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  • thecriticgames Matheus Pontes
    2022-03-06 01:57:56 -0300 Thumb picture

    {ESPECIAL} TOP 10 HIDDEN GEMS NES.

    Fala criaturas da noite, quem me segue sabe da minha recente conquista de finalmente finalizar e avaliar após 9 anos todos os 152 que me foram de interesse para o NES, e embora esse não seja a lista dos melhores títulos do console essa primeira é a lista dos MELHORES TITULOS POUCO CONHECIDOS DO CONSOLE.

    Algo que eu não fiz com o Master System por exemplo já que boa parte da biblioteca dele é pouco conhecida para os gamers em geral. Bem aqui vai a minha contribuição com os melhores @hiddengems do console.

    MENÇÕES HONROSAS: 

    Crisis Force, Formula One: Built to Win, Guerrilla WarJust Breed Summer Carnival '92: Recca são todos concorrentes a lista que empataram em nota com o 10° colocado desta lista mas que perderam para o mesmo, fica aqui seus nomes para serem lembrados.

    10° LUGAR: Kick Master NOTA: 8.5

    CRÍTICA

    Alguns heróis atiram, outros socam, outros dão espadas e há ainda os inusitados com chicotadas, mas o herói daqui se vira apenas com chutes, basicamente um Castlevania de bicudas, Kick Master é um jogo de ação incrível e um dos meus títulos favoritos do NES. Controlando um herói que vai chutando mundo afora as ameaças (ainda que conte com 12 magias encontradas bem legais) encarando inimigos e chefes bem interessantes. Um titulo OBRIGATÓRIO para os fãs de Castlevania 8-bits que estão carentes (ou cansados das escadarias e cabeças de medusas).

    9° LUGAR: Blaster Master NOTA: 8.7

    CRÍTICA

    Um desses títulos desconhecidos mas ainda sim conhecido por quem caça títulos desconhecidos do NES, bom, conhecido até demais com o sucesso do mesmo por vias de emulação através dos anos gerando o revival moderno da série. Aqui controlamos um veículo avançado em um mapa a la Metroid com seções onde devemos sair do tanque e controlar o piloto diretamente e ainda seções de caverna onde só o piloto entra e sob uma perspectiva de cima e maior devemos encarar chefes. É um titulo desafiante e interessante.

    8° LUGAR:  River City Ramsom NOTA: 8.7

    CRÍTICA

    Beat'em ups co-ops são legais desde sempre e embora a gente se lembre muito de Double Dragon e Battletoads no NES. River City é um pouco conhecido (ainda que bem conhecido por caçadores de títulos perdidos) foda pra caralho. Aqui controlando uma dupla de adolescentes brigões devemos explorar um mapa de fases interconectadas em cenário urbano envolvendo escolas, ruas, fabricas, derrotando inimigos, coletando dinheiro para compra de armas e itens com alguns elementos de RPG. É desafiante e difícil de se zerar também por ter de se quebrar a cabeça sobre pra onde ir, mas é bom demais, prova disso é a influencia do mesmo, que vai de Scott Pilgrim (tanto a HQ original como o jogo) a seu sucessor espiritual/sequencia, River City Girls dos consoles modernos.

    7° LUGAR: The Guardian Legend NOTA: 8.8

    CRÍTICA

    Uma mistura esquisita demais a nível "The Magic of Scherehashausjakhsjahsjahzade" é uma boa definição desse titulo que mistura joguinhos de nave com Zelda e com um sistema de níveis de RPG, parece até um game indie e um dos bons e difíceis. No jogo controlamos uma protagonista robótica alternando de gameplay em visão superiores explorando uma base destruindo blocos com sua arma principal de laser e com alguns power-ups e em fases de nave ocasionas os "corredores" onde usamos as mesmas armas, mas onde encaramos os verdadeiros e difíceis chefes do jogo, isso somado a um sistema de experiência com níveis, estranho até de se explicar.

    6° LUGAR: Shatterhand NOTA: 9.0

    CRÍTICA

    Alguns jogos não precisam inovar ou pensar fora da bolha para se destacar, só necessitam serem bem feitos fazendo o que todo mundo tenta fazer e isso é bem Shatterhand, em um console cheio de títulos de ação a lá Ninja Gaiden disputando o sucesso a tapas Shatterhand chega com socos em um jogo de ação que poderia se resumir a avançar através de fases liquidando ameaças com os punhos, mas o jogo tem um interessantíssimo sistema de power-ups com o auxilio de um drone com 9 formas diferentes de ataque pra auxiliar o jogador.

    5° LUGAR: Joy Mech Fight NOTA: 9.0

    CRÍTICA

    Jogos de luta não eram algo de destaque como seriam na geração 16-bits nos tempos de NES e Master System e por conta disso Joy Mech Fight pode passar despercebido mas é um fodastico jogo de luta de robos com um visual e movimentação deslumbrante por conta dos efeitos e da agilidade da coisa toda. São 36 personagens marcando o por anos como o jogo com maior numero de lutadores que se tem informação (até ser superado por KOF 98 e seus 38 lutadores), só que o jogo é brutal, a dificuldade vai se tornando absurda no modo história, isso que para liberar todos os personagens para o versus é necessário vencer o game nas duas dificuldades superiores.

    4° LUGAR: Sweet Home NOTA: 9.1

    CRÍTICA

    Trabalhoso pra carallho é uma definição de se jogar Sweet Home, o jogo que veio a inspirar a saga Resident Evil é um inusitadíssimo jRPG de terror em uma mansão repleta de monstros e assombrações onde controlamos um grupo de 5 personagens (com até 3 em combate ao mesmo tempo) cada um carregando um item essencial para se avançar no jogo em um gameplay que envolvia combates difíceis, puzzles complicados e permadeath. É um jogo cruel, mas incrível pra sua época.

    3° LUGAR: Crystalis NOTA: 9.3

    CRÍTICA

    Um nome até conhecido entre os caçadores de relíquias do NES, Crystallis é um action RPG 8-bits muito adorado por quem o conheceu e com razão. Ele tem um gameplay sólido com um gráfico incrivelmente bonito e movimentação muito fluida, principalmente no combate envolvendo espadadas e magias, até a história do jogo é chamativa com uma mundo que se reconstruiu medieval após um apocalipse com maquinas que vai render uns bons plot-twists no final do jogo (ou INCRIVEIS para sua época). Os únicos problema dele? O grind meio chato e o entra e sai dos menus toda hora para usar a espada elemental certa.

    2° LUGAR: The Magic of Scheherazade NOTA: 9.5

    CRÍTICA

    Eu ainda não sei falar e confesso ter problemas com a escrita do nome desse jogo, mas esse titulo é um dos mais inesperadamente promissores e únicos do NES sendo uma mistura incrivelmente bizarra entre Final Fantasy com Zelda com mitologia árabe e sim, o jogo usa tanto o sistema de batalha de Zelda como de Final Fantasy em dois estilos diferentes de combate que são frequentes no jogo, é estranho tanto no conceito como na pratica, mas funciona e o jogo consegue cativar até mesmo com seu elenco esquisito e gigante com nada menos que 11 aliados controláveis.

    1° LUGAR: Little Samsom/Lickle NOTA: 9.6

    CRÍTICA

    O que um dragão, um jovem, um golem e um rato tem em comum? NADA, mas esse quarteto são os heróis de um jogo INCRIVEL do NES sendo um jogo plataforma com toda a cara de titulo indie, com 4 personagens com diferentes atributos, ataques e habilidades. Kikira o dragão pode voar e soltar bolas de fogo que podem ser carregadas. O rato K.O pode passar por áreas estreitas, correr pelo teto e paredes e soltar bombas, o golem Gamn é lento, mas anda sem se ferir por espinhos e é o mais poderoso liquidando inimigos e chefes rapidamente com seus braços poderosos, por fim o herói Samsom dispara projéteis de seu sino e pode também andar por tetos e paredes sendo o mais equilibrado. Esse elenco esquisito é presenteado com um ótimo level design cheio de chefes e fases legais e que incluíam até mesmo estágios e ameaças secretas incluindo um chefe final verdadeiro na pior dificuldade. Um show de qualidades pra um game pouco conhecido.

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  • ucegamers União Cearense Gamer
    2022-02-05 11:32:53 -0200 Thumb picture
    Post by ucegamers: <p>Tem vídeo no canal!<br>https://youtu.be/XpuOTg8i

    Tem vídeo no canal!

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  • iuritoadstool Iuri Patias
    2021-12-29 12:00:59 -0200 Thumb picture
    iuritoadstool checked-in:
    Post by iuritoadstool: <p>Delicioso demais!</p>

    Delicioso demais!

    13
  • 2021-03-16 20:02:20 -0300 Thumb picture
    thiagobrugnolo checked-in:
    Post by thiagobrugnolo: <p>Finalizado!</p><p>Esse jogo aparece em algumas&n

    Finalizado!

    Esse jogo aparece em algumas  listas de beat' em ups recomendados do Nes e vi ele há algumas semanas em um post do @thecriticgames

    Pois bem fui jogá-lo, e o que me chamou atenção logo no inicio é que ele não é um beat' em up como a maioria, pois aqui está presente alguns elementos de rpg, como level up,  além do que você explora as diferentes áreas do mapa, compra itens, faz upgrades e ganha novas habilidades.

    Dá pra sair da porradaria e passar de boa em uma lanchonete e comer uns sanduiches e tomar um milk-shake, e até mesmo curtir uma sauna para recuperar as energias.

    Além das habilidades de luta do personagem, é possível pegar caixas e lixeiras espalhadas pelo cenário para se utilizar como aramas, assim como correntes barras de ferro, pedras e soco inglês.

    Se alguém por um acaso tiver a curiosidade de jogar, recomento utilizar um guia, pois na parte final do jogo que se passa em uma escola, o portão de acesso só abre se você tiver entrado em todas as áreas e derrotado todos os chefes, no meu caso como faltaram alguns locais para visitar em uns caras para eu vencer, tive que voltar até o inicio do jogo  para encontrar esses chefes e liberar a área final.

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    • Micro picture
      santz · over 1 year ago · 4 pontos

      Cara, esse jogo é maravilhoso. Só não zerei ele ainda porque estou reservando para zerar de 2, mas ele é sensacional.

      3 replies
    • Micro picture
      thecriticgames · over 1 year ago · 3 pontos

      Uma cena pra mim que esse jogo se pagou por completo foi no penultimo chefe da escola, os dois irmãos que são paródia dos Double Dragons, toca até o tema do jogo na batalha contra eles, eu rachei o bico quando vi isso.

      5 replies
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      jcelove · over 1 year ago · 2 pontos

      Os jogos do Kunio são muito bacanas desde esse primeiro, mas realmente poucos terminaram ele, fica muito confuso de entender onde ir no final.hehe

      2 replies
  • 2021-02-20 23:04:11 -0300 Thumb picture
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-02-16 23:37:12 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[687909]</p><p>Finalmente joguei o jogo mai

    Finalmente joguei o jogo mais famoso da série Kunio. River City Ransom.

    Mas se olharmos a arte da capa ou até mesmo as screenshots, vamos perceber certa diferença nas roupas dos personagens, que não possuem seu característico uniforme escolar japonês. Como visto no jogo japonês, Downtown Nekketsu Monogatari.

    Isso se explica pelo receio dos americanos de retratar brigas de gangues de alunos, trocando assim o uniforme por calça jeans e camisa genéricos e toda referência a gangues de escola simplesmente por gangues.

    Outra curiosidade é que River City (Downtown Nekketsu Monogatari) é a sequência direta de Renegade (Nekketsu Koha Kunio-kun) que não possui o estilo caricato que se tornou marca registrada da série posteriormente.

    Voltando a falar de River City, a história do jogo é bem simples:

    Dois gêmeos são transferidos para uma escola rival da escola de Kunio (Alex), esses gêmeos são poderosos e são conhecidos como os "Double Dragon Brothers", referencia aos primeiros trabalhos da Technōs Japan em Double Dragon.

    Um dia, a namorada de Riki (Ryan), amigo de Kunio (Alex), é sequestrada e os amigos vão ao resgate da garota na escola rival, passando por gangues e mais gangues de alunos.

    Cada gangue se difere na cor do uniforme, que também evidencia seu poder.

    O jogo segue o padrão clássico de um Beat n' up, mas com o diferencial de ter um mundo aberto para se explorar, visitar bairros com lojas para comprar livros, refeições e itens que aprimoram os status dos personagens.

    Algo ruim é não ter uma descrição do que o alimento vai lhe proporcionar, tem de comprar, usar e descobrir. Muitas vezes ficava assim, "é o hamburguer ou o churrasco que recupera a vida?"

    A progressão do jogo também não é linear, devendo ir e votar constantemente, seguindo as dicas dos npcs derrotados.

    Isso faz quase que essencial jogar a versão americana. E mesmo assim ainda é uma tarefa difícil, pois lembrar as localizações e seus caminhos não é nada fácil, o jogo não possui mapa, o que dificulta ainda mais nossa vida. 

    Tinha jogado o jogo na época que tinha o Dynavision na infância, e posteriormente ano passado, nas duas vezes travei pois não sabia para onde ir.

    Felizmente hoje a internet está ai pra isso.

    A porta da escola rival só é aberta caso derrote todos os líderes de gangues. ( O guia ajuda bastante )

    Entrei na escola, subi os andares enfrentando hordas de inimigos, até encontrar os gêmeos malditos, pra luta mais difícil do jogo, não tinha morrido até então.

    Após derrotá-los, entre na porta branca mais à direita e salve a garota.

    Voltando, vá direto para a porta que os irmãos protegiam e tenha o confronto final com o verdadeiro mandante do sequestro, há uma batalha relativamente simples e um final simples.

    Há sempre novas versões saindo do jogo e nenhuma corrige esse problema, só fazer um mapinha simples, não custava nada.

    Enfim, jogo muito divertido, principalmente se jogado em 2 jogadores, ele peca em ser confuso, mas acerta em ser inovador.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      jcelove · over 2 years ago · 2 pontos

      Ae so sucesso nos salvamento.XD

      Os do 3ds tem mapinha. Mas nao te indica pra onde ir.hehe
      O rival showdown que te falei é outro remake dissoai so q mais rpg e com passagem de tempo te fazendo correr por 3 dias. Pra salvar a namorada do Rikki tem q. Derrotar todos os lideres e fazer todas as sideques....com limite de tempo é bem impossicel descobrir.XD

      1 reply
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      santz · over 2 years ago · 2 pontos

      Não faz nenhum sentido tirar as roupas de uniforme escolares para o lançamento americano, afinal, ninguém nos EUA usa roupas daquele jeito para estudar.

      1 reply
  • thecriticgames Matheus Pontes
    2020-02-09 13:20:45 -0200 Thumb picture
    Post by thecriticgames: <p>Um dos melhores jogos que joguei no NES e acho i

    Um dos melhores jogos que joguei no NES e acho interessante pra caramba o quanto ele é avançado e diferente pra sua época, digo, depois dele vimos com que frequencia elementos de RPG ou o layout sandbox no genero beat'em up no NES, no SNES, no Mega Drive ou mesmo na geração PS1?? Ele é diferente desta forma dos beat'em ups da época, sem contar que serviu de inspiração para um dos melhores jogos do genro, Scott Pilgrim vs The World, e não apenas para o jogo como tambem para a história da HQ como fica facilmente explicito no curta animado. 

    O ruim é que o game realmente necessita de um guia para não se perder no mapa do jogo ou no meio de seus elementos, é bom ter pra ter uma noção também do efeito de cada item e se planejar mais sabiamente como utilizar seu precioso dinheiro.

    Beat em up com RPG = River City Ransom

    Review by: @thecriticgames

    Beat'em ups tiveram bastante força no NES e também nessa mesma época anos arcades, Double Dragon, Battletoads, Tartarugas Ninja...

    Keep Reading →
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      jcelove · over 2 years ago · 3 pontos

      Kunio é show mesmo. O mais incrivel é como esse primeiro tem remake até hj, acho que o ultimo foi o Showdown no 3ds, realmente sem guia fica dificil saber como triggar os eventos finais, ai fica em loop pelo cenario.hehe

      14 replies
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      vinicios_santana · over 2 years ago · 3 pontos

      Eu cheguei a jogar ele e travei justamente ao tentar entrar na escola e o portão não abria.
      Ele tem o mesmo problema do Metroid de Nes, o jogo carece de um mapa, não sei dizer se a versão física vinha com um mapa físico como o Zelda.
      Planejo jogar ele novamente, agora munido desse mapa da análise.
      Vi que tem um pra Snes com os sprites grandes. É bom?

      7 replies
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      santz · over 2 years ago · 3 pontos

      Esse jogo é tão a frente do seu tempo que demorou décadas para copiarem o conceito. Nem dá para acreditar que esse jogo é de NES.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-12-09 02:31:29 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: River City Ransom

    Zerado dia 08/12/19

    Ah, o que seria de mim sem esse serviço de NES do Switch Online? Quer dizer, muita gente fala mal (inclusive eu mesmo), mas graças a esse serviço e o do SNES, tenho jogado jogos como River City Ransom com mais vontade. Sei lá, a emulação é muito boa, jogar na tela e com a portabilidade do Switch é mais um plus, fora que ainda é possível jogar online. Há vários jogos que não estão disponíveis que eu preferiria aqui do que num PSP da vida, mas enquanto isso vou jogando aqueles que me interessam.

    River City Ransom (RCR) é um clássico beat'em up (briga de rua) da famosa série japonesa Kunio-kun. E essa é uma daquelas séries que tem um milhão de jogos e que é praticamente impossível fechar todos pela enorme quantidade.

    Conheci esses jogos, que tomavam o lugar de Double Dragon no Japão, graças à um amigo (devo ter falado sobre isso quando zerei outros Kunio-kun de 3DS). O cara é fanático e tal e tentou empurrar pra gente os jogos.

    Eu, assim como a maioria, sempre torceu o nariz pra simplória e repetitiva série. Você anda pelas ruas de pequenas cidades japonesas, briga como aqueles delinquentes (como o Yusuke e Kuwabara em Yu Yu Hakusho) e é isso o tempo todo.

    Com as limitações do controle de NES, você só tem três comandos básicos: socar com um, chutar com o outro e pular ao apertar os dois juntos. É ainda possível pegar inimigos caídos e itens ao tentar atacá-los e correr ao apertar duas vezes pra esquerda ou direita.

    O grande lance do jogo está no seu lado mais RPG. Você pode ir e vir pelas diferentes partes do mapa, brigar a vontade contra os inimigos que reaparecem quando você volta à uma área (mesmo que tiver acabado de sair de lá), e ganha experiência e dinheiro para fortalecer seu personagem.

    Há um pequeno e simples enredo, que basicamente te guia pra onde ir em seguida. Geralmente a estória envolve você procurando um certo alguém, mas para encontrá-lo, precisará de pistas que uma outra pessoa de alguma gangue tem. Vá até o território daquela gangue, quebre todo mundo na porrada e o chefe aparecerá. Quebre ele na porrada também e ele te dirá para ir até algum lugar e lá você repete tudo novamente, mas numa versão mais difícil.

    O jogo em si não necessita de idioma pois os mapas limitam bastante onde procurar e a base de tudo mesmo é a briga, mas eu daria dois conselhos a quem jogar RCR: prepare o seu personagem, o que quer dizer que as vezes é melhor lutar e juntar uma grana e comprar técnicas nas lojas e comida para recuperar a sua vida, tanto instantaneamente quanto aquelas que você pode usar enquanto estiver brigando por aí, e enfrente todos os caras de cada tela, principalmente se você não entender a linguagem do jogo, pois muitas vezes eu só passava correndo, cansado da repetitividade, e isso impede que o chefe apareça nas áreas que de fato tenham um chefe, e sem derrotar o chefe, você não ativa eventos que permitam seu progresso.

    Você não vai querer ficar como eu, procurando feito bobo.

    Houve uma vez ou outra, como bem no final, que eu não conseguia descobrir pra onde ir pois o final dos caminhos levava à uma escola fechada. Depois de uma boa explorada, recorri à internet, onde pessoas com o mesmo problema eram respondidas com: você tem que derrotar os três chefes da gangue tal. Não lembrava de um deles, então voltei lá no começo mas o cara não aparecia (os chefes também dão respawn com a desculpa de que querem uma revanche). Daí descobri que precisava enfrentar um chefe aleatório numa rua pra ele me mandar ir ver esse cara, que finalmente apareceu e desencadeou os eventos para eu seguir na campanha.

    A aventura é bem curta, sobretudo depois que você sabe o que fazer, mas no final ficou meio tensa graças à chefes muito resistentes versus eu, relativamente frágil. É nessas horas que vale a pena voltar nos pacíficos comércios das cidades e investir em comidas que dão melhorias provisórias e itens que melhoram seus ataques.

    É engraçado como um jogo tão simples tenha me parecido tão complexo nas primeiras vezes que o joguei há uns meses atrás.

    Resumindo: River City Ransom é um joguinho de briga de rua legal, mas que exige um pouco de paciência tanto para aprender suas mecânicas, quanto para ficar batendo da mesma forma a todo momento. Além disso, ele requer um certo investimento no personagem, como lutar continuamente, coletar dinheiro, ir comer quando a vida estiver baixa (e aprender sobre os itens e tal, pois nada tem descrição). Calculo que gastei umas 3 horas no jogo na primeira vez, mas acabei jogando mais uma usando um password que descobri e te deixa no nível máximo e, principalmente por saber aonde ir, levei uns 20 minutos pra fechar o jogo.

    De bom: visual simples e carismático, que inclusive ele insistem em usar mesmo depois de tentarem versões mais sérias. Temática bacana. Possível de ser jogado por 2 pessoas, que deve ser bem melhor. Passwords podem facilitar a vida de quem só quer experimentar a série casualmente. Grande variedade de armas, apesar que eu detestei usar a maioria pois eram muito lentas e abriam a minha guarda.

    De ruim: muito repetitivo pela variedade quase inexistente de golpes e inimigos iguais, o que ainda gerou uma infinidade de títulos na série. Você só sabe se está ou não preparado ao sair na rua lutando com os caras, e muitas vezes descobri que a resposta era não, morrendo e perdendo metade do seu dinheiro. Nunca curti muito o lance de ter que comer em restaurantes para se curar e a falta de itens de cura durante a jogatina (antes de um chefe, por exemplo, e com pouca vida, você sabe que vai morrer e só está perdendo tempo.

    No geral, o jogo é legal, mas a série ainda não me conquistou justamente pelas lutas serem tão simples e sem emoção, e isso tanto nesse de NES quanto no de 3DS e num de PC. Eu acho que a cosia mais interessante relacionada à série seria River City Girls, que foi desenvolvido por outra empresa. Esse é o tipo de jogo que vale a pena conhecer, mas não terminar. Passável.

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      jcelove · over 2 years ago · 2 pontos

      Grande classico! Detalhe q muita gente, eu incluso nunca terminaram por causa desse lance da escola fechada. Todos cansava de ficar rodando sem saber o q fazer pra avançar e largava o jogo.hehe
      Mas a pegada mais rpg de entrar em loja e restaurante pea upar stats era muito bacana, praticamente o yakuza de sua epoca XD

      1 reply
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      xch_choram · over 2 years ago · 2 pontos

      Eu tambem empaquei nessa escola kkk

      2 replies
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      vinicios_santana · over 2 years ago · 2 pontos

      Eu também travei nessa escola fechada, voltei e não achei ninguém, :/

  • jcelove José Carlos
    2019-10-23 22:39:12 -0200 Thumb picture

    Stay cool Kobayashi-san: A River City Ransom Story

    Novo jogo da turma do Kunio, dessa vez feito pela equipe japa raiz.

    Parece bem maneirinho. Sai pra Steam, Ps4, Xone e Switch

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      le · almost 3 years ago · 2 pontos

      Da última vez que a Arc fez um beat 'em up, não saiu algo muito bom, não...

      9 replies
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      zir0 · almost 3 years ago · 2 pontos

      parece massa + o grils e+ daora

  • marlonfonseca Marlon Fonseca
    2019-09-12 17:39:35 -0300 Thumb picture
    marlonfonseca checked-in:
    Post by marlonfonseca: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Jogo finalizado #2238- River City Ransom (NES)

    #150 em 2019/ # 118 no NES

    Finalizado em 12.09.2019

    Eu encomendei a versão física do recente river city girls para jogar com  a patroa e percebi que, mesmo fã hardcore de beat em up, eu nunca havia experimentado um game da franquia.Então fui logo no primeiro.

    A grande "surpresa" aqui é que ele traz elementos a mais no bolo, o que não era comum na época, tais como status, aumento de nível, consumo de items em loja, etc.

    Obviamente hoje o visual pode parecer tosquinho. Os inimigos também não possuem o menor nível de variação.

    Mas há seu charme em tentar emular o cotidiano da violência juvenil.

    Mas, no geral, merece o status de clássico que hoje ostenta.

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      lukenakama · almost 3 years ago · 2 pontos

      Então é desse jogo que vem esses sprites que eu já vi em vários vídeos kkkkkkkk
      Ele tá no catálogo do NES online, é difícil? nunca consegui zerar um Beat N Up em console sem save state.

      2 replies
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      vinicios_santana · almost 3 years ago · 2 pontos

      Engraçado que eu chegava numa certa parte que não conseguia avançar, ia e voltava e não tinha pra onde ir.

      4 replies
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      gennosuke6 · almost 3 years ago · 2 pontos

      Barf! xD

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