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    2022-07-28 06:14:19 -0300 Thumb picture
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    Os 5 últimos jogos que venceram o The Game Awards

    Medium 3926732 featured image

    O The Game Awards é o principal evento de premiação de games do mundo, sendo responsável por atrair as atenções de todos os fãs de games ao redor do planeta. O evento acontece nos mesmos moldes do “Oscar” para os filmes, tendo categorias diferentes e com o prêmio “Game of The Year” (GOTY), que é considerada a categoria principal, entregue ao final da noite.

    Os vencedores são determinados por uma votação mista entre o júri eleito pelo evento e o público, com uma relação de 90% para os especialistas e 10% para o público geral. Os fãs podem votar em seus jogos favoritos pelo site do evento The Game Awards, e mídias sociais em algumas categorias selecionadas. A votação dos fãs encerra às 18h, horário do pacífico, algo próximo das 21h de Brasília do dia que antecede o evento.

    O evento é assistido por muitos fãs ao redor do mundo, a edição de 2021 foi vista por 85 milhões de espectadores, o que é considerado um “recorde” em eventos do gênero. Toda essa quantidade de espectadores mostra como o segmento de games ocupa uma parcela relevante no mercado do entretenimento.

    O engajamento é impulsionado também por grandes plataformas, como Twitch e Youtube e o mercado não se limita apenas aos grandes projetos de jogos por empresas imensas e centenas de funcionários, mas também envolve milhares de jogos lançados anualmente, uns muito lucrativos, que pequenos grupos indies ou apenas uma pessoa criam e se tornam grandes sucessos, dentre todos os segmentos, temos Undertale como um exemplo já muito conhecido, Candy Crush que cresceu com os anos em jogos casuais mobile, Gonzos Quest em apostas e até empresas grandes contratando grupos de fãs, como foi o caso de Sonic Mania com a SEGA.

    No mais, vejam a seguir os 5 últimos vencedores da categoria GOTY do evento The Game Awards. Você concorda com eles? Confira:

    2017 - The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    O ano de 2017, foi dominado pela Nintendo, principalmente por conta do lançamento do Nintendo Switch. O console portátil veio acompanhado de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Mario Odyssey, os dois principais concorrentes ao prêmio no ano. O primeiro ganhou com muito mérito, sendo considerado um dos principais mundos abertos já lançados.

    2018 – God of War

    God Of War foi, sem dúvida, um dos lançamentos mais aclamados de toda a franquia. O jogo faz uma revolução quanto ao enredo, saindo da mitologia grega e migrando para a mitologia nórdica. Vários elementos de jogabilidade também foram alterados, além da introdução do personagem Atreus, que é filho de Kratos e possui muitas interações marcantes com o personagem principal.

    2019 – Sekiro: Shadows Die Twice

    O game fez a FromSoftware ser finalmente agraciada com o grande prêmio do TGA em 2019, após muitos anos batendo na trave. Sekiro: Shadows Die Twice, com toda sua qualidade, serviu para premiar todo o histórico de grandes lançamentos do estúdio com Dark Souls e Bloodborne.

    2020 – The Last of Us Part II

    O game da Naughty Dog marcou a sequência de uma das franquias mais aclamadas da história dos games. Esperava-se no início de 2020, que Cyberpunk 2077 fosse rivalizar com The Last of Us Part II, mas não foi o que aconteceu, o game da Naughty Dog venceu com bastante facilidade, enquanto o RPG futurístico nem chegou a ser lançado no prazo do evento.

    2021 – It Takes Two

    It Takes Two foi coroado como o “Melhor Jogo do Ano” no The Game Awards 2021 e superou concorrentes como Deathloop, Resident Evil Village e Ratchet & Clank: Em Uma Outra Dimensão. O prêmio foi a coroação do diretor Josef Fares, com um gameplay cooperativo extremamente divertido e diversificado.

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      artigos · 16 days ago · 1 ponto

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      zefie · 14 days ago · 1 ponto

      Desses só joguei o GoW e acho que foi muito merecido. Qualquer pessoa que jogou algum dos antigos e depois jogou o de 2018 concorda que o jogo ficou sensacional e deu uma revitalizada muito necessária na fórmula que já estava cansada fazia tempo com o GoW 3.

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      kess · 6 days ago · 1 ponto

      It Takes Two mostra que está a começar uma virada nos modelos de GOTY, que antes eram trabalhos advindos das grandes produtoras, os chamados AAA, agora ideias mais simples ganham uma chance.
      Por um tempo era esperado que Elden Ring levasse o título esse ano, mas o simples e simpático Stray ganha cada vez mais espaço.

  • 2022-07-29 06:55:06 -0300 Thumb picture
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    Hall da fama: Will Wright

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     Nascido em 1960, o americano Will Wright estudou arquitetura, engenharia mecânica e robótica. Ainda jovem, ele teve contato com computadores 8-bit e aprendeu algumas linguagens de programa sozinho, como o Apple BASIC, Pascal e Assembly. Em 1984, ele criou seu primeiro videogame, Raid on Bungeling Bay. Um jogo de ação visto de cima, onde controlamos um helicóptero em uma extensa área que rolava para todos os lados. Ele percebeu que foi mais divertido criar os mapas das cidades do que efetivamente jogar a parte de ação. A partir dessa experiência, Will Wright estudou relações econômicas, política e urbanismo. Ele se juntou a Jeff Braun e fundaram a Maxis. Em 1989, eles lançaram o jogo que mudaria tudo em suas carreiras, SimCity.

     Um jogo completamente diferente de tudo que havia no mercado. Um simulador de construção e gerenciamento de cidades. Apesar de parecer uma ideia sem apelo comercial, o jogo foi um enorme sucesso de vendas e críticas, sendo considerado um dos pioneiros em jogos do tipo. Além de influenciar várias outras empresas a criarem jogos parecidos, a própria Maxis seguiu criando outros simuladores, SimEarth, SimAnt e SimLife. Como nenhum outro jogo foi bem sucedido, logo eles voltaram para criar sequências do simulador de cidade e lançaram SimCity 20003000 e outros jogos de ação que exploravam esses mapas em uma visão 3D. Em 1997, a Maxis passou a fazer parte da Electronic Arts, que permitiu projetos ainda mais ambiciosos.

     Em 1991, Will Wright perdeu sua casa em uma tempestade e teve que começar a reconstruir tudo do zero. Essa experiência levou ele a criar um jogo sobre construir e mobiliar casas, mas logo ele percebeu que a interação entre os personagens no jogo era tão divertida quanto. Em 2000, a Maxis lançou The Sims, um simulador de casa de boneca. Mais uma ideia ousada e sem apelo comercial, mas que foi um imenso sucesso, rendendo bilhões em receita. Will Wright possui uma filosofia de design voltada a criação e imaginação, dando ao jogador a liberdade de interagir com o mundo de várias maneiras. Will fez inúmeros avanços na parte de inteligência artificial e integração de sistemas complexos. Ele é um grande adepto em trazer videogames como forma de ensino.

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      artigos · 17 days ago · 4 pontos

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      bobramber · 17 days ago · 3 pontos

      Cara, que história foda!
      Super interessante ter feito essas relações entre acontecimentos da vida pessoal e ideias profissionais.

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      andre_andricopoulos · 16 days ago · 3 pontos

      Então foi esse FDP que me fez testar um tal de "JOGO DA VIDA"...que comecei MEIA NOITE e só fui desligar quando percebi o sol entrando pela janela...

      Sim...joguei de 0h até 6 da manhã

      VICIANTE 😬😬😬

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  • 2022-07-01 17:01:16 -0300 Thumb picture
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    Versões e acessórios do Playstation 1

    Medium 3922227 featured image

     O Play Station surgiu de uma parceria entre Sony e Nintendo para criar um periférico para o Super Nintendo. O projeto logo evoluiu para um videogame completo separado e o modelo inicial japonês feito pela Sony passou por uma série de revisões de hardware ao longo de lançamentos internacionais. As mudanças geralmente eram nos componentes internos, saídas de vídeo e remoção ou adição de portas especiais. Em 1997, a Sony lançou o Net Yaroze, um PlayStation preto e mais caro, voltado para desenvolvedores. Em 2000, a Sony lançou o PS One, um modelo mais compacto e mais barato, com componentes simplificados e tinha até uma versão especial que vinha com uma pequena tela de LCD embutida. Esse modelo foi um enorme sucesso de vendas, mesmo contra a nova geração.

     Sendo o console mais popular de sua geração, o PS1 teve dezenas de acessórios. De periféricos oficiais da Sony, tivemos o Mouse, usado para jogos de estratégia, aventura, FPS e até como substituto da pistola de luz. O cabo Link permite conectar 2 PlayStation para jogar multiplayer em telas separadas ou usar o clássico Multitap com entrada para mais 4 controles. O PS1 também teve vários controles de Arcade, volante e manche. O Analog Joystick vinha com um par de manche e botões estilo Arcade e isso serviu como base para a criação do Dual Analog Controller, que adicionava um par de analógicos clicáveis no controle padrão, e que depois evoluiu para o modelo DualShock com motores de vibração.

     De periféricos feitos por terceiros, tivemos as pistolas de luz Justifier da Konami e a GunCon da Namco. O NeGcon, também da Namco, é um controle que gira pela metade e fornece funções de controle 3D, enquanto o JoGcon tem um dial giratório no centro para simular um volante em jogos de corrida. O DexDrive permitia acessar o Memory Card através de um PC. Na febre de Dance Dance Revolution, várias companhias lançaram tapetes de dança, mas o Hand Pad da Konami trazia os botões do tapete para um controle convencional. Fora esses, tiveram outras dezenas de acessórios para uma variedade de funções especiais, além de controles com formatos bizarros e opções de turbo.

     O PocketStation é um caso especial e foi lançado apenas no Japão. Em 1999, a Sony queria ter uma resposta ao VMU e lançou seu Memory Card com tela e controle. Foi a primeira entrada da Sony no mercado de portáteis e o aparelhinho se saiu muito bem, vendendo quase 5 milhões de unidades durante sua vida útil, 2002. Assim como o VMU, o PocketStation funcionava como um portátil, com jogos próprios ou habilitava conteúdo extras em alguns games. Embora não pudesse ser usado como uma segunda tela auxiliar, ele era capaz de se comunicar com outro PocketStation por infravermelho e jogar partidas em multiplayer sem fio. Dokodemo Issho foi o jogo mais popular do portátil, vendendo mais de 1 milhão de cópias.

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      artigos · 17 days ago · 3 pontos

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      hyuga · about 1 month ago · 2 pontos

      nunca tive nenhum desses, até pensei em comprar a telinha dele, mas vi necessidade

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      fe_aisaka · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu não tinha nenhum desses acessorios, porem tinha aquele acessorio do Gameshark que ser colocava na parte de atras do Playstation

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  • 2022-07-15 13:22:15 -0300 Thumb picture
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    A febre dos pets virtuais

    Medium 3924568 featured image

     Aki Maita e Akihiro Yokoi elaboraram um conceito de um brinquedo simples onde o objetivo era cuidar de um bichinho virtual. A Bandai abraçou a ideia e lançou em 1996, o Tamagotchi. O brinquedo tinha um formato de um ovo, pequeno como um chaveiro e uma telinha monocromática. O jogo é muito simples. Ele simula um pet virtual e o jogador precisa alimentar, brincar e limpar suas fezes. Fazendo isso, o bichinho vai evoluir de forma. Negligenciando estes afazeres, o pet morre. Rapidamente, o brinquedo se tornou ultra popular entre as crianças japonesas e esse sucesso se estendeu aos adultos trabalhadores. Tamagochi se tornou um fenômeno social e suas vendas alcançaram milhões de unidades em questão de meses. No ano seguinte, Tamagotchi foi lançado em outros países e seu sucesso foi ainda maior.

     Em apenas 2 anos, o Tamagochi havia vendido mais de 40 milhões de unidades e a Bandai lançou várias atualizações de seu produto, com conectividade infravermelho e outras funções. A Bandai lançou uma versão pensada para o público masculino em 1997, O Digital Monster. Esse produto também foi um sucesso gigantesco e resultou um anime que se tornaria mais popular que o próprio brinquedo, o Digimon. A febre de Tamagotchi era tamanha que foi alvo de estudos psicológicos. O “Efeito Tamagotchi” é quando uma pessoa tem uma grande afeição emocional a objetos ou simulações virtuais. O Tamagotchi, Digital Monsters e suas variantes foram proibidos em muitas escolas pelo mundo, pois tirava a atenção dos estudantes. Este produto chegou a ser proibido aqui no Brasil.

     Com esse sucesso gigantesco, várias companhias quiseram entrar nesse mercado. Em 1997, a Tiger Electronics lançou sua série de pets virtuais, os Giga Pets. Inicialmente, haviam modelos de animais genéricos, como dinossauros e coelhos, mas logo a Tiger lançou modelos com personagens licenciados, como R2-D2 de Guerra nas Estrelas, Taz dos Looney Tunes e muitos outros. A Nintendo também lançou seu pet virtual, o Pokémon Pikachu. A jogabilidade dele era diferente, pois não precisava de alimento ou limpeza. A ideia era pendurar o dispositivo na cintura e ele funcionava como um contador de passos. Com isso, o jogador acumula watt e pode ser trocado por presentes. A segunda versão tinha uma tela colorida e conexão infravermelho com o GameBoy Color, permitindo transferir watts para jogos Pokémon.

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      topogigio999 · about 1 month ago · 5 pontos

      Tava pensando em comprar um atualmente, mas aqueles clássicos não acha mais, só uns genéricos com trocentos bichos diferentes, os BÃO era os haku haku dinokun

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      artigos · 17 days ago · 5 pontos

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      denis_lisboadosreis · 26 days ago · 4 pontos

      Lembro que o meu tinha 3 opções de "evolução" conforme a alimentação e no fim da vida podia virar um anjo, ou um capeta.

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  • 2022-06-03 07:07:05 -0300 Thumb picture
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    Consoles de pouca expressão da Quinta Geração

    Medium 3916973 featured image

     A quinta geração se deu início em 1993, com o FM Towns Marty, que não teve nenhum impacto na indústria. Nesse mesmo ano, a Commodore lança o Amiga CD³², que foi a última tentativa da companhia de emplacar um hardware baseado no Amiga, mas agora com leitor de CD, mas a companhia faliu no ano seguinte. No ano seguinte, no Japão, a Bandai apostou em um console doméstico, o Playdia. O aparelho tinha um controle sem fio e jogos em CD, que eram basicamente cenas interativas de animes famosos, como Dragon Ball Z, Sailor Moon, Ultraman, etc. Para competir com o Neo Geo AES, a Capcom lançou o CPS Changer, que era baseado na sua placa de arcade CPS1. Apesar da fidelidade dos jogos e alguma adaptações de jogos da CPS2, o console foi um fracasso.

     Na tentativa de fazer um sucessor para o PC Engine, a NEC e a Hudson trabalharam num novo console de 32-bits, o PC-FX. Lançado em 1994, ele se parecia com uma torre de PC e não possuía um chip projetado para trabalhar com polígonos, o que tornou seu hardware defasado frente a concorrência. O Casio Loopy chegou em 1995 com um marketing totalmente orientado para o público feminino. Ele possuía uma impressora capaz de criar adesivos com as screenshots da tela. No ano seguinte, a Bandai abordou a Apple para criar um Macintosh voltado para jogos. A Bandai e a Katz lançaram modelos do Apple Pippin em 1996 e o hardware era promissor, mas não havia demanda, eram poucos jogos, o controle era muito desengonçado e o aparelho foi descontinuado no ano seguinte, mas foi o primeiro console com acesso a internet de fábrica através da plataforma @world.

     Em 1995, surgiram alguns poráteis de quinta geração. A Bandai lançou o Design Master Senshi Mangajukuu, o primeiro portátil com tela sensível ao toque, com muitos jogos de desenho. A Sega lançou o Nomad, o Mega Drive portátil, capaz de rodar jogos em cartucho nativamente, mas era caro e consumia muita pilha. A Nintendo lançou o bizarro Virtual Boy, um aparelho em forma de capacete com um par de telas feitos para projetar efeitos 3D em uma tela monocromática vermelha. Foi um fiasco total e chegava a causar dores de cabeça e enjoo se o jogador ficasse mais de 5 minutos jogando. A Tiger Electronics foi pelo mesmo caminho e lançou o R-Zone. O jogador prendia uma faixa na cabeça e jogava através de uma pequena tela. Tiveram variações portáteis mais tradicionais, mas todos foram fracassos completos.

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      thecriticgames · 2 months ago · 4 pontos

      Ah Virtual Boy, o melhor console da Nintendo.

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      artigos · 2 months ago · 3 pontos

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Nossa senhora...quanta tranqueira...kkkkkk
      Mas obviamente merecedoras de estarem na "HISTORIA DOS GAMES"....

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  • kipocalia Kipocalia
    2022-05-22 20:27:51 -0300 Thumb picture
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    Jogos legais de ZX Spectrum

    Medium 3914830 featured image

      O ZX Spectrum no Brasil foi conhecido como TK90X e TK95, e foi lançado pela Microdigital em 1985 como um clone não licenciado. A mesma empresa lançou clone de outros computadores, tais como o TK85 que  era na realidade um Sinclair  e o TK2000 que era na realidade um Apple II - esse ultimo muito comprado por advogados por seu teclado ter acesso a acentuação. O processo da clonagem se dava por meio de engenharia reversa, com a companhia importando os computadores de fora, ou mandando um de seus membro para o exterior adquiri-lo em suas viagem. Foi algo lucrativo, devido a lei de reserva de mercado da época, algo que decaiu com a abertura de mercado em 1992; as marcas originais muitas vezes tentavam processar por plágio, porém o governo dava a causa ganha priorizando as marcas brasileiras.

     Embora o ZX Spectrum não tenha sido sucesso nos EUA, em contrapartida fez grande sucesso em território Europeu, pela sua grande quantidade de softwares e facilidade de programar - destaque em seu teclado, que as pessoas gostam de brincar que parecia uma calculadora, facilitava assinalando comandos a teclas especificas. Exemplo: Não precisava clicar em 3 teclas para escrever o comando Run, bastava apertar R, isso permitia que os códigos fossem menores, consequentemente ocupando menos espaço na maquina. A maquina também era considerada econômica, tendo em consideração que qualquer tv poderia servir de monitor, e qualquer gravador de fita k7 um dispositivo de mídia, fazendo o consumidor não se preocupar de comprar mais um plug prioritário.  A versão brasileira te permitia usar qualquer controle de atari, que eram muito mais acessíveis.  

     Como os computadores naquela época eram mais direcionados a pessoas mais abastadas em nosso país, poucas pessoas no Brasil tem nostalgia ou conhecimento dos jogos daquela época; muito diferente dos Europeus, que amam tanto o ZX Spectrum que continua vivo; Nunca aceitaram ou cogitaram enterrar a maquina, isso pode ser constatado com a noticia da comunidade criando dezenas de jogos todos os meses, inclusive criando ferramentas e tools para simplificar o desenvolvimento dos mesmos, e fomentando concursos anuais. Inclusive farei um texto futuramente indicando alguns homebrews\unlicensed games. 

     Sobre gráficos e soms, muitas vezes ele aparentava ser mais avançado que o atari, mas nem sempre. As cores do ZX spectrum era uma paleta psicodélica que o torna bem característico e reconhecido. Em jogabilidade era mais avançado, permitindo por vezes o mouse ou controles de mais botões. Os jogos aqui podem ou não ser considerado os melhores; escolhi aleatoriamente, mas confesso que teve um pouco do meu gosto pessoal. 

    1 - Knight Lore

    Esse é um jogo de puzzle também lançado para Amstrad CPC, eu conheci ele no MSX, tem um remake de fã para quem quiser procurar para MSX2. É um jogo 3D isométrico, cuja as telas mudam de cor de acordo com a sala.  Nele controlamos um explorador que foi amaldiçoado, e seu objetivo é coletar objetos para um mago a fim de livra-lo da maldição. O jogo tem sistema de dia e noite, e de noite nosso explorador vira um lobisomen. O jogo assim como alguns outros citados no artigo foi feito pela Ultimate Play the Game, o que mais tarde se tornaria a Rare.

    2 - Fantasy World Dizzy

    Dizzy é outro jogo de puzzle, mas aqui temos que interagir com objetos e personagens. Esse é o terceiro da série, e seu plot gira em torno de encontrar 30 moedas e salvar sua namorada Daisy que foi sequestrada pelo rei troll. O jogo teve ports para seu sucessor, o Amiga, e remake de fãs em outras plataformas. 

    3 - Head Over Heels

    Head e Heels são dois espiões do planeta Freedom, eles foram mandados para Blacktooth para libertar 4 outros planetas e derrotar o imperador para prevenir que outros planetas caiam nas mãos de sua tirania. O jogo 3D e isométrico similar a Knight Lore, mas o seu diferencial além da vibe meio cartoon, é que podemos controlar dois personagens ao invés de um, e cada um deles tem uma jogabilidade diferente. O jogo teve port para MSX, C64, Amiga entre outros, teve remake melhorado para essas plataformas e para o PC também. Eu acho os personagens fofos, e como eu testei várias versões percebi que o som de quando o personagem morre aparenta ser diferente em todas, e é um barulho igualmente fofo.

    4 - Pssst

     No jogo controlamos um robôzinho chamado Robbie que tem que proteger sua planta de ser atacada por vários insetos, cada um dos quais precisa de um repelente diferente para ser neutralizado. Não sei se o jogo tem final, mas caso seja só um arcade de pontuação, é bem viciante. Tem versão para Amiga, mas não senti nele o mesmo charme. 

    5 - Auf Wiedersehen Monty

     No quarto jogo da série Monty Mole, na qual controlamos a toupeira Monty, precisamos viajar pela Europa a fim de coletar dinheiro para comprar uma ilha grega para em seguida se aposentar sem preocupações - que plot engraçado. É um jogo de plataforma com várias páginas onde você precisa desviar dos inimigos. 

    6 - Alien 8

     Outro jogo de puzzle isométrico 3DM, fizeram bastante sucesso na época. Apesar do nome, tem nada a ver com a série de filmes Alien. No jogo, controlamos o robô de nome Alien 8, que deve explorar a nave para garantir a preservação da criogenia que mantem a tripulação biologica. Seu objetivo é coletar circuitos e devolvê-los a seus respectivos locais. Fãs fizeram um remake colorido para MSX2.

    7 - Abul Simbel Profanation.

     Nosso protagonista foi amaldiçoado e transformado em uma estranha criatura, no intuito de acabar com tal maldição ele viaja pelo Egito para as pirâmides, onde é a tumba de Abul Simbel. A pirâmide é cheia de armadilhas e inimigos estranhos, e nossa única arma é pular pra desviar de todos eles. O jogo foi portado para MSX e Amiga, e teve um remake para PC e até para nintendo Wii.

    8 - Skool Daze

    Engana-se quem acha que Bully foi o primeiro simulador de escolinha. No jogo controlamos Eric, um estudante que quer roubar seu boletim da diretoria concluindo várias tarefas dentro da escola. O computador controla todos os professores e seus colegas, e você pode renomear alguns membros. O jogo assim como vários citados também recebeu remake de fã.

    9 - Atic Atac

    https://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/2...(img)

    Atic Atac é um jogo de ação e aventura para ZX Spectrm, o jogo se passa em um labirinto em um castelo, onde o jogador deve encontrar a chave de ouro de ACG. Pode-se escolher jogar com 3 personagens diferentes: O Mago, Cavaleiro e um Servo; cada um tem ataques diferentes e acessos a passagens secretas exclusivas. O jogo parece ter tido um homebrew para C64.

    10 - Lords of Midnight.

    https://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/2...(img)

     Lords of Midnight combina RPG com adventure, podendo ser jogado das duas formas separadamente. O jogador controla quatro personagens e tem a opção de contratar até 28 personagens adicionais, com a missão de destruir Doomdark o malvado rei bruxo que trancou a terra da Meia-Noite num inverno perpétuo - vou que G.R.R Martin se baseou um pouco nesse trecho aqui. O jogo atualmente já é relançado na GOG.

     Agora falando francamente, eu não vou longe em nenhum desses jogos porque sou noob, mas acho todos adoráveis, e quem não é noob vai ir longe. Alguns podem ter envelhecido mal, mas sugiro cogitar seus respectivos remakes.

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      artigos · 2 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      herics · 3 months ago · 2 pontos

      Fantástico, ótimos reviews não conhecia nenhum agora quero jogar até alguns ^.^

      1 reply
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      artigos · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns pelo texto! O que acha de transformar esse post em artigo?

      3 replies
  • 2022-05-27 16:05:34 -0300 Thumb picture
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    RPG's esquecidos - Parte I

    Medium 3915732 featured image

    Há uma infinidade de RPGs no mundo, e é humanamente impossível conhecer todos eles, quem dirá jogar todos. Tem jogos e franquias que se tornam clássicos e verdadeiras obrigações para qualquer fã de RPG. Por outro lado, existem ainda jogos que mereciam ficar eternamente perdidos no espaço e no tempo. Mas e quando clássicos e verdadeiras obras-primas ficam perdidas no Limbo? 

    Esse é o tema do artigo da vez, que será dividido em algumas partes,  trazendo 3 ou 4 jogos por post, que são verdadeiras relíquias e não devem ser deixadas nas areias do tempo e merecem mais uma chance de ver a luz do dia...Sejam jogos antigos ou até obras mais recentes. Sejm ela obras primas do game design e de gameplay excelente ou ainda jogos de menos qualidade mas que as experiências por si só valem a pena...Aqui, estão jogos que com certeza todo bom fã de RPG (e de vídeo games num geral) deveria conhecer.

    The 7th Saga (1993)

    Disponível para: SNES

    Nos anos entre os lançamentos do super popular Final Fantasy IV e VI da Square , a empresa que futuramente seria fundida a ela, a Enix, lançou um RPG tradicional baseado em turnos intitulado The 7th Saga . O jogo se concentra na jornada de sete heróis para recuperar sete poderosas runas de eras passadas para seu rei, com a promessa de que aquele que o fizer se tornará o herdeiro do trono do mundo chamado Ticondera. 

    Em vez de formar uma equipe cheia de aliados como em muitos outros RPGs, o elenco diversificado de The 7th Saga está em uma competição, e um deles contratou secretamente um caçador de recompensas para ajudá-lo a sair vitoriosos. Os jogadores escolhem um dos heróis para controlar e podem formar uma aliança com outro herói, mas na maioria das vezes, quando os competidores se encontram, os duelos acontecem. Runas são coletadas e oferecem habilidades e feitiços sem MP para serem usados em combate. Eles são inestimáveis neste jogo, ainda mais levando em conta que sua "party" é limitada a 2 membros.

    The 7th Saga tem muitas pequenas coisas a seu favor. O enredo de tentar enganar e sobreviver a outros candidatos à coroa é bem diferente de outros jogos da época, e a reviravolta no final do jogo é uma mudança bem-vinda do que os jogadores pensam que está acontecendo. Os gráficos são muito bem feitos e a articulação e os movimentos dos personagens e inimigos na batalha, juntamente com as animações de batalha, são bonitos de se ver. 

    Os designs dos chefes são variados o suficiente para inimigos encontrados aleatoriamente e os ângulos da câmera durante as batalhas os fazem parecer muito imponentes. Enquanto isso, um cristal funciona como uma tela de alerta que funciona em qualquer lugar que os inimigos apareçam. Ele funciona mostrando as localizações dos inimigos e destaca onde estão as runas, tornando um pouco mais fácil evitar batalhas aleatórias e localizar os principais tesouros com menos tempo.

    Grandia Xtreme (2002)

    Disponível para: PlayStation 2

    Grandia Xtreme é um jogo agradável, mas fortemente falho, que estava à frente de seu tempo em alguns aspectos. Pensado como um spin-off da franquia Grandia, o jogo deixa de lado a receita de sucesso e já aprovada da franquia e aposta aqui na utilização de novas mecânicas e outras coisas. 

    O jogo se desenrola como um rogue-lite, inicialmente os níveis de personagens permanecem, mas toda vez que um jogador entra em uma dungeon, os inimigos são redefinidos, assim como os tesouros a serem encontrados. Depois de um tempo, as primeiras dungens evoluem, com os jogadores encontrando inimigos de nível mais alto e equipamentos para acompanhar a história. 

    Obter equipamentos de drops, criar magias através de ovos de mana que podem ter atributos aleatórios anexados a eles e grindar absurdamente em dungeons por aí, parecem as características de um rogue-lite, e se o jogo tivesse sido feito uma década depois, poderia ter sido um clássico do gênero. Do jeito que está, é uma visão divertida de alguns dos primeiros pensamentos de fazer um jogo rejogável com muita personalização. Mas não foi o que rolou na época em que saiu para o PS2 e o jogo caiu no esquecimento.

    A jogabilidade regular da franquia Grandia também está aqui, com um combate agradável, completo e baseado em turnos. A história é definitivamente um amontoado de coisas jogadas num saco e misturada, que é onde o jogo peca um pouco, com um enredo sem graça e com uma dublagem verdadeiramente  questionável. Isso ocorre porque de alguma forma, eles contrataram as estrelas de Hollywood Mark Hamill (o Luke de Star Wars), Dean Cain (famoso por interpretar o Superman nos anos 90) e Lisa Loeb (que estava com sua carreira de cantor em ascenção), e deram a eles alguma instrução do tipo “Estamos gravar tudo isso numa só tomada, então vamo lá!”.

    Este não é um jogo para ser levado a sério, mas ele surpreende para um jogo da sua época e mesmo com alguns defeitos aqui e ali, ele é de fato um jogo que deve ser experenciado. 

    Contact (2006)

    Disponível para: Nintendo DS

    Contact é um dos muitos jogos de Nintendo DS que foram lançados e passaram completamente despercebidos. O jogo é mistura mundos, com gráficos mais pixelados remetendo rpgs mais antigos, ao mesmo tempo que em outros momento usa gráficos com sprites mais bem modelados e definidos. Você se encontra no meio disso. Você não está no controle de Terry, o protagonista e nem no controle do professor, que reside na tela superior do Nintendo DS junto com seu cachorro muito fofo. 

    Não, você mesmo é um personagem da história e vai interagir com o professor e vai guiar Terry. Isso mesmo. Você, que está lendo esse texto e futuramente vai pegar o seu portátil (ou sue belo emulador), é um personagem da obra.

    Durante este RPG de ação você tem que ajudar o professor com um problema em sua nave, ao mesmo tempo que tenta encontrar uma maneira de Terry chegar em casa. Aqui, Terry lutará em masmorras, ganhando habilidades e trajes diferentes, com possibilidades diferentes, enfrentando grandes chefes, enquanto o professor em toda a sua glória pixelizada se atrapalha na tela.

    Contact pode parecer um pouco esquisito de vez em quando e o combate pode se tornar repetitivo. Mas ele faz um uso excepcional das duas telas do Nintendo DS, além de ter uma narrativa e uma estética bem diferentes do usual. Ele é aquele típico jogo que precisa ser experenciado e a sua gameplay vai ser algo único. Nem todos os jogadores vão gostar, mas outros com certeza irão amá-lo.

    ---

    E aí, algum desses jogos você conhecia ou já jogou? Não esquece de comentar também qual RPG desconhecido você tem para recomendar para a galera!

    The 7th Saga

    Platform: SNES
    366 Players
    29 Check-ins

    37
    • Micro picture
      artigos · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      bobramber · 3 months ago · 2 pontos

      Esse contact parece bem diferente... Interessante

    • Micro picture
      chandekosan · 3 months ago · 2 pontos

      7th Saga é maravilhoso

  • 2022-05-16 14:34:27 -0300 Thumb picture
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    Franquia Ys: Por onde começar?

    Medium 3913973 featured image

    Existem inúmeras franquias de jogos formidáveis apenas esperando para serem encontradas e descobertas e, a franquia Ys é um desses casos, por isso, nós preparamos esse guia para você iniciar de forma incrível numa das melhores franquias de RPG esquecida por aqui.

    A série Ys é um marco no Japão há décadas e é quase tão popular quanto a franquia Zelda por lá...Mas por aqui, as coisas não são bem assim. A série realmente atingiu algum sucesso no ocidente com o lançamento de Ys Seven pela XSEED no final de 2010 e a popularidade da saga vem crescendo aos trancos e barrancos desde então. 

    A franquia Ys gira em grande parte em torno de um único personagem principal chamado Adol, que é um aventureiro lendário que escreveu seus contos na velhice em formas de diários, que são descobertos mais tarde e cada jogo é considerado uma “leitura” de um novo capítulo dessas recordações. 

    O jogo é conhecido por sua narrativa envolvente, seus puzzles no estilo plataforma e o seu combate de ação, algo diferente para os J-RPG's (que normalmente são de combates por turno, ainda mais na época em que Ys surgiu).

    Esse "guia" tem como objetivo introduzir os recém-chegados a essa franquia apresentando os jogos de forma sequencial, que no caso seria a forma correta de ser jogado para aproveitar o máximo a história, no entanto, nem todos os jogadores irão se dar bem logo de cara com a franquia e seu estilo diferenciado por algumas questões, mas tendo isso em mente, existem outros jogos mais "amigáveis" aos jogadores de primeira viagem e que podem ser um pontapé inicial para conhecer a serie, que são eles: Ys VIII: Lacrimosa of Dana , Ys Origin e Ys IV: Memories of Celceta, além do mais recente Ys IX: Monstrum Nox. Mas para aqueles que querem seguir a ordem cronológica, basta seguir o texto.

    Os primeiros jogos usavam o que é comumente chamado de “Bump Combat”,  isso quer dizer que para atacar o inimigo ou ser atacado, devemos empurrar o inimigo enquanto caminhamos. Dependendo da forma que tocamos no inimigo, podemos tomar ou dar dano, é meio difícil explicar mas na hora de fazer é bem intuitivo e esse logo de cara é um dos motivos que podem afastar jogadores a primeira vista. Apesar disso, os jogos posteriores evoluíram para sistemas de combate de ação mais completos, repletos de habilidades especiais, mecânica de esquiva e outros recursos ao qual estamos mais acostumados.

    Ys Origin (2006)

    Disponível em: PC (Steam), PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox One, Nintendo Switch

    Embora o Ys Origin não tenha feito tecnicamente sua estreia como o primeiro jogo da franquia, em termos de cronologia e acessibilidade, ele pode ser listado primeiro. Ele é um dos únicos jogos da série em que o jogador assume o papel de alguém que não seja o aventureiro Adol.

    Se passando 700 anos antes do nascimento do nosso herói ruivo, a história de Ys Origin é contada a partir de três perspectivas distintas, com cada personagem usando um estilo de combate diferente. Combinando o estilo plataforma com seus combates cheios de ação, o game tem várias opções de dificuldade para permitir que jogadores de todos os níveis de habilidade entrem na história. 

    Aqui, os jogadores têm a tarefa de subir pelos vinte e cinco andares de uma torre misteriosa com um dos três personagens e descobrir os eventos que eventualmente levaram a uma série de aventuras com nosso protagonista Adol. Como uma prequel, a história é naturalmente limitada, mas faz um excelente trabalho por ter um ótimo fator replay graças a diferença entre seus personagens jogáveis. 

    Para os jogadores que querem ter um gostinho do "Action Combat" da série, Ys Origin é uma escolha barata e de fácil acesso para qualquer novato e é uma viagem na memória para aqueles que começaram com Ys I e II .

    Originalmente localizado pela XSEED Games, seu script foi comprado pela DotEmu, que desde então o publicou em vários consoles modernos.

    Ys  I e II

    Ys I & II Chronicles+ (2013)
    Disponível em: PC (Steam/GoG)


    Ys I e II (1989)

    Disponível em: TurboGrafx-CD, PC, PlayStation 2, Nintendo DS, PlayStation Portable, iOS, Android


    Ys I: Ancient Ys Vanished (1987)
    Disponível em: Nintendo Famicom, Sega Master System, MS-DOS


    Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter (1988)
    Disponível em: Nintendo Famicom, MS-DOS

    Embora originalmente lançados em 1987 e 1988 respectivamente, os dois primeiros jogos da franquia são normalmente vistos como um título único interligado atualmente e tendem a serem vendidos juntos, com a versão mais atualizada dos dois jogos sendo Ys I e II Chronicles +,  disponível exclusivamente no PC.

    O jogo começa com Adol chegando às terras de Esteria completamente sem memória. Sua busca para reunir os seis livros de Ys o leva numa jornada cheia de altos e baixos. O segundo jogo começa imediatamente após a conclusão do primeiro, onde Adol se encontra em Ys, a ilha flutuante acima do mundo (e a casa dos heróis apresentados em Ys Origin).  A história de Adol rapidamente se entrelaça com personagens vistos em Origin, incluindo as Deusas gêmeas e descendentes dos sacerdotes de Ys que serviram a dupla.

    A característica mais memorável sobre esses primeiros títulos é o sistema de batalha, que foi citado anteriormente). Ao contrário de seu primo distante, Legend of Zelda , Ys abandona os movimentos do combate de ação para adotar o “Bump”, onde Adol precisa esbarrar em um inimigo para causar dano. Embora pareça simples a primeira vista, o combate pode ser complicado de dominar. Os jogadores se encontrarão em um turbilhão sem fim com os inimigos, tentando aprender os padrões de ataque e encontrando a oportunidade certa para dar o "bump". 

    O jogo também dá ao jogador várias ferramentas para compensar a curva de aprendizado. Enquanto estiver do lado de fora de dugeons e outros ambientes, Adol lentamente regenera a saúde quando está parado, permitindo que os jogadores se recuperem de tentativas equivocadas de bater com um pouco de paciência. Mais tarde, os jogadores receberão um anel que também recupera a saúde dentro de casa, além de acelerar o processo de cura anterior fora de locais. Adol também ganha experiência ao derrotar inimigos, o que por sua vez significa armas mais fortes à medida que o jogo avança, como todo bom RPG. No final do jogo, os inimigos regulares explodem no segundo em que Adol os toca, uma sensação que é sempre satisfatória e nos transmite toda aquela sensação de poder que adquirimos ao conseguir nossos níveis mais altos.

    Para os jogadores que querem começar onde a série começou e não se intimidam com o combate de ação no estilo bump, Ys I & II é o ponto perfeito para começar uma jornada na franquia Ys .

    Ys (III): The Oath in Felghana

    Ys: The Oath in Felghana (2005)

    Disponível em: PSP, PC (Steam/GoG)


    Ys III: Wanderers de Ys (1989)

    Disponível em: TurboGrafx-CD, Famicom, Super Nintendo, Sega Genesis, PlayStation 2

    Três anos se passaram desde que Adol libertou o continente flutuante das garras do mal quando sua aventura em Oath in Felghana começa. Junto com seu companheiro fiel Dogi, Adol é rapidamente encarregado de recuperar várias estátuas para libertar o amigo de infância de Dogi de um antigo demônio despertado quando as estátuas foram perturbadas. O jogo original termina com uma nota bastante azeda, mas promete mais aventuras para Dogi e Adol. Foi-se o combate de colisão dos dois primeiros jogos; agora os jogadores devem escolher atacar pressionando um botão em um estilo de jogo de rolagem lateral que lembra Zelda II . Quase todo o resto do jogo, incluindo a interface do usuário, permanece o mesmo dos dois primeiros títulos.

    As diferenças entre o Ys III original e o remake de Oath in Felghana são como a noite e o dia. O jogo original de 16 bits sofre de controles desajeitados e picos de dificuldade brutais. Os jogadores podem se esforçar para ganhar experiência matando insetos nas minas apenas para passar pelas áreas de abertura. Como sua inspiração, Zelda II , o combate de rolagem lateral de Ys III faz parecer que o esmagamento de botões realiza mais do que habilidade. Isso é especialmente verdadeiro para algumas das lutas contra chefes. Embora os jogadores possam facilmente conseguir uma cópia da versão SNES por um preço baixo, eles enfrentam um desafio frustrante que ainda não vale o preço baixo.

    O remake de Oath in Felghana resolve todos esses problemas. Ele oferece uma dificuldade selecionável desde o início, tornando-o acolhedor para quem não está acostumado a RPGs de ação. Mesmo que um jogador selecione a dificuldade normal, os encontros com inimigos e as lutas contra chefes são bem equilibrados. Itens de cura também caem de inimigos abatidos, ao contrário de Ys III , onde os jogadores estavam limitados a uma erva de cura em seu inventário. The Oath in Felghana também expandiu bastante a história básica do jogo original, tornando-se a versão definitiva para quem acompanha a jornada de Adol. A versão original de 16 bits só vale a pena caso você queira passar bastante raiva e sair bem frustrado de sua experiência com YS...Sério, nem mesmo como curiosidade vale a pena.

    Ys (IV): Memeories of Celceta

    Ys: Memories of Celceta (2012)
    Disponível em: PlayStation 4, PlayStation Vita, PC (Steam)

    Apesar de ser o quarto jogo da série, Memories of Celceta se passa um ano após Ys II , e um ano antes de Ys III e é um reboot do Ys IV original. Ok, meio confuso? Eu sei...Mas vai fazer sentido.

    Previsivelmente, Adol chega a uma nova cidade chamada Casnan, que é uma cidade à beira de uma floresta desconhecida chamada Celceta. Um homem chamado Duren encontra Adol que está completamente esquecido de suas memórias, e afirma conhecê-lo e o arrasta até o governante de Casnan. É lá que a Governadora-Geral Griselda contrata Adol e Duren para explorarem a grande floresta de Celceta e desvendar seus segredos. Ao longo do caminho, os jogadores encontrarão uma infinidade de cidades, masmorras e missões secundárias para enfrentar. O jogo também inclui um sistema de criação robusto, dando aos jogadores a oportunidade de criar novos equipamentos e personalizar armas, algo muito bem vindo na franquia.

    Adol consegue trazer outras duas pessoas em suas aventuras, embora o sistema de parties seja introduzido pela primeira vez em Ys Seven, Celceta aprimora esse recurso para brilhar. Continuando a tendência dos Ys modernos, os jogadores podem apreciar a ação em ritmo acelerado, com os inimigos sendo fracos para um dos três tipos de armas em que cada personagem é especializado, seja perfurar, cortar ou bater, por isso é crucial saber qual personagem usar no momento e trocá-los conforme necessário. Ao longo do jogo, os personagens vêm e vão e, no final, um total de seis personagens completam o grupo. 

    Adol e seu grupo recebem um ataque padrão e ataques especiais que permitem aos jogadores encadear combos perfeitamente para destruir a população de monstros de Celceta. Esses ataques especiais aumentam de nível à medida que cada um é usado e desbloqueiam habilidades adicionais à medida que o jogo avança. Tudo isso mantém a ação a todo instante, permitindo que o jogador combine habilmente seus movimentos favoritos para derrotar inimigos difíceis. Cada personagem também recebe um ataque especial capaz de "limpar a tela", matando tudo ao seu redor.

    Como muitos  Ys modernos , o Celceta permite que os jogadores selecionem a dificuldade no início do jogo, o que o torna perfeito para os recém-chegados à série. Sua ação em ritmo acelerado também o torna uma venda fácil para os fãs de outros RPGs de ação como Kingdom Hearts ou que estão acostumados com RPG's ocidentais. Com uma versão para PC e uma port para o PS4,  Celceta também é de fácil acesso.

    Para aqueles que preferem jogar em movimento, uma versão no PSVita também está disponível, embora infelizmente os salvamentos não sejam transferidos entre as versões Vita e PS4. Cada versão do jogo é idêntica, então os jogadores podem simplesmente escolher a plataforma preferida sem se preocupar em perder um ou outro detalhe.

    Ys VI: The Ark of Napishtim (2003)

    Disponível em: PlayStation 2, PlayStation Portable, PC (Steam)

    Após um hiato de quatorze anos no ocidente após o lançamento de Ys III, já que todas as versões de Ys IV e V ficaram no Japão, a Konami trouxe Ys VI: The Ark of Napishtim para o PlayStation 2 em 2005, além de um lançamento para PSP anos depois. A XSEED Games deu aos jogadores de PC a chance de jogar The Ark of Napishtim em 2015, mas valeu a pena esperar tanto?

    Mais uma vez, Adol aparece na costa de uma praia depois que um ataque de uma frota de navios Romun levou seu barco a uma tempestade. Ele é resgatado por duas garotas da ilha, que o acompanham quando ele parte em uma aventura para desvendar os mistérios das Ilhas Canaã. Embora Napishtim inclua muitos rostos e personagens familiares da série principal de Ys, ainda é considerado um título independente, para que os jogadores ainda possam seguir a história sem se perder. The Ark of Napishtim usa o mesmo mecanismo visto mais tarde em Origin e The Oath in Felghana, fazendo com que o combate pareça semelhante a esses dois jogos. Os movimentos de Adol e os balanços de espada parecem mais lentos, e as partes em plataforma passam uma sensação estranha, tornando saltos mais precisos uma tarefa árdua.

    Em vez de magia, Adol pode escolher entre diferentes espadas elementais para atacarem Napishtim . Uma espada de vento rápida permite que os jogadores cortem e dilacerem seus inimigos em um redemoinho. Já a pesada espada de fogo pode ser carregada para liberar uma bola de fogo devastadora, derrubando tudo em seu caminho. Finalmente, a elegante espada relâmpago acumula estática, liberando uma bola relâmpago que quica várias vezes, derrubando inimigos em todos os lugares. Além das vantagens de combate, cada espada desempenha um papel fundamental na resolução dos quebra-cabeças das Ilhas Canaã.

    A versão definitiva de The Ark of Napishtim é sem dúvida a versão para PC. Não só oferece mais polimento, mas também dá aos jogadores uma vantagem significativa sobre as versões de console com a Asa de Alma Aprimorada, permitindo o teletransporte para qualquer save point visitado anteriormente. Dada a quantidade de idas e voltas que existem nos jogos Ys , este item por si só torna a versão PC uma escolha fácil, já que as versões de PS2 e PSP só permitem o teletransporte para fora das masmorras.

    Embora não seja um jogo terrível, os recém-chegados à série seriam mais bem servidos experimentando Origin ou Oath antes de encararem Napishtim . As espadas elementares fazem com que ele se destaque dos outros dois títulos, mas está bem claro que esse foi um primeiro rascunho para a Falcom. A versão PSP, disponível apenas via UMD, também possui telas de carregamento espetacularmente ruins, demorando bastante para concluírem. Pegue a versão para PC em uma promoção se qualquer curiosidade por Napishtim precisar ser saciada ou se você quer ter o prazer de jogar toda a franquia.

    Ys Seven (2009)

    Disponível em: PSP, PC (Steam)

    Embora o combate em grupo parecesse uma blasfêmia em um Ys no final dos anos 2000, isso claramente teve um impacto, pois a Falcom continuou a tendência para cada lançamento e remasterização de Ys desde então. Ys Seven marca a estreia deste sistema de parties, tendo sido lançado em 2009 no PSP no Japão, o jogo estreou no ocidente em agosto de 2010 como parte de um acordo de localização de seis jogos entre a Falcom e a XSEED Games para localizar os jogos das franquias Ys e Trails .

    Este conto começa com Adol e Dogi chegando à cidade de Altago, embora a dupla rapidamente caia na prisão após uma briga com os Cavaleiros do Dragão locais. O Rei de Altago, impressionado com a reputação da dupla, libera-os para investigar os misteriosos terremotos que assolam o continente. Como essa história ocorre no final da linha do tempo oficial de Ys, ela se destaca do resto, tornando-a facilmente acessível para os recém-chegados.

    Os fãs de longa data da série vão gostar de ter Dogi como um personagem jogável pela primeira vez, completo com uma habilidade chamada “Crusher”, homenageando seu legado de destruidor de paredes. O sistema de party oferece a ação em ritmo acelerado que os fãs modernos de Ys esperam. Como este foi o primeiro jogo a implementá-lo, falta o polimento de títulos posteriores como Memories of Celceta ou Lacrimosa of Dana .

    Mesmo que Ys Seven seja um ponto de entrada viável para recém-chegados, a escolha de plataforma para este jogo é extremamente limitada. Originalmente exclusivo para o PSP, uma versão para PC chegou em 2017 com gráficos atualizados, otimizações incluindo tempos de carregamento significativamente reduzidos e novas conquistas do Steam. 

    Ys VIII: Lacrimosa de Dana (2016)

    Disponível em: PC (Steam), PlayStation 4, PlayStation Vita, Nintendo Switch

    Marcando sua entrada no mundo HD, Ys VIII oferece aos jogadores a maior aventura de Adol até hoje. Este jogo reformula bem a série, trazendo um estilo de gameplay muito mais atual, sendo totalmente 3D e em terceira pessoa, algo muito mais similar aos demais RPG's que estão sendo lançados. Anteriormente os títulos da série tinham um ângulo de câmera fixo, o que podia incomodar alguns jogadores, mas agora, tudo está diferente. Ele usa um sistema de combate semelhante ao Memories of Celceta e Ys Seven , com três membros do grupo e uma série de movimentos especiais para desbloquear.

    Lacrimosa of Dana começa com Adol em um navio. Sem surpresa, este navio afunda e Adol é levado para uma ilha aparentemente deserta, com sua memória aparentemente intacta. O grupo encharcado parte para encontrar o resto dos sobreviventes do naufrágio e uma maneira de sair da ilha. Procurar os sobreviventes não apenas aumenta a vila central, mas desbloqueia novas áreas, além de ter vínculo direto com o final do jogo. Cada nova pessoa aumenta a emoção do jogo e cada indivíduo tem uma personalidade que brilha à medida que o jogo avança e os sobreviventes se unem em uma comunidade.

    A exploração é uma parte fundamental do charme de Ys VIII , o que é bom, já que Adol passará bastante tempo explorando a Ilha de Seiren. O mapa do mundo é enorme, com muitos segredos para descobrir. À medida que novos poderes são desbloqueados, o grupo vai querer voltar para as muitas áreas ocultas inacessíveis na primeira vez. Cada aldeão também tem várias missões para completar, aumentando seus pontos de reputação e preenchendo seu background. Adicione a pesca, o mini-jogo de ataque e as missões da história de Dana ambientadas em um passado distante, e isso se soma a um jogo Ys cheio de conteúdo,

    Ys VIII foi lançado originalmente no PlayStation Vita, embora esta versão não tenha todos os recursos listados acima. Um port aprimorado com conteúdo adicional logo chegou ao PS4, com lançamentos posteriores para Switch e PC. A versão inicialmente ideal é a de PS4 por ter adições em relação ao PSVita, e uma vez que a versão do Switch tem alguns problemas de desempenho e o lançamento original da versão para PC foi atormentado por problemas, embora muitos tenham sido corrigidos. Logo, fica a cargo do jogador escolher onde jogar (ainda que a versão de PS4 ou PC seja a mais recomendada. Vale dizer ainda que a versão para PC, é a única que possui multiplayer local, para quem quer jogar lado a lado com um amigo.

    Em termos de jogabilidade, Ys VIII é provavelmente a escolha definitiva para os recém-chegados. Com combate rápido, uma história independente e uma enxurrada de conteúdo, é um jogo obrigatório para qualquer jogador de RPG que queira entrar na série, ou que ainda queira apenas jogar um RPG cheio de conteúdo, mesmo que não queira se aprofundar na série (já que ele funciona muito bem como jogo solo também, ainda que conhecer todo o background e aventuras de Adol torne tudo melhor).

    Ys IX: Monstrum Nox (2019)

    Disponível em: PlayStation 4, Switch, PC (Steam) 

    Ys IX: Monstrum Nox se passa na “cidade-prisão” de Balduq, onde Adol se vê incapaz de escapar. Enquanto está lá, uma misteriosa mulher chamada Aprilis o transforma em um Monstrum, um ser com Dons sobrenaturais e o poder de exorcizar monstros. Adol se une a outros Monstrums para lutar contra as criaturas que emergem de uma dimensão chamada Grimwald Nox e investigar a maldição de Monstrum e sua relação com Balduq.

    O último capítulo da franquia lançado até então mantém a incrível fórmula de sucesso de Lacrimosa of Dana, com poucas alterações e até mesmo com poucas melhorias gráficas, mas ainda assim fica abaixo do título anterior e não ocupa o posto de melhor jogo da franquia. O que não significa que seja um jogo ruim, muito pelo contrário, pois o jogo é um excelente RPG, seja para pessoas que apenas buscam um jogo divertido sem necessariamente terem que conhecer todo o passado de Adol e seus jogos, ou ainda para pessoas que jogaram todos os jogos em sequência.

    Outros títulos 

    Ys Strategy (2006)

    Disponível em: Nintendo DS

    Strategy é, sem surpresa, um título de estratégia, em tempo real desenvolvido e publicado fora da Nihon Falcom. Semelhante à série Heroes of Might & Magic , os jogadores devem utilizar heróis, gerenciar seus recursos, construir estruturas e recrutar unidades. Apesar de ser traduzido para o inglês, o jogo teve um lançamento limitado em territórios fora do Japão. O game não é considerado cânone, ou seja, não faz parte da história principal de Ys, podendo ser completamente ignorado pelos fãs...Ainda que o mesmo seja bem divertido e possa agradar fãs de jogos de estratégia em geral. 

    Ys Online - The Call of Solum (2007)
    Não está mais disponível

    Originalmente lançado na Coreia do Sul no final de 2007, o jogo estava disponível em coreano, chinês, japonês e inglês, embora o último estivesse limitado à Europa. Ys Online apresentou as três raças de jogadores (Eresians, Afrocans e Kimoans), cada uma com suas próprias escolhas de classe, embora todas as raças incluíssem o triângulo Tank-Healer-DPS. Por exemplo, os eresianos podem se tornar clérigos, cavaleiros ou magos, enquanto os afrocans podem ser guardiões, wiccas ou feiticeiros, e os quimoanos podem se tornar arqueiros, protetores ou xamãs. Como a maioria dos MMORPGs, o loop principal de jogabilidade incluía missões, criação, masmorras, bem como um sistema de aprimoramento baseado em cartas que os jogadores podiam usar para fortalecer equipamentos, aprender habilidades e convocar animais de estimação. Além disso, o jogo ofereceu vários modos PvP, incluindo guilda versus guilda. Os assinantes da região européia também receberam a trilha sonora completa do jogo como um download gratuito.

    Infelizmente, todas as versões do Ys Online foram fechadas em outubro de 2012, porém, o jogo não acrescenta em nada a história principal de Adol e servia mais como curiosidade  aos fãs da franquia.

    Títulos exclusivos do Japão

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    Ys IV: Mask of the Sun (1993)

    Disponível em: Super Famicom


    Ys IV: Mask of the Sun – A New Theory (2005)
    Disponível em: PlayStation 2, telefones celulares


    Ys IV: The Dawn of Ys (1993)
    Disponível em: TurboGrafx-16


    Impulsionada pelo sucesso dos três primeiros títulos Ys , a Nihon Falcom optou por licenciar dois títulos da série Ys . Mask of the Sun foi desenvolvido pela Tonkin House, uma desenvolvedora e editora agora extinta de títulos licenciados. O título retorna à perspectiva da visão isométrica e ao combate de colisão dos dois primeiros títulos da série, com uma nova adição: espadas elementares, que permitem que Adol conjure magia do mesmo elemento que sua arma. The Dawn of Ys , desenvolvido pela HudsonSoft, também anuncia um retorno ao sistema de combate de Bump, mas usa o sistema mágico de Ys II em vez de criar um novo sistema. Ambos os jogos acontecem em Celceta, embora cada um tenha diferenças sutis na história.

    Nenhuma versão desses Ys chegou de forma oficial ao ocidente, portanto, adquiri-los e jogá-los pode ser um pouco desafiador, mas provavelmente você encontra alguma versão feita pelo Fandom por aí. A Nihon Falcom afirmou que esses jogos não são mais considerados parte do cânone principal da série, tendo sido substituídos pelo remake moderno, Memories of Celceta, então você não precisa ficar tão preocupado assim em encontrar esse jogo por aí.


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    Ys V: Lost Kefin, Kingdom of Sand (1995)

    Disponível em: Super Famicom, PlayStation 2


    A quinta entrada da série Ys continua sendo a ovelha negra da família Ys como o único jogo principal que não possui uma tradução em inglês ou um remake moderno. Também marca uma lacuna notável na série, já que a Falcom pulou completamente a quinta geração de console, esperando até o PlayStation 2 para lançar The Ark of Napishtim em 2003. Então, o que torna Ys V um título tão obscuro?

    O jogo abandona o sistema de combate que marcou o início único da série, embora isso possa parecer um benefício para aqueles que preferem empunhar uma espada, não foi uma melhoria. Adol balança sua espada como se estivesse bêbado, tornando o combate frustrante. O jogo também possui um sistema de magia que permite aos jogadores misturar elementos para criar novos feitiços. Depois que um feitiço é carregado, ele pode ser desencadeado balançando a espada de Adol. Embora isso pareça legal em teoria, feitiços nunca causam dano adequado em comparação com apenas bater em coisas sem nenhuma carga mágica. Enquanto uma excelente história pode compensar um sistema de batalha medíocre, a história de Ys V é tão emocionante quanto um pedaço de madeira. Na verdade, é tão sem graça que a linha do tempo oficial nem reconhece este jogo, atualmente criando uma lacuna entre o tempo de Adol em Felghana e Canaan.

    Ys V é um jogo medíocre na melhor das hipóteses, então some isso ao fato da dificuldade de encontrar uma versão oficial e a barreira ainda maior imposta pelo idioma e localização, aliado ao fato de não ser mais um canon da série, você tem um jogo completamente esquecível até para os maiores fãs da franquia.

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    Ys vs. Sora no Kiseki: Alternative Saga (2010)

    Disponível em: PSP


    Ys vs. Sora no Kiseki é um jogo de luta 3D no formato ARENA,  que mistura personagens dos jogos Ys com a série Sora no Kiseki (mais conhecido por aqui como Trails in the Sky). Existem dois modos diferentes para jogar: modo história e multiplayer local. O multiplayer local usa a conexão ad-hoc do PSP para permitir que dois ou quatro jogadores lutem um contra o outro. No modo história, existem vários personagens diferentes para escolher - como Adol de Ys e Estelle de Trails– e cada personagem acorda em um mundo misterioso e continua encontrando personagens de sua respectiva franquia que estão agindo de forma estranha. O personagem escolhido resolve esse problema literalmente batendo nesses personagens conhecidos e trazendo seus sentidos de volta. Após cada batalha, há segmentos de histórias curtas que se ligam a uma história geral do jogo, embora não seja surpresa que não seja considerado cânone para nenhuma das franquias.

    A jogabilidade se parece com os outros jogos da franquia Ys para o PSP  - ele usa a mesma engine em que Ys Seven foi feito - por isso é rápido e divertido. Além disso, como esperado de um jogo da Falcom, a trilha sonora é fantástica, entrelaçando as séries de ambas as franquias, além de fornecer muitos novos remixes. Apesar de nunca ter sido localizado para o ocidente, por causa do conceito simples e menor quantidade de história em um jogo de luta, é uma experiência acessível para os fãs que querem se divertir um pouco e pode ser encontrado traduzido por fãs, podendo até valer a experiência para os fãs mais apaixonados da franquia.

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    E aí, curtiu esse guia? Ficou ansioso para conhecer ainda mais dessa franquia simplesmente espetacular, que não possui o devido valor aqui no ocidente? Espero que sim!

    Pra você que já conhece, diga aí qual é o seu game preferido da franquia e o por que! 

    Comente também, qual próxima franquia você gostaria de um guia de por onde começar a jogar!

    Ys III: Wanderers from Ys

    Platform: Playstation 2
    47 Players

    44
  • 2022-05-13 18:30:20 -0300 Thumb picture
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    JOGOS DE TERROR EM 3ª PESSOA MORRERAM?

    Medium 3913657 featured image

    Pensei em fazer esse artigo por conta de uma possível volta de Silent Hill (E sim, parece que desta vez é verdade) em colaboração da Konami, Bloober Team e Sony, mas que tem grandes chances de ser em 1ª pessoa ao invés de 3ª como outros jogos da serie.  A questão é: Por que tantos jogos de terror em 1ª pessoa nos últimos anos? Por que está cada vez mais raro ver um jogo de terror em 3ª pessoa? 

                                                         SIREN BLOOD CURSE


    Antes de dar a resposta, vamos voltar pra década de 90. Foi lá que os jogos de terror se popularizaram, primeiro com Alone in the Dark em 1992, com sua câmera fixa e movimentação "tanque" ele fez muito sucesso na época, mas foi em 1996 que o gênero se popularizou de vez com a chegada de Resident Evil, inspirado por Alone in the Dark em sua câmera e jogabilidade e que acabou gerando diversos "clones", pois quando um jogo faz sucesso, é normal aparecer vários jogos parecidos, e graças a Resident Evil surgiram vários games como Parasite Eve, Dino Crisis, Silent Hill e vários outros...

                                                     ALONE IN THE DARK

                                                      RESIDENT EVIL


    Durante a 5ª e 6ª geração de consoles tivemos inúmeros jogos de terror em 3ª pessoa, mas por algum motivo, nem todos tinham o mesmo sucesso comercial de Resident Evil, nem mesmo os bons jogos, fazendo os estúdios perderem o interesse neste tipo de jogo com a chegada da 7ª geração de consoles.  Por volta de 2010, muitos estúdios indie começaram a fazer sucesso com jogos de terror em 1ª pessoa, como por exemplo Amnesia e posteriormente jogos como Outlast, Slender e Pesadelo, chamando atenção do mercado, inclusive dos grandes estúdios. Claro que nessa época ainda existiam jogos de terror em 3ª pessoa, como Alan Wake e The Evil Within, mas algumas coisas começaram a mudar, franquias como Resident Evil passaram a ser jogos de ação, pois a Capcom viu que era isso que estava dando dinheiro, Silent Hill acabou se perdendo depois da saída do Team Silent da Konami, inclusive tendo mais elementos de ação nos seus últimos jogos (Homecoming e Downpour), mas ainda sim um número menor de jogos em 3ª pessoa em comparação com a 5ª e 6ª geração. 

                                                               ALAN WAKE

                                                 THE EVIL WITHIN 1 E 2



    Então qual a resposta pra pergunta do começo deste artigo?  Simples: Os desenvolvedores perceberam que o público não quer "sentir medo", mas sim "levar sustos", e a câmera em 1ª pessoa era perfeita pra isso, fora que não precisariam se preocupar em fazer o modelo do protagonista, já que só iria aparecer as mãos e isso facilitaria ainda mais o trabalho. Quando jogos como Amnesia começaram a fazer sucesso, outros estúdios começaram a querer fazer igual, a maioria sem ter a mesma qualidade, mas por serem jogos de baixo orçamento eles se pagavam fácil e davam lucro, independente da qualidade, pois a única coisa que o público queria era levar sustos, então a maioria nem se preocupava em fazer uma história decente ou desenvolver o protagonista, e o YouTube influenciou ainda mais, pois vários Youtubers famosos jogando esses jogos e tomando sustos, o que acabava sendo engraçado e influenciando ainda mais o público a comprar o jogo (que não era tão caro).


                                                     P.T (SILENT HILLS)

    As grandes desenvolvedoras também se interessaram por esse "novo" modelo de jogos de terror, e o melhor ainda era que não precisava gastar muito. A Konami saiu na frente com um teaser jogável chamado P.T, que depois descobrimos que era um novo jogo da franquia Silent Hill feito por Hideo Kojima (Metal Gear), mas com o nome de Silent Hills. Esse teaser jogável era em 1ª pessoa, mas a versão final do game teria os 2 modelos de câmera como o Silent Hill 4 The Room, mas infelizmente acabou sendo cancelado. A Capcom viu a oportunidade de pegar os "orfãos" do P.T e resolveu mudar completamente a franquia Resident Evil, passando de um jogo de ação em 3ª pessoa para um jogo de terror em 1ª pessoa, e mesmo com a empresa negando ter sido influenciada por P.T, sabemos que teve uma influência muito grande em Resident Evil 7 e ao mesmo tempo seguiu a "receita de bolo" dos jogos de terror que faziam sucesso na época, se tornando um sucesso de críticas e vendas.

                                  REMOTHERED TORMENTED FATHERS


    Os jogos de terror AAA em 3ª pessoa ficaram cada vez mais raros, tendo jogos de orçamento menor como "Remothered" com um destaque razoável, já os de maior orçamento tivemos "The Evil Within 1 e 2", onde apesar das vendas boa do primeiro, tiveram que mudar completamente o jogo no 2º para torná-lo mais comercial (algo que aconteceu com Dino Crisis na década de 90, onde o 2 vai mais pro lado da ação tentando atrair mais pessoas), indo mais pra um lado de ação dando bastante liberdade ao jogador e várias side quests, coisas que pra mim não combinam com jogos de terror, mas fizeram pra atrair o grande público, e apesar de ter uma aceitação maior do público em comparação com seu antecessor, acabou tendo vendas menores que o 1º jogo. Já os jogos de terror em 1ª pessoa estão extremamente saturados, onde você conta nos dedos os jogos que prestam, mas como eu disse antes, o grande público não liga muito pra qualidade, sendo assim dando dinheiro pra esse tipo do jogo, sem se importar se é bom ou ruim, pois o que eles querem é tomar sustos. Mas onde quero chegar com isso? Os fãs de jogos de terror em 3ª pessoa ( principalemente os de terror psicológico) vão ter tempos cada vez mais "sombrios", pois infelizmente são jogos que não agradam a "grande massa", fazendo os estúdios ter cada vez menos interesse e o jeito é torcer para estúdios indie continuarem fazendo jogos com um orçamento menor como "Remothered" ( que por sinal ganhou sequência), enquanto infelizmente as grandes (e poucas) produções em 3ª pessoa vão pra um lado mais "comercial", seguindo o "arroz com feijão" pra agradar um número grande de pessoas, afetando principalmente os de terror psicológico, um subgênero do terror extremamente nichado tanto nos cinemas quanto nos vídeo-games, pois a maioria das pessoas tem mente fechada pra esse tipo de conteúdo, diminuindo as chances de franquias esquecidas voltarem ou descaracterizar alguma franquia para atrair um número maior de jogadores e assim tendo mais lucro, uma péssima época para fãs desse subgênero, mas principalmente de jogos de terror em 3ª pessoa como um todo.

    Silent Hill

    Platform: Playstation
    6765 Players
    185 Check-ins

    40
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      _gustavo · 3 months ago · 4 pontos

      Recomendo fortemente se não jogou, o Tormented Souls, outro que vai sair esse ano é o Broken Pieces, apesar que ambos utilizam o esquema dos RE clássicos de camera fixa

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      vanclummer7 · about 2 months ago · 4 pontos

      Eu recomendo para quem não conhece,o Countdown Vampires,uma pegada de Resident evil para ps1!

      1 reply
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      myers · 3 months ago · 2 pontos

      Desculpe pelo tamanho do texto, acho que me empolguei um pouco..kkkkk Um artigo sobre jogos de terror nessa sexta feira 13, espero que gostem.

      3 replies
  • 2022-04-25 07:27:36 -0300 Thumb picture
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    Xbox: O primeiro e poderoso console da Microsoft

    Medium 3910722 featured image

     Com o anúncio do PlayStation 2 e a possibilidade de rodar CD-ROMs e DVDs, a Microsoft enxergou que a Sony estava ameaçando o mercado dos computadores domésticos e decidiu que queria entrar no ramo de consoles de videogame. Sua principal estratégia era criar uma plataforma poderosa baseada na API DirectX, que fornecia uma interface de hardware facilitada no Windows e permitia jogos de maior desempenho. A Microsoft também comprou alguns estúdios desenvolvedores, como a Bungie, e fechou parcerias de exclusivos com outras companhias, como a Tecmo e Bethesda. O Xbox foi apresentado na E3 de 2000 e lançado oficialmente em novembro de 2001, custando US$ 300,00.

     O console da Microsoft chegou ao mercado como o produto mais poderoso da sexta geração. O Xbox foi o primeiro console doméstico a vir com um disco rígido de fábrica. Desta forma, arquivos de save, músicas, vídeo, o sistema operacional e vários outros arquivos podiam ser lidos, gravados e alterados direto no console. O Xbox também vinha com uma entrada Ethernet e tinha um foco muito maior no online quando comparado com a concorrência. Internamente, o console vinha com uma poderosa CPU da Intel Pentium III de 32-bits operando a 733 MHz, 64 MB de RAM e uma GPU personalizada da Nvidia, a NV2A de 233 MHz com capacidade de 7,3 GFLOPS. O Xbox também foi o primeiro videogame capaz de usar a tecnologia Dolby Digital 5.1 em tempo real.

     O controle do Xbox foi apelidado de Duke e a ideia era juntar as melhores ideias dos controles lançados anteriormente. Ele tinha dois analógicos clicláveis, como o Dualshock 2, mas dispostos de maneira invertida, como o controle do GameCube, 6 botões de ação como no Mega Drive, um par de gatilhos analógicos, como do Dreamcast, e duas entradas para periféricos, usados principalmente para espetar um Memory Card de 8MB e facilitar o uso de troca de arquivos. O controle não foi bem recebido e era enorme quando comparado com a concorrência. Os jogos vinham em formato de DVD, mas ele só podia ler filmes se fosse conectado o acessório de controle remoto sem fio vendido separadamente.

     O Xbox tinha um hardware semelhante a um PC comum, mas focado em jogos. Ele vinha com uma versão modificada do Windows 2000 e oferecia um painel de configurações completo para os usuários. Sendo o hardware mais poderoso do mercado, muitos jogos que já existiam receberam uma versão melhorada para o console da Microsoft, como foram os casos com Tony Hawk’s Pro Skater 2XSilent Hill 2 e Star Wars: Special Edition. O console foi pensado para o público americano, então foram lançados vários jogos de esportes ainda no lançamento das franquias mais populares, como Madden NFL 2002, NFL Fever 2002, NASCAR Heat 2002 e NBA Live 2002.

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    58
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      artigos · 4 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      katsuragi · 4 months ago · 3 pontos

      Tive vontade de ter um só por conta de Dino Crisis 3 uma vez.

      6 replies
    • Micro picture
      lgd · 4 months ago · 2 pontos

      Joguei apenas uma vez neste console. Foi em uma locadora na cidade de Ipaussu/SP. Lembro que gostei muito do controle dele, tanto quando gostei do de Dreamcast. Aluguei só uma vez hora nele, joguei um jogo de rali, não me lembro qual foi. Joguei em 2002 ou 2003.

      2 replies
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