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hard_waters David Waters


over 3 years ago 2019-04-28

Azure Striker Gunvolt

Gunvolt é um não Mega Man que é um Mega Man, ele não tenta ser, mas não adianta, a base tá toda lá, só que, diferente de outros que se proclamam, ele tem personalidade, e isso é extremamente importante!

Desenvolvido pela Inti Creates, Gunvolt assim como Mega Man X foi se tranformando e Mega Man Zero é, um jogo de Ação, onde todo aquele balanceamento de plataformas com a ação de clássico foi se tornando cada vez mais uma questão de superar inimigos do que um fase, a porrada pesa muito mais que os obtaculos, obtáculos de platoforma essesque são quase inexistentes em Gunvolt.... Ok, calma lá, vamos por partes!

Gráficos/ Som / Ambientação:

Falando da parte artística, Gunvolt é um jogo muuuuito bonito, de verdade, sprites grandes pra um sidescroller de uma layer que não é baseado em arcade, com cenários desenhados que casam muito bem com a pixel art dos bonecos, um passo dado a frente de MMZX graças as limitações atuais. Mas como nem tudo são flores, vendo essas limitações, mais poderia ter sido feito pelas animações, sub bosses tem uma expressividade enorme, mas a maioria dos inimigos, além de serem extremamente repetitivos, é bem básico, assim como a do protagonista não vai muito além, que ok, são boas, mas vendo outros jogos atuais dava pra ter ido um pouco além, mas ok de novo, não é um grande demérito. Mas o que realmente pesa ja havia sido adiantada pra mim é a temática tecnologica, que está em tudo e numa dosagem muito grande, são uma ou duas fases que são mais balanceadas, e junto aos inimigos comuns que são sempre os mesmos, bem, acaba tudo ficando num padrãozão, que não diminui o primor artístico, mas tem que ser dito... Sobre o design em si, falo daqui a puco...

Fechando a parte artística e de ambientação, vamos pro som, que está show show, na oral, toda essa pega tecnológica do jogo é suprida pela trilha, assim como todos os golpes do GV passam um gamefeel maravilhoso junto aos SFX e trilha! E até a parte que não curto, que é Dance Japonês, cabe perfeitamente no enredo, não deram um passo errado com som ou ambientação artística! Sem mais...

Jogabilidade / Sistema / Mecânicas / Design:

Bem, vamos pro design e gameplay ao mesmo tempo!? Sim, pois quero muito ressaltar a importância de inflência e não de cópia. pois é algo que tô na cabeça! Mesmo tendo boa parte da equipe de Mega Man Zero, o artista não é o mesmo, logo as referencias e o trampo da galera tem a cara da Inti e não é MMZ, é algo diferente, que tem suas semelhancas grandes mas é totalmente destacado e único, a parada cyberpunk foi muito bem absorvida junto ao robótico padrão nos personagens e cenários, os bosses têm seu padrão de coincidencia mas que não é equivalente ao de MM na execução, eles até mudaram pra 7 que na prática são 6 no padrão de fases não lineares pra diferenciar, que têm seu padrão da cada um com sua cor e um peso no preto, mas que fisicamente são bem particulares e em suas habilidades também, ja emendando, as boss fights vejo como uma evolução de Zero e ZX, pois aquela pega quase como num jogo de luta foi elevada junto ao design atual de boss fights da Inti que se mostra primoro em todos seus jogos sendo eles tão diversos, se fosse feio um modo arcade de luta funcionaria muuuuito bem, acertaram em cheio na vibe! Alais, se forem jogar, deixem a rosa pro final, acho que foi a luta mais legal e com maior peso, deu um sentimento de Dark Souls de não querer lutar contra ela...

O jogo em si é fácil, muitas vezes você pode simplesmente rushar nas fases e boas, sem enfrentar muitos inimigos a não ser os sub bosses que são obrigatórios e muito dos massa, é só ignorar e seguir, e as boss fights além de não terem padrões absurdos, o GV tanka numa boa sem maiores complicações de habilidade do jogador e footsies milimétricos, exceto pelo Boss final, que aí o bicho pega, principalmente por que são duas lutas seguidas e o jogo não tem um subtank pos assim dizer. Ja que entrei nessa, bora falar da jogabilidade e das mecânicas, pra facilitar como base vou usar Mega Man X / Zero, pois no caso é a base mesmo, a fisica do jogo em si é bem MMZ, mas em vez do dash temos uma corrida por certo tempo ao segurar o botão, mas que pode ser spamada, temos o wall kick sem o slide, logo subir paredes é póssivel, mas sem o apoio de deslizar por ela virando por outro lado, gerando certa vulnerabilidade ao mesmo tempo que casa com a proposta do jogo. Entando no tiro aqui é a maior mudança, GV atira dardos com sua poistola, que causam dano mas servem mais pra marcar seu oponente, pois o que realmente causa dano é o Flashfield uw vem da setptima do GV, um campo de força eletrica que repele projéteis e atinge inimigos marcado com descargas, que também funciona como uma barreira de vida, pois bem, a barreira está lá, mas se for toda gasta GV fica vulnerável, e quando GV é atingido, se ele tem EP ainda, que é como se fosse a mana / estamina dele, é daí que é tirado antes de atingir a barra de vida, então creio que por essa mecânica junto ao balanceamento de outros upgrades, há level, mas não serve para aumentar atributos, nem temos life up ou sub tank / e-tank, no caso, esse level serve para liberar skills pro GV, exatamente como um pokémon em determinado level aprendende um golpe novo, tanto que eu nem peguei as mais massa pelo visto, pois vamos de habilidades ofensivas ou de outras utilidades como recuperar parte do HP, podemos encher no maximo 3 pontos, e cada habilidade custa de 1 a 3, ou seja, pode usar 3 de 1 seguidos sem recuperar se tiver cheio, e por aí vai...

Pra fechar, temos um sistema de peças modulares de queipamentos pro GV, uma pra arma que muda o tiro, dois para lentes de contato que tem funções atribuidas a coisas vinculadas ao EP ou vida, como gastar menos EP, recurar EP mais rapido, recuperar mais HP com os itens comuns e etc, anéis que mudam a mobilidade, fazendo cm que ele possa dar pulo duplo, dash aereo e etc, e o pingente, que da atributos mais defensivos, como reduzir dano, dar ivulnerabilidade em determidas cisrcuntancias e etc, ou seja, bem próprio apesar de parecer com o Zero 4 na questão da montagem, mas mais cabivel às mecanicas próprias desse jogo, o problema é, loot box! Toda vez que passa da fase você pode abrir um determinado numero de caixinhas que aparecem na tela dependend do teu desempenho e do que pegou, que te dão um item aleatório, e aí você vai na loja e além de pagar pra fazer o item que quer, tem que ter dado sorte de ter pego os materiais nescessários ou ir atrás de novo pra fazer os quipamentos, e sinceramente, me faz farmar que nem um idiota, mas deixa loot box pra jogo online pra essa galera que curte ae.... Bem pelo menos um contraponto nesse meio é bom, atingir metas e ranks, que não são obrigatórios, são listas de tarefas adicionais pra aumentar o fator replay e pra quem quer mais do jogo, e a bonificação são essas partes ou grana, cabe, mas por si só esse sistema ja é muuuuuuuito mais interessante, abraaaaços Mega Man Zero! Tipo, tirando essa partezinha do loot box, tudo é muito homegeneo no sistema e mecanicas pra jogabilidade, é lindo o quanto o jogo consegue fazer isso muito bem em encaixar tudo isso sem pontas soltas, sem mecânicas soberbas ou facilidades bestas, dificuldades ridículas. Concluindo, Gunvolt pode parecer com X ou Zero de longe, mas é muito único, apesar que aprece o Copen ali que me fez lembrar de Mega Man, mas bem, isso não é pra esse jogo pelo visto...

Enredo:

Vamos fechar falando do enredo e de como a história é contada, tirando da frente a parte ruim, há muita falação e poluição na tela no meio da gameplay pra te contar mais do enredo, com a possibilidade de ser desabilitado, mas a parada é tão maluca e vai se apronfundando que você quer ter esse a mais, então tem que medir, se prejudica a gameplay ou esse a mais que o enredo tem a oferecer. Pois é, e você vai querer mais do enredo mesmo, pois quem não iria querer ver onde dá a maluquice de misturar Cyberpunk com Idols Japonesas, se desde a introdução ja soa algo bem promissor!? Pois é, o jogo se passa em um mundo onde há uma grande corporação dominando tudo com uma das suas principais formas de controlar a população atráves de Idols, GV era um agente de um grupo que sai pela liberdade e vira freelancer, mas que praticamente trampa só pra esse grupo o qual saiu, principalmente pra atacar e tantar desmantelar de alguma forma essa corporação, cortando recursos, roubando informações sobre eles e etc. O jogo te da a possibilidade de ter mais também do lado pessoal, podendo fora de missões conversar com Joule, uma garota de 13 anos, Idol, resgatada das mãos dessa corporação com Gunvolt, um agente que se torna freelancer graças a essa missão e por resgatar ela e querer cuidar, o qual tem 14 anos, mas aí complica, pois rola um interesse afetivo, legal né? Não se apesar dessas idades Gunvolt parecer um jovem adulto e Joule uma criança, mas de qualquer forma, essa camada a mais, essa possibilidade de ver mais da interação deles, apesar de limitada, soma muito. E é assim que o jogo vai seguindo, com Gunvolt sendo contratado pela antiga agência a qual fazia parte, QILL, tendo informações e se comunicando com seus 3 anitogs parceiros e tantando arrumar uma forma de acabar com a Sumeragi e seus 7 Adepts portadores das Glaives que os concedem poderes. É, a nova espécie aqui são os Adepts, uma evolução do ser humano, o qual o próprio GV é, são seres mais capazes, aprimorados e evoluídos, o que gera uma terceiro poder além da QUILL e Sumeragi, o personagem Copen, um humano normal que detesta os Adpts pelo monopólio que fazem, seu objetivo é destruílos, então uma hora você pode estar enfrentando ele por ele estar interferindo, outra hora pode ter interesses em comum para destruir a Sumeragi.
Bem, e isso é mais do que o suficiente, pois o jogo é cheio das reviravoltas e de acontecimentos importantes, ou mesmo afiliações e traições que são spoiler, mas creio que isso o que falei seja mais do que o suficiente pra gerar interesse, pois sinceramente, acompanhar esse desenrolar do jogo para chegarmos até o cliffhanger após a batalha final é muito empolgante!

Conclusão:

Golvolt pode ser inspirado em Mega Man, mas é único, e apesar de não ser pefeito, toda a base vinda de suas referências catapulta todos os pontos próprios que trás, e esses pontos conversam entre si e casam de forma homogenea, fazendo tudo convergir para um estado de completude no que propõe para ser o que é, algo único.

7.5 7.5 10
Overall
7.0 Gameplay
7.0 Story
7.0 Music
9.5 Graphics
Toda parte estética, artística e de ambientação
Enredo maluco que deu muito certo
Jogabilidade extremamente fluida e única
Loot Box pra criar itens
Locais muito parecidos no decorrer do jogo
Inimigos repetidos de mais

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