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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-11-10 21:20:04 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #280 - Deathloop (PS5)

    15º em 2022

    Misturando o excelente molde de jogabilidade dos jogos da Arkane e esquemas de ir e voltar no tempo de games como Majora's Mask, Deathloop é uma delícia de se jogar. Um pouco complicado de se aprender como tudo funciona, mas perfeitinho de lidar após se acostumar, esse jogo me apareceu na Plus Extra, e  não deu outra, era tudo que eu queria para jogar algo leve antes de outra experiencia densa como Ragnarok! Mas, diferente dos Dishonored que eu fui full stealth, em Deathloop fui na trocação de balas mesmo kkk sendo stealth somente em locais propícios como as proximidades dos alvos principais.  Foram umas 35 horas muito bem aproveitadas, que jogo recompensador! Não enjoa passar pelos seus 4 mapas over and over again, pelo contrário, dá um sentimento bom de familiaridade ( o que é uma mão na roda quando se invade partidas de outros players).

    O jogo se passa em um universo paralelo na década de 1960 na ilha de Blackreef, local que está submetido à um loop temporal devido experimentos do programa AEON. As mentes por trás desse experimento se configuram em nove figuras que se denominaram de Visionários. São eles: Colt Vahn, nosso protagonista que sofre de amnésia e quer acabar com o ciclo; Julliana Blake, a arquivista e nosso Nemesis durante o jogo todo; Egor Serling, o fundador da Aeon e pseudo-cientista; Dra. Wenjie Evans, construtora da maquina que gerou o loop; Harriet Morse, líder de um próprio culto; Frank Spicer, o radialista da ilha, que curte um Rock; Charlie Montague, um gamer designer egocêntrico (Kojima?) que dividiu sua consciência com uma máquina; Fia Zborowska, uma artista esquentada; e Aleksis Dorsey, o ricaço por trás da AEON, que adora uma festa. Nosso papel é garantir que TODOS esses nove morram em um único dia dentro desse ciclo infinito. Além desses personagens, existem algumas dezenas de Eternalistas mascarados espalhados pelo mapa todos dispostos a nos matar à primeira vista! kkk Detalhe que a cada ciclo todos perdem a memória do dia que se passou, menos Colt e Juliana. Nosso papel é investigar os 4 mapas do jogo (Updaam - a cidade no alto da montanha, O Complexo - local com vários laboratórios e bunkers, Baía do Karl - a parte inferior da cidade onde ficam os galpões, Fristad Rock, local onde ficam mansões luxuosas e outros bunkers)  durante 4 horários diferentes (manhã, meio-dia, tarde e noite) a fim de descobrir quem são os Visionários, em que local e horários ficam, descobrir sua rotina e até mesmo criar eventos que os forcem a estar em um mesmo local, prontinhos para o abate!

    A Gameplay segue os moldes de Dishonored, podemos ser furtivos ou não, e em ambas as formas de se jogar, o jogo brilha e diverte. Temos alguns poderes a conquistar, como teleporte, invisibilidade momentânea, poderes telecinéticos, etc, e o legal é que podemos pegar também aprimoramentos no decorrer do game. São poucas armas, porém cada uma é diferente da outra. As melhores armas sãos as que envolvem uma quest para serem obtidas, com destaque para uma pistola dupla que pode acoplada uma na outra e é simplesmente a arma mais overpower do jogo - e eu peguei ela logo no começo da jogatina.. dai você já viu né? kkk O level desing dos mapas em si não facilita tanto assim o stealth, porém dentro das principais instalações de cada mapa há uma atenção maior a esse ponto. A inteligência artificial é bem fraca, inimigos são muito cegos e surdos, mas em combate até que reagem bem, desviando, se escondendo ou correndo em nossa direção com facões. Mas o jogo é tão GOSTOSO de jogar... não dá canseira passar dezenas de vezes pelos mesmos mapas para cumprir objetivo X ou Y, pegar uma arma aqui, um poder ali, etc. Ah, e ainda dá para jogar online, matar outros jogadores que invadem nosso mundo OU ser o invasor! Aqui é pegada total de Souls kkk 

    Bom, gostei bastante de Deathloop, a Arkane manda bem demais! É um caldeirão de inspirações e elementos de vários games que juntos fazem uma experiência muito recompensadora de se jogar. A história é instigante e nos faz sempre querer descobrir  mais e mais, juntando os cacos aqui e acola para entender o todo. Talvez devesse ser um pouco menos didático no tutorial (lotado de texto na tela), e ter uma IA não tão permissiva kkk Ah... e está no mesmo universo de Dishnored! 

    Nota 9/10

    Deathloop

    Platform: Playstation 5
    31 Players
    10 Check-ins

    9
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 18:10:05 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #279 – Jogo do Gato (PS5)

    14º em 2022

    Sim, eu não resisti à fofura e tive que baixar Stray! Primeiro game que saiu day one na Plus Extra. Eu não poderia deixar isso passar batido... Sem falar que, olha esse gatineo que fofura!! Meow! É uma aventura bastante simples em um futuro desolado habitado apenas por robôs e estranhos parasitas. Entramos na pele peluda do gato de rua e temos a presença do droide drobe B-12, que nos guia pela cidade murada do jogo! O jogo é como se fosse um simulador de gato misturando com jogo de plataforma e exploração e exploração de mundinhos aberto.

    Além de andar e correr por aí, sempre arranhando superfícies, fazemos nosso parkour de gato, escalando pelo cenário de forma bastante simples e responsiva. O jogo consiste em avançar pelas fases enquanto fazemos um suave leva-e-trás de itens, além de puzzles de fácil resolução. Tem trechos em que temos que correr dos Zurks para quebrar o clima, mas o legal mesmo é explodir eles com luz roxa kkk Além da missão principal, podemos dormir fofamente, miar adoido e aninhar-se em NPCs, que sempre tem reações ao gatinho. É legal explorar tudo, conversar com todos robôs, descobrir coisas desse mundo pós apocalíptico aos poucos, com elementos do cenário, documentos etc. Foram 6 horas +- para zerar, do meu jeitinho explorador kkk mas dá para zerar em menos de duas horas (tem até troféu para isso, inclusive é o único que me falta).

    A parte que eu mais gostei desse game foram as duas em que temos um mapa meio que mundo aberto para explorarmos com o Gatinho. Apesar de pequenos, os mapas da Favela e do Centro são bem feitos, lotados de NPCs e locais divertidos de explorar. Fiquei querendo uma sequência AAA desse game em um mapa maior totalmente aberto para fazer muito parkour de gato. No decorrer do game B-12 vai se recordando de coisas sobre seu passado, mas além das grandes memórias precisamos encontrar outras secundárias espalhadas pelo mapa (pegando todas o gatinho ganha uma roupa doida toda colorida). Ah, falando em missões secundárias, no mapa das favelas nós temos que encontrar 8 partituras de música para um robô músico, latinhas de refri para o lojista, e outros objetivos menores. Deveria ter mais disso também no mapa do Centro. As missões secundárias nos dão broches para por na roupinha do gato!

    Na história, um grupo de quatro gatos vira-lata percorrem as ruínas de uma instalação abandonada. Porém nosso desastrado protagonista cai em um abismo que leva a uma cidade murada no subsolo. É em um laboratório que encontramos B-12. Ele explica que anteriormente ajudou um cientista, mas grande parte de sua memória foi corrompida e precisa de tempo para se recuperar. Ele promete ajudar o Gato a retornar à superfície e o acompanha ainda mais na cidade.

    Quanto mais exploram o local, descobrem que, enquanto a cidade está completamente desprovida de vida humana, seus servos robóticos permanecem ativos e vivendo por centenas de anos, todos presos no subsolo. As ruínas estão infestadas de Zurks, bactérias mutantes que evoluíram para devorar tanto a vida orgânica quanto os robôs! E é nas Favelas que conhecemos Momo, um membro dos Outsiders, um grupo de Robôs dedicados a encontrar um caminho para a superfície. E é nessa toada que vamos aos poucos encontrando os outros membros desse grupo de robôs, com maior importância em Clementine. Ela mora no centro e planeja roubar uma bateria atômica para energinzar um trem do metrô que leva à superfície. Na tentativa de fugir dali,o trio é preso pelos Sentinelas, mas uma prisão não é párea para nosso querido Gato, que foje e liberta os demais. O Gato e B-12 escapam pelo metrô, mas Clementine fica para trás. E é no centro de controle da cidade que B-12 finalmente recupera todas as suas memórias. Ele revela que era originalmente um cientista humano que tentou carregar sua própria consciência em um corpo de robô, mas o processo deu errado e ele ficou centenas de anos adormecido até que o Gato o encontrou. B-12 lembra que a cidade, Cidade Murada 99, foi construído para proteger a humanidade de uma catástrofe na superfície, mas uma praga acabou exterminando toda a população humana. Percebendo que o legado da humanidade agora está com os robôs e o Gato, B-12 se sacrifica para abrir as portas da cidade, expondo-a à luz do sol que mata os Zurks e desativa os Sentinelas. E nisso o Gato finalmente sai para o ar livre!

    Gostei bastante desse indie felino! É um ótimo marco ser o primeiro game a ser lançado dentro do catálogo da PlayStation Plus Extra! Uma aventura curtinha mas gostosa de jogar, recompensa com um bom trabalho de construção de mundo e claro, muito fofura felina! Sem falar que é bastante bonito, as cidades deslumbrantes com muito neon dão um ar quase cyberpunk. MIAU!

    Nota 9/10!


    Stray

    Platform: Playstation 5
    82 Players
    27 Check-ins

    9
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 18:01:08 -0200 Thumb picture

    Rezerando - Assassin's Creed: Freedom Cry (PS4)

    13º em 2022

    A primeira vez que joguei esse stand alone ele nem era isso ainda, e sim uma mera expansão do AC IV: Black Flag. Foi no PS3. Na época eu já tava meio de saco cheio de Assassin’s Creed (a trilogia das Américas é, pra mim, o ponto baixo de AC), então eu basicamente tinha zerado em 2 dias e tchau tchau. Como em 2022 eu comecei uma saga de correr atrás de troféus de todos ACs que eu ainda não tinha a platina, resolvi pegar a versão stand alone pra fazer 100% tbm! E não me arrependi, pelo contrário, fortalece como sendo um ótimo game da franquia!

    Jogamos com Adéwalé, ex-escravizado, ex-intendente de Edward Kenway, membro da Ordem dos Assassinos das índias Ocidentais e capitão do Experto Crede. O local é o Haiti, cerca de 13 anos após os eventos finais de Black Flag. A cidade principal da vez é Porto Príncipe, cidades que gira em torno do comércio de escravizados. Adéwalé passa a ajudar a dona do bordel e líder revolucionária Bastienne Josephe em sua causa com os Maroons (tipo os quilombolas da região). Durante 2 anos ele liberou centenas de escravos do governador local Pierre de Fayet, fortalecendo assim à causa rebelde. No entanto, em uma dessas missões de liberação, Fayet afunda um navio negreiro lotado de escravizados. Adéwalé, com razão, fica irado com isso e planeja para matar o governador. Após adentrar a mansão de Fayet e persegui-lo por Porto, finalmente Adé o encurrala, dá uma sova e por fim enfia a peixeira no maldito sujeito que até o fim defendia sua visão nojenta de mundo. Por fim, nosso protagonista se encaminha a um último encontro com Bastienne, prometendo ajudar os oprimidos. Rola um clima ali, e como sabemos, posteriormente eles têm um filho juntos!

    Gostei para caramba da história. Apesar de simples, trata de temas pesados, e inspira pelo clamor à liberdade! E realmente o que mais fazemos no game é libertar! Seja em atividades corriqueiras como assassinar capatazes que estavam oprimindo de diversas formas os escravizados, ou até mesmo acabando com fazendas de escravos ou navios negreiros. Libertando-os sempre ou recrutando os mais fortes para a rebelião Maroom. A gameplay é a mesma do Black Flag, o que está longe de ser ruim. Porém aqui fazemos o uso de um bacamarte que destrói com um tiro vários inimigos. Mandei capatazes e guardas pros ares kkk Além da cidade principal tem poucas outras ilhas e locais para explorar, mas de boa, tem um mapa legal pra uma expansão stand alone barata. E como o gráfico é bonito até hoje... mesmo sendo um cross gen da sétima para a oitava geração. E que diferença faz jogar esses games na oitava geração para quem jogou na sétima, onde os serrilhados e a terrível performance reinavam.

    Bom, eu gosto demais dessa expansão! Adéwalé é um ótimo assassino, é realmente uma pena não ter mais games com ele como protagonista (e triste lembrar de seu fim em AC Rogue...). Inspirador. E ainda assim, bem divertido. Gostosinho de jogar e até de “platinar” (em aspas porque não tem platina em si kkk). Recomendo a todos fãs de AC que não deixem passar!

    Nota 9/10!

    Assassin's Creed IV: Black Flag - Freedom Cry

    Platform: Playstation 4
    374 Players
    49 Check-ins

    7
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 17:28:02 -0200 Thumb picture

    Rezerando - Astro’s Playroom (PS5)

    12º em 2022

    Sim, eu rezerei esse jogo gostosinho que vem pré instalado no PS5! Eu já narrei aqui no Alvanista mesmo quando zerei pela primeira vez (foi o primeiro contato meu com o PS5 – no caso, do meu primo – foi o game que zerei na virada de ano entre 2020 e 2021 kkk) então não vou me prolongar muito.

    Dessa vez eu zerei essa incrível experiência no meu próprio PS5, buscando, também a platina, é claro kkk E nisso eu fiz 100% do game! Um espetáculo de sensações do DualSense e um show de referências a dezenas de games que ou são da casa ou que fizeram sucesso justamente no PlayStation. É um presente a todos amantes de Play! E eu sou um desses heheh

    Agora só falta fazer todos as corridas que vieram uma expansão gratuitas: as speedruns! São bem divertidas e até desafiadoras! Logo o 100% de troféus vem tbm hehe Pra um jogo grátis que vem instalado no console, tá excelente esse Astro’s. Ainda desejo demais um AAA dessa franquia, pow Sony, vacila não... faz deles seu mascote e marketeia!

    Nota: 9,5/10

    Astro´s Playroom

    Platform: Playstation 5
    129 Players
    22 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 13:47:37 -0200 Thumb picture

    Expansão finalizada #46 – AC: Valhalla – Tombs of the Fallen (PS5)

    11º em 2022

    Outra expansão ofertada sem cobrar nada pela Ubi (louvados sejam), e que também foi lançado em – adivinha... - duas partes, sendo a última saído recentemente, no final de setembro de 2022. Essa expansão adiciona novos locais que Eivor pode explorar em busca de tesouros, são locais focados em exploração, com profunda (e confessa) inspiração nas tumbas de AC II! São SETE tumbas em que temos que explorar, resolvendo quebra-cabeças (nada simples) e encontrar uma nova armadura ou arma como recompensa ao final de cada uma. Se em “Mastery Challenge” a Ubi provou que ainda sabe criar fases propícias para o stealth, aqui eles provam que ainda sabem fazer puzzles desafiadores e que realmente forçam o jogador a fritar o cérebro.

    Sério, é como se fosse um jogo de puzzles dentro do jogo principal. As tumbas devem ser descobertas explorando a Inglaterra, isso com a ajuda de nosso corvo. A maioria dos puzzles consistem em colocar um pedestal ou um orbe em um local apropriado que, quando todos são colocados em ordem, abrem o portal final que dá acesso à tumba de fato. O complicado é conseguir pegar todos os orbes de cada tumba. Ficam presos em locais que só são acessíveis após resolução de diversos quebra cabeça que envolvem empurrar muitas plataformas, peso e contrapeso, natação, desviar de espinhos, etc kkk É sofrência! Nada que um bom podcast não ajude kkk

    Após a resolução dos puzzles de cada uma das cavernas, podemos adentrar a tumba em si, que na realidade são templos de origem Isu! Por algum motivo esses templos estão espalhados pela Inglaterra, e lá jazem o túmulo de diversas personalidades heróicas da era da dominação romana da região. São os heróis falecidos: o engenheiro romano Manius Calvisius, a Rainha Boudicca dos Iceni, o Rei Cassivellaunus dos Catuvellauni, o Rei Venutius dos Brigantes, o Rei Verica dos Atrebates e o Rei Togodomnus, também do Catuvellauni. Engraçado que sempre que adentramos o local do túmulo, o ar fica denso, alterando os sentidos de Eivor, que presencia um pequeno discurso de tais personalidades. Por fim pegamos sempre uma peça do set dos Heróis Caídos.

    O doido é que essa expansão se conecta com a expansão dos Trials of Mastery, pois em algumas tumbas encontramos cartas de Hildiran, além de também ser necessário usar o Olho de Odin para facilitar encontrar os ditos Artefatos da Tumba, que são peças que ao coletar todas montam uma chave de acesso à área final de puzzles: a Estação do Anel do Éden. Este local fica abaixo do Sanctum de Manius e é um cofre Isu. Local lotado de puzzles, é o desafio final da expansão. O doido é que este local é guardado por uma I.A. Isu que bate maior papo com Eivor (além de ter as feições de um falecido desenvolvedor de Ubisfot...). No decorrer desses desafios finais descobrimos que produtos químicos Isu que alteram a percepção de quem os inalasse e até mesmo sua memória. Ah, e o papel de Eivor ali era remover uma ferramenta que canalizava energia para a estação a fim de desliga-la, pois a estação estava prestes à explodir e levar consigo tudo que tinha nas redondezas, incluindo Ravensthorpe. E nisso, após desviar de inúmeros lasers mortais e resolver uma última leva de puzzles, Eivor retira a tal ferramenta só para descobrir que se tratava de uma espada maneiraça dos Isu, a Espada Flamejante (alguns dizem ser a mesma espada do Éden de AC Unity, mas nada foi comprovado).

    Olha... curti para caramba essa expansão que, mais uma vez, entrega muitas e muitas horas extra de conteúdo para Valhalla. A Ub tá de parabéns... Essa expansão lançou quase 2 anos após o game base sair, e tudo de graça... E ainda tem gente que odeia essa empresa com a força da alma.... Enfim, é um ótimo complemento, deixa os fãs antigos da saga felizaços com o clima das tumbas que o Ezio explorava, e ainda deixa os zé lorinha malucos com mais coisas do Isu.

    Nota: 9/10!



    Assassin's Creed: Valhalla

    Platform: Playstation 5
    38 Players
    11 Check-ins

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 13:41:39 -0200 Thumb picture

    Expansão finalizada #45 – AC: Valhalla – Mastery Challenge (PS5)

    10º em 2022

    Eu estava em dúvida se considerava esse conteúdo gratuito de Valhalla como uma expansão ou um mero DLC curto mas... adiciona tantos elementos de gameplay e até mesmo de lore para o jogo e para a franquia que garante a ele ser reconhecido como um conteúdo digno de nota. É uma expansão que foi lançada em duas partes, possuindo um total de 9 shrines com 3 desafios cada. E acredite: pegar ouro em todas leva tempo... paciência, destreza e tempo!

    Em Resumo, os Desafios de Maestria são um conjunto de desafios em que o jogador tem que completar cada prova de uma forma específica. Se dividem entre os desafios do Urso (combate, todos cenários e elementos vermelhos), do Lobo (Arqueiro, tudo azul kkk) e do Corvo (Stealth, tudo dourado). Esses testes podem ser acessados através de um Santuário Freyja, umas estátuas em formado de Valquíria espalhadas pelo mapa. Vou falar: até que não é tão difícil assim conseguir ouro na maioria das provas do Urso e do Lobo, mas do Corvo... Tem que ser cuidado ao extremo para nenhum NPC ver! Aliás, a I.A deles está mais aguçada nesses desafios! Tinham uns que eu levei horas e horas para conseguir! Foi na base do podcast mesmo kkk Mas foi bom, legal ver que a Ubi ainda tem o dom de fazer fases com bom level desing para o stealth!

    Essas tarefas são ligadas à Hildiran, uma misteriosa mulher que apareceu depois de um meteoro cair perto de Ravensthorpe. Toda misteriosa, ela ensina Eivor artes de batalha que envolvem meditação e alucinógenos. Após a looonga jornada que é terminar (e ainda mais pegar ouro) em todos os desafios, Hildiran forma o medalhão de Freya e leva Eivor para uma caverna de tecnologia dos Isu. Com o medalhão, eles abrem os Portões de Freya e recuperam um artefato do Éden conhecido como o Olho de Odin, que canta em uma língua bizarra quando Eivor está próximo de tesouros. Porém Hildiran se revela como uma “filha de Hildr”, além de mostrar que ela enganou Eivor para abrir a Caverna de Freyja e assim encontrar a armadura perdida de Hildr. No entanto, Eivor a derrotou e ela reconheceu que o viking era mais sábio que Odin e, assim, prometeu sua lealdade, pondo fim à busca de vingança de sua linhagem. Ela estava irada porque Odin havia armado contra Hildr.

    Enfim, mais uma boa expansão que a Ubi lançou gratuitamente para Valhalla. Adiciona muitas horas de jogatina, ainda mais para quem quer os troféus e precisa pegar ouro em todos os desafios! Cada desafio com cenários diferentes e sabendo dosar na variedade! Sem falar no lore envolvendo Hildr e Odin.

    Nota 9/10!


    Assassin's Creed: Valhalla

    Platform: Playstation 5
    38 Players
    11 Check-ins

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 13:32:37 -0200 Thumb picture

    Expansão finalizada #44 – AC: Valhalla – River Raids (PS5)

    9º em 2022

    Mais um conteúdo gratuito lançado como expansão para Valhalla. E como tem conteúdo... pena que é enfadonho! A base da gameplay é igual ao que vemos no jogo base, porém temos nosso próprio Longship para incursões fluviais. São SEIS mapas novos para explorar, todos baseados em rios com vilas e aldeias para atacarmos, tudo a fim de recuperar páginas de manuscritos, armas e sets de armadura únicos. O foco é na gameplay: exploração e combate! De história temos apenas o pano de fundo de Vagn, nosso guia, e comentários sobre as regiões que navegamos.

    Tudo começa com a construção do Dock das Incursões Fluviais, local em que recrutamos Jomsvikings específicos para essas navegações. Vagn, um viking de pele escura é nosso guia nessa expansão. Escolhemos no mapa um entre os seis rios para navegar e partimos para o ataque! Os mapas novos são todos baseados em sistemas fluviais, que consistem em um curso principal sinuoso com ilhas e canais laterais interconectados. Espalhados ao longo das margens do rio estão assentamentos civis, complexos militares, mosteiros e campos de druidas. Cada um desses tipos de local oferece diferentes desafios e recompensas. Os mapas são: Rio Exe, o Rio Severn, Rio Dee, rio Erriff, o rio Berbha e o meu preferido: o rio Reno (é na França e tem uma cidade bem grande, me impressionei!).

    A gameplay consiste, basicamente em navegar pelos rios, aproximar-se de um local ao longo da margem do rio e tocar o berrante para fazer os Jomsvikings atacar o local em busca de saques e enfrentar geral que se encontrarem. Porém tem que ficar esperto para ajudar a tripulação, porque dependendo da complexidade do local atacado, pode ser que todos vão pra vala rapidamente. E sem nenhum tripulante, não tem como abrir os baús! O objetivo é localizar e coletar Riqueza e recursos. Nas raids temos que encontrar livros de conhecimento (ficam em mosteiros e assentamentos druidas), armaduras e armas (todo o set de Lugh e de São Jorge e a espada de Ulfberth), além de suprimentos estrangeiros, que são loots que possibilitam o upgrade do longship, do hall e até mesmo de locais em nosso assentamento.

    Olha, o que irrita nesse modo é que ele é feito para ser infinito, ou seja, a cada período de tempo todas as vilas que invadimos resetam. E devido a isso, o loot que conseguimos durante as invasões são bem limitados, sendo necessário invadir dezenas de vilas para fazer upgrades em nosso assentamento... É uma forma artificial para expandir o tempo de jogo, o que me desagrada. Sem falar que, se morrer durando qualquer ataque em uma raid, já era. Tudo que foi coletado na viagem é perdido! Imagina a raiva... perdi umas par de vezes loots em minhas jornadas. Dá vontade de martelar o saco de raiva!

    Bom, é mais um extenso conteúdo que a Ubi lançou gratuitamente para Valhalla. Isso é louvável, apesar de que essa expansão em si, traz elementos que irritam jogadores como eu: complecionistas. Leva dezenas de horas para coletar tudo, invadir todas as vilas e também arrecadar suprimentos, mas condiz com a proposta de ser um Viking! Mas cansa... podcasts, sejam louvados! Kkk

    Nota: 7/10. 


    Assassin's Creed: Valhalla

    Platform: Playstation 5
    38 Players
    11 Check-ins

    3
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-10-17 13:18:52 -0200 Thumb picture

    Expansão finalizada #43 – AC: Valhalla – A Fated Encounter (PS5)

    8º em 2022

    Essa expansão gratuita de Valhalla promove o embate entre o protagonista Eivor e nossa queridíssima Kassandra, de AC Odyssey! Foi um evento de Crossover entre AC Odyssey e AC Valhalla, em que todo um capítulo de história, contendo um mapa inteiramente novo (Ilha Skye) e várias missões novas mostrando esse encontro. O legal é que a Ubi criou a expansão para ambos os games, então no Valhalla presenciamos o lado de Eivor, enquanto em Odyssey, o de Kassandra.

    Sim, há uma distância de quase 1.500 anos entre um game e o outro, mas o que muitos não sabem (por não terem finalizado o game da espartana, assim como suas expansões) é que ela era praticamente imortal devido ser a portadora da peça do Éden Cajado Hermes Trismegistus. Em todos esses séculos Kassandra se dedicou a investigar peças do Eden e artefatos Isus e, por este motivo, no final do século IX, ela se dirigiu à ilha Skye, a fim de procurar por uma Maçã do Éden. No entanto ela não previa que ao ativar o artefato toda a população da ilha iria entrar em um transe, sofrer com pesadelos e criando um ar misterioso ao redor da figura da Kassandra. E foi após ficar sabendo dessa história sombria que Eivor embarcou em direção à ilha. O encontro foi inusitado: em uma igreja sombria e enevoada o encontro acontece e eles lutam ferozmente, mas a batalha é interrompida quando percebem que ambos possuem uma hidden blade! Então eles passam a trabalhar junto pra dissipar a névoa que atormentava a ilha inteira e libertar a mente dos habitantes. Legal que no final eles comemoram bastante em uma festança que depois descobriram ser um casamento, até brindaram para o casal kkk Kassandra agradece Eivor pelo momento de descontração, mas depois desaparece para sua interminável busca pelas Peças do Éden.

    Foi uma expansão bem inusitada: eu jamais esperaria ver dois protagonistas de Assassin’s Creed juntos no mesmo game nesse momento da franquia em que centenas de anos separam os games (pq isso já aconteceu em AC III Liberation, na missão em que Eveline encontra Connor hehe). Adicionou mais umas boas 6/8 hrs de conteúdo no jogo, porque né, mais uma área par explorar, mais coletáveis, etc. Gostei... preciso agora jogar esse crossover no Odyssey para ver a perspectiva da Kassandra.

    Nota 9/10!



    Assassin's Creed: Valhalla

    Platform: Playstation 5
    38 Players
    11 Check-ins

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-09-08 01:47:52 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #278 – Assassin's Creed: Valhalla (PS5)

    7º em 2022

    Demorei. Demorei, mas não só zerei como platinei a saga viking de Eivor em Assassin’s Creed: Valhalla. E que saga! O jogo base levou boas 160 horas para ser completamente destrinchado. Isso sem contar o material gratuito extra que constantemente a Ubisoft foi disponibilizando nos últimos 2 anos. Esse game tem MUITO conteúdo. E, por sorte, bastante variado (diferente de AC Odyssey). Isso tudo em um mundo primorosamente construído e lindo graficamente. Só é uma pena que a história do passado se distancie bastante do tema ASSASSINOS, se focando bastante na dominação da Inglaterra Medieval pelo clã do Eivor e também em temas dos ISU (Aqueles que Vieram Antes da franquia). Pelo menos os acontecimentos dos dias atuais deixam qualquer fã antigo da franquia animado, mais do que isso, deixam novamente hypado pelo próximo AC para ver o desenrolar da trama! (algo que desde a morte de Desmond em AC III não sentimos)

    Sou fã veterano da franquia, desde antes de AC II ser lançado, e anseio por jogos atuais na pegada dos antigos masssss mesmo assim vejo lados bons nesses últimos 3 ACs conhecidos como a trilogia RPG. Eu gosto desses games (afinal, platinei todos eles kkk), principalmente do Origins que ainda tem um enredo forte e temática de assassinos. E felizmente Valhalla corrige todos os erros que Odyssey. É um game extenso, seja pela metragem do mapa, seja pelos conteúdos disponíveis. São diversos os objetivos disponíveis para ser feito no jogo. Começa com simples partidas de Orlog, o mini-game da vez, em que jogamos dados e usamos cartinhas de poderes especiais concedidos pelos deuses nórdicos; porém logo nos vemos cumprindo uma miríade de objetivos como empilhar pedras e ouvir diálogos com toda calma e paz de jesus espacial; destruir símbolos amaldiçoados que estão em locais filha-da-puta de acertar (em cima de arvores, em baixo da terra, etc); coletar itens importantes como livros de skills ou peças de set de armaduras em baús de complicado acesso (dentro de uma casa trancada, dentro de uma tumba, em baixo de um poço, e assim vai); derrotar animais lendários em extensas batalhas (pq esses bichos são esponja de dano, que raiva kkk); consumir cogumelos alucinógenos para ficar doidão, digo, para resolver puzzles ou cumprir desafios de combate; Locais de Fragmentos de Memórias variantes de glitch do Animus que revelam a trama real entre os Isus; e claro, o clássico coleta-coleta em que temos que pegar dezenas de máscaras romanas para dar pra um npc em troca de prêmios ou coletar penas (aiai Ezio) para ganhar tatuagens. Além disso também tem uma grande quantidade de peixes para perscar e animais para caçar... Porém o que, ao meu ver, brilhou no game foi o sistema de eventos. CADA SINGLE UM desses eventinhos que ocorrem dentro do mapa são diferentes um do outro, bastante surpreendentes e algum são engraçados à beça, enquanto outros são melancólicos. Por exemplo, ajudamos um menino encontrado na mata a se reencontrar com sua mãe urso; encontramos uma moça numa torre que aguarda que algum pretende a salve; somos desafiados por um velho que se acha o dono do maior “sopapo” da Inglaterra; e assim vai. São dezenas de mini historiazinhas de 3/5 minutos que, no mínimo, levantam interesse no jogador!

    A Ubi, mantendo seu primor em construção de cenário e trabalho de ambientação, entrega uma Inglaterra inteira à disposição de Eivor, além de uma boa parte da Noruega, e um pedacinho da América no Norte, região chamada pelos Vikings de Vinlândia, e como não lembrar dos mapas transcendentais de Asgard e Jotunheim? Além desses, a Ubi também acrescentou com o tempo outros mapas, como o da Ilha Skye (da expansão de Kassandra), e os mapas das incursões fluviais (Rio Exe, Rio Severn, Rio Dee, Rio Berbha, Rio Erriff e o Rio Reno – na França!). Sim, são muitas regiões. E cada região contém um determinado número de objetivos e pontos de interesse, assim como um arco da história principal; é assim que o game é divido, no fim das contas, por região do mapa. O maior mapa – Inglaterra – se divide em 13 regiões, porém acrescenta-se mais 3 que são as cidades de Lunden, York e Winchester, totalizando 16 arcos narrativos apenas no mapa principal. Além disso temos também dois arcos na Noruega (um no começo e outro no final do jogo), além dos já citados arcos em Vinlândia e dois nas áreas “mitológicas”. Por esse motivo, a main line de AC Valhalla é um tanto fragmentada, e isso se justifica na história ao definirem que o Clã do Corvo tem como objetivo formar uniões com todos os territórios da Inglaterra a fim de fortalecer laços, ou até mesmo dominar algumas regiões e colocar Vikings no poder. A hub do jogo é Ravensthorpe, o nosso assentamento no jogo, fica no meio do mapa e é de lá que iniciamos cada um dos vários arcos narrativos pelas regiões do mundo. Legal que é nosso dever evoluir o local, construir casas, fornecer materiais, ajudar moradores, e tudo mais! É bastante legal ver nosso Clã evoluindo junto com Eivor, ao final fica um local realmente aconchegante como era a Vila Auditore de Ezio em AC II.

    São tantas histórias, mas tantas histórias que confesso que meio que se diluiu na minha cabeça aquele tanto de personagem que esse game possui. Eivor faz amizades com muitos governantes de cada um dos feudos, e o legal é que muitas dessas figuras aparecem nos capítulos chaves para ajudar em combate! Cria-se uma relação de parceria, é muito legal ver que após ajudarmos essas dezenas de personagens em suas questões locais, eles aparecem para nos ajudar em nossos objetivos. Os secundários mais marcantes são Halfdan, Ivarr e Ubba, filhos de Ragnar Lothbrock; Brothir e Broder, dois irmãos guerreiros de nomes... peculiares; Vili, o parça de Eivor e jovem governante; Guthrum, o grande líder viking; Stowe e Erke, os comandantes de Lunden; entre uns outros. Acredite: o jogo tem realmente personagens secundários em excesso, e todos tem uns nomes lazarentos de lembrar. No fim das contas é como se cada uma desses arcos narrativos fossem como um episódio de uma série procedural, e somente alguns realmente avançam a trama central do game que envolve os Isus. Isso é algo relativamente negativo, porém como adentrei “na pele” de Eivor e comprei o objetivo de conseguir alianças com governantes de toda Inglaterra e fortalecer o Clã do Corvo e Ravensthorpe, acabei por aproveitar bastante. Mas que fique claro: quem procura a clássica trama envolvendo a ordem dos assassinos vai se decepcionar. Sério, temos uma cabana na vila em que Hytham, um líder assassino recebe os colares de membros do culto dos anciões que a gente caça, tenta fazer Eivor se juntar aos ocultos e ela nega do começo ao fim do game kkkk. O foco do jogo é mesmo a jornada Viking de Eivor, porém também entrega pontos importantes envolvendo os Isu. E tome-lhe plot twist! Os dias atuais ganharam destaque nesse game, com acontecimentos de deixar qualquer fã da franquia hypado pelos próximos games. Desde AC III eu não me empolgava tanto com a trama dos dias atuais (tbm né, a Ubi tava cagando pra isso na era das Américas e nos seguintes...).

    Porém o que fica, no final das contas, é o sentimento de que tive uma grande jornada com Eivor por esse mundo, conquistei honra e glória basicamente do zero, construí laços com figuras de poder importantes daquele período, namorei a irmã do meu irmão escondido, construí minha vila e a fiz prosperar e claro, derrubei muito sangue de centenas de soldados não-vikings e também de membros dos anciões e até mesmo desmantelei a ordem deles (com a ajuda de um inesperado insider). Ótimos personagens desse jogo, além do sempre sábio e forte Eivor, que é tão foda que usa a hidden balde em cima do braço pra mostrar para seus oponentes sua bela arma, é seu enigmático irmão Sigurd, o líder do Clã do Corvo; Randvi, que era a esposa do irmão e a estrategista do Clã, mas vira nossa namorada; Valka, a curandeira da vila e Basin, o oculto fodão enigmático e meio cuzão kkkk Mas também não poderia me esquecer do parça Gunnar, o ferreiro do Clã, que inclusive se casa bem na cena de final da história base de Eivor. É um sentimento recompensador, eu gosto de fazer o "role-play" em games como esse, e Assassin's Creed sempre foi bom nisso devido seus ótimos protagonistas, coadjuvantes legais e o mundo ao redor sempre feito com todo esmero e capricho.

    Enfim, não preciso dizer que eu entrei na pele de Eivor, empunhei o machado e lutei por espaço e por glória! AC Valhalla apresenta um mundo enorme e bastante recompensador de se explorar, bastante conteúdo diverso para não ficar repetitivo e aposta em quase que em um “simulador de viking”, porém não esquece de empolgar os fãs mais antigos com uma trama no presente mais ativa e acontecimentos chocantes! Sem falar que o jogo é um espetáculo em ambientação, trilha sonora e gráficos. Conta com alguns personagens marcantes e uma grande quantidade de secundários que fazem parte de núcleos interessantes na história da dominação da Inglaterra. Poderia apenas ter dado uma importância maior à ordem dos ocultos, o que deveria ser o cerne desta franquia. É um jogão e que vale o tempo investido, mas que fique o aviso: é necessário QUERER viver nesse mundo, comprar a jornada de Eivor e dai é só alegria!

    Nota: 9/10!

    Conteúdos Extras:

    Valhalla é um jogo lotado de conteúdo, objetivos diferenciados, mas mesmo assim recebeu MUITA atenção da Ubi nesses 2 anos desde que lançou. Atualizaram o jogo frequentemente.

    Expansões Gratuitas:

    - 1 expansão de Desafios de Maestria com muito conteúdo, eram vários challenges boas e realmente ... desafiadores.
    - 1 expansão com Mapas Fluviais que foram 5 mapas enormes para fazer raid com os vikings
    - 1 expansão com as Tumbas dos Caídos para explorar, foram 4 tumbas com personalidades antigas da era do império romano.
    - 1 expansão com um mapa novo e uma história crossover com AC Odyssey com a presença de Kassandra (A Fated Encounter)
    - 1 expansão com elementos Roguelike em mapas doidos da mitologia (The Forgotten Saga)

    Além de:

    - Eventos sazonais a cada 3 meses de acordo com a estação do ano com várias missões para fazer e minigames
    - Várias missões de contratos de assassino para se fazer com o Reda.

    E AINDA está para sair mais 1 expansão gratuita contando o fim da história de Eivor (The Last Chapter)

    Expansões Pagas:

    - 2 expansões pagas com conteúdo, mapa e história novas (War of the Druids e Siege Paris)
    - 1 mega expansão com um mapa enorme com mais de 30hrs de duração paga (Dawn of Ragnarok)

    Sério, a Ubi tá de PARABÉNS com esse tanto de conteúdo que lançaram para AC Valhalla

    Isso que o jogo já é enorme!!

    Assassin's Creed: Valhalla

    Platform: Playstation 5
    38 Players
    11 Check-ins

    9
    • Micro picture
      natnitro · 3 months ago · 2 pontos

      Ae, parabéns pelas platinas da trilogia RPG ai porque essas sim são baita testes de paciência e resistência... kkkkkkk
      O Valhalla foi uma boa surpresa mesmo especialmente na parte de não ficar repetindo tanto as missões e também por ter diminuído a cobrança por grinding que era no Odyssey e só foi uma pena que escolheram um período histórico tão chatinho como esse, que deve fazer mais sentido só para o pessoal nórdico e lá da UK, sendo que para os outros jogadores é bem provável que vão ver a cena final e nem lembrar mais do nome dos personagens que apareceram na história... xD

      1 reply
    • Micro picture
      mateusmaster · 3 months ago · 2 pontos

      Que venha o evento de sábado! expectativa alta!

  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-08-19 18:52:40 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #277 – Guardians of the Galaxy (PS5)

    6º em 2022

    Primeiramente, to mais de um mês atrasado pra postar esse check out kkk Desde que zerei esse jogaço pela Plus Extra, engatilhei de novo no AC Valhalla (o jogo infinito) e fui enrolando para escrever heheh

    Aproveitando que lançou o serviço de assinatura do PlayStation, baixei esse game da equipe mais improvável da galáxia para jogar. E realmente, esse é um game subestimado, porque ele tem muitas qualidades e faz tudo que se propõe a fazer com esplendor. Uma aventura linear de vez em quando não faz mal à ninguém! Em suas 30 horas de duração (explorando tudo e ouvindo cada um dos muitos diálogos) entramos na pele de Peter Quill, o Starlord, e enquanto disparamos com sua aram de laser podemos dar comandos aos outros guardiões. Rocket é o estrategista da metralhadora e bombas, Drax é o tanque com ataques poderosos, Gamora é a assassina e ataca com sua espada em vários alvos, e o Groot bem, o Groot é o Groot kkk na verdade ele prende os inimigos e também heala a turma. Mas não é só nos combates que os companheiros nos ajudam, mas como também em desafios e obstáculos do cenário. A campanha se divide em 18 capítulos, e passamos por diversos planetas e locais espaciais, como A Zona de Quarentena, LugaNenhum, Seknarf Nove, a Fortaleza da Lady Hellbender, Lamentis, Marklu IV e outros menores como a nave do culto inimigo ou da Tropa Nova. E como é legal voltar para a Milano (a nave) após cada fase. Lá podemos interagir com coletáveis, ler documentos, e conversar com os guardiões. Os gráficos são excelentes, os cenários todos lotados de detalhes, referências às HQs, e sempre inventivos, coloridos e que enchem os olhos

    O jogo é primoroso em suas partes técnicas. A Gameplay é boa, tudo flui bem e o sistema de dar comandos na batalha é algo inédito e bem fácil de aprender, além de que cria momentos bacanas visualmente falando. A parte sonora não fica para trás, com todos os sons meticulosamente gravados. A dublagem em PTBR é excelente também, e foi a que eu joguei, porque olha... esses personagens todos não param de falar em momento algum do game kkk uns tagarelas completos! E para não me distrair coma legenda não teve jeito... E as músicas.. ahhh as músicas. A seleção só não é tão boa quanto as faixas presentes nos filmes, mas tem boas pérolas aqui, de A-HA à Mötley Crüe, mas também apresenta ao jogador diversos rocks deliciosos e que grudam na mente. A progressão é competente, não inova mas faz o arroz com feijão ao permitir que façamos upgrades em cada um dos heróis. E também no decorrer do game é possível encontrar diversas roupas alternativas a cada um da equipe; algumas fazendo referência à arcos e momentos das HQs e outras só viajadas mesmo kkk Acredite: esse game é um espetáculo! Creio que só possa chatear algumas pessoas devido sua longa duração.

    O enredo não fica para trás não. O jogo apresenta os Guardiões da Galáxia já formados, mas em começo de carreira. As relações entre Drax e Gamora ainda é espinhosa; assim como a de Peter com Rocket. Cada personagem tem dilemas e conflitos emocionais a serem resolvidos, e o game brilha ao desenvolver cada um deles, dando destaque especial a todos da equipe, até mesmo ao Groot. É realmente uma campanha em que sentimos o carinho dos desenvolvedores com esses personagens. Em meio à trama megalomaníaca envolvendo o culto religioso da Igreja Universal da Verdade almejando dominar a mente da galáxia toda, os Guardiões aprendem a confiar um no outro, atuar em equipe e aprender o que é uma família. No desenrolar disso enfrentamos diversas figuras do universo cósmico da Marvel, como a Legião Letal, o dragão lendário Fin-Fang-Foom, e o próprio Thanos (mas em visão kkk). Outros personagens amigáveis que participam da trama é a doidinha da Mantis, a comandante da Tropa Nova e ex-amante de Peter, Ko-Rel e sua filha, Nikki (a todo um suspense dela ser ou não filha do protagonista), Cosmo, o cão espacial e, por fim, o herói mais badalado do espaço: Adam Warlock. A história é boa, bem construída e sabe explorar bem o universo Marvel, mas o brilho está mesmo nas relações entre personagens e o desenvolvimento emocional de cada um.

    Bom, deu para perceber que é um jogaço né? Um dos melhores de 2021, sem dúvidas. Uma pena que a má fama que o outro jogo da Marvel da Square, The Avengers, respingou no jogo dos Guardiões. Uma ventura divertida, engraçada e que exala capricho e carinho. A platina vem!!

    Nota 9/10!

    Marvel's Guardians of the Galaxy

    Platform: Playstation 5
    45 Players
    35 Check-ins

    6
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