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  • 2021-02-03 14:36:59 -0200 Thumb picture
    Post by grindingcast: <p>E pra galera que curte uns monstrinhos, hoje fal

    E pra galera que curte uns monstrinhos, hoje falaremos de: Digimon Story: Cyber Sleuth

    Digimon Story: Cyber Sleuth é um RPG de turno desenvolvido pela Media.Vision e publicado pela Bandai Namco Entertainment no ano de 2015 para o Playstation 4 e PS Vita. Posteriormente ganhando uma versão para Nintendo Swtich e PC em 2019.

    O jogador assume o papel de Takumi Aiba (homem) ou Ami Aiba (mulher), jovens estudantes japoneses que vivem em Tóquio enquanto sua mãe, uma repórter, está trabalhando no exterior.

    Depois de receber uma mensagem estranha de um hacker, Aiba investiga uma rede ciberespaço de interação física chamada EDEN, onde eles encontram Nokia Shiramine e Arata Sanada, que também estão investigando a mensagem.

    Pouco depois, o hacker dá a eles programas "Digimon Capture" e os bloqueia em "Kowloon", uma parte mais antiga do EDEN invadida por hackers. Enquanto procurava uma saída, Aiba encontra Yuugo, líder da equipe de hackers "Zaxon"; Yuugo ensina a Aiba como usar sua captura de Digimon e diz a eles que Arata é, na verdade, um hacker habilidoso.

    Aiba se encontra com Nokia e Arata, que abre uma saída, mas os três são atacados por uma criatura misteriosa que agarra Aiba e corrompe seu processo de logout. Aiba surge no mundo real como uma entidade semi-digitalizada e é resgatada por um detetive chamado Kyoko Kuremi, chefe da Agência de Detetives Kuremi, especializada em crimes cibernéticos.

    Aiba manifesta uma habilidade chamada Connect Jump, que permite que eles viajem para dentro e através de redes. Reconhecendo a utilidade do status único da Aiba, Kyoko auxilia a Aiba na estabilização de seu corpo digital e solicita sua ajuda na investigação das Empresas Kamishiro

    Quanto a gameplay, o jogador controla Aiba que possui uma habilidade de comandar Digimon, criaturas digitais com suas próprias habilidades únicas que lutam contra outros Digimon.

    O jogador pode escolher entre Palmon, Terriermon ou Hagurumon como seu parceiro inicial, podendo pegar outros conforme avançam em novas áreas, tendo um total de 249 Digimon disponíveis.

    As batalhas ocorrem por turno, com o jogador tendo as opções de atacar, defender, usar skills, itens ou trocar de digimon durante a batalha.

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      manoelnsn · 6 months ago · 2 pontos

      Arte de Durarara + esse estilo de combate meio SMT, meio Pokémon... Acho que nunca vou jogar esses jogos da franquia, ahuahauhaua

      2 replies
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      sonne · 6 months ago · 2 pontos

      "Arte de Durarara + Estilo meio SMT"
      Did you mean: Devil Survivor ?

  • rafael_mingato Rafael Mingato
    2020-10-10 19:35:47 -0300 Thumb picture
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      miguelpardal_art · 10 months ago · 2 pontos

      digimon e tipo a planta que vira geladeira que ai vira anjo e depois um deus com metralhadora kkk digimon e muito doido

      1 reply
  • rafael_mingato Rafael Mingato
    2020-07-20 12:34:40 -0300 Thumb picture
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      ersatzgott · 10 months ago · 1 ponto

      Necropost, mas: Gomamon pode virar 75476 coisas, Digimon não tem essas coisas fixas e esse canal fala muita besteira. Além de se ater aos termos localizados inconsistentes.
      Este aqui é basicamente o único site bom que se tem pra tirar informações da franquia:
      https://wikimon.net/Gomamon

  • rafael_mingato Rafael Mingato
    2020-07-06 17:29:10 -0300 Thumb picture
  • rafael_mingato Rafael Mingato
    2020-06-22 12:59:43 -0300 Thumb picture
  • santosmurilo Murilo
    2020-06-10 21:30:30 -0300 Thumb picture
    santosmurilo checked-in:
    Post by santosmurilo: <p><strong>Derrotado</strong>!</p><p>#img#[714204]<

    Derrotado!

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  • rafael_mingato Rafael Mingato
    2020-06-10 21:11:54 -0300 Thumb picture
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  • santosmurilo Murilo
    2020-06-10 18:22:48 -0300 Thumb picture
    santosmurilo checked-in:
    Post by santosmurilo: <p>Consegui Jesmon e Chaosmon!</p><p>#img#[714156]<

    Consegui Jesmon e Chaosmon!

    Com isso já dá pra lutar com o Imperaldramon Modo Paladino! 

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      knuxbbs · about 1 year ago · 2 pontos

      Jesmon é bastante útil.

      Já enfrentou o Lucemon?

      3 replies
  • santosmurilo Murilo
    2020-06-09 17:34:29 -0300 Thumb picture
    santosmurilo checked-in:
    Post by santosmurilo: <p>Continuando a luta por um Dukemon, mas tá difici

    Continuando a luta por um Dukemon, mas tá dificil!

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      danilodlaker · about 1 year ago · 2 pontos

      Eu ainda não terminei esse jogo no PS Vita, eu vou esperar ele entrar em promoção na Steam pra min começar tudo de novo. Esse é disparado meu RPG favorito da franquia.

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      cukierti · about 1 year ago · 2 pontos

      Evolui para Dukaramon?

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-05-30 17:35:14 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Digimon Story: Cyber Sleuth

    Zerado dia 30/05/20

    Caraca, finalmente eu terminei esse jogo! Depois de tantas semanas me arrastando, a coisa finalmente andou e eu posso continuar os próximos em paz!

    Quando eu desbloqueei o Vita, um dos primeiros jogos que pensei em baixar foi Digimon Story: Cyber Sleuth. Ainda estava apanhando com toda a coisa de hackear o video game, mas fiquei muito feliz depois de passar um jogo tão grande pro meu portátil e ver que ele funcionava. Eu tinha finalmente um Vita propriamente desbloqueado e funcional!

    Desde então o jogo ficou lá, esperando a minha paciência de jogar longos RPGs hoje em dia. Cheguei a deletar ele umas vezes pra caber outros títulos no meu humilde cartão de 8GB, mas sempre o colocava de volta, pois sentia que ele merecia ficar por lá e ser jogado quando desse.

    Lembro que na época esse jogo era popular, e a vontade de jogá-lo cresceu um pouco quando soube que ele vinha pro Switch e quando vi pessoas o jogando e debatendo. Mas o fato é que eu queria liberar bastante espaço no Vita pra por outro jogo, então pulei de cabeça!

    O quão difícil pode ser jogar um RPG de colecionar monstrinhos? E eu amava Digimon na sua primeira temporada lá pra 2000, sabia todos os nomes, gravava os episódios em VHS diretamente da TV e chorava pra minha mãe comprar bonecos que se transformavam!

    Comecei esperando me animar um pouco mais e devo dizer que joguei umas 4 horas e deixei o Vita em modo de descanso. Estava curtindo. Mas no dia seguinte o meu save havia corrompido, o que se não em engano é um defeito de Vitas desbloqueados: nunca deixe jogos no sleep mode por horas!

    Recomecei e foi um pouco mais rápido. No início você escolhe entre 3 digimons pra ser o seu inicial e tal, as as semelhanças com Pokémon não vão muito além disso.

    Apesar de não estar achando o jogo lá muito interessante, duas coisas me incomodavam no momento: serrilhados, exclusivos da versão Vita. Os modelos são bonitos e tudo mais, mas quando condensados na telinha do portátil, algumas coisas ficam esquisitas, como linhas de prédios, escadas e até roupa e calçadas e árvores. Em segundo lugar, o protagonista é uma bagunça de estilos, roupas e cores, enquanto os demais personagens são normais (com exceção de alguns personagens secundários). Parece que você tá jogando com uma pessoa fazendo cosplay!

    Acho que meio que todo mundo sabe, mas Cyber Sleuth é meio que uma mistura de Digimon com Persona. Fica meio óbvio que a Bandai deu uma leve copiada na fórmula da Atlus, mas também sabemos que toda série de sucesso ganha versões por outras empresas.

    O lado Persona do jogo envolve o seu cotidiano como assistente numa agência de detetives. As pessoas vão lá e deixam casos pra você resolver, tanto relacionados a campanha principal quanto sidequests. "Houveram sumiços de pessoas em Akihabara. Quero que você vá lá e descubra o que pode ter acontecido". Você vai lá, fala com as pessoas de interesse e as vezes resolve rapidinho, as vezes mandam pra outros mapas, e pra outros e outros.

    Porém, diferentemente da Atlus, a Bandai fez essas situações super desinteressantes e nada imersivas. Pessoas sumiram? Poderia ser algo pesado ou ao menos com um clima mais tenso e misterioso, mas acaba que você procura as pistas num dia feliz qualquer sem menor contexto e chega na conclusão do caso de forma mais sem sal possível. Me fez sentir que eu estava lendo aqueles diálogos pra nada e que poderia ignorar tudo sem perder nada da experiência.

    E eu nem cheguei a falar nas sidequests, que envolvem coisas idiotas como achar um item perdido de um digimon, que está praticamente ao lado dele.

    Não tem como defender nem a campanha quase nunca, pois em pelo menos metade do jogo, cada capítulo do jogo se baseia em casos independentes, com começo, meio e fim, ao invés de terem algo em comum para um mal maior. Houveram situações em que eu deveria explorar o mundo digital (que é meio que uma dungeon de 4 andares que você fica revisitando o jogo inteiro), enfrentar uns inimigos chatos e um chefe forte e quando achava que a coisa iria decolar, o próximo episódio da campanha era levar os monstrinhos para comer em diversos restaurantes.

    Cyber Sleuth é um verdadeiro mestre em cortar o seu barato, te obrigando a deixar o lado RPG de lado para andar nas limitadíssimas cidades ou ficar re-explorando mil vezes cada canto dos 4 andares do shopping onde fica a agência de detetives atrás da pessoa que vai te permitir continuar a campanha.

    Agora, pra mim, o pior eram os diálogos. O texto do jogo é terrível em ir direto ao ponto e toda conversa se estende demais! Definitivamente não souberam contar uma estória.

    Rodeios, enrolações e verdadeiras viagens dos personagens fazem com que cada diálogo seja arrastado e muito sem graça. Em diversos momentos eu acabava apertando X como louco pra voltar a jogar, mas os parágrafos não paravam de vir e tudo isso pra te dizer pra ir pra certo lugar. Chegando lá, mais uma porção de parágrafos, dezenas de palavrinhas com aquela fonte branca e, com sorte, a cada mil uma verde ou vermelha pra chamar a atenção ou dublados em japonês, coisa que não acontece com muita constância.

    Pra complementar isso, os desenvolvedores optaram por raramente fazer cutscenes, então fizeram assim: os heróis vêm o vilão e andam até ele, daí a tela congela e vira background enquanto os modelos aparecem na frente, um do lado esquerdo da tela, outro do lado direito. Eles conversam meia hora, batalham e tudo e a "print screen" congelada continua lá! As vezes a câmera ainda tenta mudar a perspectiva e gira em volta dos personagens durante a conversa, mas a imagem estática continua lá. Em certas partes, ao invés de fazer a cutscene com a engine do jogo, os desenvolvedores optaram pela imagem estática com o personagem 3D interagindo como se estivesse lá. Super estranho!

    Logo me ficou óbvio o quanto Cyber Sleuth é um jogo de otaku/adolescente. O enredo é de uma temporada ruim de Digimon, mais numa versão não necessariamente para criança já que o fanservice é muito apelativo nas personagens femininas, com roupas curtas e decotadas, se insinuando e etc. Pra mim, uma tentativa bem imatura de prender otaku no jogo.

    O outro lado do jogo, é o do Digimon em si. Colecionar, treinar, batalhar. Essa parte é bem legal e eu ficava rezando pra voltar pra ela sempre que pudesse. Na real, poderiam acelerar toda a parte "social" do jogo cortando um bocado dos diálogos bestas.

    As batalhas funcionam como de muitos RPGs, mas diferente de Pokémon, por exemplo, conseguir mais digimons é mais fácil, de certa forma, e mais difícil de outras.

    pra começar, são cerca de 250 deles, e isso é bastante! Eu mesmo terminei a campanha com uns 150 e poucos capturados e mais uns 180 vistos, e olha que casualmente tentei pegar o máximo possível!

    Cada vez que você encontra um digimon, sua porcentagem individual cresce cerca de 15%. Ao chegar em 100%, você pode sintetizá-lo e trazê-lo pro seu time desde o nível 1 e treiná-lo para ficar mais forte, aprender novas habilidades e coisas do tipo, além de adicioná-lo à sua "pokédex". Apesar de 100% ser o mínimo necessário para criar um digimon, a porcentagem vai até 200%, o que garante um digimon melhor do que numa porcentagem mais baixa.

    A parte que eu mais curti de criar digimons, senão do jogo inteiro, foi o processo evolutivo, coisa que pra mim sempre foi meio confuso na série, desde o Greymon virando Skullgreymon ou Metalgreymon no anime ou o meu Agumon virar um ovo com duas pernas lá na época do Digimon World de PS1.

    No mesmo lugar em que você confecciona digimons, você pode os evoluir ou involuir. Diferentemente de Pokémon, onde todo mundo tem sua árvore genealógica fixa, aqui você tem várias opções tanta para subir na linha evolutiva quanto para voltar como o Greymon, por exemplo, que tem 4 evoluções possíveis, cada uma dependendo de níveis e atributos mínimos. Dependendo do seu time, pode ser que você possa evoluir para todos, então basta escolher o que preferir (eu geralmente tinha digimons em mente pro time, mas pros outros que ficavam treinando na fazenda eu priorizava aqueles que não tinha.

    Voltar também é sempre possível para todos os digimons que você já tiver ao menos visto. Imagine na imagem acima que o Patamon tem 4 evoluções possíveis. Uma delas é o Birdramon, que tem mais 4 e assim por diante. O Patamon ainda pode involuir pra outros, o que faz com que as possibilidades cheguem longe!

    Alguns digimons requerem níveis altos ou mesmo dois digimons de altos níveis na cadeia evolutiva e em níveis altos e atributos para serem conseguidos, como é o caso do Omnimon, que é a fusão do Wargreymon com o Metalgarurumon. Vale ainda dizer que apenas evoluir diretamente pode não fazer o digimon possível, pois o jogo recompensa digimons que evoluam e involuam e herdem habilidade de diferentes linhas evolutivas. Inclusive, há um atributo, ABI, que é obrigatório para conseguir certos digimons de alta patente. Para aumentar a ABI do seu monstrinho, evolua-o ou involua-o para conseguir pontos.

    A parte cruel é que ambos os casos o digimon volta pro nível 1, o que me fez jogar muitas horas no final pra treinar um monstro até o nível mínimo pra evoluir, só pra depois ele voltar pro nível 1 e eu ter que treiná-lo até o nível desejado novamente.

    Resumindo: Digimon Story: Cyber Sleuth é um jogo ok e uma verdadeira montanha-russa de sentimentos. Quando eu treinava meus monstrinhos, evoluía, revisitava memórias do anime e das criaturas que já havia esquecido e todo o fanservice e me sentia no mundo digimon, eu curtia, porém, quando eu andava pela cidade conversando sem fim os papos mais desinteressantes do mundo, eu cansava muito rápido e chegava a desligar o Vita 10 minutos depois de tê-lo ligado, para então passar dias sem voltar à aventura.

    De bom: as batalhas são bonitas e os modelos dos digimons e suas muitas animações de ataque são super legais. Sistema muito legal de conseguir digimons e te fazer continuar insistindo a ir atrás de mais, muito melhor do que o do Pokémon e ficar jogando pokébola ou esperando criaturas chegarem nos níveis. Demorei pra perceber, mas tinha um NPC que ajudava a saber o que fazer em seguida, pois em muitos momentos eu simplesmente passava as dezenas de páginas de conversa e perdia o próximo passo. O fanservice é bacana (no final mesmo tem uma torre que praticamente só aparecem os vilões da primeira temporada (Piedmon, Pinocchimon, Metalseadramon e Machinedramon). Depois de muito tempo descobri que poderia ter cortado umas boas horas eliminando as animações de batalha repetitivas nas opções.

    De ruim: estória sem graça e muito arrastada. Diálogo demais pra falar nada (menos é mais)! Fanservice sexualmente apelativo tosco. As batalhas raramente dependem de estratégia e de fato eu zerei o jogo quase todo literalmente só apertando select pra ativar o auto-battle (os digimons apenas usam seu ataque mais forte e raramente curam). O jogo só começou a parecer uma coisa só encorpada depois da metade, sendo que antes eu era basicamente um estagiário resolvendo problemas toscos. A versão do Vita tem uns probleminhas visuais com texturas e serrilhados (vi o trailer da versão do Switch e o jogo é muito mais bonito). Odeio como não tem atalhos para coisas que usamos constantemente, como abrir as mensagens que as pessoas e digimons ficam te mandando a todo tempo, que além de serem tosquíssimas, me fazem abri um menu, mover até o ícone e o abrir (o d-pad mesmo só serve pro seu personagem andar super lento, coisa que não tem o menor sentido e desperdiça várias possibilidades). O jogo em si é super repetitivo em todos os quesitos, desde as batalhas até os personagens, diálogos, cenários e temáticas.

    No geral, gastei 50 e poucas horas no jogo (umas 12h a mais do que o howlongtobeat.com dizia) e com umas 10 eu já estava cansado, mas os últimos capítulos foram mais interessantes e eu acabei os maratonando quase que sem querer. Cyber Sleuth não é o pior jogo do mundo, mas me decepcionou um bocado e só deu sabe quando jogarei sua sequência agora. Eu só recomendaria o jogo pra quem é bem otaku e fã de Digimon, mas não espere o melhor jogo do mundo!

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      santosmurilo · about 1 year ago · 2 pontos

      eu jopgguei esse game no lançamento no PSVitta. De fato ele é bem enfadonho ee desinteressante a maior parte do tempo, fica melhor a partir do capitulo 10. só pra quem é fã msm. Como sou um dessess fãs, finalizei no Vita em 2016 e salvei meu save na nuvem pra rejogar no pss4, coissa q fiz aggora em 2020, há um mes attras...

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      xch_choram · about 1 year ago · 1 ponto

      Eu tinha jogado umas 3 4 horas, isso do exesso de dialogos sem graça me desanimou bastante. Assim como não saber pra onde ir depois de sair pulando os dialogos.
      Quem é esse NPC que te ajuda com pra onde ir?

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      fonsaca · about 1 year ago · 1 ponto

      Pior que eu curto Digimon e sempre quero jogar os jogos, mas eles sempre tem essas sacanagens de resetar leveis. O World Re:Digitize do PSP estava bem legal, mas é triste o digimon morrer por culpa do tempo e ter que evoluí-lo tudo de novo. Muita ansiedade nesses Worlds (que resolveram manter a dinâmica do World 1 do PS1).
      Sidequests inúteis é um "mal" dos RPGs que começaram desde, sie lá, a época do PS2 e vieram importados de MMOs. Não suporto isso, hahaha!
      A evolução dos monstrinhos é uma loucura nos jogos mesmo. Não sei se é canônico isso ou só pros jogos, mas realmente eles evoluem para "coisas nada a ver". Hahaha! Lembro disso do Digimon World 2 e 3.
      Bem, lendo sua análise noto que não jogarei esse Digimon, mas ainda fico interessado eu achar algum jogo mais novo da série para encarar.

      2 replies

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