katiucha

Grande fã de Valkyrie Profile, Ni No Kuni e sorvete de pistache. ♥

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  • 2015-04-29 12:29:16 -0300 Thumb picture
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    Retratos Independentes: André Asai

    "Eu queria fazer outras experiências de eventos além do SPIN. Uma ideia que eu tenho é a de fazer uma feira com comidas, vendas de zines, entre outras coisas. Não sei se vai rolar, mas é algo que eu queria fazer."

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente.

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  • katiucha Katiucha Barcelos
    2015-04-28 20:33:01 -0300 Thumb picture
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      rodrigomesquita · over 6 years ago · 3 pontos

      Tenho muita vontade de jogar um Pirate Warriors ao menos para acalmar o meu hype do mangá (ou deixar ainda maior haha).

      33 replies
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      diegootaku · about 6 years ago · 1 ponto

      Muito massa!!! uowwwww!!

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      leonambraga · over 5 years ago · 1 ponto

      esse jogo é mt massa xD viciei hahahahaha

  • junior_barbosa_3990 Francisco Barbosa
    2015-04-14 01:49:45 -0300 Thumb picture
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    Design de games

    Medium 3048518 featured image

    Todo esse tempo na escola e principalmente no ensino médio eu não parava de pensar em qual faculdade iria fazer, já escolhi tantas durante todo esse tempo desde de diretor de filmes até cientista. Quando terminei os estudos (ano passado) eu vi que teria que tomar um rumo na vida, então eu percebi que as pessoas sempre falavam que o jeito mais fácil de decidir a faculdade era eu vendo oque eu mais gostava de fazer  e então veio a grande resposta que era os jogos de vídeo-game, foi aí que eu decidi  em que área  eu iria atuar.

    Qual a melhor faculdade ?


    (>‘.’)> eu sei isso aí é uma escola  

              Recebi vários conselhos e um deles foi para mim pesquisar bastante sobre a faculdade, tomando a iniciativa pesquisei bastante e umas das faculdades que ganhou mais destaque foi a Anhembi Morumbi, ela apresentou uma gama melhor comparada as demais. Nela pude vê todas as aulas que terei durante os semestres,  os horários e sobre a carreira profissional.

    Como nada é fácil hoje em dia a faculdade é muito distante da minha casa mas nada é impossível com esforço e dedicação eu chego lá (esse seria na nanco, blizzard, estúdio santa mônica, konami e EA games).

    Esse foi meu primeiro artigo e espero que meus seguidores tenha o mesmo proposito em mente. Até mais\(^_^)/ 

          

       

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      leandlm · over 6 years ago · 2 pontos

      Vai depender do sua cidade, sei que Rio e SP tem várias, Fora destas cidades começa a complicar...

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      joaoleonardo015 · over 6 years ago · 2 pontos

      E ai? Mesmo tendo feito faculde, você tem um projeto para um game pra fazer sozinho? Se serve de conselho, você deveria começar a fazer um jogo para o consóle OUYA, sei que jogos para PC é comun, mas fazendo um game para um consóle de desenvolvedores indies com o sistema Andróid poderia dar exclusividade.
      Alem disso, trabalhando nestes lugares grandes, você seria só mais um pau-mandado. Um Game Designer tem a idéia para depois montar o jogo, vejá Minecraft, por exemplo, o seu unico desenvolvedor demorou serca de 5 ou 6 anos desenvolve-lo no seu horario de folga do trabalho. Porque não faz seu proprio game?

      3 replies
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      tsuyoi · over 6 years ago · 2 pontos

      Parabéns pela iniciação no curso o/

      Sou aluno de Design de Games da Anhembi Morumbi desde 2013 (estou no 5º semestre), e cara, se você quer isso mesmo, vai de cabeça. É bem comum que as pessoas saiam do curso antes mesmo de começar a desenvolver os jogos digitais, que são apresentados somente no 3º semestre. Mas o curso é muito bom, te mostra uma nova forma de interpretar os elementos dos jogos e consequentemente sua forma de jogar também.

      Se precisar de alguma dica, ficarei feliz em ajudar :)

      P.s* Você vai/foi para a unidade do Morumbi ou Paulista II?

      4 replies
  • sophos Sophos
    2015-04-23 02:16:31 -0300 Thumb picture
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    quem jogou carcará poderia deixar o feedback?

    o jogo está gratuito neste link:  http://supernova-indiegames.com/games/carcara-br/#...

    tem gameplay médio de mais ou menos 40 a 60 minutos.

    por favor deixem o feedback.

    marcando os desenvolvedores:

    @andreycout e @renansupernova

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      onizukaa · over 6 years ago · 5 pontos

      Tá muito bom! Tá engraçado que só e é clara a inspiração em Socrates Jones e Phoenix Wright.

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      lcirilo · over 6 years ago · 3 pontos

      Vou jogar. Quem é o responsável pelo jogo mesmo?

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      alluny · over 6 years ago · 3 pontos

      Vou jogar tbm, são conhecidos seu?

  • austinplay Sérgio Bitencourt
    2015-04-18 00:05:59 -0300 Thumb picture
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    Os Acertos e Desacertos Criativos de MKX

    Medium 3050480 featured image

     Uma marca reconhecida, um estúdio competente e um marketing monstruoso é a receita básica de um hype. Sendo o maior do ano, Mortal Kombat X vem impressionando desde Who's Next?, seu primeiro e espetacular teaser. Seu pós-lançamento estrondoso apenas confirmou a ansiedade dos fãs pelo capítulo mais aguardado da série.

     Apesar da boa qualidade gráfica e jogabilidade aprimorada, este artigo não trata da parte técnica de Mortal Kombat X, mas da parte criativa, independente de engines, resolução ou taxa de frames. Nesse desenvolvimento, tomarei como base o modo história do jogo, por ser o mais abrangente e pelo foco na construção do enredo e seus personagens.

    Jogos de luta possuem um impasse inevitável com a temporalidade. Seus personagens principais dificilmente envelhecem ou sofrem algum tipo de transformação permanente e, se morrem, voltam ou nos é simplesmente revelado que nunca morreram. Tal peculiaridade soa como medo das empresas em perder sua credibilidade com os fãs - algo bastante comum quando as mudanças descaracterizam o produto original a ponto de ficar irreconhecível. Isso já aconteceu em Mortal Kombat e só aconteceria novamente se alterassem sua peculiar "violência extrema", marca registrada do jogo, atualmente mantida a patamares insanos de evolução.

     A história de Mortal Kombat já foi recontada mais de uma vez e com maestria em sua nona edição. Como a sequência em X também precisaria de um enredo, muitos fãs desconfiaram do que viria a seguir, já que o próximo capítulo teria que lidar com as consequências pesadas do anterior. É nesse ponto que Mortal Kombat X não convence - e por mais de um motivo.

     O modo história começa com uma breve síntese sobre as origens do torneio e os eventos do último jogo, ligando-os ao primeiro capítulo da nova temporada. E por falar em torneio, eis aqui a primeira controvérsia de Mortal Kombat X: não existe de fato um torneio no enredo principal.

     Personagens zumbificados ou controlados por forças misteriosas - presentes aos montes aqui - tornaram-se tão clichês em jogos de luta que chegam a desanimar a experiência de jogo. Essa, infelizmente, é uma das maneiras mais toscas e comuns de forçar a presença de personagens clássicos no enredo. Johnny Cage, Sonya Blade e Kenshi são os primeiros a aparecer, seguidos dos ninjas Scorpion e Sub-Zero. A presença imediata desses personagens empolga, mas só até o salto temporal de duas décadas à frente e a apresentação da nova geração de kombatentes.

     O quarteto heroico de Mortal Kombat X é patético e comparável a um filme de adolescentes em apuros. Todos os membros do grupo descendem de algum personagem clássico da série - outro apelativo desnecessário. O anúncio de Cassie Cage, por exemplo, foi bem recebido pelo público, porém logo surgiu outro descendente... e outro... e mais um! Kung Jin descende de Kung Lao, trocando o chapéu laminado por um bastão que também funciona como arco; o personagem se resume num ex-ladrão, agora monge e homossexual piadista. Jacqui Briggs é a cópia feminina descarada da força bruta de Jax, uma vez que sua mãe é desconhecida pelo público. Takeda Takahashi é herdeiro de parte dos poderes de seu pai, Kenshi; ele e Jacqui compartilham uma espécie de sentimento mal resolvido. Por fim, Cassie, que herdou a aparência de Sonya e a personalidade de Johnny, é uma líder apática e sem demais motivações, ocupando tal posto pelos méritos de seu pai - sem dúvida, uma das personagens com o pior desenvolvimento.

     A despeito da frente heroica decepcionante, um acerto crítico da produção de Mortal Kombat X: seus novos vilões! Apesar de pouco explorados, esses personagens pontuam em essência por seu estilo único e proposta diferenciada. Ferra/Torr, por exemplo, chama atenção pela duplicidade; criativo que personificou em um, duas formas clássicas de violência: sadismo (Ferra) e brutalidade (Torr). Inteirando a vilania, Kotal Kahn representa a Exoterra de maneira mais racional que seu antigo imperador, mas não menos irredutivel. Ao seu lado estão a hedionda e excepcional D'Vorah e Erron Black, o impiedoso cowboy mercenário. Personagens não apenas novos, como também desligados da série clássica; qualidade que marca valiosos pontos de exclusividade para essa edição.

     Sobre a objetividade do enredo, Mortal Kombat X continua no mesmo arroz com feijão de sempre: o bem contra o mal, reviravoltas, traições, conspirações e clichês - o que não é ao todo ruim. O que pesa é a péssima aplicação dos personagens, suas motivações rasas, falta de dinamismo e energia e diálogos que soam como rixa de criança. Enquanto alguns personagens apenas morrem, outros, que poderiam obter um papel de destaque, são ofuscados, esquecidos ou embutidos em outro tipo de ideia que definitivamente não convence - mais detalhes seriam spoilers.

     A já citada ausência de um torneio marca um erro grave que descaracteriza a origem histórica da série.  Os novos cenários fazem justiça ao contexto geral, que é bom, mas que não diminui os desacertos da sequência.

     Contudo - e apesar de tudo - Mortal Kombat X cumpre seu dever de divertir e entreter os fãs. Como ícone dos jogos de luta, as faltas citadas aqui dificilmente incomodarão a maravilhosa e separada experiência arcade - ainda bem. No entanto, todo algo bem escrito agrega qualidade ao produto final, e MKX só não é perfeito pela falta desse distinto princípio.

    Mortal Kombat X

    Platform: XBOX 360
    74 Players

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      nandines · over 6 years ago · 5 pontos

      Olha, não joguei então não posso falar sobre a história com muita propriedade. Mas uma coisa eu digo: só de termos a história com tanto destaque, gerando muitas discussões em torno dela, já é algo que vejo de forma muito positiva. Se as pessoas começarem a ver uma campanha com enredo como um modo relevante para um jogo de luta, vai influenciar muitas outras franquias a seguir essa tendência. E eu acho ótimo a ideia de que as pessoas se importem como a história dentro desse gênero.

      5 replies
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      raccoon · over 6 years ago · 3 pontos

      Concordo que o roteiro desse MKX fica na mesma viagem cronológica insana de passado, futuro e presente do último MK, e que dos personagens novos, os vilões são os mais bem explorados no modo história, (do meio para frente as coisas engrenam e você começa a se importar mais com o que está acontecendo). Agora, você dizer que o lance dos descendentes foi forçado, aí eu discordo completamente. Isso foi o mais legal (tirando a jogabilidade, que está sensacional, provavelmente a melhor ever). Os entreatos e ligações dos personagens sempre mantiveram esta história insana viva e forte, e passar o bastão para uma nova geração foi algo natural e muito sagaz da NetherRealm. Os personagens novos são bons, por mais que na história sejam aproveitados de maneira juvenil.

      1 reply
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      weic · over 6 years ago · 2 pontos

      Tem uma parte que não entendi muito bem.
      "Todos os membros do grupo descendem de algum personagem clássico da série - outro apelativo desnecessário. O anúncio de Cassie Cage, por exemplo, foi bem recebido pelo público" Até aqui, ok.
      "Kung Jin descende de Kung Lao, trocando o chapéu laminado por um bastão que também funciona como arco;" Bom, nessa parte eu não entendi a reclamação, pois achei Kung Jin bastante diferente de KL e parece ter um ''aspecto'' unico, diferente dos outros descendentes/filhos que herdaram poder da mãe ou da pai. A não ser que você esteja falando mais da parte dele na história ou característica do personagem, dai eu não posso falar muita coisa porque nem joguei o jogo.
      Tirando isso, gostei muito do seu texto, parabens.

      1 reply
  • 2015-04-19 19:40:45 -0300 Thumb picture
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    Fire Emblem comemora 25 anos com concerto musical


    A série Fire Emblem teve seu primeiro jogo lançado em 1990, para o NES. E lá se vão 25 anos de história e 13 excelentes games de RPG/Estratégia.

    Para comemorar esse sucesso, a série será homenageada com um concerto musical no Japão, assim como ocorreu com Zelda: Symphony of the Goddesses. O espetáculo ocorrerá em 24 e 25 de Julho no Tokyo Dome City Hall.

    A apresentação será dividida em três partes:

    -- O concerto musical pela Orquestra Filarmônica de Tokyo, conduzida pelo maestro Ikuro Fijiwara;

    -- Um talk show com a participação de alguns dos desenvolvedores da Intelligent Systems;

    --Uma curta dramatização com os dubladores originais da série.


    Hoje, a Intelligent Systems divulgou em seu site oficial alguns detalhes desse talk-show, confirmando a presença de Masahiro Sakurai, Kozaki Yuusuke (designer de personagens de Fire Emblem Awakening) e vários desenvolvedores da Intelligent Systems e Nintendo.

    Além destes citados, a desenvolvedora prometeu mais 2 convidados especiais, ainda não revelados.


    Infelizmente esse espetáculo será exibido apenas ao público japonês.

    A popularidade da série cresceu muito com a participação de seus personagens em Super Smash Bros, mas a franquia conta com muitos games lançados. Conte-nos sobre sua experiência com a série e seus jogos favoritos.

    Fonte

    Fire Emblem: Awakening

    Platform: Nintendo 3DS
    2314 Players
    689 Check-ins

    25
  • 2015-04-17 11:49:38 -0300 Thumb picture
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    Mortal Kombat X tem o primeiro lutador gay da série

    Medium 3051087 featured image

    Em um game cujo objetivo é bater nos outros até que caiam mortos de uma maneira extremamente violenta, não importa muito quem namora com quem, mas ainda assim Mortal Kombat X conseguiu espaço para transmitir uma característica bem interessante de um de seus novos lutadores.

    Pois bem, Kung Jin, descendente de Kung Lao, é gay. E a maneira com que esta informação é apresentada durante o modo história é extremamente sutil, mas certeira.

    Em um diálogo entre Jin e Raiden, o Deus do Trovão tenta incitar o lutador a se tornar um monge shaolin, que responde “não posso… Eles não vão aceitar…”. Raiden então responde “eles se importam apenas pelo que está no seu coração, não quem seu coração deseja”. Após ter sido questionado sobre o assunto, o diretor de cinematics, Dominic Ciancialo, confirmou em seutwitter que a informação era sobre a sexualidade do personagem e agradeceu os jogadores por terem notado.

    Ótimo ver que cada vez mais as desenvolvedoras estão abraçando a diversidade, fazendo com que seus personagens representem diversas facetas e se aproximem mais da realidade plural de todos os fãs.

    Mortal Kombat X foi lançado neste último dia 14 de abril, com versões paraPC, PlayStation 4 e Xbox One. Edições para PS3 e Xbox 360 ainda estão em desenvolvimento, sem data prevista para chegar às lojas.

    Fonte: Save Game

    Mortal Kombat X

    Platform: Xbox One
    480 Players
    88 Check-ins

    25
  • 2015-04-15 11:53:13 -0300 Thumb picture
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    Retratos Independentes: Lucas Jock

    Nota do editor: Lucas Jock, game designer e um dos fundadores da Taw Studio (responsável por Mr. Bree e Jelly Escape), faleceu nessa segunda (13) em Pindamonhangaba.

    Tive a oportunidade de conhecê-lo na Campus Party de 2013, um evento em que assisti algumas palestras que ajudaram a mudar completamente o rumo da minha vida profissional. Sempre serei grato aos devs que estavam lá e Lucas era um deles.

    Após esse evento, encontrei Jock durante algumas game jams e ele sempre me surpreendeu com sua generosidade, carinho, carisma, preocupação com os outros e paixão por seu trabalho. 

    Por esse motivo, o Retrato Independente dessa semana é uma singela homenagem ao Jock, uma entrevista com ele que nunca publiquei em português.

    Qual seu nome, idade e formação?

    Me chamo Lucas Jock, tenho 24 anos, e sou formado como técnico em Multimidia no Senac, e Técnico de Informática.

    Há quanto tempo você trabalha na TawStudio? E qual é seu cargo / função?

    Trabalho na TawStudio desde seu nascimento, em meados de 2009. Atuo na direção, design, produção e level design dos jogos.


    Você trabalhou em quais jogos?

    Os principais jogos que trabalhei foram "O Desafio do 5S", "Mr. Bree - Returning Home", "Jelly Escape" e atualmente, no "Mr. Bree+".


    Quais foram suas influências e referências pra fazer o game design desses jogos?

    Sou bastante influenciado por jogos de plataforma e RPG. E esses jogos são bastante inspirado em títulos que fizeram parte da minha "formação" como gamer, como Megaman, Castlevania e Super Meat Boy.


    Como você se sente quando se dá conta que seu trabalho consiste em criar jogos?

    Eu adoro! Realmente é um trabalho muito satisfatório e prazeroso de fazer. Eu sempre gostei de jogos, mas só percebi que queria trabalhar com jogos mesmo um pouco antes de criar o estúdio. Desde então, tem sido uma experiência maravilhosa e enriquecedora!


    Qual o maior conselho que você tem para quem quer trabalhar com Game Design, ou está começando nessa área?

    Tenho duas dicas bem importantes, baseadas na experiência que eu já tive comigo e outras pessoas. Primeira: Façam jogos! Conhecemos game designers formados, com anos de estudos, mas que nunca chegaram nem a prototipar um jogo. A experiência de por a mão na massa vale muito! Seja sozinho ou em equipe, tente fazer um jogo completo, da concepção até o lançamento, para se familiarizar com todas as etapas do desenvolvimento.

    A segunda dica, é: Para ser game designer, você vai ter que saber fazer um pouco de tudo! Não é como algumas pessoas pensam, que o GD só fica pensando no jogo e criando documentos para um time desenvolver o jogo para ele. Você vai ter que saber de arte, para conseguir conversar e trabalhar com artistas, saber o básico de programação para trabalhar com outros programadores, auxiliar em prototipagem, e por aí vai, com todas as competências que englobam um jogo: Musica, produção, narrativa, animação, etc. E outra dica muito importante é: interaja com a comunidade de desenvolvedores! Converse com estúdios, participe de eventos, maratonas, troque emails, faça amizades. Algumas das pessoas mais fantásticas que eu já conheci na vida foi através do desenvolvimento de jogos.


    Como está sendo o recebimento da votação de Mr. Bree + no Greenlight?

    Está indo bem! Ainda falta um longo caminho para sermos aprovados lá. Mas temos tido um feedback muito positivo dos usuários, com ótimas críticas e comentários bastante satisfeitos!


    Quais são as melhorias que vocês fizeram nessa versão + de Mr. Bree?

    O jogo foi inteiro refeito. Desde a arte, os códigos, até a própria historia em si, que agora é mais completa, e com um desfecho bem especial, bem diferente do jogo original. Todos os gráficos estão em HD, temos cenários novos, dez vezes mais armadilhas, que adicionam bastante variedade no gameplay. 60 fases, o triplo do jogo antigo. Além de 4 modos de jogo, que adicionam grandes desafios para os gamers mais hardcore.


    Como você se sente estando bem próximo de ter um jogo que você trabalhou publicado no Steam?

    Ainda falta bastante para chegarmos lá. Mas seria a realização de um sonho! Desde que começamos a desenvolver jogos, um de nossos maiores objetivos é ter um jogo na Steam. E estamos lutando dia e noite por isso! =)


    Quais são seus Top 3 jogos preferidos?

    Nossa, difícil limitar a três... Mas, os jogos que mudaram minha vida e fizeram parte da minha infancia foram os jogos de RPG da série Chrono e da serie Final Fantasy, jogos de plataforma, como Megaman e Castlevania. Além de Starcraft 1 e 2, e jogos de FPS, o bom e velho Counter Strike, os mais recentes, Battlefield, Call of Duty, etc. E meu mais novo amor tem sido o Dota 2! =)


    Adicional:

    Quem quiser conhecer mais sobre o nosso jogo, e/ou nos ajudar no Greenlight, é só conferir a pagina www.mr-bree.com. Qualquer ajuda é muito importante para nós! =)

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    Autor: Eduardo Emmerich (aka @rurounikz)

    O objetivo da persona Digital Jam é o de disseminar conteúdo sobre games de uma forma diferente através de textos pessoais, direcionados para o lado independente.

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      pauloaquino [Account Suspended] · over 6 years ago · 4 pontos

      Vá em paz.

      Lady Palutena lhe dará as boas vindas.

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      mattfenrir · over 6 years ago · 3 pontos

      Descanse em paz, guerreiro =/

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      bakujirou · over 6 years ago · 3 pontos

      achei muito bacana a homenagem para ele. R.I.P. Lucas :<

  • 2015-04-15 12:21:55 -0300 Thumb picture
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    Mortal Kombat X - Dublagem com e sem a Pitty (Cassie Cage)

    Veja como ficou a dublagem da cantora Pitty, que interpretou a Cassie Cage em Mortal Kombat X.

    Mortal Kombat X

    Platform: Xbox One
    480 Players
    88 Check-ins

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      katiucha · over 6 years ago · 3 pontos

      As falas das cutscenes ficaram beeem melhores do que as falas das lutas..

      2 replies
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      solidrenan · over 6 years ago · 2 pontos

      Tentei ver o video inteiro mas não deu, não aguento essa dublagem que fizeram!!!

      1 reply
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      rafaelmacields · over 6 years ago · 2 pontos

      A voz dela não condiz com a personagem...

  • 2015-04-13 11:49:01 -0300 Thumb picture
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    BIG Festival abre inscrições para disputar premiação de R$ 20 mil

    Medium 3047874 featured image

    A edição desse ano do BIG (Brazil’s Independent Games) Festival acontecerá entre os dias 27 de junho a 5 de julho no Centro Cultural São Paulo e irá expor 30 jogos nas dependências do local.

    Além disso, o festival premiará os melhores títulos em nove categorias: Melhor Jogo, Revelação Brasil, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa, Melhor Gameplay, Inovação, Melhor Jogo Educacional ou de Aprendizagem e Voto Popular. Os jogos inscritos nessa competição disputarão uma premiação de mais de R$ 20 mil.

    Caso tenha interesse de participar, é melhor correr porque as inscrições irão até o dia 24 de abril. Para inscrever seu jogo, basta seguir as instruções no site oficial do BIG Festival.

    3º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

    Quando: 27 de Junho a 5 de Julho (Segunda, 29, não abre)

    Fórum de Negócios do BIG: dias 2 e 3 de julho

    Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP

    Horário de funcionamento: terça a sexta: 10h às 20h / sábado e domingo: 10h às 18h

    Entrada: Gratuita

    Fonte: Save Game

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      teamblue · over 6 years ago · 3 pontos

      ia falar que poderia me escrever com 'O Alvanista" mas sauhsuahuhas porra! seria um fiasco

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      brunobiluca · over 6 years ago · 2 pontos

      Nossa muito bacana ver essas iniciativas no Brasil. Quem sabe para ano que vem eu não consiga kkkk o/

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      nemesisrevil · over 6 years ago · 2 pontos

      Katiucha..passando aki pra te manda um beijo *-*

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