo para um jogo tão antigo, se manteve desafiador, instigante e - principalmente - divertido jogá-lo apreciar todos seus níveis e colear tantas moedas e estrelas possíveis! Eu peguei pouco mais de 80 estrelas, mas vou retornando eventualmente para pegar todas!

    Não penso que esse jogo está inteiramente intacto hoje em dia: passei muita raiva com a câmera em alguns momentos e também não curti o fatod e que toda vez após coletarmos uma estrela o jogo nos faz sair do nível e entrar de novo... mas ok, entendo por ser um produto de sua época.

    Enfim,  jogaço em todos os sentidos, a trilha sonora é marcante, os gráficos são bonitinhos e por ser cartoon, não envelheceram tão mal, os níveis são um melhor do que o outro, a jogabilidade é divertida e se manteve até hoje em games como Super Mario Odyssey.... Um clássico!

    PS: Ô raiva para jogar o Bowser três vezes nas bombas na fase final kkk

    4,5/5 estrelas

    Super Mario 64

    Platform: N64
    15570 Players
    214 Check-ins

    11
    • Micro picture
      santz · 9 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é sensacional, merece todos os elogios e sim, a câmera é realmente problemática, todo mundo reclama disso.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-10-15 19:20:53 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 741430 3309110367

    Jogo finalizado #269 - Shovel Knight: Shovel of Hope (SWITCH)

    #37º em 2020

    Depois de muita recomendação de um grande amigo meu, eu peguei para jogar o carismático jogo do Cavaleiro da Pá que busca salvar sua cara metade em um mundo lotado de inimigos e chefões um mais criativo que o outro!

    Gostei bastante desse aclamado indie que há tanto tempo posterguei para jogar. A jogabilidade é simples e direta, porém bastante divertida e o jogo brilha com seus cenários diversificados e criativos, sem falar nos chefões que tem ao final de cada nível, todos com suas personalidades próprias e set de movimentos. A dificuldade das fases em si vai se elevando gradualmente ao decorrer da aventura, porém confesso que a dificuldade das boss battles são relativamente fáceis, só fica mais difícil mesmo nas três últimas batalhas.

    A história se baseia nos personagens Shovel Knight e Shield Knight, que vivem uma verdadeira história de amor, aventura e riquezas. Ambos são aventureiros e passam muito tempo juntos explorando as regiões daquele mundo, até que a Torre do Destino se Ergue, e eles vão até lá almejando um amuleto Misterioso, porém, o amuleto desperta uma magia terrível fazendo com que os dois se separem: Shovel Knight fica desacordado e Shield Knight desaparece. Ao acordar Shovel Knight percebe que a torre foi selada e sua parceira Shield Knight desapareceu misteriosamente.... Shovel Knight abandona o posto de aventureiro já que não tem mais sua companheira, até que os oito Cavaleiros da Ordem Inclemente aparecem, liderados pela Feiticeira, justamente quando a Torre do Destino se abriu novamente e uma destruição é eminente. Cabe ao nosso bravo herói a chance de reencontrar sua amada nessa aventura!

    Sobre os cavaleiros que encontramos na história, muitos tem uma lore aprofundada em expansões, e vou falar brevemente sobre eles aqui: Black Knight é só um Shovel Knight do mal que fala fininho e é basicamente um talarico; King Knight é um rei mal visto na região; Plague Knight é um alquimista, faz poções e explode coisas; Teasure Knight é um pirata (de submarino), louco por ouro; Tinker Knight é um baixinho, mas inteligente e inventor; Mole Knight é um escavador, fica nas cavernas cheias de lava; Polar Knight é um escavador da neve e do gelo; Specter Knight é um ceifador basicamente; Propeller Knight é um francês metidinho que tem seu barco voador (e foi o que mais me deu trabalho). Isso tudo sem falar da Feiticeira do Mal, a Enchantress, que ganhou a lealdade de todos esses cavaleiros e é nosso objetivo final no game...

    É um jogo bem legal, divertido, bom para uma diversão rápida e transparece o carinho que os desenvolvedores tiveram ao criá-lo. Gostei bastante e nos próximos meses vou jogar as expansões também (são três!). Muito bom!

    4,5/5 estrelas

    Shovel Knight

    Platform: Nintendo 3DS
    313 Players
    87 Check-ins

    8
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-10-06 20:29:08 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><b style="background-color: initial;">Jogo final

    Medium 739815 3309110367

    Jogo finalizado #268 - Dying Light: The Following (PC)

    #36º em 2020

    Após mais de 3 anos de ter terminado a campanha principal, finalmente voltei a essa insana obra recheada de zumbi e parkour! PARKOUR! kkk Essa expansão adiciona o querido Buggy e um mapa rural e extenso, cheio dos mais diversos tipos de zumbis.

    O jogo está longe de ser perfeito, mas diverte bastante e desperta o sentimento complecionista do jogador, pois combina diversas atividades diferentes para fazer com uma jogabilidade caprichada e divertida. Durante a gameplay relembrei das várias horas que eu tinha com o game base, e aos poucos fui perdendo de novo o medo dos Voláteis, ô demônios feios da peste!

    A história gira em torno de um rumor que Kyle Crane escuta em Harran de uma suposta cura para o vírus zumbi que assombra aquele mundo. A história se passa na zona rural próxima a grande cidade, em que uma seita de fanáticos, os Filhos do Sol, idolatram uma figura conhecida como a Madre. No decorrer da expansão temos que fazer diversas tarefas para as pessoas que participam daquele grupo de sobreviventes a fim de ganhar a confiança dos membros fervorosos daquela seita , os Sem-Face.

    Não é das melhores histórias, mas a maioria são divertidas de se completar, e algumas engraçadas demais o resultado (como a dos irmão gêmeos meio loucões). Porém as missões finais são bem legais, e tem umas revelações chocantes.

    É uma boa expansão, que venha o segundo game, essa jogabilidade é boa demais!!!

    Ahh enquanto eu jogava esse game eu fiz vários testes com meu PC que não está nos seus melhores dias... Apesar de deixar tudo no médio, rodar o game com baixo uso da GPU, CPU e RAM, com 60fps travados durante toda a jogatina, o meu PC reiniciou diversas vezes jogando :C lá vamos n[os de novo levar essa máquina sofrida pro técnico kkk

    SPOILER ALERT!

    Sobre o final, eu diria que o final da luta contra a Madre é o real (foi o que eu fiz): é o final em que Crane acaba se tornando um volátil e espalhando a infecção para fora da zona de quarentena! Acho que eles vão deixar claro sobre qual seja o final real em Dying Light 2, ou pelo menos dar mais algumas informações sobre o que realmente aconteceu nos eventos do The Following.

    3,5/5 estrelas

    Dying Light: The Following

    Platform: PC
    56 Players
    13 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-09-18 00:12:33 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 736255 3309110367

    Jogo finalizado #267 - Dishonored 2 (XBOX ONE)

    #35º em 2020

    Finalmente coloquei minhas mão nessa obra prima do gênero Stealth! E foi numa boa hora, afinal, em alguns dias o game vai sair do catálogo do Game Pass - espero que coloquem a expansão Stand Alone agora...). Eu tenho o primeiro game original na versão de PS3, e adorei na época, mas não porque diachos de motivo eu nunca havia voltado para rejogar. Porém agora, depois de 7 anos joguei a sequência e me deparei com uma versão mais polida, e ainda mais gostosa de se jogar, do primeiro game!!!

    A história me surpreendeu, eu não esperava um desenvolvimento de personagens tão bom. A trama gira em torno da tirana Delilah que, com a ajuda de seus 5 comparsas, roubou o trono de Emily. No decorrer do game temos que caçar um a um esses indivíduos com o intuito de encarar a vilã num encontro derradeiro! Ahh e agora Corvo Attano fala kkk

    É um game bem parrudo e muito bom no que se propõe a fazer: deixar o jogador livre para agir nas sombras (ou não), em cenários bem elaborados cheio de passagens secretas e diversas formas para se alcançar o objetivo das missões. Já adianto aqui que joguei o game com a Emily, e minha jogatina deu exatas 30 horas! Isso porque eu tentei ir ao máximo em stealth possível e prometi pra mim mesmo que não mataria NINGUÉM no jogo todo. Dito e feito, passei pelos 9 cenários sem deixar a peixeira lamber NPC algum, fui furtivo máximo que pude e peguei o status Ghost em 6 dos 9 capítulos (nos 3 primeiros eu ainda estava me readaptando a jogar em stealth e primeira pessoa e dei um fails kkk) e dei um jeito nos alvos de cada missão de forma não letal e mais criativa possível - quem jogou sabe kkk

    Enfim, é um baita jogo, Arkane Studios tá de parabéns, pra mim é a melhor franquia atual de stealth. A jogabilidade é uma delícia, os gráficos são bonitos (apesar de eu ter jogado no One base), música e efeitos sonoros sem defeitos, único ponto fraco pra mim é a I.A. dos inimigos que, às vezes, é surda demais e enxerga demais - e os loads tbm são demorados, nem conto o quanto de load eu vi por jogar em stealth (volto o save mesmo!) 

    Ahh e comecei a jogar o game novamente, algo que raramente eu faço, e com apenas 2 horas já estou quase na metade do game kkkkk isso porque já estou com os mapas praticamente gravados na mente e já sei o que tem que fazer - e agora estou jogando com o corvo numa pegada totalmente letal, mas ainda assim stealth para pegar Ghost em todos os níveis!!

    4,5/5 estrelas

    Dishonored 2

    Platform: Xbox One
    95 Players
    11 Check-ins

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2020-09-02 14:28:14 -0300 Thumb picture
    Post by mateusmaster: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Medium 733278 3309110367

    Jogo finalizado #266 - Carrion (XBOX ONE)

    #34º em 2020

    Um jogo que surgiu do nada mês passado, causou polêmica pelo ícone na versão Switch e que veio no day one para o Gamepass, Carrion me cativou pela sua temática diferenciada e grotesca!

    Joguinho maneiro em 2D side scroller baseado em níveis, aqui temos uma dúzia de níveis interconectados, em que nosso objetivo é encontrar fendas na parede para aumentar nossa biomassa e meio que "marcar território", ao mesmo tempo em que absorvemos componentes químicos para deixar nosso monstro maior e obter novas habilidades para cada um dos três tamanhos que a criatura pode ficar. A movimentação é feita de forma que nunca vi em um game do tipo, não nos movemos de forma tradicional, na verdade apontamos uma direção para que a massa de bio-organismos se mova deslizando pela tela. 

    Clara inspiração em The Thing, a criatura desperta no jogador a vontade sanguinária de destruir todos humanos encontrados na base - e podemos fazer isso de formas brutais e criativas, até mesmo por meio de possessão. 

    Divertido, curto e direito ao ponto, recomendo pra qualquer um que assine o Gamepass e queira uma diversão rápida!

    4/5 estrelas

    Carrion

    Platform: PC
    44 Players
    8 Check-ins

    7
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...