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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-10-17 14:27:23 -0200 Thumb picture

    Ops, cometi um erro no cadastro

    Caso isso chegue de alguma forma à pessoa responsável (não sei se seria apropriado da minha parte marcá-la aqui diretamente, e não nos seguimos de forma mútua para que eu possa enviar uma mensagem privada), será que é possível editar a página do jogo ou, se não, deletá-la para que eu possa fazer um recadastro?

    Não é a primeira vez que fiz isso de escrever uma notinha informando ao revisor sobre alguma coisa, mas desta vez ela não foi apagada.

    Como Baldr Sky já possuía 3 cadastros aqui na rede (Baldr Sky 2, inclusive, está com cadastro repetido), eu achei que seria bom avisar que eu estava cadastrando uma versão diferente do jogo, se tratando da localização em inglês feita pela Sekai Project que combina os dois jogos da série em um só, e que, portanto, eu não estava fazendo um cadastro repetido.

    O estranho é que, junto com esse jogo, eu também cadastrei mais 5 visual novels e, como acontece sempre, o revisor foi lá e adicionou em todas elas gêneros que eu não havia colocado (sempre mando apenas como "text based" e o revisor toda vez adiciona "adventure" e "simulation", mesmo esses romances visuais não tendo absolutamente nada a ver com o gênero de simulação), então os cadastros certamente passaram por um processo de verificação. Inclusive, uma das notas que já enviei dessa mesma forma no passado foi justamente pedindo para que o gênero "simulation" não fosse adicionado à visual novel que eu estava cadastrando, e nesse caso não deu problema — a notinha foi lida e deletada antes que a página fosse ao ar.

    Baldr Sky

    Platform: PC
    2 Players

    21
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      noyluiz · about 1 month ago · 2 pontos

      Tbm queria fazer isso... (pra corrigir os erros ;-;)

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      eduardo_wrzecionek · about 1 month ago · 1 ponto

      Outro dia fiz registro de um jogo logo seguida sumiu como que não tivesse feito nada.

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      sann1n · about 1 month ago · 0 pontos

      Mas Visual Novel não é um simulador de potaria ? kkkk

  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-10-16 21:07:23 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Passaram-se duas semanas desde o lançamento e já
    Melty Blood: Type Lumina

    Platform: PC
    6 Players
    3 Check-ins

    Passaram-se duas semanas desde o lançamento e já consegui desbloquear todas as conquistas do jogo!

    Eu diria que a conquista mais complicada é a de pegar 100% de Clear Rate com qualquer personagem, já que isso exige completar o modo Sobrevivência no Difícil com rank S (sendo necessário derrotar no mínimo 20 oponentes sem morrer). Foram várias tentativas e muita apelação com as Black Keys da Ciel até que eu conseguisse. Mas, tirando isso, as conquistas são bastante simples de forma geral.

    E comentando brevemente sobre o modo História do jogo, ele é extremamente básico. Na verdade, não passa de um modo Arcade padrão de jogo de luta, envolvendo uma sequência de 7 lutas com duas ceninhas de diálogo no meio e uma de conclusão. Segue exatamente o mesmo estilo do Melty Blood Act Cadenza, sem ter um boss final como há no Actress Again, e as histórias em si são completamente irrelevantes (o lado bom disso é que, deconsiderando a identidade da Noel e a presença da Red Arcueid, não há riscos de receber grandes spoilers do remake de Tsukihime).

    Após concluir a história de cada um dos personagens, libera-se o Boss Rush, um modo de jogo composto por uma cadeia de lutas contra versões "buffadas" dos personagens do jogo: seus Normais possuem maior alcance, os ataques infligem dano ampliado, as barras de especial carregam mais rápido, etc. O mais interessante é que, além de ser possível jogá-lo livremente com qualquer personagem, o modo possui também uma história engraçadinha com a Miyako e participação especial da... Neco-Arc! Buranya~.

    Quanto ao multiplayer online, joguei 164 partidas ranqueadas até agora (ignorem o meu win ratio, hehe), tudo com a Ciel. Ainda apanho bastante, mas eu tenho melhorado pouco a pouco. Inclusive, apenas para reforçar o que eu disse no check-in passado, se alguém por aqui estiver a fim de trocar alguns socos, pode me dar um toque.

    Agora eu já estou até mesmo na antecipação por personagens novos. Só torço para que, se forem adicionados via DLCs individuais e pagas, eles tenham um preço mais semelhante às DLCs do Guilty Gear -Strive-, ao invés de algo como Tekken 7.

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      noyluiz · about 1 month ago · 2 pontos

      82 vitorias? karai quase pro player

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-10-01 00:29:20 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Há anos que eu não comprava um jogo logo no lanç
    Melty Blood: Type Lumina

    Platform: PC
    6 Players
    3 Check-ins

    Há anos que eu não comprava um jogo logo no lançamento, mas este veio por um preço tão atrativo que não pude resistir (ainda mais ao pensar que tem empresa por aí cobrando o mesmo valor por uma coletânea com 3 jogos emulados de Game Boy).

    Já joguei algumas boas horas durante o dia, tendo concluído o tutorial, completado o modo história com a Arcueid e com a Ciel e tentado realizar as missões de treinamento com a nova personagem convidada da série, a Saber. O porém é que a última vez quando eu realmente me dediquei a um jogo de luta (e eu sequer chegava a jogar bem de fato) foi com Injustice ainda no PS3, então eu tenho passado uma dificuldade tremenda até para realizar os combos exigidos nas missões (e olha que o jogo ainda possui uma sistema de combo automático).

    Mas está sendo legal. Já pude levar uma surra jogar em torno de 20 partidas multiplayer e, com exceção de uma vez que fui chutado para fora de uma sala identificada como para iniciantes sem nenhuma razão aparente, a dinâmica das lutas é bem instigante. Tenho visto bastante gente usando o Vlov, que é um dos novos personagens introduzidos no remake de Tsukihime, e a capacidade de zoneamento dele é tão forte que decidi deixar de utilizar a Saber, que precisa estar sempre perto do oponente, para focar em aprender a Ciel primeiro.

    Uma coisa que eu gostaria de destacar é que a localização do jogo para o inglês parece estar bem competente. Até o momento, joguei apenas a história da Arcueid em inglês, mas eles mantiveram os termos da maneira como conhecemos, a exemplo de True Ancestors e Dead Apostles, e melhor ainda, chamam a Saber da forma correta: Artoria, ao invés daquele "Altria" horroroso do Fate/Grand Order. A história da Ciel eu joguei em japonês, mas devo continuar alternando entre os dois idiomas para poder apreciar a localização mais a fundo.

    Dito tudo isso, um problema muito sério que está assolando o jogo no momento é que ele congela toda vez que você tenta entrar em uma partida online na qual o host possui uma conexão mais distante (EDIT: esse problema foi corrigido no dia seguinte por meio de um patch!). E um defeito um pouco menor que afeta a apresentação do jogo de forma direta é o fato dos gráficos serem renderizados apenas em 720p, então toda a interface de usuário, cenários e sprites de personagens (este último é até compreensível, considerando que a dificuldade em animar sprites de maior resolução aumenta) acabam ficando borrados em telas de resolução alta. Por sorte eu jogo em uma TV 1080p, mas imagino que fique um tanto desagradável de se olhar em telas 4k.

    É possível desbloquear algumas ilustrações na galeria elaboradas por artistas convidados. Já fiz questão de pegar essa acima da WADARCO e outra maravilhosa pelo Hiroshi Hiroyama, autor do Fate/kaleid liner Prisma Illya.

    Não sei quantos aqui na rede estarão jogando esse jogo, mas se alguém precisar de um saco de pancadas, basta me chamar.

    10
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      xch_choram · about 2 months ago · 2 pontos

      Acabei baixando no switch, não conheço muito a serie mas to gostando.
      Não tinha visto o preço no pc, talvez eu pegue.

  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-09-25 23:31:50 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Passei a última semana inteira maratonando algun
    Metroid Fusion

    Platform: Gameboy Advance
    2737 Players
    213 Check-ins

    Passei a última semana inteira maratonando alguns jogos da série Metroid: comecei com o Metroid II de Game Boy, passei pelo Super Metroid e, ontem, terminei Metroid Fusion. E foi uma maratona completamente espontânea — assim que eu terminava um dos jogos, me vinha uma vontade súbita de partir para o próximo logo em sequência.

    Um tempo atrás, eu já havia tentado começar a série pelo título original de NES, mas a verdade é que eu não consegui ir além da primeira hora de jogo. A repetição no layout de cada uma das salas faz com que a tarefa de se guiar por elas seja extremamente árdua, além de dificultar a construção de uma imagem mental do mapa do jogo (e, ao menos naquele momento, eu não teria paciência para desenhar o mapa em algum lugar avulso só para poder me localizar), o que acabou me levando a desistir. No entanto, com o lançamento de Metroid Dread batendo na porta, fiquei inspirado a tentar de novo, mas dessa vez começando pelo segundo jogo da série. E esse, sim, me prendeu logo de início.

    Embora bastante linear, Metroid II é gostoso de se jogar. Ainda que o mapa dele não seja emaranhado, a exploração individual de cada uma das áreas é bem satisfatória e, como é de praxe para a série, o jogo como um todo esbanja atmosfera, mesmo com a trilha sonora um tanto... apática. A ideia de caçada aos Metroids, que evoluem de forma com o decorrer do jogo, também rende uma mecânica de progressão bastante eficiente e intuitiva, tanto que o único momento em que fiquei preso no jogo sem saber o que fazer foi quando havia um Gamma Metroid atrás de uma parede e eu não sabia que, para chegar até ele, era necessário entrar em um buraco escondido debaixo de um ovo. Me baseando no que eu joguei do primeiro jogo, Metroid II é uma experiência muito mais divertida.

    (Infelizmente, no core do Sameboy no RetroArch, eu não consegui fazer o jogo funcionar com a palheta de cores especial do Game Boy Color. Uma pena).

    Já quanto ao Super Metroid, eu não sei realmente o que eu poderia acrescentar. Os méritos do jogo são de conhecimento geral. A única coisa que preciso dizer aqui é que Maridia é simplesmente horrorosa, muito abaixo das outras áreas do jogo. E ainda bem que antes de começar o Super, eu assisti a um vídeo do chefe final do primeiro Metroid, assim pude prontamente compreender os elementos que retornam logo no início do jogo.

    Por fim, o Fusion volta àquela progressão bem mais linear do Metroid II, além de adicionar toda uma direção narrativa que, embora proporcione alguns elementos diferentes de contextualização e progressão, como a forma com a qual a Samus adquire suas habilidades e toma conhecimento das ameaças, remove um bocado da sensação de descoberta dos jogos anteriores. Pelo menos o jogo ainda mantém alguns objetivos que não são marcados no mapa e áreas que precisam ser descobertas.

    É um jogo bastante bonito, com um atmosfera brilhante e, qualidade de som do GBA à parte, uma trilha sonora muito bacana. Além de se situar em uma base espacial com um clima distinto em relação aos outros três jogos, a jornada transmite certa urgência. Pena que a SA-X acaba sendo subaproveitada, tendo um único encontro no jogo que de fato apresenta ela como a ameaça que o roteiro tenta fazer com que ela pareça ser. O embate final contra ela também é tão fácil que não ajuda nisso. Na verdade, eu diria que boa parte dos chefes desse jogo acabam sendo bem fáceis, até mesmo o Ridley é mais fraco que a sua contraparte no Super Metroid. Mesmo assim, Metroid Fusion ainda consegue ser altamente aliciante.

    Agora eu estou decidindo entre ir logo para o Zero Mission ou começar a série Prime para dar uma variada. Por serem FPS e por conta do primeiro Metroid Prime ter saído na mesma data do Fusion, estou inclinado a decidir pelo último, mas a voz da preguiça também fala alto quando penso que ainda vou precisar instalar o Dolphin para poder emulá-los, enquanto que o Zero Mission já está prontinho para ser jogado.

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      jcelove · 2 months ago · 1 ponto

      Puxa, curtiu assim o M2 original? Jogou o AM2R?

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      noyluiz · 2 months ago · 1 ponto

      Joga tbm o zero mission (é bem melhor que o original)

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-09-11 01:50:20 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Terminei na dificuldade Nightmare após 12 horas
    Rage

    Platform: PC
    854 Players
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    Terminei na dificuldade Nightmare após 12 horas de jogo. Rage era o único FPS da id Software que eu ainda precisava jogar, então aproveitei as ofertas da Quakecon deste ano para adquiri-lo e resolver essa pendência. Prontamente, posso dizer que é o shooter mais fraco deles (é inferior a Quake II, certamente), ainda que não chegue a ser de todo ruim.

    Uma das impressões iniciais e que se mantém durante a campanha inteira é a de que Rage é o jogo feio mais bonito já feito. Feio porque, além do pop-in grosseiro quando se vira a câmera em 180°, todas as texturas são extremamente comprimidas e, portanto, possuem baixíssima resolução (em alguns momentos, chegam a me lembrar das texturas de Resident Evil 4), a ponto de serem dolorosas de se olhar de perto. Todavia, o jogo possui uma beleza excêntrica graças à direção de arte muito detalhista e paisagens interessantes aqui e acolá.

    Em termos de jogabilidade, Rage também é um prato misto. Por um lado, a sensação de peso que as armas transmitem e a variedade de equipamentos e de munição dão ao combate certa satisfação. Além disso, a forma como a inteligência artificial dos inimigos age, seja quando estão gritando ordens uns aos outros para recuar e jogar granadas (o que permite ao jogador entender suas ações de forma similar ao que acontece em F.E.A.R.), ou avançando para cima do jogador com movimentos imprevisíveis, se utilizando até mesmo de pulos contra as paredes para forçar o jogador a errar os tiros, oferece maior engajamento durante os tiroteios. A presença de inimigos com armadura e maior resistência também força o jogador a trocar entre opções de ataque e aproveitar mais do arsenal disponível. Por outro lado, alguns caprichos do jogo, que são notoriamente heranças de certos padrões nos shooters da época, restringem a experiência como um todo.

    Um exemplo claro disso está na movimentação. A velocidade do andar do personagem é bastante lenta, o que é compensado pela famosa "corridinha". O problema é que, além do personagem abaixar a arma durante a ação e impedir o recarregamento e disparo da mesma, ela dura pouquíssimos segundos e demora muito para recarregar. É uma mecânica que não acrescenta nada ao jogo e está presente simplesmente para cumprir tabela. A vida também se regenera sozinha, o que não chega a ser necessariamente um problema, mas é algo estranho em um jogo que contém mecânicas de coleta de recursos e até mesmo kit médico para regenerar a vida instantaneamente. E não entendo a necessidade de fazer a imagem distorcer tanto toda vez que o jogador é atingido.

    A exploração do jogo também não é um ponto muito forte. Como os mapas são inteiramente lineares, a busca e coleta de itens é pouco recompensadora. Mesmo o mapa externo, onde é possível dirigir e realizar combates veiculares, possui apenas algumas entradas de esgoto mais ou menos escondidas para que o jogador entre e mate alguns mutantes (o fato desses esgotos estarem entre os mapas menos interessantes do jogo não ajuda). Fora a possibilidade de receber algumas quests secundárias, o estímulo para interagir com boa parte dos NPCs em meio às cidades é pequeno.

    Bom, as duas cidades do jogo ao menos oferecem alguns mini-games e atividades que até que conseguem entreter. Destaque para o jogo de cartas, que é bem bacaninha, e às corridas que, embora eu pessoalmente não tenha feito grande proveito de, fornecem um bom passatempo.

    Por fim, em apreciação a essa que, mesmo com o passar dos anos e após todas as mudanças internas, é uma das desenvolvedoras pelas quais eu carrego maior paixão, vou deixar a seguir o meu ranking dos FPS da id Software:

    1 - Doom;

    2 - Doom II;

    3 - Quake;

    4 - Doom Eternal;

    5 - Quake III Arena;

    6 - Doom 3;

    7 - Doom (2016);

    8 - Wolfenstein 3D;

    9 - Quake II;

    10 - Rage.

    Só não tenho muita segurança quanto às posições do Doom II e do Quake. Eu diria que são intercambiáveis dependendo do momento.

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      _gustavo · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns !! De fato o pop-in de texturas é bizarro e acredite que a versão do PC ainda é a que menos tem, precisa ver a do 360 kkkk mas não da pra tirar o crédito de terem colocado esse jogo nos consoles pq é bem impressionante pra 2011. Não cheguei a terminar o primeiro mas joguei razoavelmente bastante a campanha dele.

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Eu não fazia ideia de que essa série era da id Software.

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      jules · 3 months ago · 1 ponto

      Faz tempo que joguei, mas lembro de ter achado muito linear, clichê, e de ter um final terrível.

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-08-30 01:36:18 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>"Obrigado, Marimo-chan..."</em></p><p>Ontem
    Muv-Luv Alternative

    Platform: PC
    32 Players
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    "Obrigado, Marimo-chan..."

    Ontem eu terminei de ler Muv-Luv Alternative. Foram 55 horas de duração, pouco menos de 10 horas a mais que o primeiro título.

    Com um começo lento, centrado em estabelecer como Takeru planeja aumentar as chances de sucesso do programa Alternative IV, a história em Muv-Luv Alternative dispara a partir do sexto episódio, quando todos são pegos de surpresa por um Golpe de Estado em Tóquio. Essa é, inclusive, umas das melhores partes da visual novel, responsável por assentar o cenário político da trama e introduzir um conflito entre as visões nacionalistas dos rebeldes e o exército da ONU. Também é quando os personagens são enfim postos em situação de combate, durante uma sequência de perseguição que é simplesmente fenomenal.

    Todo o lado militar da trama a partir de então se torna extremamente intrigante. Até os momentos em que os personagens estão sendo meramente instruídos sobre uma operação futura ou sobre o funcionamento de seus mechas são estimulantes. E assim que os BETA finalmente fazem sua primeira aparição e a verdadeira faceta dessa guerra que assola a Terra há décadas vem à tona, ocorre o momento mais chocante do romance.

    Por isso e muito mais, posso dizer com segurança que os BETA são facilmente um dos melhores invasores alienígenas em todo o universo das ficções. Além de serem desenvolvidos de forma excepcional como uma ameaça gigantesca antes mesmo de sequer de fato aparecerem, eles são também fabulosamente idealizados de todas as maneiras. A aparência de cada uma das espécies que os compõe é aterrorizante, seus comportamentos atingem um balanço perfeito entre estrangeiro e familiar e sua organização em colônias é essencialmente cativante. A ameaça que os BETA representam é tão grande realmente, que praticamente todos os embates com eles não vão de acordo com o planejado pelo comando das forças armadas da ONU, com reviravoltas seguidas por reviravoltas.

    Só é uma lástima, no entanto, que o aspecto da ficção científica relacionado ao fenômeno que cerca o protagonista passe muito longe dessa mesma qualidade. As horas e mais horas de exposição sobre o assunto jogadas pelo roteiro chegam a ser constrangedoras de tão idiotas. Todas as explicações e pseudociência que a Yuuko-sensei utilizada para explicar ao Takeru o que está acontecendo com ele são praticamente tiradas do cu dela e, por algum motivo, estão sempre corretas. Tudo é completamente conveniente e nada faz o menor sentido. Na verdade, esse aspecto é tão ruim, mas tão ruim, que torna o sétimo capítulo do romance, que tinha o potencial para ser ótimo graças a momentos marcantes, o pior de todos.

    O roteiro também é pífio ao tornar o Takeru um tapado muito além do aceitável. Em vários momentos, o desenrolar da trama deixa diversas coisas totalmente claras ao leitor, enquanto o protagonista é simplesmente incapaz de perceber as mais simples delas até que algum outro personagem diga a ele diretamente. A identidade do cérebro na sala de pesquisa é apenas um de muitos exemplos disso. É frustrante e desvaloriza o intelecto de quem lê.

    O restante do elenco de personagens e os momentos de ação tornam a experiência recompensadora o bastante, mas esses elementos negativos, somados ao ritmo trincado da história — resultado de diversas cenas redundantes que tornam a leitura demasiadamente longa —, são problemas sérios que afetam a obra de forma direta. E pior ainda: o final é anticlimático e fundamentalmente incompetente.

    As personagens de Kimi ga Nozomu Eien exercem um papel fundamental em Muv-Luv Alternative. Até mesmo a Michiru, de Kimi ga Ita Kisetsu, possui grande relevância no enredo.

    Muv-Luv é bom? No saldo geral, é sim. O bastante para ficar próximo ao top 1 dos romances visuais? Decerto, não.

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      noyluiz · 3 months ago · 1 ponto

      Nunca entendi a pira da serie em "virar gundam" e não ter recurso/capacidade pra isso...

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-08-19 17:49:26 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Com a grata surpresa que foi o lançamento do nov
    Quake

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    Com a grata surpresa que foi o lançamento do novo port oficial desenvolvido pela Nightdive, tenho uma boa desculpa para jogar Quake mais uma vez (principalmente por conta da adição de conquistas!).

    E como é costume da Nightdive, o port está excelente! O multiplayer local, que possibilita tela divida para até 4 jogadores, e online (com suporte a cross-play) são completamente funcionais, sendo extremamente simples criar ou entrar em uma partida, seja cooperativa, seja deathmatch. As novas opções gráficas, que incluem desde lightmaps coloridos a modelos de armas e inimigos aprimorados, também adicionam muito valor ao port e podem ser configuradas a bel-prazer.

    Outra coisa legal é que agora o jogo vem com todas as expansões inclusas (o que só não é muito bom para mim, já que cheguei a comprar as duas individualmente), além do Dimension of the Past, episódio extra produzido pela MachineGames anos atrás em comemoração ao 20º aniversário do jogo, e mais um completamente novo, criado também pela MachineGames exclusivamente para esse relançamento, chamado Dimension of the Machine. 

    Como se todo esse pacote completo não bastasse, ainda há suporte a add-ons curados no mesmo estilo dos ports oficiais mais recentes dos Doom clássicos, com Quake 64 sendo o primeiro a estar disponível para download (torço para que adicionem também o Arcane Dimensions no futuro). E mais interessante ainda: alguns mapas da campanha, como o E2M6, foram atualizados para incluir áreas que haviam sido cortadas na versão original do jogo e corrigir algumas texturas desalinhadas, como a infame caixa no E1M2.

    Não chega a tornar os ports da comunidade irrelevantes, já que eles ainda são necessários para jogar certos mapas customizados e afins, mas não deve em nada em termos de qualidade a sourceports como o VKQuake e Mark V.

    Já joguei até o penúltimo mapa do primeiro episódio no Hard para testar, mas acho que vou voltar desde o começo a fim de jogar na dificuldade Nightmare e ir atrás das conquistas.

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Talvez eu goste mais dessa versão, pois não gosto muito do Quake original.

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  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-08-09 22:58:13 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>Save in the name of true love.</em></p><p>On
    Muv-Luv Alternative

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    Save in the name of true love.

    Ontem eu terminei de ler o Muv-Luv Unlimited, totalizando 47 horas de leitura junto com o Extra para a primeira visual novel da série, e logo em seguida já emendei com a continuação, o Muv-Luv Alternative. Li em torno de 8 horas dela até agora, então ainda estou bem no comecinho.

    Posso dizer que o desenvolvimento do Unlimited certamente não foi como eu esperava. Imaginei que em algum momento as coisas escalariam para algo com muito mais ação, mas praticamente toda a história dele é focada em acompanhar o treinamento do Takeru e suas colegas cadetes, além do desenvolvimento de suas relações intra e interpessoais. Embora haja a guerra dos humanos contra os BETA como cenário do enredo, os cadetes nunca chegam a participar efetivamente dela. Mesmo os BETA, que são construídos como uma ameaça gigantesca de forma extremamente efetiva, nunca chegam a aparecer (a sequência do alerta na base, quando o protagonista falha em lidar com o medo e seu nervosismo, é marcante neste sentido - até eu fiquei com o coração acelerado, me perguntando se os BETA chegariam ou não à base).

    Isso não quer dizer, no entanto, que todo esse desenrolar do Unlimited seja sem graça. Na verdade, há diversos momentos bastante contagiantes. Além da citada sequência do alarme, os pequenos arcos focados na construção e crescimento de cada uma das heroínas são, em geral, muito bacanas. Toda a prova na ilha tropical, salvo a incompetência do protagonista por lá, oferece bons momentos não apenas com a Mikoto, mas com o esquadrão inteiro. A queda do veículo espacial empolga enquanto uma óbvia homenagem ao anime Gunbuster toca de fundo e a missão de evacuação ao lado da Meiya é igualmente interessante. Essas duas últimas passagens possuem até mesmo breves cenas em anime!

    A primeira vez que os cadetes começam a treinar nos simuladores de TSFs (como são chamados os mechas da série) também é extremamente encantadora. Toda a antecipação criada até esse momento é amplamente recompensada por uma visão muito imersiva do interior da cabine e por uma apresentação "cool" à beça.

    Todavia, o Unlimited carece de um clímax mais poderoso durante a sua conclusão. O final simplesmente "acontece", o que até faz sentido dado o contexto da trama e toda a preparação para o que deve vir na continuação, mas não deixa de ser um tanto simplista. Enquanto o Unlimited foca em desenvolver seus personagens a apresentar o novo cenário rodeado pela guerra, as soluções para todos os seus mistérios são deixadas a cargo do Alternative. Quem exatamente é a Kasumi (e por que o nome dela parece ser um anagrama para Sumika?) e o que é o cérebro que está dentro daquela sala? O que é o programa Alternative IV? Como são os BETA? Essas e outras devem ser respondidas agora durante o Muv-Luv Alternative.

    Inclusive, o Alternative já começa de uma maneira um tanto inusitada. Fiquei até mesmo um tanto receoso, considerando que se utiliza de um conceito bastante desgastado no próprio meio dos romances visuais e que, não por menos, torna o início da história bastante lento. Ainda assim, é sequência direta do primeiro Muv-Luv: os acontecimentos do Extra e do Unlimited são retomados e exercem um papel central durante os capítulos que li até agora. Todo esse começo, na verdade, é literalmente uma extensão do cenário do Unlimited, como um retorno caloroso aos personagens e ao local que já estão marcados nas minhas lembranças.

    Bom, estou curioso para saber o que virá a seguir. Considerando que é uma visual novel praticamente linear, sem as diferentes rotas do Extra, e ainda assim, mais longa que o primeiro Muv-Luv inteiro, imagino que existam reviravoltas bem sérias.

    7
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-08-06 21:22:27 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Terminei as três rotas do Muv-Luv Extra que me f
    Muv-Luv

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    Terminei as três rotas do Muv-Luv Extra que me faltavam, totalizando 31 horas de leitura (também fiz os dois finais "ruins" e o final secreto da professora). E, agora, já estou em torno de 6 horas na segunda parte da visual novel, o Muv-Luv Unlimited.

    Assim como comentei anteriormente, a apresentação gráfica continua impressionando. Além de tudo o que eu já havia citado, praticamente toda rota possui personagens novos com sprites próprios, mesmo aqueles que não aparecem por mais de 3 minutos durante a história. Realmente estupendo.

    Espero que Kimi ga Nozomu Eien, a visual novel da âge que antecede Muv-Luv (e que foi até mesmo adaptada para anime, este conhecido em inglês como Rumbling Hearts), realmente seja lançada por aqui. É chato ver a Akane, personagem originalmente de lá, citando coisas que não tem como eu saber que aconteceram.

    Quanto à trama das rotas das três heroínas secundárias, também continua estando longe de memorável. Diria que, além de mais curtas, são inclusive menos interessantes do que a história da Sumika e da Meiya no geral. O drama é extremamente trivial (embora isso até funcione de certo modo na rota da Miki, por ter um clima mais contagiante). Todas as personagens ainda possuem suas peculiaridades que as tornam interessantes de se ver em tela, mas mesmo assim, o humor presente nessas rotas também não atinge o mesmo degrau.

    Apesar disso, Muv-Luv Extra ainda entretém de forma suficiente como uma preparação para o quem vem depois. A reviravolta posta logo no início do Muv-Luv Unlimited é inusitada (desconsiderando o fato de que hoje em dia já não é mais uma surpresa) e única - é quase impossível de se imaginar uma virada de roteiro tão súbita em qualquer outro meio que não o dos romances visuais. Por isso, um adendo: a partir daqui, spoilers são inevitáveis.

    Meu primeiro contato com a franquia Muv-Luv foi, na verdade, a adaptação em anime do spin-off chamado Schwarzemarken. Eu cheguei a acompanhar sete episódios da série durante a sua estreia, lá em 2016, sem ter qualquer noção prévia do que se tratava. Só fui descobrir que ela fazia parte de Muv-Luv muito tempo depois, porém, ainda que eu não tenha assistido a todos os episódios, foi o suficiente para ficar sabendo sobre a verdadeira natureza da franquia: uma história de guerra em que a humanidade (ou o que resta dela) utiliza mechas para lutar contra uma invasão de seres extraterrestres conhecidos como "BETA".

    E mesmo que eu não tivesse visto Schwarzemarken, mais cedo ou mais tarde a surpresa certamente teria sido estragada de alguma forma. Até porque, basta digitar "Muv-Luv" em qualquer motor de busca para ser bombardeado por imagens de personagens vestidos em trajes de combate e robôs com quase 20 metros de altura (a própria página da visual novel na loja da Steam não guarda muito segredo sobre isso). É o tipo de coisa que, depois de tantos anos de crescimento e solidificação da franquia, é praticamente inconcebível de se escapar. Contudo, nada disso realmente impede a apreciação da reviravolta.

     Eu podia até já saber qual seria o cenário apresentado no Muv-Luv Unlimited, mas eu não tinha conhecimento de como essa reviravolta seria executada na prática. E, mesmo que haja prenúncios disso durante o Extra, certamente não aconteceu da forma como eu havia teorizado. 

    O contraste gigantesco entre o cotidiano do Extra e o contexto completamente militar do Unlimited é o suficiente para causar um sentimento de estranheza sem igual. Presenciar esses personagens se comportando em um contexto no qual a guerra é a realidade desde os seus nascimentos, sabendo como é que os mesmos agiam em um outro mundo pacato, causa um choque entre as sensações de familiaridade e de dessemelhança que não teria o mesmo efeito caso o leitor não passasse tanto tempo com eles durante o Extra. Neste sentido, a escala desse tipo de reviravolta é exclusiva a Muv-Luv, mesmo quando não há mais a presença do fator surpresa.

    Agora é continuar com a leitura do Unlimited e ir me preparando para a sequência, Muv-Luv Alternative, que já se encontra a postos na minha biblioteca da Steam.

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      zefie · 4 months ago · 2 pontos

      Meu primeiro contato com a franquia (o único, na verdade) foi com o anime do Schwarzemarken também ahuauhahua. Cheguei a ver inteiro e não entendi muita coisa, mas foi o suficiente pra saber que Muv-Luv se tratava de uma história de guerra.
      Sobre o Kimi ga Nozomu Eien, eu vi o anime muitos anos atrás e achei o drama dele meio pesado. É o tipo de história (pelo menos no anime) onde todo mundo sempre ta infeliz de um jeito ou de outro, não curto muito (e inclusive, até hoje não sei por que a Akane se tornou tão popular, ela é bem mais ou menos no anime pelo menos).

      3 replies
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-07-30 18:28:43 -0300 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in to:
    Post by mandaloriano_95: <p>Com o fim de Higurashi, prontamente parti para o
    Muv-Luv

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    Com o fim de Higurashi, prontamente parti para outro grande clássico dos romances visuais: Muv-Luv. E após pouco menos de 17 horas de leitura, eu concluí a história das duas heroínas principais, chamadas Sumika e Meiya.

    Logo de início, é impossível não se impressionar com a qualidade gráfica do título, especialmente por ter sido originalmente lançado em 2003. Pensando bem, acho que é a primeira vez que eu leio uma visual novel em que os sprites dos personagens se movem tanto durante as cenas. Eles são posicionados mais próximos ou mais distantes da câmera dependendo de onde estão localizados no cenário (o que afeta até mesmo o volume de suas vozes), viram de costas quando há outro personagem atrás deles, se movem para cima e para baixo como se estivessem andando e, ainda por cima, piscam e abrem a boca durante as falas de forma bastante natural. É tudo bastante dinâmico.

    A apresentação geral de Muv-Luv é como se fosse a de um anime. Os personagens não apenas aparentam estar "vivos" em tela, se mexendo a todo momento, como a própria narração (ou falta dela) é sucinta e nada descritiva. Ao contrário de algo como Higurashi, que é narrado de forma muito mais similar à de um romance convencional, Muv-Luv conta sua história majoritariamente através dos diálogos entre os personagens, com os pensamentos do protagonista sendo expostos ocasionalmente, e de como os elementos visuais são utilizados em cena. Até mesmo o texto é disposto de forma a parecer uma simples legenda.

    Como se isso não bastasse, ainda há uma quantidade bastante generosa de CGs desde o começo, cenários detalhados que apresentam inclusive personagens de fundo (assim como acontece em CLANNAD) e voz para todos os personagens, exceto o protagonista. Outro aspecto fascinante são os elementos de qualidade de vida que, novamente, vejo pela primeira vez em uma visual novel, como salvamento automático durante as escolhas e as trocas de dia, bem como a possibilidade de resumir a leitura instantaneamente do ponto exato em que o programa havia sido anteriormente fechado, sem precisar passar por qualquer menu ou tela de carregamento, o que é inacreditavelmente prático.

    Agora, tratando da história em si, essaa primeira parte de Muv-Luv, nomeada "Extra", é um romance e comédia escolar bastante ordinário. Divertido, graças a um humor muito eficaz na maior parte do tempo, mas um tanto desenxabido e previsível na questão dramática que envolve o triângulo amoroso entre o protagonista, chamado Takeru, a sua amiga de infância Sumika e a ricaça Meiya. Os personagens são excêntricos e carismáticos, desde os de apoio, como as empregadas, às heroínas. O protagonista, todavia, falha em causar impacto, possuindo uma personalidade um tanto insossa, ainda que ele ofereça algumas sacadas cômicas.

    A rota da Sumika e da Meiya é basicamente uma só. Dependendo de qual das duas o leitor beneficia durante os momentos de escolha, algumas cenas são alteradas para protagonizar a garota preferida, mas a grande mudança mesmo fica reservada apenas aos últimos ~30 minutos finais (o primeiro que fiz foi o da Sumika, mas ainda não consegui decidir qual delas é a minha personagem favorita). Reforço que a trama até agora não é exatamente marcante (longe de ser como as melhores histórias da Key, por exemplo), porém o humor e os personagens a tornam interessante o bastante, sobretudo considerando-se que a verdadeira faceta da obra vem somente depois.

    Acho que hoje em dia é praticamente impossível se interessar por Muv-Luv sem já conhecer a grande reviravolta e a verdadeira natureza de sua trama. Embora eu não vá me aprofundar em tal coisa agora no intuito de deixar ao menos este primeiro check-in livre de spoilers (até porque, eu mesmo ainda não cheguei nessa parte da história), acredito que a ideia por trás do Extra seja de fato fabulosa, contanto que aproveitado da forma correta: como uma simples história bem-humorada de romance escolar, sem esperar por tudo o que vem a seguir.

    Por fim, apesar de eu já ter concluído os dois finais necessários para acessar a segunda parte da visual novel, conhecida como "Unlimited", vou antes concluir as rotas de todas as três heroínas secundárias, que não devem ser muito longas.

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      zefie · 4 months ago · 2 pontos

      A última vez que eu vi o VNDB o Muv Luv era a VN com a maior nota lá, o que chamou minha atenção, mas ela é grande demais então provavelmente nunca jogareihahuahua. Mas tenho curiosidade de saber por que é tão bem conceituada assim na questão da história.

      4 replies
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