talk_to_the_hand

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  • bymyself ByMySeLF
    2017-01-19 10:09:00 -0200 Thumb picture
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    Pai pede ajuda da comunidade para que a filha possa jogar sem assédio

    O pai da Iris Reis, uma menina de 10 anos, entrou na comunidade "Overwatch Brasil", no Facebook, para pedir a ajuda da galera. Segue o post dele:

    Ele ainda declarou: "Ver a minha filha triste e desanimada em relação a algo que a deixava contente foi uma grande motivação, mas principalmente por causa do respeito todos tem o direito de se divertir, independente de se é menino ou menina, tem que haver respeito ao que é diferente de você"

    Uma das minhas queixas com relação a jogos online sempre foi essa falta de respeito de alguns jogadores. Sempre que jogo online e escuto alguém falando no microfone ou algum sinal de que o mesmo está ligado já começo a procurar desesperadamente o botão para dar mute. Podem me chamar de mala, de anti-social, de chato, mas só jogo com o áudio da Party (antes nem isso eu fazia). Mesmo assim já recebi mensagem de texto uma vez ou outra me xingando por causa de alguma coisa que acontece no jogo (triste). Se todo mundo tivesse mais respeito e quisesse jogar numa boa, sem dar "showzinho", os jogos online seriam bem mais interessantes.

    Com relação a atitude do pai, achei muito interessante, e a resposta que a comunidade deu (adicionando a menina para formar equipes) foi sensacional.

    Falou ainda sobre as garotas que jogam online: "Em relação às meninas e mulheres que jogam é simplesmente ter educação e respeito, tenho varias amigas que jogam e tem que usar um apelido que não mostre que são meninas, é realmente triste [...] Recomendo a elas que criem grupos e joguem junto com os amigos, filhos e ao notar que estão sendo desrespeitadas denunciarem isso, se ficarmos calados isso nunca mudará."

    Esse assédio que a garota sofreu (e muitas gamers sofrem), infelizmente, é comum. Acho meio ridículo esse negócio de ter que criar id masculina para poder jogar em paz, mas, enfim. Fecho aqui meu "textão" com mais uma opinião do pai da Iris (e que também estou totalmente de acordo):
    "Não basta comprar o jogo e ter um ambiente seguro online se o próprio filho não tiver bons modos, exemplo tem que vir de casa, saber ganhar e saber perder faz parte da vida."

    Provavelmente (e espero eu) a galera que mandou essas mensagens e pediu fotos são pré-adolescentes ou adolescentes que, se tivessem um acompanhamento dos pais (que as vezes até vê a pessoa xingando, mas não faz alguma coisa), seriam melhores jogadores. Os pais tem que ensinar os seus filhos a jogar online e respeitar as pessoas que estão jogando com ele. Não é porque está online e não vê a outra pessoa que está imune e pode fazer qualquer coisa que não terá consequências. Para finalizar, acho que já passou da hora de termos a matéria "Educação Online" (ou algo referente a segurança/comportamento online) nas escolas.

    Fonte: Omelete

    Overwatch

    Platform: Playstation 4
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      volstag · over 3 years ago · 4 pontos

      Que post foda!!
      Sabe, a educação, ou falta dela, no mundo online só reflete o que a criançada vê dentro de casa.
      E também rola porque a distancia e anonimato do tratamento via internet criar uma falsa zona de segurança pro agressor, os pais tem que monitorar melhor esses zé ruelas, já que os retardados não sabem jogar como se deve.

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      marcusmatheus · over 3 years ago · 3 pontos

      E vou te dizer que não é só criança não heim.
      Basta ver as acaloradas discussões sobre politica no ano passado pra notar o quanto algumas pessoas são imaturas quando estão "protegidas" em seus computadores.

      A geração atual (de quem gostamos muito de reclamar - eu mesmo reclamo muito!) foi totalmente educada pela nossa geração, logo o erro não esta na direção aonde os dedos apontam. ^_^

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      igor_park · over 3 years ago · 5 pontos

      Eu acho tão nada a ver usar Headset com desconhecidos

      6 replies
  • 2016-12-31 16:53:14 -0200 Thumb picture

    Jogos que fizeram aniversário esse ano

    Tentei listar todas as franquias que eu lembrei aniversariantes em 2016 que completaram 30, 25 e 20 anos, provavelmente eu deixei passar despercebido algum jogo, mas é só falar nos comentários. É isso pessoal, que todos possam ter um feliz ano novo, que o ano que está por vir possa ser um ano cheio de realizações e muito sucesso nas vidas de todos , até a próxima o/

    Castlevania - 1986 - 30 anos

    Resident Evil -1996 - 20 anos

    The Legend of Zelda - 1986 - 30 anos

    Pokemon - 1996 - 20 anos

    Sonic The Hedgehog - 1991 - 25 anos

    Persona - 1996 - 20 anos

    Metroid- 1986 - 30 anos

    Crash Bandicoot - 1996 - 20 anos

    Tomb Raider - 1996 - 20 anos

    Metal Slug -1996 - 20 anos

    PaRappa the Rapper - 1996 - 20 anos

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Star Ocean - 1996 - 20 anos

    Wild Arms - 1996 - 20 anos

    Diablo - 1996 - 20 anos

    @jokenpo

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  • 2016-12-30 15:37:26 -0200 Thumb picture

    T3H no Zap (Truuuuuco Ladrão)

    Medium 3435788 featured image

    Fala galera que acompanha o Talk To The Hand (T3H)...

    Estamos com um grupo no Whatsapp, Zapzap, ou como se chamar esse diabo...

    Estamos afim de ter a opinião de vocês em nossas telas dos smartphones, e compartilhar e dar risadas também.

    Está afim de aderir ao grupo, mande sua mensagem...

    Claro, um grupo para apenas discutir alguns jogos, grupo nerd mesmo, respeitando uns aos outros, sem ter aquela festa do caqui e baixaria que existem em vários outros grupos...

    Aproveitem e conheça a galera...um abraço...

    @armkng

    The Sims 3 Into The Future

    Platform: PC
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      armkng · over 3 years ago · 2 pontos

      para não ficar algo muito exposto pra todos, mandem mensagem em privado para a persona, e a galera vai adicionando o povo...os admins do grupo T3H

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      avmunico · over 3 years ago · 1 ponto

      como que faço pra participar??? tenho que me inscrever? pagar algo? passar por algum rito? algum tipo de processo seletivo?

  • 2016-12-24 21:41:21 -0200 Thumb picture

    Fliperama: O Reino dos Jogadores

    Medium 3433511 featured image

    Hohoho, Feliz Natal para todos do Alvanista,

    Depois de um susto de ontem, a galera entrou em pleno desespero ao se deparar com um erro 505 na página ao digitar www.alvanista.com, porém meus caros, não irá se fechar assim.

    Até porque então, eis que está a Talk to the Hand para alegrar sua leitura, e tirar aquelas velhas piadinhas de seus tios “É pavê ou pá cume?”, e as suas adoradas titias falando o quanto você cresceu, e que cuidou de você, e fica perguntando todo santo natal “Cadê as namoradinhas?” ¬¬

    Eis aqui mais um grandioso texto natalino, com contos onde fará você chorar, se confraternizar com a família, amigos, cachorro, gato e etc.

    Vamos trazer mais uma graaaaande polêmica, no qual quero ver os verdadeiros dinossauros gladiadores que vivenciaram esta época: os famigerados Fliperamas.

    Aqui meus caros, reinavam os verdadeiros jogadores, onde o fraco nunca ficaria fraco, e no dia a dia (com os trocos de cada pão, lanche da escola, mesadas) eram compradas as fichas para ter verdadeiros embates em várias jogatinas como: The King of Fighter’s 94 até 2002, Street Fighter II, Mortal Kombat, Fatal Fury 1,2 e 3, X-Men Versus Street Fighter, Marvel Vs Capcom, X-Men Children Atom, Tekken (1 até Tag Tournament), entre outros.

    Aquelas jogatinas casuais que você queria junto com a galera com Battletoads, Cadilacs and Dinossaurs, Final Fight 1 e 2, The Simpsons, Pac-Man, Galaga, Zed Blade, Alien Vs Predators e etc.

    Desculpe a geração leite com pêra, criado com ovomaltine da vovô, não os desmerecendo nem nada, antes do grande estouros dos consoles de mesa, PlayStation One, PlayStation 2, XBox, Game Cube até a atual geração, o que reinava em meados dos anos 70 até o fim dos anos 90, onde foram fechados esses locais por se tratarem de não apropriados para menores de 18 anos (como se a gente ligasse xD).

    Casa de Arcades, Casa de Jogos, Fliperamas, eram nomes mais popularmente conhecidos pela galera (isso varia de região para região), onde era necessário comprar fichas para ter 1 crédito e poder jogar. Às vezes, algumas máquinas novas do local eram necessárias de 2 fichas para ter 1 crédito de jogo.

    Isso mesmo galera, 1 ou 2 fichas para se ter 1 crédito de jogo, diferente dos consoles que tem créditos infinitos, era aqui a diversão começava.

    Em meados dos anos 90, as fichas de fliperama em determinados locais (pois o preço nunca era tabelado), a ficha variava entre 10, 25 e 50 centavos, só aqueles arcades novos, novidade chegando que eram mais caros e chegava a ser 1 real a ficha.

    Porque eu digo que era aqui que reinava os verdadeiros mestres dos jogos, as pessoas que sabiam realmente jogar, em jogos de luta como Street Fighter, KOF, Mortal Kombat, Tekken 2, Fatal Fury, X-Men Vs Street Fighter, formavam-se filas para se tiras os eternos contras, para saber quem realmente sabia jogar ou não.

    Aquela pessoa (e isso já deve ter acontecido com você), via aquele arcade livre e ninguém jogando, e ia correndo, comprava a ficha o mais rápido que podia, e era só dar o start e selecionar o personagem, que do nada, brotava um ser do chão, e entrava contra para acabar com sua alegria, e amigo, se você não sabe jogar, era game over na certa.

    Quando a pessoa era fraca, e não tinha a menor noção de como jogar, aos poucos ia pegando o jeito, decorando golpes, insistia, até que no dia você arrancava a pessoa que te surrou por meses.

    E não era só 1 contra que você tinha no dia, dependendo do fliperama, eram filas de pessoas que já deixava a ficha no arcade, e ficava de próximo, esperando desafiar quem era o vencedor.

    Isso quando não rolava aquelas pessoas que achavam que sabiam jogar, mas perdiam, e eram incontáveis fichas, no ponto de quando você voltava no outro dia só para ter uma leva de desafios diários, quando você se defrontava com a pessoa, e a vitória era certa, o desafiado virava para você e dizia em tom ameaçador: “Se você ganhar eu desligo a máquina.”, pronto, era confusão certa, e muitas vezes para não entrar em certos problemas, você acaba perdendo de propósito (eu não porque sempre tinha umas 15 fichas de outras pessoas na máquina e tirava o infeliz rapidinho hu3).

    Outras façanhas que você conseguia jogando em fliperamas, era com 1 única ficha, terminar Cadilac and Dinossaurs, Battletoads, Simpsons (o legal que são 4 controles e com os amigos é massa jogar assim), feito que você conseguia fácil e que hoje em dia você pena um bocado para terminar 1 fase do jogo kkk.

    Jogos como Shinobi, Pac-Man, Zed Blade, Galaga, são jogos desafiadores, que você passava horas e horas, se divertindo, sem se preocupar com troféus, achievements.

    Um grande local, no qual foi a Sports Arcade, que tinha suas filiais em outros locais do brasil, mas no centro de São Paulo, ficou localizado por alguns anos na Rua Barão de Itapetininga, e era um galpão imenso com vários Arcades, com todos os tipos de jogos que você poderia pensar. Fora campeonatos de cada arcade, valendo premiação grandes, e era um ambiente muito bom para se ter excelentes contras, ao invés dos bairros que você perambulava na sua cidade.

    Como mencionei, os fliperamas eram locais onde não eram bem vistos pela maioria dos pais da época (seus avós hoje em dia, pergunte para seu pai quando matava aula para jogar com os amigos), e como tinham uma restrição forte, e seus locais eram praticamente escondidos da polícia, pois atraía todo tipo de gente nela, principalmente se funcionava durante a noite. Os locais mais comuns para ter os arcades eram lanchonetes (nada promissoras), botecos de esquina, e raramente você iria ver um arcade em uma bomboniere.

    A polícia chegou a fechar vários estabelecimentos, pois seus jogadores, eram menores de idade, e também apresentava perigo para as crianças na época, quando saia brigas em bares, outra perseguição maior era o horário de escola.

    Muitos donos expulsavam a pessoa, pois ela chegava com bolsa e uniforme da escola, e não ia para a aula, acabava matando a aula, só para ficar jogando horas e horas no fliperama.

    Bom galera, esse conteúdo que escrevi é extenso pra caramba, foi uma palhinha referente aos fliperamas que reinou durante bom tempo nos anos 80 e 90, hoje em dia temos os consoles de nova geração e os contras são online hoje em dia, com uma coisa que não existe hoje em dia, e que no tempo dos fliperamas existiam, o respeito que muitos tinham por você saber jogar e defender até o score 1 dos arcades.

    Comentem galera, quero ver as experiências que todos tiveram, só lembrando, que fliperama de shopping não é válido, muito menos do condominio do prédio onde moram hehehe


    Um grande abraço a todos e boas festas e um Feliz Natal T3H para todos.

    @armkng

    Street Fighter

    Platform: Arcade
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      bakujirou · over 3 years ago · 1 ponto

      Eu cheguei a frequentar mt numa determinada altura em que estudava em escola na minha 4 ate 7.a serie. Achava mt loko e emocionante.
      Mas nunca fui muito bom em nenhuma maquina, tinha vezes que eu tirava os outros plays de tipo sorte do acaso msm.
      (soh sabia brincar de jogar/ lutar com personagens divertidos no king of fighters, saber nunca aprendi a jogar com Benimaru, Mai Shiranui, Blue Mary, Terry Bogard e Chris quando dava para transformar o chris na forma orochi loka dele)

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      katsuragi · over 3 years ago · 1 ponto

      Os gloriosos Flipper.
      Fiquei muito neles quando mais novo e continuei frequentando até eles então "morrerem".
      Há alguns lugares escondidos que ainda tem e eu sempre dou um pulo pra matar a saudade. hehe

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      axlrage · over 3 years ago · 1 ponto

      Bem, só de olhar minha capa no perfil, já dá um ar do que realmente eu me criei jogando, bom e velho KOF 95, mas me criei jogando Samurai Shodown 2, Real Bout Fatal Fury 1, entre outros clássicos, como o SF II louco, que tu podia encher a tela de hadouken =) Enfim, foi nestes ótimos estabelecimentos que iniciei os primeiros hadoukens e Rising Storm. Aquela galera com aquela nuvem de fumaça de cigarro, não sei como sobrevivi a mais de 6 anos indo quase todo dia em locais com essa atmosfera mas hoje em dia, infelizmente o ultimo fliperama que eu tinha conhecimento aqui em Porto Alegre fechou ano passado =/ O que me faz pensar, onde que essa geração que gosta de jogos de luta vai parar sem esses centros que uniam amantes destes jogos e criavam cada dia, uma amizade nova.

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  • 2016-12-20 09:56:00 -0200 Thumb picture

    O fenômeno da manhã seguinte...

    Medium 3431851 featured image

    Você está jogando... digamos... Dark Souls !

    já são duas da manhã

    está no último chefão dessa parte do jogo

    mas não importa o que você faça você não consegue matar ele :P

    então você desiste... e vai dormir

    No outro dia porém

    você resolve tentar

    só mais uma vez...

    PASSA DE PRIMEIRA !

    que bruxaria é essa ?

    O negócio é o seguinte, seu cérebro é preguiçoso...

    Ele faz de tudo pra poder economizar energia, e uma coisa que usa bastante energia é pensar. Sabe quando você já jogou a mesma fase tantas vezes que parece que suas mãos estão jogando sozinhas ? bom... é mais ou menos isso que está acontecendo mesmo xD

    Quando você repete uma certa ação várias vezes, (ou um conjunto de ações) sua massa cinzenta, pra se tornar mais eficiente, deixa essa ação rodando automaticamente, para que você possa se preocupar com outras coisas. Esse é um dos mecanismos mais essenciais para a sobrevivência humana, é o que te permite por exemplo andar pra frente e conversar com alguém sem se esborrachar no chão na maioria das vezes

    O problema é quando você faz a mesma coisa várias vezes mesmo ela não dando certo. Seu cérebro não sabe disso, então continua repetindo a mesma ação ( bom, pelo menos a mesma estratégia ) várias e várias vezes sem você ter muito controle.

    Então você tem basicamente duas opções :

    Você pode dar um tempo no jogo pro seu cérebro dar um reboot

    ou

    Você pode tentar ver a situação de uma perspectiva diferente. 

    Mudar sua estratégia !

    Ser criativo...

    @doctorlarry

    tchau e bença

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      rafaelseiji · over 3 years ago · 3 pontos

      Acontece bastante mesmo, mas com a Siater Friede que volto nela 1x por mês ainda nao deu certo xD

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      zandryx · over 3 years ago · 3 pontos

      Eu sei q tenho q fazer isso, principalmente quando jogo algo em niveis de dificuldade elevados, mas as vezes minha ganância é maior, minha teimosia se agarra a ela e a minha ansiedade empurra os dois juntos, eu não consigo parar para respirar e tentar depois rs

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      _gustavo · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu sou assim com games q permitam um reset rapido, por exemplo trials e desafios em games jogos de luta q vc aperta o select pra resetar a posição, ou games de esporte como o Skate onde vc pode ficar retentando varias vezes rapidamente até acertar oq quer fazer kkkkk

  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2016-12-15 13:01:04 -0200 Thumb picture
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    Podemos confiar em Opiniões e críticas?

    Medium 3429745 featured image

    Após responder em uma postagem de um brother aqui da rede (não vou marca-lo para não parecer que estou obrigando ele à ler essa montanha de texto, kkkk) me veio a ideia de escrever sobre este tema. E ironicamente, apesar de eu mesmo ler muitas críticas – sempre evitando os spoilers – minha opinião é bem mais profunda do que poderia expressar em um único comentário. Sendo assim: Vai um artigo! ^_^

    A crítica é uma das capacidades inerentes dos jogadores. Ela nos permite avaliar minuciosamente um jogo e, com isso, ter uma opinião sobre o que é bom ou ruim, aquilo que é certo ou errado, quando está bonito ou feio. Ela nos permite tomar decisões sobre uma série de coisas.

    Essa capacidade de criticar também é importante para nossa vida em grupo. Por vezes, somos ajudados com críticas de outras pessoas, que nos dão sua opinião sobre o que fizemos ou deixamos de fazer. Muitas vezes também sentimos vontade de colaborar, criticando comportamentos dos nossos familiares e amigos – seja na rede ou na vida real.

    Portanto, ao contrário do que parece à primeira vista, a crítica em si não é ruim. O problema está na dificuldade em fazê-la corretamente. É muito fácil uma crítica se virar contra a pessoa que a está fazendo. No lugar de contribuir com outro player você prejudica a si mesmo.

    Eu não sei se todos vocês sabem mas o Pensamento crítico é uma habilidade – e não uma característica humana (e obviamente nem todos possuem!): É a maneira pela qual podemos nos libertar de ideias pré-fabricadas às quais estamos sujeitos o tempo todo, e finalmente pensar por contra própria.

    Isso porém não significa se isolar e tacar foda-se para a opinião dos outros (isso é outra característica da nossa espécie que, de certo modo, não convém mencionar neste artigo!). Na verdade, ter pensamento crítico significa saber absorver importantes informações e ser capaz de usá-las para formar a sua própria opinião sobre determinado assunto – em vez de apenas reproduzir um discurso pronto que se lê na internet e nas redes, que se ouve na escola ou na igreja ou que é propagado por outras pessoas.

    Esta não é uma capacidade com a qual nascemos pois, na verdade, o mundo busca de nós exatamente o oposto: somos treinados basicamente para não desenvolver muito bem o pensamento crítico e, desta forma, não sermos muito contestadores.

    Vou dar um exemplo super – mega – hyper simples, que é muito comum de se encontrar na rede. Observo porém que aqui nem expresso um ponto de vista, e sim uma realidade estudada e comprovada pela ciência. Textos e artigos sobre o assunto podem ser facilmente encontrados na internet, caso você duvide disso. Well, lets go:

    O preconceito que se auto-confirma:

    Acho que quase todo mundo por aqui já ouviu falar de psicologia reversa e de efeito placebo, certo? Mas vocês sabiam que essas técnicas muito usadas no mundo da ciência têm como base falhas do pensamento humano? E de maneira nenhuma pense que você é especial e está imune à elas: Esses problemas acontecem com todos, independentemente de idade, sexo ou nível educacional (sabe aquelas pessoas que adoram jogar o diploma na sua cara quando você tem uma opinião contrária? :) ).

    Esses “preconceitos” apenas confirmam atitudes que fazem parte de nós. Eles acabam causando constatações que provocam o resultado previsto. Quer um exemplo? Que tal se eu mesmo me analisar e me colocar na linha de fogo?

    Quando eu penso “eu odeio jogos de esporte, simplesmente não consigo entender como alguém consegue gostar disso...” sou automaticamente desestimulado a jogar jogos de esporte por meus próprios pensamentos e, as chances de achar um jogo de futebol horrível, ou um jogo de corrida por exemplo, aumentam consideravelmente! Essa é uma tática muito usada pelos assim chamados “videntes”: Você vai à cartomante e ela diz que há uma pessoa muito próxima querendo o seu mal – logo você começa a ficar mais atento e receoso com qualquer pessoa que conhece e seu comportamento alterado pode até levá-lo a fazer um novo inimigo – basta uma discussão ou uma briga com um conhecido para que você acredite ter encontrado a pessoa da previsão.

    Eu por exemplo: Iria jogar jogos de esporte procurando erros e falhas técnicas, problemas no gameplay, e quaisquer outros tipos de empecilhos que pudesse achar. E sabem o que eu faria depois de anotar a lista de defeitos? Escreveria uma crítica destruidora do jogo, apontando e enaltecendo todos os defeitos dele – dando muito maior ênfase aos defeitos do que às qualidades, alias!

    Se você vai ler uma crítica Preste atenção nos detalhes certos:

    Uma das partes mais importantes de pensar criticamente ao ler uma crítica é aprender quais detalhes são, de fato, importantes. Estamos expostos a tanta informação e opiniões diferentes que fica muito fácil se perder nos detalhes. O que eu gosto mais de aconselhar é: Comece confiando na sua intuição! Se algo não soa verdadeiro para você, eis aí o primeiro sinal para não considerar aquela opinião.

    Na sequência, uma boa dica é refletir sobre quem está te dando a informação ou opinião. Se há uma discussão acalorada sobre, digamos, um novo jogo lançado ou se a qualidade da água da torneira é adequada ou não para consumo, preste atenção se dentre as partes envolvidas não está alguém que particularmente não gosta do jogo ou uma indústria de garrafinhas de plástico.

    Estejam avisados: Se eu escrever uma crítica de jogos de esporte, por favor, é melhor não levar a sério, kkkkkk.

    E todas essas ideias nos traz ao segundo ponto: questione a sua fonte. Principalmente após a grande disseminação da internet nas últimas décadas, as fontes nem sempre são imediatamente confiáveis. Portanto, se algo parece meio duvidoso, rastreie de onde veio antes de formar uma opinião. E se uma ideia geral parece estar de acordo com a maioria das opiniões e críticas apresentadas, provavelmente essa ideia é verdadeira.

    Compartilhei a crítica de um brother esses dias aqui no Alva pois, após leitura, notei que os pontos que ele levantou eram muito bem explicados e não senti em nenhum momentos que ele estava falando mal do jogo propositalmente. Outro ponto que contou, foi que a ideia levantada por ele e a nota final apresentada, não fugiu fugiram de tudo o que eu havia lido em diversos sites e fóruns (a ideia geral foi mantida).

    O mesmo vale para os meios de comunicação. Cada publicação ou veículo tem uma vertente – esquerda, direita -, e não é que é impossível acreditar em matéria alguma de política por conta do posicionamento desses meios, mas para o bem do seu pensamento crítico, é bom ter um pé atrás e analisar se o texto traz alguma informação nova (e isenta) ao leitor, ou se serve apenas para reafirmar as convicções da empresa ou da pessoa que escreveu.

    Outro ponto importante: Cuidado com “achismos”:

    Quando estamos lendo uma crítica o que buscamos na verdade é saber pequenos detalhes que podem nos motivar a comprar ou não um jogo. Resumidamente queremos saber se os gráficos do game são bonitos, se o gameplay dele flui naturalmente, se as músicas são boas e bem produzidas, se a história é interessante e... Bem, basicamente mais nada!

    Devemos treinar nossa leitura para notar pequenas palavras e frases que servem como sinais de alerta. Sabemos que é impossível prestar atenção em tudo, por isso, conhecer algumas frases que tendem a vir antes de um argumento fraco é realmente útil!

    São os, assim definidos, “achismos”. Mesmo que de forma sutil, essas expressões entregam que a opinião que vem a seguir muito provavelmente não é bem embasada. Uma vez vi num documentário que existe uma lista oficial de frases que grandes pensadores se concentram na hora de descartar uma opinião. Dentre elas, destacam-se, além da famosa “eu acho que”, expressões como “para dizer a verdade”, “só quero que você saiba que” e “só estou querendo dizer que”.

    Numa crítica técnica e impessoal, ou seja, numa crítica que irá te passar exatamente aquilo que você precisa saber sobre um jogo, essas expressões podem sinalizar o momento exato em que a questão deixou e ser técnica para se tornar pessoal. E é justamente por isso que eu NUNCA considero a opinião das pessoas em relação a história de um jogo!

    Existem pessoas que odeiam a história de Dark Souls – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam contos de fadas – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam montar quebra-cabeças – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam romances – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam clichês – existem outras que amam.

    Não adianta: A questão da história é um dos fatores mais subjetivos numa análise e esta é uma parte que eu sempre recomendo ao leitor interpretar de forma pessoal

    Obs: Salvo raras exceções, na qual você conhece a pessoa que está fazendo a crítica e sabe que ela tem um gosto parecido com o seu. Ainda assim, mesmo nestes casos, várias opiniões diferentes aparecem de jogo pra jogo.

    E basicamente é isso!

    Agora sim, consegui me explicar de forma clara sobre o que acho de críticas e avaliações de jogos. É um tema bem complexo que é difícil definir em poucas palavras, kkkk.

    Para vocês que tiveram paciência de ler até aqui, obrigado. Um abraço!

    The Last of Us

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      lica · over 3 years ago · 6 pontos

      Muito bom o seu texto! Só destacaria algumas coisas interessantes para um debate com as suas ideias:
      - Sobre a crítica se voltar contra a pessoa, acho que a vida é assim. Se alguém se propõe a falar publicamente sobre algo, terá que aguentar as consequências disso. Claro que nunca defendo açoites em praça pública, mas apresentar ideias e viver em livre expressão significa se responsabilizar por tudo que você fala/escreve.
      - Quando você fala em imparcialidade fica evidente que você está destacando aspectos técnicos, entretanto o próprio campo de críticas e análises dos games tem pouco conhecimento dos aspectos técnicos ou ainda não sabe quais aspectos técnicos devemos destacar para aí sim analisar, Por exemplo, quando você fala em história de um jogo digital a primeira coisa que vem na cabeça de muita gente, inclusiva no seu texto, é o gosto pessoal. Quando analisamos a história de um jogo o que a gente se propõe a destacar: a construção da narrativa ou o seu gênero? a forma como ela se desenvolve ao longo do gameplay? se é profunda ou superficial? se tem coerência e coesão? se apresenta furos lógicos? ou a gente vê tudo isso e chama de história? Os critérios para as análises não são claros. Outro problema é a questão dos gráficos, que as pessoas confundem com a arte do jogo, achado que gráfico é todo jogo que se pretende realista. Quando analisam som, só pensam nas músicas e esquecem da sonoplastia, dos sons do ambiente... Percebe que os próprios critérios para as análises não são claro? Por isso não dá para ser imparcial.
      Outro ponto que ajuda na imparcialidade a "bagagem" anterior que nos temos interfere sim na sua experiência de imersão. Você pode estar diante de um jogo incrível, mas a sua bagagem anterior pode fazer com que você não curta por vários motivos. Jogar um jogo em Inglês quando você não entende muita coisa pode ter um impacto diferente do que teria se o jogador fosse fluente ou entendesse bem. Jogar sozinho um game que se propõem multiplayer pode também mudar seu conceito sobre ele. Nem sempre temos as condições ideais para desfrutar de um jogo a partir de sua real proposição. Isso tudo impede a imparcialidade.
      O que fazemos diante disso? Eu acho que deveríamos desencanar, ao menos por hora da imparcialidade e assumirmos opiniões, experiências e gostos nas análises. Ser sincero, não analisar um jogo, mas relatar a experiência de jogar. Inclusive nossa experiência de jogar muda com o tempo, o que traz para as análises sua condição efêmera.
      Particularmente não leio nenhuma crítica, mal assisto trailer porque odeio spoiler hahaha. Mas entendo que precisamos de outro posicionamento quanto a elas. Menos hype, conceitos soltos, palavras vagas que são usadas em todas as críticas e não dizem nada. Mais concretude, sinceridade, experiência e opinião embasada.
      ;)

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      jorgegt · over 3 years ago · 3 pontos

      Comentando pra ler mais tarde.

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      armkng · over 3 years ago · 3 pontos

      Excelente artigo, os caras do T3H são feras demais hehehe...
      Quando se fala em crítica, muitos atrelam em forma no qual não vai incentivar, não irá agregar algo de bom. Que está ali apenas para diminuir, difamar e etc.
      O grande problema de construir uma crítica, e saber aceitar a critica, absorver a informação que ela possua, e não ser uma de forma destrutiva, como muitos fazem hoje em dia.
      A crítica bem construida, trazendo seus prós e contras de forma objetiva e clara, todos irão ter uma leitura agradável.
      Lendo os vários comentários de nossos amigos que acompanham a persona, a de nossa amica @lica trouxe vários pontos e em destaque é, se ao escrever sua crítica e expor ela, ainda mais na internet, você tem que estar preparado para receber o ponto de vista da galera, e saber absorver de forma positiva, sem agredir verbalmente a pessoa que comentou.
      Nosso amigo @marcusmatheus também levantou pontos que devemos levar sempre em consideração, relevar e ser imparcial também em alguns pontos.
      O que acaba ocorrendo, que muitos acham que a crítica dele está correta e ponto, e quem resolve expor sua "opinião", e errado em sua história também.
      A própria persona Talk to the Hand foi criada para termos discussões sádias, no qual todos podem ter seu ponto de vista, e é claro, sempre e mais importante, respeitar a pessoa que está adicionando, agregando sua visão, opinião e critica também.

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  • 2016-10-25 00:15:12 -0200 Thumb picture

    Eu Platino os Games!!!

    Medium 3405448 featured image

    É TETRA...É TETRA...É TRETA...ops…

    Fala galera Alvanesca,

    Estoy aqui para lhes trazer aquele conteúdo que ninguém pode ler, até saberem do que se trata lhes escreverei…

    Lembrando a todos que não esquecemos nosso sorteio e premiar o funcionário do mês que chegou a 500 membros (quero dizer, o membro 500 da persona, hmm...acho que soou mal isso -.-), mas aguardem e confiem que logo mais estaremos sorteando ainda no ano de 2026. =D

    Venho trazer mais uma grande e novo texto tirado de meus miolos, e aqui está (uma porcaria como sempre com erros de digitação e português...mas fazer o que).

    Vou falar sobre conquistas que os jogos hoje em dia trazem, que é mais um atrativo nos games hoje em dia, já que antigamente, NES, Master System, porque não dizer também dos antigos PCs, não existia este tipo de atrativo para incentivá-lo a jogar e ter conquistas.

    As únicas conquistas que você poderia ter, era jogando com seus amigos e marcando recordes de pontuação, tempo em corridas, para saber quem era o melhor.

    Desde implantado nos consoles da Sony e Microsoft (PlayStation 3 e XBox 360), foi uma grande novidade para muitos, até desconhecidos para outros, e ignorado por muitos.

    Como no título deste artigo, a Sony PlayStation lançou em uma atualização para seu console PlayStation 3 as conquistas de seus jogos (não sei se foi pioneira), e consiste em fazer com que o troféu pule ao executar uma determinada função no jogo, desde fazer gol de pênalti, derrotar 10 adversários seguidos sem levar dano, chegar com o tempo de 0,01 seg de seu adversário e etc.

    Essa ideia foi implantada para seu portátil o PS Vita também, e até temos um site só para os Platinadores, com ranking, guia de como conseguir alguns dos troféus que está difícil de conseguir.

    A Microsoft não queria ficar de fora também e lançou a regra de conquistas para seus jogos, assim empolgando seus jogadores do XBox 360.

    Também vamos lembrar que no PC, a regra de ganhar suas conquistas pelos jogos vem pela Steam e Origin (não sei se a Uplay possui), para que você vá atrás de seus Achievements, na Steam lançam cards que você pode vender posteriormente a grana mesmo para enriquecer sua Carteira e comprar outros jogos.

    Mas o que está por trás de todas essas conquistas dos jogos?

    Porque temos que correr atrás delas?

    Vocẽ pode ignorar e jogar normalmente seu jogo?

    Você não é obrigado a correr atrás destas conquistas no jogo, sim, você pode ignorar eles durante seu jogo e chegar ao final.

    A grande sacada destas conquistas, achievements ou troféus, é que isso enriqueça seus jogos, um atrativo a mais em mostrar que seu jogo te traz um desafio.

    Vamos pegar o jogo Bayonetta.

    O jogo tem alguns troféus para que você corra trás e consiga o último Troféu de Platina, como podem ver na imagem, ele foi classificado como Moderado de uma escala de 0 a 100, recebendo 58 de dificuldade para ter todas as conquistas do jogo.

    Isso para que você aproveite muito do conteúdo do game que adquiriu, e não apenas pegue ele, jogue, termine, e coloque de canto.

    Fiz um artigo com o título “Valor dos jogos que você paga…”, que fala o preço dos games que você tem comprado vale a pena pelo valor investido.

    Já no sistema de recompensas em fazer algo pelo jogo, traz um atrativo assim dizemos.

    Porque nos antigos sistemas de consoles e pcs, não existia isso, vou atrás de uma conquista que derrotei todos da fase sem morrer ou tomar dano. Não existia isso.

    Era alugar umas 3 a 4 fitas na sexta-feira para entregar na segunda-feira antes da locadora fechar, e passar o final de semana destronando os games que você acaba de alugar.

    Ou vou jogar Top Gear no SNES e fazer o melhor tempo em uma determinada pista e vai pular um troféu por esta conquista.

    Antigamente, nosso maior prazer era conseguir terminar os games e ver seu final, ainda hoje em dia este é o nosso objetivo.

    Porém, com a limitação de tecnologia na época, era iniciar, fortalecer seu personagem e sobreviver a algumas fases, resgatar pessoas, e ver o final feliz da civilização.

    Um game de PC que não há fim e que te dá como objetivo a fazer uma gestão de algo é SIMCITY, primeiro simulador onde seus objetivos e ser um prefeito da cidade, cuidar do saneamento, melhorar as estradas, coletar os impostos e etc.

    Na evolução da tecnologia, hoje a indústria de games rendem bilhões a mais que o cinema.

    O mesmo jogo SIMCITY hoje, tem vários objetivos que antigamente, fora que você acaba desbloqueando conquistas, assim melhorando seu desempenho no game, não só ficando naquilo e pronto.

    Os jogos de aventura e ação da era NES, Master System, SNES e Mega Drive não possuem muitos jogos no qual vocẽ fuce em tudo para achar itens escondidos.

    Na era do PlayStation e Saturn, foram introduzindo games assim, no qual para poder abrir uma determinada porta, vocẽ tinha que procurar a pedra vermelha e encaixar no olho da gárgula e nela sair a chave da porta.

    Com o mega avanço da tecnologia, no PS3, PS4, PS Vita, XBox 360, XBox One, PCs, os jogos mostram uma vasta área no qual você pode fuçar a vontade, e descobrir itens escondidos e, tcharam, pula um troféu de conquista.

    E vocês galera? Aproveitam seus jogos buscando todas as suas conquistas ou apenas joga e depois vai pra troca de um game não jogado?

    Comentem, chorem, estude para o enem, chame aquela garota ou garoto que gosta e de um beijo…

    Aqui suas opiniões podem causar discordia…

    @armkng

    Uncharted 2: Among Thieves

    Platform: Playstation 3
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      ticianavalle · almost 4 years ago · 4 pontos

      Ridículo que pensa que só aproveita o jogo quem vai atrás das conquistas. Até hoje meu objetivo principal é me divertir, assim como sempre foi desde o NES. Nunca liguei pra conquista, e acho algumas ridículas que não tem nada a ver com a história e só estão ali pra fazer o jogador jogar o mesmo jogo zilhões de vezes.
      Tem gente que só joga pelas conquistas, nem presta atenção no jogo e isso quer dizer que ele aproveitou o jogo ao máximo?
      Vamos pensar fora da caixa um pouco.

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      tiagohardco · almost 4 years ago · 4 pontos

      Penso ser desnecessário jogar um game pra ir atrás de troféus, sobretudo atualmente quando nosso tempo é reduzido e o número de jogos é grande. Não é pra mim, mas quem gosta está de parabéns pq é bem chato ficar repetindo fases pra ganhar troféu (hahahahahaha)

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      avmunico · almost 4 years ago · 3 pontos

      Opa belo texto... Curto as conquistas... Mas so faço as que estao no game, sem maiores esforços... As que sao repetições de algo nao tenho paciencia...

  • isa_tan Isabella
    2016-08-16 13:49:21 -0300 Thumb picture
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    Uma discussão

    Gente, uma discussão rápida (Acho), mas meio importante.

    Seria uma possibilidade ao comprarmos o IE que está na eShop e único IE que está nas Américas oficialmente (Lembrando que as versões em inglês de IE são da Europa e o 3DS tem trava de região entre América e Europa) a Level-5 perceba que existe fãs dessa franquia aqui e a traga para nós os outros jogos?

    Eu quero comprar esse jogo (Joguei apenas o 2 Blizzard em emulador pq não rodou direito no meu R4, época que eu fazia essas coisas erradas para jogos e.e) por mais que eu creio que não de para recrutar o Afrodi e tals, mas isso é de menos ;P Enfim!

    Eu comentei isso na página do facebook deles, mas só tive uma resposta de uma pessoa que disse que futebol não é popular por aqui e tals (Creio que ele pensou que América é só EUA e Canadá, só pode º-º), mas sei lá se o primeiro jogo veio para cá mesmo que anos depois, talvez podemos ter esperanças, né? ;P

    Não conheço nenhuma persona sobre esse tipo de discussão para marcar, então nem sei quem marcar D:

    Inazuma Eleven

    Platform: Nintendo 3DS
    21 Players

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      jokenpo · almost 4 years ago · 2 pontos

      persona de discussões tem a talk_to_the_hand

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      isa_tan · almost 4 years ago · 1 ponto

      @talk_to_the_hand Uma discussão que pode dar bons frutos :v (Eu acho, não tenho certeza de nada nessa vida </3 )

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      leohirano · almost 4 years ago · 1 ponto

      Bota no r4 mesmo

  • 2016-08-27 21:30:15 -0300 Thumb picture

    Revista de Games...

    Medium 3376970 featured image

    Fala galera alvaneira,

    Agradecemos a todos aqui da persona, chegamos ao valor de 500, isso 500 pessoas lendo o que nós postamos aqui nossos artigos nada inteligentes, apesar que poderiam estar lendo um livro, ou assistir um filme documentário da National Geographics e aumentar seu conhecimento.

    Causamos o ponto crucial da persona, que é causar discussões sádias, deixar que vocês expressem suas opiniões a cada artigo que colocamos aqui no alvanista.

    E agora vamos sem demoras anunciar as pessoas que ganharam os jogos que sorteamos aqui para vocês. São eles: @doclarry e @nanahc, parabéns a vocês que participam e colaboram, o sorteio foi feito no dia 31 de julho no horário da Brasilia que me roubaram (piada infame)...brincadeira galera, brincadeira, o sorteio ainda não foi realizado.

    Estamos estudando os jogos que iremos sortear como valor simbolico por estarem aqui com a gente, e vamos postar em breve (assim que decidirmos os jogos e deixar a cargo da galera aqui).


    Bom trago aqui mais um grande tema para que todos esperam ansiosos (mentira) que possam discutir e levar para a vida toda (que nem a formúla de Baskara, que não sei pra usa essa joça em meu cargo de coveiro da cidade), enfim, um tema nada muito polêmico, mas quem curte dará suas opiniões marotas sem ter medo de ser feliz e quebrar o nariz (é horrível, já quebrei 3 vezes x__X)

    O tema que vos trago hoje, e um assunto simples: Revista de Games.

    Aqui a galera é consumidora e compram todo mês a finco a edição de uma revista, para ler as materias de seu console favorito, ou que quer se antenar no mundo da tecnologia dos consoles e games, ou apenas quer aquele detonado pois travou numa parte e não sabe como sair

    Em meados que a internet não existia, era comum de muitos gamers (assim começando seus gostos por jogos de consoles de mesa) comprar revistas para se interar no mundo e mercado que antes não era tão visado nos dias atuais.Era esperar por um detonado daquele game, e com isso já iria lendo os novos jogos que estavam prestes a sair, ou aquela matéria daquele game que achou chato só de ouvir o nome e acaba tendo uma opinião diferente, e esperava chegar sexta-feira para alugar a fita na locadora e debulhar o jogo que acabará de descobrir.

    Também era a descoberta para muitos, aquela revista de game ter os golpes do Mortal Kombat II, Super Street Fighter II Turbo, abrir personagens secretos, fazer especiais, fatalities e outros que só vc descobriu, porque está com um verdadeiro acervo de conhecimento ali que a revista o proporcionou.

    Outra parte da revista no qual muitos não davam muita importância, era o espaço para os leitores, que continham dicas, elogios, até artes em desenhos que mandavam (eu sempre mandava carta pra Ação Games, e nunca era escolhida minha carta ¬¬).Ali também você descobria coisas que nem sequer sabia, e com isso botava em pratica sempre nos jogos.

    Com o passar do tempo a Ação Games não existe mais, por que não trabalhava com assinaturas, e com isso acabou fechando as portas. Já outras revistas viram o grande potencial de seus leitores, e abriram também as famosas assinaturas mensais, onde você recebia um exemplar novinho, embalado devidamente e enviado para sua casa, sem se preocupar com o próximo mês e perder sua revista.

    Também vimos que com o avançar das tecnologias, agora é possível ler suas revistas em Tablets e Smartphones, poupando assim a vida útil de um arvore de ser derrubada e virar aquele papel de sua revista, mas o consumo de bateria aumenta.

    Como mencionei, com o avanço da tecnologia, a internet também foi um marco para este avanço, no qual, as Revistas de Games tem espaço no mercado hoje em dia?Nos dias atuais, com sites voltados para games, antes os gringos e hoje com a devido lançamento em terras tupiniquins, temos sites de games para ter nossa leitura e até mesmo buscar detonados.

    Até mesmos detonados de jogos em canais do youtube também estão ali presentes, e com isso acaba reforçando mais a pergunta: As Revistas de Games tem mesmo espaço no mercado hoje em dia? Você compra revistas de games atualmente ou exporadicamente?

    Agora vai mais uma pergunta para este tema no qual estou escrevendo por algum tempo: Na compra da Revista de Game, você vai mais atrás de saber o que está atualmente no mercado, ou, quer ler um detonado de game porque empacou, ou, quer aderir mais conhecimentos e lê tudo que tem na revista pois já o pagou?

    Minha resposta sincera, eu vejo sim um espaço nas revistas de games nos dias atuais, até porque mesmo, nem todos tem uma banda larga de internet em casa (é sério isso mesmo galera) e também não disponibilizam daquele plano de internet 3G/4G maravilhoso que o Brasil possui, apenas o usam para facebook, whats app (e ainda me dizem que trabalham com eles, é mole?).E respondendo a minha própria pergunta: eu vou atrás das tendências do mercado, leio a revista de ponta a ponta, pulando é claro os detonados, até porque então quero um dia jogar na raça e finalizar sem ajuda. Leio sobre o que cada empresa de game hoje em dia oferece, e o que está por vir também, dias atrás comprei a EGM, fazia tempos que não comprava uma revista, e poder folheá-la, e uma sensação única, indo para o trabalho e voltando, vejo as pessoas no trem ou ônibus, olhando ali discretamente para saber do que estou lendo, até mesmo pessoas que curtem já puxam assunto e começam uma discussão sádia.

    A revista de games é um abre portas também para o conhecimento, e socialização com outras pessoas, porque parte de pontos diferentes, de opiniões diferentes.

    Uma delas são os e-mails dos leitores, e dúvidas que alguns possuem.

    E vocês galera, me digam o que preferem: Revista de Games ou as materias online dos sites?

    Comentem, discutam, comprem uma breja, reuna os amigos e discutam, o espaço e aberto aqui para vocês.

    Não deixe de ler também:

    Videogame é coisa de criança? //Dificuldade nos jogos // Continuar ou Recomeçar??? //
    Detonados, afinal é errado usar?
    NBA Jam: Tournament Edition

    Platform: SNES
    700 Players
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      shadowofheart · almost 4 years ago · 2 pontos

      Adorava as revistas que comprava nas bancas, elas tinham um cuidado de dezenas de pessoas trabalhando na publicação que é difícil comparar com apenas uma pessoa fazendo um vídeo no YT, havia um diferencial na qualidade do texto e da diagramação que dava o "charme" para aquilo.
      Mas também sei que os tempos mudaram e agora o público deseja outras coisas além desse tratamento. Ele quer rapidez na informação e um poder de participação e interatividade que não existe no mundo impresso.
      Agora o que acontece é que existe sim um público pra isso, mas é bem menor do que antes, e existem formas de tornar esse produto comercialmente viável, como o sistema de assinatura e distribuição restrita a lojas especializadas., Um caso que vejo é da Warpzone, dê uma olhada caso tenha interesse. Ela é interessante por conseguir se manter agradando um público fiel e de nicho, mas que, pelo menos até agora, conseguiu se sustentar e aumentar seu lucro.

      É um tema fascinante mesmo. E nem te conto que estou fazendo um TCC sobre o assunto :)

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      manimbrasiltec · almost 4 years ago · 2 pontos

      Nossa comprei muitos essas revistas (Ação Games e GamePower 😍) Tenho elas até hoje. Hoje em dia já compro outras edições que consegui sobreviver, como a revista Xbox One e Playstation.

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      johnny_bress · almost 4 years ago · 1 ponto

      ver estas revistas da uma nostalgia viu rs

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  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2016-08-12 10:48:34 -0300 Thumb picture
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    Porquê alguém se torna Vilão ?!

    Medium 3369368 featured image

    E se eu te contasse que, segundo nos aponta a psicologia, os vilões não precisam de um motivo para praticar o mal? A maioria dos vilões, na verdade, deseja cometer a maldade e busca apenas um motivo para realizar este desejo...

    Muitos cientistas e psicólogos dedicam suas vidas em buscar a resposta de uma questão ao mesmo tempo fascinante e assustadora: O que leva uma pessoa a praticar o mal?

    Para o filósofo inglês Thomas Hobbes, não existe essa de “bom selvagem” - o homem em seu estado natural valia pouca coisa e só seguia as regras da vida em sociedade para não desaparecer como espécie.

    Freud dizia que a tendência a destruir e a praticar o mal tem suas raízes na própria natureza da mente humana e que todos nós, sem exceção, carregamos um componente que incita à maldade.

    Para Ricardo de Oliveira, um dos neurologistas brasileiros que mais pesquisam a morfologia do cérebro psicopata, todos nós temos na cabeça uma espécie de detector que emite julgamentos morais o tempo inteiro. Não muito raramente, escorregamos e caímos mais para o lado da maldade...

    Ao longo de vários anos, filósofos também procuraram respostas sobre a origem da violência e da maldade humana, e caracterizaram a natureza humana como egoísta e dominadora. Para a maioria dos estudiosos neste assunto, quando deixado livremente, guiando-se por seus próprios impulsos, o homem converte-se no lobo do próprio homem.

    Estudos científicos detalhados mostram, um após o outro, que não mais do que 10% das pessoas conseguem permanecer imunes às situações que as compelem a agir de forma má. Quando os caminhos familiares e seguros são trocados por uma situação totalmente nova, o inesperado pode despertar no ser humano reações completamente contrárias a tudo aquilo em que acredita, fazendo emergir uma face bastante cruel. É assim que surgem, muitas vezes, os regimes tiranos, violentos, usurpadores das liberdades individuais e transgressores dos limites.

    Até mesmo aqueles indivíduos que todos consideram boas pessoas estão sujeitos a se converter ao mal nessas situações. Sem dúvida, a história reforça bem isso: Os seres humanos são flexíveis em relação a seus valores e crenças. Tendem a se adaptar ao momento que estão vivendo. Se ele muda, as pessoas logo trocam seus padrões habituais de resposta por outros que façam mais sentido na nova “ordem”.

    Pergunte a alguém o que faria em uma situação de pleno poder sobre os outros e muito provavelmente ouvirá: "Faria o bem, claro". Mas a psicologia sempre questiona: Se esse indivíduo nunca esteve diante de uma situação de pressão extrema, como saberá ao certo? Na verdade, não há como prever. Nossa mente possui uma capacidade infinita de racionalizar e justificar nossas ações. Para os nazistas, por exemplo, essa justificativa era a crença de que suas ações se faziam necessárias em prol de uma causa, um "bem maior". Outros indivíduos, menos idealistas, diziam apenas estar “realizando seu trabalho”, e isso, para eles, tornava qualquer maldade razoável. O fato é que haviam milhões de pessoas em cumplicidade, prontas para exercer o mal em sua pior forma dentro de um sistema muito bem orquestrado. A maioria das barbaridades que foram cometidas no período da segunda grande guerra, foram cometidas nos campos de concentração, muito longe dos olhares dos grandes generais e dos grandes lideres nazista. Maldades cometidas por simples soldados ou cidadãos que sentiram o gosto do poder sobre a vida e a morte do outro...

    Claro que algumas pessoas resistem mais à maldade do que outras e elas têm muito em comum. São pessoas que, segundo a psicologia vem observando ao longo de décadas, repetem um mesmo padrão de comportamento: Não se submetem a um sistema que consideram injusto (mesmo que, por força de lei, estejam cometendo um crime) e se rebelam contra autoridades tiranas, ainda que quase todo mundo à sua volta seja simpático a elas.

    O grupo mais propenso a se engajar em violência e ser destrutivo é o dos psicopatas, que até têm consciência de seus atos, mas não sentem culpa, empatia ou vergonha do que fazem e desprezam o sofrimento alheio. Esses indivíduos, felizmente, representam apenas 1% da população (ou seja: A maioria dos “vilões” não é psicopata...). Nem todo vilão é um psicopata, mas todo psicopata é um vilão. E a ciência já sabe por quê: Desde o canalha manipulador do trabalho até o serial killer, os psicopatas compartilham duas características biológicas: Um dano no córtex órbito-frontal, região cerebral associada a tomada de decisão e conduta ética, e o "gene guerreiro", que deixa o cérebro insensível ao efeito calmante da serotonina.

    É claro que nem todos os psicopatas irão cometer maldades. Às vezes eles podem se tornar apenas “adultos estourados”, mas se uma situação nova surgir e uma pessoa com estas características passar a ter o poder sobre a vida de outras, ela poderá se tornar um indivíduo muito perigoso.

    A maldade é a vingança do homem contra a sociedade, pelas obrigações que ela impõe. As mais desagradáveis características do homem são geradas por essa obrigação de se submeter a uma civilização complicada, cheia de regras e limitações. “É o resultado do conflito entre nossos instintos (o que gostaríamos de fazer) e nossa cultura (o que a sociedade nos obriga a fazer)...” .

    A partir do instante que perdemos o contato com as regras sociais, como a moralidade, regredimos ao nosso estado original e primitivo, tendo como propulsor os instintos e desejos; que são recalcados por uma democracia e socialização forçadas.

    A diferença dos grandes vilões dos nossos jogos e dos vilões da vida real é que, no mundo destes jogos (na sociedade destes jogos), estes indivíduos conseguiram o poder sobre a vida dos outros. Em nossa sociedade, lá uma vez ou outra, algumas pessoas conseguem esse empoderamento, mas é algo mais difícil de acontecer. A grande maioria de nós, porém, pouco pode fazer para liberar estes instintos assassinos, pois o peso das leis em nossa sociedade acabam reprimindo o comportamento cruel que gostaríamos de ter. Agora imaginem-se Monarcas, protegidos por milhares de soldados, dominando estados inteiros que respondem obrigatoriamente à suas vontades...

    Você, Rei, teria um comportamento social completamente diferente de você, simples trabalhador capitalista. Justamente esta discrepância de regras entre uma sociedade e outra que explica o número de atrocidades que foram cometidas na Idade Média, por exemplo. A mudança nas regras sociais dentro da Alemanha explicam as atrocidades durante a Segunda Guerra. As regras dentro de uma sociedade indígena vão definir se você deve ou não se aproximar de suas terras.

    Existe uma síndrome muito comum e estudada no meio científico que explica muitos comportamentos ditadores e também alguns comportamentos heroicos (Não se engane: Querer salvar a tudo e a todos, não importando custos ou consequências, também é sinal de problemas mentais – já que o comportamento comum do ser humano é o de proteger a vida de sua família e a própria vida – autopreservação pessoal e autopreservação genética.). Essa Síndrome chama-se Complexo de Messias.

    O Complexo de Messias é um estado psicológico onde a pessoa acredita que é ou será uma figura de extrema importância para o meio que vive ou mesmo para o mundo. É também muito comum se nomearem salvadores, pois sentem que são indivíduos enviados ou escolhidos por uma força maior ou por Deus para uma ou mais missões no mundo.

    Sephiroth

    Havia um SOLDIER chamado Sephiroth, que era melhor do que os outros, mas quando ele descobriu sobre as terríveis experiências de sua origem, ele começou a odiar a Shinra. E logo, ele começou a odiar tudo.

    —Marlene Wallace, Final Fantasy VII: Advent Children

    A força total deste vilão é completamente desconhecida. No livro da série, chamado Reunion Files, é dito que ele ascendeu à um novo nível de existência, sendo muito mais forte que um ser humano comum. O produtor Yoshinori Kitase (Final Fantasy VII Advent Children) disse que a existência de Sephiroth e sua vontade são extremamente fortes, não há nada mais forte e nada acima dele.

    Resumindo: O grande Sephiroth já tinha o poder da vida de outros seres humanos em suas mãos, antes mesmo de se juntar a Jenova e imergir no Lifestream. Seu poder cresceu tanto que ele desenvolveu o complexo de messias e passou a achar que tinha poder suficiente para destruir tudo. Suas justificativas, como a psicologia afirma, são meras desculpas para colocar pra fora os seus instintos assassinos...

    Mr. Bison

    Na sua juventude, Bison foi um artista marcial que matou o seu mestre quando sentiu que o seu regime de treino estava muito pesado. Este sombrio feito foi apenas o início dos malignos desejos que só poderiam ser satisfeitos controlando o mundo todo. Ele é um soldado formidável com incrível força e técnicas mortais, como o Psycho Power. Suas habilidades e velocidades vão além dos limites normais humanos. E como se não fosse o bastante, construiu um império com o tráfico ilegal de drogas: a organização Shadaloo.

    Resumindo: Poder sobre a vida do próximo e Complexo de Messias.

    Albert Wesker

    Inicialmente ele era um renomado pesquisador, se juntou a Umbrella Corporation ainda muito jovem, aos seus 17 anos, e sua inteligência, arrogância e sede por poder sempre chamavam a atenção.

    De forma natural, Albert já tinha um comportamento antissocial. Depois que ele ficou exposto ao Vírus e ganhou super força e super velocidade seu ego apenas aumentou. Mas quando Spencer revelou que a Umbrella não passava do primeiro passo de um grande plano de dominação mundial (olha o Complexo de Messias ai novamente!), e que Wesker era meramente um projeto para que esse plano se tornasse realidade, as coisas apenas pioraram.

    A mente do vilão ficou confusa e a raiva diante de tudo aquilo apenas serviu para deixa-lo despertar os seus instintos primitivos. Para piorar, o vilão acaba desenvolvendo a mesma Síndrome de seu criador e, graças a essa peculiar característica, Resident Evil 5 acontece...

    Liquid Snake

    Liquid Snake é um dos três "irmãos" geneticamente modificados, (resultado do projetoLes Enfants Terribles), sendo aquele que possui a agressividade deBig Boss (tornando-o, antes de tudo, um típico psicopata).

    Junto de seus irmãos, ele se considera o inferior dos três, pois Liquid afirmava que ele era o recipiente de todas as características recessivas do Big Boss. Quem fala a ele que estava errado no seu modo de pensar foi Revolver Ocelot, no epílogo de Metal Gear Solid. Ocelot afirma que Liquid era o mais forte dos "Snakes" e que também estava errado sobre receber os genes recessivos, pois os genes recessivos eram melhores que os dominantes.

    Recrutado pela FOXHOUND, tornou-se rapidamente o líder da unidade e mais tarde foi incentivado por Ocelot a iniciar uma revolta. Durante o incidente, Liquid tomou posse do Metal Gear REX, que deu à ele exatamente o que todo o vilão quer no final: Poder sobre a vida de outras pessoas.

    Osama Bin Laden

    Muhammed bin Laden, imigrante pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita ( depois do próprio rei), teve um filho com sua décima esposa. Esse filho, chamava-se Osama bin Laden.

    Em 1973, ainda jovem e inexperiente, entrou em contato com grupos islamitas. Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, Osama, que era um amigo próximo do príncipe Turki al-Faisal (chefe dos serviços de inteligência da Arábia Saudita), e de Ahmed Badeeb (na época chefe de gabinete de serviços de inteligência da Arábia Saudita), tornou-se a principal liderança entre os cerca de 4.000 sauditas que lutaram no Afeganistão. Ele havia acabado de conseguir o poder sobre a vida de outros homens...

    Movido pelo Complexo de Messias e pelo ódio religioso que nutria aos modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e "pouco islâmicos" da família real, Osama tinha como objetivo tomar o poder do país e implantar a semente do que sempre sonhou - o novo califado islâmico.

    O resto da história vocês sabem: Poder sobre a vida + Síndrome psicológica de grandeza = Vilão

    Átila

    O rei dos Hunos, um guerreiro terrível, arrogante e caprichoso, que se definia como “a vara da ira de Deus” (olha o Complexo de Messias novamente!), chegou a dominar da Europa Central ao Mar Negro e do rio Danúbio ao Mar Báltico. Inimigo temido pelo Império Romano, dizia-se que, por onde passasse, não crescia grama, em referência ao pânico que causava a passagem devastadora de seu exército.

    A nação bárbara dos hunos, que habitava na Trácia, chegou a ser tão grande que mais de cem cidades foram capturadas e Constantinopla chegou quase a estar em perigo (tendo a maioria dos homens fugido dela). E houve tantos assassinatos e derramamentos de sangue que não se podiam contar os mortos. Diziam que inclusive capturaram igrejas e monastérios e degolaram monges e donzelas em grande número!

    Resumindo: Ele era um rei (poder sobre a vida de outros) e se achava “especial” (Complexo de Messias). Esta ai, outro grande vilão.

    Não vou me alongar muito no assunto, pois, de forma geral, já me alonguei bastante.

    Mas podemos resumir que, tanto a ciência quanto a psicologia, nos mostram que a maldade é algo inerente do ser humano, interrompida apenas pelas leis que regem a sociedade e o medo que temos de suas consequências. Dê a uma pessoa poder sobre a vida de outras e faça-a acreditar que é alguém especial e diferente – capaz de salvar ou deixar uma grande marca no mundo – e você corre um grande perigo de criar um vilão.

    A maldade não é o meio pelo qual o ser humano expressa sua opinião. A maldade na verdade sempre foi o objetivo! O ser humano busca a maldade, possui pensamentos cruéis o tempo todo e a única coisa que nos impede de colocar estas ideias em prática é o sistema social que vivemos.

    Seja sincero: Quantas vezes você já pensou em matar alguém? Em fazer alguém sofrer por alguma coisa que causou à você? Agora imagine se, no momento que teve estes pensamentos, você fosse a autoridade máxima de um país e todas as leis vigentes protegessem você se colocasse em prática o ato de maldade imaginado?!... Consegue entender?

    Todos nós somos naturalmente e instintivamente vilões. Apenas 10% das pessoas seriam capazes de controlar seus instintos de crueldade diante de situações de empoderamento e pensamentos de grandeza. Tire da sociedade dos humanos e veremos a verdadeira natureza humana aflorar.

    Claro que existem questões biológicas envolvidas. Assim como a causa da esquizofrenia e da depressão são biológicas (na esquizofrenia por excesso de dopamina e na depressão por falta de serotonina) a raiva e os impulsos assassinos também são.

    Estudos mostram, por exemplo, que inalar um hormônio chamado oxitocina pode fazer com que as pessoas aumentem o nível de empatia por algumas horas, agindo de forma mais altruísta e “boa”. Mas essa é uma zona muito delicada da ciência e da psicologia, pois entraríamos em questões filosóficas sobre o tema “Até que ponto um indivíduo é responsável pelas maldades que comete?!”. Entende o perigo e as longas teorias que podem sair deste questionamento?

    Conhecem a frase: "A oportunidade faz o ladrão" ? Pois saibam que a oportunidade também faz o vilão... 

    Agradeço por terem lido até aqui. Um abraço!!!

    Final Fantasy VII

    Platform: PC
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      santz · almost 4 years ago · 4 pontos

      Porque vilões são mais fodas.

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      msvalle · almost 4 years ago · 3 pontos

      Ótimo tema! Lerei com mais calma depois, mas deixo uma reflexão: por que em produtos culturais em geral, o "vilão" é bem mais aprofundado e detalhado, sendo suas motivações mais explicadas e até justificadas? Será que ser o "mocinho" é tão fácil quanto parece?

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      ralphdro · almost 4 years ago · 3 pontos

      Gostei bastante do tema, e concordo com os estudos, a natureza do ser humano é uma de destruição e maldade. É realmente muito difícil para alguns admitir isso, mas é como nós somos.
      É como eu disse algumas vezes "Se não precisássemos de regras e leis, ela não existiriam".
      Keep up the good work!!

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