vinicios_santana

Ilustrador. https://www.instagram.com/vinicios.ink/ Quadrinista. http://alvanista.com/tag/hq-hunter

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-23 22:01:33 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[762979]</p><p>Iniciando Devil may Cry 2, a
    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    50 Players
    9 Check-ins

    Iniciando Devil may Cry 2, a primeira impressão é muito boa, jogo bem mais bonito, animações menos tortas e os controles aprimorados, desmembrar os golpes físicos e de tiro em dois botões foi ótimo.
    Porém os pontos positivos terminam ai.
    Dante está bem mais sério, em tese isso não é ruim, se fosse bem explorado. O problema é que ele mal mal tem falas.

    O jogo traz algo interessante, uma campanha dividida em 2 discos, logo lembrei de Resident Evil 2, onde a campanha de Leon e Claire se complementam. Só que aqui, jogar com Lucia não muda quase nada no gameplay e menos ainda na história.
    Não foi dessa vez Capcom.

    A história é bem fraca, parecendo quase um "copia, mas não faz igual" do primeiro jogo.
    Dante está famoso por ter derrotado Mundus, alguns demônios estão atrás de Lucia, uma espécie de ladra mestiça, Dante se envolve com ela e decide ajudá-la jogando uma moeda, que suspeito tenha 2 caras.
    Aparece um vilão com cara de personagem do Tekken chamado Arius, a moça descobre que é uma criação desse demônio do Tekken, ela chora e Dante resolve derrotar ele.
    E é isso.

    Pelo menos o gameplay é bom? Uai...
    A mudança nos controles foi realmente boa, tanto que continuou no 3, porém simplificaram e muito os combos, quase zero de variação nos golpes e há apenas uma transformação em demônio, pouco se comparado às 3 do jogo anterior.

    Mas o pior de tudo é que o jogo é ridiculamente fácil.
    Devil may Cry 1 era desleal e frustrante em MUITAS partes, mas quando se aprendia os padrões dos inimigos, você conseguia superar esses obstáculos com um sentimento de conquista.
    Já na sequência, 85% dos inimigos e BOSSES são derrotados com chuvas de tiro.
    Eu literalmente matei esse boss com uma mão apertando quadrado, pois com a outra estava gravando a tela para mostrar pro pessoal o quão sem noção era isso.

    Outro boss amedrontador, ficou a luta toda de costas pra mim.

    Algumas vezes para o jogo não ficar chato eu partia pra cima pra forçar o inimigo a me atacar.
    Sendo justo com o jogo, depois de matar Arius, que também não é lá muito difícil, a batalha que se segue, com uma amalgama dos principais chefes do jogo e depois com um demônio de fogo, foram realmente desafiadoras e gostosas de jogar, me garantindo meu único game over/continue no jogo.

    Por mais sério que Dante esteja, ele ainda é bem cool e badass.

    Terminei o jogo, joguei um pouco com Lucia e não tive nem vontade de tentar pegar a Trish, que é personagem secreto.
    Comecei o 3 e meus amigos.....vem coisa boa ai.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    21
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      jcelove · 4 days ago · 2 pontos

      Vai na fé que o 2 é o unico ponto baixo e o 3 consertou todos os erros dele.

      Um lance bizarro é que até o dmc v sair o 2 era o ultimo cronologicamente e esse look dele foi usado na aparição memistica do personagem em SMT 3 Nocturne tbm. Em contrapartida o lendários Kazuma Kaneko fez o design do devil trigger de Dante e Virgil no 3, o que destoou bastante do visual normal do jogo, mas foi legal.hehe

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      mateusfv · 4 days ago · 2 pontos

      DMC 2 é literalmente tiro pra tudo quanto é lado, já que é assim que vc mata qualquer inimigo, na duvida bala neles, os demons nem se mechem do lugar kk

      Pior é os bosses que se mexem de lugar mas n te acertar de jeito nenhum, aqueles lobos lá é bem assim, e aquele tanque se ficar parado na frente dele ele nem te acerta tbm.

      Agora que terminou da uma olhada no vídeo que te passei, vai dar pra entender bastante coisa sobre o pq a qualidade caiu na sequencia :v

      Mas pelo menos do 3 pra frente a Capcom n errou... tanto assim, pois o 4 tem um porém, ele é um jogo legal, mas vc basicamente joga o mesmo jogo duas vezes, tipo vc vai do ponto A ao B com o Nero, ai volta do ponto B ao A com o Dante, e enfrenta até os mesmos bosses, é um jogo legal mas da metade pra frente acho que faltou a verba kk

      3 replies
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      santz · 4 days ago · 2 pontos

      Estou jogando o 2 também aqui em casa. De fato, o jogo tá mega fácil e a história tá bem qualquer coisa. Parei na parte depois que a gente enfrenta aquele demônio do machado que o cara do Tekken invoca pela primeira vez.

      2 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-20 05:17:39 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[762378]</p><p>Uma das franquias do PS2 que
    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    50 Players
    9 Check-ins

    Uma das franquias do PS2 que menos conheço é Devil may Cry, ou melhor dizendo, uma franquia que desconheço no geral, visto que só havia jogado o 4 anos atrás. Vi o anime também, não sei se conta hahaha.
    Peguei o HD collection em uma promoção recente da PSN, 75 em 3 jogos achei ok, mesmo que alguns duvidem da qualidade dos primeiros jogos.


    No que se diz respeito a história, Dante tem uma empresa de "dedetização" de demônios, ele recebe uma cliente estranha, Trish que o contrata para derrotar Mundus, um demonhão de 3 olhos.

    O curioso é que a logo de sua empresa possui uma silhueta bem semelhante a de Trish, coincidência?


    O que não sabemos é que Dante é filho de um capeta chamado Sparda com uma humana, o tornando meio demônio e Trish é muito parecida com sua mãe, o que o faz poupar sua vida e aceitar a missão.

    Depois descobrimos que Trish trabalhava para Mundus, mas é descartada por ele ao fracassar, depois se junta a Dante para enfrentá-lo.
    Cheguei até a pensar que eles fossem irmãos também, mas ao pesquisar as imagens para esse post, vi que colocam apenas Virgil como irmão do Dante,  Trish é apenas uma criação de Mundus, não sei o porque da semelhança com a mãe de Dante, talvez Mundus tivesse uma queda pela humana que encantou o coração do outro capetão e criou uma só para si.

    O jogo é o pai do hacki n slash que evoluiu de uma tentativa de criar um novo resident evil, mais ou menos como a origem de Assassins Creed que seria um novo Prince of Persia.
    Muito dessa sua origem é perceptível no jogo, como inimigos mortos-vivos e lagartões semelhantes aos Hunters de Resident Evil 1,  a câmera fixa e em ângulos cinematográficos,  sem falar que grande parte do jogo se passa nas imediações de uma mansão com uma entrada bem semelhante à mansão do primeiro Resident.


    O jogo é divertido, o humor ácido de Dante e seu aspecto fanfarrão dão um charme extra ao derrotar os inimigos, tendo até um botão exclusivo para provocar os inimigos.

    A progressão de fases interligadas com puzzles e combate é interessante, algumas missões são curtas, outras nem tanto.
    O combate no geral é ótimo, Dante possui uma arma de combate físico e armas de tiro, que evoluem ao longo do jogo, dando mais força e combos.


    Podendo trocar entre espadas e uma manopla de fogo, adquirindo uma foice mais perto do fim do jogo.
    Cada uma dessas armas apresenta golpes e combos distintos.
    Por ser meio demônio, Dante também assume formas demoníacas com o Devil Trigger, dando poderes extras enquanto a barra durar.

    Sendo um para cada uma das armas principais Alastor e Ifrit e outra como herança da espada de seu pai, Sparda.


    Agora alguns pontos negativos que realmente podem datar o jogo para alguns.
    As partes submersas onde Dante tem de nadar em primeira pessoa....horríveis.
    A câmera fixa atrapalha muito em setores de plataforma e em combates onde a esquiva é fundamental, como nos confrontos contra Aranhas Gigantes ou o Nightmare.
    Além disso a dificuldade sobe de forma desleal, os primeiros bosses já exigem certa atenção, retirando um dano assombroso, alguns bosses me matavam em DOIS hits, no começo do jogo.


    Então aprender o padrão dos chefes e esquivar na hora certa para só depois contra atacar é fundamental, mas fazer isso com a câmera te travando ou mudando a orientação ou tapando o ataque do inimigo é algo desafiador.
    Mas quando se decora os padrões do chefe e principalmente, descobre onde não ser atrapalhado pela câmera, o chefe fica relativamente fácil para quem dominou minimamente o sistema de combos.
    Só que até decorar os padrões, você vai morrer e morrer e repetir toda a fase sem checkpints, o que é muito frustrante se estiver passando por sessões complicadas de puzzles e mini chefes até a sala do boss.


    No geral gostei do jogo, me divertiu na medida certa e estou preparado para matar mais demônios na sequência.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      jcelove · 8 days ago · 3 pontos

      Excelente compra. O preço acho meio salgado, mas a qualidade dos jogos compensa, o unico ponto baixo é DMC2, que apesar de melhorar grafico e adcionar movimentos pro Dante e uma personagem nova jogavel é repetitivo e chato e sem criatividade ou dificuldade (da pra matar qq coisa so atirando de longe) mas o primeiro explodiu cabeças na epoca e ainda é bem legal se rekevados esses problemas q mencionou.

      O logo do escritorio do Dante ja ter a silueta da trish no começo é moscagem dos devs.hehe

      Ela foi criada parecida com a mae do Dante pq mundos sabia que isso faria eke aceitar o trabalho e segui la.

      O anime nao é de todo ruim mas nao tem a mesma pegada dos higos apesar de ser canonico (ele se passaria antes do dmc 2, que cronologicamente era o ultimo ate dmc v ignora lo XD

      Dmc 2 vc termina rapidinho e parte pro 3 que foi o jogo q levantou a serie novamente. O 3 crinologicamente é o primeiro e cobta como o jovem arrogante Dante virou o grabde csçadir de demonhos.

      4 replies
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      manoelnsn · 8 days ago · 3 pontos

      Essa é uma franquia que me interessa um pouco pelo protagonista, mas quando lembro que é hack and slash e tenho um certo asco do gameplay, aí desanimo na hora, ahauahua

      2 replies
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      mateusfv · 8 days ago · 2 pontos

      O primeiro DMC eu acho difícil de voltar pra jogar, não só pelos pontos que vc levantou do gameplay que envelheceram meio mal, mas por conta de pessoal eu achar ele semelhante demais a RE (já que ele é um projeto descartado do RE4), algo que por algum motivo me incomoda um pouco kk

      O 2 é uma bagunça do caramba, começaram a fazer quando o primeiro jogo nem tinha sido terminado ainda, e por uma outra equipe que só fazia jogo de arcade, é uma história bem maluca, recomendo esse vídeo que resume bem a situação: https://www.youtube.com/watch?v=9T9DVqVZcLE

      Fora isso tudo gostei desse seu avatar novo, boa tirada essa do Gordon XD

      2 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-04 00:53:56 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[759698]</p><p>Wonder Boy the dragon's trap
    Wonder Boy: The Dragon's Trap

    Platform: Playstation 4
    37 Players
    8 Check-ins

    Wonder Boy the dragon's trap me encantou desde seu lançamento pela sua arte belíssima.
    Essa semana, motivado por lives de Monster Boy, resolvi comprar o seu jogo "irmão".
    Wonder Boy é um remake de um jogo de mesmo nome do Sega Master System.

    A jogabilidade não mudou praticamente nada, apenas adicionando um botão para trocar a arma secundária, em vez de abrir o menu.
    Por a jogabilidade estar praticamente inalterada, o jogo possui um recurso interessante, é possível alternar entre os gráficos novos e antigos em tempo real durante a partida.
    Sempre que entrava em uma nova área, eu trocava pra versão antiga, a fim de comparar as mudanças.

    Mas de que se trata Wonder Boy?
    O jogo começa nos portões do castelo, e depois de alguns corredores, chegamos na  "batalha final" .

    Enfrentamos um Meka Dragon, algo muito estranho em um mundo medieval, ao derrotá-lo, somos pegos numa armadilha, que transforma o protagonista em um dragão, limando seus poderes.
    No decorrer do jogo, a cada boss derrotado, uma nova forma é liberada, com diferentes poderes entre si, uns mais ágeis, outros mais fortes, pequenos, voadores.

    A diferença de gameplay é grande, sendo satisfatório quando evoluímos para uma nova forma.

    Os bosses são relativamente fáceis, joguei no normal e senti que poderia ter começado diretamente no modo difícil.
    Por ser um jogo antigo com capa de novo, acabei sentindo falta de um sistema de mapas, cheguei a me perder algumas vezes, problema de memória mesmo, mas no decorrer da aventura, um mapinha seria bom.

    O jogo é relativamente curto, terminei em pouco mais de 6 horas, porém no youtube têm os ninjas que terminam em 1 hora.
    Ainda falando da parte gráfica, todo o jogo foi redesenhado num estilo gráfico que me agrada muito, gostava de ver a mudança dos sprites antigos e atuais, que deram muito mais carisma para as diferentes formas.

    Também vale citar o carisma dos personagens e suas interações com o mercador e a enfermeira, até esses npcs ficaram mais carismáticos.

    Acho pouco provável que quem gosta do estilo ainda não tenha jogado, mas se for o caso, se você gosta de jogos retrô, com bela arte ou um plataformer simples porém desafiante, fica mais que recomendado Wonder Boy the dragon's trap.
    Vale ainda citar que o jogo original havia sido portado como Mônica no Castelo do Dragão no Brasil e os fans fizeram um ótimo trabalho recriando o jogo com a temática Mônica para essa nova versão no PC.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      thecriticgames · 24 days ago · 2 pontos

      Eu tava zerando ele no MS mas parei quando faltava pegar as formas de leão e de passaro, tava me cansando muito.

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      rax · 24 days ago · 2 pontos

      Esse dai e o meu jogo de Master System favorito junto com Phantasy Star.

      O remake curti pakas tbm,adorei o teabalho que fizeram ao game nesse remake :D.

      1 reply
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      jcelove · 24 days ago · 2 pontos

      Esse ficou lindão mesmo, um dia ainda pego no Steam.

      5 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-29 06:48:24 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[758359]</p><p>Sempre ouvi falarem muito be
    Guacamelee! Super Turbo Championship Edition

    Platform: Playstation 4
    548 Players
    77 Check-ins

    Sempre ouvi falarem muito bem desse jogo mas nunca tive a chance de jogar. 

    Depois de jogar 8 jogos muito parecidos, série Uncharted e série Tomb Raider, queria jogar um plataformer, metroidvania ou beat'n up, e Guacamelee é tudo isso em um só.

    Aproveitei uma promoção da PSN e peguei o jogo baratinho.

    A história é bem simples, Juan é um agricultor que nutre sentimentos pela filha do prefeito, ele é chamado para a casa dela, mas ao chegar lá, sua amada é capturada por Carlos Calaca, um ex cowboy que fez um pácto com El diabo para vencer uma competição, mas que pra isso perdeu seu corpo, posteriormente ele se vinga do capeta e toma seu lugar como regente do inferno.

    Calaca, mata Juan ali mesmo e nosso herói é mandado para o mundo dos mortos, onde por um poder divino é transformado em El Luchador.

    E agora ele possui poder para enfrentar as hordas de esqueletos e criaturas diabólicas para resgatar sua amada.

    Premissa bem básica.

    O que surpreende no jogo é a alta qualidade de desafios do segmento de plataformas e o sistema de combos robusto, enfrentar hordas de inimigos é algo tático e prazeroso.

    O jogo traz várias referências da cultura pop, seja em falas, elementos do cenário ou versões luchadoras de personagens dos videogames e memes.

    Outro elemento bem marcante com o gênero metroidvania, é o sistema de upgrades, aqui descaradamente  referenciado por estátuas "Choozo", referência às estátuas Chozo da série Metroid.

    Cada novo upgrade, trás novos golpes que além de auxiliar na exploração ajudando a acessar novas áreas do mapa, são golpes poderosos incorporados aos combos do Luchador.

    A SUPER TURBO CHAMPIONSHIP EDITION, trás ainda novas áreas e uma nova habilidade, Intenso, que da uma espécie de rage mode enquanto a barra durar, dando uma ajuda pra quando estiver cercado de inimigos.

    Vale citar que há um modo multijogador, podendo ser jogado em até 4 pessoas no PS4, imagino a bagunça nas partes de plataforma, mas nos combates, deve ser muito legal combinar os golpes com os amigos.

    Guacamelee é gostoso de se jogar, carregado de humor e porrada, ansioso para sua continuação.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      manoelnsn · 30 days ago · 2 pontos

      Parece ser legal o jogo!

      E aliás, arrumou um ps4?

      2 replies
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      santz · 30 days ago · 2 pontos

      Acho que para 4 pessoas é só o segundo jogo, esse primeiro é só pra 2.

      4 replies
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      gennosuke6 · 30 days ago · 2 pontos

      Esse jogo é bom demais! Cheio de ação, comédia e referências. XDD Tenho que jogar o 2 logo, direto tem sempre uma promoção dele.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-29 00:32:58 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[758317]</p><p>Acabou que consegui o jogo e
    Uncharted: The Lost Legacy

    Platform: Playstation 4
    623 Players
    145 Check-ins

    Acabou que consegui o jogo emprestado, então o joguei mais cedo do que eu imaginava.
    Começamos jogando com Chloe numa Índia beem pobre.
    Chloe tem de se encontrar com um contado, que mais tarde se revela Nadine.
    A relação das duas é meio conturbada, Chloe é muito orgulhosa e Nadine mandona, então as duas estão sempre querendo se mostrar superior à outra.

    O vilão da vez, Asav, é um médico indiano que resolve virar terrorista, bom, de todos os vilões da série Uncharted, esse foi o que mais gostei, ele não é mau por ser mau, há questões de raça e linhagem que o faz se achar superior ao ponto de querer explodir a cidade com a "escória indiana".
    Um ponto muito bom é a voz calma dele e ao mesmo tempo ameaçadora, uma dublagem realmente muito bem feita. ( Em PT BR)

    Quando vamos para a floresta em busca do artefato da vez, uma presa de elefante ornada em ouro que representa a presa do deus Ganesh.
    Aqui uma mecânica nova me surpreendeu, a floresta é enorme e possui vários templos espalhados por ela, que podem ser acessados livremente, usando um mapa como guia. é praticamente um mini mundo aberto.

    Outro detalhe muito bem aplicado é o uso do celular para registrar a aventura com fotos, no lugar dos desenhos de Drake.

    A ação e puzzles continuam fortes e bem feitos.
    Notei muitas semelhanças das cenas de ação do Lost Legacy com o Uncharted 2, perseguições de carro, perseguição de trem e destruir helicóptero.

    Algo que não fica claro, é como a Chloe conhece o Sam, já que ela não aparece em momento nenhum no 4.
    Quando Nadine sabe do envolvimento dos 2, se sente traída, mas ela era uma assassina de aluguel está reclamando do que?
    O jogo foi muito divertido de se jogar, a história não acrescenta nada à trama de Drake, mas é rica por si só, gostei bastante da ambientação e de toda a mitologia dos deuses indianos, foi sem dúvidas a mais interessante de todos os jogos.

    Por o jogo ser curto, terminei ele em 8:30, a sensação geral é que me diverti mais nesse que no 4, pelo 4 ser extenso demais, muitas vezes eu me sentia cansado e pensando quando ia acabar.

    No final, meio que criam uma amizade entre os 3, forçando uma redenção para Nadine que eu não gostei muito.

    A meu ver se o jogo fosse inteiro com Chloe e Sam faria mais sentido sem forçar a barra.

    Assim se encerra minhas aventuras pela série Uncharted, há o do Vita, mas esse definitivamente não conseguirei jogar, não possuo um Vita kkkk

    Mas se um dia eu conseguir um, eu jogarei com certeza e venho falar aqui.

    Recomendo mais uma vez o Livro Uncharted  O quarto labirinto, ele é sensacional, passando todo o sentimento de aventura dos jogos.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    19
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      mateusfv · about 1 month ago · 2 pontos

      Que bom que conseguiu gostar dele, no geral achei bem mediano, realmente tem alguns coisas legais, mas no geral pra mim o 4 ganha dele de longe

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      thejosephkorso · 29 days ago · 2 pontos

      Eu já não suporto a dublagem brasileira.
      Jogo a franquia em inglês e a segunda jogada dublada em português de Portugal e é um choque de decepção ter de jogar U3 com aquele nível de dublagem.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 28 days ago · 2 pontos

      Dupla foda de personagens femininas 👍🏻💪🏻

  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-23 00:31:50 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[757175]</p><p>Uncharted 4 é o jogo mais hu
    Uncharted 4: A Thief's End

    Platform: Playstation 4
    2798 Players
    688 Check-ins

    Uncharted 4 é o jogo mais humano de toda a série, nele vemos que o relacionamento de Drake e Elena meio que caiu na "vida normal" , na rotina.

    Drake com saudade das aventuras, acaba entrando numa jornada com seu recém descoberto irmão mais velho, Sam, que se achava estar morto há 15 anos.

    O problema disso é que Drake vai escondido, colocando seu casamento numa situação complicada quando Elena descobre sua mentira. Elena também sente falta das aventuras, e no decorrer da trama, eles descobrem que realmente se amam.

    A relação de Drake e Sulivan se mantém forte, com lanços paternos reforçados desde os jogos anteriores.

    Já a relação entre os irmãos, é meio conturbada, há certa admiração, mas também competição e carinho.
    O problema é quando Drake descobre que os motivos de Drake ter aceitado ajudar Sam, não passavam de mentiras.
    Mas novamente, o amor fraterno fala mais alto.
    A trama dessa vez, leva Drake e companhia em busca de um tesouro perdido do rei dos piratas, que teria reunido vários outros piratas e formado uma cidade oculta.
    Novamente, nada de paranormal ou místico, só a pura e velha ganância humana que extinguiu todos os habitantes da ilha.

    A parte gráfica é incrível, cenários imensos e lindos, proporcionando cenas dignas de capas do National Geographic.

    Houveram algumas mudanças na jogabilidade, deixando o jogo muito mais parecido com o último Tomb Raider lançado. (Shadow of Tomb Raider)

    Adicionaram cordas para Drake se pendurar e fazer rapel, se esconder em matos altos e o uso de um picão de metal para escalar rochedos. 

    Sem falar na adição de documentos contendo textos com narrativas paralelas.
    No mais o jogo segue a fórmula de ação, exploração e muitas perseguições de tirar o fôlego.

    Há uma continuação, Lost Legacy, ainda não joguei, mas devo demorar um pouquinho, visto que não a possuo.
    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu achei awesome a parte d ejogar Crash.hehe

      1 reply
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      mateusfv · about 1 month ago · 2 pontos

      Eai oque achou dele? É bem mais falação e escalar que os outros, n rola nem metade da quantidade de tiroteio que tinha no 2, mas a história dele pra mim compensa demais.

      Acho legal que tiraram a parada sobrenatural que sempre achei caído nos anteriores, a "maldição" do tesouro que no final leva todo que vai atrás dele a morte é só a pura ganância mesmo, isso eu achei uma sacada bem legal.

      Não importa quantas vezes eu veja prints out gameplay desse jogo eu sempre fico surpreso, até hj é o jogo mais bonito que já joguei graficamente falando.

      O Lost Legacy achei bem qualquer coisa, tanto que nem me empolguei de terminar de escrever a critica dele :v

      3 replies
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      onai_onai · about 1 month ago · 2 pontos

      Da série, Jogos que meu PC não roda.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-15 05:18:02 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[756085]</p><p>Uncharted 3 começa num clima
    Uncharted 3: Drake's Deception Remastered

    Platform: Playstation 4
    365 Players
    170 Check-ins

    Uncharted 3 começa num clima diferente, estamos num bar, onde Victor e Drake fazem uma venda má sucedida e logo somos apresentados ao novo sistema de combate do jogo, bastante inspirado no combate da série Batman Arkham.

    O combate é muito divertido, mas em certos momentos pode atrapalhar, como por exemplo ao começar uma briga, você ainda é vulnerável aos tiros de outros inimigos, mesmo em cenas de quick time events.
    Há uma introdução Drake jovem, dando mais profundidade à relação que Drake e Victor possuem.

    Falando em relação, fica evidente que Drake e Elena tiveram uma história e romperam no segundo jogo, porém aqui fica evidente que eles tiveram algo sério, como um casamento e se separaram pela obsessão de Drake em aventuras.
    A aventura da vez consiste em averiguar um caminho alternativo escondido por Sir Francis Drake, mas acabam descobrindo que havia um bom motivo para essa rota ficar em segredo.
    O desenrolar da história é meio confuso, o jogo se arrasta em certos pontos, tornando a experiência muitas vezes enjoativa.
    O ponto alto do jogo é sem dúvidas os eventos que envolvem o avião e o deserto, tendo até perseguições em cavalos.

    Em Uncharted 3 os puzzles sobem de nível, sendo realmente criativos e desafiadores, tornando o caderno de anotações de Drake seu melhor amigo nesses pontos.

    Os vilões mais uma vez são mega rasos, buscam poder e nada mais, com uma busca maluca pelo anel que Drake carrega no pescoço que junto de outro artefato, funciona com um decrupto das mensagens de Sir Francis.

    Falo que a busca é maluca pois eles já estavam no local sagrado e ainda brigavam pelo anel.

    É a primeira vez que não há nada de sobrenatural no jogo, toda maluquice com guerreiros flamejantes, nada mais foram que delírios de Drake.

    Algo que me incomodou nos 3 jogos, provavelmente vai me incomodar no 4 e também me incomodou no Tomb Raider, é o vilão estar sempre um passo à frente ou atrás.

    Você descobre uma ilha perdida que só você conseguiu decifrar o mapa milenar, 5 minutos depois, lá está cheio de inimigos.

    Você está no meio do deserto, quilômetros e quilômetros de areia, acha uma cidade perdida no ermo do deserto, e lá está, cheia de inimigos, isso me tira um pouco da trama já que a maioria desses encontros não são justificados.

    Me pergunto se todos os inimigos passam por todos os desafios que passei ou se existe uma portinha lateral ali que eu não vi.

    Depois de salvar mais uma vez o mundo, Drake e Victor aumentam os laços fraternos, enquanto seu romance com Elena vê um recomeço.

    Uncharted 3 foi divertido, mais arrastado que o 2, porém mais profundo nas relações dos personagens, fazendo dele um jogo mais maduro.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-13 00:38:47 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[755783]</p><p>No Uncharted 2, já vemos um
    Uncharted 2: Among Thieves Remastered

    Platform: Playstation 4
    392 Players
    172 Check-ins

    No Uncharted 2, já vemos um grande salto na qualidade gráfica, além de ambientes mais ricos e críveis.

    A trama passa a ser mais bem trabalhada, mas ainda cai no clichê de um templo antigo com uma civilização perdida e uma força mística que transforma as pessoas, além de vilões sem profundidade buscando poder.

    Há um foco nas relações dos personagens, rolando até um triângulo amoroso entre Drake, Chloe e Elena.

    Ao que parece, Drake e Elena não continuaram juntos depois do desfecho do primeiro jogo, ela até se apresenta como a "antiga garota".

    A parte mais elogiada é a ação desenfreada aliado aos momentos de destruição dos cenários.

    Destaque para a perseguição no trem e destruição dos helicópteros.

    Algo muito legal foi ver Drake interagindo com tibetanos sem saber o idioma, diferente da Lara Croft que parece saber todos os idiomas do mundo, Drake teve de se virar com seu carisma.

    No combate, a resistência dos inimigos me incomodou um pouco, no primeiro jogo headshots eram realmente efetivos, no 2 parece que os inimigos viraram esponja de dano, houve a situação de dar 3 tiros na cabeça do cidadão (sem capacete) e o mesmo não morrer.

    Os puzzles mais uma vez não apresentam grandes desafios, bastando replicar o que está no caderno de notas de Drake, mas pelo menos, são bem mais bem feitos visualmente que no primeiro jogo.

    Uncharted 2 é tido como o melhor da série, mas francamente, tirando as partes de ação pura, ele mantém a fórmula e não empolga na história.

    Mas convenhamos que é um jogo divertidíssimo, pelo seu clima frenético, onde sempre tem algo acontecendo, é muito fácil perder a noção do tempo enquanto joga.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      jcelove · about 2 months ago · 3 pontos

      Lembro de ver um review na EGM qdo esse jogo saiu e era o gráfico mais perfeito da época, provavelmente ainda é um dos melhores do PS3.

      5 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-07 06:09:21 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[754807]</p><p>Vindo de Tomb Raider, resolv
    Uncharted: Drake's Fortune Remastered

    Platform: Playstation 4
    475 Players
    176 Check-ins

    Vindo de Tomb Raider, resolvi jogar um do ícones da Sony. Uncharted.

    Possuo o The Nathan Drake Collection, um dos jogos que veio junto do video game quando comprei.

    Inicialmente o que chama a atenção para esse remaster, além dos fps e tra lá lá, o que pra mim realmente foi um ponto relevante foi a dublagem em PT-BR.

    Já conhecia Drake do seu terceiro jogo e do livro O quarto labirinto, que aliás, é fantástico.

    Há sempre os defensores do audio original, mas quando a dublagem é bem feita, da até gosto de se jogar na sua língua mãe, ou vai me dizer que joga CDZ Bravo soldado em japonês?

    Enfim, como disse, vim do Tomb Raider e é até injusta a comparação, mas achei a ambientação desse primeiro Uncharted simples demais, no Tomb Raider e nos Uncharteds posteriores, o trabalho com a ambientação parecer viva e real é maior.

    Nesse, o primeiro templo que visito possui 3 pedras e um esqueleto.

    Além dos tesouros caçados serem extremamente genéricos, não dando a sensação de artefatos reais, mas sim feitos por um artista sem consultar referências visuais.

    Outro ponto a se falar é o sistema de tiro, estranhei no começo, depois de jogar 3 Tomb Raiders em sequência, achei que não iria me acostumar com o padrão de mira de Uncharted, mas lá pro meio do jogo, era 3 tiro, 3 headshot.

    Quase me esqueci de falar, os puzzles, bom, desafio zero, Drake possui anotações no seu caderninho de praticamente tudo, com o mínimo de atenção é possível resolver todos os puzzles, bastando seguir as indicações do livreto.

    O jogo te prende, por um único fator, que é um dos pontos fracos dessa nova trilogia de Tomb Raider, os personagens.

    Drake é extremamente cativante, canastrão, bem humorado e volta e meia solta algum comentário sarcástico sobre a situação.

    Victor, amigo e mentor de Drake e Elena, uma repórter documentarista, complementam o trio com suas personalidades distintas.

    A história é simples, Drake acha um baú com um livro de anotações de Sir Francis Drake, que obviamente é seu parente, igual eu sou do Vinicius de Moraes, e parte numa aventura focada em sair das dívidas e um pouco de desbravamento em busca do mítico El dorado.

    Os vilões são rasos, mas cumprem seu papel. Com direito até a alguns plots interessantes do roteiro.

    Comentei sobre os ambientes fracos e genéricos, isso vai melhorando dentro do próprio jogo, mas ainda é tudo muito simples.

    Algo que da ainda mais essa sensação é o jogo ser formado de pequenas fases curtas interligadas, não há o teor exploração, vc entra em um caminho, com uma ou duas ramificações que chegam no mesmo lugar e pronto.

    Curiosamente a primeira "fase" na selva, me lembrou muito Crash.

    Eu joguei Uncharted por 2 dias, no primeiro, passando os 3 primeiros capítulos, parando num submarino perdido no meio da selva.

    Parei de jogar pois precisava ir trabalhar.

    No segundo dia, estava de folga e não consegui soltar o controle, terminei o jogo de uma vez, parando ocasionalmente para necessidades básicas.

    A ação vai escalando e você sempre quer ver o ponto seguinte.

    Terminei o jogo com a sensação de quero mais. Felizmente a sequência está no mesmo disco rs.

    Mas isso fica para o próximo check-in.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      igor_park · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns.
      Esse primeiro é um bom jogo, porém a sequência é outro nível among thieves é considerado por muitos o melhor Uncharted

      1 reply
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      msvalle · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns pela conclusão. Eu acho que Uncharted foi o que melhor captou o espírito "Sessão da Tarde" desse tipo de jogo, no estilo Indiana Jones.

      1 reply
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      mateusfv · about 2 months ago · 2 pontos

      O primeiro Uncharted é uhm... mais ou menos, com certeza é melhor que os outros exclusivos do PS3 da época, porém com bons problemas (menos que os outros ao menos), as sequencias com certeza foram melhorando, até chegar no ápice/desastre que é o 4 (consigo ver muita gente em ambos os aspectos por conta de quão diferente ele é aos anteriores, eu sou um dos que considera o ápice ao menos kk)

      5 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-05 05:34:37 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[754503]</p><p>Consegui o terceiro jogo da
    Shadow of the Tomb Raider

    Platform: Playstation 4
    269 Players
    75 Check-ins

    Consegui o terceiro jogo da série em mais uma bela promoção.

    Já havia jogado a demo e o jogo manteve meu progresso, o que foi muito bom.

    Inicialmente o que mais surpreende é o salto gráfico, tudo mais lindo e detalhado. Direção de arte e pessoal que faz os matinho estão de parabéns.

    Sobre mato, estar numa selva tropical cercada de elementos tribais e com uma fauna extensa, foi uma das melhores sensações imersivas dos 3 jogos.

    A selva parecia ser viva e quanto aos animais, tinha de tudo, macaco, sapo aranha e até capivaras.

    Um dos momentos mais tensos, logo no começo da entrada na selva, é o encontro com os jaguares.

    Nesse terceiro jogo, o arco toma um incrível destaque, sendo a arma com mais melhorias e o prêmio de vários templos de desafios da história.

    Mas confesso que senti falta do Rambão. ( Arco composto )

    Falando em Rambo, essa é a palavra que define esse jogo.

    Se suje de lama e arranque o pescoço dos inimigos, se tudo falhar, solta o dedo na metralhadora.

    O stealth evoluiu consideravelmente, o que é bom e ruim.

    Bom, pois agora é possível matar os inimigos de várias formas diferentes, sem ser notado por eles.

    O ruim, é que mesmo no modo normal, os inimigos, principalmente os nativos, tiram muito dano, te forçando a usar efeitos de poções quase que constantemente e tornando o uso do stealth bastante recompensador.

    A história mais uma vez não tem pé nem cabeça, um vilão controlado pela Trindade quer um artefato místico para gerar o apocalipse "maia" e recriar o mundo do seu jeito.

    E Lara quer impedir porque sim.

    Vai que o rapaz realmente melhorasse o mundo.

    Um ponto forte é a cidade asteca presente no jogo, ela é riquíssima em detalhes, passando a sensação de um lugar vivo.

    O problema é que passamos tempo demais nela, o que a torna um lugar maçante com o tempo.

    A dublagem em PTBR  do jogo, de seus personagens principais, é excelente, as vozes combinam com os personagens. Já os npcs, mais no quesito das mulheres, parece que umas 3 ou 4 fazem as vozes de todas as npcs femininas das vilas, e a voz nem muda de uma pra outra, é literalmente a mesma voz macia num corpo de criança e em outro todo enrugado de 30 anos no sol. Só as de idosas que realmente mudam, mas também é a mesma em todas. Isso chega a tirar um pouco a vontade de jogar dublado, mas no original não é muito diferente.

    Colocando no modo original imersivo, onde npcs falam na língua nativa, o dialeto asteca deles também não parece ter muita variação sonora.

    Outra coisa que me incomodou foi o fato de Lara não poder usar seu uniforme tradicional em 2/3 do jogo, segundo eles para que ela se misture e não chame a atenção.

    Inicialmente funciona, mas mesmo depois de todos a conhecerem, você é obrigado a usar roupas não modernas, enquanto o Jonah desfila com roupas modernas e mesmo assim, a Lara é destoante demais de todas as mulheres mal tratadas pela vida simples, como ninguém percebe? kkk

    Vai entender.

    De resto foi uma ótima experiência, adorei ter jogado essa nova trilogia, o que me fez até cogitar jogar os antigos. 

    Seguido o tema de exploração,  segui para outra série inspirada em Indiana Jones no Playstation 4, mas isso fica para outro check-in.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      jcelove · about 2 months ago · 2 pontos

      Esse é de longe o mais criticado da trilogia, mas eu adoraria jogar tbm.

      Impedir o apocalipse é uma boa motivaçao pra uma heroina tipo a lara ate homi.XD

      O lance de demorar ma cidade acredito q seja pra aumentar o impacto da bagaceira q acontece e o peso da responsabilidade da Lara nisso

      1 reply
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      fredson · about 2 months ago · 2 pontos

      Eu também joguei no modo imersivo, e achava engraçado ela falando em inglês e os nativos em sua própria língua, hehehe. E não é asteca, por ser na América do Sul é Inca. Mas creio que usaram a língua quechua, que ainda existem povoados descendentes dos maias que ainda falam ela.

      1 reply
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