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  • miss_dani Dani Patiné
    2017-06-16 13:59:50 -0300 Thumb picture
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    Sou gamer, ele(a) não

    Ter um relacionamento com uma pessoa que gosta de jogar videogames (e não só isso, mas todo o tipo de lazer, hábito etc) envolve respeitar e as vezes até fazer parte do hobby do outro, quando possível. Porém, já ouvi relatos de pessoas que não apreciam que seu(sua) companheiro(a) jogue. Vocês já passaram por algum tipo de saia justa/discussão por namorar/ser casado(a) com alguém que não gostava que você jogasse? (pergunto isso por que eu mesmo não namoro, mas já passei por isso com outras pessoas e imagino que quando se trata de um casal, a situação deve ser ainda mais séria...)

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      santz · over 2 years ago · 6 pontos

      Minha noiva jogou pouco na infância, então não curte muito. Agora desempregada, com tempo livre para fazer o que quiser, ela pegou para jogar uns games de SNES no emulador. Tá passando um aperto no Donkey Kong e zeramos o Super Mario Bros. 3 no início do mês. Já conversei com ela que gosto de jogar e que não devo perder o hábito depois de casar. Ela tá de boa quanto a isso, pois também tem seus hobbies, como assistir filmes repetidos e novelas repetidas e não vou implicar. Acompanho mais ela com isso do que ela nos games, mas tá tudo de boa.

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      10controle · over 2 years ago · 5 pontos

      aqui cmg acontece isso.. ela n curte então é meio foda..

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      venomsnake · over 2 years ago · 5 pontos

      Agora com a família é direto, 99% da família não joga, tanto que na época em que eu jogava guitar hero até falavam '' mas isso é de brinquedo'', com um toque de vingança eu aprendi a tocar guitarra, inclusive já dei aulas XD. Mas com a família mesmo é direto, sempre tem discussão, mesmo eu ficando quieto sempre aparece alguém pra questionar o por que de eu ''' perder tempo'' jogando.

      9 replies
  • 2017-03-21 22:14:25 -0300 Thumb picture

    Tekken 3 - 20 anos (20/03/1997)

    Medium 3471603 featured image

    Salve, salve Talkers de plantão…

    Estou trazendo mais um jogo que fez aniversário, e é um dos meus jogos favoritos, um jogo de luta que mudou totalmente o seu jeito de jogar conforme os lançamentos até a atualidade.

    Lembrando a todos, não vale pegar o Eddy Gordo, porque ele é apelão demais. Sim galera, Tekken 3 completou 20 anos de existência. Lançado em 20 de março de 1997 (olha eu tinha 16 anos), e trouxe o máximo de gráficos que o console da Sony o PlayStation tinha a oferecer a todos.

    O jogo trouxe velocidade, mudança em sua jogabilidade, novos combos, novos personagens, e por incrível que pareça, seus personagens envelheceram conforme os jogos anteriores da série Tekken.

    Alguns personagens deixaram de vir neste jogo, e encerraram seu ciclo no jogo, Jun Kazama, Michelle Chang, Armor King, Kunimitsu, Kazuya Mishima, Angel, Devil, Alex e Roger, são alguns deles.

    O jogo trouxe novos conceitos como o Tekken Force, inicialmente limitado a movimentação e com 4 fases apenas, o método veio para trazer um modo história do jogo, meio que um beat up, e também o Tekken Ball, Tekken 3 também introduziu games extras na série, com o objetivo de acumular pontos ou simplesmente jogar um desafio diferente. EmTekken Ball Mode, os jogadores estão numa praia e jogam uma espécie de vôlei misto com queimada com aquelas bolas de praia enormes. Foi feito para dois jogadores, sendo possível jogar contra o computador. Este modo é liberado após destravar todos os lutadores no modo arcade(incluindo True Ogre).

    É possível escolher 3 tipos de bola: Beach Ball (normal), Gum Ball (borracha) e Iron Ball (ferro), que causam dano proporcional. No jogo, o objetivo é carregar a bola de energia para que atinja o oponente. A energia carregada é proporcional à força do golpe. Uma vez carregada é possível bloqueá-la ou devolver com outro golpe. Bloqueando ou sendo atingido, o personagem sofre dano, o que também acontece se a bola cair longe de seu alcance em seu próprio campo.

    O Tekken Ball Mode também serve para liberar o segundo jogador secreto, o dinossauroGon. Para isso, assim que o modo for liberado, jogue uma partida contra o computador. Seu adversário será Gon e, ganhando ou perdendo, ele será habilitado no final da partida, além de seu cenário, a Praia.

    História

    Na conclusão no segundo torneio Tekken, Heihachi Mishima derrota e mata seu filho Kazuya e retoma o controle sobre a mega corporação Mishima Zaibatsu.

    Quinze anos depois, Heihachi ouve boatos sobre uma força misteriosa atuando noMéxico. Simultaneamente notícias correm o mundo sobre lutadores famosos que vêm sendo atacados e algumas vezes mortos por uma misteriosa criatura, chamadaOgre por algumas tribos próximas ao local onde ela surgiu. Os aldeões dizem que Ogre é o deus asteca da luta, que veio do céu para viver entre os mortais. Heihachi manda seu grupo paramilitar, a Tekken Force, para investigar. Eles encontram um templo asteca onde Ogre vive, mas a ação não sai como planejado, pois o ser é muito mais poderoso do que imaginavam. Ao chegar, Heihachi encontra suas tropas dizimadas.

    Pouco depois, nos escritórios da Mishima Zaibatsu, Heihachi recebe a visita de um adolescente que diz ser seu neto. Seu nome éJin Kazama, filho deJun Kazama e de seu filho Kazuya. Jin relata a Heihachi que Ogre atacou o lugar onde morava e matou sua mãe. Dias antes, ela o orientou que procurasse o avô caso algo acontecesse, pois havia pressentido a aproximação de um grande mal. Intrigado e com a ambição de ter aquele poder, Heihachi percebe a força e a sede de vingança de Jin e decide treiná-lo. Suas reais intenções, contudo, eram de atrair Ogre usando Jin como isca.

    Algum tempo depois, quando Jin já se tornara um poderoso lutador, Heihachi anuncia o terceiro torneio King of Iron Fist Tournament (ou "Torneio Rei dos Punhos de Ferro"), esperando atrair a atenção de Ogre. Mas havia algo que Heihachi não sabia.

    Caraca, 20 anos foi lançado este jogo, enquanto meus amigos jogavam com o Eddy, eu fazia altas enterradas com a sequência do King e jogando com a Julia Chang.

    E vocês galera? Jogaram muito Tekken 3? Apelavam muito? Conte para nós…

    Siga nosso site: http://t3h.com.br/

    Ele esta em construção, e logo mais vamos melhorar cada vez mais e sua participação é importante para nós.


    @armkng

    Tekken 3

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      danielpuia · over 2 years ago · 2 pontos

      Tekken 3 é foda demais! A versão do PS1 só saiu em 1998 no entanto.

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      armkng · about 2 years ago · 2 pontos

      @jack234, eu entendo seu sentimento...tbém fui na casa de um amigo, pois tinha um SNES, fui pegar uma fita emprestada do International SuperStar Soccer, meio que chorar pra ele me emprestar, pois queria jogar um pouco de futebol, ai ele estava junto com uns 3 amigos nossos, jogando Tekken 3, e tipo, ele ganhou e estava com o PSOne uma semana, e a galera ia na casa dele todo dia pra jogar Tekken 3...ele me emprestou a fita numa boa e nem falou qdo entregar...mas fiquei ali no clube dos excluídos, pois não me convidaram pra jogar junto com eles...um outro amigo meu ganhou e ele comprou o Tekken 3 e me chamou pra jogar, pratiquei que nem louco, desci o cacete nos outros 4 amigos kkk

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      danielhell · over 2 years ago · 1 ponto

      Sem dúvida o game de luta que mais joguei, no arcade e depois no ps1. Vários campeonatos com os amigos também...
      Ótima matéria. Parabéns e obrigado por lembrar o aniversário kkkk.

      1 reply
  • 2017-03-21 18:42:48 -0300 Thumb picture

    Game Boy Advanced - 16 anos (21/03/2001)

    Medium 3471497 featured image

    Boa tarde Talkers de plantão.

    Estou a um bom tempo sem escrever nada aqui (como se isso importasse para vocês), mas todos sabem como é a vida de um redator aqui do Talk to the Hand, anda sempre corrido procurando coisas novas para poder interagir com todos e assim, trazer este artigo legal com várias imagens e histórias, opiniões controversas (como se vocês lessem essa joça que escrevo aqui).

    Vamos dar os parabéns para o portátil da Nintendo que completa hoje 16 anos de vida, e quem possui um hoje em dia, sabe as horas e horas de jogatina que tem com este pequeno console que levamos em nossas viagens para o trabalho, faculdade, escola, cursos, banheiro, filas de bancos (se não for barrado na porta) e etc.

    Sim meus caros, o Game Boy Advance está completando 16 anos (e eu tenho 36, to velho bagarai), foi um salto grande para a Nintendo em meados de 2001 quando ele foi lançado.

    Com a tecnologia evoluindo cada vez mais, foi importante lançar um portátil a altura da tecnologia no começo dos anos 2000.Seu hardware impressiona até hoje em ter um portátil de 16 bits em suas mãos. suas especificações técnicas:

    Monitor:

    - Écran de cristais líquidos coloridos

    - 40.8mm x 61.2mm

    - 32.000 cores CPU:

    - 16 Mhz RISC-CPU de 32 BITS + CISC-CPU de 8 bits

    Memória:

    - WRAM de 32KB VRAM de 256KB WRAM (com CPU interno)

    Som:

    - Coluna (Mono)

    - Headphone (Stereo) Ligações para jogos:

    - Até 4 jogadores GBA

    - Até 2 jogadores GB/GBC Fonte de energia:

    - Duas pilhas AA ou um carregador especial

    Duração das pilhas:

    15 horas

    Dimensões:

    Comprimento: 82mmEspessura: 24,5 mmLargura: 144,5 mm

    Peso:

    - 140g

    Cartucho:

    - 34.5mm x 60mm x 9.5mm

    - Máximo de 256 Megabytes

    Impressionante esses números, o pequeno console conseguiu uma boa marca de vendas e aceitação com seus jogadores. Um número impulsionado pelos jogos como Golden Sun, Pokémon Ruby/Sapphire/Emerald, Pokémon Life Green/Fire Red, The Legend of Zelda: The Minish Cap, Castlevania: Aria of Sorrow, Metroid Fusion, Grand Theft Auto Advanced, Mario Kart Super Circuit, Final Fantasy Tactics Advanced, Final Fantasy VI, Super Mario Advance 4: Super Mario Bros 3, Super Mario World: Super Mario Advanced 2 entre vários títulos que fizeram muitos jogar horas e horas, com a compra de pilhas ou carregando pilhas recarregáveis.


    Podemos ver no link do VG Chartz (http://www.vgchartz.com/analysis/platform_totals/), que o Game Boy Advance ao longo do tempo acabou ultrapassando em número de vendas importantes consoles e ficando com a 8ª (oitava) colocação de vendas.

    Ele acabou recebendo alguns acessórios que muitos não conhecem ou poucos o conheceram.


    Wireless Adapter: Lançado em2004, este adaptador conectava-se com a parte traseira do Game Boy Advance. Ele substituiu os cabos link e permite a diversas pessoas se conectam umas às outras. Seu preço de mercado é de U$ 20 e veio incluído com o jogoPokémon FireRed e LeafGreen. Por ter sido lançado já no fim da vida útil do GBA, menos que 20 jogos ofereciam suporte a este acessório. O uso mais eficiente do adaptador pode ser visto em Pokémon FireRed e LeafGreen e emPokémon Emerald, onde através da "Union Room" cerca de 40 pessoas podiam entrar para disputar batalhas ou trocar pokémons. O adaptador não é retrocompatível, levando a sérias críticas que afirmavam que ele existia mais por status do que para uso efetivo já que só era útil em alguns jogos. Uma versão para o Game Boy micro também foi lançada e pode interagir inteiramente com ambos os modelos do adaptador sem fio.

    Game Boy Advance Infra-Red Adapter:Este adaptador foi incluído com o jogo Cyberdrive Zoids e era apenas compatível com este jogo. O adaptador não foi vendido separadamente. Este também é o único acessório do GBA que não foi refeito para o Game Boy micro.

    Play-Yan: O Play-Yan é um tocador de MP3/MPEG4 para o GBA e o Nintendo DS. O cartucho é sensivelmente maior que um cartucho normal de GBA e incluía uma entrada para fones de ouvido assim como uma entrada para cartõesSD. Músicas e vídeos baixados da Internet podia ser transferidos para um cartão SD e colocados no cartucho. A Nintendo também lançou diversos mini-games através de atualizações de driver. O Play-Yan está disponível apenas no Japão atualmente, mas um lançamento europeu foi confirmado para2006. Já que o Play-Yan não teve um lançamento norte-americano coincidindo com o do Game Boy Micro como era esperado, um lançamento americano foi especulado para 2006 também.


    e-Reader:O e-Reader é um acessório que consegue escanear cartões e é conectado com a entrada de cartuchos do Game Boy Advance. Cartões especiais com pontos em forma de código podem ser escaneados pela passagem que o acessório possui. Muitas ideias foram usadas com o e-Reader, como cartões que continham jogos clássicos como Donkey Kong e Excitebike, cartões que liberaram conteúdo em um jogo, como em Super Mario Advance 4. Jogos de Gamecube como Animal Crossing tinham cartões com conteúdo destravável. Os jogos de carta Pokémon Trading Card Game também adotaram o sistema de pontos do e-Reader. O e-Reader também funciona com o Game Boy Player assim como o Game Boy Advance SP, mas não cabe na entrada de cartuchos do Nintendo DS. O e-Reader deixou de ser utilizado nos EUA em 2004, mas ainda é popular no Japão. Não foi lançado na Europa.

    E vocês talkers, possuem ou possuiram um Game Boy Advance? O meu está aqui firme e forte funcionando com 2 cartuchos Pokémon Ruby e Rock’n’Roll Racing.

    Siga o site Talk To The Hand: http://t3h.com.br/

    @armkng

    Rock 'n Roll Racing

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      santz · over 2 years ago · 1 ponto

      Acessórios para portáteis é uma tristeza.
      A biblioteca da plataforma é uma das melhores.

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      ryuuzaki · over 2 years ago · 1 ponto

      Um dos melhores portáteis, meu preferido é o Game boy clássico, me trouxe muita diversão e jogatina com vários títulos como os Super Mário advances, Super street fighter, Mário kart e outros.

  • 2017-02-13 00:36:09 -0200 Thumb picture

    Evolução dos Jogos - Parte 1

    Medium 3455909 featured image

    Meninos e Meninas Talkers do Alvanista,

    Estou aqui trazendo mais um grande artigo para vós lerem, e ter mais conteúdo rico em suas vidas, porque a T3H é assim, deu na telha, vamos escrever.

    A grande questão que irei trazer para vocês, e sobre a Evolução dos Jogos, abordarei um pouco as informações desde meados dos anos 1970 até os dias atuais.

    A indústria dos videogames até então era desconhecida por muitos, não tinha muitas informações do que era aquilo que apresentava nos televisores de CRT, até quando os nossos avós, pais, tios que foram os Geeks Nerds daquela época feudal, que se aventuraram com alguns jogos.

    O primeiro jogo construído por um grupo de estudantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT) testava pela primeira vez Spacewar!, um jogo eletrônico desenvolvido em um enorme computador que custava milhares de dólares.

    Tendo o grosso de seu programa feito por Steve "Slug" Russell, com o auxílio de seus colegas Dan Edwards, Alan Kotok, Peter Sampson e Martin Graetz, esses auto-proclamados precursores dos `geeks` ("nerds" viciados em informatica) se inspiraram nos livros do autor E. E. "Doc" Smith para criar seu jogo de batalha espacial.

    O primeiro jogo lançado em meados de 1960, como na imagem, o primeiro jogo do computador, sendo oficializado em 1962. O que foi a diversão do pessoal na época, tendo apenas 2kB de memória. Isso foi uma inspiração para os programadores a se aventurarem, a programar seus próprios jogos.

    Em 1971, a Magnavox comprou os direitos autorais do projeto de Baer, da Sanders Associates, onde começa o desenvolvimento do Odyssey 100, primeiro videogame a ser conectado a uma TV. O protótipo Brown Box, desenvolvido por Ralph Baer, chegou às prateleiras americanas em 1972, o primeiro console de videogame da história, o Odyssey 100, fabricado pela subsidiária Magnavox, da Philips holandesa.

    O console Odyssey 100 vinha com placas de circuito impresso externas, jumpers gigantes que mudavam a posição dos 2 quadrados brancos que o console gerava, onde eram gravados os jogos. De início, foi ofertado apenas 12 títulos, a maioria deles de esporte.

    Ao visualizar os jogos na TV de Tubo daquela época, eram apenas um quadrado, com maior parte de temática em esportes, um ou outro jogo tinha sua diferenciação, mas que serviam para entreter os gamers daquele tempo. Até mesmo comercializavam uma espécie de skin de tela, onde era para dar cores ao jogo e uma temática.

    Essa indústria era apenas o começo, logo mais tarde em 1973, a Atari aparece na cena, trazendo o jogo de arcade Pong, que foi criado por Bushnell. O jogo Pong era bem simples, 2 traços onde vc tinha que impedir de sair (igual ao tênis) e se ela passasse, era ponto do segundo player. Como mencionei, um jogo muito simples, que mais para a frente, foi comercializado pela Ford (a indústria de carros) e a Philips lançam em conjunto o Tele Jogo, que vinha com o sucesso do Pong também (tive o privilégio de jogá-lo em um amigo secreto em 2002 numa lan house que fizemos corujão com uma galera).


    Com empresas como a Magnavox que deu o pontapé inicial para lançar os primeiros jogos eletrônicos, a Atari veio em seu encalço, com o Pong que muitos jogaram dos arcades, e depois saiu uma grande leva de games que empresas que conhecemos atualmente como a Activision, e lançou games clássicos e icônicos.

    Os gráficos e jogabilidade melhorou significamente, com relação ao Odyssey, e trazendo uma leva novo de jogos não engessados na mesma premissa do Pong.

    A diversão era garantida com River Raid, Pac-Man, Pit-Man, X-Man Cosmo Vision, Enduro, Frost Bite, SeaQuest, Keystone Kapers, Adventure, Space Invaders e etc.

    A jogabilidade também limitada, porém muitos não se importavam por conta da tecnologia dos anos 60 e 70 (muitos até se importavam, pois queriam mais coisas para fazer), mas ficavam maravilhados em ter um console, um jogo do arcade em casa e poder jogar com os amigos.

    Até curioso também informar, que jogos online, a pioneira em lançar jogos em fazer download para o console foi a própria Atari que lançou este tipo de serviço, lógico que a internet era via modem discada, você baixava o jogo para o console e ficava jogando ele tranquilamente em seu atari até desligá-lo, como ficava na memória RAM do aparelho, assim que desligava logicamente ele saia da memória.

    Ao pesquisar algumas coisas pela internet acabei me deparando em alguns sites interessantes, até mesmo esse da Atari Arcade (https://www.atari.com/arcade#!/arcade/pong) onde você joga pelo próprio navegador.

    Após o Crash da Indústria dos Games em 1983, a empresa que salvou a indústria dos games foi a Nintendo, com a grande sacada em lançar o NES e o comercializar não como um videogame, mas sim como um Sistema de Entretenimento, assim como sua sigla NES - Nintendo Entertainment System, você o encontrava nas lojas de brinquedos, isso mesmo, a Nintendo não o queria comercializar como um produto eletrônico, por conta do Crash de 83.

    Depois vou falar um pouco sobre o Crash de 83 na Indústria dos Videogames, e seu impacto que teve até os dias atuais.

    Com o lançamento do NES, a Nintendo trouxe um novo mundo para os jogos, com uma evolução claro de seus gráficos e em sua jogabilidade também, grandes franquias de jogos que nasceram neste console e mostrando para o mundo o novo conceito de entretenimento (já minha mãe não me deixava jogar horas porque estragava a televisão ¬¬).

    Em meados dos anos 80, vimos que os jogos ganharam novos conceitos, nova jogabilidade, gráficos excelentes, e cores também, até então não tinham tanta paleta de cores os jogos na era do Odyssey e Atari. Empresas de grande peso entraram na produção como Namco (embora que na era Atari ela já deu as caras), Capcom, Konami, Kemco, Tecmo, Activision, Taito, Bandai entre outros.

    Mostraram inovações, história, enredo, personagens cativantes e que se tornaram mascotes das empresas como Mega-Man, Mario, Sonic.

    O que apimentou mais ainda, foi com a guerra de consoles entre as empresas Nintendo e SEGA, que proporcionaram a nós vários jogos de boa qualidade, histórias marcantes e que até hoje os saudosistas amam jogar até hoje.

    O gosto por jogar, e ter aquele título em suas mãos para se aventurar com horas de jogatina, veio um grande portátil lançado pela Nintendo nos anos de 1989, criado por Gunpei Yokoi, foi outro atrativo, um console da 4ª geração, que trouxe títulos de peso, e a jogabilidade igual ou melhorado ao NES 8 bits, não desmerecendo também a galera da geração do Master System da SEGA, com games como Sonic, Alex Kidd, Paperboy, Turma da Mônica, OutRun entre outros.

    As produtoras de jogos se importaram muitos com seu produto final, jogos que trouxeram aquele entretenimento que muitos buscam, dificuldade que você poderia selecionar e auto desafiar (o que alguns jogos hoje em dia quase não o trazem), outros games que parecem ser impossíveis de se terminar, pelo nível absurdo de dificuldade que ele possui (experimente terminar o Ghout’s n Goblins sem save state no emulador).

    Tivemos um pouco da pirataria entrando neste cenário principalmente nos moldes do NES 8 bits com seus vários clones que foram lançados, porque a Nintendo não patenteou o circuito, e como naquela época, o console só viria para o Brasil pelas importadoras, que deixavam o produto super caro (ainda mais naquela época), então um modo de driblar esses preços abusivos, vimos o console ser viralizado aqui no Brasil nas formas do Turbo Game e Top Game da CCE, Dynavision e suas 4 versões incluindo entradas para cartuchos de 60 e 72 pinos, PolyStation (que é comercializado até hoje) entre outros.

    Até os dias de hoje, o Master System é comercializado pela TecToy, onde tem a autorização da própria SEGA em relançar os seus consoles e games, você pode comprar o Master System com jogos na memória, não aqueles que você comprava as fitas.

    Posso dar um pequeno salto para os anos 90, onde a guerra de 16 bits começou a aparecer em cena, com mais tecnologia envolvida, Nintendo e SEGA na eterna briga para ver quem é o melhor console da geração (SNES e Mega Drive), gráficos e jogabilidade que melhoraram consideravelmente para os consoles de cartuchos, buscas incessantes de novos games para cativar os jogadores.

    Alguns lançamentos novos, e o engraçado você ver hoje em dia, na geração atual, muitos reclamam muito de remaster de jogos da geração passada (eu mesmo xingo com todas as forças rs), mas tivemos um remaster dos jogos do NES para SNES como Super Mario Bros 3., a coletânea Super Mario All-Stars, que traz todos os Marios da era NES 8 bits, tivemos uma melhoria nos gráficos e em sua jogabilidade também. Jogo no qual até hoje, se você o jogar, vai notar que ele envelheceu super bem tanto graficamente e sua jogabilidade.

    A SEGA também bebeu da mesma fonte, onde trouxe títulos como Sonic, e aprimorou nos jogos seguintes com nova temática do jogo e suas dificuldades.

    Nas imagens acima você vê bem a diferença de tecnologia, e a qualidade que a empresa deu no seu próprio jogo, o jogo é o mesmo, porém gráficos, jogabilidade mudou, não que jogando o Super Mario Bros 3 no NES não seja bom de se jogar, mas você nota no polimento que a Nintendo deu no seu carro chefe de vendas da época.

    Um jogo que recebeu o mesmo polimento, sendo um remaster, que nunca saiu para a plataforma do Mega Drive, o jogo Mega-Man The Willy Wars, e uma coletânea dos 3 primeiros jogos da série Mega-Man para NES.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Os jogos de corrida também teve uma melhoria significativa, com jogos como Top Gear, Lamborghini American Challenge, Mario Kart, Rock’n’Roll Racing, Kyle Petty’s No Fear Racing, F-Zero, Ayrton Senna Monaco GP, Road Rash, Micro Machines, OutRun, Street Racer e mais uma leva que não lembro agora no momento.

    A evolução da jogatina, teve um salto enorme, e isso que apenas estou comentando ainda da era Odyssey / Atari, até, a era SNES / Mega Drive.

    Irei continuar esta saga aqui posteriormente, porque acabei fundindo as ideias..,Comentarei também sobre a geração 32 bits, 64 bits, 128, 256 e os atuais...

    Comentem, o que vocês presenciaram neste período na evolução dos jogos, tanto em jogabilidade e gráficos?

    @armkng

    Gran Turismo 2

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      santz · over 2 years ago · 2 pontos

      Muito bom o texto, li com gosto. Engraçado que quando criança e jogava um Atari 2600 e PolyStation, mal sabia que estava jogando videogames conceituados e que marcaram uma geração de videogames.

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      tenshi · about 2 years ago · 2 pontos

      top o post, minha época começa no atari XD

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      kess · over 1 year ago · 2 pontos

      Quero ainda aproveitar alguns games dessa época, os bem antigões que não tive a oportunidade quando era mais novo...

  • bymyself ByMySeLF
    2017-01-19 10:09:00 -0200 Thumb picture
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    Pai pede ajuda da comunidade para que a filha possa jogar sem assédio

    O pai da Iris Reis, uma menina de 10 anos, entrou na comunidade "Overwatch Brasil", no Facebook, para pedir a ajuda da galera. Segue o post dele:

    Ele ainda declarou: "Ver a minha filha triste e desanimada em relação a algo que a deixava contente foi uma grande motivação, mas principalmente por causa do respeito todos tem o direito de se divertir, independente de se é menino ou menina, tem que haver respeito ao que é diferente de você"

    Uma das minhas queixas com relação a jogos online sempre foi essa falta de respeito de alguns jogadores. Sempre que jogo online e escuto alguém falando no microfone ou algum sinal de que o mesmo está ligado já começo a procurar desesperadamente o botão para dar mute. Podem me chamar de mala, de anti-social, de chato, mas só jogo com o áudio da Party (antes nem isso eu fazia). Mesmo assim já recebi mensagem de texto uma vez ou outra me xingando por causa de alguma coisa que acontece no jogo (triste). Se todo mundo tivesse mais respeito e quisesse jogar numa boa, sem dar "showzinho", os jogos online seriam bem mais interessantes.

    Com relação a atitude do pai, achei muito interessante, e a resposta que a comunidade deu (adicionando a menina para formar equipes) foi sensacional.

    Falou ainda sobre as garotas que jogam online: "Em relação às meninas e mulheres que jogam é simplesmente ter educação e respeito, tenho varias amigas que jogam e tem que usar um apelido que não mostre que são meninas, é realmente triste [...] Recomendo a elas que criem grupos e joguem junto com os amigos, filhos e ao notar que estão sendo desrespeitadas denunciarem isso, se ficarmos calados isso nunca mudará."

    Esse assédio que a garota sofreu (e muitas gamers sofrem), infelizmente, é comum. Acho meio ridículo esse negócio de ter que criar id masculina para poder jogar em paz, mas, enfim. Fecho aqui meu "textão" com mais uma opinião do pai da Iris (e que também estou totalmente de acordo):
    "Não basta comprar o jogo e ter um ambiente seguro online se o próprio filho não tiver bons modos, exemplo tem que vir de casa, saber ganhar e saber perder faz parte da vida."

    Provavelmente (e espero eu) a galera que mandou essas mensagens e pediu fotos são pré-adolescentes ou adolescentes que, se tivessem um acompanhamento dos pais (que as vezes até vê a pessoa xingando, mas não faz alguma coisa), seriam melhores jogadores. Os pais tem que ensinar os seus filhos a jogar online e respeitar as pessoas que estão jogando com ele. Não é porque está online e não vê a outra pessoa que está imune e pode fazer qualquer coisa que não terá consequências. Para finalizar, acho que já passou da hora de termos a matéria "Educação Online" (ou algo referente a segurança/comportamento online) nas escolas.

    Fonte: Omelete

    Overwatch

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      volstag · over 2 years ago · 4 pontos

      Que post foda!!
      Sabe, a educação, ou falta dela, no mundo online só reflete o que a criançada vê dentro de casa.
      E também rola porque a distancia e anonimato do tratamento via internet criar uma falsa zona de segurança pro agressor, os pais tem que monitorar melhor esses zé ruelas, já que os retardados não sabem jogar como se deve.

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      galathar · over 2 years ago · 4 pontos

      "Para finalizar, acho que já passou da hora de termos a matéria "Educação Online" (ou algo referente a segurança/comportamento online) nas escolas."

      Perfeito! Uma ideia excelente e muito viável. O grande problema é que algumas crianças (e adultos com idade mental equivalente) acham que no ambiente online, não possuem limites. Que o contrato social não vale ali. E realmente seria muito válido trabalhar isso nas escolas, pra reverter o problema e buscar uma conscientização desde cedo.

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      marcusmatheus · over 2 years ago · 3 pontos

      E vou te dizer que não é só criança não heim.
      Basta ver as acaloradas discussões sobre politica no ano passado pra notar o quanto algumas pessoas são imaturas quando estão "protegidas" em seus computadores.

      A geração atual (de quem gostamos muito de reclamar - eu mesmo reclamo muito!) foi totalmente educada pela nossa geração, logo o erro não esta na direção aonde os dedos apontam. ^_^

  • 2016-12-31 16:53:14 -0200 Thumb picture

    Jogos que fizeram aniversário esse ano

    Tentei listar todas as franquias que eu lembrei aniversariantes em 2016 que completaram 30, 25 e 20 anos, provavelmente eu deixei passar despercebido algum jogo, mas é só falar nos comentários. É isso pessoal, que todos possam ter um feliz ano novo, que o ano que está por vir possa ser um ano cheio de realizações e muito sucesso nas vidas de todos , até a próxima o/

    Castlevania - 1986 - 30 anos

    Resident Evil -1996 - 20 anos

    The Legend of Zelda - 1986 - 30 anos

    Pokemon - 1996 - 20 anos

    Sonic The Hedgehog - 1991 - 25 anos

    Persona - 1996 - 20 anos

    Metroid- 1986 - 30 anos

    Crash Bandicoot - 1996 - 20 anos

    Tomb Raider - 1996 - 20 anos

    Metal Slug -1996 - 20 anos

    PaRappa the Rapper - 1996 - 20 anos

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Star Ocean - 1996 - 20 anos

    Wild Arms - 1996 - 20 anos

    Diablo - 1996 - 20 anos

    @jokenpo

    33
  • 2016-12-30 15:37:26 -0200 Thumb picture

    T3H no Zap (Truuuuuco Ladrão)

    Medium 3435788 featured image

    Fala galera que acompanha o Talk To The Hand (T3H)...

    Estamos com um grupo no Whatsapp, Zapzap, ou como se chamar esse diabo...

    Estamos afim de ter a opinião de vocês em nossas telas dos smartphones, e compartilhar e dar risadas também.

    Está afim de aderir ao grupo, mande sua mensagem...

    Claro, um grupo para apenas discutir alguns jogos, grupo nerd mesmo, respeitando uns aos outros, sem ter aquela festa do caqui e baixaria que existem em vários outros grupos...

    Aproveitem e conheça a galera...um abraço...

    @armkng

    The Sims 3 Into The Future

    Platform: PC
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      armkng · over 2 years ago · 2 pontos

      para não ficar algo muito exposto pra todos, mandem mensagem em privado para a persona, e a galera vai adicionando o povo...os admins do grupo T3H

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      avmunico · over 2 years ago · 1 ponto

      como que faço pra participar??? tenho que me inscrever? pagar algo? passar por algum rito? algum tipo de processo seletivo?

  • 2016-12-24 21:41:21 -0200 Thumb picture

    Fliperama: O Reino dos Jogadores

    Medium 3433511 featured image

    Hohoho, Feliz Natal para todos do Alvanista,

    Depois de um susto de ontem, a galera entrou em pleno desespero ao se deparar com um erro 505 na página ao digitar www.alvanista.com, porém meus caros, não irá se fechar assim.

    Até porque então, eis que está a Talk to the Hand para alegrar sua leitura, e tirar aquelas velhas piadinhas de seus tios “É pavê ou pá cume?”, e as suas adoradas titias falando o quanto você cresceu, e que cuidou de você, e fica perguntando todo santo natal “Cadê as namoradinhas?” ¬¬

    Eis aqui mais um grandioso texto natalino, com contos onde fará você chorar, se confraternizar com a família, amigos, cachorro, gato e etc.

    Vamos trazer mais uma graaaaande polêmica, no qual quero ver os verdadeiros dinossauros gladiadores que vivenciaram esta época: os famigerados Fliperamas.

    Aqui meus caros, reinavam os verdadeiros jogadores, onde o fraco nunca ficaria fraco, e no dia a dia (com os trocos de cada pão, lanche da escola, mesadas) eram compradas as fichas para ter verdadeiros embates em várias jogatinas como: The King of Fighter’s 94 até 2002, Street Fighter II, Mortal Kombat, Fatal Fury 1,2 e 3, X-Men Versus Street Fighter, Marvel Vs Capcom, X-Men Children Atom, Tekken (1 até Tag Tournament), entre outros.

    Aquelas jogatinas casuais que você queria junto com a galera com Battletoads, Cadilacs and Dinossaurs, Final Fight 1 e 2, The Simpsons, Pac-Man, Galaga, Zed Blade, Alien Vs Predators e etc.

    Desculpe a geração leite com pêra, criado com ovomaltine da vovô, não os desmerecendo nem nada, antes do grande estouros dos consoles de mesa, PlayStation One, PlayStation 2, XBox, Game Cube até a atual geração, o que reinava em meados dos anos 70 até o fim dos anos 90, onde foram fechados esses locais por se tratarem de não apropriados para menores de 18 anos (como se a gente ligasse xD).

    Casa de Arcades, Casa de Jogos, Fliperamas, eram nomes mais popularmente conhecidos pela galera (isso varia de região para região), onde era necessário comprar fichas para ter 1 crédito e poder jogar. Às vezes, algumas máquinas novas do local eram necessárias de 2 fichas para ter 1 crédito de jogo.

    Isso mesmo galera, 1 ou 2 fichas para se ter 1 crédito de jogo, diferente dos consoles que tem créditos infinitos, era aqui a diversão começava.

    Em meados dos anos 90, as fichas de fliperama em determinados locais (pois o preço nunca era tabelado), a ficha variava entre 10, 25 e 50 centavos, só aqueles arcades novos, novidade chegando que eram mais caros e chegava a ser 1 real a ficha.

    Porque eu digo que era aqui que reinava os verdadeiros mestres dos jogos, as pessoas que sabiam realmente jogar, em jogos de luta como Street Fighter, KOF, Mortal Kombat, Tekken 2, Fatal Fury, X-Men Vs Street Fighter, formavam-se filas para se tiras os eternos contras, para saber quem realmente sabia jogar ou não.

    Aquela pessoa (e isso já deve ter acontecido com você), via aquele arcade livre e ninguém jogando, e ia correndo, comprava a ficha o mais rápido que podia, e era só dar o start e selecionar o personagem, que do nada, brotava um ser do chão, e entrava contra para acabar com sua alegria, e amigo, se você não sabe jogar, era game over na certa.

    Quando a pessoa era fraca, e não tinha a menor noção de como jogar, aos poucos ia pegando o jeito, decorando golpes, insistia, até que no dia você arrancava a pessoa que te surrou por meses.

    E não era só 1 contra que você tinha no dia, dependendo do fliperama, eram filas de pessoas que já deixava a ficha no arcade, e ficava de próximo, esperando desafiar quem era o vencedor.

    Isso quando não rolava aquelas pessoas que achavam que sabiam jogar, mas perdiam, e eram incontáveis fichas, no ponto de quando você voltava no outro dia só para ter uma leva de desafios diários, quando você se defrontava com a pessoa, e a vitória era certa, o desafiado virava para você e dizia em tom ameaçador: “Se você ganhar eu desligo a máquina.”, pronto, era confusão certa, e muitas vezes para não entrar em certos problemas, você acaba perdendo de propósito (eu não porque sempre tinha umas 15 fichas de outras pessoas na máquina e tirava o infeliz rapidinho hu3).

    Outras façanhas que você conseguia jogando em fliperamas, era com 1 única ficha, terminar Cadilac and Dinossaurs, Battletoads, Simpsons (o legal que são 4 controles e com os amigos é massa jogar assim), feito que você conseguia fácil e que hoje em dia você pena um bocado para terminar 1 fase do jogo kkk.

    Jogos como Shinobi, Pac-Man, Zed Blade, Galaga, são jogos desafiadores, que você passava horas e horas, se divertindo, sem se preocupar com troféus, achievements.

    Um grande local, no qual foi a Sports Arcade, que tinha suas filiais em outros locais do brasil, mas no centro de São Paulo, ficou localizado por alguns anos na Rua Barão de Itapetininga, e era um galpão imenso com vários Arcades, com todos os tipos de jogos que você poderia pensar. Fora campeonatos de cada arcade, valendo premiação grandes, e era um ambiente muito bom para se ter excelentes contras, ao invés dos bairros que você perambulava na sua cidade.

    Como mencionei, os fliperamas eram locais onde não eram bem vistos pela maioria dos pais da época (seus avós hoje em dia, pergunte para seu pai quando matava aula para jogar com os amigos), e como tinham uma restrição forte, e seus locais eram praticamente escondidos da polícia, pois atraía todo tipo de gente nela, principalmente se funcionava durante a noite. Os locais mais comuns para ter os arcades eram lanchonetes (nada promissoras), botecos de esquina, e raramente você iria ver um arcade em uma bomboniere.

    A polícia chegou a fechar vários estabelecimentos, pois seus jogadores, eram menores de idade, e também apresentava perigo para as crianças na época, quando saia brigas em bares, outra perseguição maior era o horário de escola.

    Muitos donos expulsavam a pessoa, pois ela chegava com bolsa e uniforme da escola, e não ia para a aula, acabava matando a aula, só para ficar jogando horas e horas no fliperama.

    Bom galera, esse conteúdo que escrevi é extenso pra caramba, foi uma palhinha referente aos fliperamas que reinou durante bom tempo nos anos 80 e 90, hoje em dia temos os consoles de nova geração e os contras são online hoje em dia, com uma coisa que não existe hoje em dia, e que no tempo dos fliperamas existiam, o respeito que muitos tinham por você saber jogar e defender até o score 1 dos arcades.

    Comentem galera, quero ver as experiências que todos tiveram, só lembrando, que fliperama de shopping não é válido, muito menos do condominio do prédio onde moram hehehe


    Um grande abraço a todos e boas festas e um Feliz Natal T3H para todos.

    @armkng

    Street Fighter

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      bakujirou · over 2 years ago · 1 ponto

      Eu cheguei a frequentar mt numa determinada altura em que estudava em escola na minha 4 ate 7.a serie. Achava mt loko e emocionante.
      Mas nunca fui muito bom em nenhuma maquina, tinha vezes que eu tirava os outros plays de tipo sorte do acaso msm.
      (soh sabia brincar de jogar/ lutar com personagens divertidos no king of fighters, saber nunca aprendi a jogar com Benimaru, Mai Shiranui, Blue Mary, Terry Bogard e Chris quando dava para transformar o chris na forma orochi loka dele)

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      katsuragi · over 2 years ago · 1 ponto

      Os gloriosos Flipper.
      Fiquei muito neles quando mais novo e continuei frequentando até eles então "morrerem".
      Há alguns lugares escondidos que ainda tem e eu sempre dou um pulo pra matar a saudade. hehe

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      axlrage · over 2 years ago · 1 ponto

      Bem, só de olhar minha capa no perfil, já dá um ar do que realmente eu me criei jogando, bom e velho KOF 95, mas me criei jogando Samurai Shodown 2, Real Bout Fatal Fury 1, entre outros clássicos, como o SF II louco, que tu podia encher a tela de hadouken =) Enfim, foi nestes ótimos estabelecimentos que iniciei os primeiros hadoukens e Rising Storm. Aquela galera com aquela nuvem de fumaça de cigarro, não sei como sobrevivi a mais de 6 anos indo quase todo dia em locais com essa atmosfera mas hoje em dia, infelizmente o ultimo fliperama que eu tinha conhecimento aqui em Porto Alegre fechou ano passado =/ O que me faz pensar, onde que essa geração que gosta de jogos de luta vai parar sem esses centros que uniam amantes destes jogos e criavam cada dia, uma amizade nova.

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  • 2016-12-20 09:56:00 -0200 Thumb picture

    O fenômeno da manhã seguinte...

    Medium 3431851 featured image

    Você está jogando... digamos... Dark Souls !

    já são duas da manhã

    está no último chefão dessa parte do jogo

    mas não importa o que você faça você não consegue matar ele :P

    então você desiste... e vai dormir

    No outro dia porém

    você resolve tentar

    só mais uma vez...

    PASSA DE PRIMEIRA !

    que bruxaria é essa ?

    O negócio é o seguinte, seu cérebro é preguiçoso...

    Ele faz de tudo pra poder economizar energia, e uma coisa que usa bastante energia é pensar. Sabe quando você já jogou a mesma fase tantas vezes que parece que suas mãos estão jogando sozinhas ? bom... é mais ou menos isso que está acontecendo mesmo xD

    Quando você repete uma certa ação várias vezes, (ou um conjunto de ações) sua massa cinzenta, pra se tornar mais eficiente, deixa essa ação rodando automaticamente, para que você possa se preocupar com outras coisas. Esse é um dos mecanismos mais essenciais para a sobrevivência humana, é o que te permite por exemplo andar pra frente e conversar com alguém sem se esborrachar no chão na maioria das vezes

    O problema é quando você faz a mesma coisa várias vezes mesmo ela não dando certo. Seu cérebro não sabe disso, então continua repetindo a mesma ação ( bom, pelo menos a mesma estratégia ) várias e várias vezes sem você ter muito controle.

    Então você tem basicamente duas opções :

    Você pode dar um tempo no jogo pro seu cérebro dar um reboot

    ou

    Você pode tentar ver a situação de uma perspectiva diferente. 

    Mudar sua estratégia !

    Ser criativo...

    @doctorlarry

    tchau e bença

    65
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      rafaelseiji · almost 3 years ago · 3 pontos

      Acontece bastante mesmo, mas com a Siater Friede que volto nela 1x por mês ainda nao deu certo xD

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      zandryx · almost 3 years ago · 3 pontos

      Eu sei q tenho q fazer isso, principalmente quando jogo algo em niveis de dificuldade elevados, mas as vezes minha ganância é maior, minha teimosia se agarra a ela e a minha ansiedade empurra os dois juntos, eu não consigo parar para respirar e tentar depois rs

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      _gustavo · almost 3 years ago · 2 pontos

      Eu sou assim com games q permitam um reset rapido, por exemplo trials e desafios em games jogos de luta q vc aperta o select pra resetar a posição, ou games de esporte como o Skate onde vc pode ficar retentando varias vezes rapidamente até acertar oq quer fazer kkkkk

  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2016-12-15 13:01:04 -0200 Thumb picture
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    Podemos confiar em Opiniões e críticas?

    Medium 3429745 featured image

    Após responder em uma postagem de um brother aqui da rede (não vou marca-lo para não parecer que estou obrigando ele à ler essa montanha de texto, kkkk) me veio a ideia de escrever sobre este tema. E ironicamente, apesar de eu mesmo ler muitas críticas – sempre evitando os spoilers – minha opinião é bem mais profunda do que poderia expressar em um único comentário. Sendo assim: Vai um artigo! ^_^

    A crítica é uma das capacidades inerentes dos jogadores. Ela nos permite avaliar minuciosamente um jogo e, com isso, ter uma opinião sobre o que é bom ou ruim, aquilo que é certo ou errado, quando está bonito ou feio. Ela nos permite tomar decisões sobre uma série de coisas.

    Essa capacidade de criticar também é importante para nossa vida em grupo. Por vezes, somos ajudados com críticas de outras pessoas, que nos dão sua opinião sobre o que fizemos ou deixamos de fazer. Muitas vezes também sentimos vontade de colaborar, criticando comportamentos dos nossos familiares e amigos – seja na rede ou na vida real.

    Portanto, ao contrário do que parece à primeira vista, a crítica em si não é ruim. O problema está na dificuldade em fazê-la corretamente. É muito fácil uma crítica se virar contra a pessoa que a está fazendo. No lugar de contribuir com outro player você prejudica a si mesmo.

    Eu não sei se todos vocês sabem mas o Pensamento crítico é uma habilidade – e não uma característica humana (e obviamente nem todos possuem!): É a maneira pela qual podemos nos libertar de ideias pré-fabricadas às quais estamos sujeitos o tempo todo, e finalmente pensar por contra própria.

    Isso porém não significa se isolar e tacar foda-se para a opinião dos outros (isso é outra característica da nossa espécie que, de certo modo, não convém mencionar neste artigo!). Na verdade, ter pensamento crítico significa saber absorver importantes informações e ser capaz de usá-las para formar a sua própria opinião sobre determinado assunto – em vez de apenas reproduzir um discurso pronto que se lê na internet e nas redes, que se ouve na escola ou na igreja ou que é propagado por outras pessoas.

    Esta não é uma capacidade com a qual nascemos pois, na verdade, o mundo busca de nós exatamente o oposto: somos treinados basicamente para não desenvolver muito bem o pensamento crítico e, desta forma, não sermos muito contestadores.

    Vou dar um exemplo super – mega – hyper simples, que é muito comum de se encontrar na rede. Observo porém que aqui nem expresso um ponto de vista, e sim uma realidade estudada e comprovada pela ciência. Textos e artigos sobre o assunto podem ser facilmente encontrados na internet, caso você duvide disso. Well, lets go:

    O preconceito que se auto-confirma:

    Acho que quase todo mundo por aqui já ouviu falar de psicologia reversa e de efeito placebo, certo? Mas vocês sabiam que essas técnicas muito usadas no mundo da ciência têm como base falhas do pensamento humano? E de maneira nenhuma pense que você é especial e está imune à elas: Esses problemas acontecem com todos, independentemente de idade, sexo ou nível educacional (sabe aquelas pessoas que adoram jogar o diploma na sua cara quando você tem uma opinião contrária? :) ).

    Esses “preconceitos” apenas confirmam atitudes que fazem parte de nós. Eles acabam causando constatações que provocam o resultado previsto. Quer um exemplo? Que tal se eu mesmo me analisar e me colocar na linha de fogo?

    Quando eu penso “eu odeio jogos de esporte, simplesmente não consigo entender como alguém consegue gostar disso...” sou automaticamente desestimulado a jogar jogos de esporte por meus próprios pensamentos e, as chances de achar um jogo de futebol horrível, ou um jogo de corrida por exemplo, aumentam consideravelmente! Essa é uma tática muito usada pelos assim chamados “videntes”: Você vai à cartomante e ela diz que há uma pessoa muito próxima querendo o seu mal – logo você começa a ficar mais atento e receoso com qualquer pessoa que conhece e seu comportamento alterado pode até levá-lo a fazer um novo inimigo – basta uma discussão ou uma briga com um conhecido para que você acredite ter encontrado a pessoa da previsão.

    Eu por exemplo: Iria jogar jogos de esporte procurando erros e falhas técnicas, problemas no gameplay, e quaisquer outros tipos de empecilhos que pudesse achar. E sabem o que eu faria depois de anotar a lista de defeitos? Escreveria uma crítica destruidora do jogo, apontando e enaltecendo todos os defeitos dele – dando muito maior ênfase aos defeitos do que às qualidades, alias!

    Se você vai ler uma crítica Preste atenção nos detalhes certos:

    Uma das partes mais importantes de pensar criticamente ao ler uma crítica é aprender quais detalhes são, de fato, importantes. Estamos expostos a tanta informação e opiniões diferentes que fica muito fácil se perder nos detalhes. O que eu gosto mais de aconselhar é: Comece confiando na sua intuição! Se algo não soa verdadeiro para você, eis aí o primeiro sinal para não considerar aquela opinião.

    Na sequência, uma boa dica é refletir sobre quem está te dando a informação ou opinião. Se há uma discussão acalorada sobre, digamos, um novo jogo lançado ou se a qualidade da água da torneira é adequada ou não para consumo, preste atenção se dentre as partes envolvidas não está alguém que particularmente não gosta do jogo ou uma indústria de garrafinhas de plástico.

    Estejam avisados: Se eu escrever uma crítica de jogos de esporte, por favor, é melhor não levar a sério, kkkkkk.

    E todas essas ideias nos traz ao segundo ponto: questione a sua fonte. Principalmente após a grande disseminação da internet nas últimas décadas, as fontes nem sempre são imediatamente confiáveis. Portanto, se algo parece meio duvidoso, rastreie de onde veio antes de formar uma opinião. E se uma ideia geral parece estar de acordo com a maioria das opiniões e críticas apresentadas, provavelmente essa ideia é verdadeira.

    Compartilhei a crítica de um brother esses dias aqui no Alva pois, após leitura, notei que os pontos que ele levantou eram muito bem explicados e não senti em nenhum momentos que ele estava falando mal do jogo propositalmente. Outro ponto que contou, foi que a ideia levantada por ele e a nota final apresentada, não fugiu fugiram de tudo o que eu havia lido em diversos sites e fóruns (a ideia geral foi mantida).

    O mesmo vale para os meios de comunicação. Cada publicação ou veículo tem uma vertente – esquerda, direita -, e não é que é impossível acreditar em matéria alguma de política por conta do posicionamento desses meios, mas para o bem do seu pensamento crítico, é bom ter um pé atrás e analisar se o texto traz alguma informação nova (e isenta) ao leitor, ou se serve apenas para reafirmar as convicções da empresa ou da pessoa que escreveu.

    Outro ponto importante: Cuidado com “achismos”:

    Quando estamos lendo uma crítica o que buscamos na verdade é saber pequenos detalhes que podem nos motivar a comprar ou não um jogo. Resumidamente queremos saber se os gráficos do game são bonitos, se o gameplay dele flui naturalmente, se as músicas são boas e bem produzidas, se a história é interessante e... Bem, basicamente mais nada!

    Devemos treinar nossa leitura para notar pequenas palavras e frases que servem como sinais de alerta. Sabemos que é impossível prestar atenção em tudo, por isso, conhecer algumas frases que tendem a vir antes de um argumento fraco é realmente útil!

    São os, assim definidos, “achismos”. Mesmo que de forma sutil, essas expressões entregam que a opinião que vem a seguir muito provavelmente não é bem embasada. Uma vez vi num documentário que existe uma lista oficial de frases que grandes pensadores se concentram na hora de descartar uma opinião. Dentre elas, destacam-se, além da famosa “eu acho que”, expressões como “para dizer a verdade”, “só quero que você saiba que” e “só estou querendo dizer que”.

    Numa crítica técnica e impessoal, ou seja, numa crítica que irá te passar exatamente aquilo que você precisa saber sobre um jogo, essas expressões podem sinalizar o momento exato em que a questão deixou e ser técnica para se tornar pessoal. E é justamente por isso que eu NUNCA considero a opinião das pessoas em relação a história de um jogo!

    Existem pessoas que odeiam a história de Dark Souls – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam contos de fadas – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam montar quebra-cabeças – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam romances – existem outras que amam.

    Existem pessoas que odeiam clichês – existem outras que amam.

    Não adianta: A questão da história é um dos fatores mais subjetivos numa análise e esta é uma parte que eu sempre recomendo ao leitor interpretar de forma pessoal

    Obs: Salvo raras exceções, na qual você conhece a pessoa que está fazendo a crítica e sabe que ela tem um gosto parecido com o seu. Ainda assim, mesmo nestes casos, várias opiniões diferentes aparecem de jogo pra jogo.

    E basicamente é isso!

    Agora sim, consegui me explicar de forma clara sobre o que acho de críticas e avaliações de jogos. É um tema bem complexo que é difícil definir em poucas palavras, kkkk.

    Para vocês que tiveram paciência de ler até aqui, obrigado. Um abraço!

    The Last of Us

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      lica · almost 3 years ago · 6 pontos

      Muito bom o seu texto! Só destacaria algumas coisas interessantes para um debate com as suas ideias:
      - Sobre a crítica se voltar contra a pessoa, acho que a vida é assim. Se alguém se propõe a falar publicamente sobre algo, terá que aguentar as consequências disso. Claro que nunca defendo açoites em praça pública, mas apresentar ideias e viver em livre expressão significa se responsabilizar por tudo que você fala/escreve.
      - Quando você fala em imparcialidade fica evidente que você está destacando aspectos técnicos, entretanto o próprio campo de críticas e análises dos games tem pouco conhecimento dos aspectos técnicos ou ainda não sabe quais aspectos técnicos devemos destacar para aí sim analisar, Por exemplo, quando você fala em história de um jogo digital a primeira coisa que vem na cabeça de muita gente, inclusiva no seu texto, é o gosto pessoal. Quando analisamos a história de um jogo o que a gente se propõe a destacar: a construção da narrativa ou o seu gênero? a forma como ela se desenvolve ao longo do gameplay? se é profunda ou superficial? se tem coerência e coesão? se apresenta furos lógicos? ou a gente vê tudo isso e chama de história? Os critérios para as análises não são claros. Outro problema é a questão dos gráficos, que as pessoas confundem com a arte do jogo, achado que gráfico é todo jogo que se pretende realista. Quando analisam som, só pensam nas músicas e esquecem da sonoplastia, dos sons do ambiente... Percebe que os próprios critérios para as análises não são claro? Por isso não dá para ser imparcial.
      Outro ponto que ajuda na imparcialidade a "bagagem" anterior que nos temos interfere sim na sua experiência de imersão. Você pode estar diante de um jogo incrível, mas a sua bagagem anterior pode fazer com que você não curta por vários motivos. Jogar um jogo em Inglês quando você não entende muita coisa pode ter um impacto diferente do que teria se o jogador fosse fluente ou entendesse bem. Jogar sozinho um game que se propõem multiplayer pode também mudar seu conceito sobre ele. Nem sempre temos as condições ideais para desfrutar de um jogo a partir de sua real proposição. Isso tudo impede a imparcialidade.
      O que fazemos diante disso? Eu acho que deveríamos desencanar, ao menos por hora da imparcialidade e assumirmos opiniões, experiências e gostos nas análises. Ser sincero, não analisar um jogo, mas relatar a experiência de jogar. Inclusive nossa experiência de jogar muda com o tempo, o que traz para as análises sua condição efêmera.
      Particularmente não leio nenhuma crítica, mal assisto trailer porque odeio spoiler hahaha. Mas entendo que precisamos de outro posicionamento quanto a elas. Menos hype, conceitos soltos, palavras vagas que são usadas em todas as críticas e não dizem nada. Mais concretude, sinceridade, experiência e opinião embasada.
      ;)

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      jorgegt · almost 3 years ago · 3 pontos

      Comentando pra ler mais tarde.

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      armkng · almost 3 years ago · 3 pontos

      Excelente artigo, os caras do T3H são feras demais hehehe...
      Quando se fala em crítica, muitos atrelam em forma no qual não vai incentivar, não irá agregar algo de bom. Que está ali apenas para diminuir, difamar e etc.
      O grande problema de construir uma crítica, e saber aceitar a critica, absorver a informação que ela possua, e não ser uma de forma destrutiva, como muitos fazem hoje em dia.
      A crítica bem construida, trazendo seus prós e contras de forma objetiva e clara, todos irão ter uma leitura agradável.
      Lendo os vários comentários de nossos amigos que acompanham a persona, a de nossa amica @lica trouxe vários pontos e em destaque é, se ao escrever sua crítica e expor ela, ainda mais na internet, você tem que estar preparado para receber o ponto de vista da galera, e saber absorver de forma positiva, sem agredir verbalmente a pessoa que comentou.
      Nosso amigo @marcusmatheus também levantou pontos que devemos levar sempre em consideração, relevar e ser imparcial também em alguns pontos.
      O que acaba ocorrendo, que muitos acham que a crítica dele está correta e ponto, e quem resolve expor sua "opinião", e errado em sua história também.
      A própria persona Talk to the Hand foi criada para termos discussões sádias, no qual todos podem ter seu ponto de vista, e é claro, sempre e mais importante, respeitar a pessoa que está adicionando, agregando sua visão, opinião e critica também.

      1 reply
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