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  • kalini Kalini
    2022-11-18 21:33:12 -0200 Thumb picture
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    Post by kalini: <p>Saindo da bolha dos RPGs e abraçando minha verda
    Street Fighter

    Platform: Arcade
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    Saindo da bolha dos RPGs e abraçando minha verdadeira paixão, os jogos de luta, e decidi começar do inicio, beem do inicio mesmo, jogando o primeiro da serie Street Fighter, provavelmente a maioria das pessoas, mesmo os fãs da serie, nem ligam pra esse jogo, mas eu fiz por puro complecionismo, pois pra mim, da serie prencipal, so falta o V e o VI que vai sair um ano aí.

    Primeiro oponente foi esse calvo ai, o Retsu do Japão. A verdadeira batalha foi me acostumar com os controles, infelizmente o site onde joguei nao aceitava o analogico, portanto tive que dar hadouken e shoryuken (ou como diz na dub aqui, psycho fire e dragon punch :P, glorias que so dublaram os golpes nesse jogo) nos direcionais do joystick, e acabei ficando com muita dor no polegar, que ja tava ferido por causa de uma unha engravada, dai saiu sangue de vez. Literalmente dando meu sangue pela vitoria.

    Segunda luta foi contra o Geki, um provavel percusor do Vega, ja que usa garras e a AI pula demais com ele, e ele tambem joga shurikens (que podia repelir no soco) e se teleportava, e com ele a dificuldade deu um salto quantico, apanhei que nem jumento, mas depois de umas 10 ten tativas, foi.

    Depois veio esse gringo, que esqueci o nome, mas nao deu nem pro chá, foi facil de vencer, especialemnte quando descobri que as vezes o hadouken tirava uma vida enorme.

    Depois veio esse boxeador, gostei do cenario de batalha ai, me lembra aquele album do deep purple. Esse foi facilimo tambem.

    Depois veio esse china, e aqui que a porca torce o rabo, perdi tantas vezes que nem lembro quantas vezes exatas perdi, meus dedos ja tavam pedindo arrego e a carne viva do polegar machucado ja tava aparecendo, quase cai na tentação de usar save state, mas aguentei firme o martirio ate o fim e o venci de forma justa.

    Depois veio o Gen, figura carimbada em uns Apha, foi complicado, ele vivia dando voadora e foi ai que tentei imitar ele e acabei descobrindo uma bizarrice: eu nao conseguia pular! OU nao sei como, eu aperto o direcional pra cima e ele nao pula de jeito nenhum, daime irritei com o jogo, broxei e fui perdendo mais um punhado de vezes de formas bobas, com varios perfects da maquina, mas no fim, properei ligeiramente mais rapido do que no de cima.

    Teve as lutas contra Birdie, o punk enorme, Eagle, o segurança com dois paus e o Adon, discipulo do Sagat, so o Adon deu trabalho mesmo, mas acabei vencendo ele com dois hadoukens. Esqueci de tirar screenshot deles.

    Por ultimo, o rei do Muay Thai, o grande Sagat, e ele era apelão pra caramba. NUnca vi um boss tao dificil assim desde o Rugal no 2002 e o Dio no World Heroes 2. Os "tigers" dele, aqueles projeteis classicos em formato de croissaint, arrancavam mais da metade da minha vida, eu tentava me proteger me abaixando mas ou ele mete joelhada ou o tiger robocop, que é o shoryuken dele. Perdi, perdi e perdi, passei quase 1 hora ai. Foi aí que cai na tentação e me sujei com save states. Não dava mais, tava impossivel pra mim e eu precisava terminar o jogo logo pois eu tinha que almoçar. Dei save state quando venci ele sofrido no primeiro round, depois apanhei umas 20 vezes ate vencer ele no segundo.

    E é isso, essa foi minha experiencia com o Street Fighter original. Ele é bem defasado hoje em dia, ja que é so boss rush com 1 char, tem calculos de dano bizarros e flutuantes, do nada um atque so faz cosquinhas ou tira mais da metade da sua vida, de forma bem arbitraria, me rendeu dor no polegar, mas no fim, me diverti um pouco e ele tem sua importancia historica, já queé o primeiro jogo de luta com "poderzinhos" pra fazer com o joystick e tem esse sistema maravilhoso de 6 botoes, 3 pra chutes e  pra soco, que muito jogo usa ate hoje. Talvez faça critica dele um dia.

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      thiagobrugnolo · 17 days ago · 2 pontos

      Esse eu joguei só uma vez pra nunca mais, só pelo fato de ter de conhecer esse jogo e entender o motivo pelo qual ninguém liga pra ele, hahahaha.

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  • 2022-10-31 21:36:52 -0200 Thumb picture
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    RPGs aterrorizantes para passar o seu halloween!

    Medium 3940525 featured image

    Halloween, o famoso Dia das Bruxas, a véspera do Dia de Todos os Santos do cristianismo. Por mais que seja uma festividade no exterior, com vários filmes americanos mostrando crianças fantasiadas indo pedir doces de porta em porta (como o clássico Abracadabra com aquela música que tu ficava cantarolando o dia inteiro após ver o filme na Sessão da Tarde), aqui, em terras tupiniquins nós não temos o costume cultural de comemorá-lo, com no máximo algumas lojas ou mesmo festas à fantasia acontecendo aqui e ali.

    Mas não deixa de ser uma data bem peculiar e que mexe com a nossa imaginação, e com isso nós aqui, do Grindingcast nos reunimos em nosso septo obscuro no meio de uma floresta de galhos retorcidos, com corujas e corvos espreitando nas copas das árvores e decidimos fazer uma pequena lista, com alguns RPGs com a temática de terror, seja para você conhecer, aproveitar esse halloween… Ou mesmo para mostrar para aquele seu amiguinho que vive falando que só existe RPG de fantasia medieval com protagonista mudo que mora com a mãe que dorme numa cozinha. Enfim, prepare a sua urucubaca e vamos ao que interessa!

    Shadow Hearts - PlayStation 2 (2001)

    Shadow Hearts é a continuação direta de um jogo de PlayStation chamado Koudelka, que também tinha a ambientação mais aterrorizante, porém que lembrava em demasia Resident Evil. Quando a Sacnoth, a empresa criadora de ambos jogos, decidiu lançar o jogo para o PlayStation 2 pensaram em criar um estilo mais característico para ele, e assim aconteceu e, mesmo que ele ainda tenha cenários pré renderizados (algo bem raro no PS2), conseguiu criar com perfeição a ambientação sombria pré Primeira Guerra Mundial na qual o jogo se passa. O protagonista, Yuri, tem o poder de se transformar nas criaturas os quais ele absorve, isso devido a uma maldição que lhe foi passada pelo seu pai, e com isso ele precisa, juntamente de outros companheiros, de impedir os planos do misterioso Roger Bacon.

    Yuri também ouve vozes, que lhe dizem o que fazer, tem um cemitério em sua mente onde existem máscaras que atormentam a sua alma, entre várias outras coisas sinistras que fizeram na época a classificação do jogo ir pra casa dos 18 anos! Enfim, por mais que Shadow Hearts não seja tão acessível quanto outros RPGs (já que infelizmente nem remasters ou ports ele ganhou até o dia de hoje), se puder, não deixe de conferir essa sinistra e única história, imbuída num dos melhores RPGs disponíveis para o PlayStation 2!

    Ravenloft: Strahd's Possession - MSDOS, FM Towns, NEC PC-9801(1994)

    Ravenloft é um dos diversos cenários de Dungeons and Dragons (como Forgotten Realms e Planescape), onde existem vários domínios, que por sua vez são governados por seres chamados de “Lorde das Trevas”. Strahd’s Possession é um RPG em primeira pessoa que se passa em Barovia, um lugar bem sinistro, repleto de monstros e criaturas das trevas, todas governadas pelo Strahd Von Zarovich, o Drácula de D&D. A trama é bem simples (basicamente a party é transportada para aquele lugar e acaba topando com o vampirão, fazem uns trampos pra ele e depois descobrem que ele não é tão bonzinho quanto aparentava), porém toda a maneira como o jogo foi construído, com seus cenários, dungeons e principalmente inimigos são de dar arrepios na espinha!

    O combate é de ação, então para se ter êxito nas lutas é necessário ter um grande espaço para se movimentar, o que nem sempre acontece devido às dungeons serem repletas de corredores estreitos, estarem lotadas de inimigos poderosos e principalmente alguns que possuem a habilidade mais assustadora que se possa imaginar em um RPG: a de drenar níveis! E isso é permanente! Isso sem contar a cidade ficando repleta de zumbis à noite, e várias outras coisas que fazem de Ravenloft: Strahd’s Possession uma excelente pedida para seu halloween E o fato dele ser bem barato na GOG também ajuda bastante!

    Darkest Dungeon - PlayStation 4, PlayStation Vita, iOS, Nintendo Switch, Xbox One (2016)

    Darkest Dungeon é um RPG dungeon crawler, que ao contrário dos outros dois citados no post, não tem muito foco em narrativa e tudo o mais. Porém ele tem uma ambientação bem sinistra, e sua dificuldade elevada pode ser mais assustadora que qualquer filme de terror visto de noite com as luzes apagadas. Em um mundo onde temos cada vez mais jogos facilitados que pensam que o ser humano é um ignóbil que não sabe apertar a caceta de um botão, é reconfortante ver esse tipo de iniciativa ainda saindo.

    Aliás, também temos um podcast sobre Darkest Dungeon, onde debulhamos tudo do jogo e contamos as nossas experiências desbravando esse sinistro e aterrorizante jogo, portanto não deixe de conferir e, se se interessar, ele está com uma promoção de halloween de 85% na Steam, ao menos pelas próximas horas!

    Mystic Ark - Super Nintendo (1995)

    Mystic Ark é um jogo onde o protagonista (que pode ser homem ou mulher) é transformado, junto com vários outras pessoas, em uma miniatura, e após se libertar daquele estranho feitiço começa a agir em prol de uma deusa para conseguir voltar para seu mundo e para tal precisará passar por diversas dimensões, cada uma com uma temática diferente. No geral todas elas são bem coloridas e animadas e nem dá para chamar o jogo especificamente de terror, porém tem uma delas que certamente te fará arrepiar os cabelos.

    Trata-se de um dos últimos “mundos” do jogo, e nele somos levados para uma sala escura, cheia de enigmas, com relatos sinistros que contam sobre o passado do vilão principal, Darkness. Nele também não existem batalhas random, exceto àquelas que acontecem quando você abre alguma porta, te dando realmente a sensação de estar sendo atacado feito um filme de terror! Mystic Ark vale mais como uma menção honrosa nesse post, mas não deixa de valer a pena conferir, nem seu seja para levar alguns sustos nessa parte!

    E por fim, temos um jogo com o nome bem sugestivo: World of Horror. Ele está disponível para PS4, Switch e PC e por mais que nós ainda não tenhamos o jogado, sua ambientação bem única e extremamente aterrorizante certamente condizem e muito com a data em que estamos! Ele ainda está em acesso antecipado, já que o jogo completo ainda não saiu, mas tem um precinho bem camarada (e tal como o Darkest Dungeon ele também está em promoção), portanto parece ser uma ótima pedida!

    Essas foram nossas singelas indicações para esse halloween, ou mesmo para você, que esteja de saco cheio da velha fantasia medieval e queira algo diferente para variar. Mas e vocês? Teriam uma ideia diferente de um RPG pro Dia das Bruxas? Contem aí pra gente e, como já diria Elvira, a Rainha das Trevas… Tenham sonhos terríveis e até mais!

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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      so jogaço de respeito, um mais inetressante que o outro

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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      O jogo mais halloween que ja vi nao é um RPG, mas um jogo de luta: Darkstalkers. Alguns monstros do jogo são muito associados a halloween, como o vampiro demitri, o lobisomen e o frankenstein.

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      noyluiz · about 1 month ago · 2 pontos

      Persona 4 (assusta que é uma beleza)

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  • 2022-10-15 16:02:17 -0300 Thumb picture
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    Grindingcast 055 - Breath of Fire IV

    Sejam bem vindos a mais um Grindingcast! No podcast de hoje vamos falar do tão aguardado Breath of Fire IV. Um jogo onde acompanhamos dois pontos de vistas distintos, Ryu e Fou-Lu, duas metades da mesma laranja, dois amantes dois irmãos, duas forças que se atraem... Do que eu estava falando mesmo?

    Link para downlaod: https://bit.ly/3rWQW2b

    Gostou do podcast? Tem duvidas e Sugestões? Deixe sua opinião aqui nos comentários!
    Ou pelo email: contato@geekquest.org

    De uma olhada no canal do Ryu, nosso convidado!

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    Breath of Fire IV

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      artoriasblack · about 2 months ago · 3 pontos

      OH MY FUCKING GOD!!!!! Breath Of Fire 4 ITS HAPPENING!!!!!!!!!

      Eu pensei que fosse demorar mais para vir o cast desse Jrpg fantástico. Fora a partir desse game, que fui me interessar pela franquia Breath of Fire e também foi o meu Rpg que me fez sair da alienação de jogar apenas Final Fantasy, onde para muitos na época que o FFVII estourou e abriu o caminho para todos os gêneros de Rpg eletrônico, (alguns dizem isso de Chrono Trigger fez isso primeiro, outros dizem que foi o FFVII a fazer esse feito....fica na opinião dos nobres membros do cast a esse assunto tratar) mas muitos futuros Rpgeiros não se arriscavam a tentar outros titulos na época, pelo menos na minha rua, no máximo um ou outro gato pingado se arriscava no Castlevania SOTN ou em algum "Zelda", onde os nobres bachareis do Grindingcast já decidiram que esse não é Rpg em podcasts antigos.

      Eu fiquei encantado pela abertura em anime e resolvi dar uma chance e fiquei envolvido na trama de Ryu saber qual é a sua identidade e do Fou-Lu, Sim, eu sei que o enredo não ganha nenhum Oscar, mas era o meu primeiro rpg sem ser algo vindo da Square e só tinha entre 13 ou 14 anos na época, então me deem um desconto. O que mais curti são as transformações de Ryu, que me lembrava muito vagamente a forma Super Sayajin 4 do Goku em Dragon Ball GT e estava passando esse anime na Tv Globinho (que esse programa infantil das manhãs esteja num bom lugar) naqueles tempos , o personagem quase não mudava em aparência, mas achava incrivel eu usar essas transformações nos chefes e invocar aqueles dragões nos ataques.

      Apenas discordo um pouco do Muriel sobre o carisma dos personagens, concordo que o personagem que tem maior desenvolvimento é o Fou-Lu, apesar dele aparecer pouco, mas sinto carinho pelo Cray, Ursula, Scias, Ershin além de Nina e Ryu que acho esse o melhor design da dupla na quadrilogia, (BOF Dragon Quarter "Non Equixste" e quanto menos falarmos do ridiculo BOF para celulares, melhor. Então somente considero os quatros jogos iniciais) onde me envolvia na angústia da Nina em achar sua irmã e dela sentir amor pelo Cray, sobre a filosofia da Ershin em ser ou não humana, que vive a tanto tempo naquela roupa de metal e até momentos cômicos (ou não) onde a Ursula para provar que não é homem, ela abaixou as calças num navio....não lembro o contexto da cena, mas era para ser algo engraçado e quando Fou-Lu quase pensa em desistir de sua vingança, quando ele conhece a garota que o acolhe e fica apaixonada por ele e bate uma tristeza sobre o seu fim....

      Obrigado por esse podcast, onde me fez relembrar desse game que já terminei 3 vezes em momentos diferentes da minha vida. Eu só queria que a Capcom resolvesse lançar um novo BOF no estilo desse 4.....quem fez esse game, estava como muito carinho pela franquia, pena que quando chegou a era PS2, sabes-lá porque fizeram aquele jogo lá....quem sabe algum dia, sonhar ainda é de graça e não preço cobrado por DLCs.

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      manoelnsn · about 2 months ago · 3 pontos

      Escutei o podcast aqui, ouvi ele inteirinho no horário do serviç, quero dizer, no caminho para a academia e quando fazia esteira, ahuahuaa

      O cast no geral ficou muito bom, bem organizado, as ideias dos participantes bem concatenadas, a participação especial do Ryu foi show, ele até comentou alguns lances que eu não tinha parado pra pensar, como todos os jogos da série terem um rival dragão pro Ryu, tal como os final bosses sempre serem capetões antecedidos de algum dragão tamanho família... Claro que tecnicamente o único demônio final boss é o Deathevan do BOF2, já que a Myria do 1 e do 3 é uma deusa (e deuses e demônios na primeira trilogia são entidades diferentes), mas entendi o sentido que ele quis dizer, tô só cagando regra mesmo, ahauhauahua

      Porém, todavia, entretanto, contudo, senti falta de duas coisas nesse podcast. A primeira é a informação desse quarto jogo ser uma história à parte dos 3 jogos anteriores, que eram diretamente interligados e possuíam um lore contínuo (bem parecido com a série Zelda até), ou seja: um reboot na franquia... E é muito triste que a Capcom tenha aberto mão de tudo que construíram antes pra fazer essa historinha pra boi dormir... O lore é até legal, mas é muito simples e básico se comparado com o que tínhamos antes...

      E a segunda coisa é o fato do jogo seguir a fórmula de sucesso de Final Fantasy VII. Claro que existem RPGs de PS1 bem mais descarados nesse sentido, como o Legend of Dragoon, mas BOF4 também bebe dessa fonte: temos um cientista malvado que é o vilão moral da coisa toda chamado Hojo, quero dizer, Yuna, temos o canhão Mako, quero dizer, Carronade, um cara sem carisma poderoso e de longos cabelos brancos que é um Cetra, quero dizer, um Endless, e tem uma ligação com o protagonista desmemoriado, o Cloud, melhor dizendo, JORGE. Isso sem contar os minigames em demasia, as tranformações do Ryu que lembram demais as summons de Final Fantasy (aliás até anteontem jurava que elas eram summons iguais as de BOF2, mas na verdade ele vira aqueles bichos de CGI mesmo, algo que só fui perceber anos depois ao ler a wiki). Abrir mão de tudo que haviam construído pra fazer isso, na boa, me dá um pouco de asco, tanto que tenho mais ojeriza de BOF4 do que do 5.

      Claro que tem a pauta e tudo o mais que vocês precisam seguir e tudo o mais, e talvez comentar sobre essas coisas fosse desviar o assunto em demasia para outro ponto não importante para o podcast, porém isso não ter sequer sido citado (acho que o gustavo comenta sobre o canhão carronade rapidamente uma hora), nem que seja um perequitinho de nada, me incomodou um pouco...

      Mas é isso aí, podcast foi show, Scias é foda, Ursula é duca, a irmã da Nina morreu porque eles ficaram perdendo tempo com minigame ao invés de ir atrás dela e a Deis não é só a waifu do jogo... Ela é a waifu da série, maldita lata desgraçada da Ershin, Ryu devia ter desejado praquela lata velha explodir e ela ganhar o corpo mesmo, ahauhauahuahua

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      kalini · about 2 months ago · 2 pontos

      finalmente o bofe saiu

  • 2022-09-27 20:47:34 -0300 Thumb picture
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    Post by duothegreat: Primeiramente, boa crítica. Segundo, devo dizer que

    Primeiramente, boa crítica. Segundo, devo dizer que concordo com muito o que foi dito, apesar que relevei muitos dos pontos trazidos aqui (e me irritei menos com a Babel Tower do que o resto do mundo). Gostei por ter apontado o fator que, alguém assim como eu que nunca jogou o objeto de críticas aqui citado, não saberia da relação transcendental da puta louca da Elly e o homem que fugiu da terapia, vulgo, Fei.

    Por conta desse tom mais pretencioso do jogo, eu vejo todas as citações a religião (como crucificação, que desde Ultraman de 1966 e talvez até antes, japonês gosta de meter esse método de punição aleatóriamente) e filosofia como algo mais por graça do que realmente algo de fato proposital. Gosto também de ressaltar as diversas referências a obras de space opera e mecha, das mais sutis até as mais óbvias, quero acreditar que pelo menos nesse aspecto o jogo não fracassou e foi divertido reparar nesse tipo de coisa junto com a @kalini.

    O potencial desperdiçado desse jogo me faz ter úlceras anais até hoje, e toda a reta final me faz chamar Xenogears de "o primo zuado de Evangelion". Enfim, tenha uma boa noite e boa sorte com a possível próxima tranqueira.

    Uma filosófica e erudita falta de organização

    Review by: @manoelnsn

    O ano era 1998. A então Squaresoft, após o boom de Final Fantasy VII, estava ganhando dinheiro à rodo com os seus R...

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      manoelnsn · 2 months ago · 1 ponto

      Obrigado! Tu deve ter mais paciência do que eu (e a torcida do Flamengo) pra tentativa e erro que tu tem que ter naquela buçanha, a maior parte das pessoas apela pro savestate mesmo (igual eu fiz da primeira vez), mas eu fui no ódio e na raça, cebolas flutuantes do caralho...

      Tem Evangelion, Macross, Alita, Super Sentai (ou qualquer animação que tenham mechas se fundindo), Space operas (como LOTGH), sem contar Nietzsche, Freud, Jung, cristianismo... É uma salada de referências aqui, e eu acho até legal esse fanservice todo... O problema mesmo foi a completa e total desorganização da coisa toda.

      Agora tô indo de Xenosaga, quero continuar a xenotona, ao menos até o xenoblade 1. Esse tá com o começo bem mais organizado e tudo o mais, tão apresentando os personagens direitinho, mas tem cutscene pra um cacete e já tem um monte de siglas e nomeclaturas que eu não faço a menor ideia do que sejam...

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      kalini · 2 months ago · 0 pontos

      babel tower: ficou rindo toda vez que caia

      miang falando sobre a origem de deus: pistolou.

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  • kalini Kalini
    2022-09-27 06:49:54 -0300 Thumb picture
    Post by kalini: <p>Parabens por mais uma critica bem feita, agora s

    Parabens por mais uma critica bem feita, agora sim uma melhoria imensa da critica anterior, apesar de eu ter sentindo falta do ar mais virulento, de voce chamando Miang de pistoleira, daqueles tres pontos mostrando que xenogears nao é o melhor jogo, nao é filosofico e 3d e 2d nao combinam, eu achava a melhor parte da critica antiga. Voce mudou de ideia sobre 3d e 2d nao combinarem? Eu acho que cenarios 3d e chars 2d tem problema nenhum, mas é estranho chars 2d com cars 3d. E agora viu filosofia no jogo, mesmo que pouca e fraca?

    Eu queria dizer tambem que sim, de certa forma, Fei e Elly são sim conhecidos, so que de vidas passdas que vao se lembrando aos poucos, mas enquanto nao lembram em detalhes ficam na sensação de deja vu. Isso ecoisas como weltall ser feito pro fei nao devem ser jogadas logo de cara no primeiro momento que aparecem, pois o jogo queria criar um misterio em volta disso que iria sendo revelado aos poucos.

    Eu andei pensando aqui sobre os arcos de Kislev e do ilustre Padre Gato, e percebi que o primeiro tinha potencial pra ser algo interessante, pois era pra mostrar o ponto de vista da nação inimiga de aveh na guerra, mas eles sequer fazem isso, ao inves disso, fica uma sensação de filler, mostrando a turma so se aventurando em esgotos pra enfrentar um bicho; ja o segundo ele tem sim ligação com a historia principal, pois a Ethos é braço de Solaris, e é bem interessante ver esse racha interno da igreja com uns mebros querendo trair Solaris pra dominarem o mundo sozinhos e os fieis a Solaris matando os rebeldes, o problema é que isso so é mostrado uma unica vez e não é la muito desenvolvido. Então digo que o problema desses arcos não é existirem, mas falta de desenvolvimento melhor. 

    Creio que a pouca verba não permitiu isso. Voce diz "o que isso tem a ver com deus", mas deus sequer é o alvo ainda, o objetivo é salvar Aveh. Eu digo que o verdadeiro momento mais desnecessario do jogo inteiro foi o arco do Thames, esse sim não tinha nada pra acrensentar na historia além de mais um conflito com os dois sacos de pancadas da Dominia e Ramses e criar uma cena forçadissima da elly hipnotizada tentando quebrar a nave do jogo. Mas pelo menos o Capitão do Thames é engraçadinho. O Blanka podia ser melhor aproveitado se trabalhassem a relação dele com o Kaiser, mas isso mal é tocado no jogo. Maria e Chu-Chu são completamente inuteis mesmo e tão so cumprindo cota de lolita e mascote.

    E pra terminar, queria dizer que eu devia ter vergonha na cara por ter minimizado os problemas do CD2, pois esse tinha potencial maior que o primeiro, ja que na teoria, os elementos melhores da historia tão lá, mas é tudo jogado no lixo pra fazer virar quase uma visual novel com um monte de texto expositivo ao inves de imerger o jogador com meio de cenas e interação direta, sem falar da escassa gameplay. Por isso, agradeço a você e ao @duothegreat por terem abrido meus olhos :)

    Então, fica ai minha review da sua review, que so fiz depois de ler umas tres vezes sua critica :D AGora sim, uma review que esse jogo merece, apesar de eu ainda achar a nota muito baixa (achei engraçado que voce so tirou 2 pontos da nota original,eu acho estranho usar numero quebrado que nao seja com 5, podia arredondar pra 5.5 ou deixar com 6 pelo menos), menos que 7 nao pode ganhar, pois as qualidades desse jogo são muitas, mesmo sendo feito as coxas. Xenogears não é uma obra-prima, mas fica como um diamante bruto que se fosse lapidado, seria ai sim o rpg supremo, talvez até jogo supremo. Como puseram tudoa  perder por desleixo e decisoes estupidas, Xenogears agora me desperta um pouco de angustia, por desperdiçarem essa chance de fazer dele uma obra-prima. Vou terminar xenogears denovo pra eu fazer tambem a nova critica que esse jogo merece.

    E eu senti falta na critica da citação da bela frase filosofica "se cunhado fosse bom, não começaria com cu" :D

    Uma filosófica e erudita falta de organização

    Review by: @manoelnsn

    O ano era 1998. A então Squaresoft, após o boom de Final Fantasy VII, estava ganhando dinheiro à rodo com os seus R...

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      duothegreat · 2 months ago · 2 pontos

      O problema do primeiro encontro do Fei com a Elly é, se o pessoal queria passar essa sensação de deja vu, que construísse o momento para o tal. Que fosse um flash de memória, o que só rola quando a (como carinhosamente chamo a Elly por conta de pessoas) "puta louca" não está junto com o pessoal em Nisan.

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      manoelnsn · 2 months ago · 1 ponto

      Valeu pela crítica da crítica! Eu não usei muito escárnio porque, no fim das contas, ele não é um jogo ruim, só é mal organizado pra caralho, resultado de uma equipe amadora com o ego lá em cima e a falta de alguém pra puxar a orelha deles pra ver se criavam juízo.

      Comentei isso com o docrow também: 3D com 2D ainda não combinam bem, mas é aquilo: isso era comum nessa época, boa parte dos RPGs de PS1 usavam esse artíficie, então criticar isso é chover no molhado. Sim, tem filosofia aqui, mas tá tudo jogado ao vento, podiam ter se focado só no tema de amor que teria ficado duca, além de combinar com Krelian, Elly e Fei.

      A zoeira eu uso como maneira pra falar de algo muito ruim, como a historinha meia boca de Persona 5, Shadow Hearts 3, Chrono Cross, entre outros pedaços de bosta. Xenogears ganhou nota baixa porque ele tem problemas graves, não dá pra relevar CD2 e Babel Tower, ou mesmo o que não fizeram com a Elly e o resto do cast... Tirei 2 dígitos pra ficar essa sensação de incompletude mesmo, que combina bem com o jogo.

      O problema do casal do chinês com a ruiva é que ele não é construído de maneira gradual... Logo de cara a gente já tem a impressão que eles são bem íntimos, e se preocupam um com o outro, mas isso é devido a uma informação que tu só vai saber umas 30 horas de jogo pra frente! E a melhor parte da relação deles é justamente onde? No CD2...

      Sim, o arco do Padre Gato tem alguma ligação com a trama, mas... Dava pra descartar toda a igreja de Ethos e nenhuma diferença iria fazer na narrativa principal, ou mesmo em passar para o jogador que o povo de Solaris são uns cornos mansos do caralho. Ao invés de perderem tempo com aquele padre traidor (que aliás nem mostrou o que aconteceu com aquele corno, será que ele morreu?) podiam ter focado mais no Krelian, que é quem realmente quer reviver deus. O mesmo vale pro arco do Blanka e o da Maria.

      E novamente valeu pelo feedback!

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-09-26 16:27:30 -0300 Thumb picture
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    bobramber checked-in to:
    Post by bobramber: <p>RPG lançado em 1996 exclusivamente no Japão, mas
    G.O.D: Mezameyo to Yobu Koe ga Kikoe

    Platform: SNES
    25 Players
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    RPG lançado em 1996 exclusivamente no Japão, mas possui uma tradução não oficial para o inglês.

    Tem alguns posts de uma turminha aqui da rede, os quais li apenas uma parte, já que não curto spoilers (@manoelnsn @kalini @jcelove).

    É igualzinho, pelo menos em seu início, a Earthbound (Mother): planeta Terra, época atual, invasão alienígena, poderes psíquicos, encontrar coleguinhas. O jogo também é bem humorado, mas com mais piadas sexuais.

    Começamos criança indo visitar a avó, derrotamos um buller e presenciamos o ataque alien

    Considero Mother (de Nintendinho) um rascunho de seu irmão mais novo, já que segue quase a mesma história, só que tudo melhorado. Ainda não joguei o terceiro da série, e estou apenas no início de G.O.D, mas este parece uma nova evolução, ou pelo menos uma grande homenagem.

    A história continua 10 anos depois, e fazemos parte da resistência

    No começo do game passava de nível rapidamente, mas a partir do 10 já passou a demorar mais, demonstrando que logo o grinding vai pegar. Isso não é algo que tem me incomodado, já que tem auto-battle e o sagrado fast forward.

    Mesmo abrindo meus chackras, ainda morro

    O que vem me incomodando é a qualidade dos tesouros que encontro, a maioria das vezes são itens que recuperam 50hp (os personagens têm de 200 a 300), até acho que devem ser colecionáveis, pois praticamente não têm utilidade; e raras vezes encontro equipamentos que aumentam apenas 1 ou 2 pontos de ataque ou defesa. Isso desanima um pouco de explorar as dungeons. Já as cidades sempre têm itens escondidos, geralmente algum bom consumível.

    Mas estou reunindo uma tchurminha poderosa (além de que pareço o Cebolinha)

    Já as músicas e os gráficos estou curtindo bastante.

    Já deram a dica que a mãe do protagonista ainda está viva e explicaram os monstros

    O mapa do Japão é enorme, mas sem quase nada nele, funcionando quase como uma mega dungeon

    Atualmente no level 18 com 9 horas.

    Muitas referências a video games

    Ah, e tem um remaster para PS1, também exclusivo japa, mas que não possui tradução por fãs

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      thiagobrugnolo · 2 months ago · 1 ponto

      Boa! Tô pra começar esse também, os colegas aqui da rede que jogaram sempre elogiam o jogo. Nem fazia ideia desse remaster de ps1, deve ser até mais obscuro do que o original.

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      cris_ds · 2 months ago · 1 ponto

      Não conhecia e parece bem interessante.

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      jcelove · 2 months ago · 1 ponto

      Ele nao nega as influencias de earthbound mas tem personalidade. As 15 primeiras horas foram muito divertidas pra mim mas quo sai do Japão perde muito do ritmo e se arrasta por viagens de uma dungeon so pelo mundo todo por mais umas 20, com uns plot twists meio forçados. Se ficasse so no Japao eu gostaria muito mais.

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  • 2022-09-22 15:17:43 -0300 Thumb picture
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    duothegreat checked-in to:
    Post by duothegreat: <p>Depois de mais texto e cutscenes, explorei o far
    Xenogears

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    Depois de mais texto e cutscenes, explorei o farol pra Emeralda fica da altura média da party, além de ter o background dela e explorei Duneman Isle, que poderia muito bem ser uma dungeon do início do cd2, se este não fosse um show de slides. Com isso feito, fui pra dungeon final ficar levemente perdido, se não fosse por mapas postados por Deidades da internet, facilitando todo o meu trabalho. Agora sim, o final boss DEUS, que passa certo perigo pro jogador, então não chega a ser uma luta 100% fácil. Depois do meu forévis trancar mais que zíper de calça, era hora de mais texto, a namorada louca na droga do Fei pedindo pra PERDOAR O KARALHO, e então uma cutscene animada bacana pra finalizar. Não foi uma perda de tempo, mas Xenogears ainda precisa comer muito arroz e feijão pra ficar inegavelmente bom, vou ficar com saudade do doutor engraçadalho e do loiro de tapa-olho, mas tenho que dizer adeus. É isso gente, tenham um bom dia e não chamem o amiguinho de lixo, se não ele vai te caçar até no inferno.

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      kalini · 2 months ago · 2 pontos

      Hahahahahha essa referencia ao ramses me pegou.

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      kalini · 2 months ago · 1 ponto

      qual vai ser a proxima vitima?

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      manoelnsn · 2 months ago · 0 pontos

      Parabéns por ter se livrado dessa encrenca, hauahua

      Achou Deus difícil? Eu enfrentei ele direto e o bicho nem me fez cosquinha, era 9999 de deathblow infinita com o xenojuquinha, quase 5k de dano com combo lvl 1 do citan e uns 3k de magia com a emeralda. Difícil que eu achei no jogo inteiro foi só a última batalha com o Ramsus... Mas não por ela ser difícil e sim por serem duas batalhas seguidas e ter duas cutscenes enooooormes antes de ambas. Evitei de usar fast foward ao máximo, mas depois de recomeçar a luta pela segunda vez, não deu não.

      Perdoar o Krelian foi osso mesmo, ruiva maluca do cacete

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  • 2022-09-20 20:29:44 -0300 Thumb picture
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    Post by duothegreat: <p>Não, eu não morri. Voltando ao que interessa, de
    Xenogears

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    Não, eu não morri. Voltando ao que interessa, depois que O Pentelho se foi, Elly ficou traumatizada e sabendo disso o Fei fez de tudo pra que ela parasse de lutar, enquanto isso o lixo do Ramsus bota o imperador Caim pra mimir.  Depois disso vamos para o Mahanon, a nave da primeira cutscene do jogo pra não deixar o Karalho (como chamo carinhosamente o Krelian/Karellen) e o ministério botarem as mãos. Assim que espanquei um bichão podre, o Citan deu uma olhada no computador Raziel pra termos respostas, até o Grahf aparecer e varrer o chão com a minha cara.

    E, numa cena que deixa explícito o quanto japoneses gostam de crucificação, a Elly finalmente entra no Omnigear dela pra tentar nos salvar, só pra depois ser capturada pelo Karalho enquanto tomo sermão do Wiseman. Durante esses eventos, o Karalho desliga o ministério e manda eles a merda. Agora é hora da boss fight que se você não levar os chars certos, vai ser uma tomação na bunda sem fim! Quando finalmente consegui passar do lixo do Ramsus e a piranha da Miang, é revelado que o mecha dela, o Opiomorph, é imorrível de tão arrombado que é

    Logo a Elly é possuída e tem todo um calhamaço de texto expositivo sobre Deus, o ministério, Ramsus, os humanos; que por pouco não bate de frete com Chrono Cross. Depois disso o Fei vai atrás da namorada enquanto o mundo toma no brioco ao Evangelion style, só pro caboclo voltar em estado catatônico e fazer cosplay de Han Solo. Depois da criança calva tenta zoar com o corpo inerte do protag, o mesmo vai pra P.Q.P. e rola mais slides, só que dessa vez com o Citan, dizendo que foi atrás do menino com Mommy issues

    Mas antes teve explicação do que aconteceu na guerra de 500 atrás, com cutscene e tudo. Quanto ao despertar do Fei, é apenas ele e o ID por um tempão vendo tudo o que aconteceu com Lacan e Fei pra chegarmos até aqui. Assim que o papo com todas as personalidades do Fei acaba, temos papo com "A existência", dando mais texto expositivo e cutscenes explicando ainda mais a situação do nosso protag (enquanto o Wiseman se revela Papai do Fei, enquanto cai na porrada com o ID). Sinto que tô chegando no fim, e já quero bater no Takahashi e na Square de 98 por desperdiçarem todo o potencial que esse jogo tinha. 

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      kalini · 3 months ago · 0 pontos

      encarnou o manoel na hora de xingar o cd 2 na call, hahha ate fiquei com meda. Ainda acha o jogo mediocre, depois de toda a cena dentro da mente do fei? aquilo foi abordagem psicologica pura.

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2022-09-19 19:23:09 -0300 Thumb picture
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    5 lições de vida que aprendi com Xenogears!

    Medium 3934492 featured image

    Enquanto eu voltava do meu treino de braço na academia, todo dolorido, no extenso caminho para minha humilde residência no extremo norte da cidade onde eu moro, eu fiquei pensando em como essa experiência de Xenogears, jogo que terminei hoje (cujos relatos podem ser vistos na página do jogo aqui na rede), foi edificante para a minha existência. As pessoas vivem dizendo que a trama é filosófica, complexa e tudo o mais, mas elas não se atentam às entrelinhas, às idiossincrasias presentes na narrativa, que não estão ali simplesmente de enfeite e sim servem de exemplo para a vida, algo tão construtivo que, uma vez que você perceba, levará esses ensinamentos para sempre dentro do íntimo do seu ser.

    E é claro que irei dividir isso com os senhores, meus caros usuários do Alvanista e de toda a internet, e citarei 5 lições de vida que aprendi com Xenogears! E sim, terão alguns spoilers do jogo em questão abaixo, porém isso é um preço pequeno a pagar, tendo em vista o quão edificante isso será para a sua existência!

    1 - Se cunhado fosse bom, não começava com cu

    Você aí, com sua namorada, ou namorado, esposa, esposo, peguete, seu relacionamento amoroso que seja, e seu parceiro tem um irmão. Desconfie. Nunca dê brechas, pois na primeira oportunidade, ele irá fazer merda e botará a culpa em você, e depois ficará te perseguindo por todo o lugar, a ponto de soltar lasers e vir rir da sua cara quando você estiver congelado em um cubo de gelo igual o Hyoga de Cisne! E se ele ainda tiver problemas capilares, mesmo em tenra idade, e for mais feio que bater em mãe na sexta feira santa por causa de um pedaço de carne, desconfie em dobro! Veja a semântica da palavra, por que acha que ela começa com essa sílaba tão específica? Isso é um presságio, não devemos ignorá-lo!

    2 - Não use drogas

    OK, você pode pensar que essa lição de vida o Proerd e outras instituições já lhe deram, mas nenhuma a desenvolve de uma maneira tão incrível quanto Xenogears, pois nele podemos ver a história de uma viciada: Elehayym Van Houten, ou simplesmente Elly. Essa moça ruiva é usuária de drogas pesadas, tem surtos psicóticos, já matou várias pessoas na sua abstinência e mesmo depois que arrumou um namorado, o jovem Fei Fong Wong, e prometeu para ele que iria largar do vício, continuou tendo sequelas mentais durante toda a sua vida, a ponto dos médicos não saberem ao certo se ela teve uma recaída ou não, como achar que ela e seu parceiro se conhecem de vidas passadas, de se tornar uma espécie de bem feitora de uma instituição religiosa achando que está curando as pessoas (as quais ela jurava estarem deformadas por algum tipo de tecnologia) e até mesmo querer que um genocida maluco que queria destruir o mundo fosse perdoado porque amava a humanidade. Não sejam como a Elly, não usem drogas.

    3 - Coloque uma senha no seu PC

    Você está aí, jogando seu Fortnite, navegando pela internet, fazendo um trabalho da faculdade, quando de repente precisa sair de casa rapidamente e deixa o seu computador pessoal desligado, sem nenhum tipo de proteção, achando que nada irá acontecer. Porém, quando estava saindo, um conhecido seu surge, pede pra usar o banheiro, e quando tu menos espera ele abre seu PC e deleta a system 32 do seu Windows 10 (ou apaga alguma pasta do diretório raiz, se você usar Linux) do nada, e você perde vários documentos importantes, e talvez coisa pior, se o dito cujo estiver com abstinência de entorpecentes (como nossa querida Elehayym do exemplo anterior), afinal ele pode pegar seu hardware e trocar por pedra na esquina! Portanto, se proteja: coloque uma senha no seu computador, e evite esse tipo de problema!

    4 - Robôs e torres não combinam

    A tecnologia avança, temos curas pra doenças nunca antes imaginadas anos atrás, gadgets cada vez mais funcionais, carros elétricos que não poluem o meio ambiente, casas inteligentes controladas pela assistente de voz, projetos de colonização de Marte... Porém ainda temos uma barreira intransponível, que é a situação dos robôs gigantes, que têm problemas em escalar torres. Por algum motivo, mesmo eles sendo poderosos, lançando magias e lasers, tendo propulsores (que impedem que um encouraçado voador caia em uma usina nuclear de uma metrópole) ou até mesmo conseguindo voar em altíssimas velocidades (mudando de cor no processo e quebrando telhados alheios), algo acontece com estas maravilhas da ciência, impossibilitando-as de subirem essas construções tão antigas da história da humanidade! Não importa se você tem o robô gigante mais poderoso do mundo, que derrote deuses no soco, ele não irá conseguir dar um mísero pulo minimamente decente em uma torre decadente, e ainda poderá ter de pular em cebolonas flutuantes ou mesmo se balançar em correntes suspensas feito o Tarzan. Esperemos que no futuro as coisas melhorem, mas por enquanto, fica essa lição.

    5 - Se tudo der errado... Faça slides!

    Você está aí, preocupado porque procrastinou o final de semana inteiro e tem um relatório super complexo pra entregar no escritório, ou mesmo você, que passou o mês inteiro maratonando séries de cunho questionável no Netflix e tem um TCC enorme para entregar na sexta feira... Qual seria a solução? Existiria por acaso, uma forma rápida e prática para resolver seus problemas? Mas é claro que sim: FAÇA SLIDES! Pegue todo o seu trabalho, abra o Power Point (ou qualquer editor de slides de sua preferência), e jogue tudo ali. Não se preocupe com legibilidade, lógica e muito menos bom senso, faça um slide enorme, com vários blocos de texto, nem se preocupe muito com efeitos visuais, se quiser coloque no máximo algum pingente balançando no fundo e a foto de alguém sentado numa cadeira, para que quem estiver lendo se sinta confortável em acompanhar o seu árduo esforço! Acha que isso é vergonhoso e que será demitido/não será aprovado? Que nada! Xenogears fez o mesmo, vendeu muito bem e  é elogiado ao extremo, sem contar que ele teve duas séries que o sucederam, e uma delas continua vendendo até hoje, portanto confie!

    Bem, essas são as lições de vida que tirei dessa obra prima narrativa que é Xenogears! Mas e vocês, têm alguma outra lição de vida retirada desse maravilhoso título? Conhecem a palavra do Padre Gato? Se, um dia tiverem um surto psicótico e matarem todos da vizinhança, colocariam o nome da arma do crime de Juquinha? Não deixem de relatar suas experiências também, e até mais!

    Xenogears

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      thiones · 3 months ago · 4 pontos

      Bicho, você tem um amor enrustido por esse jogo e esta negando as aparências, disfarçando as evidências.

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      kalini · 3 months ago · 3 pontos

      eu quero voce pro podcast de xenogears no grindingcast, se tiver, seria ouro puro essa sua zoera.

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      mateusfv · 3 months ago · 2 pontos

      Obrigado por esse post, finalmente consigo enxergar a toda a complexidade que este enredo trás, com certeza um dos jogos de todos os tempos, quando o Fei na batalha final me disse "It's Gearing Time", confesso que as lagrimas correram.

      Confesso que se um dia matasse a vizinhança com um robô gigante, ficaria tentando a manter ele, e colocar o nome de CBT-69, afinal de contas não é todo dia que se encontra um mecha de bobeira.

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2022-09-19 13:09:37 -0300 Thumb picture
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    Post by manoelnsn: <p>Com umas 47 horas (contando o tempo do último sa
    Xenogears

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    Com umas 47 horas (contando o tempo do último save pro final boss), XENOGEARS FOI FINALMENTE FINALIZADO COM SUCESSO!

    Bem, hoje comecei bem cedo (na verdade minha supervisora me ligou antes das 8, porque tinha esquecido que hoje eu tinha folga, mas teve bom), e só me faltava a dungeon final. Mas antes de ir pra ela fui no Big Joe, vendi tudo quanto é item que eu não ia usar e entupi e Emeralda de item que aumenta o Ether Power dela, tal como comprei umas partes de Gears superfaturadas pro Xenojuquinha e o Fenrir do Citan. Com isso todo mundo tava causando danos obscenos com hits e magias simples, e agora podia quebrar a cara do boss com gosto!

    E então a dungeon final, pensa num lugar horrível. Eu sei que a OST desse jogo é bem pobrinha (nem parece que ele é da Square), mas sem tema pra dungeon final, Xenogears? Não que eu me impressione depois do festival de slides mais cedo, mas porra... Enfim, a dungeon tinha 2 partes, a primeira é só um emaranhado hexagonal de corredores e a segunda é um inferno de buracos com lasers, passagens com inimigos e um puzzle de plataformas infernal.

    Não tem que pular nada, e sequer tem batalha nessas partes, mas o negócio é extremamente confuso. Mesmo com um mapa (que eu peguei pra adiantar minha vida) eu custei a sair dessa parte, mas depois de algumas horas rodando feito uma barata tonta, achei o buraco que eu precisava, pulei e cheguei no último save point do jogo, e então o lugar onde o final boss estava: uma bolona cercada de outras bolas!

    Essas bolinhas são subbosses, que tu pode derrotar pra enfraquecer o boss principal, e com isso remover HP e golpes dele. Tem até um ponto pra trocar de times nessa parte (não pra salvar) te instigando a usar outros personagens pra derrotar as contrapartes e deixar o time principal, com o Xenojuquinha, pro embate final. Porém, lembram-se da parte que eu disse que tunei meu trio pra enfrentar esse puto? Acharam que eu estava brincando?

    Fui direto nesse cara, pra economizar tempo e recursos, e porque queria acabar esse jogo ainda hoje. E ele apanhou rápido, mesmo com 75k de HP. O Xenojuquinha, com o modo infinito, tava causando 9999 por hit, a Emeralda uns 3k por magia, o Citan uns 4k por combo lvl 1, e o que o pobre diabo do boss podia fazer? Causar um daninho mixuruca de 2, 3k nos gears, drenar 400 pontinhos de combustível, recuperar esporadicamente 4k de HP... Ah, e depois de tu derrotar ele, Fei vai sozinho enfrentar a última forma do bicho (que acho que era uma mistura da Miang com a serpente da bíblia, ou algo do tipo)...

    Parece um arcanjo pisando na serpente, seria isso proposital? Provavelmente...

    Por fim, Krelian liberta Elly, diz que queria fazer o mundo voltar ao ponto zero da criação e criá-lo novamente, mas desisitiu, e Elly diz pra gente perdoá-lo, já que ele é alguém que ama a humanidade mais do que tudo. Sim, ele fodeu com a vida de todo mundo no planeta, e tudo começou porque ele tinha ciúmes do Lacan com a Sophia, vamos perdoá-lo por toda merda que ele fez. Pro inferno, Elrond-Wanabe, vá com suas nanomáquinas pra puta que te pariu...

    Depois Elly e Fei voltam pra Terra e fim. É isso meus amigos, quase 50 horas do primeiro jogo da série Xeno, e o que posso dizer dele, rejogando-o após 8 anos? Bem, minha visão sobre ele mudou um pouco, tenho que admitir, afinal ele consegue ser PIOR do que eu me lembrava! OK, tem pontos positivos que eu não me lembrava, como o design dos mechas é show, personagens como a Emeralda, o combate é bem divertido, seja com humanos ou mechas, a ambientação é muito anime de mecha dos anos 90 (o que eu gosto pacas),entre outras coisinhas, porém os pontos negativos dele são muito mais grotescos do que minha mente teimava em lembrar...

    Outro detalhe legal também é que muitos elementos aqui foram reutilizados de uma maneira ou de outra nos xenos seguintes, como esse design do mecha da Emeralda, com as asas na cabeça, que deve parecer familiar pra quem jogou Xenoblade...

    Excesso de infodump, pacing horrendo, babel tower, relacionamentos mal elaborados (aqueles papinhos do Fei com a Elly no primeiro CD, deus do céu), falta de bom senso dos personagens (é sério que tu botou nominho no robô, Citan?), uma infinidade desnecessária de terminologias (Persona, Sephirot, Animus, Anima, e por aí vai), filosofia barata, personagens descartáveis (Blanka, Padre Gato e guria do robô por exemplo), e, principalmente, o nauseabundo CD2, que entregou o script do jogo em forma de slides apenas proque os developers foram amadores e incompetentes em concatenar suas ideias e entregar tudo em um único disco e, na boa, davam pra ter feito algo legal aqui, um dos melhores RPGs dos 32 bits, quiçá o melhor. Mas não foi o que aconteceu e no fim das contas, Xenogears é só um rascunho mesmo, pras obras dos caras que viriam a seguir.

    É sério, vocês não conseguiram fazer um único jogo direito, e queriam fazer mais 4? Vão pra puta que pariu, junto com o Krelian...

    Bem, devo fazer a review dele só lá pro sábado mesmo, e ainda não sei se irei abaixar a nota atual dele, que é de 6. Mas aumentar, mesmo com os pontos positivos que eu reparei melhor dessa vez, impossível. 

    Enfim, valeu aos que me acompanharam nesse início de xenotona, mas ainda não acabou: agora começa a segunda parte dessa jornada, com o festival de cutscene chamado Xenosaga!

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      kalini · 3 months ago · 2 pontos

      Parabens, manoel, mais uma vez. E acpricha na zoera e na descida de lenha na review.

      Mas eu so queria dizer que karellen nao fez tudo isso por ciumes, mas sim porque ele perdeu a sophia depois que ela se sacrificou e deus nao fez nada pra evitar, ele chegou a conclusao de que deus nao existe, dai resolve criar um deus com suas proprias maos, pra acabar com toda as falsas intençoes de amor pelo mundo. Me lembro muito bem das palavras exatas que ele usou. Não é a toa que no final do jogo, fei e karellen dialogam sobre natureza humana e amor.

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      kalini · 3 months ago · 2 pontos

      Esse problema na musica so reparei esses dias quando fui jogar e ver um cara jogando. As musicas são boas, foi o mesmo cara de chrono trigger que compes, yasunori mitsuda, o problema é que sao poucas e muuuito recicladas rotineiramente. So precisava de uma variada, mas isso deve-se por conta do baixo orçamento dessa vez, pois nao tem outra justificativa racional pra explicar do porque mitsuda e a square permitiram uma trilha tao pouco diversa e pequena passar.

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      kalini · 3 months ago · 2 pontos

      Toda vez que eu ficava escutando aquele monte de Ai dentro do globo girando falando "animus", "persona" e etc, meu cerebro dava tela azul e eu so "ahan, ata ok" fingindo que eu tava entendendo, hahaha! Desde a primeira vez que joguei, eu achei uma bagulho super desnecessario, que ta la so pra fazer fanservice de filosofo, algo meramente simbolico sem nenhuma substancia. Por que japoneses amam tanto fazer isso? Nao esquece de apontar isso na sua critica, pois acho muito relevante.

      1 reply
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