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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-05-06 14:19:33 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Com quase 37 horas de leitura (exatamente a mesm
    Air

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    Com quase 37 horas de leitura (exatamente a mesma duração de Kanon), concluí Air! Agora posso dizer que já li toda a trindade clássica da Key.

    O último arco da história é certamente cheio de altos e baixos. A primeira metade dele é extremamente arrastada graças ao fato de ela ser composta, em sua maioria, de cenas e diálogos já vistos durante o arco inicial. Mesmo sob a perspectiva diferente, observada através dos olhos do corvo Sora, e com as cenas novas, não é o bastante para livrar a leitura da sensação de repetição excessiva.

    Felizmente, a segunda metade do arco tem alguns momentos realmente bonitos. A relação entre mãe e filho sempre foi uma constante durante toda a história de Air, e aqui ela atinge seus patamares mais altos durante a passagem na praia e ao final, quando a Mizusu levanta da cadeira para andar em direção a sua mãe, em um desfecho certamente inesperado. Uma cena que não me desceu muito bem, contudo, foi a do festival de verão. Embora a cena tenha um bom impacto emocional, a tempestade me pareceu forçada demais, levando em conta que ela não ocorre na rota da Kano quando chega o mesmo dia.

    As motivações da Haruko também são reveladas e ela acaba se tornando alguém que se sobressai de forma surpreendente. Ao mesmo tempo, a conclusão dos personagens da Misuzu e do Yukito certamente não foi o que eu imaginava que seria, ainda mais tendo como base os finais de Kanon e CLANNAD.  É de um sentimento realmente agridoce, mais próximo de algo como Tomoyo After (embora não tão impactante, eu diria).

    No fim, os momentos mais chatos da leitura e alguns pontos um tanto arbitrários do enredo acabam arrastando a obra um pouco para baixo, ainda que os bons momentos consigam se destacar de forma suficiente. Fica abaixo de todas as outras obras da Key que li até então, mas é uma experiência satisfatória.

    Após o término de Air, meu plano inicial era continuar submerso nos trabalhos da Key e já emendar com Little Busters. Mas, agora estou inclinado a ler ou Higurashi, muito por conta das altas recomendações do @ralphdro e do anime que foi exibido há poucos meses, ou Muv-Luv, que comprei poucos dias atrás durante a Golden Week.

    9
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-05-04 23:22:02 -0300 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <p><em>A garota do céu...</em></p><p>Já cheguei ao
    Air

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    A garota do céu...

    Já cheguei ao fim do arco Summer. 

    Ao contrário do arco anterior, Summer é 100% linear, sem nenhuma escolha para ser realizada. O que faz todo o sentido, já que trata de uma história de centenas de anos no passado. E é muito bacana acompanhar a jornada de três personagens novos em um cenário completamente diferente daquele visto durante todo o restante da visual novel.

    Acho que, até o momento, essa foi a parte da história que mais me engajou. Quer dizer, eu também li a rota da Misuzu em Dream de forma bem rápida, e a rota da Minagi tem alguns momentos especialmente envolventes, mas ser capaz de compreender, em Summer, as razões por trás dos acontecimentos de até então, por meio de uma pequena e íntima jornada em um passado distante, é como uma brisa de ar fresco. E eu gostei de todo o trio de personagens, ainda que eles não sejam exatamente multifacetados (principalmente o Ryuuya, por quem a perspectiva conta a história). A Kanna é simplesmente preciosa e a Uhara é um deleite de bom humor e simpatia.

    Mas, ainda que a simples jornada pelas montanhas do Japão do período Heian seja muito gostosa de acompanhar, algumas das explicações envolvendo os seres de asas e, principalmente, das maldições soam arbitrárias demais, mesmo para o cenário fantasioso da obra. Não ajuda o fato de boa parte disso ser jogada bem nos últimos momentos, mesmo que haja, sim, algumas antecipações durante a trama.

    Enfim, hora de partir para o último arco da história: "Air". Devo tentar concluir a leitura até o fim desta semana.

    8
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-05-02 18:24:35 -0300 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <h2><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dVSs5V
    Air

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    がお。。。

    E terminada a rota da Misuzu! Com isso, li por completo Dream, que é basicamente o primeiro (e mais longo) dos três arcos da história.

    Curiosamente, sua rota em Dream não dá a ela um desenvolvimento muito grande. Mas neste caso faz sentido, considerando que a rota termina em um cliffhanger, com a continuação da história sendo deixada para os dois próximos arcos. Então, diferentemente das duas outras heroínas, a história da Misuzu ainda não foi encerrada, de forma bem semelhante ao que a Key viria a fazer também com a história da Nagisa durante o After Story em CLANNAD.

    Por enquanto, a Misuzu se mostra uma garota demasiadamente inocente e pura, mas muito graciosa. Alguns de seus momentos divididos ao lado do Yukito chegam a ser fofíssimos e bastante calorosos. E, em contraste com tudo isso, ela é também uma personagem bem dramática. A solidão da Misuzu, resultado de sua incapacidade em criar laços com outras pessoas, é de fato melancólica. Mesmo com sua própria figura materna, a Misuzu mantém uma relação de afastamento (inclusive, me senti angustiado com a indiferença da Haruko nos últimos momentos). Por isso, é reconfortante ver o Yukito se importando em ficar ao lado dela conforme os dias finais da rota vão se aproximando.

    Agora, sem muita delonga, vou começar o próximo arco, "Summer". Hora de saber o que aconteceu centenas de anos atrás com a garota do céu.

    9
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-04-14 01:22:12 -0300 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <p><em>ぴっこり!</em></p><p>Desta vez sem tanta demora,
    Air

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    ぴっこり!

    Desta vez sem tanta demora, terminada a rota da Kano.

    Contrária à rota da Minagi, essa foi consideravelmente mais ligeira e melhor ritmada. Ainda assim, ela é bem mais fraca. Eu havia apontado que, durante a rota anterior, o desenvolvimento da Minagi não me satisfez, porém a Kano é, sem dúvidas, uma personagem bem mais desinteressante.

    Felizmente, a irmã da heroína, a Hijiri, é bastante bacana, a ponto de ofuscar completamente a Kano. O Potato também é simplesmente adorável e rende um dos momentos mais engraçados da história.

    A verdade é que o enredo da rota não é exatamente ruim. O aspecto sobrenatural, por exemplo, é bem interessante e, considerando toda a motivação para a jornada do Yukito, é muito relevante como ele, em alguns pontos, acaba demonstrando não ter de fato muita fé na existência da garota no céu. Também é legal como a trama mostra que os poderes do protagonista possuem um propósito maior. 

    O grande problema mesmo é que, embora a história tente dar foco no romance entre o Yukito e a Kano, a heroína é muito sem graça e não consegue ter momentos de impacto. No fim, todas as interações realmente interessantes entre o Yukito e os outros personagens acabam caindo sobre a irmã mais velha e o cachorro (ou seria uma criatura alienígena?).

    Agora só resta a rota da Misuzu para terminar o arco "Dream". Como se trata da rota escrita inteiramente pelo Jun Maeda e que estrela a garota-propaganda da obra, estou colocando bastante expectativa em cima dela e do que seguirá durante os arcos posteriores.

    8
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-03-25 13:30:34 -0300 Thumb picture

    Novo Melty Blood anunciado para 2021 e mais sobre Tsukihime Remake

    Hoje, por meio da revista TYPE-MOON Ace volume 13, foi revelado um novo jogo da série Melty Blood. Nomeado Melty Blood: Type Lumina (seria um novo Ultimate One?!), o jogo de luta está previsto para um lançamento mundial ainda neste ano com versões para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch (novamente, PC deixado de fora pela TYPE-MOON).

    O jogo está sendo desenvolvido pela French Bread, responsável por todos os jogos anteriores da série, além de outros jogos de luta, como Under Night In-Birth. A Delightworks, de Fate/Grand Order, também está envolvida na produção.

    Segue o link para o site oficial do jogo: https://meltyblood.typelumina.com/

    Além disso, mais informações sobre o remake de Tsukihime foram divulgadas. Tsukihime -A piece of blue glass moon- contará apenas com as primeiras duas rotas da visual novel original: as da Arcueid e da Ciel. Ambas as rotas possuem nomes agora, sendo eles "Princesa da Lua" (月姫, Tsukihime) e "Arco-íris da Noite" (夜の虹, Yoru no Niji), respectivamente. Cada rota terá o dobro do tamanho de suas versões originais.

    O remake será lançado no Japão em 26 de agosto de 2021 para PS4 e Nintendo Switch. Não há qualquer informação sobre um lançamento global.

    (Clique nas imagens para ampliá-las).

    Mais informações (incluindo uma entrevista com Kinoko Nasu sobre o remake) estão presentes no novo volume da TYPE-MOON Ace, já disponível para compra (também em formato digital):

    https://www.kadokawa.co.jp/product/322101000646/

    Melty Blood Actress Again Current Code

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      noyluiz · about 1 month ago · 2 pontos

      No aguardo de novo melty blood 👍

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      noyluiz · about 1 month ago · 1 ponto

      É ruim mas ao mesmo tempo bom né...

      2 replies
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      lendariorandom · about 1 month ago · 1 ponto

      Opa pancadaria!

  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-03-22 00:31:44 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Finalizado na dificuldade mais alta, Maximum Fur
    Ion Fury

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    Finalizado na dificuldade mais alta, Maximum Fury. Jogo muito legal. E tem uma quantidade tão grande de segredos bem escondidos, que só consegui achar 40% deles.

    O chefe final é basicamente uma luta de horda, mas não chega a ser muito complicado, nem muito interessante. Tanto que, lá pela terceira onda de inimigos, eu decidi simplesmente ignorá-los e sair correndo para jogar bombas dentro do domo do chefe.

    Os jogos clássicos na Build Engine, especialmente Blood, sempre foram bastante atraentes, e este aqui vai ainda além. O jogo é muitíssimo bonito. A arquitetura dos mapas é detalhada, complexa e as áreas ainda são, em certos casos, bastante amplas.

    Inclusive, a campanha costuma estar em sua melhor forma durante as fases mais urbanas. Andar pelas ruas, lojas e edifícios (e até mesmo em um estádio) é ter os melhores momentos de combate, exploração e beleza que são oferecidos pelo level design do jogo. Já as fases baseadas em cenários mais subterrâneos, como esgotos, metrôs e alguns laboratórios, me pareceram um tanto desinteressantes. Ainda assim, boa parte dos capítulos do jogo apresenta ao menos uma fase acima da média. A fase na base da GDF durante o episódio 2,  Inhospitable Hospitality e a mansão do Heskel vêm a minha mente como algumas das mais legais que já joguei em um jogo da Build.

    Algumas ressalvas que tenho estão relacionadas a alguns dos inimigos. Tem umas cabeças voadoras, em especial, que são simplesmente um inferno de lidar. O perigo que elas representam é quase nulo, mas elas se movem de forma tão estranha e, em decorrência disso, é tão difícil de acertá-las (mesmo com a trava de mira do revólver) que acabam simplesmente sendo um enorme pé no saco. As aranhas também levam uma menção honrosa como sendo bastante irritantes.

    No momento, não sei se tenho muito ânimo para ir atrás de todas as conquistas, já que uma delas exige encontrar todos os segredos em todas as fases e matar todos os inimigos, o que não é algo que tenho vontade de fazer tão cedo (até porque, ao contrário de DUSK e Amid Evil, por exemplo, o menu de seleção de fases não mostra o seu progresso em cada uma delas). Porém, tenho muito interesse na expansão que foi anunciada durante o Realms Deep no ano passado.

    The Dopefish lives!

    11
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      _gustavo · about 2 months ago · 1 ponto

      Ele nao tem o esquema do Shadow Warrior Redux de pegar sempre o mesmo secret e aumentar o contador ? kkkkkk.

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-03-15 19:10:29 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>O fim dos sonhos...</em></p><p>Se passaram m
    Air

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    O fim dos sonhos...

    Se passaram meses e mais meses desde que comecei a visual novel (9, de acordo com meu outro check-in), e somente agora terminei de ler a minha primeira rota: a da Minagi Tohno.

    A maior razão por trás de toda essa demora é que eu fiquei desanimado durante um certo tempo, graças a um bug do patch do Gao Gao Translations que leva o programa a simplesmente parar de reconhecer os meus saves, mesmo eles ainda existindo dentro da pasta nos arquivos. E mesmo agora eu não sei o que ocasiona esse erro, tanto que ele chegou a acontecer novamente durante o último fim de semana, mas acabei decidindo que seria melhor simplesmente conviver com ele e usar a função do "Ctrl" para avançar o texto rapidamente até onde eu havia parado sempre que ele voltar a ocorrer.

    Bom, como cheguei a mencionar no meu primeiro check-in, o protagonista, Yukito Kunisaki, é bastante interessante. Ele transmite frequentemente um tom bem sarcástico e é, por vezes, até mesmo indolente. Chega a ser cômico estar dentro da cabeça dele. Todavia, nessa rota o Yukito acaba se afeiçoando muito aos momentos felizes que ele vivencia ao lado da Minagi e da pequena Michiru, e é bastante satisfatório ler o quanto ele se importa com tudo isso.

    Já em relação à heroína da rota, devo admitir que não fiquei muito satisfeito com o desenvolvimento dela. Por um lado, o sofrimento causado por conta de sua família desmantelada é extremamente compreensível, mas mesmo após cada reviravolta, a Minagi pareceu se manter bastante inerte. Neste sentido, prefiro muito mais a construção da personagem da Michiru durante a história. Ainda assim, a conclusão da rota é certamente efetiva em transmitir o quão importante a Michiru é para a Minagi, com duas belas cenas finais na casa das Tohnos e no telhado da escola.

    Uma coisa que eu gostei é que, no final verdadeiro (aparentemente, essa é a única rota com mais de um final), o roteiro não se vê obrigado a desenvolver um romance forçado entre o Yukito e a Minagi. Ao invés disso, os dois mantêm um lanço afetivo de pura amizade que combina muito mais com a história que está sendo contada. O romance entre eles fica a cargo do final alternativo (que foi, inclusive, o que eu peguei primeiro por engano), mas além do final não transmitir a mesma sensação de completude, o desenvolvimento dessa relação entre os dois parece um tanto inoportuno.

    Acho que o maior problema mesmo dessa rota, no entanto, é a duração demasiadamente grande, somada a um ritmo bastante repetitivo. Isso se torna ainda mais exacerbado quando parece que a história está para acabar e ela simplesmente continua por mais algumas horas.

    Agora devo seguir para a rota da Kano e desta vez, espero eu, sem grandes delongas.

    15
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      noyluiz · about 2 months ago · 2 pontos

      Isso faz eu me desanimar ainda mais com as obras da key (já num gosto drama e ter um ritmo lento... )

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      gennosuke6 · about 2 months ago · 1 ponto

      Só vi o anime mesmo. Eu acho bacana visual novels, mas na verdade não tenho mta paciência pra jogá-los.

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-03-04 02:15:16 -0300 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <p><em>"When the history of my glory is written, yo
    System Shock 2

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    "When the history of my glory is written, your species shall only be a footnote to my magnificence."

    Ontem eu terminei de jogar a campanha no Hard, após umas 12 horas de jogatina. É, tenho estado bem na vibe desse tipo de jogo ultimamente.

    Nessa jogada eu escolhi ir como Navy Sailor, focando em Standard Weapons (rifle de assalto lindo), Hacking e Força como habilidades. Como System Shock 2 exige que o jogador se especialize em habilidades específicas ao invés de tentar ser bom em tudo, nem cheguei a usar qualquer PSI ou arma exótica.

    Uma coisa que acho muito legal é como o papel da SHODAN é trocado em relação ao primeiro jogo. Toda essa dinâmica que envolve ela dando instruções ao jogador para derrotar um inimigo em comum é super intrigante. O problema é que isso vem à custa de ter apenas o The Many como inimigo, que é mil vezes menos interessante do que toda a ameaça e inimigos cibernéticos do anterior. 

    Além disso, ainda que a Von Braun seja, na maior parte do tempo, muito legal de explorar e passe uma atmosfera de terror bem densa (destaco o level design de MedSci e Recreation), a ambientação de Citadel Station ainda é um pouco mais cativante. Bom, System Shock 1 é um jogo que eu gosto mais como um todo.

    Toda a sequência final é de longe a pior parte do jogo. A última fase contra o The Many é feia, estranhamente linear e ainda tem uns trechos em baixo d'água nos quais é impossível de escapar da radiação. E a cutscene final é tão bizarra que, comparada à introdução magnífica da SHODAN no começo da história, parece que é de algum outro jogo feito por pessoas completamente diferentes.

    Mas, mesmo assim, o jogo continua sendo muito bom. A jogabilidade suporta uma variação de estilos relativamente ampla e o loop de combate e exploração em busca de recursos e objetos narrativos engaja bastante.

    Até pensei em rejogar os BioShocks também, mas não estou muito afim de comprar todos eles de novo agora para poder jogar no PC, muito menos quero jogar eles nos consoles (até porque, o 2 eu só tenho para o 360, que por sua vez está com defeito). Acho que no momento eu estou com vontade mesmo é de retornar ao jogo do "Jesus Cristo Denton".

    10
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-02-21 22:20:30 -0300 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <p>Terminei este aqui no Hard ontem de madrugada. E
    Prey (2017)

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    Terminei este aqui no Hard ontem de madrugada. E, na verdade, demorei um bocado, considerando que comecei a jogar ele no meio do ano passado. Em tempo de jogo, devo ter levado em torno de umas 20 horas (não dá para usar o tempo do meu save como um parâmetro exato, pois eu passei um bom tempo no jogo fazendo testes de performance depois que comprei o PC novo e tentando resolver um problema com o V-Sync).

    Uma coisa que me agradou bastante é que a sensação de exploração vertical da estação espacial do jogo remete muito ao System Shock original, muito mais do que o próprio System Shock 2 o faz. Então, nesse sentido, ele me fez sentir um pouco daquele gostinho ainda único do título que originou o estilo.

    O que eu não gosto muito, e que foi justamente o fator que me fez levar tantos meses para terminar o jogo, é que o combate nas primeiras horas é um tanto incômodo. No intuito de oferecer aquela sensação de contraste entre a força do jogador no começo e ao final do jogo, simplesmente não é divertido lutar no início. Ficar atento a objetos duplicados em cada sala e sair batendo em tudo quanto é coisa atrás de Mimics é bacana, mas quando nem a shotgun é útil contra os mais básicos dos Phantoms, os confrontos chegam a ser bem frustrantes.

    Este Prey também tem bastante de System Shock 2 no que se refere às habilidades adquiríveis no decorrer do jogo. Porém, ao invés de dividi-las em classes de personagem específicas e desencorajar o jogador a tentar ser bom em tudo como faz o SS2, aqui o jogador consegue os Neuromods com tanta abundância que chegou um ponto em que eu já nem tinha mais skills interessantes para desbloquear (eu zerei sem pegar nenhuma habilidade Typhon, mas mesmo assim seria difícil ficar sem Neuromods para usar, ainda mais podendo fabricá-los à vontade). A importância mesmo fica sobre quais habilidades você decide pegar no começo (hacking, como sempre, é uma das melhores).

    No fim, só não fiz duas quests secundárias que exigiam que eu percorresse a estação inteira novamente atrás de algumas coisas (esse é um jogo que se beneficiaria muito de um SSD, porque os loadings entre cada setor da estação são longuíssimos e se tornam extremamente cansativos). E, ainda que a cena de desfecho do jogo possua uma decisão completamente jogada ao vento e sem consequência nenhuma, os eventos que levam ao final possuem uma variedade de combinações e possibilidades relativamente interessante (spoilers: eu, por exemplo, explodi a Talos I ao mesmo tempo que consegui escapar junto com todos a bordo de uma aeronave espacial).

    Um problema muito chato que eu tive e que fui simplesmente incapaz de resolver é o de sincronização vertical que citei no início. Com ela desativada, o jogo roda a um mínimo de 120 quadros por segundo em 1080p com a qualidade gráfica no máximo. Porém, a partir do momento que eu a habilitava, o frame rate simplesmente não se mantinha a 60 de forma consistente - a toda hora, sem sequer chegar perto de estressar a GPU ou algum núcleo da CPU, a taxa caía de forma abrupta.

    E, infelizmente, não tem como usar o V-Sync do Radeon Software no lugar, já que ele não é compatível com o Direct3D 11. Então, no fim, tive que me contentar com as quedas malucas no FPS mesmo, considerando que, do contrário, o screen tearing era ainda mais insuportável. 

    Bom, é isso. Outra hora talvez eu dê uma checada na expansão também.

    12
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-02-13 19:51:09 -0200 Thumb picture
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    Post by mandaloriano_95: <p>Acabei de terminar todo o conteúdo disponível no
    WRATH: Aeon of Ruin

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    Acabei de terminar todo o conteúdo disponível no Early Access até o momento. Foram 5 fases, de 40 minutos a 1 hora cada, jogando na dificuldade máxima, The Outlander.

    Entre os FPS old school que ainda estão para lançar, este talvez fosse o que eu estava mais ansioso para jogar. Agora, fazendo uma avaliação preliminar com base nesse Early Access, eu diria que Wrath é o mais fraco dessa leva. Tendo jogado as demos de Ultrakill, Prodeus e Graven, os três aparentam já estar consideravelmente acima dele em termos de qualidade.

    Não que o jogo seja exatamente ruim, contudo. No saldo geral, esse primeiro capítulo disponível até que é razoável. O level design, por exemplo, tem momentos muito inspirados, como na fase The Garden, que é de longe a minha favorita. É bonita, bem ritmada e variada o bastante sem perder a mão da temática da fase. O único problema dela é no final durante o "elevador da morte", porque chega a ser quase impossível de passar sem usar o Artefato que dá invulnerabilidade ao jogador, mas eu tenho esperanças de que farão mudanças nesse trecho até o lançamento completo do jogo.

    O jogo também oferece a possibilidade para o jogador de completar todas as 5 fases na ordem que quiser. Isso é muito legal porque, dependendo da fase que o jogador escolhe como sua primeira, os itens e a disposição dos inimigos mudam para adaptar a progressão da melhor forma.

    Mas, o maior problema do jogo mesmo é na questão do combate. Cada fase tem, no mínimo, 300 inimigos, e é um saco enfrentar os mesmos tipos, que ainda por cima são entediantes em conceito, de novo e de novo. E nisso vem outro problema: o posicionamento desses inimigos é extremamente inconsistente. Tem áreas, especialmente nas de terreno aberto, em que, ao invés de aproveitar as características únicas de cada um, parece que eles são posicionados de forma quase que randômica e em lugares distantes apenas para gerar número e irritar o jogador. E, se não bastasse, tanto os inimigos quanto as armas passam uma forte sensação de desbalanceamento,

    O jogo ainda tem um tempinho até o lançamento completo, e imagino que tenha chance de ficar melhor até lá. Mas, por enquanto, eu acho que gostaria de ter pego Prodeus, que já é um baita jogo mesmo no estágio atual, ou até mesmo HROT no lugar.

    E um adendo: não se enganem com as comparações que alguns fazem com Quake. Além da engine, do level design que por vezes remete a Arcane Dimensions e da atmosfera sombria (e, mesmo nesse ponto, Wrath possui uma vibe muito distinta de Quake), os dois não se assemelham quase em nada em termos de jogabilidade. O FPS moderno mais parecido com Quake continua sendo Amid Evil (e joguem, porque ele é excelente).

    14
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      _gustavo · 3 months ago · 1 ponto

      É muito bom ver essa leva enorme de fps old school. Preciso terminar o Ion Maiden/Fury que é bom pra caramba tbm. O Graven e o Prodeus tão na minha fila.

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