vinicios_santana

Ilustrador. https://www.instagram.com/vinicios.ink/ Quadrinista. http://alvanista.com/tag/hq-hunter

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-22 05:39:13 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>Depois de terminar Castle of Illusion, queria pe
    Monster World IV

    Platform: Genesis
    82 Players
    9 Check-ins

    Depois de terminar Castle of Illusion, queria pegar mais um Clássico do Mega, testei Mônica na terra dos monstros, apesar de lindo, o jogo não me agradou muito, achando a movimentação da Mônica muito lenta, depois de alguns minutos já tinha desistido do jogo.

    Vendo a lista de jogos disponíveis na minha TVBOX, me deparo com um que havia baixado por ter achado as screenshots bonitas, mas que eu não conhecia nada sobre o jogo, Monster World 4.

    E realmente o jogo é lindo.

    Durante a jogatina, fui percebendo algumas semelhanças nos menus, portas e inimigos com o jogo da Mônica, mas pensei, "Mônica foi feito em cima do Wonder Boy, esse jogo aqui não é Wonder Boy, eu jogo até com uma garota."

    Fiquei com isso na cabeça e, pausando o jogo, fui pesquisar os Monster Worlds 1,2 e 3.

    Pra minha surpresa o que descubro? Monster World é um spinoff de Wonder Boy, por isso as semelhanças.

    Mas posso afirmar, que jogar MW4 é bem mais fluido que seu antecessor, quem sabe terminando esse, eu não anime jogar Mônica novamente, ou quem sabe suas versões originais.

    Esse não é o primeiro jogo da franquia que jogo, nessa pesquisa, algo que me surpreendeu bastante, foi o fato do primeiro Wonder Boy ser o Adventure Island. Jogo que joguei a exaustão quando criança no meu Dynavision.

    Como que saímos de um hawaiano gordinho para uma aventura medieval? Explica ai produção.

    Bom, de volta ao assunto, Monster World 4.

    Iniciamos o jogo na pele de Asha, uma garota aparentemente comum, que escuta em sua mente um chamado de ajuda.

    Na sua vila todos se despedem, enquanto aprendemos as mecânicas básica.

    Usando uma espada e escudo, seguimos nossa jornada até um templo próximo da cidade, é importante ter pego um cristal na cidade, ele será usado para abrir a passagem do templo.

    Passamos por montanhas e florestas repletas de inimigos.

    Chegando numa área com alguns pilares, aqui usamos o cristal na estátua, revelando a entrada do templo.

    Que jogo lindo, a todo momento fico maravilhado com a qualidade gráfica, as cores e sprites tiveram um cuidado todo especial.

    Aqui conhecemos nossa primeira dungeon, onde enfrentamos diversos monstros com formas de lidar diferentes e subimos os andares, numa jogabilidade dinâmica e um gameplay gostoso de se jogar.

    No topo do templo, está a sala do boss, Milipede, uma espécie lacraia gigante com dorso de mulher.

    A batalha é relativamente fácil, basta golpear a parte humana e esquivar de suas investidas, fiquei surpreso de ter passado de primeira sem muita dificuldade.

    Ao derrotá-la, encontramos uma lâmpada mágica, que ao ser usada, revela um gênio que atende ao nosso desejo, ser uma aventureira, nos levando por uma viagem pelo Mundo dos Monstros.

    Seguimos para Rapadagna, a cidade está infestada de Pepelogoos, monstrinhos amarelos e fofinhos, que são vendidos como pets.

    Devemos seguir até o castelo, onde a rainha nos tornará de fato uma guerreira.

    E nos da uma missão de explorar os 4 Templos Sagrados em busca de respostas para o pedido de socorro que ouvimos no começo da jornada.

    No castelo a rainha também nos da acesso a sala do tesouro e conseguimos alguns itens importantes para prosseguir, como um ovo e um medalhão que abrirá o Templo da Terra.

    Rezando na estátua no centro da cidade, o ovo se choca, revelando uma espécie rara de Pepelogoo, ele é azul e nos acompanhará.

    Com sua ajuda conseguimos planar e realizar pulos duplos, alcançando lugares antes inacessíveis.

    Depois de dar um upgrade nos equipamentos e chocar o ovo, podemos seguir para a entrada dos 4 templos, usando o medalhão da Terra a primeira porta se abre...

    E aqui, de fato começa nossa aventura.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    2
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-21 22:47:35 -0300 Thumb picture
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    Post by vinicios_santana: <p>#img#[655210]</p><p>Na fase 3, começamos numa ár
    Castle of Illusion Starring Mickey Mouse

    Platform: Genesis
    2936 Players
    51 Check-ins

    Na fase 3, começamos numa área aberta com pontes que caem ao se passar por elas, além de piranhas pulando querendo um pedaço de mim. Como todo jogador de video game com certa experiência, evitei os buracos, até chegar numa parede sem saída. O final da fase estava logo ali do outro lado, mas ao mesmo tempo tão longe.

    Na tentativa de achar uma passagem alternativa, comecei a cair nos buracos, para descobrir então que era possível nadar, mas todas as minhas tentativas me levavam de volta ao mesmo lugar e já sem paciência, recorro ao amigo Youtube, só pra perceber que já estava a mais de 30 minutos preso numa fase de 4 minutos e meio. Achando o exato buraco que tinha que cair, segui para a próxima parte da fase já um pouco estressado.

    Na segunda parte caímos numa espécie de aqueduto, que, cheio de precipícios mortais e pulos milimetricamente calculados, nos leva até o boss.

    Um cano antigo que cospe diversos homens peixes, que ao serem acertados, escorregam e retiram uma parte do cano.

    Foi um chefe relativamente fácil, contrastando com toda a frustração que tive ao jogar essa fase.

    Como de costume, mais um cristal adquirido.

    A fase 4 é uma biblioteca gigante, onde pulamos entre os livros da estante e enfrentamos larvas de criaturas comedoras de livros.

    Por algum motivo muito estranho, entrando num jarro de leite caído, somos levados para um mundo de doces, onde "basta" atravessar um lago de leite e bolos que já se ganha mais um cristal.

    Achei estranho não ter um chefe e receber o cristal assim, mas valeu, pois esse caminho foi bem difícil de se fazer.

    Voltamos para a biblioteca, até encontrar outro jarro de leite, que agora sim, guardava o boss da fase.

    Um dragão de doces, que vai mergulhando no leite. Basta antecipar onde ele surgirá e pular em sua cabeça.

    Só cuidado pra não cair no leite.

    Ao derrotá-lo, mais um cristal, bom, não vou reclamar rs.

    A fase 5 me lembrou bastante castlevania, por ser dentro de um castelo, os inimigos são cavaleiros e tem até engrenagens na torre do relógio, só faltou o boss ser um morcego.

    Mas não foi, o boss é uma espécie de corcunda de Notredame esquentadinho,

    Ele sempre protege a cabeça para não ser atacado, mas quando vai o atacar, da um sorrisinho, esse é o momento de pular e acerta-lo.

    Ele vai ficando cada vez mais furioso, até ser derrotado e me dar mais um cristal.

    Em algum lugar dessa fase também há um cristal sem boss.

    Finalmente reunimos todos os cristais do caos infinito.

    Com o poder dos 7 cristais, faz-se uma ponte de arco-íris, nos dando acesso até a torre onde vamos resgatar nossa amada Minnie.

    Ao me ver a bruxa muda de forma e tamanho e começa a batalha final.

    Que na realidade, é até fácil.

    Descobri que da pra influenciar pra onde ela se teletransporta.

    Estando na plataforma do meio e apertando pra baixo, a tela desce e ela acredita que você está na parte de baixo e não sai do centro da tela. Funcionou todas as vezes, até faltar um hit para derrotá-lo, quando ela ficou imprevisível.

    Derrotada, a bruxa tenta fugir, mas ao perceber que o castelo vai se desmoronar, nos da uma carona para a segurança do bosque e vai embora.

    Minnie agradece o resgate com um beijo e o jogo termina.

    Apesar da movimentação um pouco travada, gostei bastante do jogo e até já baixei seu sucessor, World of Illusion, joguei um pouquinho e já percebi algumas melhoras, mas isso fica pra depois, antes jogarei algo diferente.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      onai_onai · about 7 hours ago · 2 pontos

      Boa!

      1 reply
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      thiones · about 7 hours ago · 2 pontos

      Seus check-ins continuam muito bons, meu caro. Eu perdi a paciência de me prolongar nos meus :/

      4 replies
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      jcelove · about 7 hours ago · 2 pontos

      Rapaz, show esse mickey boladão do infinito. hehe
      World of illusion nunca joguei, vou ate olher depois.

      4 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-19 21:30:13 -0300 Thumb picture
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    Post by vinicios_santana: <p>#img#[654855]</p><p>Joguei 3 RPGs na sequência,
    Castle of Illusion Starring Mickey Mouse

    Platform: Genesis
    2936 Players
    51 Check-ins

    Joguei 3 RPGs na sequência, então vou jogar alguns jogos mais curtos antes de entrar em mais jornadas longas.

    O escolhido da vez é um clássico do Mega Drive que não tive a chance de jogar na época e devido à sua fama, fiquei curioso a respeito.

    Castle of Illusion: Estrelando Mickey.

    A trama é bem básica, Mickey e Minnie estão felizes "passeando" num bosque, quando uma bruxa com ciúmes da beleza de Minnie, a sequestra.

    Ela é levada para um castelo distante e cabe a Mickey resgatá-la, mas pra isso é preciso reunir as 7 esmeraldas o Caos, digo,  joias do infinito, digo, 7 cristais perdidos.

    Dentro do castelo há diversas portas, onde cada uma representa uma fase.

    As fases estão divididas em alguns setores e por fim um chefe.

    Na primeira fase estamos numa floresta e devemos coletar maças que podem ser arremessadas nos inimigos. Outra forma de ataque, é pular em sas cabeças, a lá Mario, mas aqui é bem impreciso, muitas vezes passei direto de monstros, levando dano ou caindo em buracos o que é algo bem frustrante.

    Enfim, o chefe dessa fase é um pedaço de árvore que cria vida, nenhum segredo, só esquivar de sua investida, ficando no canto da tela e depois atirar no tronco quando ele se recompõe.

    Ao derrotar o chefe, um dos cristais aparece.

    Já na segunda fase estamos numa espécie de loja de brinquedos, dessa vez enfrentando soldadinhos e palhaços e usando bolinhas de gude como armas.

    Há uma mecânica interessante de inverter a fase e andar no teto.

    O chefe é uma caixa surpresa que cospe um palhaço.

    Basta ficar abaixado no canto e esperar ele soltar molas, então use elas para pular na cabeça do palhaço.

    Depois de derrotado, mais um cristal.

    Estou gostando do jogo, de fato ele é bem levinho e criativo, mas o fato das munições limitadas e digamos, bem genéricas, falha nas colisões dos pulos e uma movimentação muito lenta, fazem eu torcer um pouco o nariz pro jogo. Por sorte, ele é curto.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      thejosephkorso · 1 day ago · 3 pontos

      Assista o vídeo feito pelo canal strafefox sobre esses títulos da Disney no MD. Interessante como essa era de games era legal como as coisas funcionavam.

      1 reply
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      jcelove · 2 days ago · 2 pontos

      Eu nem lembrava desses problemas, mas bom q ta curtindo. Acho q da pra relevar por ser o primeiro jogo da disney no mega. Apesar de tudo ainda é facim. Acho q no prox checkin vc ja terminou.hehe

      8 replies
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      eusouaz · 2 days ago · 2 pontos

      **era = irá

  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-17 23:47:22 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[654521]</p><p>Nessa última sexta, um grand
    Captain Commando

    Platform: SNES
    3075 Players
    14 Check-ins

    Nessa última sexta, um grande amigo veio passar a tarde aqui e o objetivo era, zerar algum jogo de Beat'n up.

    jogamos muita coisa, mas sem dúvidas, o destaque do dia fora Capitão Commando.

    Esse jogo sempre esteve ali presente em minha vida, havia jogado algumas vezes no snes e também conhecia o personagem dos Marvel VS Capcom.

    Mas nunca o havia terminado o clássico Beat'n up, pois sempre acabavam meus continues. Achava que eu era apenas uma criança ruim no video game e nessa tarde tiramos a prova.

    O jogo segue o padrão dos jogos de sair andando e batendo, organização do mau, gangues tocando o terror nas ruas e um maluco que se acha dono do mundo.

    Podemos escolher entre 4 personagens bem distintos:

    Mack, uma múmia bem estilosa.

    Capitão que da nome ao jogo, com seus braços biônicos e golpes elétricos e flamejantes.

    Ginzu, um shinobi defensor de seu estilo de luta.

    Baby Head, um bebê num exoesqueleto militar.

    Caramba, que equipe! 

    Mundo em caos, personagens cativantes, jogabilidade eficiente e combos bem feitos, esses são os ingredientes usados para criar o Beat'n up perfeito, mas o professor Capcom adicionou um elemento extra à mistura, A DIFICULDADE DESBALANCEADA.

    O jogo é desafiador, sabendo disso, eu e meu amigo Hebert, seguimos jogando quase como profissionais, com combos certeiros e quase não levando danos, até chegarmos nos chefes do aquário, aqui apanhamos e não vimos nem de onde veio. Esses chefes conseguiram roubar Continues preciosos.

    "Vamos continuar, só tomar mais cuidado."

    Continuamos na fase seguinte, para levar um GAME OVER no próximo chefe.

    Os chefes do jogo são bem apelões, principalmente o chefe final. Ai você, caro mancebo leitor, como viram o último chefe? Jogaram de novo? Trocaram pra versão de Arcade com fichas infinitas?

    Nãaao meu camarada, cheats, não queríamos chegar nesse ponto, mas entre mudar pra versão de arcade e começar desde o zero ou usar cheat de vida infinita para as fases finais, preferimos seguir em frente, com o sentimento de derrota, mas curiosos para o final derradeiro, estávamos jogando no modo NORMAL e meio que de maneira zombeteira, o jogo diz que no modo HARD havia mais detalhes do final.

    Rimos pra não chorar, repetindo, jogávamos maravilhosamente bem durante as missões, usando combos e golpes secretos, mas nos chefes, apanhávamos como bebês.

    O jogo é sensacional e acredito que perdemos um pouco por jogar a versão de Snes, mas quem sabe um dia pegamos a de Arcade e mostramos com quantas fichas se soca um super vilão.

    Deixo aqui dois videos muito interessantes com curiosidades sobre Captain Commando.

    O canal é ótimo, quem puder e quiser, segue lá que o cara merece.

    Deixo aqui também uma arte feita pelo amigo Hebert, ele é realmente fan do jogo, além de um ótimo artista, sigam ele também no instagram @lordhebert .

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      jcelove · 4 days ago · 2 pontos

      É, o port do snes é legalzinho mas a versao arcade seria bem melhor. Ele é dificil mas tbm era cheio de macetinho. O fibal boss mesmo da pra colocar na manha se agarrar no momento certo e so mata-lo com agarrao e ele nem consegue te acertar. A gakere zerava brincando, esse e cadilacs.
      Ia dar a informacao q. CAPitan COMmando era o mascite da Capcom nos primordios da empresa so q com visual completamente deferente, e ia falar tbm q o jogo se passa na mesma metro city de Final Fight so que num futuro distante, MAS ja deve ter visto nos videos ai.hehe

      3 replies
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      thejosephkorso · 4 days ago · 2 pontos

      Gostava, mas nunca terminei. Mas o port de SNES não era muito bom não. Descobri tardiamente que Streets of Rage (especialmente o 2) considero muito melhor. Nunca tive Mega Drive e se tivesse na época, deveria ter babado um ovo. Esses dias quase terminei o game, mas acabei perdendo na fase 6. Dos games do gênero beat 'em up eu jogava mais Cadillacs and Dinosaurs nos fliperamas.

      3 replies
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      xch_choram · 4 days ago · 2 pontos

      acho que a maioria dos beat'n ups tinham dificuldade bem desbalanceada nessa época, acho que é até por isso Final Fight e Streets of Rage são quase sempre lembrados por serem bons, o povo conseguia terminar ele sem muitos problemas kkk

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-17 21:14:38 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[654481]</p><p>Capítulo 8.</p><p>Estamos ao
    Shining Force

    Platform: Genesis
    384 Players
    49 Check-ins

    Capítulo 8.

    Estamos aos portões de Runefaust, onde toda a treta começou.

    Os habitantes se sentem envergonhados por terem caído nas falácias de Darksol.

    Manahato nos aguarda no castelo, ele já sabe de toda nossa história e nos permite entrar na nova fortaleza da cidade, mas avisa que ainda há homens fiéis a Darksol.

    Na entrada da fortaleza, Darksol me aguarda, mas ele não tem tempo a perder comigo, o Dragão negro já está quase acordando, então seu general ainda fiel, Ramladu, será meu oponente.

    A batalha que segue é bem difícil, principalmente por causa das Quimeras e dragões de gelo, que tiram danos consideráveis.

    Quando Ramladu vê que conseguimos derrotar seu exército, ele ativa mais unidades, dessa vez composta apenas por robôs.

    Os robôs não são lá tão difíceis, mas o general em si, é bem forte, matando facilmente minhas unidades mais fracas, mas não era páreo para uma sequencia de golpes dos meus soldados de elite.

    Ao morrer, Ramladu revela que também estava sendo controlado e nos fala que Darksol está num templo escondido no fundo do mar. Ai dificulta, não temos submarino rs.

    Ao voltar para Runefaust, Manahato da a dica de impunhar a Banidora do Caos apntando para o mar, que a ilha apareceria.

    Dito e feito.

    Dentro da ilha emergida, um guardião protege a entrada para onde Darksol faz os feitiços finais.

    Aqui há mais uma batalha muito difícil, mais uma vez por causa das nossas amigas Quimeras.

    Depois de algumas tentativas frustradas, finalmente derroto o guardião esquisito e as escadas para a derradeira batalha se revelam.

    Subindo as escadas vemos Darksol proferindo os últimos cantos de invocação, mas algo sai errado, o dragão Negro não desperta.

    Furioso, iniciasse mais um combate.

    Esse, dessa vez não é tão difícil, as unidades estão bastantes espalhadas e nem o próprio Darksol oferece alguma resistência.

    Ao derrotá-lo, Darksol percebe que algo falta para o feitiço, se da conta que o Dragão precisa de uma alma, então usa o seu corpo já moribundo como sacrifício, despertando assim o Dragão Negro.

    Teoricamente é uma batalha simples, apenas o dragão e dois esqueletos.

    Mas ai vai complicando, cada cabeça do dragão funciona como uma unidade distinta e os esqueletos revivem a cada turno, a menos que uma unidade esteja ocupando seu lugar de nascimento.

    Eu deveria ter destruído as cabeças laterais primeiro e deixado a central para o fim, pois assim evitava de a unidade no ponto dos esqueletos ser constantemente atacada. Perdi muitas unidades assim.

    Mas depois de alguns resets, saves e rages, consigo derrotar o Dragão.

    Mas ele se recusa a morrer se dizendo imortal.

    O único jeito de detê-lo é cravar a Banidora do Caos no seu crânio.

    Max faz isso, ficando preso ao Dragão e antes que o templo volte ao fundo do mar, ele usa sua magia de fugir de batalhas (que nunca usei no jogo) e leva todo o grupo em segurança para fora.

    Mas ele fica para trás e é dado como morto.

    Esse é o fim? Gostei, um final digno de um guerreiro que se sacrificou pelos amigos....

    Após os créditos finais, já se passou um certo tempo, um fazendeiro conversa com um robô e um homem misterioso.....

    agora sim.

    Fim.

    Gostei bastante de Shining Force, realmente foi uma bela surpresa, único ponto que realmente não curti foi a quantidade de aliados "inúteis" e sem profundidade que o jogo vai empurrando pro meu grupo. Eu não me importei com a maioria, pois tirando os iniciais, os demais tinham histórias e motivações fraquíssimas. Tanto, que mantive praticamente todo o grupo inicial desde o começo até fim.

    Mas isso não tira o brilho e a força desse jogo.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      fernandovst · 4 days ago · 2 pontos

      Lembrei de Phantasy Star IV agora, que é um RPG fantastico do Mega Drive também, talvez você goste inclusive. Shining Force ainda tenho que jogar.
      E cara, como você tem paciencia pra fazer check-ins tao detalhados? uahehaueha

      4 replies
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      jcelove · 4 days ago · 2 pontos

      Ae, parabens homi! Vai encarar o 2? To querendo. Recomeçar mas ta dificil arrumar espaço.hehe

      Esse lance de unidade generica ou personagem q si tem uma fala no jogo é coisa comum em srpg. Acho meio caido tbm mas é dificil dar foco num exercito inteiro.

      7 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-11 21:23:48 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[653529]</p><p>Passei esse Dia dos pais com
    Shining Force

    Platform: Genesis
    384 Players
    49 Check-ins

    Passei esse Dia dos pais com meu filho, foi muito bom, já estava ficando com saudades dele. 

    Feliz Dia dos pais aos pais do Alvanista.

    Agora bora pro check-in.

    Capítulo 7.

    Chegamos em Prompt, uma cidade onde todos são corpulentos e me chamam de camarada, só faltou a vodka. Eles também só falam de comida.

    Até o próprio rei da cidade parece não saber de nada sobre a Shining Force, o despertar do dragão etc.

    Sou confundido com um espião e mandado para a prisão.

    Por sorte, tudo não passou de um plano do rei para impedir que eu lutasse com Darksol antes da hora.

    Em um dos aposentos do castelo, está Kane, meu irmão, que foi encontrado desacordado e tratado na cidade.

    De lá sigo para a Ancient Tower, onde Darksol estaria fazendo os rituais para reviver o dragão.

    O caminho é longo e repleto de inimigos poderosos.

    Ao chegar na torre, mais batalhas, eles não querem de forma alguma que eu entre e impeça o ritual.

    Os magos e robôs são um problema, mas com minhas unidades mais fortes, consigo derrotar os magos com apenas um hit, eu não posso é ficar cercado por eles, ai é derrota na certa.

    Ao eliminar o bruxo que bloqueava a porta, antes de subir de vez as escadas para enfrentar Darksol, encontramos dois personagens nos avisam do perigo e entram pro grupo. Alef, meio cão maga e Torasu, anão clérigo.

    Como o Clérigo possuía maior nível que um dos meus, foi logo adicionado ao grupo.

    No topo da torre, Darksol diz que é tarde demais, que o ritual já foi realizado e é só questão de tempo para que ele chegue até o templo onde o dragão dorme e o acordar.

    Ele decide dar fim à nossas vidas de uma vez por todas, mas é impedido por Kane, que aparece e usa toda sua força num ataque, forçando Darksol a fugir.

    Mas fazer isso drenou o resto de forças que Kane possuía e nosso irmão, que mal conhecemos, nos é tomado, Kane morre.

    Voltando para Prompt, todos já parecem ter aceitado o terrível destino que os aguardava, mas eis que Otrant, o mago mor de Manarina, surge no meio da sala com novas informações.

    Segundo ele, há uma forma de se derrotar o Dragão negro, que seria fundir a Espada da Luz, arma de Max e a Espada das Trevas, arma de Kane, conseguindo assim a Banidora o Caos.

    Sabendo disso, o rei nos da acesso até o Templo sagrado.

    Sigo até o templo localizado atrás do castelo, onde um robô chamado Adam, guarda sua entrada, logo ele permite nosso avanço, mas sua contraparte, não é tão amigável.

    Há uma batalha contra o outro robô e seus aliados, ao fim da batalha Adam entrar pro grupo e  nos guia até o portal.

    Assim, colocando uma espada em cada altar, eis que surge a Banidora do Caos.

    Em posse da arma mais poderosa, somos enviados em fim para Runefaust, mas antes enfrentamos mais uma horda de inimigos, para no fim, adentrar aos portões de Runefaust onde a batalha final nos aguarda.

    Fim do capítulo 7.

    Algo que venho reparando quanto ao desempenhos dos meus soldados:

    Os cavaleiros, magos, lobisomem e Max, são as melhores unidades, o resto, servem apenas como bucha de canhão.

    Os arqueiros eram muito bons no começo do jogo, agora fico inconformado de tirarem apenas 1 na maioria dos inimigos.

    Pássaros e o dragão, também entram nesse time de inúteis.

    Nessa altura do jogo, acho difícil começar a treinar uma nova unidade, visto que o nível dos inimigos está cada vez maior.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    21
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      darlanfagundes · 10 days ago · 2 pontos

      Era nessa cidade dos gordinhos que pegava o ninja...tinha uma plaquinha numa das paredes....era só ler, se bem me lembro.

      2 replies
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      jcelove · 6 days ago · 2 pontos

      No final os arqueiros decepconavam um pouco mesmo. Se me lembro as minhas máquinas de dano eram o Max e os knights e monks. Tem uma penca d epersonagem que entra bem low level, tipo o CLoud no FFT e tbm ignorei qdo joguei.hehe

      2 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-09 22:17:59 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[653228]</p><p>Capítulo 6.</p><p>Acordo num
    Shining Force

    Platform: Genesis
    384 Players
    49 Check-ins

    Capítulo 6.

    Acordo num lugar completamente diferente, segundo relatos, nosso navio bateu contra rochas do continente e naufragamos.

    Estamos em Rudo, uma cidade constituída praticamente por crianças, quase todos os adultos foram tentar combate Runefaust.

    Falamos sobre o manuscrito, a chave e toda nossa aventura e somos mandados para Dragonia.

    Aqui também encontramos Lyle, um centauro arqueiro, que aparentemente tem a movimentação rápida dos centauros e o ataque a distância dos arqueiros, esse foi pro grupo, substituindo o arqueiro mais fraco.

    Seguimos para Dragonia em busca de respostas, mais obviamente o caminho está bloqueado e pelo visto o próprio Kane se encontra em Dragonia.

    Após a batalha, que aliás, é bem demorada pelo terreno montanhoso, finalmente adentramos a cidade dos dragões.

    Dragonia está praticamente deserta, com um ou outro vendedor, mas nada de dragões.

    Até que encontro Blew, um dragãozinho meio covarde, que está fugindo, mas ao ouvir a voz de Karin, uma das líderes de Waral, ele parte em seu resgate e acaba entrando para o grupo.

    Pensei, " wow um dragão no grupo, vou queimar tudo."

    Só que ele é ruim, nível baixo e provavelmente vou terminar o jogo antes de ter tempo de deixá-lo competente no campo de batalha.

    Ao voltar para a entrada da cidade, lá encontro Kane para a batalha decisiva.

    Ele está confiante que até me permite reagrupar meu grupo, curar etc.

    Depois de me preparar, seguimos para a batalha, os homens de Kane não apresentam tanto problema, mas o vilão é forte demais, matando quase todas minhas unidades em apenas um hit.

    Então tive de cercá-lo com as unidades mais fortes e ir curando-as com todo mundo capaz de usar itens.

    Após derrotá-lo, seu capacete se parte, e suas memórias voltam, Kane é irmão de Max, e estava sob controle de Darksol.

    Os irmãos abrem a porta do templo do Dragão para pegarem os manuscritos. Mas o próprio Darksol aparece e ataca os irmãos.

    Kane nos joga pra fora da sala, antes que uma explosão destrua o lugar.

    Voltando lá, nenhum sinal de Darksol, Kane ou o manuscrito.

    Sem mais o que fazer aqui, partimos de volta pra Rudo, onde Karin nos alerta para chegarmos até o Castelo do demônio antes que o mesmo seja acordado.

    Logicamente, não será uma tarefa fácil, o caminho está repletos de inimigos, controlados por uma bruxa já conhecida, Mishaela.

    Tudo fica pior, pois 90% do terreno é montanhoso, o que diminui e muito a movimentação.

    Ao finalmente chegarmos no castelo,  Mishaela nos aguarda para mais uma batalha.

    Mishaela é muito forte, sendo muito difícil acertá-la, além de ela ir se curando a cada rodada, tive de ir revezando entre atacar e curar, visto que eu estava sem unidades de longo alcance.

    Ao derrotá-la, conseguimos a sword of Light, que é a arma definitiva contra as forças do mau.

    Fim do capítulo 6.

    14
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-09 20:24:40 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[653203]</p><p>Capítulo 5.</p><p>Estamos em
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    Capítulo 5.

    Estamos em alto mar, indo para o continente, mas um ataque de criaturas marinhas danifica nosso navio.

    Somos guiados até Warai por uma simpática sereia.

    Aqui iremos reparar os danos do navio e seguir viagem.

    Warai é um arquipélago bem tranquilo, típica vila de pescadores, mas ela está assolada por uma estrutura que surgiu próximo aos corais que tem destruído os navios que passam próximo.

    Um dos padres de Warai ficou preso em outra ilha e não consegue voltar. Vamos até lá para salvá-lo e descobrimos que a força que destruía os navios, na realidade é um mago que destrói os barcos para que não descubram o templo que ele guarda.

    Encontramos esse templo e mais batalhas.

    Ao derrotá-los, temos acesso até o portal da Luz, onde pegaríamos um manuscrito que nos ajudaria a selar o Dragão negro. Mas o bruxo que guardava o local, num último suspiro de poder, faz com que o templo desmorone, minando assim nossas chances.Nos forçando a procurar outra forma de achar o manuscrito.

    Retornamos para Warai trazendo as "boas" notícias. 

    Com o navio concertado voltamos ao mar, e mais uma vez somos atacados e mais uma vez o navio é danificado.

    Dessa vez ficamos à deriva, entregues à vontade dos mares.

    Fim do capítulo 5.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    18
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      jcelove · 12 days ago · 2 pontos

      Ja ta longe. Eu sou muito lento, demorei bastante pra essa viagem maritmamhehe
      Ja promoveu o protagonista ne? Ele vira um tankao.XD

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-07 23:56:52 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[652889]</p><p>Capítulo 4.</p><p>Chegamos a
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    Capítulo 4.

    Chegamos até as planícies de Pao, mas Pao não é uma cidade, mas sim uma comitiva de nômades que viajam de trem e dizem que Pao é onde quer que eles estejam.

    Um tal de Earnest está viajando como clandestino em busca de vingança

    Elliott, general de Runefaust, mesmo sabendo que seus comandantes estão errados, continua fiel ao seu reino e nos desafia para uma peleja no meio da planície.

    Antes de seguir pra lá, Vankar entra pro meu grupo porque sim, nem te conheço cara.

    O planalto é vasto e a batalha é bem demorada.

    Elliott é bem forte, além de ir recuperando vida a cada turno que joga, foi bem difícil derrotá-lo, me forçando a recomeçar a batalha algumas vezes.

    Após derrotá-lo, Elliott pede para que derrotemos Darksol, o verdadeiro vilão que corrompe os reinos.

    Voltando para a caravana, um tatu numa armadura robótica está espantando o gado, mesmo que sem querer.

    Ele é Guntz de Rindo e entra para o grupo, agora que sua armadura está funcional.

    No armazém, um dos vendedores me pergunta se possuo algum ovo, nem lembrava que tinha ganhado um ovo numa das batalhas anteriores. O vendedor usa algo que choca o ovo e dele nasce uma criatura bizarra chamada Domingo, ele é uma espécie e mago, entra pro grupo.

    Seguimos para o Forte de Uranbatol que guarda o porto norte.

    Ele está fortemente protegido, mas como as unidades estavam espalhadas e a maioria era fraca, tirando os cães infernais, foi uma batalha bem tranquila.

    Ao invadir o forte, encontro Earnest aprisionado, ao o libertar, ele entra para o grupo.

    Por fim chegamos até o porto, onde Balbazak, junto de suas tropas protegem o último navio.

    A batalha é tranquila, mas Balbazak também recupera vida a cada turno, será que todos os bosses eram assim e só agora reparei?

    Ao derrotá-lo ele pede clemência e ao ser polpado nos entrega o navio, mas Darksol não gosta muito disso e o mata, mesmo sem estar presente no porto e nos faz ameaças de que nada adianta navegarmos contra ele.

    Fim do capítulo 4.

    Nesse capítulo entrou muita gente pro grupo e vendo o site onde pego as imagens, percebi que até deixei um pra trás, um velhinho inventor.

    Mas é tanta opção de soldados, que não consigo ficar mudando e upando por igual, então venho mantendo o mesmo time há algumas missões.

    Enquanto estava na caravana, fui na igreja e evolui todo o grupo principal, com leveis variando de 10 até 15. 

    Agora Max é da classe herói, mudou a arte e sprites.

    Com as novas promoções e novos armamentos, o grupo ficou bem forte. O que me desestimulou mais ainda de trocar os membros. Talvez essa variedade seja boa pra quem for jogar mais de uma vez, mas terminando esse, devo seguir direto pro 2.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    21
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2019-08-05 21:30:29 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[652527]</p><p>Capítulo 3</p><p>Esse capítu
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    Capítulo 3

    Esse capítulo parece ter sido bem menor que os outros. Será só impressão? Veremos...

    Com a ajuda dos pássaros conseguimos chegar até Bustoke, uma cidade no interior das montanhas que tem como a mineração a principal fonte de renda, mas que sofre, pois todos os homens estão sendo obrigados a procurar nas minas por uma arma chamada Laser Eye que dará grande vantagem à Runefaust.

    Diana, uma elfa arqueira, filha de um dos mineiros, entra para o grupo a fim de trazer sua família de volta.

    Além disso ainda há uma fera que foi envenenada pelos homens de Runefaust para não interferir na escravidão dos mineiros.

    A fera, agressiva pelos efeitos do veneno, fica aprisionada até que um antídoto seja feito, o que é difícil, pois a Moon stone que poderia ser usada para tal função, também está localizada dentro das minas.

    Seguindo para a entrada das minas, ela está fortemente protegida.

    Diana tinha pedido para ser levada para a batalha, mas só agora percebi que tanto ela, quantos os 2 pássaros não se encontram no grupo.

    Caiu a ficha que agora vou ter que selecionar quem fará parte do grupo me quem vai descansar.

    O pior é que só ganha xp quem batalha, então provavelmente muitas unidades nunca mais serão usadas por mim.

    Nessa batalha aparecem alguns inimigos novos, homens lagarto e curandeiros, que atrapalham estratégias ao curar as unidades inimigas.

    A batalha é longa e minhas unidades ficam muito expostas aos arqueiros e bruxos inimigos, mas por sorte ou extrema habilidade do comandante que vos fala, meus lanceiros, arqueiros e magos, foram de extrema importância na batalha.

    Felizmente libertar os mineiros e pegar o remédio da fera, foi tudo resolvido apenas nessa batalha.

    Voltando para a vila, todos estão satisfeitos.

    O alquimista local faz o antídoto do veneno, e a fera na realidade era um lobisomem chamado Zylo, que em agradecimento por o ter curado, entra para o grupo.

    A ponte que precisamos usar para seguir em nossos objetivos está bloqueada por mais homens de Runefaust.

    Mais batalha. Só que agora com o grupo definitivo.

    2 lanceiros, 2 arqueiros, 2 magos, 2 curadores, 2 pássaros, Max e o lobisomem.

    Os pássaros cobrem uma grande área, mas ainda estão fracos, mas foram úteis para enfrentar os centauros alados inimigos.

    O lobisomen não usa armas e sim suas garras, mas é extremamente poderoso, sendo uma de minhas unidades favoritas até o momento.

    Caminho limpo, seguimos para a ponte.

    Assim que chegamos na ponte, vemos um centauro de armadura vermelha, ser chamado de traidor por não concordar com os métodos de Kane, e mesmo sendo um mercenário, se recusa a servir o exército de Runefaust.

    A "traição" não sai impune e o centauro é jogado precipício abaixo. Gente fina esse general.

    Há muitos inimigos e um agravante, a Laser Eye, a tal arma superpoderosa, fica numa ponta da ponte e arma um canhão de laser que dura alguns turnos de carregamento, para no fim disparar um raio em linha reta, que afeta aliados e inimigos, tirando uma grande quantidade de energia e muitas vezes, matando mais da metade da minha tropa.

    Morri algumas vezes nessa parte, até perceber que poderia me esconder nas bordas da ponte, pois o raio passava exatamente pelo meio, não consegui salvar todas as unidades, mais sobraram suficiente para dar cabo do resto do exército e da própria Laser Eye.

    Por fim, ao derrotar o general inimigo, o centauro jogado precipício abaixo, havia se segurado numa raiz, escala o rochedo.

    Seu nome é Pelle, ele ficou impressionado com as habilidades de combate do meu grupo, pedindo para se juntar a nossa jornada.

    Bom, o grupo está cheio, espero que seja melhor que meus dois outros lanceiros rapaz.

    Com a arma destruída, seguiremos nosso caminho antes que as forças do mau se distanciem mais ainda.

    Fim do capítulo 3.

    Realmente foi um capítulo bem mais curto, apesar de ter a mesma quantidade de batalhas, houve menos enrolação, espero que daqui pra frente continue assim, pois nem vi o tempo passar ao jogar esse capítulo.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      jcelove · 16 days ago · 2 pontos

      Tem capitulos que são menores mesmo.
      Ainda bem que não tem permadeath hein? Essas batalhas com bosses/unidades especiais roubadonas são tensos.hehe

      Da dando saudade, acho que vou recomeçar o 2...de novo.

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