dantlast

Jornalista, designer, aventureiro urbano e lutador de lutinhas fake.

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  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-12-02 09:36:20 -0200 Thumb picture

    [OFF] O dia que me apresentei no palco Thunder da CCXP22

    Provavelmente a grande maioria aqui não sabe, mas eu atuo como Pro-Wrestler aqui no Brasil. Basicamente, eu faço Luta-Livre, aquele negócio igual WWE. E ontem, eu tive o prazer de me apresentar na CCXP.

    Alexander Ludwig, o Bjorn de Vikings estava no palco Thunder, o maior do evento, pra falar sobre sua carreira e, atualmente ele está fazendo uma série sobre Pro-Wrestling, e é ai que eu entro. Eu (o de camisa cinza) junto de um amigo fomos convidados para fazer uma surpresa pra ele e nos apresentarmos em cima do palco.

    Foi extremamente emocionante e foi a primeira vez que me apresentei pra tanta gente (foi dito que tinham mais de 5 mil pessoas no auditório) e foi ainda mais foda que ele ergueu o cinturão da minha equipe e ainda nos vestiários ele nos procurou pra tirar fotos e elogiar nosso trabalho. Foi simplesmente incrível e eu gostaria de compartilhar esse momento com vocês.

    Aqui, ele com o cinturão da nossa equipe:

    E aqui um momento foda, pois ele desceu do palco direto pro camarim perguntando onde estavam os caras da Luta-Livre e depois de conversar um pouco conosco, pediu para tirar uma foto com a gente (eu estava tão eufórico que eu estava até sem coragem de pedir uma foto com ele).

    25
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      vante · 4 days ago · 2 pontos

      Eu não sabia que você era Pro-Wrestler aqui, deve ter sido muito dahora esse evento,! 👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽

      1 reply
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      igor_park · 4 days ago · 2 pontos

      Parabéns. Assistia muito WWE quando era adolescente

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      kzerosix · 3 days ago · 2 pontos

      Poxa, que massa! Não fazia ideia mesmo que você fazia luta livre, só um cara que termina muitos jogos... kkkkkk

  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-28 09:54:10 -0200 Thumb picture

    Primeiras Impressões - 171

    Recentemente testei o GTA BRASILEIRO, 171. Compartilhei as minhas primeiras impressões AQUI, no Suco de Mangá. Mas, podem ler abaixo também...

    Depois de muita espera e incertezas, no dia 17 de novembro a Betagames Group finalmente disponibilizou para o público o famigerado 171. Inclusive, ele foi carinhosamente apelidado de GTA Brasileiro, pelas semelhanças com os jogos da franquia da Rockstar.

    Enfim, 171 chegou na Steam em versão Alpha e já havia gerado bastante repercussão no mundo dos games graças a sua proposta ousada. Afinal, seria um jogo ao melhor estilo GTA, podendo perambular pelas ruas da cidade, roubar carros, pessoas e todo o pacote completo. No entanto, com a adição de ser um cenário totalmente inspirado no Brasil.

    Alguns jogos já surgiram com essa premissa, como a franquia Saints Row. Porém, além do cenário nacional, a equipe é totalmente brasileira e conta com aproximadamente 10 pessoas. Com tudo isso mente, 171 é um projeto bem ambicioso e interessante, e será que a versão Alpha deixa uma boa perspectiva do futuro, ou o que teremos à frente será nebuloso? Confira abaixo as primeiras impressões do “GTA Brasileiro”.

    Sim, você já esteve aqui antes…

    Vamos direto ao que interessa. Primeiramente, o que mais chama atenção em 171, ao menos para nós brasileiros, é obviamente a ambientação, que retrata cidades comuns do Brasil. Aqui, devo dizer que é o ponto mais interessante do jogo, pois ele realmente traz uma familiaridade única para os jogadores. É extremamente comum a sensação de que você conhece determinado lugar em qual você está. Você sabe, aquelas casas construídas daquele jeito, aquele tipo de comércio idêntico ao da sua rua, as lombadas e até a pracinha do bairro bem similar a do seu. Enfim, tudo é muito bem feito e, pelo fato de não ser um cenário comum em jogos, é algo que até parece “estranho”, não no sentindo literal da palavra.

    Além das ruas e construções que podem ser vistas em bairros do Brasil, os carros são os mesmos que você provavelmente verá caso olhe nesse momento para a rua da sua casa. Carros típicos brasileiros também estão no jogo, como não poderia ser diferente, além de motos igualmente características.

    Basicamente, tudo no jogo te faz lembrar daquilo que você viu a sua vida inteira rotineiramente, até mesmo o interior das casas. Inclusive, é algo que impressiona, pois podemos entrar numa boa porção de residências, que estão mobilhadas mais uma vez com características do que conhecemos a nossa vida inteira.

    E na hora de jogar?

    Enfim, se as características visuais das construções e automóveis é o que chama a atenção logo de cara, em seguida você passa a reparar em outras coisas. Por exemplo, na movimentação do seu personagem, no controle dele, dos veículos e tudo mais, e posso dizer que está bem confortável. De qualquer forma, é claro que ainda falta algum polimento, mas é perfeitamente aceitável tendo em vista que o jogo está em sua versão Alpha.

    Nesse contexto, a física de 171 lembra bastante a de GTA V, seja ela andando a pé, dirigindo (e colidindo) os veículos e também atirando. Porém, tudo isso com as devidas proporções e falhando em algum momento.

    Então, o jogo começa sem uma introdução ou algum objetivo, mas quando andamos pela cidade, que pelo mapa não é lá muita extensa, acabamos encontrando alguns objetivos. Assim, podemos trabalhar de entregador de aplicativo ou de carteiros e algo assim, o que é bem legal e único desse jogo. Com isso, você fica livre para explorar e realmente conhecer o jogo e ver o que ele tem a oferecer. Logo, em pouco tempo você faz tudo o que está disponível nessa versão ainda em início de produção.

    Por fim, algo a ser ressaltado são os gráficos e sons do jogo. Como era de se esperar, a qualidade gráfica não é excepcional, as texturas são bem esquisitas e muitas vezes dão a impressão de que não foram renderizadas por inteiro ainda. Além disso, as luzes e sombras muitas vezes são bem agressivas, tendo pouca suavização entre ambas. Mas novamente, algo a ser “perdoado”, dado a versão em que se encontra.

    Por outro lado, os sons são de qualidade (com exceção dos passos do personagem que poderiam ser mais sutis e mal se percebe variação). Inclusive, fica ainda mais interessante quando temos conversas com alguns NPC’s, já que temos as opções de falar algo positivo ou negativo. Nesse contexto, os personagens falam em gírias e de forma que realmente um brasileiro falaria, o que agrada bastante. Até porque muitas vezes esse é um dos aspectos que é mal apresentado em dublagens.

    A primeira impressão pode não ser a que fica…

    Num primeiro momento, foi uma experiência bacana jogar 171. Com 10 anos de produção, esse é um jogo bem esperado por uma quantidade razoável de gente e que promete muito, o que pode ser inclusive um tiro no pé. Afinal, tantas promessas geram muitas expectativas que podem acabar não sendo atendidas, ainda mais quando se leva em conta a equipe limitada no projeto. De qualquer forma, a experiência foi boa, ainda que seja estranho ver que em 10 anos não teve tanta progressão quanto se esperaria, mas deixa ansioso por mais.

    Porém, depois do lançamento, uma enxurrada de críticas caiu sob o projeto e sob a Betagames Group. Alguns exagerados em relação ao produto disponibilizado, já outras mais comedidas e sinceras, até construtivas. No entanto, o que acabou pesando contra foi a informação divulgada por modders que acessaram o código do jogo, afirmando que 171 era um amontoado de presets comprados no market place da Unreal Engine. Até aí, tudo bem, certo? Em partes sim.

    A Unreal Engine permite que você compre códigos já prontos e aplique ao seu jogo, poupando tempo e dinheiro. Portanto, não há nada de errado nisso, afinal, é uma facilidade que constrói o jogo. Entretanto, o problema real é não ter transparência nisso. Ou seja, a equipe da Betagames Group vinha arrecadando por meio de financiamento coletivo a verba necessária para a produção do jogo. Além disso, muitas das metas para inclusão de funcionalidades era bem elevadas, algumas chegando a dezenas de milhares de reais. Por exemplo, para produzir um ciclo de dia e noite no jogo, a meta era de 85 mil reais.

    Sendo assim, o dinheiro seria destinado a essa funcionalidade, teoricamente feita pelos criadores. Porém, o que foi encontrado é que a equipe responsável comprou um código pronto de apenas 39 dólares (pouco mais de R$200,00) e ainda desativaram o sistema de chuva que vinha incluso. No final das contas, é estimado que o valor total dos presets comprados seria algo em torno de 3 mil reais, algo bem longe dos 195 mil arrecadados no Catarse.

    Novamente, não há nada de errado em comprar funcionalidades para seu jogo, afinal, isso facilita a construção do jogo. Contudo, quando você para e analisa a quantidade de dinheiro arrecadado e compara com o tempo de produção do jogo e o material apresentado em sua versão Alpha…. Bem, as suas primeiras impressões acabam mudando um pouco e você passa a enxergá-lo com mais rigor e esperar mais daquilo que você acabou de jogar.

    Enfim, até o momento desta publicação a Betagames Group não se pronunciou sobre a divulgação dessas informações citadas acima (que você pode conferir clicando aqui). Mas, na realidade, isso não muda muita coisa em relação a 171, apenas acaba deixando uma sensação de “poxa, esperava mais” no jogador, que provavelmente vai ter uma boa primeira impressão do GTA Brasileiro…

    171

    Platform: PC
    6 Players
    2 Check-ins

    13
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      noblenexus · 7 days ago · 2 pontos

      Levando em consideração o tempo de produção o jogo ainda está bem cru, mas o problema é que é um projeto audacioso demais para uma equipe de 10 desenvolvedores, especialmente se eles tem que trabalhar em empregos convencionais e desenvolver em tempo livre.

      A Rockstar usou uma equipe de quase 1000 pessoas em tempo integral para fazer GTA 5 em +ou- 5 anos, fora o investimento em dinheiro de milhões de dolares, dificilmente um pequeno estudio conseguiria entregar algo semelhante.

      Em comparação. Eric Barone levou praticamente 4 anos no processo de desenvolvimento de Stardew Valley e olha que é um jogo 2D muito mais simples do que um Open World em 3D.

      2 replies
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      thiones · 7 days ago · 2 pontos

      O que tá pegando aí é falta de transparência mesmo. O mesmo aconteceu lá com o Trajes Fatais. Quando o Dev resolveu se pronunciar e tentou dar alguma transparência, já era tarde.

  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-21 13:49:36 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #237 - God of War: Ragnarök

    Finalizado em 19/11/2022 (100° de 2022 @desafioanual )

    Single 3943396 featured image

    E depois de pouco mais de 50 horas, terminei tudo o que GoW Ragnarok poderia oferecer. Não foi planejado, mas esse também é meu 100° jogo terminado de 2022 e, depois de toda essa jornada, posso dizer que esse é provavelmente o melhor jogo que já joguei.

    Ele não é o melhor dos jogos em mecânicas ou algo do tipo, mas é uma obra-prima ainda assim. Tem a história que mais me tocou na vida, talvez pelo fato de eu ser pai e acabar estendendo os dramas do jogo para comparações com minha vida pessoal, o que por sua vez me fez chorar em alguns momentos do jogo.

    O jogo é simplesmente maravilhoso e, nesses textos que registro minhas finalizações, eu costumo falar mais da minha experiência pessoal e o que achei do jogo de forma superficial, mas dessa vez também escrevi uma crítica para o jogo (AQUI).

    Mas falando mais da experiência pessoal...Bem, eu virei algumas noites jogando ele sem parar e a vontade que dá é realmente ficar jogando sem parar, uma vez que o jogo foi feito pensado num plano sequência único, sem cortes ou algo assim. O jogo pode ao mesmo tempo ser um desfecho perfeito para a saga, como também funciona deixando algo em aberto para uma sequência e, para ser bem sincero, fico até inclinado a poder ter mais conteúdo desse tipo, pois foi simplesmente maravilhoso.

    A única coisa que posso adicionar a isso, é que esse jogo entra na lista de "obrigatoriedades" para quem curte uma boa narrativa, pois ele oferece uma das melhores jornadas que ja vivi num jogo.

    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 4
    40 Players
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    13
  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-19 03:45:04 -0200 Thumb picture
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    Post by dantlast: <p>Bem, 40 horas depois, terminei esse jogo. Não se
    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 4
    40 Players
    39 Check-ins

    Bem, 40 horas depois, terminei esse jogo. Não sei se pelo jogo estar bem fresco ainda, mas digo que este é meu jogo preferido de todos. Eu ri, fiquei apreeensivo, vibrei e me emocionei...Me emocionei muito. Como em nenhum outro jogo. Achei simplesmente uma obra-prima.  Fico feliz e triste por ter terminado, mas ao menos ainda me resta algumas horas até a platina...Agora, rumo ao 100%.

    16
    • Micro picture
      ziul92 · 16 days ago · 2 pontos

      Que rápido o.O

  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-13 16:25:27 -0200 Thumb picture
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    Post by dantlast: <p>27 horas jogadas e ao que tudo indica estou na r
    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 4
    40 Players
    39 Check-ins

    27 horas jogadas e ao que tudo indica estou na reta final do jogo... Só paro agora quando terminar

    14
  • salvianosilva Salviano Silva
    2022-11-11 14:47:29 -0200 Thumb picture
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    Post by salvianosilva: <p>Telas de menu de todos os <strong>God of War</st

    Telas de menu de todos os God of War

    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 5
    133 Players
    48 Check-ins

    34
  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-11 13:00:20 -0200 Thumb picture
    dantlast checked-in to:
    Post by dantlast: <p>15 horas seguidas de gameplay e não tenho vontad
    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 4
    40 Players
    39 Check-ins

    15 horas seguidas de gameplay e não tenho vontade nenhuma de parar... E só vou fazê-lo pelo simples fato do sono estar afetando minha capacidade de resolução de puzzles e o combate no jogo haha Esse é o jogo que eu mais estava esperando no ano, então decidi jogar o máximo que aguentasse sem parar. A jogabilidade é otima, os desafios sao muito bons e a narrativa está espetacular. Como eu disse, fui vencido pelo sono, mas provavelmente vou fazer sequência jogando sem parar de novo.

    14
  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-08 11:43:16 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #236 - Black Belt

    Finalizado em 05/11/2022 (99° de 2022 @desafioanual )

    Rumo ao 100° de 2022! 

    Antes de partir para Mega Man 2, resolvi jogar esse clássico do Master System. Como eu não tive o console, acabei nunca nem jogando Black Belt, mas via uma galera que curte jogos retrô comentando como esse jogo era bom. E realmente, ele é excelente.

    Ele é um Beat'em up clássico e bem simples até. Ao contrário da maiorias dos jogos da época, eu não achei esse difícil não... Ele até tem seu nível de dificuldade, mas nada absurdo ou desleal com o jogador. Os inimigos até chegar nos boss são bem tranquilos desde que você saiba "administrar" a quantidade de cada lado. Os sub-chefes em cada tela também não são nenhum absurdo, mas podem se tornar um verdadeiro problema.

    Mas o jogo brilha mesmo nas Boss Fights, que são muito legais. Os dois primeiros boss não tem nada muito complicado para vence-los, é só descer a porrada e evitar ser atingido. Já o terceiro foi um dos que eu mais tive dificuldades pra vencer. Gonta é um lutador de sumô que praticamente te atropela quando ataca e fica intangível nessas horas, sem contar uma investida que ele dá, que tem que ter o timing exato pra contra-atacar. Mas depois de pegar a prática fica mais tranquilo.

    Depois disso enfrentamos o Oni, que é um boss que eu tava ficando doido sem entender por que ele não tomava dano, até que eu comecei a trocar soco enquanto tomava também e acabei vencendo sem muitas dificuldades. Depois veio a Rita, que é uma Boss desgraçada, que só toma dano numa certa sequência de golpes que na hora eu nem me liguei quais eram e só fui entender depois que zerei o jogo e vi um detonado explicando. Ela foi sem dúvidas a boss que eu mais demorei, por que apesar de esquivar dos ataque dela eu não conseguia vencer, até que acertar um soco nela depois dela dar uma voadora e ai finalmente ela foi derrotada.

    O boss final, Wang, foi bem díficil por que ele dá o dobro do dano que nós damos e ainda se defende de muitos golpes, mas depois de apelar na voadora consegui finalizar ele e terminar o jogo. Achei Black Belt excelente e é bem provável que eu vá jogar o Hokuto no Ken, que é a versão original desse jogo que ficou no oriente, só pra matar esse gostinho de quero mais.

    Black Belt

    Platform: Master System
    436 Players
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    14
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      thiagobrugnolo · 27 days ago · 2 pontos

      Boa! Um dos pais do Beat'em up.

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      santz · 27 days ago · 2 pontos

      Para a época que foi lançado, esse jogo era muito bom, mas não dá vontade de zerar.

      1 reply
  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-07 18:15:02 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado #235 - Mega Man

    Finalizado em 04/11/2022 (98° de 2022 @desafioanual )

    Depois de muito esforço, finalmente terminei meu primeiro Mega Man. Eu já tinha jogado esse jogo e também alguns outros da franquia, mas nunca tinha terminado nenhum. Eu conheço bem pouco de Mega Man, basicamente só usava ele em Marvel vs Capcom e assisti ao anime Battle Network (que eu adorava inclusive) e como disse, tinha jogado algumas vezes essa franquia.

    Não sabia por onde começar e pedi algumas recomendações pra uma galera que já manjava do jogo...Me recomendaram começam pela saga clássica, outros pela X, outros pela Zero...E acabou que eu fiquei ainda mais confuso que antes e resolvi começar do começo, pelo primeiro jogo lá no Nintendinho...E meu deus, que joguinho difícil do cacete.

    Eu lembrava que ele era bem treta, mas não lembrava que era tanto...Eu particularmente achei as telas em si muito mais dificeis do que os bosses. Morri uma porrada de vezes e quando chegou a hora das fases do Dr. Willy, maluco, o que já tava difícil ficou ainda mais. Bem mais. Além das telas terem muitas armadilhas e serem bem punitivas, os inimigos tem uns padrões bem doidos e complicados a primeira vista. Mas depois de bastante insistência eu consegui terminar o jogo.

    Eu gostei muito do jogo e é bem provável que eu tente jogar tudo de Mega Man daqui pra frente. Vou focar no clássico por hora, e depois sigo para o X, Zero e termino finalmente com Battle Network e Legends e uns spin-offs soltos por ai..

    Mega Man

    Platform: NES
    2261 Players
    130 Check-ins

    20
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      zefie · 28 days ago · 2 pontos

      O mais comum é começar pela saga X porque ela é bem mais fácil do que a clássica e tem uma história também (não é lá grande coisa, mas ao menos tem). A clássica é difícil pra caramba por conta da época onde a maioria dos jogos foram criados.

      2 replies
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      ziul92 · 28 days ago · 2 pontos

      Que daora, tu tem tanta coisa boa pra jogar agora XD

      4 replies
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      thiones · 28 days ago · 2 pontos

      Eu recomendo o 7. Pra mim é o melhor jogo da série clássica.

      1 reply
  • dantlast Danilo Oliveira
    2022-11-04 15:34:43 -0200 Thumb picture
    dantlast checked-in to:
    Post by dantlast: <p>Tava fuçando no Gamepass pra ver o que tinha de
    Eiyuden Chronicle: Rising

    Platform: PC
    11 Players
    7 Check-ins

    Tava fuçando no Gamepass pra ver o que tinha de bom, e eis que encontro Eiyuden por lá. É um RPG que estava desde seu lançamento n minha lista, mas por algum motivo ignore...Até agora.

    Nunca joguei a saga Suikoden, apesar de ter uma noção sobre ela, então era de se supor que Eiyuden seria um baita jogo. Por agora, na primeira hora de gameplay ele segue morno, porém confesso que é o mesmo ritmo que eu esperava dele e que outros JRPGS já me ofereceram.

    Apesar disso, o jogo é bem gostoso de jogar e os gráficos são bem bonitos. Vi que o jogo tem pouco mais de 20 horas para fazer o 100% (metade disso é história), então é bem provável que eu foque nele agora esse fim de semana

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