• andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-04-25 18:36:23 -0300 Thumb picture

    DAYS GONE.

    Mais atualizações acerca as notas deste lançamento...

    SEGUE:

    LevelUp: 94
    PlayStation LifeStyle: 90
    GameSpew: 90
    SpazioGames: 88
    Video Chums: 88
    Hobby Consolas: 87
    Power Unlimited: 86
    Worth Playing: 85
    WCCFTech: 84
    GamePro Germany: 82
    The Games Machine: 82
    Everyeye.it: 82
    Atomix: 80
    Attack of the Fanboy: 80
    Darkstation: 80
    Gamer.nl: 80
    VideoGamer: 80
    Meristation: 80
    The Escapist: 80
    Vandal: 80
    We Got This Covered: 80
    XGN: 80
    Hardcore Gamer: 80
    IGN Itália: 80
    IGN Espanha: 80
    JeuxActu: 80
    M3: 80
    PLAY! Zine: 80
    PlayStation Universe: 80
    App Trigger: 80
    COGconnected: 80
    Digitally Downloaded: 80
    Eurogamer Itália: 80
    Game Revolution: 80
    Gaming Nexus: 80
    4Players.de: 80
    Game Informer: 78
    Multiplayer.it: 78
    Merlin’in Kazani (Turquia): 77
    3DJuegos: 75
    Gameplanet: 75
    Areajugones: 75
    Easy Allies: 75
    Jeuxvideo.com: 75
    TrueGaming: 75
    Post Arcade (National Post): 75
    Games.cz: 70
    USGamer: 70
    Trusted Reviews: 70
    GamesRadar+: 70
    PSX-Sense.nl: 70
    Push Square: 70
    Press Start Australia: 70
    New Game Network: 66
    Millenium: 65
    God if a Geek: 65
    IGN: 65
    CGMagazine: 65
    Critical Hit: 65
    Digital Spy: 60
    GamingTrend: 60
    Guardian: 60
    Gameblog.fr: 60
    Screen Rant: 60
    Stevivor: 60
    TheSixthAsix: 60
    Twinfinite: 60
    Metro GameCentral: 60
    Destructoid: 60
    EGM: 55
    Telegraph: 50
    Digital Trends: 50
    GameSpot: 50
    Variety: 50
    The Daily Dot: 40
    Slant Magazine: 30

    Os elogios ficam por conta da narrativa, com uma boa intensidade, ambientação repleta de perigos e por um gameplay mais descompromissado.

    Já as críticas ficam por conta do desempenho técnico em determinadas situações, tiroteios sem muita emoção e por fazer “só o básico”.

    Analisando com um pouco mais de cuidado os números (76 críticas) temos que:

    46 avaliações (60%) o colocam como “bom” ou “muito bom“: >= 75

    28 avaliações (36%) classificaram como “mediano“: >= 50 

    02 avaliações (2,6%) o apontam como “ruim“: <= 40

    Days Gone

    Platform: Playstation 4
    262 Players
    28 Check-ins

    32
    • Micro picture
      mateusfv · about 1 month ago · 3 pontos

      Bem eu não joguei e vi muito pouco então nem dá pra dar nota, mas o interesse que tenho por ele desde a primeira vez que vi é 0 hsushsh

      2 replies
    • Micro picture
      onai_onai · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu li rápido e vi Gays Gone...

      3 replies
    • Micro picture
      bymyself · about 1 month ago · 3 pontos

      Não me deu um pingo de vontade de jogar esse jogo. Por isso quando for jogar provavelmente vou me surpreender e gostar dele... XD
      Acho que em grande parte foi o hype que o primeiro vídeo causou. Nele a orda de zumbis era gigantesca e os gráficos estavam bem mais detalhados que o que foi mostrado na E3 seguinte. Acho que The Last of Us 2 tirou um pouco do brilho dele tbm, pelo menos para mim...

      1 reply
  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-16 08:05:47 -0300 Thumb picture

    Os Zumbis e a Cultura Pop

    Medium 3662034 featured image

    Data original do artigo: 01/05/2015
    Site original da postagem: Co-op Geeks

    Os zumbis, ou mortos-vivos, estão atualmente dominando a cultura pop. Seja em jogos, filmes, séries, quadrinhos, e até mesmo livros, os monstros caíram no gosto do púbico e são infinitas as possibilidades em que as criaturas são usadas. Mas você conhece a origem de tudo isso? Nesse artigo especial, você conhecerá um pouco mais, sobre os terríveis zumbis.

    Origem

    A origem do termo “zumbi” é incerta, mas acredita-se que se deriva de nzambi ou nzumbi, que significa “divindade” ou “espírito ancestral”, em dialeto africano. O berço dessa origem é no Haiti, lugar onde acontecem rituais de vodu, prática que tem fortes ligações com os zumbis. Durante essas cerimônias, as pessoas dançam, entram em transe e incorporam entidades chamadas Iodas, e comem animais sacrificados. Entre esses praticantes, há os Bokos (feiticeiros), que seriam capazes de ressuscitar cadáveres e torná-los seus escravos, trabalhadores sem vontade própria. Isso seria possível pela ajuda de um pó venenoso, que deixa a vítima catatônica (esse pó é feito com ossos humanos pulverizados, lagartos, a carcaça de um sapo venenoso e um verme aquático, mas o principal ingrediente para esse pó é o peixe baiacu. Todos são grelhados e depois triturados em um pilão). E é assim que os zumbis ganham vida, segundo a cultura haitiana!

    Nós gamers, estamos acostumados com outro tipo de histórias sobre a origem dos zumbis, contadas em jogos como Resident Evil, Left 4 Dead e Dead Rising etc; Através desses games, outra teoria é levantada e aceitada por várias pessoas para a explicação da existência de zumbis: Vírus! Uma epidemia por animais e/ou roedores urbanos poderia causar uma contaminação de centenas de pessoas e torná-las zumbis. Uma pessoa infectada, em 2 horas, terá dor de cabeça, febre e calafrios; Em 24 horas, entra em coma profundo, parecido com a morte, e seus sinais vitais diminuem gradativamente; Em 30 horas, a transformações é completa: o zumbi não responde a estímulos e só age em uma função básica: se alimentar de carne humana!
    Os zumbis não vivem para sempre, pois mesmo sendo essas aberrações todas, eles são cadáveres ambulantes e seus corpos ficam expostos, sendo fácil alvo de bactérias que causam a sua decomposição. O zumbi pode viver, no máximo, 1 ano. No início de sua transformação, a pele adquire manchas e feridas abertas, alimento ideal para as bactérias. Depois de um tempo, orelhas, nariz, dedos dos pés e das mãos apodrecem e caem. Passando mais tempo, os ossos ficam expostos, fazendo com que parte dos braços, alguns dentes e olhos sejam perdidos. Com o passar do tempo, eles não conseguem nem se manter em pé, causando, definitivamente, sua morte.


    Curiosidades

    - Zumbis sofrem de miopia grave, enxergando o mundo em preto e branco. Também não escutam muito bem, mas tem um olfato excelente, assim farejam suas vitimas a quilômetros de distancia;
    - Eles não respiram, assim não precisam de hemoglobina, explicando o fato deles obterem um sangue escuro e grosso. Sua respiração é feita por contrações musculares do corpo;
    - Toda a carne humana ingerida pelos zumbis vai para seu intestino, onde apodrecem e são expulsas, mas eles não precisam se alimentar para se manterem vivos, fazendo com que isso se torne apenas uma caça por mero prazer doentio.


    Infestando os games

    A cada dia que passa, mais jogos com o tema voltado para apocalipse zumbi são lançados. Além dos já citados Resident Evil, Left 4 Dead e Dead Rising, o game mais atual a colocar zumbis como inimigos, foi o aclamado e bem sucedido The Last of Us, que diferentemente da maioria dos games, a causa da infecção não é um vírus, ou experiência biológica, mas sim a ação de um fungo existente no mundo real, chamado cordyceps. O fungo domina o hospedeiro e o transforma em uma criatura hostil e sanguinária. Diversas mutações acontecem no decorrer do tempo de infecção. O parasita por fim, termina o ciclo de transformação deixando o infectado quase sem características humanas.

    Infectando de diversas formas

    A série em quadrinhos The Walking Dead, que ganhou uma série de TV e em seguida dois jogos de videogame, também é uma das responsáveis pela propagação do sucesso que os zumbis estão fazendo atualmente. Porém, nesse caso, o motivo da infecção não é revelado.

    Quanto tempo irá durar essa epidemia?
    Podemos ter certeza de que a moda zumbi permanecerá na cultura pop por um longo tempo, já que o contexto em que as criaturas podem ser inseridas é infinito e cheio de espaço para criação e adaptação. Como por exemplo, a subdivisão de gêneros onde zumbis podem aparecer em títulos de ação, terror, ou num conjunto de ambos. 

    Resident Evil 6

    Platform: Playstation 3
    6356 Players
    437 Check-ins

    31
    • Micro picture
      roberto_monteiro · 9 months ago · 2 pontos

      Muito legal!

      Eu acho incrivel como á uma liberdade para criar algo relacionado ao mundo zombie, se olharmos World War Z o infectado se transforma em questão de minutos, Outros, igual você citou, podem demorar dias.
      Em Walkin Dead todos já estão infectados, o que eu acho que nunca vi em outro lugar..

      Mas de fato, Zombies everywhere! haha

      1 reply
    • Micro picture
      mattfenrir · 9 months ago · 2 pontos
      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2017-12-06 18:48:11 -0200 Thumb picture

    Eeeeeee... começou!

    É hora de largar esse sentimento de saudade que TRICO me deixou (THE LAST GUARDIAN). E nada melhor do que dilacerar zumbis com ESCAPE  DEAD ISLAND (2014)...

    Comprei esse game super barato (menos de R$10,00) então já era hora de começá-lo. A série DEAD ISLAND e suas inspirações modernas como DYING LIGHT são excelentes games do gênero. Mas será que esse third person tão colorido com um "estilo HQ de ser"... é bom?                           

    O game tem início num laboratório e, com instruções de XIAN MEI no áudio (sim, personagem jogável do primeiro game) somos largados num caótico cenário que antecede os acontecimentos de DEAD ISLAND.

    Graficamente é tudo muito simples, porém de certa forma apresentável. Gameplay mediano, sem grandes elogios tampouco negativismo. É cômico as onomatopeias que pipocam na tela ao estilo do clássico seriado televisivo do BATMAN... POW!

    DESTAQUES POSITIVOS no pouco que joguei: NÃO HÁ HUDs (a tela é limpa de informações), dá pra usar CENÁRIO À SEU FAVOR.

    O game avança alguns dias e... você encarna esse gostoso ae de jaqueta vermelha (CLIFF CALO) e seus amigos investigadores (nuss...ficou parecendo chamada de SCOOBY DOO).                                                                       

    O game é repleto de colecionáveis: GRAVADOR DE VOZ, FOTOS, ESTÓRIAS, REGISTROS, CARTÕES POSTAIS... Como um investigador (ao estilo DEAD RISING) você sai tirando foto de tudo em que, ao ser enquadrado, pisca de verde. São quase 90 fotos à serem tiradas...

    Assim como METAL GEAR SOLID... há momentos (simples) de STEALTH onde pode-se matar inimigos furtivamente. Outra similaridade é a exclamação na cabeça dos inimigos nos instantes em que eles lhes percebe (seja por som emitido por você ou se expondo visualmente).

    Temos à disposição armas de fogo... e nada mais gostoso que um BANG pipocando sob uma cabeça estourada dum zumbi.  Na praia de BANOI não demora muito para saber que a empresa GEOPHARM está por trás dessas atrocidades...

    Outro ponto bacana no game é que certas áreas são acessadas apenas com respectivos itens equipados como LANTERNA e MACHADOS.

    REVIEWS mundiais foram avassaladoras (no mau sentido) com notas geralmente abaixo de 6/10. Até o momento estou achando um game simples porém divertido. Acho válido uma notinha de 6/10 SE O GAME FOR BARATO e/ou DE GRAÇA. Senão não vale gastar dinheiro nele... Essa REVIEW abaixo inclusive escrachou... 3/10... kkkkkkkkkk

    Escape Dead Island

    Platform: Playstation 3
    25 Players
    9 Check-ins

    24
  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2017-11-07 13:56:24 -0200 Thumb picture

    ​E 8 ANOS DEPOIS, CONHEÇO KILLING FLOOR...

    Medium 3561058 featured image

    Uma das minhas estratégias para seguir jogando, mesmo com um computador simples (sem nenhuma peça alterada e placa de vídeo Intel Graphics 2000!) é jogar muitos games indies e títulos antigos.

    Na minha busca por “joguinhos simples” e com “pouco objetivos” me deparei com uma série de títulos que, na falta de nomenclatura melhor, eu considero simplesmente como “Survival Waves”: Jogos de FPSs basicamente Arcades onde história não é o foco, as fases não possuem objetivos ou itens para serem coletados e a única missão do jogador é matar uma quantidade especifica de inimigos (ondas e ondas de inimigos – daí a ideia de chamar estes jogos de Survival Waves...).

    Depois de finalizar alguns ao longo deste mês, notei que um deles tinha um considerável destaque na Steam e era significativamente antigo para eu ter certeza que rodaria no meu PC.

    Killing Floor, conforme descobri depois, foi lançado em 2009, um ano após o lançamento de Left 4 Dead e, seja por coincidência ou por outros motivos, possui bastante elementos em comum com o título da Valve: É um jogo com foco no cooperativo online, onde você praticamente apenas mata um monte de zumbis diferentes em fases rápidas. Mas basta iniciar a jogatina para notar as grandes diferenças entre ambos os jogos.

    Acho que praticamente todo mundo conhece ou já ouviu falar de Left 4 Dead, por isso não vou focar nas características deste, mas em relação à Killing Floor, ao menos quando consideramos o pessoal mais novo, não é tão comentado assim, por isso é interessante informar: Em Killing Floor o foco na cooperação é levado ao extremo, pois os personagens jogáveis são divididos em classes que possuem seu papel “mais ou menos” determinado dentro da aventura. Além disso, as classes funcionam com um leve elemento de RPG, se fortalecendo a cada novo nível conquistado pelo jogador. Esse “nível de classe” possui influência direta na dificuldade que você deve jogar o game. Apesar de KF não possuir zumbis especiais que incapacitam o jogador e obrigam um aliado à resgata-lo da morte certa, os infectados mais fortes podem matar um personagem com poucos golpes; deixando praticamente tudo na mesma, apesar de você possuir mais chances de sair vivo sozinho em KF (se tiver uma boa experiência!).

    E ai começaram os meus problemas no game; problemas estes que justamente me fizeram gostar bastante dele: O absurdo salto de dificuldade de um modo para o outro e o papel que a classe deve representar dentro das partidas!

    Inocentemente, após instala-lo  no PC e chagar cansado de um dia de trabalho, o plano era “me distrair” explodindo umas cabeças de zumbis. Iniciei o game, aprovei na hora a trilha sonora agressiva, gostei das classes que podia escolher e escolhi a minha com base nas armas que usava; resolvi jogar de Comando, pois era a única classe que ganhava bônus de ataque utilizando rifles automáticos (que são minhas armas preferidas em qualquer FPS). Depois da classe vi os níveis de dificuldade e, como padrão em qualquer jogo novo que experimento, resolvi iniciar no “Normal”.

    Uma hora depois, após tentar jogar 6 fases diferentes no “solo mode” e perder em TODAS elas, percebi que estava fazendo alguma coisa errada... ^_^

    Killing Floor havia sido O PRIMEIRO jogo de Survival Waves que eu não havia conseguido terminar NENHUMA fase jogando sozinho e no nível de dificuldade normal. Isso me chamou atenção de maneira positiva e resolvi pesquisar um pouco mais sobre o game para descobrir onde estava errando....

    Descobri que deveria ter feito isso ANTES de jogar, pois eu estava fazendo tudo errado... :D

    Pra começar existe esse lance do “papel que as classes devem representar numa partida”: Após ler vários artigos sobre Killing Floor e umas dicas da comunidade, descobri que a classe que eu escolhi e que utiliza minhas armas preferidas, é basicamente um personagem de suporte dentro de uma fase; ela é ótima para controlar multidões de inimigos, matar pequenos tipos de zumbis mas totalmente fraca contra os monstros maiores (sendo justamente na hora que os monstros maiores aparecem em grande quantidade que eu perco a partida!).

    E por fim tem o nível de dificuldade do jogo, diretamente afetado pelo level da sua classe: Para novatos que ainda não conhecem as manhas dos mapas, as estratégias para vencer cada tipo de zumbi e que armas usar em cada situação (ou seja: Para quem está iniciando no título!) é recomendado jogar no nível “Beginner” até upar a sua classe preferida à um level intermediário e começar a se arriscar no normal...

    Estas são praticamente as dicas básicas de todos os guias de Killing Floor que você irá ler; seja na Steam ou na Wiki do próprio game!

    É claro que é totalmente possível terminar o game forever alone usando classes de suporte, mas é o tipo de coisa que vai exigir do jogador uma boa dose de dedicação, paciência e treinamento! Justamente o que precisei fazer nas 30 horas inicias que estive jogando KF!!!

    Só depois que consegui upar a classe Comando ao level máximo (seis!), entender como matar os zumbis maiores com as limitações do meu conjunto de equipamentos e decorar alguns locais de certos mapas onde era possível evitar que os ZEDs me cercassem, eu consegui terminar uma partida em Solo Mode, na dificuldade Normal, como minha classe preferida kkkk. ^_^

    Apesar de ainda achar o salto de dificuldade entre o modo Beginner e o Normal absolutamente bizarro (enquanto no primeiro eu conseguia terminar tudo com pouca dificuldade, mesmo jogando com o maior número de ondas inimigas possível, no segundo eu raramente consegui chegar no chefão final, mesmo jogando com o menor número de ondas inimigas possível!), Killing Floor me conquistou pelo desafio proposto.

    É visivelmente um título que não foi feito para ser jogado sozinho, mesmo existindo um modo Solo para escolher no menu inicial, mas acredito que posso termina-lo na maior dificuldade (Hell on Earth) e destravar todas as conquistas. Vou precisar de bastante pratica e paciência é claro, mas como estourar cabeças de zumbis em vídeo-games é uma prática quase terapêutica, acredito que posso dar conta do desafio.

    Killing Floor

    Platform: PC
    1579 Players
    121 Check-ins

    22
    • Micro picture
      jclove · over 1 year ago · 2 pontos

      Foi um dos poucos jogos que eu joguei bastante online anos atrás (mas não cheguei em level 6 com nenhuma classe XD)

      Ele roda em qq pc pq usa a unreal engine 2,chegou a olhar no online se ainda tem alguém? tinha uma comunidade gigante e os deves deram suporte adcionando novidades por anos, até sair o 2,

      Terminar todos os mapas sozinho é MUITO dificil e cansativo, ve se arruma aguem pra jogar em grupo que o jogo fica muito melhor e a dificuldade se mantém. A hell on earth no solo acho que é meio impossivel.hehe

      7 replies
  • jailsonbraga Jailson Rodrigues Braga
    2017-10-20 15:51:42 -0200 Thumb picture

    Desafio Zumbi

    Na teoria fui marcado neste @desafio por @joanan_van_dort (ele vai entender o teoria... haha) e posteriormente pelo @slashgoodboy pq eu sou uma pessoa carente afetiva aparentemente (hahahah)

    Zumbis não são muito minha area principal de conhecimento (ja que eu sou bundão pra qualquer coisa envolvida com terror/horror/suspense ) mas ao mesmo tempo acho o tema super interessante... Principalmente porque dos tipos de Apocalipse que podemos passar, o genero zumbi parece o mais provavel (depois é claro do Apocalipse Nuclear...)

    Então...vamos ver o que sai:

    - O principal: de que zumbis estamos falando?

    Bom, eu meio que vou "quebrar as regras" um pouco... E os zumbis que eu vou me referir aqui não são bem zumbis mas, ao mesmo tempo, são responsaveis por zumbis... A ameaça desse Apocalipse Zumbi seriam os Reapers de Mass Effect.

    Os Reapers são de forma essencial um conjunto de mentes organicas que são carregadas em maquinarios e, de certa forma não são zumbis por si só... MAAAAAAS... Eles tem um processo chamado de Indocrinação que é uma especie de manipulação mental onde seres organicos perdem seu livre arbitrio e atuam apenas como servos sem mente dos Reapers para os seus objetivos...

    Outra forma que os Reapers tambem atuam são transformando corpos organicos em criaturas tecnologicas sem mente chamadas Husks (que são bem mais similares ainda aos zumbis) que são basicamente os cannon folders da especie.

    Ou seja...apesar de tecnicamente não serem zumbis, os Reapers tem uma serie de criaturas "zumbificadas" a sua disposição para os seus propositos então.... Eu vou de Reapers.

    - Um(a) parceiro(a) pra todos os momentos:

    Super complicado pensar nisso porque, como quem me marcou citou, obras com zumbis tem a tendencia a ressaltar como a solidão seria permanente na sobrevivencia do Apocalipse Zumbi. A mortalidade é algo tão frequente que ter alguem do seu lado pode ser uma puta benção como ao mesmo tempo pode ser uma puta maldição.

    Mas...se for para ter alguem do meu lado para enfrentar essa treta toda...Seria ninguem menos do que o personagem Ash da série Evil Dead (cujo nome em portugues fugiu da minha cabeça e agora eu to com preguiça de ir pesquisar no Google). O cara e carismatico... ele é um sobrevivente competente e com certeza sei que não ia tomar um backstabbing por parte dele e sem falar que o cara tem uma FODENDO serra eletrica no lugar da mão.

    - Um(a) que morreria logo que o apocalipse começasse:

    Sem sombra de dúvida eu!!! hahahahaha

    Pra começar eu tenho zero aptidões de sobrevivencia. Sem falar que eu moro em São Paulo... é muita gente junta pra não ter dúvida de que ia dar merda... Ainda mais porque eu sei que tem gente mais inepta do que eu por ai logo eu ia estar em desvantagem numérica em relação a sobreviventes/zumbis em pouquissimo tempo.

    Analisando friamente... Acho que eu nao ia passar do portao do meu condominio sem ser zumbificado por algum vizinho imbecil. Cara... isso é muito triste se voce para pra pensar... =/

    - Uma arma porreta de boa:

    Bom... Estava entre armas ficticias e armas reais... E eu decidi ir por armas reais porque armas ficticias são extremamente overporewered e ai fica facil ne? Então... Apos muito pensar eu acho que eu iria de Katar.

    Katar e uma variação de Adaga Indiana que possui uma manopla que tem proteção nos braços (ai se voce cobre por exemplo essa manopla com 1 camada consideravel de couro por exemplo, minimizaria riscos de mordida) e, com isso acho que seria um par de armas efetivo para ataque E defesa.

    Sem falar que ficaria extremamente badass aos olhos dos outros que estivessem me vendo por ai (ou nao ne...com minha sorte eu nem ia conseguir estrear essas belezinhas)

    - Um remedinho levanta caveira:

    Não é bem um remédio... mas seria tão efetivo quanto...

    A Mercy pos rebuild seria uma boa não? Ela pode te curar em tempo real e se der merda ela ressuscita um aliado a cada 30 segundos... e só torcer pra não morrer, ser ressuscitado e morrer de vacilo novamente...

    Hmmm... pensando bem... sera que eu posso trocar a Mercy como minha companheira no lugar do Ash?

    - Comiiiiiidaaaa, please:

    Então.... não sei se é aplicavel... Mas acho que a comida mais efetiva para sobreviver no apocalipse zumbi seria o Pão Lemba (de senhor dos aneis) com uma pasta de feijão senzu (de Dragon Ball) onde voce teria recuperação total fisica/mental/espiritual em uma refeição só...

    So nao lembrei de nenhuma outra comida ficticia que supriria a sede então...vai agua mesmo. xD

    - Daqui não saio, daqui ninguém me tira (um esconderijo dos bons):

    Eu pensei em varios lugares ficticios... Mas acho que o unico lugar real que eu senti que ficaria de boas mesmo mesmo seria a ilha de Alcatraz. O complexto onde ficava a prisão federal de Alcatraz atualmente tem até uma possibilidade de ser auto sustentavel, devido geradores aeolicos, espaço da ilha onde se é possível cultivar vegetação (comida...yay), captadores de humidade para agua e também a possiblidade de pesca nos arredores.

    Hmmm...sera que todos esses recursos foram inclusos na ilha pensando num possivel Zombie Outbreak? Fica o pensamento...

    - Uma música pra embalar o apocalipse (se tiver aquele radinho velho, com a antena colada com fita):

    Serei super clichezão porque todas as vezes que eu por exemplo joguei RPG que envolvia zumbis ou jogos que tem zumbis no meio eu nao consigo não pensar em uma musica.

    Zombie da banda Versailles:

    É serio...toda vez eu começo a cantarolar essa musica instintivamente... Então acho que ela seria um bom embalo non stop para a situação.

    - Uma frase final, caso seja pego por um zumbiiii...

    Então... como eu sou uma pessoa SUUUPER sortuda... acho que eu não iria ter uma frase final mas sim uma reação final... Essa aqui:

    É bem minha cara.... hahaha

    - Marcar um pessoalzinho pra fazer o desafio

    Então... como eu não sei quem fez ou nao o tal desafio... nao vou marcar ninguem...vou deixar em aberto pra quem se interessar...

    E pra quem se interessar fica o meu classico:

    Zombies Ate My Neighbors

    Platform: SNES
    2002 Players
    22 Check-ins

    23
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      joanan_van_dort · over 1 year ago · 3 pontos

      Entendi o em teoria hahahaha
      Sua lista ficou bem bacana! Somos dois que morreríamos na esquina de casa xD
      Serra elétrica é bem legal, mas deve dar um trabalhão usar, sem contar que o contato físico muito próximo é bastante arriscado... eu acho hehehe
      Alcatraz tá assim, é? Hmmmmmmmmm melhor eu preparar uns negócios aqui, vai que a dúvida é real... xD

      8 replies
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      cleitonaruto937 · over 1 year ago · 2 pontos

      iae bundão rsrrs boa lista

      1 reply
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      caramatur · over 1 year ago · 2 pontos

      Ótima lista cara! Ver o Ash me lembrou que ainda preciso assistir a 2ª temporada de Ash vs Evil Dead.

      1 reply
  • lucasbarcelos5 Lucas Barcelos
    2017-10-19 00:21:46 -0200 Thumb picture

    Desafio Zumbi!

    A @miss_dani criou esse @desafio então vamos lá:

    1 - O principal: de que zumbis estamos falando: (Zumbis tradicionais do Resident Evil)

    Escolhi esses zumbis porque curtia muito eles quando jogava no PS1 e ficava imitando os sons que eles faziam.

    2 - Um(a) parceiro(a) pra todos os momentos: (Chris Redfield).

    Na moral, tem parceiro melhor que esse cara ? Ele já passou por altos perrengues, perdeu companheiros, já tem uma grande experiencia com zumbis e tem esse sorriso, o Chris é foda (bem mais que o Leon).

    3 - Um(a) que morreria logo que o apocalipse começasse: (Ashley Graham).

    Não precisa falar nada dessa pessoa, morra logo.

    4 - Uma arma porreta de boa: (Premium Katana).

    Acho que uma espada seria a melhor arma  em um apocalipse zumbi (Michone que o diga) e essa espada acho ela muito bacana (tem várias espadas mais bacana que essa na verdade, mas quis escolher uma que existisse emjogo de zumbi).

    5 - Um remedinho levanta caveira: (Ervas do Resident Evil).

    Essas ervas são da boa mesmo, cura qualquer coisa.

    6 - Comiiiiiidaaaa, please: (O frango da lata de lixo do Street of Rage).

    O que não mata, recupera toda sua vida.

    7 - Daqui não saio, daqui ninguém me tira (um esconderijo dos bons): (Sala de Save do Resident Evil)

    Nada melhor do que escutar aquela musica relaxante para se sentir a salvo. 

    8 - Uma música pra embalar o apocalipse (se tiver aquele radinho velho, com a antena colada com fita): (Seargent Battle Pt. 3 - Dead Rising 3).


    Acho essa música muito boa e para mim combina bastante para matar zumbis com Katana.

    9 - Uma frase final, caso seja pego por um zumbiiii...

    Filho da P@#a.

    Marcar um pessoalzinho pra fazer...

    Sintam-se livres para fazer.

    31
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      caramatur · over 1 year ago · 3 pontos

      Excelente lista cara! A frase final foi a melhor até agora, sinceridade pura, kkkk.

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      jorgegt · over 1 year ago · 3 pontos

      Esse sorriso do Chris. S2
      Boa lista!

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      miss_dani · over 1 year ago · 3 pontos

      Hihihi... bela lista! :) Chris, é nóis, kkkk...

      1 reply
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2016-04-12 12:20:06 -0300 Thumb picture
  • 2016-03-26 13:22:12 -0300 Thumb picture

    bitREVIEW

    Nova crítica de jogo!

                                                                     Dying Light

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    Dying Light

    Platform: Playstation 4
    610 Players
    81 Check-ins

    3
  • 2016-03-01 18:16:48 -0300 Thumb picture

    Review - Organ Trail: Director's Cut

    Medium 255362 3309110367

    Tem análise nova nos Bichos Geeks! Falamos sobre Organ Trail: Director's Cut, o viciante zombie survival retrô dos Men Who Wear Many Hats, feito para parodiar um jogo educacional dos anos 70.

    Clique para conferir!

    Organ Trail: Director's Cut

    Platform: PC
    114 Players
    5 Check-ins

    8
  • 2016-02-24 08:40:11 -0300 Thumb picture

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