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  • mabuwah Mabuwah
    2021-03-01 15:08:54 -0300 Thumb picture

    06/02/2021 - Demon's Souls - PS5

    Medium 3854506 featured image

    Bom, antes de tudo deixo claro que faço parte do time de fanboys da FromSoftware, apesar de admitir que muitas vezes enche o saco essa glorificação do Miyazaki e, principalmente, essa coisa de comparar tudo que é jogo que sai com algum soulsborne. Mas, há que se admitir, para o bem ou pro mal, que muita gente foi beber nessa fonte (o que é normal quando alguma coisa faz sucesso), seja em alguma mecânica ou na chupação total do jogo, sempre com resultados bem diversos.

    Não vou entrar no mérito de que o jogo X já tinha barra de stamina ou Y tinha um combate cadenciado baseado em moveset da arma e etc etc. Na minha opinião é um conjunto de características que faz esses jogos da From terem um feeling parecido, mesmo ao se mudar a ambientação (do dark fantasy dos Souls/Kings Field pra uma coisa mais Lovecraft/Cthulhu/Vitoriana do Bloodborne por exemplo) ou a mecânica de combate (da 1ª. pessoa nos jogos antigos pra 3ª. pessoa nos atuais); criando uma espécie de assinatura da empresa que inclui a filosofia de level design, o jeitão dos inimigos, comportamento dos NPCs etc.

    O Demons já é velho conhecido, terminei ele 2x em 2013 no PS3 quando deram na Plus (meu primeiro Souls foi o Dark logo que lançou). Curti bastante na época - apesar de ter achado o Dark ainda superior – e curti novamente esse remake da Bluepoint, que na minha visão, apesar de ter ficado lindo, deu uma alterada na ambientação do jogo...ficou um pouco menos sinistra, não dá tanto aquela sensação de “que raio de lugar é esse” que o anterior dava.

    De resto é o mesmo Demons do PS3, só que desta vez com uma fluidez muito maior a 60fps. Pessoalmente, não vejo problema com a manutenção da jogabilidade, mais limitada em relação aos posteriores...algumas pessoas consideram um retrocesso, mas pro meu gosto é só uma forma diferente de jogar e é isso que eu esperava no jogo.

     Claro que seria legal também se tivessem incluído a 6ª. archstone, mas se a proposta foi outra, vamos que vamos: passar novamente pelo ótimo level design do Boletarian Palace, a tensão da Tower of Latria, a dificuldade em dar aquela volta e abrir o atalho em Swamp of Sorrow (esse é de chorar mesmo)...muita coisa eu não lembrava, então foi bem legal toda a experiência. Mas talvez pro pessoal que acaba o jogo do PS3 uma vez por ano a coisa seja um pouco decepcionante mesmo.

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      santz · 2 months ago · 2 pontos

      É mesmo, os caras podiam ter colocado a 6ª Archstone que ia dar um belo retoque para esse remake. No final das contar, é só mesmo jogo velho com um preço novo.

      1 reply
  • mabuwah Mabuwah
    2021-02-22 12:17:32 -0300 Thumb picture

    23/01/2021 - Ori and the Blind Forest - Nintendo Switch

    Medium 3853399 featured image

    Joguei Ori a primeira vez assim que lançaram a Definitive Edition no Steam, mas sei lá por qual motivo acabei dropando depois de mais ou menos 1/3 do jogo. Lembro que até estava curtindo, achando a arte linda e tal, mas alguma coisa não estava me prendendo no geral.

    Com o lançamento pro Switch, resolvi começar de novo e pude ir mais a fundo. Acabei curtindo, mas ficou claro o que me deixou de bode da outra vez: a mecânica básica de combate, que consiste, explicando de forma bem rudimentar, em soltar uns orbes nos inimigos com mira automática e range limitado (pode-se aumentar um pouco via upgrades).

    Pelo menos da forma que eu joguei, o negócio virou um button mash meio sacal, sem muita estratégia a não ser desviar de vez em quando de projéteis dos inimigos. Reforça um pouco a minha impressão o fato de não haver combate com chefes ou algum desafio adicional que exija essa mecânica.

     Dito isso, ficou meio claro pra mim que a atenção dos desenvolvedores foi direcionada aos segmentos de plataforma mesmo, que são bem legais (senti um feeling parecido com os últimos Rayman em vários trechos), mas nada muito de explodir cabeça. O aspecto narrativo dele é bem bacana também, apelando bastante pro sentimental.

    Enfim, achei um bom jogo, mas estou na dúvida se parto pro segundo...preciso dar uma olhada antes se mudaram essa mecânica de combate e se for mais do mesmo, acho que vou passar ou deixar bem mais pra frente.

    Ori and the Blind Forest: Definitive Edition

    Platform: Nintendo Switch
    40 Players
    9 Check-ins

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  • mabuwah Mabuwah
    2021-02-17 12:46:15 -0200 Thumb picture

    20/01/2021 - Portal - PC

    Medium 3852559 featured image

    Joguei Portal a primeira vez na coleção Orange Box que saiu pra Xbox 360. Eu desconhecia completamente a existência do jogo e achei na época que era algum tipo de mini game...olha a heresia.

    Pelo que me lembro, fui do começo ao fim no mesmo dia...normalmente fico meio saturado de encarar jogos que enfiam sequencias de puzzles por horas seguidas sem variação, mas com esse foi diferente e na jogada de agora quase repeti a dose, fazendo a parte das chambers num dia e o final em outro.

    Os puzzles são bem engenhosos e intuitivos. Dá umas travadas de vez em quando, mas a progressão da dificuldade é tão bem feita que muitas vezes basta dar uma geral na sala que já se sabe o que fazer. Destaque, claro, vai pra arma de portais, que explodiu a cabeça de muita gente na época e influenciou uma porrada de jogos que implementou essa mecânica naqueles tempos.

    Na época me surpreendeu também a parte final. Eu pelo menos estava esperando o fim do jogo depois última sala, mas daí vem aquele plot twist sensacional e a “pós graduação” em utilizar todas as mecânicas e abusar da física do jogo. 

    E assim como o texto começou falando em heresia, vai terminar com outra: eu nunca joguei Portal 2. Já coloquei na minha lista de desejos pra tirar isso da frente o quanto antes.

    Portal

    Platform: PC
    12994 Players
    240 Check-ins

    10
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      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é sensacional. Os puzzles dele são até bem tranquilos, mas é tão gostoso você ir descobrindo aos pouco o que deve fazer, top demais. E a musiquinha do final é do cacete.

  • mabuwah Mabuwah
    2021-02-12 11:57:32 -0200 Thumb picture

    11/01/2021 - Shadow of the Colossus - PS4

    Medium 3851769 featured image

    Terceira vez que finalizo esse jogo, sendo a 1ª. no PS2, a 2ª. no PS3 em 3d e agora nesse remake espetacular feito pela Bluepoint. Pois é, gosto pouco desse jogo.

    A geração PS2 pra mim foi um pouco esquisita, pois com a grande oferta de jogos pelas “lojas” nas esquinas por aí eram poucos os que eu me aprofundava. Caía bastante naquelas de colocar um DVD, jogar uns 20 minutos, trocar pra ver como é o outro...no fim das contas jogava bastante coisa, mas terminava poucos jogos.

    O SOTC estava em uma dessas baciadas, mas nesse caso fui do começo ao fim sem tirar (o disco). Aquela ambientação inicial, o vazio no mundo, a mecânica de se guiar pelo reflexo da luz da espada...fui indo pela curiosidade e quando me deparei com o primeiro colosso (até ali eu não tinha ideia da estrutura do jogo) e fui entender a forma de derrubá-lo, fiquei de cara e a partir daí foi um momento inesquecível depois do outro.

    Admito que fui um dos que torci o nariz com a notícia do remake. A arte do jogo é bem única e achei que fossem partir pra um lado mais realista, estragando a atmosfera misteriosa de cada segmento do mapa. Porém, assim que acaba a cena introdutória e assumimos o controle, vi que estava completamente errado. 

    De resto é o mesmo jogo de antes, o que pra mim já o categoriza como uma obra-prima, daqueles poucos que aparecem de tempos em tempos e que fazem a gente enxergarem os videogames de outra forma.

    8
  • mabuwah Mabuwah
    2020-12-28 12:44:04 -0200 Thumb picture

    21/12/2020 - Hexen - PC

    Medium 3844462 featured image

    Continuando a saga iniciada no post passado, assim que finalizei o Heretic resolvi pagar mais uma dívida histórica: finalizar Hexen pela primeira vez.

    Acho que quando eu era moleque, depois de jogar na sequência Wolf 3d, Doom, Doom 2, Heretic e outros clones, não entendi muito bem a proposta deste jogo, que é bem diferente dos anteriores. Ficava travado direto, circulando pelas áreas e progredindo de vez em quando, mas sem saber exatamente o que estava acontecendo.

    Apesar de tudo, adorei o jogo: o foco em exploração aumentou bastante a imersão e a impressão foi de estar jogando algo diferente e à frente das minhas capacidades na época. Algo parecido aconteceu comigo no Ultima Underworld, mas nesse estranhamente consegui chegar bem mais longe (apesar de não ter conseguido finalizá-lo).

    Hexen não segue aquela estrutura convencional de pegar chaves, achar a saída e mudar de mapa. Aqui começamos em uma área introdutória que cai em uma espécie de hub com 6 portais, que se conectam a partes diferentes de 3 cenários em que temos que achar uma forma abrir o 7º. portal e progredir no jogo.

    O legal é que os demais 4 mundos não seguem a mesma linha, pois os objetivos de cada um são diferentes, sendo que os hubs vão ficando cada vez menos com cara de hubs: uma hora estamos em um monastério resolvendo um puzzle que consiste em preencher uma espécie de mapa celeste com gemas, progredindo pra um castelo onde temos que ativar o elevador da torre central e outra hora em um cemitério cujo objetivo é localizar e combater 3 espíritos visando recolher os artefatos pra abrir uma tumba que dá acesso ao boss final.

    E pasmem, tudo sendo descoberto na hora, na intuição, sem necessidade de aparecer um log de missões escrito: “colete 6 engrenagens pra acessar o elevador da torre central”. Decisões que podem gerar um certo backtracking, mas aumenta muito a imersão, mesmo sendo objetivos, na teoria, bem simples.

    Hexen pra mim é a cereja do bolo dos FPS pixelados, ele expande o escopo e arrisca em relação aos diversos clones de Doom na época, o que já é um baita de um mérito.

    Hexen: Beyond Heretic

    Platform: PC
    437 Players
    20 Check-ins

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      msvalle · 4 months ago · 2 pontos

      Joguei bastante esse, e apesar de gostar muito não cheguei a finalizar. Parabéns!

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      mastershadow · 4 months ago · 2 pontos

      Esse eu tenho o cartucho, jogao da porra, zerei com o Knight!

  • mabuwah Mabuwah
    2020-12-23 17:04:32 -0200 Thumb picture

    12/12/2020 - Heretic - PC

    Medium 3843886 featured image

    Finalizei pela primeira vez os 5 episódios, que incluem os 3 originais e os 2 da expansão Shadow of the Serpent Riders. Sempre fui fissurado por estes FPS dos anos 90 e assim como os adventures, jogava tudo que caía na minha mão na época, sempre com base na cópia da cópia da cópia que algum amigo arrumava.

    Agora não me lembro exatamente se tive contato com todos os episódios originais...o 1º. finalizei quando me arrumaram os disquetes com a versão shareware, o 2º. quando caiu na minha mão a versão completa, mas o 3º não lembro de absolutamente nada. Devo ter abandonado no meio quando instalei o Hexen...nessa época as coisas chegavam atropeladas pro pessoal, toda semana aparecia um colega cheio de caixa de disquete.

    O jogo segue a linha dos Doom mesmo, explorar os mapas à procura de 3 chaves, sendo a última levando pra área final que dá na saída...mas tem algumas passagens secretas com saídas pra cenários alternativos também.

    E é ai que mora o pulo do gato: a construção dos mapas é sensacional, sendo que à medida que o jogo progride as interconexões vão ficando cada vez mais complexas. Não ouso dizer que é no nível do primeiro Doom, mas tudo flui muito bem o tempo todo, com bastante variação entre as áreas e decisões artísticas bem interessantes, mesmo com as limitações conhecidas da engine.  

    Muita gente considera esses FPS antigos datados, mas pelo menos pra mim essa filosofia de level design é altamente viciante. Recomendadíssimo pra quem, assim como eu, não tem essa barreira de gameplay e gráficos pixelados em FPS.

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      rax · 5 months ago · 2 pontos

      Esse cheguei a jogar um pouco esse ano e curti mas não cheguei a finalizar.
      Quais são as 3 campanhas originais?

      2 replies
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      rax · 5 months ago · 2 pontos

      Concordo com você que esses FPS retro são viciantes de jogar.Até hoje eu jogo e rejogo Doom por exemplo (sei que tem outros mas Doom eu rejogo bastante,o de 93.)

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      mastershadow · 5 months ago · 2 pontos

      Eu instalei esse no WII e to na ultima expansão, tem uma fase la que to perdido, preciso retomar. MEu favorito desses ai é o Hexen do N64!

  • mabuwah Mabuwah
    2020-12-02 12:19:02 -0200 Thumb picture

    14/11/2020 - Contra: Hard Corps - Mega Drive

    Medium 3840311 featured image

    Não sendo nenhum pró-player, obviamente que consegui finalizar apenas a versão japonesa, que possui 2 facilitadores em relação à ocidental: barra com limite de 3 hits e continues infinitos. Assim, o jogo que pra mim era insalubre (apesar de espetacular), ficou bem tranquilo.

    O único porém em jogar essa versão foram os diálogos no fim de cada fase, que permitem escolhas de caminhos que levam a 6 finais diferentes. Assim, como eu nunca tinha passado de uma das terceiras fase na versão que saiu por aqui, fui na base do selecionar qualquer coisa mesmo e seguir em frente.

    Por ser um dos últimos jogos daquele time da Konami que veio a se tornar a Treasure, o jogo tem aquele pegada bem Gunstar Heroes, com fases um pouco mais curtas em relação aos demais Contras e um monte de boss battles, com direito até a uma espécie de “Seven Force”, conceito que voltaria a aparecer no Gunstar e no Alien Soldier (que, aliás, é onde costumo travar quando tento terminar esse último).

    Cheguei a jogar mais algumas vezes pra ver outras fases, mas sem intenção de ir até o final. Nas próximas vou voltar pra versão ocidental mesmo, vai que um dia eu consigo chegar em algum dos finais.

    Contra: Hard Corps

    Platform: Genesis
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      neilson1984 · 5 months ago · 2 pontos

      Zerei mês passado ele é Adventure Batman and Robin no console, foi uma tarefa herculana meu caro hahaha!

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      santz · 5 months ago · 2 pontos

      Na verdade, a Treasure e o Gunstar Heroes já tinha sido formado antes do lançamento desse Contra, então foi outro time que fez.

      1 reply
  • mabuwah Mabuwah
    2020-11-01 22:20:22 -0200 Thumb picture

    16/10/2020 - Last Battle - Mega Drive

    Medium 3835779 featured image

    Aviso: qualquer coisa que eu escreva sobre esse jogo tem um fator psicológico envolvido bem forte, pois venho tentando finalizá-lo há décadas. Literalmente. Sei que ele não é dos mais populares e pelo fato de ser um dos primeiros que joguei no Mega ,quando ainda alugava o videogame nos anos 90, muitos podem argumentar que se trata de pura nostalgia. 

    Mas o fato é que eu curto demais o jogo até hoje – nostalgia pra mim não tem exatamente o significado de datado - e essa foto do Aarzak abaixo  (que raio de nome é esse)/Kenshiro dando a última porrada nesse infeliz do último chefe, com a mão suada, tremendo e a barra de vida quase esgotada significa o fim de um ciclo, em que eu FINALMENTE TERMINEI ESSA P#$%#$%#$!!!!!!!!!!!!!!!! C^$%^$%^!!!!!

    Fui intercalando nas tentativas entre as versões japonesa e ocidental (por isso a diferença entre as fotos no post), o que dá na mesma em termos de entendimento do jogo pois a tradução pro inglês não faz nenhum sentido. No fim das contas, a japonesa é bem mais legal, com uma paleta de cores mais bonita, animações diferentes na morte dos chefes e sangue na execução dos inimigos.

    O jogo intercala fases laterais bem simples de ação beat `em up em apenas um plano (na linha Altered Beast e Vigilante, com 1 hit pra cada), labirintos mais elaborados com obstáculos (um em cada mapa) e chefes em que a transição lembra um Street Fighter bem mais rudimentar, tudo com uma barra de energia que vai aumentando progressivamente durante as fases e uma vida apenas. Morreu, Game Over.

    A graça, principalmente em uma era pré “Let`s Play”, era saber o que vinha pela frente, qual o próximo chefe, quantos mapas o jogo tem e qual a variedade o jogo vai entregar. Como esse aqui sempre foi uma questão de honra pra mim, daquelas que só quem joga videogame entende, nunca fui atrás de vídeos ou quaisquer spoilers do que vinha pela frente.

    Fui vendo o final com aquele sorrisão no rosto, xingando todos os chefes que exterminei no caminho, mandando Zap pro amigo que compartilha a mesma emoção e chamando a esposa pra tomar uma e comemorar como se fosse uma promoção no trabalho. Nada como a sensação de dever cumprido. 

    Claro que não posso deixar de agradecer meu mais fiel companheiro: o caderninho em que anotei os mapas e os macetes à medida em que fui progredindo em cada tentativa. Obrigado.

    Last Battle

    Platform: Genesis
    212 Players
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  • mabuwah Mabuwah
    2020-11-01 20:39:04 -0200 Thumb picture

    20/09/2020 - Mark of the Ninja - Nintendo Switch

    Medium 3835764 featured image

    Mesmo não estando entre os meus gêneros favoritos, nas últimas gerações dois jogos baseados em mecânicas de stealth me marcaram bastante: o Deus Ex: Human Revolution e o Alien Isolation, esse último um dos melhores que coloquei pra rodar no meu PS4.

    Talvez o estilo tenha enchido um pouco o saco pra mim pois houve uma época em que enfiavam mecânica de stealth em tudo quanto é jogo, até pra Castlevania sobrou (Lords of Shadows 2), daí haja paciência mesmo. Bom, não é o caso aqui, pois dos que tentaram implementar a mecânica em 2d, o Mark of the Ninja talvez seja o que eu mais curti até hoje.

    No início ele me lembrou um pouco a pegada do Ninja Five – O de GBA, com foco em skill e necessidade de estudar o posicionamento dos inimigos na tela antes de executar as ações. Porém, enquanto o Five – O não utiliza o stealth como meio (a cadência é mais Shinobi mesmo), o protagonista do Mark faz jus ao título do jogo tendo como arsenal gimmicks que possibilitam chegar nos objetivos sem ser visto ou eliminar geral sem que os inimigos tomem conhecimento da sua presença.

    A arte é bem simples e o estilo que usaram deixou as fases parecidas entre si pra mim, mas entendo que tenha sido uma opção dos designers pra não poluir demais os cenários, dando destaque pra composição das luzes e sombras, cruciais à progressão no jogo. Já o design dos mapas dá um show, todos muito bem feitos e com várias formas de se atingir os objetivos. 

    Finalizado o jogo, entendi que meu problema não é com a mecânica de stealth em si e quando o jogo não se resume a esconder em moita e esperar os inimigos passarem (antes que me matem, não é indireta pra Metal Gear, curto a franquia) tendo a colocar os jogos no topo das listas.

    Mark of the Ninja: Remastered

    Platform: Nintendo Switch
    8 Players

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  • mabuwah Mabuwah
    2020-10-22 20:52:25 -0200 Thumb picture

    13/09/2020 - BulletStorm - Nintendo Switch

    Medium 3834201 featured image

    Normalmente, quando me dá vontade de jogar um FPS, acabo pegando um mais old scholl  pra tentar terminar pela 1ª. vez ou mesmo algum Doom ou similar, que nunca me enjoam. Nada contra shooters mais modernos - o COD 4 por exemplo explodiu minha cabeça no lançamento - mas  aquela fórmula  esgotou um pouco pra mim e considero esses da década de 90 primorosos na construção dos mapas. 

    Lembro que na época que esse Bulletstorm saiu vários críticos colavam nele o rótulo de old scholl, e lembrando isso que resolvi experimentá-lo. Mas não foi o que eu senti jogando essa versão do Switch: ele é bem on rails, com quase nada de exploração. É seguir em frente chacinando todo mundo, com foco total nas trocentas formas que o jogo oferece pra degolar, amputar e obliterar os inimigos.

    Mesmo esperando algo menos linear (mas sem ser mundo aberto),  acabei me divertindo bastante, principalmente na primeira metade  do jogo em que há mais variedade dos cenários. Já o miolo dele encheu um pouco o saco pelo excesso de fases situadas em praças cercadas de mato com ondas de inimigos, tipo na screenshot abaixo.

    Resumindo, trata-se de um shooter com ótimo gameplay e alguns cenários muito bem feitos,  perfeito pra dar uma desligada depois daquela cessão de Alien Isolation ou Deux Ex.

    Bulletstorm: Duke of Switch Edition

    Platform: Nintendo Switch
    0 Players

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      santz · 7 months ago · 2 pontos

      FPS retro é muito bom mesmo, mas não estou conseguindo curtir muito o primeiro Quake.

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