• ntampinha Natalia
    2018-12-28 22:05:47 -0200 Thumb picture

    “Os Primeiros” no mundo dos videogames

    Medium 3694111 featured image

    Hoje me surgiu uma curiosidade: qual foi o primeiro console criado no mundo? Eu tinha uma suposição (que por sinal, estava errada), mas decidi procurar a resposta definitiva para esta pergunta… E depois desta, me veio outra, e outra, e depois outra curiosidade; e aqui estou eu, compartilhando com vocês o que aprendi sobre “Os Primeiros” no mundo dos videogames.

    Separei 13 categorias para este artigo e tentarei ser breve nas descrições, para que o artigo não fique muito extenso. Espero que gostem das curiosidades!

    Está pronto para descobrir sobre “os primeiros”? Então, vamos dar um NEW GAME e começar o artigo...

    ✓ Primeiro console do mundo

    É datado de 1972 e se chama Magnavox Odyssey.

    Foi desenvolvida por Ralph Baer e é um console de jogos digital, embora tenha sido erroneamente definido como analógico, devido à incompreensão de seu projeto de hardware. Eis aqui o tatatatata...ravô do console que você está usando atualmente. Respeita o véio, hein!? (FONTE: 1)

    Primeiro console do Brasil

    É datado de 1977 e se chama Telejogo.

    Foi desenvolvida pela Ford (sim, a empresa de automóveis) numa parceria inusitada com a Philco. O console oferecia 3 jogos e custava em torno de 1,600 Cruzeiros (± R$1,150). Foi um grande sucesso na época e o console pioneiro no Brasil! (FONTE: 1)

    Primeiro console com cartuchos

    Datado de 1976 e se chama Fairchild Channel F.

    Foi produzido pela Fairchild Semiconductor e um sucesso estrondoso de vendas, levando a era dos consoles a um novo patamar e incentivando outras empresas a evoluírem e aderirem aos cartuchos. (FONTE: 1)

    ✓ Primeiro videogame fliperama

    Ao contrário do que muita gente pensa, os primeiros fliperamas não eram eletrônicos. O Pimball foi um pioneiro desta categoria e, apesar de contabilizar pontos, ter luzes e sons, sua jogabilidade era 100% mecânica…

    O primeiro fliperama a rodar um jogo eletrônico é datado de 1971 e se chama Galaxy Game (que era uma versão do jogo Spacewar!). Foi produzido por Bill Pitts e Hugh Tuck para ser um dos primeiros videogames operados por moedas do mundo. Entretanto, nunca chegou a ser comercializado, permaneceu como protótipo devido aos custos elevados de produção (um ano depois, foi criado o primeiro arcade comercial, o Computer Space). (FONTE: 1)

    ✓ Primeiro console portátil do mundo

    Datado de 1976 e se chama Mattel Auto Race.

    Foi produzido pela tão conhecida empresa de brinquedos Mattel e é creditada como sendo o primeiro jogo portátil inteiramente digital, apenas com eletrônica de estado sólido e sem componentes mecânicos. Carregava apenas um jogo, pré-instalado, mas foi um sucesso de vendas. (FONTE: 1)

    Primeiro console portátil com cartuchos

    Surgiu em 1979 e se chama Microvision.

    Foi lançado pela Milton Bradley Company e elevou os consoles portáteis a um novo nível. (FONTE: 1)

    Primeiro computador a rodar um jogo

    Devido à falta da documentação de muitos desses testes, é difícil de se determinar qual teria sido o primeiro jogo eletrônico criado e, consequentemente, qual foi o primeiro computador a rodá-lo. Dos projetos conhecidos, o computador mais antigo se chama Nimrod, datado de 1951, uma máquina feita sob encomenda pela Ferranti para o Festival da Grã-Bretanha, na qual se poderia jogar o jogo matemático Nim. (FONTE: 1)

    ✓ Primeiro computador a rodar um jogo online

    Foi lançado em 1976 e se chama Apple I.

    Este foi o primeiro produto da Apple e também foi o primeiro computador a rodar um jogo online de xadrez adaptado, que acompanhava o sistema Java Connect. A conta telefônica exorbitante e a linha ocupada eram os principais problemas da reprodução do jogo online. (FONTE: 1)

    Primeiro celular a rodar um jogo

    Foi lançado em 1994 e se chama Hagenuk MT-2000.

    O Haegenuk MT-2000 era um celular GSM que trazia o game Tetris pré-instalado. Mas, apesar de dar o pontapé inicial nos jogos mobile, o celular não teve muito sucesso no mercado e, por isso, não há muitos detalhes dele por aí. (FONTE: 1)

    Primeiro console com cd-rom

    É datado de 1987 e chama-se PC Engine (ou TurboGrafx-16).

    Foi produzido pela NEC e Hudson Soft, e além do CD, recebeu outros dois upgrades: o PC-Engine CD-ROM², que proporcionava músicas digitais, vozes e animações de melhor qualidade; e o Arcade Card, um cartão de memória que aumentava a memória RAM e permitia a leitura de jogos mais complexos. (FONTE: 1)

    Primeiro console a rodar jogos 3D

    O pioneiro da categoria 3D data de 1990 e é o queridinho de muita gente, o Super Nintendo.

    Sim, isso mesmo! Produzido pela Nintendo, o SNES foi o primeiro console a perseguir a ideia de gráficos 3D, quando a empresa decidiu criar um chip próprio chamado “Super FX” que vinha dentro de cada cartucho de Star Fox. Com este chip o Super Nintendo era capaz de criar polígonos simples, formas geométricas coloridas, porém sem texturas. Nos fliperamas os jogos 3D já eram mais comuns, porém, a ideia de converter um jogo 3D para um console doméstico não parecia possível até a Nintendo fazê-lo. (FONTE: 1)

    https://2.bp.blogspot.com/-CYph_7miAfI/XCa-wPfVOoI/A...(img)

    ✓ Primeiro console a rodar jogos em nuvem

    É datado de 2010 e se chama MicroConsole.

    Foi criado pela OnLive, a primeira empresa a oferecer serviço comercial de jogos em nuvem. O MicroConsole era capaz de ser conectado em um televisor e diretamente com os servidores, para que fosse possível usar os serviços sem a necessidade de um computador… A Onlive foi comprada e fechada pela Sony em 2015. que usou as patentes do serviço em seus próprios produtos (PlayStation). (FONTE: 1 / 2)

    https://3.bp.blogspot.com/-P8HFXqchdEI/XCa-vwZz_WI/A...(img)

    Primeiro console a usar sensor de movimento

    Inicialmente, pensei que o primeiro console a usar sensor de movimentos era o Wii, entretanto, um coleguinha nos comentários me apresentou o verdadeiro pioneiro da ferramenta: o Mega Drive. Em 1993 foi lançado o Sega Activator, um periférico que, ligado ao console, funciona como um controle sensorial por infravermelho. O Activator foi considerado complicado de usar para usuários iniciantes e, atualmente, é raro de se encontrar. Com o tempo o periférico acabou caindo no esquecimento, e acredito que seja por isso que não encontrei nada sobre ele em minha pesquisa, mas adorei saber de sua existência e de pesquisar mais sobre ele. (FONTE: 1 / 2)

    https://1.bp.blogspot.com/-4Y7eaTzwgG0/XCbY0omOXVI/A...(img)

    Espero que tenham gostado das curiosidades!! Acho interessante observar como os videogames evoluíram, tanto em gráfico quanto em hardware... Se souberem de alguma outra informação interessante, compartilhe a informação aí nos comentários :).

    Me despeço agora, porque esse é o fim do jogo...

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    • Micro picture
      darlanfagundes · 7 months ago · 4 pontos

      Segue a persona @historia_dos_games que sempre tá rolando muita informação bacana lá!

      2 replies
    • Micro picture
      le · 7 months ago · 3 pontos

      É... Mais ou menos.

      O PC Engine teve CD-ROM lá em 1988.

      Sobre sensor de movimento, o Mega teve o Activator lá em 1993 (não sei se teve outro antes).

      Quanto aos jogos com polígonos 3D, antes mesmo do Super FX tivemos Hard Drivin' e Race Drivin' (que inclusive foi lançado também pro SNES).

      1 reply
    • Micro picture
      rh · 7 months ago · 2 pontos

      Excelente artigo!
      O meu avô tinha esse Telejogo, só que vinha com o cartucho daquele jogo de tênis. Acho que é o Pong, ou algum derivado dele.
      Tive o prazer de acompanhar a evolução dos games por ter o Super Nintendo e o Nintendo Wii. Senti na pele os games que eu jogava quando criança virarem algo ultra realístico. Imagina como serão os games nos próximos dez anos? (esse também é um excelente tema...)

      E, por favor, não se despeça... tome aqui este humilde presente e siga com mais uma vida: https://pngimage.net/wp-content/uploads/2018/06/1up-mushroom-png-3.png

      2 replies
  • alexandrebastoscr Alexandre Bastos - Colecionador Retrôgamer
    2018-08-20 14:48:46 -0300 Thumb picture
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    • Micro picture
      italochianca · 11 months ago · 2 pontos

      Sensacional. Que massa. Só difícil não prestar atenção na lidna coleção ali. Show

      1 reply
  • alexandrebastoscr Alexandre Bastos - Colecionador Retrôgamer
    2018-08-01 12:44:28 -0300 Thumb picture
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2018-07-30 19:30:02 -0300 Thumb picture

    VIOLÊNCIA E VIDEO GAME: Iniciando o Debate.

    Medium 3656784 featured image

    Fala pessoal! Esta é uma apresentação do que vem por aí - segundo meus planos e se o mundo não acabar amanhã. Vamos começar a discutir alguns pormenores sobre a violência no videogame que dificilmente se discute.

    1/ A Violência no Videogame.

    Comecemos do começo.

    O videogame enquanto mídia é foco de debates intermináveis sobre a representação da violência há décadas. Critica-se a forma com que é caracterizada, os motivos que a justificam e os perigos da exposição do conteúdo adulto ao público consumidor dessa indústria.

    Sem sombra de dúvida, tais questionamentos são importantes e precisam estar sobre constante discussão. Tal mídia hoje tem um valor sociocultural e econômico inestimável. O gigantismo das principais empresas do ramo e suas produções desafia hoje em termos financeiros e tecnológicos até as maiores produções de hollywood e a quantidade de jogadores dos mais variados níveis e plataformas contribuem para a manutenção da relevância do videogame em meio à nossa sociedade.

    Qual é então o impacto da violência na experiência interativa? Como este pode contribuir para o desenvolvimento da personalidade do indivíduo e da sua forma de enxergar o mundo? A exposição constante e/ou excessiva a este material causa a naturalização e normalização da violência em nossa sociedade?

    Essas, portanto, serão as perguntas que nesta série NÃO SERÃO respondidas agora! Ao menos, não diretamente.

    A todo momento vemos discutir as razões, as causas e ditas consequências da representação de temáticas e conteúdo violento nos jogos. É basicamente inegável o fato de que o video game tem sim meios de influenciar comportamentos, visões de mundo e tem a capacidade de normalizar tais representações, porém, não porquê este é especial, mas sim porquê todo e qualquer produto, obra e experiências têm a mesma capacidade. Crianças imitam frases e comportamentos dos pais, gestos de personagens de filmes e desenhos, roupas e estilos em novelas inspiram movimentos de modas e assim por diante.

    Quem vos fala não esconde a necessidade real de discutir a presença da violência tanto nos jogos como na sociedade como um todo, mas, discutí-la é diferente de proibí-la. mas perguntamos e discutimos o fim sem antes indagar sobre o começo: O que é essa violência, de onde vem, porquê vem e o principal, o que é o Videogame – ou ainda melhor, como entendemos o videogame ao longo da história? Só assim poderemos prolongar os questionamentos às tantas perguntas que se desenrolam sobre o assunto.

    Discutiremos ao longo desta série, os numerosos diálogos que a indústria dos videogames estabeleceu com o cinema e as transformações de hollywood, ao cenário musical e a sociedade – principalmente norte-americana e japonesa, grandes expoentes da midia – o desenvolvimento tecnológico – e como este fator influencia diretamente em questões estéticas e mecânicas do jogo – seu público-alvo, consumidor e mais!

    __________________________________________________________________________

    Este texto vem sendo desenvolvido em conjunto com meu atual projeto de conclusão de curso de História, que aborda exatamente o mesmo tema, mas de uma forma mais acadêmica e rígida.

    Decidi, como forma de alcançar talvez um público leitor maior, transformá-lo em pequenos artigos. Mas apesar da linguagem mais coloquial, o trabalho de pesquisa de fontes e a busca pelo contato com os jogos e documentos é o mesmo.

    O motivo? Unindo o útil ao agradável, estou tendo a oportunidade de associar minha formação profissional com uma de minhas maiores paixões desde criança e na possibilidade de compartilhar com o público, podemos expandir ainda mais a pesquisa!

    Como futuro historiador – assim espero – não sou o dono da verdade. Esse trabalho é uma possível leitura destes momentos-chave na história da industria do videogame realizado sob o amparo teórico e metodológico dos nossos estudos.

    Sintam-se no direito e no dever de criticar!

    ______________________________________________________________________________

    2/ A Violência E o Videogame.

    Discutindo Conceitos

    A quantidade de controvérsias que se desdobraram ao longo dos muitos anos em que o Videogame esteve presente na história é consideravelmente grande. Algumas das vezes resultando em ações legais de regulamentação, proibição e também protestos públicos.

    Diferentes regiões como, por exemplo, a Austrália são conhecidas por lidar com este tipo de questão de formas mais rigorosas. nos estados unidos, um dos polos principais da indústria, a força da primeira emenda, na maioria das vezes, freou tentativas de censura e regulamentação excessiva. Ainda assim, são muitos os momentos em que o videogame foi destaque em noticiários e objeto de análise em audiências públicas.

    No caso específico da violência nos jogos, temos como principais exemplos Death Race em 1976, mortal kombat, night trap e Doom e o surgimento do ESRB em 1993-94, Columbine e sua associação com Doom em 1999 e as infinitas polêmicas nas quais GTA se tornara alvo. Mas voltaremos a tratar especificamente de alguns destes momentos mais adiante.

    A primeira pergunta é: qual a definição, a imagem de violência que se discute nestes momentos? Como se caracteriza tal violência?

    O conceito de violência pode vir a significar uma diversidade de coisas. Geralmente a compreendemos como o exercer de força de qualquer natureza que cause dano físico, psicológico, submissão e controle ou privação a alguém - ou a alguéns. O problema é que assim como a língua/idioma em si, conceitos também se transformam com o tempo e com a sociedade. O que antes poderia ser visto como algo normal, hoje pode ser compreendido como uma forma de agressão e vice-versa, é por isso que obras que já foram no passado extremamente polêmicas, hoje passam como “mais uma segunda feira” comum.

    No videogame, a mesma discussão se encaixa perfeitamente, principalmente do ponto de vista estético. Qual a diferença de Contra (1987) e Doom (1993)? Em ambos, o jogador avança nos mapa e derrota inimigos através de armas de fogo – vulgo “matando tudo que se vê pela frente”. Indo além, porquê remake de Doom em 2016 não ocasiona o mesmo pânico de 1993 apesar da sua avançada tecnicidade gráfica e interativa?

    E Street Fighter (1987) e Mortal Kombat (1992) ? o que está em disputa é a mesma coisa! Um jogador derrota o outro – ou a maquina – através da luta – vulgo “enchendo-o de porrada”. Sim, em mortal kombat, extende-se a violência na questão da possibilidade de matar, mas ainda assim, o fator “jorrar sangue” já era problemático no momento em que o jogo se tornou polêmico.

    A questão é que nem Contra nem Street Fighter nem mesmo Doom (2016) desencadearam o debate e pânico a respeito da violência que Doom (1993) e Mortal Kombat fizeram. Se levássemos ao extremo, até mesmo Super Mario Bros entraria no hall de jogos violentos. Ser esmagado até a morte como um goomba ou jogado num poço de lava como o Bowser não deve ser a sensação mais agradável.

    Nosso objetivo agora é descobrir qual era o significado do conceito em questão nos momentos de debate. Para isso, voltemos de forma cronológica através dos momentos de maior ebulição da indústria, começando por 1976, Death Race - no próximo capítulo.

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    • Micro picture
      kess · 12 months ago · 4 pontos

      Concordo que a violência tem que ser discutida, mas adoro a seguinte frase: "se os games violentos fazem as pessoas violentas, banco imobiliário criaria milionários e Mario encanadores"

      1 reply
    • Micro picture
      volstag · 12 months ago · 2 pontos

      Muito bom o texto, mas tem várias imagens que ”foram banidas” hahaha, confere isso.

      2 replies
    • Micro picture
      artigos · 12 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • alexandrebastoscr Alexandre Bastos - Colecionador Retrôgamer
    2018-07-24 08:17:46 -0300 Thumb picture
  • italochianca Italo Chianca
    2018-06-19 11:14:20 -0300 Thumb picture
    Post by italochianca: <p>Queridos amigos e amigas, é com enorme alegria q

    Medium 559882 3309110367

    Queridos amigos e amigas, é com enorme alegria que finalmente posso revelar mais detalhes do livro GAMER, meu próximo projeto.

    Com essa arte fantástica feita pelo amigo Leandro Cruz, esse livro trará 44 crônicas cheias de histórias malucas e divertidas. Nele, reuno praticamente todas as as crônicas dos livros Os videogames e eu e Papo de Locadora, mais dezenas de histórias inéditas. É o livro definitivo para quem curte os meus contos gamers.

    GAMER sai ainda este ano. Na verdade, nos próximos meses, se tudo correr bem.

    Espero, mais uma vez, que vocês se divertam bastante com esse projeto e já reservem um espaço especial na coleção.

    Brigadão pelo carinho de sempre, amigos.

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      willguigo · about 1 year ago · 2 pontos

      Boa sorte.

      1 reply
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      vinicios_santana · about 1 year ago · 2 pontos

      Reservando um espaço na carteira tbm rs. Assim que sair faz um post ai pra gente.

      1 reply
    • Micro picture
      zandryx · about 1 year ago · 2 pontos

      Vc está sempre on fire pra escrever livros gamers heim? meus parabéns mano

      1 reply
  • alexandrebastoscr Alexandre Bastos - Colecionador Retrôgamer
    2018-04-20 10:53:16 -0300 Thumb picture
  • alexandrebastoscr Alexandre Bastos - Colecionador Retrôgamer
    2018-04-06 14:39:27 -0300 Thumb picture
  • nintendo64 Nintendo 64
    2018-02-15 16:34:15 -0200 Thumb picture
    Post by nintendo64: <p>A great videogame!</p>

    Medium 526029 3309110367

    A great videogame!

    0
  • 2017-12-19 12:59:59 -0200 Thumb picture

    Quanto vocês gastaram com JOGOS no ano de 2017?

    Fiz um balanço muito interessante como o nosso hobbie custa uma boa fortuna. Calculei aqui quanto eu gastei com jogos em 2017 e deu um valor bastante interessante. Descontei o fato que este ano comprei uma placa de video nova no meu computador (R$ 1.176,00), a qual também uso para edição de video. E também descontei a assinatura de serviços online o qual sou OBRIGADO a pagar. Neste ano comprei 17 jogos. Onze para PC e Seis no PS4:

    Cities: Skyline (PC)   - R$ 18,24

    Grid Autosport (PC) - R$ 18,24

    American Truck Simulator (PC) - R$ 34,50

    RFactor 2 (PC) - R$ 31,99

    Brothers – A tale of Two Sons (PC) - R$ 5,59

    F1 2017 (PC) - R$ 105,99

    Motorsport Manager (PC) - R$ 21,75

    Pitstop Challenge (PC) - R$ 1,99

    Car Mechanic Simulator 2014 (PC) - R$ 1,39

    DIRT Rally (PC) - R$ 21,19

    Project Cars 2 (PC) - R$ 95,40

    Hot shots Tennis (PS4) - R$ 18,54

    Tekken 7 (PS4) - R$ 187,99

    Crash Bandicoot N’sane Trilogy (PS4) - R$ 99,97

    Este jogo revelarei em outra oportunidade (PS4) - R$ 120,00

    Tekken 7: DLC (Boliche) (PS4) - R$ 42,90

    The Last Guardian (PS4) - R$ 129,00


    O único jogo que passei dos 200 reais foi realmente o Tekken 7. No PC, apenas o F1 2017 paguei o preço cheio dele no lançamento na Steam. A média de preço que gastei com games de PC foram de R$ 32,79, por conta disso. Já no console, a minha média foi de R$ 100,00 (arredondando). O subtotal foi de R$ 954,67. Um pouco mais que o salário mínimo. Daria para comprar, com muita sorte, um celular intermediário a vista (Não o meu J7 Prime que custou por volta de 1.050,00).  Pode ter certeza que em outros anos, quando só comprava em lojas de departamento, essa soma iria para 2.000 reais facilmente. 


    E vocês, tem ideia, por alto, de quanto gastaram com videogames este ano? Conte-me nos comentários. 

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      carlospenajr · over 1 year ago · 4 pontos

      Eu nem invento de fazer isso, se não vai bater um arrependimento fudido XD

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      tassio · over 1 year ago · 2 pontos

      Esse ano eu gastei muito pouco. Peguei alguns jogos grátis da ubisoft que vão ficar esquecidos no limbo da uplay, uns de humble bundle e os poucos que comprei no steam, foram em promoção.

      1 reply
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      mastermune · over 1 year ago · 2 pontos

      Se deu 2k aqui pra mim foi pouco O_O

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