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  • volstag Guilherme De Assis Pinto
    2021-10-09 22:10:59 -0300 Thumb picture
    volstag checked-in:
    Post by volstag: #img#[794896]<p>Bpm, peguei o trem e fui parar numa

    Bpm, peguei o trem e fui parar numa universidade, essa parte do game é menos nonsense no sentido de puzzles noiados, então tudo tá correndo muito bem, tá fluindo melhor.

    O visual do lugar é muito bonito aliás.

    Como eu queria que fosse possível ler todos os livros da biblioteca viu hahaha, eu sei que hoje em dia a gente tem um universo de livros na internet, mas volte a sua infância por um segundo e tente se lembrar quando você queria poder ter esse acesso, e hoje que temos não damos o devido valor, saca?
    O que me resta é sonhar então com o impossível dentro dos jogos ou etc.

    Ahh, depois do Oscar, o robô filho da puta... vem aí o Zelador da Ferrovia corno manso, puta que cara chato!!!!!

    Pra conseguir chegar aqui deu trabalho, fala com o corno, fala com o velhote professor, fala com os diretores, vai e volta toda hora, uma merda mano, uma enrolação que nunca vi na vida!!

    Finalmente consegui na base da tentativa e erro abrir a comporta pro barqueiro, e na mesma base do erro e acerto fechei, pro nível da agua subir, agora eles rebocaram o meu trem, tô dando corda nele... bora pra próxima parada.

    Mas antes da partida, uma aulinha na faculdade, bem interessante, mas recomendo tempo e paciência, porque vale a pena pro contexto da história do jogo é claro.

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      jcelove · 14 days ago · 2 pontos

      Ainda ta bolado com o Oscar né? Ele é meio irritante no primeiro mesmo.
      Ta avançando legal na raça, eu desisti logo no começo e arreguei pro faq. O 2 já joguei no FAQ diret tbm.hehe

      O 3 mudou algumas coisas e a galera detestou os controles da Kate mas quro pegar aind algum dia.

      3 replies
  • volstag Guilherme De Assis Pinto
    2021-10-05 00:55:40 -0300 Thumb picture
    volstag checked-in:
    Post by volstag: <p>Jogando trocentas coisas ao mesmo tempo, e como

    Jogando trocentas coisas ao mesmo tempo, e como se não bastasse, ao ver a notícia que o Benoît Sokal, criador da franquia morreu esses tempos, e justo agora que tá pra sair o quarto jogo, infelizmente ele não verá o sucesso (ou não) do lançamento...

    Mas enfim, um clássico Point & Click dazora que eu nunca terminei, toda vez que peguei pra jogar acabei enrolando, ou formatei o pc, ou sei lá hahaha

    O mais bizarro é que a minha mãe, uma pessoa que não joga nada que não seja o Fishing Planet, terminou o Syberia 3 hahahaha, então me senti na obrigação de jogar logo a franquia de maneira definitiva, pra tirar da minha lista infinita de games que nunca iria terminar porque enrolo.

    E pra fabricar os pés do Oscar? puta que pariu, até descobrir que tinha que girar um cilindro lá pra deixar na cor certa... isso daí me desanimou, mas beleza, deu certo depois de 4 tentativas.

    Bom, resumo da coisa até o momento, prevejo passar ódios mortais com esse filho duma puta, o Oscar, o robô que parece que tá na Praça é Nossa fazendo caso com o termo exato na conversa, e esse tipo de "mentalidade" se posso dizer isso de um robô (pau no cu de autômato, é robô sim, já que é idiota) típica de quem tem político de estimação.
    Mas é isso, progredi pouco eu acho, mas demorei horas rachando a cuca em alguns momentos, já tá muito bom, não vou desistir hahaha

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      jcelove · 19 days ago · 2 pontos

      O oscar é burocratico como um robô.hehe. mas de acostume pq é um dos poucos parceiros que a Kate tem na trilogia.
      Esse sem guia eu nao conseguia, tem uns puzzles muito dificeis de entender...

      1 reply
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      darleysantos676 · 19 days ago · 2 pontos

      Joguei e "platinei" os 2 primeiros games, a história é bem interessante, já a jogabilidade requer um pouco de compreensão e paciência. Ouvi falar de terceiro jogo mas nem fui atrás.

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      santz · 19 days ago · 2 pontos

      Eu nem sabia que existia um Syberia 3.

      2 replies
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2021-09-27 15:10:52 -0300 Thumb picture
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      jcelove · 26 days ago · 2 pontos

      O 1 já cansou de ser dado, mas sempre tem alguém que perdeu.hehe
      Os jogos da Kate Walker são bacanas, bem recomendados pra quem curte point n click apesar dos puzzles complicados de entender as vezes.

      4 replies
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      noblenexus · 26 days ago · 2 pontos

      Aeee free da steam é melhor ainda, vlw

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      cleverizzo · 25 days ago · 1 ponto

      hehehehe eu mesmo tenho ele no xbox/steam ... eu acho .... mas nunca abri!

  • salvianosilva Salviano Silva
    2021-02-11 20:06:17 -0200 Thumb picture
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      rax · 8 months ago · 2 pontos

      peguei aqui thanks

  • 2020-11-17 10:47:31 -0200 Thumb picture

    Lançada a Tradução do Syberia: The World Before - Prologue - PC

    Baixe agora mesmo a tradução do Syberia: The World Before - Prologue para Português do Brasil.

    Versão: 1.00
    Idioma: Português-BR
    Versão Suportada: Todas
    Idioma Suportado: Inglês
    Lançamento: 14/11/2020
    Tamanho: 4,94 MB

    Download: Tribo Gamer

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      volstag · 11 months ago · 2 pontos

      Caraio, pensei que só ia lançar o jogo ano que vem

      2 replies
  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-07-31 16:28:26 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in:
    Post by darleysantos676: <p><strong>SYBERIA</strong></p><p><strong>100% (26/

    SYBERIA

    100% (26/02/2020)

    *************************************************************************

    Syberia é um jogo lançado em 2002 para PC, e foi criado por Benoît Sokal (diretor e artista do jogo), artista belga de quadrinhos e desenvolvedor de videogames.

    Como um jogo do gênero Adventure - ou aventura gráfica, ou aventura de apontar e clicar, ou jogo narrativo de aventura – possui ênfase no enredo e não na parte gráfica ou ação, sendo comum o uso de árvores de conversa. É um tipo de jogo onde o jogador “conduz o protagonista em uma história e normalmente incentiva o uso do raciocino lógico, para solucionar puzzles ou quebra-cabeças, e da exploração, para encontrar objetos específicos (...) é um dos gêneros de videogame caracterizado pela exploração dos cenários, pelos enigmas e quebra-cabeças, pela interação com outros personagens e pelo foco na narrativa (...) concentra-se quase por completo no raciocínio de lógica e exploração, e em histórias complexas e envolventes (...) geralmente, os adventures são para um único jogador (...) diferente de outros gêneros de jogos eletrônicos, o foco dos adventures na história permite uma vasta quantidade de gêneros literários a serem usados ou incorporados, como fantasia, ficção científica, mistério, horror e comédia (...)”.

    Assumimos no jogo o papel de Kate Walker, uma advogada de uma companhia/firma de advogados de Nova York, que está mediando a venda de uma fábrica de brinquedos chamada Voralberg, situada nos Alpes (a cadeia de montanhas que cruza boa parte da Europa), na cidade de Valadilene, uma vila francesa, para uma multinacional, a moderna Universal Toy Company, que tem o monopólio no ramo da indústria de brinquedos. A pequena cidade já teve sua era dourada, mas hoje se encontra meio desolada, e um dos argumentos dos compradores é justamente trazer desenvolvimento para a região. A Voralberg Manufacturing, um negócio de família, existe desde o século 17 (mas pode-se remontar suas origens no século XIII), e possui a peculiar especialidade em fabricar brinquedos mecânicos e autômatos, esse é seu escopo, rejeitando totalmente a evolução desse ramo para os modelos eletrônicos, fixando-se no paradigma da mecânica e renegando o advento da eletricidade. Toda a cidade de Valadilene respira o negócio dos autômatos. Bem, para a protagonista Kate Walker era para ser apenas mais uma mediação de negócios em nome de um cliente...

    A atual dona do negócio, Anna Voralberg, que desde a morte de seu pai, no final da 2ª Grande Guerra, assumiu o comando da empresa, acaba de falecer – inclusive, seu funeral, realizado inteiramente por autômatos (a denominação “robôs” é veementemente rejeitada pela população local), é a primeira coisa que vemos assim que chegamos à cidade. Após pesquisar na cidade, Kate Walker acaba por saber que temos que contatar o irmão de Anna, o sr. Hans Voralberg, do qual se desconhecia a existência ou se acreditava como falecido – Hans é uma espécie de gênio da engenharia mecânica de autômatos, e construiu muita da infraestrutura da cidade. Através de pistas, e usando do transporte autômato predestinado, vamos ao encontro dele... Era pra ser só um negócio a mais no portfólio de transações da firma de advocacia...

    O ano atual é 2002. No jornal impresso da cidade, que informa o luto da Anna, existe a preocupação com a possível venda da fábrica para a multinacional americana - a economia da cidade é baseada na fábrica de automação, considerada obsoleta no mundo moderno - e o que isso custaria para a alma da cidade de Valadilene, para sua identidade cultural; nesse mesmo jornal tem uma nota sobre um protesto de um grupo ambientalista acerca da construção de uma represa, um aceno ao ambientalismo. Em uma carta escrita 2 dias antes de morrer, Anna informa que seu irmão está vivo, e não morto como seu pai fez parecer, criando um funeral de fachada para que toda a população da cidade acreditasse: seu pai preferiu fazer tudo isso ao invés de aceitar a vontade de Hans, seu filho herdeiro, em abandonar o negócio da família em prol de seus sonhos um tanto peculiares, e Anna foi obrigada a guardar esse segredo também. A história de Hans é intrigante... Em dado momento, ele sofreu um acidente, e adquiriu uma espécie de fobia de palavra escrita, o que torna a comunicação escrita com ele algo um tanto inviável... Anna confirma que ele, apesar do conflito familiar, é o gênio por trás das tecnologias da Voralberg; depois de já ter ido embora, foi ele quem enviou planos e esquemas visuais de autômatos para Anna para que a mesma implementasse na fábrica. Hans... nunca teve cabeça para negócios... um idealista, nesse sentido. Atualmente, Hans está em algum lugar perto da Sibéria...

    Um jornal datado de 1938 informa sobre a narrativa do pai de Anna, falando que descobriu o filho Hans morto após o mesmo ter caído da montanha... sem testemunhas... tinha acabado de fazer 18 anos... O jornal chega a mencionar também o acidente que Hans sofreu oito anos antes da suposta morte, que teria prejudicado suas faculdades mentais, fato do qual nunca se recuperou. Curiosamente, encontramos esse jornal dentro do túmulo de Hans (onde na verdade deveria estar seu corpo), no mausoléu da família. Enquanto procuramos pistas do paradeiro de Hans nos arquivos do escritório de Anna na fábrica, acabamos encontrando nosso companheiro de jornada, de nome comum Oscar, um modelo de autômato desenhado para dirigir a locomotiva, esta capaz de se mover para muito longe, até algum lugar próximo à Sibéria... No escritório tem uma representação que demonstra o que aconteceu com Hans na caverna quando era criança: imbuído de seu espírito aventureiro, ele vai explorar uma caverna, acompanhado de sua preocupada irmã, e lá descobre um sítio arqueológico com pinturas rupestres de homens e mamutes, e vê um boneco de um mamute, o qual tenta pegar mas cai e bate a cabeça. Durante todos esses anos afastados um do outro, Anna e Hans se comunicavam esporadicamente através de cilindros de voz, mas Anna ás vezes mandava cartas também, rezando para que alguém próximo pudesse lê-las para Hans. Interessante que uma das condições para que a locomotiva construída por Hans funcione é a presença do boneco pré-histórico do mamute. Tudo muito engenhoso e peculiar.

    Sem dúvida, o ponto do game é a narrativa! Claro, é o que se espera de um Adventure Game. E todos os files do jogo são muito bem feitos, artisticamente bem verossímil. Como por exemplo, o diário da Anna, que abarca o período de 1930 a 1938, e que explica muita coisa! Hans, apesar do aparente retardo após o acidente, primeiro demonstrou inteligência recobrada ao passar a fazer modelos de brinquedos de mamutes autômatos, e após insistência de seu pai para que ele fizesse “coisas mais úteis” da vida, conseguiu atender a expectativa do pai e o ajudou brilhantemente na fábrica, a ponto de Anna falar orgulhosa sobre os três como uma "família de verdade", mas... aos 18 anos, Hans demonstrou algo que sempre esteve com ele desde o acidente de infância - a obsessão pelos seres pré-históricos mamutes! Decide abandonar a fábrica em uma fuga, não sem avisar sua irmã antes, decepcionando seu pai para sempre. No jogo, o destino final para onde seguimos, um hotel, é onde acabamos encontrando Hans, um senhor já velho e de baixa estatura, que acaba de chegar após uma de suas viagens num avião. Ele logo fala em ir para a ilha mítica de Syberia, agora que está com a locomotiva, e convida Kate Walker, que ainda está fingindo para si mesma que está ali somente com a finalidade de pegar a assinatura dele para a venda da fábrica, como se ao longo de toda a jornada ela não estivesse cada vez mais desconectada da família, amigos e trabalho, abrindo mão de sua vida ordinária e abraçando o senso de aventura instigado por Hans. A trama envolve tanto a busca por Hans Voralberg quanto a vida pessoal de Kate. Uma história eu diria surpreendente!

    Além da história, outro fator forte do jogo é a trilha sonora, que alude à arte soviético-russa: a música é grandiosa, clássica, bela, com pontuações dramáticas. Os cenários são telas que parecem pinturas estáticas, onde as únicas coisas que se movem são os NPCs e alguns animais. Alguns pontos da gameplay não são tão agradáveis... O jogo tem um aspecto sistemático ou algo burocrático no tocante à interface: o estilo point-and-click, típico de um tradicional jogo de aventura gráfica, implica que temos que navegar por tópicos de discussão e transitar por telas de inventário, notebook e etc., e isso demanda um esforço que com o tempo se torna incômodo e repetitivo, pelo menos para consoles. Outra coisa chata é a locomoção da personagem, que frequentemente trava em obstáculos invisíveis nas telas, só sendo possível passar de uma tela para outra em pontos determinados destas.

    Falando ainda sobre os gráficos, li na Wikipedia que o jogo usa em seu design gráfico elementos de Art Nouveau, esta que seria a “junção de belas artes, especialmente pintura e escultura, e artes aplicadas; artes decorativas são artes ou ofícios cujo objetivo é o design e a fabricação de objetos bonitos e funcionais, inclui design de interiores; as artes decorativas são frequentemente categorizadas em distinção às ‘belas artes’, isto é, pintura, desenho, fotografia e escultura em larga escala, que geralmente produzem objetos apenas por sua qualidade estética e capacidade de estimular o intelecto”.

    Quanto ao aspecto tecnológico, li também que o jogo utiliza referências da ficção Steampunk e Clockpunk na sua história, pois as máquinas, dispositivos e ferramentas funcionam com molas e com engrenagens de dar corda, os tais autômatos.

    Em sua mecânica, o jogo se trata de um adventure e puzzle, de exploração em terceira pessoa e estilo point-and-ckick, em que a personagem tem que interagir com objetos do cenário (para ligar ou desligar coisas ou coletar itens), fazer uso do celular (ligando ou recebendo ligações de seus contatos - mãe, amiga, namorado, chefe do escritório de advocacia), e conversar com as pessoas locais para progredir dentro do jogo. As interações com o cenário (só possíveis quando aparecem os ícones de interação, então não existe liberdade de interagir com qualquer coisa), bem como os contatos no celular, criam e ampliam tópicos de discussão no notebook (que é um recurso de conversação) para a interação com os personagens e assim suscitar ações de progresso do jogo.

    O jogo conta com um antagonista lá pelo meio do jogo, um psicopata obcecado por uma cantora de ópera aposentada, a qual ele tenta manter em cárcere privado. Mas só nesse ponto do game. Não é um jogo de ação em que você tem que combater inimigos, mas nem um jogo de aventura simples.

    Uma coisa a se notar são as referências russas/soviéticas - a trilha sonora, os personagens russos que aludem aos tempos da União Soviética, a Sibéria como destino da viagem, os processos burocráticos dos negócios e protocolos tanto com os humanos quanto com os autômatos, e o aspecto burocrático do próprio jogo em suas mecânicas de menus e point-click (uso de itens e os diálogos). Afinal de contas, a missão se passa ao longo da Europa Central e Oriental/Rússia.

    Uma outra coisa curiosa é a escolha da localização da pequena cidade de Valadilene na região dos Alpes. Os Alpes se tratam de uma extensa cadeia de montanhas que atravessa vários países da Europa (Áustria, Eslovênia e Hungria, a leste, através do norte da Itália, Suíça, Liechtenstein e sul da Alemanha, até ao sudeste da França e Mônaco). Sobre essa região, é dito que “poucas regiões no nosso planeta concentram uma quantidade tão grande de cidades que parecem ter saído de contos de fadas; entre picos nevados e lagos de águas cristalinas, as cidades espalhadas pelos Alpes certamente serviram de inspiração para muitas das histórias que ouvimos quando crianças”. Faz sentido.

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    @platinadores

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  • anacmarc Ana Marcondes
    2018-10-11 13:52:35 -0300 Thumb picture
    anacmarc checked-in:
    Post by anacmarc: <p>Não estava dando nada pra esse jogo, meio que de

    Não estava dando nada pra esse jogo, meio que desprezei por um tempo depois de pega-lo free na GOG.....e não é que ele se mostrou um joguinho simpático! Tem me servido pra tirar a cabeça desse clima eleitoral tenso e desestressar um pouco.

    Fazia tempo tb que não jogava um point click desse estilo. Preciso parar de julgar o jogo pela capa.

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      mattfenrir · about 3 years ago · 2 pontos

      Nossa, e é antigo, em? Qualquer coisa tá valendo pra gente fugir desses papos políticos!

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      mastershadow · about 3 years ago · 2 pontos

      To pra começar esse no PS2,parece ser bem legal pelo que li, eu curto esse estilo de jogo.

      3 replies
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      jcelove · about 3 years ago · 2 pontos

      Syberia é bem legal, só não curto a interface, tem uns puzlles muito difíceis d eentender, mas a história e os personagens são excelentes. Tenho que terminar o 2 ainda nesse ano.hehe

  • mcalor Marina
    2018-04-02 01:07:13 -0300 Thumb picture
    mcalor checked-in:
    Post by mcalor: <p>Gente... como que eu amei o final desse jogo&nbs

    Gente... como que eu amei o final desse jogo *___*

    Tipo, eu tava achando o jogo ok, mas a cena final chegou a me emocionar. Adorei!

    Em breve começarei o segundo 

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      wilford_fernandes · over 3 years ago · 2 pontos

      subindo na lista

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      riki_samejima · over 3 years ago · 1 ponto

      Eu tenho um pouco de raiva desse game, pois por esse primeiro Syberia ter feito sucesso, a Microids mal ligou para a continuação de Still life, que ficou uma merda, digassidipassagi ¬¬
      Provavelmente, vc vai jogar o Syberia II, mas procure jogar a trilogia Post Mortem, Still life e Still life II tbm. O 1º Still life usou a mesma engine do Syberia.

      5 replies
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      jcelove · over 3 years ago · 1 ponto

      Sem guia mesmo? foi rápido, parabéns!!(eu apelei forte com ele XD)
      O final realmente compensa o esforço. Empolga ver a Kate se resolver daquele jeito.
      Da uma boa reflexão sobre oq ue fazemos da vida e o que realmente é importante tbm.

      To no começo do 2 ainda, quero jogar nesse mês.

      1 reply
  • mcalor Marina
    2018-03-18 00:51:16 -0300 Thumb picture
    mcalor checked-in:
    Post by mcalor: <p>Venho jogando há uns dias e tenho encontrado dif

    Venho jogando há uns dias e tenho encontrado dificuldade no que fazer em seguida. Num Point and Click é essencial você ter a cabeça dos desenvolvedores do jogo, senão uma hora ou outra você vai apelar para um guia. 

    Cheguei ao capítulo 3, e já que é início de capitulo vamos ver até onde consigo ir nele sem "roubar". Sempre tento ir na boa, descobrindo tudo, pensando onde colocar tal objeto, pra onde ir, etc, mas tem dias que a paciência não tá lá essas coisas...

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      jcelove · over 3 years ago · 1 ponto

      Ele é bem legal mas me rendi ao guia antes de ficar maluco. Os puzzles são muito surreais, principalmente os que envolvem os automatos, fica difícil sacar os esquemas sem tentativa e erro infinitas pra mim.hehe

      To enrolando no começo do 2 a meses.hehe

      1 reply
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      santz · over 3 years ago · 1 ponto

      Esses jogos de point-and-click são bem focadas para um público específico.

  • jcelove José Carlos
    2017-08-17 15:22:24 -0300 Thumb picture
    jcelove checked-in:
    Post by jcelove: <p>Terminado!</p><p>#img#[464168]</p><p>A parte em

    Terminado!

    A parte em que chega a Arabald já é praticamente a reta final SE vc souber o que fazer pq se eu não tivesse com um guia iria levar meses tentando descobrir comofaz o "blue Helena"!

    Nunca iria sacar o lance de usar o telefone!hehe

    A Helena e o James são mais dois personagens legais. O hans só fazia automato genioso.XD

    A cena do show particular da Helena é bem legal.

    Ai rola um momento tenso ja esperado pq o diretor Boradine ja denunciava as intenções malignas desde sempre, mas no final a kate dá um "olé" nele e sai da cidade bizarra em grande estilo.

    Voltando a Arabald a viagem ia prosseguir sem sinal do Hans até que finalmente o velinho aparece! Ai a kate tem de decidir se volta pro seu mundo com uma carreira boring com um noivo e amiga trairas ou se aceita o convite pra seguir até a Syberia com Hans e Oscar....

    e depois da correria o jogo enm entra nos créditos, ja pergunta logo "VOCÊ QUER JOGAR SYBERIA 2 AGORA??"

    QUERO!

    MUITO MERMÃO!!

    Colocando na fila do download mas só vou jogar após terminar os pendentes (Staking e o GG 2 Overture, Broken age e Batman)

    O jogo realmente merece a boa fama que tem. O começo não me empolgou muito pq o mundo do jogo é bem esquisito, com o conceito de automatos numa ambientação contemporânea, MAS com um pouquinho de avanço a história se mostrou MUITO legal, com poucos personagens mas todos bem interessantes e ainda tem uma mensagem legal sobre o que realmente é importante na vida.

    Kate virou uma das minhas personagens feminias favoritas.

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