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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-09-06 03:47:30 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #300 – RE: Revelations 2 – Little Miss (PS4)

    30º em 2021

    Essa DLC é ainda menor que anterior e pasme, ainda mais chata e preguiçosa, poxa Capcom kkkkkkkk Desenrola-se dentro do subconsciente de Natalia, em algum ponto dos seis meses em que ela ficou desacordada durante o período de “metamorfose” que estava sofrendo dentro daquele tanque laboratorial. Acompanhamos Natalia e Natalia Sombria, uma versão Loira e cínica da garotinha. O objetivo é encontrar Lottie, a ursa de pelúcia da menina, que deixa cartas meio macabras no caminho revelando aos poucos sua localização. E novamente temos que passar “ao avesso” pelos cenários já conhecidos do game-base.

    Nessa “expansão”, que utiliza filtros rosados e efeitos de tela, temos que passar em stealth por todos os cenários presentes, usando Natalia Sombria para revelar a localização dos monstros, e Natalia original para abrir portas. Sim, é CHATO BAGARAI! Pelo menos temos diálogos interessantes, em que a versão sombria da garota fica a todo tempo provocando a coitadinha, tentando tomar controle de sua consciência (SPOILER = é a consciência de Alex Wesker implantada em Natalia querendo tomar para si o corpo da menina destemida e, assim, nascer de novo). Durante esse capítulo passamos por todo o cenário do esgoto, pela cidade e pelo campo, até chegar na torre do relógio em que encontramos a dura realidade. Pelo menos Natalia é resistente e consegue, pelo menos naquele momento, resistir às pressões de sua versão sombria.

    Levei uns 45 minutos para completar o capítulo, achei chatíssimos os elementos de gameplay, e queria muito pelo menos um tijolo para derrotar algum inimigo husahsua  Ainda mais preguiçoso que o capítulo extra anterior, esse jogo mancha meu “currículo gamer” sendo o 300º game ou expansão que finalizo xD

    2/5 estrelas

    Resident Evil: Revelations 2

    Platform: Playstation 4
    672 Players
    110 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-09-06 03:39:42 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #299 – RE: Revelations 2 – The Struggle (PS4)

    29º em 2021

    Eu estava em dúvida se fazia um check in dessas DLCs ou não devido à curta duração, mas como elas possuem páginas próprias na PSN e no How Long to Beat e como eu costumeiramente também faço esses textinhos sobre DLCs, decidi listar também, vai inflar o número de games zerados, mas bobba-se!

    The Strugle é estrelado por Moira e mostra como a filha de Barry sobreviveu durante seis meses na ilha Sein, após a destruição da torre em que ela havia sido dada como morta. Na realidade Moira foi salva pelo velho que morava no esgoto, Evgeny Rebic, um homem duro, que muitas vezes faz com que ela se lembre do próprio pai. E juntos eles tiveram que sobreviver todo esse tempo, caçando animais e insetos, se livrando de Aflitos e outras criaturas, etc. No entanto a expansão é BEM preguiçosa e reutiliza cenários da campanha principal, apenas começando as fases pelo “fim da fase”.

    O sistema de gameplay é um pouco arcade, na fase da floresta temos que caçar coelhos, ratos, aranhas e cobras para coletar rações – que servirão como itens de check point, ficou sem ração? Então já era, tem que começar o capítulo novamente. Já fase precisamos limpar os esgotos das criaturas, sendo vira praticamente um modo horda com inúmeras frentes de inimigos chegando para serem abatidos. Na terceira fase estamos no vilarejo praiano, e é preciso passar em stealth por diversos Revenants e, caso localizado, correr ligeiro em menos de 30 segundos até o final do cenário. Por fim, na quarta e última parte estamos nos terrenos das minas e pedreira, onde novamente temos que enfrentar ondas de inimigos, inclusive alguns Revenant, Slingers, e dois Dhurlgas! Tudo para Evgeny descobrir que sua filha estava, de fato, morta. Coitado do véio, escolheu morrer sozinho em seu esconderijo nos esgotos...

    Enfim levou uma horinha para passar por esse modo, e serviu para ver a interação de Moira com o velho. Vê-la usando armamentos e ainda, ao final, conectando ao game base naquele momento derradeiro. Só o formato da expansão deixa a desejar ao sequer tentar criar algo novo, apenas reaproveitando cenários e utilizando artifícios de gameplay para enrolar os jogadores.

    2,5/5 estrelas

    Resident Evil: Revelations 2

    Platform: Playstation 4
    672 Players
    110 Check-ins

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-09-06 03:33:59 -0300 Thumb picture

    ​Jogo finalizado #298 – Resident Evil: Revelations 2 (PS4)

    28º em 2021

    Medo, obsessão e paternidade, Revelations 2, entre outros temas, foca-se nesses assuntos ao mesmo tempo que apresenta uma gameplay ainda mais polida que o game anterior dessa subsérie e ainda um dos RE que considero um dos mais assustadores. É um jogo muito bom, traz de volta personagens queridos dos fãs e apresenta novos, além de continuar um plot bem legal da dlc Lost in Nightmares de RE 5! O jogo, assim como REV1, também apresenta sua narrativa de maneira episódica, porém focando em apenas dois núcleos, o sequestro aterrador de Claire Redfield e Moira Burton, e o resgate e união inesperada entre Barry Burton e Natalia Korda. A gameplay segue o estilo do game anterior dessa subsérie, logicamente mais polido, com gráficos bem superiores. Para quem gostada união entre o survival horror dos clássicos + o dinamismo dos games da era TPS, vale muito a pena; e claro, essencial para qualquer fã. Porém preciso dizer: REV 2, tem muuuuitas inspirações em The Last of Us, quando eu via o Barry, um cara de meia idade com uma mochila nas costas, acompanhado de uma garotinha que pega tijolos no chão para atacar nas criaturas, tudo isso em cenários urbanos devastados e sendo tomados pela natureza fez minha mente ir direto ao título da Sony. Sem falar de inimigos tortos andando esquisitos em volta para o pai triste da vez dar um golpe em stealth kkkk A inspiração, pelo menos na campanha de Barry, é clara!

    Eu comprei a mídia física desse game há muito tempo, creio que em 2017, por um preço baixíssimo de 60 reais em alguma americanas da vida, mas só fui jogá-lo agora em minha maratona All In na franquia! E que jogo bom, achei mais difícil que o anterior, no modo normal as munições são limitadas, quase chegando ao ponto da escassez, no limite para me fazer ficar preocupado de ficar sem balas para confrontos-chave. Levei umas 12 horas para zerar, porém esse tempo foi extenso porque na primeira jogatina peguei o final ruim (o jogo não explica nada na hora em que uma ação pode ser tomada pelo jogador, e isso altera todo o final do game), então tive que rejogar inteiro os capítulos 3 e 4 – fiquei puto kkk By the way, o jogo tem 4 episódios – Colônia Penal, Contemplação, Julgamento e Metamorfose – porém cada um é dividido entre as duas campanhas existentes, o que leva cerca de 1h, 1h30m cada. É legal ver uma recapitulação antes de cada sessão. Diferente do Revelations 1 em que o foco eram as organizações anti bioterroristas ou bioterroristas, vários núcleos e twists em todo canto, aqui, acertadamente, focam em 2 núcleos, uma história mais coesa sem muitas complicações, mesmo que levemente previsível em certas tramas. Ao invés de vermos o foco na BSAA, aqui o jogo mostra mais da TerraSave, ONG da qual Claire, Moira e alguns personagens do jogo fazem parte. O jogo usa o sistema de swap de RE Zero, podemos o tempo todo alternar entre os personagens, e em determinados momentos somos obrigados a isso, como nos raros puzzles ou em combates que exigem a habilidade especial de Moira (a lanterna) ou Natalia (seu “radar” de BOWs – que é explicado na trama). Ainda em fatores de gameplay, temos a possiblidade de passar itens ao parceiro, combinar itens, fazer upgrade nos armamentos, e até mesmo destravar movimentos ou vantagens em uma arvore de habilidades com pontos de XP! Além disso também é possível jogar em coop online ou local. Esse game é lotado de coletáveis que, se coletados, destravam mais files ainda para serem lidos, além dos já encontrados na aventura.

    Se passando em 2011, na ilha do leste europeu Sein Island, a trama se divide em dois momentos no tempo com 6 meses de diferença entre um e o outro. Com Claire e Moira temos que descobrir os mistérios sobre o sequestro que sofreram, tentar se comunicar com o mundo exterior e sobreviver em busca de uma escapatória. Já com Barry, a trama se passa um semestre após, com o querido paizão da franquia indo resgatar sua filha, ao passo que se envolve com Natalia, a misteriosa garotinha, e precisa descobrir os mistérios dessa maldita ilha. No decorrer do game encontramos outros membros da TerraSave, como Gina Foley (morta), Pedro Fernandez, Gabriel Chavez (Gabe!) e Neil Fisher (o patrão de Claire, e meio crush.... tadinha). O legal é que a narrativa pega elementos apresentados no quinto game da franquia – ainda mais da ótima expansão Lost in Nightmares, e desenvolve a trama a partir disso. Alex Wesker é a grande vilã da vez, por grande parte do jogo a reconhecemos apenas como a Supervisora, mas depois nos é revelado a verdade. Sendo outra candidata bem-sucedida do plano obscuro e eugênico de Ozwell Spencer, aqui a vilã vem realizando experimentos há anos com os habitantes da ilha, matando milhares no processo, tudo para alcançar seu objetivo herdado de Spencer: a busca pela vida eterna. O vírus que ela desenvolveu é o T-Phobos, que ativa no organismo das vítimas quando elas sentem medo. Porém ela também fez experimentações com o Uroboros, de seu querido “irmão”. E é nesse interim que Alex orquestra o sequestro de diversos membros da TerraSave, a fim de conseguir um indivíduo que não sinta medo para que sirva de receptáculo para implementação de sua mente e assim seu renascimento.

    Bom, e é nessa situação em que temos que sobreviver nas duas tramas. Passamos por vários cenários em comum entre as duas campanhas, locais como um prédio abandonado estilo snuff ou do filme O Albergue, vilarejos praianos abandonados, florestas, áreas urbanas todas abandonadas e arrasadas, esgotos (é RE, tinha que ter!), locais de mineração, zonas industriais e, para minha surpresa, uma mansão escondida no subterrâneo e com direito à laboratórios secretos dentro e tudo mais!!! RE na veia!!! O legal é que o jogo se preocupa em mostrar os efeitos do tempo nos indivíduos mutados pelo vírus: na campanha da Claire enfrentamos inimigos recém infectados, criaturas ágeis e horrendas chamadas de Aflitos, e na campanha de Barry esses inimigos já estão decrépitos, chamados de Pútridos, com esqueletos à mostra e bem mais lentos e debilitados. Também só enfrentamos com as garotas os Cabeça de Ferro, grandões resistentes que lembram o Pyramid Head, e Sploders, aflitos que sofrem mutação e inflam até explodir. Já com Barry, temos que nos preocupar com os assustadores Revenant (Aparição), criaturas parecem ter recebido partes de outros corpos humanos e outros materiais não-orgânicos, adicionados cirurgicamente e com uso do Uroboros. Na realidade enfrentamos algumas variações dele, como o Slinger, que lança umas criaturas na gente e o Splasher, que tem um braço berebento que podem nos cegar. Além deles, em ambas os núcleos, enfrentamos os clássicos cães-zumbis, aqui chamados de Orthus, que são mais fáceis de derrotar do que em qualquer outro RE, Aranhas esquisitaças que parecem saídas de Harry Potter e o Cálice de Fogo, e também os Glasp, ou Garratéia, um inimigo invisível nojento que voa, só podemos derrotá-lo com a indicação de Natalia ou com uso de granadas de fumaça.

    Os chefões e sub-chefes aqui variam de quase memoráveis para meia-bomba kkkk Em alguns momentos temos que lidar com uns Vulcanbubbler, gordões feiosos que lançam bolas de fogo com um canhão e em outros com os Dhurlga, tamém infectados pelo Uroboros, são super fortes e resistentes porém possuem uma fraqueza no meio do corpo prontinhas para serem alvejadas! Agora, inimigos de grande destaque mesmo só temos três: Pedro, que sucumbe ao medo e vê o vírus tendo efeito em seu organismo, mutando-o para um Aflito forte e que faz o uso de uma furadeira; Monster Neil, que enfrentamos nos momentos chaves da campanha de Claire, um monstrengo que lembra bastante um Tyrant, porém sendo resultado do vírus Uroboros, ou seja, tem como fraqueza o fogo!; e Alex Monstrenga, ao final da campanha de Barry (e do game) enfrentamos uma versão ainda mais monstruosa e feia de Alex, que antes estava infectada apenas pelo T-Phobos, e agora se injeta com o Uroboros para a merda ficar completa. Essa batalha eu achei bem tosca, apenas temos que rodar pelo cenário, atirar no peito do bicho, rodar mais, ficar esperto com os gases que ela lança e tal.. Desviar é facin facin já que ela é bem lenta e anda de quatro... Foi bem anticlimático. Pelo menos no final bom podemos atirar nessa demonha com Claire com um baita de um Sniper e claro, o clássico lançador de foguetes da franquia! Acabando de vez com o mal vindo do Projeto Wesker.... Mas será mesmo?!?! Muahahah o sorrisinho de Natália ao final das cenas pós créditos deixam ganchos não explorados até hoje!

    Revelations 2 é melhor que o primeiro e também merecia mais atenção. Tem bastante conteúdo, é um jogo bem robusto. A história é bem desenvolvida, apesar de ser previsível e dependente de certas conveniências de roteiro para avançar. É bem gostoso e divertido de se jogar, assim como o anterior, ahhh como é bom andar e atirar ao mesmo tempo kkk Muito bom ver Claire e Barry novamente, e ainda ser apresentado à Moira e Natália, ao mesmo tempo que passamos a conhecer de fato Alex Wesker, maior ligação com a trama original da franquia, só é uma pena que sua batalha final seja tão... nhé?!. Em resumo, jogão, necessário eu diria.

    4/5 estrelas 

    Resident Evil: Revelations 2

    Platform: Playstation 4
    672 Players
    110 Check-ins

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-25 19:45:09 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #297 – Resident Evil 5: Desperate Escape (PS3)

    27º em 2021

    Ok, essa expansão não tem o mesmo apelo que Lost in Nigthmare possui, porém vale a jogada. Aqui controlamos Jill loira com roupa de mergulho decotada juntamente com Josh Stone, agente da divisão do Oeste Africano da B.S.A.A. e também instrutor de Sheva. No jogo precisamos sair da instalação da Tricell em que eles se encontravam (logo após Chris e Sheva tirarem o dispositivo controlador de Jill e irem deter Wesker), e seguir ao local marcado para encontrarem o piloto do helicóptero que os retiraria dali. O jogo em si segue a exata mesmo fórmula do game base, sem tirar nem por.

    Passamos pelo exterior da base da Tricell, que está lotada de Manjinis, armados ou não, e também cheia de grandes armamentos explosivos, que devemos utilizar para destruir portões para seguir em frente. Não gostei muito dessa parte, os inimigos spammam do nada e sem parar, além de ser meio formulaica, pois precisamos fazer três vezes o mesmo esquema para abrir passagens. E depois chegamos ao local marcado, temos que ficar por 7 minutos sobrevivendo em um cenário delimitado, basicamente um modo horda dentro da narrativa. E nisso lota de Manjinis, aparecem 2 com motosseras além do grandão com a mnigun! Nossa, passei na terceira tentativa, e isso ainda foi porque a I.A. de Josh morreu, imagine a minha raiva!!

    Isso tudo tendo que ouvir o piloto do helicóptero  cantando Jill pelo rádio, além de fazer péssimas piadinhas.. e que Wesker o tenha, faleceu explodindo ainda (bem feito!) kkkkk Depois disso a dupla foge do maldito local, deixando Kijuju para trás indo ao resgate de Chris e Sheva, que no momento travavam longo combate com o loirão xD Assim como a expansão da Ada em RE4, essa expansão explica o que o personagem coadjuvante fez para chegar exatemente ao local e ser um Deus Ex Machina que ajuda o herói em momentos chave!

    É, deu para ver que não é muito legal essa expansão não e, ao contrário de Lost in Nightmare, em que ser curto era um fator negativo, aqui é positivaço! Durou uma hora e poderia ser menos kkkk É interessante por jogar com Jill, mas... não basta. Achei protocolar demais o trajeto, preguiçoso level desing e ainda ter que lidar com a I.A. do parceiro em um cenário delimitado que chove inimigo dá nos nervos... 

    2/5 estrelas

    Resident Evil 5: Gold Edition

    Platform: Playstation 3
    1661 Players
    143 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-25 19:29:12 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #296 – Resident Evil 5: Lost in Nightmares (PS3)

    26º em 2021

    Essa expansão de RE 5 é ouro. Simplesmente um tributo que a Capcom fez aos fãs das antigas, mostrando que, à época, ainda tinha o domínio de como fazer um produto que honre os elementos clássicos da franquia. Aqui jogamos com Chris e Jill, nos eventos que vemos em flashback no game base: a missão em que os dois parceiros viajam a uma grande mansão (quase um castelo) sobre o qual foram informados que é a residência de Ozwell Spencer. Porém chegando lá se surpreendem com os seguranças todos mortos e diversas criaturas soltas buscando por carne! Porém o que me impressionou muito nessa expansão é o clima de terror, o sentimento de vulnerabilidade e também a possiblidade de jogar com a câmera fixa nos cenários da mansão!

    Quando interagimos três vezes com a porta da mansão a câmera do game muda, sai do modo over the sholder e se estabelece em ângulos vistos por cima como nos games clássicos da franquia! Fiquei impressionado em ver como a jogabilidade de RE5 se ajusta perfeitamente para fazer um game nesse formato! Sério, daria para jogar tranquilo um game inteiro nesse molde... só é uma pena que a alegria dure pouco e após cair no calabouço a câmera volte ao normal. Outro aspecto que remete aos clássicos é estampado logo no começo: a mansão do Spencer lembra e muito a... Mansão Spencer kkkk Sem falar toda a atmosfera sinistra ali presente: Relâmpagos vindo pela janela, barulhos vindo do nada (inclusive um momento eu jurava ter ouvido o piano tocar, corri no quarto que o instrumento fica e não havia ninguém lá... tenso), cenários apertados, etc. O legal é que os personagens conversam entre si, falando de como fazia tanto tempo (8 anos) desde os eventos de Raccoon City, de como a mansão ali os remetia àquela situação e tal. Mas o mais legal mesmo foi ver Jill tocando Moonlight Sonata no piano! ahhh

    Bom, o jogo tem a mesma gameplay do game base, porém em um cenário mais elaborado, em que vamos encontrando notas de Patrick, mordomo da mansão, e do próprio Spencer. Nas notas conhecemos um pouco mais de Spencer, da sua busca pela vida eterna (e sua falha), além dos planos concernentes às Crianças Wesker - além de citações à Alex Wesker. Aqui também temos coletáveis para recolher, com referências aos S.T.A.R.S. A expansão é curta, levei pouco mais de duas horas para finalizar, mas valeu cada segundo! Tem um momento em que caímos nas masmorras e perdemos todo nosso equipamento. Nessa hora Chris e Jill precisam trabalhar juntos para eliminar sem armamento, e sim com armadilhas de alavancas, os monstrengos da expansão: os Keepers of Madness, que agem como os Executores do game base, mas são mais feios e sinistros.

    Ao final temos a cena que aparece no flashback em que a dupla encontra o falecido corpo do fundador da Umbrella ao chão e precisa entrar em combate com Wesker! A luta é um repeteco da primeira luta que temos contra o vilão no game base, mas é legal, nunca cansa ver Wesker desviando de tiros à la Matrix e aplicando golpes de Karate kkkk Levamo um surra, admito kkk era Jill sendo arremessada pra um lado, Chris para o outro, Wesker dando uns chutes no ar igualzinha a Trinity, dai sim acerto dois tirinhos que não dão efeito algum, mais sopapo vindo, até que o vilão se cansa, dá uma humilhada e o evento fatídico ocorre... Tadinha da Jill, foi ser heroína lascou-se! E lá se vão 3 anos perdidos de sua vida, enquanto Chris treinava para ficar mais monstro ainda e aceitava toda e qualquer missão dada pela B.S.A.A.

    Enfim, a expansão é MUITO boa, qualquer fã da saga tem que jogar para ver como, naquela época, a Capcom ainda sabia brincar, mas escolhia seguir pela ação de forma proposital (e bem, pra eles deu certo, o 5 vendeu muito, o mais vendido da franquia por anos). Tem toda a atmosfera de terror, dá um arzinho de surival horror, nos entrega mais de Chris e Jill agindo juntos, tem Wesker e ainda câmera fixa em uma mansão! Uma homenagem aos games clássicos! Pena que é curta...

    4/5 estrelas

    Resident Evil 5: Gold Edition

    Platform: Playstation 3
    1661 Players
    143 Check-ins

    7
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-23 03:13:53 -0300 Thumb picture

    REzerando – Resident Evil 5 (PS3)

    25º em 2021

    Nossas memórias nos pregam peças! RE 5 foi o primeiríssimo game da franquia que EU joguei e muito do que eu lembrava e tinha como certo sobre esse game se provou diferente agora que REjoguei. Foi logo no lançamento, em 2009, que eu aluguei o game e, em uma semaninha, zerei após muito custo (eu tinha apenas 13 anos!). Eu lembrava do game como um jogo de tiro com uns "zumbis de metralhadora com um chefão muito louco", porém eu jurava que a jogabilidade era mais próxima a TPSs da época (Gears e Uncharted), em que a câmera movia como um todo e que era possível andar enquanto atirava, mas não, o game todo é como um RE 4 parte II, ou seja, mirar faz o personagem colar no chão, e a o que se move é o laser da mira, e não a câmera na hora de atirar! Mas fazer o que, o bom de REjogar após todos esses anos, foi tirar os conceitos absorvidos pelas opiniões alheias e redescobrir um bom game no pacote, com um lore extraordinário, mas que de fato se afastou do que a franquia era, em essência. 

    Se passando em 2009 na região de Kijuju na África, acompanhamos a dupla da B.S.A.A. (Bioterrorism Security Assessment Alliance) Chris Redfield (que está GIGANTE  de maromba) e sua nova parceira Sheeva Alomar. Ambos precisam investigar Ricardo Irving que era suspeito de contrabandear BOWs na região. No entanto Chris estava sendo atormentado pela suposta morte de seu crush, Jill Valentine (que havia caído em um precipício na tentativa de derrotar Albert Wesker, no castelo de Ozwell Spencer), e imagine a surpresa quando o fortão percebe que no fim sua missão o entregaria respostas. Nisso o jogo progride enquanto temos que continuar perseguindo Irving, sobrevivendo contra centenas de Manjinis (são Ganados 2.0, literalmente, infectados pelo parasitas Las Plagas tipo 2) e outros monstros terríveis, ao mesmo tempo que abrimos caminho sobre vilarejos africanos, velhas ruínas locais, anti, laboratórios antigos da Umbrella e instalações da Tricell, a fim de deter Wesker e seu plano mirabolante de dominação mundial. 

    O jogo em si é literalmente RE 4 com esteroides (não é só Chris que toma não!). A jogabilidade em si é a MESMA, andar, correr, mirar, atirar, dar facada, se virar... Tudo igual, a boa adição é a possibilidade de alternar armas em tempo real com o direcional digital. No entanto agora contemos com o sistema de parceiro (I.A. ou amigos online ou local), o que dá outra dinâmica à aventura - e já adianto que joguei com a I.A. e mano... não tá escrito a quantidade de raiva que senti jogando, ainda mais que tava no modo veterano! Levei 14h30 para zerar, e preciso dizer: eu ENTENDO a mudança que a Capcom seguiu, pelo menos com ESSE game. O jogo intensifica ainda mais a ação presente no game anterior, tendo a audácia de colocar Manjinis com metralhadoras e lança foguetes no 1/3 final do game. Porém creio que, além de uma acertada decisão mercadológica (afinal, vendeu milhares), fizeram isso para a franquia não cair na mesmice. Na verdade ouso dizer que em RE 4 esse passo já tinha sido dado, só reagiram à extrema boa recepção do título de Leon e mantiveram a pegada no quinto game, mas de forma ainda mais acelerada na ação. E é um BOM game de ação, apesar de ter deixado elementos da franquia de lado.

    Mas sim, removeram a máquina de escrever para salvar (que no 4 já era meio inútil), não temos baús, o game é no esquema linearzão, o puzzles são fáceis e poucos, o jogo se passa 75% durante o dia e assim vai. Poucos elementos da franquia RE, menos ainda que o 4. Isso sim irritou bastante os fãs do clássico na época, que só aceitavam o anterior por que ainda mantinha alguns elementos de horror e sobrevivência. Mas enfim, passado isso, o jogo é bastante divertido e desafiador: temos munições na dose correta, sem exageros, nunca sobra mas também nunca falta; as seções de combate entregam levas de inimigos bem distribuídos; os checkpoints são pontuais e não frustram. Enfrentamos muitos mas muitos inimigos, sejam Manjinis, adjules, os cães manjinis; kipepo, as plagas que saltam para fora, mas dessa vez voam;  Manjini executioners, que utilizam um machadão e fazem um estrago; Manjinis da Serra Elétrica, mesmo esquema do Dr. Salvador, vem correndo em nossa direçaõ com uma serra e é duro de matar; Manjini gordos, fortes, resistentes e pançudos; Manjinis de Gatling Gun, também cópia de inimigos do RE4, mas mais forte e esponja de tiros; Manjini tribais e gigantes, esses dão trabalho e tiram muito dano, mas nada como um tiro no joelho para pararem de graça; Reapers, malditos insetos que soltam toxinas que dificultam a visão e nos dão hit-kill; Lickers Beta, que voltam à franquia após longo período, estando mais ameaçadores do que nunca; e também enfrentamos umas aranhas chatas e crocodilos. 

    Os chefões da vez todos são transformações causadas pelo insucesso da aderência do vírus Uroboros a indivíduos específicos. Esse vírus é uma junção do vírus Progenitor e de anticorpos presentes no corpo de Jill, no entanto uma porcentagem limitadíssima de pessoas são suscetíveis à ele, e as que não o são viram criaturas horrendas com "minhocas pretas" rodeando o corpo consumindo matérias e mutando-os a seres terríveis. Nessa toada enfrentamos alguns cobaias simples do Uroboros, que morrem após muitas explosões e fogo na fuça; Irving, que vira um monstro marinho gigantesco na fase do navio; U-8, um carangueijão sinistro que surge para defendera  base da Tricell e Excella transformada em um ser gigantesco por consumir a massa de diversos corpos. Além deles, é claro que temos alguns confrontos com Wesker! As batalhas são legais, não são tão criativas quanto a do game anterior, mas tem seu charme, principalmente as com Wesker. Não preciso dizer que o vilão brilha nesse game com seu rayban e seu sobretudo a lá Matrix... as cenas dele são estupendas, e o poder de desviar de bala é bad ass demais kkk Esse jogo se sustenta demais na figura do vilão, que com sua ironia única e planos megalomaníacos entregam momentos marcantes pra caramba!

    Ahhh, e o lore... a história desse game trouxe de volta o foco aos personagens mais marcantes do primeiro game, além de dar um fechamentos digno para a Umbrella, Spencer e Wesker. Um grande ciclo se fecha aqui. Sem falar que o jogo tem um extenso catálogo de files para serem lidos, todos enormes e cheio de conteúdo, na verdade o jogo já começa com um file enorme de 44 telas para ler que funciona como um resumão dos 5 games main line anteriores! Sem falar os que encontramos durante o game e os que desbloqueamos a cada capítulo (esses são grande, viu). Eu que curto me inteirar da franquia adorei e li tudo kkk E Jill... ahh Jill. Como é bom tê-la de volta, a coitada sofreu na mão de Wesker, passou por testes, cirurgias e por fim acabou por ser controlada com um dispositivo no peito que frequentemente introduzia substância controladora na heroína. E convenhamos, quando ela aparece ela está bad ass demais e com um visual muito louco (que o filme da Milla não teve medo de roubar na caruda)- Ah, e o loiro não foi por estilo ou para ficar parecida com o Wesker não, e sim consequência do processo de hibernação por congelamento que ela sofreu, perda de pigmentação e tal. 

    A empresa vilã da vez é a farmacêutica Tricell. Já tinha sido apresentada no filme Degeneration (e também aparece no recente Into Darkness), e no contexto do game, é a produtora do Las Plagas tipo 2 e 3, além de ser personificada na figura de Excella Gione, ryca, inteligentíssima, e putinha de Wesker kkk Acontece que foi o fundador da Tricell que, décadas antes, havia descoberto na África uma flor que os nativos da tribo Ndipaya utilizavam em um ritual exatamente igual o que dá poderes ao Pantera Negra, nos filmes da Marvel. Essa descoberta interessou muito a Spencer que, com a ajuda de seus parças Edward Ashford e James Marcus, encontraram a bendita flor com o vírus Progenitor, fundaram a Umbrella e estudaram esse vírus até a exaustão (e fabricação de outros, como o T e o G). Corta para os tempos do game, Wesker, após matar Spencer, descobre mais sobre o vírus e os planos do velhote para dominar o mundo e ser um deus na terra, tomando esse plano para si. Com isso, Wesker injeta em si mesmo mais uma dosinha de vírus, e se torna o ser extremamente poderoso que conhecemos. Seu plano seria alavancado com o projeto Uroboros: lançar mísseis com esse vírus no mundo todo para "selecionar" apenas indivíduos cujo organismo aceitasse o vírus. Nisso mais de 6 bilhões morreriam. Porém Wesker teve o azar de cruzar caminho com Chris, levar um sopapo, e ainda ter o AZAR de cair dentro de um vulcão onde a maior fraqueza do vírus se encontra: fogo por toda parte! Bye bye Wesker, ficou esquentadinho, fumou-se!

    Enfim, RE 5 é um baita game, lotado de conteúdo, com um sistema coop robusto, jogabilidade boa de se  jogar (é o 4 de novo), gráficos bonitos até hoje e com um ritmo muito bom, masssss deixa muitos elementos estruturais da franquia para trás e a I.A. de Sheva é um crime hediondo, nos fazendo detestar a personagem - para você ter noção. Em questão de enredo é essencial para a saga, dá um bom fechamento a diversos temas da franquia, além de ter extenso conteúdo de files para se aprofundar ainda mais. Bom game, fraco como RE, mas vale demais a jogada!

    PS: Sim, eu jamais esqueceria ela, o ícone, a lenda, A ROCHA, que é surrada pelo Maromba Redfield! Birl!!!

    4/5 estrelas

    Resident Evil 5

    Platform: Playstation 3
    10859 Players
    198 Check-ins

    8
    • Micro picture
      natnitro · about 1 month ago · 3 pontos

      Hoje já devo começar o RE4 também e esse já tá na fila pra depois... E o visual do pessoal e os gráficos ai são tão bons que acho que nem vou bagunçar muito as coisas com mod, colocando no máximo aquele traje básico de marinheiro pro Chris... xD

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      rshadowss · 30 days ago · 1 ponto

      As pessoas precisam dar mais valor ao RE5, é isso.
      Deu vontade de jogar o RE5 de novo, acho que vou REjogar.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-16 14:36:42 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #295 – Resident Evil: Revelations (PS3)

    24º em 2021

    Talvez um dos games mais subestimados da franquia? Revelations expande os horizontes de Resident Evil com uma trama mais global, envolvendo organizações anti-bioterrorismo, agências especiais governamentais e grupos extremistas, tudo empacotado em uma trama construída no formato episódico de séries de TV, contando com cliffhangers, seções de "anteriormente" e vários núcleos de personagens. Aqui temos a jogabilidade parecida com o sexto game, ou seja, jogabilidade padrão de games de tiro em terceira pessoa da última década, e funciona muito bem. Sem falar a volta às origens que a Capcom entregou ao trazer de volta o clima de terror, ambientes escuros, um mapa bem elaborado com backtracking relevante, portas a serem abertas, inimigos aterrorizantes, e muito mais. Uma perola naquela época em que a empresa só decepcionava os fãs com games como Operation Raccoon City ou RE 6 (época da Crapcom!).

    É um jogo feito originalmente para 3DS, por isso tem certas limitações, até mesmo é meio curto, levei cerca de 7 horas para zerar seus 12 capítulos. Porém o ritmo flui muito bem, eu mesmo levei dois dias para terminar, joguei sem parar! Por causa dos cliffhangers ao final de cada capítulo a vontade para continuar é imensa. A jogabilidade flui bem, apesar de ser mais simples. Percebo que todo o esquema desse game serviu muito como base para um dos melhores games da franquia, RE 2 Remake. Quem curtiu a reimaginação do 2 certamente vai gostar de Revelations! O que me incomodou um pouco é o mapa, que não é tão bem feito quanto poderia ser, sendo até mesmo confuso e impreciso. Os gráficos são bonitos, só peca um pouco na modelagem facial de alguns personagens (como o vilão). O clima de terror é bem construído nos trechos do navio, retomando bem o clima de survival horror dos games clássicos, apesar de ainda existir certa abundância de munição. O jogo reverencia tanto os originais que contamos até mesmo com um laboratório secreto no interior do cenário (aqui é o navio Queen Zenobia), além de ao final, os heróis fugirem de helicóptero. Pensando aqui esse é o jogo da franquia que mais sexualiza suas personagens, Jill sempre tem seu zíper um pouco aberto, Jessica esbanja sexualidade toda hora que aparece, chegando ao ponto de ficar com uma perna e uma nádega de fora em seu traje tático, e pasme, Rachael já transformada em Ooze com um baita decotão em evidência xD Mas blz...

    A história é bastante complexa e até mesmo confusa, em alguns momentos se não prestar atenção você ficará boiando. A todo o tempo reviravoltas são reveladas, agentes-duplos, personagens que trocam a casaca, personagens aparentemente morrendo e depois voltando, e muito mais! O ano é 2005 e, como sempre, temos um novo e poderoso vírus que pode colocar a humanidade em risco (T-Abyss). Também temos uma cidade (Terragrigia) sacrificada por conta das BOWs que tomaram o lugar, dois protagonistas bastante conhecidos, uma organização tentando mostrar ao mundo o seu poder e um traidor desconhecido. O cenário principal do game é o navio Queen Zenobia, projetado pelo mesmo responsável pela mansão Spencer, a luxuosa embarcação encontrasse infestada por Oozes, pessoas infectadas pelo T-Abyss. Na realidade haviam três navios gêmeos, além de Zenobia, havia o Queen Semiramis e Queen Dido e os heróis passam por todos eles, seja por desinformações ou para chegar ao objetivo final. Mas a história é muito maior do que nossos queridos personagens em cenários sombrios sobrevivendo em meio a infectados zumbilóides. E gente, o que foram essas referências e citações ao Inferno de Dante? kkk (melhor relevar).

    O mote da trama são os acontecimentos de Terragrigia, em que um núcleo terrorista conhecido com Veltro (comandada por Jack Norman) lança um ataque com BOWs (no caso, uma cacetada de Hunters) devastando a cidade e matando a população. A BSAA (Bioterrorism Security Assesment Alliance - agência multinacional de combate ao bioterrorismo), deu suporte a FBC (Comissão Federal de Bioterrorismo), mas não tinha muito o que fazer, já que não contava com ação militar no incidente. Apenas o diretor Clive R. O’Brian estava na operação, dando suporte e oferecendo ajuda estratégica. A operação foi um tanto atribulada, já que O’Brian entrou em conflito diversas vezes com o diretor da FBC, Morgan Landsdale. O principal ponto conflitante foi a decisão de Landsdale de usar o satélite Regia Solis para destruir a cidade logo após a sua evacuação emergencial. A medida adotada por Landsdale foi para conter um possível alastramento do ataque bioterrorista. O’Brian sempre desconfiou muito das ações de Landsdale e, no ano seguinte ao incidente de Terragrigia, recrutou Raymond Vester, ex-agente do FBC e, com sua ajuda simulou uma ressureição da organização Veltro para tentar desmascarar as verdadeiras intenções de Landsdale. É nesse ponto que nós, como jogadores, acompanhamos os angentes da BSAA Jill Valentine, Parker Luciani, Chirs Redfield, Jessica Sherawat (a mariposa mais ardente da saga), Keith Lumleuy e Quint Cetcham (os alívio cômico desnecessários do game), além de Raymond Vester e sua parceira, a coitada da Rachael Foley. Todos em missões a mando de O’Brian, alguns sabendo as reais intenções da missão e outros não, como é o caso dos nossos queridos Jill e Chris, que seguem em busca um do outros em meio a navios infestados e bases cheias de neve.

    SPOILERS: Embora o plano do de O’Brian parecesse bom, havia um agente-duplo infiltrado na BSAA, que fez com que a ação do diretor da BSAA fosse de conhecimento de Landsdale. Com isso, o diretor do FBC conseguiu fazer uma virada de mesa, acusando O’Brian de traição e fazendo com que ele fosse preso em meio a operação. Graças as ações de Jill Valentine e Chris Redfield, evidências da culpa de Landsdale, de seu envolvimento com a organização Veltro e com a criação do vírus T-Abyss foram descobertas. O’Brien foi bem-sucedido porém perdeu seu posto devido a natureza ilícita de sua operação, Morgan foi preso por terríveis atos de bioterrorismo, Norman morre após um ano de tormento e os agentes “do bem” seguem suas carreiras na B.S.A.A, com exceção de Jessica e Raymond, que na verdade trabalhavam para a Trycell (espécie de “nova Umbrella” apresentada no filme em animação RE: Degeneration) e para eles entregam uma dose do vírus T-Abyss.

    O vírus da vez é o T-Abyss, junção do clássico T-vírus + o vírus Abyss, encontrado em peixes que viviam nas profundezas extremas do oceano. Quando infecta um hospedeiro, o The Abyss converte as reservas de água e gordura dos organismos em grandes densidades ósseas e musculares, conferindo características únicas a peixes de águas profundas. O The Abyss também é fácilmente transmissível, podendo ser adquirido até mesmo por via oral, caso o vírus fosse diluído em água. Esse vírus cria diversos inimigos do game. E esse game é rico em inimigos, viu. Seja os Ooze, os normais que apenas têm comportamentos de zumbis comuns; Scagdead, gordões tanks resistentes; Sea Creeper, algumas mulheres que se transformam nesses monstros marítimos, Scarmiglione, criaturas parecidas com tubarões, poderosos e resistentes; Wall Blister, parecem hunters e agem como tais; Globster, uma massa de carne com uma bocarra na parte inferior e os peixes infectados, conhecidos como Ghiozzo. Além dessas criaturas horrendas, também enfrentamos os clássicos cães-zumbis (na real são lobos), chamados aqui de Fenrir e Farfarellos, hunters infectados pelo T-Abyss, que agora possuem a capacidade de ficarem invisíveis! De Bosses, temos que lidar com Rachael Ooze, que persegue Jill por diversos cenários e se recusa a morrer (sem falar do belo par de teta, que isso Capcom?!); Draghinazzo, terrível monstro de alta estatura que ataca feito um tanque; Malacoda, gigantesco monstro criado pela infecção de uma baleia já alterada pelo T-Abyss por um parasita mutante e, por fim, o Ultimate Abyss, versão transformada de Jack Norman, age como um Tyrant, tem poder de teletransporte, ilusões de ótica para se duplicar e um raio de luz que faz cegar, além de ser forte para caramba!

    Revelations é um bom game da franquia, porém..... não revela nada demais sobre a saga xD. Um pouco simples na jogabilidade devido sua natureza, mas bastante competente no que se propõe. Tem uma variedade muito boa de inimigos, pena que peca um pouco na I.A. A história pode ser bem confusa e exagera nas reviravoltas, mas ainda assim agrega muito à saga, expandindo-a e trazendo um novo rumo para a série (que se relaciona com os filmes em animação, além do quinto e sexto game). É muito gostoso de jogar também, foi o primeiro a retomar o espírito clássico da franquia na década de 2010. Deveria ser mais reconhecido! É bom demais ver Jill e Chris novamente, e os personagens novos foram bem construídos, a gente acaba gostando de (quase) todos. Ahhhh como seria bom se o casal Valentine + Redfield fosse pra frente....

    4/5 estrelas

    Resident Evil: Revelations

    Platform: Playstation 3
    1144 Players
    267 Check-ins

    8
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-11 19:48:50 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #294 – Resident Evil 4: Separate Ways (PS2)

    23º em 2021

    Essa expansão veio inclusa na versão PS2 de Resident Evil 4 (e, posteriormente, em todas as outras versões), e é liberada ao final do game base. Aqui, em cinco capítulos, vemos a narrativa contada sob a perspectiva de Ada Wong, espiã enviada por Wesker à Espanha para recuperar uma amostra do vírus Las Plagas caso Krauser não obtenha sucesso. O caldo engrossa para ela quando uma ordem acidental vem do loirão: Limpar Leon do mapa! Nisso vemos como a maravilhosa personagem se virou para ser um completo Deus Ex Machina na campanha principal - usando bastante o Grappe Gun para se movimentar verticalmente por onde quiser.

    A expansão durou pouco mais de 4 horas, em cada capítulo passamos por trechos do game base, porém começando de pontos diferentes que Leon. Confesso que passar pelos mesmos cenários e enfrentar os mesmos inimigos cansa um pouco, o ponto positivo é que em certas cenas inimigos aparecem de locais inusitados e o quarto capítulo todo se passa em um trecho inédito na ilha do game base, trecho que envolve túneis e um grande navio de guerra (do batalhão de Saddler) em que temos que matar mais Ganados e destruir armas giratórias navais! Aprovei demais esses mapas novos que a Capcom fez, contrariando seu histórico pesado de ser preguiçosa! kkk

    O interessante também, é que ao final de cada capítulo aparece na tela algumas cenas do jogo principal e da expansão com uma narração de Ada ao fundo, contando como se sentiu durante os acontecimentos, detalhando especificidades de sua missão, seus pensamentos sobre os personagens e até aumentando a lore do game, ao dizer que ela que receptou mensagens de Luis Sera para descobrir a localidade do culto dos Illuminados ou que, ao final de tudo, ela traiu Wesker e apenas fingia trabalhar para ele, lhe dando uma amostra subordinada do parasita, não a amostra comandante. Tudo a mando da tão misteriosa A Organização. 

    A jogabilidade funciona exatamente como no game base, a novidade é que temos a opção de comprar uma besta com dardos explosivos com o mercador, além de usar o gancho para subir em locais mais elevados, a fim de pegar itens e obter certa vantagem sobre inimigos. Na narrativa, vemos Ada recebendo ligações de Wesker, entrando em contato com Luis Sera, várias vezes salvando Leon e fazendo a Egípcia para a ordem de Wesker, jamais atacando seu antigo crush. O legal é que no game enfrentamos Krauser após ele levar um coro do Leon, e também Saddler naquela parte em que Ada o interrompe de botar suas mão sujas em Leon e Ashley, em uma versão ainda humana (mas facilmente batível com facadas - obrigado Reddit!).

    Separate Ways é um acréscimo muito bem vindo ao jogo, além de ser obrigatório para o total entendimento do game como um todo, necessário para qualquer fã da franquia! Poderia ter mais mapas diferenciados para não cair na repetitividade (ainda mais pra quem foi direto do game base para essa expansão), mas ainda assim tem mais pontos altos do que baixos. Agrega ainda à lore da franquia, ao trazer um pouco mais de Wesker e das intrigas corporativas. Ah, e PELO AMOR DE DEUS CAPCOM, que preguiça é essa de remasterizar as cutscenes desse modo?!

    3,5/5 estrelas

    Resident Evil 4

    Platform: Playstation 2
    18805 Players
    129 Check-ins

    8
    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu gostei dessa campanha separada. Curtinha e interessante, mostrando as áreas por uma outra perspectiva.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-11 18:52:12 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #293 – Resident Evil 4 (PS2)

    22º em 2021

    Um marco na indústria dos games, uma quebra de paradigmas dentro da franquia Resident Evil. Foi nessa edição que a saga mudou de rumos de forma nunca vista antes entre os games numerados. Mais do que isso, revolucionou a indústria com seu sistema de tiro em terceira pessoa com a câmera over the shoulder, com uma jogabilidade fluída muito impressionante em 2005. Além disso tudo, umas das MAIORES pendências de minha vida gamer. Finalmente posso dizer que joguei e zerei Resident Evil 4. A Capcom trouxe novo fôlego à franquia que, apesar de não ter chegado ao ponto de saturação, demonstrava certo cansaço na época (ainda mais com as tristes vendas baixas de RE 1 Remake no GameCube. Mudaram de um game focado no survival horror para um mais voltado à ação, em um game explorativo e cheio de backtracking para um mais linear, de um jogo com câmera fixa para um em que o jogador tem total controle da câmera. Tudo isso mantendo pelo menos uma fagulha da essência dos anteriores.

    Levei 22 horas para terminar, o mais longo de todos os RE que eu já zerei. Sim sou devagar, mas passei lentamente por cada cenário, degustando suas ambientações, arquiteturas e afins ao mesmo tempo que quebrava todo barril e caixa de madeira possível e coletava cada tesouro para juntar preciosas moedinhas de ouro. O game de passa em 2004, em um local remoto da Espanha, por isso passamos por aparentemente pacatos cenários de vilarejos, todos em tom pastel, mas ao se aprofundar nesse cenário passamos por escavações grotescas, lagos profundos que escondem segredos ameaçadores, um castelo medieval totalmente ornamentado com direito a torres gigantes e tudo mais. Até essa ponto tudo era diferente do que havíamos visto na franquia, mas o terceiro cenário nos leva a uma ilha com uma base militar e um laboratório sinistro remetendo-nos diretamente ao clima de games passados da série.

    A história também se libertadas amarras de antes (Umbrella, Raccoon City, Wesker, T e G-Virus, mansões etc) e apresenta um Leon pouco mais velho, sendo um agente especial dos EUA, enviado secretamente para recuperar a filha do presidente, Ashley Graham, que havia sido raptada por integrantes de uma seita sinistra de Espanha. No decorrer da trama vamos aos poucos descobrindo a sinistra relação entre os enzubizados moradores do vilarejo com um culto macabro liderados por Osmund Saddler (um Palpatine wanna be). No decorrer do game temos que lidar também com Bitores Mendes, o chefe da vila, Ramon Salazar, o bizarros anão de 20 anos castelão que gerência o culto dos Illuminados e Jack Krauser, ex-militar antigo parceiro de Leon que fico paranoico com arma bio-orgânicas.

    Zumbis são deixados de lado nesse game - poisé quem falava que Resident Evil era só zumbi já começou a se coçar com esse game. Aqui quem toma conta são os Ganados, humanos infectados por uma larva hospedeira chamada Las Plagas. Quando o ovo brota, o parasita toma conta do sistema nervoso do indivíduo, não retirando totalmente suas funções cognitivas ou seus costumes, mas tornando-os mais propícios ao controle e em um estado de transe. No jogo enfrentamos esse inimigos na maior parte do tempo, seja Ganados vestidos de vilarejos, de monges ou de soldados de guerrilha. Os filhos da mãe correm em nossa direção com facas, ceifas, peixeira, martelos, motosserras (esses são do mal), aparatos medievais, escudos e bastões elétricos. Pasme alguns ainda arremessam facas, atiram com bestas ou até mesmo com miniguns! Faltou pouco pra CAPCOM já botar de uma vez um "zumbi com metralhadora" nesse game kkkk de outros inimigos comuns do game, enfrentamos os novistadores, mistura de humanos e insetos voadores terríveis; os Garradores, Ganados cegos de alta estatura que contam com garras de metal nos braços (cruéis estes aqui); Regeneradores, bizarras criaturas infectadas com sanguessugas que conseguem se regenerar rapidamente e realmente trazem um clima de terror dos primeiros games; enfrentamos também cachorros infectados com Las Plagas.

    O jogo conta com algumas batalhas de chefe e de subchefe bem legais dentro do contexto da saga. Enfrentamos alguns El Gigantes, onde passamos por debaixo de suas pernas, atiramos na cabeça para atordoá-los e depois arrumamos na Plaga exposta; Del Lago, um enorme monstro marinho que.. bem, mora no lago; Bitorez Mendes transformado quase que em uma lacraia demoníaca; Verdugo, o braço direito de Salazar, um monstro horrendo que só é derrotável se for congelado antes; Queen Plaga, que se funde com Salazar e seu outro guarda-costas para se tornar uma horrenda criatura; Jack Krauser, em uma épica batalha em que o filho da mãe descarrega armas e bombas em Leon, e depois parte para o x1, mas não sem antes revelar um braço mutado pela plaga; U3, uma criatura bizarra desforme modificada pela plaga; e claro, o próprio Saddler em uma versão nojenta lovecraftiana, quase inconcebível com olhos avermelhados (olá William Birking!) para explodirmos! Devo dizer que a variedade de inimigos comuns que encontramos não é assim tão grande. Se nos games clássicos enfrentávamos uma variedade de inimigos (zumbis eram apenas a superfície, volta e meia combatíamos Hunters, Lickers, Aranhas, Quimera, entre outros, aqui combatemos majoritariamente Ganados. Mas tudo bem, faz parte do estilo mais de ação que o jogo resolveu seguir.

    "Welcome Stranger, he he he", "What are you buying?" "Not enought cash, Stranger...." Esse Mercador viu, esse cara é icônico kkk aliás, muito bem vindo esse sistema econômico do game. Agora os inimigos dropam grana e munições, e podemos gastar essa quantidade colossal de ouro que Leon encontra com nosso querido Mercador! Disponível um número absurdo de armas, entre pistolas, dozes, rifles, e explosivos, compramos e vendemos armamentos e também upamos as nossas preferidas (upei ao máximo o Rifle Automático, a pistola Red 9 e a doze Striker). O mercador também oferece um mini game de tiro ao alvo, com 4 dificuldades e com diversidade de possibilidades. Nisso também podemos ganhar 24 bonequinhos baseados nos personagens e inimigos do game. Peguei todos e o trofeuzinho veio kkk

    Os personagens desse game são bem desenvolvidos na trama. Participações pontuais de Ada, a espiã, nos deixam intrigados para saber mais seu papel na trama. Boa adição também é de Luis Sera, cientista arrependido que ajudou os vilões a manipular o parasita de Las Plagas. Só é uma pena que, assim como Steve de Code Veronica, sua participação seja "breve" na franquia... Ah e Ashley... "Leon Help", "Help Leon", "Heeeeeelp!" Eu confesso que a má-fama dela é um pouco exagerada. Eu não sabia que ela não era uma presença tão constante assim no game, afinal, passa 3/4 do tempo sendo raptada over and over kkk no fim ela não irrita tanto assim não, abaixa para não ser atingida, corre para trás de Leon, fica parada quando é ordenada, etc. É uma personagem meiga, e até é legal o pequeno trecho em que jogamos com ela, passando abaixada por passagens, jogando castiçais nos Ganados e fugindo de armaduras.

    A Gameplay do jogo é boa sim, mas assim como os clássicos, requer certo grau de perseverança do jogador para que se acostume com mecânica que, hoje em dia, são datadas. Primeiro que Leon não anda enquanto está mirando, segundo que a mira, controlada pelo analógico direito, é controlada de forma autônoma na tela, ou seja, o cursor se move por toda a tela, diferente de games mais recentes em que o que mexe é a câmera e não somente o cursor da mira. Mas após acostumar, fica fluido jogar, tudo na vida é questões de costume. O que enche um pouco o saco é que para trocar de arma é necessário abrir o inventário, pois ao existe botão dedicado para troca de armamento. De resto até que flui bem, muito bem vindo o botão dedicado à usar a faca. Reparei que muitos dos comados vem diretamente da forma que era em RE 1 Remake, o personagem ainda se move para quatro direções, temos que segurar um botão para correr, ele fica parado para mirar, etc. O que muda, é claro, é a câmera atrás de Leon, que torna a movimentação mais fluida (não precisamos mais ficar mudando a direção constantemente por causa de troca de câmera em cada cenário).

    E essa edição é parruda em conteúdo ein? Temos o game principal (após zerar libera o modo hard), temos o modo não-canônico Ada's Assigment, um modo Mercenaries com 4 mapas e 5 personagens jogáveis e claro, um modo totalmente novo (na época, em relação à versão original de GCN) em que é mostrada a história na perspectiva de Ada, o tão elogiado Separate Ways. Eu tenho certeza que se RE4 fosse lançado em tempos atuais, esse modo da Ada seria cobrado a parte e vendido como expansão, mas certeza absoluta hahah O legal é que terminando esses modos liberamos mais roupas e armas para a campanha principal - que a propósito um dia ainda revisito para rejogar com os itens liberados (só quero jogar com a arma e vestimenta gangsta e dar piruetas com o Leon!)

    Dá para chamar de um pleno Resident Evil? Dá sim, mas por pouco kkkk o jogo não tem backtracking pleno porque até temos portas que só abrem com item x ou y, mas encontrar esses itens é fácil e sempre ficam em alguma sala paralela ou próxima. Os puzzles do game estão lá só para constar, todos são resolvidos com grande facilidade. Munições então, são oferecidas à baldeadas, não existe escassez aqui. Os inimigos comuns são inteligentes e até usam armas, não são zumbis burros ou armas biológicas animalescas, em sua maioria. Os save game também são excessivos, existindo máquinas de escrever por toda parte, não existindo a necessidade de Ink ribbons para salve, contando com saves entre cada capítulo e ainda auto saves antes de praticamente cada combate, sim tá bem mais Nutella. Temos alguns monstros meio viajados como o monstro marinho, as armaduras que criam vida (tudo bem que tem uma Plaga dentro mas né...), a estátua gigante de Salazar que cria vida própria, entre outros que destoam da série. Mas o game ainda conta com ótimas trilhas sonoras que criam a atmosfera ofensiva e aterradora. Por tudo isso creio que o jogo é algo totalmente novo mas que ainda tem a essência de Resident Evil em si, coisa que os dois posteriores deixaram ainda mais de lado.

    Em resumo, Resident Evil 4 é um baita jogo. Longe de ser o melhor Resident Evil, mas como jogo é um dos melhores e mais revolucionários da indústria. Demorei mais de 15 anos para jogar, isso sendo brasileiro kkk porém agora tá pago! Finalmente tô inteirado dos assuntos que meus amigos da oitava série tanto gostavam de conversar hahah O jogo muda o rumo da franquia e trouxe frescor (só é uma pena que sabemos muito bem os rumos que a Capcom resolveu seguir nos dois games subsequentes, sem falar a falta que Shinji Mikami fez à franquia). Mais ação do que survival horror, a aventura sombria de Leon empolga pela gameplay apurada e pela trama malucona. É um baita ""exclusivo""" de GameCube esse kkkkk

    4,5/5 estrelas

    Resident Evil 4

    Platform: Playstation 2
    18805 Players
    129 Check-ins

    7
    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse jogo eu joguei demais no PS2. Tentei fazer 100% em todas as paradas, liberar as armas apelonas e tudo mais. Por enquanto, zerei só o 4 e o 1 e esse aí é o meu favorito ainda.

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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-08-02 02:38:46 -0300 Thumb picture

    Filmes maratonados: Resident Evil (os da Milla)

    Nos últimos dias, para aproveitar o fim de semana e continuar no clima de Resident Evil que estou, resolvi liberar meu lado mórbido e revisitei os tão duvidosos filmes que vieram da mente nefasta de Paul W. S. Anderson atuados por Milla Jovovich. Eu, como alguém que teve a infância e adolescência na vigência dessa franquia no cinema, acompanhava os filmes mesmo sem ter jogado os games na época, já havia visto os quatro primeiros filmes, nunca tendo visto os dois últimos. Bem, agora vi todos em uma tacada só! O bom é que cada filme tem em média 1h30, então foi fácil, como assistir uma temporada de uma minissérie (9 horas de duração). O que foi difícil foi deixar os games de lado para "aproveitar" o que estava vendo em tela.

    Pois bem, a franquia de filmes de RE, os conhecidos "filmes da Milla", desde o início se propôs a jamais adaptar nada que os games contavam, apenas utilizando nomes de personagens, aparência de monstros (só alguns deles), às vezes botar um cosplayer de luxo em tela e claro, Umbrella pra todo o lado kkk Sério, agora que sou fã dos games eu vejo o QUANTO esses filmes destoam completamente dos games. A partir do momento que a franquia se desvencilhou fortemente dos conceitos do game eu passei a apreciá-la um pouco mais, Extinction é um bom filme apocalíptico, Afterlife melhor ainda. Só é uma pena que Retribution tenha insistido tanto em vomitar personagens dos games em uma trama totalmente non-sense. Bom,  vou comentar rapidamente os filmes à seguir:

    - Resident Evil (O clássico, O Hospede Maldito no Brasil)

    Minha memória me pregou peças. Eu jurava que esse filme tinha qualidade superior e que era mais fiel ao game original... Que engano! O filme possui claramente um orçamento baixíssimo, atuações fracas, cenários simplórios e uma trama basicona, um típico filme B. O chocante foi o filme se chamar Resident Evil, não ter QUASE NADA dos games e o tempo de tela da residência ser.... 5 minutos kkk Aqui temos os zumbis, mas totalmente genéricos, e um Licker, mas nada fiel ao original, e que ainda evolui para uma versão maior... Vemos o conceito da I.A. criança do mal Red Queen (que, inusitadamente, foi agregado ao lore dos games pela Capcom em RE The Umbrella Chronicles kkk). Filme fraco, Alice quase não fala, não tem background. Eu não consigo entender porque o povo até que gosta desse filme, é um péssimo Resident Evil e um filme de suspense/ação bem fraco.

    - Apocalypse

    Nesse aqui mudaram a direção, mas PWSA ainda continua nos roteiros... Aqui ele quis agradar um pouco o fã dos games e pegou diversos elementos de RE3, incluindo uma versão zoada e borrachuda de Nemesis e um cosplay de Jill Valentine. Cosplay porque a mina tá vestida exatamente igual a Jill do game, mas destoa completamente de todos os outros seres humanos em tela kkk Também introduzem a o grupo da U.B.C.S liderado por Carlos Oliveira e um Nicholai rapazote nada a ver xD Tudo isso em uma Raccoon City sitiada (isso é legal). O filme é fraco, mas ainda assim tem um fio narrativo: uma cientista (que aqui leva o sobrenome de Ashford, veja você) requer que Alice salve sua filha que está presa na cidade e dai ela se une com Jill e a galera para szZzZzZz Bom, pelo menos os caras tentaram agradar aos fãs kkk Mas cara... essa origem do Nemesis foi  zoada, além de sua redenção no final!

    - Extinction 

    Esse filme já começa chutando o balde, enquanto no anterior haviam demonstrado que Raccoon City havia sido destruída e a contaminação do T-Vírus encerrada mas.... aqui o mundo já está devastado, já se passaram anos, a humanidade já está quase extinta e pronto, foda-se kkkkkk Virou um filme apocalíptico, não tendo relação narrativa nenhuma, mantendo só os nomes. Assistindo agora, mais velho, entendi o objetivo dos caras em se desvencilhar dos games e fazer algo novo. Até comprei a ideia, tipo "vamos ver o que dá isso". E bom, não é que dessa maneira dá para aproveitar um pouco mais esse filme? Tem boas cenas de ação, de luta, o enredo minimamente faz sentido e a produção estava bem feita. Nesse filme sumiram com a Jill, nem a mencionam; introduzem Claire Redfield, que está perfeita no papel, se parece com a do game sem parecer cosplay, porém está ali no cenário Mad Maxilesco só por estar; voltam com Carlos que do nada vira par romântico de Alice; me colocam o Albert Wesker para ser o presidente da Umbrella (meu deus esse Paul W. S. Anderson jogou o jogo com a bunda); e me introduzem um protótipo de William Birking na figura do Dr. Isaacs kkk Bom, esse filme tem seus momentos, não é de se jogar fora.

    - Afterlife

    Esse foi o único que eu vi nos cinemas, e foi o primeiro filme que eu vi com a tecnologia 3D (sim, eu perdi de ver Avatar que havia saído meses antes). Na época, ainda por cima, eu já havia jogado Resident Evil 5, jogo que inspirou bastante alguns elementos visuais do filme. O quarto filme marca o retorno do Paul W. S. Anderson na direção, que se mostra competente NESTE projeto. A obra já abre com uma cena muito bem feita mostrando o início do surto do T-Vírus em um Tokyo noturna e chuvosa. Nesse filme Wesker é a figura antagônica principal, e logo no começo é estabelecida a rivalidade entre ele e Alice. No decorrer do filme Alice retorna à Los Angeles com Claire (que ufa, não foi esquecida do nada), e em meio à tantos personagens descartáveis que estão lá só para morrer, encontram o tão querido protagonista dos games, Chris Redfield (o cara do Prision Break!). Ponto alto do filme é a cena de embate entre os irmãos Redfield e Wesker, que é TOTALMENTE sugada de RE5! Outros elementos desse game no filme são os tentáculos que vazam das bocas dos zumbis e o zumbizão gigante com um machado! Esse filme tem cenas de ação muito boas, cortadas no tempo certo, visualmente bonitas, lembram o estilo de Zack Snyder, até mesmo pelo uso do slow motion. Pra mim, o melhor filme da franquia, mesmo que pobre narrativamente. Ahhh e tem cena pós-créditos! Jill Valentina com visual do quinto game chegando para chutar bundas no próximo...

    - Retribution

    Pelo amor de Deus, o que acertaram nos dois filmes anteriores erraram feio, errara brusco neste... A única cena boa desse filme é a estilosa abertura rebobinada em slow motion. Depois o filme degringola, e muito. Trazem de volta a Red Queen, enfiam Alice em uma base subterrânea da Umbrella na Rússia e me fazem o Wesker voltar à vida sem explicação nenhuma e ainda recrutando a protagonista (?). Sério, uma consecução sinistra de erros. Primeiro me SOMEM com a Claire e o Chris, e me botam DO NADA um Leon cospobre horroroso, um Barry fajuto, uma Ada, também cosplay, mas sem muito propósito na trama e a Jill estilo RE5 toda vilazona... Detalhe: TODOS esquecidos na sequência. Nesse filme Alice deve fugir dessa instalação gigantesca enquanto passa por diversos cenários artificiais (como as salas de treinamento dos X-Men) enquanto salva um clone que em um desses cenários vivia como se sua filha fosse. Tudo isso enquanto foge da personagem da Michelle Rodriguez (This is Family) que volta como clone só porquê sim kkk Esse filme é todo errado. A I.A Red Queen aqui controla a Umbrella e quer destruir a humanidade, e por algum motivo Wesker quer evitar isso, e Alice ainda concorda em trabalhar com ele sentado na sala oval da Casa Branca no final do filme...

    - The Final Chapter

    Finalmente o enterro dessa franquia nos cinemas! Diferente do que muitos achavam na época, no fim esse foi mesmo o último capítulo da história de Alice, UFAAA agora ela e o maridão foram estragar Monster Hunter kkkkkkk Esse filme ao mesmo tempo que praticamente renega inteiramente o filme anterior, é nostálgico em relação ao primeiro e acaba com a franquia com chave de... bronze? O filme não é tão ruim quanto o passado, mas também não passa de medíocre. As cenas de ação estão horríveis, picotadas ao extremo; os cenários estão artificiais, gritando tela verde e fundos falsos; a história é manjada e forçada. O engraçado é que o filem já começa anos após o outro, mostrando Washington devastada, não mostra nenhum dos personagens do filme anterior, e coloca novamente Wesker como o manda chuvas da Umbrella e pasmem, trazem de volta o Dr. Isaacs que supostamente havia morrido... era um clone! Outra coisa conflitante é que dão um enfoque sinistro na I.A menina Red Queen, tornando-a benigna e ajudando Alice – e veja só, é interpretada pela filha de Milla Jovovich e Paul W. S. Anderson, a mesma que recentemente estava nos enfoques por ser a Viúva Negra versão criança! Confesso que quando a vi em tela já manjei: Alice era um clone da mesma menina que serviu de base para a figura dessa I.A, e eu tava certo kkk Bom, como eu falei anteriormente, o filme é feio visualmente, tem ação picotada ao extremo, some com personagens, não tem coesão com o anterior, mas pelo menos não tem uma linha narrativa levemente coerente. Ah, e Claire volta novamente do nada, estando ali só para constar, serve para nada na trama. Patetizaram o Wesker e deram foco no Dr. Isaacs, porque o ator dele estava em alta por conta de ser o Sir Gado de Game of Thrones xD

    O Saldo:

    Então é isso, avaliei cada filme no sistema de 5 estrelas do Letterboxd, e a média da franquia deu 2 estrelas e 1/3 de estrela kkkkk digamos que eu daria nota 4,5/10 para a franquia como um todo. Começa mediana, aumenta sua qualidade ao prescindir dos games, mas cai forte em um quinto filme terrível e não consegue se recuperar muito ao final. Esses filmes nem deveriam ter o nome da franquia de games, mas como o tem, usaram mesmo só o nome e visuais de personagens como Chris, Jill, Claire, Leon, Barry, Wesker, além de uma fixação sinistra pela Umbrella, o T-Vírus, clonagem, super poderes e os cães zumbis. Os games que receberam uma engraçada atenção foram o RE3 e o 5, mas somente para inspirar inimigos e cenários. 

    O ponto positivo é que acabou e já temos um reboot marcado para 2022! Welcome to Raccoon City tem tudo para adaptar bem os games e não cair na mesma armadilha que Paul W. S. Anderson caiu (pelo menos o cara construiu sua família devido a essa franquia haha)

    2/5 estrelas

    Resident Evil

    Platform: Playstation
    9060 Players
    86 Check-ins

    11
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Putz mano, que tortura. Eu preciso rever o primeiro filme, pois na minha cabeça, ele é bem maneiro. Tem o cachorro zumbi, a cena dos lasers, a parte do começo, com todo mundo se infectando, sei lá, parecia bom.

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      onai_onai · about 2 months ago · 2 pontos

      Ainda tenho que ver o primeiro...

      1 reply
    • Micro picture
      jcelove · about 2 months ago · 1 ponto

      Parabens pelo amor a franquia. Adoro RE mas os filmes do Paul sao ofensivos pra mim. O primeiro é tido como o menos pior pq ainda tenta emular o pacing e clima dos jogos, é o unico que eu reasistiria, se me pagassem pra isso.

      O 3 saiu qdo eu trabalhava numa locadora de video e foi chocante ver re virando mad max com zumbis e superpoderes. Queria nunca ter assistido.

      3 replies
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