vinicios_santana

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-09-05 23:52:34 -0300 Thumb picture

    A história de como eu desisti do PSone 3 meses depois de ter comprado.

    Conversando com o @jcelove , acabei me lembrando da história de como eu desisti do PSone 3 meses depois de ter comprado.

    O ano era 2007/08, havia entrado no meu primeiro emprego e com meu primeiro salário, resolvi comprar o video game que sempre quis, PS1, mesmo sendo o auge do PS2, acabei comprando o PSone, a versão slim do clássico da Sony.

    Foi um dos momentos mais felizes que tive como assalariado, comprar meu próprio video game e passar noites jogando, dormindo mal, já que na manhã seguinte tinha aula e depois trabalho.

    Como o PS1 já era um video game bem estabelecido, muittos de meus amigos possuíam jogos e era relativamente fácil conseguir algum emprestado.

    Desse modo joguei e terminei clássicos como Dino
    Crisis 2, Homem Aranha e Symphony of the Night.

    O problema mesmo veio quando resolvi comprar jogos, o mercado oficial nunca existiu na minha cidade e tudo relacionado a video games era facilmente adquirido na única locadora/loja de videogames da cidade, com um nome bem criativo, "(Nome da cidade) Games"

    Naquele velho esquema 3 por 10, escolhi na bacia lotada de jogos, Tomb Raider, Capcom vs SNK e Driver.

    Com Driver não tive problemas, joguei até relativamente muito, o problema mesmo foi com os outros.

    Tomb Raider funcionava tranquilo, desde que eu não pulasse, ação essa que travava instantaneamente o jogo, forçando sua reinicialização.

    Já no Capcom vs SNK, sempre que se jogava contra o Dhalsim, se ele planava meditando, sua comemoração, o jogo travava igual o Tomb Raider.

    As lutas contra ele eram sempre frenéticas e rápidas, para não dar tempo dele realizar sua comemoração.

    Algo similar acontecia com Joe, caso carregasse a barra de magia.

    A princípio pensei que era problema com o disco arranhado e fui na loja trocar os jogos.

    O dono testou, colocou o Tomb Raider no seu video game e ao constatar que funcionava, disse que não trocava pois não havia nenhum problema com o jogo, falei pra ele pular e ver o jogo travar, ele não quis, obviamente já sabia desse problema.

    Nem deu atenção quando falei que o Capcom vs SNK sofria do mesmo problema.

    Depois de insistir, ele disse que trocaria apenas pelo mesmo jogo, peguei novos discos, e voltei pra casa com esperança de ter sido um problema isolado, não era, aparentemente todas as cópias sofriam desse erro de gravação.

    Continuei jogando os jogos que tinha, Final Fantasy Tactics, até que houve um estouro vindo do disco.

    Abri o video game para perceber que a trava que segurava o disco, "polia" ,havia quebrado.

    Voltei mais uma vez na loja, expliquei o caso e ele pediu para que eu voltasse na segunda que a peça chegaria de SP. 

    Eu passaria o FDS sem jogar.

    Segunda feira, assim que sai da escola, corri para a loja e nada da peça, sempre falava que ainda não tinha chegado e me pedia pra voltar outro dia. Isso seguiu por quase um mês.

    Num dia cheguei perguntando da peça, e ele me disse que não arrumaria pois já tinha passado os 3 meses de garantia.

    Irritado, disse que o video game estragou há um mês atrás e ele veio me enrolando pra passar a garantia.

    Meio sem paciência, ele pega o video game, retira a peça quebrada e pega atrás dele, numa prateleira um pacote repleto de polias novas, detalhe que aquele pacote esteve lá o tempo todo desde que fui lá pela primeira vez.

    Ele troca a peça e fala que o conserto ficou em 5 reais, que era muito dinheiro pra época.

    Falei que não pagaria pois estava na garantia.

    Ele me entregou o video game, pediu o papel da garantia e carimbou algo como comprovante de que a garantia já havia acabado.

    Volto para casa, testo o video game e funcionou, fui trabalhar, o dia todo pensando em chegar em casa e jogar o Tactics.

    Em casa já a noite, começo a jogar, antes mesmo de concluir uma missão, o mesmo estouro e novamente a peça solta.

    No dia seguinte mais uma vez lá estava eu na loja, mas desta vez decidido a devolver o video game e pegar meu dinheiro de volta.
    Ele falou que não devolveria o dinheiro, 200 reais, que era um dinheirão na época, mas que me comprava ele por 75 reais.
    Fiquei revoltado e falei que 75 não pagava nem o controle.
    Sai falando que nunca mais compraria nada naquela loja, e de fato, nunca mais nem pisei nela.
    Vendi o video game para um amigo da escola, expliquei o problema, ele usou um superbonder e nunca teve problemas com o videogame.

    Na época isso nem tinha passado pela minha cabeça.

    Alguns anos depois a loja faliu, não por minha causa, e sempre que vejo o dono na rua, lembro de como ele é picareta.

    Só fui voltar a jogar PS1 quando comprei um computador e mais recentemente na TV Box.

    Agora é com vocês, já passaram por perrengues parecidos envolvendo jogos?  Bora conversar nos comentários.

    Tomb Raider -- Featuring Lara Croft

    Platform: Playstation
    3912 Players
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      jcelove · 11 days ago · 3 pontos

      Caramba, vc ainda tromba com o cara hoje em dia? que loko.hehe
      Eu tenho alguns trumas, mas só com tempo pra relembrar, geralmente envolvia o vendedor vir com essa conversa que o disco mal gravado tava bom ou era daquele jeito mesmo...

      1 reply
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      gigahertz · 11 days ago · 3 pontos

      Comprei um Nintendo Switch na Black Friday de 2018. Joguei por 3 meses, até que tive o famigerado problema de joy-con drift. Mandei o console pra única autorizada da Nintendo no Brasil, que ficou com o meu console por cerca de 6 meses (enquanto eu ainda pagava as parcelas do console). Só depois que eu procurei a justiça e abri um processo contra a autorizada, eles me mandaram o console com um novo par de joy-cons. Pra completar, a audiência do processo estava marcada para acontecer na primeira semana de abril de 2020, só que a Pandemia fechou tudo em março (incluindo os fóruns) e até hoje isso tá parado na justiça.

      3 replies
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      thiagobrugnolo · 10 days ago · 2 pontos

      Acho que faz parte dessa vida gamer ter alguns azares com consoles ou jogos. Tive 2 ps1 e nunca tive qualquer problema com os consoles, no entanto sempre tinha problemas com os cds piratas, que quase nunca eu conseguia trocar porque comprava em uma cidade vizinha a minha, então as vezes eu não conseguia ir trocar no tempo hábil, também tive problemas com aqueles memory cards de vários blocos de saves, perdi uns 2 ou 3 deles. Já meu Dreamcast depois do quinto ano de uso apresentou problemas no fechamento da tampa onde inseria o disco, tive que consertar, depois deu problema na placa dos controles, isso já tem uns 13 anos e nunca consegui consertar pois ninguém faz o serviço.
      E mais recentemente perdi um Devil May Cry 4 e um PES 2010 originais pois o leitor do meu Xbox 360 riscou os discos.
      Enfim sempre estamos sujeitos a esse tipo de coisa, mas creio que dá mais raiva ainda quando se cai na mão de um picareta igual foi o seu caso.

      5 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-08-23 05:12:51 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[788547]</p><p>Quem me acompanha há mais
    Resident Evil Zero HD Remaster

    Platform: Playstation 4
    307 Players
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    Quem me acompanha há mais tempo por aqui, vai lembrar que há alguns anos eu comecei a jogar a franquia Resident Evil, já tinha dado minha jornada pelos jogos clássicos como encerrada, até que adquiri o PS4 e numa promoção encontro Resident Evil Zero, por menos de 20 reais.
    Já haviam me indicado o jogo algumas vezes e com o preço bem chamativo, foi compra certa.

    Iniciamos o jogo com uma equipe de soldados de elite, os S.T.A.R.S, atendendo a um chamado de outra equipe que foi investigar desaparecimentos numa floresta.
    Encontramos o que parecia ser uma escolta policial e indícios que um prisioneiro escapou.
    Há um acidente e nossa equipe também se divide, com Rebecca Chambers, médica novata da equipe, indo parar num trem nada suspeito.

    E pra surpresa de Zero pessoas o trem está repleto de zumbis, além de uma espécie de sanguessugas mutantes bizarras.


    E aqui o jogo de fato começa, eu não teria problema de jogar com os comandos de "tanque", mas a versão HD tem a possibilidade do uso de movimentação livre, o que melhora e muito a dinâmica.
    Graficamente o jogo está bem bonito e comparando com a versão antiga, realmente foi uma bela mudança.
    É curioso como os jogos da era Game Cube/ PS2 eram tão embaçados.

    Seguimos sozinhos com Rebecca, até que Billy Coen , o detento fugitivo aparece.


    Resolvemos trabalhar juntos pela situação anormal e aqui entra um grande diferencial do RE Zero, jogamos com os 2 personagens numa única run, alternando entre eles com o toque de um botão e dando comandos simples para o outro, que pode te seguir, aguardar, dar cobertura, etc.


    O bom é que é mais poder de fogo, o ruim é que são mais recursos para gerenciar, além de que se um morrer, é game over para os dois.

    Vale também citar, que há diferenças entre os personagens, Billy é mais resistente e forte, além de um isqueiro. Já Rebecca é bem mais frágil e não consegue empurrar certos objetos, mas ela é a única capaz de combinar as plantas e elementos químicos.

    Há quem critique essa mecânica, eu simplesmente adorei e imagino como seria legal tê-la no 1 e 2 originais mesmo que apenas em alguns momentos.
    Outro ponto diferente do RE Zero, é que não existem os baús para guardar itens, em vez disso, é possível deixar itens no chão para serem coletados depois e eles não desaparecem.

    Cada personagem possui seu próprio inventário, podendo trocar itens entre si, administrar quais itens pegar ou não é essencial.


    Eu mantinha pequenos estoques sempre perto dos saves, mas muitas vezes chegava num ponto onde um item específico era necessário, mas o havia deixado bem longe, esse tipo de situação é frequente, o que aumenta e muito o backtracking , demorei quase 11 horas para terminar o jogo, praticamente metade desse tempo perdido ou indo e vindo para buscar itens hahaha.

    Apesar de RE Zero contar os acontecimentos que antecederam os eventos do primeiro jogo, ele se passar em locais completamente diferentes da primeira mansão do jogo e confesso que isso foi um ponto negativo para mim, não há nenhuma missão na mansão do primeiro jogo o que poderia muito bem acontecer, já que Rebecca esteve nela no 1. Em vez disso, depois do trem chegamos numa mansão que segue quase o mesmo layout da mansão do 1. Umbrella contratou engenheiros do Minha casa minha vida, que fazem todas com a mesma planta.


    Depois de certos eventos, descobrimos que Billy era um ex-soldado traído por seus companheiros soldados, caindo sobre ele a culpa de um massacre e sendo mandado para corte marcial.

    Rebecca se sensibiliza e o deixa fugir, o que explica ele nem ser citado nos demais jogos.
    Essa foi a parte boa da história.
    O resto envolve brigas de egos entre os cientistas da Umbrella e um deles retornando como uma entidade controladora das sanguessugas.

    Jogar RE Zero foi uma ótima experiência, foi bom reviver o sentimento de terror e tensão que o jogo transmite, além da fórmula de coletar itens, resolver puzzles e administrar munição.

    Ao terminar o jogo há um novo modo que jogamos com Wesker e uma versão deturbada da REbecca, testei, mas não tive paciência de seguir jogando.

    Fiquei empolgado para jogar o Remake do 1, que também comprei nessa mesma promoção e também por menos de 20 reais.


    E cogito pegar também o remake do 2, mas dificilmente jogarei 7 e 8 por ser em primeira pessoa, aumentando meu motion sickness e os momentos de susto hahahaha.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    22
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      natansouza · 24 days ago · 2 pontos

      Esse jogo apesar de ter jogado muito pouco, acho que terminei ele umas duas vezes.... Só.. Eu acho.... Mas é sim um bom jogo, principalmente em termos de história..... Pois ela introduz o começo da história, contado tudo que aconteceu com a primeira equipe dos S.T.A.R.S que foi enviada para investigar os acontecimentos na mansão.... Eu sempre fui meio ligado nas história dos games.... Por isso mesmo quis jogar esse que conta uma parte tão legal da história.... Resumindo foi uma ótima experiência quando joguei ele pela primeira vez.

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      andre_andricopoulos · 24 days ago · 2 pontos

      Gosto bastante do ZERO...apesar de que falharam em explorar mais o roteiro / a trama!

      1 reply
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      santz · 24 days ago · 2 pontos

      Os jogos do PS2 são super embaçados. O visual consegue ser pior que o Dreamcast, que saiu 2 anos antes.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-08-19 19:28:07 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>Olá pessoal do Alva, faz muito, muuuito tempo qu
    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
    592 Players
    254 Check-ins

    Olá pessoal do Alva, faz muito, muuuito tempo que não escrevo nada por aqui.

    Foi numa postagem do @mateusfv que tive essa noção que estava ausente e talvez alguém sentia minha falta.

    Passei por uma certa "crise criativa" abandonei muitos projetos e os que não podia abandonar, não sentia prazer em fazê-los, recentemente também voltei a desenhar, fazendo uma série dos Power Rangers e postando no meu Instagram, isso me animou bastante.

    Continuo jogando quase diariamente, terminei alguns jogos, mas como estava sem vontade de escrever, acabei nem comentando.

    Hoje, vou falar um pouco sobre um jogo que divide opiniões, Final Fantasy 7 Remake.

    Todo o inicio do jogo, o arco da primeira explosão, até a chegada no Setor 7, é tudo incrível, um deleite visual que me agradou demais como fan do primeiro jogo.

    O combate, que vi sendo muito criticado, não me desagradou, sei que á os amantes dos RPGs por turno, mas o action mais dinâmico está virando o padrão da indústria e gostando ou não o sistema aplicado aqui funciona muito bem.

    Toda a relação entre o grupo é incrível, Barret está muito carismático, apesar de carrancudo, percebesse que no fundo ele é um grande amigo. Tifa e Aeris estão adoráveis, cada um do seu jeito.

    Até Cloud, caladão e quase um protagonista mudo no original, aqui ganhou mais personalidade e com o passar da história se torna ate simpático e confiável.

    Estava com saudades dessa turma e vela reunida de novo, me arrancou sorrisos de nostalgia.

    Vale citar também o aprofundamento que deram para os demais membros da Avalanche, Essa foi uma das melhores mudanças da trama. Jessie é incrivelmente apaixonante.

    Se continuasse assim seria uma das melhores experiências referentes à Final Fantasy 7, só que não continua....

    Novos conceitos e personagens foram criados, novas quests com personagens sem carisma algum ou extremamente caricatos.

    Mas o pior mesmo fica com a introdução dos espectros do tempo, que não deixam a trama sair dos trilhos, como se fossem guardiões do tempo.

    Simplesmente odiei isso, fizessem um remake apenas, sem tentar ligar ele ao original, afinal, não é uma sequência.

    Muitas das partes novas me desmotivaram bastante a jogar, mas os momentos chaves que remetiam ao original sem inventar demais, eram sempre incríveis e emocionantes.

    Spoilers....

    A sequência final, enfrentando os espectros foi uma das piores e mais genéricas batalhas que já vi.

    Contrastando e muito com a batalha contra Sephiroth, que, mesmo fora de contexto devido a história maluca que se segue nas partes finais, foi a batalha mais emocionante e épica que eu poderia imaginar.

    É difícil falar o que senti quanto ao jogo, ele claramente tem momentos memoráveis, porém toda a encheção de linguiça faz o jogo ficar maçante desnecessariamente.

    Vou nem falar nada do fato de que provavelmente as demais partes venham apenas pro PS5, impedindo até que eu conclua essa jornada, pelo menos até comprar um novo video game.

    Expectativas para a continuação não tenho muitas, mas gostaria que Crisis Core fosse incorporado ao jogo em vez de criarem mais conteúdo desnecessário.

    Final Fantasy 7 de PS1/Pc é meu RPG favorito, Final Fantasy 7 Remake PS4 é mais um jogo que joguei neste ano, somente isso.

    Apesar de manter o apreço pelos personagens que tanto gosto.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      andre_andricopoulos · 28 days ago · 3 pontos

      FFVII do PS1 é icônico...

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      jcelove · 28 days ago · 2 pontos

      Ae Vini, volta ai a escrever homi.

      Eu tenho mais ou menos a mesma opinião, é um jogo Ok, mas longe de marcar como o original. O começo é fantástico, o sistema de batalha funciona bem e o visulé o que se esperava de FFVII refeito em console moderno mas achei extremamnte caido esse esquema de não seguir ou expandir a história e sim dar um rumo alternativo bizarro que não deixa claro se é um remake mesmo ou um continuação louca estilo Chrono Cross.hehe

      Eu até gostei do soldier motoqueiro lokão mas foi triste colocarem uma batalha final" com o Seph só pelo fanservice e pra dizer que essa parte tinha um final.

      Eu preferia que não inserissem os jogos do compendium nele (Acho todo arco original do CC horrivel) mas agora não espero mais nada

      5 replies
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      mateusfv · 27 days ago · 2 pontos

      Claro que o pessoal sente saudades, eu pelo menos as vezes lembro do pessoal que desapareceu ai e.e

      Esse quem sabe um dia eu de uma chance pq deram na plus, mas como já n curto muito o original só vou jogar no dia que n sobrar mais nada de interessante kk

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-04-27 05:24:44 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[772199]</p><p>Olá pessoal, é até difícil c
    Hollow Knight: Voidheart Edition

    Platform: Playstation 4
    184 Players
    67 Check-ins

    Olá pessoal, é até difícil começar a falar de Hollow Knight, por muito tempo, tive certo preconceito com o jogo, sempre despontando no topo de listas de melhores Metroidvânias e ao ver seu visual "simples" e criaturas insectoides, me questionava se de fato o jogo era isso tudo que falavam.
    Foi só com uma promoção de jogos indies da PSN que finalmente adquiri o jogo, estava ansioso por novos jogos do gênero, depois da ótima experiência que tive com Guacamelee.

    Nosso personagem é um cavaleiro sem nome, que carrega o fardo de conter uma infecção que está corrompendo o seu mundo e as coisas vão ficando cada vez mais complexas para nosso pequeno cavaleiro.

    Hollow Knight encanta logo nos primeiros segundos de jogo, ele carrega um ambiente melancólico com personagens carismáticos, cada um com diferentes fardos.

    A história é contada de forma não linear, e dependendo de quais NPCs você visitar, ou arquivos ler, vai acabar pegando ou não pontos da história.

    No começo é tudo muito difícil, todo boss é um desafio e prepare para morrer e morrer e morrer, até decorar seus padrões de combate.

    Há chefes que liberam habilidades essenciais para o prosseguimento do jogo, mas você não fica preso a enfrentá-los logo de cara, podendo explorar todas as áreas possíveis e só posteriormente voltar e enfrentá-lo mais forte.

    Um exemplo é o boss que nos dá a habilidade de quebrar o chão, eu fui enfrentar ele no início do jogo e foi dificílimo, já uma streamer que acompanhei jogando, foi enfrentar ele depois de já ter explorado quase todo o mapa disponível até o momento, e foi uma luta bem mais tranquila, pois ela já estava munida de equipamentos, amuletos e afins.
    A exploração segue fluida, o mapa é gigante e interconectado, com cenários reconhecíveis e diferentes biomas, houve poucos momentos onde eu realmente me senti perdido, porém eram entradas escondidas, como por exemplo a entrada para as colmeias.

    Falando nisso, toda a ambientação ser focada em animais, proporciona designs de personagens muito criativos.
    O combate exige perícia do jogador, todo inimigo apresenta padrões que devem ser estudados, alguns simples de prever, outros lhe garantirão certa dor de cabeça.

    Há cada nova habilidade, novos amuletos e upgrade de armas, o combate vai ficando mais complexo e mais gostoso de se jogar, proporcionando batalhas épicas.
    O nível dos inimigos e principalmente bosses, vai vai subindo e exigindo cada vez mais maestria ao empunhar sua lâmina.
    Eu sinceramente não esperava ter gostado tanto do jogo, foram quase 60 horas empenhado, vivendo neste mundo sombrio, presenciando momentos de dor, euforia, desespero e conquista.

    Bônus: Gostei tanto do jogo que fiz uma miniatura do Hollow em biscuit.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    22
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      thejosephkorso · 5 months ago · 2 pontos

      Acho uma das artes mais porcas da atualidade, mas geral adora.
      Como não curto elementos de Souls e Hack 'n slash em nenhum metroidvania, esse passo longe.

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      thecriticgames · about 1 month ago · 2 pontos

      Cara estou encarando ele neste instante, já com uns 77% e com um final feito, mas acho muito complicado de dominar o combate dele, mesmo depois de zerado sinto que ainda não peguei o jeito da coisa.

      5 replies
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      manoelnsn · 5 months ago · 1 ponto

      Esse jogo parece ser legal, tá mofando na minha steam há anos já, mas uma hora eu resolvo isso

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-03-26 05:33:26 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[767658]</p><p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&n
    Onimusha: Warlords

    Platform: Playstation 2
    1038 Players
    25 Check-ins

                   Check-in na versão de PS2 pois não achei a do PS4 aqui.

    A ideia de Onimush era ser um Resident Evil no Japão feudal só que, como sempre, o projeto cresceu e alguém achou melhor criar uma nova franquia.
    Sempre há esses bons samaritanos para abrir os olhos da empresa.
    Onimusha também foi pensado como uma trilogia para o ps1, mas como o ps2 estava a caminho, acharam melhor migrar o projeto para o novo console.
    E essa foi uma decisão muito acertada, Onimusha é lindo e usa muito bem as capturas de movimento, o único problema da sua versão original são os cenários que em alguns momentos são meio embaçados, fato corrigido no remaster.

    Aliás, vale a pena ver o trailer de anúncio do remaster e um pequeno making of da época.





    O herói de Onimusha é Samanosuke, um samurai habilidoso em meio da Batalha de Okehazama, batalha real que serve de background para os eventos do jogo.

    Acho que poderíamos ter jogado um pouco essa batalha, para Samanosuke não parecer tão fraco logo de cara, apesar que na abertura ele é bem foda.

    No campo de batalha Samanosuke recebe uma carta de sua prima, a princesa Yuki.

    Ela temia por sua vida e aguardava o retorno de Samanosuke para a proteger.
    Seus temores eram reais e a princesa é sequestrada por samurais demônios.
    Samanosuke, com a ajuda da shinobi Kaede, parte em busca da princesa.

    Esse é o plot inicial de Onimusha. Bem simples não é mesmo?
    Porém, um elemento extra foi adicionado ao jogo, Samanosuke encontra sua prima, porém um enorme Oni surge e mata nosso herói, que não teve poder suficiente para enfrentar as forças das trevas.

    Só que alguma divindade resolve clamar por Samanosuke e lhe da uma nova chance, porém dessa vez munido de uma manopla com o poder de absorver a energia demoníaca e com isso liberar novas habilidades.

    Samanosuke agora está apto para resgatar a princesa das garras dos demônios e impedir o ritual profano.

    Onimusha de fato possui muitos elementos de Resident Evil, a pegada ação/terror, inimigos mortos vivos, cenários pré renderizados e câmera fixa em ângulos cinematográficos, além da movimentação estilo "tanque", aqui venho agradecer a quem teve a ideia de colocar a opção de movimentação livre com o analógico na versão de remasterizada.

    O combate de Onimusha é simples se comparado a Devil may Cry, porém o fato de ter de sugar as orbs de energia em vez de elas serem sugadas automaticamente e isso te deixar completamente exposto durante a batalha, gera certos momentos de tensão.

    Um ponto muito positivo no jogo é o sistema de evolução das armas, cada novo nível faz total diferença e as armas possuem diferentes características entre  si. Ai a escola que DMC frequentou.

    Falando em Devil May Cry, eu acreditava que Onimusha era uma evolução para DMC, mas descobri recentemente que fora o oposto, Onimusha saiu quase um ano antes de DMc, servindo de inspiração para o gênero hack n slash, embora Onimusha seja mais focado em puzzles e exploração.
    Falando em puzzles, o jogo é carregado, alguns muito bem pensados, outros irritantes, em especial caixas trancadas com pergaminhos que só são abertas ao responder uma charada proveniente dos pergaminhos ee livros encontrados pelo jogo, isso já seria um pouco complicado, não fosse o fato de ainda ter que decodificar os "kanjis" associados a cada palavra.
    Nesse ponto eu desisti e peguei a resposta de todos os 4 baús na internet.

    O jogo é bem curto, terminei em pouco mais de 4 horas, sendo que o tempo ideal seria 3 horas.
    Eu não vi o tempo passar tamanha a imersão que senti ao jogar, foram dois dias jogando e ao terminar fiquei com sentimento de "mas já?", a história seguiu o curso esperado, só que eu queria jogar mais hahaha.

    Não é preciso falar que Onimusha é lindo, com seus belos cenários e confrontos memoráveis.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    19
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      denis_lisboadosreis · 6 months ago · 2 pontos

      http://alvanista.com/games/ps4/onimusha-warlords
      Quando não achar um jogo na pesquisa daqui do site pesquise no Google o nome do jogo seguido pela plataforma e "alvanista", que se estiver cadastrado aparece.

      2 replies
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      jcelove · 6 months ago · 2 pontos

      Lembrei de qdo comprei o 2 e terminei numa sentada (extremamente raro de acontecer pq canso rapido)
      Oni 1 é bem maneiro mas so joguei ele depois de ter jogado as sequencias.
      Ele inaugurou a moda de jogo japa estrelado ppr ator famoso e a forma como a historia era fechadinha dava a entender q cada sequencia seria com um ator diferente, mas resolveram voltar com Samanosuke no 3 e mudaram de ideia no 4.hehe

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-03-20 05:37:47 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[766802]</p><p>Devil may cry 3 é o último d
    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    56 Players
    10 Check-ins

    Devil may cry 3 é o último dessa coletânea em HD, comecei o jogo logo na sequência do 2 e a diferença já é gritante, tanto graficamente, quanto na jogabilidade e enredo.
    Vamos falar sobre esses pontos separadamente.

    A evolução gráfica do DMC3 é impressionante e claro o que chama a atenção primeiro.
    É como comparar jogos do ano 1 do ps2 com seus jogos finais, o que talvez de fato seja verdade, devido ao tempo de produção dos jogos.
    Jogar DMC 3 é algo gostoso, o rock constante ainda faz parte do clima do jogo, os combos foram aprimorados de uma maneira incrível, é possível emendar praticamente todos os golpes disponíveis no momento, o que deixa o ato de derrotar inimigos, algo bonito de se ver.

    Há uma gama de armas novas com gameplays distintos, além de um novo botão de Estilo, que varia o modo de jogo.

    Porém apenas uma forma de Devil Trigger, o que não é ruim, já que não está associado às armas.
    Armas essas na sua maioria conseguidas após derrotar algum boss, que são o ponto alto do jogo.
    As batalhas contra os bosses são interessantes e forçam o jogador a conhecer o padrão e usar seu melhor, beeeeeem diferente do visto no jogo DMC 2 e bem mais justos que no DMC1.

    O enredo volta num Dante quase adolescente, antes dos eventos do primeiro jogo, mostrando um personagem mais brincalhão e fanfarrão, eu particularmente acho que exageraram demais nessa personalidade dele, felizmente ele amadurece no decorrer do jogo, mas ainda mantendo o bom humor.

    A história em si exige isso, Dante enfrenta seu irmão que com a ajuda de Arkham faz surgir uma torre no meio da cidade, Dante escala essa torre, indo de encontro ao seu irmão gêmeo Vergil, que consegue ser mais badass que o protagonista.

    No decorrer da história, Dante e Vergil se enfrentam no topo da torre, sendo pra mim de longe o momento mais épico do jogo, superando até a batalha final.

    Seguimos com aquela mesma ladainha de juntar os colares e ter o poder de Sparda.
    Mas Vergil é traído por seu ajudante Arkham com cara de psicopata, quem imaginaria?
    Esse psicopata também é pai de Lady, a encarnação da Milla Jovovich no jogo, sério, se um dia for existir um filme de DMC, já temos uma atriz perfeita para o papel.

    Ela é bem impulsiva, vamos dizer assim, em todo encontro com Dante, ela insiste em atacá-lo, mesmo depois de ele não mostrar ser uma ameaça e inclusive a salvar algumas vezes.
    Apesar de ter seus dramas, achei uma personagem bem superficial, ela segue uma linha reta e vai e nada muda seu pensamento.
    Perto do fim do jogo os irmão se unem para enfrentar o mal comum, meio frustrante pois o boss abandona a forma fodona e vira uma bolha de tentáculos.
    O momento da chegada do Vergil é bem legal e a interação entre os irmãos é ótima.

    Por fim os irmãos lutam mais uma vez, e eu achando que eles estavam "brothers" agora, mas não, ser o "preferido" é mais importante.
    Dante aqui mostra que ele, apesar de brincalhão, o completo oposto do irmão que é todo sério, ele é o irmão mais sensato, luta contra Vergil mas ainda o ama, o tentando salva e derramando lágrimas por imaginar que nunca mais o veria.


    "-Você está chorando?
    -Não, é a chuva.
    -Mas a chuva já parou.
    -Demônios nunca choram.
    -Talvez demônios possam chorar quando perdem alguém de quem gostem."

    Adorei ter jogado não só o 3, mas todo o começo da série e finalmente entendi porque Dante é tão querido.
    Após terminar o jogo, é possível jogar com Vergiei, infelizmente não tive paciência de repetir todo o jogo de novo por duas animações de 1 minuto cada.
    Senti falta de mostrarem como Vergil saiu de um Street Samurai, para um guerreiro medieval de armadura. Sei que a sua versão Dangelo está presente no jogo, mas gostaria de ter visto uma ceninha que fosse dele colocando a armadura na campanha principal.

    Bom, já iniciei o próximo jogo no estilo hack n slash e digamos que ainda estou em casa.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    22
    • Micro picture
      jcelove · 6 months ago · 2 pontos

      Boa, DMC 3 é um exemplo de sequencia que literalmente salvou a série. Desde a intro narrada pela Lady ao son de 'devils never cry" ao final épico tudo no jogo é espetacular pra mim.

      Curiosamente a equipe que fez ele é praticamente a mesma do DMC 2. Os caras aprenderam a atender o feedback ao mesmo.hehe

      Gosto demais do enredo dele tbm, a forma como Dante vai amadurecendo de um muleque overpower a um defensor da terra ciente de suas responsabilidades mas sem perder o bom humor como vc ressaltou.

      Só discordo da superficialidade da Lady. Ela tem grandes motivos pra ser impusliva e só querer matar demonios de qq maneira, afinal o pai transformou a mãe dela em um emna frente da moça e a instigou a ir atrás dele (o motivo vc viu no final), dai ela vê o Dante tão demonio quanto qq outro bicho na torre, até ele conseguir quebrar o gelo e convence-la.

      Virgil e Dante ficam naquele clichê de irmãos rivais opostos que brigam mas no fundo só precisavam de uma mãe pra fazer eles se entenderem, coisa que japonês adora...mas quanto ao final fica claro o que acontece com ele. Nelo angelo não é o Virgil de Armadura, é o que restou do Virgil após ser derrotado por Mundus e ter virado um fantoche dele qe só consegue se libertar graças aos enconstro com Dante.

      No 5 dão um jeito loko de fazer ele voltar atrav´s do Nero.ehhe

      6 replies
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      jcelove · 6 months ago · 2 pontos

      Onimusha é ótimo tbm, mas é mais um RE melee com menos puzzle que um hack n slash nos moldes de DMC (até pq saiu antes)

      6 replies
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      vante · 6 months ago · 2 pontos

      Devil May Cry 3 é o meu jogo favorito do PS2, jogar ele logo depois de jogar o 2, dá um contraste de qualidade muito grande kkkkkkkkk

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-23 22:01:33 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[762979]</p><p>Iniciando Devil may Cry 2, a
    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    56 Players
    10 Check-ins

    Iniciando Devil may Cry 2, a primeira impressão é muito boa, jogo bem mais bonito, animações menos tortas e os controles aprimorados, desmembrar os golpes físicos e de tiro em dois botões foi ótimo.
    Porém os pontos positivos terminam ai.
    Dante está bem mais sério, em tese isso não é ruim, se fosse bem explorado. O problema é que ele mal mal tem falas.

    O jogo traz algo interessante, uma campanha dividida em 2 discos, logo lembrei de Resident Evil 2, onde a campanha de Leon e Claire se complementam. Só que aqui, jogar com Lucia não muda quase nada no gameplay e menos ainda na história.
    Não foi dessa vez Capcom.

    A história é bem fraca, parecendo quase um "copia, mas não faz igual" do primeiro jogo.
    Dante está famoso por ter derrotado Mundus, alguns demônios estão atrás de Lucia, uma espécie de ladra mestiça, Dante se envolve com ela e decide ajudá-la jogando uma moeda, que suspeito tenha 2 caras.
    Aparece um vilão com cara de personagem do Tekken chamado Arius, a moça descobre que é uma criação desse demônio do Tekken, ela chora e Dante resolve derrotar ele.
    E é isso.

    Pelo menos o gameplay é bom? Uai...
    A mudança nos controles foi realmente boa, tanto que continuou no 3, porém simplificaram e muito os combos, quase zero de variação nos golpes e há apenas uma transformação em demônio, pouco se comparado às 3 do jogo anterior.

    Mas o pior de tudo é que o jogo é ridiculamente fácil.
    Devil may Cry 1 era desleal e frustrante em MUITAS partes, mas quando se aprendia os padrões dos inimigos, você conseguia superar esses obstáculos com um sentimento de conquista.
    Já na sequência, 85% dos inimigos e BOSSES são derrotados com chuvas de tiro.
    Eu literalmente matei esse boss com uma mão apertando quadrado, pois com a outra estava gravando a tela para mostrar pro pessoal o quão sem noção era isso.

    Outro boss amedrontador, ficou a luta toda de costas pra mim.

    Algumas vezes para o jogo não ficar chato eu partia pra cima pra forçar o inimigo a me atacar.
    Sendo justo com o jogo, depois de matar Arius, que também não é lá muito difícil, a batalha que se segue, com uma amalgama dos principais chefes do jogo e depois com um demônio de fogo, foram realmente desafiadoras e gostosas de jogar, me garantindo meu único game over/continue no jogo.

    Por mais sério que Dante esteja, ele ainda é bem cool e badass.

    Terminei o jogo, joguei um pouco com Lucia e não tive nem vontade de tentar pegar a Trish, que é personagem secreto.
    Comecei o 3 e meus amigos.....vem coisa boa ai.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    22
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      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      Vai na fé que o 2 é o unico ponto baixo e o 3 consertou todos os erros dele.

      Um lance bizarro é que até o dmc v sair o 2 era o ultimo cronologicamente e esse look dele foi usado na aparição memistica do personagem em SMT 3 Nocturne tbm. Em contrapartida o lendários Kazuma Kaneko fez o design do devil trigger de Dante e Virgil no 3, o que destoou bastante do visual normal do jogo, mas foi legal.hehe

      10 replies
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      mateusfv · 7 months ago · 2 pontos

      DMC 2 é literalmente tiro pra tudo quanto é lado, já que é assim que vc mata qualquer inimigo, na duvida bala neles, os demons nem se mechem do lugar kk

      Pior é os bosses que se mexem de lugar mas n te acertar de jeito nenhum, aqueles lobos lá é bem assim, e aquele tanque se ficar parado na frente dele ele nem te acerta tbm.

      Agora que terminou da uma olhada no vídeo que te passei, vai dar pra entender bastante coisa sobre o pq a qualidade caiu na sequencia :v

      Mas pelo menos do 3 pra frente a Capcom n errou... tanto assim, pois o 4 tem um porém, ele é um jogo legal, mas vc basicamente joga o mesmo jogo duas vezes, tipo vc vai do ponto A ao B com o Nero, ai volta do ponto B ao A com o Dante, e enfrenta até os mesmos bosses, é um jogo legal mas da metade pra frente acho que faltou a verba kk

      3 replies
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      santz · 7 months ago · 2 pontos

      Estou jogando o 2 também aqui em casa. De fato, o jogo tá mega fácil e a história tá bem qualquer coisa. Parei na parte depois que a gente enfrenta aquele demônio do machado que o cara do Tekken invoca pela primeira vez.

      2 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-20 05:17:39 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[762378]</p><p>Uma das franquias do PS2 que
    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    56 Players
    10 Check-ins

    Uma das franquias do PS2 que menos conheço é Devil may Cry, ou melhor dizendo, uma franquia que desconheço no geral, visto que só havia jogado o 4 anos atrás. Vi o anime também, não sei se conta hahaha.
    Peguei o HD collection em uma promoção recente da PSN, 75 em 3 jogos achei ok, mesmo que alguns duvidem da qualidade dos primeiros jogos.


    No que se diz respeito a história, Dante tem uma empresa de "dedetização" de demônios, ele recebe uma cliente estranha, Trish que o contrata para derrotar Mundus, um demonhão de 3 olhos.

    O curioso é que a logo de sua empresa possui uma silhueta bem semelhante a de Trish, coincidência?


    O que não sabemos é que Dante é filho de um capeta chamado Sparda com uma humana, o tornando meio demônio e Trish é muito parecida com sua mãe, o que o faz poupar sua vida e aceitar a missão.

    Depois descobrimos que Trish trabalhava para Mundus, mas é descartada por ele ao fracassar, depois se junta a Dante para enfrentá-lo.
    Cheguei até a pensar que eles fossem irmãos também, mas ao pesquisar as imagens para esse post, vi que colocam apenas Virgil como irmão do Dante,  Trish é apenas uma criação de Mundus, não sei o porque da semelhança com a mãe de Dante, talvez Mundus tivesse uma queda pela humana que encantou o coração do outro capetão e criou uma só para si.

    O jogo é o pai do hacki n slash que evoluiu de uma tentativa de criar um novo resident evil, mais ou menos como a origem de Assassins Creed que seria um novo Prince of Persia.
    Muito dessa sua origem é perceptível no jogo, como inimigos mortos-vivos e lagartões semelhantes aos Hunters de Resident Evil 1,  a câmera fixa e em ângulos cinematográficos,  sem falar que grande parte do jogo se passa nas imediações de uma mansão com uma entrada bem semelhante à mansão do primeiro Resident.


    O jogo é divertido, o humor ácido de Dante e seu aspecto fanfarrão dão um charme extra ao derrotar os inimigos, tendo até um botão exclusivo para provocar os inimigos.

    A progressão de fases interligadas com puzzles e combate é interessante, algumas missões são curtas, outras nem tanto.
    O combate no geral é ótimo, Dante possui uma arma de combate físico e armas de tiro, que evoluem ao longo do jogo, dando mais força e combos.


    Podendo trocar entre espadas e uma manopla de fogo, adquirindo uma foice mais perto do fim do jogo.
    Cada uma dessas armas apresenta golpes e combos distintos.
    Por ser meio demônio, Dante também assume formas demoníacas com o Devil Trigger, dando poderes extras enquanto a barra durar.

    Sendo um para cada uma das armas principais Alastor e Ifrit e outra como herança da espada de seu pai, Sparda.


    Agora alguns pontos negativos que realmente podem datar o jogo para alguns.
    As partes submersas onde Dante tem de nadar em primeira pessoa....horríveis.
    A câmera fixa atrapalha muito em setores de plataforma e em combates onde a esquiva é fundamental, como nos confrontos contra Aranhas Gigantes ou o Nightmare.
    Além disso a dificuldade sobe de forma desleal, os primeiros bosses já exigem certa atenção, retirando um dano assombroso, alguns bosses me matavam em DOIS hits, no começo do jogo.


    Então aprender o padrão dos chefes e esquivar na hora certa para só depois contra atacar é fundamental, mas fazer isso com a câmera te travando ou mudando a orientação ou tapando o ataque do inimigo é algo desafiador.
    Mas quando se decora os padrões do chefe e principalmente, descobre onde não ser atrapalhado pela câmera, o chefe fica relativamente fácil para quem dominou minimamente o sistema de combos.
    Só que até decorar os padrões, você vai morrer e morrer e repetir toda a fase sem checkpints, o que é muito frustrante se estiver passando por sessões complicadas de puzzles e mini chefes até a sala do boss.


    No geral gostei do jogo, me divertiu na medida certa e estou preparado para matar mais demônios na sequência.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    28
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      jcelove · 7 months ago · 3 pontos

      Excelente compra. O preço acho meio salgado, mas a qualidade dos jogos compensa, o unico ponto baixo é DMC2, que apesar de melhorar grafico e adcionar movimentos pro Dante e uma personagem nova jogavel é repetitivo e chato e sem criatividade ou dificuldade (da pra matar qq coisa so atirando de longe) mas o primeiro explodiu cabeças na epoca e ainda é bem legal se rekevados esses problemas q mencionou.

      O logo do escritorio do Dante ja ter a silueta da trish no começo é moscagem dos devs.hehe

      Ela foi criada parecida com a mae do Dante pq mundos sabia que isso faria eke aceitar o trabalho e segui la.

      O anime nao é de todo ruim mas nao tem a mesma pegada dos higos apesar de ser canonico (ele se passaria antes do dmc 2, que cronologicamente era o ultimo ate dmc v ignora lo XD

      Dmc 2 vc termina rapidinho e parte pro 3 que foi o jogo q levantou a serie novamente. O 3 crinologicamente é o primeiro e cobta como o jovem arrogante Dante virou o grabde csçadir de demonhos.

      4 replies
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      manoelnsn · 7 months ago · 3 pontos

      Essa é uma franquia que me interessa um pouco pelo protagonista, mas quando lembro que é hack and slash e tenho um certo asco do gameplay, aí desanimo na hora, ahauahua

      2 replies
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      mateusfv · 7 months ago · 2 pontos

      O primeiro DMC eu acho difícil de voltar pra jogar, não só pelos pontos que vc levantou do gameplay que envelheceram meio mal, mas por conta de pessoal eu achar ele semelhante demais a RE (já que ele é um projeto descartado do RE4), algo que por algum motivo me incomoda um pouco kk

      O 2 é uma bagunça do caramba, começaram a fazer quando o primeiro jogo nem tinha sido terminado ainda, e por uma outra equipe que só fazia jogo de arcade, é uma história bem maluca, recomendo esse vídeo que resume bem a situação: https://www.youtube.com/watch?v=9T9DVqVZcLE

      Fora isso tudo gostei desse seu avatar novo, boa tirada essa do Gordon XD

      2 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-04 00:53:56 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[759698]</p><p>Wonder Boy the dragon's trap
    Wonder Boy: The Dragon's Trap

    Platform: Playstation 4
    38 Players
    8 Check-ins

    Wonder Boy the dragon's trap me encantou desde seu lançamento pela sua arte belíssima.
    Essa semana, motivado por lives de Monster Boy, resolvi comprar o seu jogo "irmão".
    Wonder Boy é um remake de um jogo de mesmo nome do Sega Master System.

    A jogabilidade não mudou praticamente nada, apenas adicionando um botão para trocar a arma secundária, em vez de abrir o menu.
    Por a jogabilidade estar praticamente inalterada, o jogo possui um recurso interessante, é possível alternar entre os gráficos novos e antigos em tempo real durante a partida.
    Sempre que entrava em uma nova área, eu trocava pra versão antiga, a fim de comparar as mudanças.

    Mas de que se trata Wonder Boy?
    O jogo começa nos portões do castelo, e depois de alguns corredores, chegamos na  "batalha final" .

    Enfrentamos um Meka Dragon, algo muito estranho em um mundo medieval, ao derrotá-lo, somos pegos numa armadilha, que transforma o protagonista em um dragão, limando seus poderes.
    No decorrer do jogo, a cada boss derrotado, uma nova forma é liberada, com diferentes poderes entre si, uns mais ágeis, outros mais fortes, pequenos, voadores.

    A diferença de gameplay é grande, sendo satisfatório quando evoluímos para uma nova forma.

    Os bosses são relativamente fáceis, joguei no normal e senti que poderia ter começado diretamente no modo difícil.
    Por ser um jogo antigo com capa de novo, acabei sentindo falta de um sistema de mapas, cheguei a me perder algumas vezes, problema de memória mesmo, mas no decorrer da aventura, um mapinha seria bom.

    O jogo é relativamente curto, terminei em pouco mais de 6 horas, porém no youtube têm os ninjas que terminam em 1 hora.
    Ainda falando da parte gráfica, todo o jogo foi redesenhado num estilo gráfico que me agrada muito, gostava de ver a mudança dos sprites antigos e atuais, que deram muito mais carisma para as diferentes formas.

    Também vale citar o carisma dos personagens e suas interações com o mercador e a enfermeira, até esses npcs ficaram mais carismáticos.

    Acho pouco provável que quem gosta do estilo ainda não tenha jogado, mas se for o caso, se você gosta de jogos retrô, com bela arte ou um plataformer simples porém desafiante, fica mais que recomendado Wonder Boy the dragon's trap.
    Vale ainda citar que o jogo original havia sido portado como Mônica no Castelo do Dragão no Brasil e os fans fizeram um ótimo trabalho recriando o jogo com a temática Mônica para essa nova versão no PC.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    37
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      thecriticgames · 7 months ago · 2 pontos

      Eu tava zerando ele no MS mas parei quando faltava pegar as formas de leão e de passaro, tava me cansando muito.

      2 replies
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      rax · 7 months ago · 2 pontos

      Esse dai e o meu jogo de Master System favorito junto com Phantasy Star.

      O remake curti pakas tbm,adorei o teabalho que fizeram ao game nesse remake :D.

      1 reply
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      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      Esse ficou lindão mesmo, um dia ainda pego no Steam.

      5 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-01-29 06:48:24 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[758359]</p><p>Sempre ouvi falarem muito be
    Guacamelee! Super Turbo Championship Edition

    Platform: Playstation 4
    551 Players
    77 Check-ins

    Sempre ouvi falarem muito bem desse jogo mas nunca tive a chance de jogar. 

    Depois de jogar 8 jogos muito parecidos, série Uncharted e série Tomb Raider, queria jogar um plataformer, metroidvania ou beat'n up, e Guacamelee é tudo isso em um só.

    Aproveitei uma promoção da PSN e peguei o jogo baratinho.

    A história é bem simples, Juan é um agricultor que nutre sentimentos pela filha do prefeito, ele é chamado para a casa dela, mas ao chegar lá, sua amada é capturada por Carlos Calaca, um ex cowboy que fez um pácto com El diabo para vencer uma competição, mas que pra isso perdeu seu corpo, posteriormente ele se vinga do capeta e toma seu lugar como regente do inferno.

    Calaca, mata Juan ali mesmo e nosso herói é mandado para o mundo dos mortos, onde por um poder divino é transformado em El Luchador.

    E agora ele possui poder para enfrentar as hordas de esqueletos e criaturas diabólicas para resgatar sua amada.

    Premissa bem básica.

    O que surpreende no jogo é a alta qualidade de desafios do segmento de plataformas e o sistema de combos robusto, enfrentar hordas de inimigos é algo tático e prazeroso.

    O jogo traz várias referências da cultura pop, seja em falas, elementos do cenário ou versões luchadoras de personagens dos videogames e memes.

    Outro elemento bem marcante com o gênero metroidvania, é o sistema de upgrades, aqui descaradamente  referenciado por estátuas "Choozo", referência às estátuas Chozo da série Metroid.

    Cada novo upgrade, trás novos golpes que além de auxiliar na exploração ajudando a acessar novas áreas do mapa, são golpes poderosos incorporados aos combos do Luchador.

    A SUPER TURBO CHAMPIONSHIP EDITION, trás ainda novas áreas e uma nova habilidade, Intenso, que da uma espécie de rage mode enquanto a barra durar, dando uma ajuda pra quando estiver cercado de inimigos.

    Vale citar que há um modo multijogador, podendo ser jogado em até 4 pessoas no PS4, imagino a bagunça nas partes de plataforma, mas nos combates, deve ser muito legal combinar os golpes com os amigos.

    Guacamelee é gostoso de se jogar, carregado de humor e porrada, ansioso para sua continuação.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

    26
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      manoelnsn · 8 months ago · 2 pontos

      Parece ser legal o jogo!

      E aliás, arrumou um ps4?

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      santz · 8 months ago · 2 pontos

      Acho que para 4 pessoas é só o segundo jogo, esse primeiro é só pra 2.

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      gennosuke6 · 8 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é bom demais! Cheio de ação, comédia e referências. XDD Tenho que jogar o 2 logo, direto tem sempre uma promoção dele.

      1 reply
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