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thecriticgames Matheus Pontes

OFF-Topic + Pedido sincero de opinião.

Pedido sincero para quem se dispor a ler isso ok?

Alguns poucos daqui do Alva sabem que eu como muito nerd por ai, quero também escrever um livro, história, coisa do tipo e bem eu participei de um concurso cultural de uma editora e embora eu não tenha ganho o concurso, eu recebi alguns e-mails para uma proposta de participar de um selo deles, a proposta é mais ou menos boa, mas eu preciso de opinião antes de investir nessa empreitada, e é sobre a qualidade do que eu escrevo SE ELA VENDE, simples e direto, se é possível alguém ter interesse e achar interessante, e é isso que eu queria de vocês, saber se alguém compraria e claro, passe reto se não for o seu interesse ;) o Alva não foi feito pra esse tipo de post meu.

Meu livro se chama Canções de Bruxas e Rapsódias de Fadas Negras, e ele é essencialmente uma coletânea de contos de terror, ou de aspecto de terror (você não necessariamente precisa ter medo no fim delas) envolvendo seres dos folclores e lendas de toda a Europa, muitos dos quais eu aprendi estudando e criando os Know Your Demons da persona @I_am_thou o que lhes entrego é um conto inteiro do meu livro, aprecie e opine por conta e risco.

KELPIE

(Em algum lugar do Reino da Escócia, 1699)

Estava sob a minha pele, comendo ela e eu podia sentir o frio entrando por ela e a vida se passando ante meus olhos com rosto de meu avô também sob eles.

Meu pai e minha mãe me batizaram de Finlay, sobrenome Webster, filho de Arabella Webster e Mackinnon Webster, não filho único, mas primogênito destes, tendo como irmão 3 anos mais moço Alastair Webster que compartilhava comigo a magreza e o cabelo loiro encaracolado e que agora se encontra submerso.

Quando mais jovens meu pai criava cavalos, e os criava tão bem como minha mãe nos criava, ele era funcionário de uma fazenda e o mesmo provia toda a renda de casa, não era muita mas o suficiente para sermos melhores abastados que outras crianças, tínhamos comida, frutas frescas, brinquedos e livros, minha mãe adorava lê-los para mim e para Alastair, sendo o nosso favorito um livro com lendas da Irlanda e da Escócia e de outros lugares, a lenda favorita minha e do meu irmão era facilmente a de Mac Lyr, Deus do Mar dono da lamina Fragarach que respondia suas preces, invisível aos inimigos com sua capa de invisibilidade e que cavalgava sob o mar com a égua Embarr, imortal égua do mesmo, com pelos reluzentes que sempre se encontrava próxima a lagos na espera de seu dono quando não estava com ele. Havia algo nela que fascinava a mim e a Alastair, e ambos quando podíamos brincar com os cavalos do chefe de nosso pai tínhamos em um dos favoritos, um macho ao invés de fêmea o nome de Embarr, era como o apelidávamos, e cavalgávamos o mesmo pelo pasto, sentindo vento entre os caracóis dos cabelos naqueles dias cinzas e até hoje cinzas, foi o momento mais feliz de nossas vidas e teve seu fim.

O chefe de meu pai adoeceu, ele era um homem gordo, barbudo e bom, com um sorriso engraçado e que adorava os filhos de seus empregados, não apenas adoeceu mais morreu também, isso já era uma diferença entre mim e meu irmão, Alastair ainda não compreendia o que era morrer, ainda achava que o chefe de nosso pai havia apenas parado de ver a gente, e mandado seu filho assumir as terras, mandado seu filho colocar nosso pai para trabalhar cada vez mais, mandado para deixar nosso pai doente, para nosso pai adoecer, para nosso pai dormir e não acordar mais e para falar com frieza um dia a nossa porta que deveríamos sair o quanto antes, e nisso vinha uma novidade também para mim, pois eu não sabia o que minha mãe explicara meses depois de que a casa em que morávamos não era nossa, mas de pertence do chefe de nosso pai, e agora do filho dele.

Os campos, os cavalos, as boas condições sumiram e nisso com dificuldade viemos a morar no pequeno chalé de nosso avo, pai de nosso pai, ali não havia cavalos, não havia um campo gramado para cavalgar os inexistentes cavalos, não havia uma casa lá tão boa ou espaçosa como a cabana de madeira antiga nos era, ali havia muito lamaçal e um rio próximo que foi de nossa curiosidade e diversão por um bom tempo, mas não para sempre, o lago me parecia sujo, triste, e arrepiante, não parecia o mesmo para Alastair que gostava de mexer ali com galhos e varetas como eu também já gostei de fazer no rio cristalino que passava próximo de nossa antiga residência e ainda sim nosso avo não nos deixava muito próximos, dizia ele rabugento e sinistramente com sua dentição podre tal qual a de um cavalo que o Kelpie surgia as vezes para atacar pessoas e que iria nos pegar, eu sei que era um papo de avô pra nos proteger e procurei obedecer, mas nada era como antigamente, ali a única coisa de similar a nossa velha vida era o mesmo céu cinzento sob nossas cabeças encaracoladas.

Quando não estávamos na escola ou a procura de uma árvore com frutos estávamos ajudando nossa mãe que adoeceu menos de um ano após sair de nossa antiga casa, adoeceu como nosso pai e como o chefe dele, e quase como se acostumado com isso a morte de nossa mãe não nos foi inesperada, mas ainda assim foi triste, depois de nosso pai e do chefe dele eu já me sentia acostumado, mas não menos triste, nossa pobre mãe teve um pobre enterro, mais pobre que o de nosso pai, sem muitas cerimonias ou amigos além do nós e de nosso avo, Alastair chorara muito e eu chorei também na ocasião mas longe dele, minha mãe dizia ser meu dever protege-lo e ser forte por ele e eu fui ou tentei ser por ambos.

Os dias não foram melhores com o seguir, Alastair estava mais cabisbaixo, não queria brincar, poucas crianças de nossa idade ali circundavam e mesmo na escola não tínhamos a melhor das relações, a maioria das crianças tinha a obrigação de ajudar seus pais, ainda encontrávamos tempo para brincar com um ou outro amigo, mas a situação era quase sempre débil, as crianças mais jovens, mais velhas, com a mesma idade pouco tempo tinham para a diversão, e eu me vi ali, desejando assim como Alastair ter tudo aquilo de volta, ter a vida com nosso pai e com nossa mãe, ter o sorriso do chefe de nossos pai, ter os campos, os cavalos, Embarr, mas ao invés disso tínhamos nosso avô que pouco nos era confortável a presença, e o mesmo céu cinzento sob as cabeças, as vezes chuvoso, as vezes com raios e perigoso.

Dormíamos eu e meu irmão juntos em uma única cama, a mesma que dormíamos com nossa mãe quando nos mudamos, nada era como antigamente, não tínhamos mais um quarto nosso com uma cama para cada e uma estante de livros, tínhamos um quarto isolado, pequeno com algumas tralhas e com a cama de poucas cobertas e pouco conforto, Alastair tinha a felicidade de achar que aquilo seria temporário, e eu também tinha quando vim a primeira vez, mas aprendi quieto e em silencio que a vida não melhoraria, e nas noites com meu irmão ali deitado eu o ouvia sonhar e falar dormindo o nome de Embarr.

Era um dia de aula, quando eu e Alastair caminhávamos descalços a caminho da mesma e ouvimos um relinchar, meu irmão gritou –Embarr! E meu avô o puxou com força pelo braço como se meu irmão fosse sua posse e com seu olhar possesso disse –Não vai ir lá! O mesmo arrastou meu irmão e eu pelo resto do caminho até a escola com meu irmão dizendo ter ouvido o relinchar de Embarr ali próximo do lago, e no retorno da escola presenciamos nosso avô ali próximo do rio, com outro homem que conhecíamos como um dos colegas do papai da fazenda, eu tinha suspeitas, mas meu irmão tinha a certeza de que o homem levou Embarr, tinha toda a certeza de que ele tinha ido até ali atrás de nós e que Embarr iria nos tirar daquela vida e nos levar de volta aos campos do chefe de nosso pai, Embarr estava procurando a gente ele dizia, fantasias da esperança de uma criança eu sabia.

Passado um mês ouvimos o mesmo relinchar de dentro da casa e Alastair saiu correndo gritando -Embarr, Embarr com uma felicidade que eu não vira desde os tempos de nosso pai e eu cego só fiquei observando, meu avô estava do lado de fora cortando lenha quando largou o machado e correu desesperadamente e não entendi como conseguiu alcançar Alastair, mas para agarra-lo acabou por capotar no morro e no barro violentamente. Alastair se debatia nos braços de meu avô dizendo que queria ver o Embarr, meu avô se machucou naquela queda e ao voltar para casa possesso acertou Alastair até sangra-lo e o castigou aos berros, o proibindo de sair sem ele, o recriminando e o dizendo assim como para mim ficar longe de qualquer cavalo próximo do rio, era irônico para mim naquele momento tais palavras visto a carranca com dentes expostas de nosso avô se transformando praticamente numa dentição de cavalo.

Vovô passou a ficar várias vezes na única porta de saída, agora necessitava de uma bengala, mas ficava ali com um velho rifle que o tinha para proteção, cortava lenha, colhia algumas frutas, vivia muito do que plantava e tinha pouco dinheiro que não sei como arranjava, não deixava de nos dar comida embora Alastair tivesse ficado sem comida no dia do castigo. Meu avô agora tomava um negócio para amparar a dor chamado láudano a qual um doutor da vila receitou e trazia as vezes para ele, o doutor era mais jovem que meu avô, e nos dava um doce ou outro quando vinha e isso era o máximo que tínhamos de motivo para sorrir nos incessantes dias cinzentos. Vovô ao tomar o remédio ficava do lado de fora, quase sempre observando distante, mas muitas vezes ele dormia, simplesmente apagava sentado e eu saia e passava próximo dele sem que ele notasse, embora o mesmo quase sempre estivesse agitado mesmo dormindo, com as pálpebras saltando e com a boca remexendo exibindo os dentes de cavalo com muxoxos e as vezes até falando algo, procurei não deixar meu irmão notar tal coisa, achei que podia faze-lo ter ainda mais medo de nosso avô, mas pior ainda, podia ser a chance do mesmo correr contra a vontade de nosso avo até o rio e se machucar ainda mais no próximo castigo, talvez até me castigar junto.

Os dias se seguiram após este incidente com certa calmaria, salvo por dias de chuva normalmente tempestuosa na qual ficávamos na casa geralmente trancados no quarto para se abrigar do frio que conseguíamos com algumas peles de lobo do vovô, meu irmão no entanto, com ou sem frio, com ou sem chuva preservava o passatempo favorito de olhar o lado de fora pela janela, através do vidro como se o mundo lá de fora fosse melhor, mas por horas a fio, as vezes eu o observava e notava de forma até sinistra como o semblante do mesmo fitava o lado de fora, até sem piscar como se estivesse enfeitiçado ou vítima de alguma bruxaria.

Foi em uma tarde, após a escola quando estávamos indo pra casa que eu jurei ter ouvido o mesmo relincho da mesma direção a qual pertencia o lago, meu irmão ironicamente não ouviu e seguimos tranquilamente para casa, vovô jazia já do lado de fora sob efeito do remédio, devia estar voltando aos seus sensos pois pouco muxoxo fazia com a boca, sinal de que já estava acordando, subi para levar as bolsas minhas e de meu irmão para cima enquanto a água do chá esquentava no fogão a lenha, Alastair ficara com as mãozinhas ali para espantar o frio nas chamas do fogão a lenha e eu procurava começar a fazer algumas atividades para ajudar nosso avo, eu estava aprendendo a ler o clima e vi nele cinzento como sempre que uma chuva fraca estava por vir, presságios de um dia simples e bom, ou era o que eu cogitava. No do topo da escada, subindo os degraus de madeira já tirando o pé do último degrau para o assoalho do segundo andar da casa eu ouvi o novo som que silenciou o vento, o estalar da madeira no fogão e tudo mais, um alto relinchar que quase me jogou de volta no tempo, era o mesmo relinchar que Embarr fazia, sem dúvida nenhuma.

Ouvi o grito renovado do Alastair de -Embarr, Embarr enquanto corria para fora, larguei as bolsas no chão e corri o mais rápido que pude, ao descer e passar pela porta vi que vovô ainda não acordara, estava ainda sob efeito do remédio, e pus-me a correr o mais rápido possível atrás de Alastair, o barro e o lamaçal, sempre grudento e escorregadio me fizeram tropeçar repetidas vezes sem cair, - Alastair, Alastair! Eu gritava enquanto atravessava o matagal que tampava o caminho visando me separar de meu irmão e seu grito em resposta ainda era o de –Embarr! Cada vez mais distante, se distanciando como se o solo e as plantas quisessem nos separar, a corrida foi tomada por um silencio e um grito fino de criança foi ouvido que me fez gelar a alma.

Corri o máximo que pude, arranhando e me cortando nos galhos, com farpas entrando no meio da pele das mãos que protegiam o rosto destes e do vento frio, a minha corrida me fez chegar até o lago que de alguma forma estranha parecera estar muito mais longe que o convencional da casa de nosso avo, e quando chegue lá me deparei com a hipnotizante visão do cavalo, o mesmo cavalo da fazenda, o mesmo Embarr que até a alguns anos atrás era o fruto de nossas brincadeiras, com seu pelo acinzentado e com sua clina lisa e bela praticamente impossível de se preservar intacta assim ao adentrar a mata, em cima dele jazia meu irmão, sorridente batendo as pernas alegremente sob o equino, que estava ali com a face virada para mim, era o mesmo cavalo, e eu senti ali a mesma nostalgia que meu irmão, o desejo de voltar no tempo, para os tempos de nossa cabana, do campo, e das vidas com nossos pais e fui até lá boquiaberto acariciar o símbolo de nossa felicidade juvenil.

Quando encostei nele e deslizei a mão na sua pelugem cinzenta e macia minha mão travou alguns centímetros ao lado do ponto de contato, tentei move-la e ela não saiu para os lados, tentei puxar e a mão grudou ali se prendendo a pele e pelos de Embarr, olhei para meu irmão que ainda chacoalhava os pés ali e olhei para Embarr, a pupila de seu olho me fitou de volta e em uma piscada de olhos os mesmos se abriram cinzentos, cinzentos sem pupilas, sem íris, sem mais cores, cinzento como os céus e então senti dor em minha mão e senti os pelos, os pelos de Embarr estavam se cravando na minha mão e as veias minhas e as da lateral de Embarr começaram a saltar a flor da pele, como se misturassem tornando um conjunto único. Alastair começou a mexer e vi o mesmo ocorrendo com suas pernas sentadas sob a costas sem cela de Embarr, e ele ficou assustado, -Finlay? Ouvi a tremula voz de Alastair me chamar e o mesmo jazia ali com algumas lagrimas começando a escorrer dos olhos assustados, -Esse não é Embarr. Ele disse com a voz em soluços, eu disse para ele sair dali e o mesmo se debatia sobre o cavalo sem conseguir sair, e nisso suas mãos também colaram sobre a clina do cavalo, que mais grossas atravessaram a mão dele como farpas o fazendo gritar alto e berrar, o cavalo não parecia mais Embarr, a cabeça se contorceu em um movimento impossível até ficar com a cara de frente para mim, fitando a gente com os olhos cinzentos, com uma boca que deformara a ponto de parecer similar a uma boca humana sorrindo com dentes grandes, quadrados e separados, e com uma grossa e cumprida língua da grossura do braço de uma criança como Alastair e que jazia pendurada para fora da boca como uma cobra em um galho.

O cavalo monstro começou a andar sem cerimônia para o rio e inutilmente tentei frear a movimentação, vovô! Gritou Alastair e sem escolha gritei o mesmo enquanto eu caia ao tentar frear a movimentação do cavalo-coisa para o rio, o mesmo dava leves galopadas com relinchos em formas de riso, e no som dos cascos eu acreditava ouvir gritos de crianças como a gente, pude ouvir gritos de resposta de nosso avô distante enquanto entravamos nas águas geladas do rio, pude ver o mesmo vindo mancando com sua bengala de apoio desde o dia que ali caíra, correndo a toda força para nos salvar, entramos na água e ali submersos vi que o rio era na verdade fundo, tão fundo como um lago, e o cavalo adentrava cada vez mais fundo e meus pés se arrastavam ali, na areia, terra, pedras, e ossos, havia ossos ali, eu estava agora mesmo pisando em ossos e crânios que sorriam em agonia para mim pois no leito daquele rio o que se via dentro da água eram as ossadas, esqueletos completos de crianças afundadas com sorrisos pálidos, olhos negros e mãos estendidas para cima, para a superfície tentando se salvar, ou tentando nos salvar de um destino semelhante.

A cabeça do cavalo-coisa mais uma vez se contorceu num giro impossível e ficou frente a frente com meu irmão que estava preso montado nele, sem demora nenhuma ele mordeu sua barriga com uma forte mordida, Alastair parou de segurar o ar e tentou gritar soltando bolhas que subiam junto com o sangue e com fiapos de carne que o cavalo-coisa roía dele, mal conseguia eu ver a ferida de tanto sangue, meu irmão não morria, e eu comecei a rezar para que meu folego acabasse antes de ser a minha vez, inútil prece, o cavalo-coisa se virou para mim ainda com o meu irmão vivo, aberto, sangrando grudado sob suas costas sem rédeas e esticou a cabeça de forma impossível de se projetar, passou a cabeça comprida e a crina farpada por debaixo dos meus braços calmamente como um cavalo estica a cabeça habitualmente para comer sua grama, e mordeu com força minha barriga, dor, fim e medo era o que eu sentia, sangue, carne e água era o que eu via ao olhar para cima gritando em desespero, dói, e não termina, eu sinto o frio da água e da língua na minha barriga, e acima de mim eu vejo o que parece ser meu avô, sem ter como ajudar, desesperado, e sua imagem se distorce em ondulações que se formam na superfície da água sob uma nova chuva cinzenta.

Olha o Kelpie a cavalgar.

Para o rio irá te levar

Em um passeio inesquecível

Resistir a ele não é possível.

Se a clina você tocar

No pelo dele ira grudar

Se nas costas se sentar

A carne dele ira abraçar

Criança gorda e desobediente

Essa deixa o Kelpie contente

Passeando na beira do lago.

Ira em breve dormir gelado.

Não adianta chorar

Tão pouco gritar

Pois você irá se afogar

Para onde o Kelpie te levar.

- O Poema do Kelpíe –

Canções de Bruxas e Rapsódias de Fadas Negras. Capitulo 7 DOS ESPÍRITOS D’AGUA

Shin Megami Tensei III: Nocturne Maniacs

Platform: Playstation 2
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    ralfrisi · about 2 months ago · 4 pontos

    Caramba!!!! Muito bom. Achei excelente a estrutura do texto, introdução, desenvolvimento e conclusão ainda mais se tratando de um texto curto.
    Ha alguns pontos que acho que poderiam acrescentar ainda mais ao texto, como por exemplo ser mais explicito no primeiro paragrafo, creio que a ideia era ser mais generico para não entregar o final, mas fiquei um pouco confuso com ele só entendendo apos concluir a leitura mas ainda acho que o ele ficou meio truncado.
    Se tem ofertas para produzir e publicar não perca tempo e vai fundo, seu texto tem qualidade e numa editora, trabalhando com editores e revisores os mesmos ajudarão a dar polimento no texto.
    Belo trabalho, e se estiver precisando de leitor de teste pode contar comigo!!!!

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    volstag · about 2 months ago · 3 pontos

    Excelente cara, curti!
    Acho que você deve sim tentar essa empreitada, se vai mesmo ser um sucesso é complicado de dizer, já que o povo principalmente brasileiro (não generalizando de forma alguma) é meio trouxa quando o assunto é leitura.

    2 replies
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    fagnerale · about 2 months ago · 3 pontos

    Não sei dizer se vende ou não vende, mas vc escreve muito bem, o texto é bom, chamou a atenção👏👏

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    seufi · about 2 months ago · 2 pontos

    Gostei muito... Uma questão ou outra de pontuação a ser revista, e talvez melhorada para aumentar a tensão, mas na minha opinião, nada grande a ser acrescentado. Talvez, uma sugestão que daria seria criar mais imagens para criar a expectativa... talvez, ao longo do texto, incluir uma visita no lago sujo, uma procura por Embaar, talvez, em que eles vissem os rostos refletido na água... Outra sugestão de análise seria falar sobre o outro irmão/irmã de ambos... Ele é citado e some no texto... onde estaria? quem seria? teria morrido? Teria ido visitar o avô no casebre e morrido? Enfim, ideias e sugestões... e se você já escreveu um texto deste tamanho, sabe bem que a cada vez que você lê-lo, vai ver algo a acrescentar, mudar, tirar, incluir, mudar a forma de descrever, etc.

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    seufi · about 2 months ago · 2 pontos

    Ah, e acabei me esquecendo de responder seus questionamentos... Percebo no seu texto alguma coisa d'O Corvo, de Poe. Não está em lugar nenhum, mas sua escrita me lembrou a dele... Parágrafos curtos... frases rápidas... Acredito que venderia sim. E sinceramente, sendo eu a ter escrito este texto, aceitaria a proposta de publicar, em qualquer formato possível... principalmente pela visibilidade, pelas críticas, pela experiência de lidar com revisores, etc. Talvez, financeiramente, você não obtenha nada grande. Mas um livro é, antes de tudo, um filho. E ver ele crescendo vale mais que qualquer dinheiro!

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    seufi · about 2 months ago · 2 pontos

    Ah, e gostei especialmente do seguinte: o texto começa com ele morrendo, e o que ele conta são as lembranças passando pela vida dele. Faz um teste também e acrescenta algumas frases curtas, entre o texto, algo como "e eu via meu avô, ali, batendo a bengala, inutilmente na água, em busco de alguma coisa... qualquer coisa..." E continua contando a história... Isso daria uma ideia de que a morte está acontecendo enquanto ele se lembra.

    Desculpe-me... acho que sugeri coisa demais. Mas espero ter dado questões para você pensar... E acho que era isso que você queria...

    4 replies
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    andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

    Maravilha. Os contos teriam imagens? Seria bacana ter pra ilustrar certas figuras folclóricas.
    ...
    Mas independente de ter ou não... tá massa.
    ...
    Siga. Faça. Tente.
    ...
    Independente se alguém gostar ou não...siga isso. Se é feito com prazer, a qualidade final é boa.
    ...

    2 replies
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