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  • knuxbbs Bruno B. de Souza
    2021-07-25 12:31:37 -0300 Thumb picture
    Post by knuxbbs: <p>Eu nem sabia que existia Dead or Alive para Swit

    Eu nem sabia que existia Dead or Alive para Switch.

    Engraçado que ele não tá disponível na eShop, apenas na versão física. Por que será?

    Dead or Alive Xtreme 3 Scarlet

    Platform: Nintendo Switch
    4 Players

    5
  • vicente_gabriel gabriel pelegrini
    2021-07-07 17:54:46 -0300 Thumb picture
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    BORA JOGAR CARTINHA!!

    Aproveitando que ta todo mundo falando de pokemon TCG, quem aqui joga? Eu comecei recentemente (EE5) e queria mais umas pessoas pra jogar na zoeira as vezes (pq além de ser novato e não ter nenhum deck meta ainda, tbm nunca gostei muito de cenário competitivo porque acho que o jogo perde a graça kkkkkk)

    Se pá a gente faz ate um campeonatinho de baralho temático com a galera aqui da Alvanista.

    E quem não joga mas quer começar tbm, só vamo!! :D

    me adicionem lá!! VicentePlegrini

    Pokemon Trading Card Game Online

    Platform: PC
    419 Players
    175 Check-ins

    15
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      xch_choram · 25 days ago · 2 pontos
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      vante · 25 days ago · 2 pontos

      Eu jogava, mas faz muito tempo que não abro o jogo pq eu jogava mais no físico mesmo

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      fraga · 25 days ago · 2 pontos

      Tenho um carinho enorme pelo meu deck, o coitado está parado há uns 3 anos. Assim como o camarada de cima, só jogava físico, senão topava!

  • knuxbbs Bruno B. de Souza
    2021-07-10 19:40:37 -0300 Thumb picture
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-06-28 23:47:04 -0300 Thumb picture
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    REzerando – Resident Evil Remake (GCN)

    #14º em 2021

    Agora que já terminei os games originais do começo dessa grande saga, resolvi seguir aos Remakes desses mesmo jogo. Vamos saturar de Raccoon City! Hahah Então eu peguei o remake do primeiro jogo para rezerar. Eu já tinha jogado essa grande obra no final de 2016. Naquele momento minha única experiência real com Resident Evil era o quinto jogo e os terríveis filmes.

    Quando joguei esse game pela primeira vez eu pude ver o que era Resident Evil na essência. Foi quando descobri que a franquia se tratava não só de matar zumbi e sobrevive, e sim uma gameplay complexa, com muito backtracking, gerenciamento de itens, puzzles criativos e uma história envolvente. Na minha primeira zerada eu havia jogado com o Chris, tinha resgatado Rebecca e a Jill e tudo mais!

    Dessa vez, já bem mais experiente na franquia, escolhi entrar no mundo do survival horror com a Jill Valentine. Em minhas 9 horas nesse pesadelo eu pude coletar todos os itens (o trofeuzinho veio!), visitar todos os cômodos (outro troféu pipocou)

    Esse jogo é fantástico. Simplesmente o melhor Resident Evil já feito. Expande o original de 96 em todos os aspectos, trazendo gráficos bonitos até hoje, trilha sonora revisada, novas áreas, todo um plot antes inexistente, zumbis que evoluem, mudança nos puzzles, mudança de localidade de inimigos, diálogos refeitos e cutscenes mais bem feitas. E tudo isso feito apenas 6 anos após o lançamento do game original.

    Isso tudo sem modificar a trama principal, não alteram a esquemática existente. Isso pode até ser considerado o único ponto negativo desse remake: eles tiveram a oportunidade de alterar a forma que as duas campanha funcionam a fim de mesclar os acontecimentos e criar um final verdadeiro onde os quatro personagens principais sobrevivem, porém não o fazem para se manter estritamente fiel ao game original. Poxa, se tivessem feito um esquema de campanhas que se complementam poderiam ter arrumado esse erro cometido anteriormente, não deixar ao jogador que apenas decide consigo mesmo qual acontecimentos combina mais com Jill ou com Chris e confabule um final em que todos sobrevivem aos eventos do jogo.

    O resto do jogo, ó: um primor. Dá para sentir o carinho dos desenvolvedores com esse projeto. Assim como o original, o game a princípio começa na Mansão Spencer, mas também passamos pelo pátio, pela residência, as bases subterrânea onde ficam os tubarões, os túneis e claro, o laboratório. Porém aqui foi incluso um caminho sinistro no bosque que leva até a cabana da família Trevor. Aliás, as adições mais visíveis nesse game se referem todas ao arco da família Trevor. Esse conteúdo não existia no jogo de 1996 por que o desenvolvedores descartaram por pensar que iria confundir o público. Bem, esse arco conta a triste história desta família que foi destruída pela Umbrella. No final dos anos 60, George Trevor, o pai da família, foi o engenheiro chefe da mansão Spencer, porém foi aprisionado e deixado para morrer de inanição pelo próprio Ozwell Spencer. Já a Jessica Trevor e sua filha Lisa, foram usadas como cobaia do vírus progenitor (que deu origem aos famosos vírus da franquia), porém a mãe morreu por não aguentar as doses e a filha sobreviveu aos testes, mas ao preço de se transformar em uma criatura horrenda arrancadora de faces. Lisa Trevor ficou vagando pelos túneis e passagens subterrâneas da mansão pelas próximas décadas até nos assombrar durante os eventos desse game. Como diria o Sr. Omar: Trágico! - As experiências com Lisa, inclusive, ajudaram na elaboração do G-Virus!!

    O restante da trama segue os moldes do original. Com Chris Redfield temos que achar Jill, resgatar Rebecca, confrontar Wesker e fugir. Com Jill Valentine temos que achar Jill, ser ajudados por Barry Burton, desconfiar (e confiar) dele, confrontar Wesker e fugir.

    Um elementos que dá um grau a mais na dificuldade do jogo é o fato de que neste game existe a necessidade de queimar ou explodir a cabeça de todo e qualquer zumbi, se não depois de um tempo eles se tornam os Crimson Head, malditos zumbis vermelhos e garrudos que levantam do nada pra nós perseguir (malditos cabeça dimipiqui!) Por causa disso temos que andar grande parte do jogo com um isqueiro e coletando a escassa quantidade de querosene que tem pelo mapa, elemento que não existe no game de origem.

    Esse game começar beeeem difícil, afinal, ninguém merece essa pistolinha e pouca munição que todo RE que se preste oferece em seus começos kkk porém após a metade do jogo as coisas vão se simplificando: vamos recebendo muitos itens de cura, armas mais potentes como a 12, lançador de granadas, magnum e muitos itens de defesa rápida - facas, granadas e tazers (outro elemento não existente no game original).

    REmake 1 é um jogo espetacular. Jogo fundamental para quem quer conhecer a franquia de uma forma mais polida e bem feita. Um clássico atemporal, gostoso de jogar até os tempos de hoje. Poderia somente alterar um pouco a esquemática dos acontecimentos para unificar o lore e fixar um Canon sobre esses acontecimentos. Recomendo para todos que não entendem a real essência de Resident Evil. Ainda assim: o MELHOR game da saga! 

    5/5 estrelas

    Resident Evil

    Platform: Gamecube
    2018 Players
    41 Check-ins

    11
    • Micro picture
      natnitro · about 1 month ago · 2 pontos

      Jogaço mesmo! :-)
      Consegui fechar ele nessa madrugada também e justamente com o mesmo final feliz ai do Chris com a Jill e Rebecca no helicóptero e foi uma baita surpresa ver como o jogo era diferente de tudo que eu imaginava e muito mais hardcore no survival de verdade... :-)

      1 reply
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      mastershadow · about 1 month ago · 2 pontos

      O Remake perfeito,provavelmente o unico no mundo kkkkk

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-04-24 13:35:01 -0300 Thumb picture
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    Registro de finalizações: Tricky Towers

    Zerado dia 24/04/19

    Depois de terminar com os jogos emprestados, fui atrás das pendências, sobretudo jogos que eu comecei e por algum motivo não terminei pra deixar tudo organizadinho novamente. Acredito que eu tenha começado tais jogos enquanto jogava outros mais longos e lentos, pra sair um pouco da mesmice. A surpresa é que eu tenho um bocado de jogo pra fechar nesse quesito!

    A escolha da vez foi Tricky Towers, um título que comprei há um bom tempo depois de ouvir todo mundo falando nele e como seu multiplayer era divertido. Uma espécie de Tetris com um "twist" que ajuda muito na variedade de gameplay. Com o amor dos meus amigos e eu por Puyo Puyo Tetris e a falta de jogos para vários jogadores no meu PS4, não deu outra: peguei na primeira promoção que o vi.

    TT usa das mesmas peças que Tetris, mas o seu foco, ao invés de ser fechar linhas e fazer combos, aqui é equilibrá-las, mais ou menos como em um castelo de cartas.

    Você começa a fase com um pedaço de terra cercada pelo mar e deve usar das formas aleatórias da forma desejada para durar mais que os seus oponentes. Você pode, por exemplo, tentar por as peças de forma que expandam a sua área de jogo ao aumentar a base ou mesmo fazer o essencial para subir mais e mais alto.

    Fazer uma construção mais "larga" te dá mais possibilidades de encaixe, mas há algumas metas  de altura demarcadas na fase que quando alcançadas, te dão uma habilidade.

    Essas habilidades variam entre aquelas que te ajudam a manter a construção em pé, como cipós que quando ativados aparecem na próxima peça e a agarram a todas àquelas que estiverem adjacentes, como uma corda e aquelas que prejudicam seus adversários, como fazer as formas descerem mais rápido ou ficarem impossibilitadas de serem rotacionadas.

    O maior desafio do jogo é saber posicionar as peças e construir uma base que aguente o peso e mantenha o equilíbrio do que virá por cima (e que esteja abaixo). Com toda a experiência em Tetris, você acaba sempre tentando deixar tudo quadradinho, sem espaços entre as formas, mas nem sempre isso é inteligente e pode limitar muito o seu espaço quando você estiver nas alturas.

    Lembre-se de balancear tudo! É comum que uma pecinha mal posicionada faça com que toda a sua estrutura comece a "dançar" e desabe!

    Em alguns modos de jogo você perde por deixar uma peça cair, em outros, você perde uma vida de três. Basicamente, deixar as coisas caírem na água é o equivalente do Tetris de alcançar o teto do cenário.

    O modos de jogo são três, tanto no single player quanto no multiplayer:

    -Um de corrida, em que os jogadores disputam pra ver quem constrói mais rápido até alcançar a linha de chegada. Peças que caírem fora no cenário não te penalizam, só te atrasam;

    -Um de vidas, em que você pode construir infinitamente, mas cada peça na água tira uma de seus três corações;

    -Um de puzzle, em que você deve por um número limitado de peças dentro de um espaço limitado. Perder uma peça no buraco ou fazer uma delas encostar no limite acima do cenário faz com que você perda instantaneamente.

    Se a sua galera se sentir confiante, é possível configurar o jogo pra mudar aleatoriamente entre as partidas pra dar uma maior variada no gameplay. Além disso, é possível criar torneios pra dar mais sentido e importância a cada jogo.

    Além de toda a física que o jogo se baseia, TT tem um diferencial MALDITO: o posicionamento das formas. No tetris, toda a ação funciona em um "grid", como um monte de quadradinhos lado a lado e tudo bem certinho. Basicamente, se você tiver a forma | no limite do lado esquerdo do estágio, que iremos chamar de coluna 1, e apertar pra direita, ele vai pra coluna 2. Já nesse jogo aqui, se a peça estiver na coluna 1 e você apertar pra direita, ela vai pra coluna 1,5, depois pra 2, depois pra 2,5 etc.

    Parece besta mas isso não só atrasa a sua movimentação quanto faz com que você ponha as peças completamente tortas e impossibilite o encaixe ou ainda acabe com o equilíbrio que as peças teriam se estivesse certinhas.

    Até o final do jogo, eu sofri muito com isso, ainda mais quando a ação era mais rápida e requeria precisão. Motivo para perder MUITAS partidas e perder muitas formas de forma ridícula.

    Acho que a melhor forma de resumir esse jogo é a imagem acima. Note como a peça azul do jogador 1 está desalinhada justamente pelo o que eu acabei de citar. Agora perceba como as peças dos jogadores 2 e 3 ficaram por conta da falta de equilíbrio, dificultando a continuação da construção.

    O modo multijogador de Tricky Towers é sensacional, e só isso vale todo o investimento, mas há o modo ""campanha", que é meio que um extra. São 50 desafios baseados nos três modos de jogo que falei, começando bem simples e terminando bizarramente difícil. Mas difícil de um jeito injusto e frustrante. 

    Sinceramente, nem diria que vale a pena jogar o modo para um jogador.

    As fases de chegar há uma certa altura tem tempo, e pouquíssimo tempo, que cheguei a duvidar se era possível no final.

    As fases de puzzle são as mais justas, mas é tão sem graça as vezes ficar tentando por todas as peças que eu acabei vendo as últimas no YouTube.

    Agora as fases de vida são INSANAS. Em algumas delas o jogo te joga os poderes que você conhece no multiplayer, as vezes mais de um e as vezes seguindo uma regra. Em uma delas, você ganhava uma peça norma e a próxima gigante. Isso a fase toda até encaixar 50 delas. A última misturou tudo: peças gigantes, pequenas, neblina que impossibilita vem onde você está encaixando, peças que não giram, formas excepcionalmente bizarras, peças caindo rápido, mas agora pra você por 99 formas.

    Eu passei dias pra cada uma das três últimas fases e nem sei quando joguei algo tão difícil quanto isso.

    Resumindo: Tricky Towers é um jogaço pra que curte experiências como Tetris, mas com bem mais variação. Um ótimo jogo casual pra jogar com quase todo tipo de pessoa e se divertir um bocado.

    De bom: um jogo bem mais original do que eu imaginava e que convive muito bem com Tetris, que tem uma proposta bem diferente. Jogabilidade simples e comandos novos, como L1 e R1 que que empurram a peça super rápido pra esquerda ou direita (ótimo pra encaixar nas laterais das construções. Visual colorido e cheio de sonzinhos. Modos diferentes de jogos, assim como habilidades de ataque e defesa que deixam as jogatinas e as torres bem diferentes e bizarras. Modos online ou offline (jogatina de sofá). Possibilidade de escolher diferentes estilos de peças.

    De ruim: níveis exageradamente impiedosos na campanha single player. Achei um pouco fácil de enjoar (mas acabo achando isso de muitos jogos multiplayer hoje em dia). Me matei pra fechar a campanha em troca apenas de uma conquista, enquanto esperava pelo menos uns cosméticos. Muita coisa (cosméticos) que só é desbloqueada se comprada na loja do console (com dinheiro de verdade).

    No geral, super recomendo o jogo pelo multiplayer, que é mesmo o foco dele, como um party game. Não tem erro! Já pro single player, não vi muita graça, apenas frustração. Ótima experiência!

    Tricky Towers

    Platform: Playstation 4
    101 Players
    9 Check-ins

    14
  • knuxbbs Bruno B. de Souza
    2021-06-21 21:48:20 -0300 Thumb picture
    Post by knuxbbs: <p>É tão bom ver comentários sobre a produção desse

    É tão bom ver comentários sobre a produção desse jogo sendo disponibilizados em português.

    Metroid Dread

    Platform: Nintendo Switch
    14 Players

    5
  • jcelove José Carlos
    2021-06-19 15:49:48 -0300 Thumb picture
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    [OFF] Samurai X - The final

    Esses dias saiu na Netflix, pensei que era a parte 3 do Shishio voltando a paltaforma mas é um filme com o arco do Enishi, nem sabia que fariam!

    Os filmes live action do Keshin são um ponto fora da curva no que se refere a adaptação live action de anime pra mim (geralmente é uma trasheira danada, mas eles se saem bem). 

    Tirando ele o unico que se salva  pra mim é o de Bleach, que foi uma grande surpresa tbm na Netflix.

    Tem um elenco que remete ao original, tem uma direção de arte e efeitos maneiros e adapta bem as tretas desse grande clássico. 

    O ultimo filme não faz feio e apesar de rushar umas partes adaptou de forma bem legal esse arco que é o mais dramático da série. Curti.

    Rurouni Kenshin: Saisen

    Platform: PSP
    71 Players
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    21
    • Micro picture
      thiagobrugnolo · about 1 month ago · 2 pontos

      Nem sabia que iriam lançar o arco do Enishi em Live Action, que massa, o anime com esse arco cortaram depois daquele rolo do Wastsuki,

      5 replies
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      rafaelssn · about 1 month ago · 2 pontos

      Só esperando entrar o anime na Netflix primeiro.

      1 reply
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      raccoon · about 1 month ago · 2 pontos

      Bom saber que agradou, vou conferir tbm!

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2021-06-18 14:06:53 -0300 Thumb picture
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  • knuxbbs Bruno B. de Souza
    2021-06-16 16:20:28 -0300 Thumb picture

    Lembrando aqui

    Da morte do MetalSeadramon em Digimon Adventure.

    A violência dessa cena me deixou chocado na época.

    Digimon Story Cyber Sleuth: Complete Edition

    Platform: Nintendo Switch
    14 Players
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    7
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      sonne · about 2 months ago · 2 pontos

      A minha cena chocante de anime que eu via direto foi o Majin Boo estourando a cabeça do Babidi xD

      1 reply
  • knuxbbs Bruno B. de Souza
    2021-06-16 00:32:49 -0300 Thumb picture

    Crash for Smash?

    A julgar por alguns indícios, acho pouco provável que Crash Bandicoot seja o último personagem a ser revelado.

    Vejam bem, todos os personagem anunciados nesta segunda leva foram de empresas que já haviam firmado parceria com a Nintendo pelo menos desde o primeiro fighters pass:

    - Min Min (da própria Nintendo);

    - Steve / Alex (da Microsoft, a mesma de Banjo & Kazooie);

    - Sephirot (da Square, a mesma de Cloud e Hero);

    - Pyra / Mythra (da Monolith Soft, a mesma de Shulk);

    - Kazuya (da Namco, a mesma de Pac-Man).

    Dito isso, acho pouco provável que a Activision seja a única publisher nova a entrar nesse bolo, principalmente se levarmos em conta que  a Nintendo prefere dar prioridade a seus compatriotas japoneses (sendo a Microsoft uma das poucas exceções).

    Mas sabe o pior de tudo? Eu realmente gostaria de estar errado. Pelo menos para mim, o jogo se tornaria tão mais completo com Crash no elenco.. Este foi um personagem que realmente marcou minha infância.

    P. S.: Foi engraçado ver que até a Casas Bahia entrou nessa torcida. Achei bem aleatório.

    Super Smash Bros

    Platform: Nintendo Switch
    445 Players
    151 Check-ins

    13
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      santz · about 2 months ago · 1 ponto

      Ultimo personagem? Estão falando nessa a uns anos já.

      1 reply
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