• luchta Ewerton Ribeiro
    2020-01-08 15:03:22 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p>#img#[680538]</p><p>A&nbsp;<strong>WayForward </

    WayForward é hoje uma das minhas produtoras favoritas, acho incrível como eles conseguem fazer jogos tão divertidos, e com bom level design, principalmente os de plataforma. E não só isso, eles conseguem dar um toque único deles a cada jogo, mesmo sendo franquias diferentes, a maioria dos jogos são bem coloridos, e com um bom humor. Isso ficou ainda mais evidente recentemente, já que os jogos mais novos deles tem artes com traço e cores bem parecidos, assim como animações nas cutsceness feitas pelo mesmo estúdio. Acho que todos estes anos trabalhando com a Nintendo fez eles aprenderem a dar essa cara unica para os seus projetos, mesmo tendo temáticas diferentes uns dos outros.

    Shantae

    Platform: Gameboy Color
    192 Players
    75 Check-ins

    16
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-11-16 00:01:37 -0200 Thumb picture

    Por que o primeiro Shantae é uma joia tão subestimada?

    Cara, não costumo compartilhas vídeos em inglês, mas esse canal do TheOtherWho não tem nem 15 inscritos, e conseguiu fazer um vídeo excelente falando do primeiro jogo da franquia Shantae e o motivo dele ser tão bom. E como eu achei esse vídeo? O próprio pessoal da WayForward, fez um retweet dele, de tão boas que são as informações apresentadas. Vale a pena ver!

    Um dia eu pretendo fazer uma postagem do por que acho esse primeiro Shantae tão genial (hmm...), e por que ainda consegue ser o melhor da franquia para mim, mesmo tendo quatro sequencias até o momento, e uma vindo ai (que eu tenho grandes expectativas desse novo sim, superar o primeiro). Uma pena dele não ser um jogo tão conhecido e nem tão lembrado, mas vale a pena ser jogado.

    Shantae

    Platform: Gameboy Color
    192 Players
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    25
    • Micro picture
      lukenakama · 5 months ago · 1 ponto

      Tá ai uma franquia que eu queria jogar mas nunca o fiz, se o primeiro tivesse no máximo quatro horas de jogo eu jogaria, mas são umas nove, sem tempo pra jogos meio longos.
      Me inscrevi nesse canal e vou ver o vídeo um dia, antes ou depois de jogar Shantae, não sei.

    • Micro picture
      luchta · 5 months ago · 1 ponto

      Não sabia que o primeiro Shantae era para ser lançado para o SNES, e depois para o PS1, N64 e PC. Tem até imagens, parecia um Paper Mario, na moral queria ter visto essa versão.

    • Micro picture
      tassio · 5 months ago · 1 ponto

      Falando por mim, o fato de ser um jogo de Gameboy Color já justifica eu nunca te-lo visto.

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-10-18 14:36:30 -0300 Thumb picture

    Jogos da Way Forward em PT-BR?

    Estou começando a usar o Twitter de forma mais seria, depois de dez anos de conta. Abandonei o Tumblr por causa da censura e fui para lá.

    Ontem o pessoal da WayForward postou uma mensagem no perfil deles, falando que adicionou a linguagem chinesa ao jogo River City Girls, ai aproveitei para perguntar para eles se eles poderiam colocar seus jogos em PT-BR. A reposta foi essa:

    Genérica e seca, mas eu entendo eles, não sei o quanto seus jogos são populares por aqui. Se eles não vendem tanto, não tem por que traduzir pra nosso idioma. Vou tentar dar mais um "migué" no futuro, apesar que seria legal se mais gente pedisse. Enfim, vamos ver, o jogo Shantae: Half-Genie Hero recebeu uma tradução pelo pessoal da Tribo Gamer (apenas a versão Ultimate Edition). Pelo numero de downloads baixo em relação a outras traduções, da para ter uma ideia da popularidade da franquia aqui, já que saber as vendas só a WayForward sabe.

    River City Girls

    Platform: PC
    17 Players
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    7
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-08-10 15:49:42 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shantae: Half-Genie Hero

    Zerado dia 09/08/18

    Hey, pessoal. Lembram de mim? Voltei a trabalhar recentemente ganhando próximo ao que eu já ganhava no emprego anterior, mas trabalhando bem menos. O resultado é que estou conseguindo fazer isso, estudar e até jogar num ritmo bem equilibrado (embora eu não esteja jogando "hardcoremente").

    Nos tempos que tenho no trabalhando, geralmente de manhã, estava meio sem ter o que fazer e resolvi levar portáteis pra jogar lentamente e de cara escolhi o Vita pois saiu um desbloqueio que aparentemente roda de tudo e eu tinha meio que começado Shantae: Half-Genie Hero há algumas semanas só pra testar.

    Bom, pra mim iniciar o jogo já o deixa pendente então resolvi terminar logo com o último jogo da série.

    Já vi pessoas alando mal desse título, então o comecei meio que com o pé atrás. O primeiro teste deixou um gosto meio estranho na boca: o visual de Half-Genie Hero (HGH) mistura um 2D vetorizado com cenários 3D à la Duck Tales Remastered. Sai do estilo trabalhado em pixel pra isso o deixou meio genérico, assim como os personagens, o andar da estória e mesmo a jogabilidade.

    Já na segunda jogatina, meu conceito subiu, e subiu MUITO!

    A aparência de HGH é muito bacana e bem trabalhada. O level design é bacana e a trilha sonora é bem upbeat. O lado metroidvania da série foi quase que deixado de lado e agora você escolhe as fases de um hub. De cara eu não tinha curtido muito, mas logo eu comecei a apreciá-lo e já acho que ele e o jogo anterior fazem uma dupla muito boa de jogos essenciais não só pra curta série quanto para fãs do gênero.

    A cidade inicial, típica dos jogos da Shantae conta com uma loja, uma área para recuperar sua vida, um museu para ver artes conceituais e de fãs e uma casa onde você monta num pássaro para escolher a fase de destino. Pois é, esqueça ir a pé de lugar pra lugar em mapas enormes. Agora tudo é mais ágil.

    Os estágios me lembraram um pouco os de Mega Man 7, de SNES: são razoavelmente lineares, com uma rota alternativa aqui e ali e vários segredos que só poderão ser acessados com habilidades específicas. 

    A diferença é que são pouquíssimas fases e você fica indo e vindo de uma para outra várias vezes. Isso se dá porque, além de lugares óbvios que você deve lembrar de revisitar e muitos segredos e partes a serem exploradas, o jogo nem sempre deixa muito claro qual seu próximo passo e você acaba vagando de um lado a outro na esperança de achar algo novo.

    Há uma mulher na cidade que dá dicas de onde ir, mas ela cita inclusive coisas que você já pode ter feito (e isso me fez ficar procurando por muito tempo por coisas que já tinha feito).

    HGH conta com muitos coletáveis que vão desde transformações para a protagonista à upgrades e golpes novos até coisas que parecem inúteis, mas serão usadas para chegar ao final verdadeiro da aventura. Esses coletáveis e mesmo as fases são abertas conforme você avança na campanha e mesmo abrindo coisas novas, o backtracking sempre volta pra se assombrar.

    Pra ser sincero, gostei muito da exploração e uso de novas habilidades. Um prazer que não senti há algum tempo.

    Uma coisa muito bacana é a volta das transformações da Shantae, que antigamente eram poucas ou foram deixadas de lado, como no jogo anterior. A volta desse poder foi com tudo: 12 transformações!

    Ao apertar triângulo, aparecem 4 formas diferentes da personagem para cada direção do d-pad e se você não apertar nada, em um segundo essas formas serão substituídas por outras e depois por outras. Obviamente cada transformação será aberta conforme você joga e nem todas são muito úteis.

    As transformações das duas primeiras "abas" são as mais usadas, como o macaco que escala, o elefante que quebra blocos, a sereia que mergulha e nada livremente abaixo d'água e a harpia que voa pelos ares. Por outro lado, formas como a de vaso e árvore só servem para te dar cura e dinheiro. Outras formas, como a de caranguejo e a de morcego, são meio que versões pioradas de outras formas e são usadas raramente em partes específicas. Resultado: um bocado de formas inúteis que só atrapalham quado você quer se transformar.

    Outros pontos muito positivos da aventura incluem a diversidade de gameplay em algumas partes, como num escorregador pulando obstáculos ou fugir de um monstro numa fase vertical no maior estilo Metal Slug, e as batalhas contra chefes, gigantes e bem trabalhados. Só é uma pena que HGH seja um jogo tão fácil e que eu só tenha tido um pouco de dificuldade bem no finalzão.

    Ao terminar o jogo, um modo mais difícil se abre e fica a impressão de que você é obrigado a jogar no Easy para poder abrir o Normal, típico de jogos mais modernos do estilo.

    Tendo fechado a franquia toda, tenho que dizer que pra muita gente eu recomendaria jogar ao menos esse quarto jogo enquanto pra menos casuais e fãs do gênero eu diria para jogar pelo menos o terceiro ou mesmo ambos, mas valeu muito a pena jogar todos os títulos, justamente pra entender como funciona esse universo e pra entender as referências e tantos personagens que insistem em voltar.

    Resumindo: Shantae: Half-Genie Hero é um jogo muito divertido, mesmo em sua versão do PS Vita que praticamente não deixou nada a desejar em relação aos outros. Eu sinceramente esperava mais um jogo parecido com os outros já que estava meio cansado da mesma fórmula, mas HGH deu uma boa revitalizada que deu bem certo.

    De bom: visuais coloridos e uma trilha sonora EXCELENTE (embora pareça mais coisa do Persona que Shantae). Jogabilidade dinâmica que varia de forma pra forma, uso de poderes, habilidades secundárias e upgrades que você compra, como bater mais rápido e mais forte. Muita coisa pra pegar, recompensando bem o esforço (além disso, o jogo te deixa a par do que falta e onde ainda tem coisa). Menus consistentes e bacanas, coisa que parecia bem amador no passado. Chefes legais e carismáticos, como a sereia gigante que qualquer um interessado já viu. É um metroidvania por fase, como uma versão mais simples de Castlevania Portrait of Ruin ou Order of Ecclesia e funcionou muito bem.

    De ruim: poucas fases, o que deixa aquela sensação de visitar o mesmo lugar toda hora. Muito fácil. Roleta de transformações muda rápido por conta da quantidade excessiva de formas e você sempre acaba se transformando em algo inútil. Gosto da série e apesar de já terem inserido bastante coisa diferente, acredito que esteja na hora de abandonar os mesmos personagens e inimigos e adicionar coisas novas.

    No geral, gostei muito do jogo. É basicamente uma versão mais bonita e moderna e levemente mais casual dos jogos anteriores. Eu level 6h30 pra terminar (com 98%), o que é menos que o Pirate's Curse, por exemplo, mas o conteúdo é vasto e a experiência é agradabilíssima e até meio nostálgica. Sobraram outros modos de jogo, uns 2 coletáveis e muitas conquistas a serem feitas, o que é bom. Recomendo demais não só esse, como a série toda!

    Shantae Half-Genie Hero

    Platform: Playstation Vita
    14 Players
    4 Check-ins

    24
  • 2018-02-12 09:08:23 -0200 Thumb picture

    Adventure Time: O Segredo do Reino Sem Nome #26 (PS3) - Fina(is)!

    Como prometido pessoal, mais um final, vídeo curto e sem comentários... e não... a série ainda não acabou :)

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    Adventure Time: The Secret of the Nameless Kingdom

    Platform: Playstation 3
    20 Players
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    3
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-11-03 09:59:25 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shantae and the Pirate's Curse

    Zerado dia 03/11/17

    Vou começar um jogo meio longo agora é queria terminar algo curto entre ele e o anterior, Breath of the Wild. Olhando nos meus downloads no 3DS, cheguei a mais um jogo da Shantae.

    Comecei essa série há uns dois anos atrás desde o primeiro, no GBC, e pretendo jogar até o último que saiu e continuar os jogos conforme eles saem.

    Bom, vendo imagens e os nomes dos jogos da meio-gênio, eu nunca sabia qual era qual, mas acho que agora eu peguei o jeito, mas acredito que em breve vou confundir qual jogo é qual, pois até então todos são muito parecidos.

    Pirate's Curse (PC) segue a mesma lógica e jogabilidade de seus antecessores, sendo um metroidvania bem light e colorido. Infelizmente a série volta a não usar as transformações da Shantae, mas ao menos o jogo não é massivo como o primeiro, nem genérico e feio como o segundo.

    Nessa aventura, a heroína e sua arqui-rival, a pirata Risky Boots, formam uma aliança para derrotar um inimigo em comum que pretende destruir a tudo e a todos. Com o navio da antiga vilã e as habilidades da protagonista, a dupla parte em busca de ilhas , mapas e chefões em templos.

    De cara, eu não soube muito o que esperar desse jogo. Você começa no mesmo lugar de sempre, mesma cidade e com os mesmos personagens, e mesmo tendo certeza que a WayForward não irá decepcionar e que a aventura vai ser nova, a sensação era, muitas vezes, de estar jogando pela segunda ou terceira vez algo que eu já havia terminado.

    Esse é o primeiro Shantae moderno na franquia, com resolução maior e personagens bem desenhados, mas por ainda manter aquele estilo GBA, você provavelmente só irá perceber diferenças colocando os jogos lado a lado.

    PC também mantém um certa linearidade e baixa dificuldade por grande parte de sua extensão, assim como no segundo jogo. As pessoas mandam você ir a algum lugar, você vai, depois volta e espera alguém te falar pra onde ir. Depois que pegamos o primeiro mapa, basta ir para a ilha que abriu e explorar o máximo, coisa rápida de ser feita. Depois entre no Dungeon, o termine, consiga outro mapa e vá para a próxima ilha.

    São cerca de 6 ilhas, fora a inicial, para serem exploradas e o backtracking é pequeno.

    Bom, como eu disse, o jogo foi bem rápido e fácil, sendo que comecei na quarta e o terminei na quinta jogando tranquilo num total de 7h40. Mas ainda assim, PC tem sim seus momentos mais difíceis ou confusos e um exemplo disso é que recebemos itens ou aprendemos habilidades durante o jogo que devem ser usadas geralmente em ilhas anteriores para abrir itens da estória. 

    O resultado é que você acaba tendo que entregar o que tem ou o que acha para certos NPC para que ele permita a continuidade do jogo. Lembre-se: exploração e um pouco de memória são importantes aqui.

    Cenários mais próximos do fim do jogo também são mais difíceis, pois adicionam uma grande quantidade de inimigos (que respawnam quando você deixa um tela) ou fases longas, com armadilhas e afins. A última parte mesmo, antes do último chefe, requer bastante habilidade e domínio das mecânicas do jogo.

    Esse Shantae adiciona habilidades que não lembro de ter visto nos títulos anteriores, como planar com um chapéu e atirar com uma pistola. A personagem fica super versátil quando ontem todas essas habilidades, incluindo três pulos adicionais no ar e uma super corrida estilo as da Samus nos Metroids.

    Há também upgrades de habilidades e desbloqueio de ataques na cidade. Eu achei muito bom como eles nos encorajam a explorar e pegar qualquer dinheirinho que achamos, já que as lojas vendem vários níveis de upgrades que ficam caros e uma mulher na cidade troca 4 Squids (polvos vermelhos escondidos pelos mapas) por um novo coração (começamos com apenas 2 deles de vida).

    Resumindo: Shantae and the Pirate's Curse leva a série a um novo nível. Deixando um pouco de lado coisas da época no primeiro jogo e a aventura que parece um teste/demo do segundo, esse sim tem um grande peso e mantém todas as características de jogos recentes. Definitivamente o melhor até aqui é pra ser sincero, o único que você deve jogar (ainda não sei como ficou o próximo).

    De bom: colorido e bem animado. Controles simples e fluidos, como toda a aventura. Não é massivo e jogar pela segunda vez o deixaria super curto. Habilidades novas legais. 

    De ruim: poderia ter um warp entre saves de uma mesma ilha, pois as vezes você só tem que ir entregar uma besteirinha e somos obrigados a andar um bocado, enfrentar um monte de monstro e ainda voltar. Odiei o fato de que morrer volta pra tela de início, ainda mais porque alguns inimigos tiram muito HP apenas encostando na gente é corações que nem achamos com muita facilidade só recuperam 1/4 de um coração seu. Usar itens de cura e proteção é feito na tela de toque, dando dois toques, enquanto a ação continua, ou seja, se você estiver numa parte complicada, dificilmente vai conseguir recuperar qualquer coisa.

    No geral, gostei muito e recomendo o jogo, mas talvez não no 3DS (por essa da tela de toque). É definitivamente tudo o que você precisa de Shantae e já rezo pro próximo ser diferente. Ah, lembre-se de coletar todas as Dark Magic pra enfrentar o último Boss de verdade!

    Shantae and the Pirate's Curse

    Platform: Nintendo 3DS
    196 Players
    64 Check-ins

    9
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-09-14 19:31:31 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: A Boy and his Blob

    Zerado dia 14/09/17

    Livre do XONE, agora meu intuito é emprestá-lo para um amigo para que ele jogue Halo 5 e Sunset Overdrive e eu fique com o Wii U dele para jogar Paper Mario Color Splash. Enquanto não fazemos a "troca", voltei pro Wii, que é o próximo alvo a me livrar. A diferença é que vou trocar o Xbox num PS4, já o Wii se duvidar até presenteio algum amigo.

    Quando liguei o Wii uns dias atrás, lembrei que já tinha começado um jogo: A Boy and his Blob, uma versão moderna do jogo original de NES feita pela WayForward (Shantae, Mighty Switch Force) para o Wii, PS3, Vita etc.

    Quando comecei essa aventura, tava até gostando do jogo, mas meu HD externo pifou e só tempos depois eu arranjei outro, e mais algum tempo depois pra voltar a jogar no console.

    ABahB é um platformer com um pouco de puzzle em que um garoto se aventura por várias fases e mundos com seu amigo alienígena.

    A mecânica bacana e original do jogo é que você tem uma bolsa com vários "feijões coloridos" e cada um transforma o blob em algo específico para que você possa passar por obstáculos ou destruir inimigos.

    A ideia é genial, mas difícil de ser executada e muitas vezes faz com que você reze para que puzzles não apareçam e o estágio acabe logo. 

    As fases são acessadas por um hub central e são relativamente lineares, indo da esquerda pra direita e as vezes de cima para baixo. A todo momento você sabe onde deve ir e não tem que ficar procurando portas ou explorando, mas como alcançar certos lugares é que pode ser difícil (ao menos nos últimos desafios do jogo).

    Até aí eu adorei o jogo, apesar de ele ser meio repetitivo e nem sempre muito inovador. O problema são as partes que você tem que agir contra o tempo de alguma forma, como um inimigo chegando.

    O blob é meio lerdo e anda no seu tempo próprio, ficando até pra trás em fases com obstáculos como paredes. Você joga o doce no chão e espera ele vir, comer e se transformar, mas qualquer segundo que ele demore para sequer aparecer na tela já é frustrante e muitas vezes precisou que eu usasse o botão de chamá-lo várias vezes seguidas.

    Pra completar essa questão, as vezes é necessário que ele se transforme em algo logo em seguida, e isso requer que você o chame, para que ele volte a sua forma normal. Depois você deve trocar o "feijão" e jogá-lo onde quiser e esperar que ele vá lá e se transforme.

    Tudo isso é meio lento, como o jogo no geral, que parece mesmo mais focado nu público mais jovem. O blob sempre dá um jeito de dificultar as coisas, como quando você joga entre dois obstáculos e ele pula e não alcança, pula novamente e passa por cima dos dois e as vezes faz isso mais que uma vez. A IA do jogo é meio tosca, como se você estivesse jogando em conjunto com alguém que nunca pegou num controle de video game.

    Ainda assim, o jogo tem seus encantos. Primeiro pela animação que mais parece um desenho animado e um framerate que parece coisa exclusiva do Wii. Depois porque o jogo tem uma atmosfera muito bacana, juntando o visual com a trilha sonora relaxante e os sons de tudo (menos o fato de que toda hora você fica chamando "blob!, "blo-ob!", "bloooob!").

    A ausência de textos e o enredo simples e imaginativo deixam ABahB com uma cara cult e agradável para qualquer jogador.

    A fato de o jogo ter 4 mundos diferentes e muitos puzzles legais e criativos no meio de outros ruins também me animou bastante. A inovação em si fica por conta das transformações novas do blob, mesmo elas aparecendo sem mais nem menos em cada fase, que sempre surpreendem com mecânicas novas e curiosas, como uma bola que fez o jogo parecer Sonic ou um robô, que saia socando os inimigos e voando.

    Resumindo: A Boy and his Blob é uma experiência bem divertida e também frustrante. A originalidade é definitivamente seu ponto forte, junto ao seu visual bonito e fluído.

    De bom: gráficos como desenho animado. Mecânica de transformação do blob de acordo com o que você o alimenta e como usá-las para ultrapassar barreiras e puzzles. Gosto como cada fase libera apenas transformações que serão usadas nela, o que limita as suas ações em partes complicadas ou confusas. As batalhas contra chefes são muito legais! Três coletáveis em cada estágio para quem gosta de fazer 100% ou para um replay estendido.

    De ruim: o blob é muito burro e lento, se jogando em buracos, ficando preso e demorando para chegar nos itens que lançamos para que ele devore, mas felizmente é possível ficar o chamando e em casos complicados ele se transforma num balão e sai passando por dentro de tudo. A lerdeza do jogo no geral pode irritar, como as vezes que eu morria e voltava pro checkpoint só para morrer de novo por bobeira e todas as vezes toca uma musiquinha chata e tem um certo loading. Fácil confundir os comandos no controle e morrer por isso.

    No geral, a experiência foi interessante e curta (felizmente). Vale a pena a jogada por um bom preço e com um pouco de paciência. Muito bacana!

    A Boy and His Blob

    Platform: Nintendo Wii
    204 Players
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    6
    • Micro picture
      waterstill · over 2 years ago · 2 pontos

      Poxa, esse jogo tá na minha wishlist do Steam. Tenso saber que é tão problemático :(
      Eu peguei o Talewind mesmo ouvindo falar que era cheio de problema e acabei me decepcionando também haha

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-03-01 19:10:26 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Mighty Flip Champs

    Zerado dia 01/03/17

    É com muito pesar que anuncio que desisti de terminar um jogo. Esse jogo foi Beyond the Labyrinth (Labyrinth no Katana) de 3DS. Comecei o jogo semana retrasada, gastei umas horas e desisti completamente. Primeiro pelo jogo ser bem lento, mas principalmente porque a dificuldade ficou irritante, a aventura ficou repetitiva e de quebra eu travei em uma parte que pra qualquer lado que fosse, perdia o jogo.

    Enfim, fiquei meio bolado com isso, até porque estou com outro jogo parado no Wii graças ao HD USB dele ter dado problema e meu técnico nem ter dado as caras ainda, mas me forcei a começar algo e não me desmotivar, até porquê já estamos em Março e os dois primeiros meses do ano foram bem lentos em relação a fechar jogos.

    O escolhido da vez foi Mighty Flip Champs, jogo original de DsiWare da WayForward, empresa indie que também criou Shantae e Mighty Switch Force.

    Na verdade eu descobri sobre a existência de MFC quando pesquisava sobre o meu adorado Mighty Switch Force, que joguei no 3DS anos atrás. Jogos de DSiWare nunca foram o meu forte, até porquê nunca tive um e nem me preocupava em ler notícias de jogos da loja virtual do portátil na época. MPC e outros entraram pra lista de jogos mas logo caíram no esquecimento e eu só lembrei de sua existência por agora quando esbarrei no ícone de download na freeshop do 3DS.

    Esse título não é lá muito relevante, embora seja bem legal e meio que caiu no esquecimento, mesmo ganhando versões mais robustas para utras plataformas.

    A prova desse esquecimento é a dificuldade de achar imagens e em tamanhos decentes no Google, por isso devo postar também das versões HD (DX).

    Bom, o visual do jogo é bem o das Shantae mais antigas mesmo, mas o gameplay lembra um pouco o de MSF

    A sua personagem só anda, sobe escada e troca a tela de cima com a tela de baixo (ação que pode ser feita com qualquer botão). A tela de baixo age como um universo paralelo e com um design semelhante ao da tela principal. A personagem principal se move do mesmo jeito em ambas as telas, mas ignora paredes, buracos e demais armadilhas na tela secundária. Aliás, isso foi meio confuso pra mim aqui e ali pois estou acostumado com jogos que usam mecânicas parecidas, mas que ambas as telas valem e você deve ter cuidado com as duas.

    Como uma tela pode não ter obstáculos que a outra tem, devemos troca para os evitar. O conceito é bem simples, mas o cérebro buga de vez em quando, até porque a tela inferior fica de cabeça para baixo e eu diria que a minha atenção se concentrava mais nela do que na principal.

    Um dos maiores desafios em MFC é em relação as quedas. Quando nos agarramos a escadas e grades e ao sair da sua área, a personagem cai. As vezes é por conta de um descuido que pode nos ser fatal, mas essa mecânica é obrigatória em muitas partes para alcançar novas localidades do outro mapa. Basta cair e apertar o botão de troca de tela na hora exata. Timing é um elemento muito importante no jogo.

    Já das coisas que podem ser frustrantes, temos o descuido e olhar apenas para uma tela e trocar pra outra quando a personagem está dentro de uma parede, ou mesmo quando calculamos e trocamos mas o jogo reconheceu que você ficou um pixel a mais num obstáculo, resultando em morte e ter que reiniciar todo o estágio.

    Pra dificultar as coisas, devemos coletar animais em quase todos os estágios antes de chegar ao seu ponto final. Pois é, o que normalmente seria coletáveis opcionais aqui é obrigatório, ou sapo (?) não te transporta pra fora da fase. Coletar esses bichos e chegar o final quase sempre faz com que exploremos bem as fases e suas mecânicas, que cabem completamente dentro da tela.

    Essa tarefa, entretanto, está longe de ser simples, principalmente porque cada estágio é como um grande puzzle. Esqueci ainda de mencionar que as fases dificilmente contam com apenas dois cenários que intercalamos ao apertar o botão, mas facilmente passam de 3, chegando a 7 de vez em quando e até mais! Essas cenas nas fases segue sempre uma ordem e exigem paciência e lógica muitas vezes para alcançar um ponto desejado.

    Vendo essa versão acima, talvez de PS3, imagino como deve ser ainda mais difícil, já que eles estão espelhados horizontalmente.

    Cada estágio marca seu tempo constantemente com um relógio e o número de vezes que você fez uso do poder de troca de telas. Essas estatísticas geram no final um rank de D (o pior) a S (o melhor). Mesmo decorando alguns estágios eu consegui A ou B enquanto algumas fases que tive alguma dificuldade eu obtive S. Enfim, só melhoraria isso se eu me importasse mais com esse jogo u não tivesse mais nada para fazer.

    A aventura tem 5 mundos, sendo que cada tem cerca de 7 estágios mais um desafio final, que são fases em que o seu poder fica se ativando de tempos em tempos automaticamente. A fase final é bem divertida também, valeu o jogo.

    Resumindo: Mighty Flip Champs é um jogo simples em seus comandos mas muito inteligente em relação ao uso dessa jogabilidade dentro dos puzzles, que são as fases em si. Como primeira jogatina, foi o título mais fraco da WayFoward, mas eu ainda o jogaria novamente, coisa que eu não faria com o primeiro jogo da Shantae, por exemplo.

    De bom: fases que duram poucos minutos, no máximo, mesmo você morrendo algumas vezes ou quebrando a cabeça pra tentar entender como chegar a algum lugar. Visual e animação interessantes, o que deve ser muito legal nas outras plataformas. Comandos simples e curva de aprendizado excelente, mesmo as vezes tendo fases bem fáceis entre duas difíceis. Alguns estágios são bem diferentes e mais pra se divertir do que ficar pensando.

    De ruim: pode ser meio frustrante se for jogar tudo de uma vez. Não tem estória nem nada compensador entre os níveis quando os completamos. Morri algumas vezes por pixels terem sobrado em uma parede quando troquei de tela. Sem checkpoint, mesmo em fases mais longas + tempinho pra fase ir pra tela de "Game Over" + tempinho pra recarregar a fase depois que apertamos Retry. Isso é meio chato e freava um pouco as coisas. Visual datado, coisa que acontece bastante com jogos da época, mas que bizarramente não acontece com jogo de GBA.

    No geral, é um jogo curto e muito divertido, pra se jogar no metrô e afins, mas nada pra se levar muito a sério, como qualquer jogo de DSiWare mesmo. Divertido, mas nada perto do excelente Mighty Switch Force!

    Mighty Flip Champs!

    Platform: Nintendo DS
    6 Players
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    4
    • Micro picture
      yon · about 3 years ago · 2 pontos

      Nossa. Direto aparece algum jogo de DSiware interessante.. Eu não acompanhava nada nessa época, preciso tirar um momento pra ir atrás dos jogos que saíram nele..

      2 replies
  • 2017-01-14 09:19:40 -0200 Thumb picture

    Navinhas + RPGs = Sigma Star Saga

    Medium 387955 3309110367

    Uma combinação inusitada e muito apreciada da desenvolvedora de Shantae.

    ► Random Encounter no DaiBokém!

    [@jvhazuki]

    Sigma Star Saga

    Platform: Gameboy Advance
    40 Players
    5 Check-ins

    18
    • Micro picture
      manoelnsn · about 3 years ago · 5 pontos

      Detalhe que, da primeira vez, li "Novinhas" ao invés de "Navinhas", aheuaheuhauhea

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      manoelnsn · about 3 years ago · 2 pontos

      interessante

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      jcelove · about 3 years ago · 2 pontos

      Vish, esse não conhecia. Se é da Wayforward é qualidade.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-26 20:49:50 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Shantae: Risky's Revenge

    Zerado dia 26/03/16

    Terminei um dos 2 jogos que tinha começado e não terminei: Shantae: Risky's Revenge de DsiWare. Bom, nem faz tanto tempo que terminei o primeiro de GBC, mas assim que desbloqueei o 3DS, procurei uma listinha de jogos que não compraria e esse acabou vindo junto (não compraria pelo preço). Fiquei tão curioso em ver como estava a série, que pulou o GBA, que acabei começando e jogando uns 20-30 minutos.

    E adivinha só? O feeling é o mesmo e mesmo com o upgrade gráfico, os sprites continuam na mesma levada, quase como se a série da meio-gênio sempre tivesse tido essa cara.

    Pra quem não conhece o famigerado jogo da Wayforward (se é que isso é possível), Shantae é um "metroidvania" sidescroller da melhor qualidade, que junta muitos elementos dos dois jogos que formam o nome do gênero com umas pitadinhas de The Legend of Zelda.

    O jogo se baseia em falar com um NPC aqui e ali, andar pelas áreas diferentes do mapa, buscar itens, passar de dungeons, comprar upgrades e adquirir novas habilidades, já que a nossa protagonista tem como diferencial a transformação em outros animais, que resulta em habilidades exclusivas.

    Em Risky's Revenge, a coisa ficou mais fácil e rápida. Um dos fatores que implicam nisso é que o jogo ficou muito mais direto, te obrigando a explorar menos que seu antecessor. Os NPCs falam pra onde ir e é isso, vá até lá. As áreas também estão muito mais simples, com inimigos que não ligam muito pro fato de estarem apanhando e caminhos que raramente terminam em outras ramificações. No Shantae de GBC, cada tela era bem longa e o limite do céu era bem acima, o que incluía itens secretos e caminhos a serem visitados apenas com o progresso do jogo e a aquisição de novos poderes.

    SRR definitivamente buscou um público mais simples ou até mesmo casual. A minha aventura duru apenas 4 horas e 30 minutos, sendo que ainda gastei um tempo perdido bem no início, quando ainda estava aprendendo as poucas novas mecânicas.

    Uma das coisas que me deixou travado no início foi a adição de "camadas" em alguns cenários. Ao invés d mapa ser uma linha reta, existem alguns pedais no chão que, ao apertar o botão de pulo, Shantae vai para o cenário detrás ou da parte da frente. No começo, achei que fosse apenas cenário, e mesmo apertando outros botões, só entendi por acidente, já que a minha quest de falar com as pessoas da cidade parecia impossível de ser completada e a mesma tem umas três camadas, cada uma com lojas e pessoas diferentes.

    Em uns dois lugares nessa cidade principal, tem dois painéis que te jogam pra mesma camada, e isso é bem inútil. Mais tarde na floresta, não achei um caminho porquê nunca pegava o outro que deveria e que nem cheguei a imaginar essa possibilidade e, mais uma vez, só consegui por acidente.

    O sistema de combate continua sendo bem a estilo do Castlevania, chicoteando o cabelo para bater nos inimigos. Além disso, existem habilidades e itens a serem compradas, como lançar bolas de fogo, uma nuvem que solta choque, poções de cura etc. Esses itens são comprados com o dinheiro que os inimigos deixam ao morrer ou em potes dispostos em vários lugares. Habilidades mais importantes ainda exigem de 1 a 3 potes de geleia, que são encontrados em áreas mais escondidas por todo o jogo.

    Para equipar Shantae com o seu gosto, basta tocar no ícone desejado na tela de baixo. Essa tela inclui também o mapa geral do jogo, incluindo as camadas de cada parte.

    Resumindo: Shantae: Risky's Revenge é uma ótima continuação para o jogo original de GBC. O jogo ficou mais curto e simples, mas isso acabou de certa forma sendo uma coisa boa, pois o primeira era exageradamente longo e cansativo, além de um pouco difícil.

    De bom: gráficos ao estilo DS, que deram um belo upgrade visual a série. Os inimigos tiram menos corações ao te bater, que é bom, já que você não tem muitos. Mantiveram todos os sisteminhas do jogo anterior ou melhoraram, com a dança da transformação em animais, que agora é só segurar X e soltar em uma das três partes diferentes da dança. Música e efeitos sonoros semelhantes a série Zelda, como o grito dela caindo no buraco. É o Link! Inclusão de vários upgrades e afins para quem quer jogar um pouquinho mais. Simples e divertido.

    De ruim: bem curto, com poucos cenários em relação ao seu antecessor. O mapinha cabe na tela e em formato grande. Inclua os teleportes e andar de um lado pra outro fica bem rápido. Apenas três transformações. Inimigos burros, que sofrem dano e dificilmente viram pra tentar revidar. Mantiveram o esquema de "morreu? Volte pro último save". Acho até legal, mas em dungeons o certo deveria ser voltar ao início da mesma. Apenas três dungeons, as duas primeiras são bem lineares e curtas. Poucos personagens secundários. Uso quase inexistente de duas das três formas, que são usadas aqui e ali, mas nem em chefes. A última mesmo é bem no finalzão do jogo, com uma questzinha boba como desculpa pra usá-la e é isso.

    No geral é um jogaço. Menos massivo e repetitivo que o primeiro e mais daquele tipo de jogo de aventura que você jogava pra zerar em 3 horas quando estava entediado na infância, mas, embora mais casual, acho que eu até indicaria mais esse que o jogo original.

    Shantae: Risky's Revenge

    Platform: Nintendo DS
    90 Players
    11 Check-ins

    3

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