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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-05-18 21:07:30 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #318 –Trek to Yomi (XBOX ONE)

    5º em 2022

    Enquanto eu estou penando para platinar AC Valhalla, esse indie de samurais lançou no Gamepass e eu não perdi tempo kkk 

    Se trata de um jogo de ação em side scrolling em que basicamente temos que fatiar inimigos no combate de katanas, enquanto procuramos coletáveis que contam mais sobre o lore do jogo e também sobre a mitologia japonesa. É um joguin curto, não leva mais do que 5 horas passar por seus seis níveis, no entanto o fato de possuir 3 finais diferentes pode prolongar a experiência.

    O ponto mais forte desse jogo são seus visuais, uma vez que é praticamente uma homenagem ao clássico diretor japonês de filmes de Samurai, Akira Kurosawa. Eu, sendo fã desses filmes, adorei a estética, e esse é o primeiro jogo que eu nao retiro o filtro de granulado kkk Os cenários também são muito bem feitos, construindo bem o Japão feudal, as vilas e os campos, sem falar que na segunda metade apresenta cenários exóticos e sinistro que também casam bem com o estilo artístico apresentado. Ah, e se tem uma coisa que me agradou são as modificações em tempo real que o cenário sofre, seja uma torre desabando durante um combate, uma cascata de água surgindo para afogar inimigos ou até mesmo um cenário destruindo sofrendo um rewind em nossa frente para conseguirmos passar. E claro, a trilha sonora acompanha sempre a temática, com suas músicas orientais e batidas típicas no tambores e outros instrumentos da época e local. É um espetáculo visual, massss a modelagem de personagens é probíssima, e a performance no já ultrapassado Xbox One é sofrível, uma vez que apresenta muito delay de render e engasgos ao começar uma fase nova ou recarregar o jogo. 

    A gameplay do jogo é competente, apesar de básica. Em cenários de exploração a movimentação funciona como nos Resident Evil de GameCube, com a câmera fixa e o personagem se movimentando de acordo com a perspectiva. Já em partes de combate o jogo fica total side scroller, e só podemos ir para frente ou para trás. Confesso que isso às vezes confunde um pouco, porque às vezes demora para percebersmo em que parte o jogo fica livre ou mais fechado "de ladinho"... E o combate, ahhh o combate... ele é competente, porém não brilha muito - e é o que mais fazemos no decorrer do game -, só não fica repetitivo porque o jogo é curto. O legal é que progressivamente habilidades são liberadas (movimentos como dar "katanadas" para inimigos que estão atrás, golpes atordoantes, sequências, etc) e também novos acessórios (arco e flecha, arma de fogo e kunais). 

    Temos basicamente 4 personagens aqui, o protagonista e jovem samurai Hiroki, o mestre samurai Sanjuro (olha a homenagem ao Kurosawa aí), a filha do mestre Aiko (típica dama indefesa) e o vilão Warlord Kagerou. A história é simples também mas surpreende ao levar o protagonista ao Yomi, um local diferenciado em que tudo fica mais sobrenatural e é onde ele reflete sobre suas escolhas de vida, sobre quem ele é e que caminho seguirá. E é nesse sentido que vamos escolhendo entre os caminhos do jogo: amor, dever ou vingança. Eu fui pelo caminho da vingança e me lasquei kkkk saiu o pior final. Mas tudo bem, quem sabe rejogue para ver outros finais.

    Nota 8/10

    Trek to Yomi

    Platform: Xbox One
    8 Players
    1 Check-in

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-04-20 03:27:39 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #317 – Elden Ring (PS5)

    4º em 2022

    Sim, eu tava sumido. Afinal, maioria das minhas postagens são acerca de games que zerei, e bem... desde o lançamento desse game ele é tudo que eu tenho jogado! Foram 50 dias jogando apenas Elden Ring, 200 horas contabilizadas e não parei de jogar até após a platina pipocar! Como grande fã dos games da From Software eu afirmo: é como se Elden Ring fosse o TCC do estúdio, reunindo qualidades de cada um de seus games passados, agregando toda sua experiência e feedback dos fãs para criar sua obra suprema.  O ano não está nem em sua metade e eu já considero este como o GAME OF THE YEAR 2022 kkk Fazia tempo que eu não ficava tão instigado com um jogo, que não jogava tantas horas um único game em um período relativamente curto. São poucos games que conseguem isso, então, admiro ainda mais Elden Ring.

    Um jogo viciante calcado na gameplay, um mundo aberto delicioso de se explorar, nunca me senti tão instigado à explorar um game como esse, até mais do que Breath of the Wild. E isso sem um monte de ponto de referência no mapa. A gameplay continua primorosa como de costume, porém aqui temos um elemento que deixa tudo muito mais dinâmico: o pulo! Como é bom pular. Também é sensacional as funções do nosso corcel espectral, o Torrent. Cara... ele tem pulo duplo!!! É o cavalo mais usual de todos os games já feito, o pé de pano faz tudo! Além disso o jogo contém uma mecânica que facilita bastante os combates contra bosses: o summons. Com um sino podemos chamar praticamente qualquer mob inimigo do jogo para batalhas, desde que encontrado seu item no decorrer do game. E o mais apelão de todos é o Mímico, uma gosma que se transforma em uma cópia exata do jogador no momento da invocação... Se upado então.... além de distrair o chefe ainda tira grande quantidade de HP. Além disso, outra facilitada que o jogo dá é que agora exitem muito mais pontos de graça (antigas bonfires) e podemos dar fast travell a partir de qualquer ponto do mapa, isso sem contar os pontos de check point que tem perto de qualquer chefinho ou chefão, as estátuas de Marika. Sim, o jogo está BASTANTE FACILITADO, creio que é o jogo mais de boa da From Software, mas tudo bem, tudo depende de quanto o jogador explora, de quanto farma, de quantos itens usa e tudo mais. Ainda é possível encontrar desafio aqui, porém o jogo dispõe de muitas opções para contornar isso.  Creio que o único defeito do jogo seja a repetição de mini bosses que encontramos em dungeons e pelo mundo aberto. Creio que encontramos pelo menos 8 variações de cada mini boss existente, seja versão de algum elemento específico ou um mash up com dois desses inimigos juntos em uma arena. Porém isso não chegou a me tirar do sério não, afinal, o jogo tme tanto conteúdo, que a gente perdoa. 

    O mapa do jogo é denso e lotado de coisas para se fazer, seja derrotar inimigos básicos, seja derrotar mini bosses, se aventurar por cavernas, minas de escavação ou criptas (todas com um mini boss no final). E é impressionante o quanto NÃO CANSA! Explorei ao máximo cada cantinho das Terras Intermédias, esse mapa maravilhoso de Elden Ring: redescobri a forma "souls" de se jogar nos belos campos verdes de Limgrave, onde certa vida ainda existe; sofri pra dedéu com seres terríveis e desafios intensos no hostil mapa de Caelid, a terra tomada pela podridão escarlate; me encantei com o belo mapa de Liurnia, região dos feiticeiros e onde se encontra a prestigiada Academia de Raya Lucaria; sofri bastante no montanhoso mapa do Monte Gelmir, local em que se encontra a Mansão Vulcânica; me surpreendi com os amarelados campos do Platô Altus, área que circunda a capital e possui um tenebroso pântano; fiquei embasbacado com a belíssima cidade da Capital Real de Leyndell, local onde se encontra a imponente Térvore; penei para fazer tudo nas gélidas terras das Montanhas dos Gigantes, parte proibida onde jazem centenas de gigantes; sofri bastante também na região da Arvore Sacra de Miquella, onde se encontram os inimigos mais difíceis do jogo; explorei deslumbrado todas as Terras Subterrâneas, seja a cidade de Nokron, de Nokstella, o Mausoléu de Moghwyn, entre outros locais; e claro, o derradeiro mapa flutuante de Farum Azula, local amaldiçoado por um redemoinho e lotado de bosses. Sérião, fiz tudo que dava para fazer nesse game em uma run, se formos levar em consideração a exploração do mundo. 

    Outro fator altamente instigante de Elden Ring é sua história e toda sua lore. Sim, a forma de contar história da From Software continua a mesma: curtas cut scenes , muita conversa com npc, leitura de itens importantes, e descrição da maioria dos itens do inventário. Porém, como bem sabemos, o jogo conta com a participação criativa de George R. R. Martin, e realmente até dá para sentir a diferença aqui. Com uma trama que consiste com intrigas palacianas e muita mistura familiar, se é que me entendem. O mundo se chama Terras Intermédias, e é um local que se encontra em caos desde que os deuses que governavam o local foram atacados por um grupo conhecido como os Facas Negras, o que ocasionou a morte de Godwyn, filho da deidade suprema desse mundo, Marika. Muitos combates entre os semideuses ocorreram, até mesmo embates que devastaram regiões dessa terra, como um entre Malenia e Radahn, que fez Caelid virar uma terra castigada.  O Elden Ring é um artefato de poder, e quem mantinha sua posse era conhecido como Elden Lord, o governante dessas Terras. Acontece que após esses ataques e desavenças, Marika quebrou o Elden Ring, e foi aprisionada dentro da Térvore, uma gigantesca árvore dourada de origem divina. E é nesse cenário de um mundo em crise, semideuses em guerra e corrompidos que nós somos introduzidos, como um guerreiro Maculado, soldados de outrora que foram banidos das Terras Intermédias, com o intuito de recuperar o Elden Ring e nos tornarmos o Elden Lord. Contamos com a ajuda de nossa donzela improvisada Melina, com nosso fiel ferreiro Hewig, a canalizadora de espíritos Roderika, o dúbio sábio Gideon, a velha leitora de dedos Enia, além de diversos outros personagens a quem podemos fazer sidequests, alguns de maior importância que alteram o final, como a bruxinha Ranni, a misteriosa guerreira Millicent e a companheira do leito de morte Fia, além de outros de menor importância mas ainda assim com quests interessantes como a do Lobinho Amigo Blaidd, a do Potão Alexander, da Feiticeira Sellen, do Comedor de Estrume, da Caçadora Nepheli, da consorte Tanith, do clérigo Irmão Corhym, do medroso e careca Patches (que aparece em quase todo jogo da From), além de vários outros npcs com quest de menor relevância, como o Kenneth Haight, Diallo, Rogier, Irina, Thops, Seluvius, Varré das máscara branca e alguns outros. Minha vergonha é que perdi algumas quests terciárias como algumas da mansão vulcânica e uma ou outra de pequena importância. 

    Enfim, é um jogaço sem sombra de dúvidas! Mais uma obra prima de Hidetaka Miyazaki (caraca escrevi o nome dele de primeira e acertei!) que marcou época. Acertaram em cheio em trazer um mundo aberto que todo fã de Souls pedia. Tem gameplay excelente,  Bosses principais marcantes, uma lore interessantíssima, trilha sonora muito boa (amo a música tema e de alguns bosses como o Godfrey, do Radagon ou da Malenia), gráficos que apesar de simples, são sim muito bonitos e a direção de arte compensa e muito com cenários de tirar o fôlego e cada área com sua personalidade própria. Obra perfeita tanto para fãs dos games da From Software, assim como uma porta de entrada ideal para quem deseja se aventurar. Já pode entregar o prêmio Geoff Keighley (eita que escrevi certo de prima tbm kkk) 

     Nota 9,9/10!

    Só para constar: comecei o jogo com a classe Confessor, meio que um clérigo de combate. De início era uma espada na mão, um escudo na outra e eventuais recorridas à um milagre de cura ou bolas de fogo.  No entanto no decorrer da aventura abandonei a ideia de castar milagres ou magias e foquei basicamente em upar força e destreza, além, é claro, de vitalidade, vigor e fortitude. Por grande parte do jogo minha fiel companheira foi a Presa do Cão de Caça, uma espada grande mas ágil, com um excelente golpe especial que dá um golpe giratório e depois uma investida com teleporte para perto do inimigo. Porém também alternada para outras espadas menores e rápidas como a katana Moonveil, que tem propriedades mágicas e uma outra que aplica sono nos inimigos. Porém lá no endgame tive acesso à famosa katana Rivers of Blood e não teve outra... kkkkk virei praticamente o mestre do sangramento, usando essa katana na mão direita e outra katana na mão esquerda com efeito de sangramento (Cinzas da guerra do Sepuku), utilizando ainda a máscara branca e talismãs propícios ao sangramento! Gostoso demais kkk juro que derrotei a Malenia sem maiores problemas xD

    SPOILERS:

    Acontece que essa entidade Marika chegou às Terras Intermédias para governar com o poder do Elden Ring, e nisso ela se casou com Hoarah Loux, um poderoso guerreiro daquelas terras, que após o matrimônio passou a se chamar Godfrey, o Primeiro Elden Lord. Ambos tiveram filhos, Godwyn, Mohg e Morgott. No entanto esses dois últimos nasceram com a maldição do agouro, com chifres crescendo de seu corpo. Além desse núcleo, é sabido que um nobre guerreiro chamado Radagon enviara seus soldados para tomar as terras de Liurnia da feiticeira e dinvidade lunar Rennala, porém ambos se apaixonaram nos campos de batalha e tiveram como filhos Radahn, Rykard e Ranni. Porém eventualmente Radagon abandona sua esposa e se casa com Marika. Porém o que é oculto é a real origem de Radagon: ele é o lado masculino de Marika, ambos são parte da mesma divindade. E o bizarro é que eles possuem filhos advindos dessa união, Malenia, Miquela e (supostamente) Melina.  Além deles, ainda temos Godrick, parente distante de Godwyn, portanto ainda tem sangue divino da ordem dourada e Malekith, que supostamente seria irmão de Marika. E bem, nem preciso falar que enfrentamos e damos cabo em cada um dessa complexa árvore genealógica, com exceção de Godwyn que já está morto no início da história do game kkkk Após tanta matança de sangue divino, finalmente nos tornamos o Elden Lord. 

    Ahhh e eu cheguei a ver todos os finais para a Platina, porém o que eu mais gosto é o final básico, em que simplesmente derrotamos Radagon/Marika, colocamos sua cabeça de volta ao corpo e nos sentamos no trono de Leyndell, dando início à uma era próspera para as Terras Intermédias, um período que será lembrado como o período de Ruptura. Os outros finais são interessantes, porém o final da Ranni me pareceu meio que o Maculado fica como um "gado" da bruxinha, que aparentemente traria uma era sombria para o local. Não gostei também do final em que somos tocados pelos três dedos, situação em que a loucura do Frenesi domina o Maculado, que destrói de vez a Térvore e lança chamas de insanidade por todo o continente. Aliás, os outros finais alternativos são somente variações do final básico, eu vi apenas o relacionado à quest da Fia e ao da quest do Comedor de Estrume, e o que muda, é a coloração do ambiente e a denominação da Era que se inicia kk

    Elden Ring

    Platform: Playstation 5
    43 Players
    67 Check-ins

    11
    • Micro picture
      santz · 4 months ago · 2 pontos

      Todo mundo que pega esse jogo some do Alvanista por um tempo.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-02-14 23:40:44 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #316 – Kena: Bridge of Spirits (PS5)

    3º em 2022

    O indie mais bonito que eu já joguei, além de ser um game gostosinho de explorar, uma aventura leve para acalmar a alma. Não se engane com as carinhas fofinhas dos Rots, tirando toda a doçura dessas criaturas, as músicas bonitinhas e todo o visual cartoon a lá Pixar, Kena esconde batalhas contra chefes desafiadoras e itens razoavelmente bem escondidos. É um jogo estilo aventura da era PS2 e PS3. Um mundinho semi aberto conectado, com inimigos no caminho, postais bloqueados que só abrem após completar certos requisitos e coletáveis honestos a serem pegos. É muito bom jogar algo assim às vezes: simples e direto. 

    Em pouco menos de 20 horas me aventurei por esse mundo com a guia espiritual Kena, que se encontra em um vilarejo tomado por malícia. O objetivo é ajudar a libertar a alma dos moradores e de personagens chave na trama, como Taro e seus irmãozinhos, a construtora Adira e sua namorada, e o antigo líder da tribo, Toshi e o ancião. Na jornada vamos recrutando aos poucos os capetinha mais fofos que o mundo dos games já viram: os Rot! Começa com um e quando nos damos conta temos dezenas e dezenas nos rodeando pelas fases! E eles são úteis, ajudam movendo objetos nas fases, a potencializar golpes meele e também no arco e flechas, além de paralisar inimigos momentaneamente - e esses peludinhos fazem a diferença, que fica nítido no final do game em um momento em que deles somos privados!

    Bom, eu me diverti bastante, fiz TUDO que poderia ser feito nesse jogo, explorei cada cantinho do mapa, coletei todos os Rotzinhos, todas os chapéus e outros itens. A história fica no segundo plano, sendo contada meio que nem em Ori, meio que nem em Dark Souls kkk na verdade muito desse game lembra os games da From Software (mapeamento dos botões de ataque, defesa e rolamento, etc) mas numa versão facilitada e.. FOFA! Gostei bastante desse game, bonito demais também. Minha mulher que comprou o jogo porque achou muito fofo, e eu que terminei antes que ela por ter curtido a jogabilidade kkkkk Só não platinei pq tem que terminar de novo (não curto platinas assim) e no momento tenho muita coisa pra jogar xD 

    Nota 9/10!

    Kena: Bridge of Spirits

    Platform: Playstation 5
    68 Players
    13 Check-ins

    13
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-01-31 03:18:39 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #315 – Spider-Man: Miles Morales (PS5)

    2º em 2022

    Insomniac é um monstro a produção de games, muitos lançamentos de altíssima qualidade e com aspectos técnicos incríveis. Alguns menosprezam esse game por ser uma expansão Stand Alone do jogo do Miranha, mas não sabem a besteira que estão fazendo ao perder esse excelente capítula na história dos aracnídeos. O game do Aranha tem todas as qualidades que o jogo original tinha, mas modifica o suficiente para dar personalidade própria tanto ao personagem quanto ao game como um todo.  A gameplay em si não foge muito do game original, mas tem um acréscimo muito bem-vindo que são as habilidades venom para o combate - com choques - e de invisibilidade para o stealth. 

    Fiquei impressionado com a movimentação do Miles, as animações são diferentes das do Peter praticamente para tudo, ele tem gingado no web swing, se pendura de ponta cabeça, às vezes fica desengonçado, da uns "pedala" no ar, nas batalhas também tem uns tiques divertidos de se ver. Um movimento legal também é poder apertar o R3 para dar um mergulho veloz e em seguida soltar a teia em velocidades insanas. Sem falar da possibilidade de fazer manobras ao apertar o bolinha durante os saltos. A trilha sonora também é envolvente para caramba com as batidinhas estilosas kkk E no cenário a única diferença é que o game se passa no natal e a New York está repleta de neve. 

    A história é bem empolgante, eu curti pra caramba, eles fazem um bem-bolado ali e tornam todos os antagonistas (o Gatuno e A Pensadora - adaptação do clássico vilão das HQs do Peter, o Pensador) ligados de alguma maneira ao Miles, e tendo um grande vilão na figura do CEO da Roxxon, Simon Krieger. Ao mesmo tempo que deve se envolver no conflito do grupo da Pensadora com a Roxxon, Miles se aproveita do suporte de Ganke, seu Man in the Chair, e com o apoio de sua mãe Rio, a candidata à vereadora. Com pontos bem emocionantes - principalmente no final - a trama segue bem do começo ao fim do jogo, e caraca Miles não fica UM MINUTO sem que alguém o ligue no celular kkk é diálogo o tempo todo, e se não são ligações são podcasts de J. J. Jamenson e Danika Hart. Os moradores do Harlem chama Miles de "Nosso Homem-Aranha" o que é algo bem bonito e simbólico.

    Ótimo jogo, quando  passar a preguiça eu rejogo no new game+ para a platina pioocar kkkk Longe de ser apenas uma DLCzinha, tem bastante conteúdo, levei mais de 20 horas para fazer 100% na primeira jogada. Tem várias side quests, várias bases, coletáveis e graças a Deus nada de caçar pombo ou desafios da Screwball kkkk Só vem Spider-Man II, esse vai ser de explodir cabeças!

    Nota 9/10!

    Marvel’s Spider-Man: Miles Morales

    Platform: Playstation 5
    149 Players
    35 Check-ins

    10
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-01-13 02:03:28 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #314 – Spider-Man - The City That Never Sleeps (PS4)

    1º em 2022

    Feliz Ano Novo!  Pra começar bem 2022 já iniciei com um bom game exclusivo da Sony... aiai como são bem feitos kkk Enfim, primeiramente foi bom jogar algo diferente de Resident Evil depois de tantos meses nessa maratona insana que eu fiz! E pra esse ano pretendo fazer breves comentários ao invés de longos textos que fiz para os RE hehe só para não passar em branco e sobrar mais tempo para jogar ao invés de ficar escrevendo kkk Esse ano pretendo estudar muito pra um concurso ai, então se eu terminar pelo menos metade do número de games que terminei nos últimos 2 anos de pandemia já fico feliz!

    Enfim, The City That Never Sleeps é a expansão do jogo do teioso que joguei lá atrás em 2018 mas deixei passar e só fui pegar agora porque em breve começo Spider do Miles Morales! Essa expansão é boa e se divide em três atos. No primeiro há uma investigação acerca da Gata Negra, no segundo o jogo foca no combate contra a gangue do Cabeça de Martelo e os Maggia e, por fim, no terceiro ato Sabre de Prata é introduzida nessa bagunça toda! Além disso ainda se costura o background da Yuri Watanabe, que pra quem conhece as HQs sabe que ela sai de policial e vira uma vigilante na cidade. Personagens queridos como Mary Jane ligam o tempo todo  para Pete, assim como Miles, que está ansioso para começar seu treinamento - inclusive ao final nos é dado um gostinho do que viria pela frente. 

    Mas que jogo fantástico esses do Miranha. Eu tinha me esquecido o quão bom era me balançar por NY, combater o crime de forma natural pela cidade, meter a porrada em grupos e grupos de inimigos (apesar de ter excesso de combate em alguns desafios secundários), enfim, ser o próprio cabeça de teia! Porém os desafios da Screwball são tantos e chegam até a irritar em alguns momentos. No geral a experiência é muito boa, e a expansão tem MUITO conteúdo, e coisa relevante viu, me espanta tudo isso em conteúdo adicional. Se é fã do herói e curte o game base, tem que jogar essa expansão!

    Nota 9!

    Marvel's Spider-Man: The Heist

    Platform: Playstation 4
    33 Players

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-27 14:15:15 -0200 Thumb picture

    Filme visto - Resident Evil: Welcome to Raccoon City

    Eu realmente esperava que esse filme fosse bom, mesmo que alterasse os eventos dos games, eu queria que tivesse qualidade, que fosse algo bem feito e honrasse o tamanho da franquia nós videogames. Mas infelizmente os maiores vilão de Welcome to Raccoon City são o baixo orçamento e escolhas equivocadas, para não dizer preguiçosas. Há tempos acompanhava as declarações do diretor do filme, que sempre pareceu ser tão fã do mateiros original, dizendo que faria algo fiel, até nos ângulos de câmera (para emular o posicionamento fixo de câmera dos games originais). No decorrer desse ano ele também deu várias declarações dizendo que traria a essência dos personagens e.... bem, não foi bem o que entregou no fim das contas.

    Além de ter sérios problemas de roteiro (diálogos expositivos, frases pobres, simplificações, etc), quiseram fazer dessa história um total MIX do primeiro e do segundo game e Mãe Miranda!!! Como isso foi prejudicial ao filme. O projeto claramente teve orçamento limitado e ainda me inventam de contar DUAS histórias em 1h45m?! Não dá né, ficou corrido, ficou atropelado, não conseguem aproveitar o potencial de nenhum dos pontos marcantes da obra original, como a Mansão Spencer, RPD e até mesmo o Orfanato de Raccoon. Tem poucas cenas em cada local, nada tão relevante sendo revelado, aparições jogadas (que quem nunca jogou o game deve ter boiado totalmente).

    Para não ser injusto preciso dizer: algumas ideias até que agregam à experiência, como darem um passado substancial para os irmãos Redfield, os habitantes de Raccoon se transformando em zumbis e tal. Mas de resto... é um desperdício atrás de outro. Da pra sentir o baixo orçamento do filme em cada cena. Poxa temos o que no filme? 10 zumbis, 1 cão zumbi, 1 Licker e uns corvos kkkkkk sem falar que o CGI não é dos melhores (mas está melhor do que estava no trailer). Só me incomodou mesmo o G na forma final, ainda mais seus olhos vermelhos. Eu até admiro a estética que trouxeram agora o filme, apesar dos pesares ele tem certo estilo, remetendo a filmes B de terror, com cenários até que bem feitos e fiéis na medida do possível. Ver o a da delegacia e da mansão dão certo afago para o fã da franquia, no entanto as salas paralelas em nada se parecem com os originais.

    Agora os personagens, não tem um que seja unanimidade! Cada um tem suas falhas evidentes. A Claire é bem atuada, até se parece -mas custava pôr um rabo de cavalo nela?!- porém sua personalidade está durona até demais. Chris tem um péssimo ator interpretando, e as vezes toma decisões imbecis como toda aquela cena do isqueiro. Jill também conta com uma atriz razoável no papel, mas de Jill só tem o nome e a áurea de fodona. E por fim chegamos nele: Leon de Taubaté kkkk gente, eu até aceitei trocarem a etnia dele, mas não precisavam ter feito dele um total idiota funcionando como alívio cômico do filme!!! Poxa vida, tem cenas lamentáveis com o cara... que dorme enquanto um caminhão explode em sua frente ou que fica totalmente sem ação frente a um zumbi se aproximando.

    Agora vamos para a polêmica: é melhor ou pior que o Resident Evil de Paul W. S. Anderson? Olha, a comparação é injusta, porque a partir do terceiro capítulo os filmes de fantasia pós apocalíptica de Alice tem escopo (orçamento) muito maior que este filme. Porém podemos comparar o primeiro filme, o clássico (?) Hóspede Maldito. O primeiro filme com Milla Jovovich é contido em si mesmo, e nisso, podemos facilmente dizer que explora seu potencial melhor do que Welcome, que tenta correr mais do que as pernas aguentam. Então sim, PASME, Hospede Maldito é melhor que esse filme B novo aqui de Resident Evil!

    Enfim, Welcome to Raccoon Cityy acaba por ser um desperdício de potencial. A intenção até que foi boa, mas foi muito mal executada, o baixo orçamento prejudicou demais a obra também, a franquia merecia mais... E pelo flop que foi, pelo jeito vão engavetar um pouco Resident Evil nos cinemas - é o correto a fazer, pelo menos por alguns anos, e depois voltar com mais grana e aprender com todos esses erros cometidos e fazer algo com calma, com fidelidade e que não insulte aos fãs da obra original. Capcom, TIRE OS DIREITOS DE RE DA CONSTANTIN FILM!!! kkkkk

    2/5 estrelas

    Resident Evil

    Platform: Playstation
    9128 Players
    92 Check-ins

    9
    • Micro picture
      rshadowss · 8 months ago · 3 pontos

      Eu gostei do filme, achava que ia ser uma bomba, mas foi menos pior do que imaginava, só foi extremamente corrido, se bobear até dava pra cortar a parte da mansão e focar só no RE2, talvez fazer uma prequel depois.

      A história é interessante, mas é tudo jogado, o cara quis colocar muita coisa em pouco tempo de filme, o Mr.X tava no filme mas foi cortado. Seria melhor se fosse contado a mesma história do filme em uma série ou um filme mais longo, ia explorar mais coisas e desenvolver os personagens.

      Eu gostaria de ver mais desse universo, só acho que não vai rolar.

      1 reply
    • Micro picture
      jcelove · 8 months ago · 2 pontos

      És em verdadeiro fã. Nem ferrando eu pagaria pra assistir isso (ou baixaria pirata). O que vi dele ja era suficientemente zoado pra nao querer ver mais nada.hehe

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-13 20:52:30 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #313 – Resident Evil Village (PS5)

    44º em 2021

    Após nove meses somente jogando games da franquia Resident Evil – uma gestação – cheguei ao último capítulo da saga até aqui. Nasceu um fã dos jogos de terror da Capcom nesse meio tempo! Na realidade eu terminei Village dois dias antes da cerimônia do The Game Awards, cujo qual este game concorreu como um dos melhores games do ano de 2021. Apesar de não ter levado o prêmio máximo do mundo dos games, para mim foi o melhor game desse ano (mas eu não cheguei a jogar os outros concorrentes, então... :p) Porém após terminar o game eu precisei REjogar toda a última hora para absorver bem os acontecimentos. Village é um ótimo game, não tão voltado às raízes da franquia como o 7, porém pegando elementos de diversos games passados fazendo referências diretas, principalmente, é claro, a Resident Evil 4. O jogo é todo bem feito, gameplay, gráficos, sons... somente a história tem certos deslizes, exageros na parte final e certas escolhas duvidosas vindo da Capcom. Mas que jogo bonito... Foi o primeiro jogo versão de nona geração que eu termino! Um primor visual do começo ao fim no PS5, jogando no modo fidelidade.

    Levei 13h30 para terminar essa macabra jornada de Ethan Winters nesse vilarejo quase medieval na Romênia. Na época que saiu eu via o pessoal zerando o game em meras 5 ou 6 horinhas e fiquei pensando que era um jogo curto, mas poxa, tem conteúdo para caramba, esse povo joga rushando, não é possível kkk Pra quem reclamava que o VII não tinha muitos inimigos e – olha lá – zumbis, Village é um prato cheio, porque tem grande variedade de inimigos e até o seu próprio “zumbi” para chamar de seu: os Moroaicã. Além deles - e de sua versão voadora - temos é claro os licanos e suas variações, diversas versões dos soldats, e uma cacetada de minichefes e chefes um mais monstruosos que os outros – e muitos parecem ter saído diretamente de Bloodborne, o que NUNCA é ruim. O jogo também recompensa muito qu gosta de explorar, são dezenas de tesouros para coletar, vinte cabars de madeira para destruir, peças de armas em locais secretos, e até animais comuns e raros para caçar a fim de fazer refeições que, por sua vez, servem para fazer upgrade na vitalidade e mobilidade de Ethan.  Sim, esse game refina a jogabilidade em alta potência. 

    Continuando a pegada do soft reboot que foi o jogo passado, Village é um game de ação e terror em primeira pessoa, porém nesse capítulo o que predomina são os momentos de ação. Tanto que a movimentação é mais solta e a mira mais precisa, devido agora Ethan ter passado por um treinamento militar. Além disso, temos um arsenal muito maior de armas e bombas, sem falar da grande quantidade de recursos para criação de munição além da já farta encontrada pelo cenário. Sem falar, é claro, da grande quantidade de inimigos encontrados e a grande variedade de chefes. Porém o terror não foi deixado de lado não, as primeiras horas na primeira jogatina são tensas pra caramba, poucas armas, sem saber o que fazer, barulhos sinistros e atmosfera pesada (esse jogo PRECISA ser jogado com um bom headset, e o Pulse3D ajuda muito na imersão). Até a metade do jogo eu diria que o terror é bastante presente, chegando em seu ápice na casa da Beneviento. O tanto que eu ouvi por cima de relatos de que esse trecho seria aterrorizante e o momento mais assustados da franquia não estão escritos mas... não é que estão corretos mesmo? Joguei até do jeito certo: de madrugada, sozinho, no escuro e com o Pulse3D. Foi realmente TENSO. Que bom que não fui spoileado antes e pude me surpreender com as cosias terríveis que ali acontecem! E que sufoco, sem arma é dose, realmente parecia muito com P.T. ou um Outlast da vida. Porém após essa parte o jogo dá uma aliviada e as próximas áreas de terror mesmo só tem o clima e inspirações.

    Ahhh esse jogo tem uma jogabilidade gostosa demais, é responsiva, é bem ajustada, realmente digna de um jogo do ano. Funciona como no 7, porém mais dinâmica. Como esse jogo se inspira e homenageia demais o quarto game da saga (un forastero!) muitos elementos são parecidos: o inventário em forma de maleta (tchau tchau baú :c), o sistema de economia com dinheiros a serem coletados e objetos de valor, itens que dropam de todos os inimigos, armas que podem ser melhoradas e adereços que podem ser acoplados, e claro, temos o Duque, um mercador enigmático parceiro que aparece em todos os cenários do game! Realmente, se RE 7 está para RE 1, RE Village está para RE 4! Ah e o vilarejo. Esse cenário funciona como a hub central do game, após cada outra área que exploramos voltamos para o vilarejo e podemos abrir novas passagens, portas, baús e etc. Fora isso, temos mais quatro cenários que são respectivos a cada um dos quatro lordes presentes no game: O castelo luxuoso de Alcina Dimitrescu, que remete ao terror gótico de vampiros; a casa mal assombrada e cheia de bonecas de Donna Beneviento, seguindo um terror mais psicológico; a caverna e as partes úmidas da vila ao redor do lago, domínio de Salvatore Moreau , área totalmente inspirada em RE 4 (quase um Del Lago 2.0) que tem elementos de terror corporal; e a fábrica de Karl Heinsenberg, enorme local subterrâneo todo industrial com cenários apertados e criaturas frankenteinzescas (até algumas plagiadas do filme Frankenstein’s Army – olha o processinho).

    A história de Village começa de forma muito impactante. Como mostrado até em trailers, o jogo começa mostrando Ethan vivendo com Mia em família, já tendo uma filha bebe chamada Rose, quando do nada Chris Redfield e sua tropa invadem a casa à tiros metralhando Mia, sequestrando Rose e Ethan. Por causa disso fiquei o jogo todo me perguntando o que teria acontecido para que Chris tivesse se tornado um vilão, se Mia havia morrido mesmo e como Ethan iria recuperar a pobre Rose. Os mistérios ficam ainda maiores após adentrarmos toda a loucura que acontece naquela afastada vila na Romênia, envolvendo criaturas licanas, vampirescas e um culto à figura misteriosa da Mãe Miranda e seus quatro filhos, os lordes que citei anteriormente. No desenrolar do game vamos lendo diversos files que aos poucos vão dando dica do que está acontecendo de fato por detrás dessa seita macabra de Miranda e o sequestro de Rose. No entanto, todavia, porém... penso que esse game viajou um pouquinho demais na trama. Assim, ainda se justifica TUDO na trama, como se todos esses inimigos folclóricos, poderes especiais e transformações dos lordes e outros exageros que beiram o sobrenatural na realidade fossem provenientes de agentes biológicos conhecido como Megamiceto (encontrado por Mirando nas cavernas subterrâneas em baixo do vilarejo). Achei um pouco exagero, não que em games passados da franquia não tivéssemos exageros (desde Code Veronica já temos seres “final fantasiescos” na franquia, ou até mesmo gigantecas criaturas disformes como as obscenidades de RE 6) porém eu estava curtindo a pegada mais pé no chão que a Capcom trouxe com RE VII. Mas beleza, pelo menos tudo isso funcionou para trazer um game divertido e bastante diversificado em seus ambientes e chefões.

    !!!COM SPOILERS!!! Sobre a trama em si, devo dizer que em um primeiro momento fiquei desapontado em ver que na realidade Chris estava no lado dos mocinhos e que na realidade a Mia que ele matou no começo do game era Miranda transmutada, e que ele havia agido da forma que agiu para “não ter civis atrapalhando em seu caminho’. Poxa vida kkkk Forçaram um pouco a barra para criar um início impactante, porque dava sim para ter informado o pobre do Ethan sobre o que estava acontecendo ali, não precisavam ter sido tão rudes e misteriosos com Ethan, coitado... E sobre Miranda, a vilã já tem mais de 130 anos de vida, conseguiu a vida eterna devido ter encontrado o Megamiceto em uma tentativa de suicídio após sua filha Eva ter morrido em decorrência da gripe espanhola. Nesse pouco mais de um século Miranda passou a estudar as propriedades do Megamiceto, fazendo de cobaia os moradores da vila – até mesmo membros da nobreza, como Dimitrescu – tudo com o objetivo de encontrar o receptáculo perfeito para trazer de volta a vida sua falecida filha. Nesse meio tempo até mesmo Ozwell Spencer foi seu aluno e veja só, um pequeno retcon foi feito na franquia: o símbolo da Umbrella foi criado com inspiração em um brasão encontrado nesse vilarejo. Sem falar que Spencer foi influenciado por Miranda para encontrar meios de conquistar a vida eterna para si próprio. Inclusive os acontecimentos todos de RE VII são derivados de ações de Miranda: ela entrou em contato com a The Conections e deu uma amostra do Megamiceto, criando assim a variante Mutamiceto e todos os experimentos com Eveline (uma tentativa de trazer Eva de volta a vida, mas fracassada). Esse background todo é apresentado em importantes files e fotos encontrados na parte final do game.

    Agora o Ethan... aiai coitado do cara, a Capcom não pegou leve com ele! O cara do nada perde a esposa (é o que achava), perde a filha, tem metade da mão comida pelo licano, é perfurado diversas vezes pelos vilões, tem o coração arrancado, volta dos mortos e depois se sacrifica. Poxa, TUDO isso, e a Cacpom vergonhosamente escondeu o rosto do cara até não poder mais, chega a ser hilário (como nas cenas finais do Chris carregando ele e a câmera se esforçando para esconder seu rosto...) Pra que isso?!? Kkkk faz sentido algum isso, ainda mais que nesse jogo Ethan está muito mais cabreiro, com personalidade forte e bem interpretado... Não é um RPG em que criamos um personagem, é um personagem já montado, não havia necessidade de continuar a esconder desse jeito o cara... vacilo kkk Mas enfim, eu já gostava do personagem no jogo passado (ao contrário da maioria das pessoas), mas aqui ele tá realmente mais brabo e com grande perseverança para salvar Rose. O louco é que no final explicam que na realidade ele havia morrido pelas mãos de Jack Baker logo após ele enfrentar a Mia no game passado, e só estava vivo porque seu corpo havia sido dominado pelo mofo, ele não só estava infectado, como era 100% um mofo ambulante o.O Isso explica as diversas vezes que ele se curava tão rápido de ferimentos graves e até “colava” membros decepados. Por essa razão que Rosemary é tão especial: ela é uma filha natural de um homem 100% contaminado pelo mofo e uma mulher com anticorpos ao mutamiceto, isso tudo sem falar que foi “desmontada” por Miranda que tentou a usar como receptáculo para Eva. Rose – além de muito fofa – é uma arma biológica perfeita. A cena pós créditos é emocionante e instigante, mostrando que certamente jogaremos com ela no próximo game da franquia.

    Resident Evil Village é um ótimo game, eu fiquei muito envolvido com a trama (apesar de ter me desapontado com a resolução de parte dela), emocionado com o final, e também bastante investido na gameplay, que é excelente! Em questões técnicas não tem do que reclamar, visuais e cenários e personagens primorosos, parte sonora agrega demais na imersão, a jogabilidade é ótima, as áreas são distintas uma das outras e entregam formas diferentes de se jogar, além de referenciar um estilo diferente de gameplay de títulos passados da franquia. A história tem seus deslizes e conveniências de roteiro aparentes, mas entrega bons momentos e fecha com intensidade. Com toda certeza é um dos melhores games do ano. Não é o melhor Resident Evil, mas está juntos dos mais prestigiados, para mim está com certeza no TOP 10 – levando em conta que a franquia tem mais de 25 games e eu finalizei todos kkkk A história do pai chega ao fim...

    4/5 estrelas

    Resident Evil Village

    Platform: Playstation 5
    71 Players
    31 Check-ins

    7
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 13:58:12 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #312 – Resident Evil 7: End of Zoe (PS4)

    43º em 2021

    Ok... essa expansão realmente me surpreendeu! (Para o bem ou para o mal) Pelas artes que eu havia visto, pelos banners nos menus e tal eu sempre achei que fosse algo na pegada The Last of Us e tal, com um velho acompanhando uma garota em um ambiente hostil com infectados e tal (isso misturado com Final Fantasy devido o visual todo Frozen que Zoe se encontra), mas dei de cara com uma campanha malucaça e galhofa em que o foco é ser porradeiro com um caipira bruto comedor de inseto que mete o sopapo nos mofados e tudo que se move – exceto crocodilos! É, eu cheguei à conclusão que curti a proposta, é bem diferenciado do jogo base e dá uma dinâmica nova ao adicionar uma função de combate tão atípica em games do estilo. Peca um pouco no enredo pois apresenta menos contexto ainda que Not a Hero, mas vale demais a pena pelo conjunto da obra.

    A gameplay se diferencia porque jogamos com um personagem forte que consegue derrotar mofados com apenas quatro socos e um pisão, e também é capaz de chegar em stealth por detrás dos monstros e praticamente estourar a cabeça dos infelizes. É dahora, é engraçado e ainda desafiador se tentar pegar o troféu que premia quem mata todo e qualquer inimigo apenas na base da porrada! Eu consegui. Se não fossem os trechos com crocodilos, em que é necessário desviar deles, correr desesperadamente no lodo e até decorar seu padrão de rota, seria até que fácil. Mas teve um trecho em que temos que atravessar um rio com construções de madeira que estava lotado de mofados e crocodilos que me deu raiva, ainda mais devido o mofado de quatro pernas eu é bem chato de matar no soco e nos derrota com double-kill! De resto, o jogo segue linear, nosso objetivo é sempre achar uma cura para Zoe, derrotar tudo que se move, comer bixos repugnantes para se curar e derrotar um mofadão lutador misterioso em algumas batalhas contra chefe. O louco é que no final do game é possível utilizar uma luva high tech de procedência da Umbrella Azul que nos permite dar um socão carregado e dezenas de vezes fortificado. Esse é arrebatador, pena que usamos por pouco tempo.

    Bem, a história continua do ponto do jogo base em que Ethan cura Mia em vez de Zoe, que passa a vagar pelos pântanos e tem seu corpo calcificado por Eveline. No entanto, dois soldados da Umbrella Azul encontram seu corpo e descobrem que ela ainda está viva. E é nesse momento que somos apresentados à Joe Baker, tio de Zoe, que vive afastado nos pântanos próximos ao terrenos dos Bakers. Joe inicialmente acredita que a Umbrella é responsável pela condição de Zoe, por isso embosca os soldados e prende um deles, que afirma que eles têm uma cura para Zoe armazenada em uma cabana próxima. Joe vai para a cabana, encontrando uma cura parcial, e retorna para encontrar sua cabana em chamas, o soldado morto e um mofado forte e raivoso rugindo, esse ser é conhecido como Monstro do Pântano. Joe foge com Zoe em um barco para encontrar a base da Umbrella abandonada. Eles descobrem que a cura foi transferida para um barco a remo próximo. Joe embarca no barco e, depois de encontrar e batalhar com o Homem do Pântano mais uma vez, encontra uma dose completa da cura. O Mofadão captura Zoe e Joe é forçado a passar por grande parte do pântano até encontrar Zoe em uma igreja abandonada. Lá dentro, Joe é emboscado pelo Homem do Pântano, que se revela ser Jack Baker fortemente mutado, que bate em Joe, coloca-o em um caixão e o joga na água do pântano para morrer. Joe se lava perto da mansão Baker e se encontra no meio de uma batalha entre as Mofados e soldados da Umbrella Azul. É nesse ponto que encontra a luva poderosa e high tech da Umbrella e a utiliza para fazer dos Mofados um purê. Após explorar um pouco o terreno dos Bakers, agora todo sitiado, Joe encontra Zoe dentro da sala principal da grande casa, porém é surpreendido por Jack e a batalha derradeira se inicia. Mesmo com a ajuda do aparato energizante, seu irmão dá trabalho, mas é finalmente trucidado com vários socões que até explodem metade de seu corpo, que calcifica definitivamente. Assim Joe pôde salvar sua sobrinha, e logo são resgatados por Chris Redfield! No finzinho Zoe, após se recuperar da “Frozencinação”, recebe um telefonema de Ethan, que diz que sempre cumpre suas promessas (no caso de enviar ajuda).

    É meio forçado Jack ter sobrevivido à batalha com Ethan que aconteceu no jogo base? Sim, é forçado, mas vá lá, dá pra aceitar, ainda mais que ele está quase completamente sem consciência e aparenta agir de forma bestial. Porém o jogo é omisso em relação à aparência “gelada” de Zoe, que é tão marcante visualmente mas sem explicações, apenas podemos presumir de é porque a garota é “do bem”, por isso calcifica de forma elegante. É legal jogar com um caipira como Joe, e é até crível pensar que um irmão de Jack morava nas redondezas e é bruto de nascença. Essa expansão tem ainda menos files para ler, o que diminui ainda mais o lore que poderia ter sido agregado. 

    Mas enfim, é uma experiência bem divertida e diferente do jogo base, que me agradou bastante por ser focada na porradaria contra os monstros, algo nunca mostrado na franquia. Poderiam ter dado uma atenção especial para o enredo, explicar um pouco mais certas condições e tal, mas acaba bem e deixa um gostinho de querer ver novamente tais personagens. Sei que muita gente não aceitou muito a proposta da gameplay dessa expansão, mas poxa, eu curti, apensar de não ser nada que eu esperava, acabei por achar legal ir socando os mofados tudo pelo caminho kkk

    4/5 estrelas

    Resident Evil 7: End of Zoe

    Platform: Playstation 4
    30 Players
    3 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 13:51:29 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #311 – Resident Evil 7: Not a Hero (PS4)

    42º em 2021

    Esse era um dos conteúdos de RE 7 que eu mais estava na expectativa de jogar, por motivos de Chris Redfield (mesmo que não tenha nem a voz e nem o rosto que conhecíamos). Na época essa expansão foi prometida como sendo gratuita e para o começo do ano de 2017, mas foi adiada e lançada somente em dezembro junto com a End of Zoe, por isso devo ter deixado passar na época (e na época eu não era tão fã da franquia ainda). Essa DLC tem umas duas horas de duração e mostra Chris perseguindo o maníaco do Lucas, que sobrevivera à passagem de Ethan em sua casa. O jogo é divertido e tal, mas faltou um pouco mais de contexto narrativo.

    A expansão se diferencia em gameplay do jogo base devido estarmos jogando com um experiente em combate contra B.O.Ws da BSAA, todo equipado com armamentos de primeira (fornecidos pela nova e aparentemente benevolente Umbrella), proteções e inclusive um capacete vindo diretamente de Halo – que inclui um HUD bem demarcado. Chris ainda vai upando seu traje com visão noturna e um disco que filtra o oxigênio em locais com esporos do mofo. O cenário que exploramos é o das minas de sal, aquele em que Ethan encontra laboratórios da The Connections. Porém Chris adentra o cenário mais profundamente, tudo para buscar Lucas que havia matado um integrante do seu squad e sequestrado outros três. Em uma vasta área temos que explorar três caminhos para aos poucos ir pegando as melhorias que citei acima, além de uma munição especial para acabar com os inimigos inéditos desse modo: os mofados brancos! Quem produz essa munição contra seres regenerativos é a Umbrella Azul. Então passamos por diversos cantos estreitos, escuros, com armadilhas e lasers, enfrentando diversos mofados, alguns mofados brancos (vão de base rapidinho com a munição especial da Umbrella), e um mofadão gigante que até deu certo trabalho para morrer. Por fim é, perseguindo Lucas, passamos por um grande laboratório oculto que ali se encontrava, cominando em uma batalha final derradeira contra o marmanjo pirado. Olha, o único ponto negativo da gameplay é a facilidade: como estamos muito bem equipados, fica fácil derrotar todo e qualquer inimigos que encontramos, inclusive o boss final.

    Na história, vemos um Chris irritado por estar trabalhando em conjunto com a Umbrella Corporations (aka Umbrella Azul), que agora está reformada e “boazinha”, ajudando na batalha contra B.O.Ws, oferecendo armamentos, equipamentos e soldados para agências especiais como a BSAA. A trama gira em torno da operação Lurking Fear, que Chris que faz parte, e tem o objetivo de eliminar a supercolônia de Mofados em Dulvey Parish, Louisiana. Logo após o final do game base, quando Chris e o pessoal da Umbrella Azul resgatam Ethan, ele recebe ordens para prender Lucas Baker, que está escondido na Mina de Sal Abercrombie, devido envolvimento com a organização criminosa The Connections. O resto do esquadrão de Chris foi declarado desaparecido após serem capturados por Lucas. Inclusive logo no início Lucas surpreende Chris e coloca uma bomba em seu pulso. Chris, mais determinado do que nunca, continua sua perseguição. Ele tenta resgatar vários soldados da Umbrella que foram capturados, mas eles são mortos pelas armadilhas de Lucas. Eventualmente, Lucas ativa o cronômetro na bomba de Chri, que é forçado a congelar a bomba em nitrogênio líquido, desativando-a por tempo suficiente para removê-la. Após isso Chris tem que derrotar inúmeros mofados e sobreviver à armadilha final de Luca... O cara é brabo! Até que se depara em um laboratório de pesquisa secreto da The Connections. Porém lá descobre que Lucas matou todos os pesquisadores da organização e planeja ainda pretendia traí-los ao enviar dados sobre Eveline para outra empresa (até então desconhecida). Chris consegue encurralar e atirar em Lucas, o que provoca mutações em seu corpo e desencadeia a boss battle final! Com sua missão cumprida e a infecção de Eveline contida, Chris retorna ao acampamento base da Umbrella Azul e o jogo acaba.

    Olha, para mim faltou explicarem um pouco mais sobre essa tal Umbrella Azul, deixar claro se eles realmente possuem objetivos puros e tal. Além disso essa expansão tem um nome tão charmoso Not a Hero, mas em momento algum toca nessas questões sobre os pensamentos e conflitos internos de Chris... Não como acontece em RE5 ou no filme Vendetta – que, inclusive, tem uma cena de diálogo com Chris em que ele fala algo do tipo, que ele não se considera um herói por que apenas está matando seres infectados que um dia foram pessoas. Além disso, tudo que ele tenta fazer aqui é resgatar os soldados de seu batalhão, e acaba falhando por motivos alheios à sua pessoa. Sei lá, eu estava esperando ver mais conflitos nessa história e tal, mas tudo que parece é que essa é apenas mais uma missão que o soldado, entre várias de sua longa carreira. De resto eu gostei de ver os diálogos sarcásticos que Chris (bem mal humorado) tem com a operadora da Umbrella que conversava com ele pela escuta, porém ele é até grosseiro em certos pontos kkk

    Sim, Not a Hero é uma adição legal para o ótimo game que é RE7, traz um diferencial legal ao permitir jogar com um soldado tão experiente como Chris e ainda equipado completamente com tecnologias da Umbrella Azul. Levei 2 horas para terminar, é curta, mas da uma exploração legal pelos cenários das minas e o laboratório. Porém é fácil até demais, não senti muita dificuldade no modo normal, nem mesmo nas duas batalhas conta chefes, sendo necessário somente paciência e despejar balas neles. A história até revela um pouco e entrega algumas informações que o jogo base deixa, mas poderiam ter revelado mais, tem poucos files. Enfim, é uma boa DLC que conclui o arco de Lucas que ficou em aberto no jogo base e permite jogar com nosso querido Chris – mesmo que não seja nosso querido Chris, não com aquela cara e essa voz nada a ver! Kkk

    3,5/5 estrelas.

    Resident Evil 7: Not a Hero

    Platform: Playstation 4
    49 Players
    4 Check-ins

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 04:36:14 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #310 – Resident Evil 7: Banned Footage Vol. 2 (PS4)

    41º em 2021

    O segundo pacote de expansão das fitas também traz dois modos novos para agregar levemente à história de RE7, ao mesmo tempo que entrega experiências criativas dentro da estrutura firmada no jogo original. Também disponibiliza o hilário minigame Jack’s 55th Birthday, que é exigente bagarai em suas pontuações kkkk Aqui temos um completo jogo de cartas no modo 21 e Daughters, um capítulo interessantíssimo em que vemos a família Baker no momento em que suas vidas foram viradas ao avesso.

    21 é um modo em que novamente jogamos com o coitado do Clancy, que passa por sua terceira dose de tortura na casa dos Baker. Dessa vez é Lucas quem “brinca” com ele. Em uma sala pequena, Lucas algema Clancy e Hoffman, outro azarado que está com um saco na cabeça, ambos em lados opostos em uma mesa de jogos. O objetivo do lunático é que ambos joguem partidas de baralho, mais especificamente o jogo 21, em que a soma das cartas da mesa deve ser ou 21 ou o número mais próximo disso. Primeiramente está em jogo os dedos de ambos, mas ao passar de nossas vitórias Luquinha mostra toda sua “criatividade” ao aumentar a aposta, com aparatos que eletrocutam o perdedor e ao final uma serra que dilaceraria a cara do desafortunado. O jogo é bem legal, eu que nunca havia jogado 21 agora passei a curtir! Claro que, por ser um videogame, tem que ter elementos lúdicos, então a cada rodada temos trunfos, cartas especiais que concedem bônus para que o jogo não dependa apenas da aleatoriedade (como comprar cartas propícias, descartar cartas, fazer o adversário dobrar aposta, etc). Lucas mostra toda sua psicopatia nesse modo, usando até o corpo de Hoffman como marionete no round final! Bom que Clancy aparentemente nasceu em Las Vegas e se dá bem kkkk

    Daugthers é o modo mais focado na história dessas duas DLCs de fitas, funcionando como um pequeno trecho de história. Jogamos com a pobre Zoe Baker, em 2014, na noite do fatídico dia em que o navio naufragou nos pântanos da Louisiana devido um furacão (conforme informavam no noticiário que ela assistia). Já de início vemos versões pacíficas dos membros da família Baker, um Lucas jovem revoltado no celular, Marguerite mãe carinhosa cozinhando, e Jack chegando ao resgatar um pobre pobre menina indefesa. Fica ao cargo de Zoe levar roupas novas para a garota, e é aí que o pesadelo se inicia: em um aparente momento de calmaria, Zoe deixas as roupas perto de Eveline que subitamente acorda e diz “Vocês são meus agora”, fazendo a luz apagar e sair correndo do quarto... tenebrouser! A partir daí vemos cada membro da família sendo tomado pela maldita garotinha e temos que tentar escapar da casa. Por sorte eu vi a senha do celular de Lucas e consegui acessar ao notebook dele e vi a dica de procurar pela caixa vermelha que continha a chave para sair da mansão. E assim após desesperadamente fugir do pai e se espreitar para não ser achada pela mãe, ambos praguejando sobre a Zoe. Por fim, ao conseguir escapar pela porta da frente, Zoe adentra o trailer em que Mia estava, tudo para ser surpreendida por Eveline que diz que agora elas são irmãs (e que susto!) Curti essa expansãozinha pois ela mostra o lado humano da família e vemos que eram pessoas boas antes da infecção pelo mofo e a tragédia que aconteceu naquele local devido Eveline.

    E o minigame da vez que acompanha o pacote é o hilário modo Jack’s 55th Birthday, em que Mia tem que levar MUITA comida para um faminto Jack – muito exigente por sinal. Tudo está meio decorado, com balões e cartazes, sem falar Jack e os Mofados todos com chapeuzinho de aniversário kkkk É complicadinho, ainda mais se for tentar pegar rank S... tem que ser muito rápido, cé loko, eu não tentei não. São alguns cenários, como a casa de hóspedes, a área de testes e a casa principal. O jogo é bem rigoroso quanto aos tempos, qualquer errinho é motivo de reinício se busca os troféus. É bem arcadezão mesmo, não faz bem meu tipo de jogatina, então esse eu só entrei mesmo para conhecer.

    Enfim, mais um bom conteúdo esses que vieram na expansão. O jogo de cartas realmente é divertido e pode até viciar, já o modo narrativo de Zoe é bastante relevante para quem curte o game principal. Soma umas boas horas a mais de coisas para se fazer nesse ótimo game. O que resta agora é tentar vencer dez inimigos seguidos no 21 com a mesma “barra de vida” kkk além de se estressar alimentando o Jack paspalhão.

    4/5 estrelas

    RESIDENT EVIL 7 biohazard Banned Footage Vol.2

    Platform: PC
    7 Players

    4
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