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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-06-06 03:06:08 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #285 – Resident Evil - Code: Veronica (PS2)

    #12º em 2021

    Wow! Esse é dos bons ein?!

    Code Veronica é um baita jogo e que merece mais reconhecimento! Ouvi falar pouco desse capítulo durante minha trajetória gamer, todos só queriam comentar sobre a inovação que foi o primeiro game, ou do quão bom era o segundo, o quanto aterrorizador era o capítulo do Nemesis, ou do nível de fodelância de Leon no quarto e revolucionário capíltulo da saga.... Porém vos afirmo: esse jogo dos irmão Redfield é tão bom e marcante quanto os demais, sabendo utilizar tudo quer era bom na trilogia original de forma otimizada e uma aventura mais extensa!

    Esse eu demorei boas 12 horas para explorar todos os cantos do cenário, derrotar toda arma bio-orgância que via pela frente, além de devorar todos os documentos encontrados pelo caminho! Pensou nos elementos definidores de Resident Evil pensou em Code Veronica! Deram BASTANTE ênfase nos puzzles, com muito "vai-e-vem" pelos cenários com o "leva-e-tras" de itens, muito gerenciamento de inventário, leitura de arquivos, resolução de enigmas, etc, tudo isso em cenários a princípio enigmáticos - com direito à uma mansão, é claro - e depois mais industriais com os clássicos laboratórios. 

    Pela primeira vez na franquia foram criados cenários inteiramente renderizados, sendo bem feitos. No jogo andamos por uma prisão, uma base de treinamento militar, uma mansão, bases subterrâneas secretas, bases frias no Antártica e laboratórios abandonados (só faltou mesmo um esgoto, né? xD) O jogo é divido em duas partes: primeiro jogamos com Claire, que busca com todas as forças seu irmão Chris, e depois da metade para frente com o dito cujo, que precisa agora resgatar sua caçula! Durante a missão de sobrevivência derrotamos os clássicos zumbis, cachorros zumbi, morcegos, aranhas gigantes, variações do Hunter (mais fáceis de matar). Porém esse capítulo tem alguns inimigos bem marcantes, como os deformados Bandersnatchs, que com um braços só, dão um trabalho danado para derrotar. De chefões, marcam mesmo o novo modelo de Tyrant, o T-103, que é bem parecido com o que derrotamos no primeiro game; Nosferatu, a cobaia-pai dos vilões do game que foi infectado com o T-Veronica; Albinoid, uma salamandra gigante; e claro, a chefe final que tem três formas, uma mais repugnante que a outra!

    A história tem desenvolvimento mais aprofundado que os games anteriores, possuindo bem mais cenas de corte - que são consideravelmente mais bem produzidas que as dos games passados. O jogo começa três meses após os traumáticos acontecimentos do segundo jogo da franquia, seguindo a perspectiva de Claire Redfield buscando seu irmão, que não dava as caras desde os terríveis acontecimentos da Mansão Spencer. No meio do caminho se junta a Steve Burnside, um revoltado, convencido e odiável garoto de 17 anos que só se ferra durante o jogo (além de se apaixonar por Claire - e olhar sua bunda nos tempos livres kkk). Durante o jogo conhecemos o Alfred e Alexia Ashford, gêmeos criados em laboratório com o intuito de clonar Veronica Ashford, ancestral-mor desta família. No meio da aventura trombamos com ele: Albert Wesker, que já deixara de ser um humano normal, se tornando uma arma biológica muito bem sucedida. Após o desenrolar da primeira metade finalmente controlamos Chris Redfield, que agora precisa socorrer Claire. E assim a narrativa se desenrola, construindo muito do lore sobre o início da Umbrella, apresentando a família Ashford, aterrorizando com os desejos malignos de Alexia e revelando os planos sombrios de Wesker. Pontos altos do game são as cenas em que o Chirs apanha muito do Wesker - porque será que ele fica bombadão nas sequências? kkkkkk

    Code: Veronica é um ótimo jogo de survival horror, um dos grandes Resident Evil, tem tudo que a franquia entregava de melhor na época e é um jogo que te prende do começo ao fim! Eu realmente desejo que, ao invés de correr e fazer um remake do 4º game, a Capcom ouça os fãs e façam uma boa reimaginação deste clássico, essa história merece ser contada!

    Ah... te dou uma dica para acertar qual o código necessário no final do jogo!

    5/5 estrelas

    Resident Evil CODE: Veronica X

    Platform: Playstation 2
    4121 Players
    70 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-06-06 02:13:38 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #284 – Super Mario Galaxy (Wii)

    #11º em 2021

    Depois de tantos anos eu joguei esse jogo que por muito tempo era reconhecido com um dos melhores games do Mario já feito! E não é que é bom mesmo?! É viciante ir a cada mundinho existente no mapa, coletar todas as estrelas possíveis. Vou me gabar aqui: coletei todas as 120 estrelas no modo normal do game (o Super Luigi Galaxy que vá pro inferno! kkk)

    Nessa aventura, pra variar, Bowser (com a ajuda de seu levado filho) sequestraram a princesados cogumelos durante o festival estelar que estava rolando no reino, e dessa vez a leva diretamente ao espaço sideral! Mario conta com a ajuda de Rosalina, a mãe das estrelas, e os Lumas, estrelas amigáveis.  O objetivo aqui é recuperar as estrelas do poder para conseguir energia suficiente para salvar Peach! Claro 

    que durante essa jornada pelas estrelas Luigi e os Toads aparecem para dar um help - sem falar do Captain Toad, que faz sua estreia nesse game!

    O jogo é bem divertido, contando com diversos tipos diferentes de power ups, como um que faz Mario virar uma abelha e voar por certo tempo; outro que o transforma em uma mola para pulos mais alto; outro que o transforma em um fantasma; um que o permite voar. além dos clássicos de foguinho e gelo.  As fases do jogo funcionam assim: temos 6 locais na nave da Rosalina (Varanda, Fonte, Banheiro, Cozinha, Sala de Máquinas e o Jardim) e nesses locais temos acesso às galáxias, que nada mais são do que grandes fases temáticas - tem temas de todos os tipos que você possa imaginar - em que temos 5 ou 6 estrelas para coletar em cada estágio, que mudam o percurso ou espaço delimitado em cada uma dessas fases.  Levei o mês todo de maio jogando, mas consegui pegar todas as estrelas, para só depois ir resgatar a Peach!

    E para meu delírio: após pegar a 120ª estrelas eu descobri que para fazer 100% do game precisava pegar de novo todas as 120 estrelas nas mesmíssimas fases, porém utilizando o irmão desengonçado de Mario: Luigi Mario. KkKkKk Passo! Ele pula mais alto que o irmão e eu não to a fim de jogar tudo de novo assim de cara o.O Ah, e falando do Luigi, também temos que voltar em uma par de fases para resgatar o desgramado! Pow Luigi, se você não se ajuda, ninguém vai te dar valor, vamos sair da barra do macacão do seu brother!

    Enfim, muito bom jogo, se é meu preferido dos jogos 3D do Mario? Não, Odyssey para mim ainda é insuperável. Se é o mais desafiador? Nem de longe, na real é o game 3D do Mario mais fácil que tem, passeio no parque! Porém ainda assim divertido para caramba, instigante para coletar todas as estrelas, e viciante. Só parei de jogar quando não tinha mais nada para fazer como Mario!

    PS: o coop é bem ruim, Diana ficou boladaça de só ficar controlando o cursor na tela para ficar coletando as estrelinhas na tela! Era melhor nem ter nada kkk

    4,5/5 estrelas

    Super Mario Galaxy

    Platform: Nintendo Wii
    6895 Players
    449 Check-ins

    10
    • Micro picture
      santz · 8 days ago · 2 pontos

      Realmente, o segundo jogador só poder controlar a estrelinha na tela é o multiplayer mais idiota de todos. Mas ainda sim, esse jogo é espetacular. O 2 também é igualmente incrível.

      2 replies
    • Micro picture
      subzero_amarelo · 8 days ago · 2 pontos

      Ainda não joguei o Odyssey, então o Galaxy pra mim continua sendo o preferido dos Marios. Jogo absurdo de bom.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-04-23 16:59:05 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #283 – Resident Evil Survivor (PS1)

    #10º em 2021

    Primeiro spin off de Resident Evil lançado e que joguei. Trata-se de um jogo com perspectiva em 1ª pessoa que tenta seguir os moldes da trilogia clássica da franquia, porém é bastante limitado devido o console que foi lançado, não tem puzzles, leva e trás de itens ou backtracking, é bem linear. É uma experiência curtinha, mas interessante. Engraçado que até mesmo nesse jogo a Capcom optou por colocar escolhas que fazem o jogador optar por seguir caminho A ou B durante o trajeto.

    Pense o que um Resident Evil precisava ter naquela época, e você encontrará aqui:

    - Zumbis e mapas sombrios? Check

    - Animações de porta abrindo? Check

    - Fases que se passam em esgotos? Check

    - Fases no subsolo e que são laboratórios da Umbrella? Check

    - Batalha final com algum tipode Tyrant? Check

    - Fuga final em um Helicóptero? Cheeeeck! kkk

    Tudo que tinha nos RE clássicos aparecem aqui de certa forma. Os inimigos são todos reaproveitados dos dois primeiros jogos: enfrentamos zumbis, lickers, hunters, ivys, cachorros zumbis, corvos, aranhas e mariposas gigantes, entre outros. Temos que lidar também com inúmeros Tyrants T-103 (como o Mr. X) durante a trajetória. 

    Legal notar que esse foi o primeiro jogo de Resident Evil com cenários renderizados em 3D em tempo real. Porém é aquilo, padrão PS1 kkk com cenário carregando na sua frente, tudo bastante limitado e quadradão (porém o modelo dos inimigos são bem feitos). A jogabilidade é bem estranha, segue o modelo tanque da trilogia clássica, porém no cenário 3D, o que é bizarro. Não movemos a câmera com o segundo analógico, e sim movendo para a direita e esquerda no mesmo analógico (ou direcional digital) que nos movemos para frente e para trás. E atirar também é estranho: também temos que apertar R1 para mirar e "X" para atirar, como nos outros RE.

    Ah, e é um jogo BEM fácil, é um passeio no parque. A munição das pistolas são infinitas, e das demais é bem generoso. Os inimigos morrem fácil demais, 2 tiros de 12 em huntes e lickers são suficientes. Os Mr. X então são facilmente abatidos xD Sem falar que se você der as costas para qualquer inimigo ele para de te atacar, sóa tacam pela frente kkk A dificuldade só engrossa mesmo literalmente na terceira forma do chefe final (santificado seja o save state). Falando nele, é uma adição inédita do game: o Tyrant Hypnos T-Tye. Ele tem três formas, ficando cada vez mais monstruoso o cinzentão. 

    O enredo segue a cartilha do protagonista com amnésia. Acompanhamos Ark Thompson, detetive particular, que, a pedido de seu grande amigo Leon, vai investigar a base da Umbrella na ilha Sheena. O jogo começa após ele se acidentar e perder a memória, fato que o fez acreditar ser Vincent Goldman, o comandante da ilha e membro da Umbrella - ambos eram parecidos fisicamente... No decorrer do game, Ark encontra os irmãos Lott e Lily Klein, moradores da ilha, que o ajudam a recuperar a memória. Em resumo, Vincent fazia experimentos com o cérebro de jovens garotos (retirar Beta Hetero Asertonina de seus cérebros sem anestesia) para crair seu próprio modelo de Tyrant (Hypnos). Porém esses adolescentes se revoltam e fogem da prisão em que eram mantidos, o que faz Vincent matar a todos de forma cruel. Por causa disso, o vilão deliberadamente espalhou o T-Vírus na ilha, para encobrir seus atos da Umbrella. E era isso que Ark precisava investigar. Após passar por grande parte da ilha, esgotos e laboratórios, ajudar as crianças orfãs Klein e recuperar a memória, Ark enfrente Hypjnos e sai vitorioso da ilha com um helicóptero. 

    Survivor é um jogo datado e bem superficial, porém é interessante para conhecer mais da franquia. O jogo, ao final, disse que levei 2 horas para terminá-lo. Para entender mais a história é necessário ler vários documentos que encontramos no caminho. Está datado, mas por ser um jogo curto, dá para superar. Interessante que  o jogo tem três caminhos diferentes, o que pode expandir o tempo para os mais assíduos.

    2,5/5 estrelas

    Resident Evil: Survivor

    Platform: Playstation
    2204 Players
    13 Check-ins

    9
    • Micro picture
      mastershadow · about 2 months ago · 2 pontos

      Sempre gostei desse.só acho ruim nao ter save no meio da partida,mesmo sendo curto,as vezes vc nao ta afim ou tem tempo pra pegar e zerar numa tacada só.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-04-23 15:44:35 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #282 – Super Mario 3D World: Bowser's Fury (SWITCH)

    #9º em 2021

    Mais um título do bigódudo que jogo junto de minha pequena! Esse ela mesmo estava hypando há tempos: queria porque queria jogar o jogo do "Bowser Caveira"! Depois de terminarmos o quase interminável 3D World, começamos essa expansão inédita que veio com a versão Switch do jogo.  É curta, diferente e dá um gostinho do que pode vir em seguida. E gente... é gato por toda a parte, é gatinho em TUDO kkkk

    No jogo, Bowser foi acometido por uma ira inabalável, que faz até mesmo seu filho, Bowser Jr. temer pela estabilidade de seu coroa, o que o faz pedir ajuda de Mario.

    A expansão consiste em um mapa aberto, rodeado de água com algumas ilhas para Mario e Bowser Jr. explorarem. Temos que recolher os sóis felinos para, aos poucos, ir limpando a ilha da matérias negra que a fúria de Bowser espalhou (para zerar é necessário pegar apenas metade, ou seja, 50 sóis felinos). Também encontramos locais para Bowser Jr. pintar e pingentes gatinhos. Para movimentarmos com mais facilidade pela ilha, podemos montar em Plessie, o dinossauro aquático laranja (Diana o nomeou de Bob kkk).  O jogo é bem reduzido em comparação com outros títulos de exploração 3D do encanador, servindo mesmo como uma demonstração de algum título futuro da série. 

    Entre o estilo do jogo base e dessa expansão, eu prefiro o do jogo base, ainda mais se for considerar o modo coop. Aqui o coop funciona de forma diferente para ambos os jogadores, um joga com o Mario e o outro com Bowser Jr.. No entanto, jogar com o filho do vilão é bem limitado, só podendo voar para cima e para baixo, bater nos inimigos e pintar paredes.... Nem preciso dizer que Diana enjoou rápido de jogar com ele e tivemos que ficar várias vezes trocando o controle para ela se divertir como Mario também.... Seria muito melhor se existisse um split screen maroto e cada um jogasse de forma autônoma com um personagem da franquia (porém duvido que o Switch aguentaria, uma pena). Sem falar que a câmera sofre bastante nesses momentos, sendo bem chato mesmo jogar com Bowser Jr.

    Os momentos mais altos dessa expansão é quando começa a fechar o clima, chuva começa a cair e Bowser Furioso se levanta para espalhar maldade sobre o arquipélago. Ele solta jatos de fogo, rochas caem do céu e nada o faz parar a não ser recolher sóis felinos que iluminam faróis. Ah e melhor ainda quando recolhemos sóis suficientes para pegar um sino power up especial que transforma Mario em um Gato Super Saiyajin Gigante!!! E assim inicia-se uma Boss Fight entre colossos! E em todos esses momentos foi a Diana que assumiu o controle, até mesmo na batalha final! Acho que no total são 4 lutas nesse estilo durante essa aventura. 

    No final das contas, Bowser's Fury é uma boa adição à franquia, com elementos interessantes e que servem demais seu propósito: divertir. As crianças devem ficar encantadas com a quantidade absurda de gatinhos presentes nesse jogo - Diana pirou! kkk Porém o estilo de coop é problemático, espero que nao se repita em eventual jogo futuro.

    3,5/5 estrelas

    Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

    Platform: Nintendo Switch
    61 Players
    30 Check-ins

    8
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-04-15 00:25:52 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #281 – Resident Evil 3: Nemesis (PS1)

    #8º em 2021

    O terceiro game da franquia de survival horror e experimentos biológicos da Capcom há 22 anos atrás consolidava essa trilogia original como um clássico imperdível dos videogames! Não tem muito o que falar da qualidade geral do game, são notórios seus acertos. Eu sempre tive receio de jogar por motivos de ser um cagão e de ter medo da perseguição desenfreada do Nemesis. Porém, agora em minha maratona criei coragem e me joguei na aventura sinistra de Jill Valentine para sobreviver a este pesadelo! A jogabilidade, a estrutura de jogo e os gráficos são os mesmo que vimos nos games passados, mas com melhorias. Ponto alto para o posicionamento de câmeras, que aqui se encontram no ponto alto desses games clássicos, várias cenas formam uma imagem com ângulos bem posicionados.

    Em exatas 6h30m com o game, explorei o máximo que pude os cenários, coletei o máximo de itens que encontrava, gerenciei demais meu inventário e baús, enquanto transitava pra cima e pra baixo por uma Raccoon City devastada pelas confusões causadas por causa dos testes da vil Umbrella. O game segue a linha dos anteriores e trás mapas interconectados com level desing bem feito, muito backtracking, gerenciamento de itens e munição, além de ainda mais momentos de jump scare. Na aventura, percorremos a região downtown e uptown da icônica cidade, revisitamos a consagrada delegacia de polícia do título anterior, fazemos o maior ‘vai e vem’ pela cidade a fim de obter itens que façam o bondinho funcionar, adentramos a mansão da torre do relógio (melhor cenário, e que lembra bastante o clima da mansão Spencer de RE1), passamos pelo parque municipal e o cemitério (não poderia faltar também trechos em esgotos), além de, claro, instalações aparentemente inocentes mas que contam com laboratórios e galpões secretos da Umbrella: no caso, o hospital e a fábrica abandonada. Na Gameplay em si adicionaram função de esquiva para a protagonista, que realmente é uma mão na roda em momentos de aperto e também para não ser estraçalhado por Nemesis. Além disso, temos a possibilidade de mirar automaticamente em pontos específicos como barris de combustível. Também nos é permitido criar munições com diversos combinações de pólvora. 

    E o que falar do monstrengo com gengivite mais odiado do mundo? O maluco realmente honra seu nome e não sai do pé de Jill! STARS!!! Durante metade do game eu confesso que só corri dele, fugia com o brioco fechado, mas fugia. Depois quando fui acumulando armas melhores e ganhando confiança comecei a combatê-lo, e não há nada melhor do que derrubar o fia da mãe e lootá-lo! Dá um alivio que se derrubarmos ele, ele da uma trela e não aparece tanto para encher o saco! Ah e gostei das variações que ele sofre durante o game: ganha um rocket laucnher, perde o casaco protetor, tentáculos saindo do corpo, ficando desfigurado, até o ponto de virar aquela massa nojenta soltadora de ácido na luta final...

    Nesse game temos uma predominância de zumbis para enfrentar, sem falar que agora estão ligeiramente mais ágeis e até dão uma corridinha para agarra Jill. Além deles, retornam os cães zumbis, as aranhas gigantes, os corvos, as cobras... Mas também voltam os malditos hunters (nas formas Beta e Gamma). Aqui temos uma versão de Lickers, os Drain Deimos e Brain Suckers. Se movem e tem comportamento igualzinho dos linguarudos, e morrem também com dois tiros de escopeta kkk Ah e RE3 não vive só de Nemesis: existe outro boss no jogo, o verme maldito Grave Digger – o clássico minhocão gigante com boca dentada que entra e sai da areia pra atacar. O jogo se esforça pra fazer jump scares com os inimigos frequentemente pulando de algum local não visto, quebrando janelas, etc.

    A história do game é simples mas diverte mais pelo contexto. Umbrella manda a equipe de mercenários para “resgatar civis”, enquanto envia Nemesis para caçar os membros remanescentes da S.T.A.R.S. Conhecemos o time de mercs chefiado pelo infame Nicholai, e composta pelo moribundo Mikhail e nosso fiel ajudante, Carlos Oliveira (brasileiro? Eu acho que sim!). Jill só quer sobreviver e escapar da cidade, mas para isso tem que se livrar do encosto desfigurado. Já os mercenários tentam cumprir sua missão, mas Nicholai é, secretamente, um supervisor da Umbrella e tem como objetivo estudar o comportamentos das bestas criadas pela empresa (B.O.Ws) e colher dados. Ahh e também vemos alguns membros deste time mortos ou sendo mortos por Nico... Além disso temos participação especial de Brad Vickers, que está aqui só pra morrer tadinho kkkk Sobre as escolhas que temos que fazer em determinados momentos: gostei e não gostei. Era ainda a Capcom colocando escolhas em RE que depois geraram discussões sobre o que é cânon ou não. (Ah, e na parte final eu empurrei o Nemesis! Então no meu final é ele quem trucida Nicholai, além de Jill e Carlos fugirem sozinhos de helicóptero).

    Jogaço em todos os sentidos, não achei tão curto como falavam, demorei para zerar o mesmo tempo que tive com o RE1 ou a run A do RE2. A história é mais simples que a do jogo anterior, mas ainda assim agrega demais para a franquia e fecha bem os acontecimentos dessa trilogia inicial da franquia. Segue o mesmo padrão de qualidade do 2, que para a época era alto, diverte e instiga até hoje. You want S.T.A.R.S? I'll give you S.T.A.R.S!!!

    4,5/5 estrelas

    Resident Evil 3: Nemesis

    Platform: Playstation
    12276 Players
    121 Check-ins

    6
    • Micro picture
      santz · 2 months ago · 1 ponto

      Acompanhei esse jogo com meu irmão do começo ao fim. Um dia ainda pretendo zerar ele por conta própria, pois já não lembro de quase nada dele.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-04-14 15:36:45 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #280 – Super Mario 3D World (SWITCH)

    #7º em 2021

    Segundo jogo na vida que termino em coop e vejam só: também com minha pequena filhinha! Diana amou e jogou comigo TODAS as fases do começo ao fim. Para ela, esse é o jogo do "Mario Gatinho". E bota gatinho nisso! Segundo game que ela termina na vida :3 Na maioria das fases eu ia de Mario e ela de Peach <3 

    Jogo muito bem feito, combina com perfeição o estilo da franquia New Super Mario Bros. com a fluidez dos games 3D do bigodudo. Tudo é visualmente agradável, musicalmente marcante e estruturalmente bem feito. Passamos os 7 mundos tradicionais (floresta, deserto, neve, gelo, praia, nuvem, lava, etc), para depois ir ao mundo do Bowser (com temática de parque de diversões e cassino) e pensar que terminamos o jogo quando: Boom um foguete nos leva a um mundo estelar bônus que... TAMBÉM nos leva para outros dois mundos bônus recheados de fases - õ joguin que se recusa a terminar kkk E ainda digo: Não pegamos TODAS as estrelas verdes ou carimbos (pegamos ao menos 80%), mas sei que ao pegar tudo ainda libera MAIS UM MUNDO com desafios insanos o.O

    Uma fase mais divertida que a outra, esse jogo mostra que a criatividade e inventividade dos times da Nintendo realmente parece não ter fim! Esse jogo tem trocentas fases e cada uma tem desafios diferentes e instigantes. Diana se divertia demais jogando. Já digo que essa linha dos games do Mario parece ser a mais convidativa para as crianças pequenas, foi uma experiência mais agradável que a com NSMB U... único ponto falho nisso é a tabela final que mostra quem pegou mais pontos: crianças de 4 anos não lidam muito bem com competitividade kkk 

    No entanto o jogo foi, no começo, demasiadamente fácil, mas confesso que nos mundos finais e principalmente nos mundos extra a dificuldade ficou quase amarga - quase! O objetivo no game é salvar as fadinhas coloridas que foram sequestradas por, sim, ELE mesmo: Bowser. Pelo menos dessa vez deixaram a Peach em paz, coitada xD Os enfrentamentos ao vilão são sempre divertidos, e no final é engraçado ver sua versão Furry kkkkk 

    Enfim, um jogo MUITO divertido, bonito de se ver, gostoso de se ouvir e que traz bons momentos para adultos e crianças. Um pouco fácil demais às vezes, mas tem suas pitadas de desafio. Foram boas horas explorando mais um circuito de fases do bigodudo, agora vamos jogar essa expansão que veio junto com o remaster! Diana adorou o jogo, inclusive está jogando sozinha o predecessor: Super Mario 3D Land, no 3DS!!

    PS: as fases do Toad até são legais (e originaram um game), mas COMO é ruim jogar em coop kkkk caótico e desajeitado, poderia ter ficado restrito a um jogador....

    4,5/5 estrelas

    Super Mario 3D World

    Platform: Wii U
    1884 Players
    303 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-04-01 18:37:02 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #279 – Resident Evil 2 (PS1)

    #6º em 2021

    Dando continuidade para minha maratona gamer do ano, finalmente pus minhas mãos na versão original do segundo game de Resident Evil! Expande o original, melhora e traz ainda mais elementos de terror para a franquia. Segue à risca o esquema de jogabilidade do primeiro (eu sinto que a mobilidade está menos truncada que antes), adiciona maior variedade de arma, porém também traz uma quantidade consideravelmente maior de munição e itens de cura disponível. Interessante também que em diversos pontos das tramas inseriram momentos de jump scare que me fez pular pra cima por alguns segundos!

    Joguei duas campanhas, Leon A / Claire B, mesmo sabendo que hoje em dia consideram a campanha Claire A / Leon B a canônica. Depois vi vídeos na internet mostrando as diferenças na trama. Gostei da forma com que trabalharam as campanhas duplas nesse jogo, realmente se esforçaram um pouco para diferenciar os acontecimentos dos dois protagonistas, apesar de que restam inconsistências se pensarmos nos puzzles que se repetem para ambos (por exemplo, se Claire já tinha juntado as duas jóias vermelhas e colocado na estátua na sala de artes, como que as mesmas jóias voltam ao local original para Leon fazer a mesmíssima coisa depois? – e isso se repete com TODOS os puzzles do game). Mas tudo bem, entendo que isso acontece para manter o jogo em si o mesmo no que tange aos desafios e level desing.

    Falando nisso, o jogo repete a estrutura do primeiro, primeiramente com um grande cenário interconectado cheio de portas trancadas e puzzles a serem resolvidos (a delegacia de Raccoon City) e depois com outros cenários mais lineares (aqui temos o subsolo da delegacia, os esgotos, a fábrica abandonada e os laboratórios da Umbrella). E falar que eu gosto desse estilo de RE: mapas interconectados, leva e trás de itens, portas que se abrem com determinadas condições, puzzles, passagens secretas e afins.

    Muitos inimigos do original retornam: Zumbis, Aranhas Gigantes, Cães Zumbis, corvos, etc. A maior adição são os Lickers, esses linguarudos esfolados (taca-lhe ácida neles!). Na primeira jornada enfrentamos alguns chefes como o jacaré gigante (esse tomou a vacina contra Covid) e diversos encontros contra o cientista louco Willian Birkin que cada vez vira um monstrengo por ter se infectado com o G-Vírus. Já na segunda jornada também temos que fugir do Tyrant da vez: Mr. X! Responsável por diversos jump scares, aqui a gente pode dar uns bons tiros para desorientá-lo ou simplesmente dar um olé nele e sair vazado. Beeeem mais suave do que no Remake kkkk Ao final, também lutamos contra sua real forma grotesca após cair num tanque de fundição. Aff na parte final também temos que derrotar uma pobre mariposa gigante (facin facin).

    Gostei bastante dos personagens, antes eu achava a Claire Redfield meio bobinha pela aparência, mas no fim me surpreendi com sua força e ímpeto para achar seu irmão, Cris. Leon também é interessante de acompanhar, ô sortudo, escapou de morrer por ter farreado na noite anterior... Legal que ao fim do jogo ele está determinado a ir atrás da Umbrella e desmantelá-los. Gostei de ver a ambiguidade de Ada, e seu relacionamento com Leon. Interessante também ela sobrevivendo, de alguma forma, e escapando de helicóptero da delegacia com uma amostra do G-Vírus. Também gostei da inclusão da personagem protegida de Claire, a Cherry Birkin. Na minha jogatina ela não se infecta, mas to ligado que no canon o pai dela insere nela o G-Vírus e depois Claire consegue uma vacina para ela.

    Jogo muito bem feito, qualidade altíssima. A história continua boa e ganha mais estofo aqui. Me coloco na posição de mais um gamer atestando que o segundo game de RE é, de fato, um clássico dos videogames! Terminei a primeira run com 6h30m e a segunda com 4h. Quem sabe no futuro jogo de novo, mas agora na forma que dizem ser canon?! Kkk

    5/5 estrelas 

    Resident Evil 2

    Platform: Playstation
    11582 Players
    132 Check-ins

    7
    • Micro picture
      santz · 2 months ago · 2 pontos

      Esse eu ainda tenho que jogar. Na época, eu só acompanhei meu irmão jogando até o final.

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-03-20 18:33:50 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #278 – Resident Evil (PS1)

    #5º em 2021

    E... COMECEI minha maratona por Resident Evil a fim de me preparar para o oitava capítulo principal da saga! Sempre tive o interesse de me aprofundar nessa franquia e agora pareceu o momento oportuno! Não é meu primeiro contato, afinal comecei com RE 5,  também zerei o VII no lançamento, assim como o Remake do 1 e do 2! Mas agora foi a vez desse que começou com tudo.

    Resident Evil dispensa comentários, é um ponto de mudança para games de survival horror naquela distante quinta geração de consoles. Me impressiono com o level design dos cenários e a construção de suspense e enigmas ali criados.  Claro que hoje em dia aqueles gráficos quadradões em nada assustam, mas imagino o apelo na época! Foi difícil acostumar com a jogabilidade de tanque, porém após algumas horas fica mais fácil executar comandos básicos como andar, correr e dar meia volta kkk 

    Apesar de já ter jogado o remake anos atrás, minha memória fez eu esquecer dos detalhes em si, então foi quase como jogar um game novo! Passamos pela mansão, por pátios, pela cabana e seu bunker, também por um bunker laboratorial em que descobrimos a verdade por detrás daqueles monstros: armas biológicas desenvolvidas pela Umbrela. A atuação de vozes aqui é terrível e caricata mas pelo menos faz rir pelo absurdo! Sem falar dos vídeos live action presentes no começo e no fim da aventura. 

    Ahhh e os "puristas", que reclamam que os novos RE não são RE de verdade por causa de terem mofados, bruxas e vampiras, estão totalmente errados, porque desde esse primeiríssimo game da franquia não temos apenas zumbis, como também temos os hunters, sapões gigantes de garras assassinas, assim como aranhas gigantes, abelhas,  plantas carnívoras, uma cobra enorme (Yawn), e o pior: uns capetinhas azuis que escalam o teto (Chimeras). Então meu fi, nunca foi só um game de zumbis... Se justificarem na história como armas biológicas - lembrando que a franquia na real se chama Biohazard - qual o problema?

    Joguei com o Chris Redfield, levei pouco mais de 7 horas para resolver todos os puzzle, leva e trás de itens, abrição de portas e claro, muitos zumbis, hunters, aranhas, cães infernais e outros monstros deixados para trás. Na minha jogatina eu consegui salvar a Rebecca Chambers, não me esqueci de libertar a Jill Valentine, além de abrir todas as portas e pegar todos os itens nos mapas. O jogo até falou que eu era "a tough guy"  por zerar completamente kkk Daí ganhei a chave para a sala que não dá para abrir mas eu não tive ímpeto de fazer tudo de novo só para abrir a sala.

    PS: fiquei surpreso de ver que o Tyrant mata o Wesker assim do nada kkk preciso jogar os próximos para ver a justificativa de seu retorno.

    Um ótimo jogo para sua época, a mobilidade envelheceu demais, porém o resto nem um pouco, divertido e instigante até hoje. 

    4,5/5 estrelas


    Resident Evil

    Platform: Playstation
    9041 Players
    85 Check-ins

    6
    • Micro picture
      jcelove · 3 months ago · 2 pontos

      Sempre bom relembrar dos classicos! De fato re nunca foi um jogo de zumbi, o pessoal implica por causa do foco na açao E perdem o foco.hehe

      A chave vc ganha por fazer o melhor final, no caso do Chris, salvando a Jill e a Rebecca, nao tem a ver com a exploraçao de todas as areas e itens nao.

      Pra abrir a sala do closet vc so precisa pegar a armor key, da pra pegar relativamente rapido e trocarba roupa do personagem

      5 replies
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-03-08 00:33:31 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #277 – Ghost of Tsushima (PS4)

    #4º em 2021

    Quais são os limites da honra? É válido usar de artimanhas para derrotar forças oponentes a fim de defender seu povo? Qual o preço dessas ações? Ghost of Tsushima levanta essas e muitos outros questionamentos que permeavam a sociedade japonesa durante aquele período. Retrata de maneira fidedigna a ilha de Tsushima, respeitando os valores e costumes tradicionais do povo japonês. O último game da americana Sucker Punch impressiona em diversos aspectos e traz um jogo lindo seja em questões visuais, sonoras e temáticas.


    Antes de me adentrar no universo deste game eu me coloquei na obrigação de conhecer bem este período e cultura. Por isso, estudei alguns artigos e assisti à mais de 20 filmes com temática Samurai. Vi a todos os filmes desse estilo do renomado diretor Akira Kurosawa, além de outros filmes famosos do gênero. Foi muito produtivo fazer esta preparação antes de jogar o game: pude entender de forma mais apropriada toda as temáticas envolvendo a honra dos Samurai que o jogo apresenta, além de outros subtextos e tradições. Na minha maratona de filmes, eu pude conhecer muito da cultura japonesa, suas tradições antigas, misticismos e afins, além de conhecer muito de sua história - que eu pouco conhecia. Vibrei com um grupo de samurai ajudando camponeses a proteger seu vilarejo de bandidos. Acompanhei atentamente um guarda costas a se infiltrar em duas gangues rivais de um vilarejo a fim de ajudar o povo que lá morava. Com aflição vi uma história em que um velho guerreiro finge ter o intuito de cometer o harakiri para acabar com um clã inteiro praticamente. Acompanhei um ambicioso samurai se tornar um regicida e sucumbir às próprias loucuras. Aiai, como me apeguei ao Toshiro Mifune e Tarsuya Nakadai kkkk

    Enfim, sobre Ghost of Tsushima em si: Obra maravilhosa dos videogames. Tudo no game é vistoso aos olhos. As belas paisagens, os gráficos, as partículas (e quantas!), a trilha sonora, a vegetação, os ventos, as nuvens... aiai que jogo lindo. O modo foto caiu bem demais aqui... Nunca tirei tanta screenshot quanto como nesse game. As paisagens são variadas, contando com florestas, campos floridos, montanhas, áreas cobertas de neve, e as mais diversas colorações de árvores e belas cerejeiras – tem áreas inteiras vermelhas, amarelas, brancas... uma lindeza! O jogo inova em questões de HUD e imersão com o sistema que guia o jogador através do movimento dos ventos. À princípio eu não havia gostado do sistema, pensava que era um incômodo ficar passando o dedo pelo touchpad do controle, porém logo acostumei com o sistema ainda mais quando percebi que mesmo após minutos que fiz o comando para ver a direção do vento as partículas do game (folhas, poros, flores, etc) continuavam “assoprando” pra direção correta... daí clickou e amei o sistema kkk Sem falar a completa ausência do HUD durante a exploração, somente aparecendo nos momentos de luta – algo que a Ubisoft deveria urgentemente aprender e implementar em seus Assassin’s Creed da vida...

    Esse jogo segue a escola Breath of the Wild de ser, e tem grande foco na exploração e contemplação; fiquei surpreso de ver o quanto o mapa foi preenchido por pontos de interesse realmente distintos um do outro e divertidos. No mapa era legal encontrar um pássaro amarelo e ir atrás dele para encontrar um desses pontos, assim como as raposas que nos levam a santuários. Pelas três regiões de Tsushima encontramos diversos desses santuários para honrar e ganhar vantagens; vários pontos calmos para sentar, se acalmar e escrever poemas para ganhar bandanas; inimigos no meio da estrada para derrotar, seja carreata passando, grupos fazendo reféns ou só de guarda mesmo; cortar bambus em um minigame de memória para ganhar pontos de foco; torres para atear fogo (no maior estilo dos pontos de sincronização de AC – mas sem o salto da fé, infelizmente); arenas belíssimas onde temos que duelar com algum ronin; pilares que devemos honrar e ganhar uma skin para as lâminas; as fontes temais em que só temos que ficar peladões e relaxar com um pensamento reflexivo; e o melhor de todos: os santuários xintoístas, em que temos que seguir os clássicos arcos japoneses (kyudos) para encontrar um templo distante somente acessível por meio de algum caminho desafiador, seja escalando uma grande montanha, atravessando um pântano embaçado, pulando em perigosos penhascos e coisas do tipo.. adorei esses trechos do game, me lembraram de leve as câmaras que tinham no meu jogo preferido da vida: Assassin’s Creed II. Enfim, deu para ver que existem MUITOS pontos de interesse que proporcionam momentos desafiadores e divertidos para ir completando enquanto vamos de uma missão para outra – ou melhor, de um conto para outro.

    Ahhh os contos... Basicamente temos três tipos: os contos de Jin, que são basicamente a história principal do game, os contos de Tsushima, onde temos as side quests comuns e as “premiums”, em que seguimos a linha de alguns personagens-chave da história, e os contos míticos, que sempre começam com uma narração ilustrada por uma charmosa animação que emula nanquim. A história principal de Ghost of Tsushima é consistente, respeita o período demonstrado, tem personagens bem construídos e legais de se acompanhar, porém é uma trama que não traz grandes reviravoltas ou marca de forma profunda o jogador. É o clássico feijão com arroz, mas que feijão com arroz gostoso! Eu gostei da história, fez total sentido para mim todo esse drama entre o protagonista e se tio, o lorde mais importante da ilha. O jogo trata de dois temas: a invasão mongol no Japão e o dilema das ações de Jin Sakai, que passar a usar de táticas ninja para derrotar o inimigo. Fato que provoca a indignação do Tio de Jin, Lorde Shimura (que cuidou dele como filho após a morte de todos os membros do clã Sakai), por ser rígido e regrado no código de honra dos samurais (combate frente a frente, morte honrosa, etc). Durante a trama Jin tem que confrontar seus valores a fim de salvar o povo da ilha de Tsushima, ao mesmo tempo que renuncia o laço que tinha com seu tio...

    Nas side quests, gostei bastante de ajudar personagens legais como a senhora Masako, o sensei ishikawa, o monge Norio, o bebum Kenji e claro, a companheira de Jin: Yuna. Cada um tem sua própria linha de missões que se prolongam durante todo o jogo, seja ajudar a libertar o irmão capturado pelos mongóis, seja ajudando a encontrar a aprendiz que virou as casacas, ou se vingar a morte de entes queridos. E os contos míticos são um show à parte, um mais épico que o outro, envolvendo mapas para encontrar locais sagrados, oponentes que beiram o misticismo e duelo que enchem os olhos pela ambientação – algo que às vezes lembra o filme chinês Hero.

    A jogabilidade é competente e o combate bem acima da média de games mundo aberto. Temos quatro posturas, uma específica para cada tipo de inimigo (espadachins, lanceiros, brutamontes e escudeiros), além de irmos desbloqueando novos movimentos constantemente com a árvore de habilidades. Ahhhhh como queria um combate sólido como esse em AC... A movimentação geral, cavalgar, nadar, se esconder, movimentos furtivos e escalada todos são competentes e lembram mesmo um AC da era americana (III, IV e Rogue), porém com muito mais refino. Só tem um porém: esse jogo fica fácil rapidinho kkk tive que trocar para o modo Hard no final do primeiro terço da trama, porque Jin fica over power demais heheh E uau tem uma quinta postura que desbloqueia mais para o final do segundo terço que nossa, brutal demais, sensacional o filtro que colocam na tela e todo o impacto que isso proporciona. A primeira vez que isso aconteceu eu realmente fiquei pasmo, arrepiou cada centímetro do corpo nessa missão, onde Jin realmente aceita o fantasma para si.

    Jogaço em todos os aspectos, realmente é um dos melhores games do ano de 2020, creio que muita gente jogou esse game sem ter a bagagem de conhecer a cultura dos Samurai, ou sua representação no audiovisual, e não pegou certas nuances que a história apresenta. Também teve o fator The Last of Us Part. II, que saiu um mês antes desse game, o que realmente impactou as pessoas por saírem de uma obra prima e irem jogar um game que é excelente, mas não como a pérola da Naughty Dog. Levei 72 horas para jogar de cabo a rabo, joguei com TODA calma do mundo – levei mais de dois meses – e aproveitei ao máximo TUDO que esse jogo poderia oferecer, ou quase isso, porque agora partiu modo lendas! Ah... e a platina vem! Só faltam três ou quatro troféus bobinhos).

    Melhor game de Samurai EVER!

    4,5/5 estrelas

    R.I.P Nobu </3

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-03-06 17:54:55 -0300 Thumb picture

    ​ Jogo finalizado #276 – New Super Mario Bros. U (SWITCH)

    #3º em 2021

    Primeiro jogo que eu e minha filha, Diana, zeramos juntos! Na real, é o primeiro jogo que ela joga completo do começo ao fim na vida!!! Ela tem 4 anos, já tinha experiência com o Mario vindo do 3DS que dei à ela, se falar que ela ama o Mario, Peach, Bowser e companhia - vive vendo gameplays e vídeos do bigodudo no youtube kkkk

    Enfim, jogamos bastante esse jogo nesse mês todo de fevereiro, em que todo dia ela vinha e falava "papai, temos que salvar a Peach". Completamos todas as fases e nos esforçamos pra tentar pegar todas as moedonas - não conseguimos kkk. Confesso que foi mais difícil que o normal jogar com uma criança de 4 anos, mas é impagável observar a alegria desse serzinho se divertindo e tendo uma experiência completamente nova! 

    Alguns níveis a gente andou lado a lado, em outros eu a carreguei - literalmente: ao apertar o botão R um personagem pode carregar o outro pela fase - e nas fases mais difíceis ela mesmo aprendeu a virar bolha e flutuar pela fase kkk Foi muito legal, ela amou! Maiorias das vezes jogou como Toadette ou o Toad. Fofinha, né? xD

    O jogo em si é aquilo, a mesma jogabilidade que os games da série New tem desde o DS, com pequenas adições de power ups. Aqui temos o poder de fogo, gelo, de voar e o específico para Toadette virar a Peach. Acho que poderiam ter mais power ups, achei um pouco limitado. Também achei bastante limitado as casas de ganhar cogumelo verde e power ups do Toad. São poucas variações e bem repetitivas... O mesmo, felizmente, não pode ser posto para as fases, que são todas diferentes uam da outra, com desafios divertidos que exigem atenção do jogador para pegar todas as moedonas.

    O jogo é bem complicadinho viu, ainda mais para crianças! Tem partes bem desafiadoras, quando que eu pensaria que ficaria bravo com os asseclas do Bowser?! Felizmente a Diana conseguiu ajudar e me surpreendeu as vezes que conseguiu derrotar os vilões pulando em sua cabeça!! 

    Jogo bem feito padrão Nintendo. Divertido, boa trilha sonora, coop daquele jeitinho e uma experiência muito agradável. Gostei demais da experiência de zerar um jogo com minha bebezona e sei que ela também ficou muito feliz com isso! Let's-a Go!

    4/5 estrelas

    New Super Mario Bros. U

    Platform: Wii U
    2024 Players
    184 Check-ins

    6
    • Micro picture
      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Eu com 4 anos achava que jogava pra cacete, mas na verdade, meu controle nem ficava conectado.

      1 reply
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