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  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2022-01-13 02:03:28 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #314 – Spider-Man - The City That Never Sleeps (PS4)

    1º em 2022

    Feliz Ano Novo!  Pra começar bem 2022 já iniciei com um bom game exclusivo da Sony... aiai como são bem feitos kkk Enfim, primeiramente foi bom jogar algo diferente de Resident Evil depois de tantos meses nessa maratona insana que eu fiz! E pra esse ano pretendo fazer breves comentários ao invés de longos textos que fiz para os RE hehe só para não passar em branco e sobrar mais tempo para jogar ao invés de ficar escrevendo kkk Esse ano pretendo estudar muito pra um concurso ai, então se eu terminar pelo menos metade do número de games que terminei nos últimos 2 anos de pandemia já fico feliz!

    Enfim, The City That Never Sleeps é a expansão do jogo do teioso que joguei lá atrás em 2018 mas deixei passar e só fui pegar agora porque em breve começo Spider do Miles Morales! Essa expansão é boa e se divide em três atos. No primeiro há uma investigação acerca da Gata Negra, no segundo o jogo foca no combate contra a gangue do Cabeça de Martelo e os Maggia e, por fim, no terceiro ato Sabre de Prata é introduzida nessa bagunça toda! Além disso ainda se costura o background da Yuri Watanabe, que pra quem conhece as HQs sabe que ela sai de policial e vira uma vigilante na cidade. Personagens queridos como Mary Jane ligam o tempo todo  para Pete, assim como Miles, que está ansioso para começar seu treinamento - inclusive ao final nos é dado um gostinho do que viria pela frente. 

    Mas que jogo fantástico esses do Miranha. Eu tinha me esquecido o quão bom era me balançar por NY, combater o crime de forma natural pela cidade, meter a porrada em grupos e grupos de inimigos (apesar de ter excesso de combate em alguns desafios secundários), enfim, ser o próprio cabeça de teia! Porém os desafios da Screwball são tantos e chegam até a irritar em alguns momentos. No geral a experiência é muito boa, e a expansão tem MUITO conteúdo, e coisa relevante viu, me espanta tudo isso em conteúdo adicional. Se é fã do herói e curte o game base, tem que jogar essa expansão!

    Nota 9!

    Marvel's Spider-Man: The Heist

    Platform: Playstation 4
    24 Players

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-27 14:15:15 -0200 Thumb picture

    Filme visto - Resident Evil: Welcome to Raccoon City

    Eu realmente esperava que esse filme fosse bom, mesmo que alterasse os eventos dos games, eu queria que tivesse qualidade, que fosse algo bem feito e honrasse o tamanho da franquia nós videogames. Mas infelizmente os maiores vilão de Welcome to Raccoon City são o baixo orçamento e escolhas equivocadas, para não dizer preguiçosas. Há tempos acompanhava as declarações do diretor do filme, que sempre pareceu ser tão fã do mateiros original, dizendo que faria algo fiel, até nos ângulos de câmera (para emular o posicionamento fixo de câmera dos games originais). No decorrer desse ano ele também deu várias declarações dizendo que traria a essência dos personagens e.... bem, não foi bem o que entregou no fim das contas.

    Além de ter sérios problemas de roteiro (diálogos expositivos, frases pobres, simplificações, etc), quiseram fazer dessa história um total MIX do primeiro e do segundo game e Mãe Miranda!!! Como isso foi prejudicial ao filme. O projeto claramente teve orçamento limitado e ainda me inventam de contar DUAS histórias em 1h45m?! Não dá né, ficou corrido, ficou atropelado, não conseguem aproveitar o potencial de nenhum dos pontos marcantes da obra original, como a Mansão Spencer, RPD e até mesmo o Orfanato de Raccoon. Tem poucas cenas em cada local, nada tão relevante sendo revelado, aparições jogadas (que quem nunca jogou o game deve ter boiado totalmente).

    Para não ser injusto preciso dizer: algumas ideias até que agregam à experiência, como darem um passado substancial para os irmãos Redfield, os habitantes de Raccoon se transformando em zumbis e tal. Mas de resto... é um desperdício atrás de outro. Da pra sentir o baixo orçamento do filme em cada cena. Poxa temos o que no filme? 10 zumbis, 1 cão zumbi, 1 Licker e uns corvos kkkkkk sem falar que o CGI não é dos melhores (mas está melhor do que estava no trailer). Só me incomodou mesmo o G na forma final, ainda mais seus olhos vermelhos. Eu até admiro a estética que trouxeram agora o filme, apesar dos pesares ele tem certo estilo, remetendo a filmes B de terror, com cenários até que bem feitos e fiéis na medida do possível. Ver o a da delegacia e da mansão dão certo afago para o fã da franquia, no entanto as salas paralelas em nada se parecem com os originais.

    Agora os personagens, não tem um que seja unanimidade! Cada um tem suas falhas evidentes. A Claire é bem atuada, até se parece -mas custava pôr um rabo de cavalo nela?!- porém sua personalidade está durona até demais. Chris tem um péssimo ator interpretando, e as vezes toma decisões imbecis como toda aquela cena do isqueiro. Jill também conta com uma atriz razoável no papel, mas de Jill só tem o nome e a áurea de fodona. E por fim chegamos nele: Leon de Taubaté kkkk gente, eu até aceitei trocarem a etnia dele, mas não precisavam ter feito dele um total idiota funcionando como alívio cômico do filme!!! Poxa vida, tem cenas lamentáveis com o cara... que dorme enquanto um caminhão explode em sua frente ou que fica totalmente sem ação frente a um zumbi se aproximando.

    Agora vamos para a polêmica: é melhor ou pior que o Resident Evil de Paul W. S. Anderson? Olha, a comparação é injusta, porque a partir do terceiro capítulo os filmes de fantasia pós apocalíptica de Alice tem escopo (orçamento) muito maior que este filme. Porém podemos comparar o primeiro filme, o clássico (?) Hóspede Maldito. O primeiro filme com Milla Jovovich é contido em si mesmo, e nisso, podemos facilmente dizer que explora seu potencial melhor do que Welcome, que tenta correr mais do que as pernas aguentam. Então sim, PASME, Hospede Maldito é melhor que esse filme B novo aqui de Resident Evil!

    Enfim, Welcome to Raccoon Cityy acaba por ser um desperdício de potencial. A intenção até que foi boa, mas foi muito mal executada, o baixo orçamento prejudicou demais a obra também, a franquia merecia mais... E pelo flop que foi, pelo jeito vão engavetar um pouco Resident Evil nos cinemas - é o correto a fazer, pelo menos por alguns anos, e depois voltar com mais grana e aprender com todos esses erros cometidos e fazer algo com calma, com fidelidade e que não insulte aos fãs da obra original. Capcom, TIRE OS DIREITOS DE RE DA CONSTANTIN FILM!!! kkkkk

    2/5 estrelas

    Resident Evil

    Platform: Playstation
    9072 Players
    86 Check-ins

    9
    • Micro picture
      rshadowss · 26 days ago · 3 pontos

      Eu gostei do filme, achava que ia ser uma bomba, mas foi menos pior do que imaginava, só foi extremamente corrido, se bobear até dava pra cortar a parte da mansão e focar só no RE2, talvez fazer uma prequel depois.

      A história é interessante, mas é tudo jogado, o cara quis colocar muita coisa em pouco tempo de filme, o Mr.X tava no filme mas foi cortado. Seria melhor se fosse contado a mesma história do filme em uma série ou um filme mais longo, ia explorar mais coisas e desenvolver os personagens.

      Eu gostaria de ver mais desse universo, só acho que não vai rolar.

      1 reply
    • Micro picture
      jcelove · 26 days ago · 2 pontos

      És em verdadeiro fã. Nem ferrando eu pagaria pra assistir isso (ou baixaria pirata). O que vi dele ja era suficientemente zoado pra nao querer ver mais nada.hehe

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-13 20:52:30 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #313 – Resident Evil Village (PS5)

    44º em 2021

    Após nove meses somente jogando games da franquia Resident Evil – uma gestação – cheguei ao último capítulo da saga até aqui. Nasceu um fã dos jogos de terror da Capcom nesse meio tempo! Na realidade eu terminei Village dois dias antes da cerimônia do The Game Awards, cujo qual este game concorreu como um dos melhores games do ano de 2021. Apesar de não ter levado o prêmio máximo do mundo dos games, para mim foi o melhor game desse ano (mas eu não cheguei a jogar os outros concorrentes, então... :p) Porém após terminar o game eu precisei REjogar toda a última hora para absorver bem os acontecimentos. Village é um ótimo game, não tão voltado às raízes da franquia como o 7, porém pegando elementos de diversos games passados fazendo referências diretas, principalmente, é claro, a Resident Evil 4. O jogo é todo bem feito, gameplay, gráficos, sons... somente a história tem certos deslizes, exageros na parte final e certas escolhas duvidosas vindo da Capcom. Mas que jogo bonito... Foi o primeiro jogo versão de nona geração que eu termino! Um primor visual do começo ao fim no PS5, jogando no modo fidelidade.

    Levei 13h30 para terminar essa macabra jornada de Ethan Winters nesse vilarejo quase medieval na Romênia. Na época que saiu eu via o pessoal zerando o game em meras 5 ou 6 horinhas e fiquei pensando que era um jogo curto, mas poxa, tem conteúdo para caramba, esse povo joga rushando, não é possível kkk Pra quem reclamava que o VII não tinha muitos inimigos e – olha lá – zumbis, Village é um prato cheio, porque tem grande variedade de inimigos e até o seu próprio “zumbi” para chamar de seu: os Moroaicã. Além deles - e de sua versão voadora - temos é claro os licanos e suas variações, diversas versões dos soldats, e uma cacetada de minichefes e chefes um mais monstruosos que os outros – e muitos parecem ter saído diretamente de Bloodborne, o que NUNCA é ruim. O jogo também recompensa muito qu gosta de explorar, são dezenas de tesouros para coletar, vinte cabars de madeira para destruir, peças de armas em locais secretos, e até animais comuns e raros para caçar a fim de fazer refeições que, por sua vez, servem para fazer upgrade na vitalidade e mobilidade de Ethan.  Sim, esse game refina a jogabilidade em alta potência. 

    Continuando a pegada do soft reboot que foi o jogo passado, Village é um game de ação e terror em primeira pessoa, porém nesse capítulo o que predomina são os momentos de ação. Tanto que a movimentação é mais solta e a mira mais precisa, devido agora Ethan ter passado por um treinamento militar. Além disso, temos um arsenal muito maior de armas e bombas, sem falar da grande quantidade de recursos para criação de munição além da já farta encontrada pelo cenário. Sem falar, é claro, da grande quantidade de inimigos encontrados e a grande variedade de chefes. Porém o terror não foi deixado de lado não, as primeiras horas na primeira jogatina são tensas pra caramba, poucas armas, sem saber o que fazer, barulhos sinistros e atmosfera pesada (esse jogo PRECISA ser jogado com um bom headset, e o Pulse3D ajuda muito na imersão). Até a metade do jogo eu diria que o terror é bastante presente, chegando em seu ápice na casa da Beneviento. O tanto que eu ouvi por cima de relatos de que esse trecho seria aterrorizante e o momento mais assustados da franquia não estão escritos mas... não é que estão corretos mesmo? Joguei até do jeito certo: de madrugada, sozinho, no escuro e com o Pulse3D. Foi realmente TENSO. Que bom que não fui spoileado antes e pude me surpreender com as cosias terríveis que ali acontecem! E que sufoco, sem arma é dose, realmente parecia muito com P.T. ou um Outlast da vida. Porém após essa parte o jogo dá uma aliviada e as próximas áreas de terror mesmo só tem o clima e inspirações.

    Ahhh esse jogo tem uma jogabilidade gostosa demais, é responsiva, é bem ajustada, realmente digna de um jogo do ano. Funciona como no 7, porém mais dinâmica. Como esse jogo se inspira e homenageia demais o quarto game da saga (un forastero!) muitos elementos são parecidos: o inventário em forma de maleta (tchau tchau baú :c), o sistema de economia com dinheiros a serem coletados e objetos de valor, itens que dropam de todos os inimigos, armas que podem ser melhoradas e adereços que podem ser acoplados, e claro, temos o Duque, um mercador enigmático parceiro que aparece em todos os cenários do game! Realmente, se RE 7 está para RE 1, RE Village está para RE 4! Ah e o vilarejo. Esse cenário funciona como a hub central do game, após cada outra área que exploramos voltamos para o vilarejo e podemos abrir novas passagens, portas, baús e etc. Fora isso, temos mais quatro cenários que são respectivos a cada um dos quatro lordes presentes no game: O castelo luxuoso de Alcina Dimitrescu, que remete ao terror gótico de vampiros; a casa mal assombrada e cheia de bonecas de Donna Beneviento, seguindo um terror mais psicológico; a caverna e as partes úmidas da vila ao redor do lago, domínio de Salvatore Moreau , área totalmente inspirada em RE 4 (quase um Del Lago 2.0) que tem elementos de terror corporal; e a fábrica de Karl Heinsenberg, enorme local subterrâneo todo industrial com cenários apertados e criaturas frankenteinzescas (até algumas plagiadas do filme Frankenstein’s Army – olha o processinho).

    A história de Village começa de forma muito impactante. Como mostrado até em trailers, o jogo começa mostrando Ethan vivendo com Mia em família, já tendo uma filha bebe chamada Rose, quando do nada Chris Redfield e sua tropa invadem a casa à tiros metralhando Mia, sequestrando Rose e Ethan. Por causa disso fiquei o jogo todo me perguntando o que teria acontecido para que Chris tivesse se tornado um vilão, se Mia havia morrido mesmo e como Ethan iria recuperar a pobre Rose. Os mistérios ficam ainda maiores após adentrarmos toda a loucura que acontece naquela afastada vila na Romênia, envolvendo criaturas licanas, vampirescas e um culto à figura misteriosa da Mãe Miranda e seus quatro filhos, os lordes que citei anteriormente. No desenrolar do game vamos lendo diversos files que aos poucos vão dando dica do que está acontecendo de fato por detrás dessa seita macabra de Miranda e o sequestro de Rose. No entanto, todavia, porém... penso que esse game viajou um pouquinho demais na trama. Assim, ainda se justifica TUDO na trama, como se todos esses inimigos folclóricos, poderes especiais e transformações dos lordes e outros exageros que beiram o sobrenatural na realidade fossem provenientes de agentes biológicos conhecido como Megamiceto (encontrado por Mirando nas cavernas subterrâneas em baixo do vilarejo). Achei um pouco exagero, não que em games passados da franquia não tivéssemos exageros (desde Code Veronica já temos seres “final fantasiescos” na franquia, ou até mesmo gigantecas criaturas disformes como as obscenidades de RE 6) porém eu estava curtindo a pegada mais pé no chão que a Capcom trouxe com RE VII. Mas beleza, pelo menos tudo isso funcionou para trazer um game divertido e bastante diversificado em seus ambientes e chefões.

    !!!COM SPOILERS!!! Sobre a trama em si, devo dizer que em um primeiro momento fiquei desapontado em ver que na realidade Chris estava no lado dos mocinhos e que na realidade a Mia que ele matou no começo do game era Miranda transmutada, e que ele havia agido da forma que agiu para “não ter civis atrapalhando em seu caminho’. Poxa vida kkkk Forçaram um pouco a barra para criar um início impactante, porque dava sim para ter informado o pobre do Ethan sobre o que estava acontecendo ali, não precisavam ter sido tão rudes e misteriosos com Ethan, coitado... E sobre Miranda, a vilã já tem mais de 130 anos de vida, conseguiu a vida eterna devido ter encontrado o Megamiceto em uma tentativa de suicídio após sua filha Eva ter morrido em decorrência da gripe espanhola. Nesse pouco mais de um século Miranda passou a estudar as propriedades do Megamiceto, fazendo de cobaia os moradores da vila – até mesmo membros da nobreza, como Dimitrescu – tudo com o objetivo de encontrar o receptáculo perfeito para trazer de volta a vida sua falecida filha. Nesse meio tempo até mesmo Ozwell Spencer foi seu aluno e veja só, um pequeno retcon foi feito na franquia: o símbolo da Umbrella foi criado com inspiração em um brasão encontrado nesse vilarejo. Sem falar que Spencer foi influenciado por Miranda para encontrar meios de conquistar a vida eterna para si próprio. Inclusive os acontecimentos todos de RE VII são derivados de ações de Miranda: ela entrou em contato com a The Conections e deu uma amostra do Megamiceto, criando assim a variante Mutamiceto e todos os experimentos com Eveline (uma tentativa de trazer Eva de volta a vida, mas fracassada). Esse background todo é apresentado em importantes files e fotos encontrados na parte final do game.

    Agora o Ethan... aiai coitado do cara, a Capcom não pegou leve com ele! O cara do nada perde a esposa (é o que achava), perde a filha, tem metade da mão comida pelo licano, é perfurado diversas vezes pelos vilões, tem o coração arrancado, volta dos mortos e depois se sacrifica. Poxa, TUDO isso, e a Cacpom vergonhosamente escondeu o rosto do cara até não poder mais, chega a ser hilário (como nas cenas finais do Chris carregando ele e a câmera se esforçando para esconder seu rosto...) Pra que isso?!? Kkkk faz sentido algum isso, ainda mais que nesse jogo Ethan está muito mais cabreiro, com personalidade forte e bem interpretado... Não é um RPG em que criamos um personagem, é um personagem já montado, não havia necessidade de continuar a esconder desse jeito o cara... vacilo kkk Mas enfim, eu já gostava do personagem no jogo passado (ao contrário da maioria das pessoas), mas aqui ele tá realmente mais brabo e com grande perseverança para salvar Rose. O louco é que no final explicam que na realidade ele havia morrido pelas mãos de Jack Baker logo após ele enfrentar a Mia no game passado, e só estava vivo porque seu corpo havia sido dominado pelo mofo, ele não só estava infectado, como era 100% um mofo ambulante o.O Isso explica as diversas vezes que ele se curava tão rápido de ferimentos graves e até “colava” membros decepados. Por essa razão que Rosemary é tão especial: ela é uma filha natural de um homem 100% contaminado pelo mofo e uma mulher com anticorpos ao mutamiceto, isso tudo sem falar que foi “desmontada” por Miranda que tentou a usar como receptáculo para Eva. Rose – além de muito fofa – é uma arma biológica perfeita. A cena pós créditos é emocionante e instigante, mostrando que certamente jogaremos com ela no próximo game da franquia.

    Resident Evil Village é um ótimo game, eu fiquei muito envolvido com a trama (apesar de ter me desapontado com a resolução de parte dela), emocionado com o final, e também bastante investido na gameplay, que é excelente! Em questões técnicas não tem do que reclamar, visuais e cenários e personagens primorosos, parte sonora agrega demais na imersão, a jogabilidade é ótima, as áreas são distintas uma das outras e entregam formas diferentes de se jogar, além de referenciar um estilo diferente de gameplay de títulos passados da franquia. A história tem seus deslizes e conveniências de roteiro aparentes, mas entrega bons momentos e fecha com intensidade. Com toda certeza é um dos melhores games do ano. Não é o melhor Resident Evil, mas está juntos dos mais prestigiados, para mim está com certeza no TOP 10 – levando em conta que a franquia tem mais de 25 games e eu finalizei todos kkkk A história do pai chega ao fim...

    4/5 estrelas

    Resident Evil Village

    Platform: Playstation 5
    51 Players
    31 Check-ins

    7
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 13:58:12 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #312 – Resident Evil 7: End of Zoe (PS4)

    43º em 2021

    Ok... essa expansão realmente me surpreendeu! (Para o bem ou para o mal) Pelas artes que eu havia visto, pelos banners nos menus e tal eu sempre achei que fosse algo na pegada The Last of Us e tal, com um velho acompanhando uma garota em um ambiente hostil com infectados e tal (isso misturado com Final Fantasy devido o visual todo Frozen que Zoe se encontra), mas dei de cara com uma campanha malucaça e galhofa em que o foco é ser porradeiro com um caipira bruto comedor de inseto que mete o sopapo nos mofados e tudo que se move – exceto crocodilos! É, eu cheguei à conclusão que curti a proposta, é bem diferenciado do jogo base e dá uma dinâmica nova ao adicionar uma função de combate tão atípica em games do estilo. Peca um pouco no enredo pois apresenta menos contexto ainda que Not a Hero, mas vale demais a pena pelo conjunto da obra.

    A gameplay se diferencia porque jogamos com um personagem forte que consegue derrotar mofados com apenas quatro socos e um pisão, e também é capaz de chegar em stealth por detrás dos monstros e praticamente estourar a cabeça dos infelizes. É dahora, é engraçado e ainda desafiador se tentar pegar o troféu que premia quem mata todo e qualquer inimigo apenas na base da porrada! Eu consegui. Se não fossem os trechos com crocodilos, em que é necessário desviar deles, correr desesperadamente no lodo e até decorar seu padrão de rota, seria até que fácil. Mas teve um trecho em que temos que atravessar um rio com construções de madeira que estava lotado de mofados e crocodilos que me deu raiva, ainda mais devido o mofado de quatro pernas eu é bem chato de matar no soco e nos derrota com double-kill! De resto, o jogo segue linear, nosso objetivo é sempre achar uma cura para Zoe, derrotar tudo que se move, comer bixos repugnantes para se curar e derrotar um mofadão lutador misterioso em algumas batalhas contra chefe. O louco é que no final do game é possível utilizar uma luva high tech de procedência da Umbrella Azul que nos permite dar um socão carregado e dezenas de vezes fortificado. Esse é arrebatador, pena que usamos por pouco tempo.

    Bem, a história continua do ponto do jogo base em que Ethan cura Mia em vez de Zoe, que passa a vagar pelos pântanos e tem seu corpo calcificado por Eveline. No entanto, dois soldados da Umbrella Azul encontram seu corpo e descobrem que ela ainda está viva. E é nesse momento que somos apresentados à Joe Baker, tio de Zoe, que vive afastado nos pântanos próximos ao terrenos dos Bakers. Joe inicialmente acredita que a Umbrella é responsável pela condição de Zoe, por isso embosca os soldados e prende um deles, que afirma que eles têm uma cura para Zoe armazenada em uma cabana próxima. Joe vai para a cabana, encontrando uma cura parcial, e retorna para encontrar sua cabana em chamas, o soldado morto e um mofado forte e raivoso rugindo, esse ser é conhecido como Monstro do Pântano. Joe foge com Zoe em um barco para encontrar a base da Umbrella abandonada. Eles descobrem que a cura foi transferida para um barco a remo próximo. Joe embarca no barco e, depois de encontrar e batalhar com o Homem do Pântano mais uma vez, encontra uma dose completa da cura. O Mofadão captura Zoe e Joe é forçado a passar por grande parte do pântano até encontrar Zoe em uma igreja abandonada. Lá dentro, Joe é emboscado pelo Homem do Pântano, que se revela ser Jack Baker fortemente mutado, que bate em Joe, coloca-o em um caixão e o joga na água do pântano para morrer. Joe se lava perto da mansão Baker e se encontra no meio de uma batalha entre as Mofados e soldados da Umbrella Azul. É nesse ponto que encontra a luva poderosa e high tech da Umbrella e a utiliza para fazer dos Mofados um purê. Após explorar um pouco o terreno dos Bakers, agora todo sitiado, Joe encontra Zoe dentro da sala principal da grande casa, porém é surpreendido por Jack e a batalha derradeira se inicia. Mesmo com a ajuda do aparato energizante, seu irmão dá trabalho, mas é finalmente trucidado com vários socões que até explodem metade de seu corpo, que calcifica definitivamente. Assim Joe pôde salvar sua sobrinha, e logo são resgatados por Chris Redfield! No finzinho Zoe, após se recuperar da “Frozencinação”, recebe um telefonema de Ethan, que diz que sempre cumpre suas promessas (no caso de enviar ajuda).

    É meio forçado Jack ter sobrevivido à batalha com Ethan que aconteceu no jogo base? Sim, é forçado, mas vá lá, dá pra aceitar, ainda mais que ele está quase completamente sem consciência e aparenta agir de forma bestial. Porém o jogo é omisso em relação à aparência “gelada” de Zoe, que é tão marcante visualmente mas sem explicações, apenas podemos presumir de é porque a garota é “do bem”, por isso calcifica de forma elegante. É legal jogar com um caipira como Joe, e é até crível pensar que um irmão de Jack morava nas redondezas e é bruto de nascença. Essa expansão tem ainda menos files para ler, o que diminui ainda mais o lore que poderia ter sido agregado. 

    Mas enfim, é uma experiência bem divertida e diferente do jogo base, que me agradou bastante por ser focada na porradaria contra os monstros, algo nunca mostrado na franquia. Poderiam ter dado uma atenção especial para o enredo, explicar um pouco mais certas condições e tal, mas acaba bem e deixa um gostinho de querer ver novamente tais personagens. Sei que muita gente não aceitou muito a proposta da gameplay dessa expansão, mas poxa, eu curti, apensar de não ser nada que eu esperava, acabei por achar legal ir socando os mofados tudo pelo caminho kkk

    4/5 estrelas

    Resident Evil 7: End of Zoe

    Platform: Playstation 4
    30 Players
    3 Check-ins

    6
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 13:51:29 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #311 – Resident Evil 7: Not a Hero (PS4)

    42º em 2021

    Esse era um dos conteúdos de RE 7 que eu mais estava na expectativa de jogar, por motivos de Chris Redfield (mesmo que não tenha nem a voz e nem o rosto que conhecíamos). Na época essa expansão foi prometida como sendo gratuita e para o começo do ano de 2017, mas foi adiada e lançada somente em dezembro junto com a End of Zoe, por isso devo ter deixado passar na época (e na época eu não era tão fã da franquia ainda). Essa DLC tem umas duas horas de duração e mostra Chris perseguindo o maníaco do Lucas, que sobrevivera à passagem de Ethan em sua casa. O jogo é divertido e tal, mas faltou um pouco mais de contexto narrativo.

    A expansão se diferencia em gameplay do jogo base devido estarmos jogando com um experiente em combate contra B.O.Ws da BSAA, todo equipado com armamentos de primeira (fornecidos pela nova e aparentemente benevolente Umbrella), proteções e inclusive um capacete vindo diretamente de Halo – que inclui um HUD bem demarcado. Chris ainda vai upando seu traje com visão noturna e um disco que filtra o oxigênio em locais com esporos do mofo. O cenário que exploramos é o das minas de sal, aquele em que Ethan encontra laboratórios da The Connections. Porém Chris adentra o cenário mais profundamente, tudo para buscar Lucas que havia matado um integrante do seu squad e sequestrado outros três. Em uma vasta área temos que explorar três caminhos para aos poucos ir pegando as melhorias que citei acima, além de uma munição especial para acabar com os inimigos inéditos desse modo: os mofados brancos! Quem produz essa munição contra seres regenerativos é a Umbrella Azul. Então passamos por diversos cantos estreitos, escuros, com armadilhas e lasers, enfrentando diversos mofados, alguns mofados brancos (vão de base rapidinho com a munição especial da Umbrella), e um mofadão gigante que até deu certo trabalho para morrer. Por fim é, perseguindo Lucas, passamos por um grande laboratório oculto que ali se encontrava, cominando em uma batalha final derradeira contra o marmanjo pirado. Olha, o único ponto negativo da gameplay é a facilidade: como estamos muito bem equipados, fica fácil derrotar todo e qualquer inimigos que encontramos, inclusive o boss final.

    Na história, vemos um Chris irritado por estar trabalhando em conjunto com a Umbrella Corporations (aka Umbrella Azul), que agora está reformada e “boazinha”, ajudando na batalha contra B.O.Ws, oferecendo armamentos, equipamentos e soldados para agências especiais como a BSAA. A trama gira em torno da operação Lurking Fear, que Chris que faz parte, e tem o objetivo de eliminar a supercolônia de Mofados em Dulvey Parish, Louisiana. Logo após o final do game base, quando Chris e o pessoal da Umbrella Azul resgatam Ethan, ele recebe ordens para prender Lucas Baker, que está escondido na Mina de Sal Abercrombie, devido envolvimento com a organização criminosa The Connections. O resto do esquadrão de Chris foi declarado desaparecido após serem capturados por Lucas. Inclusive logo no início Lucas surpreende Chris e coloca uma bomba em seu pulso. Chris, mais determinado do que nunca, continua sua perseguição. Ele tenta resgatar vários soldados da Umbrella que foram capturados, mas eles são mortos pelas armadilhas de Lucas. Eventualmente, Lucas ativa o cronômetro na bomba de Chri, que é forçado a congelar a bomba em nitrogênio líquido, desativando-a por tempo suficiente para removê-la. Após isso Chris tem que derrotar inúmeros mofados e sobreviver à armadilha final de Luca... O cara é brabo! Até que se depara em um laboratório de pesquisa secreto da The Connections. Porém lá descobre que Lucas matou todos os pesquisadores da organização e planeja ainda pretendia traí-los ao enviar dados sobre Eveline para outra empresa (até então desconhecida). Chris consegue encurralar e atirar em Lucas, o que provoca mutações em seu corpo e desencadeia a boss battle final! Com sua missão cumprida e a infecção de Eveline contida, Chris retorna ao acampamento base da Umbrella Azul e o jogo acaba.

    Olha, para mim faltou explicarem um pouco mais sobre essa tal Umbrella Azul, deixar claro se eles realmente possuem objetivos puros e tal. Além disso essa expansão tem um nome tão charmoso Not a Hero, mas em momento algum toca nessas questões sobre os pensamentos e conflitos internos de Chris... Não como acontece em RE5 ou no filme Vendetta – que, inclusive, tem uma cena de diálogo com Chris em que ele fala algo do tipo, que ele não se considera um herói por que apenas está matando seres infectados que um dia foram pessoas. Além disso, tudo que ele tenta fazer aqui é resgatar os soldados de seu batalhão, e acaba falhando por motivos alheios à sua pessoa. Sei lá, eu estava esperando ver mais conflitos nessa história e tal, mas tudo que parece é que essa é apenas mais uma missão que o soldado, entre várias de sua longa carreira. De resto eu gostei de ver os diálogos sarcásticos que Chris (bem mal humorado) tem com a operadora da Umbrella que conversava com ele pela escuta, porém ele é até grosseiro em certos pontos kkk

    Sim, Not a Hero é uma adição legal para o ótimo game que é RE7, traz um diferencial legal ao permitir jogar com um soldado tão experiente como Chris e ainda equipado completamente com tecnologias da Umbrella Azul. Levei 2 horas para terminar, é curta, mas da uma exploração legal pelos cenários das minas e o laboratório. Porém é fácil até demais, não senti muita dificuldade no modo normal, nem mesmo nas duas batalhas conta chefes, sendo necessário somente paciência e despejar balas neles. A história até revela um pouco e entrega algumas informações que o jogo base deixa, mas poderiam ter revelado mais, tem poucos files. Enfim, é uma boa DLC que conclui o arco de Lucas que ficou em aberto no jogo base e permite jogar com nosso querido Chris – mesmo que não seja nosso querido Chris, não com aquela cara e essa voz nada a ver! Kkk

    3,5/5 estrelas.

    Resident Evil 7: Not a Hero

    Platform: Playstation 4
    48 Players
    4 Check-ins

    5
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 04:36:14 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #310 – Resident Evil 7: Banned Footage Vol. 2 (PS4)

    41º em 2021

    O segundo pacote de expansão das fitas também traz dois modos novos para agregar levemente à história de RE7, ao mesmo tempo que entrega experiências criativas dentro da estrutura firmada no jogo original. Também disponibiliza o hilário minigame Jack’s 55th Birthday, que é exigente bagarai em suas pontuações kkkk Aqui temos um completo jogo de cartas no modo 21 e Daughters, um capítulo interessantíssimo em que vemos a família Baker no momento em que suas vidas foram viradas ao avesso.

    21 é um modo em que novamente jogamos com o coitado do Clancy, que passa por sua terceira dose de tortura na casa dos Baker. Dessa vez é Lucas quem “brinca” com ele. Em uma sala pequena, Lucas algema Clancy e Hoffman, outro azarado que está com um saco na cabeça, ambos em lados opostos em uma mesa de jogos. O objetivo do lunático é que ambos joguem partidas de baralho, mais especificamente o jogo 21, em que a soma das cartas da mesa deve ser ou 21 ou o número mais próximo disso. Primeiramente está em jogo os dedos de ambos, mas ao passar de nossas vitórias Luquinha mostra toda sua “criatividade” ao aumentar a aposta, com aparatos que eletrocutam o perdedor e ao final uma serra que dilaceraria a cara do desafortunado. O jogo é bem legal, eu que nunca havia jogado 21 agora passei a curtir! Claro que, por ser um videogame, tem que ter elementos lúdicos, então a cada rodada temos trunfos, cartas especiais que concedem bônus para que o jogo não dependa apenas da aleatoriedade (como comprar cartas propícias, descartar cartas, fazer o adversário dobrar aposta, etc). Lucas mostra toda sua psicopatia nesse modo, usando até o corpo de Hoffman como marionete no round final! Bom que Clancy aparentemente nasceu em Las Vegas e se dá bem kkkk

    Daugthers é o modo mais focado na história dessas duas DLCs de fitas, funcionando como um pequeno trecho de história. Jogamos com a pobre Zoe Baker, em 2014, na noite do fatídico dia em que o navio naufragou nos pântanos da Louisiana devido um furacão (conforme informavam no noticiário que ela assistia). Já de início vemos versões pacíficas dos membros da família Baker, um Lucas jovem revoltado no celular, Marguerite mãe carinhosa cozinhando, e Jack chegando ao resgatar um pobre pobre menina indefesa. Fica ao cargo de Zoe levar roupas novas para a garota, e é aí que o pesadelo se inicia: em um aparente momento de calmaria, Zoe deixas as roupas perto de Eveline que subitamente acorda e diz “Vocês são meus agora”, fazendo a luz apagar e sair correndo do quarto... tenebrouser! A partir daí vemos cada membro da família sendo tomado pela maldita garotinha e temos que tentar escapar da casa. Por sorte eu vi a senha do celular de Lucas e consegui acessar ao notebook dele e vi a dica de procurar pela caixa vermelha que continha a chave para sair da mansão. E assim após desesperadamente fugir do pai e se espreitar para não ser achada pela mãe, ambos praguejando sobre a Zoe. Por fim, ao conseguir escapar pela porta da frente, Zoe adentra o trailer em que Mia estava, tudo para ser surpreendida por Eveline que diz que agora elas são irmãs (e que susto!) Curti essa expansãozinha pois ela mostra o lado humano da família e vemos que eram pessoas boas antes da infecção pelo mofo e a tragédia que aconteceu naquele local devido Eveline.

    E o minigame da vez que acompanha o pacote é o hilário modo Jack’s 55th Birthday, em que Mia tem que levar MUITA comida para um faminto Jack – muito exigente por sinal. Tudo está meio decorado, com balões e cartazes, sem falar Jack e os Mofados todos com chapeuzinho de aniversário kkkk É complicadinho, ainda mais se for tentar pegar rank S... tem que ser muito rápido, cé loko, eu não tentei não. São alguns cenários, como a casa de hóspedes, a área de testes e a casa principal. O jogo é bem rigoroso quanto aos tempos, qualquer errinho é motivo de reinício se busca os troféus. É bem arcadezão mesmo, não faz bem meu tipo de jogatina, então esse eu só entrei mesmo para conhecer.

    Enfim, mais um bom conteúdo esses que vieram na expansão. O jogo de cartas realmente é divertido e pode até viciar, já o modo narrativo de Zoe é bastante relevante para quem curte o game principal. Soma umas boas horas a mais de coisas para se fazer nesse ótimo game. O que resta agora é tentar vencer dez inimigos seguidos no 21 com a mesma “barra de vida” kkk além de se estressar alimentando o Jack paspalhão.

    4/5 estrelas

    RESIDENT EVIL 7 biohazard Banned Footage Vol.2

    Platform: PC
    5 Players

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-12-01 04:30:25 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #309 – Resident Evil 7: Banned Footage Vol. 1 (PS4)

    40º em 2021

    Essas foi a primeira expansão do ótimo RE7, e nesse pacote vieram conteúdos interessantes para acrescentar à franquia com 3 conteúdos novos: Os modos Nightmare, Bedroom e Ethan Must Die! Esses itens ficam acessíveis em um menu que simula um VHS e uma TVzinha de Tubo, como se cada modo fosse uma fita (tudo isso para combinar com esses elementos presentes no game base). Essa primeira expansão não tem tanto conteúdo relevante para a história em si, mas trazem uma boa dose de diversão e dificuldade – uma booooooa dose de dificuldade. Interessante notar que nos dois primeiros modos citados jogamos com Clancy Jarvis, o cameraman azarado (aquele que também jogamos no trecho da primeira fita no game original) que sofreu nas mãos de cada um dos Bakers.

    Nightmare é, basicamente, um modo de Sobrevivência com ondas de infectados a serem abatidos em alguns rounds. Lembra muito os modos zumbis de Call of Duty (pelo menos os primeiros, em que eram mais simples e diretos). Na história, Jack Baker prendeu Clancy no porão da residência para que ele morra para os Mofados ali presentes. O objetivo é sobreviver da meia noite até as cinco da manhã, portanto nosso cameraman da depressão desesperadamente luta por sua vida! O minigame é bem divertido, mas desafiador ao princípio, ainda mais que o próprio Jack aparece em dois momentos em que temos que derrota-lo com o pouco que temos. Durante as rodadas temos que coletar sucata nas máquinas que vamos ativando, comprar armas, munições e melhorias nas mesas de trabalho e abrir portas para ativando mais máquinas, mais espaços para sobrevier. O bom é que a cada jogada (mesmo as falhas) o modo nos premia com pontos que usamos para liberar vantagens para a próxima tentativa. Só por isso que eu consegui terminar esse modo matando mofados basicamente só com a faca, e socando balas de alto calibre no maldito Jack!!!

    Bedroom, como o nome sugere, se passa inteiramente no quarto do casal Baker e jogamos na pele do sofrido Clancy que acordou algemado a uma casa, após ter sido capturado por Marguerite. Ela deseja, em sua insanidade, alimentar Clancy com repugnantes pratos cheio de vísceras humanas, ratos e outras nojeiras inacreditáveis, a fim de que ele “seja parte da Família”. Nisso temos que fazer de tudo para escapar dali, resolvendo puzzles ao mesmo tempo que temos que voltar correndo para a cama ao ouvir a aproximação de Marguerite – sempre arrumando o quarto ligeiramente para evitar ser golpeado pela velha maluca. Esse modo é engraçado e tenso ao mesmo tempo, da uma aflição arrumar todo o quarto e correr para a cama no tempo limitado. O bom é que ao final dá pra dar uma bela golpeada na demonha e fugir pela passagem que tem em baixo da cama! Ah, e eu achei os três ratos mortos que o troféu pede.

    Agora, Ethan Must Die, é um minigame lazarento de difícil em que temos que sobreviver aos inimigos que estão mais fortes, enquanto coletamos armamento (limitado) e ao fim enfrentar Marguerite versão monstruosa na Estufa. Esse modo não tem checkpoint, saves e nada, mas fica uma estatuazinha de santa no local da morte, que ao quebrar dá um item que tínhamos em mãos na run anterior para Ethan. A sacanagem é que certas caixas de itens têm explosivos para dificultar ainda mais a vida... Realmente, querem matar o Ethan kkkkk Confesso que esse minigame não me dei o esforço de zerar ainda, mas quem sabe futuramente.

    Olha, essa expansão acrescenta material divertido e bastante desafiador que utiliza bem as mecânicas do game base para criar algo diferenciado. Foram umas boas horinhas a mais de RE 7 na conta! Pelo menos jogando agora na versão Gold do jogo vale bastante a pena. Gostei bastante dos dois modos principais, e um dia quem sabe tento a sorte no modo mais difícil do modo horda hahah

    4/5 estrelas

    RESIDENT EVIL 7 biohazard Banned Footage Vol.1

    Platform: PC
    6 Players

    4
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-11-25 22:42:22 -0200 Thumb picture

    REzerando - Resident Evil 7: Biohazard (PS4)

    39º em 2021

    Welcome to the Family, son! Não tem jeito, RE7 continua para mim um dos melhores games da franquia, além de também ser o mais aterrorizante. A Capcom realmente soube revitalizar a franquia com esse game ao mesmo tempo que volta com toda a estrutura de gameplay dos games clássicos. Já havia jogado lá em 2017, perto de seu lançamento e já havia gostado bastante, mas agora já conhecendo a franquia inteira eu pude apreciar ainda mais esse ótimo game de Survival Horror, entendendo os motivos das mudanças e as aceitando em grande parte. É sim Resident Evil, tem sim a essência da saga, tanto em enredo e – principalmente – em gameplay! Ethan, mal te conheço, mas já te considero pakas!

    Sem enrolações, o sétimo game da franquia trouxe de volta praticamente TODOS os elementos de jogabilidade que faziam os games clássicos serem considerados Survival Horrors. Além disso, o que faz um game “ser um bom Resident Evil”? Eu diria que esses elementos juntos, concatenados, são necessários para que isso seja alcançado:

    -Temática de terror: cenários escuros, assustadores. Eventuais momentos de jumpscares.

    -Level desing inteligente: com mapas interconectados, com caminhos bloqueados que só futuramente o jogador conseguirá progredir; necessitar de backtracking.

    -Gerenciamento de itens: ter espaço limitado no inventário e assim ter que passar "sufoco" para lidar com os itens que possui, tendo, se possível, local para armazená-los.

    -Escassez de armas e munições: outro fator que faz o ser mais tenso, ter que fazer cada bala contar, não deve ser simplesmente um shooter sem limitações;

    -Inimigos zumbificados: os inimigos básicos desses games tem de ser humanoides em estado limitado de consciência, sendo agressivos e com força e resistência anormais.

    -Trama construída utilizando artifícios como Armas Biológicas (ou melhor, Bio-orgânicas) para justificar os acontecimentos da história, assim como a razão de ser dos inimigos e chefes. Isso envolvendo corporações malignas da área farmacêutica, governos, agências contra bioterrorismo, etc.

    -Puzzles necessários para resgatar determinado item ou abrir alguma passagem importante para o progresso.

    -Lore apresentada em documentos, fotos, itens do cenário.

    -Cura com itens específicos (no caso, ervas e sprays).

    Bem... ao jogar Resident Evil 7, podemos observar todos esses elementos, mesmo que alguns em menor escala que outros (como a quantidade de munição, que aqui fica quase abundante a partir da metade do game). Enfim, a jogabilidade funciona muito bem, ô joguinho gostoso de jogar: buscar por itens, respirar aliviado com cada munição encontrada, desbravar cada canto dos mapas, derrotar todos os inimigos presentes etc. Mas olha, que esse jogo dá um cagaço, dá! Pelo menos até a metade do game mal temos armas à disposição, munição realmente escassa e claro, a possibilidade de dar de cara com os integrantes da família Baker a cada corredor que adentra! Mesmo já tendo jogado antes (ok, foi há 5 anos atrás quase) eu ainda fiquei com o toba na mão, ainda mais jogando de madrugada com o ótimo fone Pulse do Play 5. Os gráficos são muito bonitos, a estética toda do game visa o realismo – só é uma pena eventuais delay de render. Os sons então... elaborados demais, tudo faz algum som horripilante, me fazendo ficar com medo de cada passo que eu dava nesse game kkkk Sim, o game agora é jogado com perspectiva em primeira pessoa... não acho que isso descaracterizou a franquia, e sim penso que trouxe um frescor para a série, deixou o jogo mais assustador do que qualquer outro RE e tal, mas eu ainda gosto mais da câmera em terceira pessoa como nos últimos Remakes.

    Esse jogo é brilhante no que tange à criatividade em criar cenários e ambientá-los conforme diversos tipos de terror que conhecemos. Tudo isso empacotado em um mapa muito bem construído que é a grande mansão da Família Baker. Temos o terror slasher com pitadas de trash para cenas com Jack; o terror grotesco de criaturas com Marguerite; o suspense sangrento com jogos mortais (olha lá) com as maquinações de Lucas e, por fim, o terror clássico de aparições com Eveline. No jogo passamos por diversos cenários distintos na propriedade desses caipiras malucos: a casa de hóspedes, a mansão principal, o grande porão da mansão lotado de mofados, a casa antiga e podre cheia de insetos, os galpões e estábulos com armadilhas. Além disso, também exploramos locais próximos como o grande navio enferrujada que ficou parado nos pântanos, a mina de sal que serviu como laboratórios escondidos da companhia que analisava Eveline, entre outros. No jogo, além de matar alguns mofados (os infectados da vez, bichos pretos, gosmentos e altamente letais), temos que sobreviver a perseguições dos integrantes mais loucos da família e, eventualmente, enfrentá-los em batalhas. Jack Baker funciona como os perseguidores da franquia, rodeando o mapa, surgindo do nada, atravessando parede, enfim, nos caçando. Marguerite fica rodando a casa antiga e ordena que insetos nos ataquem com sua lanterna. Já Lucas nos joga em uma batalha mortal contra um Mofado gordão e depois em um tipo de Escape Room mortal.

    O game se passa em julho de 2017, no interior americano, em Dulvey, Luisiana. Sobre o enredo, qual a o agente biológico da vez? É o Mutamiceto Type-E, mais conhecido como Mofo. O grupo “malvado” do momento? É a The Connections, uma organização criminosa que mexe com armas biológicas, inclusive Mia trabalhava como agente para eles. Protagonista? Ethan Winters... e eu gostei do cara, apesar de não conhecer seu rosto (o jogo esconde isso com vontade kkk). Ele é um cara “normal” que está em busca de sua esposa desaparecida, Mia. De fato ele não é muito expressivo nesse game, mas foi decisão proposital da Capcom, para tornar nossa imersão ainda maior. A trama de RE7 é bem elaborada, à princípio tenta esconder diversos elementos do jogador, mas aos poucos vai revelando os motivos por trás dessas insanidades todas que vemos no game, até que no terço final entrega quase todas as respostas. Na verdade, muito sobre o enredo dos eventos desse game em específico nos é revelado, mas sobre o mundo pré-existente da franquia quase nada é esclarecido (O que aconteceu com os personagens antigos? Esse é o Chris mesmo? O que é essa Umbrella Azul?)... Mas ainda assim ficamos com algumas dúvidas específicas como se Ethan realmente está infectado com o Mofo, se Mia era mesmo “do mal”,  etc.

    Agora com uns SPOILERS aqui: algo que eu lembrei de imediato ao começar o game era de que a “vó da família”, aquela venha reganhada, era a garotinha Eveline envelhecida. E falando sobre ela, caramba deu até dó, a coitada foi utilizada como experimento pela The Connections, foi utilizada como arma biológica, e jamais teve uma família – seu maior desejo, quase obsessão. A menina maligna foi a cobaia principal desses experimentos com o Mofo, sendo rotulada como E-001. Seus poderes vão desde a transmissão do agente biológico para infectar outras pessoas até controle mental dos infectados, que passam por alucinações, vendo a imagem de Eveline e ouvindo sua voz em suas cabeças. Por essa razão creio que Ethan também tenha sido infectado por Evie. Mia era responsável por transportar a garota no navio e tinha ordens de abatê-la em casos de risco, porém a capetinha insiste que ela seja sua mãe, dá um surto que faz o navio ser estraçalhado e ir parar nos pântanos perto da residência dos Baker. E nisso que Eveline se apresenta inocentemente à família, mas aos poucos vai tomando conta de suas mentes e os transforma nos seres horrendos que vamos a conhecer posteriormente. Agora, falando do final do game, muito misteriosa toda a aparição daquele Chris Redfield - que mais parece o Luciano Huck – e o envolvimento dessa tal nova Umbrella. Pelo que consta, a Umbrella Azul (devido a cor do logo), é a mesma Umbrella de antes que passou por um processo de avivamento, sendo reinstaurada em parceria com o governo americano para que colabore na luta contra as B.O.W.s a fim de que se “redima” de seus pecados passados. Por isso agora essa corporação trabalha fornecendo armas contra B.O.W.s (como a usamos no final do game para derrotar a versão monstruosa de Eveline), até mesmo colaborando com a B.S.A.A.... eis o motivo daquele Chirs no game!

    Enfim, Resident Evil 7 Biohazard conta com todos os elementos de gameplay que faz um game ser um bom survival horror, resgatando para a atualidade toda a estrutura dos games clássicos, ao mesmo tempo que atualiza a franquia para os tempos atuais e traz alto teor aterrorizante. Isso tudo sendo um ótimo game, instigante e com uma história interessante e trágica. Tem um ritmo muito bom, dosando bem os momentos de tensão, terror, calmaria e de ação. Um verdadeiro clássico recente! Agora vou jogar as várias expansões, cuja quais eu nunca joguei! Vai ser legal ver as VÁRIAS lacunas deixadas pelo game base sendo preenchidas!

    4,5/5 estrelas

    Resident Evil 7 biohazard

    Platform: Playstation 4
    768 Players
    204 Check-ins

    7
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-11-21 04:54:13 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #308 – Resident Evil 7: Beginning Hour (XBOX ONE)

    38º em 2021

    Sim, é uma Demo. Mas erra quem acha que é “só” uma Demo... Além de ser o prólogo de Resident Evil 7, a Capcom quis dar uma resposta ao Kojima e seu alardeado P.T. Playable Teaser, e lançou seu próprio teaser de terror bem produzido, lotado de segredos e terrivelmente aterrorizante – a diferença aqui é que o jogo em si cujo qual a demo estava instigando de fato foi lançado #shade kkk. Se engana também quem pensava que essa era uma demo curta e linear, e pasme: eu também pensava assim. Eu cheguei a jogá-la de forma descompromissada em meados de 2016, fiz o básico, vi a fita, abri a porta e BOOM, Welcome to the Family son! Kkk porém mal eu sabia que a demo seria atualizada mais de uma vez (versão Twilight e Midnight) acrescentando novas áreas, puzzles, combates e outros finais – inclusive o verdadeiro! Ahhh e aquele dedo de manequim...

    Bom, como agora peguei firme para jogar Resident Evil, baixei novamente “A Hora Inicial” a fim de explorá-la em miúdos. Esse prólogo segue um personagem sem nome, alguns meses antes dos eventos do jogo principal, que busca desesperadamente fugir da casa imunda e escabrosa em que se encontra. Tudo fica mais sinistro quando encontra um fita VHS em que três tontões adentram a mesma casa para fazer filmagens sinistras para um programa de TV e acabam sendo violentamente mortos pelos caipiras sinistros que ali habitam. Na primeira run fui no básico, me foquei na imersão (meia noite, no escuro, sozinho, focadão no jogo nem pausar pausei kkk), fiz o que os instintos mandaram e... bem, final ruim, socão do Pai. Na segunda run já fui mais preparado, me ajeitei no sofá e logo que levantei já puxei o mecanismo que faz a passagem secreta abrir para achar um fusível e assim pude explorar outros cantos da maldita residência! Explorei o sótão, o banheiro, o porão... mas lá fui surpreendido com um maldito mofado! Poxa vida, tudo isso para morrer “de mofo” e ver o Paizão tirar uma com nossa cara.

    Por fim refiz meus passos da run anterior, porém fui mais ligeiro que o mofado do inferno, dei um drible nele que nem acreditei e corri pro banheiro para pegar a arma naquele vaso imundo. Agora sim, me sentindo seguro desci no porão, meti bala no lazarento que ficou cambaleando, peguei as chaves escondidas e dai só alegria: corri para a saída toda iluminada por raios de sol (isso que é um bom alinhamento entre direção artística e level desing) e finalmente, depois de tanto anos, vi o final real dessa experiência lapidada que é a Demo de RE 7. (Tudo para ver um texto em que dizem que as autoridades não acreditaram no personagem e ainda encontraram LSD em seus bolsos kkk). Ah, mas deixei de lado a vontade de querer voltar para achar os vários fantasmas escondidos na casa para liberar uma moeda no jogo base, primeiro porque é complicado demais (pelo que vi na internet) e segundo porque pude jogar esse prólogo no Xbox One e vou jogar RE 7 no PS5 e por alguma razão esse título não está disponível na nona geração...

    Enfim, Beginning Hour é mais que uma Demo, é um prólogo individual de Resident Evil 7, tem alto fator replay, muitos segredos escondidos, um clima de terror que deixa qualquer um se borrando, várias camadas de conteúdo e ainda foi um grande viral na época, com suas atualizações frequentes. Tem que ser jogado antes do game base, só é uma pena mesmo que não esteja disponível na loja do PS5...

    5/5 estrelas

    Resident Evil 7 Teaser: Beginning Hour

    Platform: Xbox One
    3 Players

    10
    • Micro picture
      thiones · 2 months ago · 1 ponto

      Sério que também cadastraram isso como um jogo? A parte do próprio RE7?

      1 reply
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-11-20 19:53:48 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #307 – Resident Evil: The Mercenaries 3D (N3DS)

    37º em 2021

    Mais um game que nasceu do namoro da Capcom com a Nintendo, The Mercenaries 3D é um spin off não canônico da franquia voltado para a ação.  Esse game traz somente partidas em uma mapa fechado com hordas de inimigos à deriva para que o jogador os derrote sob certas condições e com tempo delimitado. Joguei esse título por indicação de um amigo meu - muito amante de portáteis e do 3DS - que já zerou todas as fases desse game com todos os personagens com ranking máximo ainda! Tem modo coop, mas joguei sozinho mesmo. O que eu não sabia é que esse game é "zerável", uma vez que conta com um sistema de progressão por fases e ainda tem uma tela de créditos ao final kkk

    O jogo conta com 30  missões, porém as 6 primeiras são mais como tutoriais e as 8 últimas são missões EX (desbloqueáveis após o "zeramento"). Essas missões se passam em cenários reutilizados de RE 4 (3 mapas: a vila, a ilha deserta e o castelo velho) e de RE 5 (5 mapas: a praça em Kijuju, o deck, as minas, a prisão e a área de mísseis do navio).  A jogabilidade também é simples - e isso é ótimo - parecendo uma versão simplificada dos comandos do quarto e quinto game da franquia. Basicamente o botão "Y" do portátil funciona para tudo: atirar, golpe físico, pular, coletar munição kkk praticidade é tudo, e até que funciona bem! De resto eu só reclamo que apertar o R para mirar as vezes cansa no 3DS, o dedo começa a doer e tal.

    O jogo segue como o modo extra The Mercenaries presente em RE 3, 4 e 5 (até aquele momento), em que somos jogados em um mapa delimitado com nosso conjunto de armas e temos que matar a maior quantidade possível de inimigos em um tempo delimitado, sendo que é possível ganhar bônus de tempo ao golpear estátuas vermelhas. Durante a matança de zumbis e ganados também é favorável continuar a sequência de matanças em pouco tempo para aumentar a contagem dos "combos" - que é bastante generosa, btw. Confesso que durante a jogatina fui me enjoando um pouco porque são poucas as missões que trazem um diferencial, como várias hordas a serem superadas, chefes ou objetivos específicos como somente usar golpes físicos, etc. 

    O game classifica nossa jogatina em níveis que vão de de F até SS, e bem, a maioria dos meus ficou entre B e A mesmo, com alguns apenas em níveis S, mas fiquei feliz que na fase final, após morrer diversas vezes, consegui sem nem tentar um rank SS! Ah e é com o decorrer da boa progressão que vamos adquirindo novos personagens para jogar. São eles Chris, Jill, Rebecca, Claire, Hunk, Barry, Krauser e por fim, Wesker. Experimentei todos. Cada um tem seu conjunto de armas, mas já digo de antemão que o melhor conjunto é a de Rebecca! Quem diria kkk ela usa uma metralhadora MP5 e um lançador de granadas explosivas muito poderoso que mata geral no jogo todo! Ah Bequinha.... PS: o jogo conta com uma skin diferente para cada personagem que também tem seus próprios atributos (e algumas são engraçadas e outras meio... sexy) porém não corri atrás não.

    Para combinar com os cenários, o jogo também pega diretamente os inimigos do quarto e quinto game de RE. Enfrentamos Majinis, Cultistas, Dr. Salvador, Executioners, Garradores, variações de Majinis (o gordão, o da metranca, etc), entre outros. Como chefão de maior destaque colocaram por duas vezes o morcegão gigante da Tricell, o Popokarim, que devemos enfrentar da mesma forma que o enfrentamos em RE 5: colocando minas no chão e detonando seu rabo com tudo que tivermos de melhor no arsenal... É legal, mas poderiam ter colocado uma diversidade maior de chefes, e não apenas repetido o mesmo. 

    Bom, eu definitivamente não sou o público alvo desse game - diferente do meu parça que fez 100% ao zerar diversas vezes com todos personagens - mas curti até a experiência arcade que o título traz. Joguei de boa, ouvindo uns podcasts e tal, de forma descompromissada. Foram umas 3 horas e pouco de diversão. Ainda voltarei ocasionalmente para dar umas jogadinhas a mais. O jogo em si é um pouco preguiçoso ao referenciar (para não dizer reutilizar assets) somente dos últimos dois games da franquia à época. Para um game "definitivo" do modo Mercenaries ele poderia ter feito uma homenagem total à saga. Porém ainda é um bom divertimento rápido. 

    3/5 estrelas.

    Resident Evil: The Mercenaries 3D

    Platform: Nintendo 3DS
    688 Players
    57 Check-ins

    9
    • Micro picture
      jcelove · 2 months ago · 1 ponto

      Rapaz, vc realmente ta maratonando tudo da serie.
      Mercenaries 3d foi uma oportunidade desperdiçada pela vontade de fazer um caça niqueis barato. Poderia ter uma montanha de conteudo mas se limita a remendar assets dos jogos anteriores. Mesmo assim é divertido e visualmente inpresdionante pros padroes do 3ds.
      Usando moedinhas do 3ds da pra liberar os sets de armas pra qq personagem, da pra deixar todo mundo com as granadas roubadas da Becca.hehe

      3 replies
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