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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2021-05-06 12:41:12 -0300 Thumb picture

    Baldur's Gate: Dark Alliance

    Shadow Drop do dia !

    Chega amanhã no PS4, One e Switch

    Remasterização do game de 2001 / 2002, com gráficos atualizados para 4K além de outras melhorias

    Versão do PC e de Mobile chegará um pouco mais tarde em 2021

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      xch_choram · 2 days ago · 3 pontos

      Oia, nunca consegui colocar ele pra rordar 100% nos emuls, sempre tem umas lentidões de vez em quando, vai ser mt bom.

      1 reply
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      onai_onai · 1 day ago · 1 ponto

      Poxa, eu gosto demais desse jogo. Joguei muito no Playstation II!

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      seufi · 1 day ago · 1 ponto

      WOWOWWOWOWOWWWWWWW!!!!!!!!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-01-08 13:12:26 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Baldur's Gate: Dark Alliance (GBA)

    Zerado dia 08/01/21

    Caraca, essa é uma pendência antiga (e uma das minhas últimas da lista)!

    Lá pra 2006 eu era menor aprendiz no Banco Central do Brasil aqui em Brasília e tinha bastante tempo livre. Como eu não tinha computador em casa, o trabalho era um sonho pra mim: podia passar um tempão acessando redes sociais, baixando músicas para ouvir no meu MP3 Player e, claro, jogar! Jogar muito!

    Nessa época ainda o mundo da emulação era relativamente novo no meu círculo social (ou talvez para todos) e eu estava amando a ideia de poder jogar qualquer coisa, principalmente Gameboy Advance, que ainda não tinha necessariamente dado lugar ao Nintendo DS e ficava lindão no monitor, mesmo esticado no fullscreen. E a facilidade? Baixava a rom em alguns segundinhos, abria num emulador super leve e podia fazer o que quisesse com ele e suas opções, inclusive minimizar caso precisasse fazer algum trabalho.

    Nessa época eu não só jogava tudo que gostasse, como Metroids e Marios como testava muitos jogos que tivesse o nome ou a capa chamativos. Se fosse legal eu ia até o final, e se não, largava e deletava ou dava outra chance depois. Lembro inclusive de sempre jogar um Rave Master que era fraco, mas tinha a esperança que ficasse bom, haha.

    E foi assim, por acaso, que eu conheci Baldur's Gate: Dark Alliance. Que joguinho legal! Joguei um bocado até não conseguir mais avançar e fui deixando de lado. Como eu era desapegado com jogos! Engraçado também pensar em como ou eu não tinha muita habilidade com inglês ou não tinha saco de ler mesmo, pois até onde joguei, é bem tranquilo saber para onde ir só de falar com os NPCs.

    Por algum milagre do destino, lembrei completamente do nada da existência desse jogo e como eu havia jogado tanto para nada. Joguei diretamente na lista! Baixei a versão de Virtual Console pro Nintendo 3DS e comecei o mais cedo possível. Não canso de repetir que os jogos de GBA no 3DS ficam sensacionais. Tenho que testar outros consoles, inclusive (será que meu PSP está com os dias contados?)

    Baldur's Gate: Dark Alliance (BGDA) é um Diablo da vida. Nessa época eu acredito que já tinha jogado D2 num corujão numa Lan House com amigos e curtido muito, então esse daqui, ainda mais no GBA, plataforma que tanto amava, me conquistou fácil (mesmo que subconscientemente).

    Aquele visual 2D simulando 3D típico de muitos títulos do portátil (e mais uma vez, similar à Diablo), o lance de explorar cidades e masmorras, ganhar níveis, alocar pontos em habilidades, se equipar, matar monstros e até a visão top-down até hoje me conquistam, por algum motivo.

    Pesquisando recentemente, descobri que BGDA não é um título exclusivo do portátil, mas uma versão (quase que como um demake) do jogo de mesmo nome lançado para plataformas "de mesa", como Gamecube e PS2. Interessante!

    Olhando pela internet, é basicamente a mesma coisa mesmo, mas com visuais e demais limitações. Fique bem interessado nas versões principais, mas até arrisco a dizer que, ao menos visualmente, essa versão envelheceu um pouco melhor. No final das contas, estou na dúvida se um dia jogo no Gamecube ou se pulo direto pro 2.

    Ao iniciar a aventura, você pode escolher entre três classes distintas: guerreiro (minha escolha, que já tá ficando cliché), mago ou arqueiro. Nessa tela apenas as cores das roupas dos personagens mudam (sei que na versão de mesa são personagens diferentes).

    Depois, como qualquer coisa relacionada à Dungeons & Dragons e RPG em geral, me deram um bocado de pontos para alocar nas minhas skills. Não tinha certeza do que algumas daquelas habilidades significavam para o meu personagem (Destreza, Constituição, Carisma etc), então investi em força e o que parecia significar vida maior.

    O jogo então te situa na história e logo você estará numa cidade, conversando com uns NPCs e indo para onde eles mandaram, inclusive a primeira masmorra, que começa como um tutorial. Be legal.

    Interagindo com umas pedras, aprendi os básicos: andar, usar o A para atacar, B para interagir, L para defender, Start abre o menu que inclui abas de equipamentos, de alocação de pontos ao ganhar um nível e salvar o jogo. Segure L e use A para consumir poções de cura ou B para consumir poções de mana. R troca o equipamento em uso de espadas e escudos para arco e flecha e, por último, magia, e de volta a espada e escudo.

    Já na masmorra, nada que não seja comum no gênero: andar, matar ratos, ganhar dinheiro e pontos de experiência. Quando um monstro é derrotado, ele pode derrubar dinheiro e itens de cura ou equipamentos. No caso do ouro, basta passar por cima que aquilo será coletado automaticamente. Já no caso dos equipamentos e itens de cura, um comando de pegar com B aparecerá na tela e, ao apertar o botão, um menu com todos os itens ali caídos serão mostrados e você poderá escolher o que pegar, inclusive tudo ou nada.

    Isso é muito importante pois as vezes você já tem itens iguais demais e não quer mais. Além disso, o personagem tem uma capacidade máxima de carga e acaba que você sempre terá que deixar algo do inventário ou do chão pra trás. Mas lembre-se de levar o máximo possível dos itens mais valiosos pois poderá os vender na cidade e comprar coisas possivelmente melhores!

    Com o guerreiro a coisa toda é bem simples. Explore a masmorra, mate ratos, aranhas, zumbis etc. Nos primeiros desafios da campanha você praticamente nem precisa usar seu escudo para defender, coisa quase que obrigatória nas partes finais.

    No final das masmorra você encontrará seu objetivo, seja um monstro para matar, prisioneiros ou um item para coletar, é bem legal.

    De volta a cidade, alguém te pede para ir visitar outra pessoa, o que significa explorar mais, abrir mais rotas e expandir sua liberdade pela cidade, conhecer novos inimigos e ficar mais forte. É legal ver diferentes mapas e o enredo se encaixa bem, tanto para te deixar entretido como para fazer sentido aos lugares que você visitará.

    Mas a regra é simples: voltou à cidade, venda tudo o que for inútil e libere espaço! Recomendaria também economizar nas poções já que seu HP se regenera até bem rápido enquanto você explora os lugares, assim você não tem que se preocupar em pegar mais e encher mais a sua bolsa também.

    Como a jogabilidade é relativamente simples e dá pra saber onde ir só pelas conversas (ou muitas vezes pela lógica), acaba que BGDA é um jogo simples e repetitivo, mas de uma forma legal. Quando você estiver se cansando de um mapa, estará enfrentando o chefão e passando para o próximo ato, em uma nova localidade, com mapas e inimigos ainda mais diferentes, além dos cidadãos. São 3 atos no total e levei quase 7 horas para terminar o jogo.

    Além da jogatina mansa ao estilo do Diablo, a trilha sonora não é muito importante e aparece mais em momentos mais tensos, como próximo aos chefes e afins. Acaba que muitas vezes você só ouve os sons da exploração, como passos, golpes, gritos de ataque ou morte. Sendo assim, é um ótimo jogo também para se jogar ouvindo música se perder quase nada. Cheguei a jogar boa parte da aventura ouvindo bandas que se encaixavam com a temática, tipo Jethro Tull.

    Meus problemas só vieram de verdade perto do fim do jogo, com mapas divididos em várias seções e sem saber exatamente o que fazer, já que ninguém pedia nada e algumas áreas são grandes e difíceis de memorizar.

    Resumindo: Baldur's Gate: Dark Alliance cumpre muito bem com a proposta de trazer um Diablo-like de plataformas grandes para o Gameboy Advance. Da mesma forma que Golden Sun, só me resta lamentar não ter tido a oportunidade de jogá-lo no meu GBA na época. Como port/demake/versão, o jogo deu muito certo! Sério, um jogo muito bacana para quem curte os Diablos antigos e surpreendentemente caprichado para a plataforma e de estúdios que nunca ouvi falar.

    De bom: visuais bacanas, inclusive com animações a 60fps. Vários mapas e boa variedade. História cativante. Equipamentos mudam a sua aparência. Gostoso de jogar e um bom jogo considerando que era portátil naquela época. Sistema de alocação de pontos cria personagens diferentes, mesmo da mesma classe.

    De ruim: trilha sonora muito vaga (talvez seja pelo estilo RPG). Combate com o guerreiro é meio simples e fácil demais. Sem um mapa as vezes é fácil ficar meio perdidão. Seria legal se tivesse multiplayer. Final sem graça (mas a aventura compensou). IA burra e limitada.

    No geral, eu curti o jogo e jogaria uma sequência no GBA, mas infelizmente ela nunca existiu. Recomendo para quem curte o gênero e temática e recomendaria ainda mais na época, já que hoje em dia tem jogos do tipo mais contemporâneos e acessíveis em novas plataformas, mas talvez uma olhada, nem que seja na versão de console de mesa. Fico feliz de BGDA ter sobrevivido ao tempo e ao teste depois de eu ter jogado tantos outros jogos e ter feito jus ao que eu lembrava e à certa nostalgia. Jogo massa!

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      noblenexus · 4 months ago · 2 pontos

      Tem algo estranhamente nostalgico nesses gráficos, mesmo eu nunca tendo um GBA, acho que vou colocar na lista

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      rax · 4 months ago · 2 pontos

      Estava lendo seus ultimos textos de zeradas.

      Cara eu acho que vou fazer o mesmo também com alguns jogos Esse ano.Tem jogo que até hoje eu não zerei a mais de 15 anos atrás,acredite se quiser (sabeselá se eu vou ter vontade de zera-los depois ou não.)

      Quanto ao Baldurs Gate curti pelas imagens.Qualquer dia eu testo esse game (curto os 2 CRPGS primeiros da franquia,nçao sei se esse muda tanto assim se comparado aos 2 primeiros da franquia.)

      4 replies
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      caramatur · 4 months ago · 2 pontos

      Eu adoro esse jogo, mas prefiro a versão pra PS2. O BGDA2 também é muito bom. Uma pena que a trilogia não chegou a ter fim com fechamento da Black Isle Studios.

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-04-08 08:43:43 -0300 Thumb picture

    FINALIZADO!!!

    Finalmente! Essa última parte foi bem longa e cansativa! Passei por um pântano, invadi uma torre cheia de minotauros e no final ainda havia uma gigantesca forja, devo der demorado pelo menos umas duas horas só explorando ela...

    Na forja enfrentei monstros realmente gigantes e lá consegui os melhores equipamentos do jogo. De lá era também impossível voltar o que a princípio dava uma certa preocupação pois eu não podia mais comprar itens de cura.

    Contudo havia tantos barris, caixas e baús com itens que nem me preocupei mais. Acabou que o anão ficou foi rico. O último desafio era essa tal de Eldrith e foi tão fácil quanto o primeiro desafio!

    Com a espada que consegui derrotando o último golen eu estava causando uma quantidade absurda de dano e explorando a torre juntei tranquilamente mais de 50 poções de cura.

    No final a torre explode mas o anão consegue fugir para um portal e nisso o jogo já entra em sequência com sua continuação, que por sinal jogarei em seguida... Fim!

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      caramatur · about 1 year ago · 1 ponto

      O próximo é mais legal e com mais opções de personagem! ^^

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  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-04-06 21:34:08 -0300 Thumb picture

    Kill Lizard King

    Depois que derrotei o dragão de gelo entrei num portal e apareci num local cheio de zumbis, nisso concluí que era uma grande catacumba. Pense num lugar bom pra se teleportar...

    Assim que saí de lá o povo lagarto me deu as boas vindas, e andei muito, mas muito mesmo, por um enorme pântano. De repente me encontrei com um lagarto gente boa, o bicho até curtia Jimi Hendrix!

    Ele falou das desgraças que seu povo estava passando e me pediu para destruir o Rei dos Lagartos. O bicho tinha até um castelo só pra ele!

    Olha o tamanho da marreta biônica do infeliz! Sem malícia por favor. As vezes o camarada dava um golpe que fazia o anão voar pra bem longe. A luta foi tipo aquela do Yusuke contra o mestre bêbado, não lembro o nome dele, era cada um batendo no outro até ver quem iria cair primeiro.

    O mais legal é a clava do anão que ocasionalmente incendeia os inimigos! Pega fogo cabaré!

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  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-04-02 17:59:08 -0300 Thumb picture

    Use Ilivarra's Horn

    Mui bien, essa missão foi até curta. Depois de andar por uma floresta cheia de orcs e kobolds encontrei a caverna de gelo onde tive que usar o chifre mágico para abrir sua entrada.

    A música de lá era bem legal e encontrei alguns monstros bem interessantes como gigantes de gelo e as temíveis panteras deslocadoras, temíveis ao menos no Dungeons & Dragons por que aqui elas eram bem fracas.

    No final encontrei o dragão de gelo que havia visto nas montanhas. A batalha foi muito legal. Pedaços de gelo ficavam caindo do teto e o dragão ficava voando de um lado para outro lançando suas baforadas geladas.

    Não sei porque quando as lutas com os desafios terminam eu fico com pena de ver alguns deles assim desfalecidos. Fiquei imaginando quantos anos essa criatura não deve ter vivido.

    Depois dessa entrei em um portal e fui parar em um local que não faço a mínima ideia de onde seja.

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  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-04-01 01:47:54 -0300 Thumb picture

    Retake the Mines

    Continuando a aventura do anão mais invocado de Baldur's Gate, minha missão agora era investigar uma mina que estava trancada e logo no início descubro que ele estava cheia de elfos negros.

    Eu achei os elfos negros meio fracos e covardes, havia uns munidos de espadas, outros que atacavam com bestas, alguns usuários de magia e os mais legais eram uns montados em lagartos gigantes.

    A líder dos elfos negros era essa maluca da foto e a batalha foi até fácil, mesmo com ela usando magias, invocando um esqueleto e se teleportando.

    Derrotando ela consegui um chifre mágico que ao que parece abre uma passagem numa caverna gelada que fica na superfície, lá nas montanhas. Depois que limpei a área ainda encontrei um anão sobrevivente.

    Eu não sou tão inimigo assim dos elfos negros visto que certa feita li uns HQs onde havia várias elfas negras gostosas. Hehe...

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  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-03-29 01:27:14 -0300 Thumb picture

    Find Mine Key / Find Kolgrim's Party

    Saindo de Baldur's Gate eis que o anão chega de repente nessa região desértica após usar um portal. Depois de andar um bocado ele encontrou uma pequena vila de anões no meio de uma floresta, curiosamente havia também uma mina trancada.

    Como diria aqui no Ceará, ô povo fei! Eu tinha agora que encontrar a chave da mina que estava em poder de um grupo de anões que foram se aventurar numa região ártica. O clima aqui é meio louco!

    Consegui uma espada que se incendeia quando os inimigos se aproximam, bem estilosa! Subi montanhas, entrei em cavernas e encontrei o grupo de anões. O último sobrevivente a beira da morte citou um dragão que vivia na região. Que meda!

    Eu tinha que acender um farol que ficava no topo da montanha, para isso tive que reunir alguns materiais que estavam com os anões moribundos e depois que acendi, surpresa, apareceu o dragão.

    Pela imagem o dragão parecia estar engasgado com algo, mas era só impressão mesmo. O bicho, acordou voou não sei pra onde e para minha surpresa não o enfrentei, mas imagino que ele vá aparecer mais na frente. E agora, para as minas...

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  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-03-27 19:06:14 -0300 Thumb picture

    Thieve's Guild / Lost Spice

    Continuando minha aventura em Baldur's Gate invadi uma guilda de ladrões e lá além de enfrentar variados monstros tive que lidar com um monte de armadilhas, a maioria delas bem mortais. A sorte é que havia também vários save points...

    Ajudei mais um pessoa da taverna mas deixei passar uma missão, não sei ao certo se haverá um momento em que poderei voltar a cidade. Ficarei com saudades da atendente peituda...

    Enfrentei esse maluco que era apenas o pau mandado de algo muito, muito pior. O desafio foi até fácil, se bem que quando vou me aventurar sempre compro no mínimo 50 poções de cura. Haha...

    Por último enfrentei o chefe dele, parece o Corona Vírus mas trata-se de um Beholder, um dos monstros mais clássicos de Dungeons & Dragons, e um dos mais perigosos também.

    Curiosamente o desafio foi fácil, só nesse jogo mesmo viu. Se você ficasse longe do monstro ele usava magia direto mas atacando colado era mais fácil! E agora a aventura será fora da cidade! Não percam o próximo capítulo...

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      caramatur · about 1 year ago · 1 ponto

      A luta contra o Xantam é bem inusitada, mas você sacou o ponto fraco de primeira.

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-03-23 20:51:31 -0300 Thumb picture

    Find Keissen / Evil Artifact

    As armas a venda dentro da taverna até que não são muito caras e mesmo com a grande variedade prefiro usar uma arma numa mão e um escudo na outra, nada de armas grandes ou arcos.

    É engraçado como nas ruas da cidade as pessoas ficam andando na chuva na maior tranquilidade e enquanto a passagem para a primeira dungeon se encontrava no porão da taverna encontrei uma que levava aos esgotos.

    Lá encontrei alguns cubos gelatinosos além de outros monstros, sempre achei essas criaturas curiosas. Nos esgotos acabei encontrando uma outra passagem que me levou ao cemitério da cidade.

    E no cemitério desci para umas catacumbas. Lá encontrei zumbis, esqueletos, um clérigo meio que perdido e o segundo desafio do jogo, a Orbe dos Morto Vivos!

    O desafio não foi difícil, simplesmente era um orbe que ficava voando e invocando vários zumbis. Agora, de volta a taverna.

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  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-03-20 18:40:49 -0300 Thumb picture

    Fine Wine / Rescue Ethon

    Depois de acabar com os ratos que infestavam o porão da taverna tive que voltar pra lá mais uma vez para resgatar um maluco que havia me seguido e acabou se perdendo.

    Eu também tinha que encontrar uma garrafa de vinho para um bebum sem dinheiro que estava na taverna. Procurei fazer essa caridade visto que isso também me renderia experiência e ouro.

    Entre ratos, kobolds e aranhas enfrentei também bugbears, que saudades de Dungeons & Dragon, e além disso um deles era também um desafio!

    Salvei o doidim e ele ainda me revelou o possível esconderijo dos ladrões que perturbavam a paz da cidadãos de Baldur's Gate. Na taverna apareceram outras pessoas e com isso novas missões!

    Hora de melhorar minha fortitude intestinal, assim as fezes sairão de forma mais confortável...

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