jhunvallim

Developer, aspirante a guitarrista, gamer por natureza e amante dos jogos de 8 bits.

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  • 2020-06-06 11:09:28 -0300 Thumb picture
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  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2020-04-02 19:19:21 -0300 Thumb picture
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    5 Motivos Pra Começar "Tales of" Por XILLIA!!

    Medium 3787779 featured image

    1 - Roteiro:

    Diferente dos outros Tales que geralmente são mais complexos como Abyss, Vesperia, Berseria, Zestiria, e outros. Esse é mais simples. O roteiro tem uma premissa simples onde você controla o protagonista e o líder.

    2 - Grupo pequeno

    Sabe quando a frase "menos é mais" faz sentido? Então. Esse aqui segue uma receita pouco comum na franquia de terem poucos personagens mas todos diferentes ao extremo seja em gameplay, visual, motivação e etc. Além do mais, subir de nível até o máximo com grupo menor é mais simples e fica ao o gostinho pra quem curte

    3 - Fator replay

    O jogo tem um enorme fator replay por dois motivos, um deles agrada o público casual podendo escolher entre Jude (líder) e Milla (protagonista), o outro pro público hardcore (que gosta de pegar tudo, platinar, nível máximo) está no grade shop podendo ter enormes vantagens na sua segunda jogada, e o jogo tem um tempo de campanha normalmente menor que dos demais da franquia, justamente pra uma segunda jogada não ser cansativa.

    Ah, vale citar que cerca de 20% da campanha muda dependendo do personagem escolhido.

    4 - Sistema de arcos

    Narrativamente falando, o jogo segue a receita de sempre. São três arcos de historia. E temos 3 músicas de batalha pra CADA personagem em cada arco.

    5 - Sistema de combate

    O jogo oferece um sistema simples, divertido, prático e com gameplay diferente pra todos os personagens (dá pra ficar muito tempo citando as diferenças), tem links de personagens que permitem habilidades secundárias e ataques combinados, além de estratégias de cada personagem.

    Somando tudo isso, temos um jogo que comemora os 15 anos da franquia com muito estilo, trazendo uma abordagem mais leve no roteiro (mas com Plot twists), sistema simples e muita coisa pra fazer e te prender por pelo menos 80 horas se for fazer tudo sem pensar em platinar (E umas 10 ou 15 a mais se for).

    Como o jogo tem pouca referência mas tem muitos elementos da franquia, sem sombra de dúvidas é o melhor ponta pé inicial pra começar na franquia. Que pena ser exclusivo. Espero que algum dia isso mude.

    Sou fã da franquia, joguei e zerei 5 jogos até o momento, Eternia, Abyss, World, Destiny e agora Xillia. O melhor ponto de partida é sem dúvidas o Xillia, pra conhecer e tudo mais, porém meu favorito fica sendo o Abyss de muito mas MUITO longe.

    Tales of Xillia

    Platform: Playstation 3
    745 Players
    202 Check-ins

    49
  • jongamezon Jon GamezOn
    2020-03-12 15:44:03 -0300 Thumb picture
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    Joymasher BR - Revivendo a delicia dos retro

    Medium 3781560 featured image

    Viciado em games Danilo é um Baicharel em arquitetura, a Thais desenvolvedora de jogos criando varios jogos para Celular, tambem é gamedesigne.

    Com isso surge a Joymasher no inicio de 2012 tendo como primeiro projeto Oniken, que seria um game 8bits com uma certa inspiração no game Ninja Gaiden.

    Oniken estava na gaveta do Danilo a algum tempo quando um amigo lhe comentou desse projeto, e ele resolveu voltar a desenvolver o game chegando a finalizar e lançado em 2012. Como novo projeto tiveram o Odallus the Dark Call, mais um jogo 8bits dessa vez inspirado em Castlevania trazendo tambem dificuldade semelhante. A Joymasher mostrava querer trazer para os tempos atuais o gosto dos jogos retro e fazendo isso com maestria, acertando na jogabilidade, efeitos sonoros, e level designe. Tivemos então mais um ótimo jogo, o Blazing Chrome, tendo claramente uma inspiraçao no Contra Hard Corps e ao mesmo tempo trazendo suas próprias qualidades, os jogos da Joymasher são um pedacinho disso e daquilo, pegando varias inspirações para dar vida a um jogo retro, cheio de mecânicas diversificadas.

    Após Odallus Daniel estava um pouco cansado de trabalhar em metroidvania, queria voltar a jogos mais lineares e foi assim que começou a trabalhar em Blazing Chrome

    Das diferenças de Blazing chrome em relação a contra temos o uso de sub armas que pegamos nas fases, stages com veículos,  quando se finaliza o jogo desbloqueiam 2 novos personagens com jogabilidades totalmente diferente  que ao invés de ter armas, usam espadas, dando um toque de Strider

    A Joymasher tenta trazer de volta o gostinho dos jogos da década de 80 e 90, jogos estilos 8 e 16 bits, porem com evoluções na jogabilidade e gamedesign,

    Apesar de ser apenas duas pessoas, eles mostram muito talento em seus jogos com muita criatividade e empenho, dedicando seu tempo para trazer um jogo novo e cheio de qualidades não só para aqueles que se deliciavam  nos  desafios dos jogos 8 e 16 bits, mas  também aqueles jogadores atuais que se sentiram atraidos por estes estilos de games.

    Até Odallus, a Joymasher não tinha uma publisher, dai com Blazing Chrome, a The Arcade Crew entrou em contato com a dupla e se juntaram fazendo agora com que a desenvolvedora brasileira tivesse uma publisher para fazer os ports e a comunicação.

    Blazing Chrome ficou tão bom que a Microsoft entrou em contato com a Joymasher negociando para o game entrar para o Gamepass do Xbox, também tiveram uma certa dificuldade para colocar seus jogos na Steam, demorou um pouco para que o Odallus fosse aprovado na Greenlight (sistema de aprovação de jogos da steam) até então seus jogos eram vendidos de maneira comum sem ter uma plataforma que ajudasse na divulgação. Esta foi uma das coisas que adiou um pouco o alavancamento dos ótimos jogos retro da desenvolvedora

    Mesmo sendo apenas dois membros, a Joymesher não fazia tudo sozinha, contava tambem com parceiros, que ajudam em coisas com programação (no caso do Blazing Chrome) parte sonora como musicas e efeitos sonoros.

     No começo o Daniel ficou um pouco desconfortavel com um segundo programador, mas com o tempo as coisas foram mudando. Blazing Chrome incialmente era pra ser somente um projeto pequeno junto com seu amigo que tinha acabado de se formar e queria por suas habilidades em pratica, o projeto pequeno então se tornou algo bem maior.

     Agora como novo projeto da Joymasher temos o Moonrider, onde podem ser encontrados videos no canal da desenvolvedora. Olhando e chutando parece uma mistura de Oniken com Blazing Chrome

    A Joymasher mostrou que jogos retro também podem ser desenvolvidos em meio a jogos com gráficos de ultima geração.

    Mesmo não sendo facil o desenvolvimento de jogos no Brasil, os estúdios nacionais estão surgindo e mostrando o potencial que os jogadores brasileiros tem para criação de jogos.

    Blazing Chrome

    Platform: PC
    84 Players
    26 Check-ins

    43
    • Micro picture
      jcelove · over 2 years ago · 3 pontos

      Excelente man. Respeito demais o trabalho do Danilo e da Thais apesar de ser péssimo nos jogos deles.hehe

      1 reply
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      thiagoreis · over 2 years ago · 2 pontos

      Esse Blazing chrome é um jogaço !! Joguei ele pelo Game Pass.. Muito bom 👏🏻👏🏻

      2 replies
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      artigos · over 2 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 reply
  • 2020-01-20 21:54:30 -0200 Blank user
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    5 Jogos de RPG para SNES que talvez você NÃO conheça!

    Medium 3770539 featured image

    Veremos nesse tópicos pérolas preciosas que não tiveram o devido reconhecimento por serem lançados no final da época do console ou então por não serem lançados aqui no ocidente. Confira:

    Feda: The Emblem of Justice

    É um jogo RPG no estilo Fire Emblem Gaiden, você pode controlar o personagem a vontade, mas quando chega em um confronto com o inimigo, a tela muda para um combate estratégico estilo xadrez.

    Você controla Brian e Ain (uma espécie de lobisomem, cachorro, anúbis... Não sei) que saem pelo mundo em busca de libertação e fight. Pode recrutar personagens e talz, é quase semelhante ao Fire Emblem.

    Rudra no Hihou (Treasure of Rudra)

    Nós assumimos o controle dos mocinhos. Temos que salvar o mundo em 16 dias, ou então o mundo acabará. (meh) Você poderá escolher Sion, Surlent, Riza e Dune, eles serão os protagonistas de suas respectivas histórias. Os personagens que você joga poderão criar um vínculo na histórias com os outros personagens, é meio difícil de explicar, é só jogando que você vai entender.

    Um dos diferenciais é que você pode usar "MANTRA", que seria praticamente uma magia dos RPG, porém você mesmo pode digitar/criar suas magias. Por exemplo, eu posso criar uma mantra chamada "EuSouIncrivel", o jogo pode analisar o nome e criar seu elemento com base nisso.

    A história também é muito bem contada, como eu disse, vai entrelaçando o caminho dos personagens...

    Dark Half

    Dark Half é o jogo que você controla Rukyu e Falco, protagonista do mal e do bem respectivamente. O seu maior diferencial é a liberdade que você tem de escolher qual lado deseja lutar:

    Você pode ser o vilão, onde LITERALMENTE é o demônio fodão que fica sentado no trono discutindo planos com seus servos, ou então quando sai de seu castelo você pode atacar vilarejos e matar pessoas (mano, isso soa bem para aqueles que cansaram de ficar jogando com os mocinhos, NÓS QUER SER É DO MAL MESMO) para roubar suas almas e ficar mais forte...

    Ou então você pode assumir o controle dos mocinhos para combater Rukyu e salvar o mundo (meh)

    Ele tem várias mecânicas acompanhada com sua história obscura... Se você não jogou, dê uma chance a ele, recomendo muito para os amantes de RPG.

    Live A Live

    Outro jogo que você pode escolher quais personagens irão controlar (até parece que eu só gosto de jogos com escolhas psst). O jogo oferece 8 personagens jogáveis com sua próprias histórias (apenas 7 jogáveis no inicio), você pode escolher entre ser um caubói, um robô, um mestre de kung fu, um ninja, um cavaleiro medieval, um homem das cavernas ou um jovem que pode ler mentes.

    Esse jogo tem uma linguagem divertida, vários momentos de humor e batalhas incríveis. Não tem muito o que dizer sobre esse jogo, a única coisa que quero falar é: "Sad Oersted!"

    Tales of Phantasia

    O jogo gira em torno de Cless, um jovem garoto que carrega consigo um pedante que havia selado um antigo mal. Sua vida mudou completamente quando um desastre aconteceu...

    É um jogo bonitinho estilo animes com batalhas em tempo real. Sua história é tão emocionante que me fez chegar a ponto de chorar... Não subestime essa velha preciosidade do SNES.

    ATENÇÃO: Todos os jogos que citei aqui foram lançados exclusivamente no Japão, maaasss como temos maravilhosos fãs desocupados, podemos desfrutar dos jogos com patch de tradução.


    Você jogou todos os jogos que eu citei? Coloque nos comentários o seu favorito e sua opinião.

    67
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      onai_onai · almost 3 years ago · 8 pontos

      Na verdade Tales of Phantasia é bem conhecido...

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      artigos · almost 3 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      lukenakama · almost 3 years ago · 2 pontos

      Só conhecia Tales of Phantasia.

  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2020-02-06 14:41:47 -0200 Thumb picture
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  • 2020-01-31 20:40:10 -0200 Thumb picture
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  • jhunvallim Jhun Vallim
    2020-01-22 17:56:04 -0200 Thumb picture
    jhunvallim checked-in to:
    Post by jhunvallim: <p>Bom, como o meu último check in tem uns 10 meses
    Star Wars Jedi: Fallen Order

    Platform: Playstation 4
    207 Players
    95 Check-ins

    Bom, como o meu último check in tem uns 10 meses (o maldito Stories que nunca mais quero ver na vida), vou dar uma atualizada por aqui com as últimas conquistas. Mudei muito o meu foco no último e passei a jogar apenas aquilo que queria mesmo, sem me focar em platinas, apenas em diversão. Se o jogo for tranquilo e eu tenha real interesse, eu até me animo, mas não me mato mais. Fazendo assim eu tenho me divertido bem mais. Bom, vamos aos games com alguns poucos comentários:

    54 - The Bureau: XCOM Declassified (PS3) - XCOM sempre foi uma série que curti e este, embora diferente, tem o seu charme. Ponto positivo pra série, 

    55 - The Legend of Korra (PS3) - Um ótimo game da Platinum que teu tinha deixado passar batido. O gameplay, como sempre, é excelente. Manipular os elementos se provou bem divertido.

    56 - The Lord of the Rings: War in the North (PS3) - Esse tava no meu backlog há muito tempo. Não é um game excepcional mas rende boas horas de diversão.

    57 - Rise of the Guardians (PS3) - Tá aí um game que sempre tive vontade de jogar e nunca tinha conseguido. Vários amigos tinham me recomendado. É um game simples e bem divertido.

    58 - Disney Pixar's Brave (PS3) - Assim como o anterior eu nunca tinha parado pra jogar esse. Curti bastante. Vou procurar mais games de animações pois parecem ser bem divertidos.

    59 - Goat Simulator (PS3) - O "polêmico" jogo da Plus de Janeiro. Confesso que o game é uma loucura surreal mas eu ri muito com as tosqueiras. Os troféus são bem engraçados.

    60 - Dragon Age: Inquisition (PS4) - Falando em backlog, Inquisiton foi um game que eu peguei em 2014 no launch day, joguei muito e acabei deixando de lado. Acho que aqui a Bioware acertou a mão no gameplay,m que ficou excelente nos consoles.

    61 - Diablo III: Reaper of Souls (PS4) - Eu tenho jogado Diablo desde o seu lançamento em 2013 no PC e comprei pras 3 plataformas que tenho. Sim, sou viciado. Mas ano passado eu decidi que era a hora de platinar e seguir em frente. 

    62 - Spec Ops: The Line (PS3) - Infelizmente um dos games mais obscuros e menosprezados da geração passada. Acho que todos deveriam parar pra jogar essa obra que tem uma das histórias mais fantásticas que já vi em um game.

    63 - Dante's Inferno (PS3) - Só havia jogado a versão do PSP (que tem muitas diferenças) e confesso que não achei isso tudo. Ouvi muito sobre o game mas achei bem mais ou menos.

    64 - Darksiders 2: Deathinitive Edition (PS4) - Aqui eu tenho uma platina polêmica pq eu simplesmente odeio esse jogo, mas amo a franquia. Darksiders 1 é o meu segundo game favorito de todos os tempos (inclusive, "platinei" ele 5 vezes em várias plataformas) mas acho que Darksiders 2 tem ótimas ideias muito mal executadas. O mundo aberto não combinou e Death se tornou um garoto de recados. Uma pena.

    65 - Lollipop Chainsaw (PS3) - Lollipop eu tinha terminado lá em 2014 mas nunca tinha parado pra platinar. Como eu acho um game muito bom, decidi seguir com ela. Não me arrependo, embora algumas partes tenham me dado dor de cabeça.

    66 - Forma.8 (PS4) - Sou um homem simples: eu tenho um Metroidvania, eu jogo. Forma 8 não é excepcional mas cumpre bem o seu papel.

    67 - Days Gone (PS4) - Esse daqui foi um dos exclusivos do PS4 que eu mais falei mal, admito. Achava genérico, personagens ruins, gameplay bosta. Até o dia que tive o prazer de jogar essa game. Quando a platina chegou eu fiquei triste e já estava com saudades de Deacon e seus amigos. Fiquei muito feliz de ter quebrado a cara.

    68 - Mortal Kombat 11 (PS4) - Essa for a primeira do ano de 2020, ano esse que começou de um forma bem ruim. Então como estava com o game, decidi platinar pra poder esvaziar a mente. É lutar, lutar e lutar até a platina pipocar.

    69 - Assassin's Creed: Liberation (PS3) - Nunca fui o maior fá da saga AC mas achava Aveline uma personagem maravilhosa. Um ótimo game.

    70 - Star Wars Jedi: Fallen Order (PS4) - A grande surpresa de 2019, e vinda da empresa mais odiada de todos os tempos. Fallen Order me conquistou de uma forma surreal. Ele tem muitos, MAS MUITOS problemas e mesmo assim é, pra mim, o melhor game de 2019. Se alguém tem dúvidas, deixe-as de lado e joguem sem medo.

    Bom, é isso. A postagem ficou enorme e pois queria comentar algo sobre cada um. Minha jornada atual tem sido recompensante e bem menos estressante. Não me cobro, não me mato por jogo nenhum e não deixo mais nada de lado. Nosso tempo na Terra é limitado demais pra poder ficar jogando coisas ruins pra encher card.  E que 2020 seja um ano de muita jogatina para todos nós. Abs.

    @platinadores

    22
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      msvalle · almost 3 years ago · 3 pontos

      "Nosso tempo na Terra é limitado demais pra poder ficar jogando coisas ruins pra encher card"
      Não poderia ter dito melhor!
      Uma bela coleção de jogos concluídos, parabéns!

      1 reply
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      hyuga · almost 3 years ago · 2 pontos

      eu curti muito o Xcom bureau é precisa pensar muito pra passar algumas partes, spec ops the line imagino que todos jogaram, não?

      2 replies
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      santz · almost 3 years ago · 2 pontos

      Spec Ops eu pretendo jogar esse ano ainda.

      1 reply
  • natnitro Renata
    2019-12-12 01:31:09 -0200 Thumb picture
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    2019 já no fim e uma retrospectiva dos jogos preferidos da década...

    Medium 3762885 featured image

    Parece que foi ontem mesmo que 2009 terminava e ainda lembro perfeitamente do hype gigantesco em cima do AC2 na época, além de Batman Arkham Asylum, Crysis, Bayonetta e Dragon Age bombando geral e ai o tempo passou quase sem notarmos e lá se foi mais uma década repleta de jogos marcantes, épicos, emocionantes e outros nem tanto...

    E nesses altos e baixos da década, eis ai uma lista dos jogos que foram os melhores desses dez anos por aqui, em ordem cronológica:

    1º -- Assassin's Creed Brotherhood (2010)

    A trilogia do Ezio selou a era de ouro da franquia que começou com a história marcante do AC2 em 2009 e chegou ao ápice com o Brotherhood, que até hoje é meu AC favorito, pelo conjunto da obra que inclui jogabilidade simples e muito eficiente com a possibilidade de se ter controle total do parkour nas escaladas e corridas, etc, além do combate mega fluído que exige timing certo para bloquear e atacar, emendando counter-kills mega estilosos, o que desapareceu depois do Revelations, virando praticamente só quicktime events do AC3 pra frente...

    E além da jogabilidade sensacional, juntamos ai a ambientação magnífica de Roma, os personagens mais carismáticos da franquia inteira, as melhores guildas de aliados, a possibilidade de recrutar e treinar seus próprios discípulos, dezenas de side-missions excelentes, o melhor vilão da saga e, obviamente, o melhor protagonista que a franquia já teve até hoje, que é ninguém menos do que o mestre assassino Ezio Auditore da Firenze no seu auge, que assim teremos o melhor AC já feito até agora... ♥♥♥

    "Nós agimos nas sombras para servir a luz...

    Nós somos Assassinos...

    Nula è reale, tutto è lecito...."

    "Dizer que nada é real significa compreender que as bases da sociedade são frágeis e que somos guias da nossa própria civilização...

    Dizer que tudo é permitido, é compreender que nós somos os arquitetos de nossas ações e que devemos assumir as consequências de nossos atos, sejam eles gloriosos ou trágicos...

    (Ezio Auditore da Firenze)"

    Só de pensar no que veio depois da saga do Ezio, já bate uma saudade enorme da época em que a Ubi sabia fazer jogos bons... 

    Menções honrosas 2010Red Dead Redemption e Lords of Shadow 1

    2º -- Dark Souls (2011)

    E o grande marco divisor de dificuldade no mundo dos games veio justamente em 2011 com o primeiro Dark Souls, que dispensa qualquer apresentação, tanto que virou até uma categoria própria chamada de "Souls-Like" para classificar aqueles jogos que colocam os jogadores no seu limite (e muito além dele), exigindo técnica, paciência e muito aprendizado que vai além de simplesmente esmagar botões... 

    E o mais sensacional de Dark Souls é que ele muda bastante a forma como jogamos todos os outros jogos depois dele, já que nunca mais encaramos um chefe, por mais fracote que seja, da mesma forma que antes...

    2011 também foi um dos melhores anos da década com várias menções honrosas a jogos sensacionais como Batman Arkham City, The Witcher 2: Assassins of Kings, Deus Ex: Human Revolution, Portal 2, etc.

    3º -- Far Cry 3 (2012)

    Nunca fui lá muito fã de Far Cry até o dia em que resolvi dar uma chance para o FC3, que era um daqueles jogos que eu tinha na estante há tempos mas nunca jogava, e ai bastou começar a campanha para logo me empolgar e querer ir até o final para ver como aquela história terminava... 

    E o que fez o Far Cry 3 ser um sucesso e virar o melhor da franquia até hoje foi justamente o conjunto da obra, com uma ambientação de vilas e áreas selvagens em um mapa repleto de missões para todos os lados, a jogabilidade boa para os padrões da época, personagens mega carismáticos como o Vaas Montenegro, que nem é o vilão principal mas acabou virando "a cara" da franquia, com sua presença intimidadora em cena e suas frases marcantes, além de não terem tido medo de inovar até nas pirações psicodélicas que ficaram muito legais e foi uma pena que, mesmo repetindo a fórmula várias vezes depois, a Ubi nunca mais acertou em cheio assim, nem com o Far Cry 5, que só o trailer já dava um hype enorme a ponto de implorarmos pra fazerem até um filme com o Jared Leto de Joseph Seed, o padre malucão do jogo, mas que infelizmente ficou tão sem graça que nem chegou à sombra do Vaas e do FC3... 

    Menção honrosa de 2012: Sleeping Dogs 

    4º -- Payday 2 (2013)

    Com mais de 1.100h de jogo, provavelmente esse foi um dos multiplayers que mais joguei até hoje e que valeu cada minuto porque o PD2 pegou o que o PD - The Heist tinha de bom e melhorou ainda mais e, com isso, elevaram o caos, a confusão e a zoeira a níveis épicos... 

    E mesmo não sendo competitivo, engana-se quem pensa que o PD2 é um jogo simples e fácil, já que o foco é a cooperação para conseguir realizar as missões em equipe para o assalto perfeito em stealth  ou ainda ter que sobreviver até o final e escapar com o loot no loud, o que nunca é tarefa fácil... 

    Menções honrosas de 2013: Metal Gear Rising Revengeance e Tomb Raider

    #5º -- Lords of Shadow 2

    Minha história de amor e ódio pelo LoS2 está registrada aqui no Alva desde antes do lançamento do jogo, quando fui jogar o Lords of Shadow 1, que me fez redescobrir Castlevania e me apaixonar novamente pela franquia desde os jogos oldschool...

    E mesmo sendo um jogo que tinha Castlevania só no nome e uma jogabilidade que não era das melhores, o LoS1 me causou quase o mesmo efeito dos AC, me envolvendo com a história, personagens, ambientação e tudo mais, e ai depois veio o Mirror of Fate que empolgou ainda mais pelo Gabriel como o Prince of Darkness e, com isso, o hype para o LoS2 foi pra estratosfera, já que o jogo parecia espetacular com uma história forte e tensa, além de jogarmos com o Drácula pela primeira vez e até ai tudo parecia incrivelmente perfeito, mas...

    Assim que o jogo saiu, quase tudo que prometeram estava lá, como o Gabriel como o Drácula definitivo, a história envolvente, a ambientação espetacular com um dos gráficos mais bonitos da geração passada, a jogabilidade super estilosa chegando perto da perfeição, etc. 

    Só que o amor também virou ódio por causa de alguns erros imperdoáveis como colocarem stealth em um hack'n'slash com a desculpa mais furada do mundo, e ainda deixarem a campanha linear igual a um corredor, sem nenhuma mísera sidequest, nem boss rush e nem nada além da Arena do Kleidos, que não passa de uma área de treino com inimigos e aliados da campanha e nadica de nada mais...  

    Ai realmente bateu uma tristeza enorme de ver como estragaram o LoS2 dessa forma, mas, ainda assim, só a jogabilidade mega estilosa, os gráficos perfeitos e a ambientação sensacional já valeram por todos os erros...

    Menções honrosas de 2014: Dragon Age Inquisition e Goat(y) Simulator

    6º -- The Witcher 3 - Wild Hunt (2015)

    Se fosse escolher um só para ser o jogo da década, com certeza seria o Witcher 3...

    E só para explicar o motivo de o jogo merecer tanto esse título de melhor da década já renderia um textão à parte, mas, para fazer isso em poucas palavras, basta mencionar o conjunto da obra que raspou quase na perfeição com personagens muito marcantes, história sensacional que chegou a um nível de construção e profundidade da trama nunca vistos até então, com side-missions e dlcs idem, que sozinhas já valem por um jogo inteiro, mais a exploração e jogabilidade boa, liberdade total de escolhas e uma das ambientações mais bonitas já feitas até hoje... 

    É por tudo isso que o Witcher 3 foi bem além de um rpg de mundo aberto e virou praticamente uma experiência para quem for jogar, pelo nível de liberdade e imersão que o jogo conseguiu alcançar... 

    Menção honrosa de 2015: Metal Gear Solid V - The Phantom Pain

    7º -- Dark Souls III (2016)

    Se Dark Souls 1 já veio pra arrebentar geral e virou até um estilo próprio chamado Souls-Like, o DS3 então pegou tudo o que a franquia já tinha de melhor e também de pior, corrigindo essas falhas, e elevou a dificuldade e a beleza do mundão aberto ao nível ultimate, se tornando o melhor da trilogia até hoje... 

    Apesar de ainda gostar mais do Prepare to die antigão, o DS3 é incomparavelmente muito superior na jogabilidade, na liberdade de exploração, ambientação e tudo mais e, de brinde, ainda trouxe toneladas de eastereggs dos anteriores para deixar o mais masoquista dos fãs feliz da vida enquanto encara sua jornada de mais puro sofrimento até o final, embalado pela melhor trilha sonora de toda a saga Souls... 

    Menções honrosas de 2016: Doom e PokemonGo

    8º -- AC Origins (2017)

    Depois de fechar a trilogia do Ezio, foi como se a era de ouro dos AC se encerrasse ai também, já que do AC3 em diante a franquia não conseguiu mais repetir o mesmo hype do início da década e, somado ao detalhe de que os jogos depois do Revelations ficaram cada vez piores com bugs, problemas de desenvolvimento, história ruim e personagens cada vez mais rasos, as coisas chegaram a um ponto em que parecia o fim da linha para a franquia com o Syndicate, que era um jogo bem feito, mas não passava de uma fórmula requentada que ninguém aguentava mais... 

    E foi nesse momento ai o AC Origins chegou quase sem hype nenhum e quando todos pensavam que era o fim, ele conseguiu ressuscitar a franquia outra vez, voltando às origens do credo dos assassinos no Egito antigo e mudou completamente a jogabilidade, incluindo elementos de rpg e bebeu bastante na fórmula do Witcher 3, com umas pitadas de Souls-like, o que era tudo que os ACs precisavam para renascer outra vez... 

    Menção honrosa de 2017: Nioh

    9º -- Spyro: Reiginited Trilogy (2018)

    Quando a trilogia do Spyro chegou aos consoles em 2018 foi uma enorme surpresa para os fãs do dragãozinho roxo mais fofura ever, ao verem os jogos lá do ps1 totalmente recriados em uma engine da nova geração e isso fez a nostalgia bater forte mesmo... 

    E aqui foi tanta nostalgia que não só rejoguei a trilogia clássica do ps1, como também a versão reignited do ps4 e ainda fiz questão de comprar a  reiginited trilogy de pc no lançamento em setembro passado e fechar tudo nos 100% de conquistas de novo... 

    Menções honrosas de 2018 (que ainda não terminei de jogar): God of War e Red Dead Redemption 2

    10º -- Devil May Cry V (2019)

    E o melhor jogo de 2019 não poderia ser outro senão o DmC V, que pegou tudo que a franquia tinha de melhor e elevou isso a níveis épicos... 

    Depois daquela tentativa de reboot da franquia em 2013 que não deu muito certo, ai resolveram trazer o bom e velho Dante platinado de volta, com ainda mais estilo nos combos, zoeiras muito mais afiadas e o resultado foi um dos melhores jogos da franquia DmC, que pra mim só não superou ainda o DmC3, que continua imbatível em todos os quesitos... 

    Esse foi com certeza a melhor compra do ano, que valeu cada centavo pago no lançamento, bem como cada minuto jogado até chegar aos 100% de conquistas, além de ir direto para o top 5 dos jogos preferidos aqui... 

    E como peguei pouquíssimos lançamentos de 2019, as menções honrosas ficarão para o Bloodstained: Ritual of the Night, a Spyro Reignited Trilogy (Steam) e a Phoenix Wright: Ace Attorney trilogy (Steam), que fiz questão de jogar todos eles até fechar os 100% de conquistas...

    E agora que venha 2020 e mais uma década repleta de jogos memoráveis pela frente... :-)

    Assassin's Creed: Brotherhood

    Platform: PC
    2747 Players
    140 Check-ins

    48
  • 2019-11-24 15:43:33 -0200 Thumb picture
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    Breath of Fire III - Saiu TRADUÇÃO para Pt-BR!

    Para aqueles que sempre aguardavam ansiosamente (principalmente eu) alguma tradução em português para o jogo Breath of Fire III (de PS1), já podem contar com uma versão preliminar que traduz 100% da HISTÓRIA PRINCIPAL (ao menos por enquanto...):

    https://canalvantrox.blogspot.com/2019/11/breath-of-fire-3-pt-br-depois-de-quase.html#more

    O autor fez uma live terminando o jogo, para demonstrar o trabalho:

    (Recomendo que baixem o jogo, assistam à transmissão, se inscrevam no canal e façam doações para incentivar o trabalho dos tradutores, não só desse, mas de todos que trabalham pelos jogos que vocês gostam.)

    .

    Downloads:

    (todos estão no primeiro link...)

    Breath of Fire III

    Platform: Playstation
    1970 Players
    79 Check-ins

    40
    • Micro picture
      manoelnsn · about 3 years ago · 3 pontos

      Legal!

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      onai_onai · about 3 years ago · 2 pontos

      Boa!

    • Micro picture
      carlospenajr · about 3 years ago · 2 pontos

      Não faço lá muita questão de jogar em PT-BR, mas como o jogo é muito bom, vou compartilhar pra fazer mais pessoas jogarem XD

      2 replies
  • 2019-11-27 20:06:24 -0200 Thumb picture
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    Top 10 Jogos de SNES (Parte 1)

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    Shounen Ninja Sasuke

    Um beat em up com elementos de plataforma e RPG que com certeza merecia mais visibilidade. Apesar da história clichê (um ninja que sai em busca de uma princesa raptada, ao lado de seu amigo), o jogo garante muita diversão com seus vários inimigos interessantes e ótima jogabilidade, mesmo sendo infelizmente um jogo curto.

    Ele foi planejado para sair também nas Américas, mas acabou não rolando. Por sorte o jogo foi traduzido para o Inglês e pode ser encontrado facilmente. Também tem uma versão Multiplayer, que eu nunca testei, mas deve ser incrível.

    Uncharted Waters: New Horizons

    Eu não costumo jogar jogos de estratégia/simulação semelhantes a Sid Meyers Civilization, mas Uncharted Waters é um título ao qual abri uma exceção.

    Aqui você joga com um Capitão de navio (podendo escolher entre seis personagens, cada um com objetivos diferentes), e o jogo é praticamente um “simulador de tripulação”, onde você pode aumentar seu navio (mandando fazer ou comprando), mas com isso terá que cuidar da tripulação (como não deixar faltar comida), que pode ser cada vez maior dependendo do navio, e você deve colocar cada companheiro para desempenhar uma função, para que o navio funcione corretamente. Apesar do jogo ter uma história a ser seguida, a navegação no mae acaba sendo bem livre e ampla, onde você pode ser atacado por piratas, descobrir lugares escondidos e até encontrar com sereias.

    O jogo também é um RPG, principalmente no quesito batalhas. Você deve estar bem equipado para que vença as batalhas e não tenha suas coisas roubadas.

    Fora tudo isso que eu falei, o jogo também possui um sistema de venda e troca, um bar onde você pode ir arrumar novos companheiros e até alianças com a realeza.

    The Legend of Bishin

    Um jogo futurista para a época que foi lançado (por ser dos anos 90 e se passar em 2010-20). Ele é uma mistura interessante de beat em up com corrida.

    Depois de uma série de catástrofes em Tokyo (como a erupção do Monte Fuji), as pessoas tentam sobreviver e voltar a vida que tinham antes; só que no meio disso, muitas pessoas se aproveitaram; entre elas, várias gangues de motoqueiros.

    É ai que você escolhe entre dois protagonistas, e o que você escolher precisa dirigir pelas ruas e lutar com os motoqueiros, para resgatar o companheiro que foi sequestrado por eles.

    Para quem gosta de beat em up, ou melhor ainda, de corrida também, com certeza vai adorar o jogo, que tem uma jogabilidade boa e gráficos bonitos.

    Magna Braban

    Um RPG com um sistema diferente para a época. Um garoto chamado Alex certa vez foi atacado por demônios controlados por um rei demoníaco , porém foi salvo por um guerreiro, e desde então o garoto passou a sonhar em futuramente ser como ele, mesmo com seus pais desaprovando. Quando atingiu certa idade, o garoto entrou em um torneio, mas perdeu logo no começo. Ele foi mandado para se recuperar, junto com outros dois guerreiros; porém, enquanto ausentes, o rei demônio reaparece com seu exército e mata todos que estavam no torneio, restando apenas Alex e os outros dois guerreiros. Por conta de serem os únicos sobreviventes, as pessoas assumem que eles sobreviveram por força, e o rei os manda em uma jornada para acabar com o Rei Demoníaco e seu exército.

    O jogo nunca lançou fora do Japão, mas por sorte, foi traduzido. O sistema de batalha se difere: antes das batalhas, através de um menu, você deve fazer um esquema de ataques que você deseja que os personagens usem, e a cada batalha randômica, os personagens lutam sozinhos usando o esquema que você escolheu; e a única coisa que você pode fazer é pausar a batalha e mudar o esquema.

    Os gráficos são bonitinhos, as músicas são bem características para a época e tanto os protagonistas quanto os npcs são personagens muito interessantes. 

    Obitus

    Um interessante RPG de Ação em primeira pessoa com muitos elementos de Aventura. Aqui você controla o famoso protagonista perdido que não sabe onde está, o motivo de estar ali e como sair; pois é um professor que sofreu um acidente e se refugiou em uma caverna, acabando por acordar em um lugar estranho.

    Enquanto se aventura pelos interessantes cenários e lida com combates, você também precisa resolver puzzles enquanto tenta não se perder na infinidade de labirintos que é esse jogo, pois sério mesmo, se você não desenhar onde você está, pode se perder e acabar morrendo; por isso o jogo pode ser frustrante para alguns. O personagem também precisa se alimentar e descansar. 

    The Lawnmower Man

    Inspirado em um filme e livro do mesmo nome (muito bons, por sinal). Nele, um cientista chamado Angelo trabalha em uma indústria VSI, e ele usa drogas psicotrópicas e realidade virtual para aumentar a inteligência de primatas; porém, Angelo pretende testar em humanos, e descobre o protagonista Jobe, que possui uma falha em seu intelecto. 

    A inteligência dele logo aumenta, mas alguns problemas fazem com que Angelo interrompa os experimentos e que Jobe fique agressivo devido a efeitos colaterais. Logo eles continuam o tratamento e Jobe acaba adquirindo poderes telecinéticos. O mesmo decide a procurar vingança contra quem usou ele como teste e a tomar todos os computadores do mundo.

    É um jogo de Ação e tiro, onde o protagonista corre pelos cenários e atinge seus inimigos. O jogo não tem muitos níveis, e algumas partes são 3D e em primeira pessoa. O jogador pode coletar discos e upgrades para armas. 

    Umihara Kawase

    Conhecido por muitos como o jogo que fez um Japonês deixar seu SNES ligado por 20 anos para não perder o save. Um jogo simples, mas desafiador. Cada fase do jogo são campos interligados que possuem plataformas estáticas ou que se mexem, espinhos e outros tipos de obstáculos, inclusive bichos marinhos estranhos. 

    Tudo que a personagem tem é uma corda que ela deve usar corretamente para se deslocar entre os obstáculos e chegar até as portas. A corda é uma linha de pesca que se prende nas superfícies. A personagem também pode correr, pular e subir nos lugares. Existem várias rotas possíveis para vencer as fases.

    Deae Tonosama Appare Ichiban

    Com certeza um dos jogos mais bizarros do SNES, envolvendo alienígenas que querem dominar o Japão, e por isso os dois protagonistas devem impedir. Um deles é o filho de um lorde feudal que morreu; e apesar dele não ser forte, seu pai entra em seu corpo e cede sua força. O outro personagem é um príncipe Francês que acabou indo parar no Japão por acidente; ele é rápido e atira flores; e também pode se transformar em seu pai.

    Depois de escolher um dos protagonistas, você descobre que eles também possuem ajudantes que os ajudam fazendo mágicas. Os garotos ficam muito mais fortes quando se transformam em seus pais musculosos, mas a cada ataque que eles levam, a barra de poder diminui até chegar a zero. Vale a pena checar o jogo e ver inimigos e personagens extremamente bizarros.

    Neugier: Umi to Kaze no Koudou

    Um jogo de ação e aventura que lançou apenas no Japão, mas que foi traduzido por fãs. É um jogo bem simples e curto, porém divertido e com gráficos interessantes. No jogo existe um reino chamado Neugier sob o reinado do Conde Wein. Em um navio, ele, seu assistente e sua tripulação foram subitamente atacados por piratas , e a situação só piora. O protagonista é o filho banido de Wein, e ele deve salvar o reino.

    Como eu disse antes, é um jogo simples e rápido, mas que vale a pena tirar um tempo para desfrutar de sua tradução. O personagem pode também se equipar com armas e armaduras, em um menu estilo RPG.

    The Twisted Tales of Spike McFang

    Um jogo de Ação extremamente bom e que não recebeu tanto reconhecimento como merecia. Aqui você controla Spike, filho de Dracuman que é líder da Ilha de Dracuman. Spike é um vampiro e mágico em treinamento, e ele deve salvar não só a ilha que General Von Hesler pretende atacar, como também sua amiga, que está sendo ameaçada pelo General.

    As fases são vistas por cima e muito bem desenhadas. Spike conta com diversos ataques, como jogar seu chapéu (mais de um modelo disponível), e também o uso de cartas que lhe dão poderes mágicos, como invisibilidade, recuperar vida, summonar morcegos e anjos, flutuar com balões, transformar pessoas em pequenos animais, etc.

    Espero que tenham curtido a primeira lista de SNES!

    Ps: O jogo na capa á Famicon Detective Club II

    @srdeath

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      davidchagas123 · about 3 years ago · 3 pontos

      conhecia nenhum dos jogos, irei experimentar cada um

      1 reply
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      vinicios_santana · about 3 years ago · 3 pontos

      Não conhecia absolutamente nenhum. kkk
      O beat n up do ninja e o dos piratas me chamaram a atenção.

      4 replies
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      onai_onai · about 3 years ago · 3 pontos

      Como um apreciador de jogos de estratégia me interessei por esse Uncharted Waters: New Horizons.

      3 replies
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