talk_to_the_hand

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  • 2018-12-13 21:55:19 -0200 Thumb picture

    Eu dito as regras

    Medium 3690966 featured image

    Salve, Salve meus caros Talkers…

    Eis eu aqui de novo, lhe escrevendo mais algo que acabei de esquecer se é realmente importante, se é ou não, tenho a mínima ideia kkk…

    Em ritmo de final de ano (2018 está no fim e que venha minha folga para jogar na virada para 2019), trago algo que ocorre muito desde a geração passada de videogames e games…

    Acompanho vários fóruns, comunidades de games, comentários que a galera vem passando de uns tempos para cá, é meio que cancerígeno...sério mesmo, cancerígeno é a palavra que utilizo.

    Você simplismente compra um game que está muito afim de jogar com os seus amigos, ter aquele momento de descontração, e eis que aparece o primeiro indivíduo, você o nunca viu na vida, e começa a proferir palavras a sua pessoa, dizendo que este não é o modo correto de jogar.

    Ué? Não é assim que se joga? Não entendi isso?

    Chega a ser engraçado, porque comprei o jogo para a minha diversão, a forma como eu jogo, sou eu mesmo quem determina, assim como todos pensam...mas vamos lá ao grande choro que muitos fazem na internet.

    Se você joga FIFA, tem uma modalidade Ultimate Team, no qual você compra um booster pack de cartas, e dentro dele vem os jogadores de forma randômica, você pode tirar uma carta “Ultra Rara” como também pode tirar uma carta “Comum”, o que ocorre muito das vezes. Você tem vários fatores do time para ter uma classificação.

    Vamos ao teste, uma partida online, e o que ocorre, depois de uma chuva de chutes ao gol, não consegue sequer abrir o placar, e tem “os melhores jogadores” que seu adversário não possui. A frustração, você toma um gol de um time que é considerado pior que o seu. Como me defender, você começa a proferir palavras de forma a denegrir seu adversário, tentando ter uma justificativa para aquele placar, até mesmo xingar em comunidades, mostrar prints, informar que o jogo está todo errado e por aí vai.

    Uma outra parte, é os comentários que alguns fazem, quando você está jogando online, “As Regras do Além” aparecem do nada, e o mais engraçado, você revirar um manual de instruções do jogo, ver em sites oficiais, e isso não existe…

    Uma das coisas mais claras que ocorre em quem está querendo um PvP, Dark Souls é um destes jogos, se você quer jogar online, terá ajuda de outros jogadores que tiveram uma certa dificuldade, como terão pessoas que apenas querem enfrentar aquele boss novamente, aumentar as almas para upgrade. Como estará propenso a “Invasões” durante o jogo, aquele cara que atrapalha sua jogatina, e que faz parte do jogo, pois dá uma pitada maior de dificuldade no jogo.

    Agora “A Regra do jogo” é: fazer reverência ao adversário, não tomar estus para recuperar life, não ir para os inimigos da fase pois é um duelo injusto…Na boa, respeito demais a todos que fazem isso, até que é muito legal, mas tem partes onde você faz isso, tem até mesmo clube da luta para isto. Mas pensando como muitos fazem, eu estou invadindo seu mundo, eu vou te matar ou morrerei tentando, se tenho itens no qual pode me favorecer dentro do jogo, o porque não irei fazer isso?

    Em jogos de FPS, se você não souber jogar da forma que eles esperam, prepare para ser bombardeado por comentários do pessoal “Pro” que está no jogo a mais tempo que você.

    Ainda mais se você pega uma classe no qual o outro quer tanto, e depois fica dando quit game no meio de uma partida, ferrando a todos que querem apenas se divertir.

    Alguns mesmos se intitulam como “Jogador Raiz” porque está a mais tempo no jogo, e outros que estão chegando é o famoso “Jogador Nutella”, e para sair desta condição, chega ser totalmente ridículo.

    Outro dia estava conversando com um amigo meu, e logo de alguns meses lançado o Fortnite, um jogo no qual baseia em construção, coletar recursos e muitos tiros, game muito divertido e viciante. Ele iniciou a jogar desde que lançaram o jogo, depois ficou um tempo sem jogar ele, ao voltar e conversar em uma party do jogo, muitos já o chamavam de Nutella, porque ele estava ali naquele momento jogando o game, não começou a jogar quando lançou, porque ele (a pessoa intitulada Raiz) está desde o começo…

    Pera amigo? Não entendi nada do que você disse? Só porque estou jogando agora sou considerado Nutella aos seus olhos???

    Muitos players querem impor uma condição de como você jogar, sendo que quem comprou o jogo foi você, quem terá a experiência de diversão, de como você irá se divertir, isso é determinado a você mesmo.

    Algumas pessoas das antigas, Old Gamers, falam que eles são gamers de verdade, que já finalizou Battletoads sem morrer 1 vez sequer, e quer ditar na geração nova como eles devem jogar.

    A geração nova também quer falar para você como deve jogar, se divertir, que gráficos X tá uma M@#$%, que o Remaster daquele jogo poderia ser melhor, que jogo Y tá cheio de bugs que estragam, que console Z não roda a 1080p e 60FPS...

    Na boa galera, isso é totalmente chato, assim como você que acha que isso é excelente nos jogos, tem pessoas que estão nem aí pra saber se vai rodar Full HD, se durante uma batalha durante um PvP é justo não usar itens cura, ou se a pessoa irá usar.

    Na realidade isso não importa para o momento de diversão que você precisa.

    Um amigo meu mesmo me disse, que se eu não zerar um jogo X sozinho, não necessitando de ajuda de outras pessoas online não tem graça. Porque ele já fechou X jogos sozinho, sem precisar de coop, pois ele se sente que o desafio é maior, já na minha opinião isso é um desafio que você próprio se adestrou a fazer, e por isso a “primeira viagem, jogatina” no game ir sozinho é legal também, por outro lado prefiro ter aquele modo cooperativo para chamar a galera, conhecer outras pessoas e prosseguir com a história do jogo, se isso vai me atrapalhar ou não, só eu mesmo para dizer.

    É isso galera, o que vocês pensam sobre essa galera que querem ditar certas regras de como você deverá jogar um determinado game?

    Ano de 2018 está acabando e eu vou me internar de novo na virada jogando mais alguns games para não perder a minha tradição.

    Um grande abraço a todos e que venha 2019…

    @armkng

    Donkey Kong Country

    Plataforma: SNES
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      santz · 3 meses atrás · 3 pontos

      Tem como ditar regras e ainda ficar divertido. Ser desafiado em um jogo simples a jogar sem usar o mais básico que ele possui, tipo, sem pegar nenhuma moeda, sem atacar, etc.

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      blacksunray · 3 meses atrás · 3 pontos

      gostei do seu texto, sou gamer da época do atari e passei por vários sistemas e convivi com uma dos melhores rivalidades da historia, o mega vs snes, e eu, meu irmão e meus amigos jogávamos e nos divertíamos juntos, hoje essa geração gosta de cagar regras, por isso essa geração são todos nutellas, os games em geral foi feito para divertir, se um jogo, sistema, fizer isso por vc, ele já valeu o investimento.

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      saraiva · 3 meses atrás · 3 pontos

      Eu não tenho muita paciência, então quando alguém vem cagando regras simplesmente digo "O jogo permitr, Então pode".
      Em relação a dificuldade eu sempre fui apreciador das histórias dos jogos, eu jogo em maioria das vezes para viver a a experiência de estar dentro de uma história que não é possível vivenciar e tomar decisões na vida real, e quero jogar pra me divertir e quando o jogo é muito difícil deixa de ser divertido (para mim, meu estilo de jogo, sei que tem jogadores que adora Desafios). Com isso acabou jogando a maioria dos jogos no nível fácil.
      Em relação a ser Nutela ou não, sei lá. Jogo vídeo game desde o Atari, passei por praticamente todas as gerações, estou sempre informado sobre a indústria (por amar games), se só por que jogo no fácil sou Nutela, ok então, procuro não me importa muito com isso.
      Ótimo artigo.

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  • 2018-06-26 21:41:04 -0300 Thumb picture

    Esta geração de gamers é exigente demais???

    Medium 3645001 featured image

    Salve, salve, salva o game senão você vai morr...já era!!!

    Grande galera da Talkers, que adora esta persona batuta e supimpa no qual vocês sempre esperam ter um novo artigo para vós lerem e apreciarem esta leitura interativa (até parece xD).

    Trago-vos-ei este pequeno artigo que não tem uma grande importância em suas vidas, mas algo irá mudar na opinião de vocês (o que eu duvide muito que ocorra isto).

    Conforme a evolução dos videogames e jogos para eles crescem gradativamente, acabo percebendo que de uns tempos para cá, a galera vem sendo muito exigente conforme o que a produtora de jogos ou de console tem distribuído para nossa diversão, porém, desde a época da transição da era de 128 bits (PlayStation 2, XBox, Game Cube, Dreamcast) para uma nova geração que se firmou e temos uma grande briga de gigantes, a galera vem exigindo muito dos consoles e dos jogos produzidos para ele.

    Lógico, pois investimos nosso rico dinheirinho para nossa diversão diária, semanal ou mensal...queremos ter um jogo no qual possa explodir nossas cabeças, com as grandes ideias que essa indústria proporciona para nós.

    Muitas produtoras se esforçam em criar um conteúdo único e exclusivo para um determinado console, ou criar uma grande história inovadora, um método novo de jogabilidade nunca testado, ou até mesmo ter aquele personagem que cria um pequeno vínculo contigo.

    Na imagem acima vimos que a EA Games tenta inovar sempre sua jogabilidade, para trazer o máximo de simulação nos jogos da franquia FIFA possui hoje em dia, o que é um salto enorme, pois com a evolução da tecnologia possibilita o uso de novos recursos, novo tipo de engine inseridos no jogo, até mesmo a incrível Jornada, onde você vive na pele do jogador Alex Hunter, e seu progresso, desde ser notado por um olheiro e ao contrato de um grande clube.Mesmo tendo melhorias a cada ano, inovação e inserção de novas ligas no game, temos aquelas pessoas que exigem mais e mais do jogo, seja mencionando que o conteúdo do FIFA 18 é ruim e que seu antecessor no FIFA 17 possui.Mas se for parar e notar este comentário que muitos soltam, é o mesmo a cada versão que é disponibilizado a cada ano: FIFA 13 traz nova jogabilidade, sua crítica, que sua jogabilidade é ruim, não consegue fazer um jogada que era mais fácil no 12.FIFA 15 traz uma nova engine onde a interação e a simulação melhora, sendo necessário reaprender a jogar o game, sua crítica, não tem a liga do Brasil, sua jogabilidade piorou, o 14 possui times superiores ao 15. E por aí vai, ou seja, sempre terá algo que não irá agradar, mas se for notar isso, não gostei do 18, vou pro 17, mas o 17 não gostei de tal coisa, vou pro 16, há, mas o 16 tem uma zaga super apelona, vou pro 15, para o 14, para o 13, sempre terá algo que não se adaptou ou porque tirou algo ou acrescentou algo. Fica complicado amigo…

    Bom, irei falar de God of War (o que para minha pessoa não curto muito), um grande jogo que teve sua saga iniciada no PlayStation 2 com 2 jogos da série, tendo sua continuação no PlayStation 3 e no sucessor PlayStation 4 não poderia ficar de fora, sem mencionar que o game está presente no portátil PSP com 2 games da série.

    Kratos é aquele personagem que é Homem com “H” maiúsculo, ele simboliza todo o sexo masculino, cara porradeiro, desce o braço em todo mundo, há você é um Deus meu amigo, isso não me intimida não, Kratos irá arrebentar a tua face nos próprios punhos e na fúria de mil babuínos, e ainda irei tirar uma pausa durante o game para ter alguns momentos íntimos com algumas mulheres no game.Tudo isso ocorreu no primeiro até o terceiro game da série, ele vai arrebentar todos os Deuses Gregos, ele massacra a todos, ninguém escapa vivo, esbarrou com ele na esquina, tá morto.

    Pois bem, quando a Sony decidiu trazer este personagem simpático, para seu novo console, em uma nova história, e como a Sony irá fazer isto? Iniciamos com a Mitologia Grega e descemos o cacete em todos os Deuses Gregos, e agora?

    Mitologia Nórdica.

    Um ponto não explorado, e que está de bom tamanho para um personagem de peso que Kratos criou ao longo dos anos.Ao verificar críticas de amigos e de outras pessoas, algumas pessoas gostaram do jogo e a história, e a grande maioria da galera “ODIOU” este novo God of War, dizendo que faltou elementos que os primeiros jogos da série tem e que este não trouxe, não poder descer o braço em vários seres na tela, e ficar no foco de 1 bixo para massacrar e depois ir atrás de outros. Faltou aquela essência, aquele instinto de querer arrebentar com tudo, mas que este jogo não trouxe.A Sony trouxe um novo conceito diferente, com uma jogabilidade, experiência diferentes que os primeiros jogos da série trouxe, mas pare para pensar, se você quer ter aquela mesma experiência, tire aquele seu PS2 que está pegando poeira, coloque a mídia de God of War 1 ou 2 no console, e volte a massacrar. A empresa se preocupou em trazer uma história diferente com elementos diferentes, pois ficar só no feijão e arroz sempre, você irá acabar enjoando.

    Remaster

    Uma palavra no qual muitos ainda têm dificuldade de associar ou entender.Algumas pessoas confundem, achando que o jogo é refeito do “0” zero, e que terá muitas melhorias que o seu primeiro jogo lançado em 1800, trazendo uma melhoria em sua jogabilidade e história.Desculpe amigo, o remaster ele apenas proporciona uma melhoria de qualidade gráfica e elementos no qual o jogos não possui, por conta de sua limitação da tecnologia ou hardware que o console não aguenta. O jogo não foi refeito do zero, não foi adicionado novos elementos, não foi feito absolutamente nada.

    Como posso dizer, é como pegar a sua velha bicicleta vermelha, levar para dar aquela geral, será refeito a pintura para ficar linda, troca dos aros, pneu, corrente, cabos para marcha e freios, e pronto, ela foi lapidada, tendo uma cor chamativa, e estará rodando novamente e você feliz novamente.

    Caso não concorde com o que eu escrevo neste artigo, vamos nos aprofundar nos anos 84 e 90, com os consoles NES, Master System, SNES e Mega-Drive.Muitos jogos para os consoles de 8 bits foram lançados, e tiveram um grande sucesso no qual as produtoras de jogos e seus consoles obtiveram lucros. Quando os consoles estavam chegando em sua limitação por conta de sua memória, a era dos 16 bits foi criada, porém como poderei iniciar esta geração com algo inovador, vamos lapidar e polir os gráficos da antiga geração 8 bits e colocar na 16 bits, o que acham?Então tivemos alguns games como Mario Bros. 3 na era 8 bits, Super Mario Bros. 3 na era 16 bits. Está fórmula funciona muito bem, e diga-se de passagem, no qual movimenta muitos jogos até hoje. Outro game que fez um grande sucesso, era 32 bits, Resident Evil, foi lançado seu remaster para Game Cube e depois para as plataformas XBox 360 e PlayStation 3, até a nova PlayStation 4 e XBox One receberam, lógico, que a produtora Capcom, não deixou igual ao primeiro lançado para PlayStation e Saturn, vamos mudar algumas coisas de lugar, e vamos ver a frustração do povo.A galera quer uma inovação em um jogo já lançado em 1900, lógico que quer, porém vai da empresa e distribuidora do jogo querer empenhar uma equipe e refazer do zero todo o jogo, aí entramos na palavrinha que se chama Remake (Refazer), aí sim teremos novos elementos, nova jogabilidade, uma nova história, personagens refeitos, e uma nova trama para atrair a atenção da galera e trazer aquela nostalgia de volta

    Bom galera, é isso, gostaria de saber o pensamento de cada um, se tem este mesmo sentimento que venho notando na galera, isso é normal ou não.

    Vamos discutir e entender cada ponto…

    @armkng

    Dark Souls: Prepare to Die Edition

    Plataforma: Playstation 3
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      santz · 9 meses atrás · 3 pontos

      Eu não acho que a geração erá exigente demais, visto que eles SEMPRE foram exigentes, desde os primórdios. Não a toa que os jogos chatos e repetitivos do Atari 2600 culminou no Crash de 83. O fato é que tem aqueles que enxergam as melhorias e que entendem melhor o mercado e o hardware do momento e outros que não querem nem saber, querem jogos cada vez mais fodas, não importa o quão perfeito foi o jogo anterior.

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      venomsnake · 9 meses atrás · 3 pontos

      Não li tudo o que postou, mas já falo, não acho que o publico de hoje é mais exigente, desculpe falar assim, mas pela quantidade de bosta que andam publicando ai, acho é que falta mais exigência por parte da galera isso sim!

      Não falando que tudo que lança hoje é bosta, por que tem uma cacetada de jogo bom também, mas ainda falta alguns títulos que todo mundo joga e fala WOOOOOOOOOOW na nova geração, creio eu que Witcher 3 e GTA V ( que nem é dessa geração) são dois poucos que causaram esse tipo de reação. Fora que pelo menos aqui no brasil a gente vende o rim pra pagar os jogos, exigência tem que ter na qualidade do que a gente compra, quando custa um rim e a alma.

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      giovanavoig · 9 meses atrás · 2 pontos
  • 2018-06-19 19:09:33 -0300 Thumb picture

    Let’s Dance - Music Games

    Medium 3641732 featured image

    Salve, salve Talkers de plantão…

    Com uma semana conturbada e mês de muitos lançamentos para os consoles de nova geração e PC que custam meus 2 rins…

    Um dos jogos que já veio para os consoles na geração do PlayStation (não sei se no Saturn teve, mas sei que o Dreamcast teve), jogos de Dança…

    É isso mesmo amigo, você que está lendo, está velho que nem eu, nem sequer ligava quando viu esse jogo disponível para seu console, e até mesmo perguntava: “Jogo de Dança? Isso não tem graça nenhuma.”

    Ao ver um game com músicas e um monte de setas subindo e eu sem entender lhufas daquilo…

    Mas no mundo dos games, tudo é válido para diversão, até para minha pessoa mesmo. Em shoppings, naquela Playland (que é velho bagarai), eu vi uma máquina de dança, eles tinham recém adquirido, e tinha uma moça e um rapaz que faziam demonstrações e chamavam o povo para testar e brincar um pouco (no meu caso foi matar baratas e pagar mico mesmo).

    Um game de ritmo de músicas e danças foi o Just Dance para XBox 360, e seu acessório que possibilitou isto foi o Kinect.Tinha várias pessoas que queriam adquirir o console com o acessório e comprar o game para se divertir com a galera ou até mesmo com a família, alguns mesmos queriam agradar suas esposas, noivas, namoradas, aquela garota que gosta...enfim…

    Posso estar errado (e é plena certeza que sim), que a Konami proporcionou primeiramente com seu game de dança “Dance Dance Revolution - DDR”, que teve sua estreia no PlayStation One, com um tapete de dança para seguir as setas e suas músicas no ritmo nipônico.

    Era o único game no qual não te deixava como um verdadeiro sedentário, sentado no sofá com uma garrafa de 3 litros de Coca-Cola junto com um pacotão de Fandangos e molho…

    O que é interessante jogos de músicas, pois trouxe vários outros games variantes, com mais músicas nipônicas e coreanas, desde Taiko no Tatsujin, DJ Max, assim como a grande franquia de game musical Guitar Hero e Rock Band (que deixando um adendo que ambos estão raros de se achar para PS3).

    Taiko no Tatsujin, como o nome já diz, um game de Taiko, onde vc segue o ritmo das músicas e tocando o tambor (se é assim que se chama) e vc vai efetuando combos (que vem desde os games de lutas), e vai aumentando sua pontuação. O legal também que desperta a curiosidade em saber mais sobre o Taiko no mundo oriental.Temos também o DJ Max que teve sua estreia no PSP, trazendo uma experiência nova em poder testar suas habilidades com 4 botões que é básico, 5, 6 e 8 botões. Outro de mesmo segmento foi Beat Mania, que tem um controle em forma de estação de DJ, e com músicas eletrônicas e outros alucinantes (não sei dizer muito deste game pois o joguei muito pouco, perdõe-me o comentário).

    A nova geração de consoles como o PlayStation 4, XBox One, Switch e PC, receberam uma atualização do Guitar Hero, Rock Band e Just Dance, mas não teve muitas novidades, o que achei legal foi a empresa Neo Wiz da série DJ Max lançou para o PS4 o DJ Max Respect (que é exclusivo para o console da Sony), mas outros games de música não teve para esta geração.

    Em clima de portáteis, os dispositivos com sistema android e iOS, receberam uma grande variação de jogos de músicas, DJ Max, Taiko no Tatsujin, Bang Dream, Tap Sonic, Cytrus, Dance Dance Revolution entre mais outros que instalando o app Qooapp (Android) você terá acesso ao conteúdo oriental.

    E quase esquecendo de mencionar um grande jogo de música e que também pode fazer com que você aprenda a tocar guitarra é o Rocksmith, até então estou em busca deste game para deixar em minha pequena coleção de jogos para PS3, porém também precisarei de uma guitarra (uma de verdade) e poder começar a tocar e ser um astro de rock (vai se achando kkk), o game é barato, garimpando bem pode conseguir o jogo por 30 ou 50 reais, já seu cabo especial, esse sim doí na alma 250 reais.

    Atualmente voltei a jogar DJ Max Trilogy para PC, DJ Max Technika para PS Vita e Bang Dream, Tap Sonic para android, e estou curtindo bastante os games de ritmo musical que faz um bom tempo que não me divirto e ter um combo para aumentar minha pontuação.

    E vocês galera? Algum game no qual vocês curtiram ou curtem, que faz tempo que não joga e tem aquela vontade?

    Deixem seus comentários

    @armkng

    DJ Max -- Technika

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      venomsnake · 9 meses atrás · 3 pontos

      Tenho, jogo, protejo e recomendo rocksmith, especialmente pra alguns alunos de violão que tenho ( familiares ou amigos próximos), dos jogos que te tiram da mesmice esse foi o mais incrível que tive oportunidade de jogar pra valer ! ( Esqueci de citar dance central que também ensina a dançar de verdade, mas sou uma negação pra danças )

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      artigos · 9 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      jonomaia · 9 meses atrás · 2 pontos

      muito bom o texto! acho que só cheguei a jogar jogos de dança 1 vez, por ser uma negação completa nisso kkkk, já os de música no geral foram parte da inspiração para levar adiante a prática da guitarra. Dica pra quem estiver interessado no Rocksmith, a versão 2014 tá por 15 reais na Nuuvem.

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  • 2018-01-07 15:54:18 -0200 Thumb picture

    Eu não tenho uma doença.

    Medium 3586336 featured image

    Now Loading Talkers…

    Estou aqui em meu grande trabalho vós escrevendo este artigo (e a cliente sem acesso a internet porque não pagou sua conta que venceu há 3 meses), trazendo um novo conteúdo para elaborarem uma grande tese entre todos nós “O Grandes Players que adoram se divertir”.

    O assunto é um tanto delicado, delicado demais mesmo, final de 2017 a OMS (Organização Mundial da Saúde, obrigado por traduzir pois sem vocês nunca iria saber disto xD), declarou que em 2018, incluirá o Vício em Jogos Eletrônicos como um distúrbio mental.

    Participo de várias comunidades de games de vários gêneros, desde o Retrô até os atuais, todos estão em polvorosa (sei lá se esta é a palavra correta), comentando kilos e kilos de palavras, letras e etc.

    Até entendo perfeitamente o porque, pois eu sou um jogador de videogame, passei minha infância, adolescência e minha fase adulta agora jogando games…

    Li e reli muitos comentários da galera, muitos dizendo que: “emissora X, Y e Z não tem o direito de falar nada, pois o conteúdo que trazem na TV aberta é um lixo (e concordo) não traz nada de algo útil, novelas chatas, BBB, A Fazenda, Tio Chico faz uma Deliciosa Pamonha, que não tem mais o que fazer e estão perseguindo à nós gamers, vão fazer algo útil ao invés de incomodar a gente.”

    Isso é preocupante para nós que temos como hobby, jogar profissionalmente, para lazer, colecionadores, é um fator realmente de se pensar.

    Mas ao ler a matéria, assistir ao noticiário que comentou sobre o caso, deu para notar que este tipo de problema de Distúrbio Mental, é para aquela pessoas que sofrem problemas e não tem um acompanhamento de pais ou alguém próximo que acaba apenas vivendo em função de jogos, este tipo de vício em jogos é totalmente prejudicial a saúde.

    Essas pessoas deixam de fazer coisas do dia-a-dia, de se socializar, de frequentar as aulas em escola ou faculdade, que chega a impedir de fazer algo.

    Li matérias onde teve uma pessoa morreu por passar 22 horas jogando, e isso que ele estava fazendo uma live do game. Outra de um rapaz teve um surto de tosse e veio a falecer, porque estava em uma lan house jogando.

    Quem aqui do alva passa mais de 24 horas acordado jogando apenas? Eu acho que todos aqui tem uma vida lá fora e quer curtir ao máximo, como se fosse o último dia na Terra, até o porque não temos como colocar uma nova moeda e apertar o continue e seguir em frente.

    Mas como mencionado, para muitos aqui e um motivo de diversão, aliviar o stress após uma semana cansativa de trabalho, reunir uma galera para dar risadas.

    Isso não nos impede de socializar, de sair para uma festa, reunir amigos para um passeio, ir ao cinema para assistir filme X ou Y.

    A maior preocupação que muitos aqui possuem e até eu mesmo, e que uma jogatina que você possa ter, muitos vão falar que você é viciado, que você só pensa em videogames e jogos, que você é isso, que você é aquilo.

    Na notícia que foi passada, o recomendado é 3 horas de jogo apenas, após isso é prejudicial e blá blá blá…

    Desculpe gente, 3 horas de jogo eu nem consigo fazer a imersão no game que estou, muitos até brincam que nem dá tempo de criar seu personagem de jogo.

    Mas pare para pensar você que já é adulto, as suas obrigações do dia-a-dia é trabalhar, estudar um curso ou faculdade. Lógico que se você gosta de games você pode parar 1 hora por dia para uma jogatina sozinho ou online com amigos. Você aguarda um final de semana para aquele descanso merecido, e percebe a movimentação do grupo no whatsapp, a galera combinando um co-op de um determinado jogo, opa, bora que eu quero participar. Isto é uma coisa comum.

    Agora pense nas crianças e adolescentes, eles tem algum curso, estão no ginásio ou colegial estudando, praticam alguma arte-marcial ou outra coisa, se para você se encaixa isto que estou escrevendo, e você também apenas joga por diversão, essa matéria no qual a OMS diz que vício em jogos é um Distúrbio Mental não se aplicará a você, pois você sabe seus limites, sabe que uma jogatina ou outra não irá prejudicá-lo.

    Mas se você deixa isso impedir sua convivência com amigos, suas notas estão baixas demais depois de um bimestre no qual estava excelente, faltou no curso ou atividade por conta de uma jogatina, então amigo se preocupe, pois seus pais vão pegar no seu pé, pessoas que adoram cuidar da vida dos outros e não criam gato irão pegar no seu pé.

    Eu mesmo trabalho em uma empresa numa escala 5x2, e nos meus dias de folga adoro ficar curtindo o dia jogando, aloprando meu sobrinho que joga junto comigo, não saio muito por conta de dívidas que possuo e estou no zero sempre (não ganhar na mega-sena da virada zoou meus planos U.U), finais de semana que pego folga vou ver meu filho e passo o dia com ele.

    Mas isso não impede que eu saia em alguns eventos de animes (que de anime só tem o nome mesmo), saio de vez em quando no centro de São Paulo para ver algumas coisas interessantes, estou aprendendo outro idioma, meu trabalho faço o necessário.

    E os games que estão em minha vida não me impedem de fazer algo diferente.

    O assunto é extremamente delicado, até porque não queremos ser taxado como um doente, sendo que apenas adoramos nos divertir de forma diferente que a sociedade quer impor para nós.

    Segue o link do Wikipedia referente a Distúrbio Mental para todos que se sentirem a vontade de ler e saber sobre o assunto:

    Transtorno Mental

    E bora comentar, quero saber a opinião de vocês, se concordam se discordam…

    Importante é jogar com consciência e não perder a vida para o boss chato…

    E para finalizar, se videogame e jogos fossem fazer mal mesmo, nunca teria tanto dinheiro envolvido, sendo que ele ajuda muitas pessoas até mesmo de socializar. E aqui no Alvanista, você já fez inúmeras amizades com várias pessoas, marcou aquela jogatina, até mesmo já marcou encontros com todos, apenas para se conhecerem pessoalmente e ficar em um lugar bacana, comendo uns petiscos e bebendo algo, e dando risadas.

    @armkng

    The Elder Scrolls V: Skyrim

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      lipherus · 1 ano atrás · 4 pontos

      E não é de hoje que perseguem os games, uma pessoa comete um atentado e vão investigar a casa do sujeito e encontram um videogame, então automaticamente o motivo pelo qual ele fez isso foi único e exclusivamente por causa do videogame? Tenso. Gostei da sua abordagem e que tenham mais discussões sobre isso.

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      artigos · 1 ano atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      mastermune · 1 ano atrás · 3 pontos

      Parabéns cara pela exposição do assunto, realmente é bem delicado o negócio. E a coisa não pode ficar muito legal mesmo se isso acontecer, principalmente aqui no Brasil. Eu lido com o público há alguns anos, e percebi que o brasileiro não se atenta à informações ou simplesmente tem preguiça de ler ou se informar, daí de onde eles tiram informações: da boca do povão... daí saí aquela bela opinião precipitada e mal informada, galera geral vai relacionar uma pessoa que curte um joguinho com doença.
      Se isso realmente se alastrar, realmente pode acontecer e até os gamers casuais podem ser taxados de doente mental, já pensou, que coisa terrível?
      Mas, pensando por outro lado, as pessoas estão cada vez mais interligadas com a tecnologia, eu passo na rua e não vejo uma alma viva sem um tablet ou celular na mão. Pode acontecer de mesmo se implantado essa situação, as pessoas não ligarão muito pra isso, nem mesmo com casos de pessoas que realmente são viciadas e precisam de ajuda.

      1 resposta
  • gabizerah Gabriela Parisi Ramos
    2018-01-06 17:58:46 -0200 Thumb picture
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    Alvanista no Discord

    Medium 512871 3309110367

    Galera,

    Faz uns bons meses que criei um grupo no Discord pro povo aqui do Alva interagir, marcar jogatinas, até convidar outras pessoas se quiserem, mas lá anda bem parado (até porque eu mesma esqueço de divulgar também 😅).

    Então, pra quem quiser, aqui vai um link de acesso e bora interagir por lá também, além daqui, oras pois :) 

    https://discord.gg/aSdsABg

    43
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      caramatur · 1 ano atrás · 3 pontos

      Hum, não tinha visto que já tinha um grupo no Discord do Alva.
      Esse dias a @martnelli criou um, parece que está movimentado... Talvez vocês possam unificar a parada, sei lá...

      1 resposta
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      ralphdro · 1 ano atrás · 2 pontos

      Tinha um grupo antes, mas parece que rolaram umas tretas.
      Adorei a iniciativa, vou entrar quando der :D

      3 respostas
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      lhama · 1 ano atrás · 1 ponto

      entrei, sou a junyarinpa

  • 2018-01-03 21:57:17 -0200 Thumb picture

    A vida e morte de um console de videogame

    Medium 3584438 featured image

    Salve, salve Talkers de plantão…

    Enfim ano de 2018 (e eu escrevendo isso no dia 27/12/2012 às 21:56 em meu trabalho de suporte técnico com a cliente reclamando que seu smartphone não liga ¬¬), e esperamos muitos, mas muitos lançamentos de jogos, redescobrir novos games para podermos desbravar novos mundos e continuar com a nossa diversão diária.

    Um assunto que me ocorreu ao conversar com alguns old gamers, relembrar aqueles jogos que marcaram nossa infância, adolescência até mesmo a fase adulta de alguns que estão na nova geração.

    Lembramos de grandes jogos e suas franquias, Mega-Man, Street of Rage, Final Fight, Street Fighter, Mortal Kombat, Donkey Kong Country, Resident Evil e outros.

    E quando criança, o que comentamos? Se jogo tivesse isso para fazer, se personagem tivesse esse golpe, o que poderia fazer em um jogo se desse para caminhar livremente, isso na era de 8 e 16 bits.

    Algo totalmente surreal ao que temos hoje em dia nas novas gerações, PC, PS4, XBox One, Switch.

    Um ponto foi o auge de cada jogo por suas limitações tecnológicas, até então, foi um novo conceito em desenvolver um console de videogame, programar jogos e ele passar em uma tela monocromática. Dou graças a Deus que houve uma mente brilhante em desenvolver isso, grande parte do pessoal fica sem palavras, que da era Atari a atual de hoje em dia.

    Mas devemos comentar algo que sempre ocorreu, e muitos deixaram isso de lado, a vida e morte dos consoles de videogames.

    Isso sempre ocorreu, e irá ocorrer sempre por conta da evolução que a tecnologia avança rápido. O que antes tinha uma simples placa com alguns capacitores, resistores e memória ROM para entender a instrução passada pelo cartucho desenvolvido.

    Algo que era uma diversão, novos jogos sendo lançados, desafios novos, comentários que pode ser falado durante a aula ou no intervalo da escola. Poder combinar com os amigos de ir na sua casa para poder jogar aquele game novo que comprou no final de semana, ou até mesmo jogar um jogo já lançado anteriormente, mas poder se divertir com os amigos.

    Os anos vão passando, e eis que vem um amigo da escola e diz pra você: “Ganhei um Super Nintendo de aniversário.”, “Ganhei um Mega-Drive no Natal.”, e você sem entender nada do que é, vai na casa de seu amigo e vê que seu formato é diferente daquele que ele tinha ou você tem.

    Inicia um jogo que é só para ele, porque até seu formato é diferente do que o cartucho que está acostumado.

    Uma grande parte de sua vida ali sossegada em seu NES, Master System, e compra revistas sobre o assunto videogame (Ação Games, Game Power), vê as matérias de jogos de ambos os consoles e você vê propagandas e um jogo da geração atual, SNES: Mega-Man X, Mega-Drive Shinobi, e você ficava se perguntando o porque não rodava estes jogos em seu console.

    Passa mais um tempinho e você consegue um dos consoles: SNES ou Mega-Drive, e pode comentar com os amigos, pois você se atualizou, pode trocar jogo, pegar emprestado, alugar na locadora na sexta-feira e entregar na segunda.

    O antigo console o que acaba acontecendo, ele é encostado, você quase não o jogará mais, e ele estará pegando poeira. É amigo, aquele que foi seu primeiro companheiro de diversão e horas e horas de jogatina não é mais um atrativo seu. Depois de um tempo se for uma alma caridosa, você dará seu antigo console para um primo seu e fará a diversão dele, ou, venderá ele a preço de banana, e comprará mais alguns jogos para seu novo parceiro de jogatinas.

    Cada época de lançamento dos consoles, quando a fabricante anuncia um novo sucessor, para muitos e grande euforia, porque são novos gráficos, nova jogabilidade, novos jogos, novas franquias. Também novas brigas entre os árduos fãs de cada empresa.

    Atari x Daktar

    NES x Master System

    SNES x Mega Drive

    PlayStation X Saturn X Nintendo 64

    Dreamcast X PlayStation 2 X Game Cube X XBox

    PlayStation 3 X XBox 360 X Wii X WiiU

    PlayStation 4 X XBox One X Switch

    Em toda época de lançamento, começa uma grande guerra, e novos consoles lançados, nova jogabilidade, jogos, franquias e etc…

    Seu antigo console não é mais destaque nas revistas de games ou páginas relacionadas a games, e você percebe que até mesmo as produtoras não demonstram mais interesse no antigo console, e passa a fever em seu caldeirão novos lançamentos para a atual geração.

    Responda as seguintes questões abaixo:

    Quando isso ocorre?

    Quando você se dá conta que seu console é ultrapassado?

    O quão importante é para você se atualizar?

    O porque você precisa passar para a nova geração? Só porque vai sair um The Last of US Parte 2 para PlayStation 4???

    Mas afinal, quem determina que seu console realmente morreu?

    E você por necessidade de atualizar nas novas franquias e jogos recém fresquinhos lançados

    Ou

    É a fabricante que determina que seu o console que eles fabricaram está ultrapassado e é hora de inovar para pegar nova fatia do bolo que o mercado de games tem…

    Acompanho a evolução dos videogames desde que joguei na casa de um amigo o Top Game e o jogo Fórmula 1 Sensational, amei este jogo e queria ter um. Por condições da época e meus pais não puderem me proporcionar isso.

    Para poder me divertir era alugando fitas e indo na casa de amigos, ou, me aventurando nos fliperamas com o que juntava de troco do pão.

    No meu aniversário de 15 anos (em 1995) ganhei meu SNES, e foi um excelente companheiro de jogatinas até ele parar de funcionar.

    Fiquei sem um console de videogame até começar a trabalhar, e quando fui desligado em 2003, com a rescisão de contrato fui disposto a comprar um PSOne, mas na Santa Ifigênia comprei meu PlayStation 2. Tenho o console até hoje, pena que seu leitor ótico não leia mais nenhuma mídia, mas está lá meu companheiro. Meu amigo me vendeu em 2010 um PS3, no qual joguei ele até 2016 quando iniciou problemas de superaquecimento e não resolver ligar para novas jogatinas. Decidi comprar um novo console, mas não parti para um PlayStation 4, e comprei parcelado nas Casas Bahia (grande carnê das Casas Bahia xD), e comprei o PlayStation 3 novamente, em minhas férias do ano passado, adquiri meu PlayStation 4, mas meu velho companheiro PlayStation 3 está junto comigo me proporcionando muitas horas de jogatina.

    Porque decidi comprar um 3 e não o 4, pelo tanto de mídia física de jogos que ainda não terminei, jogos que adquiri com a venda de amigos meus que partiram para o PS4, preço de banana os jogos a 30 reais cada um. Uma coleção de 73 jogos em mídia física, 25 mídia digital, fora alguns free que a PSN Store me dá.

    Para minha pessoa, meu PS3 vai me proporcionar mais de 1 ano ainda de jogatinas com amigos, novos amigos que vou conhecer, e alguns jogos que estou descobrindo e comprando a preço de banana.

    Mas, é o PS4? Ele também está me proporcionando horas de diversão, comprar jogos novos, lançamentos, pré-lançamentos com preços exorbitantes de 250, 299, 200 reais não é para meu bolso.

    Até lá, vou garimpando antigos jogos que antes estavam a este preço, estará em preços de banana, 30, 40 até 50 reais. Vou me divertir da mesma forma, pois será novidade.

    Comprei meu SNES onde meu padrasto e minha mãe jogam todos os dias Puzzle Bubble. Tenho algumas fitas dele, Rock’n’Roll Racing, Donkey Kong Country 2, Dragon Ball Z3.

    Tenho um PSP Go, PS Vita que me divertem durante a ida e vinda do trabalho.

    E uma materia para completar:

    No Brasil, PlayStation 2 se recusa a morrer.

    Então amigos, não decrete a morte de seu console, por mais que seu hardware hoje possa ser ultrapassado, obsoleto. Te garanto que ao abrir aquele jogo que tanto amou, vai divertí-lo novamente.

    @armkng

    International Superstar Soccer Deluxe

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      hizaki · 1 ano atrás · 2 pontos

      Cara seu texto foi sensacional, algo que me trouxe a infância e adolêscencia. Hoje só não tenho mais meu PS2, pois meu irmão emprestou a um amigo e deu problema na placa. Como já estava com PS3, dixei essa pendencia pra ela, penso em pegar um PS4, mas não irei me desfaser do 3, pois esse companheiro além de proporcionar horas de jogatina, foi e ainda é minha central multimidia.

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      kess · 11 meses atrás · 2 pontos

      Para as mortes dos consoles, pelo menos dos mais famosos, temos uma ressureição através dos emuladores... Os que ainda estão vivos, ainda precisamos de bolsos cheios... ou paciência, para juntar a grana e comprar os jogos um pouco mais datados e/ou esperar por promoções...

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      artigos · 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • anacmarc Ana Marcondes
    2017-12-22 18:35:55 -0200 Thumb picture
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    <p>Importante!</p><p>Começou a tramitar a PEC 51/20 - Alvanista

    Importante!

    Começou a tramitar a PEC 51/2017, que proíbe a cobrança de impostos sobre jogos eletrônicos e consoles. Saiba mais: http://bit.ly/2CVNKt7. Qual a sua opinião sobre a PEC? Vote: http://bit.ly/PEC51-2017

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

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  • 2017-12-17 21:28:03 -0200 Thumb picture

    Antigamente era mais díficil

    Medium 3577571 featured image

    Saudações e mais saudações para os Talkers de plantão.

    Ano de 2017 finalizando, chegando na reta final para o Natal e festividades para virada para 2018.

    E venho trazer a última leitura obrigatória para vocês amados leitores.

    Uma coisa que vejo em muitas comunidades, fóruns de games, até mesmo aqui no Alvanista, discussões e mais discussões.

    Eu sou jogador raíz, joguei na era do Atari, NES, Master System, e hoje em dia os games estão mais fáceis de finalizar. Jogador Nutella, nasceu na era de PlayStation 2 não sabe o que é jogo díficil, não sabe o que terminar Battletoads.

    Ai outros jogadores ficam falando, “Não, que jogo díficil mesmo é Dark Souls, quero ver você terminar ele sozinho sem ajuda, tem um boss que você não consegue matar ele.”

    Ai vem outros falando: “Ah, mas você viu videos no youtube, e assim fica fácil matar, quero ver passar na raça, no meu tempo não tinha isso.”

    Galera, vamos parar com isso, cada um se diverte da forma que gosta, da forma que quer.

    Não é porque a pessoa não vivenciou como foi a era dos anos 70, 80 e 90, que iremos crucificar eles. Cada um nasceu em uma época diferente, em anos diferentes, não posso dizer que amei jogar Atari nos anos 90 (quando tinha 10 anos), sendo que eu nasci nos anos 80. Os consoles de videogames na época era Atari que ali já estava quase morta, só pedindo um tiro de misericórdia na cabeça para acabar com o seu sofrimento, e tinha os milhões de derivados do NES, conheci o Master System e Mega-Drive, e eu ganhei o Super Nintendo e Game Boy Classic aos meus 15 anos. Tive o privilégio e tenho até hoje em ver a grande mudança que ocorre nos mercados de videogames. Sony PlayStation, SEGA Saturn, Dreamcast, 3DO, Atari Jaguar, Neo Geo e Neo Geo CD, Nomad, Game Gear, PlayStation 2, Nintendo 64, Game Cube, Virtual Boy, N-Gage, Neo Geo Pocket, Microsoft XBox, XBox 360, PlayStation 3, Wii, Wii U, Nintendo DS/3DS/2DS, e a atual geração PlayStation 4, XBox One e Nintendo Switch.

    Posso também ver que os PC’s também evoluíram muito (só não o sistema ruindows, pq ruindows continua sendo ruindows), até entrar a Steam, Origin, UPlay, Blizzard com seus programas para baixar seus jogos.

    O que posso comentar o porque antigamente era mais díficil, era mais fácil?

    Vamos falar da tecnologia da época, logicamente para ter um cartucho lançado para o console, tinha suas limitações, coisa que hoje em dia isso sobra até demais.

    Agora pense no programador de games, as produtoras de jogos, como colocar seu produto final nas prateleiras e serem agraciados por várias pessoas e ter um feedback positivo. Hoje em dia é muito fácil ter um erro e bug nos consoles, como estão conectados a internet, é só lançar uma correção e melhorias, pronto, problema solucionado.

    E para os consoles, NES, Master System, SNES, Mega-Drive, PlayStation, Saturn, 3DO, Neo Geo? Não existiu.

    Pois era interagir com o que os seus clientes queriam para diversão, e lançar desafios.

    Mega-Man do NES, não existem Save Points como um jogo atual existe, assim que ao término da fase aparecerá a tela de Password, anotar ela certinho, conferir antes de confirmar e pronto.

    Outro fator que é interessante, e que os games daquela época, foram espelhados igual aos games de arcades.

    Você chegando em um fliperama, primeira coisa, tenho que desembolsar uma grana, para comprar fichas. Vou escolher um jogo no qual me interesso, vamos começar a diversão.

    Você tem uma barra de vida, pontuação, números de vidas. Conforme você vai progredindo no jogo, sua pontuação aumenta, e como bonificação, ao chegar X pontuação você ganha uma vida. Alguns arcades você ganhava 1 crédito para um novo jogo.

    E quando sua barra de life chega no final? Você morre e perde 1 vida.

    E quando suas vidas acabavam? Ai apareciam as duas palavras conhecidas por players: GAME OVER

    Mas como faço para não ocorrer isso?

    Temos duas opções amigo: 1ª - ou você compra mais fichas e continua de onde parou para seguir no jogo (o que irá consumir mais grana sua); 2ª - melhore no jogo para que você possa chegar no final do jogo ou prosseguir por mais tempo.

    Os jogos em Arcades foram grandes precursores em minha vida de jogador. Até mesmo alguns jogos no Super Nintendo e Game Boy Classic, sempre procurei preservar a vida que eu tinha durante o jogo, até mesmo buscando atingir pontuação X ou caçando na fase uma vida extra para me ajudar durante as minhas jogatinas.

    O conceito de preservar vida em games atuais ficou praticamente obsoleto, pois cada jogo tem seu check-point, save-point, áreas seguras, e ao passar dela, você pode até morrer durante a jogatina, que você sabe que irá voltar para aquele ponto onde você salvou.

    A Fromsoftware desenvolveu a série Souls, onde o jogo o pune por cada morte que você tem durante sua jornada. Ela evoluiu muito seus games desde Demon’s Souls, Dark Souls, Dark Souls II, Dark Souls III, fugindo da temática Souls, um jogo exclusivo para PS4, Bloodborne, tem esta punição por cada morte que você tem no game.

    Por mais que você jogue a fase, você terá a Fogueira, que é como um ponto de partida da fase ou área, e quando você explora a área onde está, você terá seus inimigos. O jogo evolui seu nível assim como seu jogador evolui o nível, ele é balanceado. E quando você morre, você perde sua humanidade, e reinicia a fase da fogueira que você acendeu e todos os inimigos retornam dos mortos também. Qual a diferença, você terá que passar por todos, para buscar suas almas e humanidade. Jogo que quer trazer o que os antigos jogos trouxeram.

    Um outro fator que posso colocar nas dificuldades de jogos.

    A jogabilidade, isso é pelo fator da limitação tecnológica que o console possuía em sua época de lançamento. As produtoras de jogos trabalharam muito para nos trazer uma jogabilidade excelente. Nos dias atuais, você controlar um time do Real Madrid no PES 2018 ou FIFA 18 no XBox One ou PS4 e muito mais fácil, do que você pegar no PlayStation 2, XBox.

    Experimente jogar o Resident Evil 3, com os atuais Resident Evil 5, 6 e o 7, você sentirá uma diferença horrenda.

    Experimente você que jogava na época do NES e tente jogar Contra, ou pegue Shinobi do Mega-Drive.E gritante a grande diferença, pois vem a grande pergunta, como eu consegui jogar este jogo? Pelo simples fator de novidade, desafio, você leva por diversão.

    A galera que nasceu em meados de 2000 (PS2/XBox/Game Cube/Dreamcast), 2003 (PS3/XBox360/Wii/Wii U), 2014 (PS4/XBox One/Switch), vão ter a sua experiência nos jogos que é a geração deles. Temos nossos jogos nostálgicos como Top Gear, Rock’n’Roll Racing, International Super Star Soccer, a geração deles vão comentar sobre Shadow of the Colossus, Gears of War, The Last of Us, Pokémon Moon and Sun, Super Mario Galaxy entre outros.

    Em minha opinião, todos os jogos tem sua dificuldade, ou você que jogou God of War ou Devil May Cry não ficou frustado quando o próprio jogo lhe sugeriu baixar a dificuldade só para passar aquela fase?

    Dificuldade sempre haverá nos games, basta não relevar ou tentar falar que sua época foi a promissora.

    Segue um vídeo para darem risadas:

    @armkng

    Mega Man

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      pauloaquino · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Maldito conflito de gerações.

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      lordsearj · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Excelente post. Jogo desde a época do Atari, mas o jogo que "me fez ser um gamer" foi Castlevania. A partir dali, meu interesse foi outro, mudou de forma. Principalmente para os enredos. É apesar de tb ter terminado Castlevania III, Batman like e Ninja Gaiden II que eram bem difíceis, nunca terminei Battletoads ou Gouls and Ghosts, nem nenhum Mega Man. Nunca me adaptei. É não é vergonha nenhuma. O maior barato era a diversão. Hoje, jogo 0arw terminar, os jogos te dão todos os subsídios para isso. O último que quase desisti foi o MGS Rising Revenegance. Penei para passar do senador. Mas tb não fico nessa de platinar. Respeito, mas não faço. Por. Fim, vamos jogar gente. O negócio é se divertir.

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      avmunico · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Texto massa...

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  • 2017-10-01 13:15:46 -0300 Thumb picture

    Maldição dos Games: O que fazer após o término de um excelente jogo.

    Medium 3546195 featured image

    Fala galera Talkyana…

    Faz eras que não escrevo algo de interessante, apesar que minhas escritas não tem nada de interessante.

    Um tópico interessante para se comentar que ocorre com todo gamer:

    Acabei de terminar um excelente jogo, e agora o que faço?

    É uma pergunta que muitos acabam tentando procurar uma resposta, mas até lá, você acaba ficando sem ideia do que fazer.

    São vários jogos que acabam entrando em nossas vidas, alguns passam despercebidos, e tem aqueles jogos que marcam sua vida.

    Mas o que faz um jogo desses marcar tanto, que quando você termina ele, além da satisfação de poder falar “Terminei” ao mesmo tempo te faz ficar triste (vamos dizer assim).

    O que começa um grande nome de um jogo, é um conjunto de fatores: jogabilidade, gráficos (para alguns), enredo/história, personagens principais, vilões.

    Podemos citar também que na história terão momentos de: drama, suspense, medo, comédia, ação, luta, quebra-cabeças e mais alguns detalhes.

    Mas o porque que temos esta sensação?

    No momento que estamos a jogar, tem vários jogos que não sentimos algo que possa nos prender, fazer uma imersão ao game, cativar no personagem e até mesmo, ficar em seu lugar durante uma aventura.

    Quando um game traz uma diversão, sentimos o prazer em continuar jogando com ele, pois pode ser o popular entre muitos que estão jogando no atual momento, um exemplo disso são os jogos de futebol (FIFA ou PES). Ele traz aquela diversão em iniciar uma partida, ganhar de seu adversário, sair naquele empate no qual perdeu momentos no qual poderia ter finalizado o jogo, ou, ter a frustração de perder a partida.

    Até mesmo quando reúne aquela galera em casa, e começa aquela zoeira, é totalmente diferente do que digo neste artigo.

    Os jogos nos trazem uma diversão, até mesmo um mundo de fantasia, pode não existir na vida real, ou podemos sentir uma imersão no GTA V, onde fazer as missões junto com Travel Phillips, Michael ou Franklin. Causar o terror no modo história do jogo e ver o que apronta na cidade fictícia de Los Santos.

    Posso estar errado no modo como estou expressando, esse é um jogo que foi muito popular em todos, e que traz horas e horas de diversão com missões para seguir no jogo e suas missões secundárias para fugir um pouco e ver o acontece no decorrer da história.

    Os jogos de RPG’s trazem muito desta dinâmica e imersão, pois além de ter horas de jogatina garantidas, eles também trazem uma história a ser desvendada, e possíveis finais diferenciados no qual fazem você ter a vontade de correr atrás e descobrir o que ocorre se você toma uma decisão.

    Em plena era do PlayStation 2, XBox, Dreamcast e Game Cube, houve jogos épicos que traz este tipo de sensação, e faz com que ao término de cada jogo, você para dar aquele suspiro do tipo: “Caraca! O que foi isso?”, “Que jogo esplêndido, que aventura que final.” entre outras frases que acontecem no decorrer.

    Mas o questionamento é: O que você faz quando finaliza um excelente jogo?

    Muitos correm em buscar um outro jogo para suprir aquele que fez você jogar por horas e horas, alguns aguardam um tempo, trazendo na mente os pontos chaves e altos que o jogo proporcionou, até mesmo alguns chegam a se emocionar quando finalizam o game.

    As produtoras de jogos procuram trazem uma grande história, produção, e é claro, uma jogabilidade no qual faça você ter facilidades em mostrar suas habilidades no game.

    Em meu repertório de jogos, posso mencionar alguns que entrei na imersão e tive o prazer de finalizar alguns jogos, mas ao mesmo tempo, senti aquela tristeza e alegria, alegria porque finalizei o game e momentos e decisões na história do jogo, tristeza porque não sabia o que fazer depois de ter finalizado ele. Um sentimento vazio que ocorreu em mim kkk

    Atualmente durante a confecção deste artigo, estou jogando Dark Souls 2 (PS3) e Dark Souls 2; Scholar of the First Sin (Steam) e já devo ter finalizado ambos, mas ao iniciar o jogo e correr atrás de acender as Fogueiras Primordiais e tentar acabar com a maldição que ocorreu desde sua série inicial. É uma aventura no qual dei muita risada por conta das mortes imbecis que tive durante o decorrer do game, fora a quantidade de horas que levei para finalizá-lo, e a evolução que o personagem possui e decisões dentro do jogo em acender ou não a Chama Primordial e acabar com a maldição, ou, apenas abraçar a escuridão e deixar que o processo se repita novamente.

    Conheci alguns NPC’s do jogo que me ajudaram durante a jornada, como a Lucatiel de Mirrah, e ela conversa contigo sobre a maldição, sobre seu irmão, em se tornar uma espadachim em sua terra, ela ajudou bastante em alguns chefes e mini-chefes de fases. Conhece a treta entre Pate e Creighton, é o ser mais FDP do jogo se o liberar, Navlaan, ele consegue aparecer nos momentos mais criticos dentro do jogo e te dá um belo presente, uma morte dolorosa e impiedosa com seus Hexes que utiliza…(porque que eu liberei esse puto ¬¬).

    Tive outros games no qual eu me admirei por sua história e a beleza que o jogo o traz, entre eles são da produtora Naughty Dog: Uncharted, Uncharted 2 e The Last of Us, jogos belíssimos e com uma história que eu me impressionei ao finalizá-los.

    E vocês galera? Quais games impressionaram vocês? Qual sentimento tiveram ao finalizar eles?

    @armkng

    Dark Souls II: Scholar of the First Sin

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      pauloaquino · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Eu quase sempre jogo de novo, mesmo que do último save.

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      artigos · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      zandryx · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Eu tenho essa sensação com livros com mais freqüência, no caso dos games, como meu backlog ta imenso eu só parto pro próximo jogo fantástico mesmo RS assim essa sensação nunca acaba

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  • armkng Alessandro Almeida
    2017-07-22 21:48:25 -0300 Thumb picture
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    Evolução dos Jogos - Parte II

    Medium 3518608 featured image

    Bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada galera talkers…

    Estou continuando a saga da evolução dos jogos, comentando sobre minha opinião e o que acabei vivenciando nesses longos anos que jogo.

    Na primeira parte, comentei dos primeiros jogos que foram lançados, a grandes empresas que lançaram seus primeiros video games, Magnavox Odyssey, Atari, NES, Master System, SNES e Mega Drive.

    Lembrando que a SEGA, acabou lançando vários modelos de seus principais consoles, Master System e Mega Drive.

    O mais legal foi o upgrade que a SEGA tentou fazer no Mega Drive, lançando acessórios para mantê-lo a mais tempo no mercado e desbancar seu rival da Nintendo o SNES. Com versões lançadas do Mega-SEGA CD, Mega 32X, tentativas de ingressar rápido no mercado dos 32 bits, foi uma grande ideia no qual a SEGA mais tarde lançou o sucessor SEGA Saturn.

    E a galera que acabou adquirindo esses acessórios para o Mega Drive, acabou tendo novos títulos e jogos, assim também tivemos uma leve diferenciação em sua jogabilidade, gráficos um pouco melhorado. Embora que os jogos lançados na época, eram os mesmos que a pessoa possui, até mesmo em locadoras, eram poucas que aderiram em alocar os jogos da nova plataforma da SEGA.

    Nesta imagem: Mortal Kombat II - da esquerda Mega Drive e o da direita Mega 32X

    Eram poucos jogos exclusivos da própria plataforma, claro que sua tecnologia e investimento estavam em cima do novo sucessor para era 32 bits que foi o SEGA Saturn.

    Também tivemos uma grande parceria entre duas gigantes, Nintendo e a Sony, que com primeiro intuito da Sony, foi o protótipo do que é o PlayStation para o Super Nintendo, para que seu console rode jogos em mídia de CD.

    Parceria que não vingou por conta da própria Nintendo que acabou fechando uma parceria com a Philips, que mais tarde veio o console que pela primeira vez no mercado de videogames, e começar a brigar com 2 gigantes no mercado SEGA e Nintendo, mostrou do que foi capaz.

    Entrando na era de 32 bits (finalmente), tivemos a iniciante Sony com seu PlayStation no mercado e lançando jogos com nova jogabilidade e gráficos inovadores, assim como a SEGA que veio com seu novo console Saturn, e a Nintendo mais tarde lança seu novo console o Nintendo 64.

    Para muitos que leem este artigo, esta foi a geração no qual muitos começaram a conhecer os jogos de videogames, e a geração do NES e Master System já começaram a amadurecer e ter um entendimento maior, e poder de crítica boas para poder comentar com os amigos, primos e outras pessoas.

    A evolução do jogo deu um salto maior, em sua jogabilidade e gráficos que muitos mesmos pensavam que estavam vendo que o futuro ia ser aquilo que mostravam, e que não haveria como evoluir mais.

    A imagem por si só já fala, no jogo Super Mario 64, a inovação e diferença dos jogos na plataforma 16 bits é um salto maior, mostrando uma visão frontal em 3ª pessoa, fora a liberdade em explorar o cenário, mostra uma grande evolução no jogo, gráficos e jogabilidade.

    Com evolução da tecnologia, tudo o que pensávamos naquela época em ter no jogo, ali já era possível de acontecer.

    Em meados do lançamento do Sony PlayStation (1994), Sega Saturn (1994) e Nintendo 64 (1996), para muitos é onde conheceram os consoles de videogames, e as videolocadoras alugavam horas de jogatinas para muitos que leem este artigo. Ainda no mesmo espaço dos consoles de 8 e 16 bits, estavam apresentando-se e mostrando que o futuro já havia chegado e se instalado.

    Tanto que isso gera um outro assunto que é de Nascimento e Morte dos Consoles, o quanto tempo eles duram, e o que eles tanto trazem ao relembrarmos, mas isso fica para um novo artigo que escreverei mais para frente.

    O nível de qualidade de jogos que saíram nesta época, foi de extrema qualidade e traz nostalgia para muitos. Quem não se lembra dos sustos ao jogar Resident Evil 3 Nemesis, ao passar pelo corredor e do nada o Nemesis pular e quebrar a janela? Aquela fase treta do Mega-Man X6 onde você descobriu que tem que utilizar a armadura ninja do X para passar dos espinhos? Entrar na fase com o Mario e sair escorregando no tobogã e coletar todas as moedas e estrelas para concluir a fase? Saber escolher a resposta correta para prosseguir no jogo com o Cloud em FFVII?

    Outros fabricantes se aventuraram em trazer consoles de peso, mas com as 3 gigantes na batalha de titãs, não houve muito espaço, até porque eles nem sabiam como começar ou tentar pegar uma parte da fatia do bolo e poder concorrer com eles.

    O console 3DO (lançado em 1993), veio numa junção de parceria de 3 empresas: Sanyo, LG e Panasonic, e trouxe uma inovação em seus jogos, totalmente diferentes de seus concorrentes, jogos como: Gex, Road Rash, Road & Track The Need For Speed, Super Street Fighter II X, Crime Patrol, Demolition Man, Space Hulk, entre outros títulos.

    A Atari, ela tentou voltar ao mercado e brigar com os gigantes lançando seu console o Jaguar, que lançou o marketing informando que seu console possui 64 bits, sendo que na verdade ele possui 32 bits. Com jogos inovadores, trouxe uma lista de jogos totalmente para atrair seu público que não vingou muito, entre eles tivemos títulos como: Alien vs Predator, Atari Karts, Battle Sphere, Doom, Double Dragon V The Shadow Falls, Dragon: The Bruce Lee Story, Flashback, Highlander, International Sensible Soccer, Kasumi Ninja, NBA Jam Tournament Edition, Pitfall The Mayan Adventure, entre outros.

    O Atari Jaguar foi descontinuado em 1996, onde seus números de vendas não foram muito favoráveis para a empresa que se empenhou a lançar jogos para as plataformas existentes.

    Tivemos outras empresas que tentaram entrar na competição, mas com a briga acirrada entre SEGA X Nintendo X Sony, não abriu muito espaço do mercado para estas companhias, que refletem em jogabilidades.

    Abrindo “Aspas”

    Neste meio de pesquisas, acabei deixando de lado um console importante da indústria dos games, que trouxe jogos importantes que são mencionados até hoje pela galera e sempre aquele fliperama da esquina (se é que algum exista) tem seus jogos.

    O console que trouxe uma inovação, se tratando de jogos de luta foi a NeoGeo, que trouxe 2 tipos de consoles nas gerações de 16 bits e 32 bits. O primeiro console utilizava cartuchos igual ao SNES e Mega Drive, lançado em janeiro de 1990.

    Seu segundo console de 32 bits, veio com mídia CD e lançado em 1994, e teve uma boa aceitação de seus fãs. Único problema era seus loadings eternos, que muitos falavam que dava para você estourar pipoca e tomar um banho e o jogo não carregou ainda.

    E na virada do Bug do Milênio, onde todos estavam com medo da data dos computadores virarem de 1999 para 1900, onde não ocorreu isto.

    Tivemos uma nova geração no começo dos anos 2000 com novos lançamentos, o que não imaginávamos que poderia ocorrer nos consoles, foi grande marco na indústria dos videogames, onde o mundo acabou virando os olhos para os jogos e consoles.

    Vamos falar hoje do pioneiro da geração de 128 bits, que foi a SEGA que veio com seu novo sucessor. Falamos do Dreamcast, que veio antes dos anos 2000, lançado em novembro de 1998. Trouxe jogos inovadores, gráficos melhorados e sua jogabilidade também veio arrasando.

    Batendo de frente na novata Sony com seu PlayStation e a Nintendo com seu N64, trouxe jogos memoráveis como Dead or Alive 2, Shenmue (que muitos idolatram este jogo), Resident Evil Code Veronica, Sonic Adventure, Crazy Taxi, JetSet Radio entre muitos outros.

    A linha de tempo que surgiu desde o primeiro jogo lançado e seu console, até o momento, foram um salto enorme, o que fez com que a indústria de videogames pensasse de forma totalmente diferente com relação, e ao invés de diversão, também um meio para fazer com que estudos se formassem em cima de games.

    O Mercado de games teve um impacto significativo quando a era dos 128 bits entrou, trazendo novos e potentes consoles de mesa, fazendo com que assim, aquilo que a anos passado por gerações, trouxesse uma nova menção e significado para todos o que vemos.

    No começo dos anos 2000, a Sony PlayStation já veio com apostas grandes com seu segundo console lançado no mercado o PlayStation 2, vindo logo em sequência a mais nova novata a querer uma fatia do bolo do mercado de games a Microsoft com o XBox, a Nintendo segurou um pouco lançando no ano seguinte seu Game Cube e como de praxe de seus consoles a mídia proprietária dela o Gamecube Optical Disc.

    A grande leva de games que foi lançada nesta geração, marcou muitas gerações old gamers, e nova gerações foram criadas nos lançamentos destas poderosas máquinas de entretenimento, a grande variedade e biblioteca de jogos que ambas trouxeram.

    As first parties das empresas investiram pesados e trouxeram grandes nomes como God of War II para PlayStation 2, Pokémon Colosseum para Game Cube e quem diria, a Microsoft apostando em um game de PC para seu console o mais famoso em FPS, Counter Strike para XBox.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)God of War II - Playstation 2

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Counter-Strike - XBox

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Pokemon Colosseum - Game Cube

    Seja você meu caro que começou jogando lá no começo dos anos de 1970 ou que começou recente na era atual que temos hoje com XBox One, PlayStation 4, Nintendo Switch, não importa qual a era que você iniciou, qual o console que te marcou, ou qual jogo que é simplismente o mais foda de todos os tempos.

    O que venho trazendo para vocês, não é uma pesquisa oficial, até porque todos podem fazer este tipo de pesquisa e iniciar sua opinião.

    A grande questão no qual temos que agradecer a grande guerra de consoles que todo ano as fabricantes trazem, a cada conferência, a cada feira, a cada novidade. Temos que ter a mente sempre aberta que a evolução dos jogos não para. Vamos ter sempre novidades para acrescentar para nós, termos experiências no qual você anos seguintes poderá falar para seus filhos, amigos netos, ou outra geração.

    Informa que os jogos que temos nos dias atuais, vieram graças a mentes brilhantes, e a evolução da tecnologia dos games.

    Ou você ainda vai manter a mente pequena e ficar criando atrito com seu amigo dizendo que jogo X e melhor que jogo Y?

    Pense bem, , evolua a sua mente e deixe seus comentários abaixo informando, o que você participou e o que te lembra dessa grande evolução de jogos que crescerá mais.

    @armkng

    Micro Machines V3

    Plataforma: Playstation
    32 Jogadores

    32
    • Micro picture
      santz · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Foi ai que mudei da Nintendo para o Sony. Uma curiosidade que ouvi falar nesses últimos meses é que não existe geração 128 bits. paramos na era 64 bits, assim como os computadores. O que temos é a evolução dos núcleos dos processadores, velocidade de processamento, memória, etc. O Dreamcast, por exemplo, utiliza um processador de 32 bits.

    • Micro picture
      artigos · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 1 ano atrás · 1 ponto

      Lembro de um dos maiores "ismos" da época das locadoras, bem nesse período da evolução... a dona da locadora havia adquirido o Dreamcast, e apostava que seria o grande videogame da vez, e se recusava a comprar o PS2, pq achou que não vingaria... hahahah... ledo engano...

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