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  • 2022-04-01 20:41:45 -0300 Thumb picture
    gicba checked-in:
    Post by gicba: <p>Em uma nota mais séria, teje zerado. (Favor não

    Em uma nota mais séria, teje zerado. (Favor não reparar nas prints mal cortadas, eu odeio como PCSX2 salva screenshots então tirei tudo no lightshot mesmo)

    Essa parte final do jogo é bem rápida, tem um pouco de enrola perto do final (voar pra umas partes do world map só pra ver umas caixas de diálogo, podia tudo ser uma cena mesmo), mas a final dungeon é bem grandinha e com uns puzzles legais. Bom que depois da Azure Tree do Ao no Kiseki, nenhuma final dungeon me assusta mais kkk

    Tem até uma parte que você tem de dividir o time e ir trocando enquanto resolve puzzles para ajudar o outro a avançar, parecendo o final dungeon de FF6.

    Dificuldade continuou boa, com exceção do final boss, especificamente a segunda forma dele. O filho da puta tem HP demais, e quando chega perto do final da luta ele começa a apelar, spammando status, magia que acerta a tela inteira, e botando um escudo que precisa de 30 hits para quebrar. Eu sofri, levei quase umas 2 horas tentando, graças a deus se perder na segunda forma, não precisa lutar contra a primeira de novo, já volta da segunda mesmo (e você pode mexer na party, re-equipar, fazer upgrade nos equipamentos, etc)

    Eu gostei bastante do jogo, foram umas 30 horas bem gastas. Não tem muita enrola, (fora o que falei ali em cima), as dungeons são bacanas e os puzzles são engajantes, apesar de achar que a encounter rate podia ser um pouco menor. A história não vai mudar sua vida, mas ela funciona, e os personagens são bem legais, apesar de alguns deles serem um pouco estáticos (Woodrow parece um robô as vezes), e alívio comico (Chelsea, e o Kongman, apesar que o Kongman sempre me deixava com um sorriso no rosto, eu amo ele).

    Sobre a tradução, não encontrei grandes problemas. Nenhum crash, ou parte sem traduzir, apesar de admitir que não falei com literal todo NPC. Os únicos problemas que eu notei foram uns 4, 5 typos, e perto do final, tinha uma skit com umas frases bem estranhas que não faziam muito sentido, mas nada que atrapalhou a história. Não notei nenhuma inconsistência de nome ou terminologia também, mas posso tá errado. Ainda estão editando o script, então se preferir, esperar um pouco mais pode ser uma boa.

    Ainda não acredito que meteram essa, kkk

    Por curiosidade fui ver o que o pessoal acha desse jogo comparado ao original, e a maioria prefere o remake, apesar de ter um pessoal que não curte algumas mudanças, especialmente do Leon, que originalmente era bem mais rude e completamente filho da puta, e que teve umas mudanças para acomodar material suplementar (tipo Drama CDs e a sequência). Também vi um pessoal que fala que o Stahn é mais burro no remake, mas sei lá, pra mim isso soa como uma consequência da localização do original ter cortado as skits (a maioria da burrice do Stahn na minha opinião, aparece nas skits)

    A OST também é bacana, eu acho que hoje em dia o Motoi Sakuraba anda bem repetitivo e fraco, mas antigamente eu acho que ele era um compositor bacana, e queira ou não, depois de anos jogando jogos que ele compôs, é um pouco difícil não curtir o estilo dele.

    Ah é, me sinto burro por só perceber o quanto esses dois parecem com os protagonistas de Slayers no quesito de personalidade (e no caso do Stahn, visualmente também), acho que isso explica por que curto eles tanto.

    Enfim, acho que é um bom JRPG, 30 horas de porrada e dungeon crawling, com uma história básica mas legal, personagens divertidos e combate mais divertido ainda. 

    12
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      fonsaca · 3 months ago · 2 pontos

      O Stahn é bem burro no original. Hahhahaha!

  • 2022-03-29 22:03:04 -0300 Thumb picture
    gicba checked-in:
    Post by gicba: <p>Continuando, acho que tô chegando perto do fim,

    Continuando, acho que tô chegando perto do fim, visto que o verdadeiro vilão apareceu e o mundo já tá indo pra merda (no joguinho mesmo, mas fora dele tbm tá foda)

    Elogiei o ritmo do jogo na primeira parte, e no segundo ele meio que continua sem muita enrola. A maior mudança é que no melhor estilo de JRPGs clássico, tem um outro world map/overworld para você navegar, a questão é que aqui no Destiny, esse segundo mapa é praticamente dungeon atrás de dungeon.

    Elas não são necessariamente ruins, ou super longas. São maiores do que eu tô acostumado com uns JRPGs que ando jogando, o que me pegava desprevinido, mas admito que a frequência com que você explora dungeons e consequentemente fica batalhando me cansou um pouco. Senti falta das rápidas quebra de ritmo que as cidades traziam, parar pra comprar equipamento, etc.

    Pior ainda que a unica "cidade" nesse mapa (que na verdade é só uma base que você pode re-estocar itens e comida) é meio longe, o mapa é todo fragmentado, então sempre que você precisa de re-estocar os itens antes de uma dungeon tinha um backtrack considerável no caminho.

    Graças a deus existe um item que totalmente para os encontros por um tempo limitado (tipo o Repel em Pokémon) e um dos personagens tem uma passiva que abaixa a taxa de encontros se ele está no slot de suporte, fora da party ativa, mas ainda é chato o processo.

    As dungeons aqui complicam um bocado, nada a ponto de puxar os cabelos, mas como disse, elas são relativamente longas e tem uma quantidade sadia de puzzles, que variam de extremamente fáceis a "me fizeram pensar por uns minutos". A parte mais incômoda é que em alguns desses puzzles os encontros continuam ativos, então tu tá tentando resolver algo lá e daí é interrompido por uma batalha, sempre um saco isso em JRPG, hsauhasu

    Antes de acabar essa parte hoje, eu desci pra superfície e venci as batalhas da Arena, pois se você vencer o quarto e último nível com o Stahn, a irmã dele aparece, e vencendo ela, ela entra na sua party.

    A arena não foi difícil até o último nível, que traz umas formações super troll com uns 10 inimigos de uma vez te combando com magia, a unica coisa que eu conseguia fazer para passar dessa parte foi acertando um golpe na cagada e soltando um Blast Caliber (o equivalente de um super num jogo de luta) pra limpar a tela e conseguir parar de ser combado eternamente pelos inimigos.

    A Lilith em si foi até chatinha, mas eu consegui vencer ela equipando um acessório que regenerava com um comando específico, correndo dela, e soltando Tempest quando ela chega perto, basicamente um ataque onde o Stahn vira o Sonic e sai girando feito um maluco no ar.

    Não usei a Lilith direito mas eu adoro a ideia de um personagem que é pura palhaçada assim, as armas dela são uma concha e uma frigideira, e os ataques dela incluem fazer um panelaço, e fritar uma carne pra soltar fogo nos inimigos.

    Vale citar que a dificuldade continua boa, com exceção de dois chefes que me torraram a paciência. Ambos eu tive que jogar com a Philia por que a AI não cooperava e não fazia direito o que eu precisava, as vezes se jogava em ataques desnecessariamente, etc.

    Ainda tô curtindo bastante, apesar de tudo. Ainda prevejo que vá se tornar um dos meus Tales favoritos.

    9
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      manoelnsn · 3 months ago · 1 ponto

      Esse me interessa, mas antes quero jogar o original primeiro.

      1 reply
  • 2022-03-23 01:44:41 -0300 Thumb picture
    gicba checked-in:
    Post by gicba: <p>Visto que o patch atual tá, basicamente, complet

    Visto que o patch atual tá, basicamente, completo, eu resolvi deixar de enrola e finalmente jogar de vez.

    Lá por 2012-13, eu acho, no pico do meu fanboyismo por Tales, eu tentei jogar esse jogo na raça, usando um script online da história. E olha, deu certo. Eu cheguei bem longe, e minha namorada conseguiu zerar o jogo assim, hsauhsauhsa

    Inclusive, o site em questão ainda existe. Dá uma nostalgiazinha entrar nele. http://todrtrans.pbworks.com/w/page/22323479/Front...

    Eu já tinha jogado o Symphonia dessa forma (na época, era fora de questão emular gamecube, e a versão de PS2 do Symphonia não foi localizada), mas lembro que depois de uma dungeon específica perto do fim do Destiny DC, eu simplesmente me esgotei e falei "outra hora eu volto e termino, vou dar um tempo".

    Nunca voltei e nem sei se meu PS2 liga mais, lol

    Enfim, eu resolvi que só iria jogar de novo se traduzissem o jogo, e graças a deus, o fizeram. Depois de vários projetos que nunca saíam do chão, sumiam sem traços, finalmente Tales parece que tá tendo uma ressurgência em fantranslations com promessas de que vão sair. Na real, anda tendo um prato cheio de fantranslation esses anos, na minha opinião. Muito bom ver.

    De toda forma, de volta ao jogo, é bizarro entender os menus e tudo direitinho, comparado a quando joguei que eu entendia a história, mas me perdia um tanto nos sistemas do jogo. Dava pra no mínimo ir se virando pois as stats eram romanizadas, aí dava pra ver mais ou menos o que subia e descia com os itens, mas não dá nem pra mentir que eu entendia completamente como funcionavam coisas tipo o sistema de melhorar equipamentos, por exemplo.

    Mecanicamente, o jogo é bem de praxe pra um jogo 2d da série. As batalhas são com a boa e velha câmera lateral, semelhante a um jogo de luta, mas a grande mudança do remake de Destiny, é que ele teve a primeira encarnação do sistema de Chain Capacity, que foi tendo várias versões pela série, como em Tales of Graces, e sistemas vagamente semelhantes, como o Soul de Tales of Berseria.

    Ele é basicamente um rework do sistema de TP dos jogos. Ao invés de cada Arte custar uma quantia de TP, que basicamente é o equivalente de MP em outros RPGs, CC tem um valor máximo e mínimo em que ele flutua pela luta, basicamente limitando o quão longo seus combos podem ser.

    Eu particularmente gosto bastante de jogos com esse sistema, como esse e a versão de DS do Hearts, pois eles te deixam sair igual um macaco fazendo combos malucos, quase toda Arte cancela uma na outra, diferente de um Tales com TP, onde elas costumam cancelar apenas subindo de tier (arte base>arcane/whatever>mystic), que deixa os combos um tanto maçantes.

    Vir do Berseria com o sistema capenga de Soul dele para isso é uma maravilha. Berseria tem coisas que são legais no papel (você stunnar e dar status no inimigo, jogar bem no geral, te faz dar combos mais longos), mas não funcionam bem na prática, na minha opinião. Já o remake de Destiny só flutua nos valores mínimo-máximo mesmo, e que você pode influenciar com passivas, equipamentos e outras coisas, que ajuda na sensação de progressão da parte de RPG do jogo. De novo, no Berseria, o valor é estático. Começa e acaba com 5 (a menos que tenha alguma maneira de alterar que eu não saiba).

    O sistema de combate é uma das melhores encarnações do LMBS (Linear Motion Battle System, o nome chique do sistema de batalha de Tales), não só no quesito de combos, mas pois você tem várias mutretas, como as artes do Leon, que mudam se forem executadas duas vezes seguidas, ou o Stahn, que tem uma mecânica que se ele usa uma magia no ar, sai um ataque completamente diferente, dependendo da magia que você usou.

    Estou jogando na dificuldade acima do normal (não entendi por que diabos o nome da dificuldade é "second". É por que ela foi balanceada pro new game+?) e sinto o desafio na medida, com exceção de 1 chefe que eu sofri e tive que spammar item pra passar. Num geral saber quando o chefe vai bater e esquivar/defender, abusar as fraquezas para eles levarem stagger, etc, é o suficiente, mas tem uns chefes com umas mecânicas legais de super armor, e eu também curto bastante o sistema de Blast, que te diz o quão perto o inimigo está de sair do seu combo e contra atacar.

    A história e os personagens são JRPG do JRPG e eu amo isso. Temos o protagonista burro que nasceu no interior, o velho tarado, o rival folgado com poderes sombrios, a menina de óculos que solta magia, etc. Não preciso de muito para ser agradado. JRPG é meu gênero favorito, e por bem ou por mal, eu amo os clichês dessas porcarias.

    O jogo realmente brilha nas interações, esse, mais que outros Tales da época pelo que lembro, parece ter bem mais skits, os personagens tem uma química bem divertida entre si, e até mesmo os mais bobos (como a Chelsea, o Kongman e a Mary, ao menos nessa primeira parte onde ela é basicamente uma cabeçuda), são bem legaizinhos.

    Vindo de Kiseki, também devo notar que senti que o ritmo do jogo me parece estupidamente rápido. Não corrido, mas não ter as Kisekices de chegar numa cidade e ver uma lista de sidequests (com algumas sendo obrigatórias), para te enrolar e esticar o tempo de jogo é super estranho. Numa hora você está resolvendo uma treta num templo religioso, daí 20 minutos depois cê já tá no mar, entrando dentro de um leviatã para explorar um navio afundado ancestral para encontrar outro Swordian (basicamente um espírito ancestral preso numa espada mágica).

    Por hora tô com 12 horas e terminei a primeira metade do jogo, eu tô me divertindo demais, provavelmente vai ficar lá em cima com Symphonia como um dos meus jogos favoritos da série.

    12
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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Esse é o remake do PS1? Nem sabia que existia.

      3 replies
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      fonsaca · 3 months ago · 1 ponto

      Poxa, da hora que praticamente terminaram a tradução desse (enfim).
      Destiny (original do PS1) acho que é meu segundo Tales of preferido de todos que joguei. Até seria uma boa jogar esse remake... queria jogar o Destiny 2 "verdadeiro" a continuação desse que tem pro PS2 e não o Eternia. Sabe se traduziram?

      2 replies
  • gennosuke6 Francis
    2021-05-15 16:47:58 -0300 Thumb picture

    Tales of Destiny Director's Cut (quase 100% em Inglês)

    Minha tarde ficou melhor ainda com a notícia do patch quase 100% em inglês para o Tales of Destiny Director's Cut de PS2.

    Já vou preparar aqui pra jogar pela sexta vez. *o*

    O patch pode ser baixado em

    https://github.com/furiousg4m3r/Tales-of-Destiny-D...

    Estado da tradução (segundo o autor):

    Scenario Files Translated: 100%
    Disclaimer: There may be some Japanese left in some obscure places.
    Please report any Japanese that is found.

    Menus: 96%
    Skits: 711/711
    Lots of proofreading fixes implemented.
    Skit Titles translated.
    Story event complete.
    Updated SLPS 05.13.2021 09:03p EST
    This patch includes story/scenarios.

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      carlospenajr · about 1 year ago · 2 pontos

      Ohhhhh, excelente XD
      Eu tenho essa porra original mas nunca joguei por ser japa e não ter a tradução.
      Não vou nem baixar agora pq não vou começar, mas bom saber que ta quase completo

      2 replies
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      manoelnsn · about 1 year ago · 2 pontos

      Será que finalmente vai sair?

      2 replies
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      fonsaca · about 1 year ago · 2 pontos

      Legal! E sabe do verdadeiro Tales of Destiny 2 (não o Eternia ocidental) pro PS2? Esse só tinha em japa até uns tempos atrás.

      2 replies
  • gennosuke6 Francis
    2020-12-23 12:43:24 -0200 Thumb picture

    Tales of 25th - Tales of Destiny

    Já passou da hora de relançarem a versão remake (a de ps2) pra PC. Um dos melhores Tales, e que mta gente ficou só na vontade de jogar. 

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      manoelnsn · over 1 year ago · 2 pontos

      Achei que era um remake mesmo, huahua

      2 replies
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      thorgrin · over 1 year ago · 2 pontos

      Sim.

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      rax · over 1 year ago · 2 pontos

      Pelo que eu pesquisei ainda tem um usuário no GBATemp que "ressuscitou" o projeto traduzindo algumas coisas nesse mês de Dezembro desse ano e vai continuar com o projeto de tradução do game full.

      Acho que ainda tem esperança de um english fan translate da versão de PS2.

      11 replies
  • 2016-09-15 11:33:42 -0300 Thumb picture
    Post by djalmafreestyler: <p>Merecia um tradução :(</p>

    Merecia um tradução :(

    1
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2015-06-18 03:30:32 -0300 Thumb picture
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      cris_ds · about 7 years ago · 2 pontos

      hahaha tá foda a espera aqui também, teve um tempo que até considerei jogar em japonês mas não curto jogar RPG sem entender porra nenhuma (mesmo tendo jogado a versão antiga).
      Quando acabarem de traduzir ele, torço fervorosamente pra que traduzam o Tales of Destiny 2, a continuação desse e não o Eternia erroneamente nomeado no ocidente, que é com o filho deles.
      Só resta esperar T_T

      4 replies
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2014-09-29 07:13:17 -0300 Thumb picture
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      tsutomu · over 7 years ago · 0 pontos

      aberturas de Tales of costumam a ser sempre muito boas

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      tsutomu · over 7 years ago · 0 pontos

      embora a do abbys ainda é minha favorita

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      juninhonash · over 7 years ago · 0 pontos

      A do Eternia eu achei meh... huUHSHUASHUHUHAU

  • samuelgamer Samuel
    2014-04-29 14:04:24 -0300 Thumb picture
    samuelgamer checked-in:
    Post by samuelgamer: Finalizado mais uma vez na campanha do Stan. Minha

    Finalizado mais uma vez na campanha do Stan. Minha melhora no sistema de combate do jogo foi clara, mas mesmo assim sofri contra o desgraçado do Miktran Excessive. Isso só comprova que ele é realmente um chefe final difícil bem diferente da maioria dos chefes finais da série que são medianos. Da próxima vez vou jogar no hard, mas só daqui a um bom tempo. Agora vou pra Arcana Ruin pra terminar de vez.

    0
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2014-04-28 12:49:50 -0300 Thumb picture
    5
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      artoriasblack · about 8 years ago · 0 pontos

      o carinha louro lembra aquele amigo bobão da Lina Inverse de Slayers...mas esqueci o nome dele

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      juninhonash · about 8 years ago · 0 pontos

      Gourry!

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      juninhonash · about 8 years ago · 0 pontos

      E são parecidos... Burrinhos, educados, força bruta total, totalmente inocentes e ingênuos... Só que o Stahn pelo visto é 10 vezes mais que o Gourry.

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