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Fire Emblem, Etrian Odyssey, uns jogos velhos e JRPG. Com uma pitada de uns indie coreano xarope.

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  • 2022-05-12 21:27:59 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Zerei a hack Unbound (na versão 2.0)</p><p>#img#
    Pokemon FireRed Version

    Platform: Gameboy Advance
    9717 Players
    478 Check-ins

    Zerei a hack Unbound (na versão 2.0)

    Provavelmente a hack mais completinha disponível até agora, ela tem os bichos da geração 1 até os da sétima (a engine suporta os da oitava, mas o criador resolveu deixar assim, segundo ele já tem pokémon o suficiente e eu concordo), e bastante coisa, tipo uma porrada de sidequest de todo tipo.

    Não tive muita dificuldade antes da elite 4, mesmo jogando na dificuldade acima da "vanilla" que emula a dificuldade dos jogos de pokémon oficial, um amigo jogou na Expert (o nível acima do meu) e pelo que ele falou já é um pulo considerável.

    O jogo tem uma região nova bem legal, é grande, tem bastante coisa opcional pra explorar e backtracking depois de pegar HM, e como as lutas não são super braindead você tem esse incentivo extra de voltar pra trás pra pegar itens, tem bastante TMs e hold items úteis se você explorar áreas anteriores com HMs. A OST também é nova e bacaninha, tem umas músicas que eu realmente achei bem boas.

    Infelizmente porém, o jogo é um projeto de fã de pokémon, o que significa que a história eventualmente fica estúpida, tem memes ruins (o primeiro líder de ginásio é um maconheiro e o desafio do ginásio dele é que tem "neblina" nas lutas), e a elite 4 é um bando de personagem nada a ver e completamente retardado comparado aos líderes, que são até de praxe pra pokémon (fora o maconheiro aí).

    (sim, o elite 4 ghost é um zumbi, lol)

    Gostei que basicamente toda boss fight tem um gimmick legal, tipo um ginásio que bane certos tipos de ataques, ou o meu favorito, o ginásio onde quando seu pokémon desmaia, ele regride pra forma anterior dele. É bem engraçado e único, e como eu sempre digo, pokémon precisa que os chefes tenham essas coisas pra que tenha um desafio orgânico, por isso eu acho que deviam voltar ao conceito de totems e etc.

    Enfim, recomendo se tiver afim de um jogo novo da série e tá desiludido com os oficiais igual eu.

    Ah é,  o jogo tem postgame decente e até battle frontier. Pau no teu cu gamefreak, não faz nada direito, só fã msm pra levar essa porra de franquia pra frente

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      rotcivsette · 6 days ago · 2 pontos

      Começou feliz, foi lembrando da Game Freak e foi descendo o nível kkkkkkkkkkkkkk

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  • 2022-05-05 20:16:50 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Fiquei um tempinho longe da internet, jogando is
    Yooka-Laylee and the Impossible Lair

    Platform: PC
    54 Players
    12 Check-ins

    Fiquei um tempinho longe da internet, jogando isso, muito bom até agora.

    Tô no penúltimo mundo (acho), e curtindo bastante. Platformer sólido e divertido, dificuldade na medida (o jogo é bem generoso com checkpoints, e não tem vidas. Se morrer perde umas penas, que são usadas para progredir raramente, e compram coisas adicionais), e fases bem divertidas.

    Achei que ter que ficar coletando as moedas pra dar pra cobra de calças ia ser um saco, mas é só prestar o mínimo de atenção nas fases que você vai achar o suficiente. Só teve uma que me frustrou, que tinha que pular em cima de um inimigo quando ele estivesse no ar, enquanto você tá em cima de uma esteira.

    Essa fase foi minha favorita, peguei todas as moedas dela na primeira jogada.

    O jogo é bem bonitinho também, as fases são relativamente variadas (apesar de alguns temas repetirem um teco), e a parada de alterar as fases pelo overworld não é tão preguiçosa quanto parece. Não é um simples "ok agora é a fase só que com água lol", ou "ok agora é a fase só que ao contrário lol". Digo, tem uns casos assim, mas tem mudanças bem mais notáveis, e umas fases como a Ropeburn Ridge te levam pra áreas completamente diferentes na versão alternativa.

    Os puzzles de overworld são simples mas legaizinhos, enfim, o jogo é muito bacana até agora. A OST é incrível também. David Wise obviamente dispensa apresentações, e na minha humilde opinião, o cara é tão bom quanto, se não melhor que ele era no SNES e no N64.

    O outro compositor, Matt Griffin, também não fica atrás (O kirkhope só fez as músicas do overworld, e elas são ok)

    Fica aí minha recomendação se você quer um platformer simpático e com desafio na medida, especialmente se você como eu, curte bastante o estilo gráfico do DKC Returns e do Tropical Freeze. Espero manter a boa opinião até o final, mas duvido que vá mudar sendo que joguei uns 70% do jogo acho.

    8
  • 2022-04-27 03:54:36 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Eu planejava ir só mais ou menos até a noite 10,
    Racing Lagoon

    Platform: Playstation
    37 Players
    14 Check-ins

    Eu planejava ir só mais ou menos até a noite 10, ou 11, fazer um check-in falando sobre o midgame, e depois zerar e mandar um check-in de zerado, mas...

    Eu acabei me empolgando e fiquei até agora (3 da manhã) e zerei. Eu tava estupidamente envolvido na historinha e queria ver como ela acabava, kkkkk

    A dificuldade do midgame fica bem mais tranquila quando você começa a achar os Turbos, os carros dos oponentes raramente ficam páreos pra você então mesmo você lambendo as paredes, dá pra ganhar as corridas de boa.

    Talvez eu tenha sofrido menos por causa do conhecimento adicional do JC, que comentou que quanto mais leve o carro, melhor. E infelizmente, isso invalida 90% das carrocerias e chassis do jogo.

    Minha setup final foi essa, o chassi e o body eu mantive desde a noite 8 (graças a deus eu li o guia e farmei essas porras), me serviram bem, o motor eu troquei umas...4 vezes? Tanto que peguei esse twinturbo bem tarde, aí nem abri todos os slots. (E olha que eu fiquei grindando random battle em Hokkaido pra ele upar!)

    Enquanto grindava em Hokkaido, como chegava a dar uma volta nos inimigos na pista oval, eu acabei testando umas coisas com o drift, e aprendi umas particularidades da física do jogo, o que ajudou bastante nas corridas mais difíceis do final, como o Darkness GP e o Guile de Chernobyl, como diz o JC kkk

    Fácil não foi, mas o desafio foi longe de ser frustrante como no earlygame. Dava pra contornar, passar a AI numas curvas, e mesmo batendo aqui e ali, a potência do carro ajudava a alcançar.

    Ainda mantive as muletas para agilizar coisas (especialmente o fast forward. Esse jogo tem load pra krl, até pausar e abrir o menu demora mais que deveria), então minha experiência tem esse bias de emulador, eu sinceramente sinto pena de quem jogou isso seco no PS1, e se zerou tinha nervos de aço.

    No fim de contas, atacou o estocolmo e eu nem percebi mais a CGI feia. Eu me acostumei e agora acho que dá um charme pro jogo. Tem que ver que ela tá praticamente no jogo todo também, quase toda cena, até as opcionais que você pode perder, tem uma ilustração/animaçãozinha em FMV (mesmo que algumas vezes seja só um carinha mexendo o braço, por exemplo).

    Passei bem longe de fazer tudo, não visitei todos os personagens nos dias finais por exemplo (fiz questão de visitar os que eu gostava, tipo os drift dancers, ir no hospital, etc). Não fiz a maioria das unofficial races tbm, tentei fazer só as que davam peças interessantes, já que dinheiro chegou uma hora que ficou inútil.

    As partes de RPG as vezes mais irritam e atrapalham que tudo, mas acho que sem elas o jogo não teria o mesmo charme (a progressão, você poder visitar áreas e ver eventos, ter segredos, etc).

    Enfim, basicamente a mesma coisa que o JC achou. Conceito único e interessante, eu espero que alguém faça um jogo do tipo mas com mais refino, por que como fã de RPG e carro, tem potencial pra porra. E claro, de preferência com uma história bem xarope e fumada igual a desse aqui (adorei todos os twists, menos o último, achei forçado, kkk). Acho que curti mais que ele por que eu fui avisado sobre umas manhas, então passei bem menos raiva que o coitado.

    Recomendo? Não, sinceramente. Mas se eu gostei? Orra, me diverti pra caralho. Se eu negasse isso, estaria mentindo pra mim mesmo.

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      jcelove · 22 days ago · 2 pontos

      Caramba mas ja? Eu levei semanas sofrendo! O_o
      Parabens gicba, esse jogo é insano de dificil e pelo grind infinito.

      Ainda dominou o drift do jogo...eu nao consegui e do darkness gp pra frente foi um inferno. Nunca peguei o jeito e o jogo exige demais no final. Me diz comofaz depois.

      O enredo eu achei mirabolante pra caramba,, mas o lance do espirito vingativo que "possui" os corredores prende a atençao. Os plot twists um mais mexicano que o outro, mas é diferentao ao menos.
      De fato é um jogo bem unico e cheio ee potencial. Com os ajustes certos um remake seria fantastico.

      2 replies
  • 2022-04-23 22:52:22 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Acompanhei o sofrimento do @jcelove mas ainda as
    Racing Lagoon

    Platform: Playstation
    37 Players
    14 Check-ins

    Acompanhei o sofrimento do @jcelove mas ainda assim, resolvi encarar essa desgraça aqui, apesar de tudo o jogo e o conceito dele me deixavam curioso demais pra deixar passar batido.

    Não preciso dizer que o CGI é feião, apesar que estas proporções zoadas tem um certo charme pra mim, os caras parecem bonecos de 1,99, kkk

    O texto do jogo tem algo muito engraçado, com palavras em caixa alta, entre colchetes, e por algum motivo isso me faz rir, melhor ainda junto com as partes que o protagonista começa a filosofar sobre os rachas.

    Bem infelizmente, eu faço tudo que o JC disse nos check-ins dele as minhas palavras, pois a parte de corrida não é lá muito legal, a colisão entre os carros é nojenta, a AI é difícil pra porra se ter um carro levemente melhor que o seu, sem contar corridas específicas, onde tem um carro rápido que sai rasgando e outro mais devagar que tá ali só pra te atrapalhar e fazer o carro rápido ganhar uma distância que tu não consegue recuperar.

    O negócio de roubar peça é legal, mas é bem fodido quando o inimigo te vence por causa de algum vacilo (achei a direção desse jogo bem inconsistente, não consigo replicar sempre o mesmo resultado, nas mesmas curvas com a mesma setup), ou azar, daí o cara leva uma das suas melhores peças e você é obrigado a grindar pra deixar o carro de boa (ou só dar load num save se você for maluco e salvar a cada literal segundo igual eu)

    A outra parte de RPG é subir as peças de nível, não é ideal, mas podia ser bem pior. Praticamente quasetoda corrida te dá 1xp pra cada peça equipada e subir o nível aumenta os slots de coisas adicionais que você pode instalar nela (motor, chassi, e carroceria). Foda é quando tu acha uma melhor, mas ela tem menos slots que tu tava usando, ai lá vai você ficar desafiando busão e caminhão pra grindar...

    (não sei se tem forma melhor de upar, mas é a que eu achei, eles são bem fracos e dá pra ganhar deles sem esforço algum)

    O que tá me prendendo no jogo é mais a ambientação mesmo, você pode ir em vários lugares do mapa e ver uma ceninha, as vezes tem uma corrida extra ou uma peça que tu ganha, as vezes é só uma cena mesmo, mas é legal explorar e ir mexendo nessas coisas.

    É um jogo com tanta personalidade que até as telas de loading tem personalidade.

    Com isso dito, é um jogo bem esquisito e eu consigo ver por que a Square não localizou, e porque não fez tanto sucesso no japão (aparentemente o jogo é um meme lá, chamam ele de "rpg da poesia" ou algo assim. Não culpo os caras lol)

    É o tipo de coisa que tu tem que se esforçar pra gostar.

    O problema é que eu gosto de RPG de PS1 E de carrinho...então vou me forçar a ir até o final, apesar de quase sempre passar raiva com a parte de carrinho. Tô na noite 5 ainda...

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      tiagotrigger · 25 days ago · 3 pontos

      Desafiar busão e caminhão, por que não desafia alguém do seu tamanho? xD

      3 replies
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      jcelove · 25 days ago · 2 pontos

      Eita, corajoso, mas vc consegue.
      Se ignorar a artwork HORRIVEL e a jogabilidade feita pra te ferrar o jogo tem um clima bem envolvente.
      Eu recomendaria usar um guia, tem umas parts missables que fazem falta se não quiser sofrer (mais) nas partes finais) e vale a pena investir no motor certo. perdi muito tempo upando motor e carroceria que não serviria pra nada.
      A carroceria vale deixar a inicial mesmo pq tem umas que parecem top mas qdo usa são pesadas e qto mais peso pior o desempenho. Não lembro se na noite 5 ja aparece turbo, mas o carro só fica maneiro qdo tiver motor turbo E turbos equipados.

      Eu confesso que só zerei pq tinha save state a vontade. Voltava toda vez que perdia uma corrida pq é traumatico pacas qdo um inimigo random te rouba aquela peça que t aupando a um tempão. E em certas corridas como a do campeonato (cuidado com essas, não da pra voltar se tiver ferrado), principalmente a do cap 11 que quase me fez desistir, só o save state salvou.

      Mas com um guia peguando equips bacanas fica menos sofrido, mesmo assim tentei refazer a fuga final um dia depois que zerei e não consegui mais, é coisa de triscou na parede por um segundo e o satanás do boss ta voando lá na frente.
      Good Luck!

      2 replies
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      emphighwind · 25 days ago · 2 pontos

      ...「PoemRPG」 do Toriyama...
      ...tem bastante 「Soul」...

  • 2022-04-20 17:12:29 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Zerado meu quarto jogo da série...</p><p>#img#[8
    Ys VI - The Ark of Napishtim

    Platform: PC
    47 Players
    14 Check-ins

    Zerado meu quarto jogo da série...

    Não tem muito o que falar, dos 3 que joguei pra mim YS é sinônimo de videogame puro e destilado, simplesmente um carinha de espada e escudo vagabundando por aí, e depois ele salva o mundo de alguma merda no fim. Não precisa ser mais que isso.

    Tenho uma afinidade por joguinhos onde o protagonista fica preso em uma ilha e é resgatado e interage com locais (tipo Link's Awakening, meu Zelda favorito, e FFX), então de cara eu já gostei da setting desse. Acho que não precisava a segunda vila com os humanos, por mim só interagir com os Rehdan já tava ótimo.

    Gostei de como o jogo te deixa ir pra (quase) qualquer lugar, você pode bater de cara numa área onde os inimigos te matam em 1 hit, mas se quiser pode dar uma de safado e sair pulando deles pra ver se abre os baús e acha algo legal (tinha um macetezinho desse no YS1 se não me engano)

    Definitivamente é o primeiro jogo da engine porém, não que seja travado ou algo assim. O gameplay rápidão do Origin tá aqui, porém não achei os chefes tão refinados como os de lá, e tem umas coisas estranhas, tipo tudo envolvendo dash jump (que em si não é super difícil de fazer, mas é terrivelmente mal explicado pelo jogo).

    O jogo tem dungeons legais, a caverna de água foi a que mais me marcou, porém tive uns problemas com a curva de dano. Eu já to acostumado com a síndrome de YS de chegar num boss e dar chip/0 de dano, daí subir um level e comer o couro do chefe, mas nesse aqui eu sofri bem mais com isso, constantemente eu dava de cara com situações onde eu não dava dano nos mobs, o que me deixava confuso e pensando "ué será que eu preciso de um item? eu devia tá nessa área aqui?". Pior ainda que tem uma parte que o jogo te trava numa área sem deixar você grindar ou fazer upgrade nas espadas, o que me levou a ter que matar um chefe dando tipo, 1-7 de dano nele por porrada, kkkk

    Pior que no final eu não aprendi minha lição, e me meti no final do jogo aparentemente underlevelado, sofri pra matar o penúltimo chefe, gastei os melhores itens nele e o cansaço/estresse me fizeram sofrer desnecessariamente no chefe final.

    A ideia de mudar de espadas elementais é legal, e cada uma tem sua característica, mas achei que a de fogo é muito melhor que as outras, talvez por que ela era a que tinha mais força aqui, e como eu já falei que eu tava underlevelado em algumas partes, era a única que dava dano (especialmente com o ataque carregado dela). Acho que seria legal se tivesse algum incentivo pra usar espada de acordo com vulnerabilidade inimigas, mas nada que arruine o jogo.

    Tem uns cameos e lorezinhos pra série, mas como eu disse, meu apego em YS é pela simplicidade da coisa e de como não tem enrola, então eu vi meio que só por cima. Uns cameos e referências a personagens de jogos anteriores (uns que reconheci, outros não) são bem legais porém.

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      bobramber · 28 days ago · 2 pontos

      Bom texto sobre o jogo, pelo menos pra mim que nunca joguei nada da série.

      1 reply
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      jcelove · 28 days ago · 2 pontos

      Boa. O 6 é bacana e tem um personagem que volta na estreia do esquema de party no Ys seven.

      7 replies
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      emphighwind · 28 days ago · 1 ponto

      Alma

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  • 2022-04-18 01:47:08 -0300 Thumb picture
    gicba checked-in to:
    Post by gicba: <p>Zerado, com algumas pequeninas aspas.</p><p>Eu t
    Omega Boost

    Platform: Playstation
    86 Players
    4 Check-ins

    Zerado, com algumas pequeninas aspas.

    Eu tirei um monte de print mas misteriosamente não estão nas minhas pastas, vsf Retroarch. Enfim, descobri aleatoriamente que esse jogo existia e por 5 segundos dele rodando eu resolvi que eu absolutamente precisava jogar isso, e foi uma surpresa agradável.

    Nunca achei que os devs de Gran Turismo iam entregar um joguin de tiro bacana assim, de inicio eu torci o nariz pelo esquema de ondas e o botão de "rastrear", que te aponta para os inimigos, e entrei pensando "eu provavelmente vou curtir, mas preferia que fosse um railshooterzão tipo Panzer Dragoon"

    Acontece que tem mesmo umas fases retas, geralmente com você dentro de um tubo, mas a forma que ele lida com as fases "3D" é bem interessante, e as vezes (como na primeira forma do chefe na fase 8, aquela desgraça), é importante você saber quando soltar o L1 pra acertar uma parte específica dos inimigos com a metralhadora.

    Falando na fase 8. Foi onde eu penei e passei por pouco, pois eu demorei pra me tocar no esquema do chefe, e quando consegui matar ele uma vez, a segunda forma troll me pegou de surpresa (detalhe, precisa matar eles em 2 minutos ou tu morre). Não foi minha primeira morte porém, eu morri 2 vezes na fase 5 por que eu simplesmente comecei a mexer o corpo no ritmo da músiquinha, pq eu achei ela legal, apesar de hilariamente fora de lugar

    A OST toda do jogo é legalzinha, apesar das músicas licensiadas serem bem estranhas pro tipo de jogo. E eu também não acho a música do menu/final boss, pena, ela é cheesy mas muito boa.

    Edit: achei. Wtf, os caras licensiaram uma música diferente pra cada região do jogo, kkk

    Enfim, quanto as aspas: eu cheguei na fase final mas esses ultimos chefes são super cornos com jogadores novos. A fase 8 tem esse bicho filho da puta ai de 2 minutos com forma supresa extra, a 9 é 3 fases do final boss, com a primeira basicamente alternando entre refletir os lasers e a metralhadora. Eu morri por isso, e não minto, passei a fase pelo stage select que tem no menu mesmo. Foi aqui que eu achei a única coisa irritante do jogo: se você passa a mira em algo, quase sempre o jogo da lock on pro laser. Tem como evitar, pois se tu der uma esquiva, o lock-on sai, mas simplesmente não era necessário esse tipo de coisa. Panzer Dragoon fez isso direitinho antes, sei lá por que a Polyphony fez desse jeito, o que é estranho visto que aparentemente um dos caras de Panzer tava no time desse jogo. Levou a uns momentos frustrantes na primeira forma do final boss, mas depois que eu descobri que dava pra cheesar ele com o especial foi sussa.

    Por ter passado a fase no stage select, eu tive que ver o final no YT. A história é bem doida, pelo que entendi tem um virus alien que quer mudar a historia da humanidade ou algo assim? E no final ela toma controle do seu robô no fim de contas, não entendi se ele conteve o bicho ou fez merda depois.

    É engraçado como as cenas mesclam CGI e live action, e até que as partes live action não são super zoadas.

    Vendo aqui criticaram bastante o jogo por ser curto, vendeu mal tbm então são óbvios os motivos que a Polyphony nunca encostou nele além do Gran Turismo. Mas adoraria que eles revisitassem o conceito, eu acho que tem potencial pra caralho.

    Eu gostei tanto que vou tentar zerar sem muleta alguma hora, eu tenho quase certeza que eu consigo. Diferente do Panzer Dragoon original, eu não me irritei com os controles e tal, mt pelo contrário, se tem uma desculpa pra jogar isso mais, eu vou querer

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse foi o segundo grande jogo da polyphony antes dela virar escrava de gt (teve os Motor Toons tbm se me lembro).
      Achava ele fantastico mas nunca consegui terminar, provavelmente por nao dominar o lpck on. Numca passei da fase em que o boss vem ppr tras na violencia.hehe

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Mano, esse jogo é sensacional. Eu joguei na época e ficava chocado com os gráficos. É um jogo desafiador e demorei MUITO para pegar os macetes e zerar o game.

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  • 2022-04-09 20:40:15 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Terminado pela sei lá que vez, dessa vez no Eliw
    Fire Emblem

    Platform: Gameboy Advance
    1151 Players
    263 Check-ins

    Terminado pela sei lá que vez, dessa vez no Eliwood Hard Mode.

    Com isso, posso me gabar com a conquista extremamente idiota e inútil de ter zerado esse jogo em todas as dificuldades! (Normal e Hard pra cada um dos 2 protagonistas, a Lyn não conta já que é só o prólogo do jogo, mas obviamente já zerei o HM dela tbm, que só remove o tutorial que segura sua mão)

    Experiência estranha, tenho muito costume de coisas do Hector Mode, então algumas posições de uns chefes nuns mapas me pegaram de surpresa. Fucking Maxime mudando de lugar e me dando um jumpscare, a esse ponto é memória muscular jogar o mapa com a posição dele no Hector Mode em mente. Eubans tbm me assustou pq tô acostumado com ele tando no canto do mapa e não no meio, aí eu passei o mapa sem recrutar o Heath sem querer e tive que resetar kkkkkkk

    Por falar no Heath, parece que os personagens jogáveis que começam como inimigos não recebem bônus, diferente do HHM, tu sente a diferença na performance do Raven e especialmente a do Heath que eu achei borderline injogável comparado a versão dele no Hector Hard, que era fácin de treinar.

    Mas é FE7 que é cheio de prepromote xarope, então sempre tinha alguém pra por ali no time. E como no Hector Hard, o Eliwood HM também faz a idiotice de reduzir a quantidade de unidade que você pode usar por mapa, o que me fez treinar a Rebecca e no fim quase nem usar ela ):<

    Eu também resolvi treinar os 3 protagonistas pra zoar e ir pra um mapa que precisa que eles estejam num nível alto pra acessar, e...meh. Lyn é triste demais com 2x effectiveness, Eliwood é ok (apesar deu ter dado uns statboosters pra ele ainda), e o Hector resolveu que era o Sonic

    Eu gosto de jogar rápido então ter que ficar carregando esses 3 foi um saco, os cara não tem cavalo, ter que feedar kills pra eles foi cansativo e bem perto do mapa que citei ali em cima que precisa dos level combinado dos 3 serem acima de 49, eu notei que eles não estavam forte o suficiente, o que me fez mudar meus planos de pular um mapa opcional que odeio, esses 2 mapas foram a parte mais unfun e lerda dessa run.

    Com isso dito eu simplesmente não joguei Night of Farewells nessa vez, mesmo atingindo os requisitos pra abrir o mapa, graças a deus FE7 deixa você recusar gaiden/paralogue, e eles não são necessários pra um true end igual no FE6. Minha desatenção levou a uma parte do jogo que, nesses 9 anos que eu sou fã de FE, acho que foi a primeira vez que cheguei perto de ficar sem arma pra lutar, kek, tinha dinheiro de sobra porém então assim que cheguei num mapa com loja eu me entupi de item que ficou mofando no Merlinus por que eu comprei mais que o necessário.

    Enfim, foi uma experiência ok, mas o EHM tem umas coisas estranhas, tipo parecer que os caras tinham um fetiche por arqueiro, como se eles fossem algum tipo de inimigo perigoso. Tem uns 5 mapas que arqueiros são 70% dos inimigos, wtf.

    Se eu for revisitar FE7 no futuro, vai ser no Hector Mode mesmo, só a Farina já basta pra fazer ser o modo optimal para rejogar. Quem sabe não faça uma run pra pegar rank máximo em tudo algum dia.

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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      "nesses 9 anos que eu sou fã de FE, acho que foi a primeira vez que cheguei perto de ficar sem arma pra lutar" nada disso teria acontecido se a intsys tivesse mantido o sistema de captura do Thracia.

      1 reply
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      noyluiz · about 1 month ago · 1 ponto

      Esse bagulho de reduzir o numero de unit é paia demais...

      2 replies
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      vante · about 1 month ago · 1 ponto

      Quando eu joguei o Hector mode foi o contrário kkkkkkkkk. Eu acabei sem itens e nem dinheiro pra comprar mais. Não sei até hoje como consegui vencer aquilo jogando mal do jeito que eu joguei

      1 reply
  • 2022-04-01 20:41:45 -0300 Thumb picture
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    Post by gicba: <p>Em uma nota mais séria, teje zerado. (Favor não
    Tales of Destiny - Remake(Director's Cut)

    Platform: Playstation 2
    69 Players
    3 Check-ins

    Em uma nota mais séria, teje zerado. (Favor não reparar nas prints mal cortadas, eu odeio como PCSX2 salva screenshots então tirei tudo no lightshot mesmo)

    Essa parte final do jogo é bem rápida, tem um pouco de enrola perto do final (voar pra umas partes do world map só pra ver umas caixas de diálogo, podia tudo ser uma cena mesmo), mas a final dungeon é bem grandinha e com uns puzzles legais. Bom que depois da Azure Tree do Ao no Kiseki, nenhuma final dungeon me assusta mais kkk

    Tem até uma parte que você tem de dividir o time e ir trocando enquanto resolve puzzles para ajudar o outro a avançar, parecendo o final dungeon de FF6.

    Dificuldade continuou boa, com exceção do final boss, especificamente a segunda forma dele. O filho da puta tem HP demais, e quando chega perto do final da luta ele começa a apelar, spammando status, magia que acerta a tela inteira, e botando um escudo que precisa de 30 hits para quebrar. Eu sofri, levei quase umas 2 horas tentando, graças a deus se perder na segunda forma, não precisa lutar contra a primeira de novo, já volta da segunda mesmo (e você pode mexer na party, re-equipar, fazer upgrade nos equipamentos, etc)

    Eu gostei bastante do jogo, foram umas 30 horas bem gastas. Não tem muita enrola, (fora o que falei ali em cima), as dungeons são bacanas e os puzzles são engajantes, apesar de achar que a encounter rate podia ser um pouco menor. A história não vai mudar sua vida, mas ela funciona, e os personagens são bem legais, apesar de alguns deles serem um pouco estáticos (Woodrow parece um robô as vezes), e alívio comico (Chelsea, e o Kongman, apesar que o Kongman sempre me deixava com um sorriso no rosto, eu amo ele).

    Sobre a tradução, não encontrei grandes problemas. Nenhum crash, ou parte sem traduzir, apesar de admitir que não falei com literal todo NPC. Os únicos problemas que eu notei foram uns 4, 5 typos, e perto do final, tinha uma skit com umas frases bem estranhas que não faziam muito sentido, mas nada que atrapalhou a história. Não notei nenhuma inconsistência de nome ou terminologia também, mas posso tá errado. Ainda estão editando o script, então se preferir, esperar um pouco mais pode ser uma boa.

    Ainda não acredito que meteram essa, kkk

    Por curiosidade fui ver o que o pessoal acha desse jogo comparado ao original, e a maioria prefere o remake, apesar de ter um pessoal que não curte algumas mudanças, especialmente do Leon, que originalmente era bem mais rude e completamente filho da puta, e que teve umas mudanças para acomodar material suplementar (tipo Drama CDs e a sequência). Também vi um pessoal que fala que o Stahn é mais burro no remake, mas sei lá, pra mim isso soa como uma consequência da localização do original ter cortado as skits (a maioria da burrice do Stahn na minha opinião, aparece nas skits)

    A OST também é bacana, eu acho que hoje em dia o Motoi Sakuraba anda bem repetitivo e fraco, mas antigamente eu acho que ele era um compositor bacana, e queira ou não, depois de anos jogando jogos que ele compôs, é um pouco difícil não curtir o estilo dele.

    Ah é, me sinto burro por só perceber o quanto esses dois parecem com os protagonistas de Slayers no quesito de personalidade (e no caso do Stahn, visualmente também), acho que isso explica por que curto eles tanto.

    Enfim, acho que é um bom JRPG, 30 horas de porrada e dungeon crawling, com uma história básica mas legal, personagens divertidos e combate mais divertido ainda. 

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      fonsaca · about 2 months ago · 2 pontos

      O Stahn é bem burro no original. Hahhahaha!

  • 2022-04-01 13:11:46 -0300 Thumb picture
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      vante · about 2 months ago · 1 ponto

      SOUL

  • 2022-03-29 22:03:04 -0300 Thumb picture
    gicba checked-in to:
    Post by gicba: <p>Continuando, acho que tô chegando perto do fim,
    Tales of Destiny - Remake(Director's Cut)

    Platform: Playstation 2
    69 Players
    3 Check-ins

    Continuando, acho que tô chegando perto do fim, visto que o verdadeiro vilão apareceu e o mundo já tá indo pra merda (no joguinho mesmo, mas fora dele tbm tá foda)

    Elogiei o ritmo do jogo na primeira parte, e no segundo ele meio que continua sem muita enrola. A maior mudança é que no melhor estilo de JRPGs clássico, tem um outro world map/overworld para você navegar, a questão é que aqui no Destiny, esse segundo mapa é praticamente dungeon atrás de dungeon.

    Elas não são necessariamente ruins, ou super longas. São maiores do que eu tô acostumado com uns JRPGs que ando jogando, o que me pegava desprevinido, mas admito que a frequência com que você explora dungeons e consequentemente fica batalhando me cansou um pouco. Senti falta das rápidas quebra de ritmo que as cidades traziam, parar pra comprar equipamento, etc.

    Pior ainda que a unica "cidade" nesse mapa (que na verdade é só uma base que você pode re-estocar itens e comida) é meio longe, o mapa é todo fragmentado, então sempre que você precisa de re-estocar os itens antes de uma dungeon tinha um backtrack considerável no caminho.

    Graças a deus existe um item que totalmente para os encontros por um tempo limitado (tipo o Repel em Pokémon) e um dos personagens tem uma passiva que abaixa a taxa de encontros se ele está no slot de suporte, fora da party ativa, mas ainda é chato o processo.

    As dungeons aqui complicam um bocado, nada a ponto de puxar os cabelos, mas como disse, elas são relativamente longas e tem uma quantidade sadia de puzzles, que variam de extremamente fáceis a "me fizeram pensar por uns minutos". A parte mais incômoda é que em alguns desses puzzles os encontros continuam ativos, então tu tá tentando resolver algo lá e daí é interrompido por uma batalha, sempre um saco isso em JRPG, hsauhasu

    Antes de acabar essa parte hoje, eu desci pra superfície e venci as batalhas da Arena, pois se você vencer o quarto e último nível com o Stahn, a irmã dele aparece, e vencendo ela, ela entra na sua party.

    A arena não foi difícil até o último nível, que traz umas formações super troll com uns 10 inimigos de uma vez te combando com magia, a unica coisa que eu conseguia fazer para passar dessa parte foi acertando um golpe na cagada e soltando um Blast Caliber (o equivalente de um super num jogo de luta) pra limpar a tela e conseguir parar de ser combado eternamente pelos inimigos.

    A Lilith em si foi até chatinha, mas eu consegui vencer ela equipando um acessório que regenerava com um comando específico, correndo dela, e soltando Tempest quando ela chega perto, basicamente um ataque onde o Stahn vira o Sonic e sai girando feito um maluco no ar.

    Não usei a Lilith direito mas eu adoro a ideia de um personagem que é pura palhaçada assim, as armas dela são uma concha e uma frigideira, e os ataques dela incluem fazer um panelaço, e fritar uma carne pra soltar fogo nos inimigos.

    Vale citar que a dificuldade continua boa, com exceção de dois chefes que me torraram a paciência. Ambos eu tive que jogar com a Philia por que a AI não cooperava e não fazia direito o que eu precisava, as vezes se jogava em ataques desnecessariamente, etc.

    Ainda tô curtindo bastante, apesar de tudo. Ainda prevejo que vá se tornar um dos meus Tales favoritos.

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      manoelnsn · about 2 months ago · 1 ponto

      Esse me interessa, mas antes quero jogar o original primeiro.

      1 reply
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