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Prefiro os games japoneses ;)

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  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2015-07-02 14:15:57 -0300 Thumb picture
    Post by lugus: <p>Jogaço! Um dos melhores, senão o melhor Shoot'em

    Jogaço! Um dos melhores, senão o melhor Shoot'em up que já joguei!
    A música da primeira fase é ótima.

    Armed Police BatRider

    Platform: Arcade
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  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2015-06-24 00:54:07 -0300 Thumb picture
  • maironw Mairon S. Wolniewicz
    2015-05-19 16:02:17 -0300 Thumb picture
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    Como usar o Wii U Pro Controller no PC

    Medium 3074181 featured image

    Já vi alguns tutoriais desse aqui pelo alva, direcionados a como usar controles de Xbox 360 e PS3 no PC, mas nunca do Wii U.

    Como eu estava atrás dum controle pro meu PC, e sabia que havia uma forma de usar o ProController nele, decidi pesquisar e dar jeito de usar o acessório mais útil do meu Wii U nos meus jogos da Steam e emuladores, como o Dolphin.

    Usei três softwares diferentes para fazer o controle funcionar no PC, e apenas um deles, o WiinUSoft teve resultado satisfatório, sendo que ele engana o computador, fazendo o Windows acreditar que o ProController é na verdade um controle de Xbox 360.

    Primeiro, vocês precisam de uma conexão Bluetooth para o PC reconhecer o controle, que só vai funcionar com o software de gerenciamento Bluetooth da Toshiba. Podem baixar nesse link:

    http://cdgenp01.csd.toshiba.com/content/support/do...

    O processo para conectar o controle pode ser tanto automático quanto levemente trabalhoso, depende da relação entre seu hardware de Bluetooth e o programa da Toshiba.

    Para essa parte eu vou deixar um link (em inglês) muito útil, que funciona tanto para o Pro Controller quanto para Wiimotes, apenas siga os passos e tudo deve funcionar bem:

    https://wiki.dolphin-emu.org/index.php?title=Wii_R...

    Se nesse momento você já conseguiu parear seu controle ao Bluetooth do PC, baixe o programa WiinUSoft:

    http://www.wiinupro.com/downloads/WiinUSoft%201.1....

    Caso seu computador ainda não possua, baixe os drivers para reconhecimento do controle de Xbox360 e instale no seu PC:

    http://www.microsoft.com/hardware/en-us/d/xbox-360...

    Extraia os arquivos do WiinUSoft para uma pasta. Entre esses arquivos haverá uma pasta chamada SCP_Driver, abra-a e execute o arquivo ScpDriver.

    Desmarque as caixas onde está escrito "Bluetooth Driver" e "Force Install", deixando apenas "Configure Service" que é o que importa. Ao fim do processo feche o programa.

    Abra o WiinUSoft. Se seu controle estiver pareado corretamente, ele aparecerá na coluna "Available Devices" com algumas opções. Caso ele não apareça, pareie seu controle e clique no ícone verde.

    Clique no ícone do Xbox, selecione "Xbox 360 Controller 1" e o controle irá agora para a coluna da direita "...(XInput)".

    No ícone da chave de boca você poderá alterar a disposição de botões no seu controle. Para teste, experimente apertar o botão Home do seu Wii U, e as configurações do controle de Xbox 360 surgirão.

    A partir desse ponto você pode usar seu ProController para qualquer jogo, sendo reconhecido automaticamente como um controle de 360.

    Esse software funciona também com Wiimotes e Wii Classic Controller.

    Aqui um vídeo meu usando o Pro Controller no Project Cars (sim, to jogando com uma mão só por que não tinha ninguém pra gravar pra mim, nem onde eu deixar a câmera uhausha

    E aqui uma demonstraçãozinha no Dolphin:

    Esse não é o melhor tutorial, mas acho que era interessante ter pelo menos parte do esquema traduzido pra português. A parte de configuração do Bluetooth eu decidi não traduzir por que não sei exatamente como consegui corrigir erros que eu estava tendo com a função.

    Qualquer dúvida diz ae, vai ser daora dar um help!

    Mario Kart 8

    Platform: Wii U
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  • renan_de_souza Renan de Souza
    2015-05-01 17:02:57 -0300 Thumb picture
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    [Divagando #2] A saturação do mercado ao longo dos anos

    Medium 3061338 featured image

    ou (estamos fartos de first person shooters?)

    Durante a era 16-bits, o gênero que reinava absoluto era o de jogos de plataforma em 2D side-scroller. Embora tivéssemos nossas garantias de bons jogos, como Super Mario World, Sonic the Hedgehog e Donkey Kong Country, sempre havia aqueles que tentavam apenas pegar carona no sucesso, como Aero the Acro-Bat, Bubsy e tantos outros.

    O começo de uma nova era

    Com a popularização dos jogos em 3D durante a geração 32/64-bits, estas mesmas séries tentaram se adaptar à nova dimensão. Algumas franquias conseguiram manter a mesma fórmula, como é o caso de Mario e Donkey Kong, enquanto outras simplesmente se perderam na transição, como Sonic, Castlevania e Mega Man (não irei citar Bubsy 3D, porque este já era ruim mesmo com duas dimensões).

    Por conta da quase “obrigação” de utilizar o novo hardware, o número de jogos de plataforma em 2D diminuiu vertiginosamente em apenas uma geração. Graças a isso, excelentes jogos acabaram sendo esquecidos e até negligenciados, como Mischief Makers, ou sequer lançados fora do Japão, como Hermie Hopperhead: Scrap Panic e The Adventure of Little Ralph.

    Quando um jogo de plataforma era lançado, no início ainda não se tinha ideia de como trabalhá-lo no ambiente em três dimensões, como podemos ver em Jumping Flash! (e suas duas sequências). Por conta disso, começamos a ver cada vez mais os famigerados “2.5D”, como Bug!, Pandemonium!/Magical Hoppers e Tomba!, cada um tendo apenas uma sequência.

    Embora Tomba! hoje tenha virado um cult classic “raro”, algumas séries contemporâneas ao menos tiveram mais sorte, como é o caso de Klonoa. De qualquer forma, é inegável que o foco agora era em séries como Banjo-Kazooie, os populares collect-a-thons. Por mais que a Rareware tenha feito alguns dos melhores jogos durante aquela geração, ela também foi a responsável por desgastar muito rápido o gênero, culminando no jogo com a maior quantidade de itens para se colecionar; Donkey Kong 64.

    E assim, em apenas questão de anos, jogos de plataforma deixaram de ser o foco da indústria, tal qual os jogos de luta também foram durante os anos 90. Ainda tivemos o ótimo Conker's Bad Fur Day, que infelizmente não vendeu tanto quanto deveria por uma combinação das pessoas estarem cansadas de “mais do mesmo” (jogos coloridos com animais como protagonistas, que inclusive foi o motivo da mudança drástica de Conker's Quest/Twelve Tales: Conker 64 para o que conhecemos hoje como CBFD) e a própria Nintendo não dando muito suporte no marketing para promover o jogo, por ser um título para adultos, algo incomum para o perfil da empresa.

    Depois disso ainda tivemos até algumas grandes tentativas no gênero, como o primeiro jogo da série Jak and Daxter (este inspirado em Super Mario 64), mas o foco da indústria já havia mudado para jogos mais rápidos, jogos com mais ação (influência vista em jogos de até outros gêneros, como o survival horror, com Resident Evil 4 e demais títulos que vieram após o sucesso deste).

    Talvez se a Rare continuasse a trabalhar para a Nintendo, este gênero não teria morrido, ou talvez se o remake de Conker, Live & Reloaded, não tivesse saído para Xbox, console este cujo público alvo claramente não era o mesmo que compraria este tipo de jogo na Nintendo, ou talvez uma junção da tamanha censura (irônica para um jogo que se chamaria “Live and Uncut”) com um timing ruim para o lançamento deste jogo. Talvez a hora desse tipo de jogo no mercado já havia passado. Talvez.

    Um novo foco para a indústria

    Anos se passaram, cada vez mais jogos de ação sendo lançados numa mídia com uma faixa etária cada vez mais velha. Os jogos começaram a ficar mais “sérios”, mais “cinematográficos”. Cada vez com menos trechos de jogabilidade, mais “de massa” e, com isso, cada vez insultando mais e mais a inteligência do jogador (mas isso é assunto para outro dia).

    Uma combinação de fatores fez com que séries como Call of Duty e Battlefield chegassem à patamares nunca antes vistos. Mais pessoas comprando levou a mais jogos sendo lançados. Com isso, não só houve a péssima “anualização”, como também outras empresas tentaram pegar uma parcela desse mercado lançando os seus próprios FPS.

    As pessoas continuavam comprando e as empresas continuavam lançando. E daí que o jogo não é bom? E daí se ele não traz nenhuma inovação? E daí que ele é exatamente o mesmo jogo do ano passado? E daí que o modo single player é cheio de clichês e não dura mais do que umas 4 horas? Ou mais alguém aqui joga os jogos apenas pelo modo história? Só eu? Espero que não.

    Porque o que parece que importa agora são outras questões. O multiplayer é bom? O jogo continuará sendo “atualizado” com DLCs abusivos de mapas e armas constantemente? Então já vale a compra. Isso pode estar parecendo um ataque aos FPSs modernos, mas na verdade é apenas uma crítica à falta de interesse por novidades de tanto as desenvolvedoras quanto o próprio público. E não os culpo pela falta de inovação, hoje em dia é muito mais arriscado apostar numa ideia nova que pode não vingar e acabar afundando a companhia em prejuízos, devido ao custo de produção dos jogos também ter aumentado.

    Embora o gênero em si não seja algo que me cative, eu não tenho nada a reclamar com quem gosta desse tipo de jogo. Eu mesmo passei ótimos momentos jogando Doom, Quake, GoldenEye 007, Delta Force, XIII e Black. Também não tenho nada contra a perspectiva em si, já que tenho bastante apreço a jogos como System Shock, Half-Life e Echo Night (embora sim, eu prefira jogos em terceira pessoa).

    O objetivo deste texto nunca foi dizer a você que você “não pode” gostar de FPSs, ou dizer que se você comprar o seu COD todo ano está “estragando” a indústria dos videogames. O objetivo deste texto sempre foi o de mostrar como certas coisas nunca morrem. De fato, era para este artigo ter saído há alguns meses, mas ele foi posto “em espera” para poder coincidir com um jogo que irei falar em alguns parágrafos mais a frente.

    Quem precisa de publishers?

    De alguns anos para cá, os chamados jogos independentes têm trazido de volta o charme de se jogar um jogo de plataforma 2D, especialmente aqueles com temáticas visuais em 8-bits. Esse interesse dos jogadores por jogos nesse estilo fez as grandes publishers perceberem que sim, ainda existe público querendo este tipo de jogo.

    E isso acabou proporcionando com que até os nomes mais prestigiados da indústria decidissem seguir esse caminho “indie”. Provavelmente o primeiro grande nome a conseguir financiar o seu projeto coletivamente foi Tim Schafer, com o seu Broken Age, um adventure, estilo que também podia se dizer estar morto.

    Depois disso tivemos outros projetos tão bem sucedidos quanto, como Mighty No. 9, de Keiji Inafune. Projeto este que veio na melhor hora, após quatro Mega Mans cancelados, e fãs implorando por mais um jogo da série. Por conta disso, é possível ver que apostar em novas ideias, enquanto ainda mantém a qualidade de outrora é um tiro certo.

    Eu mesmo sempre tive uma lista de jogos que eu gostaria de voltar a ver, e pouco a pouco eles parecem estar se tornando realidade, como Monster Boy and the Wizard of Booze, um projeto do criador de Wonder Boy/Monster World, Ryuichi Nishizawa, que começou como outro jogo no Kickstarter, ganhou popularidade, adquiriu uma publisher e hoje serve como um “sucessor espiritual” da antiga série (acostume-se, você ainda irá ler mais vezes esse termo daqui para frente).

    Outro que despertou após longos anos de hiato foi NightCry (Project Scissors), mais um Kickstarter bem sucedido, do criador original da série Clock Tower, Hifumi Kouno, com o designer de monstros de Silent Hill, Masahiro Ito, e o diretor de excelentes filmes de terror japoneses como Ju-On (O Grito), Takashi Shimizu que, aliás, tirou do próprio bolso para bancar os teasers que ele mesmo dirigiu e produziu, e que ajudaram na campanha do projeto.

    Falando em jogos de terror, este era outro gênero que há tempos estava morto. E não, não considero jogos de tiro que acham que te assustam (Dead Space 3), ou pique-esconde (esconde-esconde) com monstros (Slender e seus milhares de clones) como verdadeiros survival horror.

    Os exemplos para a volta com tudo deste tipo de jogo estão por toda a parte, como a versão remasterizada em HD do remake de Resident Evil vendendo muito bem (inclusive sendo o jogo mais vendido do seu mês de lançamento na PSN, mesmo tendo sido lançado no final do mês, ou até mesmo por ser o jogo em formato digital mais rapidamente vendido na história da Capcom).

    Tínhamos também o até então vindouro Silent Hills, que finalmente colocaria a série de volta às origens, com Hideo Kojima e Guillermo del Toro, após uma publicity stunt tão bem feita com P.T. que conseguiu chamar a atenção até de quem não gosta de jogos de terror. Infelizmente, desde então, a Konami fez o que sabe fazer de melhor: desapontar os fãs, conseguindo fazer com que sua falecida série continue morta.

    Isso não só mostra para as empresas, como também para os indivíduos que ainda detém direitos sobre as suas séries. Jace Hall, fundador da Monolith, ofereceu publicamente em seu Facebook o direito de trabalhar num novo jogo da série de survival horror Condemned para a equipe indie que se provasse capaz de continuar o legado da franquia.

    Talvez graças a atos como este, podemos ver isso tendo influência até nas maiores das companhias, como o programa que a Square Enix lançou para que empresas menores criem novas ideias para trabalhar em franquias dormentes que ela possui, como um novo Gex ou um novo Fear Effect, por exemplo.

    Até mesmo em fanforums é possível ver interesse dos criadores originais de suas obras querendo voltar a desenvolver mais jogos. Num fórum de Shadow Man, criado pelas pessoas que trabalharam nos jogos, podemos ver Tim Haywood (compositor) e Trevor Storey (game designer) falando avidamente com os fãs sobre o quão empolgados eles estão sobre desenvolver um remake extremamente fiel para a nova geração de consoles ou, no mínimo, um novo jogo da série. Eles demonstram abertamente o quanto gostam do que criaram, incluindo compartilhando novas ideias e até mesmo possíveis roteiros, escritos em seu tempo livre.

    Going full circle (what goes around, comes around)

    Mas agora é hora de voltar ao tópico inicial desta postagem. Assim como a indústria dos games está fazendo, pelos indícios apresentados acima, permita-me go full circle e voltar a falar sobre jogos de plataforma. Se as grandes empresas não querem, porque não deixar os criadores trabalharem em suas criações novamente?

    Foi isso que fez o novo ToeJam & Earl (Back in the Groove) em seu Kickstarter. Ou até mesmo jogos ainda mais de nicho, como Boogerman, que (in)felizmente não foi bem sucedido (até porque eu realmente não conheço alguém que simpatizava com o jogo original). E por mais que eu tenha tudo contra a pessoa que é Doug TenNapel, criador dos excelentes Earthworm Jim e The Neverhood, eu ainda torço pelo sucesso de seu novo jogo, Armikrog.

    Para terminar, vamos finalmente falar sobre o motivo que me fez adiar tanto este texto: a volta em grande estilo dos jogos de plataforma em 3D. Desde que A Hat in Time conseguiu apoio massivo no Kickstarter (até mesmo tendo a honra de ter algumas de suas trilhas compostas pelo grande Grant Kirkhope, de Banjo-Kazooie e tantos outros), eu pude perceber quanta gente ainda estava interessada por collect-a-thons.

    E não deu outra. Desde então, tivemos outros bons exemplos com jogos como Clive 'N' Wrench, Spooky Poo's Happy Hell, FreezeME, Lucky's Tale e The Legend of el Lobodestroyo vs la Liga de los Villanos. Todos vindos de pessoas que cresceram com o Nintendo 64, e financiados por este mesmo tipo de pessoa.

    Uma Rare-união

    Porém, mesmo assim nada conseguiu chegar perto do real deal: Yooka-Laylee. Originalmente conhecido como Project Ukulele (...eu vi o que vocês fizeram aí, hein), Yooka-Laylee é o que todo fã do gênero sempre sonhou. Formado inicialmente por seis dos mais importantes ex-funcionários da Rare, eis que surge Playtonic Games. A meta: criar o sucessor espiritual (falei) de Banjo-Kazooie.

    Promessa feita é promessa cumprida. Não me lembro a última vez que fiquei verdadeiramente animado e esperando por um novo jogo sair. Contando com o talento de Chris Sutherland (com quase 30 anos de Rare, tendo sido um dos responsáveis por Banjo-Kazooie, e suas vozes, além de ser o narrador original de Killer Instinct), Gavin Price (Banjo-Kazooie, entre outros, além de ter servido como beta tester de Donkey Kong 64... coitado), Steve Mayles (irmão menos famoso, porém não menos importante, de Gregg Mayles, responsável pelo design de personagens de Banjo-Kazooie e do visual moderno dos gorilas da Nintendo, originado em Donkey Kong Country), além das trilhas fantástica de Grant Kirkhope (Banjo-Kazooie, GoldenEye 007) e David Wise (Donkey Kong Country).

    E toda essa empolgação se transformou em números bem concretos. Em menos de 40 minutos, o projeto já estava devidamente financiado no Kickstarter, alcançando a sua meta inicial de 175 mil libras esterlinas. Pessoalmente, não me lembro de outro projeto ter sido tão rápido assim. Em apenas três horas e meia, o projeto já tinha meio milhão de libras (convertendo para Real: dinheiro pra caramba).

    Por fim, acredito e espero que este texto mostre que não precisamos de um outro crash da indústria, como em 1983, por causa da falta de inovação, jogos com qualidade questionável e muito jogo parecido. Nós, fãs de determinados gêneros e franquias, ainda podemos muito bem votar com as nossas carteiras e decidir o que queremos jogar e ver sendo feito. Como um extremo pessimista de videogames durante a sétima geração de consoles, agora, na oitava, me permito dizer: nunca foi tão bom ser um gamer.

    Banjo-Kazooie

    Platform: N64
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      cristian_neves · about 7 years ago · 4 pontos

      Excelente. Parabéns pelo texto feito com tanto esmero!

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      felipefabricio · about 7 years ago · 4 pontos

      Ainda acredito que os Indies, o Kickstarter são um futuro para os games. Eles indicam, basicamente, do que as pessoas querem. Normalmente, se você for tentar fundar um game já saturado pelo público, ele não será aprovado. Talvez, futuramente, por exemplo, estaremos saturados de jogos de Estratégia (sei lá, né). Um jogo de Estratégia não iria vingar em sites como o Kickstarter. Acho que ele aponta o que as pessoas querem.

      E aliás, apesar de crer muito em Indies e adorá-los (estou mais ansioso por Mother 4 e Terraria OtherWorld por que qualquer outro jogo AAA, talvez Fire Emblem If), acho que pode estar havendo uma saturação neles, também - nos Roguelikes. Já viram o tanto de Roguelike indie lançado? É surpreendente, é alto pra caramba, é o gênero que mais se destaca. Mas ainda assim, cada Roguelike é diferente. Pega Crypt of the Necrodancer, Risk of Rain, Rogue Legacy. Cada um tem seu estilo, mesmo estando no mesmo estilo. É impressionante.

      ---e also se jogos de estratégia virassem febre eu ia ser tão filiz

      3 replies
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      kess · over 4 years ago · 3 pontos

      Com certeza sofremos com uma saturação em certos tipos de games, mas ainda bem que temos cabeças novas nos trazendo um pouco de diversidade nos games, ao invés de só ficarmos na mesma coisa de sempre. Mas certamente estamos longe de um novo crash da indústria.

  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2015-04-20 14:06:54 -0300 Thumb picture
    lugus checked-in to:
    Post by lugus: <p>Finalizado o modo Chronicle. Muito bom! Ryu Haya
    Dead or Alive: Dimensions

    Platform: Nintendo 3DS
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    Finalizado o modo Chronicle. Muito bom! Ryu Hayabusa badass!

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  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2015-03-31 22:29:14 -0300 Thumb picture
    lugus checked-in to:
    Post by lugus: <p>Lindíssimo chefe final!</p>
    Terranigma

    Platform: SNES
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    Lindíssimo chefe final!

    4
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      lugus · over 7 years ago · 1 ponto

      E final melhor ainda!

  • deletado999999 Farei uma nova ou não.
    2014-08-18 11:32:00 -0300 Thumb picture
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    Persona de Sites Confiáveis =)

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    1 - CARD: PSN, LIVE, eSHOP, WOW, GOOGLE PLAY, iTUNES, Etc...

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    2 - SITES DE BUSCA: JOGOS e CONSOLES.

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    3 - MAGAZINES: CASASBAHIA, AMERICANAS, PONTO FRIO, Etc...

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    4 - ACTION FIGURES, PVC, BONEQUINHOS, Etc...

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    5 - INTERNACIONAL: AMAZON, GAMESTOP, MARIIO 128, PLAY-ASIA, Etc...

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    6 - NACIONAL: BIGBOY, FASTGAMES, GAMEQUEST, ZIGSTORE, Etc...

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    7 - SITES DE PAGAMENTOS: BCASH, PAYPAL, PAGSEGURO, Etc...

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    NÃO TERÁ MAIS POSTAGENS NESSA PERSONA, APENAS ATUALIZAÇÕES NAS CATEGORIAS ACIMA. =)

    Ao recomendar uma loja/site que não está na lista, deixe o link para a mesma na respectiva categoria.

    33
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      contadesativada · almost 8 years ago · 0 pontos

      *--* Vou ver as que aceitam paypal \o/

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      contadesativada · almost 8 years ago · 0 pontos

      Só casas bahia, ponto frio, extra, aceitam paypal aqui no Brasil? T_T Que triste :\

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      andre_andricopoulos · almost 8 years ago · 0 pontos

      kkkkkk...é mais cabeça do que corpo...

  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2015-02-10 22:54:53 -0200 Thumb picture
    lugus checked-in to:
    Post by lugus: <p>Enfim, finalizado!! Foi sofrido, mas até que val
    Donkey Kong Country: Tropical Freeze

    Platform: Wii U
    1279 Players
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    Enfim, finalizado!! Foi sofrido, mas até que valeu a pena!

    1
  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2014-12-30 11:37:22 -0200 Thumb picture
    lugus checked-in to:
    Post by lugus: <p>Devagar e sempre.&nbsp; :)</p>
    Monster Hunter Portable 3rd

    Platform: PSP
    238 Players
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    Devagar e sempre.  :)

    0
  • lugus Luis Gustavo Pádua
    2014-12-23 00:06:36 -0200 Thumb picture
    lugus checked-in to:
    Post by lugus: <p>Co-op finalizado juntamente com o @leon!</p>
    Hyrule Warriors

    Platform: Wii U
    872 Players
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    Co-op finalizado juntamente com o @leon!

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      leon · over 6 years ago · 2 pontos

      Vish...e já tem quase uma ano! xD

      1 reply
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