vinicios_santana

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-30 23:34:58 -0300 Thumb picture

    Hype

    Poucos jogos me dão hype, por eu não ter um console que os aguente, mas esse novo Streets of Rage está me fazendo cogitar comprá-lo pra PC.

    Vocês sabem se ele roda de boa em notebooks fracos?

    Acabei de ver a live da Jéssica e enquanto assistia fui desenhando o Axel.

    Quem quiser me seguir no Instagram, lá sempre posto artes variadas.

    https://www.instagram.com/vinicios.ink/

    Bom, é isso, The Hype is real.

    Streets of Rage 4

    Platform: PC
    57 Players
    50 Check-ins

    39
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-21 23:11:03 -0300 Thumb picture

    Desafio "Vergoín da profissôn!"

    Bora lá para mais um desafio, dessa vez mostrando nossa vergonhas.

    O desafio é bem simples. Segue as regras !

    - Cite 5 jogos BONS que você começou a jogar, parou no meio do caminho e entrou pra lista da vergonha !

    - Marque alguns amigos pra mostrar a lista da vergonha que irritaria o Erick Jacquin caso ele fosse gamer e não cozinheiro !


    Super Mario 64

    Comecei esse jogo algumas vezes, sei de como ele é revolucionário, mas nunca consigo ter paciência de seguir jogando.

    Série Metroid Prime

    Essa é mais uma questão de saúde, eu sou louco com o jogo, adoro a franquia, mas sofro daquela tonteira bizarra que fogos de FPS proporcionam, e por mais que eu tentasse, não consegui progredir muito no primeiro.
    As dores de cabeça eram bem fortes.

    Único que consegui zerar foi o de DS.

    Monster Hunter

    O conceito de reunir um grupo online e caçar monstros, me fascinava, cheguei a jogar um pouco dos jogos de psp e Wii, mas achava chato o começo e desnecessariamente complicados.

    Zelda Triforce Heroes

    Eu tive o jogo, gostava dele, mas enrolei tanto pra terminar, que acabei precisando vender o 3DS antes de terminá-lo e até hoje me da pesar de não ter terminado.

    Assassin's Creed

    Não sei se pode ser considerado vergonha, mas eu não consigo gostar de nenhum Assassins Creed, jogo eles empolgado com a nova roupagem e depois de um tempo acaba enjoando de ficar fazendo sempre as mesmas coisas.

    @desafio feito por @venomsnake
    Fui marcado pelo @noblenexus e vou marcar o @jcelove , @manoelnsn e @kalini

    Super Mario 64

    Platform: N64
    15262 Players
    209 Check-ins

    34
    • Micro picture
      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Rapaz, acabei de te marcar no meu, ahuahuahua

      Metroid prime eu nunca me interessei, metroid 3d é bizarro demais pra minha cabeça, huahauha

      13 replies
    • Micro picture
      ygorvieira · about 1 month ago · 2 pontos

      Realmente os Monster Hunter antigos eram chatos no começo, mas o World corrigiu isso.

      1 reply
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      ikke · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu tbm devo ter jogado umas meia hora de Assassins Creed. No máximo.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-21 01:37:30 -0300 Thumb picture

    PRÍNCIPE DA PÉRSIA

    Fechando as postagens sobre Prince of Pérsia, trago alguns conteúdos interessantes sobre a série.

    The Rise and Fall of Prince of Persia

    Foi feito um grande trabalho de pesquisa, com informações e videos bem exclusivos.

    Como o nome sugere, o documentário trás todos os pontos,  jogo a jogo, de sua ascensão, até sua queda e esquecimento.

    Outro documentário muito bom e focado apenas no primeiro, saiu em comemoração aos 30 anos da franquia. Vale a pena ver, esse é todo narrado pelo próprio criador do jogo, Jordan Mechner.

    Aproveitar e falar sobre algo que poucos sabem, há uma graphic novel contando uma história bem peculiar, com irmãos gêmeos, traições, mortes e diferentes timelines. É bem diferente de tudo que se espera de Prince of Persia, mas vale a leitura.

    https://docero.com.br/doc/8vccsn

    Sobre o filme, lançado em 2010, Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo.

    Eu já havia gostado dele na época; e agora, depois de ter jogado o jogo que da nome ao filme, além de vários outros, o filme se mostrou ainda mais fiel do que eu imaginava.

    E realmente não entendo o por quê dele ter sido tão mal de críticas e bilheteria.

    Curioso que é um dos poucos filmes que ainda tenho em DVD, mas que eu não tenho mais onde assistir hahaha.

    Foi ótima essa maratona de Prince of Persia, ainda não finalizei todos os jogos da série, mas finalizei aqueles que considerei importantes, além dos que eu tinha ascenso.

    Gosto muito da franquia e fica a dica, se ainda não jogou nenhum jogo da franquia, vale a pena correr atrás.

    Bom, é isso, até uma próxima vez.

    Prince of Persia (1989)

    Platform: PC
    728 Players
    2 Check-ins

    20
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-19 12:45:23 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[701895]</p><p>Num castelo abandonado, sigo
    Prince of Persia 2

    Platform: SNES
    422 Players
    5 Check-ins

    Num castelo abandonado, sigo enfrentando cabeças flutuantes, e que inimigo chato.

    Além de serpentes que matam com um único hit, é bom ficar atento.

    Segui pelas ruínas até encontrar uma estátua de um cavalo, que cria vida ao tocar nela e me leva voando até onde o Vizir prende a princesa. Lógica? Nem um pouco.

    Agora estamos numa espécie de templo a algum deus águia, ele é todo ornado com estátuas no melhor estilo egípcio.

    Além dos guardas devidamente trajados.

    A sequência de missões aqui, mais especificamente a 11 e 12, foram extremamente irritantes, caminhos longos, muitas armadilhas e principalmente, bugs, você travar no jogo e ser forçado a resetar a fase por conta de uma armadilha já é frustrante, agora imagina com bugs, e são vários:

    levar dano longe da armadilha, atravessar paredes quando não devia o fazer, correr no ar, glitchs de textura ao derrotar um inimigo, isso foi me cansando ao ponto de precisar recorrer ao youtube. 

    E o pior é que eu tinha perdido quase uma hora de jogo tentando ir pro lado errado. É isso ai, tentativa e erro, mas os bugs me deixaram presos naquela área então fiquei por lá mais do que o necessário.

    Agora o pior de todos é um inimigo localizado num local que você precisa subir, mas ao subir é atingido por ele e cai, não há maneira de passar sem usar um glitch.

    Enfim, seguindo por uma porta safadamente escondida, que mais uma vez, sem o youtube era impossível saber como chegar nela, chego até uma espécie de altar do deus Águia.

    Ele é protegido apenas por um guarda fraco, não é difícil matá-lo.

    No caminho pra esse altar, há uma advertência de que quem roubar a chama morre, e realmente morre, eu testei, mato o guarda e volto pra sala anterior e a porta se abre, subo e começa o final do jogo.

    Mas sem Boss Battle?

    Curioso vou ver gameplay no youtube, e cara faz exatamente igual eu fiz, vendo depois videos da versão de PC, que aliás é linda, e de Mega, que não fica atrás, vejo que há sim uma Boss Battle.

    Volto e testo no jogo, e funciona.

    Eu não posso matar o guarda, em vez disso, devo perder pra ele, assim meu espírito puro é tomado pelas chamas azuis e posso ir pra fase final enfrentar o vizir.

    Certo? Errado, tudo isso realmente ocorre, mas na versão de SNES não há o final Stage, em vez disso, apenas golpeio o Vizir disfarçado e subo para salvar a princesa.

    Ainda sim frustrante e capado se comparado às versões de PC e Mega, mas melhor que o primeiro final que fiz.

    Fujo com a princesa no meu alazão voador e fim.

    Mas povo não pode ver a alegria dos outros e já tem velha fofoqueira espiando a alegria do casal. "onde ele comprou esse cavalo novo? Deve ta roubando por ai"

    Não bastasse tudo isso, ainda termina o jogo com uma "belíssima" tela de créditos com o mascote da Titus.

    De forma geral eu não gostei muito do jogo, talvez por eu ter pego a pior versão dele, vendo as versões de PC e Mega, fica claro que o jogo é bom e tem até uma história interessante, mas os constantes bug e level design sacana foram me irritando ao ponto de dar graças por não ter de jogar mais.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    21
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Haha, pense no lado bom, eliminou o vizir rapido ao inves de uma enrolaçao de bossfight.. A Titus te poupou de mais sofrimento XD

      1 reply
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      Cabeças flutuantes...😂😂😂

      3 replies
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      thejosephkorso · about 1 month ago · 2 pontos

      Consegui o primeiro de SNES na última semana. Esse PoP 2 eu simplesmente não curti e abandonei logo.

      3 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-18 05:24:01 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[701638]</p><p>Eu confesso que não pretendi
    Prince of Persia 2

    Platform: SNES
    422 Players
    5 Check-ins

    Eu confesso que não pretendia jogar esse, mas vendo documentários sobre Jordan Mechner, criador da série, me deu vontade de jogar esse e fechar o ciclo de Prince of Persia.
    O jogo se passa alguns dias após o final do primeiro jogo, já casado com a princesa, o príncipe retorna ao palácio e é recebido com olhares de dúvidas por todos.

    Na sala do trono , até sua esposa olha pra ele com espanto.

    Para sua surpresa ele se depara com uma cópia de si ao lado da princesa, ele é tomado como um impostor, mas consegue ver de relance que o impostor se tratava do Vizir disfarçado com algum tipo de magia.

    O príncipe foge pulando pela janela.

    Aqui começa o gameplay, o que começa chamando a atenção é a diferença gráfica, o príncipe está mais baixinho e com os movimentos estranhos. O combate parece ter sido simplificado e o jogo está mais veloz. 

    Porém essa velocidade mais atrapalha que ajuda. Ela não parece fluida, parece que o jogo está constantemente em x2.
    Caí muitas vezes das lajes da cidade por não dosar a corrida.

    Nessa missão fugimos até o porto, onde entramos num barco como clandestino.

    O barco é pego por uma misteriosa tempestade, naufragando numa ilha deserta.

    A ilha esconde um complexo sistema de cavernas, que são as fases seguintes.

    A caverna está povoada de esqueletos armados, eles não morrem em definitivo, semelhante aos esqueletos sangrentos de castlevania ou os Dry Bones do Mario.

    O que deu muito trabalho foi um que enfrento numa ponte, ele não pode ser derrotado e tenho de ganhar tempo até que a ponte caia, tendo de estar no lugar exato para me salvar.

    Exploro mais um pouco até encontrar um tapete mágico que me tira da ilha, numa cena quase cômica.
    Algo que não gostei muito é como os cenários são vivos, não me importei com a parte da cidade e da praia, afinal para essas partes, ser vivo é algo bom, mas no interior da caverna, o excesso de cores não me agradou.

    Depois de sair voando da caverna numa cena bem cômica, chego numa ruínas que parece uma foto paralelizada, como foi feito com as cenas com humanos do jogo.

    Essa diferença gráfica entre as fases, diferentes tons de cores e jogabilidade acelerada, me fazem torcer o nariz pro jogo.

    Seguindo pela história que aparenta ser interessante.

    Vamos ver o que essa sequência nos reserva.
    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    23
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Empolgou mermo com PoP hain? O 2 eu só joguei o comecinho no Snes mesmo. Como nunca terminei o primeiro, deixei ele "pra depois", mas a histórianha é bem meneira mesmo. Acho que a versão mais indicada pra jogar ele seria a do PC.

      1 reply
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2020-04-15 11:11:15 -0300 Thumb picture
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    64
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-15 12:52:11 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[701050]</p><p>Segui jogando e enfrentando
    Prince of Persia (1992)

    Platform: NES
    260 Players
    5 Check-ins

    Segui jogando e enfrentando cada vez mais inimigos, em certo momento, fiquei preso, o mecanismo que abria a porta estava do outro lado e um ratinho veio me ajudar.

    A minha cópia do espelho aparece constantemente, roubando itens, fechando portas e bloqueando o caminho, e do nada some.

    Esse dois fatos, aparentemente sem explicação, aconteceram por limitações no jogo, na versão original a princesa manda o ratinho para nos ajudar. Princesa? Calma que logo explico.

    Ha também no original um confronto emblemático entre o seu EU, a batalha é difícil e se você mata seu reflexo, você morre.

    O derrotando apenas se em vez do golpe final, você embainhar a espada e fazer as pazes consigo mesmo. É algo a se refletir. Na versão de Nes infelizmente não há nada disso.

                                                     Versão de DOS

    Algo que não dei importância no começo do jogo e que agora na reta final fez falta, é o fato da versão de Nes não possuir uma introdução, nem em texto ou em animação simples.

    Na versão de DOS e em todas as demais, há um pequeno texto e uma animação, mostrando o Vizir prendendo a princesa num quarto e colocando uma ampulheta, mostrando o tempo que levaria para para que ela se decidisse se se casaria com ele ou morreria.

    A princesa aguarda que seu namorado a salve, sem saber que o Vizir o fez prisioneiro.

    Em determinado momento, outra animação mostra ela enviando um ratinho para nos procurar. ( Sentido? Não, nenhum.)

                                                     Versão de DOS

    Na versão de Nes, já começamos na masmorra sem saber nada e vagamos fase a fase. No máximo a capa do jogo poderia dar uma dica do que acontece, isso é se você tivesse a label intácta. kkk

    Ao enfrentar o Vizir na penúltima fase, pra mim ele era apenas mais um inimigo comum, com um pouco mais de HP, não tinha nada que indicasse que ele era o boss final ou o meu captor; e se for pensar bem, o chefe anterior, o esqueleto, foi até mais difícil que ele.

    Na próxima fase, basta abrir as portas e seguir pelo corredor e encontrar a princesa que lhe recepciona com um beijo, diferente do abraço das demais versões.

    Logo segue um texto, explicando o desfecho e nos consagrando como príncipe da Pérsia.

    É curioso que diferente dos jogos modernos onde já somos de família nobre, aqui apenas nos tornamos príncipe ao casarmos com a princesa. O que explica no reboot de 2008 o príncipe ser apenas um ladrão ao estilo Alladin.

    Apesar das limitações que atrapalham o enredo, gostei bastante de jogar e conhecer as origens dessa franquia que tanto gosto.

    O level design é incrível, todos os labirintos fazem sentido e são feitos de modo a recompensar a exploração, logicamente que o foco é te atrasar, então vão ter muitas armadilhas e becos sem saída, mas também há upgrades e atalhos, decorar esses caminhos é parte fundamental do gameplay.

    As animações dos sprites e os cenários, são tão bonitas, o Nes conseguiu reproduzir com certa fidelidade as técnicas usadas no DOS, e realmente uma pena não ter um textinho sequer de introdução e deixar o jogador perdido, se bem, que sendo o Nes, a história toda deve estar no manual kkk.

    De qualquer modo, Prince of Persia merece ser jogado, é um ótimo jogo que revolucionou na época, tanto em level designe, visual, combate e até em questões filosóficas.

    Se puder sugerir, não faça como eu, que escolhi a versão de Nes, jogue a original de DOS ou a de Mega Drive.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    29
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Boa man, PoP é fantástico. Jordan mecner era um moleke genial na época pra fazer tanta coisa inovaora tanto em gameplay/animação qto em narrativa com tão pouco.
      Ja vi o making off? acho que esse é um dos mais recentes (só em english mas bem interessante, ele ja começa falando da sombra) https://www.youtube.com/watch?v=6ozxnrs0BP4

      5 replies
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      denis_lisboadosreis · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu joguei a versão DOS, mas empaquei na fase 9 (acho, eu tinha 6 anos), desde então nunca mais joguei. Preciso criar coragem de tentar novamente.

      1 reply
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      hyuga · about 1 month ago · 2 pontos

      zerei a versão de PC na época e esse lance do clone me matou muito

      3 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-12 19:54:16 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[700576]</p><p>Recentemente terminei os jog
    Prince of Persia (1992)

    Platform: NES
    260 Players
    5 Check-ins

    Recentemente terminei os jogos que faltavam pra mim da trilogia das areias do tempo do Prince of Persia, e resolvi voltar às origens.

    Eu cheguei a ter o cartucho da versão de Nes que jogava no amado Dynavision.

    Mas na época passava todo o tempo do jogo na primeira fase, então aproveitei bem pouco do jogo.

    Era fato que jogaria PoP 1, mas em qual versão? Testei a de Snes, que apesar de muito bonita, difere muito da original, com mais fases e caminhos distintos, ótimo para quem já jogou o clássico e quer novos desafios. Essa versão têm os melhores controles, bem mais preciso e otimizado.

    A versão de Mega é exatamente como a de Nes, porém com os controles melhorados, semelhante à versão de Snes.

    Joguei um pouco de cada e no fundo, não estava muito satisfeito, essas versões não me eram nostálgicas.

    Então, peguei a versão de Nes e sofri inicialmente com os comandos, eles são bem mais simplificados e frágeis, um toque para o lado pode fazer o príncipe despencar e cair nas armadilhas.

    Fui me adaptando até me acostumar com os comandos.

    A história é bem simples, o Vizir quer se casar com a princesa e a mantém aprisionada por uma hora, até que os preparativos do casamento estejam prontos.

    O Vizir sabe que a princesa tinha um namorado e o joga na masmorra do castelo.

    E é lá que começamos. Desarmados.

    O jogo consiste em pular plataformas, fazer pequenos puzzles e encontrar a saída da dungeon.

    Mas antes, precisamos nos armar.

    Enfrentamos alguns guardas do castelo que logo vão ficando mais poderosos.

    Também há inimigos místicos, como esqueletos revividos. Na versão de Snes eles extrapolam esse conceito, colocando criaturas mitológicas da região como inimigos.

    Por ter um limite de tempo, não podemos ficar perdendo tempo, e o jogo sabe disso e está cheio de caminhos sem saídas e armadilhas mortais, para nos deter.

    Começo a jogar sem me preocupar com o tempo, exploro ao máximo a masmorra, quando eventualmente morro, reseto o jogo, voltando no começo da fase atual, algo que poderia ser feito com passwords, mas a fim de ganhar tempo, faço save states no início de cada fase.

    Uma vez que já fiz as primeiras incursões de exploração, tento passar no melhor tempo possível.

    Pode parecer chato, mas esse modo de jogar é meio viciante.

    Algo que me impressionou, foi o fato de coisas que deixaram a franquia famosa como misticismo, parkour e até versões malignas de si, estão presentes desde o primeiro jogo.

    Fiquei surpreso ao descobrir que há um reflexo seu que libertamos ao cruzar um espelho mágico, e já tive o spoiler de que o enfrentamos posteriormente.

    Passei algumas fases e seguirei jogando.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    23
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Jordan Mechner é um genio cara. Esse lance do clone mal do espelho e o esquema de 1 hora pra terminar eram bem a frente do tempo, assim como o gameplay e animação.

      A versão do Nes é mais proxima do PC no visual, tem seu charme mas eu iria de Mega mesmo. É um clássico que nunca zerei. Sempre me frustrava qdo criança. Se me lembro foi o primeiro jogo de PC que tive contato no primeiro "curso" de informática que tive a muitos anos atrás. Era surpreendente mesmo num 386 com monitor d etela verde XD

      6 replies
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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse jogo é muita tensão. Não gosto de jogar correndo contra o tempo.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-09 16:43:38 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[699869]</p><p>Como espectro de areia, sigo
    Prince of Persia: Warrior Within

    Platform: PC
    1475 Players
    27 Check-ins

    Como espectro de areia, sigo derrotando os inimigos, que aparecem aos montes para me atrasar.

    Chego num grande salão, onde enfrento um Hipogrifo.

    Essa batalha foi extremamente irritante, o grifo regenerava sua energia enquanto a minha ia se consumindo.

    O ataque especial de explosão de areia, era a forma mais efetiva de retirar vida do grifo, mas logo ele recuperava a energia perdida.

    Fiquei 2 horas nesse boss, até desistir, desligar o notebook e dois dias depois, tentei e passei de primeira, paralisando o tempo e batendo no grifo o mais rápido possível.

    A batalha durou menos de 3 minutos.

    Vai entender, kkk as vezes precisamos de um descanso para refrescar as ideias.

    Revisito alguns locais, como os jardins e mais uma vez Dahaka cruza nosso caminho.

    Dessa vez ele nos arremessa longe, fazendo com que peguemos um grande desvio.

    No meio do caminho, presenciamos o desentendimento entre Kaileena e Shahdee, e logo em seguida o príncipe bobão chegando para ajudar, sem saber que Shahdee estava sendo punida por ter falhado em matá-lo.

    Já sabemos como isso termina.

    Continuo por caminhos complicados, tudo deve ser feito com precisão, pois o chão se desfaz e não há para onde voltar.

    Revejo cenas onde achávamos que a criatura de preto estava nos atacando, mas agora na perspectiva do Espectro, vemos que só estávamos nos ajudando.

    Mas de nada adianta, pois só pode existir um príncipe na linha do tempo, então quando o Dahaka ataca, não interferimos, o príncipe é derrotado e conseguimos tirar a máscara, voltando ao normal.

    O que é uma pena, pois o Espectro é bem forte e seria bom lutar contra o chefe final nessa forma. Inclusive há um glitch que permite isso, mas não o fiz.

    Sigo para os aposentos de kaileena, dessa vez já esperando o ataque, sou direto e tento mais uma vez a fazer desistir de seus planos, mas sem sucesso.

    Abro a passagem secreta atrás do trono, que leva para o presente, Kaileena tenta impedir, mas é arremessada no portal.

    Aqui começará a luta final.

    O príncipe ainda reluta, mas Kaileena diz que é inevitável e não escuta nenhum de seus argumentos.

    A luta é difícil, demorei 2 dias para derrotá-la, em especial por causa dos furacões que drenam muita energia.

    Cheguei a ver um video do youtube que o cara muda a câmera para ver de onde os furacões vem. Tentei, mas mesmo assim morria, o príncipe fica muito pequeno na câmera.

    Então me veio a ideia de só correr em círculos ao redor da Imperatriz, e deu certo.

    O que me fez economizar muita energia e recarregar minhas orbes de areia.

    Terminada a batalha, o príncipe lamenta ter de matar Kaileena.

    Dahaka aparece e absorve a mulher, além do medalhão que o príncipe carregava, que estava carregado de areias do tempo, terminando assim seu trabalho.

    Saímos da ilha e seguimos de volta para a Babilônia, esperando por descanso, o que está longe de acontecer.

    Não consegui encontrar os 9 upgrades de vida, que liberam a Espada de água, a única arma capaz de derrotar o Dahaka, até tentei procurar o último faltante, mas não faço a mínima ideia de onde ele fica, mesmo com ajuda do youtube.

    Resta aceitar o final ruim e ver o final bom no youtube.

    Quem tiver curioso, ele liga diretamente ao começo do Two Thrones.

    Liberei alguns extras, dentre eles videos de making of, adoro esse tipo de vídeo, que mostra o lado criativo, concept arts etc.

    Destaque para um que mostra desde os primórdios da franquia e o envolvimento do criador, vale a pena demais assistir.

    Considerações finais: Gostei bastante do jogo, ele recebe muitas críticas pelo tom sombrio e á música que não combina com a série. Realmente, a música não me agradou, mas depois de um tempo fiquei indiferente.

    Quanto ao tom sombrio, acho que combinou com o que queria ser passado com o jogo, é uma história triste e angustiante, principalmente com o bad ending.

    O combate e evolução artística estão de parabéns.

    Adorei jogar e fico feliz de ter concluído a trilogia , já zerei o 3, e realmente, Prince of Persia faz falta hoje em dia.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    23
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      jcelove · about 2 months ago · 2 pontos

      Ae, parabéns! Eu falei que dava pra perder o upgrade, tem uns 2 missables que se passar tem que refazer o jogo todo.hehe

      O PoP em cell shading tem a melhor versão do prince (que é um ladrão na verdade) pena que o gameplay é raso e repetitivo. Tem o forgotten sands tbm que se passaentre o SoT e o WW se me lembro.

      3 replies
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      kalini · about 2 months ago · 2 pontos

      Dois dias pra vencer esses bosses? Haha, eu venci o Dahaka de primeira em uns 15 minutos. Consegui a Water Sword no primeiro playthrough. Acho que sou craque nesse jogo.

      O jogo é bom, a história tem premissa interessante, mas pra mim não demostrou todo o seu potencial. Ainda assim, esse Dahaka é mais intimidador que aquela coisa feia de tentaculos e sobretudo sósia do Ronaldinho no Resident Evil 3, haha!

      1 reply
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      kalini · about 2 months ago · 2 pontos

      Estou ansiosa pra ver voce postando sobre o The Two Thrones. É o unico que eu não sei de nada sobre.

      6 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-04-08 19:51:36 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[699635]</p><p>Iniciamos a fuga mais frenét
    Prince of Persia: Warrior Within

    Platform: PC
    1475 Players
    27 Check-ins

    Iniciamos a fuga mais frenética contra o Dahaka.

    Até chegarmos num templo.

    O príncipe fica bem cabisbaixo, pois não era para o Dahaka existir mais.

    E tudo que ele fez parece ter sido em vão.

    Já estava se entregando ao destino e se deixa cair no chão para esperar a morte.

    Mas acaba ativando umas runas, que falam sobre uma máscara que é capaz de alterar o tempo. Hummm, entendi.

    Um novo ânimo toma conta do príncipe e agora, presos no templo e cercados por Dahaka em todas as saídas, temos de ir ativando os mecanismos, até a torre central do templo, chegar até a porta.

    O confronto com a Imperatriz quebrou minha espada e enfrentar os inimigos sem ela e algo bem tedioso.

    Sigo para um local onde uma espada me chama a atenção, mas logo Dahaka aparece e joga a espada num abismo.

    Curiosidade: Há um bug, ao fugir do Dahaka, ele some e se você voltar para a sala da espada, ela está lá no pedestal, mas você não consegue interagir com ela sem voltar no tempo.

    Volto no passado e a recupero.

    Essa é em tese a mais poderosa das armas, a espada do Escorpião, ou Soul Edge, porque parece demais. kkkk

    Ela também é capaz de quebrar paredes rachadas, o que vai ajudar na progressão e para encontrar caminhos secretos.

    Nos aposentos de Kaileena o príncipe tem uma epifania, Kaileena também viajava pelo tempo, ele pode ter matado ela no presente, o que não impediu a criação das areias no passado, então agora o objetivo ficou claro, voltar no tempo e derrotar novamente a Imperatriz.

    Sigo enfrentando mais inimigos, até chegar no salão, onde uma múmia ajoelhada, guarda a máscara do tempo.

    O príncipe a pega e ao colocá-la uma transformação, a máscara faz parte de seu corpo.

    Me torno a criatura de preto que nos observava constantemente e cai a ficha do príncipe, ela tentava nos avisar da traição de Kaileena.

    Essa forma têm suas vantagens, a carga de areia carrega constantemente, mas o life vai sendo consumido, o que da uma sensação de urgência, não podendo ficar perdendo tempo com os inimigos, muito semelhante ao Dark Prince do Two Thrones.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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    • Micro picture
      jcelove · about 2 months ago · 2 pontos

      Minha cabeça explodiu qdo eu vi que era o Prince o tempo todo...nunca percebo essas paradas.hehe

      1 reply
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