bobramber

Atari > Mega > PS1 > PC/emulação. Gosto de RPGs e conhecer jogos tidos como melhores.

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-12-03 19:30:12 -0200 Thumb picture
    bobramber checked-in to:
    Post by bobramber: <p>#img#[851884]</p><p><em>FINALIZADO os dois prim
    Atelier Marie + Elie: Zarlburg no Renkinjutsushi 1&2

    Platform: Playstation 2
    18 Players
    3 Check-ins

    FINALIZADO os dois primeiros jogos

    Atelier é uma série composta de 24 jogos principais divididos em 7 sub-séries. Já vi muita gente comentando deles aqui, principalmente da tal Ryza que só treina quadríceps na musculação.

    Antes de participar do Alvanista, sequer sabia da existência dessa série, então resolvi aproveitar minhas férias para conhecê-la, começando pelo início...

    Os dois primeiros jogos foram lançados em 1997 e 1998 para o Playstation 1. Ambos foram compilados com melhoramentos gráficos para o Dreamcast em 2001, e mais algumas melhorias quando portados para o Playstation 2 em 2005. Todos lançados apenas no Japão, mas uma tradução por fãs dessa última versão saiu em 2018.

    ---

    Atelier Marie se passa em um mundo mágico de fantasia medieval, na cidade de Salburg, capital do reino e onde fica uma famosa academia de alquimia. A protagonista tem as piores notas da história, então a instrutora Ingrid resolve tentar um método não convencional, permitindo que Marie abra sua própria loja para praticar e dando um prazo de cinco anos para que seja criado um item que satisfaça a mentora.

    O jogo possui 7 finais que variam conforme as escolhas e estilo de jogo, com Marie podendo seguir os estudos acadêmicos ou mesmo se tornar uma convencional heroína.

    A jogabilidade divide-se em coletar itens em diversos locais fora da cidade, sintetizá-los, cumprir tarefas, batalhar, gerenciar fadas (que podem ajudar na coleta e sintetização), alguns mini-games e seguir o calendário, que se divide em quatro estações e possui muitos eventos especiais.

    Esse Legendary Staff custa 10x mais que qualquer outro item e nem sei qual sua utilidade, talvez libere algum evento especial, sei lá

    Joguei completamente às cegas, porém usei e abusei do save state, já que é bastante frustrante errar uma alquimia.

    Esse primeiro jogo é bem curto e o final que obtive é justamente o que me tornou uma heroína convencional, já que derrotei todos os chefes que apareceram pelo meu caminho. Já na mecânica principal do jogo apenas consegui completar a quest que deixa o vendedor de armas cabeludo.

    ---

    Atelier Elie é uma sequência direta que se passa 6 anos depois do original. A protagonista foi salva por Marie e decide seguir os mesmos passos, matriculando-se na academia. O jogo agora conta com 12 finais.

    A jogabilidade segue os moldes do anterior, porém com tudo ampliado, isto é, mais cidades, locais, receitas, tarefas, batalhas etc. Por exemplo, Marie possui cerca de 90 itens para alquimia, já Elie traz 200.

    O jogo dura quatro anos, mas é possível repetir um ano ou mesmo ganhar mais cinco de prazo. Além disso, caso tenhamos um bom desempenho temos a possibilidade de estudar alquimia avançada por mais dois anos.

    Não participei do concurso de alquimia no primeiro ano, fiquei em quinto no segundo ano e o venci no terceiro

    A sequência é mais longa, mas mesmo entrando nos estudos de alquimia avançada, após completá-lo acabei recebendo um final semelhante ao que consegui no primeiro game, já que me especializei em batalha e deixei a academia para me tornar uma aventureira e explorar o mundo em busca de Marie.

    Depois li em um detonado que haviam mais duas cidades que poderiam ser liberadas, aumentando bastante as possibilidades do jogo, mas como a jogabilidade segue um esquema open world, acabei nem vendo os eventos que possibilitariam isso.

    Após finalizar o game é possível ver esses hidden stats, dando load em qualquer save e ajudando a obter os demais finais

    Confesso que fiquei viciadinho no game, tanto que o primeiro terminei em duas pegadas (3h+1h). Na metade do segundo comecei a enjoar e dei uma olhada no detonado só para saber quais as datas dos principais eventos (Concurso de Alquimia; Festival de Verão), pois senão passaria vazado de novo, já que não vi ninguém comentando ingame de quando aconteceria.

    Achei interessante o início dessa série e provavelmente jogarei mais games, porém depois de dar um bom tempo, afinal não consigo me divertir jogando em sequência (me enjoa).

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      fonsaca · 2 days ago · 2 pontos

      Uma série relativamente obscura, mas um dos poucos RPGs por turnos que segue forte hj em dia.

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      jcelove · 2 days ago · 2 pontos

      Boa!Atelier é uma serie que nunca me atraiu. Nem sabia que tinham traduzido essas versoes dp dream. Ser curto é uma boa mas nao terminei nenhum dos rpgs q queria no console (skyes e grandia 2) ainda...

      2 replies
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      noblenexus · 2 days ago · 1 ponto

      Eu até gosto de jogar em série as coisas, mas RPGs não da, aprendi isso com Kingdom Hearts. Já Halo e Gears que joguei recentemente é bem gostosinho de maratonar.

      1 reply
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-29 22:12:00 -0200 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p><strong>Minha experiência no Museu Itinerante do
    Doom

    Platform: Atari Jaguar & CD
    8 Players
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    Minha experiência no Museu Itinerante do Videogame

    Sábado viajei 120 km para conhecer o museu na capital paranaense. Cheguei 15h30min e fiquei até as 20h30min. Nessas 5h passei pelos itens em exposição (duas vezes). Não li todas as informações, mas uns 80%. Também joguei diversos consoles gratuitamente e praticamente sem precisar esperar. Tomei um chope e mal assisti ao pessoal do Just Dance (por falta de tempo, pois acho legal também).

    Minha felicidade no evento, enquanto a esposa apenas o suportou, haha

    O que mais gostei foram os itens expostos, achei curiosíssimo. O parágrafo que acompanha era interessante na maioria das vezes. Preferia se estivessem expostos em ordem cronológica, mas não me incomodou. Chuto que tinha uns 300 consoles, tipo ROM de um game: versão japonesa, versão americana, versão europeia, versão brasileira etc. Achei bem legal para poder comparar.

    Só fotografei os consoles que fizeram parte da minha vida. O primeiro deles foi esse Atari, conhecido por Darth Vader, por ser todo preto. Foi lançado em 1983 no Brasil e eu devo ter ganho em 1990, com 4 anos

    Depois ganhei o Mega Drive 3, que vinha com esse controle de 3 botões

    No início da adolescência joguei muito Dynavision 3 na casa dos meus primos

    Meu último console foi o Playstation 1, lembro bem quando ganhei porque paguei um terço dele (R$ 120) trabalhando em uma feirinha das 13h às 17h (vendendo mel para meu pai), segunda e quarta, ganhava 5 reais por dia - Ainda tenho ele guardado e funcionando (pelo menos na última vez que testei uns 5 anos atrás)

    Na exposição para jogar tinha de 30 a 40 videogames, alguns repetidos. E as maiores filas eram para os óculos VR, simulador de corrida e Just Dance (este ocorria em um palco e sempre tinha plateia assistindo). Pong, Jaguar (Doom) e Neo Geo (luta) foram os mais desconhecidos para mim. Os demais eram os da Sega e da Nintendo desde os 8 bits e todos os da Sony e da Microsoft, apenas não reparei se havia os de última geração.

    Meu filho, de 5 anos, só queria saber de ver as danças

    Quanto aos jogos, a grande maioria era de luta, e alguns de futebol, corrida e plataforma. Dos mais recentes tinha Days Gone e God of War (mas acho que não era o Ragnarok). Não joguei nenhum futebol e o único de corrida foi uma partida de Top Gear 2 (cheguei em sexto). Joguei Sonic 1 (dando game over ainda no primeiro mundo), Alex Kidd de Master e um Spyro de Xbox (que não sabia o que fazer para sair de uma caverna). Joguei vários de luta, mas só curti mesmo meu favorito Street Fighter II.

    Desisti de Alex Kidd quando começou a água

    Fiquei rodeando SFII até que liberou uma vaga, desafiei com o Blanka um cara que tava com o Ken, perdi de Perfect. Depois peguei o Ryu e posteriormente o Sagat, no máximo venci um round (acho que de dó). Mais tarde voltei a jogar sozinho e entraram três desafiantes que nem deram para o cheiro (visivelmente nunca tinham jogado antes). Contra a máquina não perdi nenhuma (mas a dificuldade parecia reduzida) até o chefão Vega (era a versão japonesa).

    Meu filho e eu brincando no controle gigante de Master System... Visualmente legal, mas horrível de jogar. Também tinha Atari (ao lado) e de NES e SNES (ao fundo)

    Alguém já tinha comentado que a escolha dos games não era boa (acho que foi o @santz), e dá para ver que favoreceram os multiplayers, até para ser mais fácil de aumentar a rotatividade.

    Impossível não lembrar do @manoelnsn ... E o Sony Xperia não te interessou?

    De maneira geral, não curti jogar nos consoles, no máximo achava interessante sentir os diferentes controles. Entendo que há quem goste deles, mas acho bem mais prático emular no PC. Talvez também por eu não ser nada ISTA.

    Meu melhor amigo tinha um SNES com Top Gear 2, tirávamos altos rachas, e raramente eu ganhava

    Porém todo o resto do evento foi super divertido, uma pena que não rolou o encontro presencial de usuários do alvanista, entre o @fonsaca e eu, haha

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      kzerosix · 6 days ago · 1 ponto

      Deve ser maneiro ir com alguns amigos pra jogar contra kkkkk

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      manoelnsn · 6 days ago · 1 ponto

      N-gage daí tá conservadinho, ahuahua. Só detalhe que não era um cartão SD ainda, e sim um MMC: https://en.wikipedia.org/wiki/MultiMediaCard

      XPeria Play meu irmão teve um, na época que ele comprou eu pirei, e provavelmente teria comprado um quando comecei a trabalhar... Se ele não tivesse tantos problemas, já que o cabo flat dele (que interliga ambas peças) vivia arrebentando, isso além do fato do console ter pouca memória interna, algo terrível pra um Android, mesmo nas versões iniciais. Isso sem falar que ele não recebeu atualizações de software da Sony, e sequer chegou no Android 4, a Jellybeam.

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      thiagobrugnolo · 6 days ago · 1 ponto

      Que bacana! Espero que esse museu chegue logo próximo a minha cidade.

      1 reply
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-26 16:45:27 -0200 Thumb picture
    33
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-25 18:16:24 -0200 Thumb picture

    Tag inserida na série de melhores

    Só para avisar que inseri uma tag (bestwiki) em todos as postagens que fiz seguindo esta lista da Wikipedia, para facilitar o acesso aos posts antigos. Basta clicar na tag ao final desta postagem.

    Imagem para chamar atenção

    Estou quase acabando 1997, próximo de finalizar Final Fantasy Tactics (pela primeira vez na vida). E em seguida iniciarei  o último game: Final Fantasy VII (que já zerei no console na época).

    A maioria dos jogos desse ano em diante eu já joguei e muitos deles já finalizei, então devo passar rapidamente, demorando apenas naqueles que me interessar refinalizar (como FF7).

    O ano de 1998, por exemplo, possui 14 jogos, dos quais já finalizei 8.

    Já 1999 tem 10 jogos e finalizei apenas 2 (SH e SS2), mas já joguei outros 6.

    E por aí vai...

    Final Fantasy VII

    Platform: Playstation
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      tiagotrigger · 10 days ago · 1 ponto

      Boa, eu geralmente insiro tags, mas quando vou procurar esqueço elas. xD

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-22 17:23:29 -0200 Thumb picture

    Dúvida a quem foi

    O museu estará aberto das 15h as 21h de segunda a sábado e 14h as 20h no domingo. Imagino que um dia seja o suficiente para ver tudo... ou não?

    Marcar aqui os últimos que vi postarem sobre: @denis_lisboadosreis @santz @marlonildo

    Praticamente certo que vou neste sábado, dia 26/nov. Partiu? @fonsaca 

    O @mastershadow está off, mas a oferta de carona de Ponta Grossa para Ctba continua em pé

    Pac-Man Museum

    Platform: PC
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      santz · 13 days ago · 2 pontos

      Mano, O Museu do Videogame é um evento muito top. 1 dia é o suficiente para ver todas as atrações presentes. Talvez você não consiga experimentar as coisas modernas por conta da fila, mas eu consegui jogar todos os videogames disponíveis e ainda fiquei vendo a exposição pelo shopping enquanto o evento não começava. A exposição tá simplesmente maravilhosa.

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      zefie · 13 days ago · 2 pontos

      Você consegue ver tudo sim, até porque a grande maioria dos consoles e portáteis estão apenas expostos e não podem ser experimentados. Os que você poderá jogar são os mais populares e/ou recentes, mas as raridades ficam todas dentro de vitrines.

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      denis_lisboadosreis · 13 days ago · 2 pontos

      Dependendo de como estiver organizado o espaço e da lotação dá pra ver tudo em um dia sim, não pude ver tudo porque tinha criança comigo e pouco tempo disponível, dividi em dois dias e em pouquíssimas horas, só não fui nos VR por que tinha fila própria mais controlada e lenta e nos consoles mais novos que são super disputados por adolescente chato, e o acervo de exposição era bem disperso por dois shoppings "gêmeos" no Tatuapé que pegam o fluxo do metrô e trem de SP, que tem estação embutida ali.

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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-18 16:38:38 -0200 Thumb picture

    Relíquia de 20 anos atrás encontrada

    Ontem fui procurar o DUT do carro e fucei na minha caixa de lembranças, achei a seguinte relíquia:

    Quando adolescente gostava de fazer campeonatos com a IA dos jogos, principalmente em clima de Copa do Mundo. Neste caso, montei dois grupos e fui assistindo aos embates.

    Fiz o mata-mata até chegar ao grande campeão:

    Baraka

    Wins

    Engraçado eu desenhar os símbolos que representavam o número de vitórias consecutivas, kkk.

    Só não lembro se eu podia escolher os personagens que duelavam ou se eu precisava ficar assistindo até que aleatoriamente ocorresse a luta esperada, acredito que a segunda opção. Êeeee tempinho bom esse... o que não faltava era tempo livre!

    Mortal Kombat II

    Platform: Genesis
    1841 Players
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      _gustavo · 17 days ago · 1 ponto

      Eu sempre fazia campeonato contra a IA em jogo de futebol, até tinha que baixar uns FIFA aqui piratão pra manter a tradição de jogar uma copa do mundo kkkkkk

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      gigahertz · 17 days ago · 1 ponto

      Muito maneiro! Eu fazia umas versões "analógicas" desses campeonatos, mas com futebol, jogando um dado comum (D6) pra ir tirando os placares das partidas. Fazia Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e tudo mais. Era um passatempo legal porque basicamente só precisava de uma folha de papel, lápis com borracha e um dadinho comum.

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      kalini · 17 days ago · 1 ponto

      vi so as abreviaturas na primeira imagem e saquei que era mortal kombat

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  • salvianosilva Salviano Silva
    2022-11-17 13:34:58 -0200 Thumb picture
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  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-10 11:10:36 -0200 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>Jogo de ação e aventura, lançado em 1994, que s
    System Shock: Enhanced Edition

    Platform: PC
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    Jogo de ação e aventura, lançado em 1994, que se passa em uma estação espacial no ano de 2072 em um mundo cyberpunk. Nele assumimos o papel de um hacker contratado para frustrar os planos de uma inteligência artificial chamada de SHODAN.

    O visual é poluído, mas dá para desativar os HUDs

    Foi aclamado pelo motor 3D, simulação de física e jogabilidade complexa, que trouxe inovações e influenciou o gênero. Teve uma sequência lançada em 1999, além de diversos sucessores espirituais de grande reconhecimento e sucesso, como Deus Ex (2000), BioShock (2007) e Prey (2017).

    Já finalizei todos os games citados, faltando apenas este clássico

    O game original é mais reconhecido pela sua complexidade dos controles, já que não possui suporte a mouse, sendo a maior barreira para novos jogadores, mas a versão melhorada (Enhanced Edition) resolve essa questão.

    Sim, em pouco tempo já consegui tomar game over

    Ainda assim, joguei por 1h, com a dificuldade do combate reduzida em um nível, mas não consegui me animar em continuar, e o principal motivo foi por causa do ciberespaço, que achei muuuuito confuso.

    Loucura do ciberespaço

    Ainda estou com o game instalado, mas não estou animado em continuá-lo.

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      mastershadow · 25 days ago · 1 ponto

      Não tinha um tal de Shelshock tbm ?

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      santz · 25 days ago · 1 ponto

      Para que você precisa acessar o cyber espaço mesmo?

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      mandaloriano_95 · 25 days ago · 1 ponto

      Por curiosidade, você chegou a ao menos terminar o cyberspace da primeira fase? Só pergunto isso porque, embora realmente proporcione uma estranheza inicial bem grande, eu realmente acredito que acaba sendo fácil de se acostumar com o cyberspace depois dos primeiros minutos.

      Acho que a confusão maior mesmo acontece por conta dos gráficos, já que em termos de jogabilidade o cyberspace é surpreendentemente simples. É basicamente um voo bem linear com alguns inimigos pelo caminho. Eu, pessoalmente, recomendo demais que você tente insistir mais um pouquinho, porque esse jogo é excelente de verdade.

      3 replies
  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-09 13:20:38 -0200 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>Jogo de sobrevivência, lançado em 2014, em que
    This War of Mine

    Platform: PC
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    Jogo de sobrevivência, lançado em 2014, em que controlamos um grupo de civis no meio de uma guerra. Precisamos cuidar da casa durante o dia e sair à noite atrás de recursos.

    A jogabilidade tenta (e consegue) transmitir as dificuldades enfrentadas em estado de sítio, e o objetivo é cuidar da saúde, fome e humor, até que ocorra o cessar fogo.

    Em 2020, o jogo passou a ser recomendado nas escolas polonesas, havendo inclusive uma versão gratuita disponibilizada

    Dei uma testada rápida com duas partidas, uma até o terceiro dia e outra até o quinto, quando perdi um integrante ao tentar roubar mantimentos.

    Aí ontem comecei uma partida mais a sério. Estou explorando bastante dois locais iniciais e ignorando os outros, afinal o que mais me falta são itens básicos (componentes e madeira).

    Meu jogo está em PT-BR, mas não tirei nenhuma print

    Estou no oitavo dia e um bombeiro veio morar comigo, o bom é que ele tem mais espaço no inventário, passando a ser meu scavenger.

    Existem doze personagens jogáveis

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      thiones · 26 days ago · 2 pontos

      Pobre Katia 😢

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      gabswin · 25 days ago · 2 pontos

      Jogaço hein, você sente tudo na pele, principalmente quando mata alguém...

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      pollym94 · 18 days ago · 2 pontos

      interesssante

  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2022-11-08 10:08:35 -0200 Thumb picture
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    Post by bobramber: <p>FINALIZADO meu segundo game da série, acho que f
    Ys Origin

    Platform: PC
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    FINALIZADO meu segundo game da série, acho que foram 8 ou 9h.

    RPG de ação dungeon crawl lançado em 2006, prequela que se passa 700 anos antes do primeiro jogo, contando um pouco da história de Ys, da Torre e das deusas gêmeas.

    Possui três personagens jogáveis, cada um com história, habilidades e estilo de combate distintos, sendo que a história do terceiro é a única canônica e só habilita após terminar com um dos outros dois.

    Escolhi a menina e o nível 'very easy' para evitar qualquer tipo de problema, ainda assim o primeiro chefe demonho conseguiu arrancar metade do meu life, mas só fui ter a primeira morte afogado (por ter teleportado e esquecido de equipar o item que permite durar mais embaixo d'água).

    Em combate viria a falecer um pouco depois disso, contra o chefe centopeia, pois demorei a entender o que devia ser feito.

    Somente no 14F precisei dar uma olhadela no detonado, pois não entendi o que deveria fazer para carregar o Evil Ring, mesmo a dica ingame de ir a oeste da estátua não ajudou... Depois disso foi tudo na raça.

    Na segunda metade da torre já fui mais diretão, desviando dos inimigos e deixando para dar uma grindada apenas antes do last boss. A primeira forma foi fácil, mas na segunda demorei a entender o que deveria ser feito, quando captei tinha perdido metade da vida, mas ainda assim consegui derrotá-lo de primeira.

    O nível very easy é exatamente sua tradução literal: muito fácil. Uma dificuldade acima e eu teria emperrado em diversos bosses. Gostei da dificuldade que escolhi, pois pude curtir a exploração e resolução de puzzle, deixando o combate de lado, mas acredito que o ideal seria ter ido no easy.

    Assim como foi em Ys I&II, achei os chefes o ponto forte da aventura, e logo em seguida as excelentes músicas. Já a história da Yunica achei bem média, e não me animei para jogar a canon, estou apenas assistindo às 3h de cutscenes no youtube (do Hugo não quero nem passar perto).

    Agora darei um tempo antes de ir para o próximo jogo (The Oath in Felgana).

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      mastershadow · 27 days ago · 1 ponto

      E eu ainda preciso dar o pontapé inicial nessa série...sei que tem quase todos pro PSP,e vai ser nele mesmo que vou começar..mas isso ano que vem kkkk

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      thiagobrugnolo · 27 days ago · 1 ponto

      Preciso pegar os 2 primeiros Ys e esse Origin, comecei a partir do 3, então falta eu ter o entendimento do início da história da franquia. Estou jogando o Oath in Felgana, a doses homeopáticas, hahahaha... Mas está legal, ainda mais por ser um remake do Ys 3 que acabou ficando muito obsoleto, apesar de eu curtir o esquema de Ys Side Scroller como era o 3 original.

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      jcelove · 27 days ago · 1 ponto

      O origin é bem legal, primeiro Ys que zerei e uma otima prequel. Eu zerei com os 3 na epoca mas so com a Yunica no normal.
      O Hugo é o personagwm maid facil pq ataca a distancia e tem escudo magico, a Yunica é a mais parecida com o Adol e o Toal é um wolverine azarado pq a rota dele é a mais dificil e so ele enfrenta o final boss verdadeiro tbm.

      Fica bem mais bacana jogar o ys 1 e 2 depois dele pq preenche vaeias lacunas. A Darn tower onde se passa o jogo é a dungeon final do primeiro Ys por sinal.

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