2021-08-12 21:05:10 -0300 2021-08-12 21:05:10 -0300
Post by gicba: <p>Infelizmente eu continuo sem progresso algum no

Infelizmente eu continuo sem progresso algum no Berwick, pois quando não tô jogando SRB2Kart eu tô jogando isso...

(Não reparem nas screenshots terríveis. Eu tô com um monitor provisório e ele é uma merda...o resto eu peguei umas imagens de fora mesmo)

Desde o último check-in eu consegui mais dois personagens, e a dificuldade do jogo deu uma subida, tanto em questão da potência dos inimigos como em objetivos nas fases. Teve uma batalha da história em particular que gostei bastante, em que o objetivo era primeiro resgatar três esquadrões da polícia e depois cobrir a fuga dos 3 enquanto um amontoado de inimigos apareciam. Mesmo não tendo permadeath, eu vira e mexe dou um game over, espero que continue assim. Também estou gostando do sistema de passivas, de início eu achei que ia ser chato e incômodo, ou até mesmo que teria de grindar elas. Até agora eu consigo me virar com o que os inimigos dropam, é divertido combinar passivas diferentes e ver o resultado da sinergia ser um inimigo passar pelo seu personagem, levar uns 2 chutes e morrer. Sempre tem alguma passiva nova depois de uma missão, então tem a sensação que seus personagens sempre estão evoluindo, mas sem o jogo ficar fácil demais, ao menos até agora.

Nem tudo são flores no gameplay porém. Existem algumas minúsculas particularidades que me incomodam.

Admito que eu tenho pouca experiência em jogos de estratégia além de Fire Emblem e seus derivados, então ver que duas coisas que eu achei que eram básicas em TODO jogo de estratégia por turno, não estavam aqui me incomodou, e sinceramente, me deixam confuso até agora, mesmo com 22 horas de jogo.

A primeira coisa, é que quando um personagem aliado ocupa um espaço, suas outras unidades não podem atravessar o espaço em questão, levando a situações chatas se você quiser atravessar um caminho apertado, com suas unidades entupindo e se enroscando no lugar até chegar o turno do que está na frente.

A segunda é que você não pode cancelar movimentos, se você foi pra frente, já era, não tem mais volta. Clicou sem querer? Se fode aí lol. Eu imagino que seja por causa das habilidades que ativam quando uma unidade se movimenta, como os overwatches da vida e etc. Mesmo tendo bastante interesse, não cheguei a encostar num dos X-COMs ainda, e os desenvolvedores desse aqui falaram diretamente que a série inspirou eles. 

Mas ok, nada que eu não consiga me adaptar. Mesmo que uns 7 anos jogando FE adoidado faça isso difícil haha.

A história tá começando a ficar bem mais interessante, apesar de parecer não ter muito uma linha de história principal, e ser mais sobre cada um dos personagens terem cada um seus próprios problemas e passados sombrios. Alguns deles estão um pouco de lado, como o do próprio protagonista, mas imagino que possivelmente seja ligado ao plot principal, então mais pro finalzinho deve se resolver. É um pouco estranho como o jogo tá começando a fazer várias linhas de história (o passado do Heixing e tudo com os outros Alley, o capitão da polícia que foi suspenso, etc.), espero que o jogo acabe não tentando mastigar mais que consegue. Tá sendo o suficiente pra me prender e manter meu interesse, porém. Gosto também como em algumas partes o jogo te dá controle de uns personagens que não entram no seu time permanentemente (dá para perceber isso pelo fato que eles não tem vozes durante os ataques), apesar de alguns casos eu ficar um pouco triste que certos personagens não serão permanentemente controláveis.

Diferente dos seus primos indies coreanos (O Lobotomy Corporation e o Library of Ruina), eu não via muita discussão sobre a história do Troubleshooter, então eu não estava com nenhuma expectativa sobre. Acabei ficando impressionado pelo fato que ela é bacaninha de se seguir, embora simples. Os caras até botaram um glossário com termos e mais detalhes sobre o universo, eu adoro coisas assim, tanto pelo fato de consultar eles é bom pois sou terrível para gravar nomes, quanto pelo fato de que mostra que eles criaram o universo com carinho.

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