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  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-04-15 23:31:37 -0300 Thumb picture
    Post by denis_lisboadosreis: <p><strong>Resident Evil: The Umbrella Chronicles</

    Resident Evil: The Umbrella Chronicles finalizado!

    Esse Resident Evil foge do padrão da série, que normalmente é voltado pra survivor horror, ou ação. Aqui temos um jogo de tiro com câmera em primeira pessoa ao estilo de fliperamas antigos, como The House of Dead, onde a visualização é fixada como num trilho e a única preocupação dos jogadores é acertar os alvos na tela antes de serem atingidos, sem poder controlar movimentação dos personagens e com munição infinita pra arma básica, e indicado pra jogar usando o controle PlayStation Move, mas pode ser jogado normalmente com o DualShock.

    A história é uma releitura e resumo de vários trechos de quase toda a primeira parte da série da época em que ainda eram em grande parte sobre zumbis, com cenários de Resident Evil 0, pra mansão de Resident Evil "1", passando pro ambiente urbano de Racoon City em Resident Evil 3: Nemesis (pulando Resident Evil 2), e mais um cenário original desse jogo, onde mostra o desfecho da Umbrella num laboratório escondido na Rússia. A história é contada como um arquivo da perspectiva de Wesker, um dos principais vilões da série, e que também participa da ação em fases extras que são liberadas conforme o resultado nos cenários principais. 

    São nessas fases extras em que se tenta preencher algum espaço nas maluquices da série, com Wesker xeretando nas montanhas de Resident Evil 0, também mostrando como ele saiu da mansão no primeiro jogo, e de como ele arquitetou e deu fim na Umbrella e seu último obstáculo. Temos também uma fase mostrando Ada ferida fugindo de Racoon City, e uma com a fuga de HUNK mostrando pra quem ele trabalhava.

    Cada fase é dividida em duas partes, e em praticamente todas com um chefe no fim da segunda parte. No fim de cada fase recebemos uma nota de desempenho baseado no tempo, números de inimigos mortos, objetos destruídos, arquivos coletados , e acertos críticos. Com o resultado ganhamos estrelas que são gastas pra realizar melhorias nas armas já adquiridas.

     O jogo possui um vilão principal inédito, Sergei Vladimir, um russão gigante com sotaque carregado e mania de grandeza refinada, bem clichê. E que possui dois Tyrants guarda-costas que são o design mais ridículo que já vi na série. Dois gigantes com óculos coloridos e casacão branco brilhante (a ideia era serem "discretos"). E o que eles têm de ridículos também tem de apelões, sendo o chefe mais difícil do jogo e lutam em dupla. 

    Enquanto o russo é um dos chefes mais fáceis do jogo, e o último da campanha do Wesker, enquanto que Jill e Chris enfrentam T.A.L.O.S., um Tyrant equipado pra combate (o da primeira imagem). 

    É um jogo diferente e divertido, principalmente jogando em dupla e usando o PS Move, e pra quem é fã da série e gosta de revisitar o ambiente lá da época do PS1 ou ler os arquivos com a história. Já a platina vai ficar pra outra hora, me falta pegar o resto dos arquivos, e terminar todas as fases com Rank S no Hard, coisa que não farei tão cedo.

    9
  • darleysantos676 Darley Santos
    2021-12-31 15:16:50 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in:
    Post by darleysantos676: <p><strong>RESIDENT EVIL - THE UMBRELLA CHRONICLES

    RESIDENT EVIL - THE UMBRELLA CHRONICLES

    100% - 05/06/2021

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    Se vale a pena jogar? Bom, se uma pessoa é fã da lore da franquia, os cenários dos jogos revisitam os eventos clássicos da franquia, proporcionando uma maior riqueza de detalhes, e algumas vezes re-imagina eles. Além disso, tem todos os souvenirs e arquivos trazendo explicações e informações de uma perspectiva diferente! Falando em perspectiva diferente, os jogos são em primeira pessoa, então é só imaginar como seria jogar os clássicos em primeira pessoa, é bem diferente, e legal também! Quer jogar eles só pra passar o tempo? Ok, a jogabilidade é "on-rails", isso significa que a movimentação do personagem é “automática”, isto é, o jogador não tem controle sobre a locomoção do personagem, e você tem que atirar nos inimigos e objetos e coletar arquivos dentro do tempo certo! Se uma pessoa quiser pegar todos os troféus, ok, vai ter que se preparar para um pouco de chateação, pois dominar a mira do game é tenso! Dizem que com o move ou a pistola é mais fácil do que com o analógico do controle do PS3, mas outros dizem que dá na mesma... Enfim, o diferencial mais interessante é reviver os episódios dos Resident Evil clássicos na perspectiva de 1° pessoa. Como se trata de um jogo “on-rails shooter”, o jogador tem um tempo limitado para derrubar os inimigos ou monstros.

    Os estágios do jogo são divididos da seguinte forma: são quatro cenários, cada qual com o padrão de 3 capítulos, mais os subcapítulos especiais, podendo ser dois ou até quatro. Os capítulos compreendem determinado período da história da saga: “Train Derailment” (23 de julho de 1998), que revisita os eventos de RE 0; “Mansion Incident” (24 de julho de 1998), que revive os eventos de RE 1; “Raccoon's Destruction” (28 de setembro de 1998), que mostra os eventos de RE3; e “Umbrella's End” (18 de fevereiro de 2003), que mostra os bastidores dos reais eventos que levaram ao colapso da corporação Umbrella.

    O personagem vilanesco Albert Wesker é o grande narrador do jogo (com exceção dos prólogos textuais que abrem cada estágio de cenário). O fio condutor da narrativa é a derrocada e decadência da Umbrella (provocada por uma disputa de poder dentro da corporação e por membros traidores, incluindo o próprio Wesker), recontando fatos desde o RE0 até RE3 (ano de 1998), pulando finalmente para o ano de 2003 com o desmantelamento da sede da Umbrella na Rússia, e após isso evidências contra a corporação chegando "misteriosamente" à mídia e ao público. E aqui temos a figura de um arquirrival, Sergei Vladmir, outro alto funcionário da Umbrella, mas ao contrário de Wesker, totalmente devoto à corporação, com esperança de ajudar a devolver a glória ao seu país de origem Rússia (“mother russia”). Os REs Chronicles têm essa característica de recontar a história dos RE’s clássicos em resumo, ao mesmo tempo em que re-imaginando, em certa medida, os eventos, mas trazendo informações extras que preenchem lacunas deixadas nos jogos da série principal, algumas ordinárias e outras realmente essenciais e relevantes. Partindo da narrativa de Wesker, ele dá uma visão global satisfatória dos eventos de RE1 ao RE3 e mais os eventos na Rússia, mas com adição de comentários seus muitas vezes ácidos.

    No cenário 1, vemos como os fatos de RE0 ocorreram - o assassinato de um dos 3 fundadores da Umbrella e as motivações, o perfil megalomaníaco do Dr. James Marcus, a mirabolante ressurreição dele, os objetivos e reações de Wesker (em destronar Spencer) e William Birkin (em continuar suas pesquisa sobre o novo G vírus a salvo) diante da vingança de James Marcus clone, a origem da contaminação do vírus T dentro da floresta e montanhas Arklay, e posteriormente nas proximidades da cidade; e mais a adição do personagem Sergei Vladimir em Raccoon City naquele ano de 1998, se fazendo presente desde o incidente na Management Training Facility ou Umbrella Executive Training School (Centro de Treinamento de Gestão, ou, Escola de Treinamento de Executivos Umbrella; ou ainda, o complexo de internato e laboratório), sendo ele os olhos de Spencer ali, chegando a enfrentar Wesker com seus Tyrants de estimação...

    No cenário 2, tem-se o incidente da mansão pouco tempo depois, quando Wesker age como agente duplo, perseguindo o objetivo de injetar o T vírus em si mesmo e de colher dados de combate a partir da atuação dos STARS dentro da mansão contra os monstros e BOWs. Mostra como ele enfrentou Lisa Trevor (uma adição do remake de RE1); como ele pôde escapar da mansão em pouquíssimo tempo antes que ela explodisse, com suas habilidades de força e velocidade elevadas a nível extraordinário; como tentou roubar os dados do computador, mas foi impedido pelo bloqueio de segurança imposto por Sergei Vladimir.

    No cenário 3, vemos como Jill e Carlos conseguiram para escapar colaborando um com o outro; como Ada Wong agiu juntamente a Wesker para conseguir escapar com vida (fuga espetacular) e entregar uma amostra do G-vírus; como Sergei estava na cidade até o momento da obliteração, indo resgatar Hunk, conduzindo ninguém menos que Spencer, e transportando todos os dados da Umbrella num contêiner.

    No último cenário, em 2003, Jill e Chris se dirigem ao complexo russo da Umbrella, e mais uma vez com a coincidência de Wesker estar indo para lá também no mesmo momento (coisas do destino ou do roteirista fantástico), deviam estar seguindo as mesmas pistas. Eles destroem a última arma biológica criada pela Umbrella - Talos - e põem fim ao que restava da corporação em termos de complexo industrial. Wesker desativa a inteligência artificial Red Queen, rouba os dados e elimina a versão mutante de Sergei Vladmir.

    Os subcapítulos são narrativas especiais de certos personagens como Albert Wesker, Rebecca Chambers, Ada Wong e Hunk. No caso de Wesker, mostram como ele foi o conspirador por trás dos eventos: em RE 0, ele age juntamente com William Birkin para controlar as pesquisas e depois para encobrir os rastros, isso com o Sergei Vladmir (um outro chefe de operações da Umbrella) no pé; em RE1, ele consegue ativar o vírus no seu corpo depois de provocar o aparente ataque fatal do Tyrant em si mesmo, e consegue fugir da mansão antes dela explodir graças aos poderes recém-adquiridos; e como ele teve um protagonismo secreto (sem Jill e Chris suspeitarem de sua presença) em também ajudar a frustrar os planos de Sergei Vladmir, já no ano de 2003 na Rússia. No caso de Rebecca, os subcapítulos mostram como ela conseguiu escapar da primeira mansão e chegar na segunda (durante os eventos de RE0 e RE1), só pra entrar num pesadelo pior ainda de ver seus companheiros de equipe morrerem. Sobre Ada Wong, é revelado como ela escapou da cidade de Raccoon City (durante os eventos de RE2 e RE3) antes desta ser destruída, graças a dica do semi-deus Wesker, e ainda por cima usando o helicóptero onde Sergei Vladimir e Oswell Spencer (!) estavam. E no caso de Hunk, o agente de elite da Umbrella - USS, mostra como o “Sr. Morte” sobrevive mais uma vez, mantendo contato e embarcando no helicóptero de Sergei, fazendo jus ao seu nome.

    Os arquivos do game são documentos ou “files” (entre 20 e 37 por cenário, que são diversos, contendo explicação de funcionários sobre equipamentos, instruções sobre itens, testemunhos de eventos estranhos, diários de personagens-chave, comentários sobre os eventos principais e de background, relatórios e perfis de personagens) e também objetos icônicos dos games clássicos (como chaves, plugs, kit de mistura de ervas, filmes pra revelar, manivela, kit de detonador, bateria, ikk ribbon, isqueiro, pedras de encaixe, medalhões, IDs dos agentes, fotos, vacinas, vírus, livros, discos de ativação, válvula, lockpick, maleta). A obtenção deles se dá de duas formas: alguns se consegue conforme o rank obtido no final dos capítulos dos cenários, e outros (a maioria) descobrindo ao destruir certos objetos dos ambientes durante o jogo.

    Os critérios de rank são: o tempo gasto pra terminar o estágio, o “clear time”; o número de inimigos mortos; o numero de acertos críticos (entenda-se, headshots); o número de objetos destruídos; e o número de arquivos obtidos (que é cumulativo). Ao final se junta “stage points”, estrelas que servem como moedas para customizar as armas. O rank é acumulativo vez a vez.

    A progressão no jogo passa pela customização de armas: pode-se evoluir (em termos de capacidade de munição e de poder de fogo, este que tem evolução máxima em diversos níveis, não necessariamente até o rank S, que só lança-míssil Anti-Tank) as armas até o nível 4, e após isso pode se obter a munição infinita para todas elas. São 5 categorias de armas - shotgun, metralhadora, lança-granada, lança-foguete e magnum - cada uma com 3 armas, com exceção da magnum que só tem 2. Como armas alternativas têm-se: a granada, para acabar com aglomerações, e a faca, para afastar zumbis que chegam perto demais e se livrar de inimigos que atacam ou grudam na cabeça, como morcegos e lesmas sanguessugas. O seletor de armas durante a gameplay é vertical, rolando pra cima ou para baixo, dando pra escolher dentre todas as armas disponíveis.

    Os bosses possuem barras de life, para derrota-los basta atirar até extinguir a barra. As ervas aqui são de uso imediato assim que você as pega, e o spray-aid é sempre pra sobrevida caso morra. Quick Time Events estão presentes, forçando o jogador a ficar atento constantemente sob pena de levar danos.

    Tem um estágio especial que consiste em uma espécie de “tiro ao alvo” em zumbis, que aparecem rapidamente e o jogador tem que acertar a tempo. São 10 ondas de zumbis, que vai aumentando de número e direções de zumbis, até chegar ao último zumbi que tem ser acertado na cabeça.

    É um ótimo jogo para quem quer só quer se divertir com um jogo de tiro em primeira pessoa on-rails (ao esilo Virtua Cop ou The House of the Dead, quase como se fosse um tiro ao alvo rsrsrs), e ao mesmo tempo um ótimo jogo pra quem é fã da franquia Resident Evil e aceita a proposta de revisitar os jogos clássicos sob outra perspectiva.

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    @platinadores

    7
  • mateusmaster Mateus Antonio da Silva
    2021-07-27 04:23:47 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado #259 – Resident Evil: The Umbrella Chronicles (PS3)

    20º em 2021

    Queria entender o motivo de tanta coisa importante para o lore da franquia ser mostrado em um spin off de tiro em trilhos lançado originalmente para um console casual como o Wii kkk Esse game tem o objetivo de preencher diversos buracos existentes na trama relacionados ao ano de 1998 (ahh esse ano...), além de apresentar um capítulo totalmente novo - e fundamental - para a história da saga, em que nos é mostrada a derrocada da Umbrella. Porém para alongar a experiência o jogo conta, com fases que recontam resumidamente a história de games como o Zero, 1 Remake, o 2 e o 3. 

    Ahhh e Albert Wesker... o grande vilão da série é a estrela nesse game! As histórias são contadas a partir de seu ponto de vista, pois ele que reabre o arquivo da Umbrella e conta como saiu vivo do Laboratório Arklay, como obteve a amostra do G-Virus em Raccoon e como ocorreu a queda da Umbrella. Sem falar o tom de deboche na voz, toda frase é excepcional. Jogamos com ele três cenários, porém sua presença é forte durante o game todo, porque a narração sobre os fatos ocorridos nas outras fases também é dele, é como se as missões maiores fossem a forma com que Wesker vê os acontecimentos. Uma boa sacada também ele ser o responsável por Chris e Jill irem acabar com a Umbrella de uma vez por toda, sem que soubessem que eram peões em sua mão, 

    Sobre a gameplay, trata-se de um jogo de tiro em trilhos no qual o jogador tem controle somente sobre uma mira que é utilizada para dar cabo dos monstros que infestam os cenários. O jogo é dividido em capítulos, cada um contando histórias específicas e envolvendo alguns personagens. Os cenários maiores, que recontam a história de RE zero, REmake 1 e do 3 não são canônicos, pois nada de novo trazem ao enredo da franquia, pelo contrário, só trariam mais contradições por serem versões resumidas dos acontecimentos. Achei um pouco preguiçosos esses cenários... sem falar que houve reaproveitamento brutal do mapas e assets contidos nos games citados, com exceção do capítulo de Jill e Carlos que usa uma Raccon City bem diferente da que aparece no RE 3 (no entanto parece que reaproveitaram o cenário do RE Outbreak.... pô Capcom kkk). 

    Levei boas 15 horas para terminar esse game. Joguei grande parte dele com o DualShock mesmo, porém deu vontade e desenterrei meu PSMove! Depois de quase uma década liguei a PSEye e usei o vibradorzão para jogar um pouco kkk é bem preciso, funciona muito bem, mas depois voltei pro controle mesmo hahah O jogo é bem simples, movimentamos o cursos da mira, atiramos, jogamos granada e damos facada. Simples assim. Mas temos que saber os pontos fracos dos inimigos para nos livramos dele mais rápido. Durante a gameplay também temos que atirar nos objetos do cenário para coletar ervas verde, munição, novas armas e files para ler depois. O jogo é chato em um sentido: ás vezes exige ranking A para liberar outras fases! Putz, perdi um BOM tempo com isso, chato bagarai isso, sem falar que até destruição do cenário conta pontos... Os gráficos são normais para a época, quase chegando a serem feios. E a trilha sonora é boa, mas a música dos menus... é fora de série hah gruda na cabeça e dá tom ao jogo!

    Agora, quando o jogo se propõe a mostrar novidades, aí o fã de Resident Evil fica ouriçado! No cenário "Beginnings" vemos Wesker saindo dos laboratórios da Umbrella durante os eventos de RE zero. Logo aí já aparece Sergei Vladmir e seu Tyrant de estimação (e controlado), Ivan, para atrapalhar os planos do loirão. Sergei era o líder da U.B.C.S, e braço direito de Ozwell Spencer (como diria Jack Black, The Man). Em outra oportunidade, no cenário "Nightmare", jogamos com Rebecca Chambers e Richard Aiken, ambos membros do time Bravo da S.T.A.R.S. , e vemos eles dentro da mansão Spencer custando para sobreviver, e sendo atacados por Yawn, a maledita cobra gigante que, como sabemos, acaba ferindo gravemente Richard. No mesmo embalo do REmake 1, também jogamos com Wesker no cenário "Rebirth", que como o nome indica, mostra como Wesker voltou a vida após ser "morto" pelo Tyrant no jogo original. Interessante que nesse cenário somos perseguidos por Lisa Trevor, rolando até uma boss fight final entre eles, wow! 

    Após o cenário em Raccoon City, jogamos com Ada Wong em "Death's Door", que mostra como a ferida espiã se safou da destruição do laboratório da Umbrella em baixo da cidade, com uma dose do G-Vírus em mãos. Descobrimos que Ada trabalhava para Wesker, ambos para a "Outra Organização" rival da Umbrella. O chefão da vez é o Tyrant T-103, uma aberração furiosa, mas que é fácil de derrubar! Aqui nos é mostrado a arma de gancho da personagem, e ela foge no mesmo helicóptero que Sergei estava usando para fugir (e levar embora o servidor da Red Queen, IA da Umbrella). Nesses mesmo tempo também jogamos com Hunk! Novamente em um cenário chamado "The Fourth Survivor", temos o objetivo de escapar da delegacia de Raccon City, não importe quantos zumbis e monstros estejam à nossa frente! É legal também, não tem chefes nesse cenário, mas a munição é mais escassa, deu trabalhinho, mas nada perto do mesmo cenário existente em RE 2 original ou no REmake 2 hehe Well well Mr. Death!

    Agora sobre o Gold: As missões "Umbrella's End" e "Dark Legacy"... Ambas se passam em 2003,cinco anos após os terríveis acontecimentos em Raccoon City, e são as melhores partes do game, sem dúvidas. Na primeira, jogamos com Chris Redfield e Jil Valentine, e FINALMENTE, eles vão fazer aquilo que tanto prometiam nos finais dos outros games: derrubar a Umbrella Corporations! agora fazem parte de uma unidade regional de contenção biológica, e ouvem rumores de que um complexo da Umbrella em algum lugar da Rússia estaria produzindo armas biológicas em massa e testando a mais nova criação da empresa. Eles seguem para o local e descobrem que realmente há uma nova arma biológica sendo testada lá, e seu nome é TALOS (Tyrant Armored Lethal Organic System). É claro que conseguimos passar por todos - LITERALMENTE TODOS - inimigos existentes na franquia até aquele ponto e derrotam o Tyrant todo cheio de armadura e canhões no local dos braços! Hell Yeah!!! Porém... tudo isso não passava de um plano de Wesker, que os usou como distração para chegar ao seu objetivo final: derrotar Sergei (não sem antes acabar com seus dois Tyrants guarda-costas Ivan), roubar todos os dados da Umbrella que estavam na Red Queen, tudo isso para seu interesse próprio, esse maluco é brabo!

    O jogo é divertido, mas eu só recomendaria esse jogo ou pra quem curte games de tiro em trilhos, ou para alguém que gosta muito de Resident Evil e quer conhecer a história por completo. As missões com novidade são realmente muito boas, e acrescentam demais à serie. Achei um pouco preguiçoso da parte da Capcom reaproveitar os cenários de outros games e recontar a história de forma resumida, mas blz... É um jogo essencial para os fãs, eu joguei focado no enredo mesmo. Wesker brilha demais aqui, o jogo é dele! Bye bye Umbrella! 

    3,5/5 estrelas

    11
    • Micro picture
      jcelove · over 1 year ago · 2 pontos

      Boa!Queria muito jogar o umbrela e darkside chronicles. A capcom aproveitou os spin ofs pra remendar de forma legal todos os furos grandes no lore ate então, pena q nem todo mundo curte a pegada rail shooter e muita gente sequer viu os games.

      6 replies
    • Micro picture
      mastershadow · over 1 year ago · 2 pontos

      Amo mt esse jogo! Tenho umas 30 horas nele, adoro os capitulos do Wesker, e o Hunk & Ada.

      1 reply
    • Micro picture
      mastershadow · over 1 year ago · 2 pontos

      Alias, sabe pq a mudança dos cenarios do RE3? É porque o game foi contado pelo Wesker, ele nao esteve presente nesse jogo,oq ele sabe é que Jill e Carlos passaram pelas ruas, pois a umbrella tinha cameras espalhadas pro Raccon City, por isso o cenario e´diferente do RE3,pq ele sabe que eles estiveram la, mas nao os lugares especificos!

      1 reply
  • lucas_windmaster Lucas Silveira
    2021-06-16 21:25:37 -0300 Thumb picture
    lucas_windmaster checked-in:
    Post by lucas_windmaster: <p>Então, eu adoro esse jogo, por vários motivos!</

    Então, eu adoro esse jogo, por vários motivos!

    O que vocês acham de Resident Evil: The Umbrella Chronicles? Queria muito falar sobre o game, pra mim é uma hidden gem que não recebe o crédito que merece.

    1
  • mateusfv Mateus
    2021-06-08 17:07:58 -0300 Thumb picture
    mateusfv checked-in:
    Post by mateusfv: <p>Dei uma jogadinha dele pra testar, e acabei pra

    Dei uma jogadinha dele pra testar, e acabei pra primeira fase, gostei do que vi, rail shotter acho que é o gênero que melhor funciona no Wii kk

    Mas acho que vou deixar pra jogar ele assim que acabar os clássicos de volta, ou só vou deixar mais pra frente mesmo, mas até o final do ano deve tá acabado u_u

    18
    • Micro picture
      topogigio999 · over 1 year ago · 2 pontos

      Esse com um suporte daqueles de arma fica top... tenho um que usava para jogar Mad Dog

      1 reply
    • Micro picture
      _gustavo · over 1 year ago · 2 pontos

      Gosto bastante do Darkside, zerei ele no Wii várias vezes, acho que vou até ver pra emular no Dophin e se tem como colocar um suporte bom pra mirar com o mouse

      1 reply
  • eduardooliveira Eduardo
    2021-05-19 01:12:09 -0300 Thumb picture
    eduardooliveira checked-in:
    Post by eduardooliveira: <p><em>Começando jogar novamente ! Que saudades! Qu

    Começando jogar novamente ! Que saudades! Que saudades!!!!!!

    0
  • 2021-03-23 21:13:17 -0300 Thumb picture
    kratos1998 checked-in:
    Post by kratos1998: <p>Zerado!</p><p>Eu curto levemente rail shooters,

    Zerado!

    Eu curto levemente rail shooters, e esse aqui tem um charme por ser de uma franquia que curto muito!

    Ele é canon, mas conta de forma diferenciada os acontecimentos pra dinamizar a gameplay, e consegue com êxito, pq todo jogador já conhece a versão completinha, ele veio aqui pra jogar algo q relembre ele do q acontece por outro ponto de vista, e isso funciona muito bem! Adições extras sobre o Wesker são bem vindas, mas são bastante cafonas(esse inimigos do Wesker são o genérico do genérico do anime genérico kkkk), mas é Resident, n é a primeira e nem a última vez q ocorre.

    A gameplay é igual qualquer outro rail shooter, as câmeras são legais, os gráficos são funcionais, e o jogo ganha um boost com o co-op. Mas ele é péssimo de mira, pelo menos no Wii é bem chatinho de mirar com precisão. Se vc quer só zerar, de boas, mas pra pegar ranking, é um parto mirar certinho e tals. Já disse q o co-op é ponto alto? Pois é, eles tiram o co-op em algumas fases extras(eventualmente dá pra liberar, mas aí já perdeu a graça), isso chateia muito.

    A trilha sonora é legal, tem umas batidas bem bacanas, os efeitos sonoros eu já senti q falta refinamento, n segue o padrão da franquia não, apesar de eu gostar do uso simples dos sons que vem do Wii mote.

    No geral é um jogo divertido pra quem tem um Wii, e tem uma duração bem boa, conta com extras pra coletar, como os documentos e um sistema de melhora de armas. Tendo a oportunidade de testar, recomendo.

    Nota 7.2

    14
  • kalibur123 Gabriel Pereira
    2018-08-21 11:05:01 -0300 Thumb picture
    kalibur123 checked-in:
    Post by kalibur123: <p>Ja faz um tempo que eu estava com o game na gave

    Ja faz um tempo que eu estava com o game na gaveta e resolvi pegar para zera-lo, e gostei bastante a pesar de fugir da jogabilidade que estava acostumado, porém com o passar do tempo jogando acaba ficando viciante fuzilar os mortos vivos e upando as armas.

    O mais interessante para mim foi me aprofundar mais na história da corporação Umbrella e ainda de bônus saber o que houve na história entre linhas da série, esse Wesker é um safadão kkkk

    Recomendo muito principalmente para quem é fã da série, agora pelo que vi também tem outro game do mesmo estilo pro WII o Darkside Chronicles o qual também pretendo zerar, vejamos do que se trata...

    2
    • Micro picture
      mastershadow · over 4 years ago · 2 pontos

      Tenho muitas horas nesses dois games,o legal é que eles cobrem alguns buracos no enredo da série.

  • rshadowss Ricardo
    2018-07-08 00:09:47 -0300 Thumb picture

    Desafio: 30 Dias de Videogame: Dia 17

    DIA 1 | DIA 2 | DIA 3 | DIA 4 | DIA 5 E 6 | DIA 7 |

    DIA 8 e 9 | DIA 10 E 11 | DIA 12 | DIA 13 | DIA 14|

    DIA 15DIA 16 |

    DIA 17:  Antagonista favorito: Albert-Complete Global Saturation-Wesker

    Olha, não diria que ele é o "melhor" em RE, mas comparando os que vieram depois, tirando o Norman e Morgan do REV, porque Morgan é um desperdício a Capcom esquecer que ele existe, Alfred e Alexia são bons, e até a Alex Wesker que foi um potencial jogado no lixo, Wesker é realmente o melhor, parte da merda que aconteceu em RE foi por conta dele, o cara arquitetou varias tretas, e mesmo morto (SIM ELE MORREU) ainda existem consequências no universo de RE, e fora de RE também, estou falando de vocês viúvas do Wesker, mas o cara manipulou todo mundo, quase fez um pessoal morrer, matou um pessoal também, fez o Chris ficar monstro, teve o Jake, e é leather, essas três ultimas coisas foram legais.

    @desafio proposto por : @nettolage

    6
  • chimianopao Chimia No Pão
    2018-02-05 15:40:20 -0200 Thumb picture
    chimianopao checked-in:
    Post by chimianopao: <p>Resolvi ir jogando esse enquanto baixo o yakuza

    Resolvi ir jogando esse enquanto baixo o yakuza 5.

    Da hora esses checkpoint fazendo pose

    Achei legal que ele conta em primeira pessoa, e de forma beeeeeem resumida a história de alguns residents.

    Começa no zero com a rebbeca no trem, depois vai pro um com a galera na mansão, aí pula pro 3 lá na cidade.

    Como tô jogando no controle, tá difícil tirar um rank decente. Jogar com o move deve ser loko.

    13

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