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  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-31 12:22:09 -0200 Thumb picture
    13
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-28 17:06:04 -0200 Thumb picture

    The Medium - Crítica

    Medium 3898815 featured image

    The Medium é um jogo de suspense que gira em torno de Marianne, uma jovem que possui a habilidade de coexistir entre os planos do real e sobrenatural. Habilidade essa que ela usa para orientar e guiar as almas do plano sobrenatural em busca do descanso eterno. Atormentada por um sonho recorrente de uma garota sendo perseguida, o qual ela não sabe o significado, o seu passado é igualmente nebuloso e confuso. Tudo é estranho e com muitas dúvidas, principalmente sobre quando e porque ela tem essa habilidade enquanto as outras pessoas não, mas tudo muda depois que ela recebe um telefonema. Uma voz desesperada pedindo ajuda e prometendo responder a todas as suas dúvidas. O que ela tem que fazer é ir ao abandonado resort Niwa.

    NARRATIVA

    O game é um suspense linear focado na narrativa, onde o principal objetivo é descobrir o passado da protagonista Marianne e o que aconteceu ao resort Niwa. Para isso, The Medium conta com diversas cutscenes ao longo da campanha e possui exploração em busca de coletáveis que ajudam a entender o enredo como bilhetes, cartões postais, ecos espirituais, reconstrução de lembranças fragmentadas, fotografias e desenhos. Ao contrário de muitos games, onde os coletáveis e documentos parecem sem sentido, os contidos em The Medium complementam muito bem e ajudam a entender o contexto em que os eventos aconteceram, seja contando no próprio texto ou pela forma como é escrito. A quem for jogar, recomendo que reserve um tempinho para os ler.

    A forma como tudo é apresentado ao jogador é bem clara e agradável, sendo contada pouco a pouco e na medida certa, passando a impressão de que realmente estamos avançando e progredindo na investigação.

    Nota para a categoria: 5/5

    MECÂNICAS E GAMEPLAY

    O jogo é linear e conta com um sistema de câmera fixa na maior parte do tempo, onde ela fica em um ponto da cena e vemos o personagem de longe se deslocando pelo ambiente. Recurso esse que ficou muito famoso com os primeiros Resident Evil, Silent Hill e Dino Crisis. Na minha opinião, essa opção de câmera contribuiu muito para a ideia de suspense proposta ao game. Com ela temos uma visão muito mais ampla do ambiente em abandono e ruínas, o que aumenta a sensação de insegurança e apreensão.

    Logo no início precisamos nos reacostumar com essa câmera, pois a cada corte de cena precisamos direcionar o personagem em outra direção para mantê-lo na rota certa, mas essa adaptação é rápida. A movimentação do personagem pelo ambiente é fluida, mas a resposta aos comandos poderia ser um pouco mais ajustada. Em algumas vezes eu queria ir para um lugar e acabava indo para outro.

    Em The Medium, como mencionei anteriormente, Marianne coexiste entre os dois mundos e isso tem impacto direto na dinâmica do jogo. Por várias vezes ao longo da campanha nos deparamos em situações onde a tela se divide e a vemos simultaneamente no real e no sobrenatural. Nesses eventos, ao direcionar o analógico para nos movermos, a personagem se move ao mesmo tempo nas duas realidades. Toda a nossa ação no real tem impacto no sobrenatural e vice-versa. Isso é crucial para resolver diversos puzzles ao longo do game para conseguir progredir. Para ajudar na resolução dessas tarefas, ao apertarmos o botão L1, Marianne ativa uma visão em "perspectiva", que a faz enxergar além do que os olhos a permitem ver. Outra habilidade presente no jogo é a de experiência extra corporal, que acontece quando pressionamos o botão círculo e podemos nos mover livremente por um curto período somente no mundo sobrenatural, enquanto o corpo físico fica parado no mundo real.

    Os puzzles em The Medium são simples e de fácil aprendizado como juntar pedaços de uma folha e combiná-los para obter a página completa, levar itens de um local ao outro para obter uma chave, reposicionar objetos e outros do tipo. Outro elemento que lembra muito os jogos clássicos já mencionados acima.

    Mas e armas, pistolas, espadas? O game não tem nada disso. Só podemos fugir e nos esconder quando necessário. Não temos combate e ação em The Medium, somente uma pincelada básica de stealth. Também contamos com um escudo de energia no mundo sobrenatural, o qual tem uma certa carga limitada e precisa ser recarregado em pontos específicos.

    Eu gostei muito das mecânicas de gameplay entregues ao jogador. São simples e funcionais, não o tornando complexo demais. Foi tudo na medida certa. Porém, a precisão da movimentação poderia ser um pouco melhor.

    Nota para a categoria: 4/5

    ASPECTOS GRÁFICOS

    The Medium conta com gráficos que buscam o realismo e digo que conseguiu atingir isso. A ambientação é fantástica, com elementos cuidadosamente posicionados na cena, criando com perfeição vários dos cenários presentes no game como florestas, as áreas do hotel abandonado, ruínas e o mundo sobrenatural. Realmente ficamos desconfortáveis, num bom sentindo, explorando, porque podemos sentir todo o terror que aconteceu no Niwa.

    A iluminação também é muito bem trabalhada fazendo um ótimo balanceamento entre luz e sombra, parecendo, muitas vezes, que o que está acontecendo na tela é parte de um filme. A qualidade das texturas também é bem satisfatória, preenchendo a cena com detalhes e ajudando na percepção de realismo.

    Em contraponto ao realismo atingido na ambientação, a animação das personagens vão ao oposto. Em alguns momentos parece muito artificial, principalmente em movimentos bruscos. Outra coisa que me incomodou um pouco foi o movimento dos globos oculares quando a personagem fica de frente para a câmera. Os olhos desviam o olhar direto para a câmera de um jeito estranho. Sendo um pouco mais chato com detalhes também, acho que os rostos poderiam ter mais expressões, o que ajudaria a transmitir aflição e medo ao jogador. Acho que esses pontos poderiam ser um pouco mais trabalhados, mas não é nada que comprometa a experiência.

    Nota para a categoria: 4/5

    DESEMPENHO

    Ao contrário de outros games desenvolvidos exclusivamente para a nova geração de consoles, The Medium deixa muito a desejar no quesito desempenho. Ao carregar um save e após morrer, nos é mostrada uma tela de loadings que demora alguns segundos para carregar, enquanto em outros games essas telas são mais rápidas ou inexistentes.

    Outro ponto negativo é a consistência da taxa de quadros, que por vezes cai deixando bem perceptível ao jogador os pequenos travamentos na cena. Isso ocorre tanto em cutscenes quanto na própria gameplay em cenas mais intensas. Porém, ainda perceptível, não é uma queda que afete a jogabilidade nos fazendo errar algum comando ou esperar. São quedas breves, mas difíceis de ignorar.

    Durante a minha campanha tive alguns problemas com crashes do jogo ao carregar um save e em transições de cutscenes. Esse é um problema grave do game, mas, por sorte, o jogo tem uma lista de pontos de backups de segurança, então se um falhar, basta carregar o anterior. O ideal seria nem precisar usar esse recurso, mas ainda bem que têm.

    Terminando com um ponto positivo, a renderização é muito bem feita e não vi nenhum objeto sendo renderizado na minha frente. Todos eles já aparecem com a textura que deveriam ter.

    Vale lembrar que joguei no PlayStation 5, então não sei como se comporta em outras plataformas

    Nota para a categoria: 3/5

    DIVERSÃO

    The Medium me divertiu bastante na maior parte do tempo. Eu adoro jogos com bastante exploração, mistério e puzzles, além de um bom enredo, então foi um prato cheio. Gostei muito de ir em cada canto de cada ambiente e interagir com tudo, incluindo ler as placas decorativas. Apesar de ser um jogo fácil e os puzzles simples de se resolver, isso é um ponto positivo, pois não tira o foco da narrativa, nos fazendo manter a atenção no enredo. Isso nos faz não perder tempo para resolver os enigmas, esquecendo o que está acontecendo.

    Os momentos em que precisamos nos esconder para escapar das ameaças também não geram dificuldade ao jogador. Bastam algumas poucas tentativas até entender a melhor estratégia para avançar. Acho que os encontros com os bosses poderiam ser um pouco mais difíceis ou serem mais frequentes, para aumentar a tensão no jogador e a percepção de medo de ser pego.

    Ainda assim, mesmo com a pouca dificuldade, achei tudo na medida certa de um modo geral e a progressão bem satisfatória. Quanto mais jogamos, mais queremos jogar e descobrir os mistérios que cercam a vida de Marianne e do Niwa.

    Nota para a categoria: 4/5

    CONCLUSÃO

    Fiquei muito satisfeito com The Medium e acho que ele cumpre o que propõe. É um jogo que não promete muito e até nem é muito comentado, mas entrega uma ótima experiência para quem o joga. Ele é muito bonito, agradável e divertido de se jogar, além de uma narrativa envolvente que nos prende e nos deixa querendo saber mais e mais, então não tenho receio de indicar. Acho que todos deveriam dar uma chance a esse game e jogar com calma, prestando atenção nos textos e diálogos, que tenho certeza que vão gostar.

    NOTA FINAL: 4/5

    The Medium

    Platform: Playstation 5
    14 Players
    2 Check-ins

    16
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-21 17:12:20 -0200 Thumb picture

    Action Figures The Last of Us

    Em 07/07/2020 eu tirei o disco do The Last of Us Part II do PS4 e guardei. Fiquei muito satisfeito com a continuidade que deram ao primeiro jogo e esse entrou pra lista de melhores games que já joguei. Não foi a toa que quebrou recordes de prêmios de Jogo do Ano.

    No início de 2021 descobri que a empresa chinesa CC Toys iria lançar as figuras do game. Por sorte encontrei um grupo no Facebook onde um dos membros, o mesmo que me vendeu as figuras do TLOU1 (vou deixar umas fotos aqui também), disse que estava importando, mas que não pretendia ficar com elas, então se eu quisesse ele me repassaria a compra. Não pensei duas vezes e fiz a reserva com ele. A pandemia piorou, as importações paralisaram, os lançamentos atrasaram e a ansiedade só aumentava.

    Agora em 2022 finalmente recebi e já tratei de montar e fazer umas poses. O Joel tocando violão na paz que ele encontrou em Jackson e a Ellie machucada e cheia de ódio. Eu gosto tanto desses dois games que precisei tirar fotos e compartilhar.

    O pessoal aqui também coleciona Actions Figures?

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    1020 Players
    347 Check-ins

    31
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-20 14:49:21 -0200 Thumb picture

    Retrospectiva PlayStation 2021

    Enfim saiu a Retrospectiva PlayStation do ano de 2021 com as estatísticas dos Players! Adoro ver esse resumão!

    8
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-20 02:49:43 -0200 Thumb picture

    Quantos Perdíveis!

    Finalmente comecei o tal do The Medium, jogo que eu fiquei ROXO de inveja do lado Verde quando lançou como exclusivo de Xbox X/S. Felizmente depois de uns meses chegou no lado Azul também.

    Comprei o bendito - mídia física, pra não perder o costume - e fui ler o guia de troféus pra ver se a Platina era tranquila, mas de deparei com essa barbaridade. Os devs ENCHERAM de perdíveis.

    Basicamente coletáveis durante a campanha toda, mas o game não tem seleção de capítulos e não salva os já coletados. Se morrer antes do checkpoint, perdeu e não pode esquecer de ir lá coletar de novo. São dezenas de coletáveis e precisa pegar TODOS. Sacanearam demais hahahah

    No mais, tô achado um bom jogo! Eu tava com saudade de um game com câmera fixa. O clima de suspense se multiplica por 10 com câmeras assim. Bem legal também os puzzles e sistema de tela dividida entre os dois mundos. Sustos até agora já levei alguns, mas prevejo muitos outros hahahah tô no início do game ainda.

    The Medium

    Platform: Playstation 5
    14 Players
    2 Check-ins

    10
    • Micro picture
      santz · 9 months ago · 2 pontos

      Putz, esses coletáveis durante a campanha acabam estragando a imersão da parada. Ainda mais da forma como foi implementado.

      2 replies
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-16 16:58:35 -0200 Thumb picture

    Platina #37

    Falei na outra publicação que não ia Platinar o Kena, mas tinha prometido pra uma amiga que ia platinar esse pra ela, sem saber no que eu tava me metendo.

    Mesmo sem gostar de games Soulslike, me encarnei em jogar no nível Mestre. Morri, morri, morri e morri, mas Platinei na força do ódio e da persistência pra cumprir o prometido hahahah

    Kena: Bridge of Spirits

    Platform: Playstation 5
    73 Players
    14 Check-ins

    8
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-13 01:24:09 -0200 Thumb picture

    Keninha

    Desde o anúncio do primeiro trailer de Kena, enquanto eu ainda tinha o meu PS4 e nem sonhava migrar pra nova geração tão cedo, eu já queria jogar.  Não é um exclusivo da nova geração, mas eu achei tão lindo que só iria jogar no PS5. Ele parecia ter tudo o que eu curto em games: uma exploração livre, coletáveis, combate fluído, arte bonita e uma boa história. Imedimente após o trailer acabar, ele já entrou pra minha lista de desejos.

    Passou o tempo e, com muita sorte, consegui comprar o PS5 na Amazon. Aqui vai um parêntese desnecessário sobre a compra. A página Meu PlayStation do Facebook avisou um dia antes que haveria lotes novos na Amazon em uma hora X (agora não lembro qual era), então botei o lembrete no celular. No dia seguinte, na hora avisada, comecei a dar F5 no site da Amazon até aparece os PS5 em estoque. FEITO! Os consoles apareceram em estoque, então cliquei em comprar, parcelei em 10 vezes (porque era o máximo. Por mim faria em 48 vezes) e senti aquela sensação de alegria. Em menos de 10 minutos o lote esgotou. A partir daí foi só esperar e segurar a ansiedade.

    Voltando ao Kena, finalmente o jogo foi lançado em 21/9/2021. Era agora que eu ia jogar?? Não! O jogo só saiu em formato digital e eu, como um bom saudosista queria a mídia física, então iria aguardar pelo disco, já que poucos dias depois do lançamento a Emberlab disse que, devido aos pedidos dos fãs, iria lançar a versão física. A data para o lançamento do disco era em novembro, mas chegou novembro e cadê o disco nas lojas brasileiras? Nem sinal. Chegou dezembro e nada ainda, foi quando eu vi que já tinha lá fora e que não seria lançado aqui. Eu não ia me dar por vencido. Eu queria o disco! Importei pelo eBay mesmo.  No final de dezembro ele chegou!

    A felicidade não cabia no peito! Finalmente eu tinha o Keninha em mãos e podia jogar! Enfim, botei no console e comecei a jornada.

    A primeira impressão que tive é que Kena é muito lindo mesmo graficamente. É impressionante uma qualidade de trabalho assim em um jogo indie. É tudo muito vivo, com cores e iluminação de encher os olhos. Dá pra notar que teve muito carinho no desenvolvimento desse jogo. 

    Em seguida, gostei muito da resposta dos comandos durante a gameplay. É um game que faz o que a gente quer e onde a gente quer que aconteça (com exceção de aterrissar em algumas plataformas). A câmera se movimenta rápido e a personagem se move muito bem.

    Outro ponto que gostei bastante foi o combate, que é um link direto com o comentário sobre a resposta aos comandos. É tudo muito rápido e preciso. Não tive problema algum em bater com o cajado, esquivar, bloquear, mirar com o arco e atirar. É tudo muito fluido e polido. É prazeroso entrar em um combate e surrar os inimigos.

    Outra coisa a se falar é o mapa. A ambientação é linda demais. É tudo vivo graficamente, com muita vegetação lúdica, artefatos, vilas e demais elementos. A gente se sente "abraçado" por tudo. O tamanho do mapa também é bem satisfatório, com áreas mais abertas e outras mais fechadas, mas que ainda assim proporcionam uma exploração bem divertida em busca dos Rots, chapéus, santuários de flores e outras coisas. 

    Por fim, o enredo é muito bonito, onde acompanhamos Kena na sua jornada como guia espiritual, ajudando almas perdidas a encontar seu caminho e paz. Em meio a isso ela conhece entidades que a ajudam a perceber o que está acontecendo ao redor e como ela pode ajudar a todos, purificando o mundo que foi tomado por uma infestação maligna. Em sua jornada ela encontra os Rots, pequenas criaturinhas pretas e fofas que a ajuda em combate e a resolver puzzles. Eles nos acompanham pelo mapa durante o jogo todo, então é muito divertido ver eles nos seguindo a qualquer lugar.

    O jogo pode parecer bobinho e fácil, mas não é não! Bom, se você for acostumado com os games estilo Dark Souls, telvez seja, mas pra mim foi meio tenso mais pro final. O game tem checkpoints bem bons e salva a todo momentos, mas os combates com os Bosses podem irritar. Eu joguei no médio e sofri em algumas partes,  então imagino que no hard deve dar muita dor de cabeça. Pra quem gosta de desafio a platina deve ser um prato cheio, já que existe um troféu de zerar na dificuldade hard+. Eu gosto de platina, mas vou é passar longe dessa! 

    Concluindo, Kena é um jogaço! Atingiu todas as minhas expectativas com louvor e fiquei muito satisfeito! Valeu a pena ter comprado a versão física e esperar meses após o lançamento. Recomendo a todos e parabenizo a Emberlab por esse trabalho sensacional, indicado a Melhor Direção de Arte e vencedor da categoria Melhor Jogo Independente no TGA 2021. 

    Joguem o Keninha!

    Kena: Bridge of Spirits

    Platform: Playstation 5
    73 Players
    14 Check-ins

    19
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 9 months ago · 2 pontos

      KENINHA realmente parece sensacional. Faz muito meu estilo de game (além dos TERROR que amo).
      ---
      Parabéns pelo PS5...e o game.
      Rapaz...o que não fazemos por uma KENINHA, não?
      ---

      8 replies
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2022-01-07 14:22:02 -0200 Thumb picture

    Um amor chamado Mídia Física

    Há uns meses perguntei aqui sobre as mídias físicas de uns games, se seriam lançadas no Brasil.

    O Life is Strange: True Colors, assim como outros games, só saiu aqui com estojo do PS4. The Medium, Alan Wake e Kena não chegaram aqui, então só comprando de importadores ou importando por conta. Foi o que eu fiz com o Kena.

    Depois de meses querendo jogar, mas esperando pela mídia, resolvi comprar o Kena no eBay, vindo do Reino Unido. Saiu mais caro, mas quem ama esses estojinhos de plástico com arte impressa entende. É uma satisfação enorme ter em mãos e na coleção.

    Estou jogando ainda, mas já indico sem medo algum a quem ainda não começou! Jogo lindo e com mecânicas muito boas.

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  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2021-09-10 12:56:25 -0300 Thumb picture

    Jogos mídia física?

    Olá, Alvanistas.

    Tem algum lugar onde de pra consultar quais jogos vão lançar em mídia física?

    Tô passando mal tentando achar se vai ter o The Medium e Life is Strange True Colors pra PS5 em disco. A Amazon não abriu pré venda pra nenhum desses e ainda não tem nada do Kena também.

    Eles sempre tem pré venda sempre certinho e nesse mês não tem nada.

    Valeu!

    14
  • andrivaio Rafael Andriotti Sevaio
    2020-11-17 23:18:11 -0200 Thumb picture
    Post by andrivaio: <p>Olá, Alvanistas.</p><p>Como todo mundo do lado a

    Olá, Alvanistas.

    Como todo mundo do lado azul da força já deve saber, o PS App mudou toda a interface. Ficou bem legal e tal, mas agora não tem mais o feed de atividades, e era de lá que eu salvava as minhas screenshots no celular. 

    Agora que não tem mais esse feed, como posso fazer pra salvar?

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    • Micro picture
      itsamevenom · almost 2 years ago · 3 pontos

      Passa pro Pen drive. Formate em exFat e conecte no console

      1 reply
    • Micro picture
      volstag · almost 2 years ago · 2 pontos

      Eu não recomendo, mas da pra acessar os sites pelo navegador do Playstation, se você por exemplo postar num twitter, ou até mesmo no Alva já pelo console pode ser uma opção, o chato seria escrever pelo console.

    • Micro picture
      cacotives · almost 2 years ago · 2 pontos

      É só enviar as screens para alguém ou uma conta secundaria sua no próprio play e depois logar sua acc no desktop e pegar as fotos no usuário que enviou. Esse é o melhor método para evitar o ruim twitter e o uso de Pendrivers.

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