firerockbird

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  • 2021-03-10 12:15:12 -0300 Thumb picture
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    Know Your Demon #129 Tsuchigumo

    NOME: Tsuchigumo/Aranha da Terra/Sujeira

    ORIGEM: Folclore Japonês.

    PRIMEIRA APARIÇÃO: Megami Tensei II (NES)

    LORE: Youkais aracnídeos também conhecidos como yatsukahagi que se ocultam sob a terra ou em cavernas, algumas descrições o definem como enormes, maiores até do que um elefante africano. Possuem hábitos de caça noturno como lobisomens, mas embora tenham apetites vorazes costumam atacar somente quando provocados de forma similar a aranhas.

    Obviamente possuem a aparência de aranhas, mas algumas sub-espécies possuem aparências mais similares a grilos e muitos possuem partes e rostos humanos distorcidos formando sua carne.

    O termo Tsuchigumo refere-se antes de mais nada como um termo pejorativo para se referir aos aborígenes nipônicos que se recusavam a se aliar ao Imperador dos Yamatos. Parte do motivo para tal apelido vem do habito de tais grupos se esconderem sob a terra criando tuneis subterrâneos.

    APARIÇÕES EM OUTRAS MÍDIAS:

    Um monstro Tsuchigumo marca presença no super sentai Kakuranger, o mesmo monstro foi adaptado como Arachnofiend na temporada dos Alien Rangers. 

    É o primeiro Makamou derrotado por Kamen Rider Hibiki, possuindo a aparencia de uma aranha gigante com coloração amarela e preta similar as cores de um tigre.

    Yamame Kurodani de Tohou Project é uma Tsuchigumo.

    Shin Megami Tensei II

    Platform: SNES
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  • raiden Raiden
    2021-02-20 21:44:31 -0200 Thumb picture
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    É óbvio.....

    Esse tal de Alepitecus pqp.... Discordo rigorosamente. Dizer que a culpa de sair jogos antigos requentados à 60 dólares É DA NINTENDO?? Ah pqp.... NÃOINTENDO esse povo... Óbvio que a culpa é do consumidor! Parem de comprar esses jogos requentados pra ver se a Nintendo continua com essa graça... Tá certa a Nintendo!! Se tem quem compra, lança e bora ganhar dinheiro. O dia que os fanáticos da Nintendo entenderem que a Nintendo está f#dendo o toba deles (coisa que eu acho que nunca irá ocorrer pois aceitam qualquer coisa, até se lançar mijo do Link engarrafado) talvez a coisa mude. O que duvido muito. Segundo esse Alepitecus "É IMPOSSÍVEL culpar o consumidor porque eles NÃO TEM ESCOLHA"..... Hã? Que? Ah pqp cara... Vá ver se eu tô na esquina. É o mesmo público que defende comprar aquele micro fragmento lixo de FF7 remake. "Não tem escolha." 

    The Legend of Zelda: Skyward Sword

    Platform: Nintendo Wii
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      santz · 7 months ago · 3 pontos

      Acho muito engraçado esse povo reclamando das atitudes da Nintendo mas ainda sim, comprando a ideia. A Nintendo só interpretou de uma forma: Deu certo? Bora fazer mais dinheiro fácil de novo.

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      manoelnsn · 7 months ago · 2 pontos

      Não tem escolha é meu pau de óculos, ahuahaua

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      hard_waters · 7 months ago · 2 pontos

      Um monte de gente com a cabeça no lugar criticou aquela merda de coletânea incompleta de 60U$D, que ainda era por tempo limitado, mas o que aconteceu!? Esgotou! As empresas cagam o fanboy come, não tem como colocar a culpa na empresa, ela colocou lá a venda, não obrigou ninguém a comprar, mas é o velho ditado, se tem trouxa pra comprar...

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  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2021-02-25 20:22:33 -0300 Thumb picture
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    EU AVISEI!

    DLC exclusiva do PS5 no Final Fantasy VII Remake que segundo os fãs chupa-saco, é um "JOGO COMPLETO"!

    Quando eu disse, e mais de uma vez, que dar corda pra Square e Sony é dar asa pra cobra... Eu avisei... falei... fui chamado de hater, de sacana, de babaca... Agora tomem ferro. 

    https://olhardigital.com.br/2021/02/25/games-e-con...

    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
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      raiden · 7 months ago · 5 pontos

      Eu já cansei de falar e ainda fui chamado de TÓXICO aqui nessa mesma rede. Toma fanboys cegos. Eu também CANSEI de tentar acordar mas são cegos e a Square agradece $$$$$$$$$.

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      tecnologgamer · 7 months ago · 3 pontos

      "O dinheiro é meu e faço o que eu quiser"
      Essa afirmação foi alegada, e um grande sábio de cabelos longos com o nome de Painkiller respondeu...

      "A opção de ser otário também é sua".

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      _gustavo · 7 months ago · 2 pontos

      Esperar sair o completo no PC e ficar 75% shaushauhsasa

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  • 2021-01-15 22:48:56 -0200 Thumb picture
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    Visão Geral da Velha - Franquia Digimon

    E aqui estamos, para mais um post do Arco da Velha! Dessa vez, a nossa idosa trará uma visão geral sobre várias franquias de animação japonesa, dando um pequeno resumo sobre cada temporada da mesma, acompanhada no final de um veredicto final sobre como a dita cuja se saiu. Esse tipo de post foi feito pensando em não tornar muito repetitivo as indicações/bengaladas comuns da persona, falando de obras de uma mesma franquia inúmeras vezes, isso além de dar uma variada na página também.

    Claro que, por se tratar de uma persona focada em animações, não serão levados em conta no post jogos, mangás, filmes separados, livros explicando lore, teorias malucas de fãs, álbum de figurinhas, papel higiênico personalizado ou o que quer que seja. O objetivo é dar uma visão geral da franquia, sem se aprofundar muito na mesma dando spoilers e fazendo reviews propriamente ditas (ou seja: a mesma pegada dos posts normais da persona). Enfim, chega de papo e vamos ao que interessa!

    ______________________________________________________________________________

    Antes de tudo, um pequeno contexto: Digimon, no geral, é uma franquia focada em monstros digitais, que surgiram em meados da década de 90 e que foram o estopim para a febre dos Tamagotchis. Como os bichinhos virtuais vieram antes dos jogos de Game Boy trazendo os monstros de bolso da Nintendo, muitos se recusam a ver a franquia como uma cópia, ou um clone, de Pokémon e, no sentido geral da coisa, isso faz sentido. Porém o primeiro anime de Digimon foi feito claramente como uma tentativa de barrar o sucesso de Ash e Pikachu (por conta da Bandai e da Toei), então chamar os animes de "Clones de Pokémon" acaba não sendo tão longe da realidade assim, já que trazer um nome parecido, também ter crianças com gadgets e monstros que se transformam e que enfrentam outros, certamente que não foi uma mera coincidência na época, né?

    1 - Digimon Adventure - 1999

    Aqui temos a primeira temporada do anime, àquela que é certamente a mais querida pelo público (especialmente aqui no Brasil, já que a Globo a explorou à exaustão, chegando a passá-la duas vezes seguidas no mesmo dia). Nela temos um isekai clássico dos anos 90, onde 7 crianças (com uma 8ª aparecendo posteriormente), que estavam em um acampamento, sendo levadas à um mundo diferente onde conhecem seus parceiros digimons e com a ajuda dos digivices (pequenos aparelhos que lembram tamagotchis) e dos brasões (pequenos emblemas que simbolizavam as características principais de cada um) conseguiam fazê-los evoluir para que assim pudessem salvar o mundo digital, e consequentemente o próprio mundo humano. Só com essa pequena premissa já é possível ver o quão Digimon 1 estava anos-luz à frente de Pokémon, isso sem contar o fato que os monstros aqui falavam, que existia uma real ameaça pairando os protagonistas a todo momento (o que aumentava seus laços com seus parceiros digitais, tal como seus amigos que os acompanhavam), isso além da trilha sonora animal e de que tudo, no geral, termina com uma conclusão sólida. Apesar de ser a primeira temporada da série, Digimon Adventure é, até hoje, uma das melhores entradas da franquia, e só não se torna o melhor arco da mesma porque outros 2 aproveitaram bem melhor esse tema de monstros digitais... Mas isso veremos mais adiante.

    2 - Digimon Adventure 2 - 2000

    A partir daqui teremos algo que será muito comum na franquia: o mal aproveitamento de boas ideias. A temporada se passa anos após a primeira e as crianças de outrora estão maiores e não podem mais ficar indo em mundos digitais salvar o dia, então a tocha se passa para um novo cast (com 4 personagens novos), o que é ótimo, mas infelizmente o foco nos personagens/digimons antigos ainda é absurdo (pra se ter uma noção, o cast novo sequer tem brasões, e acabam reutilizando os dos personagens anteriores), TK e Kari do arco anterior ainda continuam no palco principal e com isso o foco nos novatos acaba indo pro ralo. A temporada também é repleta de coisas mal explicadas, plot roles, conveniências absurdas e tudo fica bem mais pueril sem aquela ameaça que existia antigamente e o resultado final termina sendo uma das piores temporadas de toda a franquia (apesar da trilha sonora ainda ser sensacional, sendo ainda melhor que a anterior). Mas não é a pior, pois mais adiante o buraco vai beem mais fundo do que isso!

    3 - Digimon Tamers - 2001

    Digimon 2 encerra o arco Adventure da série (ou ao menos encerrava, como será visto mais adiante), então para a terceira temporada criaram uma trama sem nenhuma ligação com os antecessores. E para tal, chamaram Chiaki J. Konaka, um dos responsáveis por Serial Experiments Lain, e o resultado ficou espetacular! Já existe um post sobre Digimon Tamers no arco, então não irei detalhar muita coisa aqui, mas no geral é o melhor arco da franquia, trazendo um tom mais sombrio e maduro para uma série focada em monstros digitais, isso além de provavelmente a melhor trilha sonora da mesma!

    4 - Digimon Frontier - 2002

    Digimon 4 (como ficou conhecido aqui no Brasil) continuou com a temática de stand alone do Tamers (sem ter ligação com as outras temporadas) e aqui novamente tentaram algo diferente com o tema de monstros digitais, já que desta vez as crianças protagonistas se transformam nos digimons, no maior estilo Super Sentai! Infelizmente, tal como aconteceu com Digimon 2, a execução dessa ideia foi terrível, pois além de regredirem e trazerem novamente crianças perdidas em um mundo digital (e os estereótipos dos protagonistas não sendo lá muito diferentes dos mostrados em Digimon 1), dão um foco excessivo para 2 personagens do cast (o gabiru de óculos de aviador e o cara silencioso e edgy com cabelo comprido e lenço na cabeça), isso sem falar do pacing horrível da última parte do anime (e do final bem forçado). No fim das contas, Digimon 4 se sai ligeiramente melhor do que Digimon 2, mas não fica muito longe dele no buraco criativo da franquia (a trilha sonora ainda é muito boa aliás, em especial o tema de abertura)...

    5 - Digimon Savers - 2006

    Como pode-se notar, houve-se um período de 4 anos da quarta para a quinta temporada da franquia, isso porque Frontier não fez lá muito sucesso. Então para a temporada seguinte, resolveram inovar novamente e decidiram dar aos monstros digitais um ar mais battle shounen, e pela primeira (e única vez) na franquia adotaram um character design mais caprichado, com o cast não se resumindo mais a crianças de 10 anos e sim a jovens de 14/18 anos, que trabalham para uma agência do governo que monitora os digimons (tendo até mesmo adultos com parceiros digimons aqui!). Digimon 5 (como eu gosto de chamá-lo) também teve um post único aqui no arco, então não irei entrar em maiores detalhes, mas no geral acabou sendo disparado o segundo melhor arco de toda a série, apenas ficando atrás de Digimon Tamers (por muito pouca coisa), mostrando que sim, a franquia tinha muito potencial caso deixassem a criatividade rolar e ousassem mais (Ah sim, a trilha sonora aqui não é tão variada, mas tem algumas músicas boas, como Believer).

    6 - Digimon Xros Wars - 2010

    Lembram-se, quando foi dito acima, que Digimon 2 não era o fundo do poço? Pois saibam que a sucessão de desgraças da série tem início a partir daqui. Como pode-se notar pelos 4 anos entre a quinta e a sexta temporada, a pegada mais séria e inusitada do Digimon Savers não foi muito bem aceita economicamente, e por isso, em Xros Wars a coisa voltou a ser protagonizada por crianças. Desta vez o mundo digital estava em guerra e para isso os infantes eram chamados pro lugar, para servirem de generais táticos para o conflito, e todo o resto da dinâmica da série mudou. Primeiro que digimons não evoluem mais, e para que adquiram níveis maiores de poder precisam se fundir com outros e logo no primeiro episódio o digimon vermelho do protagonista vira um robozão enorme, que aniquila tropas inteiras inimigas com um único ataque (mandando a tensão da série pra casa do caralho). Segundo que, apesar de haverem outros humanos e digimons na coisa toda, o protagonista e seu parceiro recebem TODO o destaque de uma maneira absurda (a ponto dos outros personagens servirem apenas de complemento pra eles... Literalmente). Isso sem contar vários outros problemas, como a motivação do cast (que é uma pior do que a outra), os vilões serem apenas um bando de badguys sem cérebro e o fato da temporada ter 79 fucking episódios (sendo que as outras 5 ficavam por volta dos 40/50) e a própria temporada ser dividida em temporadas, com a última parte MUDANDO o protagonista para um zé roela qualquer. Certamente é disparada uma das piores entradas da franquia, e seria a pior, se não fosse por outras duas bombas que vieram a seguir...

    7 - Digimon Adventure Tri - 2015

    Espera, Digimon Adventure de novo? Sim, após 15 fucking anos decidiram fazer uma continuação para o segundo arco da série, mas desta vez focado nos protagonistas da primeira. Nem é preciso explicar que só fizeram isso para faturar em cima da nostalgia dos fãs, que cresceram vendo Digimon 1 e 2, mesmo que nesse meio tempo Digimon Tamers e Savers tenham surgido, elevando o nível da série a algo bem maior (e Frontier e Xros Wars, mesmo que tenham ficado ruins, ao menos tentaram algo diferente). Como foi dito no começo, a primeira temporada é a mais querida pelo público (tanto que em todos os arcos seguintes têm sempre algum tipo de referência à ela), porém sequer se deram ao trabalho de fazer algo decente e o resultado foi dantesco. Erros de continuidade com Digimon Adventure 2 (seja incongruência com os acontecimentos ou mesmo o salto tecnológico absurdo), retcons em alguns personagens (como o protagonista, Taichi, virando um cara cauteloso, sendo que sempre foi explosivo), uma personagem de óculos mais sem graça que picolé de chuchu, além de um monte de coisas zoadas que fazem desse o pior arco da série até o momento. Afinal, só tem mesmo fanservice nostálgico para se sustentar e isso, narrativamente falando, não tem qualidade alguma.

    08 - Digimon Universe: Appli Monsters - 2016

    Após o cashgrab de Digimon Tri, decidiram voltar atrás nas temporadas stand alone da franquia, e Appli Monsters saiu nesse embalo. Desta vez adotaram um contexto mais contemporâneo, com a trama se passando por volta de 2040, com os digimons (aqui chamados de appmons) sendo baseados em aplicativos de celular. Os protagonistas (um moleque random, um youtuber teen, uma idol e outro cara edgy) acabam sendo selecionados por algo misterioso para combaterem uma poderosa Inteligência Artificial chamada Leviathan que quer detonar o mundo, o que combina muito bem com a franquia no geral e isso poderia ter gerado algo grande na série, mas... O resultado foi quase tão ruim quanto Xros Wars! A série (tal como a última parte da 6ª temporada) tem uma pegada mais Pokémon, onde os caras têm que capturar os appmons que estão dando problema na rede mundial de computadores (e usá-los como power up para seus parceiros, que ao menos evoluem dessa vez) e, apesar da animação/character design ser bem melhor do que a média da franquia, a temporada tem um uso massivo de CGs (com qualquer digimon minimamente detalhado sendo feito em computação gráfica). Isso sem falar do pior protagonista de toda a franquia (Haru, um moleque frouxo que parece um coadjuvante, dos genéricos ainda por cima), do pacing horrendo, e de outros problemas que transformam essa, que poderia ser a redenção da franquia, em mais uma boa ideia desperdiçada...

    09 - Digimon Adventure: - 2020

    Espera, Digimon Adventure OUTRA VEZ? Exatamente, como se o cashgrab com o Tri não tivesse sido o suficiente, trataram de fazer um reboot da primeira temporada, trazendo os personagens e seus digimons para um contexto mais moderno e focado no mundo real ao invés do digital. Trazer algo da década de 90 pra conjectura atual normalmente é desastroso, e no caso de Digimon 1 não foi diferente, pois mesmo que os eventos sejam diferentes, os digimons e a forma como eles funcionam continua a mesma, mas tudo teve que ser rushado e acelerado, para que agradasse mais à nova geração, e toda a problemática mostrada nos episódios acaba sendo muito inferior à versão original. Esse arco ainda não acabou (tendo até o momento 66 episódios), ainda sendo cedo dizer se é ou não a pior entrada da franquia, mas certamente que jaz no limbo da mesma juntamente com Digimon Tri, seja por querer faturar em cima da nostalgia do público (apesar do reboot estar desagradando muitos fãs da primeira temporada, ele não deixa de ter esse tipo de appeal) ou por jogar na vala duas das principais características da franquia que a tornavam superior à rival, Pokémon: sua criatividade e o fato de a cada temporada nova focar em um cast diferente.

    ______________________________________________________________________________

    Pois é, o post acabou ficando enorme! Mas obrigado para quem acompanhou até aqui e, no fim das contas podemos concluir que a franquia Digimon, desde os seus primórdios, mostrou que sempre foi superior à Pokémon (que até hoje só faz mais sucesso devido ao marketing massivo que fizeram da mesma). Sua temática de mundo digital onde humanos interagem com criaturas feitas de dados tem muito potencial, algo que só foi devidamente polido e aproveitado por duas (Tamers, Savers) de suas (até então) 9 temporadas, com as outras ou tendo uma péssima execução de suas ideias ou sendo só cashgrab barato mesmo. 

    https://i.postimg.cc/9FggKFY1/selo-raikou-meio-termo.jpg

    E Digimon recebe o selo Raikou do meio termo, com tudo sendo bem mais ou menos! Mais pra menos do que pra mais, porém a franquia ainda tem 3 temporadas que dá para assistir sem querer pular de um penhasco, ahuahauha. Bem, é isso e, até o próximo post!

    Digimon Adventure

    Platform: PSP
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      gennosuke6 · 8 months ago · 3 pontos

      Seu post digivolveu depois de tanto Digimons. kkkkkkkkkkkk. Eu nunca vi nenhum Digimon completo, e só vi pedaços do primeiro. E tô ligado nesse remake que tá saindo, e realmente vi mta gente reclamando dele. E pra não perder a oportunidade...
      https://www.youtube.com/watch?v=HbHLrBg2o8M véi.... XDDDDD

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      zefie · 8 months ago · 2 pontos

      Interessante ver que você considerou o Savers abaixo apenas do Tamers (que pra mim, se eu for por a nostalgia pelo Adventure de lado, é a melhor também). Eu parei ele porque tava achando uma merda a questão do carinha TROCAR SOCO com digimons de dezenas de metros de altura.
      Lembro que alguém falou que eu acabei parando justo antes de começar a ficar bom, então talvez eu volte algum dia (mas atualmente eu já não tenho saco pra animes com muitos episódios).

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      ersatzgott · 8 months ago · 2 pontos

      Fez esse post pra mim, né? HUAHUAHA
      Eu discordo sobre o Frontier, o Xros Wars e o Adventure: fortemente, mas enfim
      Eu gostaria mais do Tamers se tivessem seguido o plot das 4 bestas sagradas em vez de inventar aquela praga de D-Reaper

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  • 2021-01-19 11:10:25 -0200 Thumb picture

    Sobre a Mulher vampiro altona de resident evil village

    Medium 756736 3309110367

    Se isso não é prova de que a internet é dominada por punhet... quer dizer, amantes das artes nudicas eu não sei mais o que é.

    Resident Evil Village

    Platform: PC
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  • tiagotrigger Tiago Prado Oliveira
    2021-01-16 20:54:07 -0200 Thumb picture
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    Infinity Madruga

    Estranho... Esta fase está um pouco diferente do que lembro.

    xD

    Mega Man X6

    Platform: Playstation
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  • hard_waters David Waters
    2021-01-18 13:42:17 -0200 Thumb picture
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  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2020-10-28 12:24:08 -0200 Thumb picture
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  • 2020-10-28 10:07:02 -0200 Thumb picture
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    A importância e o desenvolvimento de Chrono Trigger

    Medium 3835032 featured image

     Tudo começou em 1992, em uma viagem de avião para os EUA que por acaso reuniu 3 gênios dos videogames: Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy, Yuji Horii, criador da série Dragon Quest e Akira Toriyama, criador da série de mangá Dragon Ball. Os três conversaram sobre a criação de um jogo que ninguém nunca havia feito antes. Um ano se passou e Kazuhiko Aoki se ofereceu para produzir o jogo. A partir daí, a Squaresoft reuniu uma equipe de grandes talentos para trabalhar no jogo, o que ficou conhecido como o Dream Team. Foram mais de 50 funcionários trabalhando em cima do novo RPG da companhia, que incorporou muitos elementos que teriam sido usados no que se tornou Secret of Mana, inclusive o codinome inicial, Chrono Trigger.

     Com um vasto mundo e diferentes períodos no tempo para explorar, muitos game designs contribuíram para criar uma história diversificada, personagens carismáticos , múltiplos finais e uma mecânica de combate inovadora, que deixaria o jogador entretido todo o tempo. Os gráficos, arte, animação, sprites, tudo foi feito e projetado com muito carinho e culminou num cartucho gigante para a época, 32 Mb. Outro grande destaque do jogo é sua trilha sonora, compostas pelos gênios Yasunori Mitsuda e Nobuo Uematsu. O número de faixas e efeitos sonoros era sem precedentes para a época. Segundo o grupo, foi um desenvolvimento divertido e alguns programadores chaves podem ser encontrados dentro do jogo em uma sala secreta.

     A história narra as aventuras de Crono que deve viajar no tempo e impedir o apocalipse de 1999. O enredo é desembaraçado e divertido de acompanhar, mesmo com as típicas falhas dos paradoxos que envolvem viagem no tempo [SPOILER] O ápice do jogo é a morte de Crono, que deveria ser algo definitivo, mas a Square pediu que fosse colocado uma forma de ressuscitar o protagonista. Chrono Trigger foi um dos jogos mais aguardados, com altas expectativas dado o elenco de programadores por trás dele. No Japão, o jogo foi um sucesso sem precedentes, vendendo mais de 2,36 milhões de cópias. Altamente aclamado pela crítica, muitas vezes é indicado como um dos melhores RPGs de todos os tempos e melhor jogo da história.

     Em julho de 1995, no Japão, surgem as primeiras DLC da história, usando o novo sistema de internet por satélite da Nintendo, o Satellaview. Jet Bike Special, o mini-game de corrida, Character Library, contando um pouco mais sobre os heróis e os monstros e a Music Library, com uma coleção de músicas do jogo. No ano seguinte, o quarto DLC é lançado, Radical Dreamers, um jogo estilo visual novel que conta as aventuras de Serge, Kid e Gil que vão atrás do artefato chamado Frozen Flame. O jogo também gerou um OVA de 16 minutos chamado Dimensional Adventure Numa Monjar que conta alguns eventos durante a feira milenar do início do jogo, além de uma série de mangás. O jogo também gerou 3 CDs com a trilha sonora do jogo e um álbum especial com remix das músicas em jazz.

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      manoelnsn · 11 months ago · 3 pontos

      Seria legal ver um post sobre o desenvolvimento de final fantasy vi também, afinal ele que serviu de referência pra praticamente tudo que é rpg japa que veio a partir dali, inclusive CT

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      old_gamer · 11 months ago · 3 pontos

      Jogo espetacular que dispensa comentários. Tenho dois exemplares de CT na coleção, um completo e outro lacrado de fábrica e classificado pela VGA.

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      noblenexus · 11 months ago · 2 pontos

      Esse lance de DLC nos anos 90 me pegou de surpresa

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  • raiden Raiden
    2020-10-08 10:50:10 -0300 Thumb picture
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    Jaspion 3D!!!

    Cara... Esse 3D ficou sensacional com a dublagem original. Fico imaginando como seria um jogo do Jaspion nessa qualidade. Mas meu tokusatsu favorito da época ainda é Jiraya. Jaspion em segundo. 😁

    The Tokusatsu Henshin Hero

    Platform: Playstation 2
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      thiagobrugnolo · 11 months ago · 3 pontos

      Essa animação é du ca....., ressuscitaram até o Zampa.

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