2020-07-13 05:54:55 -0300 2020-07-13 05:54:55 -0300
katsuragi Luis Gustavo Da Luz

Desafio dos Favoritos

Fui marcado pelo @jcelove (Thanks!) neste novo @desafio.
Basicamente tenho de fazer um Top 5 e usar de 15 tópicos para dizer por que gosto de tal jogo um tanto assim. 

Como tô meio bugado, vou seguir o exemplo de vocês, se sair errado me dá um toque, 'kay ?

ZA RULES:

Copie e cole o texto até então, marque a persona @desafio e desafie mais 3 pessoas e não estenda demais o seu post pra não virar uma verborragia de elogios, dai a quantidade de tópicos já contada (é legal falarmos dos nossos favoritos eu sei :) ) mas po lota de imagens, já que só cabem 10 por posts mesmo).

Meus últimos desafios marcados acabei dando mancada... já que vira e mexe eu dou uma sumida da Rede, então deixei a galera na mão... por essas, eu peço desculpas. Eu não desgosto de fazer, muito pelo contrário, curto bastante por ajuda a gente a se conhecer ainda mais, mesmo que alguns possa mostrar bastante repetitividade (os meus então... vish).
Mas sem mais delongas, bora lá ? Minha lista é bem óbvia pra quem me conhece...
Eu não tenho tanta dificuldade de fazer um Top 5, honestamente. São 5 franquias as minhas favoritas e 5 títulos específicos que estão sempre lá no meu pedestal. Vamos a eles ?

5 - Megaman X6

 - Trilha sonora espetacular, pegando facilmente um lugar bem alto entre as outras trilhas sonoras na franquia, apesar de muitos não gostarem do jogo, esse ponto é um fato inegável.

4 - Resident Evil 2 (PS1)

- Conteúdo até demais para um jogo que foi refeito desde o começo, proporcionando bem mais de 20h de jogo e um enredo que complementa o primeiro extremamente bem e soube como aperfeiçoar e melhorar tudo introduzido no primeiro título, revolucionando ainda mais o Survival Horror.

- Personagens extremamente cativantes, Claire é até hoje minha segunda personagem favorita dentro da franquia devido a como seu personagem é construído, extremamente humana diante de toda a situação e nunca deixando esse ponto de lado.

3 - Shin Megami Tensei: Strange Journey

- A Jornada Estranha deixa o setting clássico de Tóquio de lado e tem uma pegada mais americanizada, se passando numa fenda que se abriu na Antárctica e os design de personagens assim como o Layout da Schwarzwelt deixam isso extremamente claros e isso é um dos maiores atrativos do jogo, com cada setor sendo mais único e bizarro que o outro.

 - Eu gosto de falar de trilha sonora né ? Infelizmente sim! E é impossível falar de Strange Journey sem citar o trabalho macabro que Meguro fez com a OST do jogo. Desde seu primeiro encontro com seu primeiro Demon, que não pode ser reconhecido até ser derrotado e analisado (adicionando ao fator de tensão do jogo), cada faixa é escolhida de forma com que você se sinta intimidado a qualquer momento. O mais fraco e simples Slime parece um Deus do Olimpo diante do tocar de "The Fear of God", o tema de batalha do jogo. E o Slime pode muito bem se tornar um deus diante do jogador descuidado, qualquer bobeira é Game Over...

- Nenhum Megaten Mainline foi de trabalhar personagem algum, o foco é sempre nas ideologias e conflitos das diferentes raças, crenças ou cultos e nisso tudo relacionado a Chaos, Law foi construído. Strange Journey ainda segue essa base porém, seus personagens representantes destes alinhamentos foram muito bem mais cuidado que os que vieram a representa-los nos jogos anterior. Zelenin cresce de uma forma que você você passa raiva em como ela mais tarde cai nas mãos de Mastema, Jimenez por outro lado, é um personagem fantástico que demonstra a compaixão diante de demônios e abre mão da sua humanidade justamente por se importar tanto com um. Aspectos assim nunca foram muito explorados nos títulos anteriores (Soul Hackers talvez tenha tentado abordar isso com o sistema de relacionamento de Demons mas não chega nem perto do significado) e é por mais esse ponto que eu tenho Strange Journey no meu pedestal na franquia toda. 

2 - Castlevania: Portrait of Ruin

- O bias como meu jogo favorito da franquia não me impede de citar fatos sobre Portrait of Ruin e um deles é que o jogo é o Metroidvania mais grande dela toda, contando com um total de 1000% do que você tem de fazer de mapa dentro e fora do Castelo.

- E já aproveitando sobre o "dentro e fora do castelo", isso é outro ponto maravilhoso dele, diferente dos títulos anteriores onde estamos quase que o tempo todo confinado dentro do Castelo, com sua mecânica de "quadros", podemos adentrar em outras áreas para explorarmos e assim darmos uma descansada do tema Castelo. De pirâmides a academias escolares abandonadas e até mesmo cidades distorcidas, esse é um dos pontos fortes que destacam o jogo e colocam ele facilmente lá na frente pra mim: diversidade.
Você tem muito a explorar no jogo e ele nunca te deixa na mão nessa questão, e a variedade de inimigos só aumenta a cada quadro novo explorado, dando uma inovada em como combate-los e deixando as coisas sempre frescas.

- E o que ele tem de áreas, ele também não falta em conteúdo. Junto com os já citados 1000% total de mapa a se realizar, ele contém uma boa quantia de Quests a se realizar caso o jogador queira dar uma descansada da rotina principal e voltar a explorar áreas antigas. E não só isso, tanto Jonathan possui uma gama única de habilidades e subarmas para se utilizar, Charlotte também tem um emaranhado enorme de magias para utilizar, fazendo com que o jogador tenha uma opção enorme ao seu dispor para combater tudo quanto é inimigo, e o sistema de gameplay Cooperativo onde é possível jogar com os dois ao mesmo tempo só aperfeiçoam ainda mais, fazendo com que o jogador tome mais estratégias durante lutas mais complicadas.
Jonathan pode chamar a atenção de inimigos para si mesmo e aguentar a pancada enquanto Charlotte pode carregar uma magia forte na retaguarda e talvez dar o golpe decisivo.
Não bastando isso, o jogo contém um total de CINCO personagens extras para serem desbloqueados e curtir todo o castelo e as áreas do quadro uma outra vez caso queira revisitar o jogo denovo o futuro mas quer uma experiência um pouco mais nova. Um Metroidvania que pode facilmente dar mais de 40h de jogo para aquele que quiser degustar tudo o que ele tem a oferecer.

- Personagens... ah, personagens... como eu amo esse Cast todo do jogo, até mesmo os vilões são carismáticos, mesmo que não deêm tanto as caras. Porém, Jonathan e Charlotte são extremamente divertidos de se conhecer e jogar com. A cada momento especial do jogo você pode acessar a opção de Talk no menu principal e tanto ambos fornecem dicas ao jogador quanto podem realizar uma conversação dependendo do que está rolando. As lutas entre chefes são alguns dos momentos mais divertidos de se checar essa opção. Dou destaque contra a Astarte em Sandy Grave, chefe que pode fazer Jonathan se apaixonar durante a luta e forçar o jogador a lutar sozinho com a Charlotte. Caso derrote Astarte durante a transe de Jonathan, Charlotte manda ele "Tomar jeito" e ele responde com o famoso "Foi mal...", são momentos simples assim que dão riqueza a jogos e mais alma ainda a eles, detalhes simples mas que estão ali e crescem os personagens mais e mais, fazendo você se apegar a eles.
E o jogo possui provavelmente a Final Boss mais fantástica da franquia inteira. 
Dracula e Death ao mesmo tempo. Se você está em dois, nada mais justo que os vilões atacarem juntos também não é ? Simplesmente fenomenal...

1 - Danganronpa 2: Goodbye Despair

- O exemplo de continuação.
Danganronpa 2 aperfeiçoa tudo o que fez o primeiro Danganronpa ser um jogo especial e único e expande e torna tudo ainda melhor, sendo ainda mais longo, com Trials mais complexos e capítulos também tão longos quanto e as mais mirabolantes formas de se assassinar alguém.

- Com seu enredo que usa da mesma premissa inicial que o jogo anterior, mas as formas como as coisas se desencadeiam e no final são resolvidas, diferente do jogo anterior, são raros o momento onde você de fato sente raiva ou desgosto do criminoso, apenas pena. Diante de uma situação onde se é colocado com estranhos, ás vezes a cabeça pode te afetar, você sente falta daqueles que gosta... é aí que o "desespero" pode vir a tomar conta. 
E esses personagens enfrentam isso na pele a cada novo capítulo, onde são a confiança que eles tentam construir para superar toda a situação ferrada, é colocada a teste quando um dos seus companheiros é misteriosamente assassinado.

- Os já citados Class Trials são um dos aspectos que tornou Danganronpa uma das séries mais únicas dentro de um mercado repleto de mesmice. Debater e encontrar a verdade enquanto se resolve puzzles, mas antes disso tudo, passando por uma sessão de investigação do caso de assassinato e ao voltar ao Trial, ver como cada peça cai uma por uma fazem com que o jogador na maioria das vezes não acredite em como aquilo foi realizado e ao final, a conclusão deixa muitos de boca aberta. Tudo isso acompanhado de muito drama e tensão e discussões longas e pesadas, que andam de mãos dadas com uma trilha sonora simplesmente fenomenal.

- Um dos, se não o Cast de personagens mais único que eu já vi num jogo.
Todas essas caricaturas são os meus anjos e eu protegerei cada um deles até o último suspiro da minha vida... Esses personagens são extremamente únicos e extremamente especiais um dos outros e apesar de serem "Super Colegiais", eles tem problemas e passam por tantas dificuldades quanto a gente e conhecendo cada um deles no jogo, você vê o quão precioso eles são e a animação que continuou o arco deles só me fez ama-los mais e mais.
Dentre toda a franquia, o Cast de Danganronpa 2 é provavelmente o que mais sofreu dentre todos os outros, sendo submetidos a situações horríveis apenas para ter de reviver todo o inferno mais uma vez.
Hinata, o protagonista do jogo é o mais especial de todos pra mim por que eu via muito do meu eu antigo nele e um pouco até hoje. 

- Enfrentar a verdade. Ás vezes nós gostamos de esquivar dos fatos e realidades e tentar distorcer tudo para ficar mais conveniente. Mas... nem sempre isso pode ser feito e é necessário aceitar a verdade, por mais difícl que seja ou o quanto ela vá doer, o jogo ensina constantemente essa lição para o jogador e é algo que se levado para fora, pode fazer você crescer mais como pessoa e também ajudar a passar por diversas dificuldades pois dificuldades são obstáculos que se superados, você pode seguir ainda mais forte.

Eeeee acho que é isso aí ? Talvez eu tenha me perdido em algum momento, urgh... é muito difícil falar desses jogos e ter de se segurar, normalmente eu saio fazendo uma bíblia enorme... ehehe

Eu vou convidar quem quiser para fazer o desafio! Mas especialmente queria ver a lista do @emphighwind , @kotarou e @vinix e do @zefie e o @zir0 !

Danganronpa 2: Goodbye Despair

Platform: Playstation Vita
97 Players
104 Check-ins

41
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    _gustavo · 10 months ago · 3 pontos

    Não tem Gacha, achei fake shaushauhsaushsa
    Excelente lista, preciso experimentar a série Danganronpa ainda ^^

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    geekanalisando · 10 months ago · 2 pontos

    A ambientação do Portrait Of Ruin é realmente sensacional. Curto quase todos os Castlevanias, mas esses do DS são meus favoritos. No meu caso, particularmente o Order Of Ecclesia. Difícil alguém citar algum deles como favorito... :)

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    vinicios_santana · 10 months ago · 2 pontos

    Conheci tardiamente Resident evil 1 e 2 e se tornaram favoritos do ps1, foi muito bom de jogar, mesmo atualmente.

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    jcelove · 10 months ago · 2 pontos

    Ai sim Katsu, sdds dos comentarios mais recheados sobre seus gaems favoritos!
    O SMT apocalypse foca bastante no desenvolvimento dos personagens e tem uma party surpreendentemente cativante, foi o q me forçou a jogar ate o final, mesmo detestando a forma como ele força pra apenas um final. O SJ me interessou ja no plot inicial, pena q crashou no meu r4.

    Mesma coisa pro PoR que queria muito jogar, vi umas cenas soltas e a dupla é maneiraça. So de retomar a historia do bloodlines ja valeria a pena, um dia pego. Nao asbia da parte de explorar fora do castelo e nem desses 1000%...hehe

    Dangan 2 foi uma experiencia exquisita pra mim ate a revelaçao do final fazer a coisa ter sentido. Fiquei o jogo inteiro achando uma "copia" do primeiro. Os personagens novos lembravam demais o cast original e isso me incomodou muito. No fim curti mas ainda acho o primeiro jogo melhor.

    Enfim so jogão.hehe

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    santz · 10 months ago · 2 pontos

    Mega Man X6 todo mundo fala mal, mas eu também curto demais ele. Pra mim, é o melhor da trilogia PS1.

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    andre_hirosaki · 10 months ago · 2 pontos

    Portrait of ruin é muito divertido. O ponto forte dele pra mim é a variedade de cenários, desde as pirâmides até ir p Inglaterra. E a exploração é muito boa tbm.
    RE 2 é um grande re msm, adorei jogar jogar ele e liberar claire A, leon B e vice versa

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    ersatzgott · 10 months ago · 2 pontos

    Adoro MMX6 e RE2 também

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    zefie · 10 months ago · 2 pontos

    Tinha certeza que teria Danganronpa e Megaman, mas ser justamente o X6 me surpreendeu ahahahahaha. Eu pretendo comprar o Killing Harmony, tenho bastante interesse já que gostei muito dos animes (o que rola no 3 Despair Side é bem tenso).
    Curioso como mesmo jogando tanto gacha, no fim esses jogos acabam não entrando num top melhores nunca, né? Parece que a gente joga (e gosta) mais pelo hábito que se adquire com esses jogos, mas a experiência que eles passam de verdade não é tão forte e não marca muito.

    Verei de fazer o meu desafio amanhã e dessa vez vou tentar fazer só de cabeça mesmo, pra ser o mais natural possível.

    2 replies
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