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  • 2021-07-02 16:37:34 -0300 Thumb picture
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      kess · 5 months ago · 2 pontos

      Excelente trabalho! Faz tempo que não vejo music videos fan made. Ainda mais com uma música própria!

  • 2021-04-23 23:00:34 -0300 Thumb picture

    Uma Imagem Vale Mais do que Mil Palavras #011

    Medium 771728 3309110367

    Uma Imagem Vale Mais do que Mil Palavras #011

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      noblenexus · 8 months ago · 1 ponto

      Aproveitando o post, a versão de nintendo 64 é mais dahora que a de 3DS vuuuusshshh (voa para longe)

      5 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-02-16 01:17:02 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D

    Zerado dia 15/02/21

    Quando eu era moleque, via The Legend of Zelda em toda revista de games. Revistas novas, velhas, revistas focadas em Nintendo ou não. Eu acabei conhecendo os personagens de tanto vê-los pelas páginas, mas nem imaginava exatamente qual seria a sensação de jogar a série, e curiosamente não era louco para jogá-los, apenas bastante curioso, até porque eu era criança e sem dinheiro. Não conseguia me imaginar comprando esses jogos e as plataformas mais modernas da época.

    Eu finalmente conheci o famoso Ocarina of Time graças a uns primos que já pareciam entender tudo sobre o jogo enquanto eu só admirava a riqueza de coisas para fazer num jogo e sua complexidade! O jogo era incrível em cada detalhe e muito além do meu mundinho de Super Mario World e mais uns títulos que ninguém liga de SNES.

    Graças a influência deles eu conheci também a série Pokémon dos jogos. Eu era louco pelo anime naqueles tempos que era uma super febre, mas jamais imaginei como poderia curtir ainda mais os monstrinhos graças aos jogos, que estavam na segunda geração até então.

    Quando voltei para Brasília, acabei indo correndo atrás de Pokémon Crystal, que comprei falsificado na feira (mas curiosamente nunca deu problema, nem de save). Meses depois achei Zelda: Oracle of Ages e o comprei também, e foi aí que começou o meu amor pelo que se tornaria a minha franquia favorita de video games. Joguei demaaaaais no meu velho GBC roxo transparente!

    Na minha volta a visitar meus primos no ano seguinte, lembro que fomos a uma locadora (que parecia o paraíso pra mim) e eles alugaram uns jogos de N64 e me lembro vividamente de eles terem trazido Donkey Kong 64 e The Legend of Zelda: Majora's Mask para casa.

    Nessa época eu já amava Donkey Kong pelo DKC3 e curti bastante o de 64, mesmo seguindo um gameplay bem diferente. Já o Majora's Mask foi um misto de amor e decepção. Ele parecia um bocado com o Ocarina of Time, mas não conseguíamos dar continuidade ao jogo pois andávamos e andávamos pela cidade e depois de um tempo o mundo acabava  e era isso. Eles deixaram o jogo meio de lado mas eu insistia em jogá-lo quando a TV estava livre pois o jogo era carismático e bonito, fora que era uma chance de jogar N64 pra mim!

    No final do período de aluguel de Majora's Mask, eu finalmente fiz algum progresso! Para quem conhece o jogo, eu cheguei até a parte que o Link recupera a ocarina. Eu era horrível com inglês e lembro que o jogo fez uma pergunta (que agora sei que era "Deseja voltar no tempo?"), eu escolhi "Yes" e estávamos de volta ao início do jogo, eu e meus primos, todos em frente à TV. Mas o quê? Foi aí que eu desisti do jogo, nada fazia sentido e eu não queria ter que fazer tudo só para chegar naquela parte e escolher a outra opção (o certo é escolher "Yes" mesmo).

    Anos depois, com meu primeiro computador, consegui emular o jogo e outros, uma grande novidade pra época. Resolvi então voltar a jogar Majora's Mask e ver se eu o terminaria, agora sabendo bastante inglês. Consegui e curti muito! Lembro ainda que em seguida fui para o Ocarina o Time (não tinha menor noção de ordem de lançamentos) e, olha só, nem achei tão legal como o Majora's!

    Agora, mais uma porrada de anos depois, voltei a jogar Majora's, mas a versão do 3DS, lançada em 2015 (eu lembro tanto da revelação do remake numa E3 que parece muito mais recente). O jogo está no meu portátil há séculos, mas resolvi jogar agora para liberar um espaço legal no cartão de memória e contando que eu o terminaria rapidamente.

    Eu estava empolgado em jogar MM. Primeiro que eu amo o jogo, segundo que o remake do Ocarina of Time, também de 3DS, é sensacional (joguei em 2012) e até pelo fato de usar funcionalidades extras do New 3DS que ainda não tive a oportunidade de testar de verdade, como aquele segundo "analógico".

    Pois bem, começando a aventura, percebe-se que MM ganhou uma modernizada nesse remake. O jogo tem uma roupagem mais "pop" e colorida e menos medonha que a versão original do N64, o que dá pra entender visto o que a série se tornou e por ser um jogo de 3DS com um público até meio diferente.

    É um jogo bonito sem dúvidas. E se você comparar as duas versões me vídeo, vai ver que o salto era bem maior do que imaginávamos.

    O efeito 3D é legal. Não tanto quanto um A Link Between Worlds da vida, mas ainda assim bacana e charmoso e com o cuidado que os jogos mais relacionados a Nintendo tem.

    A jogabilidade é excelente já de cara e tudo parece muito familiar. O c-stick permite controlar a câmera, mas ainda é possível jogar usando o L para trazê-la para trás do Link. Acabei me acostumando bastante à usar apenas o c-stick.

    Já na cidade inicial, eu fiz tudo aquilo que levamos dias para descobrir na época da locação em minutos! Em parte porque eu já sabia o que fazer (mas não lembrava de tudo) e em parte por agora saber inglês. Os personagens deixam bem claro o que fazer em diálogos.

    Definitivamente é um jogo para quem sabe a língua pois a sua missão as vezes é tão simples mas pode levar muitas horas para fazer algo específico por não ler uma caixa de diálogo.

    Agora a parte ruim de saber sempre o que fazer e já conhecer o jogo é que a exploração de uma primeira jogatina não existe mais. Digo isso pois esse jogo se passa em três dias e os NPCs da cidade seguem uma rotina nesse tempo e é muito legal acompanhá-los e seus diálogos e ações na preparação do Carnaval/Fim do Mundo, algo bem Shenmue. Pra dizer a verdade, a cidade é a minha parte predileta do jogo até hoje e é tanta coisa acontecendo/para se fazer que é fácil entender que alguém que não saiba ler os textos infelizmente acabe se perdendo, da mesma forma como eu me perdia e que achava que poderia estar próximo do final da aventura quando consegui fazer alguma coisa.

    A minha jogatina estava programada para ser casual. Eu não iria atrás de itens desnecessários nem das mil e uma sidequests e máscaras que conseguimos indo e voltando no tempo, sendo que algumas coisas são exclusivas de dias ou horários específicos, inclusive as vezes tendo que obter algo no último dia e levar para a pessoa no primeiro. Sei que muitas dessas sidequests devem ser acompanhadas mais de perto e com mais foco, o que eu não queria ter que fazer de novo (o ruim é que fiquei sem ver o Fierce Deity Link).

    Assim que consegui a Ocarina, toquei logo uma das músicas que não são ensinadas pelo jogo: Song of Reverse Time. Essa música faz com que a passagem de tempo fique muito mais lenta e que você tenha muito mais tempo para jogar sem se preocupar com fim do mundo. Essa é obrigatória (nem lembrava do relógio)!

    Assim que fiz as coisas iniciais, parti em direção a primeira dungeon das quatro do jogo. No meio do caminho rolam sempre vários desvios, a necessidade de ter itens conseguidos em outros lugares e até mesmo mini dungeons. Foi tranquilo. Lembrava que a primeira dungeon era grande (para compensar serem apenas 4 contra as tantas de OoT), mas foi bem rápido.

    As coisas começaram a desandar no mapa da segunda masmorra. A entrada do mapa era cercada por gelo e procurei uma forma de derretê-lo, explodi-lo ou sei lá. Não achei.

    Dentro do próprio jogo, lá onde você inicia, há uma pedra que te dá dicas, então fui lá. Não sei se tinha isso no original, mas essa pedra dá dicas detalhadas de como prosseguir no jogo. Quer dizer, nem sei se podemos chamar de dicas pois ela abre um menu separados por diferentes seções (como uma seção apenas do mapa da segunda dungeon) e lá ordena os eventos que devem ser feitos para prosseguir na campanha. No caso da parte que eu tinha, era o primeiro evento, algo como "Adentre as geleiras!"

    cada evento desses é um botão e ao apertar A em cima deles, o jogo reproduz um vídeo resumindo com quem falar, o que comprar, onde ir, o que coletar e o que usar. No meu caso ele mostrou o Link saindo da cidade, depois subindo a rampa para o local onde estava, depois mirando com o arco-e-flecha e atirando numa espécie de estalactite, que caía e quebrava o gelo da entrada. Eu nunca iria lembrar disso, que bizarro!

    Mas esses vídeos estão aí para facilitar e muito a vida de qualquer um e fazer até uma criancinha terminar Majora's Mask. Há ainda dicas de conseguir itens opcionais, como os de aumento de vida etc.

    E falando em dicas, eu não lembro como era originalmente, mas o diário de missões que você consegue detalha muito bem as sidequests conseguidas, o que fazer e até em quais dias eles estão disponíveis etc. Ou seja, qualquer um consegue fazer 100% no jogo, se assim desejar.

    Nos mapas seguintes a minha jogatina foi mais fluída, apesar de ter usado a pedra mais umas duas vezes em que eu realmente não tinha ideia do que fazer. Mas foi bem legal reviver várias coisas do jogo, muitas que eu realmente não lembrava (como o mapa da quarta dungeon que é tão demorado e eu lembrava como se não tivesse quase nada para fazer).

    O finalzão foi bacana, bem bonito nessa versão do 3DS. O último chefe me deu bastante trabalho, mesmo sendo uma das partes que eu mais lembrava do jogo, pois da última vez que o zerei, salvei antes e refiz a batalha inúmeras vezes por achar legal, mas meio fácil demais. Dessa vez eu apanhei bastante mesmo na primeira forma, o que foi até legal e acho que por não ter o Fierce Deity

    Esse chefe não tem nem jarros de recuperação de vida e se você morrer e voltar para a batalha, voltará com apenas 3 corações. Tive até que voltar no tempo, me preparar e tal.

    Resumindo: The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D é um bom remake com muitas melhorias e que ainda me faz lembrar de como eu amo a série nessa época do N64/GBC. Mas é a versão definitiva? Eu não saberia responde exatamente, mas eu diria que não, ao contrário de OoT 3D. O fato é que eu sinto que MM foi feito para ser muito imersivo com toda a sua temática e exploração e que nesse caso, jogar na televisão grande faz a diferença, inclusive com mais calma e aproveitamento do que como joguei. Além disso, os visuais desse remake me pareceram meio estranhos as vezes, quase como aqueles vídeos de remakes de fãs que tiram um pouco da ideia e essência originais , fora o fator nostálgico. Fiquei me perguntando se recomendaria à um amigo que amou Breath of the Wild mas não jogou títulos pré-Switch e fiquei bem dividido. Os visuais, mecânicas facilitadoras e portabilidade são muito bem-vindas, mas acho que algumas mudanças podem tirar um pouco da experiência, inclusive toda essa coisa mais casual e acelerada ao invés de exploração com calma e imersão. As vezes sinto que seria como a diferença entre avançar por conta própria num point-&-click ou RPG depois de um bom tempo perdido, mas determinado, e jogar os mesmos jogos acompanhado vídeos ou textos de detonado depois de não saber o que fazer por 5 minutinhos.

    De bom: visuais melhorados (só não curti umas cores e texturas aqui e ali). Não deixou de ser Majora's Mask. Jogabilidade muito boa, inclusive coma adição da possibilidade de usar o outro analógico e usar controle de movimentos para facilitar a mira dos itens. Pequenas mudanças foram feitas e que são bem-vindas, como a localização do banco de rupees e a batalha dos Twinmold. Jogo muito interessante de todas as formas. Muitas coisas para fazer e conhecer. Conteúdo demais!

    De ruim: algumas ações para dar continuidade no jogo me parecem meio sem lógica nenhuma. Senti que parte da imersão se perde por jogar esse jogo em específico numa tela pequena. Ter que tocar a música de deixar o tempo devagar sempre que voltar pro primeiro dia. perder certos itens ao voltar no tempo sempre atrapalha um bocado. Requer entendimento da língua para uma jogatina decente.

    No geral, foi uma delícia reviver esse jogo, que na minha opinião complementa muito bem o OoT. Tem gente que reclama do "limite de tempo", mas acho isso bem infundado pois o jogo tem muitas mecânicas baseadas em acontecer em 3 dias e ter que ir e voltar no tempo, e se o problema for o fato do mundo acabar, basta deixar o tempo mais lento com a música certa e volta e meia voltar pro primeiro dia (tipo quando terminar uma dungeon). Jogaço!

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      fonsaca · 10 months ago · 1 ponto

      Interessante mesmo esse negócio da cidade ter vários detalhes e ser bem viva. Como vc mesmo comparou, lembra Shenmue nesse aspecto. Todo mundo paga pau pro Zelda BoftW, mas ele têm um grande defeito para mim: o mundo aberto padrão GTA. Ali o cenário é grande, mas não existe essa imersão tão grande, com personagens progredindo e afins. Não que sejam ruim as situações (são melhores do que outros jogos de mundo aberto), só não é tão grande quanto de um Majora's. Apesar de mais recente, parece que a série regrediu nesse aspecto.

      Outra coisa engraçada é que na época desciam o cacete pelo jogo ser feito na mesma engine do Ocarina. Engraçado como hj em dia quase todos jogos são feitos nas mesmas engines e, agora, "não dá nada".

  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2021-01-12 08:44:38 -0200 Thumb picture
    Post by gusgeek: <p>#img#[746048]</p>

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      santz · 11 months ago · 1 ponto

      Facebook.

  • 2020-12-22 00:59:26 -0200 Thumb picture
    subzero_amarelo checked-in:
    Post by subzero_amarelo: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>2020 - <stron

    Finalizado!

    2020 - #65

    Geral - #193

    Zelda é e sempre será uma das minhas franquias favoritas. Não só pelos jogos em si e a lore de cada um, mas por toda a mitologia e as ideias por trás da série. Não é por isso que vai ser imune a críticas, e pra esse jogo aqui eu tenho algumas...

    De longe, pior Zelda que já joguei na vida. O jogo simplesmente coloca uma barreira em um dos aspectos mais marcantes na jogabilidade de toda a franquia: a exploração livre. Pra quem nunca jogou, toda a história se passa em um ciclo de 3 dias in-game. Lá pelo final do 3º dia, na primeira vez, o jogo lhe dá a famosa Ocarina of Time e lhe permite ficar refazendo esse ciclo pra progredir no jogo. Até aí beleza, dá pra você ir fazendo progresso e voltando pro primeiro dia se a coisa apertar. Acontece que alguns eventos só acontecem em um dia, local e horário específicos e alguns deles é praticamente IMPOSSÍVEL você adivinhar que vão acontecer se não usar um guia. Tem que ser na pura sorte. Mas tudo bem, geralmente são apenas side quests que ocorrem dessa maneira. Mas se você não fizer algumas side quests e pegar determinadas máscaras (uma das mecânicas chave do jogo é um sistema de máscaras, que permitem ao jogador realizar determinadas ações), o jogo fica extremamente difícil de progredir. Fora que alguns locais só são abertos à exploração fazendo algumas dessas side quests, então a exploração livre marcante da série simplesmente vai pro buraco.

    O vai e vem nesses 3 dias é um saco, chatíssimo. Voltando pro primeiro, você perde todos os itens consumíveis que catou durante a aventura, e vai ter que pegar tudo de novo. Fora que reseta algumas side quests que não foram feitas. Além disso, matando alguns bosses, detalhes no cenário mudam e alguns itens podem ser adquiridos dessa forma. Mas se voltar ao primeiro dia, tem que matar os chefes das dungeons DE NOVO. Sério, isso me deu uma raiva tão grande desse sistema...

    Fora que o jogo parece que é cheio de ideias de game design não aproveitadas de outros jogos e largadas aqui. Algumas coisas nem parecem Zelda, como por exemplo um ataque de aliens a uma fazenda... tem momentos no jogo que parece creepypasta, de tão bizarro.

                                  Olha só essa lua, maluco. Creepypasta total

    Mas nem tudo são espinhos. A trilha sonora do jogo é incrível, você vê bem mais das outras raças da lore de Zelda por aqui e as máscaras que transformam o Link em outras raças foi uma ideia simplesmente genial. Apesar de só ter 4 dungeons, que é a parte que acho mais legal na série, elas são legais, especialmente a dungeon de água, que não é tão complicada quanto o Water Temple, mas é muito divertida de fazer e quebrar a cabeça. O problema é a droga do tempo limite de 3 dias pra fazê-las.

    Não sei nem se eu recomendo esse jogo, minha experiência com ele foi bem ruim. Porém ele tem coisas boas, e o que eu posso ter achado ruim pode ser bom pra outros. Só sei que de Majora's Mask eu quero distância. Mas tá aí, mais um Zeldinha pago. Que venham os próximos.

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      santz · 12 months ago · 2 pontos

      Matar os chefes das dungeons de novo? Eita que eu não sabia disso.

      5 replies
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      mastershadow · 12 months ago · 2 pontos

      Eu só joguei em 2002,m o cartucho era emprestado. Fui até a dungeon do Gelo e depois tive que devolver a fita pois meu amigo iria viajar e levar o console. Anos passaram, tive a chance de emular, depois montei a coleção de consoles antigos que tenho hoje, e mesmo assim nunca mais tive a vontade rejogar esse game, esse lance do tempo é extremamente chato mesmo...

      1 reply
  • 2020-11-28 19:30:27 -0200 Thumb picture

    Novembro - o que estou jogando

    The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D (3DS)

    Persona 3 (PS2)

    Yoshi's Wooly World (WiiU)

    - Já venho dando algumas impressões minhas sobre o Majora's em alguns check-ins. Tá sendo uma experiência bem diferente pra mim, é um zeldinha muito estranho. Parece que pegaram um monte de ideia de desenvolvimento aleatórias e largaram nesse jogo. Essa desgraça tem até abdução de vaca por aliens! Tô jogando seguindo um guia, porque alguns itens precisam que você esteja no lugar certo e em um dia e horário específico. Até agora, um dos piores zeldinhas que já joguei na vida...

    - Seguindo no Persona, e a história teve umas reviravoltas e revelações bem loucas. A androide Aigis acabou de entrar na equipe, e faltam seis sombras de lua cheia pra fechar. Tô gostando bastante da experiência com Persona. Se você der uma chance ao jogo e se acostumar com as mecânicas, dá pra se divertir bastante.

    - Pegaram Yoshi's Island, deixaram tudo mais fofinho e saiu o Wooly's World. Muito bom de jogar e uma delícia ficar indo atrás dos coletáveis nas fases. É uma experiência bem mais amigável do que o Island também, porque o jogo é bem fácil.

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      santz · about 1 year ago · 3 pontos

      Majora's Mask eu já tentei encarar várias vezes, mas sempre paro depois da primeira dungeon.

      2 replies
  • 2020-11-24 00:00:56 -0200 Thumb picture
    subzero_amarelo checked-in:
    Post by subzero_amarelo: <p>Estranho, burocrático, chato... ter que ir e vol

    Estranho, burocrático, chato... ter que ir e voltar nesses três dias é um saco. Tenho pena de quem jogou na época do 64, é o típico jogo feito pra vender revista. Mas vou até o fim, Zelda é Zelda.

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      santz · about 1 year ago · 1 ponto

      Só Zelda se aproximava de um RPG para o Nintendo 64, então quem jogou na época, se apaixonou. Hoje que tá difícil de engolir.

      1 reply
  • 2020-11-17 00:00:30 -0200 Thumb picture
    subzero_amarelo checked-in:
    Post by subzero_amarelo: <p>Esse jogo tem uma vibe sombria demais, parece um

    Esse jogo tem uma vibe sombria demais, parece uma creepypasta... kkkk

    Mais de 1h na introdução, agora começa de verdade. Vamo ver se é tão bom quanto o Ocarina.

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      noyluiz · about 1 year ago · 2 pontos

      Quando eu fui jogar ele e o ocarina tive a mesma vibe

  • 2020-11-13 10:34:21 -0200 Thumb picture
    Post by gamer_art: <p>#img#[708482]</p>

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  • renanlima2018 Renan Lima
    2020-06-26 10:24:25 -0300 Thumb picture
    Post by renanlima2018: <p>Desafio: Top 20 Músicas de Games</p><p><strong>D

    Desafio: Top 20 Músicas de Games

    DIA 16 - Trilha de The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D (2015 - Nintendo 3DS)

    Por ter sido um projeto de importância menor na sua época,  dentro da Nintendo, esse jogo acabou utilizando vários personagens, objetos e trilhas do seu antecessor o Ocarina of Time.

    Ainda assim Majora's Mask tem trilhas novas que são das mais únicas, não só dá franquia, mas dos jogos em geral. É único, um pouco assustador e triste.

    Majora's Mask como um todo é assim, é bem longe de algo épico que vários jogos da franquia tem.  Isso sempre colocou Majora's Mask como o mais diferente e especial dentre todos.

    A trilha sonora junto de toda a atmosfera do jogo são uma experiência incrível e muito tocante.

    The legend of Zelda: Majora's Mask 3D

    The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D Soundtrack

    As regras são as seguintes:

    1 - Poste uma música de um jogo por dia por 20 dias (total de 20 jogos);

    2 - Não pode repetir o jogo;

    3 - A música precisa estar no jogo;

    4 - Vale versão remix ou música licenciada no jogo;

    Finalizo agradecendo quem me desafiou @andre_andricopoulos. Desafio qualquer outro lendo e interessado em participar.

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