talk_to_the_hand

Uma persona para podermos trocar idéias e criar discussões saudáveis :D

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  • 2016-10-25 00:15:12 -0200 Thumb picture

    Eu Platino os Games!!!

    Medium 3405448 featured image

    É TETRA...É TETRA...É TRETA...ops…

    Fala galera Alvanesca,

    Estoy aqui para lhes trazer aquele conteúdo que ninguém pode ler, até saberem do que se trata lhes escreverei…

    Lembrando a todos que não esquecemos nosso sorteio e premiar o funcionário do mês que chegou a 500 membros (quero dizer, o membro 500 da persona, hmm...acho que soou mal isso -.-), mas aguardem e confiem que logo mais estaremos sorteando ainda no ano de 2026. =D

    Venho trazer mais uma grande e novo texto tirado de meus miolos, e aqui está (uma porcaria como sempre com erros de digitação e português...mas fazer o que).

    Vou falar sobre conquistas que os jogos hoje em dia trazem, que é mais um atrativo nos games hoje em dia, já que antigamente, NES, Master System, porque não dizer também dos antigos PCs, não existia este tipo de atrativo para incentivá-lo a jogar e ter conquistas.

    As únicas conquistas que você poderia ter, era jogando com seus amigos e marcando recordes de pontuação, tempo em corridas, para saber quem era o melhor.

    Desde implantado nos consoles da Sony e Microsoft (PlayStation 3 e XBox 360), foi uma grande novidade para muitos, até desconhecidos para outros, e ignorado por muitos.

    Como no título deste artigo, a Sony PlayStation lançou em uma atualização para seu console PlayStation 3 as conquistas de seus jogos (não sei se foi pioneira), e consiste em fazer com que o troféu pule ao executar uma determinada função no jogo, desde fazer gol de pênalti, derrotar 10 adversários seguidos sem levar dano, chegar com o tempo de 0,01 seg de seu adversário e etc.

    Essa ideia foi implantada para seu portátil o PS Vita também, e até temos um site só para os Platinadores, com ranking, guia de como conseguir alguns dos troféus que está difícil de conseguir.

    A Microsoft não queria ficar de fora também e lançou a regra de conquistas para seus jogos, assim empolgando seus jogadores do XBox 360.

    Também vamos lembrar que no PC, a regra de ganhar suas conquistas pelos jogos vem pela Steam e Origin (não sei se a Uplay possui), para que você vá atrás de seus Achievements, na Steam lançam cards que você pode vender posteriormente a grana mesmo para enriquecer sua Carteira e comprar outros jogos.

    Mas o que está por trás de todas essas conquistas dos jogos?

    Porque temos que correr atrás delas?

    Vocẽ pode ignorar e jogar normalmente seu jogo?

    Você não é obrigado a correr atrás destas conquistas no jogo, sim, você pode ignorar eles durante seu jogo e chegar ao final.

    A grande sacada destas conquistas, achievements ou troféus, é que isso enriqueça seus jogos, um atrativo a mais em mostrar que seu jogo te traz um desafio.

    Vamos pegar o jogo Bayonetta.

    O jogo tem alguns troféus para que você corra trás e consiga o último Troféu de Platina, como podem ver na imagem, ele foi classificado como Moderado de uma escala de 0 a 100, recebendo 58 de dificuldade para ter todas as conquistas do jogo.

    Isso para que você aproveite muito do conteúdo do game que adquiriu, e não apenas pegue ele, jogue, termine, e coloque de canto.

    Fiz um artigo com o título “Valor dos jogos que você paga…”, que fala o preço dos games que você tem comprado vale a pena pelo valor investido.

    Já no sistema de recompensas em fazer algo pelo jogo, traz um atrativo assim dizemos.

    Porque nos antigos sistemas de consoles e pcs, não existia isso, vou atrás de uma conquista que derrotei todos da fase sem morrer ou tomar dano. Não existia isso.

    Era alugar umas 3 a 4 fitas na sexta-feira para entregar na segunda-feira antes da locadora fechar, e passar o final de semana destronando os games que você acaba de alugar.

    Ou vou jogar Top Gear no SNES e fazer o melhor tempo em uma determinada pista e vai pular um troféu por esta conquista.

    Antigamente, nosso maior prazer era conseguir terminar os games e ver seu final, ainda hoje em dia este é o nosso objetivo.

    Porém, com a limitação de tecnologia na época, era iniciar, fortalecer seu personagem e sobreviver a algumas fases, resgatar pessoas, e ver o final feliz da civilização.

    Um game de PC que não há fim e que te dá como objetivo a fazer uma gestão de algo é SIMCITY, primeiro simulador onde seus objetivos e ser um prefeito da cidade, cuidar do saneamento, melhorar as estradas, coletar os impostos e etc.

    Na evolução da tecnologia, hoje a indústria de games rendem bilhões a mais que o cinema.

    O mesmo jogo SIMCITY hoje, tem vários objetivos que antigamente, fora que você acaba desbloqueando conquistas, assim melhorando seu desempenho no game, não só ficando naquilo e pronto.

    Os jogos de aventura e ação da era NES, Master System, SNES e Mega Drive não possuem muitos jogos no qual vocẽ fuce em tudo para achar itens escondidos.

    Na era do PlayStation e Saturn, foram introduzindo games assim, no qual para poder abrir uma determinada porta, vocẽ tinha que procurar a pedra vermelha e encaixar no olho da gárgula e nela sair a chave da porta.

    Com o mega avanço da tecnologia, no PS3, PS4, PS Vita, XBox 360, XBox One, PCs, os jogos mostram uma vasta área no qual você pode fuçar a vontade, e descobrir itens escondidos e, tcharam, pula um troféu de conquista.

    E vocês galera? Aproveitam seus jogos buscando todas as suas conquistas ou apenas joga e depois vai pra troca de um game não jogado?

    Comentem, chorem, estude para o enem, chame aquela garota ou garoto que gosta e de um beijo…

    Aqui suas opiniões podem causar discordia…

    @armkng

    Uncharted 2: Among Thieves

    Platform: Playstation 3
    10703 Players
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      ticianavalle · about 3 years ago · 4 pontos

      Ridículo que pensa que só aproveita o jogo quem vai atrás das conquistas. Até hoje meu objetivo principal é me divertir, assim como sempre foi desde o NES. Nunca liguei pra conquista, e acho algumas ridículas que não tem nada a ver com a história e só estão ali pra fazer o jogador jogar o mesmo jogo zilhões de vezes.
      Tem gente que só joga pelas conquistas, nem presta atenção no jogo e isso quer dizer que ele aproveitou o jogo ao máximo?
      Vamos pensar fora da caixa um pouco.

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      tiagohardco · about 3 years ago · 4 pontos

      Penso ser desnecessário jogar um game pra ir atrás de troféus, sobretudo atualmente quando nosso tempo é reduzido e o número de jogos é grande. Não é pra mim, mas quem gosta está de parabéns pq é bem chato ficar repetindo fases pra ganhar troféu (hahahahahaha)

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      avmunico · about 3 years ago · 3 pontos

      Opa belo texto... Curto as conquistas... Mas so faço as que estao no game, sem maiores esforços... As que sao repetições de algo nao tenho paciencia...

  • isa_tan Isabella
    2016-08-16 13:49:21 -0300 Thumb picture
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    Uma discussão

    Gente, uma discussão rápida (Acho), mas meio importante.

    Seria uma possibilidade ao comprarmos o IE que está na eShop e único IE que está nas Américas oficialmente (Lembrando que as versões em inglês de IE são da Europa e o 3DS tem trava de região entre América e Europa) a Level-5 perceba que existe fãs dessa franquia aqui e a traga para nós os outros jogos?

    Eu quero comprar esse jogo (Joguei apenas o 2 Blizzard em emulador pq não rodou direito no meu R4, época que eu fazia essas coisas erradas para jogos e.e) por mais que eu creio que não de para recrutar o Afrodi e tals, mas isso é de menos ;P Enfim!

    Eu comentei isso na página do facebook deles, mas só tive uma resposta de uma pessoa que disse que futebol não é popular por aqui e tals (Creio que ele pensou que América é só EUA e Canadá, só pode º-º), mas sei lá se o primeiro jogo veio para cá mesmo que anos depois, talvez podemos ter esperanças, né? ;P

    Não conheço nenhuma persona sobre esse tipo de discussão para marcar, então nem sei quem marcar D:

    Inazuma Eleven

    Platform: Nintendo 3DS
    19 Players

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      jokenpo · over 3 years ago · 2 pontos

      persona de discussões tem a talk_to_the_hand

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      isa_tan · over 3 years ago · 1 ponto

      @talk_to_the_hand Uma discussão que pode dar bons frutos :v (Eu acho, não tenho certeza de nada nessa vida </3 )

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      leohirano · over 3 years ago · 1 ponto

      Bota no r4 mesmo

  • 2016-08-27 21:30:15 -0300 Thumb picture

    Revista de Games...

    Medium 3376970 featured image

    Fala galera alvaneira,

    Agradecemos a todos aqui da persona, chegamos ao valor de 500, isso 500 pessoas lendo o que nós postamos aqui nossos artigos nada inteligentes, apesar que poderiam estar lendo um livro, ou assistir um filme documentário da National Geographics e aumentar seu conhecimento.

    Causamos o ponto crucial da persona, que é causar discussões sádias, deixar que vocês expressem suas opiniões a cada artigo que colocamos aqui no alvanista.

    E agora vamos sem demoras anunciar as pessoas que ganharam os jogos que sorteamos aqui para vocês. São eles: @doclarry e @nanahc, parabéns a vocês que participam e colaboram, o sorteio foi feito no dia 31 de julho no horário da Brasilia que me roubaram (piada infame)...brincadeira galera, brincadeira, o sorteio ainda não foi realizado.

    Estamos estudando os jogos que iremos sortear como valor simbolico por estarem aqui com a gente, e vamos postar em breve (assim que decidirmos os jogos e deixar a cargo da galera aqui).


    Bom trago aqui mais um grande tema para que todos esperam ansiosos (mentira) que possam discutir e levar para a vida toda (que nem a formúla de Baskara, que não sei pra usa essa joça em meu cargo de coveiro da cidade), enfim, um tema nada muito polêmico, mas quem curte dará suas opiniões marotas sem ter medo de ser feliz e quebrar o nariz (é horrível, já quebrei 3 vezes x__X)

    O tema que vos trago hoje, e um assunto simples: Revista de Games.

    Aqui a galera é consumidora e compram todo mês a finco a edição de uma revista, para ler as materias de seu console favorito, ou que quer se antenar no mundo da tecnologia dos consoles e games, ou apenas quer aquele detonado pois travou numa parte e não sabe como sair

    Em meados que a internet não existia, era comum de muitos gamers (assim começando seus gostos por jogos de consoles de mesa) comprar revistas para se interar no mundo e mercado que antes não era tão visado nos dias atuais.Era esperar por um detonado daquele game, e com isso já iria lendo os novos jogos que estavam prestes a sair, ou aquela matéria daquele game que achou chato só de ouvir o nome e acaba tendo uma opinião diferente, e esperava chegar sexta-feira para alugar a fita na locadora e debulhar o jogo que acabará de descobrir.

    Também era a descoberta para muitos, aquela revista de game ter os golpes do Mortal Kombat II, Super Street Fighter II Turbo, abrir personagens secretos, fazer especiais, fatalities e outros que só vc descobriu, porque está com um verdadeiro acervo de conhecimento ali que a revista o proporcionou.

    Outra parte da revista no qual muitos não davam muita importância, era o espaço para os leitores, que continham dicas, elogios, até artes em desenhos que mandavam (eu sempre mandava carta pra Ação Games, e nunca era escolhida minha carta ¬¬).Ali também você descobria coisas que nem sequer sabia, e com isso botava em pratica sempre nos jogos.

    Com o passar do tempo a Ação Games não existe mais, por que não trabalhava com assinaturas, e com isso acabou fechando as portas. Já outras revistas viram o grande potencial de seus leitores, e abriram também as famosas assinaturas mensais, onde você recebia um exemplar novinho, embalado devidamente e enviado para sua casa, sem se preocupar com o próximo mês e perder sua revista.

    Também vimos que com o avançar das tecnologias, agora é possível ler suas revistas em Tablets e Smartphones, poupando assim a vida útil de um arvore de ser derrubada e virar aquele papel de sua revista, mas o consumo de bateria aumenta.

    Como mencionei, com o avanço da tecnologia, a internet também foi um marco para este avanço, no qual, as Revistas de Games tem espaço no mercado hoje em dia?Nos dias atuais, com sites voltados para games, antes os gringos e hoje com a devido lançamento em terras tupiniquins, temos sites de games para ter nossa leitura e até mesmo buscar detonados.

    Até mesmos detonados de jogos em canais do youtube também estão ali presentes, e com isso acaba reforçando mais a pergunta: As Revistas de Games tem mesmo espaço no mercado hoje em dia? Você compra revistas de games atualmente ou exporadicamente?

    Agora vai mais uma pergunta para este tema no qual estou escrevendo por algum tempo: Na compra da Revista de Game, você vai mais atrás de saber o que está atualmente no mercado, ou, quer ler um detonado de game porque empacou, ou, quer aderir mais conhecimentos e lê tudo que tem na revista pois já o pagou?

    Minha resposta sincera, eu vejo sim um espaço nas revistas de games nos dias atuais, até porque mesmo, nem todos tem uma banda larga de internet em casa (é sério isso mesmo galera) e também não disponibilizam daquele plano de internet 3G/4G maravilhoso que o Brasil possui, apenas o usam para facebook, whats app (e ainda me dizem que trabalham com eles, é mole?).E respondendo a minha própria pergunta: eu vou atrás das tendências do mercado, leio a revista de ponta a ponta, pulando é claro os detonados, até porque então quero um dia jogar na raça e finalizar sem ajuda. Leio sobre o que cada empresa de game hoje em dia oferece, e o que está por vir também, dias atrás comprei a EGM, fazia tempos que não comprava uma revista, e poder folheá-la, e uma sensação única, indo para o trabalho e voltando, vejo as pessoas no trem ou ônibus, olhando ali discretamente para saber do que estou lendo, até mesmo pessoas que curtem já puxam assunto e começam uma discussão sádia.

    A revista de games é um abre portas também para o conhecimento, e socialização com outras pessoas, porque parte de pontos diferentes, de opiniões diferentes.

    Uma delas são os e-mails dos leitores, e dúvidas que alguns possuem.

    E vocês galera, me digam o que preferem: Revista de Games ou as materias online dos sites?

    Comentem, discutam, comprem uma breja, reuna os amigos e discutam, o espaço e aberto aqui para vocês.

    Não deixe de ler também:

    Videogame é coisa de criança? //Dificuldade nos jogos // Continuar ou Recomeçar??? //
    Detonados, afinal é errado usar?
    NBA Jam: Tournament Edition

    Platform: SNES
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      shadowofheart · over 3 years ago · 2 pontos

      Adorava as revistas que comprava nas bancas, elas tinham um cuidado de dezenas de pessoas trabalhando na publicação que é difícil comparar com apenas uma pessoa fazendo um vídeo no YT, havia um diferencial na qualidade do texto e da diagramação que dava o "charme" para aquilo.
      Mas também sei que os tempos mudaram e agora o público deseja outras coisas além desse tratamento. Ele quer rapidez na informação e um poder de participação e interatividade que não existe no mundo impresso.
      Agora o que acontece é que existe sim um público pra isso, mas é bem menor do que antes, e existem formas de tornar esse produto comercialmente viável, como o sistema de assinatura e distribuição restrita a lojas especializadas., Um caso que vejo é da Warpzone, dê uma olhada caso tenha interesse. Ela é interessante por conseguir se manter agradando um público fiel e de nicho, mas que, pelo menos até agora, conseguiu se sustentar e aumentar seu lucro.

      É um tema fascinante mesmo. E nem te conto que estou fazendo um TCC sobre o assunto :)

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      manimbrasiltec · over 3 years ago · 2 pontos

      Nossa comprei muitos essas revistas (Ação Games e GamePower 😍) Tenho elas até hoje. Hoje em dia já compro outras edições que consegui sobreviver, como a revista Xbox One e Playstation.

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      johnny_bress · over 3 years ago · 1 ponto

      ver estas revistas da uma nostalgia viu rs

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  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2016-08-12 10:48:34 -0300 Thumb picture
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    Porquê alguém se torna Vilão ?!

    Medium 3369368 featured image

    E se eu te contasse que, segundo nos aponta a psicologia, os vilões não precisam de um motivo para praticar o mal? A maioria dos vilões, na verdade, deseja cometer a maldade e busca apenas um motivo para realizar este desejo...

    Muitos cientistas e psicólogos dedicam suas vidas em buscar a resposta de uma questão ao mesmo tempo fascinante e assustadora: O que leva uma pessoa a praticar o mal?

    Para o filósofo inglês Thomas Hobbes, não existe essa de “bom selvagem” - o homem em seu estado natural valia pouca coisa e só seguia as regras da vida em sociedade para não desaparecer como espécie.

    Freud dizia que a tendência a destruir e a praticar o mal tem suas raízes na própria natureza da mente humana e que todos nós, sem exceção, carregamos um componente que incita à maldade.

    Para Ricardo de Oliveira, um dos neurologistas brasileiros que mais pesquisam a morfologia do cérebro psicopata, todos nós temos na cabeça uma espécie de detector que emite julgamentos morais o tempo inteiro. Não muito raramente, escorregamos e caímos mais para o lado da maldade...

    Ao longo de vários anos, filósofos também procuraram respostas sobre a origem da violência e da maldade humana, e caracterizaram a natureza humana como egoísta e dominadora. Para a maioria dos estudiosos neste assunto, quando deixado livremente, guiando-se por seus próprios impulsos, o homem converte-se no lobo do próprio homem.

    Estudos científicos detalhados mostram, um após o outro, que não mais do que 10% das pessoas conseguem permanecer imunes às situações que as compelem a agir de forma má. Quando os caminhos familiares e seguros são trocados por uma situação totalmente nova, o inesperado pode despertar no ser humano reações completamente contrárias a tudo aquilo em que acredita, fazendo emergir uma face bastante cruel. É assim que surgem, muitas vezes, os regimes tiranos, violentos, usurpadores das liberdades individuais e transgressores dos limites.

    Até mesmo aqueles indivíduos que todos consideram boas pessoas estão sujeitos a se converter ao mal nessas situações. Sem dúvida, a história reforça bem isso: Os seres humanos são flexíveis em relação a seus valores e crenças. Tendem a se adaptar ao momento que estão vivendo. Se ele muda, as pessoas logo trocam seus padrões habituais de resposta por outros que façam mais sentido na nova “ordem”.

    Pergunte a alguém o que faria em uma situação de pleno poder sobre os outros e muito provavelmente ouvirá: "Faria o bem, claro". Mas a psicologia sempre questiona: Se esse indivíduo nunca esteve diante de uma situação de pressão extrema, como saberá ao certo? Na verdade, não há como prever. Nossa mente possui uma capacidade infinita de racionalizar e justificar nossas ações. Para os nazistas, por exemplo, essa justificativa era a crença de que suas ações se faziam necessárias em prol de uma causa, um "bem maior". Outros indivíduos, menos idealistas, diziam apenas estar “realizando seu trabalho”, e isso, para eles, tornava qualquer maldade razoável. O fato é que haviam milhões de pessoas em cumplicidade, prontas para exercer o mal em sua pior forma dentro de um sistema muito bem orquestrado. A maioria das barbaridades que foram cometidas no período da segunda grande guerra, foram cometidas nos campos de concentração, muito longe dos olhares dos grandes generais e dos grandes lideres nazista. Maldades cometidas por simples soldados ou cidadãos que sentiram o gosto do poder sobre a vida e a morte do outro...

    Claro que algumas pessoas resistem mais à maldade do que outras e elas têm muito em comum. São pessoas que, segundo a psicologia vem observando ao longo de décadas, repetem um mesmo padrão de comportamento: Não se submetem a um sistema que consideram injusto (mesmo que, por força de lei, estejam cometendo um crime) e se rebelam contra autoridades tiranas, ainda que quase todo mundo à sua volta seja simpático a elas.

    O grupo mais propenso a se engajar em violência e ser destrutivo é o dos psicopatas, que até têm consciência de seus atos, mas não sentem culpa, empatia ou vergonha do que fazem e desprezam o sofrimento alheio. Esses indivíduos, felizmente, representam apenas 1% da população (ou seja: A maioria dos “vilões” não é psicopata...). Nem todo vilão é um psicopata, mas todo psicopata é um vilão. E a ciência já sabe por quê: Desde o canalha manipulador do trabalho até o serial killer, os psicopatas compartilham duas características biológicas: Um dano no córtex órbito-frontal, região cerebral associada a tomada de decisão e conduta ética, e o "gene guerreiro", que deixa o cérebro insensível ao efeito calmante da serotonina.

    É claro que nem todos os psicopatas irão cometer maldades. Às vezes eles podem se tornar apenas “adultos estourados”, mas se uma situação nova surgir e uma pessoa com estas características passar a ter o poder sobre a vida de outras, ela poderá se tornar um indivíduo muito perigoso.

    A maldade é a vingança do homem contra a sociedade, pelas obrigações que ela impõe. As mais desagradáveis características do homem são geradas por essa obrigação de se submeter a uma civilização complicada, cheia de regras e limitações. “É o resultado do conflito entre nossos instintos (o que gostaríamos de fazer) e nossa cultura (o que a sociedade nos obriga a fazer)...” .

    A partir do instante que perdemos o contato com as regras sociais, como a moralidade, regredimos ao nosso estado original e primitivo, tendo como propulsor os instintos e desejos; que são recalcados por uma democracia e socialização forçadas.

    A diferença dos grandes vilões dos nossos jogos e dos vilões da vida real é que, no mundo destes jogos (na sociedade destes jogos), estes indivíduos conseguiram o poder sobre a vida dos outros. Em nossa sociedade, lá uma vez ou outra, algumas pessoas conseguem esse empoderamento, mas é algo mais difícil de acontecer. A grande maioria de nós, porém, pouco pode fazer para liberar estes instintos assassinos, pois o peso das leis em nossa sociedade acabam reprimindo o comportamento cruel que gostaríamos de ter. Agora imaginem-se Monarcas, protegidos por milhares de soldados, dominando estados inteiros que respondem obrigatoriamente à suas vontades...

    Você, Rei, teria um comportamento social completamente diferente de você, simples trabalhador capitalista. Justamente esta discrepância de regras entre uma sociedade e outra que explica o número de atrocidades que foram cometidas na Idade Média, por exemplo. A mudança nas regras sociais dentro da Alemanha explicam as atrocidades durante a Segunda Guerra. As regras dentro de uma sociedade indígena vão definir se você deve ou não se aproximar de suas terras.

    Existe uma síndrome muito comum e estudada no meio científico que explica muitos comportamentos ditadores e também alguns comportamentos heroicos (Não se engane: Querer salvar a tudo e a todos, não importando custos ou consequências, também é sinal de problemas mentais – já que o comportamento comum do ser humano é o de proteger a vida de sua família e a própria vida – autopreservação pessoal e autopreservação genética.). Essa Síndrome chama-se Complexo de Messias.

    O Complexo de Messias é um estado psicológico onde a pessoa acredita que é ou será uma figura de extrema importância para o meio que vive ou mesmo para o mundo. É também muito comum se nomearem salvadores, pois sentem que são indivíduos enviados ou escolhidos por uma força maior ou por Deus para uma ou mais missões no mundo.

    Sephiroth

    Havia um SOLDIER chamado Sephiroth, que era melhor do que os outros, mas quando ele descobriu sobre as terríveis experiências de sua origem, ele começou a odiar a Shinra. E logo, ele começou a odiar tudo.

    —Marlene Wallace, Final Fantasy VII: Advent Children

    A força total deste vilão é completamente desconhecida. No livro da série, chamado Reunion Files, é dito que ele ascendeu à um novo nível de existência, sendo muito mais forte que um ser humano comum. O produtor Yoshinori Kitase (Final Fantasy VII Advent Children) disse que a existência de Sephiroth e sua vontade são extremamente fortes, não há nada mais forte e nada acima dele.

    Resumindo: O grande Sephiroth já tinha o poder da vida de outros seres humanos em suas mãos, antes mesmo de se juntar a Jenova e imergir no Lifestream. Seu poder cresceu tanto que ele desenvolveu o complexo de messias e passou a achar que tinha poder suficiente para destruir tudo. Suas justificativas, como a psicologia afirma, são meras desculpas para colocar pra fora os seus instintos assassinos...

    Mr. Bison

    Na sua juventude, Bison foi um artista marcial que matou o seu mestre quando sentiu que o seu regime de treino estava muito pesado. Este sombrio feito foi apenas o início dos malignos desejos que só poderiam ser satisfeitos controlando o mundo todo. Ele é um soldado formidável com incrível força e técnicas mortais, como o Psycho Power. Suas habilidades e velocidades vão além dos limites normais humanos. E como se não fosse o bastante, construiu um império com o tráfico ilegal de drogas: a organização Shadaloo.

    Resumindo: Poder sobre a vida do próximo e Complexo de Messias.

    Albert Wesker

    Inicialmente ele era um renomado pesquisador, se juntou a Umbrella Corporation ainda muito jovem, aos seus 17 anos, e sua inteligência, arrogância e sede por poder sempre chamavam a atenção.

    De forma natural, Albert já tinha um comportamento antissocial. Depois que ele ficou exposto ao Vírus e ganhou super força e super velocidade seu ego apenas aumentou. Mas quando Spencer revelou que a Umbrella não passava do primeiro passo de um grande plano de dominação mundial (olha o Complexo de Messias ai novamente!), e que Wesker era meramente um projeto para que esse plano se tornasse realidade, as coisas apenas pioraram.

    A mente do vilão ficou confusa e a raiva diante de tudo aquilo apenas serviu para deixa-lo despertar os seus instintos primitivos. Para piorar, o vilão acaba desenvolvendo a mesma Síndrome de seu criador e, graças a essa peculiar característica, Resident Evil 5 acontece...

    Liquid Snake

    Liquid Snake é um dos três "irmãos" geneticamente modificados, (resultado do projetoLes Enfants Terribles), sendo aquele que possui a agressividade deBig Boss (tornando-o, antes de tudo, um típico psicopata).

    Junto de seus irmãos, ele se considera o inferior dos três, pois Liquid afirmava que ele era o recipiente de todas as características recessivas do Big Boss. Quem fala a ele que estava errado no seu modo de pensar foi Revolver Ocelot, no epílogo de Metal Gear Solid. Ocelot afirma que Liquid era o mais forte dos "Snakes" e que também estava errado sobre receber os genes recessivos, pois os genes recessivos eram melhores que os dominantes.

    Recrutado pela FOXHOUND, tornou-se rapidamente o líder da unidade e mais tarde foi incentivado por Ocelot a iniciar uma revolta. Durante o incidente, Liquid tomou posse do Metal Gear REX, que deu à ele exatamente o que todo o vilão quer no final: Poder sobre a vida de outras pessoas.

    Osama Bin Laden

    Muhammed bin Laden, imigrante pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita ( depois do próprio rei), teve um filho com sua décima esposa. Esse filho, chamava-se Osama bin Laden.

    Em 1973, ainda jovem e inexperiente, entrou em contato com grupos islamitas. Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, Osama, que era um amigo próximo do príncipe Turki al-Faisal (chefe dos serviços de inteligência da Arábia Saudita), e de Ahmed Badeeb (na época chefe de gabinete de serviços de inteligência da Arábia Saudita), tornou-se a principal liderança entre os cerca de 4.000 sauditas que lutaram no Afeganistão. Ele havia acabado de conseguir o poder sobre a vida de outros homens...

    Movido pelo Complexo de Messias e pelo ódio religioso que nutria aos modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e "pouco islâmicos" da família real, Osama tinha como objetivo tomar o poder do país e implantar a semente do que sempre sonhou - o novo califado islâmico.

    O resto da história vocês sabem: Poder sobre a vida + Síndrome psicológica de grandeza = Vilão

    Átila

    O rei dos Hunos, um guerreiro terrível, arrogante e caprichoso, que se definia como “a vara da ira de Deus” (olha o Complexo de Messias novamente!), chegou a dominar da Europa Central ao Mar Negro e do rio Danúbio ao Mar Báltico. Inimigo temido pelo Império Romano, dizia-se que, por onde passasse, não crescia grama, em referência ao pânico que causava a passagem devastadora de seu exército.

    A nação bárbara dos hunos, que habitava na Trácia, chegou a ser tão grande que mais de cem cidades foram capturadas e Constantinopla chegou quase a estar em perigo (tendo a maioria dos homens fugido dela). E houve tantos assassinatos e derramamentos de sangue que não se podiam contar os mortos. Diziam que inclusive capturaram igrejas e monastérios e degolaram monges e donzelas em grande número!

    Resumindo: Ele era um rei (poder sobre a vida de outros) e se achava “especial” (Complexo de Messias). Esta ai, outro grande vilão.

    Não vou me alongar muito no assunto, pois, de forma geral, já me alonguei bastante.

    Mas podemos resumir que, tanto a ciência quanto a psicologia, nos mostram que a maldade é algo inerente do ser humano, interrompida apenas pelas leis que regem a sociedade e o medo que temos de suas consequências. Dê a uma pessoa poder sobre a vida de outras e faça-a acreditar que é alguém especial e diferente – capaz de salvar ou deixar uma grande marca no mundo – e você corre um grande perigo de criar um vilão.

    A maldade não é o meio pelo qual o ser humano expressa sua opinião. A maldade na verdade sempre foi o objetivo! O ser humano busca a maldade, possui pensamentos cruéis o tempo todo e a única coisa que nos impede de colocar estas ideias em prática é o sistema social que vivemos.

    Seja sincero: Quantas vezes você já pensou em matar alguém? Em fazer alguém sofrer por alguma coisa que causou à você? Agora imagine se, no momento que teve estes pensamentos, você fosse a autoridade máxima de um país e todas as leis vigentes protegessem você se colocasse em prática o ato de maldade imaginado?!... Consegue entender?

    Todos nós somos naturalmente e instintivamente vilões. Apenas 10% das pessoas seriam capazes de controlar seus instintos de crueldade diante de situações de empoderamento e pensamentos de grandeza. Tire da sociedade dos humanos e veremos a verdadeira natureza humana aflorar.

    Claro que existem questões biológicas envolvidas. Assim como a causa da esquizofrenia e da depressão são biológicas (na esquizofrenia por excesso de dopamina e na depressão por falta de serotonina) a raiva e os impulsos assassinos também são.

    Estudos mostram, por exemplo, que inalar um hormônio chamado oxitocina pode fazer com que as pessoas aumentem o nível de empatia por algumas horas, agindo de forma mais altruísta e “boa”. Mas essa é uma zona muito delicada da ciência e da psicologia, pois entraríamos em questões filosóficas sobre o tema “Até que ponto um indivíduo é responsável pelas maldades que comete?!”. Entende o perigo e as longas teorias que podem sair deste questionamento?

    Conhecem a frase: "A oportunidade faz o ladrão" ? Pois saibam que a oportunidade também faz o vilão... 

    Agradeço por terem lido até aqui. Um abraço!!!

    Final Fantasy VII

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      santz · over 3 years ago · 4 pontos

      Porque vilões são mais fodas.

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      msvalle · over 3 years ago · 3 pontos

      Ótimo tema! Lerei com mais calma depois, mas deixo uma reflexão: por que em produtos culturais em geral, o "vilão" é bem mais aprofundado e detalhado, sendo suas motivações mais explicadas e até justificadas? Será que ser o "mocinho" é tão fácil quanto parece?

      7 replies
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      ralphdro · over 3 years ago · 3 pontos

      Gostei bastante do tema, e concordo com os estudos, a natureza do ser humano é uma de destruição e maldade. É realmente muito difícil para alguns admitir isso, mas é como nós somos.
      É como eu disse algumas vezes "Se não precisássemos de regras e leis, ela não existiriam".
      Keep up the good work!!

      1 reply
  • 2016-07-29 20:48:40 -0300 Thumb picture

    Videogame é coisa de criança?

    Medium 3362693 featured image

    Saudações e mais saudações alvaneiros e alvanistas, do alva que avamos…(x__X)

    Estou aqui novamente (de novo), vós trazendo mais novidades e conteúdo inútil para nossas vidas que possuímos, pois já que não ganhei na mega-sena nesta quarta, deixei de comer aquela coxinha para fazer a aposta e ganhei um prejuízo e fome.

    Estamos chegando ao número 500 de seguidores aqui de nossa persona, agradecemos de coração a galera que participa e prestigia nosso pequeno trabalho não remunerado, já que nosso CEO da persona nem sequer quer nos dar o dinheiro da passagem, vale transporte, vale refeição, férias, décimo terceiro, participação de lucros, enfim...estamos aqui para trazer uma grande novidade ao atingir o número 500, vamos sortear um jogo para simbolizar a importância da galera que está participando de nossa persona.

    Ai lanço o grande jargão que a sociedade volta para nós que apenas queremos ter momentos e um tempo para diversão

    VIDEOGAME É COISA DE CRIANÇA?????

    Todos nós em nossas vidas ouvimos isso de alguma pessoa, familiar, amigos, namoradas, noivas, esposas…

    Mas o videogame em si, ele é realmente coisa de criança?

    Antes da enxurrada de respostas, cabeçadas, porradas, atropelamentos, vamos pensar um momento e responder sinceramente;

    No primeiro momento que nós fomos apresentados a um aparelho de videogame, vamos jogar uma idade em média, com 7 ou 8 anos, alguns anos mais tarde com seus 10, 13, 15 anos, isso vai variar de cada um (eu mesmo conheci um videogame com 12 anos, só fui ter o meu primeiro SNES aos 15 anos).

    Então fica todos ficam com aquilo na cabeça, que videogame é um presente bom para se dar a uma criança, pois além de ter um entretenimento, os pais poderão ficar horas sossegados, enquanto seus filhos passam horas tentando fechar ghost in goblins ( o_O baralho...jogo de filho da p!@#).

    Todos aqui do alvanista, são jogadores que querem ter um local onde podem falar a vontade do que gostam e se sentem a vontade em começar um assunto, onde, uma rede social toda vai falar a mesma língua sem que você se sinta um estranho.

    Não vou generalizar e nem beneficiar um só geração, seja você que nasceu nos anos 50, 60, 70, 80, 90, 2000, não importa, você tem, teve ou terá contato com um videogame.

    Pode ser um primo, de seu tio, do irmão mais velho, de seu vizinho, de seu amigo da escola, você irá ter um primeiro contato a um videogame.

    Seja ele Nintendo, SEGA, Atari, Panasonic 3DO, Microsoft, Sony, você terá alguém que tem um console de mesa ou portátil, e que joga.

    Ao longo do tempo, tem pessoas que se afeiçoam aos videogames, por conta de um jogo, uma franquia, uma empresa.

    Temos pessoas que o saudosismo, a nostalgia e tanta que viram colecionadores, garimpam preços bacanas, só para colocar em sua prateleira aquele console e buscar jogos e incrementar sua coleção.

    Mesmo ao longo, longo do tempo, esse tipo de expressão acaba vindo até você: “ Você não é criança demais para videogames?”

    Mas por que desta pergunta para você? Algumas pessoas ficam totalmente ofendidas, chegando ao ponto de até não falar com a pessoa (sério, até mesmo com familiar a pessoa não conversa), é o mesmo de você pegar aquele lugar da hora no cinema, sai pra comprar pipoca e volta, tem um infeliz sentado onde era seu lugar.

    Você está dando uma volta com sua namorada, e encontra seus amigos, e um deles menciona o jogo que te emprestou e o pede para levar outro dia, pois ele o quer para jogá-lo, e quando ele se despede e toma uma certa distância de vocês, sua namorada vira para você e diz: “Você não é grandinho demais para videogames?”.

    Agora entrarei no principio que machuca muitas pessoas: Seus gostos.

    Para algumas pessoas, videogame é sinônimo de coisa de criança, de gente viciada, de que não tem o que fazer, porém ela não mede esforços ao “vomitar as palavras de sua boca para a outra pessoa”, não tendo o minimo de respeito e bom senso.

    Vamos ao “Seu gosto”, eu mesmo não gosto de músicas brasileiras, salvo excessão de algumas que tem uma letra ótima de interpretação. Porém, muitas pessoas vão me criticar, por que eu moro no Brasil, tenho que gostar da cultura de meu país e blá blá bla. Porém quem tem o gosto sou eu, você tem o seu gosto, logo tentar empurrar algo a outra pessoa acaba não dando em boas discussões e por ai vai.

    Mas por que eu mencionei “Seu gosto” e “Videogames”? Porque querendo ou não, ame ou odeie, videogames cai no gosto de cada um, tem pessoas que amam, adoram, e querem faturar e trabalhar jogando videogame, criando um artigo de revista ou algo do gênero.

    Outras pessoas não gostam, por que é coisa de viciado, coisa de criança, coisa de gente sem o que fazer, coisa de vagabundo que não quer nada com a vida e etc., só que para muitos, isso é um hobby, para outras pessoas é coisa séria, participam de competições, e ganham premiações em campeonatos.

    Para outras pessoas, videogame é uma terapia (algumas vezes não, x__X), onde a pessoa passa por uma pressão no seu trabalho, stress, cotidiano de ir e voltar para casa, rotina, e quando chega no final de semana, quer alguns momentos de lazer e relaxamento depois de uma semana carregada.

    Outras pessoas marcam jogatinas, fazem os famosos “Corujões”, para que risadas e zoeiras sem fim sejam eternizadas.

    Um fato curioso para a pessoa que menciona que Videogames é coisa de criança, acaba entrando na curiosidade, e quando vê aquela galera jogando, altas risadas, aquele dedo na cara desafiando ou debochando do amigo, acaba meio que quebrando o que ele mencionou anteriormente.

    Já vi muitas pessoas que falam que é coisa de criança, mas está ali todo curioso e ansioso, querendo que a pessoa o chame para entrar na zoeira e risadas sem fim.

    Agora vamos a questão final antes dos comentários galera.

    Se Videogame é coisa de criança, todos nós sabemos e estamos acompanhando de perto o lançamento de “POKÉMON GO” aqui no Brasil.

    Só aqui na empresa, as pessoas que não gostam de videogames, estão todos me perguntando quando será lançado oficialmente aqui, por que nos smartphones deles, o aplicativo já está instalado.

    E engraçado, o smartphone também dá para instalar jogos, será ele um portátil dessa galera que diz que Videogames é coisa de criança?

    Comentem, me xinguem, peguem um ônibus para disneylândia. Compartilhe seu comentário conosco, e vamos ficar honrados em ler (ou não).


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    Multiplayer Local ou Online?

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    Galera também recomendo a ouvir este podcast do @99vidas

    http://99vidas.com.br/99vidas-13-videogame-e-coisa...

    Ghosts 'N Goblins

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      deadmemories25 · over 3 years ago · 3 pontos

      O que eu responderia para uma pessoa que pensa assim, vídeo-game é para criança?? Com essa diversidade de jogos violentos, putaria, humor negro.

      4 replies
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      jaquearan · over 3 years ago · 3 pontos

      Legal seu texto, gostei muito! Então estou em uma fase que tô kagando e andando pra opinião das pessoas com relação ao que eu gosto. As pessoas são hipócritas, adoram julgar, então fo.. se. Eu, mulher, mãe já ouvi tanta abobrinha com relação a isso, tipo: nossa você joga video game? E suas filhas vc tá colocando limite né? tem que passear tbm, caminhar, não pode ficar só na frente do PC, afff enche o saco. Perguntar se vc está precisando de algo ninguém pergunta.
      Jogos, uni minha família, sempre temos o que falar, não só de problemas, jogos tbm funciona como um escape pra nós, é algo prazeroso, os momentos felizes nossos sempre tem algum jogo, tanto que quando lembro de algum jogo que joguei, costumo associar sempre com uma lembrança boa de família. Tentamos usar o jogo como algo pra unir a família :)

      1 reply
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      jorgegt · over 3 years ago · 2 pontos

      Wardando pra ler amanhã.

  • 2016-07-21 22:30:37 -0300 Thumb picture

    Dificuldade nos jogos

    Medium 3357954 featured image

    Saudações caros amigos do T3H,

    A tempos que não venho escrivinhar algo aqui na persona, sabe como é nossas vidas: trabalho, dormir, estudar, dormir, exercitar, dormir, comer, dormir, dormir, dormir…

    Chegamos aos 490 pessoas que seguem nossa persona, e um privilégio ter esta marca, já que grande parte e nossas famílias que curtiram por que acharam que não iriamos criar algo interessante de se ler...e acertaram…

    Venho trazer mais uma grande discussão, não é aquela reflexão de anos de estudos que nosso amigo @doclarry traz… eu só trago a discordia e caos aqui...hehehe…

    A dificuldade nos games da antiga geração e da nova geração…

    Para a galera nostálgica, eles adoram sofrer nos consoles 8 bits, onde tem jogos que trazem uma dificuldade totalmente extrema, como temos jogos hoje em dia, até indies que trazem aquela pitada de desafios.

    Quem não perdeu horas e horas em uma fase no qual você chegou até a perder os cabelos???

    E quando teve a grande oportunidade e gratificação em passá-la, cai em uma outra pior do que estava antes…

    Temos jogos da nova geração e indies que apresentam uma grande dificuldade para testar seus níveis de paciência (stress), que esses jogos apresentam.

    Também posso citar jogos de lutas.

    Para desafiar os seus reflexos e instintos, os jogos de luta mostram uma grande variedade, desde a época de Street Fighter do SNES e Mega Drive com 8 níveis de dificuldade.

    Ao iniciar, se for realmente um iniciante de fight game, vai do nível easy depois para normal e o hard. Ao mostrar uma evolução, você logo aumenta a dificuldade para ter um novo desafio.


    Só que na nova geração de consoles, o nível de dificuldade chega a ser rídiculo, onde ao ter um desafio, isso vai aumentar o seu nível de gastos em quebrar controles.

    Outro game que pode te deixar um mais estressado e os jogos de futebol (ame ou odeio, eles estão entre nós).

    Temos as grandes franquias PES da Konami e FIFA da EA Games.

    Você joga extremamente bem, quer aumentar o desafio, pois aquele nível que está jogando não está lhe dando aquela emoção, e eis que o problema começa.

    Como dito anteriormente, não sou hábil nas bolas virtuais...porém ao mudar para o último nível, temos uma massacre que a CPU vai lhe proporcionar.

    Mais alguns outros jogos para apresentar novos desafios e antigos games.

    Se você que já está acostumado na nova geração de consoles, experimente jogar aquele game que você tanto ama.

    Vocês sentiram um leve desafio ao tentar passar as fases que anteriormente passavam sem nenhum sacrifício (é sério, eu mesmo não consigo mais jogar a série Mega-Man).

    Muitas pessoas hoje em dia não conseguem ver dificuldade em jogo, não sei se ao longo dos anos, os modos: Easy, Normal e Hard, foram deixados de lado, e dado a um outro enredo nos jogos, como grandes jogos de cenários fantásticos, personagens cativantes, aquele vilão inesquecível, aquela história comovente.

    As novas gerações de jogos da era dos 128 bits para os atuais, não veem se preocupando com o famoso: “Terminei o jogo no nível normal, agora vou pro hard, very hard ou crazy…”, pelo contrário, os jogos para muitos são como: “É novo, comprei, vou zerar ele em 1 hora, acabou, encosta na prateleira.”

    Os únicos jogos que ainda lhe trazem esse desafio nas dificuldades são os que citei acima como jogos de luta e esportes no geral.

    E o que vocês tem a comentar galera? Acham que isto que escrevi não tem fundamento nenhum (e não tem mesmo)? Comentem, critiquem, chorem, comam um chocolate...Estamos abertos a negociações…

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      avmunico · over 3 years ago · 3 pontos

      Esses dias peguei um plataforma da era 8bits pra testar se era difícil ou eu era ruim na época, e adivinhem... Realmente hoje os jogos são mais fáceis, mas... Também não me vejo mais com tanta paciência em perder horas pra descobrir como superar um desafio, talvez pela falta de tempo...

      1 reply
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      santz · over 3 years ago · 2 pontos

      Primeiramente, parabéns pelo texto, não eixe a persona parada muito tempo não, suas discussões são fodas. Eu sou um old gamer e por consequência amor jogos difíceis. Ainda bem que hoje em dia temos os indies para nos salvar de tanto jogos fáceis, gosto de desafios que colocam a prova principalmente meu reflexo, pois hoje em dia eu não tenho muita paciência para jogar, por exemplo, um Castlevania antigo sem save state. Pra mim, o jogo tem que ser desafiador, joguei muitas Kaizo Mario Hacks e hoje estou jogando o VVVVVV no Android, que por sinal é muito legal.

      2 replies
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      akad · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu jogo desde o Super Famicom, e passei por quase todos os consoles desde então. Uma coisa que é fato, hoje os jogos são mais fáceis. Também porque se fizesse um jogo com a dificuldade atual a 15, 20 anos atrás (que tinha seus incríveis 500kb) o jogo acabaria em 15 minutos, por isso dadificuldade elevada. Hoje em dia são poucos os jogos que me fazem ver um Game Over ou Quest Failed, seja lá o que for com alguma frequência. Jogos de luta e Esportes acho meio bizarri dizer que é difícil, considerando que sua real dificuldade é contra players e não o CPU.

      Embora poucos, existem sim jogos que são extremamente difíceis em altos níveis nos dias de hoje, talvés o mais conhecido hoje em dia seja o darksouls, mas existem outros jogos bem difícies para a atualidade como Touhou (PC), Etrian Odyssei (DS/3DS), Geometry Dash (Android), Block Crush Hello Kitty (PSP/VITA), e nunca podemos esquecer os Jogos de ritmo, que é de longe o gênero que mais exige da pessoa nos níveis altos.

      1 reply
  • 2016-06-23 17:21:10 -0300 Thumb picture

    8 Tipos de Jogadores

    Medium 3342246 featured image

    Boa Tarde paçocas de amendoim !

    Hoje quero falar sobre um conceito formulado por Marc LeBlanc ( um rapaz que trabalhou em jogos como SystemShock e Thief ) sobre os 8 tipos de diversão que permeiam o jogador durante uma jogatina.

    Claro que todo jogador experiencia diferentes aspectos deste modelo e que nenhum jogador se diverte com exclusivamente  um dos tipos de diversão e blá blá blá ripa na xulipa !

    O Jogador das Sensações

    Com os sentidos no ponto, este tipo de jogador joga pelo prazer das sensações. O jogador aprecia uma bela direção de arte, sente os botões do controle, quase se explode no ritmo de um combo ou se perde na trilha sonora. 

    O Jogador de Fantasia

    Este é o jogador que entende que um um espaço virtual, é tão real quanto um espaço físico. O jogador se perde neste mundo e se torna parte dele, alcança conquistas e cria laços. O jogador prefere jogos como MMORPGs mas nada o impede de se divertir com qualquer jogo que tenha seu próprio mundo.

    O Ouvinte de Histórias

    Quem acha que o aspecto mais precioso de um jogo é a história vai se identificar com este. Ele se emociona e se envolve com o enredo, e acredita que toda a função do jogo é contar sua história ao jogador; seja por meios visuais e auditivos ou usando de mecânicas e todas as outras artimanhas usadas pelos desenvolvedores.

    O Jogador "Challenge Accepted"

    Este jogador sabe que cedo ou tarde, vai conseguir alcançar qualquer achievement que queira. Ele joga pelo desafio e pelas conquistas. Adora jogos difíceis e adora mais ainda se tornar um mestre em tais jogos.

    O Jogador Social

    É aquele que vê jogos como uma experiência social, uma diversão entre amigos, sejam eles reais ou virtuais. Ele gosta do aspecto competitivo ou ou cooperativo do game.

    O Explorador de Cavernas

    O Explorador gosta de andar pelos territórios inexplorados de Skyrim em busca de aventuras, e perambular pelas areias de Journey, apenas pelo prazer de descobrir o que está adiante e quais mistérios o aguardam. O Explorador joga para descobrir mundos e experienciar aventuras.

    O Expressivo

    Este jogador é aquele que passa horas montando o rosto do avatar, ou adora escolher as melhores skins e chapéus para o personagem. Ele se identifica com o personagem e se expressa por meio dele.

    O Submissivo

    Mais conhecido como Casual, o Submissivo joga como um passatempo. Sem muito compromisso, ele vai aonde o game o levar, e se diverte com o que tem.

    Hell Yeah !

    Como disse antes, nenhum jogador tem somente um tipo de diversão, eu por exemplo me identifico como um Explorador e um Ouvinte, mas também tenho os meus momentos de Social, e passo um bom tempo montando meu avatar haushuaha

    Agora... já sabem...

    Mandem bala nos comentários !

    @doctorlarry

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      joanan_van_dort · over 3 years ago · 2 pontos

      Sou um pouco de tudo com ênfase no jogador de RPG e de exploração hehehehe

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      caio_campos · over 3 years ago · 2 pontos

      Sou Sensações quanto à música principalmente, tenho tendencias Fantasia, mas larguei as drogas MMO, e me identifico completamente com o Explorador de Cavernas

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      artoriasblack · over 3 years ago · 2 pontos

      Sou o típico jogador de RPG. Então estou numa das opções citadas

  • montanaro Paulo Roberto Montanaro
    2016-05-25 14:37:16 -0300 Thumb picture
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    Debate: O foco no multiplayer pode prejudicar o conjunto do jogo?

    Medium 3324723 featured image

    Salve, salve, galera da Alvanista! 

    A pauta deste artigo (que é mais uma proposta de discussão) é uma conversa que tive hoje com o pessoal sobre um sentimento comum sobre o conteúdo off-line de Street Fighter V. Aí, somando a impressões e outros assuntos que surgiram nos últimos dias, pergunto a vocês: focar a experiência de um jogo em seus modos multiplayer pode ser prejudicial a ele ou ainda estamos nos acostumando com essa nova dinâmica?

    Para ficar mais claro, estou excluindo da pauta MMOs, cuja proposta e dinâmica é, de fato, uma coisa completamente diferente. Também não estou focando nos já tradicionais jogos cuja vida útil se extende pelas suas funções para múltiplos jogadores, a exemplo de franquias de FPS como CoD e Battlefield. Trato aqui de jogos como Evolve, Star Wars: Battlefront e Street Fighter V, alguns que joguei ou que ouvi falar bastante.

    No caso dos que joguei recentemente, SW:B e SFV, os modos off-line estão lá e funcionam muito bem, mas estão claramente concebidos não como experiência em si, mas sim como uma preparação para a verdadeira vocação do jogo. Em outras palavras, são pensados como uma forma de treinamento ou aperfeiçoamento da jogabilidade para que o jogador entre preparado no modo multiplayer. Algo diferente de Destiny - outro que sempre esteve ligado a essa questão de do single player tradicional - que mesmo limitando o jogador que não joga com outras pessoas, ainda tem uma campanha razoável que, sim, pode ser vencida jogando sozinho.

    O tema é tão polêmico que sempre que esses jogos foram lançados, houve questionamentos sobre isso junto aos desenvolvedores. O pessoal da DICE afirmou que não criaram um modo história ou campanha mais parrudo porque poucos jogariam. Já os produtores da Capcom afirmaram terem subestimado os modos solo e estão trabalhando nisso. Coincidentemente ou não, ambos os jogos parecem ter sofrido em suas vendas, ficando aquém do que o hype sobre eles apontava, mesmo tendo sua qualidade técnica aprovada por grande parte dos jogadores e da crítica especializada.

    Outra questão importante é a longevidade do jogo, já que tais escolhas significam necessariamente que o jogo só é relevante enquanto tiver seus servidores bem frequentados. Eu mesmo tive dificuldades de encontrar adversários em certos horários do dia em SFV e houve relatos de que os servidores de SW:B estarem vazios poucas semanas após seu lançamento. Ou seja, ou se joga no lançamento, ou o jogo simplesmente perde sua validade, perigando inclusive não ser mais possível jogá-lo após algum tempo.

    Enquanto Street Fighter V demonstra planos de retroalimentação por um bom período de tempo, o que significa manter o interesse do seu público ativo, Star Wars: Battlefront parece ter sido abandonado, já que poucos meses depois do lançamento já houve o anúncio de um segundo jogo, e não de conteúdos complementares para ele. Ou seja, assume-se uma proposta de tiro curto, o que acaba sendo um problema para quem investe tempo e dinheiro esperando poder extrair o máximo possível do produto.

    Mesmo jogos com um DNA feito para partidas competitivas, como os anuais jogos de futebol, já se preocupam com isso. Recentemente, se divulgou que o novo FIFA deve investir pesado em um modo campanha mais poderoso do que as tradicionais carreiras. Curioso é que o próprio mercado não se assusta com os relativos fracassos comerciais destes jogos, visto que Evolve, antes uma granxde expectativa, simplesmente sumiu do mapa no que tange imprensa e jogadores.

    Assim, fica a pergunta, queridos colegas: vocês acham que essa tendência do foco multiplayer, que cada vez mais arrocha os modos tradicionais single player a ponto de relegá-los a simples espaços de treinamento? Deixem suas opiniões nos comentários.

    Street Fighter V

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      douglascruz19 · over 3 years ago · 5 pontos

      Eu não pretendo comprar nenhum jogo que seja exclusivamente multiplayer, pois, na minha opinião, baseado no preço que as empresas cobram, os jogos devem ter o maior número de recursos possíveis, tanto offline quanto online. Pra mim é um absurdo uma empresa vender um jogo exclusivamente multiplayer pelo preço de um jogo "completo", se pelo menos esses jogos tivessem um preço reduzido talvez valesse a pena, mas pagar tanto por um jogo e ficar a mercê de conexões com a internet, que todos sabem que são ruins, e de um número x de jogadores pra jogar não vale a pena!!

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      marcusmatheus · over 3 years ago · 4 pontos

      Pra mim um jogo tem a obrigação de oferecer conteúdo offline. É preciso haver equilíbrio.
      Digo isso por experiência própria: O jogo Titanfall por exemplo, praticamente já esta morto, e a sequencia ainda nem foi lançada! Isso é absolutamente ridículo brother. É dar um tiro no próprio pé, fazendo com que um game se torne obsoleto antes do tempo!

      Nem que seja uma campanha simples, clichê e com 6 ou 8 horas de gameplay (como os CODs e Battlefields da vida!), ter um conteúdo offline é dizer ao jogador que investiu no jogo: "Amigo, sabemos que um dia nossos servidores irão sair do ar e você vai ficar com suas partidas na lembrança. Mas saiba que sempre existirá este modo offline meia boca pra você jogar, e ao menos ter uma pequena lembrança de como o jogo era..."

      Pra mim não é nem questão de "devemos ou não colocar?", pra mim é questão de respeito e um modo simples de permitir que um jogador jogue o jogo eternamente, se ele assim desejar.

      2 replies
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      hard_frolics · over 3 years ago · 3 pontos

      Que bom que estão fazendo de tudo pro multiplayer! Mas por que isso precisa prejudicar o modo offline, sério, não da pra dar mais recursos pro jogador se divertir sem precisar se focar em competir? No caso do SF não é todo mundo que vai ficar estudando frame data, então por que não colocar aquele bom e velho modo Arcade de verdade bonitão pra galera curtir? Poxa, os anos 90 foram maravilhosos com seus Arcades, então por que não evoluir diretamente esses recursos com a capacidade atual de desenvolvimento de jogos eletrônicos? Ok, isso foi um desabafo HSUAHSUAHSAUH

      4 replies
  • gabizerah Gabriela Parisi Ramos
    2016-05-17 18:17:54 -0300 Thumb picture
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    ​Aprendendo inglês com games

    Medium 3319958 featured image

    Leciono inglês há mais de 5 anos. Para contextualizar as aulas e atrair a atenção do aluno, utilizamos vários tipos de recursos, especialmente audiovisuais, como filmes, música e vídeos, que podem auxiliar em várias habilidades, tais como listening (escuta), reading (leitura) e vocabulário e, consequentemente, a conversação e escrita também melhorarão, já que consistem na reprodução daquilo que lemos e ouvimos. Aliás, admito que aprendi inglês através de games e, principalmente, música. Porém, infelizmente, poucos reconhecem o potencial dos games como ferramenta de aprendizagem. Neste artigo, pretendo dar algumas pequenas dicas para quem já estuda ou pretende estudar inglês e como, além da diversão, os jogos podem te ajudar a canalizar melhor este conhecimento. Nada aprofundado, já aviso, mas espero que ao menos seja o suficiente para que passe a ver os games que gosta, e os que não gosta também, com outros olhos :).

    Antes de tudo, acho legal deixar claro que não importa em qual nível você esteja, é importante sentir-se confortável com a língua. Acostumar os ouvidos/olhos a escutar/ler em inglês já é um caminho para adquirir fluência. Um passo é alterar o idioma de seu console, PC, smartphone, tablet etc. Quanto mais fizer parte do dia-a-dia, mais fácil será o aprendizado. Dito isso, vamos às dicas:

    ..................................................................................................................................................

    1. Newbie/fácil

    Para começar, atenha-se a jogos com poucos diálogos. Conseguindo identificar, no mínimo, contexto e vocabulário, será muito mais fácil de entender a história e as missões.

    Recomendo: The Sims, Mirror's Edge, série Resident Evil, The Legend of Zelda

    ..................................................................................................................................................

    2. Nível médio/intermediário

    Uma vez que esteja acostumado(a) com certo tipo de vocabulário, é hora de expandi-lo. Além disso, é também hora de aumentar o ritmo e a complexidade dos diálogos, além de promover interdisciplinaridade e mostrar diferenças culturais.

    Recomendo: RPG em geral, séries Call of Duty e Battlefield, Red Dead Redemption, Dead Space, Bioshock Infinite. Jogos multiplayer também são uma boa pedida.

    ..................................................................................................................................................

    3. Nível difícil/avançado

    Agora o bicho pega! Neste nível, você provavelmente já terá boas habilidades de listening e reading. Que tal colocá-las à prova em jogos com diálogos mais densos e corridos, com carregada variação de sotaque, gírias e expressões idiomáticas, bem próximos à realidade?

    Então, recomendo: GTA V, Far Cry 3 - sendo que ambos também são ótimos para aprender direções - e World of Warcraft.

    Para um desafio ainda maior, desligue as legendas.

    ..................................................................................................................................................

    4. Nível técnico

    Pequenos enunciados também são fundamentais! Exemplo: sabe quando sua personagem passa perto de algum item específico e aparece na tela algo como "Press B to pick (insira o item)". Suponha que a frase seja "Hold X to pick ammo", e você não sabe o que é "ammo". Caso já saiba o que quer dizer "hold", associando-se imagem + instrução + contexto é possível identificar o significado da palavra desconhecida. Esta dica vale não apenas para games, mas também para livros, filmes, séries etc.

    E aí, qual a sua relação com o inglês? Os games já te ajudaram a aprender e/ou melhorar seu conhecimento?

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      kevinryman · over 3 years ago · 4 pontos

      Parabenizo-a pelo artigo, mas discordo totalmente de um jogo recomendado, na primeira dica. Resident Evil.

      Pelo seus outros artigos, creio que não me rotulará de fanboy da franquia. Seria muita hipocrisia de sua parte(vulgo apaixonada por games) querer passar uma mensagem de como você se sente perante julgamento alheio e ao mesmo tempo rotular alguém de fanboy; justamente por discordar de algum item de seu artigo. Foi só uma ressalva. Como disse antes: creio que não me rotulará e verá minha crítica como construtiva.

      Bom, vamos à ela: eu não sei qual o seu nível de intimidade com a franquia. Independente disso, eu acho totalmente errado julgar o jogo como de fácil entendimento, e para iniciantes. Primeiro, porquê: se você falasse isso, no artigo, que ao menos mencionasse como de fácil entendimento, as cenas de corte, e não generalizar toda a história da franquia. Eu concordaria com você. Agora à partir do momento que generalizou, eu já discordo. Porque a franquia, principalmente os jogos clássicos, tem files riquíssimos em conteúdo, que julgo eu, ser até de nível avançado/técnico.

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      zuppao · over 3 years ago · 3 pontos

      @victorlemes..... olha ai.. =D

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      santz · over 3 years ago · 3 pontos

      Também aprendi inglês com os games, em especial o LoZ A Link to the Past e Secret of Evermore. Esse segundo é um caso mais interessante, pois é um RPG completo e complexo, mas como eu era muito criança, saia apertando X igual um maluco para pular o diálogo. Eis que teve um momento que não sabia mais o que fazer e perguntei ao meu irmão, então ele me disse: "Leia o que as pessoas estão dizendo e se vira ai". Foi dito e feito, peguntei ele o que significava tal palavra e consegui destravar. Desde então, sempre leio os diálogos em todos os games.

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  • gabizerah Gabriela Parisi Ramos
    2016-05-11 17:29:41 -0300 Thumb picture
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    Videogames e infância: um caso de amor

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    Sou da velha-guarda dos videogames. Não que não goste dos games atuais ou seja saudosista - sou capaz de perder horas a fio nos multiplayers de Call of Duty, Battlefield e Tekken (aliás, em breve pretendo postar um artigo sobre games multiplayer. Fica a dica :P). Porém, é impossível olhar pra trás, para tempos de quando a maior preocupação na vida era fazer as tarefas escolares exatamente às 3h da tarde, sem bater a nostalgia. Faço parte da Geração Y. Sou do fim de 1988, precisamente de novembro, quando o mundo já conhecia a terceira geração de consoles. Nasci e cresci vendo tecnologias sendo desenvolvidas e tive que me adaptar às novas que foram surgindo. Portanto, o envolvimento logo cedo com o mundo dos games foi um processo bem natural.

    Meu primeiro contato real com este mundo foi quando descobri, em casa, o Master System; precisamente, com Alex Kidd In The Miracle World - que, não por acaso, é a capa de meu perfil aqui no Alvanista. Putz, que tempo bom! Sabia até qual a ordem certa que os desafiantes das partidas de Jokenpô usavam. Posso dizer que foi um dos jogos que mais marcou minha infância regada a tantos outros games do mesmo console, como Hang On, California Games, Sonic, Castle of Illusion, Wonder Boy, Double Dragon... A lista, assim como o número de lembranças, é grande, todas sempre regadas a muito Toddynho. Ou, talvez, sendo a caçula café-com-leite:

    Em meados dos anos 90, veio o Super Nintendo, que já existia desde o início da década, mas só tive acesso anos mais tarde. E, com ele, vieram incontáveis fases, chefões, senhas anotadas, continues, fitas assopradas (e babadas vez ou outra, quando perdemos o controle da própria saliva ao assoprar). Porém, lembra-se do controle desconectado? Pois bem, deu lugar às brigas; tanto no Street Fighter II Turbo quanto na vida real. Aliás, o SF era a maior causa das discussões com meu irmão. Muitas e muitas vezes corri chorando até os braços de minha mãe e acusando-o de ser muito apelão. Esses irmãos, viu... Isso sem mencionar os mini torneios de International Superstar Soccer (Allejo mítico) e Mortal Kombat com um antigo vizinho. E o que resultava disso? Mais discussões, é claro. Embora muito se fale sobre Super Mario World - zerado inúmeras vezes, principalmente quando conseguia achar aquela estrela que teletransportava diretamente pro castelo do Bowser hu3 -, posso dizer que meu jogo favorito dessa época era Donkey Kong Country. Na verdade, a lista também é grande: Top Gear, Sailor Moon, Indiana Jones, Aladdin, Tom e Jerry, Asterix, Bubsy, Animaniacs, dentre tantos outros. Que época boa, amigos.

    E vocês? Quais jogos marcaram sua infância, ou lembranças relacionadas a games têm pra compartilhar?

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      bakujirou · over 3 years ago · 4 pontos

      :V pretendo postar. republicando @talk_to_the_hand

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      willguigo · over 3 years ago · 3 pontos

      Superstar soccer com Juiz e bandeirinhas encachorrados, Donkey kongs, Top gear, Star Fox, Super Mario World, eita nóiz, sem falar nos fliperamas....... <3

      ....o bebê já está trilhando um belo caminho. kkkkk

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      gapolli · over 3 years ago · 3 pontos

      Caramba. Passei por todos esses jogos. Hehehehe
      Mascomo sou um pouquinho mais antigo (1983), tive acesso ao Atari do meu irmão e, mais tarde, ao meu Famiclone com 273 jogos na memória. Mas me apaixonei mesmo pela "coisa" por volta de 1998, quando finalmente consegui compar meu primeiro console (que tenho até hoje), o Mega Drive. ^^

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