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  • 2021-10-20 20:17:55 -0200 Thumb picture
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    God of War no PC, é o fim dos exclusivos no Playstation?

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    Mal saiu a notícia de que GoW ganharia a sua versão pra PC, e as redes sociais explodiram em desespero, "a Sony está fazendo errado", "se continuar assim, não haverá mais sentido em ter um console", e outras tantas reclamações.

    É perfeitamente aceitável esse sentimento, afinal, muitos de nós crescemos vendo essa indústria tomar forma usando principalmente táticas de exclusividades encima de jogos e empresas desenvolvedoras destes. A Nintendo do final dos anos 80 já fazia isso muito bem com seus títulos diferenciados e de ótima qualidade. Mais tarde, nos anos 90, a Sony principalmente, fazia questão de manter um bom relacionamento com as desenvolvedoras e assim por tabela acabava ganhando a exclusividade de seus produtos (ajudou muito também as vendas do Playstation estarem maiores a cada dia).

    Isso perdura de certa forma até hoje. Mas o mercado pode ser impiedoso para as empresas que não conseguem lê-lo, que não conseguem ter um planejamento claro para o futuro, ou que não consigam abrir mão de dogmas empresariais que de um momento para o outro inacreditávelmente se mostram ultrapassados.

    O mercado de vídeo-games e consoles obviamente não é diferente de outros segmentos em sua essência, pois esse se tornou cada vez mais letal para aqueles que subestimaram o poder cada vez maior da internet e dos muitos segmentos que foram totalmente modificados somente pela forma como os consumimos hoje em dia.

    Ao contrário de antigamente que praticamente não existia muitas opções de se obter um jogo original (dependendo do título, até pirateado era difícil de achar), a oferta de jogos hoje em dia é vasta, beirando a saturação, de graça, e por meios legais. Os games cinematográficos atuais possuem orçamentos maiores do que muitos grandes filmes de Hollywood, isso era impensável na quinta geração.

    Mas voltando diretamente ao assunto, claramente existe a necessidade de empresas como a Sony Playstation expandir seus produtos à novos usuários, pois futuramente será inviável manter o modelo clássico de negócios da forma que conhecemos antes porque além de custarem muito para serem produzidos, atingem públicos cada vez mais "nichados", por mais aberto que seja o título.

    Provavelmente a Nintendo hoje seguiria o mesmo exemplo de Sony e Microsoft se lá atrás não tivesse tomado a polêmica decisão de se retirar da disputa aberta por tecnologia de hardware de ponta com essas empresas. Como resultado, vemos que isso deu certo pra ela, pois teve que se reinventar a tal ponto que hoje chega a ser chamada até de "Apple dos games".

    A Microsoft aposta nos serviços, mesmo mantendo um custoso serviço de nuvem para degustação de games e fidelizando seus usuários através de mensalidades, nada impede que os jogos ofertados em seus sistemas e no PC sejam muito bem vendidos no final das contas.

    No caso da Sony, ela oferta jogos que já cumpriram seu ciclo útil na sua plataforma, pois esses não possuem componentes que os mantenham em evidência durante tanto tempo como um jogo que visa o multiplayer online como sua principal característica. Os títulos por ela disponibilizados até o momento já se pagaram em sua plataforma, então:

    1) A empresa visa uma sobrevida à títulos que custaram muito para serem produzidos, assim fazendo mais dinheiro com eles em outra plataforma.

    2) Visa nesse novo público potenciais consumidores de seus futuros jogos (muitas das vezes continuações daqueles disponíveis em plataformas secundárias) em sua plataforma exclusiva.

    Isso não faz com que títulos que tenham sua identidade intimamente ligada ao Playstation, como GoW, fiquem deslocados a ponto de não serem mais os principais bastiões que ajudam a vender aparelhos, pelo contrário, passam a ser os principais meios de pescarem novos usuários para seu sistema. De outra maneira, se agarrando à velhos dogmas, o futuro da companhia parece incerto da maneira como a conhecemos agora, e o mercado perdoa cada vez menos quem não se planeja para o futuro. 

    God of War

    Platform: Playstation 4
    1569 Players
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      miguelpardal_art · 2 days ago · 2 pontos

      so digo uma coisa SO VEM

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      artigos · 1 day ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      santz · 1 day ago · 2 pontos

      A Microsoft já não usa essa tática de exclusividade a muito tempo, mas nem por isso o pessoal deixou de comprar os Xbox.

  • 2021-10-08 10:19:15 -0300 Thumb picture
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    PlayStation 2: O tão aguardado sucessor ganha o mundo

    Medium 3885264 featured image

     Com o sucesso esmagador do PlayStation, a Sony já estava planejando seu sucessor em segredo. Depois que a Sega lançou o Dreamcast, a Sony finalmente começou a divulgar informações do seu próximo videogame. Em 1999, ela já havia demonstrações de alguns jogos, mostrando o grande poderio gráfico que o aparelho prometia ter. Muitos consumidores deixaram de pegar o Dreamcast para se concentrar no próximo aparelho da Sony. O console foi lançado em março de 2000 no Japão e alguns meses mais tarde no resto do mundo. O PlayStation 2 chegou com preço inicial de 299 dólares e vendeu milhões de cópias em questão de dias, se tornando o lançamento de maior sucesso na história e batendo alguns outros recordes de vendas.

     O console era extremamente poderoso e competitivo. Ele vinha equipado com uma CPU personalizada da Sony em parceria com a Toshiba, a Emotion Engine, operando a quase 300 MHz e com desempenho de 6.2 GFlops. A GPU também é personalizada, a Graphics Synthesizer, capaz de operar de 3 a 16 milhões de polígonos por segundo, considerando os recursos de iluminação, mapeamento de texturas, sombra, reflexos, física, etc. Vem com 32MB de RAM principal, 4MB para vídeo e mais 2 MB para áudio. Ele era capaz de trabalhar com som surround 5.1 e 48 canais de ADPCM. Sua carcaça era bem grande, com um preto fosco, portas auxiliares, bandeja móvel para disco, mas tinha apenas duas entradas padrão para controles e memory cards e não vinha com uma interface ethernet para jogos online.

     O controle padrão do console era o Dualshock 2, uma evolução do primeiro Dualshock lançado para o PS1. Ele tinha um par de alavancas analógicas, suporte a vários níveis de vibração e uma sensibilidade de pressão em todos os botões de ação (apesar que quase nenhum jogo utiliza essa função). Ela também continuou a mesma estratégia de lançar um Memory Card separado, mas agora com uma capacidade de 8 MB. Uma das grandes vantagens do PS2 era sua reprodução de jogos em formato de DVD. Essa mídia vinha com uma capacidade de 4,7 GB de armazenamento e era possível reproduzir filmes. O PlayStation 2 era um dos reprodutores de DVD mais baratos do mercado, competindo com outros aparelhos que tinham apenas essa função.

     Outra grande vantagem do PS2 era seu suporte a retrocompatibilidade com os jogos do PS1, o que já garanti a ele um acesso a uma biblioteca de jogos gigantesca. Dos jogos lançados junto do aparelho no Japão, os destaques ficam por conta de Eternal Ring, FantaVision, Ridge Racer V e os portes de Dead or Alive 2 e Tekken Tag Tournament. Até o final do ano de 2000, os jogos que não vamos citar aqui na persona, mas merecem destaque, foram Armored Core 2, 7 Blades, Ephemeral Fantasia, Kengo: Master of Bushido, Smuggler’s Run e mais uma vasta coleção de títulos esportivos e outros gêneros. A promessa de sequências de franquias consagradas faziam do PS2, uma das maiores apostas de entretenimento do novo milênio.

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      thecriticgames · 14 days ago · 3 pontos

      Lembro até hoje de quando meu PS1 parou de funcionar, meus pais levaram para o concerto e voltaram com o PS2.

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      christciamn · 14 days ago · 2 pontos

      Até hoje o melhor e o mais vendido console já feito!! Sem contar que no Brasil ele é conhecido como o rei dos game piratas!! KKKKKKKKKKKKKKKK

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      lgd · 14 days ago · 2 pontos

      Este foi uma aula de como fazer um console sucessor.

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  • 2021-09-24 08:55:27 -0300 Thumb picture
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    Versões e acessórios do GameBoy / GameBoy Color

    Medium 3883304 featured image

     O GameBoy original foi lançado em 1989 e logo se tornou o portátil mais popular devido a sua biblioteca e economia de pilhas, mas o aparelho era bastante grosso e pesado. Ainda sim, um novo modelo só foi lançado em 1995, o Play it Loud, com uma nova carcaça muito mais moderna e com opções de cores. No ano seguinte, a Nintendo lança no mercado o GameBoy Pocket. O modelo tinha um tamanho reduzido, consumia menos pilhas e vinha sem o filtro verde na tela. Em 1998, o Japão recebeu um modelo exclusivo, o GameBoy Light, que era semelhante ao Pocket, mas trazia a incrível tela retroiluminada. Depois dele e sua versão GameBoy Color, foram lançadas apenas várias opções de cores e edições especiais.

     O acessório mais comum e que já vinha com o GameBoy era o Link Cable, capaz de conectar dois ou mais aparelhos para partidas em multiplayer. Outro acessório comum é a opção de bateria recarregável para substituir as pilhas. Foi lançado também um acessório de painel solar para carregar o GameBoy com a luz do sol e até um cabo adaptador para conectar e carregar o aparelho no acendedor de cigarros do carro. Não podia também faltar o módulo de rádio AM/FM. Houveram também uma infinidade de acessórios para consertar os problemas de iluminação, tamanho da tela e a potência do alto falante, desde opções separadas ou completas, como Handy Boy e o Booster Boy, que transformavam o portátil em um verdadeiro monstro.

     Um acessório que ficou bastante popular foi o GameBoy Camera, que dava aos jogadores a opção de tirar fotos reais com o portátil, mas com uma resolução super baixa e sem cores. A Nintendo também lançou a GameBoy Printer para que fosse possível imprimir as fotos tiradas com a câmera. A qualidade não era das melhores, mas era algo curioso. Outro acessório que ficou bem famoso no Japão foi o Barcode Boy, que permitia aos jogadores escanear qualquer código de barras de produtos para ter acesso a coisas especiais dentro de alguns jogos compatíveis. O portátil também teve acessórios de controles variados, como por exemplo, o HyperBoy, que trazia uma case em formato de Arcade e o Work Boy, que era um mini teclado de computador.

    Agora, de acessórios bizarros, temos o Pocket Sonar, que usa um sonar para localizar peixes durante uma pescaria real. Tivemos o Mobile Phone Adapter, que trazia um cabo para se conectar a alguns modelos de telefones japoneses e jogar alguns games ou usar o serviço de rede sem fio da Nintendo. Teve também o GB Kiss Link, que tinha um modem com sensor infravermelho para se conectar a um computador Windows 95 e trocar alguns dados, como mapas e itens de jogos compatíveis. O Singer Izek 1500 Sewing Machine é uma máquina de costura capaz de criar desenhos em tecido projetados pelo jogador. E por fim, o acessório mais estranho de todos, PediSedate, que é um capacete de sedativo para que a criança fique distraída com o jogo enquanto inala a medicação.

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      thiagobrugnolo · 28 days ago · 3 pontos

      Tive a oportunidade de jogar o gameboy classic e realmente ergonomia não era seu forte, além de muito pesado, problema completamente resolvido com o pocket e ainda de quebra sem o filtro verde de tela.

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      bobramber · 28 days ago · 2 pontos

      Cara, ali pro final, um mais louco que o outro, uahsusahushuas. "Capacete sedativo para inalação"... Ahhh anos 90.

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      marcelokiss487 · 28 days ago · 2 pontos

      Na próxima pode me marcar @marcelokiss487

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  • 2021-09-10 11:11:43 -0300 Thumb picture
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    Os filmes dos anos 90 baseado em videogames

    Medium 3881605 featured image

     No início dos anos 90, os videogames já estavam completamente consolidados como mídia de entretenimento e já era hora de apostar em adaptações cinematográficas baseadas nas franquias consagradas. O primeiro filme com atores reais baseado em videogame foi lançado em 1993, o icônico Super Mario Bros. O filme trazia os irmãos Mario e Luigi em uma aventura estranha numa cidade cyberpunk bizarra. A estreia foi muito mal recebida pelo público e pelos críticos, principalmente por trazer uma história fora de tom e um universo nada a ver com os jogos. No ano seguinte, a Technōs Japan lançou Double Dragon nos cinemas e teve uma recepção ainda pior, com cenas de ação toscas e narrativa sem graça.

     Ainda em 1994, a Capcom lançou a adaptação cinematográfica de seu maior sucesso dos Arcades, Street Fighter. O filme trazia Van Damme como Guile que luta contra as forças da Shadaloo. Apesar de ter sido criticado pelos especialistas, ele foi um enorme sucesso de bilheteria. A Midway não poderia ficar para trás e adaptou Mortal Kombat em 1995, trazendo os lutadores e universo do primeiro jogo no torneio de artes marciais brutal de Shang Tsung. O filme foi um enorme sucesso, sendo considerado a melhor adaptação até então. Em 1997, foi lançado a sequência, Mortal Kombat: A Aniquilação, tendo Shao Kahn como vilão. No entanto, o filme foi um enorme fracasso e é considerado um dos piores filmes já feitos na história.

     Em 1999, Chris Roberts dirige o filme de franquia consagrada, Wing Commander, mas acaba por ser mais um que entra na lista de adaptações fracassadas. Um ano antes, no Japão, foi lançado Pokémon: O Filme, adaptando uma das franquias de maior sucesso da Nintendo em formato de animação e foi o mais bem sucedido até então, com mais de 172 milhões de dólares em bilheteria. Ele recebeu uma sequência no ano seguinte, Pokémon: O Filme 2000, outro grande sucesso. Houve outros filmes de animação lançados no Japão nesse período. Fatal Fury: The Motion Picture e Street Fighter II: The Animated Movie, ambos de 1994, com relativo sucesso de bilheteria e crítica.

     Nem todos os filmes de videogames saíram para os cinemas, alguns saíram direto para VHS, todos eles em formato de animação. A SNK foi a que mais investiu nesse tipo de produção, com Fatal Fury: Legend of the Hungry Wolf de 1992, Samurai Shodown: The Motion Picture, Fatal Fury 2: The New Battle e Art of Fighting, todos de 1993. De animações que foram lançados direto para as televisões no Japão, os chamados OVA, tivemos Tengai Makyō Jiraia Oboro Hen (1990), Ninja Gaiden (1991), Battle Arena Toshinden (1996), Sonic the Hedgehog (1996) e Tekken: The Motion Pictures (1998). Teve também alguns filmes curtos para publicidade, como Front Mission em 1995 e GTA 2: The Movie, em 1999.

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      vante · about 1 month ago · 4 pontos

      O primeiro MK ainda considero a melhor adaptação da franquia pro cinema. Talvez o melhor live action baseado em jogos

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      leandro · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu acho que o contrário, os filmes que viraram games são mais bem sucedidos

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      _gustavo · about 1 month ago · 3 pontos

      MK, SF, Double Dragon são bons pq são ruins pra porra, essa é a magia da tosqueira nostálgica de quem viveu a época kkkkkkkkkk

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  • 2021-08-27 10:18:17 -0300 Thumb picture
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    Hall da Fama: Sid Meier

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     O segundo programador condecorado com o prêmio Hall da Fama pela DICE foi o canadense Sid Meier. Ele cresceu nos EUA e se formou na faculdade de Michigan na área de ciência da computação. Depois de criar sistemas para caixas registradoras, ele comprou um Atari 800 em 1981 e percebeu que poderia usar programação para criar jogos. Ele se uniu a Bill Stealey, que tinha o mesmo interesse, e fundaram a MicroProse. Após alguns jogos menores, a companhia começou a se destacar na criação de simuladores de voo. Começou com Spitfire Ace em 1982, depois teve o clássico F-15 Strike Eagle e o simulador de submarino Silent Service. Todos esses jogos tinham uma dose de estratégia em combate e gráficos em 3D incríveis para um computador 8bit.

     Muitos desses jogos foram comercializados com a foto de Meier na embalagem e em 1986, eles decidiram colocar o nome de Sid Meier no seu próximo jogo: Pirates!. A estratégia deu muito certo e se repetiu para o próximo jogo de estratégia da companhia. Railroad Tycoon foi inspirado em sucessos como SimCity e era um simulador de criação e gerenciamento de ferrovias. Mas foi em 1991 que o nome Sid Meier realmente explodiu no mercado com o grande sucesso de Civilization. Na época, se tornou o jogo de estratégia e gerenciamento de referência no mercado e recebeu vários prêmios e continuações ao longo dos anos, como Civilization II e a versão multiplayer para se jogar através da internet, o CivNet, todos carregando o nome de Sid Meier.

     Em 1993, a MicroProse se tornou pública e se fundiu à Spectrum HoloByte. Sid Meier ficou insatisfeito com a nova direção da companhia e fundou uma nova empresa em 1997, a Firaxis Games. Ele continuou projetando jogos de estratégia do mesmo estilo e passou a colocar seu nome no título de todos os jogos lançados. Sid Meier foi considerado uma das pessoas mais importantes e influentes na indústria de videogames em várias publicações da época. Seu estilo de design para os jogos era sempre tentar tornar aquela experiência a mais divertida possível e descartar todo o resto. Saber distinguir o que é divertido em um jogo de estratégia e gerenciamento não é uma tarefa fácil, mas Sid Meier conseguia entregar isso.

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      thecriticgames · about 2 months ago · 4 pontos

      O cara tem jogo pra tudo, é tipo Tom Clamcy

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      artigos · about 2 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Comercializado com a foto do MEIER...ae é vacilo. Melhor só o nome mesmo... Esse cara "fez nome" no mundo dos games...meu irmão adora "os jogos dele..."

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  • 2021-08-25 18:36:00 -0300 Thumb picture
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    Pérolas Exclusivas #5 - Sega (Parte 1)

    Medium 3877594 featured image

    Mês de Agosto terminando, e chegamos a última quarta-feira do mês, e também a mais um episódio de Pérolas Exclusivas. Neste episódio, abrimos a biblioteca de pérolas da SEGA.

    1 - Bonanza Bros.

    Lançado em 1990 para arcades, e posteriormente para Master System e Mega Drive, Bonanza Bros. traz uma dupla de ladrões chamados Robo (de vermelho) e Mobo (de azul), que invadem prédios para roubar jóias e dinheiro, evitando os guardas.

    O jogo poderia ser jogado tanto sozinho, quanto com um amigo, o que aumenta a diversão na jogatina. Além da versão dos arcades e dos consoles da SEGA, Bonanza Bros. foi adicionado em diversas coletâneas da SEGA, como Sonic's Ultimate Genesis Colletcion (PS3) e SEGA Mega Drive & Genesis Classics (Multi).

    A dupla Robo e Mobo foram até personagens jogáveis em Sonic & Sega All-Stars Racing (2010).

    2 - Fantasy Zone

    Antes de Sonic e de Alex Kidd, a principal mascote da SEGA foi o Opa-Opa, personagem principal do jogo Fantasy Zone, lançado em 1986 para arcades, e depois portado para Master System.

    Trazendo um personagem curioso e uma jogabilidade inspirada nos clássicos "jogos de navinha", Fantasy Zone criou uma sub-categoria do gênero shoot 'em up: os cute 'em up. Outro jogo que também entra nesta linha é TwinBee, lançado um ano antes, tendo alguns elementos que foram usados como inspiração para o jogo da SEGA.

    Após a versão do Master System, Fantasy Zone ganhou outras versões para outras plataformas, como a de Playstation 2, como parte da linha Sega Ages. Em 2010, Opa-Opa foi personagem jogável em Sonic & Sega All-Stars Racing.

    3 - Ristar

    Um dos primeiros trabalhos da Sonic Team, Ristar foi lançado em 1995 para Sega Genesis/Mega Drive. O jogo se passa em uma galáxia muito distante, onde um pirata espacial malígno chamado Kaiser Greedy planeja dominar todos os planetas da galáxia através do controle mental. Nisso, os habitantes do Planeta Neer pedem por um herói para salva-los, e a "mãe das estrelas" envia um de seus filhos, o Ristar, para derrotar o mal.

    Por ter sido lançado no final da vida do Mega Drive, Ristar foi quase esquecido pelo público, até ser inserido em coletâneas lançadas para diversas plataformas, inclusive uma versão adaptada para dispositivos móveis. Em Sonic & All-Stars Racing Transformed (2012), Ristar aparece balançando a bandeira na largada e na chegada das corridas.

    4 - Burning Rangers

    Outro trabalho feito pela Sonic Team, Burning Rangers foi um dos títulos menos conhecidos do Sega Saturn. Lançado em 1998 para o console 32-bits da SEGA, o jogo é focado em um grupo de bombeiros de elite, chamado justamente de "Burning Rangers", focado em contenção de incêndios e resgate de pessoas.

    Apesar do jogo não ter tido sucesso, Burning Rangers esteve presente no jogo Sonic & All-Stars Racing Transformed (2012), tendo uma pista temática e sua música é uma versão remixada de "We Are Burning Rangers", música mais conhecida do jogo original.

    Um remake de Burning Rangers está sendo feito por um fã, e o resultado está sendo satisfatório.

    5 - Space Channel 5

    Na cultura pop, quando ocorre uma invasão alienígena, é comum que chamem forças especiais para conter a invasão. Em Space Channel 5, essa regra não se aplica. Lançado em 1999 para Sega Dreamcast, Space Channel 5 coloca você na pele de Ulala, uma repórter que é enviada para investigar uma invasão de seres alienígenas chamados Morolians, que querem obrigar os humanos a dançar.

    Todo o sistema de "combate" do jogo envolve o jogador executar os mesmo movimentos que os aliens, como ir para as direções (direita, esquerda, cima e baixo) e "atirar" (ou "chu"), para assim libertar os humanos do transe.

    Space Channel 5 ganhou uma continuação chamada Space Channel 5 Part 2, jogo lançado em 2003 para Sega Dreamcast, 2 anos após descontinuação do console. E em 2020, foi lançado um jogo em VR chamado Space Channel 5 VR: Kinda Funky News Flash! para Playstation VR. A personagem Ulala participou de vários jogos crossovers da SEGA, como Sega Superstars Tennis (2008), Sonic & Sega All-Stars Racing (2010) e Sega & All-Stars Racing Transformed (2012).

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      artigos · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      thecriticgames · about 2 months ago · 2 pontos

      Fantasy Zone e Bonanza Bros são muito legais, o segundo é um otimo exemplo de co-op com originalidade.

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      _gustavo · about 2 months ago · 2 pontos

      SEGA sempre teve séries excelentes descobri umas coisas obscuras bem legais uns tempos que tava atrás de emular máquinas japonesas, muitos games que possivelmente chegariam ao Dream se ele não tivesse a morte precoce que teve.

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  • 2021-08-13 08:55:41 -0300 Thumb picture
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    Neo Geo Pocket Color: O portátil da SNK

    Medium 3878003 featured image

     Para competir com o GameBoy, a SNK lançou o Neo Geo Pocket em 1998. O portátil trazia uma tela monocromática, um direcional stick digital de 8 direções clicável e dois botões de ação. Tinha uma tela com resolução de 160x152px, CPU Z80 de 8-bits, 12 KB de RAM e um chip SN76489 para som. Ele foi lançado exclusivamente no Japão e logo se tornou um fracasso comercial retumbante. A SNK abandonou o portátil no ano seguinte e apenas 10 jogos foram lançados para ele. Os destaques ficam por conta dos jogos luta adaptados para o portátil, como Samurai Shodown e King of Fighters R-1, mas também teve alguns jogos de puzzle e esporte, como Puzzle Link, Neo Geo Cup 98, Baseball Stars e Pocket Tennis.

     Em março de 1999, a SNK lança o Neo Geo Pocket Color para fazer frente ao GameBoy Color. O novo modelo trazia retrocompatibilidade com os jogos anteriores e uma tela colorida, mas sem retroiluminação. O molde e a disposição dos botões é idêntico à versão monocromática. O hardware era levemente superior e era capaz de 40 horas de jogo com um par de pilhas AA. Essa versão foi lançada nos EUA com um grande marketing da SNK e foi muito bem recebida pela crítica, mas era notável que não teria como fazer frente ao portátil da Nintendo. No Japão, onde era mais bem sucedido, a SNK lançou uma nova versão em outubro do mesmo ano, o New Neo Geo Pocket Color, um pouco menor e com um sistema de som aprimorado.

     A biblioteca de jogos do portátil era até bastante promissora. A maioria dos títulos eram versões dos Arcades da SNK, mas também teve muitos jogos originais e apoio a third parties, como a Capcom, Taito e Namco. Os maiores destaques foram o divertido Metal Slug 1st Mission, o crossover SNK vs. Capcom: Card Fighters Clash e o incrível Sonic the Hedgehog: Pocket Adventure. A companhia fez uma parceria com a Sega para que o cabo de conexão pudesse ser usado no Dreamcast e desbloquear alguns extras em jogos disponíveis, como por exemplo, adicionar os pontos do portátil King of Fighters R-2 na versão doméstica de The King of Fighters ‘99 e Evolution.

    @andre_andricopoulos, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @volstag, @manoelnsn, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @fredson, @hyuga, @wcleyton, @bobramber, @carlosneto, @thiagobrugnolo, @rensan, @eduardo_wrzecionek, @christciamn, @warconnor, @romline5 [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 3 pontos

      Nunca fui muito fã de portáteis... mas é maravilhoso para nos acompanhar em viagens ou filas...

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      thiagobrugnolo · 2 months ago · 3 pontos

      Incrível como nenhum desses portáteis da década de 90 vingou, a não ser os da Nintendo.

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      thecriticgames · 2 months ago · 2 pontos

      Esse portatil é repleto de titulos maravilhosos, lembrando que ele ta cadastrado no alva.

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  • 2021-07-30 08:45:41 -0300 Thumb picture
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    Os MODs mais importantes dos anos 90

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     MOD é um termo usado pela comunidade que consegue alterar algum elemento de um jogo pré-existente. Tudo começou na década de 80, com o lançamento de EAMON, que era uma espécie de engine para permitir que cada jogador criasse sua própria aventura de RPG por texto. Seguindo essa linha, várias companhias lançaram jogos com ferramentas de criação, como foram os casos do Pinball Construction Set, Thunder Force ConstructionLode Runner, 3D Construction Kit e mais uma dezena de jogos do tipo. Ainda que fossem jogos voltados para criação, havia também alguns fãs que conseguiam modificar os jogos acessando o código fonte original e adicionar alguma coisa para mudar a aparência ou algum elemento na jogabilidade.

     Mas foi a partir dos anos 90 que a cena MOD ganhou força e id Software teve grande influência nisso. A série Commander Keen foi uma das pioneiras a trazer o modelo de distribuição Shareware e por conta disso, vários fãs foram capazes de criar ferramentas de edição de níveis e distribuir em disquetes. Wolfenstein 3D também foi pelo mesmo caminho e logo nasceram modificações que ficaram bem populares, como Ken’s Labirinth, Corridor 7 e o Super 3D Noah’s Ark. A id Software resolveu abraçar essa comunidade e criou uma ferramenta para o seu próximo lançamento, Doom. Os fãs agora tinham acesso aos arquivos bases do jogo através dos WAD e a cena MOD cresceu de tal forma que mudou para sempre a indústria de videogames.

     A partir da engine de Doom e Doom II, dezenas de MODs foram criados. Os que mais se destacaram foram um MOD completo de Star Wars, Aliens TC, Batman Doom, Chex Quest e o infame Harris Level do estudante responsável pelo Massacre de Columbine. A id Software chegou a lançar CDs com compilações dos melhores MODs de Doom em Masters Levels e Ultimate Doom. O próximo grande FPS da companhia foi Quake, que também foi projetado para permitir MODs de maneira ainda mais fácil e intuitiva graças à linguagem QuakeC. Os MODs mais conhecidos que surgiram a partir daí foram os multiplayers Team Fortress, Rocket Arena e Threewave Capture the Flag, além dos single player Arcane Dimensions que trazia várias melhorias, Malice e o curioso X-Men: The Ravages of Apocalypse.

     Quake II também recebeu muitos MODs da comunidade, como o Action Quake 2 com modo deathmatch completo. Duke Nukem 3D foi outro grande sucesso de MODs, como o Duke Nuclear Winter, Duke!Zone e o insano Duke Assault com mais de 1500 fases criadas pela comunidade. Half-Life é outro jogo que foi lançado com diversas ferramentas para modificações. Dezenas de MODs foram criados a partir da GoldSrc, com destaque para Day of Defeat, Team Fortress Classic, Action Half-Life, Firearms e USS Darkster, além de outras opções mais curiosas, como Natural Selection, que trazia elementos de RTS e o Sven Co-op, que permite vários jogadores simultâneos no modo campanha do jogo. Mas o MOD mais famoso, sem sombra de dúvidas, foi o lendário Counter-Strike, que será mais detalhado em outro post.

    @andre_andricopoulos, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @volstag, @manoelnsn, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @fredson, @hyuga, @wcleyton, @bobramber, @carlosneto, @thiagobrugnolo, @rensan, @eduardo_wrzecionek, @christciamn, @warconnor, @romline5 [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 4 pontos

      E aquele Wolverine na imagem? 😁😁😁

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      artigos · 3 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      bobramber · 3 months ago · 2 pontos

      Excelente texto!!! Chegou a jogar todos os MODs citados ou ao menos ver como era?

      1 reply
  • gradash Elton Gradash
    2021-07-27 17:20:30 -0300 Thumb picture
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    Os 10 MMO mais jogados do mercado

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    Para esta lista eu vou excluir os jogos que não são MMOs como é o caso por exemplo como Destiny, Warframe, Connan Exiles, etc uma vez que eles não são jogos massivos, e sim são mais próximos de um coRPG (jogos instanciados no qual você pode jogar com outros jogadores mas o número de jogadores jogando juntamente com você e com capacidade de interagir com você é limitado).

    Sobre os dados, a média de jogadores diária se refere a quantidade de jogadores que jogam todos os dias, os jogadores ativos são os que jogam com frequência, pelo menos algumas vezes por semana.

    Você também pode notar que os valores não batem no rank, por exemplo com o WoW obliterando o FF14 e mesmo assim o mesmo ficando na frente, o que determina o local do jogo no Rank são vários fatores, atividade, crescimento, total de jogadores, etc.

    Lembrando que os dados também não se referem na facilidade de encontrar jogadores para jogar junto, alguns jogos que estão mais abaixo na lista tem uma população perceptiva muito superior que os acima, como o caso de Elder Scrolls Online, Guild Wars 2 e EVE Online uma vez que eles usam o sistema de Mega-Server, o que faz todos os jogadores atuais jogarem juntos, enquanto outros jogos como o FF14 possuem um sistema de servidor extremamente restritivo, que não só servidores, ele ainda possui divisão por data-centers, o que faz alguns servidores serem muito lotados e outros muito vazios.

    Apesar de impedir que você jogue com seus amigos caso seus personagens estejam em servidores diferentes, em FF14 você ainda pode convidar um amigo para jogar no seu mundo ou vice-versa desde que ambos compartilhem o Data-Center.

    Outros possuem servidores mas mantém o jogador livre para transitar entre eles, como o Black Desert Online.

    Os dados levam em consideração a soma de todas as plataformas que o jogo esteja disponível (PC, Consoles, Mobile, Steam), o Steam é colocado como plataforma em separado devido que jogos presentes na loja da Valve possuem maior visualização por parte do público, muitos jogos que estavam em baixa tiveram crescimento explosivo após o lançamento na loja da Valve.

    Então vamos a lista.

    1 - FINAL FANTASY XIV: A Realm Reborn

    Lançamento: 2013

    Plataformas: PC, PS4, PS5, Steam

    Monetização: Jogo Pago, Expansões Pagas, Mensalidade, Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Nota: Free Trial disponível, pode jogar até o LV60 (máximo LV80, vai subir para o 90 na próxima expansão) com acesso ao jogo base e primeira expansão, porém mercado, PvP algumas outras features são travadas. Porém se você comprar o jogo, perde acesso ao trial permanentemente, mesmo para personagens abaixo do LV60

    Média Diária de jogadores: 2.70 milhões

    Total de Jogadores Ativos: 28.39 milhões

    2 - World of Warcraft (Retail)

    Lançamento: 2004

    Plataformas: PC

    Monetização: Jogo Pago, Expansões Pagas, Mensalidade, Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Nota: Trial disponível até o LV20, se a sua mensalidade vencer ainda poderá jogar o jogo com um personagem até este nível, Pode pagar a mensalidade com o dinheiro in-game

    Média Diária de jogadores: 3.31 milhões

    Total de Jogadores Ativos: 114.08 milhões

    3 - Old School RuneScape

    Lançamento: 2007 (relançado em 2013)

    Plataformas: PC, Steam, Android, iOS

    Monetização: Mensalidade (Opcional), Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Média Diária de jogadores: 2.09 milhões

    Total de Jogadores Ativos: 31.36 milhões

    4 - World of Warcraft (Classic)

    Lançamento: 2004 (Relançado em 2019)

    Plataformas: PC

    Monetização: Mensalidade

    Média Diária de jogadores: 1.48 milhões

    Total de Jogadores Ativos: 25.88 milhões

    5 - Elder Scrolls Online

    Lançamento: 2014

    Plataformas: PC, Steam, PS4, PS5, XONE, XSX

    Monetização: Jogo Pago, Expansões Pagas, Mensalidade (Opcional), Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Nota: Pode converter o dinheiro in-game para a Moeda Paga dando acesso a todo o conteúdo pago do jogo exceto as expansões

    Média Diária de jogadores: 890.30 mil

    Total de Jogadores Ativos: 18.74 milhões

    6 - RuneScape

    Lançamento: 2007

    Plataformas: PC, Steam, Android, iOS

    Monetização: Mensalidade (Opcional), Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Média Diária de jogadores: 1 milhão

    Total de Jogadores Ativos: 15.05 milhões

    7 - Black Desert Online

    Lançamento: 2014

    Plataformas: PC, Steam, PS4, PS5, XONE, XSX

    Monetização: Jogo Pago, Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago, Pay to Win

    Nota: Jogadores podem vender no mercado itens pagos permitindo que outros jogadores comprem tais itens

    Média Diária de jogadores: 855.30 mil

    Total de Jogadores Ativos: 11.25 milhões

    8 - Guild Wars 2

    Lançamento: 2012

    Plataformas: PC

    Monetização: Expansões Pagas, Mini-Expansões Pagas (Gratuitas para jogadores ativos), Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Nota: Jogo base completo gratuito com restrições de acesso ao mercado, Pode converter o dinheiro in-game para a Moeda Paga dando acesso a todo o conteúdo pago do jogo exceto as expansões

    Média Diária de jogadores: 552.50 mil

    Total de Jogadores Ativos: 14.54 milhões

    9 - Star Wars the Old Republic

    Lançamento: 2011

    Plataformas: PC, Steam

    Monetização: Mensalidade (Opcional), Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Média Diária de jogadores: 446.03 mil

    Total de Jogadores Ativos: 9.39 milhões

    10 - EVE Online

    Lançamento: 2003

    Plataformas: PC, Steam

    Monetização: Mensalidade (Opcional), Cosméticos Pagos, Serviços de Conveniência de Conta Pago

    Nota: Versão gratuita possui várias limitações em relação a progressão, Jogadores podem vender no mercado itens pagos permitindo que outros jogadores comprem tais itens

    Média Diária de jogadores: 407.55 mil

    Total de Jogadores Ativos: 8.58 milhões

    Final Fantasy XIV Online: A Realm Reborn

    Platform: PC
    434 Players
    230 Check-ins

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      tecnologgamer · 3 months ago · 2 pontos

      Até voltaria pro WoW clássico, mas me recuso a dar dinheiro pra Blizzard novamente.

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Não sabia que o povo realmente gostava de simuladores de combate espacial MMO. E como teve RuneScape e Warcraft nessa lista. Realmente, são os mais famosos.

      1 reply
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      artigos · 3 months ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2021-07-16 09:18:58 -0300 Thumb picture
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    E3 de 1999

    Medium 3874461 featured image

     A maior conferência de games do mundo ganha sua edição de 1999, de volta para Los Angeles. Vamos começar pelos anúncios dos jogos de computador, que ganhava cada vez mais títulos exclusivos de peso. Free Space 2, Deus Ex, Black & White, Unreal Tournament, The Sims e Team Fortress 2 foram os jogos de maior destaque. Outro assunto bem comentado foi a disputa entre o Daikatana de John Romero e o Quake III de John Carmack. A Sony, líder do mercado, apresentou mais uma enxurrada de jogos para o PlayStation. Ape Escape, Gran Turismo 2, Crash Team Racing e mais uma porrada de jogos de terceiros, como Dino CrisisFinal Fantasy VIII, Tony Hawk’s Pro Skater, Resident Evil 3 e muitos outros.

     A Sony também anunciou que seu próximo console doméstico estava quase finalizado e seria lançado no ano 2000, prometendo rodar filmes em DVD e jogos com qualidade gráfica sem precedentes. A Nintendo também anunciou o Dolphin, seu próximo aparelho doméstico em parceria com a IBM e Panasonic, mas não houve nenhuma apresentação. Ela ainda focou no lançamento dos próximos jogos para o Nintendo 64, como Donkey Kong 64Super Smash Bros., Perfect Dark e Eternal Darkness. Com o grande sucesso de Pokémon nos EUA, ela também deu destaque para jogos do GameBoy Color, como Pokémon Yellow, Resident Evil GBC e Pokémon Pinball.

     Apesar dos esforços das outras empresas, quem mais se destacou no evento foi a Sega com o seu glorioso Dreamcast, que prometia ser lançado em 9/9/1999 a US $199,99. O novo console da companhia trazia jogos com qualidade absurda e demos jogáveis. Sonic Adventure, ShenmueThe House of the Dead 2Soul Calibur, Castlevania Resurrection e mais uma cacetada de jogos de esportes. O videogame parecia muito promissor, mas alguns jogadores optaram por esperar a chegada do próximo videogame da Sony. O evento contou com a participação de shows de David Bowie, o retorno da modelo da Lara Croft, uma apresentação de luta livre da WCW com direito a ringue e tudo mais. Foi mais uma E3 de sucesso.

    @andre_andricopoulos, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @volstag, @manoelnsn, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @fredson, @hyuga, @wcleyton, @bobramber, @carlosneto, @thiagobrugnolo, @rensan, @eduardo_wrzecionek, @christciamn, @warconnor, @romline5 [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      mastershadow · 3 months ago · 3 pontos

      FFVIII,RE3.Perfect Dark, Sonic Adventure, Shenmue....meu deus que E3 lendária!

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Muitos jogos marcantes como DINO CRISIS, ETERNAL DARKNESS, SHENMUE, SONIC...

      Foi uma E3 "do barulho"...

      1 reply
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      artigos · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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