the_muriel

Posso até jogar Neptunia, mas isso não quer dizer que sou um lixo :v

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  • 2019-09-27 09:36:05 -0300 Thumb picture
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    Podcast - Grindingcast 016 - Batidão dos Indies Vol.1

    https://geekquest.org/2019/09/27/grindingcast-016-batidao-dos-indies-vol-1/

    No programa de hoje nós fizemos um batidão com diversos RPGs indies de qualidade, que ainda vão ser lançados ou foram lançados recentemente, só jogo de qualidade e com muito potencial! Vale a pena dar uma conferida.

    Jogos citados e suas demos:
    CroosCode
    Cris Tales
    Jack Move
    Deltarune
    Indivisible

    CrossCode

    Platform: PC
    35 Players
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      wiegraf_folles_ · 17 days ago · 2 pontos

      Btw esse Cross Code parece legit as fuck.

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      wilford_fernandes · 17 days ago · 2 pontos

      aí sim!!! louco pr ajgar crosscode ;p

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      emphighwind · 17 days ago · 2 pontos

      Dos jogos citados só joguei a demo do CrisTales e o Episode 1 de Deltarune.

      Cristales eu sinceramente não gostei de nada afora a gimmick de mudar o tempo no meio da batalha que realmente foi interesssante, porém o resto realmente deixou o gosto amargo, não gostei da exploração na cidade e eu detesto esta mecânica de paper mario de enfiar timing em RPG de turno.

      CrossCode realmente parece muito bonito, porém na época que o jogo saiu vi os trailers com aquele gameplay que parece ser "twin stick shooter" e desanimei.

      Jack Move confesso que nunca ouvi falar, confesso que nada visualmente me atrai.

      Deltarune Episode 1 eu joguei quando saiu pra PC achei bem decente, confesso que não curti muito Undertale, mas me diverti com este episode 1 e o BGM é fantástico como de praxe, não tem diferença entra "vencer" as lutas ou pacificar, porém o que você ganha do boss secreto muda conforme como você termina a luta.(Porém acho complicado considerar ele como algo não action mesmo sendo por turno com o gameplay meio shmup dele ainda mais que tem mecânicas como graze nele).

      Indvisible eu não consegui me empolgar como o pessoal ai, talvez por eu não ter jogado Valkyrie Profile, confesso que a arte do Kou Yoshinari me atrai mais, mas é acho que eu realmente deveria testar o jogo.

      De jogos de RPG indie eu estou com hype é o World of Horror que só Deus sabe quando que vai sair, apesar de ter previsão pra sair neste ano ainda.

      1 reply
  • 2019-09-18 18:16:43 -0300 Thumb picture
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    Podcast - Grindingcast: Legend of Legaia

    https://geekquest.org/2019/09/18/grindingcast-015-...

    Depois de vários adiamentos, problemas na gravação e o que mais se imaginar, o podcast de Legend of Legaia está no ar!

    Venham escutar e dar sua opinião também sobre esse famoso jogo do Playstation, onde tu pode fazer combos e salvar o meio ambiente!

    Legend of Legaia

    Platform: Playstation
    2131 Players
    53 Check-ins

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      wcleyton · 26 days ago · 2 pontos

      Eita caraio, tou até vendo o sangue no zóio da galera quando for falar desse game

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      avmnetto · 26 days ago · 2 pontos

      "Salvar o meio ambiente" pode soar clichê (e até pejorativo, no meu caso) fazendo referência à importância e profundidade desse jogo. Cabe melhor a FF7.

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      vinicios_santana · 26 days ago · 2 pontos

      Desse lembro das "super" animações de batalha, mas logo cansava. Escutarei o cast pra ver se essa imagem ruim sai da cabeça.

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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-09-12 11:36:20 -0300 Thumb picture
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    12 Minutos de Yx IX para a Tokyo Game Show

    A Falcom exibiu 12 minutos de novas cenas de gameplay para Ys IX: Monstrum Nox durante a transmissão ao vivo do palco Famitsu x Dengeki no Tokyo Game Show 2019.

    Ys IX: Monstrum Nox deve chegar ao PlayStation 4 em 26 de setembro no Japão.

    Ys VIII: Lacrimosa of DANA

    Platform: PC
    23 Players
    10 Check-ins

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  • 2019-09-07 18:46:04 -0300 Thumb picture
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    Mitos sobre os RPGs por turno

    Medium 3743847 featured image

    Recentemente tivemos finalmente o anúncio de Indivisible, um RPG indie que era muito aguardado pelos fãs do gênero, seja por possuir sprites em alta definição (afinal ele é produzido pela mesma empresa que fez Skullgirls) ou pelo gameplay ser inspirado em um clássico do Play Station: Valkyrie Profile. Porém, o que era pra ser uma boa notícia para todos nós da equipe (afinal, nosso objetivo é que mais e mais pessoas joguem e se divirtam com RPGs eletrônicos), acabou se tornando motivo de preocupação. Não pelo jogo em si, que ainda aparenta estar espetacular, e sim pela forma com que a empresa está o vendendo: como um RPG de ação.

    A nova tela de combate de Indivisible, presente na versão final do jogo

    Action RPG, em suma, é um subgnênero do RPG eletrônico que enfatiza a ação em tempo real, onde o jogador controla diretamente os personagens e a maneira como o combate acontece depende única e exclusivamente dos inputs do mesmo, podendo mover o personagem pra bem longe do adversário ou mesmo atacá-lo por ângulos diferentes. Em Indivisible, as batalhas acontecem com os personagens jogáveis de um lado e os inimigos de outro e uma ação direta só ocorre quando um marcador localizado abaixo do mesmo (que na versão demo era simbolizado por uma barra e nessa versão final é na forma de pequenos círculos) se completa, permitindo assim que o jogador faça os combos devidamente. O mesmo vale pros inimigos, que apesar de não terem o marcador à mostra, também ficam imóveis e só fazem uma ação após determinado tempo, o que não se encaixa como um RPG de ação e sim por turnos, que usa uma função bastante conhecida pelos jogadores de Final Fantasy: a ATB, ou active time battle.

    Quando surgiu, em FFIV, a ATB sequer era mostrada na tela, só vindo a aparecer no jogo seguinte, e perdurando na franquia por um bom tempo, além de ser reaproveitada em vários outros jogos

    Mas, se é algo tão notável o fato de Indivisible ser um RPG por turnos, por que estão vendendo ele como se fosse um Action? RPGs de ação são mais rentáveis, sendo mais atraentes pra novos públicos, e com isso para uma desenvolvedora de jogos ter lucro é muito mais fácil produzindo um jogo dessa forma. E como fora de combate o jogo possui momentos plataformer( bem no estilo de Valkyrie Profile mesmo), optaram por vender o jogo dessa maneira, assim quem queria comprar o jogo por ele ser o sucessor espiritual de Valkyrie Profile ainda vai fazê-lo, e aqueles que têm preconceito contra RPGs de turno também o farão, já que com a ATB, a ação em plataformas e o sistema de combos, dificilmente descobrirão que foram “enganados”.

    Não é de se espantar se memes desse tipo surgirem depois do lançamento do jogo...

    Contudo, apesar de parecer a escolha perfeita, mascarar o jogo como algo que ele não é, é ruim por dois motivos. Primeiro porque gêneros e subgêneros existem pra que os consumidores saibam o que vão comprar, e a partir do momento que isso se tornar relativo e as empresas utilizarem eles de forma desregrada você pode acabar comprando um jogo de pesca que é vendido como shooter de nave. E segundo é porque estão vendendo a imagem que o sistema de combate por turnos em um RPG é algo ruim e que apenas se for chamado de Action poderá ser criativo e interessante, isso num jogo indie, se já não fosse ruim o suficiente empresas grandes como Square Enix fazerem a mesma coisa.

    Motivados por essa infeliz atitude por parte dos produtores desse que parece ser um dos melhores RPGs indies dos últimos anos, nós do Grindingcast decidimos desmentir alguns dos mais comuns mitos e falácias sobre RPGs turn based, muitas delas divulgadas à rodo por canais do Youtube, podcasts e influenciadores no geral. Não pra que você, leitor, se sinta obrigado a jogá-los mas para que, se não optar por sistemas de turnos, que não seja pelos motivos a seguir:

    1 – RPGs por turno são mais demorados

    Essa é bem comum. Provavelmente isso se popularizou devido ao fato dos RPGs de turno mais famosos, como Final Fantasy VII, demorarem suas 30/40 horas para serem terminados, isso além de possuírem as famigeradas random battles (que foram sendo deixadas de lado pelos RPGs com o tempo, afinal eram uma limitação tecnológica e não uma escolha criativa). Contudo, isso é uma afirmação que não se sustenta, pois assim como temos RPGs de turno mais demorados, também temos RPGs de ação longos, um bom exemplo são os jogos da franquia Tales of (com os primeiros possuindo, inclusive, batalhas random), ou mesmo os WRPGs cheios de escolhas como The Witcher 3. E não apenas isso, como também existem vários RPGs por turno curtos, sejam os mais modernos como Child of Light ou os mais antigos como Arabian Nights, todos podendo ser terminados com menos de 20 horas de duração, entregando uma experiência bem satisfatória pro jogador.

    2 – RPGs por turno são parados

    A própria expressão “combate por turno” remete e algo demorado e lento, sempre com um esperando enquanto o outro ataca e vice-versa. Essa é uma falácia muito dita por pessoas que não jogaram muitos ou mesmo nenhum RPG cujas batalhas são feitas dessa forma, já que o que não faltam são RPGs por turno dinâmicos que deixam as batalhas tão (ou até mais) animadas que as suas contrapartes Action. A ATB de Final Fantasy IV foi melhorada e reutilizada por muitos jogos, e coisas como Grandia e Atelier Iris 2 refinaram-na, com o jogador precisando ficar atento na hora da ação, seja a sua ou a do inimigo. Em Super Robot Taisen OG Saga: Endless Frontier (ou no seu sucessor espiritual, Project X Zone) é preciso combar o inimigo no timing certo, mantendo-o no ar, caso contrário ele irá contra-atacar de forma absurda. Sem contar que, em muitos jogos por turno, o jogador também terá ações quando for a vez do oponente, como em Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica onde, se apertar o botão no momento certo do ataque inimigo, levará menos dano.

    3 – RPGs por turno são todos iguais

    Apenas com os exemplos anteriormente citados, já dá pra perceber que a coisa não é bem assim e nem tudo se resume à Final Fantasy e Dragon Quest. Com relação à variedade e criatividade, os RPGs por turno são até mais variados do que os Action (especialmente por não terem que se preocupar com a física do combate), com inúmeros jogos tendo sistemas de combate totalmente diferentes, ainda dentro do escopo do subgênero. Por exemplo, na franquia The Legend of Heroes, da Nihon Falcom, os combates ocorrem num campo aberto onde o alcance das suas armas e magias conta pra atingir o inimigo; em Bravely Default (ou mesmo em sua sequência, Bravely Second) é possível adiantar seus turnos de uma vez, mas ficando sem atacar após um tempo... Isso além dos SRPGs (RPGs táticos, que alguns nem os consideram como RPG, mas que mesmo assim ainda estão dentro dos sistemas de turno e do que eles podem oferecer) que possuem outra infinidade de variedades, como Valkyria Chronicles, onde você move os seus soldados no campo de batalha num cenário em 3 dimensões e caso o inimigo entre na sua linha de fogo quando for o turno dele, poderá ser abatido.

    4 – RPGs por turno são mais difíceis

    Muitas das pessoas que têm preconceito contra o sistema de turnos pensam que todos eles são Dragon Quests do NES, onde tu tem batalhas a cada segundo, com inimigos podendo te matar com dois petelecos e com uma quantidade de grinding imensa sendo necessária pra se terminar o jogo. Entretanto, o que não faltam são RPGs por turno extremamente fáceis que praticamente qualquer pessoa consiga terminar. Super Mario RPG é um exemplo de jogo mais antigo, e mais recente temos ambos RPGs de South Park (Stick of Truth e Fracted But Whole) que também são bem fáceis e qualquer pessoa, mesmo não acostumada com o gênero, poderá jogá-los tranquilamente. E também não quer dizer que RPGs de ação serão automaticamente mais fáceis também, Tales of Eternia (Tales of Destiny II aqui no ocidente) é um action e consegue ser mais difícil que todos os RPGs de turno mainstream do PS1.

    Existem ainda mais falácias e mentiras ditas sobre o sistema de turnos, mas deixaremos para abordá-las em no futuro. É comum que as pessoas inventem falsas afirmações quando não possuem um grande conhecimento sobre determinado assunto, e sabemos muito bem que o sistema de combate por turno nos RPGs eletrônicos não conseguiu acompanhar as mudanças tecnológicas que foram surgindo como sua contraparte action fez. Contudo também é fato que existe muita coisa legal e única nesse subgênero, e é triste que muitos sequer façam ideia disso apenas por causa da desinformação massiva que acontece com ele, seja por parte dos jogadores ou mesmo pela própria indústria (como com o infeliz caso de Indivisble) . 

    Nós, do Grindingcast, queremos que mais pessoas joguem RPG eletrônico (seja ocidental ou oriental, seja turno ou action) , mas também desejamos que o maior número possível de pessoas consiga perceber o quão incrível os Role Playing Games são, seja controlando o seu personagem livremente ou aguardando a sua vez de atacar pacientemente.

    Indivisible

    Platform: PC
    38 Players
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      wilford_fernandes · about 1 month ago · 2 pontos

      é tiro no pe marketing errado.... triste.... vou jogar mas espero q o jogo n seja prejudicado por isso ;p

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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu não cheguei a ver vídeo de gameplay, e estava achando que era RPG de ação, tipo um Tales da vida... Bom saber.
      Eu gosto de ambos os estilos, de turno, ou de ação, mas realmente, tem gente que só joga um ou outro, e o jogo sendo vendido pelo que ele não é, pode enganar mta gente.

      1 reply
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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      Detestos estes RPGs por turno "não parados" com o Endless Frontier e os Marios RPGs, se for pra ficar preocupando com timing, melhor ir logo um ARPG.,

      E bem o maior mito/preconceito dos RPGs por turno é que são "fáceis", "é só mashar A A A A A".

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  • 2019-09-06 12:02:10 -0300 Thumb picture
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    Questlog #4 - A guerra santa: magumbos vs coxas

    https://geekquest.org/2019/09/06/quest-log-004-a-g...

    Finalmente saiu o questlog/feedquest/foodtruck de nº 4, respondendo o feed da galera sobre os podcasts de Final fantasy VII e de Action RPG! Também falamos sobre as notícias mais relevantes nesse meio tempo, como o anúncio de Indivisible, um grande action rpg de turnos... Epa...

    Artigo:
    https://gamicus.gamepedia.com/Action_role-playing_video_games

    Indivisible

    Platform: PC
    38 Players
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      _gustavo · about 1 month ago · 3 pontos

      o/ Ouvirei

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Ouvi mais cedo, do que lembro:

      Vagrant Story é um caso bastante peculiar. Convencionou-se chamar de action rpg por comodismo mas as batalhas sao um hibrido de turno e ação. Os elementos de rpg sao implementados de uma forma bastante diferente do comum. Nao tem xp e level up mas ashlay e suas armas evoluem, nao existem shops e o esquema de forja é uma coisa complexa ao extremo. É um dungeon crawler que precisava de classificaçao própria mesmo. As entrevistas do Matsuno sobre os bastidores sao bem legais.

      Monster hunter influenciou muita coisa e tem varios "clones" como god eater, dauntless, toukiden, e ate jogos como soul sacrifice e o proprio dark souls, que se assemelham em varios pontos com a serie da capcom apesar de terem mecanicas diferentes.
      A galera gosta de colocar ele no bolo dos arpgs pra facilitar.

      Ys é muito bom caras, o primeiro é basicão ate pela época mesmo e esquisito com o bump system , mas com o tempo acostuma e funciona bem. É curtinho tbm, em 5h ta terminando.
      É legal jogar o origin depois de ys 1 e 2 pq ele pega referencias diretas mesmo se passando 600 anos antes.

      1 reply
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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      Agora que vi que você fizeram um site pro podcast, nice.

      O gameplay do YsI&II que tem na steam é melhor que os original lá dos anos 80, movimentação diagonal por exemplo que deixa o bump system mais agradável que os jogos originais de PC88.

      "O importante é a garota que você escolheu" consigo imaginar um podcast de Persona moderno/Ar Tonelico/Sakura Wars começando sério e de boa, porém aos poucos virando waifu wars. (anyway no Conception 2 foi a mina de cabelo azul sem kinkshame por favor, se eu fosse masoquista de jogar a dungeon final varias vezes eu tentaria harem ending), mas vou ser sincero a parte "dating sim" de Conception 2 é meio fraca também, alias mais fraca que o próprio combate, o jogo é realmente como o @jcelove comentou "na onda de persona", Monokuma não ter no 3DS é meme da eshop BR, na eshop americana tinha a DLC lá.

      Pelo visto o podcast de Legaia vai ser "divertido", infelizmente(ou felizmente né) não planejo jogar Legaia, mas estou ancioso por este podcast.

      Monster Hunter é "hunting game", este foi pelo menos o concenso que o povo usa quando saiu todos aqueles clones de MonHun pro PSP/Vita.

      Anime de Sakura Wars não é lá uma adaptação fiel dos primeiros jogos, começa parecido com 1 dai começa a divergir e coloca umas informações do 2 no meio, não cheguei a ver os OVAs, joguei o primeiro com .txt de tradução do gamefaqs do lado e o V, o foco era realmente a parte visual novel do jogo, apesar do gameplay SRPG estar lá, só começou a ficar interessante com as mudanças que surgiram do 3 que passa a usar distância ao invés de grade e evoluiu no que hoje é Valkyria Chronicles. Fiquei salgado inicialmente com a mudança pra action mais por ser a Sega e eu vi recentemente Valkyria Revolution acontecendo, além de Shining e Phantasy Star, porém agora que vi Yakuza virando RPG por turno com o protagonista fã de Dragon Quest, eu sinceramente achei uma troca justa. Não tenho esperança do resto da série ser localizada, mas quero bastante o remake de PS2 do 1 e o 3 localizados de alguma forma.

      Não quero entrar na discussão do que é e não é western RPG e JRPG, não acho que região deveria ser usado pra se referir ao gênero/estilo de jogo, porque tu pegar jogos como clones japonês de Wizardry fica estranho chamar de wrpg especialmente dos com arte mais anime.

      Força ai no TCC @the_muriel

      3 replies
  • 2019-08-19 23:23:44 -0300 Thumb picture
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    Podcast - Grindingcast: RPGs que amamos

    https://grindingcast.podbean.com/e/grindingcast-01...

    E mais um podcast saindo do forno, desta vez demos um tempo e decidimos gravar apenas babando ovo nos RPGs que mais gostamos, com um ou outro atazanando de vez em quando pra não perder o costume, claro!

    Cada um dos participantes comentou 3 RPGs que gosta pra caramba, deem uma escutada pra ver se se identificam ou não com algum de nós! E não se esqueçam de postar nos comentários aí embaixo 3 RPGs que gostem pra porra também!

    28
  • the_muriel Muriel Soares
    2019-08-11 09:44:22 -0300 Thumb picture

    Desafio: Uma semana de música - Dia 7

    Vamos para ao ultimo dia do @desafio, que fui indicado pelo seu @manoelnsn

    Uma homanagem ai a todas as aberturas de tales of :v

    Regras

    1 - Postar uma musica por dia, durante uma semana, seguindo a seguinte lista:

    Dia 1: Música tema de uma franquia;
    Dia 2: Música tema de jogos específicos;
    Dia 3: Música tema de alguma área/momento aleatório de um jogo;

    Dia 4: Música tema para chefões;
    Dia 5: Música tema de final boss;
    Dia 6: Músicas de encerramentos
    Dia 7: RODADA BONUS: Música completamente a sua escolha, tema de personagem, tela inicial, save room, tela de pause: VOCÊ ESCOLHE!
    2 - Comente em cada um dos dias o por que de estar escolhendo essa música!

    3 - Marque uns três amiguinhos para eles fazerem também.

    Tales of Destiny

    Platform: Playstation
    522 Players
    100 Check-ins

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      mastermune · 2 months ago · 3 pontos

      AMO todas as openings de Tales Of. E as animações são incríveis!!!

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      _gustavo · 2 months ago · 1 ponto

      As intros de Tales of são foderosas, eu preciso terminar o Berseria, até o @mastermune já terminou e eu não hsuahsauhsauhsus

      2 replies
  • the_muriel Muriel Soares
    2019-08-10 10:25:13 -0300 Thumb picture

    Desafio: Uma semana de música - Dia 6

    Vamos para o sexto dia do @desafio, que fui indicado pelo seu @manoelnsn

    Amo esse jogo, e quando a musica termina tudo que sobrou foi um vazio,*musica triste do Naruto*

    Regras

    1 - Postar uma musica por dia, durante uma semana, seguindo a seguinte lista:

    Dia 1: Música tema de uma franquia;
    Dia 2: Música tema de jogos específicos;
    Dia 3: Música tema de alguma área/momento aleatório de um jogo;

    Dia 4: Música tema para chefões;
    Dia 5: Música tema de final boss;
    Dia 6: Músicas de encerramentos
    Dia 7: RODADA BONUS: Música completamente a sua escolha, tema de personagem, tela inicial, save room, tela de pause: VOCÊ ESCOLHE!
    2 - Comente em cada um dos dias o por que de estar escolhendo essa música!

    3 - Marque uns três amiguinhos para eles fazerem também.

    Portal 2

    Platform: PC
    13454 Players
    297 Check-ins

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      thecriticgames · 2 months ago · 3 pontos

      Eu ia colocar essa dai kkk

      3 replies
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      manoelnsn · 2 months ago · 2 pontos

      Que tipo de RPg é esse? ahuahua

      4 replies
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      jcelove · 2 months ago · 2 pontos

      Want you gone é fantástica por conseguir manter a qualidade de letra/musica awesome mesmo com a expectativa que a galera ficou depois de Still Alive no primeiro. Encerra o relacionamento da Chell coma GLaDOS de maneira espetacular.

      4 replies
  • the_muriel Muriel Soares
    2019-08-09 14:20:37 -0300 Thumb picture

    Desafio: Uma semana de música - Dia 5

    Vamos para o quarto dia do @desafio, que fui indicado pelo seu @manoelnsn

    Eu amo todas as musicas de combate do jogo, mas já que estamos falando de Final Boss :v

    Regras

    1 - Postar uma musica por dia, durante uma semana, seguindo a seguinte lista:

    Dia 1: Música tema de uma franquia;
    Dia 2: Música tema de jogos específicos;
    Dia 3: Música tema de alguma área/momento aleatório de um jogo;

    Dia 4: Música tema para chefões;
    Dia 5: Música tema de final boss;
    Dia 6: Músicas de encerramentos
    Dia 7: RODADA BONUS: Música completamente a sua escolha, tema de personagem, tela inicial, save room, tela de pause: VOCÊ ESCOLHE!
    2 - Comente em cada um dos dias o por que de estar escolhendo essa música!

    3 - Marque uns três amiguinhos para eles fazerem também.

    Valkyrie Profile

    Platform: Playstation
    2199 Players
    70 Check-ins

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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-08-09 09:55:39 -0300 Thumb picture
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    Novo trailer de Atelier Ryza

    A Koei Tecmo publicou um novo vídeo de Atelier Ryza

    Mais cedo na semana a Gust revelou mais detalhes do sistema de Sintetização do jogo. 

    No game pontos coleta de material poderão ser sintetizados através da alquimia. Usando diferentes matérias-primas para criar as garrefas que comportam esses mundos, você pode alterar livremente o tipo de campo, os itens que você pode obter e os monstros que você encontrará

    Ao adicionar Plant Extract em Soapwort Greenland. o mapa torna uma floresta

    Com Polish Agent, um mapa com ruínas

    Ao adicionar Flam um campo com lava predominante é criado.

    Outro sistema revelado foi o de compartilhamento das suas criações

    Ao realizar o Gathering Synthesis, uma senha de quatro caracteres será emitida como uma informação para o frasco daquele mapa. Ao compartilhar essa senha, você pode compartilhar o campo que você criou com outros jogadores. Os jogadores que recebem a senha podem inseri-la a partir da opção "Create from Recipe" no menu "Gathering Synthesis" para sintetizar o conhecimento de campo de Ryza deve ser suficiente (se ela tiver a quantidade de garrafas necessárias). 

    Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout chega no PS4 e Switch no Japão dia 26 de Setembro, e no PC, PS4 e Switch dia 29 de Outubro em inglês para a America do Norte e em 1º de Novembro para a Europa.

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