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  • 2021-06-25 20:25:49 -0300 Thumb picture
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    Bengalada da Velha #16 - Demon Slayer

    E estamos de volta, com mais uma Bengalada da Velha! Peço desculpas pela demora nos posts nas últimas semanas já que, como tiro férias em Julho, parece que ando chegando mais cansado do que de costume em casa... E como resultado acabaram saindo poucas postagens nesse meio tempo... Mas prometo que nesse mês vindouro as postagens ficarão mais frequentes, sejam as indicações, os casos estranhos dos animes modernos, as listas, os artigos e, claro, as bengaladas, com a de hoje sendo a de um anime extremamente recente, de 2019, e que fez um sucesso absurdo: Kimetsu no Yaiba, ou, como foi lançado aqui no ocidente, Demon Slayer!

    Baseado em um mangá de 2016 feito pela autora Koyoharu Gotouge, Demon Slayer foi um anime de 26 episódios animado pelo estúdio Ufotable (os caras responsáveis pelas animações recentes da série Tales of e da franquia de jogos pornô, digo, Visual Novels de romance, Fate) e que é protagonizada pelo jovem Tanjirou, que vivia junto de sua família no meio de um barraco no meio do mato e, devido ao fato de seu pai ter morrido, ele era o homem da casa e tinha que sustentar seus vários irmãos e sua mãe sozinho. 

    Porém, eles ainda viviam felizes, até que um dia um demônio (Oni, na dublagem do Netflix) entrou na casa de Tanjirou e assassinou todos seus familiares quando ele estava fora... Todos, com exceção de sua irmã, Nezuko, que acabou sendo contaminada pelo sangue da criatura e se tornou um capeta também! E pra piorar a situação desse pobre diabo, chegou um Matador de Demônios no lugar (o nome dos caras com poderes fantásticos da vez, tal como os Shinigamis de Bleach e ninjas de Naruto) e queria matar sua irmã!

    Felizmente, Nezuko consegue se controlar e junto de Tanjirou parte pra cima do Caçador, que fica impressionado e deixa ambos saírem ilesos. Também diz pro protagonista para ele tentar ser um Matador de Demônios também, e talvez assim encontrar outros capirotos e algum que possa achar alguma maneira de fazer o único membro vivo de sua família voltar ao normal, tal como de encontrar o satanás que matou sua família. Preciso admitir que o anime começa bem, já apresentando o personagem principal e todo o estopim dramático para sua jornada, além de uma motivação vingativa para o mesmo... Porém, a partir daí a merda só vai descendo ribanceira abaixo...

    Pra começar o Tanjirou, que antes da tragédia era apresentado como um escoteiro que ajudava qualquer um que aparecesse, além de ser muito emotivo e ingênuo, continua EXATAMENTE O MESMO depois do que aconteceu com sua família! Não ocorre uma catarse com ele, algo que o faça agir de forma diferente com as outras pessoas devido ao impacto emocional que sofreu (algo que acontece em outros animes com uma temática parecida, como Claymore), dando a impressão que aquilo não significou nada pro cara... E pra piorar ele chega ao ponto de sentir PENA dos demônios que derrota, a mesma raça de filhos da puta que matou sua família e transformou sua irmã num capiroto de saia!

    E falando na Nezuko, não pense que ela virou uma espécie de capetão super poderoso lutador de Kung Fu ou coisa do tipo, porque ao se transformar em demônio ela ficou totalmente lesada, com uma mordaça de bambu na boca, além de poder mudar de tamanho, ficando menor ou maior conforme a situação. Ou seja: ela é a waifu perfeita para os otakus punheteiros de plantão, sendo uma garotinha púbere linda, encapetada, com olhos enormes, muda e ainda por cima flexível! Ela ajuda o irmão de vez em nunca na série, batendo em outros satanazes, mas sua função na trama é claramente óbvia logo no começo: ser a garotinha fofinha e tapada da vez, algo imprescindível na nauseabunda era repleta de moe atual...

    E quanto ao resto da história? Bem, o escoteiro Tanjirou acha um velho com uma máscara na cara que o treina e em seguida ele vira um Matador de Demônios também, e parte em várias missões junto com sua irmã peso de papel flexível com um bambu na boca, e no meio delas ambos encontram dois zé roelas que passam a seguí-los (ou seja, que entram pra party): um otário loiro maricas que só sabe chorar e gritar feito uma menininha dos anos 80 quando via a Banda Dominó e um retardado sem camisa que usa uma máscara de porco zarolha porque tem uma cara toda delicadinha... 

    E quanto aos vilões, praticamente cada um dos demônios que aparece na trama têm sempre algum tipo de passado dramático, que é sempre revelado alguns segundos antes dos mesmos morrerem (ou seja, que não serve pra porra nenhuma, a não ser pro Tanjirou ficar com peninha deles), e quanto ao capeta que matou a família do personagem principal (e transformou sua irmã em um peso de papel fofinho flexível com um bambu na boca) ele aparece logo nos primeiros episódios e é, na verdade, um cospobre do Michael Jackson, que gosta de brincar de casinha, se vestir de gueixa e de matar seus próprios subordinados!

    O pacing da trama também é terrível, com Tanjirou indo de um catador de carvão para um exímio espadachim que pode usar técnicas de água (e posteriormente de fogo) com sua espada de uma hora pra outra, sem que sequer houvesse uma explicação detalhada de como o sistema de poderes funciona nessa trolha de mundo (correção, isso é explicado de forma bem rápida NO FILME, que acontece após os 26 episódios normais da série) ou mesmo como caralhos voadores assassinos da Indonésia a organização dos Matadores de Demônios consegue se manter escondida quando seus integrantes são, em sua maioria, sujeitos espalhafatosos carregando espadas enormes e que CLARAMENTE se destacam na multidão, além de causarem danos absurdos com seus poderes de battle shounen...

    Os Hashira, os Matadores de Demônios mais fortes da série... E que, por algum motivo, são todos caricatos...

    Existem mais defeitos em Demon Slayer, mas para não deixar o post maior do que já está (além do limite de imagens do alva já ter sido alcançado), podemos resumir seus 26 episódios (e mais um longa de 2 fucking horas) em um battle shounen genérico com vários problemas, cujo motivo do estrondoso sucesso se deve aos mastodônticos valores de produção do Ufotable (o que deixou a série com lutas extremamente bem animadas), além de se focar em algo pouco abordado em animes do tipo: valores familiares. Não apenas Tanjirou (e sua irmã peso de papel muda, fofinha, retardada, endemoinhada, flexível e com o alimento do panda na boca), mas como quase todo personagem aqui tem algum drama familiar, dando uma ênfase muito grande nesse tipo de tema, que é muito querido por muitos... E utilizado à exaustão por autores e pessoas picaretas por aí, que usam isso como estandarte apenas para chamarem a atenção... E muitos caem feito patinhos...

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    Dito isso, fica a Bengalada da semana para Demon Slayer, um anime problemático cujo fato de ser um sucesso absurdo só mostra o nível decadente e pútrido da indústria de animação nipônica da atualidade, fazendo com que mesmo uma obra dessas se destaque facilmente. E para terminar essa empreita, seguem opções MUITO superiores ao bengalado:

    Claymore - Um battle shounen de 2007, que tem uma protagonista que teve um trauma não tão pesado quanto o do Tanjirou, mas que mesmo assim sofreu uma catarse e saiu pelo mundo em busca de vingança... E que não fica tendo peninha dos inimigos igual o escoteiro aí...

    Hokuto no Ken - Battle shounen dos anos 80, mostrando um protagonista enorme que mata todos seus inimigos, sem ficar sentindo peninha deles, além de estar em uma jornada de vingança por um cara que roubou sua mina

    Bleach - Apesar de seus graves problemas, os dois primeiros arcos de Bleach são excelentes e descem o sarrrafo em Demon Slayer fácil, mostrando um protagonista que se torna um deus da morte para enfrentar criaturas que surgem da alma de humanos em sofrimento (e que são invisíveis, mostrando que o autor pensou bem no worldbuilding aqui, ao contrário do bengalado)

    Busou Renkin - Battle shounen de 20 e poucos episódios, igualmente simples, mas com personagens mais memoráveis e uma trama finalizada, além de um protagonista que também tem uma irmã e que tenta protegê-la... Mas sem ser um escoteiro bunda mole

    Vinland Saga - Não é um battle shounen, mas é uma história de vingança, de um cara que viu seu pai morrer e jurou que iria matar o assassino de seu progenitor, mesmo que tivesse que trabalhar pra ele. E não é uma história sobre mais espadachins adolescentes mágicos e sim sobre fodendo VIKINGS!

    Code Geass - Protagonista que quer se vingar e ao mesmo tempo proteger sua irmã... Mas que é um maquinador desgraçado e extremamente carismático e que, obviamente, não sente pena de seus inimigos...

    Tales of Berseria- Sim, é um jogo de videogame e não um anime... Mas tem uma história de vingança protagonizada por uma dona com sangue nos zóio que era uma dona de casa colorida e se transformou em uma sombria espadachim esfarrapada que atropela qualquer um que ficar em seu caminho... E que obviamente tem mais culhões do que Tanjirou e seus colegas frouxos sonharam em um dia ter

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    Bem, é isso... Até o próximo post!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

    Lista da vergonha com os agraciados com a Bengalada da Velha aqui!

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      mateusfv · 4 months ago · 2 pontos

      A então é disso que se trata demon slayer, sempre ouvi falar mas nunca tive interesse de ir atrás, bom de saber que n perdi meu tempo kk

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      tiagotrigger · 4 months ago · 2 pontos

      Esse negócio dos poderes é algo que me incomodou quando assisti, o maluco do nada usa esses poderes diferentões e não tem explicação de como esses elementos funcionam. O negócio da espada também não tem muita explicação, tanto é que nem lembro exatamente o que é (xD), era algo dela mudar de cor e ter um significado diferente. Se mais pra frente eles vão explicar isso eu não sei, mas deveria ser bem antes.
      O que me fez assistir tudo foram os personagens (principalmente os "protagonistas secundários", se é que isso existe, hehe). Eu gosto dessas coisas (os personagens, nesse caso) completamente malucas e absurdas, me diverti muito com eles. Mas até chegar lá não achei tão interessante.

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      kalini · 4 months ago · 2 pontos

      Mesmo não concordando com muita coisa, aprecio como voce consegue ver cada detalhe das obras que critica que pouca gente (tal como eu) nota os defeitos. Eu considero Kimetsu no Yaiba um anime bom, mesmo que não tenha nada de espetacular ou muito original. A animação é boa, o vusal é supreendentemente até bom pra nossa epoca, onde muita coisinha parece igual.

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  • 2021-06-15 21:41:00 -0300 Thumb picture
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    Visão geral da Velha: Franquia Pokémon

    E aqui estamos, com mais uma Visão Geral da Velha! E hoje trago pra vocês uma franquia muito, mas muito conhecida, onde possivelmente até mesmo o Seu Zé que cata latinhas na rua ou a Sá Maria que fica na janela o dia inteiro fofocando da vizinhança sabe do que se trata: Pokémon. Esses monstros de bolso foram uma febre absurda no final dos anos 90, a ponto de muitas pessoas (eu inclusive) sequer imaginarem que tudo se originou em jogos preto e branco oriundos de um portátil com a tela escura da criadora do Super Mario.

    Quem foi criança nos anos 90 certamente lembra bem dessa abertura...

    Contudo, apesar de ser uma franquia extremamente bem conhecida e repleta de jogos, brinquedos, doushinjis, camisetas, e a tralha que for, sua participação na indústria de animação japonesa não é tão variada assim, porém vale a pena tecer alguns comentários sobre ela (no caso suas entradas mais importantes, deixando de lado os trocentos filmes da mesma que saem todo o ano, por exemplo), sucedidos de um veredicto da nossa idosa. Enfim, chega de papo e vamos ao que interessa!

    1 - Pokémon (1997)

    Assim que os jogos Pokémon - Red/Blue saíram para o Game Boy, tal como era corriqueiro de ser feito com vários games da época, trataram logo de criar uma série de TV, para servir como propaganda e tudo o mais. Entretanto, como todos nós sabemos (a menos que tenha vivido em uma pedra nos últimos  24 anos), a animação explodiu de sucesso. E os motivos não foram poucos, afinal ela trazia um setting único, um mundo onde um menino saía de sua casa para capturar várias criaturas mágicas distintas, isso acompanhado de mais 2 amigos e tendo o sonho de ser o maior Mestre Pokémon do mundo todo. Uma jornada que certamente qualquer criança sonharia!

    Usando do humor característico dos anos 90 (com caretas, tombos e afins), acompanhado de valores de produção razoáveis (com cenas de batalha entre os bichos bem feitas e tudo o mais), o anime de Pokémon tomou rapidamente o gosto do público, sendo até mesmo o principal responsável pela repopularização dos animes na TV aberta aqui no Brasil (com a Record, a Band e principalmente a Globo investindo pesado em animações japas pra se passar nos programas infantis), isso além de derivar uma caralhada de clones, como Digimon (que apesar de ter a origem anterior aos jogos de Game Boy, teve sua animação criada por motivos óbvios), Bucky, Monster Rancher, Flint the Time Detective, Konjiki no Gash Bell, entre muitos, muuuitos outros.

                                                         Prepare-se pra encrenca... 

    Portanto, o anime de Pokémon começou muito bem sim, e conseguia passar de maneira excepcional o clima dos jogos pra tela da TV, mesmo que tomasse muitas liberdades criativas com relação a eles (como Pikachu dar choque em um Onix, por exemplo). Contudo, eles não souberam quando parar e o show se mantêm até os dias de hoje, com mais de 1000 episódios e ainda utilizando a mesma fucking fórmula do protagonista chamado Ash Ketshun que sai no mundo com seu Pikachu querendo ser um Mestre Pokémon, mas que continua tendo 10 anos de idade e ainda perdendo campeonatos importantes, com o menor desenvolvimento de narrativa sendo total e completamente inexistentes!

    Mas a pior parte disso tudo nem é o anime estar durando todo esse tempo usando a mesma fucking fórmula e personagens e sim ainda ter candango velho e barbado vendo esse pedaço de lixo e ficando puto de raiva quando Ash perde algum campeonato, como se isso fosse novidade! E sim, é óbvio que o público-alvo desse  show infinito são os infantes, mas não é porque que algo é feito para crianças que precisa ser produzido com o orifício excretor do sistema digestório, não mostrando sequer um único character development em sua infinidade de capítulos, com um fedelho que continua insistindo no seu pífio objetivo de ser um mestre, acompanhado de seu Pikachu... E que continua falhando em todos os sentidos.

    02 - Pokemon Crystal: Raikou Ikazuchi no Densetsu (2001)

    Raikou: A Lenda do Trovão (que já apareceu aqui no Arco anteriormente) foi um especial lançado no Japão em 2001, e colocado fatiado em pedaços aqui, no ocidente, como parte de um spin off do anime principal (chamado de Pokemon Chronicles) e nele, apesar de possivelmente se passar no mesmo universo de Ash e seu fracasso que dura eras, finalmente temos  personagens diferentes, um pouco mais velhos, o que dá um ar de renovação que a franquia de anime precisava HÁ ANOS! É algo bem curtinho, com 1 hora, mais ou menos, contudo vale bem a pena assistir e ver um pouco do potencial desperdiçado das animações dos monstros de bolso...

    03 - Pokémon: Origins (2013)

    E falando em potencial, esse é outro especial de Pokémon, só que desta vez um pouco mais fiel aos jogos originais, mostrando batalhas mais bem feitas, um character design diferente e, principalmente, nem sinal de Ash Ketshun, o fracasso ambulante! Nele temos Red, saindo de Pallet com seu Charmander, indo de ginásio em ginásio para conseguir virar um Mestre, isso enquanto impede a Equipe Rocket  e seu líder, Giovanni. A fórmula, à primeira vista, é a mesma do anime original, contudo a execução é totalmente diferente e o resultado, mesmo para quem não jogou os jogos antigos, é muito bom! Pena que, tal como o Raikou: A Lenda do Trovão, ser tão curto...

    04 - Pokémon Generations (2016)

    Falando em algo curto, esses foram 18 especiais minúsculos, de alguns minutos cada, contando pedaços da trama dos jogos de videogame. A animação é muito boa e, apesar de ser obviamente mais focado aos jogadores dos títulos para os portáteis da Nintendo, teria sido muito legal se essa série tivesse tido mais atenção, não precisando ter os 1000 e tantos episódios do anime original, mas ao menos uma série curta, de uns 12, pra poder mostrar melhor o potencial que essa franquia tem a oferecer...

    Bem, é isso, infelizmente. Como foi anteriormente dito, a franquia pode ser enorme e bem famosa, contudo lhe falta variedade e, principalmente, qualidade. Os títulos interessantes da mesma são uma extrema minoria, com a maior parte de seus assets  sendo gastos com um anime de quinta categoria, feito apenas para alienar crianças japonesas, lobotomizar jovens ocidentais (que ainda teimam em insistir nesse peso morto) e, principalmente, fazer propaganda de sua marca, que hoje vale milhões e qualquer, repetindo, qualquer pedaço de merda com "Pokémon no nome" vende pra caralho e, ao contrário de certa empresa da maçã, nem ao menos uma certa qualidade e esmero pode ser visto na maioria dos seus produtos...

    E após dito isso, resta alguma dúvida do veredicto? SELO SUICUNE DA DESGRAÇA COM CERTEZA! Tirando a primeira temporada do anime (até Ash perder sua primeira liga) e os especiais anteriormente comentados, o anime de Pokémon não vale absolutamente nada e mesmo qualquer um dos já bengalados aqui no Arco (ok, tirando K-ON, esse é fim de carreira total) vão corroer menos seus neurônios do que esse pedaço de estrume de vaca... Correção, estrume de Miltank...

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    Bem, por hoje é só! Até o próximo post!

    Lista com as franquias já analisadas aqui ;)

    Lista com as indicações do Arco da Velha aqui XD

    Pokémon Ruby

    Platform: Gameboy Advance
    108 Players
    5 Check-ins

    27
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      santz · 4 months ago · 3 pontos

      Sempre achei o anime de Pokémon terrível, mesmo na época. Chato, feio, repetitivo e sem graça. Digimon é muito mais foda.

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      onai_onai · 4 months ago · 2 pontos

      Dia desses minha filha estava assistindo as versões mais novas e realmente a qualidade é bem inferior e os pokemons mais novos são bem esquisitos e em sua grande maioria sem graça. Já a primeira temporada até hoje acho divertida. Por sinal acho Digimon bem mais legal!

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      vante · 4 months ago · 2 pontos

      Eu acho que o anime tinha um potencial gigantesco na primeira parte, na verdade até a saga de Johto eu achava maravilhoso, só que ao invés de acabar dar lugar a outro protagonista ou algo assim, eles resolveram insistir no Ash com 10 anos por mais de 20, e fazer a história virar um loop infinito. Teria sido tão melhor se ele tivesse encerrado o arco do Ash em Johto e dar lugar pra outros protagonistas como acontece nos jogos e no mangá, no mínimo o Ash não seria um meme de cara que nunca vence uma liga e reseta a personalidade a cada arco.

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  • hyuga Sérgio Henrique
    2021-05-16 12:39:56 -0300 Thumb picture
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    Semana #85 Aconcagua

    Desenvolvedora: WACWAC!

    Publicadora: Sony Computer Entertainment

    Plataforma: PlayStation 

    Lançamento: 2000

    Aconcágua é uma montanha real localizada na Cordilheira  dos Andes e a montamha mais alta, tirando a Ásia, com 6.961 metros de altitude.

    O jogo é um point n click com câmera fixa estilo Resident Evil. um gênero pouco comum para consoles na época. Em uma versão fictícia da Argentina chamada Meruza, o país está dividido pela metade por sua independência e uma ativista chamada Pachamama vai até o local a fim de libertá-lo, porém o avião que ela está sofre um ataque terrorista e cai na montanha.

    Cinco pessoas sobreviveram e devemos alternar entre elas para sobreviver e descer a montanha: Katoh pode escalar;  Julia usa uma faca para eliminar os terroristas que estiverem no caminho; Lopez é forte; Steve usa e conserta aparelhos eletrônicos e Pachamama pode falar espanhol para chamar o resgate.

    Pelo fato de cada um ter uma habilidade que será explorada ao longo do jogo todos devem se manter vivos então se um deles morrer devemos repetir aquele trecho. a cada ação que fazemos vemos uma cutscene e depois acontece um pequeno loading para voltar para o jogo, isso deixa as coisas mais cinematográficas dentro dos padrões do Psone é claro. mas pode irritar um pouco já que são bem frequentes.

    A dublagem é em inglês e espanhol e as legendas em japonês então pode ser difícil para algumas pessoas entenderem o enredo.

    Para conferir as primeiras postagens visite a persona @hiddengems

    @natnitro@daisuke@rease@roberto_monteiro@lukenakama@andre_andricopoulos@msvalle @noblenexus@slashgoodboy@gennosuke6@xch_choram@1977rider@gan0nd0rf@santz@beadama@caramatur@juray@onai_onai@herics@nicholasaraujo0@sweet_lorelei@pulsar@ridan@rafael_mingato@wcleyton@wilford_fernandes@ryou@blacklink@edufilhote@fernando_of_cydonia@jcelove@thiagoreis@mastershadow@kess@supermarkosbros@gradash@game_reis@ysmechoes@neophytu@rafaelssn@thraphik@noyluiz@supernova@denis_lisboadosreis@srdeath@lordsearj@rcukierti@volstag@supermarkosbros@edbrazl@katsuragi@thiagobrugnolo@avmnetto@feitz196@inmork@dlima@diego_lacuna@sza207@kingsysiphos@katsuragi@arthurluna_95@felipeprestes_al@strangrish@felipe_turesso@romline5@xandaum@cyberwoo@thecriticgames@marcelokiss487 @lag0n @ederpezawm@douglascruz19@stinger@vicente_gabriel@raiden@jezzon

    Aconcagua

    Platform: Playstation
    16 Players
    5 Check-ins

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      thecriticgames · 5 months ago · 4 pontos

      WTF que jogo mais aleatório em conceitos e gameplay, e na época do PS1 ainda? Pra mim isso é um hidden hidden hidden gem.

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      thiagobrugnolo · 5 months ago · 3 pontos

      Será que esse jogo foi inspirado naquele acidente aéreo que houve nas Cordilheiras dos Andes com alguns sobreviventes?

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      diego_lacuna · 5 months ago · 2 pontos

      Mano, muito aleatório, kkkkk.

  • 2021-05-12 20:39:58 -0300 Thumb picture
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    Angel Cop

    Ano - 1989

    Número de episódios - 06

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Prime Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: No final do século XX o Japão acabou se tornando a potência mundial mais influente do globo. E devido a isso vários ataques terroristas começaram a acontecer no lugar, e para combatê-los foi criada a Força Especial de Segurança, composta por civis que podiam combater ser ter as regras e limitações do meio militar, porém com total licença para matar. Um dos agentes dessa sessão, uma mulher chamada Angel faz de tudo para cumprir a justiça... Ao menos a sua justiça.

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    Angel Cop é mais uma pérola dos anos 80, que mostra bem o clima que pairava no ar naquela época, com a Guerra Fria e o medo do comunismo e da União Soviética pairando sobre o ar! A trama acontece num cenário onde o Japão se tornou a maior potência mundial, porém com isso ele passou a atrair diversos grupos terroristas, e para combatê-los foi criada uma divisão policial de poucos agentes, mas todos bem treinados em táticas anti-terrorismo e podendo realizar seus objetivos a qualquer custo. 

    A protagonista Angel é uma das encarregadas dessa divisão, chamada de Força Especial de Segurança e, ao contrário de seu parceiro Raiden, ela não se importa muito com a vida dos inimigos ou mesmo dos reféns, desde que cumpra a sua missão. Tudo estava correndo normalmente, com a equipe investigando as movimentações da Red May (um grupo radical comunista), porém estranhas figuras com poderes psíquicos começaram a aparecer matando os terroristas de torto a direito, com eles se identificando como Caçadores, explodindo os caras de dentro pra fora, queimando eles e coisas do tipo!

    Daí o anime foca nesses dois grupos, os caras da Força Especial de Segurança, mais especificamente a Angel, e os Caçadores, liderados pela carismática e overpower Lucifer. Também existem as tramoias e intrigas políticas por parte de alguns figurões japoneses, que têm rabo preso com os Estados Unidos e... Isso eu deixarei pra vocês conferirem!

    A animação é lindona e segue aquele estilo anos 80 badass e cheia de violência de sempre. O destaque da série acaba não indo para a protagonista (apesar da Angel ser fodinha também) e sim para a vilã principal, a Lucifer, uma psiônica roubada pra caralho, que faz motos andarem com a mente, levanta campos de força, derruba pontes, lê mentes, absorve energia elétrica para se recuperar mais rápido e realmente acredita naquilo que está fazendo, estando bem longe de ser só uma dona seminua que é má a la vilã Disney!Por fim, fica a indicação dessa quarta com Angel Cop, uma série curta de OVAs cheia de ação, poderes psíquicos, donas bonitonas andando em motos, caras robotizados, explosões e tudo mais que os anos 80 tinham a oferecer, com a Velha assinando e carimbando embaixo!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

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      kalini · 5 months ago · 2 pontos

      De todas as recomendaçoes que eu não tinha assistido antes, essa foi disparada a que mais chamou minha atenção. Tudo que curto ta nela: protag feminina forte, cenario de futuro proximo, intrigas politicas, comunistas comedores de criançinhas e um traço serio e diferenciado.

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  • 2021-05-05 20:25:19 -0300 Thumb picture
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    Sprite: Between Two Worlds

    Ano - 1997

    Número de episódios - 02

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Prime Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Manami Sakumoto é uma garota extremamente tímida, porém muito bonita, e devido à isso começou a atrair e muito a atenção dos rapazes de sua escola, o que acabou irritando outras garotas do lugar, que começaram a perseguí-la. Contudo, quando seu parente Tooru Takamura vem para a cidade e o bullying de suas colegas começa a se descontrolar, outra personalidade surge da garota, desta vez mais desinibida, carismática e energética, quebrando a cara daquelas que até então estavam lhe atormentando! Será que esse outro lado de Manami, que se intitula Nami, é a solução dos seus problemas? Ou exatamente o contrário?

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    Se alguém já viu "Eu, eu mesmo e Irene", um filme onde o personagem interpretado por Jim Carrey cria outra personalidade totalmente diferente da sua apenas para compensar sua falta de atitude em tudo na vida, Sprite: Between Two Worlds é basicamente a mesma premissa, só que protagonizada por uma dona, Manami, que apesar de ser toda bonita é motherfucker tímida, e isso deixa os cuecas da sua escola piradinhos, e as suas colegas (ou ao menos uma parte delas) fulas de raiva, o que estava começando a causar problemas para a dita cuja... 

    Essa situação só piora com a chegada de um parente seu (não se sabe ao certo se são primos, e se são de qual grau e tudo o mais), um rapaz chamado Tooru, já que chegar na escola com ele, um rapaz bem apessoado, foi o fim da picada para as já recalcadas colegas de Manami, que começam a pegar pesado na bulinagem na coitada. Porém, quando a coisa estava piorando, outra personalidade desperta da protagonista, alguém totalmente diferente, já que ao invés de ser tímida ao extremo, é bem explosiva e desinibida, e desce o sarrafo nas donas que estavam enchendo seu saco! 

    Essa outra Manami se auto-intitulava Nami, e a partir daí o anime mostra as duas personalidades se conflitando, com a desinibida sempre aparecendo quando a tímida e genérica estava em alguma encrenca, e quando o seu parente Tooru lhe chamava pelo nome. 

    E quando eu falo desinibida digo em todos os sentidos pois esse anime (composto de 2 OVAs de 40 minutos) tem bastante cenas de nudez e até mesmo de sacanagem... Mesmo que elas sejam até mais ousadas que a maioria dos ditos animes ecchi, não chega a ser um hentai, afinal não tem genitálias nem jogos de câmera muito detalhados e estratégicos, porém Nami faz altas estripulias por aqui, para o azar (ou será que não) de sua contraparte clichê recatada, ahuahua

    É um anime bem curto, com um character design nível anos 90 de qualidade e que serve pra dar umas boas risadas, especialmente com a total falta de pudor da Nami e o seu parente Tooru, que não é daqueles beta males bundões sem pinto que empesteiam as animações nipônicas por aí... No geral, vale a pena conferir Sprite: Between Two Worlds, e a Velha, que na sua juventude deixava Nami no chinelo, assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos as indicações do Arco aqui XD

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      kalini · 5 months ago · 2 pontos

      Nossa, esse sim me interessou um bocado com esse lance de dupla personalidade. Até me fez esquecer que tem ecchi. Vou guardar aqui pra ver depois.

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      santz · 5 months ago · 2 pontos

      Premissa interessante, mas é uma pena ser esse lance de 2 OVAs gigantescos. Quando for assistir, vou dividir em 4 partes.

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  • 2021-04-06 08:48:20 -0300 Thumb picture
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    Combo#327 [Arc](1998): Street Fighter Alpha 3 & JoJo's Venture

     O terceiro e último jogo da série Alpha é lançado para os Arcades. Ele traz o maior elenco de personagens até então, 28 lutadores no total, com alguns deles secretos. O jogo traz 3 opções ao jogador para ele escolher o modo de jogo que prefere jogar. O modo A-ISM é o modo tradicional, com barra de especial de 3 níveis, o X-ISM é o modo clássico, com uma única barra de especial, só que mais poderosa e o V-ISM traz de volta o super combo personalizável introduzido no título anterior. Além disso, cada modo também traz barras de defesa diferentes e detalhes sutis na forma de jogar. - O terceiro título é o mais completo, com uma quantidade gigantesca de lutadores e muitas opções de jogabilidade. Tudo muito rápido e bem acabado.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Baseado no mangá clássico Jojo’s Bizarre Adventure, a Capcom lança um jogo de luta para a sua placa CPS-III. A história reconta os eventos do arco Stardust Crusaders, mas dependendo do lutador escolhido, a ordem e a perspectiva do enredo é diferente. O jogo oferece 14 lutadores a disposição e a maioria deles possuem Stand, que são os espíritos de cada personagem que podem auxiliar nos movimentos e especiais do lutador ou até mesmo se mover livremente pelo cenário. A desvantagem de usar o Stand é que qualquer dano sobre ele cai sobre a saúde do jogador e ele tem um medidor separado também. - Um jogo de luta incrível e com animações bem refinadas e cenários exuberantes. A jogabilidade é bem diversificada com uso dos Stands e cada luta é bem frenética.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @volstag, @manoelnsn, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @fredson, @hyuga, @wcleyton, @bobramber, @carlosneto, @thiagobrugnolo, @rensan, @eduardo_wrzecionek, @christciamn, @warconnor [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Street Fighter Alpha 3

    Platform: Arcade
    485 Players
    31 Check-ins

    40
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      andre_andricopoulos · 6 months ago · 2 pontos

      Acho a série Alpha sensacional. Bem frenético, divertido e gameplay acessível (fácil de jogar / aprender comandos).

      Já JoJo ouço tanto...e não conheço nada no universo dos games ou fora dele...

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      noyluiz · 6 months ago · 2 pontos

      Melhor Street Fighter

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      thiagobrugnolo · 6 months ago · 2 pontos

      Em 1998 a Capcom estava on fire, chegando com os dois pés no peito com a quantidade de títulos de qualidade.

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  • 2021-03-29 20:01:24 -0300 Thumb picture
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    Black Magic M-66

    Ano - 1987

    Número de episódios - 01

    Disponível em Netflix - Não

    Disponível em Amazon Video - Não

    Disponível em Crunchyroll - Não

    Sinopse: Quando Sybel, uma repórter freelancer, descobre um acidente com um avião militar, sai às pressas junto do seu assistente Richard para poder conseguir algum tipo de matéria exclusiva. Porém o que descobre no local é bem maior do que ela imaginava, afinal uma dupla de androides militares poderosos (e que tinham o poder de se auto-destruir como se fossem uma granada de fragmentos) haviam escapado, e um deles acaba indo atrás da neta de um cientista, a jovem Ferris, com o intuito de matá-la. Sabendo dessa realidade, Sybyl terá de decidir entre manter seu furo de reportagem ou fazer o que considera correto.

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    Black Magic M-66 é um mangá antigo de Shirou Masamune, o gênio por detrás de Ghost in the Shell e, apesar de não ser tão incrível quanto ele, é um OVA bem interessante dos anos 80, mostrando a história de uma repórter, Sybel, que na procura por um furo de reportagem acaba se vendo envolvida na fuga de duas androides feitas pelo exército, ambas sendo máquinas poderosas com uma enorme capacidade de destruição. 

    Pra piorar a situação o cientista que ajudou a projetá-las, o Professor Matthew, colocara na memória das duas a sua neta, Ferris, como alvo (quando ambas estavam em testes ainda), mas os tontos dos milicos acabaram não retirando esse comando na hora de transportar as robôs e com isso ambas conseguem escapar, e mesmo que uma tenha sido capturada logo no começo, a outra seguiu em direção ao seu alvo primordialmente programado, e agora com armas como raios lasers e coisas futuristas do tipo.

    Daí a trama de 40 minutos do OVA se resume à repórter Sybel indo atrás de um furo de reportagem com sua câmera, ao mesmo tempo que tenta salvar a pobre Ferris (que no momento estava saindo com as amigas e não fazia ideia que tinha um robô assassino querendo sua cabeça). Lembra bastante aquele clima de "O Exterminador do Futuro", e a ambientação cyberpunk, somada ao character design foda dos anos 80 torna tudo muito agradável de se ver!

    No geral, fica a dica dessa segunda para Black Magic M-66, um anime bem curtinho que vale a pena dar uma conferida, com a Velha, que deu umas dicas para o Isaac Asimov, assinando embaixo!

    Link para uma planilha com todos os posts do Arco aqui XD

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      wcleyton · 7 months ago · 2 pontos

      adoro como esse autor aborda transhumanismo e sensualidade em suas obras

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      kalini · 7 months ago · 2 pontos

      Que incrivel o visual desse robo da primeira imagem.

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      ersatzgott · 7 months ago · 2 pontos

      Arte foda

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  • kalini Kalini
    2021-03-23 19:51:56 -0300 Thumb picture
    Post by kalini: <p>Ah, finamente criei força de vontade e to voltan

    Ah, finamente criei força de vontade e to voltando a jogar aos poucos... agora seguindo em frente com essa obscura porem maravilhosa experiencia unica num RPG de SNES!

    Foram tantas coisinhas que rolaram, membros novos na party, surpresas... que vou tentar resumir o maximo possivel pra esse post nao ficar imenso. 

    O HQ da Bless, resistencia humana contra os aliens que dominaram o mundo, foi destruido num ataque surpresa, ms Gen sobreviveu. Perambulei pelo mundo, tendo que encarar uma cidade onde todo mudo tem um dialeto bizarro e me prendem achando que sou alien, mas escapo com a ajuda de um velho bebado espadachin, e depois num zoologico onde aliens estão transformando animais (que por um motivo estranho falam, com doreito a um leao bem sincero te avisando que vai te devorar se chegar perto) em mutantes. La Gen conhece Heath, um mlitar americano que se parece muito com o Guile do Street Fighter e é um mulherengo nato, entrando nessa luta por terem matado uma subordinada que ele achava "hot" (me recuso a traduzir isso, mas voces devem saber o que significa), hahaha!

    Logo depois, fui pra Nagasaki, onde um culto religioso extremista fez lavagem cerebral nas pessoas, pondo ate uma familia pra brigar, e alguns cultistas te machucam, reduzindo o HP a 1 se voce nao rezar com eles ou ir falar com o lider do templo. Tudo isso orquestrado pela sua lider, Fatimaria, que na verdade era apenas uma garota controlada por um alien, cujo objetivo é usar dessa seita pra realizar sacrificios humanos. A garota manipulada, chamada Mina, pede para se juntar a cruzada anti-alienigena para se redimir de todas as atrocidades que fez.

    E por ultimo, fui a uma outra regiao meio distante de navio, onde os maiores medos e pesadelos da população deram origens a criaturas horriveis. Uma delas é o lendário Yamata No Orochi, a serpente de um montao de cabeças que exigia pros moradores dessa região darem pra ele mulheres jovens e bonitas para que ele as devore. Ai era pra ter sido uma de suas vitimas, mas ela não teve medo e caiu pra cima do monstro e ainda tirou uma com a cara dele.

    Como recompensa, Gen e sua turma ganharam uma estada gratis num hotel pra dar aquela relaxada, mas Mina acorda aflita no meio da noite, desabafando pro Gen sobre seu temor pelo que vai vir pela frente, pela grande ameaça alien que pode destruir o mundo a qualquer momento...

    ... enquanto Heath e Ai relaxam em outro sentido... Sim, no mesmo sentido do Pai de Familia, hahahhaa! Não digo que joguei todos os games de mundo, mas nunca tinha visto antes duas personagens fazendo sexo por amor em um game! O estranho é que eles mal se conheceram mas fazem isso no mesmo dia.. mas ok né.

    As batalhas do game são bem legaizinhas, graças ao bom e expressivo trabalho de sprite da equipe que fez o game. As Psychos são magias standard de RPG: fogo, gelo, eletrico e cura, mas os Chakras tem efeitos bem curiosos, como atomizar um aliado em graozinhos da areia pra aumentar esquiva e mudar o ataque normal pra um ataque de areia, outro que se chama Devolution, transformando o inimigo em outro mais fraco, e o Pummel, que permite da um montão de socos velozes que nem nos animes. Nas batalhas aleatorias tem imigoss com fraquezas variadas ou sem nenhuma, e alguns podem dar problemas. G.O.D exige grinding. Muito grinding, pois a taxa de Gold e Exp ganha não é muito alta, mas no mar achei umas conchas que dão uma quantidade mais generosa desses dois elementos fundamentais num RPG.

    Os bosses não são dificeis, mas tambem não vão pegar leve. Mesmo bufando atk/def da party, as batalhas eram bem demoradas e desgastantes, os bosses amam usar status negativos e costumam ter um ataque fisico forte o suficiente pra tirar mais da metade do HP de qualquer um.

    Mas a "batalha" de boss que mais chamo minha atenção foram as duas com o Batty. O morcego maluco do começo do game voltou pra se vingar do Gen. Certa vez ele chamou Gen e Heath pra brigarem fora de um local escuro, mas o idiota se esqueceu que é um morcego, e que nao pode enxergar de dia hahah! O que ele faz pra resolver isso? Poe oculos escuros (e uma calça), mas novamente se ferra, pois os oculos eram escuros demais e ele fica sem enxergar, errando todos os golpes, hahahha!

    E as referencias a cultura pop seguem firmes e fortes! Mesmo mudo, o protagonista Gen se expressa muito bem no seu diario. Mal entra o primeiro party member que ele acha que  a party vai ficar grande demais, que nem a do Final Fantasy VI. Mas a melhor foi um medium, que, se voce der 100 gold pra ele, ele incorpora o espirito do Michael Jackson! hhhahaah! Certas pessoas duvidam da legitmidade dessas piadinhas e veem como algo da tradução. De qualquer forma, o produto japa de qualquer midia ao ser traduzida nunca fica original ou mesmo 100% fiel. Isso é a localização. Os tradutores garantem que as piadas sao reais, mas confessaram terem adaptados umas coisinhas pra nós do ocidente entendermos. Legitimo ou não, o clima escrachado e bem humorado de G.O.D faz toda a diferença, e me faz adorar esse game e me encoraja a seguir em frente, por mais demorado que seja.

    Até a proxima!

    G.O.D: Mezameyo to Yobu Koe ga Kikoe

    Platform: SNES
    18 Players
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      thiagobrugnolo · 7 months ago · 3 pontos

      Esse jogo está me parecendo melhor do que imaginava, bem legal esses combates com a visão de costas dos personagens, a parte gráfica ficou bem caprichada, mas o que chama atenção são essas pitadas de humor completamente sem pudor, galhofas, e personagens escrachados, tipo esse morcegão de óculos hahaha...tudo isso no meio de uma invasão alien, esse tipo de coisa se bem dosada deixa negócio todo bem interessante.

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      manoelnsn · 7 months ago · 2 pontos

      Quando tu chegar em Los Angeles e ver o puteiro bem no meio da cidade vai chegar à conclusão que dificilmente essas piadas são coisa da tradução, ahauhauahua

      Ah, a cena de sacanagem, eu ri muito quando vi! Bem, os dois são caras adultos e estão sob uma pressão desgraçada, então normal que tenham feito um canguru perneta pra dar uma relaxada. O mais legal é que não fica só nisso, tem mais coisa vindo pela frente XD

      Não me lembro do jogo exigir grinding, se bem que eu grindo de qualquer jeito, então nem vi diferença. Quanto aos Chackras, tem uma combinação que aumenta a ACC das skills do personagem, algo que é perfeito para o protagonista.

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      manoelnsn · 7 months ago · 2 pontos

      Ah sim, peguei meu save aqui e dei load numa rom sem a tradução:
      https://i.postimg.cc/k5MZcZWH/G.png

      Usei o google tradutor e perguntei pra um amigo meu que manja de japonês e falam isso mesmo, só que não citam FFVI diretamente e sim falam "Um famoso RPG 06", ahuahauha

  • 2021-03-16 14:40:34 -0300 Thumb picture
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    Outro grande favorito do ano é: Mother 3

    E o outro jogo que está entre os favoritos do ano que vem dentre os ouvintes e que compõe a chapa MegaMother é o ultimo da trilogia que se iniciou no NES:  Mother 3

    Mother 3 é um RPG de turno desenvolvido pelas Brownie Brown e HAL Laboratory e publicado pela Nintendo no ano de 2006 para o Game Boy Advance. Este é o terceiro e ultimo jogo da trilogia Mother.

    Passando nas ilhas fictícias de Lugar nenhum e em um período de tempo desconhecido após os eventos de Mother 2, a história de Mother 3 é contada em oito capítulos, incluindo um prólogo.

    O jogo começa com os gêmeos Lucas e Claus e sua mãe Hinawa visitando seu pai, que mora no norte das ilhas. Durante sua estadia, sua residência, Tazmily Village, é invadida por forças misteriosas conhecidas como o Exército Pigmask.

    O marido de Hinawa, Flint, é acordado pelo incêndio na floresta dos Pigmasks; ao saber que sua família não voltou, ele procura por eles e descobre que Hinawa foi morto pelo normalmente dócil Dragos enquanto protegia Lucas e Claus.

    Quando Hinawa é sepultado, Claus desaparece; Flint tenta encontrá-lo, mas não consegue. Então Lucas sai em busca de seu irmão e vai, ao longo do caminho, se juntar com outras pessoas e acabar por se envolver nos planos do Exército Pigmask.


    Enquanto navega pelo overworld e pelas cidades, o jogador controla um grupo que exploram o mundo em uma visão de cima pra baixo. O jogador pode conversar com os NPCs, explorar os cenários por itens e encontrar inimigos.

    Quando o jogador entra em contato com um inimigo o jogo muda para uma tela de combate. As batalhas são em uma perspectiva em primeira pessoa, mostrando os inimigos em um fundo animado e distorcido.

    O jogador escolhe qual ação tomar com cada personagem, como atacar ou usar itens para restaurar HP ou PP. Alguns personagens podem utilizar habilidades baseadas em psíquicas conhecidas como PSI, que incluem ataques mais fortes e habilidades de cura, e requerem PP para serem executados.

    Mother 3 inclui um sistema de combinação musical único, não visto nos jogos anteriores. Quando um dos personagens do jogador ataca diretamente um inimigo com uma arma, eles podem atacar repetidamente o inimigo pressionando o botão no ritmo da música de fundo, com cada inimigo possuindo um tema musical com ritmos diferentes.

    Usando este sistema, o jogador pode atacar o inimigo até 16x seguidas. Quando a batida correta não é aparente, o jogador pode colocar o inimigo para dormir para isolar a batida da música.

    Mother 3

    Platform: Gameboy Advance
    551 Players
    137 Check-ins

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      kalini · 7 months ago · 3 pontos

      Um dia crio vergonha na cara e jogo esse classico, haha! So falta essa "Mamãe" pra minha coleção.

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      gusgeek · 7 months ago · 2 pontos

      Amo esse Jogo!! <3

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      anonim · 7 months ago · 2 pontos

      Melhor RPG do GBA que eu joguei

  • kalini Kalini
    2021-03-16 09:41:37 -0300 Thumb picture

    Lista: o melhor jogo que já terminei em um console/PC

    Ufa, finalmente um @desafio nessa rede depois de tempos, ja tava morta de saudade. Fui marcada pelo @manoelnsn para falar os melhores jogos que joguei em cada plataforma:

    PC - Celeste

    Android - Among Us

    Atari 2600 - River Raid

    NES - Mother

    SNES - EarthBound

    Mega Drive - Sonic The Hedgehog

    Dreamcast - JoJo's Bizarre Adventure - Heritage For The Future

    Neo Geo - The King of Fighters 2002

    PlayStation - Xenogears

    PlayStation 2 - Winning Eleven 10

    PlayStation 3 - Persona 5

    PSP - Yu-Gi-Oh! GX Tag Force 3

    Game Boy - Pokémon Yellow

    Game Boy Color - Pokémon Crystal

    Game Boy Advance - Pokémon Emerald

    Nintendo DS - Pokémon Black

    Nintendo 3DS - Pokémon Moon

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    Mençoes honrosas que deixei de fora chorando: Breath of Fire I-IV (SNES-PS1), Koudelka (PS1), Soulcalibur III (PS2) e Street Fighter Alpha 3 (Arcade)

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    Na verdade essa é só a lista dos meus games favoritos mesmo. Acho meio pretencioso dizer que jogo tal é o melhor, sendo que tem tanta cosa nova incrivel que possa vir ou alguma perola enterrada do passado que supera qualquer classico so esperando pra ser desenterrada... Tambem porque tem uns ai que foram o unico que joguei de um console (tipo Persona 5 e Pokémon Moon, todos em emuladores, ja que não posso comprar PS3).

    Eu desafio: @lukenakama @makomon @taensland @ersatzgott @the_muriel @hiroasura @zyotic @emphighwind @jcelove @mateusfv @igor_park @mastermune @sweet_lorelei @omorizinho @juninhonash @mastershadow @andre_andricopoulos @hard_waters e quem mais tiver vendo ai... mas acho que nem os que marquei vão fazer mesmo, hahaha!

    Celeste

    Platform: PC
    314 Players
    52 Check-ins

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      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      Valeu a menção Kalini. Pensei em fazer mas é muito dificil escolher um só.XD
      Mas compartilho algumas escolhas como river raid e SANIC, só achei que foi too much pokemon.hehe

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      vante · 7 months ago · 2 pontos

      Eu sabia que você gostava de Pokémon, mas não tanto kkkkkkkkkkkkk.

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      manoelnsn · 7 months ago · 2 pontos

      Chorei lágrimas de sangue vendo as opções de NES, SNES, PS3 e 3DS. A de PS1 eu já esperava, e poderia ser pior, ahauhauahauha

      14 replies
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