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  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-06-01 21:16:58 -0300 Thumb picture
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    Post by zyotic: <p><strong>Golden Sun (Parte 1)</strong><br><br>3 a
    Golden Sun

    Platform: Gameboy Advance
    1386 Players
    89 Check-ins

    Golden Sun (Parte 1)

    3 anos se passara após os eventos traumáticos do passado de Isaac, Garret e Jenna. A garota vai se encontrar com os dois e vê Isaac concertando o telhado para sua mãe, ela decide deixar ele por enquanto em sua tarefa e vai falar com Garret que estava a poucos metros de distância dali praticando sua psinergia para mover uma pedra.

    Os dois tem um diálogo onde Jenna questiona se ele e Isaac tem treinado por arrependimento de não serem tão fortes para fazer nada no passado, mas diz para eles não se preocuparem pois ela deseja prosseguir com sua vida. Em seguida vemos uma cena cômica em que a dupla chama Isaac para se unir ao grupo e juntos visitarem Kraden, um sábio que tem vivido no vilarejo a algum tempo.

    A mãe de Isaac o deixa ir e nesse momento você pode explorar Vale. Descobrimos que o uso da psinergia é proibido na frente de forasteiros e é um segredo dos habitantes, mas devido a confiança que conquistou, Kraden é uma exceção a essa regra. Ficamos sabendo também que alguns novos visitantes misteriosos estão na cidade e podemos encontrar um deles no INN local.

    Não tem muita coisa para se ouvir aqui, pois ele apenas nos pede para sair de perto. Vamos então visitar o sábio, mas no caminho encontramos com os dois seres misteriosos que atacaram Isaac e Garret no passado. Ouvimos alguns diálogos deles falando sobre Kraden e sua pesquisa, mas somos vistos por eles. Os dois garotos não se lembram de já os terem visto, mas descobrimos que eles estão interessados no Santuário do Sol assim como o velho sábio.

    Descobrimos que o homem se chama Saturos e a mulher Menardi. Eles nos deixam ir e podemos finalmente nos encontrar com Kraden. Ele fala um pouco sobre suas teorias da origem da alquimia no mundo, que por sua vez foi aquela que criou a psinergia. Enquanto fala sobre seus estudos ele convence o grupo a investigar o interior do Santuário, pois a forma como os dois falaram dele pareciam já ter estado lá dentro.

    Eles entram escondidos no local e temos nossa primeira dungeon. Aqui temos alguns puzzles de pular por plataformas achando a passagem correta, precisamos achar uma gema e colocar em uma estátua e por fim mover algumas estátuas com o poder da psinergia para encontrar a passagem secreta. Temos algumas batalhas fáceis aqui para podermos experimentar um pouco do sistema de combate do jogo.

    Chegamos então a sala do Sol e da Luna, um salão com um quebra cabeça simples que desativa a armadilha do santuário e abre um portal para outra área. Nós chegamos então no interior do Mt. Aleph e Kraden fica fascinado com o que ele vê.

    Ele nos conta que as estrelas elementais foram criadas na origem da alquimia e são o coração de toda a psinergia. Por anos muitos pesquisadores sonharam em estudar os poderes desses elementos pois dizem que elas são capazes de criar até mesmo a Pedra Filosofal.
    Decidimos pegar as estrelas para o sábio, então Isaac e Garret atravessam as plataformas e vão coletando uma de cada vez.

    Porém assim que pegamos a terceira nós vemos que Kraden e Jenna foram pegos de reféns por Saturos, Menardi e o mascarado misterioso que estava no INN. Eles nos ameaçam a entregarmos as estrelas em troca da liberdade de seus amigos, mas embora o protagonista concorde com a ideia o velho diz para ele não fazer isso sugerindo que não há garantias nesse acordo.

    A dupla de vilões então decide convencer o grupo que vão honrar o acordo ordenando ao seu terceiro membro a remover sua mascara, que com exitamento aceita.
    E para a surpresa de todos ele se revela ser Felix, o irmão de Jenna que todos acreditavam ter morrido.

    Ele revela que foi salvo enquanto era levado pela correnteza e deve a sua vida aos dois que tem o criado desde então. Isso os convencem de que Saturos e Menardi não vão machucar ninguém e eles decidem entregar os artefatos. Um quarto membro do bando chamado Alex surge de repente e pega as estrelas das mãos dos protagonistas. Eles então são forçados a recolher a ultima estrela para que sejam deixados em paz.

    Porém ao retiraram a ultima estrela do seu pedestal o poder começa a sair do controle e o monte entra em erupção. Uma criatura misteriosa conhecida como o Grande Sábio aparece e espanta os vilões que acabam levando Jenna e Kraden de reféns para que os garotos vão atrás deles com a quarta estrela.

    Isaac e Garret ouvem as palavras do Grande Sábio que conta que o poder foi desbalanceado e o mundo corre o risco de ser destruído. Eles testemunham o despertar de algumas criaturas chamadas Djinns e são teleportados para fora pelo ser sábio.

    Ao retornarem para a vila eles contam tudo que testemunharam no santuário e o curandeiro da vila recebe uma visão do Grande Sábio confirmando a história. Ele revela que o mundo corre o risco de chegar ao fim, mas não pode fazer nada para ajudar. É dever dos humanos lutarem pela sua própria sobrevivência se quiserem.
    Quando questionado se os dois garotos são destinados a ir nessa jornada ele diz que não. Embora eles sejam responsáveis pelas ações que levaram aquele momento é escolha deles se vão aceitar essa missão ou não. Isso é bem legal pois o jogo deixa claro que nenhum deles são escolhidos pelo destino ou algo assim, poderia ter sido qualquer outra pessoa no lugar deles, mas é a sensação de dever que os coloca na jornada e não uma lenda whatever.

    No dia seguinte eles recebem o adeus da vila, mas a mãe de Isaac não consegue estar presente para dizer adeus ao seu único filho depois de já ter perdido o marido. Assim os dois precisam iniciar essa jornada pelo mundo em busca dos faróis elementais que não podem ser acendidos com o poder das estrelas, pois isso certamente destruiria o mundo.

    Logo que saímos para o overworld a primeira vez encontramos com Flint, o Djinn Vênus e ele se une a nós. Temos então o tutorial explicando como funcionam os Djinns no jogo.

    Basicamente eles devem ser equipados nos personagens e de acordo com a combinação de quantidades e elementos mudam os atributos e até mesmo as psinergias dos protagonistas. No começo temos poucas opções, mas com o tempo conforme vamos ganhando mais deles teremos uma boa customização para os personagens.

    Em batalha cada um deles tem um poder que pode ser usado. Alguns causam dano elemental, outros curam, dão buffs, debuffs etc. Mas quando usados dessa forma eles desequipam do personagem, porém ficam disponíveis para serem invocados criando enormes ataques de summons inspirados em FFs. Depois dessa invocação eles precisam ficar em cooldown por um curto tempo, mas são equipados de novo no personagem voltando a conferir seus atributos.

    Essa ciclo de uso de habilidades e invocações adiciona mais a parte estratégica do jogo e vai ser importante aprender a tirar o melhor proveito dela para que possamos progredir no futuro.
    Por enquanto eu deixo esse check-in aqui, mas daqui a uns dias tem a parte 2.

    5
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-06-01 12:52:20 -0300 Thumb picture
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    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy III (Parte 1)</strong></p>
    Final Fantasy III

    Platform: PC
    161 Players
    70 Check-ins

    Final Fantasy III (Parte 1)


    Após receber nossos jobs iniciais o grupo retorna ao castelo de Sasune e purifica o Mythril Ring. O rei nos presenteia com a canoa, libera Ingus de seus serviços para que ele prossiga na viagem e a princesa Sara se despede de nós desejando uma viagem segura.

    Partimos para Kazus e logo na entrada da cidade o pai de Refia tira ela forçadamente da party para que possa retornar ao seu treino de ferreira. Enquanto isso Luneth e os outros se encontram com Cid que agora consegue pilotar novamente seu airship e diz ter um plano para atravessarem o deslizamento de rochas ao sul que impede a passagem de volta para sua cidade natal.

    Ele pede ao ferreiro para que construa um ariete e instale em seu veículo voador. Após pronto nos vamos até nosso transporte e somos surpreendidos por Refia que fugiu de casa novamente para poder continuar conosco na missão dada pelo cristal.

    Usando a arma nós abrimos a passagem, mas o airship é destruído no processo. Fazemos o resto do caminho a pé até Canaan, onde Cid nos deixa para retornar a sua casa. Nessa cidade podemos fazer a sidequest de recurar a esposa de Cid que tinha adoecido dando um Elixir que pode ser encontrado na própria cidade e isso nos confere alguns itens e Gil como recompensa.

    Ainda em Canaan nós ficamos sabendo que uma jovem da cidade está depressiva pois o homem que amava a deixou partindo em uma jornada. O grupo decide seguir seus passos até uma montanha chamada de Dragon Peak, mas enquanto escalavam eles são capturados pelo dragão que os jogam em seu ninho.

    Aqui eles acabam achando o tal homem que procuravam. Seu nome é Desch e ele diz estar com amnésia, por isso fugiu para tentar descobrir qual é a sua missão no mundo.

    O dragão retorna e fugimos todos juntos montanha a baixo. Quando estamos em segurança novamente Desch nos dá a magia Mini e diz que com ela podemos encolher ao tamanho dos Gnomos e achar o vilarejo oculto deles.

    Usando a magia nós encontramos a vila e após ajudar o médico local, que também estava com a saúde ruim, somos recompensados com uma passagem secreta para outra parte do continente.
    Durante as próximas partes do jogo vamos ter várias situações em que precisamos estar com o status de Mini para passar, durante esse momento nosso ataque físico fica muito limitado, então só podemos atacar efetivamente com magia.
    Para compensar isso eu troquei os jobs de Arc e Refia e fiz os dois também serem Red Mages. Agora toda vez que eles ganham uma batalha na animação de vitória parece que o Ingus está p*to por que não faz parte do clubinho aushauhsua

    Ao sair da passagem secreta dos Gnomos a gente acha a base dos Vikings e descobrimos que um dragão marinho está atacando todos os barcos. O líder do bando nos oferece o seu ultimo barco caso nós derrotemos esse monstro, mas essa luta é impossível de vencer e o correto a se fazer é viajar para o norte até o Nepto Temple.

    Dentro do templo temos outra dungeon em que precisamos encolher para atravessar. Assim fazemos e nosso caminho leva até o boss do local que é um ratão que roubou o olho de rubi da estatua do Nepto Dragon. Após a luta nos recuperamos a gema e com ela de volta ao seu lugar original o dragão marinho acalma sua ira e volta a adormecer.

    Agradecido, o líder dos Vikings honra suas palavras e nos deixa levar seu barco. Isso vai abrir todo o mar interno desse continente onde os protagonista vivem,

    Temos nessa parte um pouco de exploração livre e dá pra achar vários lugares com tesouros e segredos. Não entrar em detalhes nessa parte, mas pra resumir tem uma vila no leste onde vendem Gysahl Greens para atrair o Fat Chocobo em uma floresta dessas aves ao oeste do mapa depois do deserto e próxima a uma cidade de um povo descendentes dos antigos.

    Tem um castelo abandonado cheio de tesouros no meio do mapa e no canto noroeste existe uma área nas montanhas onde vive um povo nômade. Os habitantes locais nascem cegos, mas tem o dom da previsão e nos contam que o destino de Desch estará na torre que existe ao norte do continente.

    Para entrar na Tower of Owen nós temos que usar a magia Toad e atravessar uma passagem cheia de água. Essa parte foi completamente "tanto faz" por que depois que você passa da porta você pode desfazer o status de Toad da party. Eu acho que os desenvolvedores só usaram esse "bloqueio" e a parte anterior que você precisa do Mini para te obrigar a ter jobs magos na party e conversar com o NPC apropriado da história primeiro. Design meio preguiçoso na minha opinião para justificar a narrativa.

    Enfim, a torre toda é uma grande máquina que funciona com um motor movido a fogo e durante a subida somos ameaçados por uma voz misteriosa. Desch está certo que sua presença ali é necessária e diz para nós estar pronto para o que vier em seguida. (Famosas últimas palavras)

    No topo da torre vemos que um monstro Medusa estava tentando sobrecarregar as chamas do núcleo da torre dizendo que isso ia destruí-la. Sua intenção com tudo isso era para ajudar os planos daquele que ela chama de Lorde Xande em mergulhar o mundo nas trevas.

    Essa luta foi um pouco difícil pois Medusa ataca duas vezes por turno e tinha chance de focar no mesmo personagem nos dois ataques. Suas magias de trovão e fogo também tiravam muito dano, então deixei Ingus a maior parte da luta curando e os outros spammando magias de gelo.

    Após a vitória Desch nos diz que se lembrou de quem era. Sua missão é ser o guardião dessa torre e ao ver como as chamas já estavam ficando fora de controle ele decide que precisa se atirar no fogo para poder estabiliza-las. Os protagonistas tentam convencer ele a resolver as coisas de outra forma, mas ele está decidido que não há outra maneira de resolver e faz o seu sacrifício para salvar a vida de todos desejando sucesso durante o resto da jornada dos guerreiros da luz.

    Após esse evento a party é magicamente transportada de volta para seu navio e com a Tower of Owen estabilizada de novo o redemoinho que impedia a nossa saída do mar interno para o externo deixa de existir.

    Agora podemos acessar algumas áreas que não eram acessíveis de outra forma e continuar nossa jornada. Mas isso fica para o próximo check-in.

    5
  • tiagotrigger Tiago Prado Oliveira
    2020-05-30 16:56:11 -0300 Thumb picture
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    Nintendo Switch | Ant-gravity: Tiny's Adventure

    Galera, não sou marketeiro, então vou direto ao assunto, kkkk.

    O jogo que fiz Ant-gravity, está oficialmente disponível para Nintendo Switch. 😁🙋
    https://www.nintendo.com/games/detail/ant-gravity-tinys-adventure-switch/

    Ant-gravity: Tiny's Adventure é um jogo de Plataforma 2D com elementos de quebra-cabeça. Você controla Tiny, uma formiga que de alguma forma é capaz de controlar a direção da gravidade. Use sua habilidade de manipular a gravidade em quatro direções e suas habilidades em jogos de plataforma para superar os desafios deste jogo 2D clássico.

    Link PR com mais informações

    (agora falta cadastrar ele na Alva pra Switch também)

    Ant-gravity: Tiny's Adventure

    Platform: PC
    13 Players
    14 Check-ins

    78
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-30 15:00:49 -0300 Thumb picture
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    Post by zyotic: <p><strong>Golden Sun (Prólogo)</strong></p><p><br>
    Golden Sun

    Platform: Gameboy Advance
    1386 Players
    89 Check-ins

    Golden Sun (Prólogo)


    Decidi em paralelo a jogatina de Final Fantasy III re-jogar este que está na minha lista de melhores RPGs de todos os tempos e é o melhor RPG original de GBA.

    (As prints estão com scanlines por que eu uso esse filtro quando estou jogando, se ficar muito ruim avisa nos comentários que um printo sem o efeito =p)


    Golden Sun é em sua aparência superficial um RPG medieval que conta as aventuras de um grupo de jovens que acabam entrando em uma jornada para salvar o mundo de uma destruição eminente pelo uso de poder descontrolado. Mas não deixe que essa sinopse resumida de algumas linhas te afaste desse jogo, pois ele tem muito mais a oferecer que apenas isso e no decorrer do jogo vão sendo introduzidas novas mecânicas e um enredo envolvente.

    O jogo conta com uma das melhores introduções dos RPGs que eu já joguei: Nosso protagonista, Isaac, é acordado por sua mãe. Não por que é seu aniversário de 16 anos e ele tem que falar com o rei ou por que ele precisa ir passear em um festival na sua cidade, mas por que uma enorme tempestade seguida da erupção do Monte Aleph está ameaçando a vida de todo mundo ali presente!

    O vilarejo do protagonista fica sob os pés de um vulcão que até então estava adormecido por anos, mas alguma coisa aconteceu e está provocando sua erupção. A mãe de Isaac sai de casa com o filho e encontra seu marido que diz ir ajudar o resto das pessoas do vilarejo com sua psinergia para que as rochas caindo não destruam tudo. Logo nesse começo somos apresentados ao fato de que todos nessa vila tem esse poder chamado de Psinergia que nada mas é do que poderes mentais. Seus principais usos incluem mover e pegar objetos, mas ao longo do jogo veremos outros usos mais avançados como congelar a água, crescer plantas e até ler mente dos NPCs!

    O pai e a mãe de Isaac o pedem para ir até o centro da vila enquanto procuram ajudar aqueles que precisam no caminho. Enquanto rumava para lá ele encontra seu melhor amigo, Garret, que tentava salvar suas coisas, mas é convencido a deixar elas para trás e salvar sua vida. 

    É importante eu ressaltar aqui como Golden Sun não é um jogo tão antigo, mas pega propositalmente muitos conceitos dos RPGs clássicos como Dragon Quest e Final Fantasy para fazer referências: O protagonista é um herói mudo, mas a todo momento podemos responder perguntas feitas a ele com "Sim" ou "Não", que embora não mudem a história servem para dar um mínimo de roleplay ao jogador no papel de Isaac. O menu do jogo também foi claramente inspirado em DQ, pois ao invés de ser aberto com o botão START como já era o padrão nos RPGs do GBA (Esse botão abre a tela de opções) é o botão A que abre o menu de ações/psinergia/inventário do jogo, exatamente como nos primeiros jogos de RPG da Enix.

    No caminho para o centro do vilarejo de Vale nós vemos alguns dos anciões tentando segurar uma rocha enorme que estava rolando do Mt Aleph com todo o resto de suas psinergias.

    (Btw, essa é uma versão traduzida da ROM feita por Kyle the Runner)


    Nessa parte do jogo podemos encontrar alguns inimigos e experimentar o sistema de batalha do jogo. Ele é um típico RPG de turnos bem simples onde termos a opção de atacar fisicamente, usar psinergia (Que é a magia desse jogo, mas Isaac e Garret ainda não possuem nenhuma ainda), usar Itens, Defender ou Fugir. Eventualmente nós vamos ganhar mais comandos dentro da batalha que aumentam suas possibilidades estratégicas quando um novo recurso do jogo for adicionado durante a história, mas falo dele quando chegar a hora.

    O diferencial aqui é que a câmera de luta foca nas costas dos personagens e vemos eles fazerem todas as animações de ataque, psinergia, receber dano etc. Outra referencia aos RPGs antigos também está presente no sistema de batalha ao atacar um inimigo: Se você comanda mais de um personagem para atacar o mesmo alvo e ele morre antes do personagem seguinte realizar sua ação ele não direciona o ataque para o próximo inimigo na luta como é o padrão hoje, ao invés disso ele usa o comando de defesa. Isso era usado em alguns RPGs como o primeiro FF por exemplo em que você tem que ter um mínimo de planejamento dividindo seu dano de forma consciente em luta ao invés de apertar o botão A sem parar.

    Antes de chegarmos ao centro de Vale vemos uma cena acontecendo: Encontramos os pais de Isaac, Jenna (Outra amiga nossa), seus pais e seu irmão Felix que está se segurando em um destroço no rio para não ser levado pela correnteza. 

    A mãe do protagonista diz que vai pedir ajuda e pede para Isaac e Garret procurem também por alguém que ainda tenha psinergia sobrando para ajudar a resgatar o garoto, pois os adultos ali já tinha esgotado todo seu MP.

    Assim eles fazem indo até a praça principal e pedem ajuda ao prefeito que manda um dos homens que tinha acabado de restaurar suas energias para o resgate.

    Isaac, Garret, Jenna e o homem voltam até a cena do acidente e se aproximam para ele alcançar Felix com suas forças, mas antes que cheguem perto o bastante o pior acontece!

    A rocha gigante que rolava montanha abaixo atropela todos em seu caminho fazendo com que em questão de segundos Isaac ficasse orfão do pai e Jenna perdesse toda a sua família!

    Ninguém sabe o que fazer após o choque inicial, apenas o nosso protagonista consegue se mover e tentar correr de novo para a praça em busca de ajuda. Garret também sai do estado de torpor e o segue para ajudar, mas em seu caminho Isaac encontra Jessie e James duas figuras misteriosas que conversam sobre como eles não esperavam que a fúria do Mt Aleph fosse tão terrível, mas que na próxima seria diferente.

    Os garotos são vistos pela dupla que tentam silencia-los e entramos em uma luta que não podemos vencer. Após nossa derrota os dois fogem e Isaac e Garret ficam desmaiados até serem encontrados mais tarde pelos habitantes de Vale.

    Assim 3 anos se passam após essa noite terrível e o jogo começa pra valer. 

    Eu amo essa prólogo de Golden Sun, por que tanta coisa emocionante já acontece nos primeiros 15 minutos de jogo e te coloca no clima, além de deixar uma série de perguntas sem respostas para você ficar curioso.

    Espero que se você leu até aqui e nunca jogou esse jogo tenha ficado com vontade de jogar ele e se já jogou antes lembre dessa pérola de peso do GBA.
    Até o próximo Check-in de GS!

    8
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Achava legal as batalhas dele mas os puzzles me afastaram U_U

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      kalini · about 1 month ago · 1 ponto

      O jogo que eu disse ser genérico e menosprezei no grindingcast.

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      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      Eu joguei, mas acabei largando sei lá. Um dia eu tento zerar ele de novo.

  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-29 18:20:29 -0300 Thumb picture
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    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy III (Prólogo)</strong></p>
    Final Fantasy III

    Platform: PC
    161 Players
    70 Check-ins

    Final Fantasy III (Prólogo)


    Com FFI e FFII completados chegou a hora da aventura dos irmãos cebolinhas em FFIII! Excerto pelo fato de que eu estou jogando a versão remake da Steam onde no lugar dos cebolas temos personagens com personalidade de verdade aqui aushuahsua

    Eu não devo ter jogado mais do que umas 2 ou 3 horas desse jogo na minha vida, mesmo tendo ele a anos. Não que eu considere ele um FF ruim, só acho o começo dele tão lento que me dá sono, mas eu prometo que dessa vez eu só paro quando terminar! Se eu passei pelo FFII eu consigo passar por esse também!

    Então nossa história começa com Luneth, orfão de Ur que caiu em um buraco aberto por um terremoto enquanto explorava os arredores de sua vila. Logo de cara o jogo nos coloca em nossa primeira batalha de tutorial.

    O sistema de batalha desse jogo continua sendo de batalha por turnos como nos dois primeiros FFs, mas algumas diferenças (nessa versão do Rmk) são aparentes para mim: 

    * Não existe o atalho de apertar os botões L+R juntos para dar o comando de fugir em todos os personagens, você tem que apertar o botão R para cada um deles em batalha.
    * Segurar o botão X não pressiona de forma turbo os comandos selecionados pelo cursor na batalha.
    * Temos agora um modo Auto-Battle que acelera em 2x as animações e repete o comando de ataque enquanto ativo (Que é uma solução parcial ao segundo ponto)

    Algumas coisas dessas eu sinto falta, mas não vai estragar a experiência do jogo. No final da dungeon inicial temos o primeiro chefe: Land Turtle.

    Essa luta fica fácil se você usar os Antartics Winds que conseguiu no mapa, mas guardei pelo menos 1 deles para uma luta mais a frente.

    Luneth então ouve a voz do cristal que o orienta a buscar os outros escolhidos e o teleporta de volta para a superfície onde o mesmo retorna a Ur. Chegando na cidade ele descobre que deve partir numa jornada pois todo mundo já sabe sobre o que o cristal disse a literalmente 15 segundos atrás e vemos Arc, melhor amigo também orfão de Luneth, sofrendo bullying. O garoto sai correndo e vemos que ele planeja investigar o caso dos fantasmas na cidade vizinha de Kazus.

    Nessa cidade reencontramos Arc que se une a party e descobrimos que os "fantasmas" na verdade são as pessoas que foram amaldiçoadas a ficarem transparentes pela maldição do Djinn, uma criatura que escapou do selo que o prendia em uma caverna. Descobrimos que só o Mythril Ring pode selar a criatura de volta e liberar a maldição, mas o ferreiro não pode produzir um novo anel nesse estado e sua filha-aprendiz desapareceu.

    Em Kazus também encontramos Cid que nos oferece seu Airship para tentarmos achar uma forma de quebrar a maldição e ao entramos no veículo encontramos a filha desaparecida do ferreiro. Seu nome é Refia e ela nos conta que também deseja ajudar com a cidade, mas fugiu pois não deseja ser uma ferreira como seu pai espera.

    Juntos os 3 vão para o castelo de Sasune e conhecem Ingus, cavaleiro do rei. Descobrimos que ele se salvou da maldição pois retornou de viagem e encontrou seu suserano e sua terra natal assim. Convencemos ele a nos deixar conversar com o rei para pedirmos o Mythril Ring que ele possui, mas o monarca nos informa que sua filha, Princesa Sara, já levou o anel para confrontar sozinha o Djinn.

    Ingus pede para acompanhar o grupo e com nossa party enfim completa vamos atrás da princesa e do primeiro boss do jogo. 

    Na Sealed Cave que fica no norte do mapa nos temos a primeira dungeon de verdade do jogo. Os inimigos aqui são na maioria undead, então a espada Wightslayer que fica guardada na torre de Sasune, o arco com as Holy Arrows também encontradas lá e a magia Cure usada ofensivamente ajudam bastante. Os ataques básicos dos inimigos nesse começo podem tirar bastante HP dos personagens então grindar uns 3 lvls antes de correr pro boss já ajuda e é bem rápido de se fazer.

    No meio do caminho achamos Sara, que se recusa a voltar e diz que vai nos acompanhar na missão. Ela é a primeira guest que teremos na nossa party ao longo do jogo e tem chance durante a batalha de aleatoriamente usar cura no grupo ou magia de vento nos inimigos. Uma adição interessante ao sistema de batalha simples do FFIII, mas que só esta presente em algumas poucas áreas.

    Ao encontramos o Djinn, a princesa tenta selá-lo com o poder do anel, mas este falha e o monstro diz que não pode mais ser detido graças ao poder das trevas ao qual ele se infundiu. 

    Essa luta pode ser duas coisas: Difícil ou ridiculamente fácil se você como eu pegou a magia Blizzard e/ou guardou Antartic Winds: Dois usos do item e o Djinn morreu sem nem fazer um único ataque, nem deu tempo do Blizzard ser usado pelo personagem.

    Após a vitória o monstro enfraquecido é selado no anel e os protagonistas começam a sumir lentamente. Antes de desaparecer Ingus pede para que Sara retorne sozinha para o castelo e esperem por eles lá. (Por que f*da-se aushuahs)

    Luneth se vê na câmara do cristal, que revela que os quatro serão os novos guerreiros da luz. Eles recebem a missão de ir atrás dos outros cristais elementais e recebem seus primeiros Jobs no jogo, que são uma referência as 6 jobs do FFI: Warrior, Thief, Monk, Black Mage, White Mage e Red Mage.

    Então vejamos, como vamos montar a nossa party pra começar..... Na CGI de opening do jogo somos mostrados ao que seria considerado o canon dentre os jobs iniciais para cada personagem: Luneth como Warrior, Arc como Black Mage, Refia como White Mage e Ingus como Red Mage. Já sei exatamente o que fazer!

    Ingus, um dos cavaleiros do rei, você será nosso White Mage e vai pra back row! Refia, nossa única mulher na party, você vai ser a Monk pra dar soco na cara de todo mundo! Arc, o mais sensível e nerd do grupo, você será nosso Warrior na linha de frente! E Luneth, como é você que eu vou ver andando no mapa 99% do tempo vai ser Red Mage, por que é estiloso pra c*ralho!

    PERFEIÇÃO!!! (Ingus parece tão feliz com seu Job <3)

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      kalini · about 1 month ago · 3 pontos

      Mais um RPG melhor que dragon quest, haha!

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      jogaveio · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu tentei jogar esse jogo duas vezes (versão do nintendo DS) e dropei, achei o FF mais miserável de todos os que eu joguei... Boa sorte...

      2 replies
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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      Essa versão é de doer, hein? Ninguém merece modelos super deformed em 3D. Pessoal tem alergia a 8-bits, por isso é uma honra jogar jogos como firam lançados anteriormente.

      3 replies
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-28 13:07:41 -0300 Thumb picture
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    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A new journey began..
    Final Fantasy II

    Platform: PSP
    512 Players
    59 Check-ins

    Final Fantasy II - A new journey began... (Final)


    Com o jogo base completo, basta apenas realizar os conteúdos extras disponíveis nessa versão do jogo: Arcane Labyrinth e Soul of Rebirth.

    Começaremos com Arcane Labyrinth pois ele é acessado no jogo principal pelo grupo de Firion. O objetivo aqui é completar 3 dungeons de 3, 8 e 11 andares com pisos determinados através do sistema de Key Terms do jogo. De acordo com a key term escolhida ao entrar em um desses nós teremos um piso pré definido.

    Dentro da maioria dos pisos existem alguns puzzles opcionais que ao serem completados garantem um novo Key Term que vai abrir mais opções de andares. Cada um desses pisos acumula um sistema interno de pontos para cada um dos 10 personagens jogáveis na história e ao final da sequência o personagem com a melhor pontuação vai receber sua Ultimate Weapon.

    Embora esse desafio possa ser completado antes do endgame e ser usado para quebrar o jogo ao conseguir uma arma poderosa muito cedo, meu interesse não é o equipamento, eu só quero derrotar os dois bosses associados aqui: Phrekyos e Deumion.

    Após atravessar os 3 labirintos é aberto o Arcane Altar que fica escondido ao norte de Paloon. Descendo um longo conjunto de escadas encontramos com o guardião Deumion que nos testa invocando uma criatura chamada Phrekyos.

    Após a vitória nós falamos novamente com Deumion e temos 3 opções: Ganhar a arma final de um dos personagens escolhida pelo sistema de pontuação do labirinto, entregar um Key Item e receber a magia exclusiva Revive (Que restaura todo o HP e MP da party e de todos os inimigos na luta lol) ou podemos falar um Key Term específico e lutaremos contra ele para conseguir uma magia que faz o contrário da Revive.

    Ambas as lutas eram pra supostamente serem superbosses exclusivos da versão, mas no final foram os dois mais sem graças dentre todos os bosses opcionais da franquia. Eu não tive que grindar mais do que naturalmente meus personagens já tinha upado ao longo do jogo. Na primeira tentativa já consegui fazer os dois usando magias de suporte e ataques fortes com armas.

    A vitória garante a magia Destroy, que como dita anteriormente faz o contrário da magia Revive. Essa é a bomba nuclear da série Final Fantasy. Ela custa todo o MP do caster e causa dano em TODO MUNDO na luta, matando os inimigos, seus outros membros da party e deixando só o caster vivo com 1 de HP e 0 de MP.

    TOTALLY WORTH IT! (Pena que não vamos usar ela pra mais nada por que acabaram as coisas pra se fazer aqui no jogo base aushuhauahs)

    Então sem mais delongas vamos enfim ao Soul of Rebirth!

    Para quem não conhece essa é uma aventura extra acessada no menu principal do jogo em que conta o destino dos personagens que morreram durante o jogo base e suas aventuras no pós vida em paralelo ao grupo de Firion.

    Nossa party é formada aqui por Minwu, Scott, Josef e Ricard. Excerto pelo caso de Scott que nunca entrou para a party no jogo base, todos os outros começam com as mesmas magias, atributos e equipamentos que eles carregavam ao morrerem. Então se você planeja jogar esse extra é uma boa ideia "preparar" seus personagens durante o jogo.

    Esse conteúdo sempre foi infame pela dificuldade muito superior ao jogo base, ou assim dizem todos na internet quando você pesquisa a respeito. Mas depois de passar por todo o jogo eu já estava duvidando seriamente da "dificuldade" que ele teria. Certamente deve ser mais desafiador que completar a campanha, mas não pode ser tão difícil assim, certo?

    MEU DEUS POR QUE É TÃO DÍFICIL!? AMBUSH? EU MORRI SEM NEM PODER FAZER NADA! COMO ASSIM EU TENHO QUE PASSAR ESSE PRIMEIRO ANDAR SÓ COM O MINWU E O SCOTT? POR QUE UMA BATALHA ALEATÓRIA É MAIS DIFÍCIL QUE UMA LUTA CONTRA CHEFE!? POR QUE VOCÊ ME ODEIA JOGO? POR QUE?

    Sair da primeira área do Soul of Rebirth foi brutal! Cada encontro aleatório que eu sobrevivia era um save até eu conseguir encontrar o Ricard e ele me carregar para fora da caverna até a cidade da área.

    Com o grupo fechado eu passei as próximas longas três horas grindando seus HPs e atributos base até que todos estivessem mais ou menos aproximados. Mesmo assim atravessar a segunda dungeon foi outro pesadelo. Status negativos a todo lado, inimigos que arrancavam quase metade de HP com um ataque e muitos e muitos AMBUSHS que eram reset no jogo!

    Novamente eu usei a muleta estratégia de salvar a cada batalha e lenta, mas certamente eu ia progredindo. Durante essa dungeon você consegue também uma arma ultimate para cada personagem e graças a Deus por isso! Por que sem elas eu não teria conseguido vencer tão cedo esse desafio. De fato as armas são tão game changer que o jogo virou uma piada depois de ter elas nos personagens, mas eu já tava tão puto que eu nem ligava mais de usar essas muletas armas.

    A história aqui é sobre como os quatro personagens foram parar em um lugar que eles acreditavam ser o inferno, mas ao chegarem no final do castelo que pensavam ser Pandaemonium eles são recepcionados pela versão da luz do Emperor. Este revela que esse é o "paraíso" que ele controla e invocou a alma deles para se redimir pelos atos de seu lado maligno "dando a eles um lar pacífico pelo resto da eternidade".

    Sem ligar para os supostos "atos altruístas" do Emperor nosso grupo testemunha a batalha de Firion que acontecia naquele momento e confrontam sua própria luta!

    Como eu disse, com as armas ultimate foi uma luta bem fácil e o Emperor da luz caiu ao mesmo tempo que sua versão das trevas era derrotada no mundo dos vivos. Eu levei a blood sword para esse jogo, mas ela acabou nem sendo necessária no final.

    Contemplamos novamente o final do jogo base, mas dessa vez vendo os espíritos dos personagens assistindo e dando suas opiniões. No final essa história extra foi bem legal e poderia ter sido parte do jogo base, seria legar ser uma boss battle dupla contra o chefão final, mas provavelmente por limitações de hardware da época não foi possível reproduzir algo assim.

    Tem uma luta opcional também no Soul of Rebirth contra a Ultima Weapon (Que é um behemoth de pallete swap) para você receber a spell Ultima, mas também foi tão fácil quanto o Emperor.

    Então esse foi FF2 remake de PSP/Mobile do início ao fim!
    Eu estou feliz de poder colocar esse jogo na minha lista de concluídos depois de anos com preguiça. Foi um jogo que me divertiu apesar dos momentos de tédio e da história que só fica interessante no climax do final.

    Não me arrependo de ter jogado ele, mas certamente não é um jogo que planejo jogar de novo na vida, diferente de um FFVI por exemplo.

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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Rapaz, ta limpando tudo dos remakes parabens! Nao tive paciencia pros extras dessas versoes, so encarei o souç of rebirth pq acrescentava a historia.

      Acho maneiro o lance de ter 2 batalhas em paralelo. Mateus tinha cobquistado o ceu e o inferno, seria o bichao se nao fosse tao sem graça.hehe

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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      Yahveh e Satan deviam tá de férias pra esse mala se apoderar do ceu e do inferno, só pode.

      Acho forçado esse soul of rebirt. Filler.

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      jogaveio · about 1 month ago · 2 pontos

      O Soul of Rebirth tem uma curva de dificuldade ao contrário (Ele começa difícil demais e termina fácil)... O arcane labyrinth acho que eu nem cheguei a fazer, porque eu não lembro nada dele...

      1 reply
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-25 14:15:56 -0300 Thumb picture
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    Final Fantasy II

    Platform: PSP
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    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 5)


    Precisamos alcançar o centro do Cyclone do Emperor, mas para isso temos que de alguma forma "brotar asas" e alcançar o topo dele. Por sorte o ovo de Wyvern que colocamos no lago a um tempo atrás finalmente chocou e ele atende o nosso chamado voando até o castelo de Fynn para nos dar uma carona!

    Então em uma cena que definitivamente não foi copiada de Dragon Quest (heh), nossa montaria draconiana nos leva nas costas até a torre que abriga o imperador dentro de seu ciclone mágico.

    Como dungeon esse mapa é relativamente simples. Existem alguns pisos que causam 1 de HP por passo, mas isso nem era mais problema nesse ponto do jogo. Os monstros aqui também são bem simples de lhe dar e não foram nada mais do que uma distração.
    Ao chegar no ultimo andar ficamos de frete com o Emperor. Sentado em seu trono ele nos menospreza e invoca alguns soldados para tentar nos parar, mas a cada vitória Firion chega um passo mais perto até ficar cara-a-cara com seu nêmesis. O vilão decide levantar de seu trono e lutar com suas próprias mãos pela primeira vez:

    A luta não foi emocionante, mas eu gostei da construção dela. Representou bem o personagem que sempre faz questão de mostrar que tem uma legião de minions ao seu redor pronto para servi-lo como o imperador que é.

    Após a vitória o vilão cai morto e podemos retornar ao castelo para sermos recebidos como heróis. Hilda e Gordon nos agradecem pelos nossos esforços e decidem comemorar com uma festa.
    Aqui eu entendo que para os personagens é um alívio pensar que a guerra finalmente acabou, mas eu esperava uma lembrança para as memórias dos companheiros caídos antes de fazer uma comemoração.

    Enfim, no meio da festa um soldado ferido aparece e anuncia que o cavaleiro negro se auto proclamou o novo imperador de Palamecia e planeja realizar um novo ataque a Fynn! Aparentemente agora todo mundo sabe que ele era Leon, o irmão de Maria, e embora o jogo tenha dado algumas pistas, nunca foi revelado propriamente até então que ele era o vilão por de trás da armadura negra.

    Para chegar na capital imperial vamos precisar ir pelo ar, mas dessa vez o Wyvern não é o bastante, então visitando a casa de Paul novamente e encontramos Cid que está em péssimo estado. Ele nos conta que foi o único sobrevivente do ciclone quando este varreu a cidade de Poft, mas por sorte seu Airship ficou intacto. Antes de falecer ele nos "empresta" sua nave e podemos usa-la para chegar ao nosso destino. (RIP Cid)

    Curiosamente a morte desse NPC secundário provoca uma reação mais humana no Firion do que quando vários outros personagens que ficaram mais tempo no grupo morreram.
    Então finalmente aos 45 do segundo tempo o jogo nos permite usar o Airship livremente! Mas primeiro temos que ir andando até Poft para pega-lo....
    Infelizmente o overworld grande do FF2 não tem nada de interessante para se explorar após pegar o transporte voador então só vamos direto para Palamecia.

    O castelo também é uma dungeon fácil de navegar com inimigos abaixo do nível de desafio da nossa party. Então vamos avançar para o confronto com Leon na sala do trono.
    Era minha primeira vez jogando esse FF então eu fiquei verdadeiramente surpreso aqui: Esse tempo todo eu achava que Leon estava com amnésia sendo controlado pelo Emperor tipo um Kain da vida, mas ele revela que traiu todo mundo por vontade própria esse tempo todo! O desgraçado realmente não se arrepende das escolhas dele e o fez por que queria poder! Essa parte do jogo me pegou quando eu estava esperando um clichê de FF então eu tive que reconhecer que na minha opinião foi a melhor parte do roteiro até aqui.

    Firion e os outros acabam não tendo a chance de lutar contra o cavaleiro negro, pois nesse momento Emperor retorna renascido do inferno como um lorde demônio!

    Seu poder é grande demais para ser enfrentado nesse momento, então Ricard toma a frente e se sacrifica para ganhar tempo. Firion, Maria, Guy e Leon escapam no airship e retornam a Fynn para contar a rainha sobre as notícias terríveis.
    Ao ressuscitar, o vilão transportou do inferno o Castelo Pandaemoniun onde antes era Palamecia e agora planeja não apenas escravizar os mortais, mas também suas almas.

    Nesse momento finalmente o jogo resolve lembrar dos nossos companheiros mortos até aqui (Menos Scott) e o grupo convence Hilda a aceitar a ajuda de Leon apesar de tudo que ele fez. O mesmo se torna o último membro da party até o final do jogo. (Top 10 anime redemptions)

    Para chegar em Pandaemonium temos que atravessar uma caverna conhecida como Jade Passage, que é uma conexão entre o mundo dos vivos e dos mortos.

    Lembra de quanto eu reclamei o jogo todo sobre como as dungeons eram fáceis e com inimigos fracos? Ele finalmente ficou cansado da minha bullshit.
    Meu Deus! Essas duas ultimas dungeons (Jade Passage e Pandaemonium) tem uma curva de dificuldade que salta de uma só vez lá pro topo. Ultra Stonks!

    Os mobs aqui batem forte, usam muitas magias em grupo e eu tive problemas nos primeiros minutos até minha party ganhar mais atributos durante o caminho. Especialmente Leon que entra relativamente mais fraco que os outro nesse ponto e morreu muitas e muitas vezes antes de ficar mais resistente.

    Apesar das dificuldades, foi mais divertido passar essas duas últimas partes do que todo o resto do jogo, por que ele me fez pensar estratégicamente ao invés de apenas segurar o botão X para vencer.

    Ao final de tudo encontramos o Emperor demoníaco sentado em seu trono de cristal nos aguardando.

    Essa luta foi mediana. Ele não foi tão fácil quanto todos os outros bosses do jogo, mas ao mesmo tempo não foi tão difícil.
    Se ele tivesse sido um boss comum teria sido ok, mas considerando que ele era pra ser o último chefe do jogo base não foi tão empolgante quanto deveria.

    Após a vitória todos retornam para casa e vemos o epílogo do jogo:

    Hilda e Gordon prometem unir seus reinos e reconstruir todas as cidades destruídas na guerra, provavelmente terminando casados. Paul fica triste pois não terá mais o império para roubar, então promete que vai roubar da gente de vez em quando (Você é meu personagem secundário favorito, Paul auhsuahsuah) e a filha de Josef começa uma nova vida no castelo.

    Leon diz que é legal demais mais ser amiguinho dos protagonistas e lembra que as coisas nunca serão mais como antigamente depois de tudo que ele fez. Maria pede para Firion impedir ele de ir, mas o protagonista reconhece que ele falou a verdade e não tenta impedir a partida do amigo. (Certeza que o Leon é fã do Sasuke)

    Os três amigos decidem aproveitar o resto de suas vidas agora de forma pacífica se aventurando pelo mundo com o airship e o jogo sugere um futuro romance entre Firion e Maria. Já o Guy fica segurando vela mesmo aushauhsuashau

    E assim terminamos o jogo base de FFII! Depois de procrastinar esse jogo por anos eu finalmente posso colocar ele na minha lista de FFs concluídos.
    Teve seus altos e baixos: Não achei um jogo péssimo como todo mundo falava, mas também não é um jogo excelente. O sistema de lvl up diferenciado não me incomodou e eu cumpri o que tinha proposto, ir do início até o final sem grindar ou ficar atacando os próprios personagens, provando que é possível vencer assim.

    Agora só me resta fazer os dois bosses opcionais da versão do PSP (Phrekyos e Deumion) e o infame Soul of Rebirth que todo mundo diz que é bem difícil.

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      O soul of rebith é insanamente dificil no começo dependendo de como deixou os personagens antes d emorrerem e pq vc começa com o Manwu que só tem white magic no meio do inferno.hehe

      Se tiver dechado o Richard com a espada bolada facilita bastante. O mais maneiro dessa expansão é ver o outro lado da batalha final. Mateus seria um dos melhores vilões de FF se não fosse um dos piores.hehe

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      kalini · about 1 month ago · 1 ponto

      Mal posso esperar pra jogar esse. É o próximo, depois de dragon quest III.

      2 replies
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-23 01:10:15 -0300 Thumb picture
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    Post by zyotic: <p><strong style="background-color: initial;">Final
    Final Fantasy II

    Platform: PSP
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    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 4)


    O caminho para Mysidia segue ao Sul de Altair. Na jornada até que teve alguns encontros aleatórios mais desafiadores, porém nada absurdo. Ao chegar na cidade descubro que a torre onde está selada a magia Ultima e supostamente onde também está o Minwu fica em uma ilha no meio do oceano cercada por montanhas. Mas primeiro para entrar nela é preciso quebrar um selo de uma caverna na região colocando a White Mask na estátua que fica na cidade. (Que eu já tenho comigo yeeee) Depois precisamos da Black Mask para ser usada em um doppelganger que bloqueia a passagem dentro dessa mesma caverna para a gente encontrar o artefato Crystal Rod que vai abrir finalmente o selo da torre! Ufa!

    Essa parte foi a mais cansativa do jogo, por que foram 3 dungeon crawls seguidos sem quase nenhuma história entre elas. Foi maçante de completar com a taxa de encontros aleatórias alta desse jogo e pra piorar nem era um desafio atravessar cada uma delas por que eu estava consideravelmente mais forte que os monstros. Aquela curva de dificuldade de umas horas atrás já deixou de existir aqui.

    Primeiro vamos na caverna da Tropical Island, uma ilha no meio do nada. Lá enfrentamos um boss que são quatro rinocerontes (Que pra variar são inimigos comuns na dungeon seguinte) e pegamos a Black Mask. Fazemos backtracking para a Cave of Mysidia e usamos a mascara para acessar o resto da dungeon.

    Novamente, outra dungeon sem qualquer dificuldade que só toma um tempo por conta dos seus encontros aleatórios e...

    Oh não não não não não!

    Ah espera, Malboros nesse jogo são uma bosta! Eles tem Bad Breath, mas a resistência magica dos personagens torna quase impossível dele funcionar e no pior dos casos ele só causa petrify, que pode ser curado com Esuna.

    De volta ao que interessa, Firion consegue o Crystal Rod no final da caverna e por fim podemos pegar nosso barco e rumar para a Mysidia Tower. Agora não tem mais nada que possa dar erra-

    Ah pelo amor de Deus!

    Então, aparentemente nosso navio foi pego em um redemoinho causado pelo Leviathan que nos engoliu com navio e tudo. Acordamos dentro do corpo do monstro marinho sem sinal de Leila nos arredores.
    Explorando um pouco nós achamos alguns sobreviventes da criatura, entre eles o Dragoon Ricard Highwind que entra para o grupo no espaço deixado pela pirata. Suas habilidades são com lança, espada e escudo, mas assim como outros personagens ele não tem qualquer talento inicial para magia.

    Ele nos conta que existe um outro navio dentro do monstro que podíamos usar para escapar, mas primeiro a gente precisava passar pelo chefe da dungeon que era um tipo de verme de estômago. Obviamente a gente vence e consegue pular fora no novo navio podendo dessa vez de verdade chegar na torre!

    E antes de continuar eu preciso falar sobre essa parte aqui:

    Primeiro lugar: Leila estava com a gente e não encontramos nem ela nem os destroços do navio então ao que tudo indica pelo jogo ela está morta e ninguém da party liga! Sério, eles até perguntam por ela, mas nem se dão o trabalho de procurar.

    Segundo lugar: Dentro do corpo do Leviathan estava cheio pessoas que assim como nós foram comidas. Alguns deles nos contam que estão a mais de 10 anos vivendo ali dentro! Tem até mobilha: Camas, mesas, cadeiras e estantes de livos! O lugar virou um apartamento de NPCs!

    Terceiro lugar: Um dos NPCs nos conta que Leviathan só engole que anda com um Crystal Rod no bolso e ele afirma ter um com ele também! Como assim? Eu achei que isso era um artefato único, mas tem uma lojinha de conveniência que vende eles!? Pra que eu tive todo o trabalho de pegar as máscaras?

    Quarto lugar: Depois de pegar o navio, que por sinal é grande o bastante para colocar todo mundo dentro, saímos apenas os 4 e deixamos os NPCs lá vivendo o resto da vida auhsauhsuha. Sem contar o fato que provavelmente o Leviathan estava submerso a metros de profundidade, mas aparentemente nos saímos igual um submarino quando ele bocejou (???) e boiamos até a superfície? Como a gente fez pra ele não seguir a gente e comer de novo o navio?

    Absolutamente nada nessa parte do jogo faz o menor sentido lógico e eu fiquei muito pistola com o fato do jogo nem se preocupa de dar uma explicação!


    Enfim, respirando fundo eu prossegui para a torre achando que finalmente meus problemas tinham acabado, mas um novo obstáculo surgiu: Essa dungeon tem 10 andares e é a mais longa até esse momento.
    Eu sei que isso é repetitivo, mas novamente eu perdi um tempo enorme em uma dungeon sem o menor desafio em que me arrastei para terminar. Ela tem três Gigas elementais (Fogo, Gelo e Trovão) que atuam como bosses no caminho, mas nada muito interessante além disso. 

    No topo dela encontramos Minwu na frente da sala selada. Ao que parece ele ficou todo esse tempo esperando ali por a gente, atravessou toda essa dungeon sozinho e até mesmo achou um jeito de enganar o Leviathan enquanto carregava o Crystal Rod que ele provavelmente comprou na lojinha lá.

    Enfim... Usando toda a sua força, nosso White Wizard quebra a barreira mágica da porta, mas gasta toda sua força no processo. Descanse em paz Minwu, você é um dos poucos personagens que eu gostava aqui. (Mas vamos nos ver de novo)

    De posse da magia definitiva, chegou a hora de voltar para Fynn e receber nossas novas ordens. Entretanto somos surpreendidos no caminho: O Emperor começou um ataque invocando um Cyclone gigante que está varrendo todas as cidades do mapa e ruma para a capital!

    Nesse momento do jogo varias cidades foram desabilitadas e todos os monstros do overworld foram trocados por outros mais fortes que são parte do exército do imperador. No castelo conseguimos mais informações sobre a situação com Hilda e Gordon e....

    A não! Sério? Você veio nadando até aqui!?

    Ok jogo, vamos dar uma pausa por enquanto!

    Então, essa parte de Mysidia foi de longe a pior parte do jogo. Muito cansativa, pouca história e só dungeon atrás de dungeon. Depois que eu passei ela as coisas ficaram um pouco mais divertidas por que vamos ter alguns plot twists, mas isso fica pro próximo check-in.

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      lordsearj · about 1 month ago · 2 pontos

      Terminei há pouco tempo. Gostei dele. Mas e pauleira.

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      rax · about 1 month ago · 2 pontos

      Queria ter paciência pra fazer check-in assim longo e menos preguiça mas nope kkkk kkkk.

      Esse dai foi um dos dos que mais me deu dor de cabeça em FF pra zerar mesmo.

      8 replies
  • 2020-05-21 18:03:00 -0300 Thumb picture
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    Indicação de jogos

    Olá! Já faz um tempo que não faço essas postagens, mas hoje resolvi colocar essa que eu indico jogos de alguns consoles para aqueles que conhecem, ou não. Então vamos lá:

    Master System


    Alex Kidd in Miracle World 2 - Hack

    Uma das continuações que sairia pela Sega, acabou saindo em versão hack por uma equipe de fãs. No jogo começa após 6 meses do original, Alex Kidd deve encontrar seu pai que desapareceu e enfrentar os vários monstros que ainda circulam em Radaxian.

    O game não faz feio não ele foi bem feito com novos desafios, inimigos, itens e veículos, com direito a um avião, o jogo leva para a nostalgia que o original trouxe para o Master System.

    Fantasy Zone: The Maze - Sega - 1987

    Se quer um jogo que mistura tiro, labirinto e coleta de pontinhos esse é o Fantasy Zone The Maze.

    Opa Opa agora está atacando de Pac-man e seu objetivo é pegar todos os pontos da tela para terminar para prosseguir para a próxima fase. Mas aqui você não está só, pois aparecem inimigos de todos os lados para te destruir e a ajuda que você consegue é comprando itens em cada parte do labirinto ajudando na velocidade, ataque e até uma versão foguete invencível por um determinado curto tempo.

    O jogo vale a pena ainda mais se for de duas pessoas.

    Sonic Chaos - Sega/Aspect - 1993

    Claro que não poderia faltar um jogo do Sonic e esse que entra na lista para além de matar a saudade o jogo conta com Tails, sendo que você pode escolher com qual dos dois irá jogar.

    O game vale a jogatina pois além dos dois personagens contamos com 3 finais, Tails, Sonic sem as esmeraldas e Sonic com todas as esmeraldas. Cenários lindos, músicas nostálgicas, bônus stage (apenas Sonic) e uma boa jogatina faz o jogo valer a pena.

    Star Wars - Tiertex - 1993

    O jogo que mais aluguei, até comprar ele, foi o Star Wars que nem eu acreditava que existia para o Master.

    No game conta a partir do episódio 4, primeiro filme da franquia, em que deve resgatar a princesa Leia e unir forças para acabar com o império e Darth Vader. Com mistura de plataforma, exploração e tiro deve guiar Luke para chegar até a Estrela da Morte e destruí-la.

    Nes


    Battletoads & Double Dragon - The Ultimate Team - Rare - 1993

    Se quer jogar um beat'n up em qual envolve duas franquias de jogos de porrada num excelente crossover, esse é o jogo.

    Um dos melhores jogos do Nes para jogar em dois jogadores e enfrentar os vários inimigos para deter Dark Queen aliada a Shadow Warriors. Com belos gráficos, sons e boa jogatina esse vale jogar muita e muitas vezes.

    Gun.Nac - Compile - 1990

    Um jogo de shooter bem diferente, estranho e cheio de inimigos é Gun.nac jogo que traz uma colônia de inimigos que parecem cenouras explosivas, coelhos robóticos e outras esquisitices.

    Em sua missão deve destruí-los fazendo upgrades em sua nave para melhorar na sua luta com esses aliens e depois encarar os chefes de fases que como sempre dão trabalho.

    Bowsette 2 - Zynk - 2019

    Não è que temos um jogo da Bowsette no Nes. 

    Sim! Esse jogo foi feito em cima do Super Mario Bros 2, sendo que era outro jogo o Doki Doki Panic, ou seja, uma hack em cima de outra hack. Você entendeu!

    O game foi bem feito e traz além da Bowsette tem a Bowsettinha, Choppette e Boosette (me corrijam se estiver certo?) e segue todo o esquema do SMB2 apenas com outra história e personagens diferentes.

    Ultimate Mortal Kombat 3 Hack

    Tenho que admitir que fizeram um bom trabalho nesse jogo pois nunca vi um jogo do Mortal kombat ter vozes, fatalites e personagens completos sem repetir.

    O jogo possui 24 lutadores sem repetir com seus golpes e fatalites bem fáceis de executar. Fora o bom trabalho que fizeram nos cenários, sons com vozes e jogatina bem feita até tirando contra um amigo torna essa hack uma maravilha.

    Em breve trarei mais de outros consoles ok.

    Alex Kidd in Miracle World 2

    Platform: Master System
    24 Players
    2 Check-ins

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      linkhack · about 1 month ago · 1 ponto

      Bowsettinha? FRITEI hahuahauahuahuahau

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      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      O Battletoads & Double Dragon eu prefiro a versão de SNES. Todo mundo fala dessa versão de labirinto do Fantasy Zone. É tão bom assim?

  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-20 22:30:34 -0300 Thumb picture
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    Final Fantasy II

    Platform: PSP
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    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 3)

    Continuando de onde paramos da última vez: Precisamos achar um barco que vá para Deist e convenientemente uma capitã está oferecendo passagem para lá. Com certeza nada de suspeito em um pouco de generosidade de uma estranha.

    Bom.... No final deu tudo certo! Nós ganhamos um barco e um novo membro para a party. Leila é uma guerreira que usa dual wield de adaga e espada e possui a magia Thunder lvl 4. Não vamos mexer nas magias dela, mas vamos trocar a adaga por um escudo, mesmo ela sendo um membro provisório.

    Eu acabei notando que não sabia onde fica Deist, mas ao invés de olhar na internet eu voltei em Altair para ver se algum NPC me dava direções in game como era o correto a ser feito e acabou que realmente tinha alguém que me dizia como chegar lá. Ponto positivo.

    Ao chegar no castelo de Deist encontramos uma criança e sua mãe que estão vivendo sozinhos na construção abandonada depois de todos os dragoons terem sido mortos. Eles nos revelam que o ultimo Wyvern vivo está lentamente morrendo por que o Emperor ordenou que seu exército envenenasse a água. (Hmmmmm... isso parece estranhamente familiar)

    Ela nos informa que com um pendente mágico usado pelos dragoons é possível nos comunicarmos com ele então vamos até Deist Cavern e o achamos relativamente no começo da dungeon. O wyvern, que na verdade é uma fêmea, nos revela que não há salvação para ela, mas seu ovo ainda pode chocar se foi mergulhado nas águas da Deist Cavern.

    Dessa vez na segunda visita temos que ir até o final da dungeon e derrotar o boss que é um quarteto de quimeras que mais pra frente são inimigos comuns. A dungeon em si não é complicada mas tem alguns inimigos trabalhosos de derrotar se você não tiver magia. Deixamos o ovo mergulhado nas águas e recebemos a notícia que a criatura morreu em paz por termos realizado seu ultimo desejo.

    Sem ter mais o que fazer por aqui nós voltamos até Altair e parece que Gordon finalmente percebeu que sua futura esposa está agindo estranho. Firion e cia vão falar com ela, mas a "rainha" solicita um conversa particular com o protagonista. Hilda tenta oferecer um Puff-Puff para Firion, que já estava virando gado a essa hora, mas Leila entra no quarto a tempo de revelar a farsa por trás dessa impostora.

    Esse boss pode ser uma dor de cabeça se ela ficar spammando Charm como fez comigo. A maioria das vezes a confusão provocada por essa habilidade acaba depois de um turno, mas se ela espalhar em muitos membros juntos complica por que aqui um ataque físico não cura a confusão como nos jogos mais recentes. Para vencer eu usei ataques físicos com o buff da magia Berserk.

    Depois de revelar essa armadilha do Emperor nós descobrimos que o mesmo está fazendo um torneio no Coliseum de Palamecia em que a rainha será o prêmio para o vencedor. Gordon substitui Leila e vamos para lá salvar Hilda e tentar pegar o vilão de surpresa.

    No caminho por acidente eu achei a Chocobo Forest secreta e encontrei esse carinha:

    Ao chegar no Coliseum o "torneio" é ser o primeiro a derrotar um Behemoth. No fim esse boss é só ameaçador de aparência, por que a Lamia Queen foi bem mais difícil.

    Nos tornamos os campeões e finalmente ficamos cara a cara com o Emperor pela primeira vez, mas antes de tomarmos uma ação ele revela que sabia quem nós somos e manda todos nós para as celas no subsolo.
    Somos salvos por Paul que veio pagar sua dívida e conseguimos fugir. No caminho encontramos Hilda e Gordon deixa a party para escoltar ela para segurança. Esse é outro problema desse jogo: Alguns personagens entram e saem da party sem qualquer indicação e o jogo não tem a boa vontade de tirar os equipamentos deles quando isso acontece. Alguns deles nós vamos encontrar de novo no conteúdo extra com o que deixamos neles, mas outros levam seus itens para sempre se você não souber a hora de desequipar.

    De volta a Altair nós descobrimos que chegou a hora de atacar o castelo de Fynn e recuperar ele das garras do império. Infelizmente não tem nenhuma grande batalha aqui: Leila se une ao grupo, apenas vamos direto para a sala do trono e derrotamos um dos generais do Emperor. Mais uma luta que não foi difícil de vencer e reforço que até agora continuo a jogar o jogo sem forçar grind. (Embora tenha muitos reviews na internet dizendo que você precisa quebrar o jogo para jogar ele)

    Com a vitória Altair se torna uma cidade fantasma, por que todos os NPCs sem utilidade se mudam para a cidade e o castelo de Fynn. Acho que os mercadores daquela cidade não vão ter muitos clientes por algum tempo. aushuahsua

    Como nos velhos tempos, Hilda voltou a nos dar ordens. (Eu preferia a "outra" Hilda)
    Ela está preocupada com Minwu que ainda não retornou de Mysidia e nos envia para lá. Mas primeiro temos que encontrar a White Mask, um artefato que dizem estar escondido no subterrâneo do castelo e é a chave para os segredos da cidade dos magos. Paul nos ajuda a encontrar a passagem secreta e temos mais uma dungeon para explorar.

    Eu quero fazer alguns comentários sobre essa dungeon em particular: Ela não é difícil, mas é longa e tem batalhas fáceis, mas com inimigos que começam a ter mais HP tornando os encontros aleatórios levemente insuportáveis. E ai tem essa porra aqui:

    Cada porta nessa parte, excerto pela correta leva para uma sala vazia garantido de ter um encontro aleatório ou até dois! Isso me tornou um tempo desnecessário e foi um design bem canalha dos criadores do jogo. Entrando na porta certa (A segunda da direita pra esquerda, não precisa me agradecer caso um dia você jogue isso) nós vamos achar a White Mask e enfim poder começar a jornada para Mysidia.

    Mas isso fica para o próximo check-in.

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